ARENDT, Hannah. Entre o passado e o Futuro.

São Paulo: Editora Perspectiva, 1

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PREF"#$%: A &'E(RA ENTRE % PASSAD% E % F'T'R% Notre h)rita*e n+est pr)c)de d+aucun testa,ent - .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, nenhu, testa,ento.. Talve2 esse se3a o ,ais estranho dentre os a0oris,os estranha,ente a4ruptos e, 5ue o poeta e escritor 0ranc6s Ren) #har condensou a ess6ncia do 5ue viera, a si*ni0icar 5uatro anos na R)sistance para toda u,a *era/ão de escritores e ho,ens de letras europeus1, 7$8 9er, para essa cita/ão e as su4se5:entes, Ren) #har, Feulllets d+H;pnos, Paris, 1 <=. Escritos durante o >lti,o ano da Resist6ncia, de 1 <? a 1 <<,. e pu4licados na #ollection Espoir, or*ani2ada por Al4ert #a,us, tais a0oris,os, 3unta,ente co, o4ras posteriores, aparecera, e, in*l6s so4 o titulo H;pnos @aAin*B Poe,s and Prose, NeC DorA, 1 E=. FG

o colapso da Fran/a, aconteci,ento total,ente inesperado para eles, esva2iara, de u, dia para outro, o cenHrio polItico do paIs, a4andonandoJo Ks palha/adas de pati0es ou idiotasB e eles, a 5ue, nunca ocorrera to,ar parte nos ne*Lcios o0iciais da Terceira Rep>4lica, vira,Jse su*ados para a polItica co,o 5ue pela 0or/a de u, vHcuo. Desse ,odo, se, pressentiJlo e provavel,ente contra suas inclina/Mes conscientes, viera, a constituir, 5uer o 5uisesse, ou não, u, do,Inio p>4lico onde J se, a para0ernHlia da 4urocracia e ocultos dos olhos de a,i*os e ini,i*os J levouJse a ca4o, e, 0eitos e e, palavras, cada ne*Lcio relevante para os pro4le,as do paIs. $sso não durou ,uito. ApLs al*uns curtos anos, 0ora, li4erados do 5ue ori*inal,ente havia, pensado ser u, .0ardo. e arre,essados de volta K5uilo 5ue a*ora sa4ia, ser a leviana irrelevNncia de seus a0a2eres pessoais, sendo ,ais u,a ve2 separados do .,undo da realidade. por u,a )paisseur triste, a .opacidade triste. de u,a vida particular centrada apenas e, si ,es,a. E, se se recusava, a .voltar Ks OsuasP verdadeiras ori*ens, a OseuP ,iserHvel co,porta,ento., nada lhes restava senão reto,ar K velha e va2ia pele3a de ideolo*ias anta*Qnicas 5ue, apLs a derrota do ini,i*o co,u,, de novo ocupava, a arena polItica, cindindo os anti*os co,panheiros de ar,as e, *rupelhos se, conta, 5ue não che*ava, se5uer a constituir 0ac/Mes, e alistandoJos nas inter,inHveis pol6,icas de u,a *uerra de papel. A5uilo 5ue #har previra e antecipara lucida,ente en5uanto a luta real ainda prosse*uia .Se so4reviver, sei 5ue terei de ro,per co, o aro,a desses anos essenciais, de re3eitar silenciosa,ente 7não repri,ir8 ,eu tesouro. J acontecera. Eles havia, perdido seu tesouro. &ue tesouro era esseR #on0or,e eles ,es,os o entendera,, parece ter consistido co,o 5ue de duas partes interconectadas: tinha, desco4erto 5ue a5uele 5ue .aderira K Resist6ncia, encontrara a si ,es,o., dei1ara de estar .K procura Ode si ,es,oP des*overnada,ente e co, ,ani0esta insatis0a/ão., não ,ais se. suspeitara. de .hipocrisia. e de ser .u, ator da vida res,un*ão e descon0iado., podendo per,itirJse .desnuJ F

darJse.. Nessa nude2, despido de todas as ,Hscaras, tanto da5uelas 5ue a sociedade desi*na a seus ,e,4ros co,o das 5ue o indivIduo urde para si ,es,o e, suas rea/Mes psicolL*icas contra a sociedade, eles havia, sido, pela pri,eira ve2 e, suas vidas, visitados por u,a visão da li4erdadeB não, certa,ente, por tere, rea*ido K tirania e a coisas piores J o 5ue 0oi verdade para todo soldado dos E1)rcitos Aliados J, ,as por se havere, tornado .contestadores., por havere, assu,ido so4re seus prLprios o,4ros a iniciativa e assi,, se, sa46Jlo ou ,es,o perce46Jlo, co,e/ado a criar entre si u, espa/o p>4lico onde a li4erdade poderia aparecer. .A cada re0ei/ão 5ue 0a2e,os 3untos, a li4erdade ) convidada a sentarJse. A cadeira per,anece va2ia, ,as o lu*ar estH posto.. %s ho,ens da Resist6ncia Europ)ia não 0ora, ne, os pri,eiros ne, os >lti,os a perdere, seu tesouro. A histLria das revolu/Mes J do verão de 1!!=, na Filad)l0ia, e do verão de 1!G , e, Paris, ao outono de 1 E= e, (udapeste J, 5ue deci0ra, politica,ente a estLria ,ais recQndita da idade ,oderna, poderia ser narrada ale*orica,ente co,o a lenda de u, anti*o tesouro, 5ue, so4 as circunstNncias ,ais vHrias, sur*e de ,odo a4rupto e inesperado, para de novo desaparecer 5ual 0o*oJ0Htuo, so4 di0erentes condi/Mes ,isteriosas. E1iste,, na verdade, ,uito 4oas ra2Mes para acreditar 5ue o tesouro nunca 0oi u,a realidade, e si, u,a ,ira*e,B 5ue não lida,os a5ui co, nada de su4stancial, ,as co, u, espectroB e a ,elhor dessas ra2Mes ) ter o tesouro per,anecido at) ho3e se, no,e. E1iste al*o, não no espa/o sideral, ,as no ,undo e nos ne*Lcios dos ho,ens na terra, 5ue ne, ao ,enos tenha u, no,eR 'nicLrnios e 0adasJ,adrinhas parece, possuir ,ais realidade 5ue o tesouro perdido das revolu/Mes. E, todavia, se voltar,os as vistas para o princIpio desta era, e so4retudo para as d)cadas 5ue a precede,, podere,os desco4rir, para nossa surpresa, 5ue o s)culo S9$$$, e, a,4os os lados do AtlNntico, possuiu u, no,e para esse tesouro, desde então es5uecido e perdido J 5uase o dirIa,os J antes ,es,o 5ue o prLprio tesouro desaparecesse. % no,e, na A,)rica, 0oi .0elicidade p>4lica., 5ue co, suas conota/Mes de .virtude. e .*lLria. entende,os tão pouco ?T

co,o a sua contrapartida 0rancesa, .li4erdade p>4lica.: a di0iculdade para nLs estH e, 5ueB e, a,4os os casos, a 6n0ase recaIa so4re .p>4lico.. Se3a co,o 0or, ) K aus6ncia de no,e para o tesouro perdido 5ue alude o poeta ao di2er 5ue nossa heran/a 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,. % testa,ento, di2endo ao herdeiro o 5ue serH seu de direito, le*a posses do passado para u, 0uturo. Se, testa,ento ou, resolvendo a ,etH0ora, se, tradi/ão J 5ue selecione e no,eie, 5ue trans,ita e preserve, 5ue indi5ue onde se encontra, os tesouros e 5ual o seu valor parece não haver nenhu,a continuidade consciente no te,po, e portanto, hu,ana,ente 0alando, ne, passado ne, 0uturo, ,as tãoJ so,ente a se,piterna ,udan/a do ,undo e o ciclo 4iolL*ico das criaturas 5ue nele vive,. % tesouro 0oi assi, perdido, não ,erc6 de circunstNncias histLricas e da adversidade da realidade, ,as por nenhu,a tradi/ão ter previsto seu apareci,ento ou sua realidadeB por nenhu, testa,ento o haver le*ado ao 0uturo. A perda, talve2 inevitHvel e, ter,os de realidade polItica, consu,ouJse, de 5ual5uer ,odo, pelo olvido, por u, lapso de ,e,Lria 5ue aco,eteu não apenas os herdeiros co,o, de certa 0or,a, os atores, as teste,unhas, a5ueles 5ue por u, 0u*a2 ,o,ento retivera, o tesouro nas pal,as de suas ,ãosB e, su,a, os prLprios vivos. $sso por5ue a ,e,Lria, 5ue ) apenas u, dos ,odos do pensa,ento, e,4ora dos ,ais i,portantes, ) i,potente 0ora de u, 5uadro de re0er6ncia preesta4elecido, e so,ente e, rarIssi,as ocasiMes a ,ente hu,ana ) capa2 de reter al*o inteira,ente descone1o. Assi, ) 5ue os pri,eiros a 0racassare, no recordar co,o era o tesouro 0ora, precisa,ente a5ueles 5ue o havia, possuIdo e o achara, tão estranho 5ue ne, se5uer sou4era, co,o no,eHJla. Na ocasião, isso não os inco,odouB não conhecia, seu tesouro, ,as sa4ia, ,uito 4e, o si*ni0icado do 5ue 0a2ia, e 5ue este estava aci,a da vitLria e da derrota: .A a/ão 5ue possui sentido para os vivos so,ente te, valor para os ,ortos e sL ) co,pleta nas ,entes 5ue a herda, e 5uestiona,.. A tra*)dia não co,e/ou 5uando a li4era/ão do paIs co,o u, todo es4oroou 5uase auto,atica,ente as ilhotas escondidas de li4erJ ?1

dade, 5ue de 5ual5uer ,aneira estava, condenadas, ,as si,, ao evidenciarJse 5ue não havia ,ente al*u,a para herdar e 5uestionar, para pensar so4re tudo e rele,4rar. % ponto e, 5uestão ) 5ue o .aca4a,ento. 5ue de 0ato todo aconteci,ento vivido precisa ter nas ,entes dos 5ue deverão depois contar a histLria e trans,itir seu si*ni0icado deles se es5uivou, e se, este aca4a,ento pensado apLs o ato e se, a articula/ão reali2ada pela ,e,Lria, si,ples,ente não so4rou nenhu,a histLria 5ue pudesse ser contada. Não hH nada de inteira,ente novo nessa situa/ão. Esta,os ,ais acostu,ados Ks periLdicas irrup/Mes de e1aspera/ão apai1onada contra a ra2ão, o pensa,ento e o discurso racional, rea/Mes naturais de ho,ens 5ue sou4era,, por e1peri6ncia prLpria, 5ue o pensa,ento se apartou da realidade, 5ue a realidade se tornou opaca K lu2 do pensa,ento, e 5ue o pensa,ento, não ,ais atado K circunstNncia co,o o cIrculo a seu 0oco, se su3eita, se3a a tornarJse total,ente desprovido de si*ni0ica/ão, +se3a a repisar velhas verdades 5ue 3H perdera, 5ual5uer relevNncia concreta. . At) ,es,o o reconheci,ento antecipado da crise tornouJse a*ora 0a,iliar. Ao re*ressar do Novo Uundo, 5ue co, tanta ,estria sou4e descrever e analisar, a ponto de sua o4ra ter se tornado u, clHssico, so4revivendo a ,ais de u, s)culo de ,udan/a radical, Toc5ueville estava 4e, cQnscio de 5ue a5uilo 5ue #har cha,ara .aca4a,ento. do ato e do aconteci,ento, se es5uivara ta,4), de siB o .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,., de #har, soa 5ual u,a variante de .Desde 5ue o passado dei1ou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia nas trevas. F, de Toc5ueville. Todavia, a >nica descri/ão. 7F8 A cita/ão ) do >lti,o capItulo de De,ocrac; in A,erica, NeC DorA, 1 <E, vol. l$, p. ??1. EiJla na Inte*ra: .E,4ora a revolu/ão 5ue se estH processando na condi/ão social, nas leis, nas opiniMes e nos senti,entos dos ho,ens este3a ainda 4e, lon*e de se achar concluIda, seus resultados, contudo, 3H não ad,ite, co,para/ão co, nada 5ue o ,undo tenha antes teste,unhado. Re,ontoJ,e, de )poca a )poca, at) a ,ais re,ota anti*:idade, por), não encontro paralelo para o 5ue ocorre ante ,eus olhosB a partir do ,o,ento e, 5ue o passado cessou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia na o4scuridade.. Essas linhas de Toc5ueville não antecipa, apenas os a0oris,os de Ren) #harB de ,odo 4astante curioso, lidas te1tual,ente antecipa, ta,4), a intui/ão de Va0Aa 7ver o 5ue se*ue8 de 5ue ) o 0uturo 5ue re,ete a ,ente do ho,e, de volta ao passado, .at) a ,ais re,ota anti*:idade. . ?F

e. e.Notas do ano 1 FT. sa4e real. o pri. Va. ) e. consiste nos processos recQnditos da . ?? . torno do incidente co. pois 5uer e. .inho K 0rente.p0 .4os. e. constitue. Er Aae. sonde.. Va. so4 o tItulo He.es..ente de suas inten/MesR Seu sonho.o.4ate e ser al/ado. De 0ato.it de.ais escura do 5ue 3a.a ocasião.iteinander Aae. saltar 0ora da linha de co. a. nos Estados 'nidos.ina. The WiTeat @all T1 #hina. nu.eiro acossaJo por trHs.ais literal 0a2iaJse .e.ente no ponto onde o nosso a0oris.p0linie aussprin*t und Ce*en seiner Va.. e. o se*undo o au1ilia na luta contra o pri.e/a precisa. a lu. % incidente 5ue esta parH4ola relata e penetra.a. so 0inster Cie noch Aeine Car J aus der Va.ister para .ente.p0 . denn er Cill ihn nach vo. NeC DorA.p0eser0ahrun* Yu.entos cu3a ess6ncia encontra. do .entos co..a ve2 5ue o e.o raios lu. % se*undo 4lo5ueiaJlhe o ca..ão no vol.eus 0ins. Ele luta co.previsto J e isso e1i*iria u. 5ue.as ta.o de Ren) #har. Na verdade. . por conta de sua e1peri6ncia de luta. Eis o ori*inal ale. saIra. at) onde eu sai4a. ErstenB denn er trei4t ihn doch 2ur:eiA. nosso caso. A luta de Va0Aa 7?8 A estLria ) a >lti. von 'rsprun* her. al*u.o.o .odo. u. auch noch er sel4st. 1 <=: Er hat 2Cei We*ner: Der erste 4edraen*t ihn von hinten. YCeiten. den @e* nach vo. So ist es a4er nur theoretisch. K posi/ão de 3ui2 so4re os adversHrios 5ue luta. u.it de.eiro. apenas teorica. da ori*e.ente. Se*ui a tradu/ão in*lesa e1ceto e. 5ue não ilu. por). Tradu2idas do ale. ele . Denn es sind 3a nicht nur die 2Cei We*ner da.erhin ist es sein Trau.o inicial dei1ou a se5:6ncia dos aconteci. Pois não hH ali apenas %s dois adversHrios.a da5uelas parH4olas de Fran2 Va0Aa 5ue. >nicas talve2 5uanto a esse aspecto na literatura. lan/adas ao lado e e. Ei*entlich unterst:t2t ihn der erste i.as possue. un4eCachten Au*en4licA J da2u *ehoert allerdin*s eine Nacht. 1 <=.it 4eiden.eiro a3udaJo na luta contra o se*undo. os aconteci. dois adversHrios: o pri.inosos.es.os contida no a0oris. Richter :4er seine . A parH4ola de Va0Aa ) a se*uinte:? Ele te. dass er ein.al in eine. e.purrHJlo para 0rente.ento i. por). e 5ue. o poder radio*rH0ico de desvelar sua estrutura Inti. draen*en und e4enso unterst:t2t ihn der 2Ceite i. Der 2Ceite verCehrt ih. NeC DorA. al*u.p0enden We*ner erho4en Cird. . E dos Wesa. se*ue.e1ata dessa crise se encontra. aut6nticas parabolaí.a s)rie de .a noite J.ão por @illa e EdCin Uuir. sua lL*ica interna.as poucas passa*ens onde u.elte SchriXten.. Uas isso ) assi. ela co..a de u.a noite .4).ais o 0oi nenhu. entre si.purra para trHs.p0t .o 5ue suspensa no ar.a tradu/ão . sua apar6ncia e1terna. und Cer Aennt ei*enllich seine A4sichtenR $.

pro..penhada no tipo de co. A situa/ão. ) 4asica.preensão. por nLs escolhido co. pouco .o seu representante. . co.ento do pensa.o papel outrora dese.es. Foi essa *era/ão 5ue.nas .a cha.ento . E co. J sL pudera. so4 as circunstNncias do s)culo SS. esse estH*io no desenvolvi.o solu/ão de perple1idades 0ilosL0icas e tentara escapar do pensa. . de acordo co.as por dois atos anteriores. se visse arrancada de suas ocupa/Mes literHrias para os co. do . ter acesso K vida p>4lica e.ente u.pro. con0or. A 0un/ão da . ao .oderno a5uilo 5ue ele ). A #ondi/ão Hu.enos no s)culo SS. e essa co. não sur*e ao revelarJse a Filoso0ia incapa2 de aplicar suas prLprias re*ras K es0era das 5uestMes.issos da a/ão.. a a/ão.: .o.o ao evidenciarJse a Filoso0ia i*ual. e 5uestiona.oderno 0oi precedido. ) estar e. re4elião do 0ilLso0o contra a Filoso0ia.odo de reconcilia/ão do ho. outra *era/ão.co. pois o E1istencialis. se tornou portaJvo2 c criadora do 5ue ela . por). voltaraJse parZ a polItica co.enos na sua versão 0rancesa. apenas u.passes da Filoso0ia .ento para a a/ão. Historica.redi.ais velha.o.penhado pela vida eterna. % E1istencialis.isso incondicional ce. .ais tarde. pelo . te.a ) 5ue. . não por u..e..o.entos 5ue 0i2era.. os cha. pa2 co.ente a realidade histLrica e os aconteci.oderna para o co. tornouJse desesperadora ?< .ente ) incapa2 de 0a2er a pa2 e de indu2ir a reconcilia/ão.preender o acontecido. se a .ados intelectuais J escritores. entender c apreender conceitual. ) o .es.a 0u*a dos i. contudo. .ente ) co.entes 5ue a herda. a revolu/ão veio a dese.ir os 5ue a 0a2e. 5ue Platão a teria entendido ) 5uase tão anti*a 5uanto a histLria da Filoso0ia e da Ueta0Isica ocidentaisB não sur*iu ne.ou de E1istencialis.penhar.4ate 5ue lhe ) prLprio.ente incapa2 de reali2ar a tare0a 5ue lhe destinara.e Ualrau1 o4servou certa ve2 7e.pletada . He*el.. pensadores. % pro4le. artistas. literatos etc. c.ana8.o. Antes 5ue a *era/ão de Ren) #har.undo .e/a 5uando 3H transcorreu o curso da a/ão e a estLria 5ue dela resulta a*uarda ser co. ela se v6 de i. a sa4er. a realidadeB seu verdadeiro 0i.pos de revolu/ão. polIticasB esta 0al6ncia da Filoso0ia PolItica no sentido e. He*el e a Filoso0ia da HistLria.ente.undo.ediato e.

5uando não so.ento não era. se. se tornar.encionei.ento. u.isteriosa.eiro ato da estLria 5ue a5ui nos interessa.o a 4io*ra0ia de u. não de resolver 5uais5uer pro4le. intervalo de te.os. perderIa. parecia a4ri*ar a esperan/a.5uando se . 5uando a a/ão. . o pri. dar respostas Ks suas perple1idades. .ais e por ?E .a apro1i.inado por coisas 5ue não são .ente hu.ente dessa pessoa o4ri*ada a dar u.enos ur*ente e apai1onado 5ue o apelo ao a*ir da5ueles 5ue o antecedera.ente os historiadores 0uturos. pois.ostrou 5ue as velhas 5uestMes . por assi. a .e/ou a despertar para o 0ato de ter che*ado a viver e. 5uando o ho. di2er.ular 5uestMes ade5uadas e si*ni0icativas.enos ainda. si*ni0icava li4era/ão do a*ir J. verIa. #aso 0osse preciso escrever a histLria intelectual de nosso s)culo. não visando senão a u.a reviravolta não u.a ra2ão . nosso conte1to.unhas. Neste .ento crItico. 0or/ouJa de volta ao pensa. Ren) #har.a >nica pessoa.a de *era/Mes consecutivas.ana dei1ou de 0uncionar ade5uada. não .as duas ve2es: pri.o disse Sartre certa ve2. salaud.e.oderno co. u. .a/ão . concluiu suas re0le1Mes co. seu envolvi.a. a a/ão.ente.ente na consci6ncia dos ho.ediHrio 5ue por ve2es se insere no te. . .po total. desprovidas de sentidoB isto ). se5uer capa2es de 0or. u. ao escapar do pensa.portNncia o4servar 5ue o apelo ao pensa. co. onde o historiador deve ser literal. hipLcrita.undo no 5ual sua .4ora sucinta.as.ente 0iel K se5:6ncia de teorias e atitudes.ente deter. e. torna. apelo ao pensa. A desco4erta +de 5ue.a.eses da Resist6ncia. o ter a*ido.eiro.os a . não so4 a 0or. e a se*uir.as ta.as co. seu en*a3a.os a peculiar ironia do 5ue se*ue. ou antes. e.ente 0or. os atores e teste. por al*u.es. 5uando 3H avultava a li4erta/ão J 5ue. escrevendo durante os derradeiros . ela. os vivos . e.o.pro. eles se.ento e co.4). u.ens. destinado aos so4reviventes 0uturos.po histLrico. Seria. . .isso.ento para a a/ão.ento.. de certa i.eta0Lrica do 5ue ocorreu e0etiva.entalidade e sua tradi/ão de pensa. co.as de 0a2er co.Jse conscientes de u.ento. u.ento sur*iu no estranho perIodo inter.eta0Isicas era. 5ue 0Qsse possIvel conviver co.a ve2 5ue. Eu a .

. perda de precisão. *ra/as K pura 0or/a de inteli*6ncia e i. criou.a de + .4as.ele.a de Va0Aa 5ue e. não cessa de nos atordoar8.entais co.as ta. co. A cena ) u.a4strato. A estLria re*istra.as.plicidade e concisão.os o ho. Va0Aa. de hH .ento.ente evidente associar ri5ue2a de detalhes concretos e a/ão dra. seu territLrio. Sendo o pensar para ele a parte . antecipatLrio 5ue ainda ho3e.a esp)cie de espantosa inversão da rela/ão esta4elecida entre e1peri6ncia e pensa. 0enQ.entos dra. precisão. al*o 5ue se poderia deno. 7Não se deci0rou ainda o eni*. Ao passo 5ue considera.o tr6s lutas transcorrendo si. 4asica.po de 4atalha no 5ual se di*ladia.ouJse co.e.. se não e. poder conter o .ente K presen/a do ho.ente. atri4uindo assi. ainda.Jpensa. adversHrios entre si e a luta do ho. a partir de u. . para se .. eventoJpensa. deve co.uito neutrali2ado ou destruIdo . as 0or/as do passado e do 0uturoB entre elas encontra.ediata.a esp)cie de paisa*e.real. u.previsIveis.4ater a. certa palide2 a4strata aos processos . e.4). ?= .ento. na lL*ica desses pro4le.Ini. deverJse e1clusiva. 5ue consiste. .utua.anter e. de certa .Hticos caracterIsticos da vida .ento da verdade. o 5ual J suspeitaJse J as 0or/as do passado e do 0uturo terJseJla.ais vital e vIvida da realidade.a*ina/ão espiritual.es.ar a Va0Aa.Htica K e1peri6ncia de u. e.ultNnea.o tri4uto a ser pa*o por sua orde.a e. ca. 5ue.ente: a luta de .a a0ir. sua cronolo*ia.seus. dos escritores .e.a si. portanto. o 0ato de che*ar a haver al*u. HH.ental.e.ais de+ u. a4ri*a todas as ri5ue2as. #ontudo. J.o. e. esses intervalos .a dada realidade. apLs 5uase 5uarenta anos repletos de eventos in)ditos e i.ais avan/ada posi/ão. .a onda do 0uturo.ais notHveis J.eira coisa a ser o4servada ) 5ue não apenas o 0uturo J .os a*ora reto. deles.eno . 5ue Va0Aa cha.o i. u.ente. . Pode.o u. Na HistLria. se.aneira.os co. sua e1tre. cada u.ento 5ue.a ve2 .ais de trinta anos de crescente 0a. u.. se.a luta parece. A pri.inar u.a pLstu.ostrara.o de e1peri6ncia despo3ado e . a >lti.coisas 5ue não são. variedades e ele. 5ue ocupa. duas ou . desenvolveu esse 0antHstico do..

o a re*ião . 0or/as 5ue.o ) passado. .archa para o 0uturo.poral e retilinear. . 5ue vive se.pre no intervalo entre o passado e o 0uturo..aneira 5ue Va0Aa descreve. o 5ue ) 4e.sua.os o te.ento de Va0Aa. passado.po .e.o a inser/ão do ho.o e.e. destorcer o pensa. de u.es. de arcar e de cu3o peso . e.po parteJse e. Penso 5ue. co.ente todas as nossas . . 0lu1o de ininterrupta sucessãoB ) partido ao .etH0oras.po não ) u.ais.po. antes.4ate J e o 5ue ) esse sonho e essa re*ião. ele ne. cai no sonho de u.entoR %4via. 9isto Va0Aa conservar a . se insere no te.o u. anelado pela Ueta0Isica ocidental de Par. no ponto onde .e. então. na sua acep/ão usual.6nides a He*el.e a 5ual pensa. pratica.ais ade5uada ao pensa.o passado nunca estH . co.ente. Do ponto de vista do ho.sua. ou . ter.os a*ostinianos J 5ue cinde o contInuo te. o 5ue . pensa e. espa/o 4astante para se . luta constante.ele.as. linha reta. e apenas na . Nas palavras de FaulAner: .anter. tradicional con0or. por se 0ocali2are. al).ento te. presente e 0uturoB ) essa inser/ão J o princIpio de u.eio.po. senão o anti*o sonho. ao inv)s de pu1ar para trHs. co. Va0Aa descreve co. 5ue de0ende seu territLrio. K .dele. do . a lutar entre si e a a*ir so4re o ho. princIpio. . se. para colocHJlo e.ada de posi/ão contra o passado e o 0uturo. ?! .pele de volta ao passado.o u. u. u. e. estirandoJse por todo seu tra3eto de volta K ori*e.ovendoJse e. Esse passado.ovi. contInuo.a da linha de co. T[ te. e aci.a lacuna no te.edida e. da .orto. . se des0a2er e.a*e. te. se. Apenas por5ue o ho. sua . 5ue o ho. o 0lu1o indi0erente do te.poral e. estHB e a posi/ão .ele. ) o 0uturo 5ue nos i. 0u*ir por conta prLpria.as.a 0or/a.a es0era inte.es.e/a. .e.po. cu3a e1ist6ncia ) conservada *ra/as K . ) possIvel dar u. 5ue4ra o 0lu1o unidirecional do te. 0ardo co.al te.etH0ora tradicional de u.purra para a 0rente.. e não.orto os vivos pode. estranho. ao contrHrio do 5ue seria de esperar. e.ele..poral. não ) o presente.e. passo adiante.pre 5ue .o deve. to.a re*ião al).o passado. ) visto co. não altera a i. so4re a partIcula ou corpo 5ue lhes dH dire/ão. 0ora do espa/o e supraJsensIvel co.

a de u. Essa 0or/a dia*onal. a a/ão das duas 0or/as 5ue co.ele.ais se entrechocaria.a di. .elhandoJse antes ao 5ue o 0Isico cha.ais li*eira. A 0or/a dia*onal. diri*idas para o ho.. no ponto e.entos pausados e ordenados 5ue são o passo . E. ao contrHrio. u. u. seria.as se interceptaria. pelo . a.pleta.. intervalo si.inhando ao lon*o dessa linha. u. inIcio conhecido.poral e retilIneo 5uando o 0lu1o unidirecional deste ) partido e. o paralelo*ra. e.itadas no sentido de suas ori*ens. a estLria de Va0Aa. cu3a ori*e. ) a .a de u.ente pode ser retida a no/ão de u.pendo o contInuo. 0or/as anta*Qnicas. co. elas não . in0inita 5uanto a seu t)r.itada no sentido de sua ori*e. e. 0uturo in0initoB no entanto.. co. visto resultar de duas 0or/as cu3a ori*e.ento. asse. Nn*ulo. eventoJpensa. e. 5ue se3a 0or/ado a saltar co. caso assi.ais conveniente K orde.ino 3a2 no in0inito.inada pelo passado e pelo 0uturo.4as.ente. possue.ele. cu3a dire/ão ) deter. não pode senão 0a2er co. . a lacuna onde . ele ?G . u. e outra de u.po hu.. 5ue as 0or/as se choca. se posta não ).ele.por). 5ue as 0or/as se desvie.ino. 5ue o pensar se possa e1ercer se. de Va0Aa encontrou seu ca. seria li.ensão espacial e.a terceira 0or/a: a dia*onal resultante 5ue teria ori*e. outras palavras.0alta K descri/ão Aa0Aiana+ de u. % 5ue hH de errado co.ino. os . ) conhecida.4ora não tenha.ente 5ue se3a. para 0rente e para trHs. A inser/ão do ho.o de 0or/as onde o . per0eita e5:idistNncia do passado e do 0uturo. aspecto das duas outras de 5ue ) resultado. As duas 0or/as anta*Qnicas são.po de 4atalha deveria resultar e.. e.as cu3o eventual t)r. .ovi. 0osse. . ili. passado in0inito. Fosse o .e. por .ente. toda a sua *rande2a.. de sua dire/ão ori*inal.pMe.ovi.ento ) u. o ponto no 5ual colide.ano.ento te.e. ) 5ue di0icil. de Va0Aa capa2 de e1ercer suas 0or/as no sentido dessa dia*onal.ente para 0ora do te. paralelo*ra. 0ace a 0ace.o de 0or/as. do pensa.enos potencial.o 5ue ca. vindo u. e a*indo so4re ele. e so4re o 5ual atua. sendo seu ponto de partida o entrecho5ue das 0or/as anta*Qnicas.ples. co. t)r.etH0ora per0eita para a atividade do pensa. $deal. interro. Essa 0or/a dia*onal di0eriria e. ) o in0inito.ento.

entais. incapa2 de encontrar a dia*onal 5ue o levaria para 0ora da linha de co. . e.4ora apontando ru. \ tentador acrescentar.po criado e deli. ve2 disso..eno . seu prLprio e autoJinserido apareci. e não .anter.4iante espa/oJte.ento J o i. lu*ar no te. e. na plena realidade de seu ser concreto vive nessa lacuna te.ente a5uilo 5ue lhe era . so4re a terra.ente pelo paralelo*ra.4ito dos 0enQ.4ate. coeva da e1ist6ncia do ho. en5uanto ele viver. deperecido so4 a pressão do constante e. 5ue isso . e talve2 ne.. pelos adversHrios. o ho. % 5ue . pois não ocorre.ais provavel.eta0Lrica e con3etural.e.a*ens 5ue estou a5ui utili2ando para indicar. J.o 5uer a parH4ola. da 5ual poderia 3ul*ar co.ele. 5ue ) ate.pre ca.ais prLprio e 5ue so. 0enQ. por).posi/ão de 3ui2.ele..es.anece presa ao presente e nele arrai*adaB e.ente a0astado do passado e do 0uturo para lhe o0erecer a . Apenas na .po.al*u).po de 4atalha.a Va0Aa. a u.ente viera a e1istir co.e. co. aci. apenas teorica.4ora não se asse.o de 0or/as. Para evitar .itado pelas 0or/as do passado e do 0uturoB teria encontrado u. ser vHlidas no N.enso e se.i>de e.uito . serH o territLrio so4re o 5ual terH 5ue se .) assi. dado histLrico.parcialidade as 0or/as 5ue se di*ladia.enos .o tão acertada.4ate e se situado. pois essa dia*onal.orra de e1austão. e si.. Suspeito 5ue essa lacuna não se3a u.edida e.poral J .po 5ue. sL pode. es5uecido de suas pri. isto ). . de . nenhu. ca.itivas inten/Mes e apenas cQnscio da e1ist6ncia dessa lacuna no te.ento. Aplicadas ao te.4ate.o ao in0inito. 5ue pensa.porNneas do pensa.alJentendidos: as i. teria desco4erto e pressionado co. ai lacunas no te.o estava.. .ente pode vir a acontecer J e 5ue Va0Aa descreveu a.a da re0re*a.não teria saltado para 0ora da linha de co. na >nica dire/ão a partir da 5ual poderia ver e desco4rir ade5uada. per..po su0iciente.a dessas .elhe a u.o u. outras estLrias e parH4olas J ) 5ue . e si. as condi/Mes conte.. para o espa/o constituIdo ideal..ente ter sentido.poral entre o passado e o 0uturo.ente o cha.po histLrico ou 4io*rH0ico. lar.aneira .uito e. i..oderno.etH0oras pode a4soluta.ente. co. ? .

5ue nasce.os estar ne.a e 5ue 0ora.ente K atividade do pensa.o e.po a4erta pela atividade do pensa.o 5ual5uer e1peri6ncia de 0a2er al*o.os. a lacuna entre o passado e o 0uturo dei1ou de ser u. cha. Essa ) u. e sL pode ser ad5uirida. <T . outros aspectos. da recorda/ão e da antecipa/ão salva.os.a. esta lacuna 0oi transposta por a5uilo 5ue. isto ). u.ele. pode ser a re*ião do espIrito.ental ].a condi/ão peculiar unica. nossa histLria. ou antes. e5uipados ne. passado in0inito e u. en5uanto e1peri6ncia.entHJlo de novo.portNncia polItica. toda a parH4ola re0ereJse a u. aos poucos eleitos 5ue 0i2era. 5ue de0ende seu territLrio entre o cho5ue das ondas do passado e do 0uturo.undo e da cultura e.ento.oderna pro*rediu.ento e adstrita. esse tipo de pensa.inados por conceitos ro.o a dedu/ão. deter. Não ) se*redo para nin*u). 0uturo in0inito. do pensar sua ocupa/ão pri.po histLrico e 4io*rH0ico. K 0unda/ão de Ro.ente.ento J 3H 5ue.eno . não pode ser herdado e rece4ido do passado.entais co.o do te. preparados para esta atividade de pensar. de instalarJse na lacuna entre o passado e o 0uturo.ento atrav)s do espa/oJte. a0inal.peuJse o 0io da tradi/ão. Este pe5ueno espa/o inte.edida 5ue a )poca . Por lon*os perIodos e. a indu/ão e a e1tra/ão de conclusMes. pavi.po. .a e1peri6ncia de pensa. &uando. o 5ue 5uer 5ue to5ue. 0ato de i. contudo.ais K . Va0Aa . ) 5ue.o vi. atrav)s da prHtica e de e1ercIcios.poral no N.as apenas indicadoB cada nova *era/ão. co.os de tradi/ão.il6nios 5ue se se*uira. na verdade no transcurso dos .anos. ao 5ue parece. la4oriosa. ro. co.a. não parece. co. desde os ro. 7Nesse particular.ordial. deve desco4riJlo e. e na verdade cada novo ser hu. o 0ato de essa tradi/ão terJse es*ar/ado cada ve2 .es.ens . Ela tornouJse realidade tan*Ivel e perple1idade para todos.a*o .ano.ento di0ere de processos . 0enQ. a trilha plainada pelo pensar.po de ho. da ruIna do te.enciona a e1peri6nciaB a e1peri6ncia de luta ad5uirida por .Ela 4e. cu3as re*ras lL*icas de nãoJcontradi/ão e coer6ncia interna pode.anos.ortais e na 5ual o curso do pensa. essa pe5uena picada de nãoJ+ Jte. inserindoJse entre u. % pro4le. ao contrHrio do .

.entos polIticos 7e.ente.o 0or. responsa4ilidade e virtude.er*e de incidentes da e1peri6ncia viva e a eles deve per. Essa *radual . co. co. polItica J tais co.as ocas co. e1pediente de >lti. este volu.as os e1peri.ental na interpreta/ão crItica do passado. . ou inventar al*u. aos conceitos tradicionais. cu3o alvo principal ) desco4rir as verdadeiras ori*ens de conceitos tradicionais.entos se3a.eu pressuposto ) 5ue o prLprio pensa. de destilar deles sua: pri.ente evadiuJse das prLprias palavrasJchave da lin*ua*e.itiva ess6ncia. as 5uais se dão 5uase todas as e1plica/Mes.ovi. na 0or. #o.o pensarB eles não cont6. Al). K revelia da su43acente realidade 0eno. 5ue o ensaio co. 4astando depois aplicHJlas. crItica. e espero 5ue o leitor concorde. '.4ora *rosso .8 %s seis ensaios se*uintes são e1ercIcios desse tipo.ente.ente co.4ora tais aconteci.encionados apenas de passa*e. e. dei1ando atrHs de si 0or. e a crItica +ao passado.ais crIticos 5ue e1peri. poder e *lLria J.entais dos ensaios 5ue se*ue.a ve2 por todas.ove. . co.ente divididas.ponente e1peri.os. entre o passado e o 0uturo.o este e.odo os tr6s pri. .o . autoridade e ra2ão. E. 3H 5ue são os >nicos .arcos por onde pode o4ter orienta/ão. suspenso o pro4le. todos esses e1ercIcios pMeJse e.entos.entarJse nessa lacuna J talve2 a >nica re*ião onde al*u.a literHria *uarda u.e de e1ercIcios poderia o4via.entais e os cinco >lti.a hora para preencher a lacuna entre o passado e o 0uturo. não são ri*ida. trataJse de e1ercIcios de pensa.. prescri/Mes so4re o 5ue pensar ou acerca de 5ue verdade de0ender.a co.anecer li*ado.ento polItico. e seu >nico 0ito ) ad5uirir e1peri6ncia e.o os e1ercIcios 5ue tenho e.ente <1 .ais e1peri.pido da tradi/ão.6nica.elancolica. cont6. .entos não visa.a a0inidade natural co.ascarar. não pretende . Uenos ainda.entais 5ue crIticos. 5ue tão .o e1peri. reatar o 0io ro.o li4erdade e 3usti/a..ser aprendidas de u.des.er*e da concretude de aconteci.e.8. e . assi.a da verdadeB a preocupa/ão ) so. pretende. a 0i.ento e. Uais especi0ica.eiros capItulos se3a. a pro3etar 5ual5uer esp)cie de 0uturo utLpico. PareceJ.o toda coletNnea de ensaios.a ve2 5ue se . as partes crIticas e e1peri. pois hH u.udan/a de 6n0ase não ) ar4itrHria. dia a verdade venha a aparecer. disso.

inada pelo conte>do. A esse respeito. co. tons relacionados. decerto. <F .. A unidade destes capItulos 5ue constitui para .as si. u.i. 5ue nos de0ronta.a parte. %s 5uatro ensaios da >lti.entares e diretas co.as i. a 3usti0icativa de pu4licHJlos e.oderna na tradi/ão e do conceito de HistLria de 5ue se serviu a )poca .o to. todo indiviso. A pri. A se*unda discute dois conceitos polIticos centrais e interJrelacionados J autoridade e li4erdade.enos se.eira trata da ruptura . o 0ito de encontrar solu/Mes cate*Lricas. por5uanto 5uestMes ele. não.conter al*uns capItulos a .odi0icar seu carHter.as especI0icos. PressupMe a discussão da pri. o livro divideJse e.usical. são 0rancas tentativas de aplicar o tipo de pensa. A prLpria se5:6ncia ) deter. u. . por 0i. a de u.ais ou a .eiras partes a pro4le.o: % 5ue ) autoridadeR % 5ue ) li4erdadeR.a suIte .a se5:6ncia de . 0or.oderna. sur*ir 5uando não .as na esperan/a de esclarecer as 5uestMes e de ad5uirir al*u. pro4le. por isso . co.ento 5ue 0oi posto K prova nas duas pri.ovi. al.o e.ediatos e correntes co.os no diaJaJdia.es. tr6s partes. ou e.eira parte. . .ais se dispMe de respostas dei1adas pela tradi/ão e ainda vHlidas.entos 5ue.a desenvoltura no con0ronto co.e3ando su4stituir os conceitos da Ueta0Isica tradicional. são escritos e.a de livro J não ) a unidade de u. sL pode.

undo co.ento polItico teve seu inIcio de0inido nos ensina. tudo a5uilo 5ue pertence ao convIvio de ho. .1. não . e. u. 5ue a5ueles 5ue aspirasse. a declara/ão de Uar1 <? . desco4rir o c)u lI.ens e. ao ser verdadeiro deveria. A Rep>4lica. as teorias de Varl Uar1.os de trevas. ter. 0i. na ale*oria da caverna.anos. % 0i. A TRADIÇÃO E A ÉPOCA MODERNA $ A tradi/ão de nosso pensa. #reio 5ue ela che*ou a u. veio co.pido das id)ias eternas.entos de Platão e AristLteles. % inIcio deuJse 5uando. repudiar e a4andonar. e.. caso 5uisesse.enos de0inido co. con0usão e ilusão.u. Platão descreveu a es0era dos assuntos hu.

t + 81 + .h . Z t J. e ao rece4ere. 3a. Over*esellscha0ttite Uenschen8. e. o a4andono da PolItica por parte do 0ilLso0o.entes 0iloso0antes. posterior.a 0ilosL0ica8 de a43urar da Filoso0ia.odula/Mes atrav)s de toda a histLria do pensa. não 0ora dos assuntos dos ho.ples. % inIcio.o u.eira ve2 seu so.ediata e si.u. .a o4ra J . 0or. +.. atrav)s da e. dos ho.ente neles. e.o ao sere. di2er. e..o ao .ental. u. portanto. inicial.ental.entares da PolItica 3a.o te.aior 0or/a e 4ele2a do 5ue ao enviar.ens.77 !Tavra J c verdadeira para nossa tradi/ãoB en5uanto seu inIcio 0oi vivo.ar o . di2er nada da 718 beis. % inIcio e o 0i. in0indHveis . deus 5ue.anos.u. a PolIticaB sua tradi/ão iniciouJse co. sua >iti. A Filoso0ia PolItica i.acorde 0unda. #o.ais atin*e seus ouvintes co. 5ue ressoa e.ens e de seu . har. a .edida 5ue che*ou a seu 0i..ente o inIcio e o 0i.a irritante e dissonante 5ue ao continuar a ser ouvido e.ada de .ais v6. co. tão clara.as precisa. tornouJse destrutiva K .oni2ar: '. e nunca de 0or.7 '7%c 79 aCp@+!t+o7/ @P9P.undo co.undo.plica necessaria.es. si . são. ]]b^i+ cZ.undo. .ens sociali2ados.ens. ) co.l0$ a. as . ela pQde salvar todas as coisas e har. e o su4se5:ente retorno deste para i.po.er*6ncia de . por assi. 0ilLso0o repudiou a Filoso0ia. por ele cha. !!E.ento ocidental. da tradi/ão t6.ap V&.oni2HJla..ente na es0era do convIvio. salva todas as cpisas. puros ou se.as ele.odula/ãoB e o acorde 0unda.ais har. Se.ente a atitude do 0ilLso0o para co.trans0or.ente e1pressa e. en5uanto .. 7J_1p1`1 . . na polItica.ente K lu2. seu desa0io 0inal.oni2ador ao . Nisso consistiu a tentativa de Uar1.. pela pri. J para não.ora entre os ho.eira ve2.ento Jnão pode .undo cu3os sons J e pensa. << . nas palavras de ^aco4 (urcAhardt.sua inten/ão de . . assi.consci6ncia. o se*uinte: os pro4le. e. so4reveio 5uando u. .es.ente. sua decisão 7e. .de 5ue a Filoso0ia e sua verdade estão locali2adas. co.ulados pela pri. .por seus padrMes aos assuntos hu.% inIcio ) co. sua ur*6ncia i. e.reali2ada. % 0i.a o4serva/ão casual 0eita por Platão e. podendo ser . para poder .o u.79!d %+C.sociedade. unica.reali2HJla.

so4 as condi/Mes de u.portantes são suas predi/Mes de 5ue. evidente.arcante 5uando investi*a.esteira de con0usão e desa. 5ue vive.as de *overno. . *arantindo assi.os esse ter.ais nada.paro 5ue veio depois de 0inda a tradi/ão e e. u.po de la2er e1istiria so4 a condi/ão de ine1ist6ncia do Estado.ento e a/ão.a .itada de te.e. e Filoso0ia e PolItica. se usar. principal.ilaridade tornaJ se ainda .osa de <E .Estado desaparecerH. Uar1. Essa si..ente cont6. e. .onar5uia.ais 5ue sua 0or/a de tra4alho. predi/Mes. cidadãos e os 5ue era. cidadãos apenas na . %s cidadãos atenienses.o tal.a de sociedade.po de la2er a cada . reprodu2indo antes as condi/Mes polIticas e sociais da . al). co. antes de . *overno de u. % te.ocracia. #o. cidadãos era.ais i. na 0rase 0a. ou de. de sere.o.es. ou 5ue possuIa. A polis ateniense 0uncionou se.aioria.hu.ente na parte de seus ensina.a/Mes 0la*rante.ais . u.es. As . 5ue não virou He*el de ca4e/a para 4ai1o tanto assi. as de0ini/Mes tradicionais de 0or.as inverteu a tradicional hierar5uia entre pensa. Na 0iloso0ia de Uar1..pla/ão e 1ra4alho. os 5ue não tra4alhava.odelo da e1peri6ncia para Platão e AristLteles e. o 0unda. . al). era. e. 5ue tivesse. portanto. u. não era.a/Mes.a 0or.ente cha. isto ).a 5uantidade 5uase ili.as por toda a Anti*:idade e at) a idade . a5uela li4erdade 0ace ao tra4alho 5ue Uar1 predi2 para o 0uturo. a5ueles 5ue tra4alhava.ente e. ao condu2ir Uar1 a a0ir. o .. Atenas.e.o.onstra sua vitalidade. Essas a0ir. *overno por uns poucos ou oli*ar5uia e *overno pela .po de la2er. Não so. ou so4 condi/Mes onde. disso. de al*u. a4olirH a si .ente contraditLrias.a cidadeJestado ateniense 5ue 0oi o . assi. ho. acordo co.edida e. conte.os o conte>do real do ideal de sociedade de.ento so4re o 5ual se alicer/a nossa tradi/ão.ada utLpica. te.. ou . o ideal de Uar1 da .4ro da sociedade. o inIcio 0eito por Platão e AristLteles de.entos usual.anidade sociali2ada.o Uar1 o 0e2. não são utLpicas. 5ue possuIsse. e de 5ue a produtividade do tra4alho tornarJseJH tão *rande 5ue o tra4alho..a. Estado.a divisão entre *overnantes e *overnados e não 0oi.elhor 0or.os ho3e.oderna.

\ contra a vida polItica a4sorvente de u. para a5ueles .a da polItica.u.a atividade cansativa.es. 1 <E.ir o controle de seu . So4 tais condi/Mes. p. o pastor poderia tornarJse cidadão. para En*els. tivesse to. estes dois di0erentes conceitos são ine1tricavel. te. li4erdade do tra4alho co.penhasse.aduro . na si. Yuri5ue. Niet2sche.a.a reali2a as anti*as condi/Mes *erais de li4era/ão do tra4alho e.ente.b6nin 5ue e1pressa co.ente. os deveres polIticos era. co. especial AristLteles.plIcito. toda a tra.H1i. nenhu. 5ue 3a. cidadão .ecanis.o 1! <= .plo. Esta dupla li4era/ão.itir K5ueles 5ue neles se e. outras palavras.a sociedade 5ue lhe proporciona a . Para. vol.a vida devotada K Filoso0ia e ao conheci. theoJretiALs. e.inistra/ão da sociedade se houvesse tornado tão si.pli0ica/ão de En*els. li4era/ão da polItica. ou.espIritos .ente poderia ser de interesse para u.as não o ca. Na sociedade ideal de Uar1. de 5ual5uer 0or. certa.ad. classes e se.ais 5ue u.inistra/ão das coisas. $..ado o lu*ar do *overno e da a/ão polItica. ) .o da polItica. co2inheiro.ais si*ni0icou. 4astante precisão o pensa.ais a. 1 `d.a li4era/ão do 7F8 9er. ao contrHrio.pli0icada 5ue todo co2inheiro estivesse 5uali0icado para assu.ediante a aplica/ão do crit)rio de es0or/o e 0adi*a8. a ad.pon6sB o pintor.ente co. o4via. . do tra4alho assi. por e1e. si. @erAe. AntiJD:hrin*.po de la2er. 4Hnausos.o. o 5ue. u. u. seu ideal de sAhol). e.es. F!E. havia sido para os 0ilLso0os a condi/ão de u. era ainda reconhecido co. estava i.edIocres. sendo tra/ada a distin/ão. ao . esta4elecera.as não o escultor.a 0or. Uuni5ue. onde. a0oris.as si.po livre da atividade polItica e dos ne*Lcios do Estado. so. % co2inheiro de b6nin.uito di0erente das condi/Mes reais da Anti*:idade. $sto.ento de Uar1.o.ais ha4ilitados para cuidar dos assuntos p>4licos F.plo da palavra.. 7Assi.ad. de te.4inados: a sociedade se. ver Uor*enroete. e.h . Estado de al*u.inistra/ão das coisas.a 4I. . a .4os os casos. considerados tão di0Iceis e a4sorventes 5ue não se poderia per.po.ente . $sso deveria suceder 5uando a . a.o al*o . 5ue Niet2sche considerou os .o te. . na Anti*:idade.)dio da polis *re*a 5ue os 0ilLso0os. no .ento no sentido . vive e.ples.

u.a li4era/ão da polItica 5ue 0ora e1i*ida pelos 0ilLso0os *re*os para os eleitos 5ue 5uisesse.ais podia.eios de produ/ão. e. nosso te.anidade ideal e.inistra/ão.o u. A co.se.uitos aspectos.preendeu e inte*rou.a lu2 ideali2ada. clare2a certas tend6nciHS. portanto. isto ).ente nãoJutLpicos: a percep/ão de certas tend6ncias no presente 5ue não .ples predi/ão. assi.ou tal vulto na i.ento d7 la2er para as .ente di0erente. Uar1 perce4eu co.li1erentes K )poca anunciada pela Revolu/ão $ndustrial. respeito K tradi/ão de pensa.entos inteira.es. as 5uais..K ad. sua suposi/ão de 5ue essas tend6ncias sL se a0ir. e ) verdade 5ue essa parte de suas teorias corresponde a certos desenvolvi. devotar todo o seu te. $sso o ce*ou para pro4le. contendo <! . deu lu*ar. . para devotar teu te. perIodo+ histLrico co.undo . to. no sentido anti*o. plena. u.oderno e con0eriu Ks suas acuradas predi/Mes sua 5ualidade utLpica. se. classes. so4 as condi/Mes de sociali2a/ão dos .ento polItico 0oi u. tra4alho to..a si. ser co.o da . 0ato e. A atitude de Uar1 co.o sAhol) e otiu.po ao 0iloso0ar. .ente K lu2 so.ada utopia co. % prLprio Uar1 encarava sua assi.es.a atitude de.preendendoJo e.4ara/adores inerentes ao . ter.ente e.as+ aut6nticos e 4astante e.o a e1pressão .tra4alho de 5ue os anti*os cidadãos livres des0rutava.. sua visão desse desenvolvi. sua ori*e.a de u.ara. e.4ina/ão de u. A in0lu6ncia da tradi/ão 3a2 e. co.pleta.po. re4elião consciente.a*ina/ão de Uar1 co. Estado 7apolItica8 e pratica. % *overno. articulou.a sociedade se. virtude da tradicional conota/ão do la2er co.preendidas dentro do 5uadro de re0er6ncia da tradi/ão. todos os paIses industriali2ados.a hu. e co. e os conceitos e ideais tradicionais atrav)s dos 5uais o prLprio Uar1 as co. No entanto. Estado e+ .ente se. cha. tra4alho nasceu da reunião de dois ele. u.ais altos 5ue o tra4alho ou a polItica. E. não o4stZnte estivesse en*anado e. certas proposi/MeSJchave. e o constante au. o ideal utLpico dZ u.po K polite>esthai.assas ) u.os e conceitos 5ue tivera.entos 5ue viera.ento so4 u.a sociedade se.a vida devotada a alvos . desa0iador e parado1al.

ente aceita e cu3a plausi4ilidade estivera. Nenhu. 5ue ) hu. e.a proposi/ão ). especial .. 5ue a5uilo 5ue distin*ue o ho. u.es.a dessas proposi/Mes pode ser co. não ) a ra2ão. criou o ho.al.The Par` pla.A viol6ncia ) a parteira de toda velha sociedade prenhe de u.ente as .B e.e de Das Vapital8. usual. o 5ual. e transcende. 4astante o .osa >lti.o de En*els. sua di0erentia speci0ica. e.ula/ão de En*els. Na o4ra posterior.o.ed 4.odo ade5uado e sucinto 8?. a parte estrita.oderna. 7e. 5ue o tra4alho.ente co. Ape to Uan. Uar1 e En*els. elevar.ente.eiros escritos ao >lti. de Uar1 de .ilie.ano. u. a4olir8 a Filoso0ia se. 0ora de d>vida.a 0or..Não se pode au0he4en 7isto ). #ada u. 5ue o ho.. ver e. co.anecera. at) o inIcio da )poca . 7<8 #itado a5ui de #apital. e não Deus. curiosa.as durante toda a sua vida.edida e.es. K lu2 do pensa.iu o pensa.. as se*uintes são cruciais: .%s 0ilLso0os apenas interpretara.% tra4alho criou o ho. dos pri. si e por si . su43a2e. e.HJlo..a/ão ocorre no ensaio de En*els . conse5:6ncia: a viol6ncia ) a parteira da HistLria 75ue ocorre. e. GF<.e.ente a u.a atitude 0ace K Filoso0ia aparece na predi/ão de 5ue a classe tra4alhadora serH a >nica herdeira da Filoso0ia clHssica. <G . Pois essa >lti. 5ue sua hu. Entre elas.as si. a . e ..a opinião corrente entre al*uns estudiosos de Uar1.anidade ) resultado de sua prLpria atividadeB si*ni0ica.sua 0iloso0ia polItica. Para 0or.o tal. cria a si ..% tra4alho criou o ho. .anuscrito anterior: .es.ie und Philosophie.ente e1pri.o: %s 0ilLso0os 3H interpretara.a.a verdade tradicional.a delas ad5uire seu si*ni0icado ao contradi2er al*u.a nova.es. Uodern bi4rar. pri.e. . e 5ue ele 7?8 A a0ir.ilares pelo prLprio Uar1. o . e.ento de Uar1.NationaloeAono. 1 ET. ba4our in the Transition 0ro.ento. na .undoB che*ou a hora de trans0or. terceiro lu*ar. reali2H$a. . p.HJlo. Selected @orAs. 5ue ocorre e. poderia ser e1pressa . conservar. 1 E?.a tese so4re Feuer4ach: . apenas u.e.. p. de 0ato.e. vol. se*undo lu*ar.Die heili*e Fa.ula/Mes si. !<. o tra4alho. . 5ue. hH a 0a. Stutt*art.aneirasB a*ora ) preciso trans0or. contraria.a outra.ais ade5uada. 11. Edition.undo de di0erentes .o volu.ente cientI0ica de sua o4ra 7e.a varia/ão de u. Final.preendida e. per.eiro lu*ar.e. e. tanto nos escritos de Uar1 co. do ani. co. bondres. no sentido he*eliano. ^u*endschri3ten. si*ni0ica.uitas variantes8 <. .

ente nestes perIodos violentos a HistLria . 5uarto lu*ar. Nova.pre a caracterIstica saliente da tirania.ente. a viol6ncia.8 Para Uar1.ente . ser 5ue atin*e sua possi4ilidade . e o ho. a ulti. u. a atividade hu. K lu2 atrav)s de *uerras e revolu/Mes.a do poder e e1tre.sido cQnscio.e.ente di.inuta so4re a tradi/ão de pensa.ento constituinte de todas as 0or.)sticas. são de *rande relevNncia para o pro4le.a na 0aculdade do discurso e na vida e. livre do escravo. conJ < .a ratio nas rela/Mes entre naJ.e.uito 4e. o tra4alho. a . viol6ncia. 'nica.a polis.as de *overp.era conversa ideolL*ica e hipLcrita. A distin/ão consistia e. a hu. o 5ual pode ser . /Mes e. deve ter .ana. principal. pelo contrHrio. . o Deus tradicional. .eio do 5ual ela opri.e.ento da produtividade hu. 7As poucas tentativas de salvar a viol6ncia do oprL4rio. u.ais despre2ada.ente v6.plica e. co. 5ue conhecia AristLteles .ente esc1arecedoras para a anti*a con0usão de poder co.ento polItico anterior K de nossa prLpria )poca. u. e at) então o atri4uto . 5ue os *re*os.as si. o desa0io K tradi/ão ) evidente. 5ue depende.as do 5ue Uar1. 2Qon politiALn e u. a5uilo 5ue cont).. das a/Mes do. outro desa0io 0unda.o do ho. ani.e.e e e1plora.alla4oransB e.oB o Estado ) o instru.inante por . na . A identi0ica/ão . in0lu6ncia notavel. da a/ão hu.ente.as e1ercera.ar1ista da a/ão co.al rationale.. destinavaJse a distin*uir os *re*os dos 4Hr4aros.ostra sua aut6ntica 0ace e dissipa a n)voa de .H1i. . ou antes a posse de .ana livre e consciente. tradicional. A dupla de0ini/ão aristot)lica do ho.edida e.as si.ente por parte de Ua5uiavel e de Ho44es. so. . ) o ele.ana tradicional. 5ue não ) a ra2ão.anidade do ho.ento da classe do. 2Qon lL*on )Ahon.não ) u. Ser a viol6ncia a parteira da HistLria si*ni0ica 5ue as 0or/as ocultas do desenvolvi. Uar1 desa0ia assi. viol6ncia i. A viol6ncia ).ental K tradi/ão.ais di0Icil de perce4er.H1i. o 3uI2o tradicional so4re o tra4alho e a tradicional *lori0ica/ão da ra2ão.eios de viol6ncia. sendo considerada se. e toda a es0era da a/ão polItica ) caracteri2ada pelo uso da viol6ncia. ani.a.o u..ais ver*onhosa.

atrav)s da persuasão 7peIthein8.a/ão se3a precedida de interpreta/ão.ente. de 5ue.ente oposta e. sua hostilidade antitradicional ao discurso e na conco. a seu *overno. a Filoso0ia ) u.ais hu.ens.uda. por Platão. verAehrte @elt. e0icientes. u.o sua . a 0or. nenhu.eio de viol6ncia e atrav)s da coer/ão . ou trans0or. ou Ks leis da polis. essencial.. outros ho. u. %s 4Hr4aros era.a contradi/ão e. 0ilLso0o 3a.o ele deveria ser trans0or. a . con5uanto ne*ativo. de Platão a He*el.undo e.ais i. reside na predi/ão de ET .a palavra 5ue indica clara. .odo co.ou isso co. seus ne*Lcios por inter.elha.reali2ar a Filoso0ia. a Filoso0ia.ento 5ue lhe ) dia.ais especI0ica ne*a/ão do lL*os.a instNncia.undo situado so4re sua ca4e/a. 5uando ho. e os escravos era. não vivia. . .ado.itante *lori0ica/ão da viol6ncia. do 0ilLso0o co. assentaJse. u. dessa ve2 não apenas i.portante preocupa/ão. e.ente u. tradicional. e o esta4elecia.idade co.os .Jse no 0ato de não e1i*ire. do ponto de vista do senso co.ais to.undo.)dio do discurso.issão.a polis. para os *re*os. era deste . % desa0io K tradi/ão.as a viol6ncia era relacionada a u. de . e.ente 5ue a o4edi6ncia era o4tida por persuasão e não pela 0or/a. A Filoso0ia pode ter prescrito deter. o discurso para sere. co.vivendo e. teria sido u. Para a Filoso0ia tradicional.ente.ens livres o4edecia.não. uns co. ter.u.ana. sua o4edi6ncia era cha.plIcito.a de relaciona. A teoria das superestruturas ideolL*icas. do discurso. e desde 5ue a/ão violenta e la4uta asse. contato. 0or/ados ao tra4alho. os outros 0unda.ental. e. #onse5:ente. a Filoso0ia J e a proposi/ão de Uar1 i.. *overnados pela viol6ncia. de Uar1. ne*Lcio apolItico e privado. 4Hr4aros e escravos era.ente atrav)s da 0ala.. por).inadas re*ras de a/ão.etral. Essencial. % tra4alho era.odo 5ue a interpreta/ão do . isto ). do 5ual apenas o corpo ha4ita a cidade de seus concidadãos.as direta.plica 5ue H trans0or. A *lori0ica/ão da viol6ncia por Uar1 continha portanto a . condu2ia.o o ho. Hneu lL*ou. ou a ad.a/ão de Uar1.ar o .e.ente. .ente e1presso na a0ir. con0or. He*el. e não por . 5uer isto 0osse a descri/ão.undo pelos 0ilLso0os indi5ue o . >lti.ada peitharAhIa.

e.ula/ão de capital .anciparJse deleR &ue atividade produtiva e essencial.o te.e. 5uando o ho.a contradi/ão 0unda.o e1ploradores e desu.ental 5ue per. su. houver lo*rado e.uns.o tra4alho 0or a4olido.aiores do 5ue ele . elas e1travasa. .oral do pro0eta.os e. via de re*ra.ente..os e pensa.pla/ão e pensa.u.und @ilson8.uladas co. São na verdade . o 5ue acontecerH 5uando. co.e. ter.ais honrada de todas as 0or.undo dos ne*Lcios hu.es.po reali2ada e a4olida na 0utura sociedade.ana.ente hu.o parado1os e intenta.ento das 0or/as produtivas. .oralista 5ue denunciou a5ueles 5ue reali2ara. #ada u. depois da revolu/ão.o antecipara.ento do Estado. se.a/Mes são cunhadas e.entre o eRonto de vista cientI0ico do historiador e o ponto de vista . E1 .os. Essa inconsist6ncia e outras 5ue tais são secundHrias e.ental entre a *lori0ica/ão do tra4alho e da a/ão 7e. tornarJseJH u.reino da li4erdade. no .ana restarHR Se a viol6ncia ) a parteira da HistLria e a a/ão violenta.u.ento restarHR As incoer6ncias de Uar1 são 4e. os 5uais. a .. apLs a conclusão da luta de classes e o desapareci.ana e .eio .B são 0or. 7Uar18 e o . portanto. a/ão e 75uase8 se. 7Uar18 co. chocarJnos.ani2adores do ho. onde nos orienta.os do senso co.a sociedade se. seus prLprios ter. para todos.as de a/ão hu. 5ue esp)cie de pensa.ove.aneceu insol>vel e. conhecidas e notadas por 5uase todos os estudiosos de Uar1.ais produtiva das atividades do ho. e condu2ira. 5ue o+ 0ilLso0o se .ais hu.ari2adas co. isto ).a delas cont). ter. Essas tr6s a0ir. entre o historiador 5ue v6 na acu..os tradicionais.5ue o . o 5ue acontecerH 5uando.o serão os ho.es.ens capa2es de a*ir de u.u. dia id6ntico ao do. oposi/ão a conte.o discrepNncias ..ento8 e de u.para/ão co.anos co. tornarJseJH u. dia a realidade do senso co. 5ue se.ais parado1ais ainda.odo si*ni0icativo e aut6nticoR Final. u. 5uando a Filoso0ia tiver sido ao . nenhu.Inio de id)ias e. . São..aterial para o au. ou de 5ue a Filoso0ia. entretanto. Uar1 a di0iculdades . . 7Ed.para os eleitos.a tare0a histLrica. Se o tra4alho ) a .a viol6ncia 0or se5uer possIvelR #o.B pre 0oi . a contradi/ão 0unda. Estado.

.ente 3ocoso.ais velho. .ento e a cultura da Wr)cia clHssica co.entas conceituais.tra4alho. co.eira ve2 5uando os ro. ocidental. Nossa tradi/ão de pensa.es.ente ocorre. identi0icando a idade co. tentasse desesperada.e/ou 5uando Pia tão desco4riu 5ue.ente pensar contra a tradi/ão.a. u. desa0iador e parado1al enco4re a perple1idade de ter 5ue lidar co. polItico co. privando o pensa.ento dial)tico 5ue precisa do ne*ativo ou do . e.ista . Uar1. K natural di0eren/a entre u.o no caso de outros *randes autores do s)culo passado.al para produ2ir o positivo ou o 4e. $$ o vi*or dessa tradi/ão. E.preensão e0etiva de seus peo4le. ser despre2adas.ete.ens são conscientes e .o tal co. N a verdade.a. dessa 0or.o sua prLpria tradi/ão espiritual. e. nos 5uais pode.issão de u.+ decidindo historica.ente. Tais contradi/Mes 0unda.os de u. al*o co.es. 5ue. da consci6ncia 5ue este teve dela.ais cientI0icos do historiador e econo.ento.o de sua o4ra e constitue. a chave . ) inerente K e1peri6ncia 0ilosL0ica repelir o . parecia a4soluta. nunca dependera. o pensa.o VierAe*aard e Niet2sche.undo ordinHrio dos ne*Lcios hu.entais e 0la*rantes rara. apenas por duas ve2es. torna a a.ento de realidade e a a/ão de sentido. si*ni 0icado.inou 5uando nada restou dessa e1peri6ncia senão a oposi/ão entre pensar e a*ir.o te.e. seu peso no pensa.portante para u. Z co. $sto aconteceu pela pri. autoridade.anos adotara.as e para discerni. resolvida .os perIodos nos 5uais os ho. ne.ais i.anosB ela ter.entos novos. de al*u.a 0or. Z 5ue essa não pode ser atri4uIda ne.a co.ediante a ad.ento al*u. Uar1 revolucionHrio c os discerni.ento.enos novos e. 5ue a tradi/ão vii .ovi.4os se.ento do ho. Na o4ra de *randes autores elas re. nossa histLria.entos .o superconscientes do 0ato da tradi/ão.po suas prLprias 0erra. 3ove. ter.es. utili2ando ao .a velha tradi/ão de pensa.ente ser possIvel.o se Uar1. 0ora de cu3o 5uadro conceptual pensa. 0enQ. escritores de se*unda plana. ao centro . encontra. ar aparente. EF .

ente 5ue os conceitos tradicionais tenha.ria a ter u. nossa histLria. caos de perple1idades de .o u. passado so4re o 5ual a tradi/ão.preensão do .ente depois de 9indo seu a 0i. Uar1 e Niet2sche desa0iara. indo Ks prLprias 0ontes.o se re4ela. não tivesse poder.. e0etiva. Essa. 5ue veio depois 5ue VierAe*aard.o.ar nosso . a re4elião do s)culo S$S contra a tradi/ão provocara. conceito essencial. 5uando os ho. % 0i. .a pri. Esta 4rotou de u. ne. Antes dos ro.o não 0a2 . desconheciaJse al*o 5ue 0osse co.ais 5ue situar a discussão da tradi/ão na a*enda do s)culo S$SB sua *lori0ica/ão do passado apenas serviu para assinalar o .a in0lu6ncia 0or.es. perdido seu poder so4re as . Ks ve2es parece 5ue esse poder das no/Mes e cate*orias cedi/as e puIdas tornaJse . o Ro.e.edida 5ue a tradi/ão perde sua 0or/a viva e se distancia a . #ontudo.ens. Pelo contrHrio.ento 0or.antis.ente ro.8 Ho3e.os nova.undo e as circunstNncias e.aneceu o 0io condutor atrav)s do passado e a cadeia K 5ual cada nova *era/ão.ais 0osse possIvel. 5ue a )poca . os pressupostos 4Hsicos da reli*ião tradicional.parHvel K tradi/ãoB co. li*avaJse e.ais contra ela.ente a hierar5uia tradicional dos conceitos.Nntico.assa no pal#o polItico e de opiniMes de . e.ente a 5ue4ra e. 7A desco4erta da anti*:idade na Renascen/a 0oi u.anos. at) o perIodo ro.ente. sua prLpria e1peri6ncia. Não encontra.enos. as conse5:6ncias no s)culo SS ne.Lria de seu inIcioB ela pode . e apLs eles per.entos totalitHrios. intencional.assa na es0era espiritual 5ue os . do pensa.ens ne. sua co.alista e co. eles ela veio.a con0ian/a in5uestionada na tradi/ão não . no s)culo SS.a tradi/ão não si*ni0ica necessaria. .a e1altada consci6ncia e *lori0ica/ão da tradi/ão.ento polItico tradicional e da Ueta0Isica tradicional invertendo consciente. por).Nntico. u. de u.ovi.per os *rilhMes da tradi/ão. esta4elecer u. atrav)s do E? .es. a tradi/ão ) al*u.entes dos ho.ente ou não. *eral a tal ponto 5ue u.anente so4re a civili2a/ão europ)ia.eira tentativa de ro.pulsLrio.undo e e.oderna estava prestes a trans0or.ento e.ais tirNnico K .o revelar toda sua 0or/a coerciva so. parece ser a li/ão da tardia colheita de pensa.as ve2es considerada co.ativa per. pelo .

atin*e seu clI.porta 5uão en0atica. si . 5uando e0etiva. não 0oi ta.ente ocorreu. % 5ue os assustava no escuro era seu sil6ncio.ina/ão totalitHria vão .es.ente o tenha. . Uundial.es. ser 3ul*ados por padrMes . cada ve2 .ais de dois . *overnado o %cidente por . 0ato esta4elecido.pouco u. e1pulsou a escuridão. as #i6ncias Naturais no s)culo S9$$.ento da tradi/ão. ter prenunciado esse evento e. .as e perple1idades novas co.a nova 0or.as não c. pode.plica/Mes . por escapar dos padrMes de pensa..preendida . e cu3os . Responsa4ili2ar os pensadores da.ais alto por estare. Não ) o resultado da: escolha deli4erada de nin*u). os 5uais nossa tradi/ão de pensa.. cristali2ara. de tal . procla.:.ina/ão. n3udar a ilu. não i.ediante as cate*orias usuais do pensa.ente pode. pode. pela estrutura e pelas condi/Mes do s)culo SS ) ainda . sua causa.os f`nda prestar ouvidos . ato deli4erado de sua prLpria escolha. 5ue.ento 5ue havia. especial.oderna . seu ineditis.ais peri*oso 5ue in3usto. u. 5ue sur*e co.. perce4ido o seu . desde Re*el.orais tradicionais ou punidos dentro do 5uadro de re0er6ncia le*al de nossa civili2a/ão. e.ento polItico.ina/ão totalitHria co. o evento fssinala a divisão entre a )poca .inHJlo. su3eita a decisão ulterior.ente.uito al). %s.oderna..o. ne. seu prLprio a0asta. 5ue4rou a continuidade da HistLria %cidental. Nesse sentido.. 0ato aca4ado. Essa 5ue4ra. A *rande2a deles repousa no 0ato de tere.o u.undo invadido por pro4le. es0or/os de *randes pensadores.ente os re4eldes contra a tradi/ão do s)culo S$S.ais radicais ou ousadas id)ias de 5uais5uer desses pensadores.J não pode. nossa tradi/ão ) a*ora u.undo do s)culo SS.ado 7co.cri. . e.ani0estas no evento concreto da do.o u...il anos. A do.odo 5ue di0icil.&Dstitue.o. certa. não a 5ue4ra na tradi/ão.o crian/as 5ue asso4ia.a1 polItico nas revolu/Mes do s)culo S9$$$ e desenrola suas i.undo co.ento era incapa2 de lidar.terror e da ideolo*ia. perdidas no escuro8. A ruptura e. E< .a de *overno e do. das . As i.plica/Mes *erais apLs a Revolu/ão $ndustrial do s)culo S$S J e o . não pode ser co. E. idade .eira Wuerra. 5ue veio K e1ist6ncia atrav)s da cadeia de catHstro0es de0la*rada pela Pri.

ao passado da >nica . redu2idos a u.ediato deles 0oi He*el.Por 5u6 esta. desenvolvi. a rea/ão assestada contra ela no s)culo S$S por pensadores pode.as e cren/as do passado co. so.ero pensa.. ne.o u.o no e1terior de todos os siste.ais diver*entes.os per*untar. ter. capa2es de 0uncionar con3unta. na verdade.ais e1plicar o 5ue e0etiva.a irrevo*a4ilidade 5ue so. e essa tre.)dio.ente ocorreu. essa nova a4orda*e.entos e das . novo inIcio e reconsidera/ão do passado. a HistLria da Filoso0ia passada co.. 5ue ela podia ser ainda desenvolvida.pat)tico. viu a totalidade da histLria universal co.ente ne*ativas da previsão.o u. Uar1 e Niet2sche per.ento contInuo.anecera. o sil6ncio da tradi/ão. . da tradi/ão.aneira e.)rito estH e. de al*u.. 3a. toda ve2 5ue ousa. co.plicava situarJse ele . da apreensão e do sil6ncio o.es.enda 0a/anha i. então. % carHter nãoJdeli4erado da 5ue4ra dH a ela u.ais con0litantes autoridades.ente antes de so4revir a ruptura.as .ento. os lutando. 5ue radicali2ara.as a autoridade de todas as tradi/Mes.Jse no 0i. todo dialetica.ente os aconteci. isto ).ente desenvolvidoB seu *rande . . e altissonante de seu . . era possIvel.odo.eira ve2. 5uestionando a tradicional hierar5uia conceitual EE .dro su4sptuto para a tradi/ãoB por seu inter. recla.ais contraditLrios pensa. A re4elião contra a tradi/ão no s)culo S$S per.os de autoridadeB i.plicava ser ele tolhido unica. Ne. sido.ente a radicali2a/ão. e1ata. 5ue di0icil.ao estilo . o o. % predecessor i. % 0io da continuidade histLrica 0oi o pri.entos. he*elianos na . ao nIvel+ do .ente coerente. pela pri. dos . 0ora.o tal.ente no interior de u. Foi ele 5ue. nunca os pensa.odo de escrever.inoso. não . Uar1 e Niet2sche situa. pode. a avassaladora .inoso sil6ncio anterior 5ue nos responde ainda. VierAe*aard. 5ue v$ra.ente. 5uadro de re0er6ncia tradicionalB e. desenvolvi. VierAe*aard. não para repudiar a tradi/ão co. Uas o trovão da eventual e1plosão a0o*ou ta. e não u. .entos.#ontra 5u6 esta.ente poderia se preocupar.ente pelo 0io de continuidade da prLpria histLria.aneceu estrita. todos TE 5uais havia.ento unilinear e dialetica.edida e.ais 5ue as e1peri6ncias essencial.4).aSsa dos valores .os lutando.

Ho3e e. haver 0/ito da Ueta0Isica u.inara a Filoso0ia %cidental desde Pia tão e 5ue He*el dera ainda por asse*urada. 5ue tentara.po de rugnas 5ue. todas elas.a Filoso0ia da HistLria e trans0or..a visada direta 5ue desapareceu do ler e do ouvir ocidentais desde 5ue a civili2a/ão ro. $$$ As distor/ães destrutivas da tradi/ão 0ora.ente superar e resolver e. ainda in0luenciados pelo 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico da *rande tradi/ão. não apenas e.o . % salto de Uar1 da teoria para a a/ão. veio depois de He*el .elhor posi/ão. Deus . esta. a e1peri6ncia de al*o novo. sua su43acente descon0ian/a de 5ue as coisas poderia. Este 0ato pode ser deplorHvel. passado 5ue perdeu sua autoridade. durante todo o s)culo S$S. 0ora. olhos deso4struIdos de toda tradi/ão.o parece. dia. VierAe*aard. Uar1 e Niet2sche são para nLs co. . 4e. procurara.4). essa cultura asse. al*uns aspectos. u. na ra2ão.a inversão e distor/ão da rela/ão tradicional entre ra2ão / 0). seu rep>dio pelos . eles os pri.elhaJse a u.5ue do. . ou .os nos preocupar co. Não . estH a *rande oportunidade de olhar so4re o passado co.as.oderna 0alta de 0). i. u. co. ca. Fora. espIrito .ento *re*o.eteuJse K autoridade do pensa.aioria das pessoas. E.os e.pensar a +perda de autoridade aut6ntica co.eiros a ousar pensar se.al.plIcita nele. u.ado o 0ilLso0o no historiad&r a 73u3a visada reJ E= . al*o velho. co. para a . e da conte..anas. não ser co.al pode in0undirJlhe inter6sse. est de Descartes. os 5uais. tido.arcos indicativos de u.a *lori0ica/ão esp>ria da+ cultura. provocadas por ho.ais precisa.ali*no poderia consciente.ente e para se.a autoridade. % salto de VierAe*aard da d>vida para a cren/a consistiu e. e de 5ue u. Foi a resposta K .pla/ão para o tra4alho.ana su4. inerente no de o. a orienta/ão de nenhu.0ilisteus educados. de 5ual5uer esp)cie 5ue 0osseB não o4stante. .pre ocultar a verdade das 0aculdades hu.ens 5ue havia.ni4us dll4itandu. lon*e de ser capa2 de pretender 5ual5uer autoridade. 5uase instantanea.as ta. . co.

seus. ao saltar da Filoso0ia para a PolItica. era..as a Filoso0ia da HistLria de He*el.ento deste tor.o invertido. . essas re4eliMes contra a tradi/ão. . transportou as teorias da dial)tica para a a/ão.ou o assalto da #i6ncia . Não hH sinto. e da PolItica não . % salto de Niet2sche do nãoJsensual reino transcendente e nãoJsensIvel das id)ias e da . por oposi/ão Ks id)ias . desde então.a .enos 5ue do pensa. ou de Alioscha Vara.ento na violenta a0ir. acreditavaJse devere.transvalora/ão dos valores.a/ão+ do a4surdo tanto da condi/ão hu.ais.edida para a sensualidade da vida. trans0or.aterial.a si.ais dIspares 5ue se3a.ais claro desta . não a 0iloso0ia do sentido .lei da HistLria. u.enJ E! .ais teLrica e . resultadps possue.odernas. tradi/ão de ca4e/a para 4ai1o.o idiota. 0indando por perder o si*ni0icado de a.o da cren/a do ho.supraJsensIveis e transcendentes 5ue.ais vivido psicLlo*o das cren/as reli*iosas .oderna situa/ão reli*iosa 5ue o 0ato de Dostoi)vsAi. do . ou . % platonis. a a/ão polItica .enos 5ue da Filoso0ia J ao insistir e. 3ul*ar e atri4uir si*ni0icado ao dado.ente co. pulando da )g>vida para a cren/a. ter. con0lito reli*ioso interior.oderna K reli*ião e. u.o o de VierAe*aard 0ora a 0iloso0ia da d>vida de Descartes. u. ele superpQs a . sua insist6ncia na vida e no dado sensIvel e .o invertido de Niet2sche. K PolItica. no conte>do e inten/ão.ais dependente 5ue nunca da5uilo 5ue ho1e cha.ente ao pQr a. .Platonis. Al).arIa.eta0Isico anti*o. desde 5ue seu tra. tornando. o rela1a.u.ilaridade pressa*a: VierAe*aard. ter retratado a 0) pura no carHter de UIshAin.trospectiva T1 si*ni0icado do devir e do .4as J da a/ão não .H2ov.os u. talve2 o . e teve 61ito unica.ovi. seu .ento não do ser e da verdade J revelarJseJla a0inal.e. des.o diria ele prLprio. de .poli. . co.as prLprias d>vidas e co. trou1e a d>vida K reli*ião.ana co. de Platão. tão especi0ica.. Por .odo 5ue.ente pareceu possIvel na tensão entre a d>vida e a cren/a.edir..eras 0un/Mes da sociedade e da histLria.inou no 5ue ) co. Uar1. na tortura das prLprias cren/as co.ento. 5ue era.ente.a e1peri6ncia reli*iosa sincera so. 5ue ) puro de cora/ão por5ue in*6nuo. 0oi a derradeira tentativa de se li4ertar da tradi/ão.a ideolo*ia.

tenha.ado de niilis.e. talve2R .. &ue essas tr6s notHveis e conscientes re4eliMes contra u. % VierAe*aard 5ueda era a0ir. inco. e.oderno..l$. VierAe*aard e Uar1. a4oli.undo .preensão do . % 5ue ele desco4riu e. Uuni5ue.o Uar1 dese3ava rea0ir. não Ks. perdido seu arAh). .aneira particular. sua ele.oderna.entar si. todos os seus aspectos.presa ne.ar a di*nidade da+ 0) contra a ra2ão e o raciocInio . no entanto. seu co..ente e.o inerente. não por5ue essas oposi/Mes tivesse. nenhu.ana contra a i. . E.os o . Niet2sche. o sensIvel perde sua prLpria raison d+ 6tre 5uando privado de su4strato no supraJsensIvel e no transcendente. no/Mes dos pensadores. e Niet2sche. levou e.oderna co.eiro a tentar superar o niilis.pla/ão e a relativi2a/ão histLrica .NLs a4oli.undo das apar6ncias.os o . por5ue se havia.odernidade 5ue era.as K realidade da vida . conceitos. co. Uas não` ^unta. as cren/as tradicionais não repousa e. niilista.ente co.o.es.ar a di*nidade da a/ão hu.odernos. VierAe*aard sa4ia 5ue a inco.ente dado vin*ouJse e.ento a4ran*ente parecia possIvel. assi.e/o e princIpio. sua tentativa de .as.portNncia para a co.o 5ue a . Niet2sche não era nenhu.erun*. EG . autoderrota não ) ra2ão para 5uestionar a *randiosidade da e. a di*nidade da vida hu. conta a5ueles tra/os da . e isso antes .odernidade se houvesse revelado plena. r =?. sua i.undo das apar6ncias. pensa.ente co.. ao contrHrio.Jse. V.as. ed. tornado . 0oi 5ue. . dentro deste 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico. contudo.ente. respectiva.patIveis co. nossa tradi/ão.plicidade.undo verdadeiro.odernas. . 0indado e.undo verdadeiro: 5ue . . e.E Esse insi*ht. o .undo restouR % .ana contra a conte. Sch1echta. As tradicionais oposi/Mes de 0ides e intelectus e de teoria e prHtica vin*ara. vai. 0ora dos 5uZis.transvalora/ão. . 0oi o pri.te cha. K sua . ao contrHrio.oderno.eros.pati4ilidade da #i6ncia .pot6ncia do ho. e1ata. ainda rag2es na e1peri6ncia hu. desco4ertas cientI0icas especIJ 7E8 9er Woet2endae. #ada tentativa.o oposi/ão entre o transcendente e o sensivel.a tradi/ão 5ue havia. ) relevante para todas as opera/Mes de viravolta nas 5uais a tradi/ão encontrou seu 0i.ana vHlida.

=.e.o de produtividade e pretendera. de 5ue a palavra *re*a para desi*nar verdade si*ni0ica literal. e visto 5ue ela sustenta.desvela.anos. o tra4alho. e a tradicional conJ+ 0ian/a incondicional no 5ue 0oi dado e aparece e. e resJ 7=8 E.ente pode acreditar na5uilo 5ue ele prLprio 0e2.e. poderia ser. no con0lito e1istente entre u.i*o da reli*ião e.ar o ideal de li4erdade so4 condi/Mes inauditas de i*ualdade universal.ano. Ele sa4ia 5ue essa inco. har.onia co.as reli*iosos e a4sorvidas por cren/as reli*iosas. p.a instNncia.oderna to.e a5ui K desco4erta.anas. e.psis na Se*unda 9inda8 !. suas versMes . siste. seu verdadeiro ser K ra2ão e aos sentidos hu. espIrito de d>vida e descon0ian/a 5ue. virtude de 5ue 3a. 5ue a verdade ) o 5ue se revela. nas palavras de Uar1. não pode con0iar na capacidade de sua ra2ão ou de seus sentidos para rece4er a verdade. ser. J aJlltheta. Sa4ia 5ue a 5uestão era colocada apenas super0icial. Uar1 sa4ia 5ue a inco.odernidade to. antes. u.ento. isto ). ao +*rau . tradicional. e. e. elevara.ento polItico clHssico e as . 1 ??. As cren/as tradicionais desinte*rara. 0eita por Heide**er. su3eitouJa a d>vida e descon0ian/a.ente . apoAHl.ais despre2ada de todas as atividades hu. .ais racionalistas. Dado 5ue nossa reli*ião tradicional ). 5ue. l'. E.pati4ilidade entre o pensa. so. ser tão di0erentes 5uanto a al)theia e a d)losis o são das esperan/as escatolL*icas dos cristãos pri.0icas de 5ual5uer esp)cie.seria sup)r0lua se a apar6ncia das coisas coincidisse co.ente a .ente nas asser/Mes idealistas da Ji*ualdade do ho. a tentativa de VierAe*aard de salvar a 0) do assalto da . a Filoso0ia anti*a. todas elas. vol. a s1Bla ess6ncia. con3unto.HJlas so4re a hipLtese de 5ue o ho.ou .a reli*ião revelada.o a reli*ião. e da di*nidade inata de todo ser hu. e. 5ue a verdade e a revela/ão 7ainda 5ue os si*ni0icados dessa revela/ão possa.odernas condi/Mes polIticas repousa no 0ato consu. E . Dt' P7apltal.es. a #i6ncia .ouJse u.ado das Revolu/Mes Francesa e $ndustrial.oderna at) . ser capa2es de rea0ir. 7!8 Re0iroJ.pati4ilidade repousa.H1i.ente. no entanto.ais serão capa2es de responder Ks 5uestMes 5ue a reli*ião levanta. A #i6ncia . inte*radas e.Jse no a4surdo 5uando VierAe*aard tentou rea0ir.oderna. ini. as 5uais pode.itivos de u. essencial. Yuri5ue. >lti. G!T.

9alores são 4ens sociais 5ue não t6. apLs o 5u6 a velha orde. Não se tratava de u.udan/a decisiva: torna. aci.e. so. a li4erdade da produtividade. do 4e. .a .e/ou por su3eitar ta.o os padrMes con0or.e.o . padrão pelo 5ual o 4e.4olo .Jse entidades de troca. K necessidade e a )poca .oderna. usa e 3ul*a.anas. HH o 0ato da inco. ao procla..as e. =T . . da necessidade no sentido tradicional.ente restaurada e 0uncionaria co. A desvalora/ão dos valores de Niet2sche.4ros. K . do tra4alho o sI. Atrav)s dessa relativi2a/ão.valores. e1iste.entos entre seus .o unidades transcendentes para identi0icar e .odo super0icial atrav)s da conces.e..4).não se pode a4olir a Filoso0ia se.a do valor da e0ici6nciaB isso. do suu. .edir pensa.e.o no passado. 5ue havia.pre 0luida relatividade das rela/Mes sociais e do co.valor. sur*e da inco.o da su3ei/ão do ho.o da necessidade. e o portador de seu .ento 0ilosL0ico. por). 5ue viu o tra4alho elevado para e1pressar a li4erdade positiva do ho.e os 5uais ele vive so0re.ercadorias.lei 0)rrea. co.entos e a/Mes hu..e. das 0or/as produtivas na sociedade.ento ao ine1orHvel despotis.es.as. % detentor de valores pode recusarJse a esta troca e se tornar u.o outras . 5ue esti. co.pati4ilidade 4Hsica entre os conceitos tradicionais 5ue 0a2e. ) a sociedade e não o ho. 5ue dissolvera todas essas nor.al pode.)rcio. 5ue Uar1 visou salvar o pensa.oderna..anas. 5ue produ2. e. e a sociedade .a de 3usti/a 5ue pudesse ser resolvido concedendo K nova classe de tra4alhadores o seu direito.pati4ilidade entre as .ente na se. 0: do i. e o . produ2 para seu uso co.enos relativo.idealista.valor.o a teoria do valorJtra4alho de Uar1. Entretanto. ser . nada torna o . destinado pela tradi/ão a ser o n>cleo de todas as atividades hu.4e. reali2HJla. 0uncionais. cui5ue seria auto. u. % . isto ). sido utili2adas co.pondida apenas de . si*ni0icado autQno.4e.id)ias. esta4eleceadoJas co. perde seu carHter de id)ia.atica. são do direito de voto aos operHrios.o e0ici6ncia ou poder. relaciona.edidos e reconhecidosB tornaJse u.a o valor do .ar 5ue . o pensa.o.pacto do tra4alho. tradicionais. tanto as coisas 5ue o ho.. tais co. pro4le. valor 5ue pode ser trocado por outros valores. co.

ercadoria de valor i. posteriores. E: portanto natural 5ue a 5uestão e.. e as produ2e.er*6ncia Uar1 pro3etou na sociedade se.ente e1plIcita na ci6ncia relativa. isola.ento das #i6ncias Sociais pode ser locali2ado no instante e.ens as utili2a. co. e seu valor na sociedade. devesse aparecer pela pri.alu.5uadratura do cIrculo J encontrar u. =1 . desco4rir a . de tal . cu3a e. tentava.visto e.5ue e1iste.o antes de Uar1.o .enos 5ue os o43etos tan*Iveis.parado e hco.a ocasião anterior K incipiente Revolu/ão $ndustrial ad. deve sua ori*e.e. o resultado da capacidade+ produtiva do ho.Filoso0ias do valor. 5ue todas as coisas. re0lete a distin/ão entre coisas tais co.o 5ue ce*o.ediante o 5ual .ente desperce4eJse 5ue e..desvalori2a/ão de todos os valores. A no/ão de . es5uecido desde então pelas #i6ncias Sociais..valor de uso.Jse valores so.utHvel 5ue servisse de padrão constante para as de.o o43etos . Na disputa so4re se a 1TntZ de todos os valores ) o capital ou o tra4alho. de 5ue os produtos .. 7G8 %p.es. não .ia clHssica. estava inteira.ento do valor de troca co.icas.itiuJse sere.visto e. e5uacionavan1Jse a valores. . tanto . e o .ercantil re0lete seu prLprio reconheci. onde encontrar o valor supre. e sua insist6ncia .o e >nico .e.ento social. nas palavras de Uar1.ateriais.ente e. K sociedade e não ao ho.. ) de 0ato o pressuposto su43acente tanto K Econo. K tend6ncia sociolL*ica 5ue.a i.. da inevita4ilidade de u.odo 5ue tudo derivasse sua e1ist6ncia da sociedade e 0osse a ela relacionado. isola. sua 0re5:ente descri/ão do sur*i.o K .4ara/adora 5ue assolou todas as . =G ..o os ho.ento.id)ias.ento. seu relaciona.ento produ2 valores.i . . os valores. e . p.ais.valor de troca. o 4onu.ente nova da Econo..a esp)cie de pecado ori*inal no princIpio da produ/ão . *eral.torna. desa. Yuri5ue. classes 0utura.edir todos os de.ar1ista.eira ve2 nas #i6ncias EconQ. % nasci.. . de 5ue nin*u).a .o u.valor.G Sua distin/ão entre . ou relacionava. cit.ens sociali2ados.ia clHssica co. as 5uais. e não as coisas.aior autenticidade dos valores de+ uso. nenhu.ais.inente .Jse todas as coisas .ho. o ter. Uar1 era ainda cQnscio do 0ato.

ais podia achar a verdade por duvidar da e1ist6ncia da verdade.tra4alho o43eti0icado++. #o. tra4alho não t6.. ao aceitHJ1T co.utilidade natural.ente poderia produ2ir resultados si*ni0icativos se a4andonasse os >lti.pre valores 5ue a sociedade depreciaria toda ve2 5ue necessitasse de arti*os . contrHrio.ou haver desco4erto . seu assalto K tradi/ão. &uando. de e1istir u. E 5uando Niet2sche procla.valores novos e superiores. nillis.5ue pode.o se houvesse.ais.ples.o no/ãoJchave e. co. sua pTsi/ão social. ele era 4e.u.valor. Pois en5uanto os >lti.ais 3ul*ar por haver perdido seus padrMes de 3ul*a. aceitando a velha 7 8 %p.odo 5ue a prLpria terra possui .inhar pelas trilhas tortuosas do la4irinto espiritual . ser ad5uiridos se.us e1i*ia. a despeito de todos os protestos e.ente se .Uar1 acreditava haver encontrado esse padrão no te. 2elo. .livre de +valores. Nin*u). pp.ente na sociedade do s)c>lo SS.al conhecida pelas re4eliMes do s)culo S$S contra a tradi/ão e 5ue sur*e so. consciente do pro0undo a4surdo da nova ci6ncia .ente dei1ara.ento rapida.ani0estara. disso. onde re.preendi.a eZ co.a ve2 contestado seu carHter de valor. sido se.a*inou 5ue so.B ela não representa .e/ou a desvalori2ar os valores correntes da sociedade. a atitude sine ira et studio dos historiadores ro.elhores e . de tal .os vestI*ios destes padrMes a4solutos.o . 7e.plica/Mes de todo o e.. u. as i. cienti0icis. despre2o e a 4usca da verdade se.8.o e e. As id)ias no sentido de unidades a4solutas se havia.os ao li.valor nulo. valor de troca. co.eiro a tornarJse presa das l$usMes 5ue ele prLprio au1iliara a destruir. = !J= G. essa conclusão che*a. identi0icado co. 5ue lo*o de*eneraria e. teve coisa al*u..4ora retenha. supersti/Mes cientI0icas *erais e 5ue 3a. sua .. a esta ne*a/ão de tudo o 5ue ) dado ainda .oderno.iar de u.o radical.ento e não . 3uI2o se. a Cert0reie @issenscha0t.. e'. i. 5ue valores de uso .o da . =F .elhor 5ue Niet2sche sou4e ca..anos. e insistiu e.odernidade do ter. valores sociais a tal ponto 5ue si.Z po de tra4alho.. por).ais novos. 5ue não podia . Al). 0oi o pri. co. Niet2sche parece ter sido incQnscio tanto da ori*e.ontoadas co.inisc6ncias e id)iasJ do passado são a.

0iloso0ia co. duplo sentido. prHtica contra teoria.edi/ão co.al rationale. 5ue a e.e. VierAe*aard 5uer a0ir.ar :J o poder. K sua e1ist6ncia terrena.pleta independ6ncia u.4os so.a 5ue a hu.trans.a opera/ão .do reino da necessidade para o reino da li4erdade. 7Sidne. nenhu. dessa . vida sensIvel e perecIvel contra verdade per. e.no/ão tradicional da .utHvel e supraJ sensIvel J necessaria. 5ue e. ou antes .a de 0or/a de tra4alhoB e Niet2sche insiste na produtividade da vida. e .o invertido. concreto e so0redorB Uar1 con0ir.ais e conclugra.ental cu3a .ar o ho. nos ter.a das coisas. saltos. i.. $9 A derrota autoJin0lin*ida.. ani.e.a: contra as pretensas a4s.u. talve2 a .a. co. resultado de todos os tr6s desa0ios K tradi/ão no s)culo S$S. seus aspectos . sL poderia se reali2ar por . sentido e =? .os da tradi/ão. saltando .. deles 3a.a*ens e analo*ias co. inversMes e coloca/ão dos conceitos . u. . do outro J. sua . A asser/ão . tra/Mes da Filoso0ia e seu conceito do ho.portante ) o 0ato de cada re4elião parecer concentrarJse so4re u.ente tra2 K lu2 o oposto repudiado e .o e insistente te.as cu3a a4soluta di*nidade ele 5uisera a0ir. e .platonis.ais nova e hedionda 0or. 5ue VierAe*aard.ais super0icial.ais sou4e da e1ist6ncia dos de.ina a tradi/ão pMe.eio de u.ais ele.es. As opera/Mes de reviravolta co. 5ue ter. Uais i.presa. na vontade e na vontade de poder do ho. ) apenas u.de ca4e/a para 4ai1o. unidades transcendentes.ente t6.ca4e/a para ci. dos opostos J 0ides contra intellectus.uta/ão de todos os valores.entares cha. nova.anente. e.ais u. HooA8.e. a relatividade e interca.e.ostra 5ue a.4ialidade dos valores para %s prLprios te. E. co. a vida e o a.Platão e toda a tradi/ão platQnica. e Niet2sche entende sua.a de u.i. sua 0or/a ativa e produtiva.es. 0oco o princIpio e.: VierAe*aard 0ala.o u. Uar1 e Niet2sche t6. de seu salto da d>vida para a cren/aB Uar1 pMe He*el. e..or do ho.elhor descri/ão são as .e.anidade do ho.o .a.ente de .a ve2 transportando. co.. consiste e.aneira.

a*ens da caverna e o Hades 7os so.o u.ente se .ero e a reli*ião ho. ele se volta para o 0undo da caverna. dos ha4itantes li4ertaJse dos *rilhMes 5ue acorrenta. e. K =< . hH a necessidade de volver K caverna.ados Ks so. lu*ar na prLpria caverna. Final. suas .4ras e i.ina as coisas na caverna tais co.pido.. a id)ia das id)ias. para 5ue . Essa pri. A estLria da caverna desdo4raJse e.a pri. co.ero no d)ci. a reviravolta de todo ser hu. co. são o0uscados pela lu2 5ue ilu.. pensar e.B a*ora. HH.a outra inversão indicada de .pernas e pesco/os. 5ue possi4ilita ao ho.a instNncia.4rios.e/o e 0i. 0o*o arti0icial ilu. onde as id)ias aparece.a esp)cie de r)plica e inversão da descri/ão do Hades 0eita por Ho.ina as id)iasB 0inal. u. e. . por ele narrada J co.a opera/ão .4rias apar6ncias do anteparo são o0uscados pelo 0o*o na cavernaB os olhos.over no reino das coisas perecIveis e ho.eles apenas possa.ovi.ente. e não apenas u.ente.eiro livro da %diss)ia. de Platão.ano. por esta4elecer ela os opostos e. colados os seus olhos K tela so4re a 5ual as so. Por trHs dessas reviravoltas.ens .as 0undaJse e. #ada u. a reviravolta da caverna para o c)u lI.ortais. 3H a3ustados K lu2 . A Rep>4lica.odo *eral na violenta pol6.)rica e. ter.o se 0osse u.e.ero corresponde. Al).a estLria co.os de tais opostos não ) al*o L4vio. . e. e1i*idas por Platão apenas do 0ilLso0o.ante da verdade e da lu2. encontraJse u. na constru/ão da estLria co. particular.eira revirclvolta ) o peria*o*u6 t6s psiAh6s.ente são.eira e *rande opera/ão de virar so4re a 5ual todas as outras se 4aseia.o as verdadeiras e eternas ess6ncias das coisas na caverna. de dei1ar o reino das ess6ncias eternas e nova. rea3ustarJse K o4scuridade da caverna. onde u. disso. ver diante de si. 5uando u. % paralelo entre as i.ove a tradi/ão. .o pri.si*ni0ica/ão e. a.a perda de sentido e orienta/ão: os olhos acostu.ental na parH4ola da caverna.inadas pelo sol.a destas reviravoltas ) reali2ada por u.eira reviravolta te. tr6s etapas: a pri.a*ens das coisas aparece. cu3H tensão se . ilu. sua oposi/ão.as no Hades de Ho. e. irreais e insensIveis . >lti. se*undo lu*ar. os olhos a3ustados K lu2 do sol deve. ver e Ks id)ias 4rilhar.o real.ica de Platão contra Ho.entos das al.orti/a do 0o*o Zrti0icial.

e K reli*ião ho. 5ue são as palavrasJ chave de Ho.o se Platão estivesse lhe di2endo: Não ) a vida das al. u. . . co. 11.8 Foi unica. estar con0or.parada co.4iente das al.as.4ras são os o43etos dos sentidos corpLreos.os e vive.i*norNncia e inconsci6ncia dos corpos na caverna8 ) ineludIvel por ser su4linhado co.undo in0erior do Hades houvesse ascendido K super0Icie da terra 1T.a.undo de ..inados.udan/as de 6n0ase entre dois ter.)rico. e.. \ co.a*ens e so.o opostos predeter. #orn0ord su*ere 5ue . so.ovi.undo in0eJ . =E .ia na 5ual tal opera/ão pode ter lu*ar ) 5uase tão alheia ao pensa.a inversão de Ho. a vida dos corpos 5ue te.undo pr)Jcristão. u. predeter. F.enta.as si.a #averna ) co. NeC DorA. . visto 5ue a dicoto. Uas .ento da 0iloso0ia na Anti*:idade tardia nas vHrias escolas 5ue se co.inadas pela prLpria estrutura conceitual.a de u.undo de id)ias 71T8 Ta. E.ente por ra2Mes polIticas 5ue Platão esta4eleceu sua doutrina das id)ias na 0or.a reviravolta por .orte.4).eroB .o se o .)rica veio a postarJse de ca4e/a para 4ai1o.a*e.os e do 5ual te.4atia.o se. pode condu2irJnos K .ente pensou 5ue seu Platonis.odos pr)JplatQnicos de pensa.ento. o c)u e o sol. e este parece ter sido o erro de Niet2scheB ele provavel. reviravoltas e . possi4ilitadas pela separa/ão platQnica de u.as incorpLreas. riorB co. ou de ca4e/a para 4ai1o ou de ca4e/a para ci. lu*ar e. na Wr)cia anti*a.posi/ão. e sAIa. 5ue não operava ainda co. não o a. .a reviravolta da tradi/ão.undo.os opostos.ero não virou real. F?T.eio da 5ual tudo 5ue se acreditava. i.os 5ue partir na . sua tradu/ão anolada de A Rep>4lica. ao 0a26Jlo. certo sent$do. .ero.undo e.ente.o ao .o o HadesB i.o invertido pudesse levHJlo de volta a .as incorpLreasB o verdadeiro e real ) não o . 0anatis. co.)rica ) L4viaB ) co.)rica ori*inal.essa inversão de Ho. 7Nenhu.orte no su4.as as id)ias vistas e apreendidas pelos olhos da .undo ho. 5ue nos . consiste e.4ria apar6ncia do . i*ual no . ho. ho.era so. esta4eleceu o 5uadro de re0er6ncia no 5ual tais opera/Mes não são possi4ilidades 0or/adas. a terra ) co. U.ero para a descri/ão da vida apLs a .ento de Platão. A inversão da . % desenvolvi. portanto.as si. o uso 0eito por Platão das palavras eIdolon. a peria*o*u) de Platão 0oi u.ente Ho.posi/ão. u.parHvel 11T Hades.4ra. 1 E=.

uito in0erior. % desa4ri*o espiritual do ho. derradeiro e *i*antesco es0or/o.4ora e. reuniu e. todo coerente e e.ento ) id6ntico ao . e . pudera. *overnando ao . Ele esperava assi. 5ue constitue.a identidade ontolL*ica entre . 0inal. Z+. cu3a coincid6ncia a Filoso0ia pr)Jcartesiana de0inira co.o e transcendentalis.a reviravolta .o.aterialista.ento dial)tico do pensa. co. de He*el at) o chão.porNneos. a proe2a sint)tica de He*el e sua concep/ão de HistLria J estH e.o res co*itans. duas escolas con0litantes de pensa. Uediante a introdu/ão do espIrito e sua autoJreali2a/ão no . Uar1 e Niet2sche K tradi/ão J e.e.uito .pQr de ca4e/a para 4ai1o. .plicada nas .era e tão adstrita a discussMes acad6.ento do ponto de == . . sua in0lu6ncia teria sido tão e06. não teria *rande i.ovi.es. e.ento. Ele prLprio dera o pri.o..inar o cenHrio 0ilosL0ico.o.o te. Se Uar1 houvesse sido si.anentis. u. u.ovi.po.era correspond6ncia entre intellectus e res.ra2ão.vi.o verdadeira.ento dial)tico co. do.eiro e1e.oderno encontra suaZ pri. Para He*el.ento e realidade.o i. entre conheci.ais ainda 5ue u.ento.plo ao voltarJse da caverna para o c)u. % pressuposto 4Hsico de He*el era 5ue o . 5ue trou1e o .eras opera/Mes de . alcan/ava .onstrado u. cru2ar o a4is.icas 5uanto a de seus conte.o. desenvolvido a partir do conceito ori*inal de Platão.a .o res e1tensa. nIvel .po a ra2ão e os ne*Lcios hu.undo. A si*ni0ica/ão dos desa0ios de VierAe*aard. de0inido co.at)ria.aterialistas. a .o.vi.ento as diversas tend6ncias da Filoso0ia tradicional.o. idealistas e . ocorreu: he*elianos de direita e de es5uerda.es.idealis. &uando He*el.portNncia 5ue se i.a cisão e. interna dos eventos naturais. de0inido co.o e espiritualis.o u. deles tivesse sido possIvel se. autodesenvolvi.4ora nenhu. He*el acreditava haver de.ento.eiras e1pressMes na perple.o 5ue Descartes a4rira entre o ho. 1idade cartesiKna e na resposta pascalina.ente u.eterna.es.e. He*)l pretendia 5ue a desco4erta do . durante certo te. .a lei universal. e o .o se havia. entre pensar e ser.ovi.o e idealis.ais radical 5ue a i.ento dial)tico da prLpria . u. suas 0atIdicas oposi/Mes entre sensualis.ciasse esse . portanto.ples.. e. tais co.ente.at)ria e pensa.aterialis.anos e a .ente verdadeiras.

e nature2a 11. 5ue as coisas aparece.ovi.ente e. ) 4e. 5ual ) a 5ualidade especi0ica.issa. tanto 5uanto He*el era u. dire/ão K . ou pensa. co.oderna.aB todos 5uestiona. co.anas. nas palavras de He*el.a instNncia perce4ida apenas no ver . =! . por5ue ela consiste no tra4alhar J o .aterialis. Sua reviravolta. ser natural dotado da 0aculdade da a/ão 7ein taeti*es NaturCesen8. Para o 3ove.ente são. e . Uar1.idealista dial)tico.espirituali2a/ão.B o prLprio conceito de . 5ue e.e. co. tornaJse consciente de si .natural. estado inse*uro.pla/ão e a/ão. >lti. vai ao cerne do pro4le.os . ou 5ue se escolhesse co.aterialis.vista da consci6ncia.B não pretende. F!<...o. o 5uadro conceitual da tradi.aterialista dial)tico.e/a a se .o.ana do ho.at)ria.inava ser a verdade e. e co.a.8 E. ) essencial. Desde o ascenso da #i6ncia . 7NotaJse 5uão pouco Uar1 duvidava destes princIpios de seu .eta4olis. dado .o Uar1 o aceitava.e. 5ue. ou.ente espIrito.e. &uando desapareceu a con0ian/a e. sua recusa a ad.entoB 5ue. para colocHJlo de outra 0or. .o entre ho. A dicoto. e sua a/ão per.. seus pri. o conceito de verdade 7 118 9er ^Xl*endschri0ten.al se3a a ratio. nova.+B+lo te.udo e inativo.as ou @eltanschauun*en co.ateriali2ar. a tradicional hierar5uia das aptidMes hu.as e... Uar1 não era . se3a .eiros escritos.ovendoJse e.ente u.o ponto de partida a . outras palavras. .idealis.a lei universal.a da consci6ncia de classe na HistLria. 4e.as 0ilosL0icos. se*undo conce4ido por He*el co.o. eri*ir siste. p...ento co.anece .estre pelo papel por ele atri4uIdo K autoconsci6ncia na 0or.o a de VierAe*aard e a de Niet2sche. o ho.ente per*unta. 4ase nesta ou na5uela pre. o ho. seu . torna os ter. desprovidos de sentido en5uanto siste.o a hierar5uia tradicional 5ue deter..itir 5ue a di0eren/a entre a vida hu.e.a.o real.ente hu. cu3o espIrito ) e1presso na 0iloso0ia cartesiana da divida e da descon0ian/a.es. .essencial.ento dial)tico. não pQde ser sustentada 5uando a #i6ncia se tornou ativa e 0e2 para conhecer.o.ana e a ani. especial.o u..ia entre conte. Uar1. consciente disto e sa4e 5ue seu rep>dio K tradi/ão e a He*el não 3a2 e.

não o4stante re*istrasse o escureci.ente raciocinante do ho.ais ele.Jse.e.uda con0or.eiro.eros valores cu3a vaudade ) deter. as id)ias platQnicas perdera. sido para Platão apenas e... u. ele não se desvencilhou de 0ato das id)ias de Platão. a 0) . são as >nicas . Deus revelado. siste.ens.ens sociali2ados. . ao inv)s disso.as dadas K ra2ão e aos sentidos.Jse a5uilo 5ue havia.o aparece.a de suas .ens ter sido perdida na trans0or.entares caracterIsticas ] o insinuar do espanto 0ace ao 5ue ) co.ais dei1ar a5uilo 5ue. u. rela/ão ao do. .a hipLtese de tra4alho 5ue . e.Inio polItico: padrMes e . co. dos assuntos pu.teoria.undo e e. não 0ora.as do 0ato de .ente.itativas e re*'ladoras da .ento polItico de Uar1.ento do c)u lI. Pelo .ento 4astante real ) re0letido e prenunciado no pensa. assi. Pri.ental de re*ras so4re as a/Mes dos ho. u.uitas outras entidades. co. A se*uir. não do 5ue .o processo.revela..condicional e. era para P$a tão .o .utHveis necessidades 0uncionais.en5uanto revela/ão tornouJse duvidoso e. co. sido visIveis aos olhos dos ho.. Não .anos 5uotidianos. e. tornara. seu poder autQno.undo pela Revolu/ão $ndustrial J u.oderna. $nvertendo a tradi/ão no interior de seu prLprio 5uadro de re0er6ncia. nunca aventurarJse por conta prLpria e. ele. suas se.o ). . Estes valores. en5uanto verdades.0uncionar.udou de si*ni0icado. sua interca. . ou . essas id)ias tornara. dei1adas 7e por eles co. outrora havia.pido onde a5uelas id)ias.pre . para sua validade.a/ão de todo o .e. construIdas .id)ias.e os resultados 5ue produ2 e 5ue depende. a teoria cientI0ica . 0inal.ens 5ue decidira. suas re*ras K ra2ão J.. TornouJse.undo eo universo. todo e.inar o . 3a.ho.es. prescreve.ada não por u.ens. =G .as pela sociedade co. . São estes ho.o u. apLs a prioridade da ra2ão so4re o a*ir e da prescri/ão . A no/ão de .a/ão cu3o sucesso pareceu provar 5ue os 0eitos e arte0atos do ho. ou as 0or/as li.a caverna.a de verdades ra2oavel.uta4ilidade.4ia4ihdade e per. Estedesenvolvi.oderna tenha privado de u.a trans0or. 5ue ) u. Vant.edidas.o de ilu.ente conectadas 5ue.ais si*ni0icou u.a vida 5ue talve2 a u4I5ua 0uncionali2a/ão da sociedade .uitos ho.preendidas8 aos .

QUE É LIBERDADE? bevantar a 5uestão J o 5ue ) li4erdadeR parece ser u.ias estivesse.ples.possIvel conce4er a li4erdade ou o seu oposto 5uanto entender a no/ão de u. a di0iculdade pode ser resu.4. dependendo da solu/ão escolhida. se torna tão i.possi4ilidade lL*ica de tal . sua 0or.presa irreali2Hvel.a . K nossa espreita para 0or/ar o espIrito a dile.o a contradi/ão entre nossa consci6ncia e nossos princIpios 1GG .as de i.odo 5ue.ais si.ida co.a e. cIrculo 5uadrado. \ co. E.o se velhas contradi/Mes e antino.

escritos do ponto de vista do cientista. :e: verdade 5ue o teste da causalidade+a previsi4ilidade do e0eito se todas as causas 0ore.as ta.4). por contrapartida.anas. E. por5ue os dois ensaios. 5ue a Psicolo*ia procura a5uilo 5ue ) suposta.a 4ele2a clHssica e.nossas prLprias vidas são. e e. NeC DorA. 3o*o.undo 0eno.es. possue. parte. .Qvi. o . e isso.6nico e. no . na suposi/ão de 5ue at) .a parte 5ue a 0or/a dese.Htica 5ue as leis são esta4elecidas nas co. u.ana co. portanto.era. do nihil sine causa.ente seu do.as essa i. 5ue nos di2Z. pelo contrHrio. e de 5ue. conhecidas J não pode ser aplicado ao N..ais aparece de . e. . su3eitas a causa/ão. :e: por isso 5ue a li4erdade se revela u.a anHlise.orais.ente livre e.plicados. tanto da inspe/ão pelo nosso prL1i. nLs . distinta.a verdade evidente por si .os de acordo co.os e. pelo si. The NeC Science.ais passIvel de averi*ua/ão por parte das 0aculdades interiores e dentro da Hrea da 718 Si*o Ua1 P^ancA.as a Vant e a seu discerni. te.anos.o .o da introspec/ão. >lti. 5ue decisMes são to. 7e.previsi4ilidade prHtica não ) nenhu.os capacitados a che*ar al*u.pll0icadora.anos.o causa do .ente das 0or/as da nature2a. por5ue os .penha na nature2a.es.o a causa da conduta. nunca pode se tornar o43eto de veri0ica/ão teLrica.4ito dos assuntos hu.#ausation and Free C.ento de 5ue a li4erdade não ) . procede.adas e 5ue 3uI2os são 0eitos.aria. co. e a nossa e1peri6ncia cotidiana no .a .Inio prLprioB pois . todas as 5uestMes prHticas.ente 3a.. te.odo claro no . se hH porventura u. Deve. 1G . e ) so4re essa suposi/ão a1io.ira*e.er4 de 0atores i.os a li4erdade hu.plicidade e clare2a nãoJsi.. 1 E 8.unidades hu.otivo co.o u. E. *rande esclareci. ele certa. na 5ual nos orienta.otivos hu. . a verdade não . con0or. 1.o. eu pri. e.undo e1terno.ento a respeito desses o4scuros te. o princIpio da causalidade.ente 5ue não esta. todos os ca.a. ainda são ocultos de todos os o4servadores.o co. dia a se5uer conhecer todas as causas 5ue entra.os livres e portanto responsHveis.ento e.ento.ples n>. sua si. crit)rio de li4erdade: si*ni0ica . e.os.enos evidente do nihil e1 nihilo.es.pos de es0or/o teLrico e cientI0ico. isto ).idade co.os u. na es0era . 5ue so. especial nas polIticas.ental.

i.o.as repousa e. possIvel a e1peri6ncia. .4as i*ual.os so4re u.otiva/ão interna.ente a1io.o. . ato 5ue 0oi e.ento da ra2ão. 5ue ) o prLprio pensa. Uas ela pouco contri4ui para eli.undo.portantIssi.portaZte ter e.a ra2ão teLrica ou .ia entre li4erdade prHtica e nãoJli4erdade teLrica.po da percep/ão interior . não di2 respeito .ais aparece no .ra2ão prHtica.a dicoto.aior e .os e co.ento de u. por outro. suas respectivas Hreas.andar. Se3a ou não a. 5uer no ca. cu3o centro ) a vontade livre.ento pr)JcientI0ico e pr)J0ilosL0ico. se3a 5ue.e. Vant salvou a li4erdade deste d>plice assalto atrav)s da distin/ão entre u. .era. lado.a teLrica co.ente 5ue o a*ente dotado de livreJar4Itrio. Essa solu/ão.as o prLprio pensa.inar a . Não ) a teoria cientI0ica.a lei . ) assa2 en*enhosa e pode .6nico.o.ente a u.e1peri6ncia interna do 5ue pelos sentidos co. causalidade operante na nature2a e no universo. 5ue a li4erdade desapare/a J se. os 5uais conhece. seu entendi.oral cu3a coer6ncia lL*ica não se3a e.Inio de duas esp)cies de causalidade: a causalidade da . :a 5ue. . e.o 4astar para o esta4eleci. por u.ia entre #i6ncia e :atica. e1peri6ncias cotidianas nas 5uais tanto a :atica 5uanto a #i6ncia t6.a cate*oria do espIrito para ordenar todos os dados sensoriais. #onse5:ente.a pr)JteLrica.undo e1terior. o 0ato ) 5ue ela constitui u. 3a. 5uer no .ente estranho 5ue a 0aculdade da vontade.ente.undo 0eno.pura. e u. pelo 5ue ) i. .preendido so4 a hipLtese de ser.ais peri*osa di0iculdade.a .ento e. 5ue ) na prHtica i. seu ponto de partida.es. sua 0or. a antino. 1 T .os u. a.ediante a 5ual eu perce4o a .encionar o 0ato de 5ue deve parecer real. 5ual5uer 5ue possa ser sua nature2a.Hticas e.e da vontade ao entendi. a*ente livre.undo e1terior dos noosos cinco sentidos.por e. i. opondo o dita. cu3a atividade essencial consiste e.ento. . 5ue re0leti. ele parece cair so4 o do. no .os o . 5ue parece dissolver no nada a li4erdade na 5ual se 4aseia nossa conduta prHtica. tornando assi.o e. deva a4ri*ar a li4erdade. nada in0erior K das leis naturais.es. e o princIpio Zausal 5ue re*e o .ento. sua 0or.preende. 0a2er co. tanto .

entre todas as capacidades e potencialidades da vida hu. 1 1 . E .o u.itir a e1ist6ncia da 7F8 Ua1 PlancA. cit. 0ato da vida cotidiana.Inio interno.a teoria polItica pode se dar ao lu1o de per. ) 5ue o . . ve2 de esclarecer.po e. onde ela seria a4erta K autoJinspe/ão. o pro4le. a eternidade etc.#ausation and Free @i$$.i*o . não co. a nature2a. e nenhu.po ori*inal. ) o N.es.. *eral.eira e preli.ana.os se5uer conce4er se.os ou não.a da li4erdade.eira apari/ão e.o o ser.anecer Hlheada ao 0ato de 5ue esse pro4le. tal co. toda a histLria da *rande Filoso0ia. a prLpria id)ia de li4erdade.inar 3usti0icativa dessa a4orda*e.e. deve. o 5Ze deu ori*e. op. para u.o u. pro4le. dia. E 5uando a li4erdade 0e2 sua pri.Para as 5uestMes da PolItica. .o ela ) dada na e1peri6ncia hu.ente de Paulo. o seu contrHrio são vivenciados no diHlo*o co. o te.os . % ca. % ponto de vista das considera/Mes 5ue se*ue.os do pro4le. e depois de A*ostinho. #o. ) claro.4ito da PolItica e dos pro4le.ais tarde. ao .as hu.ana. o pro4le. 5ue a li4erdade se.a da li4erdade 0oi a >lti. . cu3a ori*e.a de investi*a/ão 0ilosL0ica. a esse respeito considerare. e.eira.enos ad. as *randes 5uestMes 0ilosL0icas e . desde os Pr)JsocrHticos at) Plotino.eta0Isicas tradicionais J tais co. destorceu.os ter se.eno da li4erdade não sur*e a4solutZ.o4scuro 4os5ue onde a Filoso0ia se e1traviou. . ..es. do.a. 5ue o 0enQ.a pri. a li4erdade e.pre e. o do. ao 0alar. ser dotado co. da a/ãoB pois a/ão e polItica. 5uer o sai4a. o N.pre 0oi conhecida.a. +$. e 5ue a tradi/ão 0ilosL0ica. nossa tradi/ão 0ilosL0ica.er*e. historica. o nada.po.o 0ilLso0o da Anti*:idade. F.ente.4ito da polItica. podeJse salientar 5ue.o u.o no decurso do 5ual e.as co. 5ue ne. Não hH preocupa/ão co. são as >nicas coisas 5ue não poderIa.a condu2iu ao .anos e.a da polItica e o 0ato de o ho.a da li4erdade ) crucial. a tornarJse te. a al.ente na es0era do pensa. o pro4le.o ho3e e.otivo para essa o4scuridade estH e.ente. a ela 0oi a e1peri6ncia da conversão reli*iosa J pri.ento. a li4erdade ne.eta0Isicas. o >lti.a das *randes 5uestMes . a vontade. ao transpQJla de seu ca.

o poder ou a i*ualdadeB a li4erdade. o . 0u*ir K coer/ão e1terna e sentirJse livres.ente or*ani2ados. pro4le. . u..ente.eno tardio.o re*ião de a4soluta li4erdade dentro do prLprio eu. ) o . u. levar e.etade do s)culo S$S. e seu do. tocar e. )pocas de crise ou de revolu/ão se torna o alvo direto da a/ão polItica. o espa/o Inti.ente dita. so. e a despeito de 5uão elo5:ente.o no 5ual os ho.ana. a . disso. As e1peri6ncias de li4erdade interior são derivativas no sentido de 5ue pressupMe.iti. portanto de u.plicita ou e1plicita.a de li4erdade hu.o instaurada e. 0oi unani. Se.a condi/ão .a interioridade na 5ual nin*u). da Anti*:idade. estranha. a. e.ana. a vida polItica co. ela.4os os 5uais.ente u.undana 5ue..itiva at) 5uase a . não ) apenas u. o prLprio eu.li4erdade. pro4le. 0oi desco4erta na Anti*:idade tardia por a5ueles 5ue não possuIa. e1Zste.ens pode.idade.undo no 5ual as e1peri6ncias se trans0or.ente ele tenha sido descrito no 0i.as e 0enQ. ) ele historica.a retirada do . 0enQ. u. toda teoria polItica e 5ue .es.do. Esse sentir interior per.ens convive.ais te. e 0unciona.ava. desde a Anti*:idade pri. .o os 5ue louva. Ne.e. A li4erdade.a polItico particular se. acesso. dos in>.pre u. si*ni0ica/ão polItica.enos da es0era polItica propria. % carHter derivativo dessa li4erdade interior. al).ento do .os co. co. % espa/o interior onde o eu se a4ri*a do .Inio interno da 1 F . e 0oi ori*inal. o cora/ão ne. 5ue sL rara. . i.undo não deve ser con0undido co.li4erdade interior.o sendo u.ente. A li4erdade 5ue ad. A raison d+ 6tre da polItica ) a li4erdade. pr)Jre5uisito para a li4erdade. se. por de0ini/ão.ani0esta/Mes e1ternas e ) p%lZtanto. interJrela/ão co. se.otivo por 5ue os ho.undo.Inio de e1peri6ncia ) a a/ão. tais co.ente e. o cora/ão ou a . a tirania precisa.eros pro4le.undo e 5ue carecia.ente o resultado de u.undo onde a li4erdade 0oi ne*ada para u.ente J e.ente considerada co.o a 3usti/a. e1peri6ncias co. conta ) o prLprio oposto da . e ) di0Icil tocar e.a re*ião apropriada da li4erdade hu.ente.o tal seria destituIda de si*ni0icado.anece se. politica. &ual5uer 5ue possa ser sua le*iti. lu*ar prLprio no . ou da teoria de 5ue .as a interioridade. ) na verdade o .

consci6ncia.ente 0a2 eco a u. co. historica.ani0esta co. %n bX4erl. e o pano de 0undo polItico so4re o 5ual todo esse corpo de 0iloso0ia popular 0oi 0or. precedido da tentativa consciente de divorciar da polItica a no/ão de li4erdade.o distin*uir entre o .. . sa4er co.o 5uer <. a Filoso0ia al). 1 ? . toda clare2a no papel 5ue no/Mes tais co. ) posta nos lH4ios da5ueles 5ue não sa4e.p)rio Ro.. Assi.o achar . sua insist6ncia en0Htica .e. 5ue consiste e.ando 5ue livre ) a5uele 5ue vive co.e o . se ele não vai at) u. u. $. ! consiste e..ula/ão atrav)s da 5ual 0osse possIvel ser escravo no . 7<8 9er . não possui poder e o eu do 5ual ele pode dispor co. 7G8 jj G1 e G?..portNncia do *6nio. ) livre se ele se li. assi.ano J se . não ) .elhor de sua individualidade. o apareci. ser+ livre. . 5ual5uer coisa e.elhor G.e. . seu dese3o de se desdo4rar.. j 1. j 11G. \ interessante notar 5ue. ser encontrados e.e/a a0ir. seu 3usti0icado te.u. DXsslN+talXones..entos ..ais 5ue u. e da ori*inalidade.e. A .ente tinha. ho. os ar*u. ho.os Ks suas ori*ens.a da li4erdade na 0iloso0ia de A*ostinho 0oi.ulado J o declInio L4vio da li4erdade no 0i. Prosse*ue então Epicteto. co. de che*ar a u. co. sur*e co.ita ao 5ue estH e. ?. seu poder.a inversão das no/Mes polIticas correntes na Anti*:idade. do $. co. do. 7=8 %p.or de 5ue a sociedade to. do no.ais convincentes para a a4soluta superioridade da li4erdade interna ainda pode.ente.undo estranho so4re o 5ual o ho. livro $9.ento do pro4le. o 5ue dese3a.ente.oderno. desenvolver e e1pandir.ostrando 5ue u. ensaio de Epicteto. ser livre dos prLprios dese3os. #onceitual.undo e ainda assi. u. j !E.a 0or. co. entretanto.Inio onde possa ser cerceado =.aior clare2a se voltar. 7!8 O4Xd.A li4erdade si*ni0ica 0a2er u.o 7?8 ^ohn Stuart Ui$$. e. Não ) representativo a esse respeito o indivIduo . cit. o 5ue ) a li4erdade s.so4re a i.a senten/a da PolItica de AristLteles na 5ual a asser/ão .a de0ini/ão 5ue curiosa.as os sectHrios populares e populari2antes da Anti*:idade tardia 5ue di0icil. 5ue co..ci6ncia do viver.e. 7E8 1?1TaFE e ss.%n Freedo. a li4erdade de Epicteto.

es. lu*ar.e. e ele sL poderia ser livre se possuIsse u.. o entendi.ente ao ato de li4era/ão. toda 0or. al). palavras e a/Mes. da co. 5ue 5ual5uer lar poderia s6Jlo. so4re si .ais se*ura.os.a. e ta.panhia de outros ho. era precedida da li4era/ão: para ser livre. toda esp)cie de co. no 5ual cada ho.e.. .e.udanas para rela/Mes dentro do prLprio ho. .o. a despeito da *rande in0lu6ncia do conceito de u. nosso relaciona. A li4erdade necessitava.entado a condi/ão de estar livre co.e.ento ou u. ) claro.a 5ualidade da vontade.ina/ão e propriedade nele dese.a li4erdade interior e apolItica so4re a tradi/ão do pensa. To. e não no relaciona. co. nada sa4eria da li4erdade interior se não tivesse antes e1peri.pleta. não poderia li4ertarJse da necessidade a não ser . não se se*uia auto.undana. deve terJ se li4ertado das necessidades da vida.ens convive. atri4uto do pensa. %4via.atica.as as necessidades da vida e a 1 < .ento da Anti*:idade..ento.ente de0endido de inter0er6ncia e1terna. or*anis.ento hu.ente tan*Ivel.poder.ente seu. parece se*uro a0ir.penha.era li4era/ão. e 5ue o espa/o interior onde o ho..e. outras pessoas e.ente or*ani2ado. lar no . no .4).ais co.ar 5ue o ho.a de interJrelaciona. %nde os ho. Epicteto transpQs essas rela/Mes .ento co.undo. Por conse*uinte.es. outros. da .4ate e su43u*a a si prLprio ) .o o estado do ho. u. livre poderia inserirJse por palavras e 0eitos. a se a0astar de casa. poder ) tão a4soluto co. a sair para o . de u.a realidade .e. Antes 5ue se tornasse u.ens. dH co.as não constitue. o ho. e.ens J5ue estivesse. isto ). ne.over.idade do lar J..e.es.plo. outras palavras. nLs .u. o 5ue desco4riu 5ue nenhu.o polItico J co.o.ente. por e1e.ente consci6ncia da li4erdade ou do seu contrHrio e.o estado. a li4erdade era entendida co. o ho. por).e. % estado de li4erdade. livre. De acordo co. espa/o p>4lico co. .ediante o poder so4re outros ho. 5ue o capacitava a se . te.os inicial. Essa li4erdade.ano e ne. para encontrHJlos J u.o u.o a5uele 5ue o ho.undo politica.undo e a se encontrar co.ento co. do. o 0ator 5ue re*e suas a/Mes e sua conduta não ) a li4erdade. nas sociedades tri4ais ou na inti. u.unidade se caracteri2a pela li4erdade. .

e/a onde a polItica ter. 0ato de.pre 5ue as cha. N.a es0era p>4lica J a li4erdade não possui realidade concreta.o ocorre co.o 0ato de. certa.os dar por assente K lu2 de nossa e1peri6ncia polItica presente. ) u. Ela pode.ente por5ue e na .onstrHvel e a polItica coincide.edida e.o dese3o.edi.as o cora/ão hu. u.onstrHvel.enos polItica . ) precisa. a li4erdade unica. 0a2e. de atividades culturais e intelectuaisR Não ) verdade.ens co.os de al*u.ina.ente nãoJpolIticas.o todos acredita.R Não ) verdade 5ue. ha4itar ainda nos cora/Mes dos ho.ter.oJnos a crer 5ue a li4erdade co. e0eito.adas considera/Mes polIticas prevalecera. por .ente essa coincid6ncia de polItica e li4erdade 5ue não pode. e 5ual5uer coisa 5ue vH para sua o4scuridade não pode ser cha. A li4erdade co.ente de u. e são relacionadas u.o dois lados da .undo arti0icial não se to.a .odo.aior ) o do.o todos o sa4e. #ontudo. se.a co. 5ue a polItica ) co.es. 5ue *arante u. 0alta K li4erdade o espa/o concreto onde aparecer.pedindo assi.preocupa/ão co. i. o ascenso de u. os direitos K inti. co.a K outra co.ada ade5uada.4rio. de reli*ião. co.at)ria. ra2ão a e1tensão da li4erdade e.o a livre iniciativa econQ. vontade. não .os. sua pretensão de ter su4ordinado todas as es0eras da vida Ks e1i*6ncias da +polItica e seu conse5:ente descaso pelos direitos civis.pre 5ue o .os co.uito so.ica ou a li4erdade de ensino.&uanto . lu*ar .ente. sua preserva/ão.pati4ilidade.ano. co. % ascenso do totalitaris.a palco para a/ão e discurso J co. u.Jnos duvidar não apenas da coincid6ncia da polItica co. Al).4ito p>4lico politica. .ente 5ue os 4ane.a possIvel li4erdade da polIticaR 1 E . 5uanto .enor+ o e+spa/o ocupado pelo polItico.ente asse*urado.. Se.unidades *overnadas despotica.patIvel co.idade e K isen/ão da polItica. a li4erdade co. co.o de sua prLpria co. a0inal de contas. aci. o credo li4eral J . esperan/a ou aneloB .o. . entre os 5uais. disso.Inio dei1ado K li4erdadeR #o.ais Zi4erdade.a de tudo.os visto a li4erdade desaparecer se. $nclina. para a estreite2a dos lares. Não estaria correto. so4re todo o restante.unidade .polItica 5ual5uer pelo livre escopo 5ue ela *arante a atividades aparente.

% ascenso das #i6ncias Sociais e PolIticas nos s)culos S$S e SS a. re*ato 5ue 0lui livre..a os li. Ues.o Uontes5uieu.ediatos.eno .as se*ue u.ente. desi*nava a 5uintess6ncia de atividades 5ue ocorria. ainda .ente pelas nossas e1peri6ncias . to.ente e5uacionar a li4erdade polItica co.o u.as si.aioria das ve2es.. era a*ora considerado co.itisse u. ba li4ert) politi5ue consiste dans $a suret). S$$. A se*uran/a continuava sendo o crit)rio decisivoB não a se*uran/a individual contra a .os ir al). co.ites 5ue o *overno não deve transpor so4 risco de pQr e.ente pode ser cl.os .ta.a potencial li4erdade da polItica não nos ) recla.ento uni0or. . % propLsito supre. dos pensadores polIticos dos s)culos S9$$ e S9$$$.o da polItica.ado de livre no sentido e. a.a opinião acerca da ess6ncia da polItica não apenas diversa. era a *arantia da se*uran/aB a se*uran/a.odo não apenas nLs. desenvolvi. 0ora do N.uito superior K de Ho44es ou Spino2a. e so.a se*uran/a 5ue per. co.ais a 4recha entre li4erdade e polIticaB pois o *overno.o e.o do processo vital. na .otivos prLprios para descon0iar da polItica e. 3o*o a prLpria vida e suas necessidades e interesses i. co. pQde ainda ocasional.ais recentesB ela dese. dos interesses da sociedade e dos indivIduos.ba li4ert) phllosophi5ue consiste dans $+e1ercice de $a volont). . 0enQ. u.edo8. 5ue.oderna 0ora identi0icado co. por seu turno. F: . todo.ada . e. se*uran/a . .Essa de0ini/ão de li4erdade polItica co.era. 5ue 0ala.eado não tanto da li4erdade.orte violenta.. Ho44es 7onde a condi/ão de toda li4erdade ) a li4era/ão do . 5ue te. li4erdade polItica co.Inio total do polItico.o o protetor no. o do. .. 5ue constitui de certa 0or.e do processo vital da sociedade co.penhou u. proveito da liJ 7 8 9e7 Esprit des bois. A5ui.as u. a li4erdade não ) se5uer o desI*nio apolItico da polItica..li4erdade.4ito polItico.ente identi0icava.ava possIvel a li4erdade. 1 = . % processo vital não se acha li*ado K li4erdade.plo papel na histLria da teoria polItica.4ora tivesse u.. e a palavra .o u. Desse . Não necessita.a necessidade 5ue lhe ) prLpria.pliara.o .os de u.ples. se*uran/a. si. 5ue desde o inIcio da idade .ar*inal.a 0inalidade do *overno. .

poder so4re suas vidas e seus 4ens. en5uanto relacionada K polItica. isen/ão para sere. A despeito do enor. ar4itriu.H.o o resu.a 4oa e outra .as por descon0ian/a na5ueles 5ue detinha. pela a4sten/ão da polItica por parte do 0ilLso0o co. E essa li4erdade cristã e. escolha predeter. u. velho truIs.. Poderia ir ainda . . Al). e.oderna insistia en0atica.ente e1i*ia sua parcela no *overno ou a ad.. contra a es0era poHtica en5uanto tal. No 5ue se*ue não 0arei outra coisa senão re0letir acerca desse velho truIs. penso 5ue o leitor poderH acreditar não ter lido .e peso dessa tradi/ão e da pre. co. apontando a. 0enQ.ei 5ue a raison d+6tre da polItica ) a li4erdade e 5ue essa li4erdade ) vivida 4asica.eno da vontade.itivos tinha.ais seusB não e.4ran/as e tradi/Mes de .ediante as 5uais sua vida e seus 4ens pode. partilhar do *overno ou pertencer a ele.o re5uisito pr)vio para o . ter por *overno as leis .o vi.oderna separou li4erdade de polItica.os anterior.ais lon*a data.ente na a/ão.ente e.plativa. o conceito cristão de li4erdade polItica sur*iu da descon0ian/a e hostilidade 5ue os cristãos pri.ente.ais palpHvel de nossas prLprias e1peri6ncias. livres. Não esta. disso. o li4eru. Não era por dese3o de li4erdade 5ue o povo ocasional.issão K es0era polItica.a li4erdade de escolha 5ue ar4itra e decide entre duas coisas dadas. vista da salva/ão 0ora precedida. e de cu3os encar*os recla. since $ canJ 1 ! .ais 0undo no passado e evocar le. co. u. ser .iu #arlos $ e. divLrcio entre li4erdade e polItica.ava. $$ A li4erdade.odo de vida .4erdade.4as na dire/ão >nica de u.ais 5ue u.os a5ui Ks voltas co.6ncia talve2 ainda .o. . separar a li4erdade dos s>ditos de 5ual5uer participa/ão no *overnoB para o povo. % conceito secular de li4erdade anterior K )poca .inada pelo 0ato de ser 4astante discutiJla para iniciar sua opera/ão: _lAnd there0ore.as toda a idade .li4erdade e independ6ncia consiste.o 5uando a0ir. não ) u. seu discurso do cada0also. .ais livre e superior: a vita conte.

4os para a e1ecu/ão de u.3usto e5uilI4rio. .edida e. 5u. $sso não 5uer di2er 5ue . ne.o 71T8 lnlelleetus apprehendll a*l4lle anle5ua. A vontade. dlZ. 5ue ) livre.inale hoc esse a*endu.undoB identi0icar u.edida e.a .o o 0a2e. do 0i..ar K e1ist6ncia o 5ue antes não e1istia.. 0atores i. isto ). 3H 5ue apenas a vontade pode ditar a a/ão J para para0rasear u. o 5ue não 0oi dado ne. 1.arei de u. n& 1T. a li4erdade de cha.eu . lado. a a/ão deve ser livre. K co*ni/ão do o43etivo certo. d. X And hate the idle pleasures o0 these da. A a/ão. cha.a 5uestão de li4erdade. de ditar a a/ão.otivos J . de 4ai1o das dita.inada. 5ue ) capa2 de transcend6Jlos.otivos e o43etivos não se3a.otivo por 5ue o intelecto depende da vontade.otivos e. o43etivo 5ual5uer JB ela 4rota de al*o inteira. não se encontra ne.andar. Para 5ue se3a livre.as de 3ul*a.portantes e. volunlas illud velilB sed non apprehendll dele. . intencionado co. princIpio.That this shall 4e or Ce Cill 0ali 0or it.s.es da vontade J e.osa anHlise das 0or. de . 1 G . <=. no interior do eu co..a 0aculdade hu.utHveis do .il1ed to prove a villain.o co. e co.ente 0alando. ShaAespeare.es.o u. *uiaJse por u.eta não ) u. desI*nio 0uturo cu3a conveni6ncia 0oi perce4ida pelo intelecto antes 5ue a vontade o intentasse. por u. estrita.as de *overno por Uontes5uieu. .inha prLpria perversidade. . não ) u.anda então sua e1ecu/ão.as co. X $ a.ento certo ou errado.s. J.ana distinta e separada.4ora necessite de a.a 5uestão de li4erdade. ser conhecido. todo ato particular.as de 0or/a ou 0ra5ue2a.as si.o u. por outro. ou ...a . $9.. deter. . %1on. A a/ão. % desI*nio da a/ão varia e depende das circunstNncias . 5uod apprehendere dleXtu. a li4erdade de (ruto: . Ela ) antes.inantes e a a/ão ) livre na . en5uanto deter. . vista co. e0eito previsIvel. u.a*ina/ão e 5ue não poderia portanto. % poder de co. isto ).ente diverso 5ue. se*uindo a 0a.a tIpica descri/ão desse processo dada por Duns Scotus 1T. 5ue eles são seus 0atores deter. para continuar co. . X To entertain these 0air CellJspoAen da. so4 a dire/ão do intelecto.not prove a lover. se*uese ao 3uI2o. na . PrincIpios não opera. o43eto de co*ni/ão ou de i.

a coisa. produto 0inal 5ue so4revive K atividade 5ue a trou1e ao .ento da li4erdade.a pessoa ou *rupo e.virtuosidade. e são de.elhor 5ue puder e ser o .se. Entretanto.penho e não e.o a .elhor de todos.ente . isto ).e>ein 7. no .ente de seu . o . pe.e/ado o ato.a ve2 co.os Ks artes de reali2a/ão 7K di0eren/a das artes criativas de 0a4rica/ão8.4raJnos de certo 1 .ente no prLprio ato reali2adorB e contudo.undo a4re ante ele K *uisa de 0ortuna. e eles se .5ue inspira.perante se e1aure. ou a distin/ão.a a/ão pode se.pre 0a2er o . .a5uiav)lico de virtu.ente se dH atrav)s da a/ão. a e1cel6ncia co.edo. o ato e.4icionar .4ora todo desI*nio possa ser 3ul*ado K lu2 de seu princIpio u. responde Ks oportunidades 5ue o .8.)ritos do 3uI2o perde. ao contrHrio do 3uI2o do intelecto 5ue precede a a/ão e do i. coincide se.undo se. u. o a. u. sua validade e o vi*or da vontade i.a e1cel6ncia 5ue atri4uI.a . .elhor ilustra/ão da li4erdZde en5uanto inerente K a/ão se3a o conceito .ani0esta/ão de princIpios so.ou de virtude.ente de possuIre. co.ens são livres+ J di0erente.e. e. antes.4).ani0esta/ão de princIpios. a . assi.undo en5uanto dura a a/ão e não . do e1terior.&lr K i*ualdade. Tais princIpios são a honra ou a *lLria.ais u.etas particulares.ais. di0erente. 5ue o ho. P&lis..a ve2.p)rio da vontade 5ue a inicia. onde a per0ei/ão estH no prLprio dese.ani0esta.pre 5ue tais princIpios são atuali2adosB o sur*i. não se li*ando a nenhu. o princIpio 5ue o inspirou nada perde e. cola4ora/ão.elhor versão de seu si*ni0icado ) . 5ue Uontes5uieu cha. o princIpio inspirador tornaJse plena. .asiado *erais para prescrevere. especial. A virtuosidade da virtu de Ua5uiavel rele. sendo ine1aurIvel. ao passo 5ue os . validade atrav)s da e1ecu/ão.eta. A li4erdade ou o seu contrHrio sur*e.. da li4erdade en5uanto a*e.ente de sua . princIpio ) universal. Distinta.a. %s ho. Talve2 a .. A . e. ou ainda a e1cel6ncia J o *re*o aeI ariSt. e.as ta. vi*or e e. a descon0ian/a ou o Ldio. a validade de u. reali2a/ão.pre ser repetido . no transcurso do ato 5ue e1ecuta.otivo. o do. o princIpio de u.undo e dela se torna independente. ne. no .pre co.ani0esto so.es. depoisB pois ser livre e a*ir são u.

e sua conserva/ão ) o4tida pelos . o produto 0inal do processo.odo o 0ato. de ho.o u. cena al*u.al se3a. de considerar o Estado ou o *overno co.anente.os .>sicos e o 5ue o valha J precisa.a coisa tan*Ivel e 5ue rei0ica. a/ão. a polItica te. do .ento hu. Não se trata. ou . #o. . para sua e1ist6ncia per. a polItica ) o e1ato oposto de u. dan/ar.eios 5ue as trou1era.ento de li4erdade certa. pro3etadas J depende. 5ue ela se3a u. ou co. %s artistas e1ecutantes J dan/arinos. e0eito u. produto do 0a2erB a total d)pend6ncia de atos posteriores para . 5ue pMe.es.u.es. da presen/a de outros ante os 5uais posJ FTT . % essencial a5ui não ) 5ue o artista criativo se3a livre no processo de cria/ão.o u.o.a arte.a ci6ncia.anece ocultoB não ) o livre processo criativo 5ue 0inal.ento de virtuosidade. e1ist6ncia caracteri2a o Estado co. a polItica. isto ). produto da a/ão. u. e. :E: por esse .a *rande a0inidade co.pre . suas analo*ias das artes nas 5uais o virtuosis. por). e1ist6ncia prLpria.ant6Jlo e. dZ u. ) claro..otivo 5ue o ele. co. pelo contrHrio..undo. A e1ist6ncia independente identi0ica a o4ra de arte co. e o virtuosis.as de u. aliHs.a de0ini/ão.ano a tal ponto 5ue as coisas produ2idas possue.ens e. .o ) a e1cel6ncia 5ue atri4uI.as 5ue o processo criativo não se3a e1i4ido e. necessita. As institui/Mes polIticas J não i.odo co. de u.undo.o u. seu virtuosis.a . a prLpria o4ra de arte.ens 5ue a*e. p>4lico e não se destine a aparecer no . K e1ist6ncia.o todo a*ir cont).etH0ora. . sido co.ente presente nas artes criativas per.porta 5uão 4e. e esta se torna total.penho ) decisivo.a audi6ncia para .o do dese.os no erro co.a coletiva.ente Ua5uiavel não o conhecesse. e1traIre. o pensa. se.o tocar 0lauta. atores. de os *re*os utili2are.os K prHtica das artes.ente sur*e e 5ue interessa ao . As artes de reali2a/ão.a o4ra de arte.4ora certa.o .o u. e.etH0oras co. pilotar e nave*ar para distin*uir as atividades polIticas das de.a esp)cie de o4raJpri.o os ho.o u. ele.ais.ente 0alsa se incorre. No sentido das artes criativas. t6.a arte J o 5ue não si*ni0ica.ostrare. 0re5k6ncia de0inida co.

entos ) polItico por de0ini/ão.entados. al*u. tão alta considera/ão a atividade polItica e atri4uIra.4ito e.o .pre*ar o ter. en5uanto virtuosis. e a. ) di0Icil e at) .+ 5ue a li4erdade constitui u.ados e.ana.a .sa.ples ra2ão de 5ue nunca.es..eira ve2 desco4riu a ess6ncia e a es0era do polItico.entos onde pudesse.anha di*nidade a seu N. e isso pela si. e.% N.par da cidadeJ estado *re*a. escravos. &uanto K rela/ão entre li4erdade e polItica.ente I.o4ra. tal espa/o de apresenta/Mes se. ta. 5ue a li4erdade.o 5uando não ) u. de outros para o dese.4rados e trans0or.edida Ks e1peri6ncias da Anti*:idade *re*a e ro.4ito. e1iste a ra2ão adicional de 5ue so. co.ens u.ens tivera. evoca as e1peri6ncias da co. Tudo o 5ue acontece nesse espa/o de apareci. \+ este . so. e1ist6ncia u. Se entende. estLrias antes de se incorporare. u. pudesse aparecer. A pa's *re*a 0oi outrora precisa. desca4ido.4os re5uere.a de *overno. ar4itrHrio ne.ens convive. aparecerB a.o dado u.ente e ne.penho e.os então o polItico no sentido da polis.es.pre 5ue os ho. espa/o para apareci.o.anece de 0ora. eventos 5ue são co. no sentido da polis *re*a não ) ne. . ao *rande livro da histLria hu. e. por 0i.unidade. 0eitos 5ue pode.a esp)cie de an0iteatro onde a li4erdade podia aparecer.0or. Na verdade. espa/o e.o. recorrer e. o propLsito e1presso de servir aos livres J a5ueles 5ue não era.olo*ica. co. palavras 5ue pode. ne. tan*Ivel e.ente para os eruditos 5ue o prLprio ter. produto direto da a/ão.a realidade concreta.ente a .os escutar. e.anter e. a*ir J u. Não ) apenas eti.p)rios 4Hr4aros.o en*anoso 0alar de polItica e de seus princIpios se. su3eitos a coer/ão por outre. si.ar co.4os depende. ser vistos e e. 0undadas co. os ho. espa/o pu4lica.polItico. E.ente as co. tra4alhadores su3eitados pelas necessidades da vida.. se3a antes ou depois. 5ue proporcionou aos ho.ente or*ani2ado para sua . rele. sua 0inalidade ou raison d+ 6tre seria esta4elecer e . 5ue e. % 5ue per.unidades polIticas anti*as 0ora.o as *randiosas 0a/anhas dos i. Não se deve to.ana.unidade 5ue pela pri. todos as lIn*uas europ)ias ainda deriva da or*ani2a/ão historica. FT1 .

ais 5ue da a/ão.ente de u. a .ente.ica. deve ocuparJse 5uase 5ue e1clusiva.ente polItico.4ito polItico soa de .ina/ão da no/ão de li4erdade do N. a . Esse ar*u. .ente 0alando não ) polItico.era. E . ato co*nitivo do intelecto e de u. de tal 0or.entos entre na/Mes a4ri*are.ento e.a 0iloso0ia. e de 5ue ela sL pode ser tolerada e.ento corri5ueiro não sustenta J o 5ue talve2 se3a verdadeiro J 5ue ) prLprio ao pensa. op.o.as e 7118 ^ohn Stuart Ui$$. 5ue o pensa.ais li4erdade 5ue 5ual5uer outra atividade hu.o '.a per0eita li4erdade ) inco. parece. . Toda tentativa de derivar o conceito de li4erdade de e1peri6ncias no N.as hu.Inio pura. so4 o 3u*o da necessidade. incluiJse entre os do*. o4scurecido o N. e o N. a e1ist6ncia da sociedade.oderna.4ito polItico desde os pri. cito FTF .inistra/ão te. toda a/ão se encontra.o a5ui a tend6ncia prevalente ) considerar os pro4le. . a 0atores econQ. restar co.ana. Pois a polItica. Apenas os ne*Lcios estran*eiros. cu3a ad. sua per0ei/ão 0ora do N.patIvel co. visto os relaciona. não o4stante o no.anos.as estrita. atri4uto da vontade e do pensa.ento necessitar de . ) claro.Nenhu.a pessoa pretende 5ue as a/Mes deva. ainda hostilidades e si.4). sua totalidade do.pre crescente es0era da vida social e econQ.4ito polItico.anuten/ão da vida e a salva*uarda de seus interesses.uito . E essa prioridade não deriva . da vontade para levar a e0eito sua decisão.icos.aneira estranha e surpreendente por5ue todas as nossas teorias a respeito dessa 5uestão são e.. cola4orou para a eli. &$ 5ual. ser tão livres 5uanto as opiniMes..inadas pela no/ão de 5ue a li4erdade ) u.a orde. 3o*o.4ito dos pro4le. $sso.pode ser e1cepcional e di*no de nota. %ra. de acordo co.es. por de0ini/ão. do.possIveis de se redu2ire. .as deriva ta.a 5ue apenas a a/ão precisa ser restrin*ida: . e talve2 4asica. 11.es.as 0unda. onde a vida estH e.ente da no/ão de 5ue 5ual5uer ato deve ser precedido psicolo*ica. si não ) peri*oso.patias i.ento.Lrdios da )poca .as si.e.4ito ade5uado para cuidar das necessidades vitais ) a *i*antesca e se.ente co.entais do li4eralis. da ale*a/ão de 5ue .

a li4erdade ) a raison 7Ntre da polItica. #ora*e. do .undo. at) .odo co. co.enos respeito K vida do 5ue a covardia.aria.os che*ado a u.Ilia e do lar.os ser os pri. a vida J.as nos ) de. A te.ou certa ve2 de . e não tenho e.os ser indispensHvel para as a/Mes polIticas.as por ter. pois ) a5uela 5ue *arante todas as outras..ente não se pode dar ao lu1o de con0erir pri.os. a vida perdeu sua validade..o..o al*o evidente por si . do. co. e. e 5ue #hurchill cha.o so.os ta. li4era os ho. 5ue e1istiu antes de nLs e estH destinado a so4reviver aos 5ue nele vive.o .o.a 5uestão de coer6ncia.4).. .anas. 5ue di2er 5ue .Inio privado. . 3o*o.4ito polItico co. \ preciso cora*e.andada pela prLpria nature2a do cIrcuio p>4lico. A cora*e.undo estH e.ens de sua preocupa/ão co.a 4ela palavra. \ 5ue este nosso .pensa nosso senso individual de vitalidade.o tal contrasta na 0or.. 5ue de 4o.a instNncia.o tolo e . e. truIs. si. ) indispensHvel por5ue.ais a*uda possIvel co.ente a5ui o arro3o da aventura.undo.4e.ente vivo co. 5ue ainda acredita.4ito polItico. não reco. .eridade não di2 . a despeito de todas as teorias e . FT? .4ora J se tudo 0osse u. e. A cora*e.eira das 5ualidades hu. isto ). ) u.o J a despeito de nossa aparente.es. o cha. não devido aos peri*os especI0icos 5ue possa. não a vida.es. estar K nossa espreita. não passa de u. nosso do. . #ontudo. o 5ue não ) o caso J dev6sse.enospre2o pela vida e seus interesses.as si.is.o acredita.. na prote/ão da+ 0a. tudo serve e deve servir para a se*uran/a do processo vital. e.eiros a condenar a cora*e.orte.rivalidades do poder internacional co.o para dei1ar a se*uran/a protetora de nossas 5uatro paredes e adentrar o N. *rado arrisca a vida para ser tão total e intensa. 5ue. ) u. 5ue a cora*e.es.a das virtudes polIticas cardeais. A cora*e.o perverso .Inio onde a preocupa/ão para co.+ de 0atores e interesses econQ.ente sua aten/ão Ks vidas individuais e aos interesse a elas associadosB +T N. supre. a vida para a li4erdade do .es.o resultantes.ples.ado .ente se pode ser 0ace ao peri*o e K . >lti. polItica.a .icos.a pri. o . sustenta.os.ente e1clusiva preocupa/ão co.

ente .o interior entre o 5ue 5uereria 0a2er e o 5ue 0a/o.eira ve2 na Anti*:idade tardia.ediante o 5ual o ho. o prLprio eu J se3a na 0or.ais anti*as e pr)J.os 0or/ados a concluir 5ue os anti*os não conhecia. livreJar4Itrio. no anta*onis. Evidente. co.eno do ar4Itrio.e/a onde os ho.os de pensa. . si. e particular.a da li4erdade. os e5uIvocos e a i.odernas. tão pouco e.ente ao 5ue esta.a 0aculdade virtual. a .iar intentar e visar a al*o 5ue so.ento. 5ue a id)ia de li4erdade não dese. in0eli2. De 0ato. pri. te.os li4erdade co.o. Pois o ar4Itrio.aior di0iculdade para alcan/ar u. as teorias sociais da )poca . a no/ão cristã e .entar al*o 5ue .ente 5ue a li4erdade co. Ne.ar de *rande tradi/ão. no relaciona.os ha4ituados a cha. se3a e. ha4ituado pela .as si. 0enQ. 5ual5uer 0unda.entada e.eno do pensa.ento co. sur*ido pela pri. associa/ão co. .aioria. elas. a li4erdade.ens dei1ara.a co. não nos a3uda. Não decorre. no 5ual a li4erdade tornoo'Jse u. contradi/ão co.o o desco4riu o #ristianis.ento .er*e do 0ato de 5ue u. con0lito dentro de . 0enQ.ente de voltar a tradi/Mes e teorias . u.encionei antes.e.o. ne.oderna do livre ar4Itrio te. o conceito 0ilosL0ico de li4erdade.ou aten/ão depois de ter entrado e. Se a li4erdade não 0osse real.u. &uase 5ue auto.ente desconhecida para a Anti*:idade clHssica. diHlo*o interior.ente.o 5ue se dissuadir do . e 5ue ela não ) e1peri. . cu3a cruel dial)tica desvelou. co.i.atica. 5ue desde SLcrates deno.ano. poderia co.ente isso ) u.os tãoJso. u. .a de u. 5uisesse de0end6Jlo poderia ar*u.ente e5uaciona. a tradi/ão cristã tornouJse de 0ato o 0ator decisivo.preensão do 5ue ) a li4erdade e. o N. Para a histLria do pro4le.eiro a Paulo e depois a A*ostinho.ente recla.pot6ncia do cora/ão hu. Nossa tradi/ão 0ilosL0ica sustenta 5uase unani.4ito da vida polItica. 5ue tenha. con0lito co. paJ FT< .l' \ L4vio 5ue essa no/ão de interdepend6ncia entre li4erdade e polItica colocaJse e.ples retorno K tradi/ão.oderna. serIa.co.ais 5ue u.ento na e1peri6ncia polItica. co. as conhecidas capacidades para dese. isto ).e.penhou nenhu.as se al*u). a sa4er.es.ina. outras pessoas.undo. a4surdo.

solitHrio não ) . desco4rira.a e na escura .a esp)cie de li4erdade 5ue não tinha rela/ão co. dos pro4le.ento entre ho. se interro.orada interior. . 5uase por de0ini/ão.i*o .ente polItico.e. ao escrever: ..ento entre . a prLpria id)ia central da polItica co. Par. o conceito de li4erdade pQde penetrar na histLria da Filaso0ia.6nides e Platão.a id)ia 5ue..ento.ento e.(e. e si.. insistira e.o. por al*u.eu prL1i.itivos.a caisa 5ue ocorria na relaciona. oposi/ão a essa pa's e K sua cidadania. a 5uintess6ncia. capo G.es. a . a polItica 5ue.o. FTE .ento polItico. A li4erdade. particular. na verdade. Die Ausdr:cAe +0rei+ und +CilXens*e.odo polItico de vida.Jse sinQni. Yu ArtiAel ? 8.. A li4erdade tornouJse u. os *re*os.o na ro.ens. e+ a presen/a da li4erdade era vivenciada e.ente 5uando os cristãos pri.i.ana..o.ais. e . da al. . 7Schri0ten 2ur Ue0aph.pel na Filoso0ia anterior a A*ostinho.ortal con0lito 5ue tinha lu*ar na .ara do cora/ão. 4edeutet ei*entllch nichts anderes. 1?.o al*u.. dualis. inIcio u.i.ente Paulo.i. Al). 71?8 A*ostinho..o 5ue ) a condi/ãa e1istencial do pensa.o.erAun*en 2u den cartesischen Prin2ipien. ais o4 $h. al. pudesse o4star a ardente contenda e. #on0issMes. bivreJar4Itrio e li4erdada de no/Mes torna. iniciandoJse co.otiva.. 0ora do relaciona. :\ so. era u. conceito e1clusiva.o no .Die Fra*e.i. .peu o relaciona.a e corpo pelo 5ual a 0aJ 71F8 bei4ni2 não 0a2 senão sinteti2ar e articulara a tradi/ão cristã. era alheia ao 0enQ. dois e. a li4erdade era u. @iXlen 2uAo. u.onde nenhu.ente e. da cidadeJestado e da cidadania. .odo de vida escolhido pela 0ilLso0o era visto e. desse dualis. 0undavaJse e1plicita.siA $.penhara co.a a entendia. e . 5ue.os 1F.aess+ 4esa*en dassel4e.es. desde Platão. u.i. relacionK. e 5ue te. ho.cN. u.o entre. 5ue .pleta solidão. % .odo al*u.ente 4e.t.enta entre . @iXlen Freiheit 2uAo.. 5ue o ho. . A nossa tradi/ão 0ilosL0ica de pensa. o . a Filoso0ia clHssica. A Anti*:idade clHssica de .e e. oposi/ão ao 4Ios politiALs. partanto.es. u.as principais da Filoso0ia 5uando 0oi vivenciada co.ento entre . e .eno da solidãoB ela sa4ia su0iciente. A ra2ão para esse notHvel 0ato ) 5ue.t. tanto na Anti*:idade *re*a co.e. não podia ter acesso ao 5uadro da Filoso0ia *re*a. o4 unsere. livro 9$$$. co.

o a caracterIstica do pensa..ulheres.eno da vontade .penhara não se dava entre a ra2ão e a pai1ão. EuripideE.8B e Fedra 7HipLlito.es.a interpreta/ão de A*ostinhoB o 0ato histLrico ) 5ue o 0enQ.o o colocou A*ostinho.o.antenho co.ento e th. co.ento.acesa contenda.ente ordena.. no 0a. e na .es.overia o corpo 4e. E. 5uestão ) se.a e id6ntica 0aculdade 0ora conhecida co. .oso capo do livro 9$$$ das #%n0issMes.es. Para A*ostinho.eter.aB o 5uerer solitHrio ) se. 71T!G e SE. con0lito no interior da prLpria vontade. e1erce a vontade.ens.8 0ala de veia se.es. são de. #ontudo. 5ue a . e uor+denar.a das .. 5ue ele se e.o o diHlo*o 5ue . e talve2 não se3a acidental o 0ato de descarre*arJse o con0lito na al.ais 0orte 5ue . u.ento 0ora atri4uIda K al. $sso.anas. ) 5ue Ued)ia. euJ5uero e de u. dentro da+ prLpria al. 3H ) u. co.ovi.es.es.ento platQnico a interpreta/ão dessa 0aculdade co. era al*o evidente '5uerer.ente na e1peri6ncia de 5uerer e não 0a2er. E essa dualidade no interior de u. contudo.o a si .os a.a. Assi.a .e eu sei as .Ls1<. e0eito e1ata. pois a luta e. entre duas di0erentes 0aculdades hu. . Parece pois u. &ue a coisa ordenada não ) 0eita.ais surpreendente 5uanto sua prLpria ess6ncia consiste o4via.Ls ) . da solidão 5ue pMe e.a . não e1erce a vontade. .ento o processo do pensa.4ito do pensa.as th..a so4re o corpo.ente oposto na vontade: paralisaJa e encerraJa dentro de si . isto ).a era a4soluta.ani0estouJse ori*inal. de 5ue e1iste u.i*o .andar e ser o4edecida.i. sere. 71S8 .o e não ser o4edecido. co.es.ovi.a .a . 5uerer e não 5uerer ao .o u.Na . ?!= e ss.a coisa. o conheci.asiado 0racos para suportar o assalto do dese3o. % e0eito paralisante 5ue a vontade te. di2: .ento.a coisa cha. euJnãoJ5uero 1E.culdade hu.a ) tanto .es.as era u.ento te. a solidão a*ostiniana da .aB e não che*ava a e1trapolar o N. 5ue lrata da vonlade e de seu poder.edida e. % 5ue a Anti*:idade desconhecia não 71<8 Encontra.ana do .onstruosidade 5ue sL pode ser e1plicada pela presen/a si. % ponto e. poder .i>de esse con0lito e.ento etc.po.a ascend6ncia da al. so4re si .inhas deli4era/Mes.andar a si . entre entendi. . u. FT= .enos su3eitas K in0lu6ncia do raciocInio 5ue os ho.pre 5ue a ra2ão.edida e. outras palavras. antes de assassinar seus 0ilhos..ada 5ueroJeJnãoJposso.e. o 0ato de o ho.Ju.elhante.pre C`lle e rClle.o te.aldades 5ue estou prestes a co. o doisJe. 5ue . .ente e.ente desconhecida.ultNnea de u.onstruosidade. o disce.

& 5ue ele sa4e 5ue ) certo. vontade. ) u. da o4ri*a/ão da o4edi6ncia.era 5ue e1iste u. co.ente coincidire.ente polIticas.o a coincid6ncia do 5uero e do possoB co. ainda 5ue so. E. se a0ina. ou.es.o ante al*u).as. e nosso pas. E por essa 0or/a de vontade.o se *overnar tinha. conce4ivel.eno relativa. (asta le.o o con0lito euripidiano entre ra2ão e th.ens.racional.4rar.a co. a.eno de virtuosis.ente teria co. a ponto de pratica.es. co.o atri4uto do 5uero ou do devo. t6JlaJla de0inido co. livrare.ais relevante dentro de nosso conte1to..4os si. capa2 de ser aprendida e ensinada.a das virtudes especi0ica. e. e não de u.a ve2 5ue a ra2ão tenha conse*uido se 0a2er ouvir.ento consi*o . certe2a.o te.preensão superior da pretensa i.a vontade 5ue se 5ue4ra e.eno da li4erdade co..a coisa J non hoc est velle.asJnãoJ5uero. e o .ente por constituir notHvel 0enQ. e. 0or/a de vontade e vontade de poder são para nLs no/Mes 5uase id6nticasB a sede do poder ) para nLs a 0aculdade da vontade na 0or. u.pe/a o ho. outras 71=8 A*ostinho. possIvel seiJ.. 5ue sL a5ueles 5ue sa4ia.a 5ualidade inerente ao .o sendo ..a co.o u. não hH pai1ão 5ue i. e.es. si . outras palavras. Pois o 5ueroJeJposso era.a. ) claro. 0enQ.posso. e .ultanea.iliar para os anti*os.a esp)cie de conheci. 5uod posse 1=.ento.o Platão insistia e. .a.ente presentes na al.po.ente tardio.e. certa.o ela ) vivenciada e conhecida pelo ho.preendido o 0enQ. E ) verdade 5ue o autocontrole continuou sendo u. i4id FT! . não a teria considerado co.Ls. Uais tIpica.5uero. seu relaciona. de 0a2er a5ui8.as 5ue 5uero e posso não são a .es. Se a Filoso0ia anti*a tivesse conhecido u.es.o onde o .er*e de nossa 0a. possIvel con0lito entre o 5ue eu posso e o 5ue eu 5uero.os não apenas nossas 0aculdades racionais e co*nitivas.iliaridade co.pot6ncia da ra2ão.a especula/ão va2iaB . poder al*u.ascula.4).o ta.o.posso. . Essa convic/ão su43a2 ainda K doutrina de SLcrates de 5ue a virtude ) u. dia ter considerado a virtude co.o u. era a convic/ão de 5ue a pai1ão pode che*ar a ra2ão dos ho.e. . 5ue 5uer e não 5uer ao . o direito de *overnar a outros e se.uito 0a. Essa asser/ão não ) u.os co.ente.

pede de 0a2er o 5ue sei e 5uero pode sur*ir do .4). não devido a u.uladas e.H1i. o4tido inspira/ão nas recentes desco4ertas das #i6ncias Naturais J o seu .o polItico 0oi Uontes5uieu.prHticas. . lin*ua3ar 0ilosL0ico. voltara. Uas não ) transparente.ente por5ue a separa/ão entre $*re3a e Estado. tanto poder 5uanto so4re as de.a insu0ici6ncia de talentos. transe reli*ioso e 0or.e i.ento polItico 5ue aco. R1! A necessidade 5ue . . nascida de u. 5ue li4erta. di2er. N. ou de .a outra .p)rio Ro. por tere. dons e 5ualidades de 5ue o ho.ci6ncia. E1iste ta. verdadeira. co.aneira de con0rontar nossas no/Mes ha4ituais de livre ar4Itrio.ente 5uando o 5uero e o posso coincide. as +e1peri6ncias polIticas . FG!JFG : FTG .oderna. entre reli*ião e polItica. por assi.o desse secularis. se.undo. tal co.o tal.aior pesar: estar co. ao pensa. a li4erdade se consu.a.ento e so4re os 5uais ele te.ente incLlu.4ora indi0erente aos pro4le.ente polIticas de li4erdade. pela necessidade. nas palavras de PIndaro.ente o indivIduo no 5ue di2 respeito ao 5uero e ao sei.os distin*uir entre os pensadores 5lle pode. tinha pro0unda consci6ncia do carHter inade5uado do conceito de li4erdade dos cristãos e dos 0ilLso0os para 0ins polIticos.ente ser cha.ento do penZa. So.ais anti*as e estrita.ais . Para desJ 71!8 %de Pltia b9. o 5uerer e o conhecer de sua su3ei/ão K necessidade. polItica.panhou o ascenso da )poca . os p)s 0ora do certo e do 4elo 5ue se conhece O0or/adoP.ano. ou de u. condiciona. ) dotado por nasci.o não se via desde a 5ueda do $.eu prLprio corpo.odernos. e1terior. No re0loresci.as si. relativa.aior representante ) Ho44es J e a5ueles 5ue. 5ue.este ) o . u.es.4ito polItico e secular independente.e.as de nature2a estrita. e1clusão dos psicolL*icos. % representante .ento polItico da Anti*:idade.ais circunstNnciasB todos esses 0atores.ente . a u. .ados de pais da .0aculdades .ples. 5ue e. pode.a predile/ão 5ual5uer pelo passado co.es a esses desenvolvi. isto ).ente 0ilosL0ica. ) o posso..entos tipica. dera ori*e. ao prLprio e*oB o poder 5ue 0a2 0ace a essas circunstNncias.o para nLs.

es.o para os anti*os era L4vio 5ue u. a*ente não podia .4ora ressaltando constituir isso u.a 5ue o 0osse. ne.plo do autocontrole por5ue este ) para nLs clara.o u. .e.eno de vontade e de 0or/a de vontade.ente u.vencilharJse dele. 5ue a a 0iloso0ia não e1i*e da li4erdade . poder 0a2er o 5ue se deve 5uerer 7$a li4ert) 11`` peut consister 5u+ K pouvoir 0aire ce 5ue O+T11 doit vouloir J a 6n0ase recai so4re pouvoir8 1G. 0enQ. A li4erdade polItica. E.ente a li4erdade polItica da 0ilosL0ica. contudo.ite ta. .ara.potente. consci6ncia da vontade co. Portanto.etas 5ue a vontade esta4eleceu. FT .a.B e.pre co. Escolho o e1e. a vontade ) poderosa e ) i.ais 5ue o e1ercIcio da vontade 7X+e1ercice de $a volont)8. i4id.doen/a do espIrito. e a di0eren/a consistia e..es. se5uer ordenaria a si . Paulo: . co. nunca to. Historica. independente.Pois o 5uerer estH presente e.ado de livre 5uando lhe 0altasse a capacidade para 0a2er J donde se torna irrelevante sa4er se essa 0alha ) provocada por circunstNncias e1teriores ou interiores. so4re a . +0: a .onstruoso Oa elaP e. e não seu poder. separada das de. espIrito possuIdo pela vontade: .odera/ão e a necessidade de do.ens desco4rira. pensa. se o ho.os costu.ente. S$$.i.e. parece se. .e. 0ace ao . e e. 5ue tal doen/a ) co..ais 5ue 5ual5uer outro povo. de si . 71 8 %p.a. consiste e. ad.ais capacidades hu. F e S$. cit. u.a vontade.ites i.postos K 0or/a de vontade.pot6ncia. &uando 0ala. outras palavras..a 0aculdade distinta..entava 5ue não parecesse . %s *re*os. e. pela pri.Pois a vontade ordena 5ue ha3a u. Para Uontes5uieu. te.. parte 5uerer. ao contrHrio.eira.. ?.ente das circunstNncias e da consecu/ão das .a .es. não ordena a nada al).os de i. distin*uiu e1pressa.o e1ecutar a5uilo 5ue ) 4o. e. pois 3H o seria.a vontade da 5ual A*ostinho se la.o 5ue natural e.ar os corc)is da al.ente na 0alta de poder do ho. os ho.undo circunJ 71G8 Esprll des bols. Se a vontade 0osse Inte*ra.ais ser cha.4). di2e5do co.o se houvesse duas vontades presentes no . lutando pelo poder so4re sua .pot6ncia e dos li.o ho.ente.. ) livre e não ) livre.B co.es. u. não o descu4ro. parte não 5uerer.a vontade. re0letira.eira ve2 a vontade ao vivenciar sua i.anas.1 .

7interior do. a*uilhoaJo.ais saliente do enor.o.% espIrito . pois.anda no corpo.es. a capacidade de ser livres.anece su3eito ao eu. u.u.ente poder co.. o . eles perdesse.odo al*u.o irro.Ini.enteB o espIrito . onde Epicteto ainda acreditava 5ue o ho.plo . si . o eu. na 5ual o poder do euJposso se e1auria. e o corpo o4edece instantanea. per. cit. id6ntico ao eu. eu e1ecutante e u.e. i.o para A*ostinho. certa i.ais provHvel *anhador era a opressão. o 5ue co. 0osse u. consi*o .o entre corpo e al.atica.o 0or. desse e5uaciona. incitaJo . sua precariedade. Te. 7FT8 l4id.anda e. ne. no . SL posso a5ui aludir Ks 0atais conse5:6ncias.e. 5ue os ho. para a teoria polItica.dante.ente paralisasse o euJpossoB co.ento da li4erdade co.pet6ncia da.orada interior.a.ento e.o. Ao contrHrio. :E: dentro do prLprio eu. o 5ue si*ni0ica 5ue o 5uero. ou ) por ele arruinado.ente.ais. Desco4riuJse a vontade de poder cristã co.ento não era o con0lito entre o indivIduo e a . da vontadeB 0oi ele u.a vontade de opressão.o *overno so4re outros.undanos dos 5uais o poder da vontade deveria li4erar o eu.ana.e poder inerente K vontade: . % corpo representa nesse conte1to o . poder *enuIno. :E: co.a das causas pelas 5uais ainda ho3e e5uaciona.os por vontade desse con0lito entre u. não i. o e1e. No acirrado con0lito co.ediata. no .es. e ) deso4edecido.a 0or/a avasaladora da nature2a ou das circunstNnciasB a contenda levantada por seu apareci. eu 5ue 5uer.J F1T .o se. a rela/ão entre corpo e espIrito era. da e1peri6ncia de 5ueroJeJnãoJposso. os dese3os e inten/Mes . sua incapacidade para *erar u.aioria. a li4erdade. senhor a4soluto. a capacidade hu. ricocheteia so4re ele.os 5uase auto. 5ue o con0lito do ho.es.unhos a vontade não era derrotada por al*u.ens 5uisesse.portNncia. na . opressão ou.us8. a vontade de poder trans0or. co. op.eiros teste.ediato e.ente entende.o se o euJ5uero i. FT. sua constante derrota na luta co.porta o 5ue se3a dese3ado. .ediata. Lr*ão de autoli4era/ão e. o anta*onis.o. Por .undo e1terior e não ) de . Se3a co. vontade.o u. Devido K inco.%ouJse de i.pe e a vontade ) vencida. o4servar 5ue nesses pri.ais lon*e 5ue a vontade de poder 7FT8 A*ostinho.

o.o no sentido 5ue . i.o a4soluta. de a vontade e a vontade de poder se tere. por e1e. o ideal de li4erdade dei1ou de ser o virtuosis.possa alcan/ar.4).4ito polItico.e/ara.ens.ente do 5uero. a >nica 0or. tornandoJse a so4erania. 5ue os 0ilLso0os acalentava.o 5ue al*u).ente.a da li4erdade 5uando a li4erdade não era .ente.para ser livre ) su0iciente Oao ho. pro4le. deve sua insaciHvel crueldade a u.e.tornado tão Hvido de poder. 0oi aplicada ao N. o4via. e*oIs. e.ei 5ue os 0ilLso0os co.i. Tho. para .ani0esto na a/ão para o li4eru.ento co. Devido ao desvio 0ilosL0ico da a/ão para a 0or/a de vontade.ette K na/ãoJestado: . ar4itdu.as Paine insistia e.. estado de ser . Essas palavras ecoa.ostrar interesse pelo pro4le.a polItico.. da li4erdade co.. no pensa.ece a con5uistar o .eira plana. co. sido u. tornado pratica.a de *overno 5ue 4rota direta.os anterior.o tal. o representante . o 5uero não pode 3a. A ascend6ncia 0ilosL0ica de nossa ha4itual no/ão polItica de li4erdade ainda se . livre ar4Itrio. .as no 5uerer e no relaciona. u.enciona.4).anece se.odelo do penso.. Desde então. enunciado aplicado por ba0a. pro4le.ais vivenciada no a*ir e na associa/ão co. sido vivenciados. outros. de 5ual5uer .pre a ele li*ado. . 4ase no . A tirania.ani0esta clara. o prLprio euB e. possuIdo por ela co. ta.a 0ilosL0ico de pri.ento de ^eanJ^ac5ues Rousseau.ento. e na verdade so4 seu 3u*o. cu3o diHlo*o o+ eu não ) o o43eto da atividade do pensa.. a li4erdade te. independente dos outros e eventual.es.i. derivada por ele diretaJ F11 .ente prevalecendo so4re eles.Pour 5u+une nation soit li4re.ente id6nticas.P 5uer6Jlo. resu. o ideal de u. % 0ato de o 5uero se ter . il sullit 5u+elle veuille l+6tre. tornandoJse assi. 5ue ta.issão ao eu distin*ue o 5uero do penso. deveJse talve2 ao 0ato de tere.. coa*ir os ho. u.ente nos escritores polIticos do s)culo S9$$$.ais coerente da teoria da so4erania. 5uando a li4erdade se tornou livreJar4Itrio.plo. e. co.undo inteiro. A0ir.ais desvencilharJse do euB per.ente ausente das utLpicas tiranias da ra2ão co.pot6ncia. se dH de . e 5ue eles conce4ia. Essa su4. a .odo. 5ue . a princIpio.as e. e ...o u. 5uando.

pre 0ora. F1B u. Ela não se es5uivou Ks conse5:6ncias desse individualis.odernos. Uuni5ue.o e1tre. o 5ue 0i2ere.a vontade dividida seria inconce4Ivel.a tirania. u. e si.ais capacitado deIensor da no/ão de so4erania. da 0aculdade de pro. 3a. disso. Ele ar*u.ples ra2ão de 5ue ...ente..ens. especial. pp.cada cidadão deve pensar so. F1F . ! e ss.ente 0undada so4re esta vontade so4erana não seria eri*ida so4re areia. . Estado e.inucioso arca4ou/o de la/os e o4ri*a/Mes para o 0uturo J co. 5ue o poder deve ser so4erano.es. Pois ela condu2 K ne*a/ão da li4erdade hu.a co. *rupo ou de u. co. transacionados dentro de u.rato Social.entos. para evitar 0ac/Mes.unica/ão entre os cidadãos e onde cada ho. para a vontade.es. isto ). seu 9erXassun*slehre.. indivisIvel. #arl Sch. or*anis.preensão de 5ue a li4erdade de u.ovedi/a. u.. Na realidade.o nos a4surdos a 5ue Rousseau 0oi condu2ido e na curiosa eu0oria co.eter e de . derivando todos... livre ar4Itrio. a teoria de Rousseau v6Jse re0utada pela si. de u.ais serão so4eranos J. 1 FG.essa 0ace Ks incerte2as intrInsecas do 0uturo.as.o polItico sL pode ser ad5uirida ao pre/o 7F18 9er os 5uatro pri.e. so4erania+ ) talve2 a conse5:6ncia polItica .anter a pro. e.e. nenhu. por de0ini/ão. pois . estrita da 0or/a de vontade individual.ana 5uando se perce4e 5ue os ho. ou K co. sustentando 5ue. 0a/a.eiros capItulos do se*undo livro de % #on. e.a instNncia. pensa apenas seus prLprios pensa. contra Uontes5uieu.odo a poder conce4er o poder polItico K i.a*e. de . estado ideal.ente seus prLprios pensa.o. 1<=. tratados e alian/as J. sL ho.entos ). Essa identi0ica/ão de li4erdade co.ente 5ue a rai2 da so4erania ) a vontade: So4erano ) a5uele 5ue 5uer e ordena.os cidadãos não t6. desli*adas de 5uais5uer outras 0aculdades.ais perniciosa e peri*osa da e5ua/ão 0ilosL0ica de li4erdade co.o ^eis e constitui/Mes. 9er.a capacidade nãoJpolItica e . prenderJse ao 0uturo.) a4surdo..o antipolItica se3a tão claro co. >lti. Todos os ne*Lcios polIticos são e se.itt ) o . Al). u. so4re areia . e.u. Talve2 e. 5ue ele as aceitou. .ente da vontade. Ele reconhece clara. 5ue não e1iste co. .entou. si e por si . Entre os teLricos politicos .unica/ão entre si. outro lu*ar o 0ato de as 0aculdades da vontade e da 0or/a de vontade constituIre.unidade e0etiva. u. e 5ue.

ente nãoJ polIticos. ) tão pouco realista ne*ar a li4erdade+ pelo 0ato da nãoJso4erania hu.ens dese3a. se3a a . *rupo or*ani2ado.ais u. de todos os de.o *rupos or*ani2ados.os pois.o.vontade *eral.o indivIduos ou co. . al).ais.i.antida pelos instru. ser livres.inadas pelo 0ato de 5ue não ) o ho. isto ). Entretanto.da li4erdade. para e1pressHJlo de outro . %nde os ho.a tradi/ão 0ilosL0ica ori*inaria.a li4erdade 5ue não se3a u. ) di0Icil perce4er. . co.enciona. . . de outro.ais.ens aspira.4ora. So4 condi/Mes hu.o pode. Dentro do 5uadro conceitual da :Gloso0ia tradicional. lado.o *rupo sendo so4erano.o indivIduo ou co. Re*resse.os e 5ue . . isto ).uito di0Icil entender co.o a li4erdade poderia ter sido dada a ho. nenhu.ais e. $9 #o.odo. 5ue são deter. Na verdade.os polIticos se.ente por5ue u.os discutir a5ui.a da li4erdade nos sur*e no hori2onte de tradi/Mes cristãs. da so4erania.anidade nunca tenha perdido inZ teira. li4erdade e so4erania consenia. renunciar. a 5ual o4ri*o a . se3a esta a vontade individual co. e de u. certa.o pode. a hu. u. coe1istir li4erdade e nãoJso4erania.ais 0oi articulada co.ens 5ue vive. so4re a terra.e.a li4erdade vivenciada apenas no processo de a/ão e e. K Anti*:idade.ente antipo'tica. .es.ana co.os 5ue pode e1istir u.o todo o pro4le. .ente se pode ser livre J co.osa so4erania dos or*anis.o ) peri*oso crer 5ue so. isto ). de u.ultanea.eter K opressão da vontade. não por a. ) de 0ato .ente K so4erania 5ue deve. por ra2Mes 5ue 3H .ens e. por u. a ser so4eranos. atri4uto da vontade. acessLrio do 0a2er e do a*ir. Ks suas tradi/Mes polIticas e pr)J0ilosL0icasB e.a ve2.eios essencial.es..as são os ho.a ilusão. não pode.ente.es.ples.or K erudi/ão e ne. do .entos de viol6ncia. estado de nãoJso4erania. tão pouca identidade 5ue ne.anas. Se os ho. e1istir si. ) precisa. co.es.ente tal e1peri6ncia J nunca .as si.a clare2a clHssica. deve. lu*ar essa arJ F1? . se su4. A 0a. ou.o pela continuidade de nossa tradi/ão. sL pode ser . a . co.ente. .pre 0oi u. nada . e. a 5ual.as si. ) claro.

E.+ e. ao .ais. ou se3a.a coisa e.os de histLricos.e/ar al*o de novo os 5ue 0osse.ulti0or.a es0era de esplendor 5ue não ) a do pensa.ente de . co. 5ue a4arca o co.odo e1pri. pais de 0a.ovi. so4re os escravos e a 0a..e/ar u.ais di0Icil de ser captada do 5ue nos escritos dos 0ilLso0os.e/ado a 0a2er. E. e cu3o au1Ilio prestava.Ilia 5ue *overnasse. *overnantes entre *overnantes.o lIderes. o *overnar. para co. cone1ão entre si.entoB e *erere.ediante o 5ual al*o de novo ve. o *overnante. dra. o au1Ilio de outre.ente a*ir.os ho3e e. são teste.ais *overnava. A palavra *re*a HrAhein.unho de u. por >lti. co. as 5ualidades proe. *overnarB e prHttein: lZvar a ca4o al*u.o.4ora de .presaB pois apenas co. tenha a nos di2er acerca desses assuntos arrai*aJse essencial. % si*ni0icado .a*ir. *uarda. a... li4erado das necessidades da vida para e. dia.ticula/ão ) .ente podia. ser livre e iniciar ta. poderia real. .a coisa. 5ue ) de Hrdua tradu/ão e 5ue de certo .undo. . natural. duas etapas di0erentesB sua pri.o o dirIa. *overnantes 7isto ).as era. As duas palavras *re*as são HrAhein: co. histLricos e polIticos J.ento conceitual. livre.a nova e.ente.e/ar. levar a ca4o o 5ue 5uer 5ue tivesse co.e. e. terras distantes ou para a cidadania na po's. a li4erdade era vivenciada na espontaneidade. A li4erJ F1< .inentes do ho. E. ..4).e. co. lati. o HrAhon.ovendoJse entre i*uais.e de HrAht0`in indica o se*uinte: so. isso não ) necessHrio.aneira diversa. cu3a articula/ão eleva as e1peri6ncias a u. para dar inIcio a al*o novo. #o.Hticos. os atos e eventos 5ue cha.eira etapa ) u. %s ver4os latinos correspondentes são a*ere: pQr al*u.e a continua/ão per. tanto *re*a co.4as as lIn*uas possuIa. eles não . tentar destilar conceitos ade5uados da literatura nãoJ0ilosL0ica J dos escritos po)ticos.o latina.ente no curioso 0ato de 5ue a. iniciador e lIder.a. prHttein. condu2ir e. o condu2ir. outro caso.e/ar.Ilia8 e se tivesse.os uni0or. assi. para nossos 0ins. Pois 5ual5uer coisa +5ue a literatura anti*a. dois ver4os para desi*nar a5uilo 5ue cha.anente e sustentadora de atos passados cu3os resultados são as res *estae.e/o .a. a a/ão ocorre e.4os os casos.e/ar al*o novo coincidia.a e1peri6ncia na 5ual ser livre e a capacidade de co.presas e. bevarJnosJla lon*e de.

assi.. seus historiadores i.4ora essa discussão se tornasse decisiva para a tradi/ão. polItica a sua histLriaB partia. de relatar. 5ual5uer outra de suas o4ras.4). *arantia da li4erdade ro.enos esperan/a de encontrar u.ente diverso.os ter ainda . suas perple1idades. :\ verdade 5ue os escritores ro.ana.ana. A*ostinho. A Historio*ra0ia ro.ana. ar4itriu. papel na Filoso0ia *re*a 3usta. 5ue sur*e.ente.penhou nenhu. . deverIa. e1clusiva. as res *estae da Rep>4lica ro. le*ado trans. o 5ue 5uer 5ue tivesse.ente co.a*ina.pria . cu3as conse5:6ncias precisava. u. esta4elecido ao 0undar a cidade.as sua curiosa 0alta de talento 0ilosL0ico.o Ks ve2es.ana. o *rande pensador cristão 5ue de 0ato introdu2iu o livre ar4Itrio de Paulo.era narrativa das *randes 0a/anhas e eventosB ao contrHrio de TucIdides ou de HerLdoto.o a Historio*ra0ia *re*a.as ta. Se a histLria das id)ias 0osse tão coerente co. ao 5ue parece.odo inteira. nunca se contentou co.o li4eru.a id)ia polItica vHlida de li4erdade e.. pois. caracteristica. e..pediu de encontrar u. pois esse inIcio continha o ele.anos se. tornando.ais do pano de 0undo das e1peri6ncias especi0ica.ente devido K sua ori*e. os historiadores ro. 0ala .en*randecer. presos ao inIcio da histLria ro. de *erir. seu >nico tratado polItico. da 0unda/ão da cidade.pre se sentira.anoB sua li4erdade li*avaJse ao inIcio 5ue seus antepassados havia.itido pelos 0undadores de Ro. co. . E. con3unta.ana.ais 5ue natural. A*ostinho apenas a discussão de li4erdade co.ente.ente tão polItica co. De #ivitate Dei.ente polItica.anas do 5ue e. conceito teLrico de li4erdade 5ue 0osse ade5uado Ks suas prLprias e1peri6ncias e Ks *randiosas institui/Mes de li4erdade presentes na res pu4lica ro.a ao povo ro.. não encontra.a no/ão.o ) . os i. essencial. conce4ida de .ana.ente. co. na HistLria da Filoso0ia. contra as tend6ncias antipolIticas da escola socrHtica. cu3os ne*Lcios os descendentes tinha. Todas essas era.ana era u. a . se re4elara.anos..entos cu.ente ro.os e. e. arcar e cu3os 0unda. 3unta. ocasional.dade ro. ^H disse 5ue o conceito anti*o de li4erdade não dese. A #idade de Deus.ento aut6ntico da li4erdade ro. Entretanto. e a li4erdade ) conce4iJ F1E . A*ostinho.. a4 ur4e condita.

ana Inti. a 0). As 0ortes tend6ncias antipolIticas do #ristianis. cada caso ve. ante 5ue.elhor. no entanto.e/ar: a li4erdade. tanto os e1ecuJ 7FF8 bivro S$$. e e. .a. co. o ho.es.ente eventos so4renaturais.ular as i. . ou . pode co.ila*res não são clara. e si.a >nica e .e/o inicial ) rea0ir. 5ue a li4erdade 5ua co. ta.undo. 0oi criado depois 5ue o universo passara a e1istir: OXnitiu.a disposi/ão hu.ana no .pressão se alteraria consideravel.da a5ui não co.ano.over . e 5ue.ente o 5ue todos os .ara.ente ) 5ue A*ostinho era.a palavra co. pensador cristão tenha sido o pri.anaB .ente se as palavras de ^esus #risto 0osse.e/o e. u.undo.undo 3H e1istente al*u. so4re ser cristão.ano e ser livre são u.o u.ado. 5ue nas palavras dos Evan*elhos ) capa2 de re. FT.ontanhas.ana 5ue corresponde a essa pot6ncia.plica/Mes 0ilosL0icas. K .ento e de di0Icil co. Pode.a e1traordinHria co. Não se trata tanto de 5ue o ho.a coisa nova 5ue continuarH a e1istir depois da .os nessas passa*ens u.iliares 5ue a no/ão de 5ue u.a coisa.preensão da li4erdade. de 5ue tal i.plica/Mes 0ilosL0icas da id)ia polItica anti*a da li4erdade nos soa 5uase parado1al. a u.as co. assi.eiro a 0or.e/o se torna .preensão. Deus criou o ho. u.ila*res. na verdade seu produto. creatus est ho.e.ani0esta no ato de 0unda/ão. .ento da li4erdade no universoB o ho.ulou a e1peri6ncia polItica central da Anti*:idade ro.itivo são tão 0a.ento de cada ho. . to.e/arB ser hu. cap..ais a s)rio e.e. suas i. possua a li4erdade co. 5ue os . 0or. ) livre por5ue ele ) u. Estou convencida.ana.o 0ui` FF.ila*res.P ut esset. .o. A >nica e1plica/ão 5ue ve.e.os ne*li*enciar a5ui as di0iculdades e nos re0erir apenas Ks passa*ens e. FX= . Por5ue ) u. e5uacionar sua apari/ão no . A o4ra da 0).orte de cada indivIduo.. Encontra.o pri. pois e.uitas acep/Mes no Novo Testa.undo a 0aculdade de co..e.4).o u. nessa parte de sua o4ra.o de e5uacionHJlo.e. particular da pot6ncia inerente K li4erdade hu.e/o. para introdu2ir no . ) o 5ue os Evan*elhos cha.as so.adas . carHter da e1ist6ncia hu. esse co. ao sur*i. co. No nasci.as a capacidade hu. ne. ro. ou se3a. não ) a vontade.

si*ni0icar ruIna para a vida hu.os histLricos e 5ue tende. do ser para o nãoJser. 3a.elhantes processos histLricos de esta*na/ão pode.pre relativa.. cu3o conte1to constitua. por seu turno envolvidos por processos cLs. estH su3eito. desses processos 5ue deno.ente inesperado. co. não i.edida e.a .os i. se.al.tados por ho.. ato. seus prLprios parN.a inevitHvel ) a 0aculdade da prLpria li4erdade.a nature2a or*Nnica.orte. evento isolado. a pura capacidade de co.e. por).9e2 por todas. '.os parte ta.a s)rie 5ual5uer de aconteci. arrastarJse e perdurar por s)culos eles che*a.Hticos. u.a na/ão ou a hu.e.ais.4). de u. não são .ana.e.inada.enos destruidores 5ue os processos vitais naturais 5ue diri*e. pode.anece intacto nas )pocas de petri0ica/ão e. processo auto. ser se. ho.ente.Hticos: pelos processos terrestres naturais. e. K saciedade casos de civili2a/Mes petri0icadas e irre.icos e sendo nLs . nosso or*anis. tornado auto.4pra tenha.: ) por isso 5ue nenhu. de u.anidade.o T1? processos cLs.o u. sL podere. o a4soluta.porta 5ual possa ser sua ori*e.a necessidade 4iolL*ica. As #i6ncias HistLricas conhece.ente decadentes nas 5uais a ru.ana situada so4re a terra ) circundada por processos auto.icos ou naturaiZ.es.Hticos a 5ue o ho.. e co. E: da nature2a dos processos auto. % 5ue nor.ediavel. nenhu.a a vida hu. disso. Se.etros. a despeito de ser o reino da a/ão.pre: interrup/Mes de u. Nossa vida polItica.entos. deve. de al*u.Htico.a parece predeter.o se.ente curtos na histLria da hu.a ve2 5ue processos histLricos e arti0iciais se tenha. a se tornar tão auto. de ru.ens co.o e 5ue e. 5ue 0a2e.pelidos por 0or/as si. 5ue F1! .aior espa/o na histLria re*istradaB os perIodos de e1ist6ncia livre 0ora.o os e0etuadolS por a*entes divinos. do nasci. a ocupar o . A verdade ) 5ue o auto. e.o ) inerente a todos os processos.anidade.e/ar. al).ilares na . 0a2 parte ta.ar atrav)s da a/ão.ina. d>vida nenhu. li4ertar e salvar u.Hticos co.ento para a . no interior dos 5uais e contra os 5uais pode se a0ir.4). sido acionados pelo ho. 4iolo*ica.atis.ente per. condu2e. isto ).

todos .undo co. Se ) verdade 5ue a/ão e co.potente para interro. a li4erdade não ) vivenciada co.ila*re. o apareci.e/o são essencial.a das 0aculdades hu. a0inal.o 5uando a vida polItica se tornou petri0icada e a a/ão polItica. a evolu/ão do *6nero hu. não da perspectiva do a*ente. 3usta. 5uase todas as suas atividades. di2er. para usar desta e1pressão J o apareci. u. \ da prLpria nature2a de todo novo inIcio o irro. .a de tudo 5ue deno. contudo.ente esse in0inita.pro4a4ilidades in0initas. por assi. e cu3os sinais e vestI*ios pode. .pro4a4ilidade in0inita. e ).a cadeia de . do. sua prLpria esp)cie de .e. considerado.pe. na *a.ento da vida or*Nnica so4re ela.. a li4erdade não ) u.ente o ho.icos e a evolu/ão do ho. i.ina.a e inspira todas as atividades hu.a capacidade de reali2ar . dentre todas as criaturas terrenas. não ) polItica.ento da terra a partir de processos cLs.atis. a partir dos processos da. e.anas e 5ue constitui a 0onte oculta de todas as coisas *randes e 4elas.anece oculta.anece presente .per no . do ponto de vista dos processos no universo e na nature2a. J isto ).a realidade tan*Ivel e concretaB isto ). a 0or.virtude. . e virtuosidade. suprel1`T 5ue so.provHvel 5ue constitui de 0ato a verdadeira tra.ani. .as do processo e.Hticos.o u.a .ano a partir das esp)cies ani. tais circunstNncias.i.ais estranho do 5ue o ) real.a*adoras.ila*res..es.eno essencial. plenitude onde a a/ão tiver criado seu prLprio espa/o concreto onde possa. $sso soa .anas.odo de ser co. na lin*ua*e. al*o 5ue não poderia ser esperado.i. cu3o 5uadro de re0er6ncia ele ocorre e cu3o auto. parece ter rece4ido.4).ento da terra.ente i. e 0inal.. o desenvolvi.ais.a/ão de vida or*Nnica a partir de processos inor*Nnicos. 0enQ. F1G . Todo ato.ila*res deve ser incluIda ta.o interro..o u. sL se desenvolve co.as co.B são .ila*res.e.ente. 5ue a li4erdade pode ser con0undida tão 0acil.os de real.ente es. Toda nossa e1ist6ncia se assenta. u. vida or*Nnica constitue.ente nãoJpolIticoB e. Uas en5uanto essa 0onte per.as 5ue.ente co. .ente id6nticos.o u.ente. se*ueJ se 5ue u. \ por5ue a 0onte da li4erdade per. não o4stante. sair de seu esconderi3o e 0a2er sua apari/ão. Pois.os encontrar e. ) u.per processos auto. e de suas pro4a4ilidades estatistica.

entos são . co. ) repleta de eventosB a5ui. no conte1to de processos histLricos ou polIticos auto.o u.or ou esperan/a.pro4a4ilidade. o papel 5ue a reli*ião atri4ui a .ila*res. E.pacto de u.a . essa e1peri6ncia 4anal.ente eli. e at) . o .entos.o isso possa ser co..ente e1plicHvelB sua 0atualidade transcende e.pleta. F1 .pidos pelo advento de u. para .o/ão e surpresa u.pro4a4ilidade ocorre co.ado. Não ). e. a nature2a. A histLria.es.pre auto.entZ no 0ato de 5ue os processos histLricos são criados e constante. ne. na verdade. . estar preparado para 5uando viere.ila*res.. Uas o .inado. . u. na di.ana.o. presente e.a e 5uase. e.ais . o . pouco supersticioso. A e1peri6ncia 5ue nos di2 5ue os aconteci. te.4ora ne. antecipados co. contraposi/ão co.a trivialidade na vida ord$nHria. ela ) naturalIssi. 5uanto . por . procurar pelo i. aconteci. .ento nunca ) inteira.. . consu.es.previsIvel e pelo i. aviso de realis.ila*res não ) ar4itrHria ne.es. Se. \ e. u.a ve2 se tenha.anos.4ito dos assuntos hu.in0inita i.ostrar 5ue a .enteBh .ensão da polItica.pre portanto irresistIvel.predi2Ivel.ente aplicado ao N.ente interro. 5ue ) T1 ho.otivo dessa 0re5:6ncia estH si.ais 5ue se3a.iraculoso parecerH o ato 5ue resulta na li4erdade. nos causa. virtude desse ele.ila*re do acidente e da in0inita i.os real na e1peri6ncia ordinHria veio a e1istir . 0avor do desastre.ediante coincid6ncias 5ue são .ente e 5ue parece se.o 0alar de .iraculoso.ila*res.aior parte da5uilo 5ue cha. os pratos da 4alan/a e. e não pode ser . \ claro 5ue o e1e.Hticos.pidos pela iniciativa hu.plo dos processos naturais 5ue são interro.era. e esperar .in0inita. en5uanto ser 5ue a*e.plo possui suas li.ais e1traordinHrias 5ue a 0ic/ão. pois. pois ) o desastre e não a salva/ão 5ue acontece se. tanta 0re5:6ncia 5ue parece estranho at) .ita/Mes.ais 0or/a pendere.do diaJaJdia. arti0icialB ao contrHrio. Seria pura supersti/ão a*uardar .preensIvel.ente i. co. % prLprio i.provHvel. pelo initiu. Escolhi o e1e.ila*res so4renaturais seria 5uase inco. toda realidade 5ue os aconteci.ples.a.atica.e. princIpio 5ual5uer antecipa/ão.

o o ho3e são se. J ho.ila*res. a realidade histLrica estH e. de 5ue nenhu.ens 5ue. as possi4ilidades de 5ue o a. Não e1ata.e. vendo do lado de 0ora e se. pode.ens 5ue os reali2a.ensão hu.icas. ) u.. e de 5ue não e. so4re as 5uais se 4aseia a realidade de nossa vida terrena e o carHter . na di. conta 5ue o ho.a terra dentre as ocorr6ncias cLs. isto ).al.%43etiva. inIcio e u.in0initas i.er*isse ho.pre es. ) verdade.o as possi4ilidades de 5ue não sur*isse nunca u.ana.a*adoras. . esta4elecer u. al*u. da evolu/ão da vida ani.os o autor dos .anhã se3a co.as 5uase tanto co. conhece. 5ue.a vida se desenvolvesse a partir de processos inor*Nnicos.iraculoso inerente aos eventos 5ue esta4elece. levar e.a*adoras.. São ho. da li4erdade e da a/ão. FFT . por tere.ente tão es.pro4a4ilidades.e. rece4ido o d>plice do. iniciador.a realidade 5ue lhes pertence de direito. A di0eren/a decisiva entre as .ente.

eteu o .enos. u.ais caracterIsticos e su*estivos ) a crise periLdica na educa/ão. envolvendo Hreas e assu. aparecendo 5uase diaria.ente no noticiHrio 3ornalIstico. N a A. no transcurso da >lti. de seus aspectos .a d)cada pelo .indo 0or. cada paIs.oderno e.undo . 5ue se to. u.)rica.ente não ) preciso *rande i.as diversas. 5uase toda es0era da vida se .eira *rande2a. $ A crise *eral 5ue aco.ente e. toda parte e e. #erta.a*ina/ão para detectar os peri*os de u. A #R$SE NA ED'#Acl%.a polItico de pri. pro4le.ou. declIJ FF1 .ani0esta diversa.E.

\ 3usta.ediata.ente. os ca. co.eu caso ao tratar de u.ente essa cren/a 5ue se te. u. o . m parte essas ra2Mes *erais 5ue 0aria. ao lei*o.pre a tenta/ão de crer 5ue esta. não o4stante as apar6ncias contrHrias de propriedade. as e1peri6ncias polIticas de outros paIses no s)culo SS. contudo. ela a te.ente para os i. Al).portantes so.a situa/ão pro4le. cone1ão co.onstrado invariavel. dar aten/ão a dist>r4ios e.ais partes do . se espalhou por toda a Europa a partir do t)r. e a seriedade do pro4le. pelo 5ual se deveria. e.a crise na educa/ão a seriedade devida. e.ente contrapartida nas de.ais 5ue a eni*. responsa4ili2ar deter. 0enQ. disso.nio se. hH outra ra2ão ainda .po. se co.entares na totalidade do siste. ele pode nada sa4er 7e esse ).pre crescente nos padrMes ele. a crise e. paIs pode. pro4le. ser i*ual.ediata.ino da Se*unda Wuerra Uundial.eira Wuerra Uundial. sido incapa2es de lidar co. evidente.Htica 5uestão de sa4er por 5ue ^oão2inho não sa4e ler.a re*ra *eral neste s)culo 5ue 5ual5uer coisa 5ue se3a possIvel e.ente.Inio. parecer aconselhHvel. sentido especiali2ado. Se isso 0osse verdadeiro.ente FFF .Htica na 5ual ele não estH i.ais convincente para 5ue ele se preocupe co.os tratando de pro4le.a crise na educa/ão.inadas peculiaridades da vida nos Estados 'nidos 5ue não encontraria. tanto di0Icil dar a u. i. \ de 0ato tentador considerHJla co. o pro0undo . sido su4linhada apropriada. a a*ita/ão revolucionHria 5ue se sucedeu K Pri. #erta.eno local e se. ) u.a polItico e as autoridades educacionais não teria.o u.os essa crise na educa/ão co.es. 0uturo previsIvel. de.ente a0etados.ente pelos in>. Apesar disso. as 5uestMes principais do s)culo. ou .a te.ar). hH se.o co.eros es0or/os 4aldados das autoridades educacionais para deter a .ente possIvel e. co. u. nossa )poca: podeJse ad. hH a5ui .o u.ente 0alsa e. nosso siste.parar.pos de concentra/ão e de e1ter. posto 5ue não sou educadora pro0issional8. Hreas acerca das 5uais.alJestar 5ue. pratica. provavel.undo.a escolar não se teria tornado u.a escolar.as especI0icos con0inados a 0ronteiras histLricas e nacionais.itir co.ente 5ual5uer outro paIs.

a crise.ericani2a/ão dos 0ilhos de i. ainda assi. Tecnica. Por . a 0usão e1tre.odo 3ul*a. ) claro. . isto ). ) i.as e e1i*e respostas novas ou velhas. pro4le.a crise nos o4ri*a a voltar Ks 5uestMes .as te. a e1plica/ão reside no 0ato de 5ue a A.envolvido. dese.ais i. Na A.ente.penha u. u.ir 0un/Mes 5ue.4ora a crise na educa/ão possa a0etar todo o . o .ento universal das circunstNncias especI0icas e.ente lo*rada. 5uerer perce4er 5ue ori*inaria.a na A.ente a educa/ão dese. seria. talve2.ente as e1pectativas J sL pode ser cu. educa/ão e a.o nos priva da e1peri6ncia da realidade e da oportunidade por ela proporcionada K re0le1ão.pleta.)rica se.penha FF? .ente o ele. 3uI2os pr)J 0or. indiscutivel. papel di0erente e inco.ados. e a ess6ncia da educa/ão ) a natalidade.ais clara. .i*rantes. '. proporcionada pelo prLprio 0ato da crise J 5ue dilacera 0achadas e o4litera preconceitos J.penhadas nor. co. 5ue ser aprendida na escola.pleta.ente u.undo. respostas a 5uestMes.ar real. e.ais decisivo para nossas considera/Mes ) o papel 5ue a i.undo. desastre 5uando responde.as de 5ual5uer .os sua 0or.ais e1tre.ento de preconceitos si*ni0ica si.entos diretos.i*ra/ão contInua dese. E.ais diversos J nunca co. esta o4via. outros paIses. para o . 0ator na polItica.possIvel che*ar a isolar co.ples.prida . % desapareci.as superando continua.ente elas constituIa.a terra de i.)rica.a na/ãoJestado.a crise na educa/ão poderia se to.a.ente do 5ue e. u.os a ela co. tudo a5uilo 5ue 0oi posto a nu.)rica.pre 0oi u. ) si*ni0icativo o 0ato de encontrar.ente 5ue perde.portante politica.es.o ) L4vio.ente di0Icil dos *rupos )tnicos . de e1plorar e investi*ar a ess6ncia da 5uestão e.ente deve assu. 5ue nos apoiHva.a atitude dessas não apenas a*u/a a crise co. #o.aior parte dessas crian/as o in*l6s não ) a lIn*ua natal. '.ediante a instru/ão.ente no lar.a *eral possa se apresentar e. . \ a oportunidade.i*rantesB co. #ontudo.al.os de ordinHrio se. o 0ato de 5ue seres nasce. 5ue ele aparece.paravel.)rica u. apenas na A. e a ra2ão ) 5ue.o para a .os as respostas e.ente 5ue u.a crise sL se torna u.ente . '. preconceitos.a .

idade co. essa nova orde.es. antes da Declara/ão da $ndepend6ncia J .pre 0oi o le.per0ecti4ilidade ili. era.itante con0ian/a e.ente resultaria.i*rantes para povoar a terra. sua *rande2a consiste no 0ato de 5ue. J o4servada por Toc5ueville co.itada.Se.ano so4re toda a terra. prontas para in*ressar na co. são para o paIs u. novo .ivel. con0or.)rica não ) si.aneira e. *randioso desI*nio da provid6ncia para a ilu.odelo per0eito.u.s e.o. % entusias. '.ente u..undo e1terior J co. u. 5ue plane3ava a4olir a po4re2a e a escravidão. desde o inIcio. e a conco. 5uase todos os aspectos da vida diHria a. co.ples. do Uundo. os rec). A A.)rica o 0ator deter.portNncia dadas aos rec).por pretensMes i.aior e e.ava suceder alhures na 0unda/ão de utopias J para con0rontarJse co..na consci6ncia polItica e na estrutura psI5uica do paIs. 5ual a A. presu.o a a4ertura de u.a Nova %rde..pouco 0oi seu propLsito i.a aten/ão .undo.e/ou sua e1ist6ncia histLrica e polItica. dessa 0unda/ão de u. ter dado 4oasJvindas a todos os po4res e escravi2ados do .presso e. instru/ão. sua estrutura polItica. . evan*elho a outros.ento.o costu. Uas ao . ultrapassado a in0Nncia e estare.periais ou ser pre*ada co.ina/ão e e. as crian/as. o . ao tere.4ora independa deles e. Para a A. toda nota de dLlar J Novus %rdo Secloru. e ta.undo e1terior caracteri2ouJse desde o inIcio pelo 0ato de esta rep>4lica. se.)rica co.ericana.e.o o credo do ..a3or i. outros paIses do %cidente J.o e1traordinHrio pelo 5ue ) novo. Esse 0oi o intento ou lei 4Hsica e.a *arantia de 5ue isto representa a nova orde.ho.inante se.a . ve2 disso.ina/ão da po4re2a e da opressão.a i.i*rantes.pre considerei a coloni2a/ão da A.po. anos o desenvolvi..Jche*ados.o pessoas 3ovens. paIs colonial carecendo de i. E. e.Jche*ados por nasci. u. de 5ual5uer . e 5ue co. 1!=E J isto ).unidade dos adultos co. FF< . % si*ni0icado dessa nova orde. . não se desli*ou do .o te. Nas palavras pronunciadas por ^ohn Ada. as 5uais. isto ). tal precede de 5uase ce. %s i.undo contra o anti*o.)rica co. 0oi e ) a eli. e1i4ido e. u.o u.ento e. sua rela/ão co.ancipa/ão da parte escravi2ada do *6nero hu.

#o. isto ).ente Li neLi.ente u. 5uer 5ue 5ueira educar adultos na realidade pretende a*ir co. isto ). hH a interven/ão ditatorial.plica o4via. no 5ual a educa/ão tornouJse u. a5ueles 5ue são por nasci.o u. en5uanto o o43etivo real ) a coer/ão se. a5ueles 5ue 3H estão educados.a 0or. a.ento e por nature2a novos.os *re*os cha. isso i. polIticaB o 5ue hH ) u. a princIpio. &ue. Por esse .undo co.o se o novo 3H e1istisse.anhã utLpico ) ne*ado. as cnan/as a seus pais e si.e/ar das crian/as se se 5uer produ2ir novas condi/Mes per.ente na5uele s)culo. a palavra .a nova orde.penhar papel nenhu.ente o .onopLlio dos . cidadãos de u. atrav)s de 0or/a e coa/ão.ente anterior ao s)culo S9$$$.educa/ão. *rave e5uIvoco: ao inv)s de 3untarJse aos seus i*uais.ediante a educa/ão. os novos. o uso da 0or/a.ente as doutrina. su4trae.o não se pode educar adultos. ne. pois na polItica lida. novo .pos anti*os. A educa/ão não pode dese. co.ovi.ulacro de educa/ão.es. si.ente criar u. polItica .aneceu sendo principal.o *uardião e i.otivo na Europa. dese3ar seria. HH o 0ato adicional.al e. DerivouJse dessa 0onte.a de educa/ão.penhado pela educa/ão e.pediJlos de atividade polItica. si.ples.ente in0luenciado por Rousseau.ava.ento de todas as pessoas . contudo.o Ks crian/as 5ue se 5uer educar para 5ue se3a.pli. ne.. a partir dos te. na polItica.o u. se verH o4ri*ado K pavorosa conclusão platQnica: o 4ani. e a prLpria atividade polItica 0oi conce4ida co. e.4ora consideravel. soa . assu. . e 5ue se tornou decisivo para o si*ni0icado da educa/ão. ideal educacional.ento da polItica.ais velhas do Estado a ser 0undado. atrav)s da persuasão. ao che*are.entos revolucionHrios de 0eitio tirNnico 5ue. &ue. u. Uas . 0ait acco.ostra o 5uanto parece natural iniciar u. % papel dese.pre*nado de Rousseau e de 0ato direta. so. ao poder. No 5ue toca K polItica. 4aseada na a4soluta superioridade do adulto.ente se desenvolveu conceitual e politica. e a tentativa de produ2ir o novo co.ples. de 0ato. seu prLprio FFE . a cren/a de 5ue se deve co. todas as utopias polIticas.os co. instru. de 5ue esse pathos do novo.indo o es0or/o de persuasão e correndo o risco do 0racasso. i.

e ) e1ata.ente esse 0ato 5ue torna tão di0Icil 3ul*ar a5ui correta.os.otivos.odo al*u.ente .a terra de i.undo pree1istente. pois 4rota direta.undo adulto possa propor de novo ) necessaria.ana o 0ato de 5ue cada *era/ão se trans0or.)rica. . construIdo pelos vivos e pelos .ente não ) esta.ãos dos rec). 5ue.i*rantes.ais s)rias apenas e.ente esses pro4le. ta. a seus pais. de u. 1T papel polItico 5ue a educa/ão e0etiva. .ple1o de .er*ente do pathos do novo produ2iu suas conse5:6ncias .papel 0uturo no or*anis. isto ).Novo Uundo.as a0eta. por).es.ortos. . e o 5:6 ) .a nova *era/ão para u. possi4ilitou K5uele co.i*ra/ão. e de 5ue a5ui as pessoas são de 0ato a3udadas a se des0a2ere. pois a 0rase .undo anti*o. nosso prLprio s)culo.ais 0orte do 5ue a realidade. u.ericana 4Hsica.a e. pois. A5ui. para a. o 0ato de 5ue as escolas não apenas serve. . u.undo no 5ual são introdu2idas as crian/as. so4 a divisa da FF= . senso e a4surdo levar a ca4o. 0undHJla co. ) u. ocorre na A.pressionante . a ilusão e. a +ilusão ) .a e1peri6ncia a. do ponto de vista dos . 0: claro 5ue a verdadeira situa/ão a4soluta. a de 5ue ) possIvel 0undar u.)rica. respeito K prLpria educa/ão. Tudo isso de .. e sL ) novo para os 5ue aca4ara.odo 5ue preparar u.Jche*ados sua prLpria oportunidade 0ace ao novo. de tal .u+ndo vellio. #o.ente representa e. . de u. Antes de . % . novo . Pertence K prLpria nature2a da condi/ão hu.4).ediante a educa/ão das crian/as.ais nada.irHvel por outros .undo novo sL pode si*ni0icar o dese3o de arrancar das . 5ual se3Bl.undo.a nova orde. u. . u. de penetrar nele pela i.ericani2ar as crian/as ..4ora ad.ais. .ente de u.as. continuu. e.ais velho do 5ue eles .ais novos.o polItico.a i. 0oi re3eitado por não poder encontrar nenhu.es.a solu/ão para a po4re2a e para a opressão. plena consci6ncia de u.undo anti*o e a entrar e. histLrico. retira seu si*ni0icado de 9elho Uundo.iscelNnea de 4o.undo novo estH sendo construIdo . tudo isso encora3a a ilusão de 5ue u.oderna`` teorias educacionais ori*inHrias da Europa #entral e 5ue consiste. o 5ue 5uer 5ue o .oZ na A.

educa/ão pro*ressista, u,a radical revolu/ão e, todo o siste,a educacional. A5uilo 5ue na Europa per,anecia sendo u, e1peri,ento, testado a5ui e ali e, deter,inadas escolas e e, institui/Mes educacionais isoladas e estendendo depois *radual,ente sua in0lu6ncia a al*uns 4airros, na A,)rica, hH cerca de vinte e cinco anos atrHs, derru4ou co,pleta,ente, co,o 5ue de u, dia para outro, todas as tradi/Mes e ,)todos esta4elecidos de ensino e de aprendi2a*e,. J Não entrarei e, detalhes, e dei1o de 0ora as escolas particulares e, so4retudo, o siste,a escolar paro5uial catLlicoJro,ano. % 0ato i,portante ) 5ue, por causa de deter,inadas teorias, 4oas ou ,Hs, todas as re*ras do 3uI2o hu,ano nor,al 0ora, postas de parte. ', procedi,ento co,o esse possui se,pre *rande e perniciosa ,i,portNncia, so4retudo e, u, paIs 5ue con0ia e, tão lar*a escala no 4o, senso e, sua vida polItica. Se,pre 5ue, e, 5uestMes polIticas, o são 3uI2o hu,ano 0racassa ou renuncia K tentativa de 0ornecer respostas, nos depara,os co, u,a criseB pois essa esp)cie de 3uI2o ), na realidade, a5uele senso co,u, e, virtude do 5ual nLs e rioss,os cinco sentidos individuais estão adaptados a u, >nico ,undo co,u, a todos nLs, e co, a a3uda do 5ual nele nos ,ove,os. % desapareci,ento do senso co,u, nos dias atuais ) o sinal ,ais se*uro da crise atual. E, toda crise, ) destruIda u,a parte do ,undo, al*u,a coisa co,u, a todos nLs. A 0al6ncia do 4o, senso aponta, co,o u,a vara ,H*ica, o lu*ar e, 5ue ocorreu esse des,orona,ento. +E, todo caso, a resposta K 5uestão: J Por 5ue ^oão2inho não sa4e lerR J ou K 5uestão ,ais *eral: J Por 5ue os nIveis escolares da escola a,ericana ,)dia acha,Jse tão atrasados e, rela/ão aos padrMes ,)dios na totalidade dos paIses da EuropaR J não ), in0eli2,ente, si,ples,ente o 0ato de ser este u, paIs 3ove, 5ue não alcan/ou ainda TS padrMes do 9elho Uundo, ,as, ao contrHrio, o 0ato de ser este paIs, nesse ca,po particular, o ,ais .avan/ado. e ,oderno do ,undo. E isso ) verdadeiro e, u, d>plice sentido: e, parte al*u,a os pro4le,as educacionais de u,a sociedade de ,assas se tornara, tão a*udos, e e, nenhu, outro lu*ar as teorias ,ais ,odernas no ca,J FF!

po da Peda*o*ia 0ora, aceitas tão servil e indiscri,inada,ente. Desse ,odo, a crise na educa/ão a,ericana, de u, lado, anuncia a 4ancarrota da educa/ão pro*ressiva e, de outro, apresen,ta u, pro4le,a i,ensa,ente di0Icil por ter sur*ido so4 as condi/Mes de u,a s&ciedade de ,assas e e, resposta Ks suas e1i*6ncias. A esse respeito, deve,os ter e, ,ente u, outro 0ator ,ais *eral 5ue, ) certo, não provocou a crise, ,as 5ue a a*ravou e, notHvel intensidade, e 5ue ) o papel sin*ular 5ue o conceito de i*ualdade dese,penha e se,pre dese,penhou na vida a,ericana. HH nisso ,uito ,ais 5ue a i*ualdade perante a lei, ,ais, ta,4),, 5ue o nivela,ento das distin/Mes de classe, e ,ais ainda 5ue o e1presso na 0rase .i*ualdade de oportunidades., e,4ora estZ tenha u,a ,aior i,portNncia e, nosso conte1to, dado 5ue, no ,odo de ver a,ericano, o direito K educa/ão ) u, dos inalienHveis direitos cIvicos. Este >lti,o 0oi decisivo para a estrutura do siste,a de escolas p>4licas, por5uanto escolas secundHrias, no sentido europeu, constitue, e1ce/Mes. #o,o a 0re5:6ncia escolar o4ri*atLria se estende K idade de de2esseis anos, toda crian/a deve che*ar ao. col)*io, e o col)*io ) portanto, 4asica,ente, u,a esp)cie de continua/ão da escola pri,Hria. E, conse5:6ncia dessa aus6ncia de u,a escola secundHria, a prepara/ão para o curso superior te, 5ue ser proporcionada pelos prLprios cursos superiores, cu3os currIculos padece,, por isso, de u,a so4recar*a crQnica, a 5ual a0eta por sua ve2 a 5ualidade do tra4alho ali reali2ado. PoderJseJla talve2 pensar, K pri,eira vista, 5ue essa ano,alia pertence K prLpria nature2a de u,a sociedade de ,assas na 5ual a educa/ão não ) ,ais u, privil)*io das classes a4astadas. ',a vista d+olhos+ na $n*laterra, onde, co,o todos sa4e,, a educa/ão secundHria ta,4), 0oi posta K disposi/ão, e, anos recentes, de todas as classes da popula/ão, ,ostrarH 5ue não ) isso +T 5ue ocorre. bH, ao 0i, da escola pri,Hria, tendo os estudantes a idade de on2e anos, instituiuse o te,Ivel e1a,e 5ue eli,ina 5uase 1Tn dos escolares 5uali0icados para instru/ão superior. % ri*or dessa sele/ão. não 0oi aceito, ,es,o na $n*laterra, se, protestosB na A,)rica, ele si,ples,ente teria sido i,J FFG

possIvel. % 5ue ) intentado na $n*laterra ) a .,eritocracia., 5ue ) o4via,ente ,ais u,a ve2 o esta4eleci,ento de u,a oli*ar5uia, dessa ve2 não de ri5ue2a ou de nasci,ento, ,as de talento. Uas isso si*ni0ica, ,es,o 5ue o povo in*l6s não este3a inteira,ente esclarecido a respeito, 5ue, ,es,o so4 u, *overno socialista, o paIs continuarH a ser *overnado co,o o te, sido desde te,pos i,e,oriais, isto ), ne, co,o ,onar5uia ne, co,o de,ocracia, por), co,p oli*ar5uia ou aristocracia J a >lti,a, caso se ad,ita o ponto de vista de 5ue os ,ais dotados são ta,4), os ,elhores, o 5ue não ) de ,odo al*u, u,a certe2a. Na A,)rica, u,a divisão 5uase 0Isica dessa esp)cie entre crian/as ,uito dotadas e pouco dotadas seria considerada intolerHvel. A ,eritocracia contradi2, tanto 5uanto 5ual5uer outra oli*ar5uia, o princIpio da i*ualdade 5ue re*e u,a de,ocracia i*ualitHria. Assi,, o 5ue to,a a crise educacional na A,)rica tão particular,ente a*uda ) o te,pera,ento polItico do paIs, 5ue espontanea,ente pele3a para i*ualar Fu apa*ar tanto 5uanto possIvel as di0eren/as entre 3ovens e velhos, entre dotados e pouco dotados, entre crian/as e adultos e, particular,ente, entre alunos e pro0essores. ( L4vio 5ue u, nivela,ento desse tipo sL pode ser e0etiva,ente consu,ado Ks custas da autoridade do ,estre ou Ks e1pensas da5uele 5ue ) ,ais dotado, dentre os estudantes. Entretanto, Z i*ual,ente L4vio, pelo ,enos a 5ual5uer pessoa 5ue tenha tido al*u, contato co, o siste,a educacional a,ericano, 5ue essa di0iculdade, enrai2ada na atitude polItica do paIs, possui ta,4), *randes vanta*ens, não apenas de tipo hu,ano ,as ta,4), educacional,ente 0alandoB .e, iMdo caso, esses 0atores *erais não pode, e1plicar a crise e, 5ue nos encontra,os presente,ente, e ta,pouco 3usti0ica, as ,edidas 5ue a precipitara,. 11 Essas desastrosas ,edi5as pode, ser re,ontadas es5ue,atica,ente a tr6s pressupostos 4Hsicos, todos ,aisrdo 5ue 0a,iliares. . % pri,eiro ) o de 5ue e1iste FF

*rupo. indivIduo isolado. na .uito . isto ). pode. te. ou 3o*adas a si F?T .. 5ue ) a tirania da . São elas. suspensas. todo caso.anciparJse da autoridade dos adultos.eiro pressuposto 4Hsico levar e. se.potente ante a crian/a individual e se.edida do po`BsIvel.ente .ente incapa2es de 0a26Jlo.a situa/ão dessas. A autoridade de u.o 5uando ela não ) sustentada por . ) 4e.er*entes do 0ato de 5ue pessoas de todas as idades se encontra.a situa/ão e. as chances desta de se. de u. %s adultos aI estão apenas para au1iliar esse *overno. di2er.a autoridade .os do ponto de vista da crian/a individual.a pessoa 5ue.itir 5ue elas *overne. encontraJse na posi/ão. E. sua situa/ão.ais 0orte e tirNnica do 5ue a . por assi. su3eita a u. no entanto. Assi.os e 5ue se deve. &uanto K crian/a no *rupo. A autorZdade 5ue di2 Ks crian/as individual. u.undo dos adultos. As rela/Mes reais e nor.4ate a 5ue. re4elar ou 0a2er 5ual5uer coisa por conta prLpria são pratica. per. e.ente o 5ue 0a2er e o 5ue não 0a2er repousa no prLprio *rupo de crian/as J e isso.ais severa autoridade de u. 4anidas do .ais entre crian/as e adultos. 5ue o adulto se acha i.ediHvel. e si.a luta 4e.. ao e. o resultado 0oi sere.aioria dos outros.. a crian/a não 0oi li4ertada. Poucas pessoas adultas são capa2es de suportar u.pulsão e1ternosB as crian/as são pura e si. entre outras conse5:6ncias. e.ais terrIvel e verdadeira.ples. . da ess6ncia desse pri. as crian/as. a a4soluta . são assi. *era u.ente nulasB ela não se encontra .a .pre si.eios de co. autQno. E ) assi.inoria de u. ve2 disso. a solidariedade das de. desi*ual co.undo.ente tirNnica.ente reunidas no .pre consideravel. contar co.es. por de0ini/ão irre.undo da crian/a e u. ) verdade.o 5ue este se3a u.a sociedade 0or. ela. natural.ente o *rupo. ) se. pior 5ue antes.ada entre crian/as. .aioria.. conta so.ais e. a4soluta superioridade so4re ela. Ele apenas pode di2erlhe 5ue 0a/a a5uilo 5ue lhe a*rada e depois evitar 5ue o pior aconte/a. contato co.as no co. de sua prLpria classeB e.ais crian/as. .u. . e não a crian/a individual. u. .ultanea. con0ronto co. *rupo de crian/as. Se a olhar.ente.es.

as. $Ião raro acontece encontrarJse apenas u. u. suas prLprias . '. pressuposto 4Hsico acerca da aprendi2a*e.)todos de co. ar*u.oderno de0endeu durante s)culos e 5ue encontrou e1pressão conceitual sisJ F?1 . 5ue a 0onte . se re4elar.undo dos adultos.o a pessoa 5ue. contra o 5ual.is. So4 a in0lu6ncia.a t)oria . conheci.uito si. na crise atual a Peda*o*ia e as escolaB de pro0essores sL se tornou possIvel devido a u. disso.ente *rave da 0or. #ontudo.ente nos col)*ios p>4licos. ne*li*encia.ente a4andonados a seus prLprios recursos. passo K 0rente de sua classe e. e 0re5:ente.ais 5ue nLs . ela resultou nas >lti.es.os.at)rias.oderna e dos princIpios do Pra*.ples. u. e do 5ual não pode.ais e1istir.. escapar para nenhu. ho. pressuposto 5ue o .entar. 5ue pode si.os. elas não pode. por sere.istura de a. *eral a ponto de se e. não pode . da Psicolo*ia .ancipar inteira.ples.a ci6ncia do ensino e.undo . ) u. 5ue *ostaria de se a4ster de todos os .ente li*ada a u.o o pro0essor não precisa conhecer sua prLpria . #o.atis. a Peda*o*ia trans0or.a da auZoridade do pro0essor.e. u.es.oderna acerca da aprendi2a*e. $sso 5uer di2er. o pernicioso papel 5ue representa. sa4e . outro . crian/as. ou entre*ues K tirania de seu prLprio *rupo.pulsão por ser capa2 de con0iar apenas e.ente ) u. a ver co. Dessa 0or.as d)cadas e.a/ão dos pro0essores e. não ) ..a/ão ) no ensino.at)ria.ento e1tre. por sua ve2. não pode. por sua superiLridHde nu. o el`Gino. cpntra o 5ual.ouJse e. % se*undo pressuposto 4Hsico 5ue veio K tona na presente crise te. . 5ue não apenas os estudantes são e0etiva. pensavaJse.4os.o.4).undo por lhes ter sido 4arrado o . sua prLpria autoridade.Inio de 5ual5uer assunto particular.ento. estH natural.o ou a delin5:6ncia 3uvenil. Era . Essa atitude.. se3a dada a isso a 0or. particular.a.ente ensinalB+ 5ual5uer coisaB sua 0or. essa pressão tende a ser ou o con0or. e não no do. Al). nosso conte1to. A rea/ão das crian/as a.)rica. co.a 5ue se 5ueira.as ta.ais e pode 0a2er . inti.a.ente. co.o lo*o vere. o pro0essor nãoJautoritHrio. pro0essor.ente da .at)ria e0etiva a ser ensinada.a .ais e0ica2.ente a aplica/ão do terceiro pressuposto 4Hsico e.ais le*Iti.a.

co.a de atividade 5ue 4rota espontanea. pensavaJse.Lvel ou a utili2ar u.arte.ento.ente co. F?F .te.a .ente co.o por não levar e. ao inv)s disso.es.ais vIvido e apropriado de co. Esse pressuposto 4Hsico ). institui/Mes vocacionais 5ue tivera. ensinar a diri*ir u. no sentido anti*o. levada tão lon*e 5uanto possIvel.ente o 5ue pode ser aprendido .o se di2ia.Htica no Pra*. pelo 0a2er e do tra4alho pelo 4rincar J pode ser ilustrada direta.ento petri0icado. . ar*u. 5ue a crian/a ad5uirisse os pr)Jre5uisitos nor. se atri4uiu i. incapa2es de 0a2er co.Inio 5ue tenha o pro0essor de sua .conheci. e o resultado 0oi u.preender a5uilo 5ue nLs .ais i.ente de sua e1ist6ncia en5uanto crian/a. .o. da distin/ão entre 4rin5uedo e tra4alho J e. ou. conta co.ento da crian/a no .portNncia toda especial K dilui/ão.otivo por 5ue não 0oi atri4uIda nenhu. por ser a >nica 0or..a cone1ão entre essas duas coisas J a su4stitui/ão da aprendi2a*e.os 0i2e. A inten/ão consciente não era a de ensinar conheci. na . de viver. co.a esp)cie de trans0or. outras pessoas e ser popular. So. auto.onstrasse constante. nesse processo. 5uanto 0ora.at)ria 0oi o dese3o de levHJlo ao e1ercIcio contInuo da atividade de aprendi2a*e.ão de s>a prLpria iniciativa l>dica.edida do possIvel.portante para a .porta.o. de.o ter 61ito co.a i. .entos.ente pelo ensino de lIn*uas: a crian/a deve aprender 0alando. 0avor do pri.H5uina de escrever. co. o aprendi2ado pelo 0a2er.as. não apenas por e1a*erar o4via. su4stituir. A Inti. de tal .o o sa4er ) produ2ido. tanto 61ito e.itisse.eiro.a/ão de institui/Mes de ensino e. o 5ue ) .a atitude de passividade. 0or/ando a crian/a K u.ediante o 4rin5uedo 0a2 3usti/a a essa vivacidade. . % . e sua aplica/Zo K +educa/ão ) tão pri. o de 5ue sL ) possIvel conhecer e co. estH no 4rin5uedoB a aprendi2a*e.odo 5ue ele não trans. A atividade caracterIstica da crian/a.Hria 5uanto L4via: consiste e..odo . Entretanto. o4ri*avaJa a a4rir .ais de u. % 4rincar era visto co.atis. o 0ito de a)larar u.os.portNncia ao do. de inculcar u.o o .a ha4ilidade. currIculo padrão.undo.as si. essa descri/ão ) 0alha.

.ente 5uando se pode .ano e.ento do carHter destrutivo desses pressupostos 4Hsicos e de u.es.a desesperada tentativa de re0or.ais velha o .a i.Htica e da sinta1eB e. 5ue este pode ser cha.ensa a.porHria. por e1cel6ncia. o hH4ito *radual. e por5ue oculta ao .ado de u. e. autoridadeB o . ou se3a. ela ) e1cluIda do .undo.encionar a 5uestão de sa4er se isso ) possIvel ou não J ) possIvel. A atual crise.ento.anter a crian/a. e 5ual5uer 5ue se3a a valide2 da 0Lr. entre outras coisas.undo dos adultos e. da crian/a. lIn*ua estranha da .ente .antida arti0icial.a restaura/ão: 7o ensino serH condu2ido de novo. Ao 0a26Jlo. ao . . . deveria preparar a crian/a para o . so4 o prete1to de respeitar a independ6ncia da crian/a. planos de u.)rica.ento natural entre adultos e crian/as.ar todo o siste. 0avor da .ente.o te.Htica. cQ.o o4serva.4iente de lIn*ua estran*eira J. ser hu.plia/ão das 0acilidades de educa/ão nas #i6ncias FIsicas e e. escala li.era e1ist6ncia.eira in0Nncia. a5ui.o 5ue ao 4rincar e na continuidade ininterrupta da .&rin5uedo deverH ser interro.po o 0ato de 5ue a crian/a ) u.a etapa te.a . deve aprender u.eiro pressuposto 4Hsico. outras palavras.ente claro 5ue esse processo tenta consciente.ente ad5uirido de tra4alhar e de não 4rincar. tecnolo*ia J não ) .aneira co. desenvoZvi.ente no seu prLprio . de trans0or. consiste do ensino e da aprendi2a*e.odo de aprendi2a*e. Essa reten/ão da crian/a ) arti0icial por5ue e1tin*ue o relaciona.ula pra*. 5uando criancinha.pido drlrante as horas de F?? .edida e. so. 0a2endo. autono. o dia todo no a. Se3a 5ual 0or a cone1ão entre 0a2er e aprender.anter a crian/a . u. tende a tornar a4soluto o . ) e1tinto e. o 5ual. sua aplica/ão K educa/ão. e não pelo estudo da *ra.itada.o. Ta. resulta do reconheci.ais possIvel ao nIvel da pri. Se. ou se3a. ) per0eita. de 5ue a in0Nncia ) u.aneira co. na A.ia do . o 5ue se estH procurando de 0ato J e1ceto 5uanto aos.ente da .es. na .os no caso do pri.undo da in0Nncia e1ata. aprendeu sua prLpria lIn*ua: co.a prepara/ão para a condi/ão adulta.HJlo inteira.isto ). A5uilo 5ue.a educacional.undo da in0Nncia.4).undo.undo dos adultos.ais 5ue u.

da vinda de novos seres hu.undo . a se*unda 5uestão. e o tra4alho s)rio reto. disso. por 0i.ular os currIculos de escolas secundHrias e ele.a crise na educa/ão e. o 5ue não se deve 0a2er. ou se3a.pre se pode aprender. de co. % 5ue i. os aspectos do .el1te se revelara.entares e necessHrias da sociedade hu. durante d)cadas. re0letindo so4re o papel 5ue a educa/ão dese. o 5ue pode. Essas re0or. estado de vir a ser.as propostas.odo a preparHJlas para as e1i*6ncias inteira.anece tal 5ual ). 5ual5uer ocasião ori*inaria s)ria preocupa/ão.a insta4ilidade . não se acha.His t)cnica.. u.undo de ho3e. isto ).os tenha.a dupla 5uestão.ericano. 5ue estão ainda e.es.ais *erais na sociedade . so4re a o4ri*a/ão 5ue a e1ist6ncia de crian/as i.entos prescritos no currIculoB 0alaJse .porta para nossa ar*u.pouco a 5uestão . Não discutirei ta. de trans0or. nos ocupar a5ui. se renova continua.ais ele. e. discussão e são de interesse pura.ente norteJ a. co. al).o. de aprender al.ar os atuais +currIculos dos pro0essores de .Jche*ados.4ora talve2 a lon*o pra2o ainda .enta/ão ) u.as si.odo 5ue eles .ente novas do . di2er e 0a2er coisas e.ais per. se pudesse. dos erros. Assi.as e. 5uais são os . para os conheci.o ) possIvel re0or. contradi/ão tão 0la*rante co. toda civili2a/ão.anaR #o. as crian/as. 5ue ^a.es. a crian/a.adoB a 6n0ase serH deslocada das ha4ilidades e1tracurriculares .ais i.entares de todos os paIses de .ana.oderna. e.. não precisa. sensoR E. u. 111 '.*o antes de+ se convertere. aca4ados. &uais 0ora. . por). o 4o. .aula. se*undo lu*ar.anos.portante.otivos reais para 5ue.o se não re0letisse.penha e.es. A educa/ão estH entre as atividades . F?< .a crise e u.os aprender dessa crise acerca da ess6ncia da educa/ão J não no sentido de 5ue se.oderno e de sua crise 5ue e0etiva. .o ocorre no presente caso.os co.ente atrav)s do nasci. Esses rec).e/are. na crise educacional.ento.. ne*li*entes para co.pMe a toda sociedade hu.

rela/ão a u. possui para o educador u.anos. u. o relaciona. *atinho ) u. processo de 0or.odo al*u. rec). entrar e.ais assu. e não se aplica Ks 0or. de outro.undo.ples. o .ano. do . p lu*ar tradicional dH crian/a ) a 0a. certo sentido contra o . não apenas trou1era. processo de 0or.pe so4re ele a cada nova *era/ão.es.o te.es.aneira al*u. A crian/a partilha o estado de vir a ser co. todas as coisas vivasB co. ta.orte e no 5ual transcorrerH sua vida. Z %s pais hu.a. duplo aspecto: ) nova e. e co.ano e ) u. .B co. K se*uran/a da vida privada entre 5uatro pKredes. ser hu.aisB corresponde a .as de vida ani. .a/ão. duplo relaciona. coincide.undo hu.undo necessita de prote/ão.ento da crian/a voltaJse e. rela/ão a seus 0ilhos.ediante a concep/ão e o nasci. a educa/ão seria apenas u.o43eto da educa/ão. E1T . cu3os .ento. e.ente os introdu2ira.ultanea.o. e0eito pode.undo.ento.ano e. 0or.undo 5ue e1istia antes dela. Por precisar ser pr te*ida do . A responsa4ilidade pelo desenvolvi. para 5ue não se3a derru4ado e destruIdo pelo ass)dio dp novo 5ue irro. entre as 5uais a vida 0a3Jniliar privada F?E .a 0un/ão da vida e não teria 5ue consistir e.ento co. Essas duas responsa4ilidades de . por).a criatura viva ainda não concluIda. lado.undo.e. ser hu.ento. o .e.es.o . contudo. Uas a crian/a sL ) nova e.undo 5ue lhe ) estranho e se encontra e. e.po. *ato e.ento e na prHtica do viver 5ue todos os ani. .ente u. Esse duplo aspecto não ) de .>tuo con0lito. a preserva/ão da vida e do treina.as si. na educa/ão a responsa4ilidade.ente reto.a/ãoB ) u.undo e1terior e .se recolhe. . Eles assu.undo. 5ue continuarH apLs sua .u. da preocupa/ão para co. si.Jche*ado nesse .Ilia. aL . seus 0ilhos K vida .a/ão. u. a crian/a ) u. a vida.undo. respeito K vida e seu desenvolvi. novo ser hu.undo: a crian/a re5uer cuidado e prote/ão especiais para 5ue nada de destrutivo lhe aconte/a de parte do . Se a crian/a não 0osse u.odo 5ue u. Por). pela vida e des)nvolvi.4). de u.e.a/ão. . processo de 0or.ento da crian/a e pela continuidade do .4ros adultos diaria. nHda al). Essas 5uatro paredes. .ano e.a evidente por si .

levar a4soluta. e assi.B por). e. crescer. 4oa coisa. o . se.u.a esp)cie de vida p>4lica. inundando tudo nas vidas privadas dos i. No .es.ente para a vida da in0Nncia. as pessoas são levadas e. *eral. . e. e não apenas a vida ve*etativa. processo de 0or.undo. ta. a vida 5ua vida não interessa aI. 5ue procura esta4elecer u.undo . se. seres hu. chocaJnos co.undo de crian/as.undo co. so4retudo nas condi/Mes de ho3e.anos e. co. 0or/adas a se e1por K lu2 da e1ist6ncia p>4lica. pois F?= . so4retudo.plicados. Elas encerra.ento da crian/a se3a o resultado da educa/ão . na .anente. e0eito. u. por .a u.anece o 0ato de 5ue as crian/as isto ). e ela deve `ler oculta e prote*ida do . L 5ue nenhu. o tra4alho. contra o aspecto p>4lico do+ . $sso ) verdade não so.oderna.undo. tanta 0re5:6ncia a crian/as de pais 0a.a penetra as 5uatro paredes e invade seu espa/o privado.edrar.ente e. #ontudo.ente estranho 5ue tal dano ao desenvolvi. conta. A 0a. % .ente a . Esse.er*e das trevas. co.osos não dão e.ãos co. Parece L4vio 5ue a educa/ão . 5ue cada pessoa contri4ui para co. precisa da se*uran/a da escuridão para poder crescer.ais 0orte 5ue se3a sua tend6ncia natural a orientarJse para a lu2. o clarão i.aneira 5ue as crian/as não t6. de tal .es. destrLi as condi/Mes necessHrias ao desenvolvi.das pessoas ) vivida. Tudo 5ue vive. .undo Ri4lico. pode ser o . conta o 0ato de 5ue esta não ) u.a coisa viva pode .a 0raude.otivo por 5ue co. a todos. o tra4alho de nossas .ento e cresci.undo se. %corre.a destrui/ão do espa/o vivo real toda ve2 5ue se tenta 0a2er das prLprias crian/as u. a prote/ão da inti.a/ão.undo p>4lico. lu*ar se*uro.idade e da se*uran/a. lu*ar se*uro onde possa. por).4). Entre esses *rupos de i*uais sur*e então u. sua 5ualidade vital ) destruIda.presa ) de certa 0or.as para a vida hu. tra2endo consi*o.und*.a vida p>4lica real e de 5ue toda a e.u. Toda ve2 5ue esta ) per.oderna. e1ata.ana e.placHvel dZ . ainda não aca4ados J são assi. . per..edida e. escudo contra o . e.o assi. isto ). . esp)cie de . por).não lhe pode dar aten/ão.ais u.ento vitais.ente e1posta ao .undo e.o al*o real. constitui u.

caracteri2ava o .ente e.o o 4e.a vq:rdadeira li4era/ão para os tra4alhadores e .ento da privatividade. se.o não sendo .oB por esse .ulheres J pois eles não erandl so. %s >lti.undo p>4lico. co. sua preserva/ão e enri5ueci. o seu aspecto p>4lico. 5ue preenche. lo*o apLs se ter che*ado K conclusão de 5ue o erro e.ancipar a crian/a e li4erHJla dos padrMes ori*inHrios de u.esta sustentava 5ue seu >nico propLsito era servir a crian/a. co. de .o 5ue si*ni0icara u. supre.oderna desde o inIcio dos te.ancipou essa vida e todas as atividades envolvidas e.a 0un/ão necessHria no processo vital da sociedade.as na . despre2adas ou si. relativa.anho redu2idoR % . e a5uk& . não co. adulto e. as crian/as. todos os s)culos anteriores.undo p>4lico e sua rela/ão .a peculiaridade de nossa sociedade. :0: u.ento e desenvolvi.ancipa/ão 0ora. re4elandoJse contra os . direta.o pMde então acontecer 5ue as . .ente. considerar a vida.undo adulto.edida e.o postulados evidentes por si .ento do oculta. contraste co.ente tarde a .os. ida e. considera/ão a nature2a Inti.ais ele.. isto ). :0: esse o sentido real da e.es.odo al*u. consci6ncia das conse5:6ncias 5ue deveria.ento da crian/a 0osse.undo adulto.ples. ao co.ais 5ue u. co.ente i*noradasR #o. u. ta.pos .ente tra4aJ F?! . #o.ais 5ue 5ual5uer outra coisa. a vida terrena dos indivIduos e da 0a. su0iciente. co.os le.os a sere.>tua.oderni2ar a educa/ão.o pQde acontecer 5ue se e1pusesse a crian/a K5uilo 5ue. . a educa/ãoB deve antes ser procurado nos 3uI2os e preconceitos acerca da nature2a da vida privada e do .4rar.e/are.o pessoas.)todos do passado por não levare. u.es.ulheres.a da crian/a e suas necessidades. . e1pondoJa K lu2 do . se. caracterIsticos da sociedade . d>vida.Ilia. ela e. aceitara.ancipa/ão dos tra4alhadores e das . .a coisa necessHria.ente para a vida da crian/a. a ver.o pode.otivo desse estranho estado de coisas nada te.% S)culo da #rian/a.otivo. a0etados por esse processo de e. e. acarretar necessaria.entares condi/Mes de vida necessHrias ao cresci. toda a educa/ão passada 0ora ver a crian/a co.odernos e 5ue os educadores.

as ta.os entre o do.lhadores e . . por nature2a. a escola não ) de . e.ento vital.undo p>4lico. .adureci.ento prepondera so4re o 0ator personalidade.undo co. A situa/ão ) inteira. entre o 5ue so.over o 4e. pro. No entanto. Tais tare0as são 4asica.ente não se torna .ento para 5ue não ha3a dist>r4ios e. isto ).a . 5ue ainda estão no estH*io e.ento.ente a crian/a ) introdu2ida ao . ve2 disso.Ilia.ais ela introdu2 entre o privado e o p>4lico u.ulheres. de al*u.. a vere.pete.. e sere.ente a sociedade . A5ui.undo p>4lico.ente.ais *raves 5ue possa. e.ente pode vice3ar enco4erta.a es0era social na 5ual o privado ) trans0or. 5uanto . . isto ). o . &uanto . pelo Estado. p>4lico e viceJversa.ais diri*idas para.a 0or. de todo intencionaisB o o43etivo central de todos os es0or/os da educa/ão .Inio privado do lar e o .ples 0ato da vida e do cresci.pre tenha. 5ue o si.al. o . a 0alar e sere. a se*uran/a do oculta.Jche*ado e Z 0orKsteiro. rela/ão K crianJ F?G . 5ue pede.ais co. Z sua al/ada o ensino e a aprendi2a*e.ado e.ais di0Iceis torna as coisas para suas crian/as. o 0ito de 0a2er co.enos verdadeiro caso os es0or/os 0eitos ne.undo e não deve 0in*ir s6JlaB ela ).Ilia para o .ente.ente.aneira esperada.ais ur*ente da A.. ao rec). e o 0racasso neste ca. ouvidos J constituiu a4andono e trai/ão no caso das crian/as.odo al*u.ente e a5uilo 5ue precisa ser e1i4ido a todos K plena lu2 do .oderna re3eita a distin/ão entre a5uilo 5ue ) particular e a5uilo 5ue ) p>4lico. % 5ue 3a2 na 4ase dissoR Nor.undo 3H e1istente e 5ue não conhece. responsa4ilidade das escolasB co. a institui/ão 5ue interpo.ento não ) e1i*ido pela 0a.oderna 0oi o 4e.ente diversa na es0era das tare0as educacionais não .pleta. ser essas viola/Mes das condi/Mes para o cresci. .undo. .as não e1clusiva.4). 0ato esse 5ue evidente. pessoas. se.po ) o pro4le.a. 5ue se3a possIvel a transi/ão.. K pessoa 3ove.. e si. da 0a. e assi. a crian/a.+ vistos. lo*rado 61ito e.Jestar da .eira ve2 atrav)s da escola. tendo portanto direito ao . Por . por). nascido e. seu a.pareci.undo p>4lico.)rica atual. ) certo 5ue elas não 0ora.Jestar da crian/a. ou se3a..undo pela pri. u. o co.

ento co. Nessa etapa da educa/ão. 0orasteiro no .undo.a coisa 5ue 3a. .plIcita no 0ato de 5ue os 3ovens são introdu2idos por adultos e. por .edida e.undo co.as al*u.undo. u. 5ue a crian/a não te. A autoridade do educador e as 5uali0ica/Mes do pro0essor não são a . Face K crian/a. rela/ão ao 3ove.undo assu. conhecer 78 . . Essa responsa4ilidade não ) i. sua educa/ão.ente possa 5uerer 5ue ele 0osse di0erente do 5ue ). . F? . essa não ) tanto a responsa4ilidade pelo 4e.4ora certa 5uali0ica/ão se3a indispensHvel para a autoridade.e a 0or.a responsa4ilidade pela crian/a.udan/a.undo de 0ato.undo pelo 5ual deve assu. certo sentido o . deveJse introdu2iJla aos pou/os a eleB na . $sto.ais esteve aI antes. virtude da 5ual ele não ) apenas u. por).aior 5ue se3a. e ) preciso proi4iJla de to.4ora não o tenha 0eito e ainda 5ue secreta ou a4erta.undo e. ) co. &ual5uer pessoa 5ue se recuse a assu.ar parte e.edida e. e.a ve2 u. essa responsa4ilidade pelo .undo.ir a responsa4ilidade coletiva pelo . do ponto de vista *eral e essencial.ente aos educadoresB ela estH i.ais u.ento de 5ualidades e talentos pessoais.o representante de u.ir a responsa4ilidade.4ora não se3a ainda o .J estar vital de u. sL 5ue. deveJse+ cuidar para 5ue essa coisa nova che*ue K 0rui/ão e.a coisa e. ) a sin*ularidade 5ue distin*ue cada ser hu. sua autoridade se assenta na responsa4ilidade 5ue ele assu. e. representante de todos os ha4itantes adultos.o se ele 0osse u.ina. todavia. Na educa/ão. A 5uali0ica/ão do pro0essor consiste e. a 5uali0ica/ão.o ele ).o por a5uiloJ 5ue *eral.undo. nunca en*endra por si sL autoridade.ano de todos os de. cresci. 5ue ela ) nova. todo caso.es. a*ora. E. . d>vida. o educador estH a5ui e. 0a. a escola representa e. se. contInua .e por este .a de autoridade. apontando os detalhes e di2endo K crian/a: J $sso ) o nosso . co.ente deno.a coisa.undo não deveria ter crian/as. a 5ualidade e.undo e ser capa2 de instruir os outros acerca deste.iliaridade co. rela/ão ao . o .ais./a. os adultos assu.undo.posta ar4itraria. Na . E.e.os de livre desenvolvi.

ente.: sa4e.ais e1i*ir ou con0iar a nin*u). Na educa/ão. AZ crian/as não pode. a assu. na perda . as crian/as.a cone1ão entre a perda de autoridade na vida p>4lica e polItica e nos N.o esse a4surdo trata.penha u.ples. si*ni0icar 5ue as e1i*6ncias do .o se estivesse.a coisa: 5ue os adultos se recusa. o ato de assu.ente si*ni0ica. . dia co.undo ao 5ual trou1era. este3a. respeito K autoridade.o u.os de orde. Evidente.4ora .ais nada J pois a viol6ncia e o terror e1ercidos pelos paIses totalitHrios evidente.aioria adulta J e.inoria opri.4). tra4alhado+ 3untas.ais au.ente su4.a i*ual responsa4ilidade pelo ru. a autoridade ou não representa . se3a a de o4edec6Jlas.ente nada t6. Não resta d>vida de 5ue.ais radical se torna a descon0ian/a 0ace K autoridade na es0era p>4lica.ente contestado. ess6ncia. papel e t6. co. .undo. A autoridade 0oi recusada pelos adultos. ou.etido a prova na prHtica educacional . autoridade J. ao contrHrio.ir a responsa4ilidade por tudo o . 5ue as pessoas não 5uere. no . e. não pode haver tal a^tt 4i*:idade 0ace K perda hodierna de autoridade.Puis 4e. Ao re. e isso so.4as as inten/Mes dese.a .penha. hH u.pre 5ue a autoridade le*Iti.over. &ual5uer 5ue se3a nossa atitude pessoal 0ace a este pro4lelTaa. a responsa4ilidade pelo curso das coisas no .undo estH sendo re3eitada. a ver co.ente.a e1istiu ela esteve associada co. ) L4vio 5ue. &uanto . se e1i3a de todos u. papel alta.ente repudiadosB toda e 5ual5uer responsa4ilidade pelo . ho3e e.4itos privados e pr)JpolIticos da 0a. diante.H1i. si. natural.ir a responsa4ilidade pelo . pode ser 5ue isso si*ni0i5ue 5ue. .oderna.o.a .oderna da autoridade.os a autoridade da vida polItica e p>4lica. sendo consciente ou inconsciente. contudo.undo e seus recla. de a*ora e. Uas isso pode ta.uitas ve2es. a proJ F<T .o as coisas anda. derru4ar a autoridade educacional. si.ida carente de li4erta/ão tenha sido e0etiva. .ente.os todos co.ais.enta.ento das crian/as co. . na vida p>4lica e polItica. pois se.Ilia e da escola.ultanea e ine1tricavel. $sso.o do . se3a a responsa4ilidade de dar ordens.ente pode si*ni0icar u. a. u. dese. so4 a opressão de u.es.undo.

tudo isso ta. nossa tradi/ão de pensa.ento polItico tradicional J 5ue a perda de autoridade iniciada na es0era polItica deva ter. tornandoJse. 4aseiaJse e. Decorre da nature2a do pro4le.porHria.eira ve2. rela/ão Ks crian/as.preendia a autoridade polItica.B e. 5ue a autoridade polItica 0oi solapada pela pri. 9oc6 deve.ente não ) acidental 5ue o lu*ar e.undo.e.a J isto ).ana. da nature2a da atual crise de autoridade e da nature2a de nosso pensa. polItica. casaB co.a e1pressão . o .o nLs não esta. para seu des*osto co. pois.o o . \ 3usta.inar na es0era privadaB o4via. e. se3a onde a crise . a A. por outro lado.oriais nos acostu.4a4ilidade de 5ue a es0era privada não per. do ponto de vista da di*nidade hu.)rica.os .odelo da cria/ão dos 0ilhos. isto ). .a.pos i. u.ais clara para sua insatis0a/ão co.ento polItico.es. o 5ue sa4er.oderno.odelo por cu3o inter. são . e. de 0ato. A perda *eral de autoridade.oderna da educa/ão se 0a/a sentir co. todo F<1 . 5ue a autoridade parecia ser ditada pela prLpria nature2a e independer de todas as .e.e.4i*:idade ao conceito de autoridade e. nã5 deve nunca e1istir. .aior intensidade. E.a superioridade a4.o se os pais dissesse.=oluta 5ue 3a. a responsa4ilidade por tudo isso. a considerar a autoridade dos pais so4re os 0ilhos e de pro0essores so4re alunos co. 5ue sua recusa a assu.udan/as histLricas e condi/Mes polIticas.a superioridade pura. tentar entender isso do 3eito 5ue pudere.ovi. o estado de coisas.ir. . 5uais ha4ilidades do. HH o 0ato adicional.ist)rios par anLs. % ho. não poderia encontrar nenhu.ente decisivo.uito a salvo e. todos os dias: J Nesse .o se . autocontraditLrio 5uando aplicado a rela/Mes 5ue por nature2a não são te. se*undo lu*ar.porHrias J co.entar nele.ais poderia e1istir entre adultos e 5ue.os.4).inar. ao se*uir o . \ co. 5ue pode ser encontrado 3H e. . e.odelo.undo.ais radical do 5ue sua intrusão na es0era pr)JpolItica. de 5ue hH te.ane/a incLlu.ente te. Platão e AristLteles.)dio se co.ente tal .o as rela/Mes entre *overnantes e *overnados. 5ue con0ere tão e1traordinHria a.uito provavel. Ele se 4aseia so4retudo e. não poderia encontrar e1pressão . u.

E. .a.pliou at) certo ponto a di0iculdade de identi0icar a situa/ão co. ) u.o a responsa4ilidade a.uito revolucionHrias.ais 7T8 .)rica 0oi real.ento do .)rica poses .po. Essa atitude.o. Tal atitude conservadora.ais sonhou iniciar a nova orde. não pode senão levar K destrui/ão.inados a intervir.ido J e não sL na A.o e. As palavras de Ha.os Ks nossas .plica.undo 5ue ) aI assu. toda parte . todos esses co. .pre a4ri*ar e prote*er al*u.as 5ue se apresenta e.undo.ida i.. F<F . Uas isso per. e.a Zociedade de . contradi/ão co. a alterar. ou .ãos por voc6s.undo. a criar a5uilo 5ue ) novo. de evitar . assu.entos. ) irrevo*avel.a coisa J a crian/a contra o . PBB verdade 5ue as e1peri6ncias peda*L*icas .o ele ). parte. o . cu3a tare0a ) se. Ues. ) J claro. ela 3a. tanto no todo co.. continua e1istindo o 0ato in5uestionHvel de 5ue. polItica aceitando o .os inocentes.porta. visto 5ue o . no sentido de conserva/ão. orde.ente preservar o status 5uo J.aldito ter nascido para colocHJlo e.ais 5ue isso.ada por este espIrito revolucionHrio.caso.)ricaB .ente ani.enos 5ue e1ista. a .pla pelo .a nova orde.anos deter. o Ldio .undo co. o 5ue a.assa. o novo contra o velho.anece vHlido apenas no N. e não no N.a da5uele . % cursed spite that ever $ Cas 4orn to set it ri*ht. nas rela/Mes entre adultos e crian/as.r J são . 0a2 parte da ess6ncia da atividade educacional.let: J . sinto. o direito de e1i*ir satis0a/Mes. ) claro. per. J 5ue outrora ani. procurando so.The ti. 0or. conservadora e.a particular. pela educa/ão.% te. provocando certo *rau de con0usão na discussão do pro4le. onde a*i. o dese3o revolucionHrio de u.anecendo.odernas t6.undo Novus %rdo Secloru. voc6s não t6. seres hu.undo contra a crian/a.ente radical e desesperada so4 as condi/Mes de u.os e.undo visIvel e.eio a adultos e co.a atitude conservadora. ao contrHrio. So. lava.4ito da educa/ão. u. a ver co. 5ue a A.oderno estranha.po estH 0ora dos ei1os.elhor. nada te. o velho contra o novo.e 5ue o conservadoris.4ito da polItica.ente 0adado K ruIna pelo te.e is out o0 3oint. A 0i. i*uais.ou a A.alJentendidos: pareceJ. clare2a. no . durante o perIodo e.at)ria educacional.

) claro. porJe.os nossa esperan/a apenas nisso. A crise da autoridade na educa/ão *uarda a . (.ples. orde. suas a/Mes. o 5ual a educa/ão si.itado. se des*asta.es.undo contra a .ente di0Icil de atin*ir. 5ue.po li.os se. ele deve ser. novo conservadoris.ente não ) possIvel se torna.undo. cada crian/a ) 5ue a educa/ão precisa ser conservadoraB ela deve preservar essa novidade e introdu2iJla co. $9 A verdadeira di0iculdade na educa/ão .pre.Jorde. ) se.ortalidade de seus criadores e ha4itantes. desde o inIcio de nosso s)culo. at) . e... dado 5ue seus ha4itantes . pois ) essa a situa/ão hu.undo 5ue ou 3H estH 0ora dos+ ei1os ou para aI ca.ortal co. ser asse*urado. \ so4re. por .os ditar sua apar6ncia 0utura.ples. por).ente.ortais e serve de +lar aos .5ue u.ente educar de tal . % . 5ue o . ) 5ue tudo destruI.ana 4Hsica.undo velho.oderna estH no 0ato de 5ue.pre do novo 5ue cada *era/ão apartaB precisa. o4soleto e rente K destrui/ão. possa.ortais durante te..ente e.ortais.odo di0Icil para o educador arcar co. HH sLlidas ra2Mes para isso.os se tentar.Ini. a despeito de toda a conversa da .odo . ou serH. corre o risco de tornarse .odo 5ue nLs.o de conserva/ão e de atitude conservadora se.os controlar os novos de tal .a ) si.ente. e. ainda 5ue não possa nunca. % pro4le. esse aspecto F<? .ãos .pre educando para u.ou . N assa esperan/a estH pendente se. .o eles. . E1ata. u.uda.ente.a valide2 . +a crise da tradi/ão. os velhos.inha. continua. co.ais revolucionHrio 5ue possa ser e. esta.enos verIdicas para cada nova *era/ão. Para preservar o . ad5uirido talve2. e. continua. do ponto de vista da *era/ão se*uinte. posto e. u. 4ene0Icio da5uilo 5ue ) novo e revolucionHrio e.ais persuasiva do 5ue antes.o. nossos dias. e1traordinaria. a crise de nossa atitude 0ace ao N.4ora tenha.undo ) criado por .4ito do Passado. visto 5ue 0eito por .ente por 4asear.o a5uele .Rsica.oda acerca de u.ente possIvel. e.o al*o novo e. continue sendo e0etiva.ais estreita cone1ão co.

a pausa para apreciar o 5ue se estH 0a2endo. co. #ontra o pano de 0undo ina4alado de u.orais 4Hsicas da sociedade co. co.unidade dos .oderna. a )poca .e. diante.ples. antepassado. para os 5uais ser e apar6ncia coincidia.pleto ) o acordo entre o ethos especI0ico do princIpio peda*L*ico e as convic/Mes )ticas e .o e1e.at)ria de educa/ão. portanto. co.es.a isso 0osse verdadeiro para 5ual5uer civili2a/ão.. .odelo. este3a e. Durante . pode servir de . pois a rever6ncia ante o passado era parte essencial da .e.plo.odo 5ue sua prLpria pro0issão lhe e1i*e u. visto ser 3H 5uase u.oderna. de tal .o. se5uer 0a2er u.ar consci6ncia dessa 5ualidade particular de si prLprio.4ora de .o u. todo8 considerar o passado 5ua passado co.as apenas deslocado so4re 0unda. a atitude *re*a diante da vida. da Renascen/a e. ou . . ainda 5ue. se. e isso não 0oi .odi0icado ou e1tinto pelo #ristianis.o.ana 7e.anoJcristã. não 0oi necessHrio to.ediador entre o velho e o novo.cnJ F<< .undo das apar6ncias. &uando Woethe disse 5ue envelhecer ) . ) de 0ato relativa. rela/ão ao . Era da ess6ncia da atitude ro.ais e1celente 5ualidade hu..undo e co. pois ) de seu o0Icio servir co.ente da co. sua o4serva/ão era 0eita no espIrito dos *re*os.aneira al*u. envelhecido. .ente ao envelhecer e ao desaparecer *radativa.o .o u.ente 0Hcil 0a2er direito as coisas e.o para a tradi/ão ocidental co. nosso .o u. cada instNncia.undo das apar6ncias. respeito e1traordinHrio pelo passado. os antepassados. tão co. e.a tradi/ão dessa nature2a.ente a*ora ele se pode acercar da e1ist6ncia na 5ual ele serH u.a 0un/ão polItica 7e esse caso era >nico8.entos di0erentes. A atitude ro.a . por e1e.entalidade ro.ana ) a idade provectaB 5ue o ho. contradi/ão não sL co.ana.ana teria sido 5ue 3usta.ortais o ho. vias de desaparecerB isto por5ue so. atin*e sua 0or.odelo para os vivos. 5ue a .plos de conduta para seus descendentesB crer 5ue toda *rande2a 3a2 no 5ue 0oi. Nas palavras de PolI4io. e.da crise . na 5ual a educa/ão possui u.a autoridade para os outros.uitos s)culos.ais caracterIstica de e1ist6ncia. e. Tudo isso se pMe e. por todo o perIodo da civili2a/ão ro. educar era si.o *radativo retirarJse do . todo. isto ).

undo . $sso 5uer di2er 5ue não se pode.os de levar e. não poder esta a4rir . nesse caso senão dois aspectos da . % pro4le. . e1ceto K .ais precisa.undoB pode. e.ples.ento e da a/ão hu. e ta.os 5ue estH ao.Htico.pouco si.a palavra e. a ca.a su4stNncia.ente voltar para trHs.entar o estranha. visto 5ue se rende ao curso do te. por ter ta. Por outro lado.ente 5ue a crise não en*ol0arH sua es0era particular de vida.ais e. co.uito sentido a*ir.oderno estH no 0ato de.a.o. por). processo auto.o se apenas nos houv)sse. alcance do poder do pensa.antido F<E .ples.os at) ad. atravessado a vida co.ente di*nos de vessos antepassados. #o.itir 5ue nos de0ronta.te .0a2erJvos ver 5ue sois inteira. 0rente. sendo livres para.oderno. sL pode.4ora e.per e deter tais processos. da autoridade. tal posi/ãoB não 0a2 .ento do . visto não haver li. ne.ão ne.ente e. nIvel diverso. so4 a >nica condi/ão de não es5uecer. da tradi/ão.. ta.o se a situa/ão 0osse a . . dia. ela sL pode au. a 5ual5uer .es.a di0erente. e nesse .a da educa/ão no .es. .4).o a >lti..o e autoridade não era. Tal retrocesso nunca nos levarH a parte al*u..ente na autoridade inclusiva do passado en5uanto tal. se3a pressionando para 0rente a crise.a situa/ão da 5ual a crise aca4ou de sur*ir.o não passaria de u.estre arrai*avaJse 0ir.inhar e. u. % reto. se3a aderindo K rotina 5ue acredita 4onachona.ister o educador podia ser u.era e irre0letida perseveran/a. e ser o4ri*ada.ente co.ites Ks possi4ilidades de no/Mes a4surdas e caprichosas.pouco .undo 5ue não+ ) estruturado ne. Ao considerar os princIpios da educa/ão te.panheiro de luta. por sua nature2a.undo . a .o. não nos encontra.ea/ados de todos os 0lancos.co.panheiris.4ora talve2 e. 0or.os a5ui presu. Ho3e e.panheiro de tra4alho.a repeti/ão da e1ecu/ão J e.ivel.co.ento. 5ue são ataviadas co.undo pelo 5ual 3H so. apesar disso. onde 5uer 5ue a crise ha3a ocorrido no ..po.ento do . condu2ir K ruInaB para ser . ou u.inho certo.os co.os a.os .ana interro. pela autoridade ne. conta esse processo de estranha. e a autoridade do . os olhos *rudados no +passado. reencontrar o ru. u. ci6ncia.e.o 5ue e1traviado do ca.a.os co. ir si.es.

deve.pre .os decisiva. tratar crian/as co. a educa/ão.a aplica/ão *enerali2ada no . se*undo lu*ar.itir.o te.as si. e. estado hu.4ora se. voltaJse inevitavel. de u. cada caso. elas no . co. e.undo ).po F<= . u.undo 3unto K nossas crian/as e aos 3ovens. clara de 5ue a 0un/ão da escola ) ensinar Ks crian/as co.es.as não possue. conceito de autoridade e u. se.o se não vivesse. para co. 5ue vive. e. no .uralha a separar as crian/as da co. e não instruIJlas na arte de viver.adurasB 3a. e aci. Não se pode educar se. $sso si*ni0ica.os ter e.a de tudo do N. pois o treina.os u.possIvel deter.ar u. Ela .ento pro0issional nas universidades ou cursos t)cnicos. respeito K idade.ais 5ue elas .es.a atitude radical.eira conse5:6ncia disso seria u. Ele não visa .a atitude 0ace ao passado 5ue lhe são apropriados . Dado 5ue o .o o . capa2 de viver por suas prLprias leis. 5ue não apenas pro0essores e educadores. todos nLs.ente diversa da 5ue *uarda. por). o diplo. rela/ão a eles u.as. 0inal previsIvel.undo dos adultos. de indivIduo para indivIduo.a civili2a/ão para outra e ta.a re*ra *eral onde a linha li. não o4stante.4ito da educa/ão dos de. não co. si .os e.a esp)cie de especiali2a/ão.o se a in0Nncia 0osse u.coeso pela tradi/ão.uda 0re5:ente.ente para o passado. não i. . A educa/ão. se*.es.inar .undo ) velho. validade *eral. a pri. entretanto.o se elas 0osse.4).a cole*ial.ente co.4ito da vida p>4lica e polItica.itado e particular dele.porta o 5uanto a vida se3a transcorrida no presente. E.unidade adulta. o outro. u. Na prHtica.ais a introdu2ir o 3ove. ao contrHrio da aprendi2a*e.ais se deveria per. de paIs para paIs. ). na . a aprendi2a*e.o . 5ue tal linha se tornasse u. \ i. para aplicar e1clusiva. .o u.ente.a . todo. ao .pre tenha al*o a ver co.undo e co.ente o N. não devendo recla.a co. precisa ter u. e. nossa civili2a/ão esse 0inal coincide provavel.Itro0e entre a in0Nncia e a condi/ão adulta recai. co..pre divorciar.edida e. #u. E. educar adultos ne..es. .preensão 4e. contudo.ais. a conclusão do curso secundHrio.o.undo co.ediante u. a linha tra/ada entre crian/as e adultos deveria si*ni0icar 5ue não se pode ne. por).ento li.ente a ele u.o u.ano autQno.

ensinarB u. 5ue na verdade deve.os portanto dele*ar K ci6ncia especI0ica da peda*o*ia. ) a rela/ão entre adultos e crian/as e. e 5ue não pode. A educa/ão ).os ao .undo e a4andonHJlas a seus prLprios recursos. . nossa atitude 0ace ao 0ato da natalidade: o 0ato de todos nLs vir. co. aprendi2a*e. tal *esto. 5ue decidi.uita 0acilidade. *eral.+ e.preender al*u. % 5ue nos di2 respeito.os ainda .oral e e. .pouco arrancar de suas .. por).os se a. ta. anteced6ncia para a tare0a de renovar u.a.a educa/ão se.4). ter.undo ao nascer.os a responsa4ilidade por ele e.undo co. e ta.prevista para nLs.os o . A educa/ão ) o ponto e.ãos a oportunidade de e. preparandoJas e. \ . para colocHJlo e.os nossas crian/as o 4astante para não e1pulsHJlas de nosso . retLrica .uito 0Hcil. ve2 disso co.ente renovado . ou.undo o 4astante para assu.os e de ser o .u.ais *erais e e1atos. Tudo iso são detalhes particulares. salvHJlo da ruIna 5ue seria inevitHvel não 0osse a renova/ão e a vinda dos novos e dos 3ovens.a. F<! . ser entre*ues aos especialistas e peda*o*os. por isso ser educado.a coisa nova e i. e podeJse aprender durante o dia todo se.ediante o nasci. ensinar se. contudo.ocional. co..ir..undo constante. onde decidi.os se a.ento. ) va2ia e portanto de*enera. educar.

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