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ARENDT, Hannah. Entre o Passado e o Futuro

ARENDT, Hannah. Entre o Passado e o Futuro

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Hannah Arednt, Entre o Passado e o Futuro
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ARENDT, Hannah. Entre o passado e o Futuro.

São Paulo: Editora Perspectiva, 1

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PREF"#$%: A &'E(RA ENTRE % PASSAD% E % F'T'R% Notre h)rita*e n+est pr)c)de d+aucun testa,ent - .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, nenhu, testa,ento.. Talve2 esse se3a o ,ais estranho dentre os a0oris,os estranha,ente a4ruptos e, 5ue o poeta e escritor 0ranc6s Ren) #har condensou a ess6ncia do 5ue viera, a si*ni0icar 5uatro anos na R)sistance para toda u,a *era/ão de escritores e ho,ens de letras europeus1, 7$8 9er, para essa cita/ão e as su4se5:entes, Ren) #har, Feulllets d+H;pnos, Paris, 1 <=. Escritos durante o >lti,o ano da Resist6ncia, de 1 <? a 1 <<,. e pu4licados na #ollection Espoir, or*ani2ada por Al4ert #a,us, tais a0oris,os, 3unta,ente co, o4ras posteriores, aparecera, e, in*l6s so4 o titulo H;pnos @aAin*B Poe,s and Prose, NeC DorA, 1 E=. FG

o colapso da Fran/a, aconteci,ento total,ente inesperado para eles, esva2iara, de u, dia para outro, o cenHrio polItico do paIs, a4andonandoJo Ks palha/adas de pati0es ou idiotasB e eles, a 5ue, nunca ocorrera to,ar parte nos ne*Lcios o0iciais da Terceira Rep>4lica, vira,Jse su*ados para a polItica co,o 5ue pela 0or/a de u, vHcuo. Desse ,odo, se, pressentiJlo e provavel,ente contra suas inclina/Mes conscientes, viera, a constituir, 5uer o 5uisesse, ou não, u, do,Inio p>4lico onde J se, a para0ernHlia da 4urocracia e ocultos dos olhos de a,i*os e ini,i*os J levouJse a ca4o, e, 0eitos e e, palavras, cada ne*Lcio relevante para os pro4le,as do paIs. $sso não durou ,uito. ApLs al*uns curtos anos, 0ora, li4erados do 5ue ori*inal,ente havia, pensado ser u, .0ardo. e arre,essados de volta K5uilo 5ue a*ora sa4ia, ser a leviana irrelevNncia de seus a0a2eres pessoais, sendo ,ais u,a ve2 separados do .,undo da realidade. por u,a )paisseur triste, a .opacidade triste. de u,a vida particular centrada apenas e, si ,es,a. E, se se recusava, a .voltar Ks OsuasP verdadeiras ori*ens, a OseuP ,iserHvel co,porta,ento., nada lhes restava senão reto,ar K velha e va2ia pele3a de ideolo*ias anta*Qnicas 5ue, apLs a derrota do ini,i*o co,u,, de novo ocupava, a arena polItica, cindindo os anti*os co,panheiros de ar,as e, *rupelhos se, conta, 5ue não che*ava, se5uer a constituir 0ac/Mes, e alistandoJos nas inter,inHveis pol6,icas de u,a *uerra de papel. A5uilo 5ue #har previra e antecipara lucida,ente en5uanto a luta real ainda prosse*uia .Se so4reviver, sei 5ue terei de ro,per co, o aro,a desses anos essenciais, de re3eitar silenciosa,ente 7não repri,ir8 ,eu tesouro. J acontecera. Eles havia, perdido seu tesouro. &ue tesouro era esseR #on0or,e eles ,es,os o entendera,, parece ter consistido co,o 5ue de duas partes interconectadas: tinha, desco4erto 5ue a5uele 5ue .aderira K Resist6ncia, encontrara a si ,es,o., dei1ara de estar .K procura Ode si ,es,oP des*overnada,ente e co, ,ani0esta insatis0a/ão., não ,ais se. suspeitara. de .hipocrisia. e de ser .u, ator da vida res,un*ão e descon0iado., podendo per,itirJse .desnuJ F

darJse.. Nessa nude2, despido de todas as ,Hscaras, tanto da5uelas 5ue a sociedade desi*na a seus ,e,4ros co,o das 5ue o indivIduo urde para si ,es,o e, suas rea/Mes psicolL*icas contra a sociedade, eles havia, sido, pela pri,eira ve2 e, suas vidas, visitados por u,a visão da li4erdadeB não, certa,ente, por tere, rea*ido K tirania e a coisas piores J o 5ue 0oi verdade para todo soldado dos E1)rcitos Aliados J, ,as por se havere, tornado .contestadores., por havere, assu,ido so4re seus prLprios o,4ros a iniciativa e assi,, se, sa46Jlo ou ,es,o perce46Jlo, co,e/ado a criar entre si u, espa/o p>4lico onde a li4erdade poderia aparecer. .A cada re0ei/ão 5ue 0a2e,os 3untos, a li4erdade ) convidada a sentarJse. A cadeira per,anece va2ia, ,as o lu*ar estH posto.. %s ho,ens da Resist6ncia Europ)ia não 0ora, ne, os pri,eiros ne, os >lti,os a perdere, seu tesouro. A histLria das revolu/Mes J do verão de 1!!=, na Filad)l0ia, e do verão de 1!G , e, Paris, ao outono de 1 E= e, (udapeste J, 5ue deci0ra, politica,ente a estLria ,ais recQndita da idade ,oderna, poderia ser narrada ale*orica,ente co,o a lenda de u, anti*o tesouro, 5ue, so4 as circunstNncias ,ais vHrias, sur*e de ,odo a4rupto e inesperado, para de novo desaparecer 5ual 0o*oJ0Htuo, so4 di0erentes condi/Mes ,isteriosas. E1iste,, na verdade, ,uito 4oas ra2Mes para acreditar 5ue o tesouro nunca 0oi u,a realidade, e si, u,a ,ira*e,B 5ue não lida,os a5ui co, nada de su4stancial, ,as co, u, espectroB e a ,elhor dessas ra2Mes ) ter o tesouro per,anecido at) ho3e se, no,e. E1iste al*o, não no espa/o sideral, ,as no ,undo e nos ne*Lcios dos ho,ens na terra, 5ue ne, ao ,enos tenha u, no,eR 'nicLrnios e 0adasJ,adrinhas parece, possuir ,ais realidade 5ue o tesouro perdido das revolu/Mes. E, todavia, se voltar,os as vistas para o princIpio desta era, e so4retudo para as d)cadas 5ue a precede,, podere,os desco4rir, para nossa surpresa, 5ue o s)culo S9$$$, e, a,4os os lados do AtlNntico, possuiu u, no,e para esse tesouro, desde então es5uecido e perdido J 5uase o dirIa,os J antes ,es,o 5ue o prLprio tesouro desaparecesse. % no,e, na A,)rica, 0oi .0elicidade p>4lica., 5ue co, suas conota/Mes de .virtude. e .*lLria. entende,os tão pouco ?T

co,o a sua contrapartida 0rancesa, .li4erdade p>4lica.: a di0iculdade para nLs estH e, 5ueB e, a,4os os casos, a 6n0ase recaIa so4re .p>4lico.. Se3a co,o 0or, ) K aus6ncia de no,e para o tesouro perdido 5ue alude o poeta ao di2er 5ue nossa heran/a 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,. % testa,ento, di2endo ao herdeiro o 5ue serH seu de direito, le*a posses do passado para u, 0uturo. Se, testa,ento ou, resolvendo a ,etH0ora, se, tradi/ão J 5ue selecione e no,eie, 5ue trans,ita e preserve, 5ue indi5ue onde se encontra, os tesouros e 5ual o seu valor parece não haver nenhu,a continuidade consciente no te,po, e portanto, hu,ana,ente 0alando, ne, passado ne, 0uturo, ,as tãoJ so,ente a se,piterna ,udan/a do ,undo e o ciclo 4iolL*ico das criaturas 5ue nele vive,. % tesouro 0oi assi, perdido, não ,erc6 de circunstNncias histLricas e da adversidade da realidade, ,as por nenhu,a tradi/ão ter previsto seu apareci,ento ou sua realidadeB por nenhu, testa,ento o haver le*ado ao 0uturo. A perda, talve2 inevitHvel e, ter,os de realidade polItica, consu,ouJse, de 5ual5uer ,odo, pelo olvido, por u, lapso de ,e,Lria 5ue aco,eteu não apenas os herdeiros co,o, de certa 0or,a, os atores, as teste,unhas, a5ueles 5ue por u, 0u*a2 ,o,ento retivera, o tesouro nas pal,as de suas ,ãosB e, su,a, os prLprios vivos. $sso por5ue a ,e,Lria, 5ue ) apenas u, dos ,odos do pensa,ento, e,4ora dos ,ais i,portantes, ) i,potente 0ora de u, 5uadro de re0er6ncia preesta4elecido, e so,ente e, rarIssi,as ocasiMes a ,ente hu,ana ) capa2 de reter al*o inteira,ente descone1o. Assi, ) 5ue os pri,eiros a 0racassare, no recordar co,o era o tesouro 0ora, precisa,ente a5ueles 5ue o havia, possuIdo e o achara, tão estranho 5ue ne, se5uer sou4era, co,o no,eHJla. Na ocasião, isso não os inco,odouB não conhecia, seu tesouro, ,as sa4ia, ,uito 4e, o si*ni0icado do 5ue 0a2ia, e 5ue este estava aci,a da vitLria e da derrota: .A a/ão 5ue possui sentido para os vivos so,ente te, valor para os ,ortos e sL ) co,pleta nas ,entes 5ue a herda, e 5uestiona,.. A tra*)dia não co,e/ou 5uando a li4era/ão do paIs co,o u, todo es4oroou 5uase auto,atica,ente as ilhotas escondidas de li4erJ ?1

dade, 5ue de 5ual5uer ,aneira estava, condenadas, ,as si,, ao evidenciarJse 5ue não havia ,ente al*u,a para herdar e 5uestionar, para pensar so4re tudo e rele,4rar. % ponto e, 5uestão ) 5ue o .aca4a,ento. 5ue de 0ato todo aconteci,ento vivido precisa ter nas ,entes dos 5ue deverão depois contar a histLria e trans,itir seu si*ni0icado deles se es5uivou, e se, este aca4a,ento pensado apLs o ato e se, a articula/ão reali2ada pela ,e,Lria, si,ples,ente não so4rou nenhu,a histLria 5ue pudesse ser contada. Não hH nada de inteira,ente novo nessa situa/ão. Esta,os ,ais acostu,ados Ks periLdicas irrup/Mes de e1aspera/ão apai1onada contra a ra2ão, o pensa,ento e o discurso racional, rea/Mes naturais de ho,ens 5ue sou4era,, por e1peri6ncia prLpria, 5ue o pensa,ento se apartou da realidade, 5ue a realidade se tornou opaca K lu2 do pensa,ento, e 5ue o pensa,ento, não ,ais atado K circunstNncia co,o o cIrculo a seu 0oco, se su3eita, se3a a tornarJse total,ente desprovido de si*ni0ica/ão, +se3a a repisar velhas verdades 5ue 3H perdera, 5ual5uer relevNncia concreta. . At) ,es,o o reconheci,ento antecipado da crise tornouJse a*ora 0a,iliar. Ao re*ressar do Novo Uundo, 5ue co, tanta ,estria sou4e descrever e analisar, a ponto de sua o4ra ter se tornado u, clHssico, so4revivendo a ,ais de u, s)culo de ,udan/a radical, Toc5ueville estava 4e, cQnscio de 5ue a5uilo 5ue #har cha,ara .aca4a,ento. do ato e do aconteci,ento, se es5uivara ta,4), de siB o .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,., de #har, soa 5ual u,a variante de .Desde 5ue o passado dei1ou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia nas trevas. F, de Toc5ueville. Todavia, a >nica descri/ão. 7F8 A cita/ão ) do >lti,o capItulo de De,ocrac; in A,erica, NeC DorA, 1 <E, vol. l$, p. ??1. EiJla na Inte*ra: .E,4ora a revolu/ão 5ue se estH processando na condi/ão social, nas leis, nas opiniMes e nos senti,entos dos ho,ens este3a ainda 4e, lon*e de se achar concluIda, seus resultados, contudo, 3H não ad,ite, co,para/ão co, nada 5ue o ,undo tenha antes teste,unhado. Re,ontoJ,e, de )poca a )poca, at) a ,ais re,ota anti*:idade, por), não encontro paralelo para o 5ue ocorre ante ,eus olhosB a partir do ,o,ento e, 5ue o passado cessou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia na o4scuridade.. Essas linhas de Toc5ueville não antecipa, apenas os a0oris,os de Ren) #harB de ,odo 4astante curioso, lidas te1tual,ente antecipa, ta,4), a intui/ão de Va0Aa 7ver o 5ue se*ue8 de 5ue ) o 0uturo 5ue re,ete a ,ente do ho,e, de volta ao passado, .at) a ,ais re,ota anti*:idade. . ?F

aut6nticas parabolaí. % se*undo 4lo5ueiaJlhe o ca. da ori*e..inosos. do . 1 <=. pois 5uer e. Va. se*ue. a.ão por @illa e EdCin Uuir.p0 . den @e* nach vo. Denn es sind 3a nicht nur die 2Cei We*ner da.previsto J e isso e1i*iria u. Ei*entlich unterst:t2t ihn der erste i. consiste nos processos recQnditos da .as ta. os aconteci. Der 2Ceite verCehrt ih. nu. e.a ve2 5ue o e.p0enden We*ner erho4en Cird. De 0ato. un4eCachten Au*en4licA J da2u *ehoert allerdin*s eine Nacht.purrHJlo para 0rente. YCeiten.ais escura do 5ue 3a. Eis o ori*inal ale.purra para trHs. ?? .ente. von 'rsprun* her.o 5ue suspensa no ar.a noite . .o. al*u. A luta de Va0Aa 7?8 A estLria ) a >lti. at) onde eu sai4a. 5ue.ento i.ente no ponto onde o nosso a0oris. K posi/ão de 3ui2 so4re os adversHrios 5ue luta. por conta de sua e1peri6ncia de luta. 5ue não ilu. o poder radio*rH0ico de desvelar sua estrutura Inti. . u.ina. Ele luta co.eiro acossaJo por trHs. % incidente 5ue esta parH4ola relata e penetra.it de. auch noch er sel4st.a da5uelas parH4olas de Fran2 Va0Aa 5ue. Uas isso ) assi. apenas teorica. saltar 0ora da linha de co. NeC DorA.al in eine. dois adversHrios: o pri. und Cer Aennt ei*enllich seine A4sichtenR $. por).ente de suas inten/MesR Seu sonho. sa4e real.o .a ocasião.e. denn er Cill ihn nach vo. por).4os..ais literal 0a2iaJse . >nicas talve2 5uanto a esse aspecto na literatura.a s)rie de . lan/adas ao lado e e.as possue. ErstenB denn er trei4t ihn doch 2ur:eiA.. dass er ein.. ) e.it de. draen*en und e4enso unterst:t2t ihn der 2Ceite i.p0eser0ahrun* Yu.erhin ist es sein Trau.os contida no a0oris.Notas do ano 1 FT. Richter :4er seine .o raios lu. saIra.ais o 0oi nenhu. NeC DorA.o inicial dei1ou a se5:6ncia dos aconteci. So ist es a4er nur theoretisch. nosso caso. ele . torno do incidente co. ela co. e.entos co. entre si.p0t . sua lL*ica interna. 1 <=: Er hat 2Cei We*ner: Der erste 4edraen*t ihn von hinten.o. e 5ue.p0 . so 0inster Cie noch Aeine Car J aus der Va.e/a precisa. al*u. Va.ão no vol.4ate e ser al/ado. A parH4ola de Va0Aa ) a se*uinte:? Ele te.eus 0ins.as poucas passa*ens onde u. o se*undo o au1ilia na luta contra o pri. sonde.a tradu/ão .inho K 0rente. a lu. so4 o tItulo He. Se*ui a tradu/ão in*lesa e1ceto e.ister para . The WiTeat @all T1 #hina.a noite J.elte SchriXten.iteinander Aae. e.a de u. .p0linie aussprin*t und Ce*en seiner Va.o de Ren) #har. o pri. e.es. Pois não hH ali apenas %s dois adversHrios.eiro.entos cu3a ess6ncia encontra.it 4eiden. sua apar6ncia e1terna.. Er Aae. nos Estados 'nidos. E dos Wesa.4).ente.a.es.odo. u. Tradu2idas do ale. Na verdade.eiro a3udaJo na luta contra o se*undo. constitue.e1ata dessa crise se encontra. e...

es. pouco . pelo . ) estar e. outra *era/ão. .o seu representante. .ediato e.undo.penhada no tipo de co. por nLs escolhido co. re4elião do 0ilLso0o contra a Filoso0ia.ento .ente ) co. por). esse estH*io no desenvolvi.oderno a5uilo 5ue ele ). os cha.pletada . 5ue Platão a teria entendido ) 5uase tão anti*a 5uanto a histLria da Filoso0ia e da Ueta0Isica ocidentaisB não sur*iu ne.ente ) incapa2 de 0a2er a pa2 e de indu2ir a reconcilia/ão. co. te. se tornou portaJvo2 c criadora do 5ue ela .ente a realidade histLrica e os aconteci. % E1istencialis. voltaraJse parZ a polItica co.pos de revolu/ão. so4 as circunstNncias do s)culo SS. tornouJse desesperadora ?< .. ela se v6 de i.o.preender o acontecido.ente u.undo .o. pa2 co.e..ais velha.o papel outrora dese. pois o E1istencialis. con0or.o ao evidenciarJse a Filoso0ia i*ual. a a/ão. He*el.4ate 5ue lhe ) prLprio.isso incondicional ce. Historica. a realidadeB seu verdadeiro 0i. contudo.odo de reconcilia/ão do ho.. Antes 5ue a *era/ão de Ren) #har..o.co.ou de E1istencialis.ados intelectuais J escritores.penhado pela vida eterna. pensadores.as por dois atos anteriores.nas .pro.a cha. ) o ..entos 5ue 0i2era. apenas u. não por u.redi.oderno 0oi precedido. a sa4er.o solu/ão de perple1idades 0ilosL0icas e tentara escapar do pensa. J sL pudera. c. A situa/ão. polIticasB esta 0al6ncia da Filoso0ia PolItica no sentido e. ..issos da a/ão.o. . E co. e 5uestiona.enos na sua versão 0rancesa. se visse arrancada de suas ocupa/Mes literHrias para os co. artistas.preensão. e essa co.ente incapa2 de reali2ar a tare0a 5ue lhe destinara.ento para a a/ão. se a .ento do pensa.ente. % pro4le.enos no s)culo SS. ao .pro.penhar. literatos etc.: . não sur*e ao revelarJse a Filoso0ia incapa2 de aplicar suas prLprias re*ras K es0era das 5uestMes. a revolu/ão veio a dese.a 0u*a dos i.entes 5ue a herda. ter acesso K vida p>4lica e.e/a 5uando 3H transcorreu o curso da a/ão e a estLria 5ue dela resulta a*uarda ser co. He*el e a Filoso0ia da HistLria.oderna para o co.ais tarde. A 0un/ão da . . A #ondi/ão Hu. do .ir os 5ue a 0a2e.ana8.passes da Filoso0ia .e Ualrau1 o4servou certa ve2 7e. Foi essa *era/ão 5ue. entender c apreender conceitual. ) 4asica.es. de acordo co.a ) 5ue.

e a se*uir.ais e por ?E . A desco4erta +de 5ue. Neste .a.oderno co. u.po histLrico.ente. . os atores e teste. .eiro. e.os a peculiar ironia do 5ue se*ue.ento.inado por coisas 5ue não são . não visando senão a u.enos ur*ente e apai1onado 5ue o apelo ao a*ir da5ueles 5ue o antecedera.eta0Lrica do 5ue ocorreu e0etiva. .as.po total. .o. por al*u.ediHrio 5ue por ve2es se insere no te. se tornar.encionei.ento crItico.as co. o pri.ente os historiadores 0uturos. verIa. 5uando não so.o disse Sartre certa ve2.a >nica pessoa. 0or/ouJa de volta ao pensa.enos ainda. #aso 0osse preciso escrever a histLria intelectual de nosso s)culo.a apro1i. si*ni0icava li4era/ão do a*ir J.eses da Resist6ncia.ento e co.eiro ato da estLria 5ue a5ui nos interessa.ens.5uando se . se5uer capa2es de 0or.as duas ve2es: pri.os. a a/ão. torna. ela.pro.e.a de *era/Mes consecutivas.undo no 5ual sua . Seria. ao escapar do pensa.4).. co. e. 5ue 0Qsse possIvel conviver co.os a .ento.o a 4io*ra0ia de u. . 5uando a a/ão. os vivos . por assi.ente 0iel K se5:6ncia de teorias e atitudes.ento sur*iu no estranho perIodo inter. u.ana dei1ou de 0uncionar ade5uada.as de 0a2er co. dar respostas Ks suas perple1idades.Jse conscientes de u. parecia a4ri*ar a esperan/a. ou antes.ular 5uestMes ade5uadas e si*ni0icativas. onde o historiador deve ser literal.e/ou a despertar para o 0ato de ter che*ado a viver e. Ren) #har. não so4 a 0or. salaud.ente dessa pessoa o4ri*ada a dar u. se. . a . intervalo de te. di2er.isteriosa.ente hu.a ve2 5ue.es.ento. destinado aos so4reviventes 0uturos.a ra2ão . . nosso conte1to.4ora sucinta. co.ente deter.a/ão . hipLcrita. eles se.ente 0or. 5uando o ho. 5uando 3H avultava a li4erta/ão J 5ue.ento para a a/ão. e. u.ento não era. de certa i.ostrou 5ue as velhas 5uestMes . perderIa. não de resolver 5uais5uer pro4le. seu envolvi.as ta.entalidade e sua tradi/ão de pensa. Eu a . seu en*a3a. u.a. desprovidas de sentidoB isto ).a reviravolta não u.isso. não .eta0Isicas era.portNncia o4servar 5ue o apelo ao pensa.ente na consci6ncia dos ho.unhas. pois. concluiu suas re0le1Mes co. u. apelo ao pensa. o ter a*ido. escrevendo durante os derradeiros .

4as.aneira. ca.ais vital e vIvida da realidade. e. ?= . Ao passo 5ue considera. certa palide2 a4strata aos processos .4ater a.os o ho.plicidade e concisão.ais de+ u. deles. 5ue.ento da verdade.os co. 5ue Va0Aa cha.ente K presen/a do ho.ento. a partir de u. ..ostrara. antecipatLrio 5ue ainda ho3e. duas ou . 4asica.a esp)cie de paisa*e. sua e1tre.ental. de certa .a pLstu.o.ente: a luta de .a dada realidade. portanto. deve co. sua cronolo*ia.Jpensa.ento 5ue. de hH . apLs 5uase 5uarenta anos repletos de eventos in)ditos e i.ele.ente. HH. deverJse e1clusiva.o tri4uto a ser pa*o por sua orde. desenvolveu esse 0antHstico do. co. atri4uindo assi.ultNnea.uito neutrali2ado ou destruIdo . o 0ato de che*ar a haver al*u. se não e. Pode.Ini.a luta parece.ente evidente associar ri5ue2a de detalhes concretos e a/ão dra. . não cessa de nos atordoar8. criou.real. Va0Aa. . a4ri*a todas as ri5ue2as.utua.a de + .entais co. as 0or/as do passado e do 0uturoB entre elas encontra. dos escritores . 5ue ocupa.. u. u.entos dra.a a0ir.inar u.previsIveis. adversHrios entre si e a luta do ho. precisão.ento. Sendo o pensar para ele a parte ..o de e1peri6ncia despo3ado e .e. se. 7Não se deci0rou ainda o eni*.seus. para se .o i. variedades e ele.ais avan/ada posi/ão.ediata. A pri.Htica K e1peri6ncia de u. 0enQ.Hticos caracterIsticos da vida .es.o u. A estLria re*istra. e. Na HistLria.anter e.a esp)cie de espantosa inversão da rela/ão esta4elecida entre e1peri6ncia e pensa.a4strato.4).ais notHveis J.a de Va0Aa 5ue e. 5ue consiste. .ente. al*o 5ue se poderia deno. *ra/as K pura 0or/a de inteli*6ncia e i.eira coisa a ser o4servada ) 5ue não apenas o 0uturo J .a si. eventoJpensa. seu territLrio.e. na lL*ica desses pro4le.e.ar a Va0Aa. a >lti. e.a*ina/ão espiritual.a onda do 0uturo..a ve2 .os a*ora reto.po de 4atalha no 5ual se di*ladia. poder conter o . cada u.o tr6s lutas transcorrendo si. esses intervalos .coisas 5ue não são.ouJse co. A cena ) u. J. #ontudo.as ta. perda de precisão. .ais de trinta anos de crescente 0a.eno . o 5ual J suspeitaJse J as 0or/as do passado e do 0uturo terJseJla.as. se. u.a e. ainda.

eio.poral e retilinear. cai no sonho de u. princIpio. ) o 0uturo 5ue nos i. passado. 0ora do espa/o e supraJsensIvel co. e. ao contrHrio do 5ue seria de esperar.6nides a He*el. estHB e a posi/ão . o 5ue ) 4e.po.al te. 5ue4ra o 0lu1o unidirecional do te. al). ) visto co.ento de Va0Aa. so4re a partIcula ou corpo 5ue lhes dH dire/ão.sua. luta constante. pratica.aneira 5ue Va0Aa descreve.pele de volta ao passado. da . 0lu1o de ininterrupta sucessãoB ) partido ao . 0or/as 5ue. 5ue o ho.a es0era inte.orto os vivos pode.edida e.ovi.ele.as.ento te. Nas palavras de FaulAner: .ovendoJse e. e não. anelado pela Ueta0Isica ocidental de Par. e apenas na .es.a da linha de co.ente.ele. a lutar entre si e a a*ir so4re o ho.o ) passado. então.e/a.o u. Esse passado. se. não ) o presente. na sua acep/ão usual. espa/o 4astante para se . 5ue vive se.o e. e.ele.a*e.entoR %4via. . o 5ue ..a re*ião al). estranho. estirandoJse por todo seu tra3eto de volta K ori*e.e. u. se insere no te. ) possIvel dar u.. linha reta. não altera a i. . . 9isto Va0Aa conservar a . e.e. K . presente e 0uturoB ) essa inser/ão J o princIpio de u. contInuo.o passado. to. co. se. .. ao inv)s de pu1ar para trHs.purra para a 0rente. .e.4ate J e o 5ue ) esse sonho e essa re*ião.po .po não ) u.ente todas as nossas . destorcer o pensa.e. ou .po. antes.ais ade5uada ao pensa.archa para o 0uturo.o passado nunca estH . Penso 5ue. e aci. ?! . de arcar e de cu3o peso . u. ele ne. Apenas por5ue o ho.a 0or/a. tradicional con0or.pre no intervalo entre o passado e o 0uturo.po.os o te.e a 5ual pensa. pensa e. co. sua .a lacuna no te. co. de u. T[ te.sua.as.pre 5ue . Do ponto de vista do ho.etH0oras. ter. 0u*ir por conta prLpria.orto.o deve. por se 0ocali2are. senão o anti*o sonho.os a*ostinianos J 5ue cinde o contInuo te.o a inser/ão do ho. do .etH0ora tradicional de u.e. 0ardo co. 5ue de0ende seu territLrio. cu3a e1ist6ncia ) conservada *ra/as K . para colocHJlo e.po parteJse e. te.ada de posi/ão contra o passado e o 0uturo. no ponto onde .es. Va0Aa descreve co.dele.anter. o 0lu1o indi0erente do te.ais.o a re*ião . se des0a2er e. passo adiante.poral e.poral.o u. .

a di.ais se entrechocaria.. a lacuna onde . do pensa. .pMe.a de u.elhandoJse antes ao 5ue o 0Isico cha. co. t)r. .ovi. aspecto das duas outras de 5ue ) resultado.. ao contrHrio..o 5ue ca. Essa 0or/a dia*onal.ais conveniente K orde.. se posta não ).inhando ao lon*o dessa linha.a de u. E. de sua dire/ão ori*inal. não pode senão 0a2er co. ) o in0inito.as se interceptaria. ) conhecida. As duas 0or/as anta*Qnicas são.ente.ano. % 5ue hH de errado co.ento. 0or/as anta*Qnicas.ente. seria.inada pelo passado e pelo 0uturo.pendo o contInuo. seria li. Fosse o . de Va0Aa encontrou seu ca.por).ente para 0ora do te. sendo seu ponto de partida o entrecho5ue das 0or/as anta*Qnicas. passado in0inito.ino. $deal. in0inita 5uanto a seu t)r. de Va0Aa capa2 de e1ercer suas 0or/as no sentido dessa dia*onal. e. cu3a ori*e. e outra de u. co. toda a sua *rande2a.. 0osse.enos potencial. Essa 0or/a dia*onal di0eriria e. .as cu3o eventual t)r.itada no sentido de sua ori*e. e.e. eventoJpensa. a.ente pode ser retida a no/ão de u. 0ace a 0ace.o de 0or/as onde o . e. por .etH0ora per0eita para a atividade do pensa.ples.poral e retilIneo 5uando o 0lu1o unidirecional deste ) partido e.ino 3a2 no in0inito.itadas no sentido de suas ori*ens. a a/ão das duas 0or/as 5ue co. u. inIcio conhecido.ele. . ) 5ue di0icil. caso assi. elas não .a terceira 0or/a: a dia*onal resultante 5ue teria ori*e.ele. ) a . asse.ento.ento ) u.ele. u. cu3a dire/ão ) deter. 5ue o pensar se possa e1ercer se.ensão espacial e. o paralelo*ra. visto resultar de duas 0or/as cu3a ori*e. o ponto no 5ual colide.pleta. co. ili.. vindo u. outras palavras.ente 5ue se3a. A inser/ão do ho. 5ue se3a 0or/ado a saltar co.ais li*eira. os . 5ue as 0or/as se choca. 5ue as 0or/as se desvie.po de 4atalha deveria resultar e.e. ele ?G . paralelo*ra.o de 0or/as.ento te. para 0rente e para trHs.entos pausados e ordenados 5ue são o passo . Nn*ulo. pelo . no ponto e. u. diri*idas para o ho.0alta K descri/ão Aa0Aiana+ de u.ino. per0eita e5:idistNncia do passado e do 0uturo. u. e. e so4re o 5ual atua.po hu. 0uturo in0initoB no entanto.4ora não tenha. possue. e a*indo so4re ele. intervalo si. a estLria de Va0Aa. A 0or/a dia*onal. interro.4as.ovi.

0enQ.4ora não se asse.parcialidade as 0or/as 5ue se di*ladia..o tão acertada.a da re0re*a.o ao in0inito.a Va0Aa. deperecido so4 a pressão do constante e. e. ca. .ente pelo paralelo*ra.eta0Lrica e con3etural. de .po de 4atalha. ve2 disso. J.orra de e1austão. .alJentendidos: as i..ente a0astado do passado e do 0uturo para lhe o0erecer a . co.ento.uito .itivas inten/Mes e apenas cQnscio da e1ist6ncia dessa lacuna no te. apenas teorica. pelos adversHrios.pre ca.po criado e deli. para o espa/o constituIdo ideal. .anece presa ao presente e nele arrai*adaB e.enso e se.etH0oras pode a4soluta. isto ). \ tentador acrescentar.4iante espa/oJte. incapa2 de encontrar a dia*onal 5ue o levaria para 0ora da linha de co.o de 0or/as. pois não ocorre..4ate. nenhu. Aplicadas ao te.eno . pois essa dia*onal. 5ue isso .elhe a u. 5ue pensa. Apenas na .po 5ue.enos .poral entre o passado e o 0uturo.. en5uanto ele viver. coeva da e1ist6ncia do ho. as condi/Mes conte. Para evitar . aci. a u. na plena realidade de seu ser concreto vive nessa lacuna te. por).) assi.po histLrico ou 4io*rH0ico.porNneas do pensa.4ito dos 0enQ.poral J .po su0iciente.oderno.al*u).ente. so4re a terra.anter.uito e.po.a*ens 5ue estou a5ui utili2ando para indicar.o estava...e.es.ais prLprio e 5ue so.a dessas .i>de e. outras estLrias e parH4olas J ) 5ue .edida e..não teria saltado para 0ora da linha de co.ente ter sentido. teria desco4erto e pressionado co.e.posi/ão de 3ui2. e si.o 5uer a parH4ola.4ora apontando ru.itado pelas 0or/as do passado e do 0uturoB teria encontrado u.4ate. es5uecido de suas pri. per. i. lu*ar no te.ente a5uilo 5ue lhe era . e talve2 ne. e. na >nica dire/ão a partir da 5ual poderia ver e desco4rir ade5uada. o ho.o u. lar..ente o cha.ente pode vir a acontecer J e 5ue Va0Aa descreveu a. co. sL pode.ele. % 5ue . Suspeito 5ue essa lacuna não se3a u.ele.ento J o i.aneira .. serH o territLrio so4re o 5ual terH 5ue se . 5ue ) ate.ais provavel.4ate e se situado. ? . ai lacunas no te. dado histLrico. e si. ser vHlidas no N. seu prLprio e autoJinserido apareci. da 5ual poderia 3ul*ar co. e não .ente viera a e1istir co.entais.

esse tipo de pensa.entais co.ais K .os estar ne.o vi.a e 5ue 0ora. Va0Aa . 0enQ. K 0unda/ão de Ro. essa pe5uena picada de nãoJ+ Jte.po a4erta pela atividade do pensa. ao contrHrio do .ento e adstrita. Não ) se*redo para nin*u).ento. <T .enciona a e1peri6nciaB a e1peri6ncia de luta ad5uirida por .po de ho. e na verdade cada novo ser hu. en5uanto e1peri6ncia.o do te. Ela tornouJse realidade tan*Ivel e perple1idade para todos. da ruIna do te.o 5ual5uer e1peri6ncia de 0a2er al*o.ente.a*o . da recorda/ão e da antecipa/ão salva.ano. toda a parH4ola re0ereJse a u. deter. 0ato de i. não parece.po histLrico e 4io*rH0ico.eno . 5ue nasce. preparados para esta atividade de pensar. 7Nesse particular.a. o 5ue 5uer 5ue to5ue.ele. não pode ser herdado e rece4ido do passado. Este pe5ueno espa/o inte.es. atrav)s da prHtica e de e1ercIcios. passado in0inito e u.ente K atividade do pensa. a0inal.a e1peri6ncia de pensa. pavi. do pensar sua ocupa/ão pri. co.entHJlo de novo.poral no N.edida 5ue a )poca . Por lon*os perIodos e.undo e da cultura e.inados por conceitos ro.ortais e na 5ual o curso do pensa. na verdade no transcurso dos . ) 5ue.as apenas indicadoB cada nova *era/ão.ental ].anos. a indu/ão e a e1tra/ão de conclusMes.o a dedu/ão.o e. e sL pode ser ad5uirida.a. u. la4oriosa.po. nossa histLria. inserindoJse entre u. pode ser a re*ião do espIrito.os de tradi/ão. ou antes. a trilha plainada pelo pensar. outros aspectos.a condi/ão peculiar unica. co.ento atrav)s do espa/oJte. Essa ) u.os. desde os ro.os. &uando. isto ). cu3as re*ras lL*icas de nãoJcontradi/ão e coer6ncia interna pode.anos.Ela 4e.portNncia polItica. 0uturo in0inito.ento J 3H 5ue. e5uipados ne.oderna pro*rediu. o 0ato de essa tradi/ão terJse es*ar/ado cada ve2 . cha. aos poucos eleitos 5ue 0i2era. % pro4le.peuJse o 0io da tradi/ão. 5ue de0ende seu territLrio entre o cho5ue das ondas do passado e do 0uturo.ordial. a lacuna entre o passado e o 0uturo dei1ou de ser u.ento di0ere de processos . esta lacuna 0oi transposta por a5uilo 5ue. contudo. deve desco4riJlo e. .il6nios 5ue se se*uira.ens . ro. de instalarJse na lacuna entre o passado e o 0uturo. ao 5ue parece. co.

prescri/Mes so4re o 5ue pensar ou acerca de 5ue verdade de0ender.entos se3a.4ora *rosso .ente. na 0or. dia a verdade venha a aparecer. trataJse de e1ercIcios de pensa. e espero 5ue o leitor concorde. pois hH u. entre o passado e o 0uturo. co. #o.e de e1ercIcios poderia o4via. e.os.er*e da concretude de aconteci.ento polItico.o li4erdade e 3usti/a.a da verdadeB a preocupa/ão ) so. E.ento e.o e1peri. pretende. dei1ando atrHs de si 0or.entais e os cinco >lti. crItica.6nica. .o os e1ercIcios 5ue tenho e..o este e. . a pro3etar 5ual5uer esp)cie de 0uturo utLpico. 4astando depois aplicHJlas. Essa *radual .elancolica.eu pressuposto ) 5ue o prLprio pensa.encionados apenas de passa*e. e . todos esses e1ercIcios pMeJse e. 5ue tão .e.er*e de incidentes da e1peri6ncia viva e a eles deve per.o pensarB eles não cont6.as ocas co.ente evadiuJse das prLprias palavrasJchave da lin*ua*e.a a0inidade natural co. polItica J tais co. e seu >nico 0ito ) ad5uirir e1peri6ncia e. . K revelia da su43acente realidade 0eno. as 5uais se dão 5uase todas as e1plica/Mes. cu3o alvo principal ) desco4rir as verdadeiras ori*ens de conceitos tradicionais. .8.as os e1peri. responsa4ilidade e virtude. co. suspenso o pro4le.ais e1peri.entos não visa. PareceJ.ascarar.entos.a literHria *uarda u.entais 5ue crIticos.ais crIticos 5ue e1peri. 3H 5ue são os >nicos .ente divididas.eiros capItulos se3a.a hora para preencher a lacuna entre o passado e o 0uturo. ou inventar al*u.4ora tais aconteci. cont6.ente <1 . a 0i.o 0or.ove.ser aprendidas de u. Uais especi0ica. autoridade e ra2ão. este volu.a ve2 por todas.a ve2 5ue se .entarJse nessa lacuna J talve2 a >nica re*ião onde al*u. não pretende . . poder e *lLria J.arcos por onde pode o4ter orienta/ão.des.ovi.ental na interpreta/ão crItica do passado. de destilar deles sua: pri. não são ri*ida.entos polIticos 7e.a co. Al).udan/a de 6n0ase não ) ar4itrHria. co.o toda coletNnea de ensaios.odo os tr6s pri.pido da tradi/ão. reatar o 0io ro. assi. e a crItica +ao passado. e1pediente de >lti. as partes crIticas e e1peri. '.8 %s seis ensaios se*uintes são e1ercIcios desse tipo. aos conceitos tradicionais.anecer li*ado.. 5ue o ensaio co.ente.entais dos ensaios 5ue se*ue.o .itiva ess6ncia. Uenos ainda.ente co. disso.ponente e1peri.

eiras partes a pro4le. decerto.ediatos e correntes co. por isso . tr6s partes. o livro divideJse e. A esse respeito.ais se dispMe de respostas dei1adas pela tradi/ão e ainda vHlidas. são escritos e.a suIte .o e. a de u.a parte.ovi. 0or.o: % 5ue ) autoridadeR % 5ue ) li4erdadeR. A pri.odi0icar seu carHter.usical. . %s 5uatro ensaios da >lti.entos 5ue. A unidade destes capItulos 5ue constitui para .es.ais ou a . são 0rancas tentativas de aplicar o tipo de pensa.o to.oderna na tradi/ão e do conceito de HistLria de 5ue se serviu a )poca . co. tons relacionados.eira parte.a de livro J não ) a unidade de u.oderna..conter al*uns capItulos a .eira trata da ruptura .as na esperan/a de esclarecer as 5uestMes e de ad5uirir al*u. sur*ir 5uando não .a se5:6ncia de . 5ue nos de0ronta. todo indiviso. al.ento 5ue 0oi posto K prova nas duas pri.inada pelo conte>do. o 0ito de encontrar solu/Mes cate*Lricas.as si.enos se.entares e diretas co. por5uanto 5uestMes ele.a desenvoltura no con0ronto co. a 3usti0icativa de pu4licHJlos e. u. não. sL pode.os no diaJaJdia.as i. co. A se*unda discute dois conceitos polIticos centrais e interJrelacionados J autoridade e li4erdade. ou e. pro4le. por 0i. PressupMe a discussão da pri. .as especI0icos. A prLpria se5:6ncia ) deter. u. . <F .e3ando su4stituir os conceitos da Ueta0Isica tradicional.i.

u. ao ser verdadeiro deveria.enos de0inido co. #reio 5ue ela che*ou a u. na ale*oria da caverna.entos de Platão e AristLteles. não . con0usão e ilusão. % 0i. e.pido das id)ias eternas. A Rep>4lica.anos.ens e.. tudo a5uilo 5ue pertence ao convIvio de ho. 5ue a5ueles 5ue aspirasse. a declara/ão de Uar1 <? .1.os de trevas. veio co. . as teorias de Varl Uar1. Platão descreveu a es0era dos assuntos hu. repudiar e a4andonar.undo co. A TRADIÇÃO E A ÉPOCA MODERNA $ A tradi/ão de nosso pensa. 0i. desco4rir o c)u lI. u. ter. % inIcio deuJse 5uando. e. caso 5uisesse.ento polItico teve seu inIcio de0inido nos ensina.

h . para poder .undo.undo co. e.79!d %+C. e. .ens.o ao sere. .ais atin*e seus ouvintes co.undo.ental.ente o inIcio e o 0i.es. % inIcio e o 0i.odula/Mes atrav)s de toda a histLria do pensa.oni2HJla. e o su4se5:ente retorno deste para i. 5ue ressoa e.entares da PolItica 3a.trans0or.. << . di2er nada da 718 beis. tornouJse destrutiva K . por ele cha.o ao .ora entre os ho. deus 5ue. seu desa0io 0inal. posterior.sociedade.ens. pela pri.ental.ente na es0era do convIvio.edida 5ue che*ou a seu 0i. . e nunca de 0or. o se*uinte: os pro4le. en5uanto .7 '7%c 79 aCp@+!t+o7/ @P9P..plica necessaria. A Filoso0ia PolItica i.es.ada de .ens sociali2ados.ples.as precisa. har. atrav)s da e.anos.reali2ada. Se. inicial. di2er.as ele. si .ente a atitude do 0ilLso0o para co.eira ve2 seu so.undo cu3os sons J e pensa. co. sua ur*6ncia i.odula/ãoB e o acorde 0unda. puros ou se.77 !Tavra J c verdadeira para nossa tradi/ãoB en5uanto seu inIcio 0oi vivo. são. dos ho. . Z t J. tão clara.aior 0or/a e 4ele2a do 5ue ao enviar. podendo ser . . da tradi/ão t6. !!E. a .acorde 0unda. Over*esellscha0ttite Uenschen8.o te. 0ilLso0o repudiou a Filoso0ia.o u.ais har.reali2HJla.a irritante e dissonante 5ue ao continuar a ser ouvido e. co.. ]]b^i+ cZ.a 0ilosL0ica8 de a43urar da Filoso0ia. 3a. nas palavras de ^aco4 (urcAhardt. ) co.ento ocidental.ens e de seu . in0indHveis .l0$ a.ediata e si. portanto. assi.u..ento Jnão pode .sua inten/ão de . % 0i.ente. na polItica. e. e ao rece4ere.oni2ador ao .o u.por seus padrMes aos assuntos hu. e.ap V&. #o.a o4ra J . u.ente neles. sua >iti.consci6ncia.u. sua decisão 7e. +. as . por assi. % inIcio.a o4serva/ão casual 0eita por Platão e. a PolIticaB sua tradi/ão iniciouJse co. 7J_1p1`1 .ente K lu2. . so4reveio 5uando u. ela pQde salvar todas as coisas e har. e.ente e1pressa e.po. t + 81 + .de 5ue a Filoso0ia e sua verdade estão locali2adas. não 0ora dos assuntos dos ho. .eira ve2. J para não. salva todas as cpisas.entes 0iloso0antes. Nisso consistiu a tentativa de Uar1.oni2ar: '. unica.. o a4andono da PolItica por parte do 0ilLso0o.ulados pela pri.ais v6.. 0or.% inIcio ) co.er*6ncia de .ar o .

5ue não virou He*el de ca4e/a para 4ai1o tanto assi.ocracia.hu. a5ueles 5ue tra4alhava.arcante 5uando investi*a. Essa si. *overno de u.ais . cidadãos apenas na . disso. u. o .esteira de con0usão e desa. te.as de *overno.. ou . A polis ateniense 0uncionou se.ais nada.po de la2er a cada .os o conte>do real do ideal de sociedade de.po de la2er.. acordo co. ou so4 condi/Mes onde. cidadãos e os 5ue era. .edida e. ao condu2ir Uar1 a a0ir.oderna. Estado. antes de . co. o 0unda. Não so.ada utLpica.ento so4re o 5ual se alicer/a nossa tradi/ão. #o. al). al).ento e a/ão. e Filoso0ia e PolItica.paro 5ue veio depois de 0inda a tradi/ão e e.anidade sociali2ada. 5ue vive.o tal.ais i. Essas a0ir.es. o inIcio 0eito por Platão e AristLteles de. o ideal de Uar1 da .o.portantes são suas predi/Mes de 5ue. ou de.4ro da sociedade. não era. 5ue possuIsse. predi/Mes..o. Na 0iloso0ia de Uar1.. era. cidadãos era.onar5uia.e. não são utLpicas. na 0rase 0a. reprodu2indo antes as condi/Mes polIticas e sociais da . portanto. isto ).pla/ão e 1ra4alho. evidente. 5ue tivesse.ais 5ue sua 0or/a de tra4alho..aioria.o Uar1 o 0e2.a.e.onstra sua vitalidade. u. %s cidadãos atenienses. principal. e de 5ue a produtividade do tra4alho tornarJseJH tão *rande 5ue o tra4alho.a cidadeJestado ateniense 5ue 0oi o . e.as por toda a Anti*:idade e at) a idade . *overno por uns poucos ou oli*ar5uia e *overno pela .ente cont6.odelo da e1peri6ncia para Platão e AristLteles e.Estado desaparecerH. se usar. . os 5ue não tra4alhava.es.a/Mes 0la*rante. % te.as inverteu a tradicional hierar5uia entre pensa.osa de <E .po de la2er e1istiria so4 a condi/ão de ine1ist6ncia do Estado. so4 as condi/Mes de u.a de sociedade.itada de te. *arantindo assi.ente na parte de seus ensina. ho. As .a 5uantidade 5uase ili. .entos usual. conte. ou 5ue possuIa.os esse ter. a4olirH a si .ente contraditLrias. assi.ente cha.a divisão entre *overnantes e *overnados e não 0oi. Atenas.a 0or. as de0ini/Mes tradicionais de 0or. u. Uar1. e.a .elhor 0or.ilaridade tornaJ se ainda .a/Mes.ente e. de al*u. de sere.os ho3e. a5uela li4erdade 0ace ao tra4alho 5ue Uar1 predi2 para o 0uturo.

as si.ais si*ni0icou. a.itir K5ueles 5ue neles se e.plo da palavra. e. era ainda reconhecido co. 1 <E. classes e se. Uuni5ue.ir o controle de seu . vol. \ contra a vida polItica a4sorvente de u.a li4era/ão do 7F8 9er.ado o lu*ar do *overno e da a/ão polItica.h . $sso deveria suceder 5uando a .a.penhasse.o 1! <= . Esta dupla li4era/ão.a atividade cansativa. 5ue 3a.po de la2er. co.edIocres. estava i.)dio da polis *re*a 5ue os 0ilLso0os. Estado de al*u. ver Uor*enroete. ao .inistra/ão das coisas. @erAe.ples. 1 `d.o te. ao contrHrio. a ad. Niet2sche. especial AristLteles.4os os casos.ediante a aplica/ão do crit)rio de es0or/o e 0adi*a8. para En*els. e. considerados tão di0Iceis e a4sorventes 5ue não se poderia per.a reali2a as anti*as condi/Mes *erais de li4era/ão do tra4alho e.aduro .a 4I.o.es. de 5ual5uer 0or.ento no sentido . o 5ue.ecanis.pli0ica/ão de En*els.a vida devotada K Filoso0ia e ao conheci. toda a tra. ou.u. havia sido para os 0ilLso0os a condi/ão de u. $sto.a da polItica.b6nin 5ue e1pressa co. % co2inheiro de b6nin.ais ha4ilitados para cuidar dos assuntos p>4licos F. p. 4Hnausos.as não o escultor. para a5ueles . no . de te.ente.ad.po livre da atividade polItica e dos ne*Lcios do Estado. por e1e. Para. co2inheiro. F!E. o4via.ento de Uar1. theoJretiALs.es. seu ideal de sAhol). a . do tra4alho assi. vive e. $. li4era/ão da polItica. si. estes dois di0erentes conceitos são ine1tricavel. Yuri5ue.o al*o .a sociedade 5ue lhe proporciona a . . 5ue Niet2sche considerou os .po. Na sociedade ideal de Uar1. onde.a 0or. u. outras palavras. sendo tra/ada a distin/ão.pon6sB o pintor.ad. 7Assi. so.plIcito.ente.espIritos . tivesse to.o da polItica. 4astante precisão o pensa. ) .H1i.. u. na si.ais a. AntiJD:hrin*.ais 5ue u. . te. e.ente .uito di0erente das condi/Mes reais da Anti*:idade. nenhu. So4 tais condi/Mes. os deveres polIticos era. li4erdade do tra4alho co. a0oris. certa.ente poderia ser de interesse para u.inistra/ão da sociedade se houvesse tornado tão si.plo.ente co.pli0icada 5ue todo co2inheiro estivesse 5uali0icado para assu. na Anti*:idade..o. esta4elecera. cidadão .inistra/ão das coisas.as não o ca.4inados: a sociedade se. . o pastor poderia tornarJse cidadão.

a de u.se. co. Estado e+ .. .ples predi/ão. nosso te.ente di0erente. virtude da tradicional conota/ão do la2er co.a hu. so4 as condi/Mes de sociali2a/ão dos . Uar1 perce4eu co. o ideal utLpico dZ u.li1erentes K )poca anunciada pela Revolu/ão $ndustrial. clare2a certas tend6nciHS. u. e.a vida devotada a alvos .ou tal vulto na i.ara.a li4era/ão da polItica 5ue 0ora e1i*ida pelos 0ilLso0os *re*os para os eleitos 5ue 5uisesse.o u. isto ).ais podia.entos inteira. as 5uais. % *overno. . E.K ad.oderno e con0eriu Ks suas acuradas predi/Mes sua 5ualidade utLpica.ente se.o a e1pressão . cha. classes.ento d7 la2er para as .a lu2 ideali2ada. todos os paIses industriali2ados.entos 5ue viera.ento polItico 0oi u. $sso o ce*ou para pro4le.ente K lu2 so.a sociedade se.es. to.undo . e. e ) verdade 5ue essa parte de suas teorias corresponde a certos desenvolvi.ente nãoJutLpicos: a percep/ão de certas tend6ncias no presente 5ue não .eios de produ/ão.o da .ada utopia co..preendendoJo e. A atitude de Uar1 co. para devotar teu te. No entanto.a sociedade se.ais altos 5ue o tra4alho ou a polItica. no sentido anti*o.uitos aspectos.anidade ideal e. % prLprio Uar1 encarava sua assi.ente e.preendidas dentro do 5uadro de re0er6ncia da tradi/ão.tra4alho de 5ue os anti*os cidadãos livres des0rutava. u. assi.a si. portanto.inistra/ão.os e conceitos 5ue tivera.preendeu e inte*rou. sua visão desse desenvolvi. articulou. se. não o4stZnte estivesse en*anado e.a*ina/ão de Uar1 co. contendo <! .4ara/adores inerentes ao . A in0lu6ncia da tradi/ão 3a2 e. plena. deu lu*ar.4ina/ão de u. Estado 7apolItica8 e pratica. perIodo+ histLrico co.po K polite>esthai. 0ato e. A co.o sAhol) e otiu.. e os conceitos e ideais tradicionais atrav)s dos 5uais o prLprio Uar1 as co. respeito K tradi/ão de pensa. sua suposi/ão de 5ue essas tend6ncias sL se a0ir.a atitude de.as+ aut6nticos e 4astante e.ento so4 u.assas ) u. tra4alho nasceu da reunião de dois ele. tra4alho to.po. desa0iador e parado1al. certas proposi/MeSJchave.pleta.es. e o constante au. sua ori*e.po ao 0iloso0ar. devotar todo o seu te. re4elião consciente. ser co. ter. e co. u.

.% tra4alho criou o ho. a . #ada u. at) o inIcio da )poca . 5ue ) hu. Pois essa >lti. criou o ho. de 0ato.ente a u. 11. não ) a ra2ão. hH a 0a. co. si e por si .ento de Uar1.%s 0ilLso0os apenas interpretara.A viol6ncia ) a parteira de toda velha sociedade prenhe de u.a verdade tradicional. e 5ue ele 7?8 A a0ir.iu o pensa. 1 E?.a 0or.ie und Philosophie. se*undo lu*ar. pri.ilares pelo prLprio Uar1.ula/ão de En*els. e. conservar.a proposi/ão ).eiros escritos ao >lti. 5ue o tra4alho. e. u.anecera. u.oderna. 7<8 #itado a5ui de #apital.a tese so4re Feuer4ach: . Stutt*art. conse5:6ncia: a viol6ncia ) a parteira da HistLria 75ue ocorre.al. e.as si.B e. apenas u. cria a si .ano.e de Das Vapital8. Ape to Uan. tanto nos escritos de Uar1 co. 7e.a outra. .% tra4alho criou o ho.anuscrito anterior: .edida e. <G . Edition. de Uar1 de . Para 0or. dos pri. Uar1 e En*els. 4astante o .ente aceita e cu3a plausi4ilidade estivera.e. ba4our in the Transition 0ro. 5ue.undoB che*ou a hora de trans0or.anidade ) resultado de sua prLpria atividadeB si*ni0ica.ente.es.a atitude 0ace K Filoso0ia aparece na predi/ão de 5ue a classe tra4alhadora serH a >nica herdeira da Filoso0ia clHssica.ilie.ula/Mes si.a.The Par` pla. contraria. per.o de En*els. Uodern bi4rar. 5ue o ho. su43a2e.Die heili*e Fa. p.ente cientI0ica de sua o4ra 7e. elevar. e. ^u*endschri3ten. e .es.o tal. p.NationaloeAono..es. o .a delas ad5uire seu si*ni0icado ao contradi2er al*u. e transcende. . Entre elas. 5ue ocorre e. !<.ento. ver e. K lu2 do pensa.as durante toda a sua vida.Não se pode au0he4en 7isto )..e.a varia/ão de u.HJlo.e. Nenhu.e.ente as . as se*uintes são cruciais: . a parte estrita.ente e1pri. .a nova.aneirasB a*ora ) preciso trans0or.a dessas proposi/Mes pode ser co.ais ade5uada.o: %s 0ilLso0os 3H interpretara. o tra4alho.eiro lu*ar..e. Selected @orAs.undo de di0erentes . e não Deus. usual.es. poderia ser e1pressa . no sentido he*eliano.uitas variantes8 <. 5ue sua hu.o. na .. si*ni0ica.sua 0iloso0ia polItica. 5ue a5uilo 5ue distin*ue o ho.ente co. a4olir8 a Filoso0ia se. reali2H$a. do ani. terceiro lu*ar.a/ão ocorre no ensaio de En*els .. bondres. 1 ET.. o 5ual.HJlo. e. . especial . GF<. vol.a opinião corrente entre al*uns estudiosos de Uar1. sua di0erentia speci0ica.o volu.preendida e. curiosa. co.odo ade5uado e sucinto 8?. Final.ed 4.. e. 0ora de d>vida.osa >lti. Na o4ra posterior..

. u. na .oB o Estado ) o instru.ento da classe do.e e e1plora.as de *overp. 5ue não ) a ra2ão. Ser a viol6ncia a parteira da HistLria si*ni0ica 5ue as 0or/as ocultas do desenvolvi. e toda a es0era da a/ão polItica ) caracteri2ada pelo uso da viol6ncia. a ulti.. . a viol6ncia. a .H1i. a atividade hu. principal.as e1ercera. A viol6ncia ). A dupla de0ini/ão aristot)lica do ho.eios de viol6ncia.. co.inuta so4re a tradi/ão de pensa.as si.inante por .ente v6.ana tradicional. /Mes e.ana.e.ente esc1arecedoras para a anti*a con0usão de poder co.H1i.ente. 7As poucas tentativas de salvar a viol6ncia do oprL4rio.era conversa ideolL*ica e hipLcrita. sendo considerada se. ) o ele. u.o u. tradicional. a hu.)sticas.ais di0Icil de perce4er. A identi0ica/ão . 2Qon politiALn e u.a do poder e e1tre. o 3uI2o tradicional so4re o tra4alho e a tradicional *lori0ica/ão da ra2ão.ente nestes perIodos violentos a HistLria . outro desa0io 0unda. pelo contrHrio. 'nica. o tra4alho. da a/ão hu.as do 5ue Uar1. a5uilo 5ue cont). destinavaJse a distin*uir os *re*os dos 4Hr4aros. livre do escravo..pre a caracterIstica saliente da tirania. 2Qon lL*on )Ahon. K lu2 atrav)s de *uerras e revolu/Mes. ani. . viol6ncia i. Uar1 desa0ia assi.ana livre e consciente.ar1ista da a/ão co.ostra sua aut6ntica 0ace e dissipa a n)voa de .ento da produtividade hu.ento constituinte de todas as 0or. o Deus tradicional. das a/Mes do. são de *rande relevNncia para o pro4le. 5ue depende. o 5ual pode ser . o desa0io K tradi/ão ) evidente. ou antes a posse de . so.a na 0aculdade do discurso e na vida e. in0lu6ncia notavel.al rationale.ento polItico anterior K de nossa prLpria )poca.a.8 Para Uar1. Nova. ani. u.a ratio nas rela/Mes entre naJ.ente.anidade do ho.e. ser 5ue atin*e sua possi4ilidade . conJ < . deve ter .ais despre2ada.edida e.a polis.as si. viol6ncia. 5ue os *re*os. 5uarto lu*ar.e.ental K tradi/ão.ente por parte de Ua5uiavel e de Ho44es. e o ho.eio do 5ual ela opri.alla4oransB e.ais ver*onhosa.o do ho. e at) então o atri4uto .não ) u.e. 5ue conhecia AristLteles .ente . A distin/ão consistia e.uito 4e. .plica e.ente di.sido cQnscio.

de Uar1..ente. e0icientes.inadas re*ras de a/ão. a . seus ne*Lcios por inter.ente oposta e. tradicional. por Platão.a polis. A teoria das superestruturas ideolL*icas.idade co. u.ada peitharAhIa. ou Ks leis da polis.ens.e. Essencial.. atrav)s da persuasão 7peIthein8. con5uanto ne*ativo.as direta. 5uer isto 0osse a descri/ão.ental.a palavra 5ue indica clara. A *lori0ica/ão da viol6ncia por Uar1 continha portanto a .elha.)dio do discurso.issão. 0or/ados ao tra4alho. do 5ual apenas o corpo ha4ita a cidade de seus concidadãos. isto ).. co.a instNncia. para os *re*os. ne*Lcio apolItico e privado.a contradi/ão e.undo. . ter. e o esta4elecia. dessa ve2 não apenas i. por). sua o4edi6ncia era cha. a seu *overno.ens livres o4edecia.o ele deveria ser trans0or.undo pelos 0ilLso0os indi5ue o .o sua . a Filoso0ia. sua hostilidade antitradicional ao discurso e na conco. #onse5:ente.plica 5ue H trans0or. .odo co. ou a ad.ente u. a Filoso0ia ) u. Para a Filoso0ia tradicional.ente.ente atrav)s da 0ala. do ponto de vista do senso co. 5uando ho.ado. a 0or.não.undo situado so4re sua ca4e/a. de Platão a He*el. . verAehrte @elt.odo 5ue a interpreta/ão do . era deste . do 0ilLso0o co. He*el.ou isso co. ou trans0or. outros ho.Jse no 0ato de não e1i*ire. o discurso para sere. u.ais to.ente. . >lti. *overnados pela viol6ncia.uda.ar o .ente 5ue a o4edi6ncia era o4tida por persuasão e não pela 0or/a.etral. e.ais especI0ica ne*a/ão do lL*os. a Filoso0ia J e a proposi/ão de Uar1 i.ento 5ue lhe ) dia.itante *lori0ica/ão da viol6ncia. condu2ia.o o ho.as a viol6ncia era relacionada a u. e não por . do discurso.os . essencial. % desa0io K tradi/ão. teria sido u. uns co. 0ilLso0o 3a.a/ão se3a precedida de interpreta/ão. e. contato.ais hu. de . Hneu lL*ou. % tra4alho era.a de relaciona. os outros 0unda.reali2ar a Filoso0ia. A Filoso0ia pode ter prescrito deter. não vivia.ais i. u. e.undo e. con0or.a/ão de Uar1.plIcito.portante preocupa/ão. e desde 5ue a/ão violenta e la4uta asse. de 5ue. assentaJse. 4Hr4aros e escravos era.ana.ente e1presso na a0ir.vivendo e. e os escravos era. %s 4Hr4aros era. nenhu.u.eio de viol6ncia e atrav)s da coer/ão . reside na predi/ão de ET .

ento8 e de u.anciparJse deleR &ue atividade produtiva e essencial. .aiores do 5ue ele . co. Se o tra4alho ) a . Uar1 a di0iculdades .reino da li4erdade. dia a realidade do senso co. 7Uar18 e o . isto ).ula/ão de capital . 5uando a Filoso0ia tiver sido ao .para/ão co.eio .ari2adas co.. apLs a conclusão da luta de classes e o desapareci. São na verdade .undo dos ne*Lcios hu. Estado.o e1ploradores e desu.os e pensa.B pre 0oi . a .u. se.ana e .ais hu. tornarJseJH u.ove.os tradicionais.ente hu.u.ente.o serão os ho. u. conhecidas e notadas por 5uase todos os estudiosos de Uar1. o 5ue acontecerH 5uando.. su. dia id6ntico ao do.u. elas e1travasa. onde nos orienta. chocarJnos. 5ue esp)cie de pensa.os e.aterial para o au.a viol6ncia 0or se5uer possIvelR #o. depois da revolu/ão. #ada u.uladas co. ter.entre o eRonto de vista cientI0ico do historiador e o ponto de vista . E1 .und @ilson8.es. nenhu. entretanto. .o discrepNncias .anos co.. seus prLprios ter.as de a/ão hu. tornarJseJH u.odo si*ni0icativo e aut6nticoR Final.os do senso co. 5uando o ho. São. os 5uais.ana restarHR Se a viol6ncia ) a parteira da HistLria e a a/ão violenta. e condu2ira.B são 0or.ento do Estado.os. 7Ed.5ue o .ens capa2es de a*ir de u.a sociedade se.aneceu insol>vel e. a contradi/ão 0unda.pla/ão e pensa. houver lo*rado e.e. 5ue se. 5ue o+ 0ilLso0o se .es. 7Uar18 co. ou de 5ue a Filoso0ia. oposi/ão a conte..ais honrada de todas as 0or. portanto.oralista 5ue denunciou a5ueles 5ue reali2ara.ani2adores do ho.oral do pro0eta.o parado1os e intenta.a tare0a histLrica. ter. via de re*ra. para todos.ana.para os eleitos. Essas tr6s a0ir.Inio de id)ias e.o antecipara.ental 5ue per. . no .ais produtiva das atividades do ho.a delas cont).o te.a contradi/ão 0unda. o 5ue acontecerH 5uando. .a/Mes são cunhadas e.e.ento restarHR As incoer6ncias de Uar1 são 4e. entre o historiador 5ue v6 na acu.uns.ento das 0or/as produtivas.ais parado1ais ainda. Essa inconsist6ncia e outras 5ue tais são secundHrias e. a/ão e 75uase8 se.o tra4alho 0or a4olido.ental entre a *lori0ica/ão do tra4alho e da a/ão 7e.e.po reali2ada e a4olida na 0utura sociedade..

nunca dependera.preensão e0etiva de seus peo4le. Z 5ue essa não pode ser atri4uIda ne.a velha tradi/ão de pensa. u. $sto aconteceu pela pri. da consci6ncia 5ue este teve dela.os de u.ento al*u.ente 3ocoso.o se Uar1. Z co. e.ento e a cultura da Wr)cia clHssica co.ente pensar contra a tradi/ão. autoridade. apenas por duas ve2es. ) inerente K e1peri6ncia 0ilosL0ica repelir o . .a co.enos novos e.ovi. privando o pensa.ento dial)tico 5ue precisa do ne*ativo ou do . N a verdade. Uar1.anos adotara. identi0icando a idade co.as e para discerni. parecia a4soluta. $$ o vi*or dessa tradi/ão.issão de u.ais velho.o no caso de outros *randes autores do s)culo passado.undo ordinHrio dos ne*Lcios hu.es.os perIodos nos 5uais os ho. si*ni 0icado.ais i.a.entais e 0la*rantes rara.entos . ar aparente. a chave .inou 5uando nada restou dessa e1peri6ncia senão a oposi/ão entre pensar e a*ir.ediante a ad.o VierAe*aard e Niet2sche. al*o co. nossa histLria. dessa 0or.a.es. de al*u.e. encontra.entas conceituais.ente. tentasse desesperada. seu peso no pensa.anosB ela ter.ais cientI0icos do historiador e econo.. 0ora de cu3o 5uadro conceptual pensa.entos novos.ente ocorre.4os se.ento do ho.o tal co. 5ue.ens são conscientes e . utili2ando ao . 3ove.po suas prLprias 0erra. EF . 0enQ. Uar1 revolucionHrio c os discerni.+ decidindo historica.portante para u. ne. 5ue a tradi/ão vii .ente ser possIvel. polItico co.ista .o sua prLpria tradi/ão espiritual. K natural di0eren/a entre u.ento. E. ter. Na o4ra de *randes autores elas re. desa0iador e parado1al enco4re a perple1idade de ter 5ue lidar co.e/ou 5uando Pia tão desco4riu 5ue. escritores de se*unda plana.o de sua o4ra e constitue.o superconscientes do 0ato da tradi/ão. resolvida .o te. co.ete. o pensa. e.es. nos 5uais pode.al para produ2ir o positivo ou o 4e. Nossa tradi/ão de pensa.a 0or. ser despre2adas.ento. ocidental.ento de realidade e a a/ão de sentido.tra4alho. Tais contradi/Mes 0unda. torna a a.eira ve2 5uando os ro. ao centro .

a tradi/ão ) al*u.as ve2es considerada co.a con0ian/a in5uestionada na tradi/ão não .es. de u.Nntico. atrav)s do E? . indo Ks prLprias 0ontes.a tradi/ão não si*ni0ica necessaria. o Ro. 5uando os ho. sua prLpria e1peri6ncia.es. #ontudo.a in0lu6ncia 0or. nossa histLria. as conse5:6ncias no s)culo SS ne. Essa..ovi. Esta 4rotou de u.assa no pal#o polItico e de opiniMes de . *eral a tal ponto 5ue u. desconheciaJse al*o 5ue 0osse co.ar nosso . sua co. eles ela veio.ais 0osse possIvel. e0etiva. perdido seu poder so4re as .entes dos ho. li*avaJse e. conceito essencial.8 Ho3e. Uar1 e Niet2sche desa0iara.ento polItico tradicional e da Ueta0Isica tradicional invertendo consciente.Lria de seu inIcioB ela pode .edida 5ue a tradi/ão perde sua 0or/a viva e se distancia a .o revelar toda sua 0or/a coerciva so.ente ou não.a pri.a e1altada consci6ncia e *lori0ica/ão da tradi/ão. 5ue veio depois 5ue VierAe*aard.ento 0or. no s)culo SS.eira tentativa de ro.enos.aneceu o 0io condutor atrav)s do passado e a cadeia K 5ual cada nova *era/ão.ente depois de 9indo seu a 0i. . ne.ativa per. não tivesse poder. . Não encontra. passado so4re o 5ual a tradi/ão. caos de perple1idades de . 5ue a )poca .ais 5ue situar a discussão da tradi/ão na a*enda do s)culo S$SB sua *lori0ica/ão do passado apenas serviu para assinalar o .undo e as circunstNncias e.ais tirNnico K . at) o perIodo ro.ente. e apLs eles per.e.preensão do .ente a hierar5uia tradicional dos conceitos.os nova.o. os pressupostos 4Hsicos da reli*ião tradicional. esta4elecer u. parece ser a li/ão da tardia colheita de pensa.o u.ens.oderna estava prestes a trans0or.per os *rilhMes da tradi/ão.Nntico.ens ne. pelo .assa na es0era espiritual 5ue os .alista e co.ente ro.ais contra ela. Antes dos ro. Ks ve2es parece 5ue esse poder das no/Mes e cate*orias cedi/as e puIdas tornaJse . u. do pensa.ente a 5ue4ra e. e. % 0i. Pelo contrHrio. 7A desco4erta da anti*:idade na Renascen/a 0oi u. por).entos totalitHrios.o se re4ela.pulsLrio. a re4elião do s)culo S$S contra a tradi/ão provocara.undo e e.o não 0a2 .ente 5ue os conceitos tradicionais tenha.ento e.ria a ter u.anos. intencional.parHvel K tradi/ãoB co.anente so4re a civili2a/ão europ)ia.antis.

ado 7co. %s. 5ue. não 0oi ta.ente pode. desde Re*el.ina/ão. de tal . pode. nossa tradi/ão ) a*ora u. 5ue4rou a continuidade da HistLria %cidental. Não ) o resultado da: escolha deli4erada de nin*u). não a 5ue4ra na tradi/ão.es.ais alto por estare.o. Essa 5ue4ra. as #i6ncias Naturais no s)culo S9$$.. pela estrutura e pelas condi/Mes do s)culo SS ) ainda .undo co. idade ..a de *overno e do.eira Wuerra.. 5uando e0etiva. ato deli4erado de sua prLpria escolha. certa.uito al). e1pulsou a escuridão. não pode ser co. cada ve2 .ente o tenha..o u.undo do s)culo SS.o.orais tradicionais ou punidos dentro do 5uadro de re0er6ncia le*al de nossa civili2a/ão.ento 5ue havia.. . % 5ue os assustava no escuro era seu sil6ncio. Nesse sentido. A do.. perce4ido o seu . u. das . cristali2ara.:. Uundial. seu ineditis. seu prLprio a0asta. .J não pode.a1 polItico nas revolu/Mes do s)culo S9$$$ e desenrola suas i.il anos. e.ento da tradi/ão.undo invadido por pro4le. ne.. su3eita a decisão ulterior.oderna .odo 5ue di0icil. atin*e seu clI.es.ediante as cate*orias usuais do pensa. procla. 0ato esta4elecido. ter prenunciado esse evento e. A ruptura e. E. o evento fssinala a divisão entre a )poca .cri. As i. n3udar a ilu. si . por escapar dos padrMes de pensa.&Dstitue.os f`nda prestar ouvidos .ente os re4eldes contra a tradi/ão do s)culo S$S. A *rande2a deles repousa no 0ato de tere. 5ue veio K e1ist6ncia atrav)s da cadeia de catHstro0es de0la*rada pela Pri. Responsa4ili2ar os pensadores da.ente ocorreu. E< .ais de dois .ani0estas no evento concreto da do. ser 3ul*ados por padrMes .o crian/as 5ue asso4ia.ente. es0or/os de *randes pensadores.ais peri*oso 5ue in3usto.preendida .ento era incapa2 de lidar. perdidas no escuro8.pouco u.a nova 0or.ento polItico. não i.plica/Mes .ina/ão totalitHria vão .ina/ão totalitHria co.as e perple1idades novas co.as não c. e.o u. . 0ato aca4ado. e cu3os .plica/Mes *erais apLs a Revolu/ão $ndustrial do s)culo S$S J e o . 5ue sur*e co. sua causa.inHJlo.terror e da ideolo*ia.porta 5uão en0atica. pode. especial.oderna.ais radicais ou ousadas id)ias de 5uais5uer desses pensadores. os 5uais nossa tradi/ão de pensa. *overnado o %cidente por .

não para repudiar a tradi/ão co.#ontra 5u6 esta. ter.as a autoridade de todas as tradi/Mes. pela pri.enda 0a/anha i.o u.inoso sil6ncio anterior 5ue nos responde ainda.ento.inoso.aSsa dos valores . o sil6ncio da tradi/ão. dos .ais diver*entes.os lutando. pode. os lutando..ao estilo .ente a radicali2a/ão.)rito estH e.ais 5ue as e1peri6ncias essencial. não . VierAe*aard. da tradi/ão. sido. VierAe*aard.os de autoridadeB i.aneceu estrita.os per*untar. . nunca os pensa. % carHter nãoJdeli4erado da 5ue4ra dH a ela u.Por 5u6 esta.as .anecera. toda ve2 5ue ousa. ao nIvel+ do . viu a totalidade da histLria universal co.plicava situarJse ele . e altissonante de seu . ne.entos e das . essa nova a4orda*e.plicava ser ele tolhido unica. isto ).entos. era possIvel.aneira e. desenvolvi. a avassaladora . o o.ais con0litantes autoridades. redu2idos a u.odo. Ne. % predecessor i. 5ue v$ra. e1ata. da apreensão e do sil6ncio o.ero pensa.ente coerente.ais e1plicar o 5ue e0etiva. novo inIcio e reconsidera/ão do passado. .es.. .ente os aconteci. a HistLria da Filoso0ia passada co.eira ve2.odo de escrever. de al*u. Foi ele 5ue. 5uestionando a tradicional hierar5uia conceitual EE .pat)tico. 5uadro de re0er6ncia tradicionalB e.ais contraditLrios pensa. % 0io da continuidade histLrica 0oi o pri.as e cren/as do passado co. e não u. na verdade.dro su4sptuto para a tradi/ãoB por seu inter. e essa tre. 5ue ela podia ser ainda desenvolvida. 3a. Uar1 e Niet2sche situa.ediato deles 0oi He*el. 5ue radicali2ara.ente pelo 0io de continuidade da prLpria histLria.ente no interior de u. .ento contInuo. então.a irrevo*a4ilidade 5ue so. Uar1 e Niet2sche per. co.o tal.4).edida e.ente ocorreu.ento unilinear e dialetica.o u.ente desenvolvidoB seu *rande . A re4elião contra a tradi/ão no s)culo S$S per. so. a rea/ão assestada contra ela no s)culo S$S por pensadores pode.ente antes de so4revir a ruptura. todos TE 5uais havia. 5ue di0icil.ente.ente ne*ativas da previsão. desenvolvi. todo dialetica. recla. he*elianos na .)dio. Uas o trovão da eventual e1plosão a0o*ou ta. capa2es de 0uncionar con3unta. ao passado da >nica .Jse no 0i.entos.. 0ora.ente poderia se preocupar.o no e1terior de todos os siste.

ali*no poderia consciente. 4e.elhor posi/ão. inerente no de o.0ilisteus educados.4). na ra2ão.pre ocultar a verdade das 0aculdades hu.eteuJse K autoridade do pensa. % salto de VierAe*aard da d>vida para a cren/a consistiu e.plIcita nele. não ser co. 5ue tentara. al*o velho. . VierAe*aard.5ue do.ni4us dll4itandu. Uar1 e Niet2sche são para nLs co. espIrito . de 5ual5uer esp)cie 5ue 0osseB não o4stante. a orienta/ão de nenhu. todas elas. Fora.pensar a +perda de autoridade aut6ntica co. passado 5ue perdeu sua autoridade.o .as ta.ais precisa. . olhos deso4struIdos de toda tradi/ão.eiros a ousar pensar se. Este 0ato pode ser deplorHvel. ca.a inversão e distor/ão da rela/ão tradicional entre ra2ão / 0). tido. os 5uais. sua su43acente descon0ian/a de 5ue as coisas poderia. . provocadas por ho. não apenas e. u. E.ens 5ue havia.as. u. e da conte.anas.elhaJse a u. 5uase instantanea. dia.os nos preocupar co. Foi a resposta K .arcos indicativos de u. a e1peri6ncia de al*o novo.a autoridade. % salto de Uar1 da teoria para a a/ão.inara a Filoso0ia %cidental desde Pia tão e 5ue He*el dera ainda por asse*urada.al. est de Descartes..aioria das pessoas. estH a *rande oportunidade de olhar so4re o passado co. ainda in0luenciados pelo 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico da *rande tradi/ão.ente e para se. u. . Deus . durante todo o s)culo S$S. procurara. essa cultura asse. Não .oderna 0alta de 0). para a .a Filoso0ia da HistLria e trans0or.ente superar e resolver e.ado o 0ilLso0o no historiad&r a 73u3a visada reJ E= . co. esta. lon*e de ser capa2 de pretender 5ual5uer autoridade. co.pla/ão para o tra4alho. seu rep>dio pelos ..os e.ana su4. veio depois de He*el .a *lori0ica/ão esp>ria da+ cultura.al pode in0undirJlhe inter6sse. co.a visada direta 5ue desapareceu do ler e do ouvir ocidentais desde 5ue a civili2a/ão ro. e de 5ue u. al*uns aspectos.ento *re*o. $$$ As distor/ães destrutivas da tradi/ão 0ora. ou . haver 0/ito da Ueta0Isica u.po de rugnas 5ue. 0ora. eles os pri. i. Ho3e e.o parece.

ais claro desta .u.oderna K reli*ião e.ais dependente 5ue nunca da5uilo 5ue ho1e cha. desde então.eta0Isico anti*o.ente.ais teLrica e . 0indando por perder o si*ni0icado de a.o idiota.H2ov.ento não do ser e da verdade J revelarJseJla a0inal. seus. Al). no conte>do e inten/ão. .ento deste tor. trou1e a d>vida K reli*ião. resultadps possue. K PolItica.ovi.edir.oderna situa/ão reli*iosa 5ue o 0ato de Dostoi)vsAi.lei da HistLria. o rela1a.ento na violenta a0ir. e teve 61ito unica.as prLprias d>vidas e co. ter. co. . Uar1.o diria ele prLprio.a si.o o de VierAe*aard 0ora a 0iloso0ia da d>vida de Descartes.a/ão+ do a4surdo tanto da condi/ão hu.eras 0un/Mes da sociedade e da histLria. desde 5ue seu tra. tão especi0ica.os u.supraJsensIveis e transcendentes 5ue.enos 5ue do pensa. trans0or.ana co.ou o assalto da #i6ncia .a e1peri6ncia reli*iosa sincera so.ais dIspares 5ue se3a. seu . tornando. ou de Alioscha Vara.ilaridade pressa*a: VierAe*aard.odo 5ue. . tradi/ão de ca4e/a para 4ai1o. 3ul*ar e atri4uir si*ni0icado ao dado. ou .ente ao pQr a.ente co.a ideolo*ia..odernas.Platonis. e da PolItica não . u. pulando da )g>vida para a cren/a. sua insist6ncia na vida e no dado sensIvel e .transvalora/ão dos valores. . não a 0iloso0ia do sentido ..o invertido de Niet2sche. u.o da cren/a do ho. ter retratado a 0) pura no carHter de UIshAin. 5ue ) puro de cora/ão por5ue in*6nuo. transportou as teorias da dial)tica para a a/ão. acreditavaJse devere. des.ento. do . u.arIa. ao saltar da Filoso0ia para a PolItica.enJ E! . essas re4eliMes contra a tradi/ão.trospectiva T1 si*ni0icado do devir e do .ais vivido psicLlo*o das cren/as reli*iosas .ente pareceu possIvel na tensão entre a d>vida e a cren/a. % salto de Niet2sche do nãoJsensual reino transcendente e nãoJsensIvel das id)ias e da .poli.enos 5ue da Filoso0ia J ao insistir e. por oposi/ão Ks id)ias .e. con0lito reli*ioso interior. 0oi a derradeira tentativa de se li4ertar da tradi/ão. Não hH sinto.inou no 5ue ) co.4as J da a/ão não .edida para a sensualidade da vida. de . a a/ão polItica .ais. de Platão. na tortura das prLprias cren/as co..aterial. Por .as a Filoso0ia da HistLria de He*el. % platonis. ele superpQs a . 5ue era. era.a . talve2 o .o invertido.

dentro deste 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico. % VierAe*aard 5ueda era a0ir.as K realidade da vida . ao contrHrio. e isso antes .NLs a4oli.undo verdadeiro: 5ue . ainda rag2es na e1peri6ncia hu.l$. não por5ue essas oposi/Mes tivesse.ana contra a conte.portNncia para a co. perdido seu arAh).oderno.odernidade 5ue era.odernidade se houvesse revelado plena.undo . e.ar a di*nidade da a/ão hu.. E. EG .pla/ão e a relativi2a/ão histLrica .ente co.ente dado vin*ouJse e.ar a di*nidade da+ 0) contra a ra2ão e o raciocInio .e.os o . a di*nidade da vida hu.oderna.preensão do . . as cren/as tradicionais não repousa e. no/Mes dos pensadores. desco4ertas cientI0icas especIJ 7E8 9er Woet2endae. V. contudo. o sensIvel perde sua prLpria raison d+ 6tre 5uando privado de su4strato no supraJsensIvel e no transcendente. por5ue se havia.as. Niet2sche não era nenhu.ente.entar si. . a4oli. talve2R . no entanto. Uuni5ue. o . &ue essas tr6s notHveis e conscientes re4eliMes contra u.undo das apar6ncias.patIveis co.os o .aneira particular. sua tentativa de . nenhu.erun*.o. não Ks. assi. Niet2sche.o inerente. .as.ado de niilis.ente e.oderna co. K sua . ao contrHrio. levou e.odernas. autoderrota não ) ra2ão para 5uestionar a *randiosidade da e. respectiva. Uas não` ^unta.presa ne. r =?.e/o e princIpio.pati4ilidade da #i6ncia . todos os seus aspectos.eiro a tentar superar o niilis.o oposi/ão entre o transcendente e o sensivel. tornado . VierAe*aard e Uar1. tenha. ed.plicidade.. 0ora dos 5uZis. #ada tentativa.a tradi/ão 5ue havia. co.undo das apar6ncias. e1ata.ana contra a i.ento a4ran*ente parecia possIvel. e Niet2sche. seu co.pot6ncia do ho.undo restouR % . pensa. % 5ue ele desco4riu e.o Uar1 dese3ava rea0ir.oderno.ente co. VierAe*aard sa4ia 5ue a inco.ana vHlida. 0oi o pri. e.eros. ) relevante para todas as opera/Mes de viravolta nas 5uais a tradi/ão encontrou seu 0i.. Sch1echta.undo verdadeiro. 0indado e.E Esse insi*ht. conceitos. 0oi 5ue. As tradicionais oposi/Mes de 0ides e intelectus e de teoria e prHtica vin*ara. vai. nossa tradi/ão. sua ele.o 5ue a .transvalora/ão. inco.es. conta a5ueles tra/os da .odernos.te cha. . . .Jse.. niilista. sua i.

7!8 Re0iroJ. antes. su3eitouJa a d>vida e descon0ian/a.pati4ilidade entre o pensa. 0eita por Heide**er. A #i6ncia . e visto 5ue ela sustenta.e. a tentativa de VierAe*aard de salvar a 0) do assalto da . ser capa2es de rea0ir. G!T. isto ).e. ao +*rau . so.anas.oderna to. vol. virtude de 5ue 3a. o tra4alho.desvela.e a5ui K desco4erta. e resJ 7=8 E.=. con3unto. u. no con0lito e1istente entre u.seria sup)r0lua se a apar6ncia das coisas coincidisse co.ar o ideal de li4erdade so4 condi/Mes inauditas de i*ualdade universal. elevara.ado das Revolu/Mes Francesa e $ndustrial. e.ouJse u. 1 ??.as reli*iosos e a4sorvidas por cren/as reli*iosas. 5ue.onia co.ente nas asser/Mes idealistas da Ji*ualdade do ho.oderna at) .ente. E . Dt' P7apltal. e da di*nidade inata de todo ser hu. har. nas palavras de Uar1. ini.0icas de 5ual5uer esp)cie.anos. inte*radas e. poderia ser. a Filoso0ia anti*a. ser.es.o de produtividade e pretendera. tradicional.o a reli*ião.Jse no a4surdo 5uando VierAe*aard tentou rea0ir.itivos de u. J aJlltheta. >lti. p.odernas condi/Mes polIticas repousa no 0ato consu.oderna.pati4ilidade repousa. As cren/as tradicionais desinte*rara.HJlas so4re a hipLtese de 5ue o ho.ais despre2ada de todas as atividades hu. seu verdadeiro ser K ra2ão e aos sentidos hu. Uar1 sa4ia 5ue a inco. essencial. no entanto. siste.i*o da reli*ião e. e.ano.ento polItico clHssico e as .ento.a instNncia. 5ue a verdade ) o 5ue se revela. .ente a .H1i. apoAHl.ais serão capa2es de responder Ks 5uestMes 5ue a reli*ião levanta. não pode con0iar na capacidade de sua ra2ão ou de seus sentidos para rece4er a verdade. as 5uais pode. l'.ais racionalistas. 5ue a verdade e a revela/ão 7ainda 5ue os si*ni0icados dessa revela/ão possa. e. suas versMes . Yuri5ue. Ele sa4ia 5ue essa inco. de 5ue a palavra *re*a para desi*nar verdade si*ni0ica literal.ou . E. e a tradicional conJ+ 0ian/a incondicional no 5ue 0oi dado e aparece e.ente . Sa4ia 5ue a 5uestão era colocada apenas super0icial. espIrito de d>vida e descon0ian/a 5ue. e.odernidade to. a s1Bla ess6ncia. Dado 5ue nossa reli*ião tradicional ).psis na Se*unda 9inda8 !.a reli*ião revelada. ser tão di0erentes 5uanto a al)theia e a d)losis o são das esperan/as escatolL*icas dos cristãos pri. a #i6ncia .ente pode acreditar na5uilo 5ue ele prLprio 0e2. todas elas.

A desvalora/ão dos valores de Niet2sche.ercadorias.o.al pode. valor 5ue pode ser trocado por outros valores.4e. por).Jse entidades de troca.4e. K . % .atica.pacto do tra4alho.o os padrMes con0or. 5ue dissolvera todas essas nor.idealista.. . % detentor de valores pode recusarJse a esta troca e se tornar u. .o unidades transcendentes para identi0icar e . 0: do i.pondida apenas de . =T .as e.enos relativo. esta4eleceadoJas co.o outras . 5ue Uar1 visou salvar o pensa.e os 5uais ele vive so0re.ento ao ine1orHvel despotis..id)ias. aci. ao procla.o da su3ei/ão do ho.a de 3usti/a 5ue pudesse ser resolvido concedendo K nova classe de tra4alhadores o seu direito. do tra4alho o sI. reali2HJla.anas. são do direito de voto aos operHrios. . usa e 3ul*a.edidos e reconhecidosB tornaJse u. co. e o portador de seu .não se pode a4olir a Filoso0ia se.o da necessidade.e. nada torna o .valor. 5ue produ2. do 4e.e/ou por su3eitar ta.entos e a/Mes hu. das 0or/as produtivas na sociedade.4olo .a o valor do . sido utili2adas co.anas.. e o .ento 0ilosL0ico.udan/a decisiva: torna. Atrav)s dessa relativi2a/ão. Não se tratava de u. 5ue havia.o no passado.edir pensa.oderna. e1iste.4ros. co. cui5ue seria auto. pro4le. 5ue viu o tra4alho elevado para e1pressar a li4erdade positiva do ho.a do valor da e0ici6nciaB isso. ) a sociedade e não o ho. Entretanto.valores.o . so.es.ente na se. co. isto ). si*ni0icado autQno..ente restaurada e 0uncionaria co.oderna.pati4ilidade 4Hsica entre os conceitos tradicionais 5ue 0a2e.odo super0icial atrav)s da conces. 0uncionais..o e0ici6ncia ou poder. HH o 0ato da inco. sur*e da inco. produ2 para seu uso co. apLs o 5u6 a velha orde.e.pati4ilidade entre as . 5ue esti. perde seu carHter de id)ia.valor.pre 0luida relatividade das rela/Mes sociais e do co.ar 5ue . e. tais co.a . do suu.lei 0)rrea. ser . o pensa. tradicionais. tanto as coisas 5ue o ho. u. 9alores são 4ens sociais 5ue não t6. relaciona. e a sociedade . a li4erdade da produtividade. K necessidade e a )poca .as.o a teoria do valorJtra4alho de Uar1.)rcio. destinado pela tradi/ão a ser o n>cleo de todas as atividades hu. da necessidade no sentido tradicional.e.entos entre seus .e.4).e. padrão pelo 5ual o 4e.

..e. 5ue todas as coisas. estava inteira..ens as utili2a.ento.Filoso0ias do valor.5uadratura do cIrculo J encontrar u.. p. isola. de 5ue os produtos . seu relaciona. e sua insist6ncia . re0lete a distin/ão entre coisas tais co. cit. sua 0re5:ente descri/ão do sur*i.ercantil re0lete seu prLprio reconheci. .. % nasci.er*6ncia Uar1 pro3etou na sociedade se.ente nova da Econo.. deve sua ori*e. e as produ2e.ateriais. cu3a e.alu.inente .Jse todas as coisas . K tend6ncia sociolL*ica 5ue. devesse aparecer pela pri.ento do valor de troca co. =G .ediante o 5ual .ento produ2 valores. co.enos 5ue os o43etos tan*Iveis.aior autenticidade dos valores de+ uso. e .ente desperce4eJse 5ue e.o o43etos .a .a i.valor.visto e. tentava. Na disputa so4re se a 1TntZ de todos os valores ) o capital ou o tra4alho. =1 .o 5ue ce*o. o resultado da capacidade+ produtiva do ho.ento.a esp)cie de pecado ori*inal no princIpio da produ/ão . o 4onu.e.ento das #i6ncias Sociais pode ser locali2ado no instante e.Jse valores so.i . es5uecido desde então pelas #i6ncias Sociais.o . K sociedade e não ao ho.a ocasião anterior K incipiente Revolu/ão $ndustrial ad. desa.ia clHssica. .valor de troca. posteriores. as 5uais. Yuri5ue.eira ve2 nas #i6ncias EconQ. da inevita4ilidade de u.ar1ista.valor de uso.ente e.ens sociali2ados.edir todos os de.odo 5ue tudo derivasse sua e1ist6ncia da sociedade e 0osse a ela relacionado.itiuJse sere.utHvel 5ue servisse de padrão constante para as de. *eral. e seu valor na sociedade.ercadoria de valor i.o antes de Uar1. de tal . classes 0utura.id)ias.icas. de 5ue nin*u). 7G8 %p.. tanto . não . ou relacionava.ia clHssica co.ho.es. e5uacionavan1Jse a valores. nenhu.4ara/adora 5ue assolou todas as . ) de 0ato o pressuposto su43acente tanto K Econo.o e >nico . onde encontrar o valor supre.o u.G Sua distin/ão entre .. e não as coisas..visto e.desvalori2a/ão de todos os valores.torna.ais. Uar1 era ainda cQnscio do 0ato. nas palavras de Uar1.o os ho.parado e hco. A no/ão de ..ento social. isola. e o .o K .5ue e1iste. os valores.ente e1plIcita na ci6ncia relativa.ais. E: portanto natural 5ue a 5uestão e. desco4rir a . o ter.

preendi. seu assalto K tradi/ão. 3uI2o se. a esta ne*a/ão de tudo o 5ue ) dado ainda . Niet2sche parece ter sido incQnscio tanto da ori*e. e'.. consciente do pro0undo a4surdo da nova ci6ncia .o radical.a ve2 contestado seu carHter de valor.o se houvesse.pre valores 5ue a sociedade depreciaria toda ve2 5ue necessitasse de arti*os . 5ue lo*o de*eneraria e.8. cienti0icis.utilidade natural..4ora retenha. co. supersti/Mes cientI0icas *erais e 5ue 3a. as i. a atitude sine ira et studio dos historiadores ro.valor. de tal . ele era 4e.us e1i*ia.livre de +valores.u. = !J= G.ente se .e/ou a desvalori2ar os valores correntes da sociedade.. essa conclusão che*a.ente na sociedade do s)c>lo SS. contrHrio. i. 5ue valores de uso .valor nulo..elhores e . #o. u.os ao li. .ais novos. 0oi o pri.anos.ente dei1ara. E 5uando Niet2sche procla.elhor 5ue Niet2sche sou4e ca. =F . teve coisa al*u. onde re.inhar pelas trilhas tortuosas do la4irinto espiritual .Uar1 acreditava haver encontrado esse padrão no te.. sua pTsi/ão social. 5ue não podia .valores novos e superiores. pp.ais. 7e.ente poderia produ2ir resultados si*ni0icativos se a4andonasse os >lti.ento rapida. As id)ias no sentido de unidades a4solutas se havia.o no/ãoJchave e.odernidade do ter..tra4alho o43eti0icado++. 2elo. nillis.ontoadas co. Al).ou haver desco4erto . co.5ue pode.o .a*inou 5ue so. valor de troca.ento e não . Pois en5uanto os >lti. sido se. de e1istir u.ais 3ul*ar por haver perdido seus padrMes de 3ul*a.Z po de tra4alho.B ela não representa .iar de u.ani0estara.a eZ co.eiro a tornarJse presa das l$usMes 5ue ele prLprio au1iliara a destruir.o da .ais podia achar a verdade por duvidar da e1ist6ncia da verdade. co. ao aceitHJ1T co. Nin*u).inisc6ncias e id)iasJ do passado são a.odo 5ue a prLpria terra possui .o e e. despre2o e a 4usca da verdade se.plica/Mes de todo o e. &uando. por). sua .ples. identi0icado co. aceitando a velha 7 8 %p.oderno. e insistiu e. valores sociais a tal ponto 5ue si. a despeito de todos os protestos e..os vestI*ios destes padrMes a4solutos.al conhecida pelas re4eliMes do s)culo S$S contra a tradi/ão e 5ue sur*e so. ser ad5uiridos se. tra4alho não t6. disso. a Cert0reie @issenscha0t.

5ue a e.: VierAe*aard 0ala.uta/ão de todos os valores.o e insistente te. sL poderia se reali2ar por .eio de u.a: contra as pretensas a4s.ente de .es.ostra 5ue a. e.ais ele.de ca4e/a para 4ai1o. e.e.a ve2 transportando. As opera/Mes de reviravolta co. Uais i.ca4e/a para ci. 0iloso0ia co.. dessa . 0oco o princIpio e. ) apenas u.a de 0or/a de tra4alhoB e Niet2sche insiste na produtividade da vida. sua .ental cu3a . 5ue e.ar o ho.presa. dos opostos J 0ides contra intellectus. saltando .u. 5ue ter.or do ho. prHtica contra teoria.no/ão tradicional da . e. concreto e so0redorB Uar1 con0ir.i.e.entares cha. inversMes e coloca/ão dos conceitos .ina a tradi/ão pMe. na vontade e na vontade de poder do ho.. nova.4ialidade dos valores para %s prLprios te.o u. de seu salto da d>vida para a cren/aB Uar1 pMe He*el.a*ens e analo*ias co. VierAe*aard 5uer a0ir..ais super0icial. u. do outro J. sentido e =? .portante ) o 0ato de cada re4elião parecer concentrarJse so4re u. co. duplo sentido. E.a das coisas. e . e Niet2sche entende sua. deles 3a.trans. 5ue VierAe*aard.platonis. 7Sidne. ou antes .edi/ão co. vida sensIvel e perecIvel contra verdade per. consiste e. sua 0or/a ativa e produtiva. a vida e o a.e. co.4os so..ente tra2 K lu2 o oposto repudiado e .a opera/ão ..a 5ue a hu. i.ente t6. a relatividade e interca. .a.ais u. resultado de todos os tr6s desa0ios K tradi/ão no s)culo S$S. tra/Mes da Filoso0ia e seu conceito do ho.a.o .elhor descri/ão são as .o invertido.ais sou4e da e1ist6ncia dos de.ais nova e hedionda 0or. ani.al rationale.ais e conclugra. $9 A derrota autoJin0lin*ida.a de u.as cu3a a4soluta di*nidade ele 5uisera a0ir.anidade do ho. HooA8.aneira. unidades transcendentes. nos ter.es.Platão e toda a tradi/ão platQnica.anente. A asser/ão . co.ar :J o poder.utHvel e supraJ sensIvel J necessaria. nenhu. saltos. Uar1 e Niet2sche t6. talve2 a . K sua e1ist6ncia terrena. seus aspectos . e .e.e.do reino da necessidade para o reino da li4erdade.pleta independ6ncia u.os da tradi/ão.

ero e a reli*ião ho. Final.ina as id)iasB 0inal.odo *eral na violenta pol6. por esta4elecer ela os opostos e. e.eira revirclvolta ) o peria*o*u6 t6s psiAh6s. onde u.ante da verdade e da lu2..o u. co.a outra inversão indicada de .a*ens da caverna e o Hades 7os so.pido. ilu. A estLria da caverna desdo4raJse e.ados Ks so. ter.B a*ora.ove a tradi/ão.4rias apar6ncias do anteparo são o0uscados pelo 0o*o na cavernaB os olhos. 3H a3ustados K lu2 .. Al). na constru/ão da estLria co. #ada u. K =< . ver diante de si.si*ni0ica/ão e.4rios.eira e *rande opera/ão de virar so4re a 5ual todas as outras se 4aseia. e não apenas u.ortais.a destas reviravoltas ) reali2ada por u.ina as coisas na caverna tais co.e. a reviravolta da caverna para o c)u lI. de dei1ar o reino das ess6ncias eternas e nova. particular. e.ero corresponde. >lti. rea3ustarJse K o4scuridade da caverna.o real. .a opera/ão .ental na parH4ola da caverna. ver e Ks id)ias 4rilhar. disso. e. 0o*o arti0icial ilu.a perda de sentido e orienta/ão: os olhos acostu. tr6s etapas: a pri. .as 0undaJse e. a id)ia das id)ias.over no reino das coisas perecIveis e ho. .eiro livro da %diss)ia.o as verdadeiras e eternas ess6ncias das coisas na caverna.ano. pensar e.a instNncia.os de tais opostos não ) al*o L4vio. cu3H tensão se . encontraJse u.a*ens das coisas aparece. são o0uscados pela lu2 5ue ilu.inadas pelo sol. 5uando u. co. % paralelo entre as i. A Rep>4lica.eira reviravolta te.)rica e. u.ens . HH. colados os seus olhos K tela so4re a 5ual as so.a esp)cie de r)plica e inversão da descri/ão do Hades 0eita por Ho. a reviravolta de todo ser hu. se*undo lu*ar.ovi. de Platão.ente são. por ele narrada J co.as no Hades de Ho.e/o e 0i.ica de Platão contra Ho. a.ente. e. para 5ue . sua oposi/ão.4ras e i. onde as id)ias aparece.eles apenas possa. 5ue possi4ilita ao ho. suas .ente se .o se 0osse u. lu*ar na prLpria caverna. dos ha4itantes li4ertaJse dos *rilhMes 5ue acorrenta.entos das al. e1i*idas por Platão apenas do 0ilLso0o.pernas e pesco/os. ele se volta para o 0undo da caverna. Por trHs dessas reviravoltas.ero no d)ci.a pri. irreais e insensIveis .a estLria co. Essa pri. hH a necessidade de volver K caverna.ente. os olhos a3ustados K lu2 do sol deve.o pri.orti/a do 0o*o Zrti0icial.

a vida dos corpos 5ue te. certo sent$do.posi/ão. . riorB co.ente por ra2Mes polIticas 5ue Platão esta4eleceu sua doutrina das id)ias na 0or.i*norNncia e inconsci6ncia dos corpos na caverna8 ) ineludIvel por ser su4linhado co.ente pensou 5ue seu Platonis.undo in0eJ .o ao .o se Platão estivesse lhe di2endo: Não ) a vida das al. o uso 0eito por Platão das palavras eIdolon. possi4ilitadas pela separa/ão platQnica de u.enta. a terra ) co. predeter.ia na 5ual tal opera/ão pode ter lu*ar ) 5uase tão alheia ao pensa.)rica ) L4viaB ) co. 1 E=.eroB . 0anatis. co. sua tradu/ão anolada de A Rep>4lica. i.odos pr)JplatQnicos de pensa. % desenvolvi. ho. ou de ca4e/a para 4ai1o ou de ca4e/a para ci.ente.era so. co.)rico.essa inversão de Ho. estar con0or.udan/as de 6n0ase entre dois ter. e.o se o .a*ens e so. na Wr)cia anti*a. ho.4ria apar6ncia do .a #averna ) co. so. . .4ra. 5ue não operava ainda co. 11.as si.4ras são os o43etos dos sentidos corpLreos.eio da 5ual tudo 5ue se acreditava.o opostos predeter. não o a. A inversão da . u.e K reli*ião ho.undo ho.as.a reviravolta da tradi/ão.o invertido pudesse levHJlo de volta a .a de u. u. o c)u e o sol.o se.inadas pela prLpria estrutura conceitual.posi/ão.a inversão de Ho. e sAIa.undo e.undo. lu*ar e. 7Nenhu. 5ue são as palavrasJ chave de Ho. reviravoltas e . .ento.. portanto.as as id)ias vistas e apreendidas pelos olhos da .8 Foi unica. . \ co.os e vive.undo de id)ias 71T8 Ta.orte no su4.o o HadesB i.ero.a.ovi.os opostos. ao 0a26Jlo.4iente das al.)rica veio a postarJse de ca4e/a para 4ai1o.os 5ue partir na . esta4eleceu o 5uadro de re0er6ncia no 5ual tais opera/Mes não são possi4ilidades 0or/adas.ento de Platão.as si.. F.inados.ente Ho. i*ual no . a peria*o*u) de Platão 0oi u.os e do 5ual te.ento da 0iloso0ia na Anti*:idade tardia nas vHrias escolas 5ue se co. F?T.undo in0erior do Hades houvesse ascendido K super0Icie da terra 1T.orte. 5ue nos . pode condu2irJnos K . #orn0ord su*ere 5ue .a*e.4atia.parada co.ero não virou real.)rica ori*inal.as incorpLreas.ero para a descri/ão da vida apLs a .a reviravolta por . E. e este parece ter sido o erro de Niet2scheB ele provavel. consiste e.4).undo de . visto 5ue a dicoto. U. u.as incorpLreasB o verdadeiro e real ) não o .undo pr)Jcristão. NeC DorA. =E .parHvel 11T Hades. Uas .

ento do ponto de == .o.es. *overnando ao . de He*el at) o chão.o.a cisão e. cru2ar o a4is..ento dial)tico co. pudera.anos e a . e . de0inido co. cu3a coincid6ncia a Filoso0ia pr)Jcartesiana de0inira co.eiro e1e. tais co. Ele prLprio dera o pri. reuniu e.o i.ovi. nIvel . Uar1 e Niet2sche K tradi/ão J e. 5ue trou1e o .ais radical 5ue a i.anentis. He*el acreditava haver de. todo coerente e e.o e transcendentalis.ento ) id6ntico ao . entre pensar e ser.o. e. Ele esperava assi.ento.4ora e.o u.ente u. não teria *rande i. e.ento. de0inido co. deles tivesse sido possIvel se. suas 0atIdicas oposi/Mes entre sensualis.o. Z+. a proe2a sint)tica de He*el e sua concep/ão de HistLria J estH e.porNneos. alcan/ava .at)ria e pensa.po.ra2ão.o se havia.ento dial)tico da prLpria .ento. u.o e espiritualis. co. interna dos eventos naturais.a reviravolta . &uando He*el.onstrado u. durante certo te.pQr de ca4e/a para 4ai1o.ciasse esse . Para He*el.eras opera/Mes de .o res e1tensa.era e tão adstrita a discussMes acad6.ovi. A si*ni0ica/ão dos desa0ios de VierAe*aard. sua in0lu6ncia teria sido tão e06. 5ue constitue. a .o res co*itans.aterialistas. .undo.o verdadeira.icas 5uanto a de seus conte. derradeiro e *i*antesco es0or/o.o.eiras e1pressMes na perple. % pressuposto 4Hsico de He*el era 5ue o .inar o cenHrio 0ilosL0ico.oderno encontra suaZ pri.at)ria. entre conheci.eterna.a identidade ontolL*ica entre .aterialista.es.po a ra2ão e os ne*Lcios hu.ovi. .o.o te. desenvolvido a partir do conceito ori*inal de Platão. u. Uediante a introdu/ão do espIrito e sua autoJreali2a/ão no . 0inal.ento dial)tico do pensa. do.ais ainda 5ue u. u. Se Uar1 houvesse sido si. idealistas e .uito .plo ao voltarJse da caverna para o c)u.. portanto.ente.4ora nenhu.e. autodesenvolvi.ento as diversas tend6ncias da Filoso0ia tradicional.ente verdadeiras. 1idade cartesiKna e na resposta pascalina.ento e realidade.aterialis.vi. .uito in0erior. % desa4ri*o espiritual do ho.o e idealis.es.era correspond6ncia entre intellectus e res.plicada nas . ocorreu: he*elianos de direita e de es5uerda.a .vi.a lei universal.e. duas escolas con0litantes de pensa.ples. He*)l pretendia 5ue a desco4erta do .portNncia 5ue se i.idealis.o 5ue Descartes a4rira entre o ho. e o .

consciente disto e sa4e 5ue seu rep>dio K tradi/ão e a He*el não 3a2 e. torna os ter.. ser natural dotado da 0aculdade da a/ão 7ein taeti*es NaturCesen8.ento dial)tico.e.o ponto de partida a .idealis. seu .o.oderna. sua recusa a ad.e.estre pelo papel por ele atri4uIdo K autoconsci6ncia na 0or. nova. dire/ão K .espirituali2a/ão. 5ue e.eiros escritos.e.at)ria.ana e a ani.anece . Desde o ascenso da #i6ncia .. Uar1..o u.as 0ilosL0icos.B não pretende.o a hierar5uia tradicional 5ue deter. e sua a/ão per.ovi.aterialis.o. &uando desapareceu a con0ian/a e.ente per*unta. co.o.anas. >lti.essencial.al se3a a ratio.as ou @eltanschauun*en co.udo e inativo.inava ser a verdade e.ovendoJse e. por5ue ela consiste no tra4alhar J o . para colocHJlo de outra 0or. Uar1.. Sua reviravolta. estado inse*uro.pla/ão e a/ão.a instNncia perce4ida apenas no ver . co.ente hu.o real.ente espIrito.o.aterialista dial)tico.ente são.as e. especial.entoB 5ue.issa.ana do ho. .o entre ho. e .idealista dial)tico.aterialis. o 5uadro conceitual da tradi..ente e. o ho. nas palavras de He*el. A dicoto. se*undo conce4ido por He*el co.vista da consci6ncia.itir 5ue a di0eren/a entre a vida hu.eta4olis. F!<.ento co.e/a a se . 7NotaJse 5uão pouco Uar1 duvidava destes princIpios de seu .o Uar1 o aceitava.8 E. tornaJse consciente de si . . Para o 3ove.ia entre conte. ) essencial. ou 5ue se escolhesse co. cu3o espIrito ) e1presso na 0iloso0ia cartesiana da divida e da descon0ian/a. 5ual ) a 5ualidade especi0ica. se3a .a lei universal. =! . 5ue. Uar1 não era . eri*ir siste. e nature2a 11.B o prLprio conceito de .. o conceito de verdade 7 118 9er ^Xl*endschri0ten. vai ao cerne do pro4le. e co..es. desprovidos de sentido en5uanto siste..a. co. ) 4e. não pQde ser sustentada 5uando a #i6ncia se tornou ativa e 0e2 para conhecer.o a de VierAe*aard e a de Niet2sche.e. o ho.a.+B+lo te. . 4e. outras palavras.. 4ase nesta ou na5uela pre. dado . ou pensa. tanto 5uanto He*el era u. ou. 5ue as coisas aparece.natural. seus pri.a da consci6ncia de classe na HistLria.ente u.aB todos 5uestiona.os .ateriali2ar. p. a tradicional hierar5uia das aptidMes hu.

Inio polItico: padrMes e .pido onde a5uelas id)ias. Vant.4ia4ihdade e per. ao inv)s disso. 0inal.ento polItico de Uar1.. dos assuntos pu. Deus revelado. São estes ho.as pela sociedade co. não do 5ue .a de verdades ra2oavel. u. Estedesenvolvi.ente conectadas 5ue. não 0ora. a teoria cientI0ica . =G . ou .edidas. suas se.eros valores cu3a vaudade ) deter.ens ter sido perdida na trans0or. TornouJse.a/ão de todo o .uitos ho.a hipLtese de tra4alho 5ue .o aparece.utHveis necessidades 0uncionais.. u.o de ilu. rela/ão ao do.o ).uda con0or. era para P$a tão .oderna. seu poder autQno. sido visIveis aos olhos dos ho. as id)ias platQnicas perdera.inar o .undo e e. . Pelo . siste.ens. sua interca.udou de si*ni0icado.ens.as dadas K ra2ão e aos sentidos. ele. outrora havia. e. $nvertendo a tradi/ão no interior de seu prLprio 5uadro de re0er6ncia.e. essas id)ias tornara.as do 0ato de .uitas outras entidades.ento 4astante real ) re0letido e prenunciado no pensa.condicional e. todo e.o ..es. para sua validade.Jse.ais dei1ar a5uilo 5ue.ais si*ni0icou u.revela.o processo.e os resultados 5ue produ2 e 5ue depende.undo pela Revolu/ão $ndustrial J u. 5ue ) u.a caverna.. sido para Platão apenas e.a trans0or. não o4stante re*istrasse o escureci..ente.eiro.ental de re*ras so4re as a/Mes dos ho. e.ente raciocinante do ho. Pri. assi.teoria. tornara. Não .e. A no/ão de . . prescreve. co. co. .preendidas8 aos . .ais ele. Estes valores.0uncionar.pre . construIdas . ou as 0or/as li. apLs a prioridade da ra2ão so4re o a*ir e da prescri/ão .itativas e re*'ladoras da . suas re*ras K ra2ão J.a de suas . dei1adas 7e por eles co. A se*uir. a 0) .a vida 5ue talve2 a u4I5ua 0uncionali2a/ão da sociedade .ada não por u. 3a.uta4ilidade.Jse a5uilo 5ue havia. são as >nicas .en5uanto revela/ão tornouJse duvidoso e.ento do c)u lI.o u. ele não se desvencilhou de 0ato das id)ias de Platão.ho. u.undo eo universo. en5uanto verdades. .ens sociali2ados.anos 5uotidianos.ens 5ue decidira.oderna tenha privado de u.id)ias. co. nunca aventurarJse por conta prLpria e.a/ão cu3o sucesso pareceu provar 5ue os 0eitos e arte0atos do ho.entares caracterIsticas ] o insinuar do espanto 0ace ao 5ue ) co.

K nossa espreita para 0or/ar o espIrito a dile.ias estivesse. dependendo da solu/ão escolhida. \ co. cIrculo 5uadrado.4.ida co. se torna tão i. QUE É LIBERDADE? bevantar a 5uestão J o 5ue ) li4erdadeR parece ser u. E.possIvel conce4er a li4erdade ou o seu oposto 5uanto entender a no/ão de u. sua 0or.possi4ilidade lL*ica de tal .odo 5ue.o se velhas contradi/Mes e antino.o a contradi/ão entre nossa consci6ncia e nossos princIpios 1GG .presa irreali2Hvel.a .ais si.as de i. a di0iculdade pode ser resu.a e.ples.

ente das 0or/as da nature2a. conhecidas J não pode ser aplicado ao N. parte.ento a respeito desses o4scuros te. 3o*o. crit)rio de li4erdade: si*ni0ica .o co.a 4ele2a clHssica e. E. e de 5ue. .ana co. E. 1.aria.ais passIvel de averi*ua/ão por parte das 0aculdades interiores e dentro da Hrea da 718 Si*o Ua1 P^ancA. dia a se5uer conhecer todas as causas 5ue entra.es. 5ue so. pelo contrHrio. todos os ca. eu pri. e e. Deve.ais aparece de .plicidade e clare2a nãoJsi.4ito dos assuntos hu.a anHlise. 5ue a Psicolo*ia procura a5uilo 5ue ) suposta.as a Vant e a seu discerni.otivo co.enos evidente do nihil e1 nihilo. su3eitas a causa/ão.era.as ta. te.nossas prLprias vidas são.ento de 5ue a li4erdade não ) . a verdade não . procede. possue.as essa i.#ausation and Free C.er4 de 0atores i. e isso. e.undo e1terno. por5ue os .ira*e. pelo si. *rande esclareci.adas e 5ue 3uI2os são 0eitos.ental.ente 3a. escritos do ponto de vista do cientista.4). todas as 5uestMes prHticas.o u. e. e.penha na nature2a.o.os a li4erdade hu.pll0icadora.os de acordo co.odo claro no .os livres e portanto responsHveis.anos.ente seu do.a parte 5ue a 0or/a dese.os e.o causa do .. u.undo 0eno..a. 5ue decisMes são to. especial nas polIticas.a .ente 5ue não esta. >lti. e ) so4re essa suposi/ão a1io.previsi4ilidade prHtica não ) nenhu. 5ue nos di2Z. co.anos. se hH porventura u. do nihil sine causa. 1 E 8. o princIpio da causalidade. te.a verdade evidente por si .Inio prLprioB pois .o da introspec/ão.ente livre e. con0or.orais. sua si. por5ue os dois ensaios. distinta. 1G . nunca pode se tornar o43eto de veri0ica/ão teLrica.Htica 5ue as leis são esta4elecidas nas co.ples n>. .ento. na es0era .plicados.6nico e. na 5ual nos orienta.os capacitados a che*ar al*u. :e: por isso 5ue a li4erdade se revela u. NeC DorA.o . e a nossa e1peri6ncia cotidiana no . tanto da inspe/ão pelo nosso prL1i.unidades hu. o .idade co. nLs .os. :e: verdade 5ue o teste da causalidade+a previsi4ilidade do e0eito se todas as causas 0ore.o a causa da conduta.ento e. The NeC Science. no .Qvi. ainda são ocultos de todos os o4servadores. .anas. ele certa..es.pos de es0or/o teLrico e cientI0ico. portanto.es.os u. na suposi/ão de 5ue at) . 7e.otivos hu. isto ). por contrapartida.

Uas ela pouco contri4ui para eli. . . e u. e. possIvel a e1peri6ncia.ais aparece no . 5ue parece dissolver no nada a li4erdade na 5ual se 4aseia nossa conduta prHtica.es.ento pr)JcientI0ico e pr)J0ilosL0ico.e1peri6ncia interna do 5ue pelos sentidos co.a dicoto. lado. 0a2er co. #onse5:ente.a .ento de u.ento.pura.otiva/ão interna. .era.e.a lei .6nico.ente a1io.ente 5ue o a*ente dotado de livreJar4Itrio. nada in0erior K das leis naturais.a pr)JteLrica. seu entendi. a antino.portantIssi.undo 0eno.o.ento da ra2ão.ediante a 5ual eu perce4o a .Hticas e. .o. a. sua 0or.preende.a teLrica co. 5uer no ca.os so4re u. 5ue ) o prLprio pensa. ato 5ue 0oi e. no . 1 T .4as i*ual.as repousa e. por outro.por e. . o 0ato ) 5ue ela constitui u. seu ponto de partida.a cate*oria do espIrito para ordenar todos os dados sensoriais.os u. suas respectivas Hreas. 5ue a li4erdade desapare/a J se.os o . 5ual5uer 5ue possa ser sua nature2a.ente estranho 5ue a 0aculdade da vontade. por u. opondo o dita.as o prLprio pensa. tornando assi.ia entre li4erdade prHtica e nãoJli4erdade teLrica. causalidade operante na nature2a e no universo. Vant salvou a li4erdade deste d>plice assalto atrav)s da distin/ão entre u. se3a 5ue. não di2 respeito .es.os e co.i.o 4astar para o esta4eleci. 5ue re0leti. e o princIpio Zausal 5ue re*e o . pelo 5ue ) i.ais peri*osa di0iculdade. e1peri6ncias cotidianas nas 5uais tanto a :atica 5uanto a #i6ncia t6.aior e . tanto .encionar o 0ato de 5ue deve parecer real. 3a.oral cu3a coer6ncia lL*ica não se3a e.e da vontade ao entendi. ele parece cair so4 o do. a*ente livre. Se3a ou não a.ente. os 5uais conhece.andar.ente a u.ento e.portaZte ter e.undo. :a 5ue.po da percep/ão interior .inar a .o e. ) assa2 en*enhosa e pode .undo e1terior dos noosos cinco sentidos.preendido so4 a hipLtese de ser. 5ue ) na prHtica i. Não ) a teoria cientI0ica. . i. sua 0or.ra2ão prHtica.Inio de duas esp)cies de causalidade: a causalidade da .undo e1terior. deva a4ri*ar a li4erdade. Essa solu/ão.a ra2ão teLrica ou .ento. cu3o centro ) a vontade livre. 5uer no .ia entre #i6ncia e :atica.o. cu3a atividade essencial consiste e.

o ela ) dada na e1peri6ncia hu.. a esse respeito considerare. cit. . a eternidade etc.a pri. deve.ento. Não hH preocupa/ão co. .os do pro4le.os ou não.es. ao .ente. cu3a ori*e.a condu2iu ao .a da li4erdade ) crucial. e depois de A*ostinho. a vontade.pre e. a al.Para as 5uestMes da PolItica.eta0Isicas tradicionais J tais co. onde ela seria a4erta K autoJinspe/ão. o do. do. a li4erdade ne.er*e. #o.a da li4erdade. o seu contrHrio são vivenciados no diHlo*o co.a das *randes 5uestMes .a de investi*a/ão 0ilosL0ica. e 5ue a tradi/ão 0ilosL0ica. ve2 de esclarecer.o 0ilLso0o da Anti*:idade. % ca. F.o no decurso do 5ual e.a teoria polItica pode se dar ao lu1o de per.po. historica. 0ato da vida cotidiana. a ela 0oi a e1peri6ncia da conversão reli*iosa J pri. ao transpQJla de seu ca. . 5ue ne.4ito da polItica.inar 3usti0icativa dessa a4orda*e. o pro4le.Inio interno.o ho3e e.4ito da PolItica e dos pro4le. a prLpria id)ia de li4erdade. op. não co.o o ser.po e.po ori*inal.eira apari/ão e. o pro4le. ao 0alar. 5ue o 0enQ.eira.ana. da a/ãoB pois a/ão e polItica.i*o .itir a e1ist6ncia da 7F8 Ua1 PlancA. ser dotado co. o te. +$.pre 0oi conhecida. podeJse salientar 5ue. o nada. a tornarJse te.o4scuro 4os5ue onde a Filoso0ia se e1traviou. ) o N. *eral. 5uer o sai4a. são as >nicas coisas 5ue não poderIa.a da li4erdade 0oi a >lti. o pro4le. e.ente na es0era do pensa.as hu. destorceu.ais tarde. 1 1 .ente. E .eira e preli.o u.enos ad. o >lti. pro4le.es. a nature2a.e. ) 5ue o . entre todas as capacidades e potencialidades da vida hu. E 5uando a li4erdade 0e2 sua pri.a da polItica e o 0ato de o ho. nossa tradi/ão 0ilosL0ica. as *randes 5uestMes 0ilosL0icas e . 5ue a li4erdade se.os ter se. tal co. % ponto de vista das considera/Mes 5ue se*ue.ana. para u.otivo para essa o4scuridade estH e.as co.#ausation and Free @i$$.anos e.os se5uer conce4er se.o u.a. o N. desde os Pr)JsocrHticos at) Plotino. . dia.eta0Isicas. o 5Ze deu ori*e..ente de Paulo.eno da li4erdade não sur*e a4solutZ.a.o u.os . a li4erdade e.anecer Hlheada ao 0ato de 5ue esse pro4le. e nenhu. toda a histLria da *rande Filoso0ia. . ) claro.

dos in>.a retirada do .ente. e seu do. pro4le. .a interioridade na 5ual nin*u).ana.ava.. o espa/o Inti.idade.ana. se.undo.ente e.o re*ião de a4soluta li4erdade dentro do prLprio eu.ais te. )pocas de crise ou de revolu/ão se torna o alvo direto da a/ão polItica. As e1peri6ncias de li4erdade interior são derivativas no sentido de 5ue pressupMe.4os os 5uais.Inio de e1peri6ncia ) a a/ão.a de li4erdade hu. . A li4erdade.ente ele tenha sido descrito no 0i.a polItico particular se. pr)Jre5uisito para a li4erdade. o poder ou a i*ualdadeB a li4erdade. u..eno tardio.o instaurada e. desde a Anti*:idade pri. al).o sendo u. a vida polItica co. se.etade do s)culo S$S. si*ni0ica/ão polItica. interJrela/ão co. e1peri6ncias co. não ) apenas u. .ente. lu*ar prLprio no . i. u. conta ) o prLprio oposto da . tocar e. ou da teoria de 5ue .ens convive. portanto de u.o a 3usti/a.ani0esta/Mes e1ternas e ) p%lZtanto. % espa/o interior onde o eu se a4ri*a do . e.as e 0enQ. e a despeito de 5uão elo5:ente. % carHter derivativo dessa li4erdade interior. e 0oi ori*inal. Esse sentir interior per. o prLprio eu. estranha. acesso. 0oi unani. A li4erdade 5ue ad. ela. a. Ne. o cora/ão ou a . da Anti*:idade.ente or*ani2ados. por de0ini/ão. 0enQ.a condi/ão .undo e 5ue carecia.ente.as a interioridade. disso. e1Zste.ente J e. ) o .undo não deve ser con0undido co. o cora/ão ne. Se.plicita ou e1plicita.o tal seria destituIda de si*ni0icado. co.o no 5ual os ho. 0oi desco4erta na Anti*:idade tardia por a5ueles 5ue não possuIa. u. 0u*ir K coer/ão e1terna e sentirJse livres. tais co.li4erdade interior. ) ele historica.ens pode. toda teoria polItica e 5ue .ente considerada co. ) na verdade o . A raison d+ 6tre da polItica ) a li4erdade. so. levar e. e ) di0Icil tocar e.anece se. o .os co.a re*ião apropriada da li4erdade hu. a . pro4le.otivo por 5ue os ho.ente dita.es.do.itiva at) 5uase a . a tirania precisa. e 0unciona.ente o resultado de u. 5ue sL rara. &ual5uer 5ue possa ser sua le*iti.pre u.ento do .undo onde a li4erdade 0oi ne*ada para u.e.undana 5ue.eros pro4le.ente u.li4erdade.o os 5ue louva.enos da es0era polItica propria.Inio interno da 1 F . politica.iti.undo no 5ual as e1peri6ncias se trans0or.

ho.ostrando 5ue u.%n Freedo.ani0esta co.oderno. seu dese3o de se desdo4rar.portNncia do *6nio. Assi. os ar*u. j 1.entos . e o pano de 0undo polItico so4re o 5ual todo esse corpo de 0iloso0ia popular 0oi 0or. 7=8 %p.ente tinha. cit.e.undo estranho so4re o 5ual o ho. e.ento do pro4le. livro $9.Inio onde possa ser cerceado =.o distin*uir entre o . não ) .u. historica.ente. 1 ? . sua insist6ncia en0Htica . $. 5ue co. DXsslN+talXones. não possui poder e o eu do 5ual ele pode dispor co.e o . . sa4er co. sur*e co. do $. ho. a li4erdade de Epicteto.elhor de sua individualidade.o achar .ais 5ue u. o 5ue ) a li4erdade s. se ele não vai at) u..ano J se . seu poder.os Ks suas ori*ens.consci6ncia. u. 7!8 O4Xd. co. o 5ue dese3a. \ interessante notar 5ue..a da li4erdade na 0iloso0ia de A*ostinho 0oi. ser+ livre.e/a a0ir. ser encontrados e. a Filoso0ia al). seu 3usti0icado te. co.a senten/a da PolItica de AristLteles na 5ual a asser/ão . 5ue consiste e. .undo e ainda assi.ente. ) livre se ele se li. do no. Prosse*ue então Epicteto. #onceitual. o apareci. co. j 11G.elhor G. ! consiste e.ulado J o declInio L4vio da li4erdade no 0i. desenvolver e e1pandir.. do.A li4erdade si*ni0ica 0a2er u. toda clare2a no papel 5ue no/Mes tais co.o 7?8 ^ohn Stuart Ui$$. ..so4re a i.. j !E.ita ao 5ue estH e. ser livre dos prLprios dese3os.aior clare2a se voltar. ) posta nos lH4ios da5ueles 5ue não sa4e. u.o 5uer <. 7E8 1?1TaFE e ss. ensaio de Epicteto.or de 5ue a sociedade to. 5ual5uer coisa e.ais convincentes para a a4soluta superioridade da li4erdade interna ainda pode.ula/ão atrav)s da 5ual 0osse possIvel ser escravo no . co.e.a de0ini/ão 5ue curiosa.p)rio Ro. precedido da tentativa consciente de divorciar da polItica a no/ão de li4erdade. 7<8 9er .ci6ncia do viver.. %n bX4erl. A .e. Não ) representativo a esse respeito o indivIduo .ente 0a2 eco a u. assi.a 0or. de che*ar a u. entretanto..as os sectHrios populares e populari2antes da Anti*:idade tardia 5ue di0icil.e. co. e da ori*inalidade. 7G8 jj G1 e G?.a inversão das no/Mes polIticas correntes na Anti*:idade. ?..ando 5ue livre ) a5uele 5ue vive co.

es.es. De acordo co.undo e a se encontrar co. a sair para o .ens convive.over.panhia de outros ho.a de interJrelaciona.e. outras pessoas e. no 5ual cada ho. livre.ento co. . toda 0or.ar 5ue o ho.entado a condi/ão de estar livre co. To.ente tan*Ivel. nLs . Essa li4erdade. . A li4erdade necessitava.ento hu.pleta. lar no .e.e. %nde os ho. nosso relaciona. e 5ue o espa/o interior onde o ho. no .ente.4).era li4era/ão.atica.a.o o estado do ho.poder.es. Por conse*uinte. Epicteto transpQs essas rela/Mes . toda esp)cie de co. o 5ue desco4riu 5ue nenhu.as as necessidades da vida e a 1 < .ente de0endido de inter0er6ncia e1terna.unidade se caracteri2a pela li4erdade. isto ).ento. o ho. . atri4uto do pensa. a se a0astar de casa.a li4erdade interior e apolItica so4re a tradi/ão do pensa.os.o. ) claro..ente or*ani2ado. era precedida da li4era/ão: para ser livre. dH co. do. ne.e. o entendi. não poderia li4ertarJse da necessidade a não ser .o polItico J co. não se se*uia auto. te. or*anis.undo politica.ens J5ue estivesse. para encontrHJlos J u.ento da Anti*:idade.ina/ão e propriedade nele dese. co..ens.e.o a5uele 5ue o ho. 5ue 5ual5uer lar poderia s6Jlo. por). outras palavras.o u.o estado. nas sociedades tri4ais ou na inti.a realidade .ais co.ente seu..e. al). poder ) tão a4soluto co. a despeito da *rande in0lu6ncia do conceito de u. da . u. outros.u.as não constitue.penha. e não no relaciona. de u.e. lu*ar. nada sa4eria da li4erdade interior se não tivesse antes e1peri.. parece se*uro a0ir. %4via. Antes 5ue se tornasse u.ento ou u. da co. % estado de li4erdade. so4re si . livre poderia inserirJse por palavras e 0eitos.undana. .ediante o poder so4re outros ho.idade do lar J.ente consci6ncia da li4erdade ou do seu contrHrio e.ento co.plo.. 5ue o capacitava a se . por e1e. a li4erdade era entendida co. u.ano e ne. deve terJ se li4ertado das necessidades da vida.udanas para rela/Mes dentro do prLprio ho.e. palavras e a/Mes. e ele sL poderia ser livre se possuIsse u.ente ao ato de li4era/ão.o. e ta.ais se*ura. o 0ator 5ue re*e suas a/Mes e sua conduta não ) a li4erdade.4ate e su43u*a a si prLprio ) . o ho. e.os inicial.undo.a 5ualidade da vontade. espa/o p>4lico co.

a K outra co.e/a onde a polItica ter.a es0era p>4lica J a li4erdade não possui realidade concreta. se. de atividades culturais e intelectuaisR Não ) verdade. a li4erdade unica.ente asse*urado.es. lu*ar . 0a2e. 5ue *arante u.. sua pretensão de ter su4ordinado todas as es0eras da vida Ks e1i*6ncias da +polItica e seu conse5:ente descaso pelos direitos civis.undo arti0icial não se to.ica ou a li4erdade de ensino. e são relacionadas u. $nclina.edida e. Al). os direitos K inti.unidade .os dar por assente K lu2 de nossa e1peri6ncia polItica presente. o credo li4eral J .pati4ilidade. Não estaria correto. 5uanto .4rio.preocupa/ão co. sua preserva/ão. não .o dois lados da . co.o todos acredita. .os co.ente essa coincid6ncia de polItica e li4erdade 5ue não pode.oJnos a crer 5ue a li4erdade co.ente nãoJpolIticas.o a livre iniciativa econQ. Ela pode. o ascenso de u. . u.Inio dei1ado K li4erdadeR #o. so4re todo o restante. Se. A li4erdade co.onstrHvel.as o cora/ão hu.ina.a possIvel li4erdade da polIticaR 1 E .ais Zi4erdade.ente. para a estreite2a dos lares.patIvel co.os. de reli*ião.onstrHvel e a polItica coincide.a de tudo. vontade. co.pre 5ue as cha.at)ria. co.a co. e0eito.ens co. ) u. a li4erdade co. 0ato de.o ocorre co. co.a .enor+ o e+spa/o ocupado pelo polItico.ente de u.ente 5ue os 4ane.aior ) o do.os visto a li4erdade desaparecer se.adas considera/Mes polIticas prevalecera.unidades *overnadas despotica.pedindo assi.uito so.o 0ato de.odo.polItica 5ual5uer pelo livre escopo 5ue ela *arante a atividades aparente. N.enos polItica . certa.ano. % ascenso do totalitaris.&uanto . a0inal de contas. u.os de al*u. 0alta K li4erdade o espa/o concreto onde aparecer.R Não ) verdade 5ue. ra2ão a e1tensão da li4erdade e.o de sua prLpria co.ente por5ue e na . disso.edi.pre 5ue o . e 5ual5uer coisa 5ue vH para sua o4scuridade não pode ser cha.o. esperan/a ou aneloB .Jnos duvidar não apenas da coincid6ncia da polItica co.o dese3o. por . i.o todos o sa4e. ha4itar ainda nos cora/Mes dos ho. #ontudo.4ito p>4lico politica. ) precisa.a palco para a/ão e discurso J co.idade e K isen/ão da polItica. 5ue a polItica ) co.ter. aci.ada ade5uada. entre os 5uais.

A se*uran/a continuava sendo o crit)rio decisivoB não a se*uran/a individual contra a .o u. se*uran/a . pQde ainda ocasional. . % propLsito supre.ples.eno .ais a 4recha entre li4erdade e polIticaB pois o *overno.ente. . 5ue te. desenvolvi.oderna 0ora identi0icado co. dos interesses da sociedade e dos indivIduos.. Desse .a opinião acerca da ess6ncia da polItica não apenas diversa.4ito polItico. proveito da liJ 7 8 9e7 Esprit des bois. co.Essa de0ini/ão de li4erdade polItica co.eado não tanto da li4erdade.ada .ente identi0icava.a 0inalidade do *overno. % processo vital não se acha li*ado K li4erdade. ainda .ento uni0or. % ascenso das #i6ncias Sociais e PolIticas nos s)culos S$S e SS a.era.a necessidade 5ue lhe ) prLpria.a os li.4ora tivesse u..itisse u.Inio total do polItico.odo não apenas nLs.o do processo vital.os ir al).. co. a.a se*uran/a 5ue per..ediatos.li4erdade. ..a potencial li4erdade da polItica não nos ) recla..penhou u.ta. era a *arantia da se*uran/aB a se*uran/a.ava possIvel a li4erdade.o .otivos prLprios para descon0iar da polItica e. ba li4ert) politi5ue consiste dans $a suret). dos pensadores polIticos dos s)culos S9$$ e S9$$$.orte violenta. 3o*o a prLpria vida e suas necessidades e interesses i.ar*inal. .plo papel na histLria da teoria polItica. A5ui.uito superior K de Ho44es ou Spino2a. li4erdade polItica co.e do processo vital da sociedade co. Ho44es 7onde a condi/ão de toda li4erdade ) a li4era/ão do . Ues.o e.ais recentesB ela dese. . e a palavra . na .aioria das ve2es. e so.o u.ente pode ser cl. o do.o da polItica.os . desi*nava a 5uintess6ncia de atividades 5ue ocorria. se*uran/a.ado de livre no sentido e. S$$. 5ue constitui de certa 0or. 0enQ. todo. 5ue desde o inIcio da idade .o Uontes5uieu. e. Não necessita.ente e5uacionar a li4erdade polItica co. 1 = .os de u. era a*ora considerado co.ente pelas nossas e1peri6ncias .o o protetor no.as u. re*ato 5ue 0lui livre. u.ba li4ert) phllosophi5ue consiste dans $+e1ercice de $a volont).pliara. F: . si.as se*ue u.as si. por seu turno. 0ora do N.edo8. 5ue. to. co.ites 5ue o *overno não deve transpor so4 risco de pQr e. 5ue 0ala. a li4erdade não ) se5uer o desI*nio apolItico da polItica.

pela a4sten/ão da polItica por parte do 0ilLso0o co. ter por *overno as leis . u.ais lon*a data.ediante as 5uais sua vida e seus 4ens pode.odo de vida .ente na a/ão.6ncia talve2 ainda . não ) u.o vi.ente e. apontando a. A despeito do enor. co. Poderia ir ainda . . separar a li4erdade dos s>ditos de 5ual5uer participa/ão no *overnoB para o povo.ente e1i*ia sua parcela no *overno ou a ad. co.issão K es0era polItica. partilhar do *overno ou pertencer a ele. vista da salva/ão 0ora precedida. % conceito secular de li4erdade anterior K )poca . o conceito cristão de li4erdade polItica sur*iu da descon0ian/a e hostilidade 5ue os cristãos pri.o o resu. o li4eru.a 4oa e outra . disso. en5uanto relacionada K polItica.os a5ui Ks voltas co. ar4itriu.eno da vontade.H. penso 5ue o leitor poderH acreditar não ter lido .as por descon0ian/a na5ueles 5ue detinha.iu #arlos $ e. divLrcio entre li4erdade e polItica. 0enQ.ais seusB não e.oderna insistia en0atica. u.. seu discurso do cada0also.4ran/as e tradi/Mes de . livres.4as na dire/ão >nica de u.inada pelo 0ato de ser 4astante discutiJla para iniciar sua opera/ão: _lAnd there0ore. . No 5ue se*ue não 0arei outra coisa senão re0letir acerca desse velho truIs. e..a li4erdade de escolha 5ue ar4itra e decide entre duas coisas dadas. Não esta.ais livre e superior: a vita conte. velho truIs. since $ canJ 1 ! .o 5uando a0ir.o.ais 0undo no passado e evocar le.e peso dessa tradi/ão e da pre. $$ A li4erdade.plativa.as toda a idade . .ava. Não era por dese3o de li4erdade 5ue o povo ocasional. contra a es0era poHtica en5uanto tal.ais 5ue u. Al). escolha predeter.4erdade.os anterior.o re5uisito pr)vio para o . e de cu3os encar*os recla. isen/ão para sere.ei 5ue a raison d+6tre da polItica ) a li4erdade e 5ue essa li4erdade ) vivida 4asica. E essa li4erdade cristã e.oderna separou li4erdade de polItica.ais palpHvel de nossas prLprias e1peri6ncias.ente. ser .li4erdade e independ6ncia consiste. poder so4re suas vidas e seus 4ens.itivos tinha.

. A a/ão. *uiaJse por u.undoB identi0icar u.otivos e o43etivos não se3a..il1ed to prove a villain. estrita.otivo por 5ue o intelecto depende da vontade. para continuar co. ser conhecido. 0atores i. intencionado co. isto ).a 5uestão de li4erdade.a*ina/ão e 5ue não poderia portanto. d.4ora necessite de a.andar. de ditar a a/ão. e co. 3H 5ue apenas a vontade pode ditar a a/ão J para para0rasear u.osa anHlise das 0or.ento certo ou errado. o 5ue não 0oi dado ne.. 5ue ) livre.otivos e. não ) u.arei de u.. Para 5ue se3a livre. 5uod apprehendere dleXtu. Ela ) antes.o u.a 0aculdade hu.inantes e a a/ão ) livre na .s. dlZ. ShaAespeare.not prove a lover.portantes e.inada.o co. lado.edida e.utHveis do .a . 5ue eles são seus 0atores deter.as de *overno por Uontes5uieu. do 0i. .ar K e1ist6ncia o 5ue antes não e1istia. 1 G . u. 5u.inha prLpria perversidade.ana distinta e separada.ente diverso 5ue.otivos J .edida e. $9..a tIpica descri/ão desse processo dada por Duns Scotus 1T. X And hate the idle pleasures o0 these da. % desI*nio da a/ão varia e depende das circunstNncias .eu . 1. se*uindo a 0a.as co. ne. . A vontade.s. 5ue ) capa2 de transcend6Jlos.es da vontade J e.3usto e5uilI4rio.es. a a/ão deve ser livre. e0eito previsIvel. no interior do eu co. por outro.4os para a e1ecu/ão de u..o 71T8 lnlelleetus apprehendll a*l4lle anle5ua. so4 a dire/ão do intelecto.anda então sua e1ecu/ão. cha. %1on.a 5uestão de li4erdade. a li4erdade de (ruto: .eta não ) u. o43eto de co*ni/ão ou de i.ente 0alando. % poder de co. o43etivo 5ual5uer JB ela 4rota de al*o inteira. princIpio. de . deter. não se encontra ne. vista co. . ou . X To entertain these 0air CellJspoAen da.as de 3ul*a. de 4ai1o das dita. K co*ni/ão do o43etivo certo. desI*nio 0uturo cu3a conveni6ncia 0oi perce4ida pelo intelecto antes 5ue a vontade o intentasse. n& 1T. a li4erdade de cha. se*uese ao 3uI2o. todo ato particular. na . A a/ão. volunlas illud velilB sed non apprehendll dele. por u. <=.. .a . isto ). PrincIpios não opera.as de 0or/a ou 0ra5ue2a. J. . X $ a.inale hoc esse a*endu.as si.That this shall 4e or Ce Cill 0ali 0or it. en5uanto deter. $sso não 5uer di2er 5ue .o o 0a2e.o u. .

undo e dela se torna independente.os Ks artes de reali2a/ão 7K di0eren/a das artes criativas de 0a4rica/ão8.e>ein 7. e.pre 0a2er o . e. e eles se . isto ).a pessoa ou *rupo e. o do. reali2a/ão. não se li*ando a nenhu. a validade de u. ao contrHrio do 3uI2o do intelecto 5ue precede a a/ão e do i.a e1cel6ncia 5ue atri4uI. assi.elhor 5ue puder e ser o . co.5ue inspira. Tais princIpios são a honra ou a *lLria. o princIpio 5ue o inspirou nada perde e.ente .a ve2. A virtuosidade da virtu de Ua5uiavel rele. o a.elhor versão de seu si*ni0icado ) . o princIpio de u. da li4erdade en5uanto a*e.ani0esto so.undo en5uanto dura a a/ão e não . cola4ora/ão. no transcurso do ato 5ue e1ecuta. P&lis.ani0esta/ão de princIpios so.es.e/ado o ato. vi*or e e.perante se e1aure.ani0esta/ão de princIpios. o .ais.ente no prLprio ato reali2adorB e contudo. o ato e. a descon0ian/a ou o Ldio.undo a4re ante ele K *uisa de 0ortuna. especial. responde Ks oportunidades 5ue o .e. e são de.4icionar . produto 0inal 5ue so4revive K atividade 5ue a trou1e ao .ais u.p)rio da vontade 5ue a inicia. u. o princIpio inspirador tornaJse plena. antes.ente de seu .se. e.ente de possuIre. ou ainda a e1cel6ncia J o *re*o aeI ariSt.elhor de todos.edo.4raJnos de certo 1 .a ve2 co.ento da li4erdade. 5ue Uontes5uieu cha. %s ho..8. sendo ine1aurIvel..as ta. do e1terior.a. a .pre co. Talve2 a .pre ser repetido . ne.penho e não e.elhor ilustra/ão da li4erdZde en5uanto inerente K a/ão se3a o conceito .ani0esta.undo se.o a .ente se dH atrav)s da a/ão. onde a per0ei/ão estH no prLprio dese.a5uiav)lico de virtu. A . Entretanto. validade atrav)s da e1ecu/ão. coincide se.eta.a a/ão pode se.virtuosidade.etas particulares. no . a e1cel6ncia co.a . di0erente.4ora todo desI*nio possa ser 3ul*ado K lu2 de seu princIpio u. sua validade e o vi*or da vontade i. no .4).ou de virtude.ens são livres+ J di0erente.a coisa. pe. . . u.otivo.&lr K i*ualdade. 5ue o ho. princIpio ) universal. ..asiado *erais para prescrevere. A li4erdade ou o seu contrHrio sur*e.ente de sua .pre 5ue tais princIpios são atuali2adosB o sur*i. depoisB pois ser livre e a*ir são u. ou a distin/ão. ao passo 5ue os .)ritos do 3uI2o perde. Distinta.

para sua e1ist6ncia per. e esta se torna total. a polItica te.a coisa tan*Ivel e 5ue rei0ica. e. isto ).penho ) decisivo. .a *rande a0inidade co. de os *re*os utili2are. a polItica ) o e1ato oposto de u. ) claro. e sua conserva/ão ) o4tida pelos .o do dese. a prLpria o4ra de arte.4ora certa.undo. se. 0re5k6ncia de0inida co. e.o u.ento de li4erdade certa. e1traIre.es. co. u. aliHs.a o4ra de arte.o .o u.undo. de u. #o.o os ho.ais.odo co. necessita. No sentido das artes criativas. ou . 5ue ela se3a u.es. dan/ar.os K prHtica das artes. ele.a .ostrare.a arte.>sicos e o 5ue o valha J precisa.otivo 5ue o ele.os . p>4lico e não se destine a aparecer no . . e1ist6ncia prLpria.o u.etH0ora. produto da a/ão.a arte J o 5ue não si*ni0ica. produto do 0a2erB a total d)pend6ncia de atos posteriores para . As institui/Mes polIticas J não i. %s artistas e1ecutantes J dan/arinos.ens 5ue a*e. seu virtuosis. e0eito u. 5ue pMe. da presen/a de outros ante os 5uais posJ FTT .eios 5ue as trou1era.anece ocultoB não ) o livre processo criativo 5ue 0inal.a ci6ncia.a audi6ncia para . de considerar o Estado ou o *overno co.a coletiva.ente 0alsa se incorre. % essencial a5ui não ) 5ue o artista criativo se3a livre no processo de cria/ão. pro3etadas J depende. e1ist6ncia caracteri2a o Estado co.porta 5uão 4e.ens e.u.ento hu. ou co. e o virtuosis.o u.ento de virtuosidade. cena al*u.. o pensa. do .anente. sido co.a de0ini/ão.ente Ua5uiavel não o conhecesse.odo o 0ato.a esp)cie de o4raJpri. pilotar e nave*ar para distin*uir as atividades polIticas das de. . dZ u.etH0oras co.o todo a*ir cont). de ho. a/ão. pelo contrHrio.o.pre . o produto 0inal do processo. As artes de reali2a/ão.as de u. suas analo*ias das artes nas 5uais o virtuosis.os no erro co.as 5ue o processo criativo não se3a e1i4ido e. :E: por esse .ano a tal ponto 5ue as coisas produ2idas possue.ente sur*e e 5ue interessa ao .o tocar 0lauta.. a polItica. K e1ist6ncia. Não se trata.o ) a e1cel6ncia 5ue atri4uI. t6.al se3a.o u. por).ente presente nas artes criativas per. A e1ist6ncia independente identi0ica a o4ra de arte co.ant6Jlo e. atores.

entados.a . e. u.olo*ica.eira ve2 desco4riu a ess6ncia e a es0era do polItico.edida Ks e1peri6ncias da Anti*:idade *re*a e ro. ser vistos e e. ar4itrHrio ne.ens tivera. 0undadas co.4os depende. evoca as e1peri6ncias da co.ente e ne.o en*anoso 0alar de polItica e de seus princIpios se.ar co. tan*Ivel e. E. 5ue a li4erdade.unidade 5ue pela pri. se3a antes ou depois. de outros para o dese. e.ana. Na verdade. A pa's *re*a 0oi outrora precisa. \+ este .ente or*ani2ado para sua .pre 5ue os ho. .a realidade concreta. espa/o para apareci. FT1 . Tudo o 5ue acontece nesse espa/o de apareci. desca4ido. tão alta considera/ão a atividade polItica e atri4uIra.ados e.4rados e trans0or. estLrias antes de se incorporare.o 5uando não ) u. rele.a esp)cie de an0iteatro onde a li4erdade podia aparecer.entos onde pudesse.o. produto direto da a/ão.ente para os eruditos 5ue o prLprio ter.ente I.ente a .unidade. ta.o . al*u. &uanto K rela/ão entre li4erdade e polItica..o as *randiosas 0a/anhas dos i. tra4alhadores su3eitados pelas necessidades da vida.+ 5ue a li4erdade constitui u. eventos 5ue são co. Não ) apenas eti.p)rios 4Hr4aros.o. pudesse aparecer.ples ra2ão de 5ue nunca. ao *rande livro da histLria hu. e. a*ir J u. su3eitos a coer/ão por outre.anha di*nidade a seu N. co.penho e. si. recorrer e. ne.anter e. ) di0Icil e at) . aparecerB a. sua 0inalidade ou raison d+ 6tre seria esta4elecer e . tal espa/o de apresenta/Mes se. 0eitos 5ue pode.o4ra.% N.entos ) polItico por de0ini/ão.ente as co.os escutar.4ito e. palavras 5ue pode. 5ue proporcionou aos ho. so. 5ue e. e1iste a ra2ão adicional de 5ue so. espa/o e. co.ens u. e1ist6ncia u. espa/o pu4lica. no sentido da polis *re*a não ) ne. en5uanto virtuosis.. e isso pela si.ana. e a. o propLsito e1presso de servir aos livres J a5ueles 5ue não era.unidades polIticas anti*as 0ora. escravos.0or.es. os ho.ens convive.par da cidadeJ estado *re*a. % 5ue per. por 0i.polItico. todos as lIn*uas europ)ias ainda deriva da or*ani2a/ão historica.es.pre*ar o ter.a de *overno. Se entende.os então o polItico no sentido da polis.anece de 0ora. Não se deve to.4os re5uere.4ito.o dado u.sa.

o a5ui a tend6ncia prevalente ) considerar os pro4le. E .as si.anos. %ra.as estrita. e de 5ue ela sL pode ser tolerada e. de tal 0or. .Nenhu.as deriva ta.4ito polItico desde os pri.a 5ue apenas a a/ão precisa ser restrin*ida: .icos. Apenas os ne*Lcios estran*eiros.uito . si não ) peri*oso. Pois a polItica.ente de u. E essa prioridade não deriva .es.4ito dos pro4le.ais 5ue da a/ão.ente co.era.ento necessitar de .anuten/ão da vida e a salva*uarda de seus interesses.ento corri5ueiro não sustenta J o 5ue talve2 se3a verdadeiro J 5ue ) prLprio ao pensa. .ento.4ito polItico soa de .ente polItico. sua per0ei/ão 0ora do N.oderna.patias i. toda a/ão se encontra.a pessoa pretende 5ue as a/Mes deva. atri4uto da vontade e do pensa.ais li4erdade 5ue 5ual5uer outra atividade hu. visto os relaciona.as hu.ica.ente.inistra/ão te. sua totalidade do.4ito polItico.inadas pela no/ão de 5ue a li4erdade ) u.ento e. Toda tentativa de derivar o conceito de li4erdade de e1peri6ncias no N.aneira estranha e surpreendente por5ue todas as nossas teorias a respeito dessa 5uestão são e..pre crescente es0era da vida social e econQ.4).entos entre na/Mes a4ri*are. 5ue o pensa. a . deve ocuparJse 5uase 5ue e1clusiva. não o4stante o no. da vontade para levar a e0eito sua decisão.pode ser e1cepcional e di*no de nota. . ser tão livres 5uanto as opiniMes. &$ 5ual.patIvel co.as 0unda. por de0ini/ão. a e1ist6ncia da sociedade. cola4orou para a eli.ente da no/ão de 5ue 5ual5uer ato deve ser precedido psicolo*ica.es. o4scurecido o N. ainda hostilidades e si.o.ana. . incluiJse entre os do*.ina/ão da no/ão de li4erdade do N.Lrdios da )poca .4ito ade5uado para cuidar das necessidades vitais ) a *i*antesca e se. da ale*a/ão de 5ue . a 0atores econQ.a 0iloso0ia. parece.o '.a orde. e o N. ) claro.a per0eita li4erdade ) inco. op. cito FTF .Inio pura. so4 o 3u*o da necessidade. onde a vida estH e.ente 0alando não ) polItico. a .possIveis de se redu2ire. do.as e 7118 ^ohn Stuart Ui$$.. $sso. e talve2 4asica. Esse ar*u. 11. 3o*o.entais do li4eralis.e. restar co. ato co*nitivo do intelecto e de u. de acordo co. cu3a ad.

o perverso .a 4ela palavra. o 5ue não ) o caso J dev6sse.o al*o evidente por si . estar K nossa espreita. não devido aos peri*os especI0icos 5ue possa. si.ples.andada pela prLpria nature2a do cIrcuio p>4lico. truIs. FT? . ) indispensHvel por5ue.a .orte.os che*ado a u. . #ora*e.a das virtudes polIticas cardeais.o so.os ser indispensHvel para as a/Mes polIticas.+ de 0atores e interesses econQ.ais a*uda possIvel co.4ito polItico co. 5ue di2er 5ue .eira das 5ualidades hu. e não tenho e.es. não reco. 5ue a cora*e.4e.as si.Ilia e do lar.ente não se pode dar ao lu1o de con0erir pri.o. 5ue.o tolo e . e..a li4erdade ) a raison 7Ntre da polItica. ) u. A te. do .o para dei1ar a se*uran/a protetora de nossas 5uatro paredes e adentrar o N. li4era os ho.o J a despeito de nossa aparente.4ora J se tudo 0osse u. a vida para a li4erdade do . na prote/ão da+ 0a.. a despeito de todas as teorias e .as por ter.o. A cora*e. sustenta. e. a vida perdeu sua validade.ou certa ve2 de . 5ue de 4o.ado .. supre. ) u.ente sua aten/ão Ks vidas individuais e aos interesse a elas associadosB +T N.eridade não di2 . e.ente e1clusiva preocupa/ão co.os.enos respeito K vida do 5ue a covardia.ens de sua preocupa/ão co. #ontudo.4).anas. o . nosso do.pensa nosso senso individual de vitalidade. co.ente vivo co.undo estH e. 5ue e1istiu antes de nLs e estH destinado a so4reviver aos 5ue nele vive. pois ) a5uela 5ue *arante todas as outras.4ito polItico. do.ente a5ui o arro3o da aventura. *rado arrisca a vida para ser tão total e intensa.a 5uestão de coer6ncia. at) .as nos ) de. . não passa de u. 3o*o. A cora*e.os ser os pri..o tal contrasta na 0or.aria.enospre2o pela vida e seus interesses. o cha.es. isto )..os ta.eiros a condenar a cora*e.o resultantes.icos. tudo serve e deve servir para a se*uran/a do processo vital. a vida J.es. polItica.o . . \ 5ue este nosso . \ preciso cora*e. A cora*e. .a instNncia..rivalidades do poder internacional co. >lti.is. não a vida.undo.Inio privado.a pri. e 5ue #hurchill cha.o acredita.ente se pode ser 0ace ao peri*o e K .Inio onde a preocupa/ão para co. e.odo co. 5ue ainda acredita. co.os.es.undo.

ar de *rande tradi/ão.os li4erdade co.odernas.o interior entre o 5ue 5uereria 0a2er e o 5ue 0a/o.entar al*o 5ue .ento co.es. no 5ual a li4erdade tornoo'Jse u.os ha4ituados a cha. e particular.ente ao 5ue esta.a 0aculdade virtual.eira ve2 na Anti*:idade tardia. con0lito dentro de .encionei antes. 5uisesse de0end6Jlo poderia ar*u. no relaciona. Se a li4erdade não 0osse real.ais 5ue u. 0enQ.i. os e5uIvocos e a i. con0lito co. a sa4er.er*e do 0ato de 5ue u. De 0ato.e/a onde os ho. . .oderna do livre ar4Itrio te.penhou nenhu.eno do pensa.oderna.o. as conhecidas capacidades para dese.preensão do 5ue ) a li4erdade e. . a no/ão cristã e . co.ento na e1peri6ncia polItica. serIa. a li4erdade.pot6ncia do cora/ão hu.eiro a Paulo e depois a A*ostinho.ente recla. outras pessoas.atica. Evidente.ina. associa/ão co. o N. 5ue desde SLcrates deno. 5ue tenha.iar intentar e visar a al*o 5ue so. pri. Para a histLria do pro4le.o o desco4riu o #ristianis.os 0or/ados a concluir 5ue os anti*os não conhecia. não nos a3uda. a tradi/ão cristã tornouJse de 0ato o 0ator decisivo.o.ente e5uaciona. diHlo*o interior. te.o 5ue se dissuadir do . u. u.e. isto ). co. tão pouco e. .ou aten/ão depois de ter entrado e.os tãoJso. no anta*onis. 0enQ.as si.ento.u. sur*ido pela pri.ente. as teorias sociais da )poca . se3a e.ento . Pois o ar4Itrio. &uase 5ue auto. livreJar4Itrio. in0eli2. o conceito 0ilosL0ico de li4erdade.ens dei1ara. e 5ue ela não ) e1peri.ente de voltar a tradi/Mes e teorias . 5ual5uer 0unda. contradi/ão co.ais anti*as e pr)J.a co.ples retorno K tradi/ão. a . poderia co. cu3a cruel dial)tica desvelou.os de pensa.a de u. a4surdo. co.eno do ar4Itrio. 5ue a id)ia de li4erdade não dese. elas. o prLprio eu J se3a na 0or.ente desconhecida para a Anti*:idade clHssica.ente .undo.co.ente isso ) u.entada e.aioria.as se al*u).aior di0iculdade para alcan/ar u. Não decorre.ano.a da li4erdade.e. Nossa tradi/ão 0ilosL0ica sustenta 5uase unani. paJ FT< .ediante o 5ual o ho. si.l' \ L4vio 5ue essa no/ão de interdepend6ncia entre li4erdade e polItica colocaJse e. ha4ituado pela . ne. Ne.4ito da vida polItica.ente 5ue a li4erdade co.

ente 5uando os cristãos pri. a 5uintess6ncia. desse dualis.es.eu prL1i. se interro.pleta solidão. desde Platão.a esp)cie de li4erdade 5ue não tinha rela/ão co.os 1F. a polItica 5ue.o. u. capo G. a . relacionK.penhara co.otiva. oposi/ão a essa pa's e K sua cidadania. u.orada interior. % . ho. 5ue o ho.ente 4e.ento entre . e . .o al*u. A li4erdade tornouJse u. oposi/ão ao 4Ios politiALs. bivreJar4Itrio e li4erdada de no/Mes torna. a prLpria id)ia central da polItica co. iniciandoJse co.aess+ 4esa*en dassel4e. A Anti*:idade clHssica de . dois e.cN.ana. desco4rira.ento polItico.o 5ue ) a condi/ãa e1istencial do pensa.e e. solitHrio não ) . 7Schri0ten 2ur Ue0aph. 5uase por de0ini/ão..a caisa 5ue ocorria na relaciona. e+ a presen/a da li4erdade era vivenciada e.. tanto na Anti*:idade *re*a co.ente e.(e.as principais da Filoso0ia 5uando 0oi vivenciada co. e .odo al*u. @iXlen Freiheit 2uAo. .e. particular. . da cidadeJestado e da cidadania. ais o4 $h..i*o . insistira e. Die Ausdr:cAe +0rei+ und +CilXens*e. A nossa tradi/ão 0ilosL0ica de pensa.e.ente Paulo. e .i.a e corpo pelo 5ual a 0aJ 71F8 bei4ni2 não 0a2 senão sinteti2ar e articulara a tradi/ão cristã. #on0issMes.odo polItico de vida.6nides e Platão.ara do cora/ão.ente polItico.ais.. conceito e1clusiva..a a entendia. os *re*os. da al.o na ro. por al*u.ento entre .ento.peu o relaciona. Al). na verdade.a e na escura . o conceito de li4erdade pQde penetrar na histLria da Filaso0ia..a id)ia 5ue. livro 9$$$. A li4erdade.o entre. e 5ue te.. pudesse o4star a ardente contenda e.siA $. u. FTE . A ra2ão para esse notHvel 0ato ) 5ue.ortal con0lito 5ue tinha lu*ar na .i.ens. era u.itivos. não podia ter acesso ao 5uadro da Filoso0ia *re*a.ento entre ho. Par. 1?.eno da solidãoB ela sa4ia su0iciente. . .t.Die Fra*e.enta entre .onde nenhu.t.o. 5ue .o.o.es.ento e. :\ so.i. 4edeutet ei*entllch nichts anderes.es. @iXlen 2uAo. era alheia ao 0enQ.pel na Filoso0ia anterior a A*ostinho. dualis.erAun*en 2u den cartesischen Prin2ipien.i. al.o no .odo de vida escolhido pela 0ilLso0o era visto e. Yu ArtiAel ? 8.. u. 0undavaJse e1plicita. o . co. a li4erdade era u. inIcio u. partanto. ao escrever: . 0ora do relaciona.. a Filoso0ia clHssica. dos pro4le. 5ue.i.Jse sinQni. e si. 71?8 A*ostinho. o4 unsere.

con0lito no interior da prLpria vontade. o doisJe.Ls1<.a era a4soluta.aldades 5ue estou prestes a co.a e id6ntica 0aculdade 0ora conhecida co. euJnãoJ5uero 1E.i. isto ).i*o .es.Ju.as th. 5uestão ) se.overia o corpo 4e. 5uerer e não 5uerer ao .ente na e1peri6ncia de 5uerer e não 0a2er.penhara não se dava entre a ra2ão e a pai1ão.e eu sei as .ento etc. da solidão 5ue pMe e.ovi. no 0a.es. so4re si .ento.ulheres. são de.eno da vontade . Para A*ostinho. . .ento o processo do pensa.inhas deli4era/Mes.ais 0orte 5ue .as era u.. 5ue ele se e.o a si . .ente ordena. % ponto e.ovi.anas.ente e. .andar a si . ) 5ue Ued)ia. de 5ue e1iste u.o o diHlo*o 5ue .ento platQnico a interpreta/ão dessa 0aculdade co.o.e.aB o 5uerer solitHrio ) se. poder . e1erce a vontade.andar e ser o4edecida.es. 3H ) u.a . o conheci. e uor+denar.ente oposto na vontade: paralisaJa e encerraJa dentro de si .edida e. euJ5uero e de u. u. entre entendi.a interpreta/ão de A*ostinhoB o 0ato histLrico ) 5ue o 0enQ.. 5ue a . co. ?!= e ss. EuripideE.antenho co. di2: . 71S8 . 5ue lrata da vonlade e de seu poder. $sso. antes de assassinar seus 0ilhos. pois a luta e.ada 5ueroJeJnãoJposso. Parece pois u.ento.onstruosidade 5ue sL pode ser e1plicada pela presen/a si. . e na .a.onstruosidade.ultNnea de u.ento e th.o a caracterIstica do pensa.. Assi.ente desconhecida.Ls ) .culdade hu.os a. % 5ue a Anti*:idade desconhecia não 71<8 Encontra.a coisa.ais surpreendente 5uanto sua prLpria ess6ncia consiste o4via.Na .pre 5ue a ra2ão.a coisa cha.o o colocou A*ostinho.o u.4ito do pensa.eter..ento te.elhante.es.acesa contenda.a ascend6ncia da al. a solidão a*ostiniana da .ens.pre C`lle e rClle.o e não ser o4edecido.o te.i>de esse con0lito e.ani0estouJse ori*inal. co. &ue a coisa ordenada não ) 0eita.aB e não che*ava a e1trapolar o N.asiado 0racos para suportar o assalto do dese3o.es.ento 0ora atri4uIda K al.a .a das .edida e.8B e Fedra 7HipLlito. #ontudo.es. co. 71T!G e SE.oso capo do livro 9$$$ das #%n0issMes. E.es. não e1erce a vontade.. E essa dualidade no interior de u. dentro da+ prLpria al. o disce. outras palavras. entre duas di0erentes 0aculdades hu. 5ue .a .a ) tanto .a so4re o corpo.po.ana do .enos su3eitas K in0lu6ncia do raciocInio 5ue os ho.es. sere. e talve2 não se3a acidental o 0ato de descarre*arJse o con0lito na al. u. FT= . % e0eito paralisante 5ue a vontade te.8 0ala de veia se. contudo.a . era al*o evidente '5uerer. o 0ato de o ho. e0eito e1ata.

os não apenas nossas 0aculdades racionais e co*nitivas. de 0a2er a5ui8. 5ue sL a5ueles 5ue sa4ia.a 5ualidade inerente ao . e.iliaridade co.o se *overnar tinha.es.a vontade 5ue se 5ue4ra e.a.era 5ue e1iste u.ente.o ta. possIvel seiJ.es.ente polIticas.ascula. ) claro.ente teria co.4).4rar..es.as 5ue 5uero e posso não são a .asJnãoJ5uero.5uero. e.o onde o .ultanea. e não de u.a. vontade. possIvel con0lito entre o 5ue eu posso e o 5ue eu 5uero.. e.o u. Pois o 5ueroJeJposso era.iliar para os anti*os. e nosso pas. E ) verdade 5ue o autocontrole continuou sendo u. poder al*u. 0enQ. co. (asta le.preendido o 0enQ.ente coincidire.a co. Uais tIpica.pot6ncia da ra2ão. E..o atri4uto do 5uero ou do devo.e.o ela ) vivenciada e conhecida pelo ho.pe/a o ho.ens. seu relaciona. não hH pai1ão 5ue i. co. a ponto de pratica. era a convic/ão de 5ue a pai1ão pode che*ar a ra2ão dos ho.a co.e.o ante al*u).eno relativa.a coisa J non hoc est velle.es.er*e de nossa 0a.eno da li4erdade co. da o4ri*a/ão da o4edi6ncia. ainda 5ue so.ais relevante dentro de nosso conte1to.o o con0lito euripidiano entre ra2ão e th. outras 71=8 A*ostinho.eno de virtuosis.racional. capa2 de ser aprendida e ensinada.ento consi*o . não a teria considerado co. . Se a Filoso0ia anti*a tivesse conhecido u.a especula/ão va2iaB .a ve2 5ue a ra2ão tenha conse*uido se 0a2er ouvir.o te. i4id FT! . . 5uod posse 1=.ente presentes na al. o direito de *overnar a outros e se. si . a.o u.os co. Essa convic/ão su43a2 ainda K doutrina de SLcrates de 5ue a virtude ) u.posso. certa. certe2a.Ls.as.po.ento.o Platão insistia e.a das virtudes especi0ica. ) u.preensão superior da pretensa i. outras palavras. E por essa 0or/a de vontade.o sendo .ente tardio. ou. Essa asser/ão não ) u.. se a0ina.o a coincid6ncia do 5uero e do possoB co. livrare. conce4ivel.ente por constituir notHvel 0enQ. e o .4os si.es.a esp)cie de conheci. t6JlaJla de0inido co. 5ue 5uer e não 5uer ao . 0or/a de vontade e vontade de poder são para nLs no/Mes 5uase id6nticasB a sede do poder ) para nLs a 0aculdade da vontade na 0or. e .& 5ue ele sa4e 5ue ) certo.posso.o. u. .uito 0a. dia ter considerado a virtude co.

es.ento polItico 5ue aco. e1terior.uladas e.ente por5ue a separa/ão entre $*re3a e Estado. a u. ao prLprio e*oB o poder 5ue 0a2 0ace a essas circunstNncias.4ora indi0erente aos pro4le.e i. não devido a u.e.ente ser cha. transe reli*ioso e 0or.a predile/ão 5ual5uer pelo passado co. a li4erdade se consu. nascida de u. E1iste ta. N.ais circunstNnciasB todos esses 0atores. 5ue li4erta. tanto poder 5uanto so4re as de. nas palavras de PIndaro.este ) o . por tere.as si. o 5uerer e o conhecer de sua su3ei/ão K necessidade. .o polItico 0oi Uontes5uieu. condiciona.ados de pais da . % representante . polItica. . tal co.entos tipica.a outra .aior representante ) Ho44es J e a5ueles 5ue.a insu0ici6ncia de talentos. tinha pro0unda consci6ncia do carHter inade5uado do conceito de li4erdade dos cristãos e dos 0ilLso0os para 0ins polIticos.ente 5uando o 5uero e o posso coincide.ais . isto ). dons e 5ualidades de 5ue o ho.a.os distin*uir entre os pensadores 5lle pode.0aculdades . FG!JFG : FTG . se.o não se via desde a 5ueda do $. entre reli*ião e polItica. ou de .pede de 0a2er o 5ue sei e 5uero pode sur*ir do . R1! A necessidade 5ue .eu prLprio corpo.as de nature2a estrita. pode.o desse secularis.ente 0ilosL0ica. ao pensa.ente . dera ori*e.ento polItico da Anti*:idade. ou de u.ento e so4re os 5uais ele te. co.aior pesar: estar co. relativa.H1i.undo. ) dotado por nasci.odernos. verdadeira.aneira de con0rontar nossas no/Mes ha4ituais de livre ar4Itrio. lin*ua3ar 0ilosL0ico.oderna. di2er. por assi.ano. u. o4tido inspira/ão nas recentes desco4ertas das #i6ncias Naturais J o seu .. os p)s 0ora do certo e do 4elo 5ue se conhece O0or/adoP.es a esses desenvolvi.panhou o ascenso da )poca . ) o posso. pela necessidade.p)rio Ro. 5ue.ente incLlu.ente polIticas de li4erdade. No re0loresci. Uas não ) transparente.ente o indivIduo no 5ue di2 respeito ao 5uero e ao sei.o para nLs. .ais anti*as e estrita.prHticas.ento do penZa. Para desJ 71!8 %de Pltia b9. So.ples. 5ue e. voltara.4). e1clusão dos psicolL*icos. as +e1peri6ncias polIticas .ci6ncia.o tal.4ito polItico e secular independente.

parte 5uerer. e a di0eren/a consistia e. co. e não seu poder.postos K 0or/a de vontade. +0: a . ..e. independente. poder 0a2er o 5ue se deve 5uerer 7$a li4ert) 11`` peut consister 5u+ K pouvoir 0aire ce 5ue O+T11 doit vouloir J a 6n0ase recai so4re pouvoir8 1G.o u.ado de livre 5uando lhe 0altasse a capacidade para 0a2er J donde se torna irrelevante sa4er se essa 0alha ) provocada por circunstNncias e1teriores ou interiores.ais ser cha. pensa.e. nunca to. ad.a. ne.. consiste e.os costu. 71 8 %p. e. &uando 0ala. 0enQ.eira ve2 a vontade ao vivenciar sua i.plo do autocontrole por5ue este ) para nLs clara. e.o para os anti*os era L4vio 5ue u. E.ente das circunstNncias e da consecu/ão das . Escolho o e1e.anas. pela pri. se5uer ordenaria a si . u.undo circunJ 71G8 Esprll des bols.ente na 0alta de poder do ho.es.ite ta.4ora ressaltando constituir isso u. lutando pelo poder so4re sua . outras palavras.B co. a vontade ) poderosa e ) i.eira.a . ) livre e não ) livre. parece se.o ho..pot6ncia e dos li. e e. 5ue tal doen/a ) co. os ho. se o ho. pois 3H o seria. distin*uiu e1pressa. %s *re*os.eno de vontade e de 0or/a de vontade..es.e.ara.o se houvesse duas vontades presentes no .o 5ue natural e. .os de i.entava 5ue não parecesse .etas 5ue a vontade esta4eleceu.ente u.ar os corc)is da al.pre co.ites i.4). não ordena a nada al).i. Historica. .a vontade. a*ente não podia . ao contrHrio.doen/a do espIrito.ais capacidades hu. contudo. ?. Portanto.a vontade.es.a.Pois a vontade ordena 5ue ha3a u.ente. S$$.onstruoso Oa elaP e.a vontade da 5ual A*ostinho se la. te. 5ue a a 0iloso0ia não e1i*e da li4erdade . parte não 5uerer. i4id.a 5ue o 0osse. de si .pot6ncia.ais 5ue 5ual5uer outro povo.B e.a 0aculdade distinta.1 . 0ace ao .vencilharJse dele. separada das de. F e S$.potente.ente a li4erdade polItica da 0ilosL0ica. cit.ais 5ue o e1ercIcio da vontade 7X+e1ercice de $a volont)8. FT .ente.odera/ão e a necessidade de do. u. so4re a . Para Uontes5uieu... Paulo: . espIrito possuIdo pela vontade: .Pois o 5uerer estH presente e. di2e5do co.o e1ecutar a5uilo 5ue ) 4o. consci6ncia da vontade co.ens desco4rira.. não o descu4ro. Se a vontade 0osse Inte*ra. re0letira. A li4erdade polItica.es.

ente paralisasse o euJpossoB co. co.ento não era o con0lito entre o indivIduo e a . eu e1ecutante e u. pois.ente. a vontade de poder trans0or.o u.a vontade de opressão. si .es. incitaJo .os 5uase auto. 7interior do.a 0or/a avasaladora da nature2a ou das circunstNnciasB a contenda levantada por seu apareci.porta o 5ue se3a dese3ado. da e1peri6ncia de 5ueroJeJnãoJposso. o . Por . e ) deso4edecido. eles perdesse.ais lon*e 5ue a vontade de poder 7FT8 A*ostinho.% espIrito .ais. :E: co. sua constante derrota na luta co.o se o euJ5uero i. i.pet6ncia da.ais provHvel *anhador era a opressão. na 5ual o poder do euJposso se e1auria.o 0or. opressão ou.a.undanos dos 5uais o poder da vontade deveria li4erar o eu.es.a das causas pelas 5uais ainda ho3e e5uaciona.ento da li4erdade co.u. o eu. o 5ue co.us8. onde Epicteto ainda acreditava 5ue o ho.odo al*u. o e1e.unhos a vontade não era derrotada por al*u. SL posso a5ui aludir Ks 0atais conse5:6ncias. sua incapacidade para *erar u. a capacidade hu.anece su3eito ao eu.o *overno so4re outros. Se3a co. o anta*onis.ediato e. e o corpo o4edece instantanea.orada interior. . 5ue os ho. desse e5uaciona. poder *enuIno. Lr*ão de autoli4era/ão e. FT. ne.pe e a vontade ) vencida.o se.o entre corpo e al. Ao contrHrio. a li4erdade. eu 5ue 5uer.eiros teste. op. cit. vontade. a rela/ão entre corpo e espIrito era. id6ntico ao eu.ente poder co. senhor a4soluto. não i.o.e. da vontadeB 0oi ele u.e.Ini.plo .aioria. no .atica.os por vontade desse con0lito entre u.ento e.%ouJse de i.e poder inerente K vontade: . o 5ue si*ni0ica 5ue o 5uero.ediata.o para A*ostinho. 0osse u. Desco4riuJse a vontade de poder cristã co. os dese3os e inten/Mes .. 7FT8 l4id. para a teoria polItica.ediata.ais saliente do enor. no . u.portNncia. % corpo representa nesse conte1to o . a capacidade de ser livres. per. a*uilhoaJo.J F1T .o. certa i.ana. ou ) por ele arruinado. o4servar 5ue nesses pri. :E: dentro do prLprio eu. ricocheteia so4re ele.o irro. na . 5ue o con0lito do ho.anda e. Devido K inco. No acirrado con0lito co.es.o.ens 5uisesse.ente entende.undo e1terior e não ) de . consi*o . Te.enteB o espIrito .anda no corpo.dante. sua precariedade.

ente id6nticas. o 5uero não pode 3a. Essa su4.. e. deve sua insaciHvel crueldade a u. co. possuIdo por ela co. tornandoJse a so4erania. sido vivenciados. Tho. a li4erdade te. 4ase no .anece se.. no pensa.ette K na/ãoJestado: .ais desvencilharJse do euB per.ente prevalecendo so4re eles. A tirania.i.ens.ais vivenciada no a*ir e na associa/ão co. .odelo do penso. e .possa alcan/ar. a princIpio.ente. o4via.a 0ilosL0ico de pri. u. u. pro4le. livre ar4Itrio. tornado pratica.4ito polItico.4). Desde então.ais coerente da teoria da so4erania. coa*ir os ho. se dH de . de 5ual5uer .ece a con5uistar o .o no sentido 5ue . A0ir.ani0esto na a/ão para o li4eru. % 0ato de o 5uero se ter . A ascend6ncia 0ilosL0ica de nossa ha4itual no/ão polItica de li4erdade ainda se . il sullit 5u+elle veuille l+6tre.es.os anterior. . pro4le.undo inteiro. co. ta. o ideal de li4erdade dei1ou de ser o virtuosis. 5uando a li4erdade se tornou livreJar4Itrio. por e1e. Essas palavras ecoa. de a vontade e a vontade de poder se tere.a de *overno 5ue 4rota direta.ente nos escritores polIticos do s)culo S9$$$.ento de ^eanJ^ac5ues Rousseau.issão ao eu distin*ue o 5uero do penso.pre a ele li*ado..e/ara.para ser livre ) su0iciente Oao ho. o prLprio euB e.ento co.ani0esta clara... enunciado aplicado por ba0a. 5ue ta. o ideal de u.odo.. outros.o u.enciona.a da li4erdade 5uando a li4erdade não era .ostrar interesse pelo pro4le. independente dos outros e eventual.as Paine insistia e. e 5ue eles conce4ia.. e.o tal.o 5ue al*u).ente do 5uero.pot6ncia. derivada por ele diretaJ F11 .4).ento. 5ue .o. cu3o diHlo*o o+ eu não ) o o43eto da atividade do pensa.Pour 5u+une nation soit li4re.tornado tão Hvido de poder.e.ente. a . estado de ser . i. da li4erdade co. Devido ao desvio 0ilosL0ico da a/ão para a 0or/a de vontade. a >nica 0or. o representante .o a4soluta. e na verdade so4 seu 3u*o.eira plana.plo. para .ente ausente das utLpicas tiranias da ra2ão co. resu. sido u. deveJse talve2 ao 0ato de tere.as e.as no 5uerer e no relaciona. 0oi aplicada ao N. tornandoJse assi..a polItico. 5ue os 0ilLso0os acalentava.P 5uer6Jlo.i. e*oIs. ar4itdu. 5uando.ei 5ue os 0ilLso0os co.

#arl Sch. Estado e.ais serão so4eranos J. a teoria de Rousseau v6Jse re0utada pela si. tratados e alian/as J.ples ra2ão de 5ue . . Ela não se es5uivou Ks conse5:6ncias desse individualis.unica/ão entre os cidadãos e onde cada ho..as.o ^eis e constitui/Mes.) a4surdo. transacionados dentro de u.ais perniciosa e peri*osa da e5ua/ão 0ilosL0ica de li4erdade co.ens. Ele ar*u. 9er.ana 5uando se perce4e 5ue os ho. estado ideal. or*anis. F1F . ! e ss. outro lu*ar o 0ato de as 0aculdades da vontade e da 0or/a de vontade constituIre. e.os cidadãos não t6. pois .ovedi/a. so4erania+ ) talve2 a conse5:6ncia polItica . e.ente. u.u.entos ).a tirania.unica/ão entre si.essa 0ace Ks incerte2as intrInsecas do 0uturo.. co. pp. disso. derivando todos. *rupo ou de u.a*e. para a vontade..anter a pro.o e1tre. prenderJse ao 0uturo.a vontade dividida seria inconce4Ivel. u. isto ).o antipolItica se3a tão claro co. desli*adas de 5uais5uer outras 0aculdades. de u. u.pre 0ora.cada cidadão deve pensar so. Uuni5ue.a co. pensa apenas seus prLprios pensa.e.a instNncia. indivisIvel.odo a poder conce4er o poder polItico K i. especial.entou.a capacidade nãoJpolItica e . seu 9erXassun*slehre. u. .odernos.ente seus prLprios pensa. 5ue o poder deve ser so4erano. Na realidade. o 5ue 0i2ere. de .es. 1 FG.itt ) o . >lti.. ou K co.eiros capItulos do se*undo livro de % #on.ente da vontade.preensão de 5ue a li4erdade de u.inucioso arca4ou/o de la/os e o4ri*a/Mes para o 0uturo J co.unidade e0etiva.o nos a4surdos a 5ue Rousseau 0oi condu2ido e na curiosa eu0oria co.. 0a/a. Al).es. si e por si . estrita da 0or/a de vontade individual. nenhu.ente 5ue a rai2 da so4erania ) a vontade: So4erano ) a5uele 5ue 5uer e ordena..o. Ele reconhece clara. e 5ue. Pois ela condu2 K ne*a/ão da li4erdade hu.ais capacitado deIensor da no/ão de so4erania.eter e de . para evitar 0ac/Mes.e. so4re areia . Todos os ne*Lcios polIticos são e se. F1B u..entos. Essa identi0ica/ão de li4erdade co. contra Uontes5uieu. 5ue ele as aceitou. Entre os teLricos politicos . e si.ente 0undada so4re esta vontade so4erana não seria eri*ida so4re areia. por de0ini/ão. livre ar4Itrio. sL ho. . 5ue não e1iste co.rato Social. 3a. Talve2 e. sustentando 5ue. da 0aculdade de pro.o polItico sL pode ser ad5uirida ao pre/o 7F18 9er os 5uatro pri.. 1<=. e.

o indivIduo ou co.a li4erdade vivenciada apenas no processo de a/ão e e.ais 0oi articulada co.es.a ve2.o pela continuidade de nossa tradi/ão.enciona.as si.uito di0Icil entender co. acessLrio do 0a2er e do a*ir. .ens dese3a. Ks suas tradi/Mes polIticas e pr)J0ilosL0icasB e.a li4erdade 5ue não se3a u.ente. . a .. da so4erania.ana co.ens 5ue vive.o pode. A 0a. a ser so4eranos. por ra2Mes 5ue 3H .as si.eios essencial. ) claro.ultanea. a hu. certa.ples.os e 5ue . de u.a ilusão.o *rupo sendo so4erano.o ) peri*oso crer 5ue so.ais e.or K erudi/ão e ne.es. lu*ar essa arJ F1? . co. Na verdade.os polIticos se.odo. nenhu. K Anti*:idade. ) precisa. por u.entos de viol6ncia.ens e. .i. nada . .es. u.o.o a li4erdade poderia ter sido dada a ho.a tradi/ão 0ilosL0ica ori*inaria.ente K so4erania 5ue deve. Re*resse. deve.ais. se3a esta a vontade individual co.ais. a 5ual. do .ente por5ue u.es. se3a a . coe1istir li4erdade e nãoJso4erania.o todo o pro4le.anas. co.o pode.eter K opressão da vontade. ser livres. %nde os ho. de outro. isto ). e1istir si.a da li4erdade nos sur*e no hori2onte de tradi/Mes cristãs.a clare2a clHssica. a 5ual o4ri*o a . para e1pressHJlo de outro .ente tal e1peri6ncia J nunca . . So4 condi/Mes hu. renunciar. .ente. ou.as são os ho.ente se pode ser livre J co.anidade nunca tenha perdido inZ teira. co. lado.ente antipo'tica. 5ue são deter. ) di0Icil perce4er. tão pouca identidade 5ue ne. sL pode ser . li4erdade e so4erania consenia. *rupo or*ani2ado.antida pelos instru.ente nãoJ polIticos. Entretanto. de todos os de. ) tão pouco realista ne*ar a li4erdade+ pelo 0ato da nãoJso4erania hu. ) de 0ato . isto ).pre 0oi u. estado de nãoJso4erania. não por a. não pode. al). isto ).da li4erdade.osa so4erania dos or*anis.4ora. so4re a terra. .vontade *eral. Dentro do 5uadro conceitual da :Gloso0ia tradicional.ais u.o *rupos or*ani2ados. .o indivIduos ou co.os discutir a5ui.inadas pelo 0ato de 5ue não ) o ho. Se os ho. se su4.e. $9 #o.os pois. e. atri4uto da vontade.os 5ue pode e1istir u. e de u.ens aspira.

levar a ca4o o 5ue 5uer 5ue tivesse co. duas etapas di0erentesB sua pri.. a. E. co.a es0era de esplendor 5ue não ) a do pensa. iniciador e lIder.eira etapa ) u. para nossos 0ins.o. ao .ulti0or. %s ver4os latinos correspondentes são a*ere: pQr al*u. poderia real. tenha a nos di2er acerca desses assuntos arrai*aJse essencial.ente no curioso 0ato de 5ue a.a*ir.ento conceitual. o HrAhon.a coisa e. para co. são teste.a nova e. cu3a articula/ão eleva as e1peri6ncias a u. condu2ir e.as era.ticula/ão ) . bevarJnosJla lon*e de. dia. *overnantes 7isto ).a coisa. 5ue a4arca o co. tentar destilar conceitos ade5uados da literatura nãoJ0ilosL0ica J dos escritos po)ticos.e/ar u. co. 5ue ) de Hrdua tradu/ão e 5ue de certo . e. histLricos e polIticos J.os uni0or.presaB pois apenas co. E. ser livre e iniciar ta. por >lti.ais di0Icil de ser captada do 5ue nos escritos dos 0ilLso0os. cone1ão entre si.e/o . .anente e sustentadora de atos passados cu3os resultados são as res *estae. E.ente podia. a li4erdade era vivenciada na espontaneidade.o lIderes. terras distantes ou para a cidadania na po's. lati. a a/ão ocorre e.unho de u.ente a*ir. A li4erJ F1< .e. tanto *re*a co.e.ovi. os atos e eventos 5ue cha. . dois ver4os para desi*nar a5uilo 5ue cha. A palavra *re*a HrAhein. Pois 5ual5uer coisa +5ue a literatura anti*a.o latina.. #o.a.entoB e *erere.e/ar.a.4as as lIn*uas possuIa.Ilia 5ue *overnasse. % si*ni0icado .inentes do ho.ente de . dra. *overnantes entre *overnantes. co. o *overnante. e cu3o au1Ilio prestava.ediante o 5ual al*o de novo ve.e a continua/ão per. pais de 0a. outro caso.undo. as 5ualidades proe. isso não ) necessHrio.e/ar al*o novo coincidia. o au1Ilio de outre.e/ar. *uarda.os de histLricos. livre.odo e1pri.e de HrAht0`in indica o se*uinte: so.Ilia8 e se tivesse. eles não .4).Hticos.ente. .ovendoJse entre i*uais.os ho3e e.a e1peri6ncia na 5ual ser livre e a capacidade de co.aneira diversa. ou se3a. o *overnar.e/ado a 0a2er.ais.ais *overnava. prHttein.+ e.. natural. As duas palavras *re*as são HrAhein: co.. o condu2ir.e/ar al*o de novo os 5ue 0osse. *overnarB e prHttein: lZvar a ca4o al*u.presas e.4ora de . so4re os escravos e a 0a.4os os casos.o o dirIa. para dar inIcio a al*o novo. assi. li4erado das necessidades da vida para e.

Entretanto..itido pelos 0undadores de Ro. ao 5ue parece. tornando. ^H disse 5ue o conceito anti*o de li4erdade não dese.odo inteira. deverIa. da 0unda/ão da cidade. o *rande pensador cristão 5ue de 0ato introdu2iu o livre ar4Itrio de Paulo.o li4eru.4). ocasional.ana era u. Se a histLria das id)ias 0osse tão coerente co. E. A #idade de Deus..ana. 5ue sur*e. nunca se contentou co.ente diverso.o a Historio*ra0ia *re*a. não encontra.ana.pre se sentira.ais 5ue natural. Todas essas era. esta4elecido ao 0undar a cidade.a ao povo ro.ente. con3unta. *arantia da li4erdade ro. os historiadores ro. polItica a sua histLriaB partia. caracteristica. os i. :\ verdade 5ue os escritores ro. o 5ue 5uer 5ue tivesse. as res *estae da Rep>4lica ro. co.entos cu.as ta. e. 5ual5uer outra de suas o4ras. seu >nico tratado polItico.as sua curiosa 0alta de talento 0ilosL0ico.a*ina. A*ostinho. e. a .ana.o ) .ente devido K sua ori*e.en*randecer. co. na HistLria da Filoso0ia. de *erir.ente polItica.ente.dade ro.anoB sua li4erdade li*avaJse ao inIcio 5ue seus antepassados havia. A Historio*ra0ia ro.os ter ainda .ana.era narrativa das *randes 0a/anhas e eventosB ao contrHrio de TucIdides ou de HerLdoto.4ora essa discussão se tornasse decisiva para a tradi/ão.a id)ia polItica vHlida de li4erdade e.os e. de relatar.o Ks ve2es. cu3os ne*Lcios os descendentes tinha. .ente tão polItica co.anos.ento aut6ntico da li4erdade ro. conceito teLrico de li4erdade 5ue 0osse ade5uado Ks suas prLprias e1peri6ncias e Ks *randiosas institui/Mes de li4erdade presentes na res pu4lica ro. pois esse inIcio continha o ele.pria .penhou nenhu. e1clusiva.pediu de encontrar u.ais do pano de 0undo das e1peri6ncias especi0ica.. essencial.ana. suas perple1idades.ente co. 3unta. 0ala . u. pois.anas do 5ue e.. assi.ente ro..enos esperan/a de encontrar u.. conce4ida de .anos se. contra as tend6ncias antipolIticas da escola socrHtica. e a li4erdade ) conce4iJ F1E .a no/ão. seus historiadores i. se re4elara. De #ivitate Dei. ar4itriu. A*ostinho. arcar e cu3os 0unda. a4 ur4e condita. . papel na Filoso0ia *re*a 3usta.ente. cu3as conse5:6ncias precisava. A*ostinho apenas a discussão de li4erdade co. presos ao inIcio da histLria ro.ana. le*ado trans.

ro.ano.P ut esset. esse co. K . a 0).undo a 0aculdade de co.o.ente eventos so4renaturais. e si. ante 5ue. Deus criou o ho. possua a li4erdade co.plica/Mes 0ilosL0icas. As 0ortes tend6ncias antipolIticas do #ristianis. não ) a vontade. particular da pot6ncia inerente K li4erdade hu.e.eiro a 0or. 5ue os . e 5ue.e. no entanto.da a5ui não co.ento e de di0Icil co.ana Inti.e/o.ano e ser livre são u. e e.e.ana 5ue corresponde a essa pot6ncia.as so. .a disposi/ão hu. Pode.as co. Por5ue ) u. ou se3a.undo.o pri. cada caso ve. o ho. nessa parte de sua o4ra.os ne*li*enciar a5ui as di0iculdades e nos re0erir apenas Ks passa*ens e.ani0esta no ato de 0unda/ão.uitas acep/Mes no Novo Testa. No nasci. a u.ontanhas.o u.a e1traordinHria co.ais a s)rio e. ) livre por5ue ele ) u.e/o inicial ) rea0ir. 0oi criado depois 5ue o universo passara a e1istir: OXnitiu.. so4re ser cristão.ular as i.undo 3H e1istente al*u.anaB . co.ila*res. . ou .itivo são tão 0a. .ente se as palavras de ^esus #risto 0osse. e5uacionar sua apari/ão no .ulou a e1peri6ncia polItica central da Anti*:idade ro.ila*res não são clara.pressão se alteraria consideravel. ) o 5ue os Evan*elhos cha. A >nica e1plica/ão 5ue ve.e.. cap. 0or.e/ar: a li4erdade.ara.preensão da li4erdade.. na verdade seu produto.a coisa.e/arB ser hu.undo.over . assi.ana no .os nessas passa*ens u.4). para introdu2ir no . Não se trata tanto de 5ue o ho. creatus est ho. ao sur*i. pode co. .o 0ui` FF.a. pois e.ila*res.ente ) 5ue A*ostinho era.as a capacidade hu.plica/Mes 0ilosL0icas da id)ia polItica anti*a da li4erdade nos soa 5uase parado1al.ento de cada ho. pensador cristão tenha sido o pri.e/o se torna .ente o 5ue todos os .orte de cada indivIduo.ana. A o4ra da 0). suas i. co. tanto os e1ecuJ 7FF8 bivro S$$. FX= . 5ue a li4erdade 5ua co. ta.elhor.ado. ne.a palavra co. de 5ue tal i.adas . u. . 5ue nas palavras dos Evan*elhos ) capa2 de re.a >nica e . FT. Estou convencida. Encontra.a coisa nova 5ue continuarH a e1istir depois da .o u. carHter da e1ist6ncia hu. to.e/o e.preensão. u.o de e5uacionHJlo.e.es.ento da li4erdade no universoB o ho.iliares 5ue a no/ão de 5ue u.

arrastarJse e perdurar por s)culos eles che*a.o u.os histLricos e 5ue tende. 4iolo*ica. % 5ue nor. ser se. do ser para o nãoJser.4).o e 5ue e. li4ertar e salvar u. estH su3eito. '. ato. 0a2 parte ta.a a vida hu. sL podere.anidade. deve. 5ue F1! . E: da nature2a dos processos auto.e/ar.4pra tenha.anece intacto nas )pocas de petri0ica/ão e. ho. nenhu.atis. tornado auto.o os e0etuadolS por a*entes divinos.enos destruidores 5ue os processos vitais naturais 5ue diri*e. não são . si*ni0icar ruIna para a vida hu.a .a parece predeter.ediavel.ente. As #i6ncias HistLricas conhece.ais.ento para a . e co.porta 5ual possa ser sua ori*e.icos e sendo nLs .orte.a necessidade 4iolL*ica. 5ue 0a2e.anidade. de u.ente decadentes nas 5uais a ru.pre: interrup/Mes de u. de al*u. condu2e. pode.inada.a s)rie 5ual5uer de aconteci.: ) por isso 5ue nenhu.4).9e2 por todas. K saciedade casos de civili2a/Mes petri0icadas e irre.tados por ho.e. evento isolado.ens co.o se.edida e.a inevitHvel ) a 0aculdade da prLpria li4erdade.ilares na .a nature2a or*Nnica.a ve2 5ue processos histLricos e arti0iciais se tenha. sido acionados pelo ho.ana situada so4re a terra ) circundada por processos auto.. d>vida nenhu. disso. de ru.Hticos a 5ue o ho. processo auto. nosso or*anis. a pura capacidade de co.es. Nossa vida polItica.entos. u.ente inesperado. e.o ) inerente a todos os processos. seus prLprios parN.o T1? processos cLs.e. al)..pre relativa.etros.icos ou naturaiZ.Htico.al. o a4soluta.. a se tornar tão auto. se.pelidos por 0or/as si.ente curtos na histLria da hu. isto ). no interior dos 5uais e contra os 5uais pode se a0ir.os parte ta.os i.ente per.Hticos: pelos processos terrestres naturais.Hticos. Se. e.e. do nasci.elhantes processos histLricos de esta*na/ão pode. a despeito de ser o reino da a/ão.ar atrav)s da a/ão. desses processos 5ue deno.a na/ão ou a hu.ana.Hticos co. de u. por seu turno envolvidos por processos cLs. 3a. A verdade ) 5ue o auto. a ocupar o .aior espa/o na histLria re*istradaB os perIodos de e1ist6ncia livre 0ora. por). co. não i.ina. cu3o conte1to constitua.

a cadeia de .a realidade tan*Ivel e concretaB isto )..anece presente . não o4stante. vida or*Nnica constitue. Todo ato. u. al*o 5ue não poderia ser esperado. a li4erdade não ) u. .B são .ento da vida or*Nnica so4re ela.as co.ina.ento da terra. dentre todas as criaturas terrenas.i. \ da prLpria nature2a de todo novo inIcio o irro.a*adoras. plenitude onde a a/ão tiver criado seu prLprio espa/o concreto onde possa. Se ) verdade 5ue a/ão e co.o u. sL se desenvolve co.anas e 5ue constitui a 0onte oculta de todas as coisas *randes e 4elas. i.ais. . a li4erdade não ) vivenciada co. Pois. e virtuosidade.ila*res deve ser incluIda ta. J isto ). por assi.a de tudo 5ue deno.a/ão de vida or*Nnica a partir de processos inor*Nnicos.ente i. tais circunstNncias.ente. 5ue a li4erdade pode ser con0undida tão 0acil. e ).os de real. e de suas pro4a4ilidades estatistica. . e cu3os sinais e vestI*ios pode.ano a partir das esp)cies ani.e/o são essencial.odo de ser co.es.. para usar desta e1pressão J o apareci.o interro. ) u. do.pe. o apareci. sair de seu esconderi3o e 0a2er sua apari/ão. Toda nossa e1ist6ncia se assenta. o desenvolvi. na lin*ua*e.icos e a evolu/ão do ho.virtude.o u. a partir dos processos da.provHvel 5ue constitui de 0ato a verdadeira tra.ila*res.o u.per no .. se*ueJ se 5ue u. a0inal.anece oculta. considerado. sua prLpria esp)cie de . . Uas en5uanto essa 0onte per.ente.anas.e. e 0inal.a . a 0or.atis.as 5ue.per processos auto.o 5uando a vida polItica se tornou petri0icada e a a/ão polItica. u. 0enQ. . não ) polItica.os encontrar e. 3usta.pro4a4ilidade in0inita.ila*re.ente id6nticos. parece ter rece4ido.potente para interro. 5uase todas as suas atividades.eno essencial. cu3o 5uadro de re0er6ncia ele ocorre e cu3o auto.ila*res.undo co.a das 0aculdades hu.ente esse in0inita. todos .ani.a e inspira todas as atividades hu.ente o ho.Hticos.a capacidade de reali2ar . suprel1`T 5ue so.pro4a4ilidades in0initas..ais estranho do 5ue o ) real.4).as do processo e. do ponto de vista dos processos no universo e na nature2a. na *a. di2er. \ por5ue a 0onte da li4erdade per. a evolu/ão do *6nero hu.ente nãoJpolIticoB e.ente co.ente es. F1G . não da perspectiva do a*ente.i. $sso soa . contudo.ento da terra a partir de processos cLs. e.e.

essa e1peri6ncia 4anal.a .os real na e1peri6ncia ordinHria veio a e1istir .ado.ila*res.plo dos processos naturais 5ue são interro.ente aplicado ao N.ediante coincid6ncias 5ue são .provHvel. pois.predi2Ivel.. A e1peri6ncia 5ue nos di2 5ue os aconteci.a e 5uase. toda realidade 5ue os aconteci. F1 . ) repleta de eventosB a5ui. co.ostrar 5ue a . 0avor do desastre.enteBh . % prLprio i. e.ila*res so4renaturais seria 5uase inco.pacto de u.. e esperar .a.ita/Mes. 5uanto . e at) . Se. Uas o .ais 0or/a pendere.es.o.atica.entos são .pro4a4ilidade. .pre auto. 5ue ) T1 ho. o papel 5ue a reli*ião atri4ui a .ente e 5ue parece se. u. .o/ão e surpresa u. te.ila*res. consu.o 0alar de . aconteci. tanta 0re5:6ncia 5ue parece estranho at) .ente eli.anos. antecipados co.ana.pre portanto irresistIvel. A histLria. . arti0icialB ao contrHrio. aviso de realis.ila*res não ) ar4itrHria ne.ais e1traordinHrias 5ue a 0ic/ão.aior parte da5uilo 5ue cha.iraculoso parecerH o ato 5ue resulta na li4erdade. en5uanto ser 5ue a*e. pois ) o desastre e não a salva/ão 5ue acontece se.era.a ve2 se tenha.preensIvel. Escolhi o e1e.es.ples.entos.ais .entZ no 0ato de 5ue os processos histLricos são criados e constante.es.pidos pelo advento de u. \ claro 5ue o e1e.4ora ne. virtude desse ele.e.ento nunca ) inteira.o u.in0inita i. princIpio 5ual5uer antecipa/ão.otivo dessa 0re5:6ncia estH si. no conte1to de processos histLricos ou polIticos auto. ne. na di.ente interro.Hticos.do diaJaJdia.. e não pode ser . os pratos da 4alan/a e. e.ente e1plicHvelB sua 0atualidade transcende e. a nature2a.in0inita.pleta.previsIvel e pelo i. u. \ e.or ou esperan/a. ela ) naturalIssi.ente i. para .ila*res.4ito dos assuntos hu. por . pouco supersticioso. estar preparado para 5uando viere. contraposi/ão co.pidos pela iniciativa hu.pro4a4ilidade ocorre co.inado. procurar pelo i.ensão da polItica.o isso possa ser co. co. nos causa. na verdade. o .iraculoso.a trivialidade na vida ord$nHria. E. presente e. pelo initiu. .ais 5ue se3a.plo possui suas li.ila*re do acidente e da in0inita i. o . Não ). Seria pura supersti/ão a*uardar .

ens 5ue.a vida se desenvolvesse a partir de processos inor*Nnicos. A di0eren/a decisiva entre as .. rece4ido o d>plice do. a realidade histLrica estH e. al*u. 5ue.icas. Não e1ata. ) verdade.o o ho3e são se. FFT .o as possi4ilidades de 5ue não sur*isse nunca u.pre es. de 5ue nenhu. inIcio e u. vendo do lado de 0ora e se. da li4erdade e da a/ão.in0initas i.a*adoras.ente tão es.a*adoras. pode.e. esta4elecer u.a terra dentre as ocorr6ncias cLs. na di.er*isse ho. ) u.ens 5ue os reali2a. por tere. J ho.as 5uase tanto co.ente. conta 5ue o ho.e.ensão hu. iniciador. as possi4ilidades de 5ue o a.anhã se3a co.ila*res.iraculoso inerente aos eventos 5ue esta4elece.ana. isto ).%43etiva.. .os o autor dos . São ho. da evolu/ão da vida ani. e de 5ue não e.al.a realidade 5ue lhes pertence de direito. levar e.pro4a4ilidades. conhece. so4re as 5uais se 4aseia a realidade de nossa vida terrena e o carHter .

oderno e. u.)rica. A #R$SE NA ED'#Acl%.eira *rande2a.ente e.as diversas. toda parte e e.ente no noticiHrio 3ornalIstico. #erta. de seus aspectos . N a A.undo .enos.a*ina/ão para detectar os peri*os de u. envolvendo Hreas e assu. no transcurso da >lti. pro4le. 5uase toda es0era da vida se .a d)cada pelo .ais caracterIsticos e su*estivos ) a crise periLdica na educa/ão. 5ue se to. $ A crise *eral 5ue aco.ou.ani0esta diversa.indo 0or.a polItico de pri.ente não ) preciso *rande i.eteu o . aparecendo 5uase diaria.E. cada paIs. u. declIJ FF1 .

#erta. hH a5ui .os essa crise na educa/ão co.a situa/ão pro4le.o co.eno local e se. Hreas acerca das 5uais. cone1ão co. as e1peri6ncias polIticas de outros paIses no s)culo SS. ela a te.eira Wuerra Uundial.ediata.ente 0alsa e. e. o . as 5uestMes principais do s)culo. se co. contudo.a polItico e as autoridades educacionais não teria. responsa4ili2ar deter.a crise na educa/ão a seriedade devida.alJestar 5ue.ino da Se*unda Wuerra Uundial. \ 3usta.eros es0or/os 4aldados das autoridades educacionais para deter a .a re*ra *eral neste s)culo 5ue 5ual5uer coisa 5ue se3a possIvel e. paIs pode. os ca. co. disso. a crise e.nio se. 0uturo previsIvel. 0enQ.Htica 5uestão de sa4er por 5ue ^oão2inho não sa4e ler.Htica na 5ual ele não estH i.inadas peculiaridades da vida nos Estados 'nidos 5ue não encontraria.ente. hH se. parecer aconselhHvel. não o4stante as apar6ncias contrHrias de propriedade.ar).eu caso ao tratar de u.po. ser i*ual.as especI0icos con0inados a 0ronteiras histLricas e nacionais. \ de 0ato tentador considerHJla co. ao lei*o.ente FFF .a escolar não se teria tornado u.Inio. ) u. se espalhou por toda a Europa a partir do t)r. tanto di0Icil dar a u.undo. nosso siste.ente possIvel e.entares na totalidade do siste.ente. e a seriedade do pro4le. sido su4linhada apropriada.ente essa cren/a 5ue se te.os tratando de pro4le. hH outra ra2ão ainda .portantes so.ediata. pelo 5ual se deveria. pratica.o u. i.pos de concentra/ão e de e1ter. a a*ita/ão revolucionHria 5ue se sucedeu K Pri.ais partes do . dar aten/ão a dist>r4ios e.parar.ais convincente para 5ue ele se preocupe co. Se isso 0osse verdadeiro. e. sentido especiali2ado. evidente.pre crescente nos padrMes ele. ele pode nada sa4er 7e esse ). nossa )poca: podeJse ad.pre a tenta/ão de crer 5ue esta. pro4le. ou .ais 5ue a eni*.a crise na educa/ão. o pro0undo . de. m parte essas ra2Mes *erais 5ue 0aria.ente pelos in>. provavel.ente contrapartida nas de.es.onstrado invariavel.ente para os i. Al). u. sido incapa2es de lidar co. posto 5ue não sou educadora pro0issional8.a escolar.o u.a te. u.itir co. co. Apesar disso.ente 5ual5uer outro paIs.ente a0etados.

ente u. isto ).a .a crise na educa/ão poderia se to.)rica. '. talve2.a *eral possa se apresentar e. 5ue ele aparece. ) i.penhadas nor.ente 5ue u. desastre 5uando responde.ados. para o .odo 3ul*a. dese. \ a oportunidade.os as respostas e. papel di0erente e inco.ente deve assu.ente 5ue perde.undo.es.ente no lar.as te.as e e1i*e respostas novas ou velhas.a crise nos o4ri*a a voltar Ks 5uestMes . e a ra2ão ) 5ue. u.ente do 5ue e.a crise. ainda assi. preconceitos. u.a atitude dessas não apenas a*u/a a crise co.prida . #ontudo.a. de e1plorar e investi*ar a ess6ncia da 5uestão e.)rica se. co.ente lo*rada. a e1plica/ão reside no 0ato de 5ue a A.a na/ãoJestado. e a ess6ncia da educa/ão ) a natalidade.ais i.o ) L4vio.)rica u.ais e1tre.ente .i*rantesB co.o para a .as superando continua. 5ue nos apoiHva.al.os a ela co. Tecnica.ais decisivo para nossas considera/Mes ) o papel 5ue a i.os sua 0or. #o.ente as e1pectativas J sL pode ser cu. ) claro. .ples.a na A. esta o4via.penha FF? . E.i*ra/ão contInua dese.ento universal das circunstNncias especI0icas e. pro4le. o 0ato de 5ue seres nasce. tudo a5uilo 5ue 0oi posto a nu. 5uerer perce4er 5ue ori*inaria.portante politica. '. respostas a 5uestMes.ente a educa/ão dese.ediante a instru/ão. educa/ão e a. Por .entos diretos. e.4ora a crise na educa/ão possa a0etar todo o . seria.i*rantes. % desapareci.ente o ele.ericani2a/ão dos 0ilhos de i.ente elas constituIa.penha u.ente di0Icil dos *rupos )tnicos . . '. o . outros paIses.ento de preconceitos si*ni0ica si. 0ator na polItica.pre 0oi u.a terra de i.aior parte dessas crian/as o in*l6s não ) a lIn*ua natal.ente.a crise sL se torna u.ais clara.pleta.ais diversos J nunca co.o nos priva da e1peri6ncia da realidade e da oportunidade por ela proporcionada K re0le1ão. 3uI2os pr)J 0or.os de ordinHrio se. .envolvido.)rica.paravel.ar real. proporcionada pelo prLprio 0ato da crise J 5ue dilacera 0achadas e o4litera preconceitos J.as de 5ual5uer .pleta. 5ue ser aprendida na escola. a 0usão e1tre.ir 0un/Mes 5ue. apenas na A.undo. Na A.possIvel che*ar a isolar co. ) si*ni0icativo o 0ato de encontrar. indiscutivel.

%s i. e a conco.itada. . de 5ual5uer .ina/ão da po4re2a e da opressão. e ta.ento e.pouco 0oi seu propLsito i. *randioso desI*nio da provid6ncia para a ilu. o .e.itante con0ian/a e. desde o inIcio.)rica o 0ator deter.o te.ento. u. 1!=E J isto ).Jche*ados por nasci. u.a .a *arantia de 5ue isto representa a nova orde.e/ou sua e1ist6ncia histLrica e polItica. FF< . era. 5ue plane3ava a4olir a po4re2a e a escravidão. antes da Declara/ão da $ndepend6ncia J . as 5uais. instru/ão. sua estrutura polItica. ve2 disso.)rica co. isto ). co.o e1traordinHrio pelo 5ue ) novo.odelo per0eito.per0ecti4ilidade ili. Nas palavras pronunciadas por ^ohn Ada. outros paIses do %cidente J.o o credo do .ericana.po.periais ou ser pre*ada co.inante se.na consci6ncia polItica e na estrutura psI5uica do paIs. são para o paIs u..ente resultaria.ano so4re toda a terra. u.a i.s e. anos o desenvolvi. sua rela/ão co. e.ina/ão e e. dessa 0unda/ão de u.4ora independa deles e.. se.Jche*ados. J o4servada por Toc5ueville co. .i*rantes.)rica não ) si.ava suceder alhures na 0unda/ão de utopias J para con0rontarJse co. ultrapassado a in0Nncia e estare. do Uundo.i*rantes para povoar a terra.ivel.portNncia dadas aos rec).por pretensMes i. toda nota de dLlar J Novus %rdo Secloru.)rica co. Uas ao . '.. as crian/as.o u.o. essa nova orde.unidade dos adultos co. e 5ue co. não se desli*ou do . paIs colonial carecendo de i.a Nova %rde.pre considerei a coloni2a/ão da A.ples.aior e e. os rec).o a a4ertura de u.es..undo e1terior J co. 0oi e ) a eli. 5ual a A. A A. ter dado 4oasJvindas a todos os po4res e escravi2ados do .o costu. prontas para in*ressar na co.ho. Esse 0oi o intento ou lei 4Hsica e. E. % entusias.presso e.pre 0oi o le. con0or. % si*ni0icado dessa nova orde. evan*elho a outros.a aten/ão .o pessoas 3ovens.Se. tal precede de 5uase ce.idade co. ao tere.undo contra o anti*o.ancipa/ão da parte escravi2ada do *6nero hu. novo .ente u.aneira e. e1i4ido e. presu. Para a A.u. sua *rande2a consiste no 0ato de 5ue.undo e1terior caracteri2ouJse desde o inIcio pelo 0ato de esta rep>4lica.a3or i.undo. 5uase todos os aspectos da vida diHria a..

isto ). instru.os *re*os cha. #o.ples. e. A educa/ão não pode dese.educa/ão.ulacro de educa/ão.ento e por nature2a novos. HH o 0ato adicional.ente na5uele s)culo.anhã utLpico ) ne*ado. a cren/a de 5ue se deve co.ediante a educa/ão.o se o novo 3H e1istisse. &ue.ovi. cidadãos de u. pois na polItica lida. ne. 5uer 5ue 5ueira educar adultos na realidade pretende a*ir co. isso i.o u.ava. a5ueles 5ue são por nasci. ao poder. a palavra .es. atrav)s de 0or/a e coa/ão. na polItica.ples.pos anti*os.ento da polItica. seu prLprio FFE . so. ao che*are. polItica .ente as doutrina. Por esse .plica o4via.onopLlio dos .a nova orde. todas as utopias polIticas.o u. de 0ato. i. co. novo .o Ks crian/as 5ue se 5uer educar para 5ue se3a.al e. e 5ue se tornou decisivo para o si*ni0icado da educa/ão. a partir dos te.undo co.ente u.pediJlos de atividade polItica. as cnan/as a seus pais e si. &ue.aneceu sendo principal.penhado pela educa/ão e. no 5ual a educa/ão tornouJse u.penhar papel nenhu. en5uanto o o43etivo real ) a coer/ão se. u. 0ait acco. a. si.a de educa/ão. polIticaB o 5ue hH ) u.pli.ostra o 5uanto parece natural iniciar u. DerivouJse dessa 0onte. a princIpio. su4trae.o não se pode educar adultos. o uso da 0or/a.ente anterior ao s)culo S9$$$. % papel dese. isto ).ente se desenvolveu conceitual e politica. hH a interven/ão ditatorial. soa .indo o es0or/o de persuasão e correndo o risco do 0racasso.a 0or.ente Li neLi. e a prLpria atividade polItica 0oi conce4ida co. *rave e5uIvoco: ao inv)s de 3untarJse aos seus i*uais.ento de todas as pessoas .ente in0luenciado por Rousseau.ais velhas do Estado a ser 0undado.ente o . se verH o4ri*ado K pavorosa conclusão platQnica: o 4ani. ne.ente criar u.pre*nado de Rousseau e de 0ato direta. atrav)s da persuasão.otivo na Europa. ideal educacional. Uas . si.. No 5ue toca K polItica.os co.4ora consideravel. de 5ue esse pathos do novo. os novos. assu. dese3ar seria. contudo.e/ar das crian/as se se 5uer produ2ir novas condi/Mes per. a5ueles 5ue 3H estão educados. . 4aseada na a4soluta superioridade do adulto.entos revolucionHrios de 0eitio tirNnico 5ue.o *uardião e i. e a tentativa de produ2ir o novo co.

e. A5ui. de tal .i*rantes. u.ediante a educa/ão das crian/as. e ) e1ata.a terra de i.os. e o 5:6 ) . 1T papel polItico 5ue a educa/ão e0etiva.undo anti*o. nosso prLprio s)culo.undo no 5ual são introdu2idas as crian/as. ocorre na A.odo 5ue preparar u.ente representa e.i*ra/ão. so4 a divisa da FF= . e de 5ue a5ui as pessoas são de 0ato a3udadas a se des0a2ere. novo .ericana 4Hsica. o 5ue 5uer 5ue o . ta. respeito K prLpria educa/ão.pressionante .. por).odo al*u.Novo Uundo.u+ndo vellio.oderna`` teorias educacionais ori*inHrias da Europa #entral e 5ue consiste.as a0eta.es.ericani2ar as crian/as . .undo novo sL pode si*ni0icar o dese3o de arrancar das . 0undHJla co.a e. 0oi re3eitado por não poder encontrar nenhu.iscelNnea de 4o.ente esse 0ato 5ue torna tão di0Icil 3ul*ar a5ui correta. a ilusão e. .otivos. ) u.er*ente do pathos do novo produ2iu suas conse5:6ncias . .undo.ais.a nova orde.undo anti*o e a entrar e.oZ na A. tudo isso encora3a a ilusão de 5ue u.ais novos.ais nada. u. histLrico. #o.ente .a i. . u.ente esses pro4le. do ponto de vista dos .a e1peri6ncia a.ple1o de .4ora ad. de u. pois 4rota direta. % .undo novo estH sendo construIdo .undo pree1istente.ente de u. .ana o 0ato de 5ue cada *era/ão se trans0or. para a.undo adulto possa propor de novo ) necessaria. Tudo isso de .ente não ) esta. isto ). Antes de . continuu. possi4ilitou K5uele co..ais velho do 5ue eles . .a nova *era/ão para u. u.papel 0uturo no or*anis.)rica. a de 5ue ) possIvel 0undar u. de penetrar nele pela i. 5ual se3Bl.as.4). senso e a4surdo levar a ca4o.Jche*ados sua prLpria oportunidade 0ace ao novo.ais s)rias apenas e. pois a 0rase . de u. e sL ) novo para os 5ue aca4ara.ãos dos rec). retira seu si*ni0icado de 9elho Uundo.)rica. 0: claro 5ue a verdadeira situa/ão a4soluta.ortos. .irHvel por outros . pois. a seus pais.es. a +ilusão ) . plena consci6ncia de u.o polItico. construIdo pelos vivos e pelos .a solu/ão para a po4re2a e para a opressão.ais 0orte do 5ue a realidade. o 0ato de 5ue as escolas não apenas serve. 5ue. Pertence K prLpria nature2a da condi/ão hu.

educa/ão pro*ressista, u,a radical revolu/ão e, todo o siste,a educacional. A5uilo 5ue na Europa per,anecia sendo u, e1peri,ento, testado a5ui e ali e, deter,inadas escolas e e, institui/Mes educacionais isoladas e estendendo depois *radual,ente sua in0lu6ncia a al*uns 4airros, na A,)rica, hH cerca de vinte e cinco anos atrHs, derru4ou co,pleta,ente, co,o 5ue de u, dia para outro, todas as tradi/Mes e ,)todos esta4elecidos de ensino e de aprendi2a*e,. J Não entrarei e, detalhes, e dei1o de 0ora as escolas particulares e, so4retudo, o siste,a escolar paro5uial catLlicoJro,ano. % 0ato i,portante ) 5ue, por causa de deter,inadas teorias, 4oas ou ,Hs, todas as re*ras do 3uI2o hu,ano nor,al 0ora, postas de parte. ', procedi,ento co,o esse possui se,pre *rande e perniciosa ,i,portNncia, so4retudo e, u, paIs 5ue con0ia e, tão lar*a escala no 4o, senso e, sua vida polItica. Se,pre 5ue, e, 5uestMes polIticas, o são 3uI2o hu,ano 0racassa ou renuncia K tentativa de 0ornecer respostas, nos depara,os co, u,a criseB pois essa esp)cie de 3uI2o ), na realidade, a5uele senso co,u, e, virtude do 5ual nLs e rioss,os cinco sentidos individuais estão adaptados a u, >nico ,undo co,u, a todos nLs, e co, a a3uda do 5ual nele nos ,ove,os. % desapareci,ento do senso co,u, nos dias atuais ) o sinal ,ais se*uro da crise atual. E, toda crise, ) destruIda u,a parte do ,undo, al*u,a coisa co,u, a todos nLs. A 0al6ncia do 4o, senso aponta, co,o u,a vara ,H*ica, o lu*ar e, 5ue ocorreu esse des,orona,ento. +E, todo caso, a resposta K 5uestão: J Por 5ue ^oão2inho não sa4e lerR J ou K 5uestão ,ais *eral: J Por 5ue os nIveis escolares da escola a,ericana ,)dia acha,Jse tão atrasados e, rela/ão aos padrMes ,)dios na totalidade dos paIses da EuropaR J não ), in0eli2,ente, si,ples,ente o 0ato de ser este u, paIs 3ove, 5ue não alcan/ou ainda TS padrMes do 9elho Uundo, ,as, ao contrHrio, o 0ato de ser este paIs, nesse ca,po particular, o ,ais .avan/ado. e ,oderno do ,undo. E isso ) verdadeiro e, u, d>plice sentido: e, parte al*u,a os pro4le,as educacionais de u,a sociedade de ,assas se tornara, tão a*udos, e e, nenhu, outro lu*ar as teorias ,ais ,odernas no ca,J FF!

po da Peda*o*ia 0ora, aceitas tão servil e indiscri,inada,ente. Desse ,odo, a crise na educa/ão a,ericana, de u, lado, anuncia a 4ancarrota da educa/ão pro*ressiva e, de outro, apresen,ta u, pro4le,a i,ensa,ente di0Icil por ter sur*ido so4 as condi/Mes de u,a s&ciedade de ,assas e e, resposta Ks suas e1i*6ncias. A esse respeito, deve,os ter e, ,ente u, outro 0ator ,ais *eral 5ue, ) certo, não provocou a crise, ,as 5ue a a*ravou e, notHvel intensidade, e 5ue ) o papel sin*ular 5ue o conceito de i*ualdade dese,penha e se,pre dese,penhou na vida a,ericana. HH nisso ,uito ,ais 5ue a i*ualdade perante a lei, ,ais, ta,4),, 5ue o nivela,ento das distin/Mes de classe, e ,ais ainda 5ue o e1presso na 0rase .i*ualdade de oportunidades., e,4ora estZ tenha u,a ,aior i,portNncia e, nosso conte1to, dado 5ue, no ,odo de ver a,ericano, o direito K educa/ão ) u, dos inalienHveis direitos cIvicos. Este >lti,o 0oi decisivo para a estrutura do siste,a de escolas p>4licas, por5uanto escolas secundHrias, no sentido europeu, constitue, e1ce/Mes. #o,o a 0re5:6ncia escolar o4ri*atLria se estende K idade de de2esseis anos, toda crian/a deve che*ar ao. col)*io, e o col)*io ) portanto, 4asica,ente, u,a esp)cie de continua/ão da escola pri,Hria. E, conse5:6ncia dessa aus6ncia de u,a escola secundHria, a prepara/ão para o curso superior te, 5ue ser proporcionada pelos prLprios cursos superiores, cu3os currIculos padece,, por isso, de u,a so4recar*a crQnica, a 5ual a0eta por sua ve2 a 5ualidade do tra4alho ali reali2ado. PoderJseJla talve2 pensar, K pri,eira vista, 5ue essa ano,alia pertence K prLpria nature2a de u,a sociedade de ,assas na 5ual a educa/ão não ) ,ais u, privil)*io das classes a4astadas. ',a vista d+olhos+ na $n*laterra, onde, co,o todos sa4e,, a educa/ão secundHria ta,4), 0oi posta K disposi/ão, e, anos recentes, de todas as classes da popula/ão, ,ostrarH 5ue não ) isso +T 5ue ocorre. bH, ao 0i, da escola pri,Hria, tendo os estudantes a idade de on2e anos, instituiuse o te,Ivel e1a,e 5ue eli,ina 5uase 1Tn dos escolares 5uali0icados para instru/ão superior. % ri*or dessa sele/ão. não 0oi aceito, ,es,o na $n*laterra, se, protestosB na A,)rica, ele si,ples,ente teria sido i,J FFG

possIvel. % 5ue ) intentado na $n*laterra ) a .,eritocracia., 5ue ) o4via,ente ,ais u,a ve2 o esta4eleci,ento de u,a oli*ar5uia, dessa ve2 não de ri5ue2a ou de nasci,ento, ,as de talento. Uas isso si*ni0ica, ,es,o 5ue o povo in*l6s não este3a inteira,ente esclarecido a respeito, 5ue, ,es,o so4 u, *overno socialista, o paIs continuarH a ser *overnado co,o o te, sido desde te,pos i,e,oriais, isto ), ne, co,o ,onar5uia ne, co,o de,ocracia, por), co,p oli*ar5uia ou aristocracia J a >lti,a, caso se ad,ita o ponto de vista de 5ue os ,ais dotados são ta,4), os ,elhores, o 5ue não ) de ,odo al*u, u,a certe2a. Na A,)rica, u,a divisão 5uase 0Isica dessa esp)cie entre crian/as ,uito dotadas e pouco dotadas seria considerada intolerHvel. A ,eritocracia contradi2, tanto 5uanto 5ual5uer outra oli*ar5uia, o princIpio da i*ualdade 5ue re*e u,a de,ocracia i*ualitHria. Assi,, o 5ue to,a a crise educacional na A,)rica tão particular,ente a*uda ) o te,pera,ento polItico do paIs, 5ue espontanea,ente pele3a para i*ualar Fu apa*ar tanto 5uanto possIvel as di0eren/as entre 3ovens e velhos, entre dotados e pouco dotados, entre crian/as e adultos e, particular,ente, entre alunos e pro0essores. ( L4vio 5ue u, nivela,ento desse tipo sL pode ser e0etiva,ente consu,ado Ks custas da autoridade do ,estre ou Ks e1pensas da5uele 5ue ) ,ais dotado, dentre os estudantes. Entretanto, Z i*ual,ente L4vio, pelo ,enos a 5ual5uer pessoa 5ue tenha tido al*u, contato co, o siste,a educacional a,ericano, 5ue essa di0iculdade, enrai2ada na atitude polItica do paIs, possui ta,4), *randes vanta*ens, não apenas de tipo hu,ano ,as ta,4), educacional,ente 0alandoB .e, iMdo caso, esses 0atores *erais não pode, e1plicar a crise e, 5ue nos encontra,os presente,ente, e ta,pouco 3usti0ica, as ,edidas 5ue a precipitara,. 11 Essas desastrosas ,edi5as pode, ser re,ontadas es5ue,atica,ente a tr6s pressupostos 4Hsicos, todos ,aisrdo 5ue 0a,iliares. . % pri,eiro ) o de 5ue e1iste FF

%s adultos aI estão apenas para au1iliar esse *overno. ela. A autoridade de u.ente nulasB ela não se encontra . u.ais e.ediHvel.os do ponto de vista da crian/a individual. por assi. por de0ini/ão irre. E.ais entre crian/as e adultos. a4soluta superioridade so4re ela. su3eita a u. .ais crian/as. ao e. Ele apenas pode di2erlhe 5ue 0a/a a5uilo 5ue lhe a*rada e depois evitar 5ue o pior aconte/a. *era u.. desi*ual co.ais 0orte e tirNnica do 5ue a . ) 4e. A autorZdade 5ue di2 Ks crian/as individual.ais severa autoridade de u.anciparJse da autoridade dos adultos. 4anidas do .a pessoa 5ue.ente.itir 5ue elas *overne.pre si. de u. entre outras conse5:6ncias. e si. ve2 disso. são assi. 5ue o adulto se acha i. re4elar ou 0a2er 5ual5uer coisa por conta prLpria são pratica.a situa/ão e. sua situa/ão. As rela/Mes reais e nor.ada entre crian/as. di2er.as no co. Se a olhar. *rupo.ente o 5ue 0a2er e o 5ue não 0a2er repousa no prLprio *rupo de crian/as J e isso. pior 5ue antes.os e 5ue se deve. per. a solidariedade das de.a . ou 3o*adas a si F?T .u. &uanto K crian/a no *rupo. e.eiro pressuposto 4Hsico levar e. a a4soluta . E ) assi. natural. Poucas pessoas adultas são capa2es de suportar u.es.ente reunidas no . *rupo de crian/as.ente .aioria dos outros. suspensas. São elas.ente incapa2es de 0a26Jlo. encontraJse na posi/ão.a situa/ão dessas..ente o *rupo.4ate a 5ue.uito . o resultado 0oi sere.pulsão e1ternosB as crian/as são pura e si. conta so. 5ue ) a tirania da . se. todo caso. a crian/a não 0oi li4ertada.edida do po`BsIvel.o 5ue este se3a u. contato co.eios de co. as chances desta de se. indivIduo isolado.. Assi. .ples. no entanto. . e não a crian/a individual.a sociedade 0or.a luta 4e.ente tirNnica.inoria de u. ) se.ais terrIvel e verdadeira.a autoridade . pode. con0ronto co. ) verdade.undo dos adultos.undo. na .undo da crian/a e u.o 5uando ela não ) sustentada por .aioria.er*entes do 0ato de 5ue pessoas de todas as idades se encontra. te. autQno.ultanea. e.pre consideravel. u. contar co.potente ante a crian/a individual e se.es. . isto ). de sua prLpria classeB e. as crian/as. .. da ess6ncia desse pri.

) u.ente a4andonados a seus prLprios recursos.ento e1tre. outro .a.ais 5ue nLs .atis. suas prLprias . Era . e 0re5:ente.as.o a pessoa 5ue.4os.a 5ue se 5ueira. u. estH natural.. o pro0essor nãoJautoritHrio. disso.a/ão dos pro0essores e. conheci. ne*li*encia.ais e1istir. e do 5ual não pode.a.ancipar inteira.undo por lhes ter sido 4arrado o .os. pressuposto 5ue o .Inio de 5ual5uer assunto particular. 5ue não apenas os estudantes são e0etiva. não pode . $sso 5uer di2er. se3a dada a isso a 0or.undo . ar*u.4). passo K 0rente de sua classe e.ente ensinalB+ 5ual5uer coisaB sua 0or. nosso conte1to.at)ria e0etiva a ser ensinada.oderno de0endeu durante s)culos e 5ue encontrou e1pressão conceitual sisJ F?1 . se re4elar.a t)oria .o o pro0essor não precisa conhecer sua prLpria . % se*undo pressuposto 4Hsico 5ue veio K tona na presente crise te. o el`Gino.ente ) u. a Peda*o*ia trans0or. por sua superiLridHde nu. sa4e .ples. por sere. não ) .a . co.o. ho. . Al).ente.ente *rave da 0or. 5ue *ostaria de se a4ster de todos os . sua prLpria autoridade. pensavaJse.ento. ou entre*ues K tirania de seu prLprio *rupo. '.oderna e dos princIpios do Pra*. pro0essor. Essa atitude. #ontudo. Dessa 0or. 5ue pode si.as d)cadas e.pulsão por ser capa2 de con0iar apenas e. o pernicioso papel 5ue representa.at)ria.a.a da auZoridade do pro0essor.o lo*o vere. u. u.ente a aplica/ão do terceiro pressuposto 4Hsico e.o ou a delin5:6ncia 3uvenil. pressuposto 4Hsico acerca da aprendi2a*e. essa pressão tende a ser ou o con0or..undo dos adultos.ente li*ada a u. crian/as. contra o 5ual.ente da . 5ue a 0onte .oderna acerca da aprendi2a*e.ouJse e.as ta.at)rias.ente nos col)*ios p>4licos.uito si.a/ão ) no ensino..es. escapar para nenhu. #o. a ver co.ais e0ica2.entar.ples. co. por sua ve2.ais e pode 0a2er . ela resultou nas >lti.)todos de co. So4 a in0lu6ncia.e.os. $Ião raro acontece encontrarJse apenas u. particular. *eral a ponto de se e.is.es. inti.)rica.a ci6ncia do ensino e.ais le*Iti. na crise atual a Peda*o*ia e as escolaB de pro0essores sL se tornou possIvel devido a u. e não no do. A rea/ão das crian/as a. não pode. cpntra o 5ual.istura de a. da Psicolo*ia . elas não pode.

su4stituir. não apenas por e1a*erar o4via. pelo 0a2er e do tra4alho pelo 4rincar J pode ser ilustrada direta.ais i. A Inti.o por não levar e.eiro. e sua aplica/Zo K +educa/ão ) tão pri.a/ão de institui/Mes de ensino e. ou.H5uina de escrever. e o resultado 0oi u.Htica no Pra*.as.a i. pensavaJse.porta.ento. A inten/ão consciente não era a de ensinar conheci. o 0ito de a)larar u.atis. estH no 4rin5uedoB a aprendi2a*e.a cone1ão entre essas duas coisas J a su4stitui/ão da aprendi2a*e. . co.a de atividade 5ue 4rota espontanea.ente co.otivo por 5ue não 0oi atri4uIda nenhu. tanto 61ito e.Hria 5uanto L4via: consiste e.Lvel ou a utili2ar u.o o sa4er ) produ2ido. nesse processo. institui/Mes vocacionais 5ue tivera.ente co. essa descri/ão ) 0alha. o 5ue ) . outras pessoas e ser popular.ente pelo ensino de lIn*uas: a crian/a deve aprender 0alando.ais de u. co.onstrasse constante.ente de sua e1ist6ncia en5uanto crian/a.o. de tal .a .arte.preender a5uilo 5ue nLs .a ha4ilidade. incapa2es de 0a2er co. co.os 0i2e. o4ri*avaJa a a4rir .odo . 5ue a crian/a ad5uirisse os pr)Jre5uisitos nor. de. . . de viver.ente o 5ue pode ser aprendido .edida do possIvel. .odo 5ue ele não trans.at)ria 0oi o dese3o de levHJlo ao e1ercIcio contInuo da atividade de aprendi2a*e.o o . ensinar a diri*ir u.Inio 5ue tenha o pro0essor de sua . o aprendi2ado pelo 0a2er. ao inv)s disso.ento petri0icado. Entretanto.entos. % 4rincar era visto co.te..portNncia toda especial K dilui/ão. 0or/ando a crian/a K u.es.portNncia ao do.itisse. da distin/ão entre 4rin5uedo e tra4alho J e. 5uanto 0ora. ar*u.portante para a .ediante o 4rin5uedo 0a2 3usti/a a essa vivacidade. levada tão lon*e 5uanto possIvel. % .ão de s>a prLpria iniciativa l>dica. de inculcar u. 0avor do pri.o. Esse pressuposto 4Hsico ). no sentido anti*o. currIculo padrão. o de 5ue sL ) possIvel conhecer e co. auto. na .o se di2ia.as si. conta co.ais vIvido e apropriado de co.conheci. F?F . se atri4uiu i.o ter 61ito co.a esp)cie de trans0or.. A atividade caracterIstica da crian/a.a atitude de passividade.ento da crian/a no .os. So. por ser a >nica 0or.undo.

A5uilo 5ue.aneira co. o hH4ito *radual.a desesperada tentativa de re0or.4). u.odo de aprendi2a*e. o dia todo no a. a5ui. ) e1tinto e.aneira co. por e1cel6ncia.a prepara/ão para a condi/ão adulta. ) per0eita. lIn*ua estranha da .undo dos adultos.undo da in0Nncia e1ata. so. o 5ue se estH procurando de 0ato J e1ceto 5uanto aos. escala li. de trans0or. 5ue este pode ser cha. ser hu. ela ) e1cluIda do .a etapa te. . aprendeu sua prLpria lIn*ua: co.undo.ais possIvel ao nIvel da pri. e 5ual5uer 5ue se3a a valide2 da 0Lr. da crian/a.es.pido drlrante as horas de F?? .eira in0Nncia. 5uando criancinha.ula pra*. ou se3a. de 5ue a in0Nncia ) u.Htica. consiste do ensino e da aprendi2a*e. cQ.ar todo o siste.Htica e da sinta1eB e.antida arti0icial.ais 5ue u.undo.anter a crian/a . e por5ue oculta ao . autoridadeB o . autono. ao .edida e.ia do . na A.a i.es.isto ). entre outras coisas.a . 0avor da .ente claro 5ue esse processo tenta consciente.os no caso do pri.plia/ão das 0acilidades de educa/ão nas #i6ncias FIsicas e e. Ta. Essa reten/ão da crian/a ) arti0icial por5ue e1tin*ue o relaciona. planos de u.po o 0ato de 5ue a crian/a ) u. outras palavras.era e1ist6ncia.&rin5uedo deverH ser interro.porHria.)rica.anter a crian/a. so4 o prete1to de respeitar a independ6ncia da crian/a. .ente .ente ad5uirido de tra4alhar e de não 4rincar.o o4serva. deve aprender u. sua aplica/ão K educa/ão. resulta do reconheci.ento natural entre adultos e crian/as. e não pelo estudo da *ra.undo dos adultos e.ente 5uando se pode .itada.ento. desenvoZvi.. 0a2endo.ente no seu prLprio . tende a tornar a4soluto o .ente.ento do carHter destrutivo desses pressupostos 4Hsicos e de u.o 5ue ao 4rincar e na continuidade ininterrupta da .ente da .ano e. Se3a 5ual 0or a cone1ão entre 0a2er e aprender.ensa a. A atual crise. ou se3a. tecnolo*ia J não ) .ado de u.eiro pressuposto 4Hsico. e.encionar a 5uestão de sa4er se isso ) possIvel ou não J ) possIvel.a restaura/ão: 7o ensino serH condu2ido de novo.o.4iente de lIn*ua estran*eira J. deveria preparar a crian/a para o . o 5ual.a educacional.undo da in0Nncia. Ao 0a26Jlo.o te. Se.HJlo inteira.ais velha o . na .

el1te se revelara. Essas re0or. u.anos. para os conheci. ne*li*entes para co.*o antes de+ se convertere.odo 5ue eles .ais *erais na sociedade .. estado de vir a ser. toda civili2a/ão.ente norteJ a. o 4o. &uais 0ora.a crise na educa/ão e. o 5ue pode.as propostas. F?< .a crise e u.es.pouco a 5uestão . 5ual5uer ocasião ori*inaria s)ria preocupa/ão. os aspectos do . não se acha. durante d)cadas. sensoR E.ais ele. u. da vinda de novos seres hu. a se*unda 5uestão. contradi/ão tão 0la*rante co.o ocorre no presente caso. de co.4ora talve2 a lon*o pra2o ainda . na crise educacional.ar os atuais +currIculos dos pro0essores de . se renova continua.enta/ão ) u. .ento.os co.entos prescritos no currIculoB 0alaJse . 5ue ^a.ular os currIculos de escolas secundHrias e ele.ana. isto ).ais i. de aprender al..a insta4ilidade . aca4ados.His t)cnica.ericano. di2er e 0a2er coisas e. nos ocupar a5ui. disso. .es. re0letindo so4re o papel 5ue a educa/ão dese. ou se3a.anece tal 5ual ).oderno e de sua crise 5ue e0etiva.otivos reais para 5ue.ente novas do . al). e.penha e.es. Esses rec).. por).pMe a toda sociedade hu. Assi.odo a preparHJlas para as e1i*6ncias inteira.as si.ente atrav)s do nasci. não precisa.os aprender dessa crise acerca da ess6ncia da educa/ão J não no sentido de 5ue se.anaR #o. 5ue estão ainda e.entares de todos os paIses de . A educa/ão estH entre as atividades . a crian/a. o 5ue não se deve 0a2er.os tenha. 5uais são os . so4re a o4ri*a/ão 5ue a e1ist6ncia de crian/as i. discussão e são de interesse pura.Jche*ados. dos erros. por 0i. co.o.ais per. e o tra4alho s)rio reto.undo de ho3e.porta para nossa ar*u. 111 '. e.e/are. se pudesse.o se não re0letisse. .adoB a 6n0ase serH deslocada das ha4ilidades e1tracurriculares .aula.entares e necessHrias da sociedade hu. as crian/as.o ) possIvel re0or. Não discutirei ta. se*undo lu*ar.pre se pode aprender.as e. de trans0or.undo . % 5ue i.portante.oderna.a dupla 5uestão.

certo sentido contra o . o .odo al*u. 5ue continuarH apLs sua .undo 5ue lhe ) estranho e se encontra e.undo e1terior e . Se a crian/a não 0osse u. Por).o te.ente reto. por).a/ãoB ) u. seus 0ilhos K vida .ente u. lado. e. a vida.ento co. .Ilia.B co.ano e. o relaciona.a evidente por si . todas as coisas vivasB co.4). e co.ento da crian/a e pela continuidade do . Eles assu. ser hu. u.e. si.a/ão. Por precisar ser pr te*ida do .a 0un/ão da vida e não teria 5ue consistir e. duplo aspecto: ) nova e. a preserva/ão da vida e do treina. entre as 5uais a vida 0a3Jniliar privada F?E .aisB corresponde a . u. p lu*ar tradicional dH crian/a ) a 0a. respeito K vida e seu desenvolvi. coincide. ser hu.undo: a crian/a re5uer cuidado e prote/ão especiais para 5ue nada de destrutivo lhe aconte/a de parte do . .ento.o43eto da educa/ão. rela/ão a seus 0ilhos. Essas 5uatro paredes. para 5ue não se3a derru4ado e destruIdo pelo ass)dio dp novo 5ue irro.ento. duplo relaciona.a/ão. de u. processo de 0or.ano e.undo necessita de prote/ão. não apenas trou1era. E1T .undo.undo.4ros adultos diaria. e0eito pode.undo 5ue e1istia antes dela. a educa/ão seria apenas u. entrar e.pe so4re ele a cada nova *era/ão. *ato e.a/ão.orte e no 5ual transcorrerH sua vida.undo.u. Z %s pais hu. cu3os .a criatura viva ainda não concluIda.es. A crian/a partilha o estado de vir a ser co.>tuo con0lito. Uas a crian/a sL ) nova e. possui para o educador u.aneira al*u.as de vida ani. .o.ano e ) u. processo de 0or. processo de 0or.ples.po.ento. o . da preocupa/ão para co. rec). K se*uran/a da vida privada entre 5uatro pKredes. rela/ão a u.es.ente os introdu2ira.a.ento da crian/a voltaJse e. aL . novo ser hu.es.Jche*ado nesse . pela vida e des)nvolvi.ultanea. na educa/ão a responsa4ilidade. *atinho ) u. a crian/a ) u.undo. ta. . nHda al).as si.ano.odo 5ue u. contudo.anos. A responsa4ilidade pelo desenvolvi.undo.o .ais assu. .e.se recolhe.ento e na prHtica do viver 5ue todos os ani. 0or. do . Esse duplo aspecto não ) de . .undo hu.e. Essas duas responsa4ilidades de . de outro. e.ediante a concep/ão e o nasci. e não se aplica Ks 0or.

o al*o real. e não apenas a vida ve*etativa. a todos.idade e da se*uran/a.undo de crian/as.4).a u. #ontudo.undo se.anos e. per. chocaJnos co. 0or/adas a se e1por K lu2 da e1ist6ncia p>4lica. de tal .edida e. o tra4alho.ento vitais.ento da crian/a se3a o resultado da educa/ão .a destrui/ão do espa/o vivo real toda ve2 5ue se tenta 0a2er das prLprias crian/as u.a/ão. constitui u.anece o 0ato de 5ue as crian/as isto ).undo. e assi.das pessoas ) vivida. contra o aspecto p>4lico do+ . conta o 0ato de 5ue esta não ) u.. por).placHvel dZ . co.undo. lu*ar se*uro.und*. lu*ar se*uro onde possa.u.ente e1posta ao . e. % . por).ente estranho 5ue tal dano ao desenvolvi. . %corre.ais u. Tudo 5ue vive.es.otivo por 5ue co. $sso ) verdade não so. se.o assi. tanta 0re5:6ncia a crian/as de pais 0a. e ela deve `ler oculta e prote*ida do .er*e das trevas. precisa da se*uran/a da escuridão para poder crescer. No . pode ser o .u. . L 5ue nenhu.plicados. Esse.undo Ri4lico. o clarão i.ais 0orte 5ue se3a sua tend6ncia natural a orientarJse para a lu2. Elas encerra.anente. so4retudo nas condi/Mes de ho3e. processo de 0or. o . se. e1ata. so4retudo. e. inundando tudo nas vidas privadas dos i. u. ainda não aca4ados J são assi.undo p>4lico. pois F?= . A 0a. crescer.a esp)cie de vida p>4lica. o tra4alho de nossas .es. as pessoas são levadas e. a prote/ão da inti.ente e. por .não lhe pode dar aten/ão. 5ue procura esta4elecer u. 4oa coisa. levar a4soluta.ente para a vida da in0Nncia.ento e cresci. 5ue cada pessoa contri4ui para co.undo e.as para a vida hu. esp)cie de .B por). conta.ana e. Parece L4vio 5ue a educa/ão .a penetra as 5uatro paredes e invade seu espa/o privado.undo . tra2endo consi*o.undo co.presa ) de certa 0or. ta.osos não dão e. seres hu. co. sua 5ualidade vital ) destruIda.ente a .oderna. isto ). .edrar. *eral.a 0raude. Toda ve2 5ue esta ) per. e0eito.a vida p>4lica real e de 5ue toda a e. .a coisa viva pode . destrLi as condi/Mes necessHrias ao desenvolvi.aneira 5ue as crian/as não t6.oderna. a vida 5ua vida não interessa aI. e. na .ãos co. Entre esses *rupos de i*uais sur*e então u. escudo contra o .

aceitara.a coisa necessHria.ento da privatividade.ais ele.a 0un/ão necessHria no processo vital da sociedade.>tua. a ver.ancipar a crian/a e li4erHJla dos padrMes ori*inHrios de u. lo*o apLs se ter che*ado K conclusão de 5ue o erro e.o o 4e.ais 5ue 5ual5uer outra coisa. %s >lti. a0etados por esse processo de e.undo p>4lico e sua rela/ão .4rar. a vida terrena dos indivIduos e da 0a.otivo desse estranho estado de coisas nada te.a vq:rdadeira li4era/ão para os tra4alhadores e .o não sendo .es.os. adulto e.Ilia.undo p>4lico.ancipou essa vida e todas as atividades envolvidas e.undo adulto.oderna desde o inIcio dos te. e a5uk& . .oB por esse . considera/ão a nature2a Inti.a peculiaridade de nossa sociedade.anho redu2idoR % . e. não co. as crian/as. d>vida. sua preserva/ão e enri5ueci. co.)todos do passado por não levare. :0: u.. re4elandoJse contra os .os le. . . caracteri2ava o .es. considerar a vida.esta sustentava 5ue seu >nico propLsito era servir a crian/a. e1pondoJa K lu2 do . ela e.undo adulto.ento do oculta.ais 5ue u.ente e. co.oderni2ar a educa/ão.os a sere.otivo.ancipa/ão dos tra4alhadores e das .o pode.ento da crian/a 0osse. se. toda a educa/ão passada 0ora ver a crian/a co. isto ). caracterIsticos da sociedade . acarretar necessaria.ulheres. co. co. de .o pMde então acontecer 5ue as .a da crian/a e suas necessidades. #o.pos . :0: esse o sentido real da e.% S)culo da #rian/a.ples. ao co.entares condi/Mes de vida necessHrias ao cresci. direta.odo al*u.ancipa/ão 0ora.ente tarde a . todos os s)culos anteriores. supre. 5ue preenche.o postulados evidentes por si .ento e desenvolvi. ta. u.edida e. su0iciente. consci6ncia das conse5:6ncias 5ue deveria.ulheres J pois eles não erandl so.ente tra4aJ F?! .o pQde acontecer 5ue se e1pusesse a crian/a K5uilo 5ue. . a educa/ãoB deve antes ser procurado nos 3uI2os e preconceitos acerca da nature2a da vida privada e do . relativa.ente. se. contraste co.o pessoas.as na .o 5ue si*ni0icara u.ente i*noradasR #o.odernos e 5ue os educadores. o seu aspecto p>4lico.e/are. ida e.ente para a vida da crian/a. u. despre2adas ou si.

. por). tendo portanto direito ao .pre tenha.4).ais diri*idas para. ou se3a. A situa/ão ) inteira. o co. e si. .. e assi.ais ur*ente da A.undo e não deve 0in*ir s6JlaB ela ).ples 0ato da vida e do cresci.ente diversa na es0era das tare0as educacionais não .po ) o pro4le.Jche*ado e Z 0orKsteiro.pete.undo.ente não se torna .ente a crian/a ) introdu2ida ao . pessoas.os entre o do. .Ilia para o .odo al*u. a vere. de todo intencionaisB o o43etivo central de todos os es0or/os da educa/ão .enos verdadeiro caso os es0or/os 0eitos ne.as ta.ento prepondera so4re o 0ator personalidade. p>4lico e viceJversa.Jestar da .a 0or.undo p>4lico. ao rec). se.ente e a5uilo 5ue precisa ser e1i4ido a todos K plena lu2 do .ente. seu a.. isto ). &uanto . 5ue pede.adureci. 5ue se3a possIvel a transi/ão. % 5ue 3a2 na 4ase dissoR Nor..undo p>4lico.ente a sociedade . Tais tare0as são 4asica. por nature2a. pelo Estado.aneira esperada. ouvidos J constituiu a4andono e trai/ão no caso das crian/as. Por .ente.undo pela pri. pro. 5uanto . ve2 disso. 0ato esse 5ue evidente. ) certo 5ue elas não 0ora. u. e o 0racasso neste ca.ais co.ulheres. .undo 3H e1istente e 5ue não conhece. a institui/ão 5ue interpo.ais *raves 5ue possa.Inio privado do lar e o . a crian/a.ente pode vice3ar enco4erta. 5ue o si.a .)rica atual. nascido e.ento para 5ue não ha3a dist>r4ios e.al.ais di0Iceis torna as coisas para suas crian/as. a se*uran/a do oculta. isto ). . entre o 5ue so. e.+ vistos. No entanto. rela/ão K crianJ F?G .Jestar da crian/a. o 0ito de 0a2er co. lo*rado 61ito e. 5ue ainda estão no estH*io e.undo co.eira ve2 atrav)s da escola.ente. de al*u. e sere.a. a 0alar e sere. o .ento não ) e1i*ido pela 0a.ado e. da 0a. o .Ilia. responsa4ilidade das escolasB co.lhadores e . K pessoa 3ove.a es0era social na 5ual o privado ) trans0or.ento vital.. e.pareci.. ser essas viola/Mes das condi/Mes para o cresci.ento. A5ui.undo p>4lico.ais ela introdu2 entre o privado e o p>4lico u.pleta.over o 4e. .oderna re3eita a distin/ão entre a5uilo 5ue ) particular e a5uilo 5ue ) p>4lico.oderna 0oi o 4e.as não e1clusiva. Z sua al/ada o ensino e a aprendi2a*e. a escola não ) de .

conhecer 78 .a coisa e. apontando os detalhes e di2endo K crian/a: J $sso ) o nosso .os de livre desenvolvi.a coisa 5ue 3a.edida e. o educador estH a5ui e. . a*ora.undo.ina.undo e ser capa2 de instruir os outros acerca deste.ar parte e. e. 5ue ela ) nova. A 5uali0ica/ão do pro0essor consiste e. ) a sin*ularidade 5ue distin*ue cada ser hu. rela/ão ao 3ove. d>vida.undo.o representante de u. $sto. sL 5ue.ano de todos os de. a escola representa e. sua educa/ão.undo co.e. Nessa etapa da educa/ão.ento co.a de autoridade.o ele ).undo e.undo assu.4ora não se3a ainda o . .ais u. 0orasteiro no .ir a responsa4ilidade. todavia. Na educa/ão. certo sentido o . .o se ele 0osse u.plIcita no 0ato de 5ue os 3ovens são introdu2idos por adultos e. essa responsa4ilidade pelo .es.ir a responsa4ilidade coletiva pelo .ente possa 5uerer 5ue ele 0osse di0erente do 5ue ). por).o por a5uiloJ 5ue *eral.undo de 0ato.J estar vital de u. u.undo.a ve2 u. co. ) co.undo não deveria ter crian/as. sua autoridade se assenta na responsa4ilidade 5ue ele assu.e a 0or. 0a. &ual5uer pessoa 5ue se recuse a assu. Face K crian/a. todo caso.a responsa4ilidade pela crian/a. nunca en*endra por si sL autoridade.e por este . contInua . representante de todos os ha4itantes adultos.undo. por . virtude da 5ual ele não ) apenas u. . o . e.edida e. a 5uali0ica/ão. cresci. Essa responsa4ilidade não ) i.4ora certa 5uali0ica/ão se3a indispensHvel para a autoridade. Na .ente deno. do ponto de vista *eral e essencial.posta ar4itraria.iliaridade co.ais esteve aI antes. rela/ão ao .aior 5ue se3a.ento de 5ualidades e talentos pessoais. E.ente aos educadoresB ela estH i. se.as al*u.undo.ais. F? . A autoridade do educador e as 5uali0ica/Mes do pro0essor não são a .udan/a. deveJse+ cuidar para 5ue essa coisa nova che*ue K 0rui/ão e.a coisa. 5ue a crian/a não te.undo pelo 5ual deve assu. os adultos assu. essa não ) tanto a responsa4ilidade pelo 4e.4ora não o tenha 0eito e ainda 5ue secreta ou a4erta./a. deveJse introdu2iJla aos pou/os a eleB na . E. e ) preciso proi4iJla de to. a 5ualidade e.

na vida p>4lica e polItica. . ess6ncia. as crian/as.ente contestado.ente si*ni0ica. sendo consciente ou inconsciente. si.o.H1i. a. ou. e. pode ser 5ue isso si*ni0i5ue 5ue.o as coisas anda. de a*ora e.ais. &uanto .undo ao 5ual trou1era.es. se3a a de o4edec6Jlas. a ver co. so4 a opressão de u. respeito K autoridade. Evidente.4).a e1istiu ela esteve associada co. a assu. na perda . dia co.ente. não pode haver tal a^tt 4i*:idade 0ace K perda hodierna de autoridade.ais radical se torna a descon0ian/a 0ace K autoridade na es0era p>4lica.o se estivesse.os todos co.os a autoridade da vida polItica e p>4lica.ente. ho3e e. a proJ F<T .o u.ente.ente su4.ente pode si*ni0icar u.4ora .etido a prova na prHtica educacional .oderna da autoridade.ente repudiadosB toda e 5ual5uer responsa4ilidade pelo . este3a.a coisa: 5ue os adultos se recusa.penha. u.o do . . Na educa/ão. AZ crian/as não pode.ento das crian/as co. papel e t6. contudo. no .ais nada J pois a viol6ncia e o terror e1ercidos pelos paIses totalitHrios evidente. se3a a responsa4ilidade de dar ordens.a cone1ão entre a perda de autoridade na vida p>4lica e polItica e nos N.undo.undo e seus recla.ultanea e ine1tricavel.enta. si.o esse a4surdo trata. ao contrHrio. dese.oderna.a i*ual responsa4ilidade pelo ru.undo estH sendo re3eitada. .aioria adulta J e.ir a responsa4ilidade pelo . se e1i3a de todos u. diante. 5ue as pessoas não 5uere. .os de orde.ais au.4as as inten/Mes dese.4itos privados e pr)JpolIticos da 0a.uitas ve2es.a . natural. Ao re. o ato de assu.penha u.a .pre 5ue a autoridade le*Iti. ) L4vio 5ue.Ilia e da escola. a responsa4ilidade pelo curso das coisas no . a autoridade ou não representa .ente nada t6.over. Uas isso pode ta.ir a responsa4ilidade por tudo o .inoria opri.Puis 4e.: sa4e. e isso so. . papel alta. tra4alhado+ 3untas. &ual5uer 5ue se3a nossa atitude pessoal 0ace a este pro4lelTaa. A autoridade 0oi recusada pelos adultos.ples. hH u. Não resta d>vida de 5ue.ais e1i*ir ou con0iar a nin*u). $sso. autoridade J. si*ni0icar 5ue as e1i*6ncias do . pois se. co.ida carente de li4erta/ão tenha sido e0etiva. derru4ar a autoridade educacional.undo.

9oc6 deve. o . HH o 0ato adicional. u.o as rela/Mes entre *overnantes e *overnados.o se os pais dissesse.a. \ 3usta. .4i*:idade ao conceito de autoridade e.aior intensidade. 5ue a autoridade parecia ser ditada pela prLpria nature2a e independer de todas as . se3a onde a crise .oriais nos acostu. autocontraditLrio 5uando aplicado a rela/Mes 5ue por nature2a não são te. u. todos os dias: J Nesse .o se .B e.preendia a autoridade polItica. 5uais ha4ilidades do.ente tal . 5ue a autoridade polItica 0oi solapada pela pri. a responsa4ilidade por tudo isso.undo. todo F<1 .ist)rios par anLs.oderno.ir.ovi. 5ue sua recusa a assu.undo. polItica.inar.os. pois. e. Decorre da nature2a do pro4le. de 0ato.ais poderia e1istir entre adultos e 5ue. da nature2a da atual crise de autoridade e da nature2a de nosso pensa. ao se*uir o . rela/ão Ks crian/as. casaB co.os .porHrias J co. \ co.ente te. tentar entender isso do 3eito 5ue pudere.oderna da educa/ão se 0a/a sentir co.uito a salvo e.inar na es0era privadaB o4via.uito provavel.ana.es.a superioridade pura. . 5ue pode ser encontrado 3H e. E. não poderia encontrar e1pressão .odelo.o o . para seu des*osto co. 4aseiaJse e. Platão e AristLteles. o 5ue sa4er.e. .)dio se co. a considerar a autoridade dos pais so4re os 0ilhos e de pro0essores so4re alunos co. de 5ue hH te.e. a A. se*undo lu*ar.4). o estado de coisas.ente não ) acidental 5ue o lu*ar e.entar nele.ane/a incLlu. não poderia encontrar nenhu.odelo por cu3o inter. são .odelo da cria/ão dos 0ilhos. % ho. isto ).ento polItico.o nLs não esta.ais radical do 5ue sua intrusão na es0era pr)JpolItica.ais clara para sua insatis0a/ão co.udan/as histLricas e condi/Mes polIticas.a superioridade a4.porHria.a e1pressão .pos i.eira ve2. do ponto de vista da di*nidade hu. nossa tradi/ão de pensa. Ele se 4aseia so4retudo e. e. e. A perda *eral de autoridade.ente decisivo. tudo isso ta.a J isto ).e.4a4ilidade de 5ue a es0era privada não per. . 5ue con0ere tão e1traordinHria a. nã5 deve nunca e1istir.=oluta 5ue 3a. tornandoJse.ento polItico tradicional J 5ue a perda de autoridade iniciada na es0era polItica deva ter.)rica. por outro lado.

Essa atitude. ) u. tanto no todo co.o e.undo.ou a A. todos esses co. nas rela/Mes entre adultos e crian/as.undo co.a. de evitar .ãos por voc6s.let: J .os Ks nossas . 5ue a A. o Ldio . continua e1istindo o 0ato in5uestionHvel de 5ue. Uas isso per. 0or.ida i. PBB verdade 5ue as e1peri6ncias peda*L*icas . per. no .e 5ue o conservadoris.uito revolucionHrias. ao contrHrio.ais 7T8 .)ricaB .undo Novus %rdo Secloru.pla pelo . no sentido de conserva/ão.anos deter. u.ada por este espIrito revolucionHrio. Tal atitude conservadora.undo contra a crian/a. o direito de e1i*ir satis0a/Mes.ente 0adado K ruIna pelo te. . visto 5ue o .a da5uele .enos 5ue e1ista.a nova orde. o dese3o revolucionHrio de u.% te. ) irrevo*avel. assu. polItica aceitando o .a coisa J a crian/a contra o . As palavras de Ha.o.aldito ter nascido para colocHJlo e.pre a4ri*ar e prote*er al*u.caso.4ito da polItica. e não no N..po.)rica 0oi real.elhor. J 5ue outrora ani. sinto. lava.ente radical e desesperada so4 as condi/Mes de u. cu3a tare0a ) se.a particular.4ito da educa/ão. toda parte . nada te.ente preservar o status 5uo J. Ues.The ti. o .ais sonhou iniciar a nova orde.po estH 0ora dos ei1os.undo. F<F .entos.o a responsa4ilidade a. seres hu. clare2a.a Zociedade de . a ver co.ente ani.)rica poses .ido J e não sL na A. conservadora e.porta. a alterar. o velho contra o novo.anece vHlido apenas no N. ou .eio a adultos e co.. parte. 0a2 parte da ess6ncia da atividade educacional.undo visIvel e.o ele ).os e.inados a intervir.a atitude conservadora. voc6s não t6.anecendo. ela 3a. orde.as 5ue se apresenta e. provocando certo *rau de con0usão na discussão do pro4le. ) claro. pela educa/ão.plica. o novo contra o velho. não pode senão levar K destrui/ão. % cursed spite that ever $ Cas 4orn to set it ri*ht.oderno estranha. So. ) J claro.pliou at) certo ponto a di0iculdade de identi0icar a situa/ão co.assa. e.r J são . E. i*uais. a criar a5uilo 5ue ) novo. o 5ue a.ais 5ue isso. a .undo 5ue ) aI assu. onde a*i.alJentendidos: pareceJ. durante o perIodo e. A 0i. .ento do .e is out o0 3oint.os inocentes.odernas t6. contradi/ão co. procurando so.at)ria educacional.

desde o inIcio de nosso s)culo. esta.ortais durante te. ) claro. ou serH. u. continua. os velhos.4ito do Passado.ortais e serve de +lar aos .Jorde. por . 4ene0Icio da5uilo 5ue ) novo e revolucionHrio e. continue sendo e0etiva. % .ente di0Icil de atin*ir.ples.undo.ou . .Ini.undo ) criado por . a despeito de toda a conversa da . at) . visto 5ue 0eito por . dado 5ue seus ha4itantes .ortal co.4ora tenha.undo velho.po li. A crise da autoridade na educa/ão *uarda a .ente e.os ditar sua apar6ncia 0utura. e.o eles. pois ) essa a situa/ão hu.ente não ) possIvel se torna.Rsica.ana 4Hsica.oderna estH no 0ato de 5ue.ente por 4asear.. $9 A verdadeira di0iculdade na educa/ão .itado. e. HH sLlidas ra2Mes para isso. e1traordinaria.odo . possa.os se tentar. ser asse*urado. novo conservadoris.ples. N assa esperan/a estH pendente se. Para preservar o .os controlar os novos de tal . % pro4le.pre. E1ata. ) se.uda.ais revolucionHrio 5ue possa ser e. . esse aspecto F<? .. ad5uirido talve2. do ponto de vista da *era/ão se*uinte. nossos dias.ente.inha. 5ue.5ue u.o de conserva/ão e de atitude conservadora se.odo di0Icil para o educador arcar co. \ so4re. suas a/Mes.ortalidade de seus criadores e ha4itantes. posto e.ente.. o4soleto e rente K destrui/ão. ele deve ser. ainda 5ue não possa nunca. u.pre educando para u.o a5uele .a ) si. e. por). se des*asta. e.os se.es.oda acerca de u. orde. 5ue o .pre do novo 5ue cada *era/ão apartaB precisa.undo 5ue ou 3H estH 0ora dos+ ei1os ou para aI ca.ais persuasiva do 5ue antes.odo 5ue nLs.a valide2 .os nossa esperan/a apenas nisso.ente possIvel. corre o risco de tornarse .ais estreita cone1ão co.ente educar de tal . continua.o al*o novo e. a crise de nossa atitude 0ace ao N.ãos . ) 5ue tudo destruI. porJe.enos verIdicas para cada nova *era/ão.o. +a crise da tradi/ão. cada crian/a ) 5ue a educa/ão precisa ser conservadoraB ela deve preservar essa novidade e introdu2iJla co.undo contra a .ortais. (.ente. o 5ual a educa/ão si. co.

de tal .oderna. os antepassados. co.. ainda 5ue.odi0icado ou e1tinto pelo #ristianis. &uando Woethe disse 5ue envelhecer ) .ana 7e. A atitude ro. portanto.at)ria de educa/ão. rela/ão ao .ana ) a idade provectaB 5ue o ho.as apenas deslocado so4re 0unda.odelo.a autoridade para os outros. nosso .ples.ediador entre o velho e o novo.ana.entos di0erentes.ente 0Hcil 0a2er direito as coisas e.entalidade ro. tão co. se5uer 0a2er u. e. se.ais e1celente 5ualidade hu.undo e co. . todo8 considerar o passado 5ua passado co. Tudo isso se pMe e.unidade dos . na 5ual a educa/ão possui u.o *radativo retirarJse do . co. pois ) de seu o0Icio servir co.da crise . visto ser 3H 5uase u.undo das apar6ncias. não 0oi necessHrio to. co. educar era si. a atitude *re*a diante da vida.e.orais 4Hsicas da sociedade co.a pausa para apreciar o 5ue se estH 0a2endo.odo 5ue sua prLpria pro0issão lhe e1i*e u.undo das apar6ncias. Era da ess6ncia da atitude ro. ) de 0ato relativa. pode servir de . vias de desaparecerB isto por5ue so. para os 5uais ser e apar6ncia coincidia. .aneira al*u. 5ue a .o para a tradi/ão ocidental co. antepassado. e. sua o4serva/ão era 0eita no espIrito dos *re*os. isto ). . e isso não 0oi . Durante .anoJcristã.a isso 0osse verdadeiro para 5ual5uer civili2a/ão. cada instNncia. da Renascen/a e. por e1e.a .. e. por todo o perIodo da civili2a/ão ro. a )poca .plos de conduta para seus descendentesB crer 5ue toda *rande2a 3a2 no 5ue 0oi. este3a e.oderna.ana teria sido 5ue 3usta.o u.a 0un/ão polItica 7e esse caso era >nico8.o u.cnJ F<< .ortais o ho.es. respeito e1traordinHrio pelo passado.odelo para os vivos.ar consci6ncia dessa 5ualidade particular de si prLprio. atin*e sua 0or.4ora de .o e1e.e.ente ao envelhecer e ao desaparecer *radativa.o .o u. Nas palavras de PolI4io.ente da co.plo.o. pois a rever6ncia ante o passado era parte essencial da . envelhecido.o.pleto ) o acordo entre o ethos especI0ico do princIpio peda*L*ico e as convic/Mes )ticas e .uitos s)culos. diante.a tradi/ão dessa nature2a.ente a*ora ele se pode acercar da e1ist6ncia na 5ual ele serH u. todo. contradi/ão não sL co.ais caracterIstica de e1ist6ncia. ou . #ontra o pano de 0undo ina4alado de u.

pouco si.ples.es. tal posi/ãoB não 0a2 . Por outro lado.o se a situa/ão 0osse a . % pro4le. so4 a >nica condi/ão de não es5uecer.a di0erente.4).ivel. u.itir 5ue nos de0ronta. sendo livres para.. % reto. não nos encontra. #o. $sso 5uer di2er 5ue não se pode.ente di*nos de vessos antepassados.. ta..os 5ue estH ao.inho certo.ais e. e1ceto K .ão ne.panheiro de luta. processo auto.ister o educador podia ser u. onde 5uer 5ue a crise ha3a ocorrido no . a 5ual5uer .es. reencontrar o ru. .panheiris.ento e da a/ão hu.os co. e ser o4ri*ada.4ora talve2 e.oderno estH no 0ato de.era e irre0letida perseveran/a. da autoridade.o. se3a pressionando para 0rente a crise.uito sentido a*ir.o não passaria de u.co.inhar e. 0rente.os co. alcance do poder do pensa.a repeti/ão da e1ecu/ão J e. por ter ta.a.ento do . da tradi/ão.ente 5ue a crise não en*ol0arH sua es0era particular de vida.es. dia.entar o estranha. apesar disso. a ca. ne.ente co.ente na autoridade inclusiva do passado en5uanto tal.os . a . co. visto 5ue se rende ao curso do te. e a autoridade do .a situa/ão da 5ual a crise aca4ou de sur*ir. nIvel diverso. e ta. se3a aderindo K rotina 5ue acredita 4onachona. Tal retrocesso nunca nos levarH a parte al*u. Ho3e e. ou u.te . os olhos *rudados no +passado.ente e.ples. 0or.e. ir si.o se apenas nos houv)sse. visto não haver li. não poder esta a4rir .ento. u..o e autoridade não era. nesse caso senão dois aspectos da .co. por sua nature2a.undo pelo 5ual 3H so.os a.4ora e.ento do .a da educa/ão no . sL pode.ais precisa.ea/ados de todos os 0lancos.estre arrai*avaJse 0ir.pouco .o. e nesse . .per e deter tais processos.0a2erJvos ver 5ue sois inteira.undoB pode.os at) ad.a palavra e.o 5ue e1traviado do ca.oderno.o a >lti.antido F<E .os de levar e. conta esse processo de estranha. ci6ncia. .Htico.panheiro de tra4alho.ites Ks possi4ilidades de no/Mes a4surdas e caprichosas.os a5ui presu.po.a. 5ue são ataviadas co. condu2ir K ruInaB para ser . atravessado a vida co.undo .undo .a su4stNncia.ente voltar para trHs. por). pela autoridade ne. ela sL pode au.ana interro. e. Ao considerar os princIpios da educa/ão te.undo 5ue não+ ) estruturado ne.

rela/ão a eles u.undo ). 5ue vive. elas no .ente. se*. estado hu. 5ue não apenas pro0essores e educadores.undo 3unto K nossas crian/as e aos 3ovens.4ito da educa/ão dos de. .ediante u. todo. Não se pode educar se. Ela . precisa ter u.eira conse5:6ncia disso seria u. para aplicar e1clusiva.a re*ra *eral onde a linha li.ente co.o se elas 0osse.o o .as. .uralha a separar as crian/as da co.es. não o4stante.a de tudo do N. #u.possIvel deter..porta o 5uanto a vida se3a transcorrida no presente. a educa/ão.undo co.pre .ente para o passado. Ele não visa . u.os decisiva.edida e.ente a ele u. entretanto. e. e. e.o u.itado e particular dele.o u.o. voltaJse inevitavel. se.os u. conceito de autoridade e u.ento li.po F<= . co.4).es.inar . si .ais. não co. ao . a aprendi2a*e. Na prHtica.as não possue.a atitude 0ace ao passado 5ue lhe são apropriados .ento pro0issional nas universidades ou cursos t)cnicos.4ito da vida p>4lica e polItica.a atitude radical.os e. de indivIduo para indivIduo. 0inal previsIvel.uda 0re5:ente. a pri. não devendo recla.a aplica/ão *enerali2ada no . não i. u.4ora se.a co.as si.a cole*ial.undo ) velho.a civili2a/ão para outra e ta.unidade adulta.undo dos adultos.ente o N. por). co.pre tenha al*o a ver co.ente diversa da 5ue *uarda.undo e co. ). na . E.. por).a .Itro0e entre a in0Nncia e a condi/ão adulta recai. E.o . .ais 5ue elas . a linha tra/ada entre crian/as e adultos deveria si*ni0icar 5ue não se pode ne. o diplo. se*undo lu*ar.pre divorciar. pois o treina.ais a introdu2ir o 3ove. educar adultos ne.o te. validade *eral. contudo. todos nLs. e aci. respeito K idade. A educa/ão. a conclusão do curso secundHrio.adurasB 3a.a esp)cie de especiali2a/ão. tratar crian/as co.o se a in0Nncia 0osse u. no .ar u.o se não vivesse. para co. clara de 5ue a 0un/ão da escola ) ensinar Ks crian/as co.coeso pela tradi/ão. \ i.itir. deve. capa2 de viver por suas prLprias leis. nossa civili2a/ão esse 0inal coincide provavel. e. ao contrHrio da aprendi2a*e.ais se deveria per.ano autQno. e não instruIJlas na arte de viver.preensão 4e. $sso si*ni0ica.os ter e. de paIs para paIs. cada caso. de u.es. 5ue tal linha se tornasse u. o outro.es. Dado 5ue o .

undo o 4astante para assu.. ) a rela/ão entre adultos e crian/as e.ento. contudo. A educa/ão ) o ponto e. ter.a. ou. 5ue decidi. tal *esto.undo constante.a educa/ão se. nossa atitude 0ace ao 0ato da natalidade: o 0ato de todos nLs vir.a. ) va2ia e portanto de*enera.os o . por isso ser educado.uita 0acilidade.prevista para nLs. para colocHJlo e. co.os se a. Tudo iso são detalhes particulares.u..os e de ser o .4). .ensinarB u.ente renovado .ir. ser entre*ues aos especialistas e peda*o*os. por). A educa/ão ).oral e e. 5ue na verdade deve. ensinar se.ediante o nasci.ãos a oportunidade de e.os nossas crian/as o 4astante para não e1pulsHJlas de nosso .os se a. preparandoJas e.os a responsa4ilidade por ele e.ocional.. onde decidi. . ta.undo ao nascer. co. retLrica . e ta. aprendi2a*e.uito 0Hcil.undo co.ais *erais e e1atos.undo e a4andonHJlas a seus prLprios recursos. F<! .pouco arrancar de suas . anteced6ncia para a tare0a de renovar u. ve2 disso co.preender al*u. e 5ue não pode. % 5ue nos di2 respeito.os portanto dele*ar K ci6ncia especI0ica da peda*o*ia.os ao .+ e. salvHJlo da ruIna 5ue seria inevitHvel não 0osse a renova/ão e a vinda dos novos e dos 3ovens. e podeJse aprender durante o dia todo se.os ainda .a coisa nova e i. educar. *eral. \ .

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