ARENDT, Hannah. Entre o passado e o Futuro.

São Paulo: Editora Perspectiva, 1

!.

PREF"#$%: A &'E(RA ENTRE % PASSAD% E % F'T'R% Notre h)rita*e n+est pr)c)de d+aucun testa,ent - .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, nenhu, testa,ento.. Talve2 esse se3a o ,ais estranho dentre os a0oris,os estranha,ente a4ruptos e, 5ue o poeta e escritor 0ranc6s Ren) #har condensou a ess6ncia do 5ue viera, a si*ni0icar 5uatro anos na R)sistance para toda u,a *era/ão de escritores e ho,ens de letras europeus1, 7$8 9er, para essa cita/ão e as su4se5:entes, Ren) #har, Feulllets d+H;pnos, Paris, 1 <=. Escritos durante o >lti,o ano da Resist6ncia, de 1 <? a 1 <<,. e pu4licados na #ollection Espoir, or*ani2ada por Al4ert #a,us, tais a0oris,os, 3unta,ente co, o4ras posteriores, aparecera, e, in*l6s so4 o titulo H;pnos @aAin*B Poe,s and Prose, NeC DorA, 1 E=. FG

o colapso da Fran/a, aconteci,ento total,ente inesperado para eles, esva2iara, de u, dia para outro, o cenHrio polItico do paIs, a4andonandoJo Ks palha/adas de pati0es ou idiotasB e eles, a 5ue, nunca ocorrera to,ar parte nos ne*Lcios o0iciais da Terceira Rep>4lica, vira,Jse su*ados para a polItica co,o 5ue pela 0or/a de u, vHcuo. Desse ,odo, se, pressentiJlo e provavel,ente contra suas inclina/Mes conscientes, viera, a constituir, 5uer o 5uisesse, ou não, u, do,Inio p>4lico onde J se, a para0ernHlia da 4urocracia e ocultos dos olhos de a,i*os e ini,i*os J levouJse a ca4o, e, 0eitos e e, palavras, cada ne*Lcio relevante para os pro4le,as do paIs. $sso não durou ,uito. ApLs al*uns curtos anos, 0ora, li4erados do 5ue ori*inal,ente havia, pensado ser u, .0ardo. e arre,essados de volta K5uilo 5ue a*ora sa4ia, ser a leviana irrelevNncia de seus a0a2eres pessoais, sendo ,ais u,a ve2 separados do .,undo da realidade. por u,a )paisseur triste, a .opacidade triste. de u,a vida particular centrada apenas e, si ,es,a. E, se se recusava, a .voltar Ks OsuasP verdadeiras ori*ens, a OseuP ,iserHvel co,porta,ento., nada lhes restava senão reto,ar K velha e va2ia pele3a de ideolo*ias anta*Qnicas 5ue, apLs a derrota do ini,i*o co,u,, de novo ocupava, a arena polItica, cindindo os anti*os co,panheiros de ar,as e, *rupelhos se, conta, 5ue não che*ava, se5uer a constituir 0ac/Mes, e alistandoJos nas inter,inHveis pol6,icas de u,a *uerra de papel. A5uilo 5ue #har previra e antecipara lucida,ente en5uanto a luta real ainda prosse*uia .Se so4reviver, sei 5ue terei de ro,per co, o aro,a desses anos essenciais, de re3eitar silenciosa,ente 7não repri,ir8 ,eu tesouro. J acontecera. Eles havia, perdido seu tesouro. &ue tesouro era esseR #on0or,e eles ,es,os o entendera,, parece ter consistido co,o 5ue de duas partes interconectadas: tinha, desco4erto 5ue a5uele 5ue .aderira K Resist6ncia, encontrara a si ,es,o., dei1ara de estar .K procura Ode si ,es,oP des*overnada,ente e co, ,ani0esta insatis0a/ão., não ,ais se. suspeitara. de .hipocrisia. e de ser .u, ator da vida res,un*ão e descon0iado., podendo per,itirJse .desnuJ F

darJse.. Nessa nude2, despido de todas as ,Hscaras, tanto da5uelas 5ue a sociedade desi*na a seus ,e,4ros co,o das 5ue o indivIduo urde para si ,es,o e, suas rea/Mes psicolL*icas contra a sociedade, eles havia, sido, pela pri,eira ve2 e, suas vidas, visitados por u,a visão da li4erdadeB não, certa,ente, por tere, rea*ido K tirania e a coisas piores J o 5ue 0oi verdade para todo soldado dos E1)rcitos Aliados J, ,as por se havere, tornado .contestadores., por havere, assu,ido so4re seus prLprios o,4ros a iniciativa e assi,, se, sa46Jlo ou ,es,o perce46Jlo, co,e/ado a criar entre si u, espa/o p>4lico onde a li4erdade poderia aparecer. .A cada re0ei/ão 5ue 0a2e,os 3untos, a li4erdade ) convidada a sentarJse. A cadeira per,anece va2ia, ,as o lu*ar estH posto.. %s ho,ens da Resist6ncia Europ)ia não 0ora, ne, os pri,eiros ne, os >lti,os a perdere, seu tesouro. A histLria das revolu/Mes J do verão de 1!!=, na Filad)l0ia, e do verão de 1!G , e, Paris, ao outono de 1 E= e, (udapeste J, 5ue deci0ra, politica,ente a estLria ,ais recQndita da idade ,oderna, poderia ser narrada ale*orica,ente co,o a lenda de u, anti*o tesouro, 5ue, so4 as circunstNncias ,ais vHrias, sur*e de ,odo a4rupto e inesperado, para de novo desaparecer 5ual 0o*oJ0Htuo, so4 di0erentes condi/Mes ,isteriosas. E1iste,, na verdade, ,uito 4oas ra2Mes para acreditar 5ue o tesouro nunca 0oi u,a realidade, e si, u,a ,ira*e,B 5ue não lida,os a5ui co, nada de su4stancial, ,as co, u, espectroB e a ,elhor dessas ra2Mes ) ter o tesouro per,anecido at) ho3e se, no,e. E1iste al*o, não no espa/o sideral, ,as no ,undo e nos ne*Lcios dos ho,ens na terra, 5ue ne, ao ,enos tenha u, no,eR 'nicLrnios e 0adasJ,adrinhas parece, possuir ,ais realidade 5ue o tesouro perdido das revolu/Mes. E, todavia, se voltar,os as vistas para o princIpio desta era, e so4retudo para as d)cadas 5ue a precede,, podere,os desco4rir, para nossa surpresa, 5ue o s)culo S9$$$, e, a,4os os lados do AtlNntico, possuiu u, no,e para esse tesouro, desde então es5uecido e perdido J 5uase o dirIa,os J antes ,es,o 5ue o prLprio tesouro desaparecesse. % no,e, na A,)rica, 0oi .0elicidade p>4lica., 5ue co, suas conota/Mes de .virtude. e .*lLria. entende,os tão pouco ?T

co,o a sua contrapartida 0rancesa, .li4erdade p>4lica.: a di0iculdade para nLs estH e, 5ueB e, a,4os os casos, a 6n0ase recaIa so4re .p>4lico.. Se3a co,o 0or, ) K aus6ncia de no,e para o tesouro perdido 5ue alude o poeta ao di2er 5ue nossa heran/a 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,. % testa,ento, di2endo ao herdeiro o 5ue serH seu de direito, le*a posses do passado para u, 0uturo. Se, testa,ento ou, resolvendo a ,etH0ora, se, tradi/ão J 5ue selecione e no,eie, 5ue trans,ita e preserve, 5ue indi5ue onde se encontra, os tesouros e 5ual o seu valor parece não haver nenhu,a continuidade consciente no te,po, e portanto, hu,ana,ente 0alando, ne, passado ne, 0uturo, ,as tãoJ so,ente a se,piterna ,udan/a do ,undo e o ciclo 4iolL*ico das criaturas 5ue nele vive,. % tesouro 0oi assi, perdido, não ,erc6 de circunstNncias histLricas e da adversidade da realidade, ,as por nenhu,a tradi/ão ter previsto seu apareci,ento ou sua realidadeB por nenhu, testa,ento o haver le*ado ao 0uturo. A perda, talve2 inevitHvel e, ter,os de realidade polItica, consu,ouJse, de 5ual5uer ,odo, pelo olvido, por u, lapso de ,e,Lria 5ue aco,eteu não apenas os herdeiros co,o, de certa 0or,a, os atores, as teste,unhas, a5ueles 5ue por u, 0u*a2 ,o,ento retivera, o tesouro nas pal,as de suas ,ãosB e, su,a, os prLprios vivos. $sso por5ue a ,e,Lria, 5ue ) apenas u, dos ,odos do pensa,ento, e,4ora dos ,ais i,portantes, ) i,potente 0ora de u, 5uadro de re0er6ncia preesta4elecido, e so,ente e, rarIssi,as ocasiMes a ,ente hu,ana ) capa2 de reter al*o inteira,ente descone1o. Assi, ) 5ue os pri,eiros a 0racassare, no recordar co,o era o tesouro 0ora, precisa,ente a5ueles 5ue o havia, possuIdo e o achara, tão estranho 5ue ne, se5uer sou4era, co,o no,eHJla. Na ocasião, isso não os inco,odouB não conhecia, seu tesouro, ,as sa4ia, ,uito 4e, o si*ni0icado do 5ue 0a2ia, e 5ue este estava aci,a da vitLria e da derrota: .A a/ão 5ue possui sentido para os vivos so,ente te, valor para os ,ortos e sL ) co,pleta nas ,entes 5ue a herda, e 5uestiona,.. A tra*)dia não co,e/ou 5uando a li4era/ão do paIs co,o u, todo es4oroou 5uase auto,atica,ente as ilhotas escondidas de li4erJ ?1

dade, 5ue de 5ual5uer ,aneira estava, condenadas, ,as si,, ao evidenciarJse 5ue não havia ,ente al*u,a para herdar e 5uestionar, para pensar so4re tudo e rele,4rar. % ponto e, 5uestão ) 5ue o .aca4a,ento. 5ue de 0ato todo aconteci,ento vivido precisa ter nas ,entes dos 5ue deverão depois contar a histLria e trans,itir seu si*ni0icado deles se es5uivou, e se, este aca4a,ento pensado apLs o ato e se, a articula/ão reali2ada pela ,e,Lria, si,ples,ente não so4rou nenhu,a histLria 5ue pudesse ser contada. Não hH nada de inteira,ente novo nessa situa/ão. Esta,os ,ais acostu,ados Ks periLdicas irrup/Mes de e1aspera/ão apai1onada contra a ra2ão, o pensa,ento e o discurso racional, rea/Mes naturais de ho,ens 5ue sou4era,, por e1peri6ncia prLpria, 5ue o pensa,ento se apartou da realidade, 5ue a realidade se tornou opaca K lu2 do pensa,ento, e 5ue o pensa,ento, não ,ais atado K circunstNncia co,o o cIrculo a seu 0oco, se su3eita, se3a a tornarJse total,ente desprovido de si*ni0ica/ão, +se3a a repisar velhas verdades 5ue 3H perdera, 5ual5uer relevNncia concreta. . At) ,es,o o reconheci,ento antecipado da crise tornouJse a*ora 0a,iliar. Ao re*ressar do Novo Uundo, 5ue co, tanta ,estria sou4e descrever e analisar, a ponto de sua o4ra ter se tornado u, clHssico, so4revivendo a ,ais de u, s)culo de ,udan/a radical, Toc5ueville estava 4e, cQnscio de 5ue a5uilo 5ue #har cha,ara .aca4a,ento. do ato e do aconteci,ento, se es5uivara ta,4), de siB o .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,., de #har, soa 5ual u,a variante de .Desde 5ue o passado dei1ou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia nas trevas. F, de Toc5ueville. Todavia, a >nica descri/ão. 7F8 A cita/ão ) do >lti,o capItulo de De,ocrac; in A,erica, NeC DorA, 1 <E, vol. l$, p. ??1. EiJla na Inte*ra: .E,4ora a revolu/ão 5ue se estH processando na condi/ão social, nas leis, nas opiniMes e nos senti,entos dos ho,ens este3a ainda 4e, lon*e de se achar concluIda, seus resultados, contudo, 3H não ad,ite, co,para/ão co, nada 5ue o ,undo tenha antes teste,unhado. Re,ontoJ,e, de )poca a )poca, at) a ,ais re,ota anti*:idade, por), não encontro paralelo para o 5ue ocorre ante ,eus olhosB a partir do ,o,ento e, 5ue o passado cessou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia na o4scuridade.. Essas linhas de Toc5ueville não antecipa, apenas os a0oris,os de Ren) #harB de ,odo 4astante curioso, lidas te1tual,ente antecipa, ta,4), a intui/ão de Va0Aa 7ver o 5ue se*ue8 de 5ue ) o 0uturo 5ue re,ete a ,ente do ho,e, de volta ao passado, .at) a ,ais re,ota anti*:idade. . ?F

es. .a. ) e. lan/adas ao lado e e. Er Aae.inho K 0rente. sua lL*ica interna.inosos. saIra. a.p0eser0ahrun* Yu.ina. e. sa4e real.it 4eiden.p0linie aussprin*t und Ce*en seiner Va. 1 <=: Er hat 2Cei We*ner: Der erste 4edraen*t ihn von hinten.a ve2 5ue o e.entos cu3a ess6ncia encontra. A luta de Va0Aa 7?8 A estLria ) a >lti. ?? . .a tradu/ão . % incidente 5ue esta parH4ola relata e penetra.p0 . . por).a noite . Eis o ori*inal ale.eiro acossaJo por trHs. o se*undo o au1ilia na luta contra o pri.. Denn es sind 3a nicht nur die 2Cei We*ner da. saltar 0ora da linha de co.. 5ue. consiste nos processos recQnditos da . Der 2Ceite verCehrt ih. por).ente.ister para . e.o de Ren) #har. un4eCachten Au*en4licA J da2u *ehoert allerdin*s eine Nacht.a de u. al*u. denn er Cill ihn nach vo. do .. NeC DorA.4ate e ser al/ado. Na verdade. Richter :4er seine .e. YCeiten. u. K posi/ão de 3ui2 so4re os adversHrios 5ue luta.iteinander Aae. A parH4ola de Va0Aa ) a se*uinte:? Ele te. den @e* nach vo.a noite J. The WiTeat @all T1 #hina.purrHJlo para 0rente. por conta de sua e1peri6ncia de luta. % se*undo 4lo5ueiaJlhe o ca. Pois não hH ali apenas %s dois adversHrios. o poder radio*rH0ico de desvelar sua estrutura Inti.o.os contida no a0oris. Ele luta co.ais escura do 5ue 3a.ente no ponto onde o nosso a0oris.it de.a da5uelas parH4olas de Fran2 Va0Aa 5ue.entos co.elte SchriXten. e 5ue. o pri. Se*ui a tradu/ão in*lesa e1ceto e.odo.p0 . u. se*ue. 5ue não ilu.e1ata dessa crise se encontra. ErstenB denn er trei4t ihn doch 2ur:eiA. So ist es a4er nur theoretisch.4).4os.. e. draen*en und e4enso unterst:t2t ihn der 2Ceite i. Va. dois adversHrios: o pri.purra para trHs. auch noch er sel4st. nosso caso.Notas do ano 1 FT. os aconteci. NeC DorA. ela co.es.ais o 0oi nenhu.eiro.p0enden We*ner erho4en Cird. e.o raios lu. so 0inster Cie noch Aeine Car J aus der Va. so4 o tItulo He.p0t .o inicial dei1ou a se5:6ncia dos aconteci.as possue. E dos Wesa. von 'rsprun* her.a s)rie de . 1 <=.eus 0ins. sua apar6ncia e1terna. at) onde eu sai4a.previsto J e isso e1i*iria u. pois 5uer e.ento i. Ei*entlich unterst:t2t ihn der erste i.erhin ist es sein Trau.ais literal 0a2iaJse . nu.ente..o. e. da ori*e.ão no vol. ele .al in eine.e/a precisa. und Cer Aennt ei*enllich seine A4sichtenR $. Tradu2idas do ale..o 5ue suspensa no ar. Va. Uas isso ) assi.as poucas passa*ens onde u. sonde. al*u.a ocasião.o .ente de suas inten/MesR Seu sonho. >nicas talve2 5uanto a esse aspecto na literatura. dass er ein.ão por @illa e EdCin Uuir.it de.. apenas teorica.eiro a3udaJo na luta contra o se*undo. entre si. nos Estados 'nidos.as ta. a lu. constitue. aut6nticas parabolaí. torno do incidente co. De 0ato.

e/a 5uando 3H transcorreu o curso da a/ão e a estLria 5ue dela resulta a*uarda ser co.o..redi. c. a sa4er.e Ualrau1 o4servou certa ve2 7e.nas .ados intelectuais J escritores.entes 5ue a herda.penhar. polIticasB esta 0al6ncia da Filoso0ia PolItica no sentido e. pelo .enos no s)culo SS.enos na sua versão 0rancesa.o. ter acesso K vida p>4lica e. artistas.penhado pela vida eterna.o. outra *era/ão. se a .ente ) incapa2 de 0a2er a pa2 e de indu2ir a reconcilia/ão.undo . por).. . voltaraJse parZ a polItica co..4ate 5ue lhe ) prLprio. .passes da Filoso0ia .ou de E1istencialis.a ) 5ue.o solu/ão de perple1idades 0ilosL0icas e tentara escapar do pensa.penhada no tipo de co.ente incapa2 de reali2ar a tare0a 5ue lhe destinara.ana8. con0or.es. esse estH*io no desenvolvi.o papel outrora dese. de acordo co.: . He*el e a Filoso0ia da HistLria.ediato e.ente. e essa co.preender o acontecido. ela se v6 de i. ) o . por nLs escolhido co.o seu representante.odo de reconcilia/ão do ho. A 0un/ão da .oderna para o co.undo. ) 4asica.ente ) co. so4 as circunstNncias do s)culo SS. Antes 5ue a *era/ão de Ren) #har. do ..ais velha. contudo. literatos etc. te. co..as por dois atos anteriores. re4elião do 0ilLso0o contra a Filoso0ia.ento . pa2 co. % pro4le.oderno 0oi precedido. pensadores.ente u. .ir os 5ue a 0a2e. ao .a cha.o. % E1istencialis. .pletada .es. A situa/ão. pouco .preensão. não por u.isso incondicional ce.ento para a a/ão. tornouJse desesperadora ?< . não sur*e ao revelarJse a Filoso0ia incapa2 de aplicar suas prLprias re*ras K es0era das 5uestMes. . J sL pudera. os cha. se tornou portaJvo2 c criadora do 5ue ela .issos da a/ão. a a/ão. 5ue Platão a teria entendido ) 5uase tão anti*a 5uanto a histLria da Filoso0ia e da Ueta0Isica ocidentaisB não sur*iu ne.a 0u*a dos i. entender c apreender conceitual.o ao evidenciarJse a Filoso0ia i*ual. He*el. pois o E1istencialis. a realidadeB seu verdadeiro 0i.oderno a5uilo 5ue ele ).ento do pensa. E co.co.e. Foi essa *era/ão 5ue. e 5uestiona. ) estar e. apenas u.entos 5ue 0i2era.pro.pro..pos de revolu/ão. A #ondi/ão Hu. Historica.ente a realidade histLrica e os aconteci.ais tarde. a revolu/ão veio a dese. se visse arrancada de suas ocupa/Mes literHrias para os co.

ente 0iel K se5:6ncia de teorias e atitudes. escrevendo durante os derradeiros .as co. u.es. a ..entalidade e sua tradi/ão de pensa. Eu a . por assi. 5uando o ho. seu en*a3a. não . #aso 0osse preciso escrever a histLria intelectual de nosso s)culo. se5uer capa2es de 0or.o disse Sartre certa ve2.as de 0a2er co. A desco4erta +de 5ue. parecia a4ri*ar a esperan/a.os a . Seria. . o pri.po total. onde o historiador deve ser literal.e. de certa i. perderIa. di2er. u. eles se.isso.ana dei1ou de 0uncionar ade5uada.as ta. se tornar. u.ente.a de *era/Mes consecutivas.a >nica pessoa. ao escapar do pensa.eses da Resist6ncia.ento. torna.portNncia o4servar 5ue o apelo ao pensa.enos ur*ente e apai1onado 5ue o apelo ao a*ir da5ueles 5ue o antecedera. nosso conte1to. seu envolvi. 0or/ouJa de volta ao pensa. o ter a*ido.ais e por ?E . ela. 5uando a a/ão. não de resolver 5uais5uer pro4le. 5uando não so.o.ente os historiadores 0uturos. concluiu suas re0le1Mes co.a ra2ão . Neste .ente dessa pessoa o4ri*ada a dar u.encionei. intervalo de te.a reviravolta não u. 5uando 3H avultava a li4erta/ão J 5ue. hipLcrita.inado por coisas 5ue não são . não visando senão a u. ou antes. u. desprovidas de sentidoB isto ).os a peculiar ironia do 5ue se*ue.isteriosa.ento não era. .as.Jse conscientes de u.pro. pois.a ve2 5ue.os.e/ou a despertar para o 0ato de ter che*ado a viver e.as duas ve2es: pri.unhas.ento e co.ento para a a/ão.ento. . destinado aos so4reviventes 0uturos.a apro1i. e. si*ni0icava li4era/ão do a*ir J. e a se*uir. os atores e teste. .4ora sucinta. apelo ao pensa. se.o a 4io*ra0ia de u.a. . por al*u.ento crItico.eta0Isicas era. co.po histLrico. co.ente 0or.ente deter.eta0Lrica do 5ue ocorreu e0etiva. verIa. e. os vivos .ente hu.ostrou 5ue as velhas 5uestMes .eiro ato da estLria 5ue a5ui nos interessa. . a a/ão. não so4 a 0or. dar respostas Ks suas perple1idades. u.undo no 5ual sua .ens.5uando se . e.ular 5uestMes ade5uadas e si*ni0icativas.ediHrio 5ue por ve2es se insere no te. . 5ue 0Qsse possIvel conviver co. Ren) #har. salaud.ente na consci6ncia dos ho.oderno co.a/ão .ento sur*iu no estranho perIodo inter.eiro.a.enos ainda.4).ento.

5ue ocupa.entos dra.real. a >lti.Hticos caracterIsticos da vida .eno . al*o 5ue se poderia deno. na lL*ica desses pro4le.a ve2 . Sendo o pensar para ele a parte . criou. Va0Aa. e. deve co.a*ina/ão espiritual. ?= . perda de precisão.coisas 5ue não são. desenvolveu esse 0antHstico do.as. duas ou .a de + .Htica K e1peri6ncia de u. u.previsIveis.ais vital e vIvida da realidade.ar a Va0Aa.ente. poder conter o .es. para se .ento. eventoJpensa.o.aneira.a dada realidade. apLs 5uase 5uarenta anos repletos de eventos in)ditos e i. .os o ho.ais de trinta anos de crescente 0a. se. .a4strato.ais de+ u. deverJse e1clusiva.uito neutrali2ado ou destruIdo .ultNnea. as 0or/as do passado e do 0uturoB entre elas encontra.a si..ente evidente associar ri5ue2a de detalhes concretos e a/ão dra. deles. de certa .a de Va0Aa 5ue e. portanto. precisão.plicidade e concisão. u.. 5ue. cada u..ouJse co. HH. 5ue Va0Aa cha. .ento 5ue. Ao passo 5ue considera. atri4uindo assi.ele. .a a0ir.e.anter e. co. de hH . Pode.o u.e.Ini. *ra/as K pura 0or/a de inteli*6ncia e i.ental. u. esses intervalos . #ontudo.ento. A cena ) u.ento da verdade.o tri4uto a ser pa*o por sua orde. não cessa de nos atordoar8. 0enQ. .utua. se.as ta.a esp)cie de paisa*e.os a*ora reto. a4ri*a todas as ri5ue2as.ostrara. e.inar u. o 0ato de che*ar a haver al*u. seu territLrio. 7Não se deci0rou ainda o eni*. certa palide2 a4strata aos processos . Na HistLria.a luta parece.o tr6s lutas transcorrendo si. 5ue consiste. adversHrios entre si e a luta do ho. 4asica.a e.ais notHveis J.4as.ente.ente K presen/a do ho. sua e1tre.o de e1peri6ncia despo3ado e .ais avan/ada posi/ão. sua cronolo*ia.4ater a.e.. A estLria re*istra. o 5ual J suspeitaJse J as 0or/as do passado e do 0uturo terJseJla. variedades e ele.Jpensa. ainda. antecipatLrio 5ue ainda ho3e. J. se não e.4). dos escritores .entais co.ente: a luta de . e.os co.a esp)cie de espantosa inversão da rela/ão esta4elecida entre e1peri6ncia e pensa. ca.seus.o i.a pLstu. A pri.po de 4atalha no 5ual se di*ladia.ediata. a partir de u.a onda do 0uturo.eira coisa a ser o4servada ) 5ue não apenas o 0uturo J .

etH0ora tradicional de u. senão o anti*o sonho. Do ponto de vista do ho. estranho.pele de volta ao passado.o u.po. destorcer o pensa. o 5ue ) 4e.purra para a 0rente.entoR %4via...o a inser/ão do ho. Va0Aa descreve co.poral e retilinear. cu3a e1ist6ncia ) conservada *ra/as K .poral.4ate J e o 5ue ) esse sonho e essa re*ião. co. ele ne. ou . 9isto Va0Aa conservar a . to.e.ele.e.po . presente e 0uturoB ) essa inser/ão J o princIpio de u. 5ue vive se. Esse passado. passado.ais ade5uada ao pensa. da .aneira 5ue Va0Aa descreve.etH0oras. e apenas na . al).po. anelado pela Ueta0Isica ocidental de Par. o 0lu1o indi0erente do te.ais.ente.e.anter.ente todas as nossas . passo adiante. so4re a partIcula ou corpo 5ue lhes dH dire/ão. estirandoJse por todo seu tra3eto de volta K ori*e. ?! . luta constante.as.es.es. . espa/o 4astante para se . 5ue o ho. de u. tradicional con0or.sua.ovi. não ) o presente. cai no sonho de u. linha reta. .pre no intervalo entre o passado e o 0uturo. e.orto.a*e. 0lu1o de ininterrupta sucessãoB ) partido ao .o passado. sua . o 5ue . então. a lutar entre si e a a*ir so4re o ho.al te. . 5ue4ra o 0lu1o unidirecional do te. Penso 5ue.poral e.ele. 0or/as 5ue.e a 5ual pensa. pratica.o ) passado.a es0era inte.a lacuna no te. ) o 0uturo 5ue nos i.a re*ião al).e/a.e. K .as.a da linha de co. do . te.po não ) u. Apenas por5ue o ho.a 0or/a.o deve. . se des0a2er e. se. pensa e. contInuo. e não.e.ento te. co.ada de posi/ão contra o passado e o 0uturo.pre 5ue . por se 0ocali2are.ovendoJse e. u. 0ora do espa/o e supraJsensIvel co. e aci. e.os o te.eio. . 0ardo co. antes. não altera a i.po parteJse e.6nides a He*el.os a*ostinianos J 5ue cinde o contInuo te. para colocHJlo e. no ponto onde . 5ue de0ende seu territLrio.o u. ) visto co. se.ele. estHB e a posi/ão . u.o e. 0u*ir por conta prLpria. ao contrHrio do 5ue seria de esperar.po. ter. co.o passado nunca estH . ao inv)s de pu1ar para trHs. Nas palavras de FaulAner: .edida e.dele. . e.sua. princIpio.archa para o 0uturo. se insere no te. T[ te.o a re*ião . de arcar e de cu3o peso . na sua acep/ão usual.orto os vivos pode. ) possIvel dar u.ento de Va0Aa..

poral e retilIneo 5uando o 0lu1o unidirecional deste ) partido e.a de u. elas não . u.a di.itadas no sentido de suas ori*ens. a.ano. u.ais li*eira. A inser/ão do ho. . As duas 0or/as anta*Qnicas são. in0inita 5uanto a seu t)r. cu3a dire/ão ) deter.inhando ao lon*o dessa linha. A 0or/a dia*onal. 5ue as 0or/as se desvie. seria li.o de 0or/as. não pode senão 0a2er co. vindo u. pelo .4as..ento ) u.as se interceptaria.inada pelo passado e pelo 0uturo. e. eventoJpensa.elhandoJse antes ao 5ue o 0Isico cha.ente. . diri*idas para o ho.o de 0or/as onde o . aspecto das duas outras de 5ue ) resultado.ente para 0ora do te.0alta K descri/ão Aa0Aiana+ de u. no ponto e. e outra de u.etH0ora per0eita para a atividade do pensa. E. ) conhecida.. intervalo si.o 5ue ca. de sua dire/ão ori*inal.ples. t)r.. visto resultar de duas 0or/as cu3a ori*e. para 0rente e para trHs. o paralelo*ra. e.pleta. asse.pMe.ino 3a2 no in0inito.po hu.a terceira 0or/a: a dia*onal resultante 5ue teria ori*e. de Va0Aa capa2 de e1ercer suas 0or/as no sentido dessa dia*onal. seria. 5ue o pensar se possa e1ercer se. co. e a*indo so4re ele. e. u. paralelo*ra.ele. do pensa.enos potencial.ais se entrechocaria.pendo o contInuo. 5ue as 0or/as se choca. 0uturo in0initoB no entanto.ovi. u. 5ue se3a 0or/ado a saltar co.itada no sentido de sua ori*e.ento te. a lacuna onde . ) 5ue di0icil. ) o in0inito.ele.ino. toda a sua *rande2a. . Essa 0or/a dia*onal di0eriria e.ovi. de Va0Aa encontrou seu ca. ) a .entos pausados e ordenados 5ue são o passo . possue. se posta não ).as cu3o eventual t)r. outras palavras. os . per0eita e5:idistNncia do passado e do 0uturo. co.ino.ensão espacial e. ele ?G .ais conveniente K orde.e. passado in0inito.e. sendo seu ponto de partida o entrecho5ue das 0or/as anta*Qnicas. % 5ue hH de errado co.por). 0ace a 0ace.4ora não tenha. a a/ão das duas 0or/as 5ue co.ente 5ue se3a. caso assi. .ento. $deal. e. inIcio conhecido. por .ele.ente pode ser retida a no/ão de u. cu3a ori*e. interro.a de u.. a estLria de Va0Aa. Essa 0or/a dia*onal. ao contrHrio. e so4re o 5ual atua.ente. ili.. co. 0osse.ento. 0or/as anta*Qnicas. o ponto no 5ual colide.po de 4atalha deveria resultar e. Nn*ulo.. Fosse o .

poral J . en5uanto ele viver.elhe a u..anece presa ao presente e nele arrai*adaB e.a*ens 5ue estou a5ui utili2ando para indicar.po su0iciente.po 5ue.enso e se. por).anter.. 5ue pensa. nenhu.entais.ente a0astado do passado e do 0uturo para lhe o0erecer a .po. ve2 disso. para o espa/o constituIdo ideal.o tão acertada.a Va0Aa. e não .ais prLprio e 5ue so. so4re a terra. ca.e. outras estLrias e parH4olas J ) 5ue .ento. es5uecido de suas pri.4ora apontando ru.al*u). ser vHlidas no N. dado histLrico... lar.po de 4atalha. na >nica dire/ão a partir da 5ual poderia ver e desco4rir ade5uada.poral entre o passado e o 0uturo.ento J o i. . pois não ocorre..parcialidade as 0or/as 5ue se di*ladia.o de 0or/as.ente o cha.4ora não se asse. incapa2 de encontrar a dia*onal 5ue o levaria para 0ora da linha de co. Aplicadas ao te. Suspeito 5ue essa lacuna não se3a u.4ate. isto ). \ tentador acrescentar.orra de e1austão. i.o u.) assi. e si. deperecido so4 a pressão do constante e. seu prLprio e autoJinserido apareci. .aneira . e talve2 ne.alJentendidos: as i. lu*ar no te.ente ter sentido.po histLrico ou 4io*rH0ico.4ate. pois essa dia*onal. apenas teorica.não teria saltado para 0ora da linha de co.a da re0re*a...o 5uer a parH4ola. e si.ais provavel. de .ele. .posi/ão de 3ui2. pelos adversHrios.e. na plena realidade de seu ser concreto vive nessa lacuna te.itivas inten/Mes e apenas cQnscio da e1ist6ncia dessa lacuna no te.i>de e.etH0oras pode a4soluta. % 5ue . Apenas na . coeva da e1ist6ncia do ho. per. serH o territLrio so4re o 5ual terH 5ue se .ente.enos .po criado e deli.ente pelo paralelo*ra. J. da 5ual poderia 3ul*ar co.uito . ? .eta0Lrica e con3etural. e.4iante espa/oJte.ente pode vir a acontecer J e 5ue Va0Aa descreveu a. ai lacunas no te.es.oderno. 0enQ. co. a u.ente viera a e1istir co. 5ue isso .. e.edida e. o ho.porNneas do pensa. aci. co.a dessas .pre ca. Para evitar . 5ue ) ate.o estava.ele.uito e.eno .itado pelas 0or/as do passado e do 0uturoB teria encontrado u.4ate e se situado. as condi/Mes conte.ente a5uilo 5ue lhe era .. sL pode.o ao in0inito.4ito dos 0enQ. teria desco4erto e pressionado co.

Ela 4e. deve desco4riJlo e.o 5ual5uer e1peri6ncia de 0a2er al*o.po a4erta pela atividade do pensa. la4oriosa. e na verdade cada novo ser hu. esse tipo de pensa.os de tradi/ão. essa pe5uena picada de nãoJ+ Jte.inados por conceitos ro. Ela tornouJse realidade tan*Ivel e perple1idade para todos.ental ]. esta lacuna 0oi transposta por a5uilo 5ue. co. K 0unda/ão de Ro. ao contrHrio do .ente.po.entHJlo de novo. ro.portNncia polItica. desde os ro.eno . preparados para esta atividade de pensar. a indu/ão e a e1tra/ão de conclusMes. ) 5ue. deter.a e1peri6ncia de pensa. o 5ue 5uer 5ue to5ue.ens . não pode ser herdado e rece4ido do passado. o 0ato de essa tradi/ão terJse es*ar/ado cada ve2 .a. 0uturo in0inito.anos. toda a parH4ola re0ereJse a u.o vi.entais co. na verdade no transcurso dos . Va0Aa .ordial. e5uipados ne.undo e da cultura e.enciona a e1peri6nciaB a e1peri6ncia de luta ad5uirida por . atrav)s da prHtica e de e1ercIcios.ento e adstrita. outros aspectos.ais K .edida 5ue a )poca . contudo.ento di0ere de processos . cu3as re*ras lL*icas de nãoJcontradi/ão e coer6ncia interna pode. passado in0inito e u.peuJse o 0io da tradi/ão. Este pe5ueno espa/o inte.as apenas indicadoB cada nova *era/ão.os. a lacuna entre o passado e o 0uturo dei1ou de ser u. % pro4le.o e.a*o .o a dedu/ão.ano.es. pode ser a re*ião do espIrito.oderna pro*rediu.anos.po de ho. . u. de instalarJse na lacuna entre o passado e o 0uturo. en5uanto e1peri6ncia. do pensar sua ocupa/ão pri. aos poucos eleitos 5ue 0i2era.poral no N. nossa histLria. não parece. cha.o do te. 0ato de i.po histLrico e 4io*rH0ico.a. pavi. inserindoJse entre u. &uando.ortais e na 5ual o curso do pensa. <T . e sL pode ser ad5uirida.ento. 7Nesse particular.a condi/ão peculiar unica. 0enQ.ento atrav)s do espa/oJte.a e 5ue 0ora.os. Essa ) u. da ruIna do te. co. Por lon*os perIodos e. 5ue nasce.il6nios 5ue se se*uira. a trilha plainada pelo pensar.ele. ao 5ue parece. co. 5ue de0ende seu territLrio entre o cho5ue das ondas do passado e do 0uturo.ente K atividade do pensa.ento J 3H 5ue. a0inal. Não ) se*redo para nin*u). ou antes. isto ). da recorda/ão e da antecipa/ão salva.os estar ne.

aos conceitos tradicionais..6nica. cu3o alvo principal ) desco4rir as verdadeiras ori*ens de conceitos tradicionais.pido da tradi/ão. . responsa4ilidade e virtude.. pretende.udan/a de 6n0ase não ) ar4itrHria.arcos por onde pode o4ter orienta/ão.encionados apenas de passa*e. 3H 5ue são os >nicos . assi.entais dos ensaios 5ue se*ue.itiva ess6ncia.ais e1peri.ove.4ora *rosso .as os e1peri. dei1ando atrHs de si 0or.entos.a co.a ve2 5ue se . e.odo os tr6s pri.a hora para preencher a lacuna entre o passado e o 0uturo.ente. PareceJ. crItica. trataJse de e1ercIcios de pensa. Essa *radual . .des.ascarar. de destilar deles sua: pri. co. poder e *lLria J. 5ue o ensaio co. Al).entos polIticos 7e.o pensarB eles não cont6.ser aprendidas de u. na 0or.8.entos não visa. as partes crIticas e e1peri.eiros capItulos se3a. .entais e os cinco >lti.entos se3a.anecer li*ado. Uenos ainda. e a crItica +ao passado. co. #o.o 0or.ente divididas. este volu. . 4astando depois aplicHJlas.elancolica.o os e1ercIcios 5ue tenho e. e1pediente de >lti.os.a a0inidade natural co. disso.eu pressuposto ) 5ue o prLprio pensa. e . todos esses e1ercIcios pMeJse e.ente <1 .ente. a pro3etar 5ual5uer esp)cie de 0uturo utLpico.er*e da concretude de aconteci. pois hH u.a literHria *uarda u. K revelia da su43acente realidade 0eno.4ora tais aconteci. '.8 %s seis ensaios se*uintes são e1ercIcios desse tipo. entre o passado e o 0uturo.ponente e1peri.o li4erdade e 3usti/a. dia a verdade venha a aparecer. co.ais crIticos 5ue e1peri.ente evadiuJse das prLprias palavrasJchave da lin*ua*e.entais 5ue crIticos.a da verdadeB a preocupa/ão ) so. não são ri*ida.ovi.ento e.ente co.o . 5ue tão . . as 5uais se dão 5uase todas as e1plica/Mes.er*e de incidentes da e1peri6ncia viva e a eles deve per. autoridade e ra2ão.ento polItico.o e1peri. E.e.o toda coletNnea de ensaios. e seu >nico 0ito ) ad5uirir e1peri6ncia e.o este e.ental na interpreta/ão crItica do passado. cont6.e de e1ercIcios poderia o4via. reatar o 0io ro.a ve2 por todas. a 0i. não pretende . prescri/Mes so4re o 5ue pensar ou acerca de 5ue verdade de0ender.as ocas co. polItica J tais co. e espero 5ue o leitor concorde.entarJse nessa lacuna J talve2 a >nica re*ião onde al*u. ou inventar al*u. suspenso o pro4le. Uais especi0ica.

oderna.o e. co.. não. u.os no diaJaJdia.ento 5ue 0oi posto K prova nas duas pri. .inada pelo conte>do.a se5:6ncia de . 5ue nos de0ronta. %s 5uatro ensaios da >lti.ovi.entares e diretas co. o 0ito de encontrar solu/Mes cate*Lricas. o livro divideJse e. decerto.enos se.entos 5ue. al.o: % 5ue ) autoridadeR % 5ue ) li4erdadeR. a 3usti0icativa de pu4licHJlos e. A unidade destes capItulos 5ue constitui para .e3ando su4stituir os conceitos da Ueta0Isica tradicional. A se*unda discute dois conceitos polIticos centrais e interJrelacionados J autoridade e li4erdade.a suIte .ais se dispMe de respostas dei1adas pela tradi/ão e ainda vHlidas. PressupMe a discussão da pri. tr6s partes. co.a de livro J não ) a unidade de u.o to. A pri. A esse respeito.oderna na tradi/ão e do conceito de HistLria de 5ue se serviu a )poca . u. .as i.usical. por isso . ou e. por5uanto 5uestMes ele.a parte. sL pode. a de u.eira trata da ruptura . 0or. todo indiviso.as na esperan/a de esclarecer as 5uestMes e de ad5uirir al*u. sur*ir 5uando não .as especI0icos.ais ou a .a desenvoltura no con0ronto co.conter al*uns capItulos a . são escritos e.as si. por 0i. A prLpria se5:6ncia ) deter. pro4le. <F .i.es.eiras partes a pro4le. tons relacionados.odi0icar seu carHter.eira parte.ediatos e correntes co. são 0rancas tentativas de aplicar o tipo de pensa. .

con0usão e ilusão. A TRADIÇÃO E A ÉPOCA MODERNA $ A tradi/ão de nosso pensa. na ale*oria da caverna. não .ens e. repudiar e a4andonar. A Rep>4lica.pido das id)ias eternas. tudo a5uilo 5ue pertence ao convIvio de ho. e.entos de Platão e AristLteles. % inIcio deuJse 5uando.os de trevas. u.anos. e. ao ser verdadeiro deveria. . 5ue a5ueles 5ue aspirasse. % 0i.undo co. a declara/ão de Uar1 <? .u. #reio 5ue ela che*ou a u.. caso 5uisesse. ter.ento polItico teve seu inIcio de0inido nos ensina. desco4rir o c)u lI. Platão descreveu a es0era dos assuntos hu.1. as teorias de Varl Uar1. veio co. 0i.enos de0inido co.

para poder . dos ho.ora entre os ho. por ele cha. e ao rece4ere.u. J para não. co.ente K lu2.ap V&.odula/ãoB e o acorde 0unda. são. .. di2er. . sua ur*6ncia i.h . . pela pri.es.o u.ar o . Z t J.undo.ens sociali2ados. 5ue ressoa e. Over*esellscha0ttite Uenschen8. +. ela pQde salvar todas as coisas e har.o ao sere. a PolIticaB sua tradi/ão iniciouJse co. portanto.po. Se. 0or. in0indHveis .ens e de seu .oni2ar: '. sua decisão 7e. tornouJse destrutiva K .consci6ncia.ples. . 7J_1p1`1 . << .. di2er nada da 718 beis.ente na es0era do convIvio.79!d %+C.ente.ental. e. puros ou se.as precisa.a o4ra J . % 0i.ente a atitude do 0ilLso0o para co. assi.ente neles..sua inten/ão de . !!E.por seus padrMes aos assuntos hu. deus 5ue.plica necessaria. % inIcio.reali2HJla.ens.a irritante e dissonante 5ue ao continuar a ser ouvido e.anos. o se*uinte: os pro4le. nas palavras de ^aco4 (urcAhardt.undo cu3os sons J e pensa.odula/Mes atrav)s de toda a histLria do pensa. não 0ora dos assuntos dos ho. e. e. . inicial. sua >iti.ediata e si.ens.as ele.oni2HJla.u.ais har. e. tão clara.o u. t + 81 + .de 5ue a Filoso0ia e sua verdade estão locali2adas.acorde 0unda. na polItica.entares da PolItica 3a.ulados pela pri.sociedade. seu desa0io 0inal. ) co.77 !Tavra J c verdadeira para nossa tradi/ãoB en5uanto seu inIcio 0oi vivo.ento ocidental.. % inIcio e o 0i.aior 0or/a e 4ele2a do 5ue ao enviar.eira ve2.ada de .er*6ncia de .7 '7%c 79 aCp@+!t+o7/ @P9P.l0$ a.undo co. as . so4reveio 5uando u. a .ento Jnão pode .trans0or.ente e1pressa e.ais v6.entes 0iloso0antes.edida 5ue che*ou a seu 0i.oni2ador ao . podendo ser . por assi. o a4andono da PolItica por parte do 0ilLso0o. da tradi/ão t6. .undo. Nisso consistiu a tentativa de Uar1. u. 3a. ]]b^i+ cZ.. si . har.ental. e nunca de 0or.% inIcio ) co.ais atin*e seus ouvintes co.o te. en5uanto .a o4serva/ão casual 0eita por Platão e. e. . e o su4se5:ente retorno deste para i.reali2ada.eira ve2 seu so. salva todas as cpisas.es. co.ente o inIcio e o 0i. 0ilLso0o repudiou a Filoso0ia.. posterior. atrav)s da e.o ao . #o. A Filoso0ia PolItica i.a 0ilosL0ica8 de a43urar da Filoso0ia. unica.

5ue não virou He*el de ca4e/a para 4ai1o tanto assi. #o.oderna. As .a 5uantidade 5uase ili.a divisão entre *overnantes e *overnados e não 0oi. evidente.a de sociedade. predi/Mes. .o.ente na parte de seus ensina.arcante 5uando investi*a. %s cidadãos atenienses. não são utLpicas. Uar1.a . so4 as condi/Mes de u.entos usual.ais 5ue sua 0or/a de tra4alho.paro 5ue veio depois de 0inda a tradi/ão e e.edida e. Essas a0ir. u. principal. isto ). ou 5ue possuIa. cidadãos era. Estado. a4olirH a si .onar5uia.as por toda a Anti*:idade e at) a idade . *overno de u. . % te.onstra sua vitalidade.. ou so4 condi/Mes onde.portantes são suas predi/Mes de 5ue.aioria.ocracia.ilaridade tornaJ se ainda . e Filoso0ia e PolItica.ento so4re o 5ual se alicer/a nossa tradi/ão.ente contraditLrias.o tal.o Uar1 o 0e2.osa de <E . cidadãos apenas na .os esse ter. ao condu2ir Uar1 a a0ir. Essa si. al).es.es..ento e a/ão. assi.po de la2er a cada . Na 0iloso0ia de Uar1.4ro da sociedade. Não so. as de0ini/Mes tradicionais de 0or.esteira de con0usão e desa. o inIcio 0eito por Platão e AristLteles de.ais nada.ente cha. cidadãos e os 5ue era.as de *overno.os ho3e. na 0rase 0a.a 0or.odelo da e1peri6ncia para Platão e AristLteles e. acordo co. al). não era.po de la2er. . 5ue possuIsse.ais .anidade sociali2ada. de al*u.itada de te. ou .pla/ão e 1ra4alho. de sere.a. portanto. a5ueles 5ue tra4alhava. u. antes de .elhor 0or. e. u. *arantindo assi.po de la2er e1istiria so4 a condi/ão de ine1ist6ncia do Estado.Estado desaparecerH.e.a/Mes 0la*rante. a5uela li4erdade 0ace ao tra4alho 5ue Uar1 predi2 para o 0uturo.ente cont6. *overno por uns poucos ou oli*ar5uia e *overno pela . reprodu2indo antes as condi/Mes polIticas e sociais da . conte.hu... e. se usar. ho. disso. o ideal de Uar1 da .os o conte>do real do ideal de sociedade de.. A polis ateniense 0uncionou se. 5ue vive. era. os 5ue não tra4alhava. ou de.as inverteu a tradicional hierar5uia entre pensa.a/Mes. 5ue tivesse.ente e.ada utLpica.e. Atenas. o . co.a cidadeJestado ateniense 5ue 0oi o .o. te. e de 5ue a produtividade do tra4alho tornarJseJH tão *rande 5ue o tra4alho.ais i. o 0unda.

es.ples.ado o lu*ar do *overno e da a/ão polItica. Na sociedade ideal de Uar1.ais ha4ilitados para cuidar dos assuntos p>4licos F.ento no sentido . . e. \ contra a vida polItica a4sorvente de u.a atividade cansativa. ) . ver Uor*enroete. seu ideal de sAhol). e. F!E.ad. considerados tão di0Iceis e a4sorventes 5ue não se poderia per. ao . 4astante precisão o pensa.aduro .inistra/ão das coisas.espIritos . So4 tais condi/Mes.ir o controle de seu .es. na Anti*:idade.plo da palavra.edIocres.as si. p. Uuni5ue. outras palavras.o da polItica.4os os casos. .a li4era/ão do 7F8 9er. 1 <E.as não o ca.po.ais a. 5ue Niet2sche considerou os . 4Hnausos. o pastor poderia tornarJse cidadão. do tra4alho assi. especial AristLteles.ad.penhasse. Para. de 5ual5uer 0or. a.a.plo.po livre da atividade polItica e dos ne*Lcios do Estado.inistra/ão das coisas.o te.a sociedade 5ue lhe proporciona a . estes dois di0erentes conceitos são ine1tricavel.a reali2a as anti*as condi/Mes *erais de li4era/ão do tra4alho e. de te. te.ento de Uar1.itir K5ueles 5ue neles se e. toda a tra. o 5ue. theoJretiALs. li4erdade do tra4alho co.4inados: a sociedade se. e.ediante a aplica/ão do crit)rio de es0or/o e 0adi*a8. @erAe. cidadão .ente poderia ser de interesse para u.a 4I.as não o escultor. vive e.a vida devotada K Filoso0ia e ao conheci. era ainda reconhecido co.. a0oris.ente. Niet2sche. classes e se. u. $.. . a . havia sido para os 0ilLso0os a condi/ão de u.o. co2inheiro.a 0or.o. 7Assi.uito di0erente das condi/Mes reais da Anti*:idade. para En*els. esta4elecera. na si. vol. estava i. tivesse to.ente .u.ente co. $sso deveria suceder 5uando a .ecanis. por e1e.H1i.pon6sB o pintor.ente.o al*o .o 1! <= . certa. AntiJD:hrin*. 5ue 3a.po de la2er. u.ais 5ue u.plIcito. $sto.inistra/ão da sociedade se houvesse tornado tão si. Estado de al*u. sendo tra/ada a distin/ão. ao contrHrio. li4era/ão da polItica. ou.pli0icada 5ue todo co2inheiro estivesse 5uali0icado para assu.ais si*ni0icou. co. os deveres polIticos era.h . si.b6nin 5ue e1pressa co. onde.a da polItica. o4via.)dio da polis *re*a 5ue os 0ilLso0os. no . so.pli0ica/ão de En*els. a ad. para a5ueles . % co2inheiro de b6nin. 1 `d. nenhu. Esta dupla li4era/ão. Yuri5ue.

o ideal utLpico dZ u.pleta. todos os paIses industriali2ados.o u. deu lu*ar.ento d7 la2er para as .o sAhol) e otiu.4ina/ão de u.a li4era/ão da polItica 5ue 0ora e1i*ida pelos 0ilLso0os *re*os para os eleitos 5ue 5uisesse.anidade ideal e.po.preendidas dentro do 5uadro de re0er6ncia da tradi/ão.preendendoJo e.ento so4 u.ou tal vulto na i.a sociedade se. sua suposi/ão de 5ue essas tend6ncias sL se a0ir. assi.ento polItico 0oi u. e co. devotar todo o seu te. cha. articulou. tra4alho to.a si. isto ). tra4alho nasceu da reunião de dois ele.inistra/ão. sua visão desse desenvolvi. ter.uitos aspectos. co.ente nãoJutLpicos: a percep/ão de certas tend6ncias no presente 5ue não . A atitude de Uar1 co. No entanto. as 5uais. % *overno.eios de produ/ão.ples predi/ão. e.as+ aut6nticos e 4astante e. Estado e+ .. certas proposi/MeSJchave.a sociedade se.K ad. u.entos 5ue viera. % prLprio Uar1 encarava sua assi.es.a lu2 ideali2ada.po ao 0iloso0ar. contendo <! .ara.o a e1pressão .assas ) u. não o4stZnte estivesse en*anado e. sua ori*e.preendeu e inte*rou.ente e.ente K lu2 so.ente di0erente.tra4alho de 5ue os anti*os cidadãos livres des0rutava.ente se.undo . u. . se.a de u.ada utopia co. $sso o ce*ou para pro4le. virtude da tradicional conota/ão do la2er co.os e conceitos 5ue tivera. re4elião consciente..ais podia.se.oderno e con0eriu Ks suas acuradas predi/Mes sua 5ualidade utLpica.a hu. to.a*ina/ão de Uar1 co.ais altos 5ue o tra4alho ou a polItica. u. portanto.4ara/adores inerentes ao .a vida devotada a alvos .li1erentes K )poca anunciada pela Revolu/ão $ndustrial. desa0iador e parado1al. respeito K tradi/ão de pensa.po K polite>esthai. perIodo+ histLrico co. no sentido anti*o. nosso te. E. A co. plena. Estado 7apolItica8 e pratica. e os conceitos e ideais tradicionais atrav)s dos 5uais o prLprio Uar1 as co.o da . classes. para devotar teu te. e.a atitude de. . Uar1 perce4eu co. e o constante au. 0ato e.entos inteira. so4 as condi/Mes de sociali2a/ão dos . A in0lu6ncia da tradi/ão 3a2 e. e ) verdade 5ue essa parte de suas teorias corresponde a certos desenvolvi.es. clare2a certas tend6nciHS. ser co..

Na o4ra posterior.ula/Mes si. K lu2 do pensa.o volu. de Uar1 de .. cria a si . de 0ato.HJlo.The Par` pla. .o: %s 0ilLso0os 3H interpretara. no sentido he*eliano. Pois essa >lti. si*ni0ica.a verdade tradicional. GF<. u. e. se*undo lu*ar. e. Uar1 e En*els. 1 E?.as durante toda a sua vida. 5ue.ente as .anidade ) resultado de sua prLpria atividadeB si*ni0ica. 5ue o tra4alho. e. conse5:6ncia: a viol6ncia ) a parteira da HistLria 75ue ocorre. tanto nos escritos de Uar1 co. si e por si .NationaloeAono. at) o inIcio da )poca .uitas variantes8 <.as si.a proposi/ão ). do ani..e. Stutt*art. #ada u.a atitude 0ace K Filoso0ia aparece na predi/ão de 5ue a classe tra4alhadora serH a >nica herdeira da Filoso0ia clHssica. .es. Entre elas. . e 5ue ele 7?8 A a0ir.a varia/ão de u.preendida e. e . e.e. e não Deus.A viol6ncia ) a parteira de toda velha sociedade prenhe de u..ano.ente e1pri. Ape to Uan. ver e.edida e. sua di0erentia speci0ica. 5ue o ho.a dessas proposi/Mes pode ser co.HJlo.eiros escritos ao >lti. curiosa.eiro lu*ar. apenas u. co.al.es.ente a u. na . 5ue a5uilo 5ue distin*ue o ho. e.% tra4alho criou o ho.ed 4. dos pri.o tal. .ento. a4olir8 a Filoso0ia se. e transcende.ente aceita e cu3a plausi4ilidade estivera. pri.ilares pelo prLprio Uar1. especial . u.a outra. 5ue ocorre e.iu o pensa.Die heili*e Fa. !<.anecera. 7e.B e.ilie..osa >lti.. 7<8 #itado a5ui de #apital.ais ade5uada.%s 0ilLso0os apenas interpretara.a 0or. o tra4alho. ^u*endschri3ten.o. ba4our in the Transition 0ro.. Selected @orAs. contraria. as se*uintes são cruciais: .% tra4alho criou o ho.e.a/ão ocorre no ensaio de En*els . Para 0or. per..ie und Philosophie. Uodern bi4rar. co.aneirasB a*ora ) preciso trans0or.undoB che*ou a hora de trans0or. Final.e.odo ade5uado e sucinto 8?. e.a delas ad5uire seu si*ni0icado ao contradi2er al*u. p. hH a 0a. 5ue sua hu. 4astante o .ento de Uar1.ente co. 11.a opinião corrente entre al*uns estudiosos de Uar1. Nenhu. a parte estrita. a .a tese so4re Feuer4ach: .undo de di0erentes . 5ue ) hu. vol.a nova.ente. criou o ho.e.Não se pode au0he4en 7isto ). o . elevar. o 5ual. terceiro lu*ar.anuscrito anterior: .a. bondres.ente cientI0ica de sua o4ra 7e.sua 0iloso0ia polItica.o de En*els. poderia ser e1pressa .e de Das Vapital8. 1 ET.. conservar. <G . su43a2e. 0ora de d>vida.es.oderna. p. usual.es. reali2H$a. não ) a ra2ão. Edition.ula/ão de En*els. .

.a ratio nas rela/Mes entre naJ. o Deus tradicional.al rationale.. co.e. a .não ) u. . ou antes a posse de .ental K tradi/ão.e e e1plora. 5ue não ) a ra2ão. tradicional. ani.H1i.o do ho.as e1ercera.ostra sua aut6ntica 0ace e dissipa a n)voa de .eio do 5ual ela opri.plica e. 5uarto lu*ar.ana livre e consciente.ais di0Icil de perce4er. a atividade hu.as do 5ue Uar1. livre do escravo. principal. A viol6ncia ). A dupla de0ini/ão aristot)lica do ho.as si. ani. a5uilo 5ue cont). in0lu6ncia notavel. das a/Mes do.eios de viol6ncia. na .edida e.ente v6.ente esc1arecedoras para a anti*a con0usão de poder co.as si.oB o Estado ) o instru.8 Para Uar1. e toda a es0era da a/ão polItica ) caracteri2ada pelo uso da viol6ncia. e o ho.a polis. 5ue os *re*os.e.inante por .ana tradicional. 2Qon lL*on )Ahon. .pre a caracterIstica saliente da tirania. A identi0ica/ão .ento da produtividade hu.ento da classe do. outro desa0io 0unda.ente di.ente nestes perIodos violentos a HistLria . Uar1 desa0ia assi. so. 7As poucas tentativas de salvar a viol6ncia do oprL4rio.era conversa ideolL*ica e hipLcrita. o tra4alho.ento polItico anterior K de nossa prLpria )poca. e at) então o atri4uto . conJ < . u.a na 0aculdade do discurso e na vida e. deve ter .uito 4e. viol6ncia i.as de *overp.a do poder e e1tre.H1i. ) o ele.ente. 2Qon politiALn e u.. u.sido cQnscio. o 3uI2o tradicional so4re o tra4alho e a tradicional *lori0ica/ão da ra2ão. o desa0io K tradi/ão ) evidente.alla4oransB e.a. sendo considerada se. .ento constituinte de todas as 0or.ente por parte de Ua5uiavel e de Ho44es. a hu. /Mes e. ser 5ue atin*e sua possi4ilidade . destinavaJse a distin*uir os *re*os dos 4Hr4aros. a ulti.ana.e. o 5ual pode ser . 'nica.ais despre2ada. a viol6ncia. Nova. A distin/ão consistia e. pelo contrHrio. da a/ão hu..ente.e. 5ue conhecia AristLteles . são de *rande relevNncia para o pro4le. viol6ncia. u.)sticas.ar1ista da a/ão co.ais ver*onhosa.inuta so4re a tradi/ão de pensa.ente . Ser a viol6ncia a parteira da HistLria si*ni0ica 5ue as 0or/as ocultas do desenvolvi.anidade do ho. 5ue depende. K lu2 atrav)s de *uerras e revolu/Mes.o u.

)dio do discurso. co.ais i.ens.a instNncia. e não por .undo e.o o ho. essencial.undo pelos 0ilLso0os indi5ue o . %s 4Hr4aros era. reside na predi/ão de ET .ente u. 4Hr4aros e escravos era. e.a polis. de Uar1. a seu *overno. con0or. e desde 5ue a/ão violenta e la4uta asse.inadas re*ras de a/ão. A *lori0ica/ão da viol6ncia por Uar1 continha portanto a . 5uer isto 0osse a descri/ão.Jse no 0ato de não e1i*ire.u.ente e1presso na a0ir. do 0ilLso0o co. a . ou a ad. Hneu lL*ou.ente. A teoria das superestruturas ideolL*icas. e. de Platão a He*el. seus ne*Lcios por inter.a de relaciona. atrav)s da persuasão 7peIthein8.ental.eio de viol6ncia e atrav)s da coer/ão . 0ilLso0o 3a. a 0or. Essencial.uda.ente atrav)s da 0ala.as direta. assentaJse.etral. outros ho. nenhu. e0icientes. He*el. % desa0io K tradi/ão.não. tradicional.odo co. do discurso. sua hostilidade antitradicional ao discurso e na conco. . para os *re*os. de .portante preocupa/ão.undo.o ele deveria ser trans0or.ana. u..os .issão. ter.ente.vivendo e.elha. e. de 5ue.plica 5ue H trans0or. 0or/ados ao tra4alho. >lti. ou Ks leis da polis.e.a contradi/ão e.a/ão se3a precedida de interpreta/ão.ais hu. por Platão. #onse5:ente.. sua o4edi6ncia era cha.ais especI0ica ne*a/ão do lL*os.a palavra 5ue indica clara.ar o . teria sido u..undo situado so4re sua ca4e/a. verAehrte @elt. do ponto de vista do senso co.ou isso co. uns co.ens livres o4edecia.ento 5ue lhe ) dia. era deste . 5uando ho. Para a Filoso0ia tradicional. do 5ual apenas o corpo ha4ita a cidade de seus concidadãos.ais to. condu2ia. e o esta4elecia.reali2ar a Filoso0ia. a Filoso0ia ) u.a/ão de Uar1. contato. % tra4alho era. os outros 0unda. . . ne*Lcio apolItico e privado. ou trans0or. não vivia. a Filoso0ia J e a proposi/ão de Uar1 i. u. e os escravos era.itante *lori0ica/ão da viol6ncia. a Filoso0ia.ente oposta e.idade co.o sua . isto ).as a viol6ncia era relacionada a u. u.ado.ente. .plIcito. A Filoso0ia pode ter prescrito deter.odo 5ue a interpreta/ão do . o discurso para sere.ada peitharAhIa. dessa ve2 não apenas i.ente 5ue a o4edi6ncia era o4tida por persuasão e não pela 0or/a. *overnados pela viol6ncia. por). con5uanto ne*ativo.

und @ilson8.oralista 5ue denunciou a5ueles 5ue reali2ara. chocarJnos.ani2adores do ho.ento8 e de u.u. Se o tra4alho ) a . tornarJseJH u.ais produtiva das atividades do ho. portanto.os e. entretanto. Essas tr6s a0ir.os e pensa. dia a realidade do senso co.ais honrada de todas as 0or.ari2adas co.os do senso co. via de re*ra..ente.a tare0a histLrica. onde nos orienta.. apLs a conclusão da luta de classes e o desapareci.a/Mes são cunhadas e.uladas co.o discrepNncias . oposi/ão a conte. entre o historiador 5ue v6 na acu.po reali2ada e a4olida na 0utura sociedade. 5ue esp)cie de pensa.es. 7Ed. a contradi/ão 0unda. depois da revolu/ão. 7Uar18 e o .ove. 7Uar18 co.ente hu. a/ão e 75uase8 se..para/ão co. os 5uais. E1 ..B são 0or.B pre 0oi .as de a/ão hu.o parado1os e intenta.odo si*ni0icativo e aut6nticoR Final. se.ula/ão de capital . São na verdade .e.o te.anciparJse deleR &ue atividade produtiva e essencial.ental 5ue per.os tradicionais.pla/ão e pensa. su. u.a sociedade se. e condu2ira. isto ).ais parado1ais ainda.undo dos ne*Lcios hu. .. a . tornarJseJH u.ana restarHR Se a viol6ncia ) a parteira da HistLria e a a/ão violenta. para todos.ento restarHR As incoer6ncias de Uar1 são 4e.ens capa2es de a*ir de u. conhecidas e notadas por 5uase todos os estudiosos de Uar1. co. . nenhu.aterial para o au. ter.ana. 5uando o ho.o tra4alho 0or a4olido.Inio de id)ias e. no . .os. Essa inconsist6ncia e outras 5ue tais são secundHrias e.reino da li4erdade. ou de 5ue a Filoso0ia. Estado.e.e.uns. elas e1travasa.ental entre a *lori0ica/ão do tra4alho e da a/ão 7e. 5ue o+ 0ilLso0o se .oral do pro0eta. #ada u. o 5ue acontecerH 5uando.entre o eRonto de vista cientI0ico do historiador e o ponto de vista . ter.es.ento do Estado.ento das 0or/as produtivas. 5uando a Filoso0ia tiver sido ao . dia id6ntico ao do. 5ue se. São.para os eleitos.o serão os ho.eio . seus prLprios ter. houver lo*rado e.o antecipara.aiores do 5ue ele . o 5ue acontecerH 5uando.ais hu. Uar1 a di0iculdades .a contradi/ão 0unda.ana e . .anos co.u.o e1ploradores e desu.a viol6ncia 0or se5uer possIvelR #o.5ue o .u.a delas cont).aneceu insol>vel e.

e. utili2ando ao . ser despre2adas. Tais contradi/Mes 0unda.eira ve2 5uando os ro. 0ora de cu3o 5uadro conceptual pensa. ar aparente.a velha tradi/ão de pensa.enos novos e. Z co. ) inerente K e1peri6ncia 0ilosL0ica repelir o . ne. da consci6ncia 5ue este teve dela. e.o no caso de outros *randes autores do s)culo passado.ovi.o se Uar1.ista .ente.ais cientI0icos do historiador e econo.ento.entos . ao centro . nos 5uais pode.ente pensar contra a tradi/ão.ento dial)tico 5ue precisa do ne*ativo ou do .ente ser possIvel. N a verdade.as e para discerni.undo ordinHrio dos ne*Lcios hu. seu peso no pensa.os perIodos nos 5uais os ho.ento al*u.ente 3ocoso. Z 5ue essa não pode ser atri4uIda ne.anos adotara.ete.a. $$ o vi*or dessa tradi/ão.anosB ela ter. Na o4ra de *randes autores elas re.o VierAe*aard e Niet2sche. ocidental.o sua prLpria tradi/ão espiritual.o de sua o4ra e constitue.4os se.ais i. a chave .os de u.a 0or.o tal co..ento de realidade e a a/ão de sentido. autoridade. o pensa. 5ue. polItico co.entos novos.a co. al*o co.po suas prLprias 0erra. u. nossa histLria. parecia a4soluta. Uar1.es. co. ter. Nossa tradi/ão de pensa.preensão e0etiva de seus peo4le.ento do ho. encontra. nunca dependera.o te. 0enQ.ento.+ decidindo historica.entais e 0la*rantes rara.ente ocorre. . resolvida .ento e a cultura da Wr)cia clHssica co.es.issão de u.inou 5uando nada restou dessa e1peri6ncia senão a oposi/ão entre pensar e a*ir. identi0icando a idade co. 5ue a tradi/ão vii . torna a a.entas conceituais.al para produ2ir o positivo ou o 4e.ediante a ad.a. apenas por duas ve2es.portante para u. desa0iador e parado1al enco4re a perple1idade de ter 5ue lidar co. EF .ens são conscientes e .tra4alho.e.ais velho. escritores de se*unda plana.es. tentasse desesperada. de al*u. 3ove. $sto aconteceu pela pri. dessa 0or. K natural di0eren/a entre u.o superconscientes do 0ato da tradi/ão. E. Uar1 revolucionHrio c os discerni.e/ou 5uando Pia tão desco4riu 5ue. si*ni 0icado. privando o pensa.

ente 5ue os conceitos tradicionais tenha.. no s)culo SS. eles ela veio. at) o perIodo ro.a e1altada consci6ncia e *lori0ica/ão da tradi/ão. . 7A desco4erta da anti*:idade na Renascen/a 0oi u. indo Ks prLprias 0ontes. 5ue veio depois 5ue VierAe*aard.undo e e.ente ou não.o u.antis. .ais 0osse possIvel.ento 0or.a tradi/ão não si*ni0ica necessaria.8 Ho3e.assa na es0era espiritual 5ue os . conceito essencial.ente a 5ue4ra e.ens.ais contra ela. e. Essa.os nova. u.assa no pal#o polItico e de opiniMes de .a pri.aneceu o 0io condutor atrav)s do passado e a cadeia K 5ual cada nova *era/ão.ria a ter u.es.o. desconheciaJse al*o 5ue 0osse co.enos. passado so4re o 5ual a tradi/ão.Nntico. Pelo contrHrio.a in0lu6ncia 0or. esta4elecer u. atrav)s do E? . 5ue a )poca .ar nosso .oderna estava prestes a trans0or.a con0ian/a in5uestionada na tradi/ão não .ente ro. por).per os *rilhMes da tradi/ão. Uar1 e Niet2sche desa0iara. *eral a tal ponto 5ue u. as conse5:6ncias no s)culo SS ne. perdido seu poder so4re as . nossa histLria.ativa per. li*avaJse e. a tradi/ão ) al*u.ente a hierar5uia tradicional dos conceitos. ne.pulsLrio.ens ne. #ontudo. Esta 4rotou de u. Ks ve2es parece 5ue esse poder das no/Mes e cate*orias cedi/as e puIdas tornaJse .o não 0a2 .ento polItico tradicional e da Ueta0Isica tradicional invertendo consciente. 5uando os ho. a re4elião do s)culo S$S contra a tradi/ão provocara. do pensa. Não encontra.anente so4re a civili2a/ão europ)ia.as ve2es considerada co. o Ro.parHvel K tradi/ãoB co.ais 5ue situar a discussão da tradi/ão na a*enda do s)culo S$SB sua *lori0ica/ão do passado apenas serviu para assinalar o .e. de u.entes dos ho.ais tirNnico K .eira tentativa de ro.Nntico.ovi. sua prLpria e1peri6ncia.anos.ente depois de 9indo seu a 0i.alista e co.preensão do . e0etiva. Antes dos ro. pelo .ento e.ente. intencional.entos totalitHrios. % 0i.o se re4ela. sua co. parece ser a li/ão da tardia colheita de pensa.undo e as circunstNncias e.edida 5ue a tradi/ão perde sua 0or/a viva e se distancia a .o revelar toda sua 0or/a coerciva so. os pressupostos 4Hsicos da reli*ião tradicional.es. não tivesse poder. caos de perple1idades de .Lria de seu inIcioB ela pode . e apLs eles per.

o evento fssinala a divisão entre a )poca .ente pode. desde Re*el. por escapar dos padrMes de pensa. 5ue4rou a continuidade da HistLria %cidental. não a 5ue4ra na tradi/ão. especial.:.ento polItico. 5ue veio K e1ist6ncia atrav)s da cadeia de catHstro0es de0la*rada pela Pri.a nova 0or.. A do.ente. idade .o u.es. 5uando e0etiva. . u. pode. procla. %s.es. n3udar a ilu. A ruptura e.cri. sua causa. e cu3os .o. cada ve2 .o u.ente o tenha. Não ) o resultado da: escolha deli4erada de nin*u). Uundial. es0or/os de *randes pensadores. perdidas no escuro8. os 5uais nossa tradi/ão de pensa.plica/Mes *erais apLs a Revolu/ão $ndustrial do s)culo S$S J e o .orais tradicionais ou punidos dentro do 5uadro de re0er6ncia le*al de nossa civili2a/ão. não pode ser co. % 5ue os assustava no escuro era seu sil6ncio. ser 3ul*ados por padrMes .oderna .as e perple1idades novas co.ina/ão totalitHria vão . Responsa4ili2ar os pensadores da.ado 7co.ento 5ue havia.ais peri*oso 5ue in3usto.ais de dois .&Dstitue.as não c. 5ue. atin*e seu clI. . su3eita a decisão ulterior.ina/ão totalitHria co.pouco u.ani0estas no evento concreto da do. 0ato aca4ado.. 5ue sur*e co..odo 5ue di0icil.oderna.. seu prLprio a0asta. E.ento da tradi/ão. e.o. E< . ne. e.a1 polItico nas revolu/Mes do s)culo S9$$$ e desenrola suas i.eira Wuerra. e1pulsou a escuridão.ente ocorreu.porta 5uão en0atica. nossa tradi/ão ) a*ora u. A *rande2a deles repousa no 0ato de tere.o crian/as 5ue asso4ia.undo co. cristali2ara. as #i6ncias Naturais no s)culo S9$$.ento era incapa2 de lidar. pela estrutura e pelas condi/Mes do s)culo SS ) ainda .J não pode. As i.preendida .ediante as cate*orias usuais do pensa. 0ato esta4elecido. das . perce4ido o seu .terror e da ideolo*ia.os f`nda prestar ouvidos .uito al). ter prenunciado esse evento e. si .il anos. Nesse sentido. de tal .ina/ão. *overnado o %cidente por .a de *overno e do. não 0oi ta.inHJlo.undo invadido por pro4le. pode..undo do s)culo SS.ais radicais ou ousadas id)ias de 5uais5uer desses pensadores.. não i. . Essa 5ue4ra. certa.plica/Mes . ato deli4erado de sua prLpria escolha.ais alto por estare.ente os re4eldes contra a tradi/ão do s)culo S$S. seu ineditis..

Jse no 0i. Foi ele 5ue. 5ue ela podia ser ainda desenvolvida.plicava ser ele tolhido unica. toda ve2 5ue ousa.anecera. desenvolvi. 5uestionando a tradicional hierar5uia conceitual EE .enda 0a/anha i. desenvolvi. a rea/ão assestada contra ela no s)culo S$S por pensadores pode. isto ).. Uar1 e Niet2sche situa.odo.ente antes de so4revir a ruptura.ente ne*ativas da previsão.entos.ais e1plicar o 5ue e0etiva. todo dialetica. capa2es de 0uncionar con3unta. so.)dio. co.os de autoridadeB i.as e cren/as do passado co. .pat)tico.. ao passado da >nica . ne. ao nIvel+ do .ento contInuo.as .#ontra 5u6 esta. de al*u. 5ue di0icil. e essa tre. Uas o trovão da eventual e1plosão a0o*ou ta.ais diver*entes. da tradi/ão. pode.os per*untar.aneceu estrita.ente poderia se preocupar. .as a autoridade de todas as tradi/Mes.aneira e. .o tal.ais con0litantes autoridades.plicava situarJse ele . Uar1 e Niet2sche per.ente no interior de u.es.)rito estH e.inoso sil6ncio anterior 5ue nos responde ainda. era possIvel. dos . sido.ero pensa.entos e das . novo inIcio e reconsidera/ão do passado.Por 5u6 esta. então. a HistLria da Filoso0ia passada co. VierAe*aard. he*elianos na .ediato deles 0oi He*el. os lutando. 5ue v$ra. o sil6ncio da tradi/ão.entos. % predecessor i. ter. e1ata. A re4elião contra a tradi/ão no s)culo S$S per. o o.o u. Ne.dro su4sptuto para a tradi/ãoB por seu inter. não para repudiar a tradi/ão co.ente os aconteci. a avassaladora . na verdade.. nunca os pensa. todos TE 5uais havia.inoso.ente.a irrevo*a4ilidade 5ue so.ente coerente. essa nova a4orda*e. recla. não . pela pri. 5uadro de re0er6ncia tradicionalB e. da apreensão e do sil6ncio o.ais 5ue as e1peri6ncias essencial. .o no e1terior de todos os siste.ente pelo 0io de continuidade da prLpria histLria.ento.ais contraditLrios pensa. 0ora.edida e. 5ue radicali2ara. % carHter nãoJdeli4erado da 5ue4ra dH a ela u. e altissonante de seu . redu2idos a u. VierAe*aard.aSsa dos valores .ente ocorreu. e não u.ento unilinear e dialetica.ao estilo .4).ente a radicali2a/ão.eira ve2. viu a totalidade da histLria universal co.odo de escrever. 3a.os lutando. % 0io da continuidade histLrica 0oi o pri.ente desenvolvidoB seu *rande .o u.

po de rugnas 5ue. estH a *rande oportunidade de olhar so4re o passado co. passado 5ue perdeu sua autoridade.al pode in0undirJlhe inter6sse. $$$ As distor/ães destrutivas da tradi/ão 0ora. % salto de Uar1 da teoria para a a/ão. espIrito .a Filoso0ia da HistLria e trans0or.eteuJse K autoridade do pensa.as ta.5ue do. na ra2ão.pla/ão para o tra4alho. procurara.4). u. est de Descartes. co. inerente no de o. todas elas.ente superar e resolver e. ainda in0luenciados pelo 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico da *rande tradi/ão.ana su4. % salto de VierAe*aard da d>vida para a cren/a consistiu e. Deus .elhor posi/ão. co. Este 0ato pode ser deplorHvel.ali*no poderia consciente.0ilisteus educados.ais precisa.oderna 0alta de 0).elhaJse a u. a e1peri6ncia de al*o novo. Fora. Não .as. 5ue tentara. u. ou . os 5uais. e da conte. olhos deso4struIdos de toda tradi/ão.ni4us dll4itandu.ens 5ue havia. al*o velho.anas. 4e.os e. ca.. e de 5ue u. veio depois de He*el . 0ora. durante todo o s)culo S$S.. esta.al. eles os pri. não ser co.o parece. Foi a resposta K .os nos preocupar co.eiros a ousar pensar se.pre ocultar a verdade das 0aculdades hu. Ho3e e.a inversão e distor/ão da rela/ão tradicional entre ra2ão / 0). E. haver 0/ito da Ueta0Isica u.aioria das pessoas. Uar1 e Niet2sche são para nLs co. co.a visada direta 5ue desapareceu do ler e do ouvir ocidentais desde 5ue a civili2a/ão ro. seu rep>dio pelos .arcos indicativos de u. . i. a orienta/ão de nenhu. lon*e de ser capa2 de pretender 5ual5uer autoridade. sua su43acente descon0ian/a de 5ue as coisas poderia. u.inara a Filoso0ia %cidental desde Pia tão e 5ue He*el dera ainda por asse*urada.ado o 0ilLso0o no historiad&r a 73u3a visada reJ E= . VierAe*aard.a autoridade. provocadas por ho. . não apenas e. de 5ual5uer esp)cie 5ue 0osseB não o4stante. . .plIcita nele. dia.pensar a +perda de autoridade aut6ntica co. 5uase instantanea.o . al*uns aspectos. para a . tido.ente e para se.ento *re*o. essa cultura asse.a *lori0ica/ão esp>ria da+ cultura.

u. Não hH sinto. u. essas re4eliMes contra a tradi/ão.os u. o rela1a. .trospectiva T1 si*ni0icado do devir e do . de . sua insist6ncia na vida e no dado sensIvel e .o diria ele prLprio.odernas. . era.enJ E! .ento não do ser e da verdade J revelarJseJla a0inal. ter retratado a 0) pura no carHter de UIshAin.ente co.ento na violenta a0ir.as prLprias d>vidas e co. trans0or. tão especi0ica..edir.ovi. e teve 61ito unica.ais claro desta . não a 0iloso0ia do sentido . trou1e a d>vida K reli*ião. desde então.ais. 5ue ) puro de cora/ão por5ue in*6nuo.a si. 5ue era. a a/ão polItica .aterial. ter.o idiota.ais teLrica e .enos 5ue da Filoso0ia J ao insistir e. 0indando por perder o si*ni0icado de a.a/ão+ do a4surdo tanto da condi/ão hu.ais dIspares 5ue se3a.eta0Isico anti*o.o invertido. e da PolItica não . u. no conte>do e inten/ão. talve2 o .ais vivido psicLlo*o das cren/as reli*iosas . Por .lei da HistLria. 3ul*ar e atri4uir si*ni0icado ao dado.ente ao pQr a. Uar1.ente pareceu possIvel na tensão entre a d>vida e a cren/a.u. co.o o de VierAe*aard 0ora a 0iloso0ia da d>vida de Descartes.ana co. % salto de Niet2sche do nãoJsensual reino transcendente e nãoJsensIvel das id)ias e da ..ais dependente 5ue nunca da5uilo 5ue ho1e cha. ao saltar da Filoso0ia para a PolItica.supraJsensIveis e transcendentes 5ue.H2ov. con0lito reli*ioso interior. na tortura das prLprias cren/as co. ele superpQs a .enos 5ue do pensa. tradi/ão de ca4e/a para 4ai1o. transportou as teorias da dial)tica para a a/ão. ou .ento deste tor.transvalora/ão dos valores.oderna K reli*ião e.ilaridade pressa*a: VierAe*aard. tornando. K PolItica. .Platonis. por oposi/ão Ks id)ias .a . acreditavaJse devere. % platonis.ente. . pulando da )g>vida para a cren/a. 0oi a derradeira tentativa de se li4ertar da tradi/ão. resultadps possue.inou no 5ue ) co.a ideolo*ia.edida para a sensualidade da vida.as a Filoso0ia da HistLria de He*el.poli. ou de Alioscha Vara. Al). de Platão.odo 5ue.e..ou o assalto da #i6ncia . desde 5ue seu tra.o da cren/a do ho.4as J da a/ão não .ento. seu . do .o invertido de Niet2sche. des.arIa.eras 0un/Mes da sociedade e da histLria.oderna situa/ão reli*iosa 5ue o 0ato de Dostoi)vsAi.a e1peri6ncia reli*iosa sincera so. seus.

todos os seus aspectos.ente e.. . assi.undo . as cren/as tradicionais não repousa e.oderno.portNncia para a co.erun*.ente dado vin*ouJse e.ente. sua ele.NLs a4oli.e/o e princIpio.pla/ão e a relativi2a/ão histLrica . tenha. ) relevante para todas as opera/Mes de viravolta nas 5uais a tradi/ão encontrou seu 0i. no entanto. E. . respectiva.o Uar1 dese3ava rea0ir.odernidade se houvesse revelado plena. r =?.undo verdadeiro: 5ue .os o . desco4ertas cientI0icas especIJ 7E8 9er Woet2endae.oderna.undo restouR % .entar si. VierAe*aard e Uar1.Jse. e isso antes . % 5ue ele desco4riu e. EG . Niet2sche não era nenhu. 0ora dos 5uZis.ente co.undo das apar6ncias. dentro deste 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico. o sensIvel perde sua prLpria raison d+ 6tre 5uando privado de su4strato no supraJsensIvel e no transcendente.a tradi/ão 5ue havia. . &ue essas tr6s notHveis e conscientes re4eliMes contra u.ana contra a conte.o 5ue a . . conceitos.es. 0oi o pri. e. 0oi 5ue. Niet2sche. perdido seu arAh). As tradicionais oposi/Mes de 0ides e intelectus e de teoria e prHtica vin*ara. no/Mes dos pensadores.ar a di*nidade da a/ão hu.. co. e Niet2sche.eros. ao contrHrio. pensa.ana contra a i. ao contrHrio.oderna co.as. ainda rag2es na e1peri6ncia hu.ana vHlida. Uuni5ue. 0indado e. não por5ue essas oposi/Mes tivesse. .pati4ilidade da #i6ncia . Sch1echta.undo das apar6ncias. sua tentativa de . por5ue se havia.te cha.o oposi/ão entre o transcendente e o sensivel.presa ne. #ada tentativa. Uas não` ^unta.patIveis co.E Esse insi*ht. inco. e1ata. talve2R .aneira particular.preensão do .o.oderno. K sua .odernidade 5ue era.l$. autoderrota não ) ra2ão para 5uestionar a *randiosidade da e. seu co.as K realidade da vida .plicidade. a di*nidade da vida hu.as. vai. sua i.ento a4ran*ente parecia possIvel..ar a di*nidade da+ 0) contra a ra2ão e o raciocInio .odernos. ed. conta a5ueles tra/os da .undo verdadeiro. a4oli.os o .o inerente.e.ado de niilis.eiro a tentar superar o niilis. V. o .odernas. nossa tradi/ão. não Ks. niilista.. VierAe*aard sa4ia 5ue a inco. nenhu. levou e.transvalora/ão. . contudo. tornado . e. % VierAe*aard 5ueda era a0ir.pot6ncia do ho.ente co.

a Filoso0ia anti*a. ser tão di0erentes 5uanto a al)theia e a d)losis o são das esperan/as escatolL*icas dos cristãos pri. isto ). e da di*nidade inata de todo ser hu.psis na Se*unda 9inda8 !.oderna to. Dado 5ue nossa reli*ião tradicional ). so.ado das Revolu/Mes Francesa e $ndustrial.Jse no a4surdo 5uando VierAe*aard tentou rea0ir.ano.ento.ou . su3eitouJa a d>vida e descon0ian/a.oderna at) .ente pode acreditar na5uilo 5ue ele prLprio 0e2. as 5uais pode.itivos de u. seu verdadeiro ser K ra2ão e aos sentidos hu.e a5ui K desco4erta.e. e resJ 7=8 E.anos. J aJlltheta.a reli*ião revelada. e.ais serão capa2es de responder Ks 5uestMes 5ue a reli*ião levanta.H1i.HJlas so4re a hipLtese de 5ue o ho. tradicional. 1 ??.ento polItico clHssico e as . ser. a #i6ncia . todas elas. essencial. apoAHl. inte*radas e. G!T. Sa4ia 5ue a 5uestão era colocada apenas super0icial. espIrito de d>vida e descon0ian/a 5ue.ais despre2ada de todas as atividades hu. no entanto. 5ue. antes.ouJse u.oderna.as reli*iosos e a4sorvidas por cren/as reli*iosas.=. vol. ser capa2es de rea0ir.ente nas asser/Mes idealistas da Ji*ualdade do ho. E .0icas de 5ual5uer esp)cie. l'. o tra4alho.ente a . e a tradicional conJ+ 0ian/a incondicional no 5ue 0oi dado e aparece e.pati4ilidade repousa. siste. u. A #i6ncia . Ele sa4ia 5ue essa inco.e.ar o ideal de li4erdade so4 condi/Mes inauditas de i*ualdade universal.o de produtividade e pretendera. a s1Bla ess6ncia.i*o da reli*ião e. con3unto. Uar1 sa4ia 5ue a inco.odernidade to.ente.desvela.pati4ilidade entre o pensa.a instNncia. Yuri5ue. suas versMes .o a reli*ião.onia co. E. . não pode con0iar na capacidade de sua ra2ão ou de seus sentidos para rece4er a verdade. >lti. elevara. Dt' P7apltal. 7!8 Re0iroJ. 5ue a verdade ) o 5ue se revela.anas. 5ue a verdade e a revela/ão 7ainda 5ue os si*ni0icados dessa revela/ão possa.ente . e visto 5ue ela sustenta. poderia ser. nas palavras de Uar1. e. har. ao +*rau . p. As cren/as tradicionais desinte*rara. virtude de 5ue 3a. e. 0eita por Heide**er. e. a tentativa de VierAe*aard de salvar a 0) do assalto da . ini.es. no con0lito e1istente entre u.seria sup)r0lua se a apar6ncia das coisas coincidisse co.ais racionalistas.odernas condi/Mes polIticas repousa no 0ato consu. de 5ue a palavra *re*a para desi*nar verdade si*ni0ica literal.

u.ercadorias.ento ao ine1orHvel despotis. . do tra4alho o sI.o outras .a de 3usti/a 5ue pudesse ser resolvido concedendo K nova classe de tra4alhadores o seu direito. usa e 3ul*a..ento 0ilosL0ico.e.. . padrão pelo 5ual o 4e. destinado pela tradi/ão a ser o n>cleo de todas as atividades hu.ente restaurada e 0uncionaria co.ar 5ue . do suu. o pensa. e a sociedade . da necessidade no sentido tradicional. A desvalora/ão dos valores de Niet2sche. 5ue dissolvera todas essas nor. 5ue havia. tanto as coisas 5ue o ho.e.es. sido utili2adas co.o os padrMes con0or.oderna.não se pode a4olir a Filoso0ia se.edidos e reconhecidosB tornaJse u. apLs o 5u6 a velha orde. Entretanto. valor 5ue pode ser trocado por outros valores. si*ni0icado autQno.valores. relaciona.valor. e o portador de seu .pacto do tra4alho.edir pensa.o unidades transcendentes para identi0icar e .oderna. cui5ue seria auto.4e. aci. a li4erdade da produtividade. 5ue Uar1 visou salvar o pensa. e. K necessidade e a )poca . e o . tradicionais.4olo .entos entre seus . 0: do i.enos relativo.)rcio. K . . do 4e.entos e a/Mes hu.pati4ilidade entre as .lei 0)rrea. são do direito de voto aos operHrios.idealista. % detentor de valores pode recusarJse a esta troca e se tornar u.a o valor do .. so. ao procla.o e0ici6ncia ou poder.pre 0luida relatividade das rela/Mes sociais e do co..4ros.atica. 0uncionais.anas. =T . e1iste. ) a sociedade e não o ho. HH o 0ato da inco.pondida apenas de .e/ou por su3eitar ta.e.o a teoria do valorJtra4alho de Uar1..al pode. co. isto ).a . 5ue produ2. por).valor.e. 5ue esti.id)ias.as e. ser . nada torna o . das 0or/as produtivas na sociedade.e. % . perde seu carHter de id)ia.anas.Jse entidades de troca. esta4eleceadoJas co.as. co.ente na se. 9alores são 4ens sociais 5ue não t6.odo super0icial atrav)s da conces.e os 5uais ele vive so0re.pati4ilidade 4Hsica entre os conceitos tradicionais 5ue 0a2e.o. tais co.a do valor da e0ici6nciaB isso. produ2 para seu uso co.o no passado.o .4). pro4le. co. reali2HJla. Atrav)s dessa relativi2a/ão.o da su3ei/ão do ho. sur*e da inco. 5ue viu o tra4alho elevado para e1pressar a li4erdade positiva do ho.o da necessidade. Não se tratava de u.4e.udan/a decisiva: torna.

eira ve2 nas #i6ncias EconQ. o 4onu. co.ateriais. de 5ue os produtos .edir todos os de. as 5uais.ho. re0lete a distin/ão entre coisas tais co.valor. cu3a e. tanto . deve sua ori*e. o ter..icas..inente . e não as coisas. onde encontrar o valor supre. isola. os valores. desco4rir a ..o K .o os ho..ento das #i6ncias Sociais pode ser locali2ado no instante e.. =G .G Sua distin/ão entre .visto e.ar1ista.enos 5ue os o43etos tan*Iveis.valor de uso. devesse aparecer pela pri.Jse todas as coisas .e.ens as utili2a.o .ercadoria de valor i. 5ue todas as coisas. K tend6ncia sociolL*ica 5ue. classes 0utura.ento.. posteriores. .o 5ue ce*o. da inevita4ilidade de u. 7G8 %p.ia clHssica co.alu. ) de 0ato o pressuposto su43acente tanto K Econo.Filoso0ias do valor..ia clHssica.visto e. tentava. Na disputa so4re se a 1TntZ de todos os valores ) o capital ou o tra4alho.aior autenticidade dos valores de+ uso.ento produ2 valores.ento social.5uadratura do cIrculo J encontrar u. E: portanto natural 5ue a 5uestão e. estava inteira. o resultado da capacidade+ produtiva do ho.ente e1plIcita na ci6ncia relativa. A no/ão de . es5uecido desde então pelas #i6ncias Sociais..o antes de Uar1.er*6ncia Uar1 pro3etou na sociedade se.e. seu relaciona.torna.ens sociali2ados.ediante o 5ual . isola. de tal . e o .valor de troca. .odo 5ue tudo derivasse sua e1ist6ncia da sociedade e 0osse a ela relacionado.o e >nico .ais.o o43etos .a ocasião anterior K incipiente Revolu/ão $ndustrial ad. desa. e sua insist6ncia . Yuri5ue.ente desperce4eJse 5ue e.ercantil re0lete seu prLprio reconheci.ento do valor de troca co.a .utHvel 5ue servisse de padrão constante para as de. não ..5ue e1iste. Uar1 era ainda cQnscio do 0ato. .i . *eral. e as produ2e.ente nova da Econo. K sociedade e não ao ho. de 5ue nin*u).a esp)cie de pecado ori*inal no princIpio da produ/ão .es.parado e hco.id)ias.itiuJse sere. e5uacionavan1Jse a valores.a i. e seu valor na sociedade.ente e.Jse valores so. e . ou relacionava. nas palavras de Uar1. % nasci.4ara/adora 5ue assolou todas as . =1 . cit.ento.desvalori2a/ão de todos os valores.ais.o u. sua 0re5:ente descri/ão do sur*i. p. nenhu.

a despeito de todos os protestos e.ente na sociedade do s)c>lo SS. 3uI2o se. onde re.8.inisc6ncias e id)iasJ do passado são a. e'. Pois en5uanto os >lti. Nin*u).o no/ãoJchave e. cienti0icis.. supersti/Mes cientI0icas *erais e 5ue 3a.5ue pode.eiro a tornarJse presa das l$usMes 5ue ele prLprio au1iliara a destruir.tra4alho o43eti0icado++.a ve2 contestado seu carHter de valor. por). = !J= G. As id)ias no sentido de unidades a4solutas se havia..odernidade do ter.4ora retenha.o da . teve coisa al*u.ais novos.u.inhar pelas trilhas tortuosas do la4irinto espiritual .. identi0icado co.os ao li. 2elo. e insistiu e. despre2o e a 4usca da verdade se. co. 7e.o e e. 5ue não podia .utilidade natural. seu assalto K tradi/ão. valor de troca.pre valores 5ue a sociedade depreciaria toda ve2 5ue necessitasse de arti*os . ser ad5uiridos se.odo 5ue a prLpria terra possui .ais.valor. tra4alho não t6. sido se.ente se . =F .ento rapida. aceitando a velha 7 8 %p.iar de u. a esta ne*a/ão de tudo o 5ue ) dado ainda .ente poderia produ2ir resultados si*ni0icativos se a4andonasse os >lti. a Cert0reie @issenscha0t.ples. disso.ais podia achar a verdade por duvidar da e1ist6ncia da verdade.ou haver desco4erto . co.a eZ co. de e1istir u. E 5uando Niet2sche procla. ele era 4e.valor nulo. as i.us e1i*ia.ani0estara.al conhecida pelas re4eliMes do s)culo S$S contra a tradi/ão e 5ue sur*e so..plica/Mes de todo o e.elhor 5ue Niet2sche sou4e ca. i. de tal .e/ou a desvalori2ar os valores correntes da sociedade.os vestI*ios destes padrMes a4solutos.ento e não .a*inou 5ue so.Z po de tra4alho. 0oi o pri. #o. &uando.livre de +valores. consciente do pro0undo a4surdo da nova ci6ncia . pp.o radical.ente dei1ara. 5ue valores de uso .o se houvesse. essa conclusão che*a. sua . co.ais 3ul*ar por haver perdido seus padrMes de 3ul*a. .oderno.Uar1 acreditava haver encontrado esse padrão no te.B ela não representa . u. sua pTsi/ão social. ao aceitHJ1T co. contrHrio. Niet2sche parece ter sido incQnscio tanto da ori*e. 5ue lo*o de*eneraria e.ontoadas co.o . valores sociais a tal ponto 5ue si.elhores e . a atitude sine ira et studio dos historiadores ro...preendi..anos. nillis. Al).valores novos e superiores.

ais sou4e da e1ist6ncia dos de. VierAe*aard 5uer a0ir.portante ) o 0ato de cada re4elião parecer concentrarJse so4re u.presa. $9 A derrota autoJin0lin*ida.e.edi/ão co.ais ele.uta/ão de todos os valores. vida sensIvel e perecIvel contra verdade per. a vida e o a. nos ter.ais nova e hedionda 0or. sL poderia se reali2ar por .o invertido. . HooA8.ca4e/a para ci.as cu3a a4soluta di*nidade ele 5uisera a0ir. saltando .. Uar1 e Niet2sche t6. 7Sidne. e .u.e.ostra 5ue a. Uais i. ) apenas u.o e insistente te. e.a ve2 transportando.os da tradi/ão.ente de .platonis. A asser/ão . e.4os so.a: contra as pretensas a4s. e . sua 0or/a ativa e produtiva. resultado de todos os tr6s desa0ios K tradi/ão no s)culo S$S. nova.ente t6. sua .ar o ho. dos opostos J 0ides contra intellectus. As opera/Mes de reviravolta co. 0iloso0ia co..eio de u. E. co.e. seus aspectos . 0oco o princIpio e.i. ou antes .: VierAe*aard 0ala.ental cu3a .Platão e toda a tradi/ão platQnica. sentido e =? .es. co. e.aneira.ar :J o poder. consiste e. a relatividade e interca.pleta independ6ncia u.o . co. 5ue VierAe*aard. duplo sentido.a*ens e analo*ias co..a opera/ão . talve2 a .ais e conclugra.4ialidade dos valores para %s prLprios te.no/ão tradicional da .ais super0icial. 5ue a e..a.ente tra2 K lu2 o oposto repudiado e .utHvel e supraJ sensIvel J necessaria. de seu salto da d>vida para a cren/aB Uar1 pMe He*el.a de 0or/a de tra4alhoB e Niet2sche insiste na produtividade da vida.a 5ue a hu.ais u.ina a tradi/ão pMe. do outro J.a. unidades transcendentes.es. 5ue ter.anente.al rationale.e.a das coisas.anidade do ho. na vontade e na vontade de poder do ho. saltos. e Niet2sche entende sua.trans.elhor descri/ão são as .entares cha. ani. 5ue e. deles 3a. u.e. concreto e so0redorB Uar1 con0ir.o u.do reino da necessidade para o reino da li4erdade.or do ho. inversMes e coloca/ão dos conceitos .de ca4e/a para 4ai1o. i. prHtica contra teoria. nenhu. tra/Mes da Filoso0ia e seu conceito do ho. K sua e1ist6ncia terrena.a de u. dessa ..

pido.ados Ks so.e/o e 0i.. se*undo lu*ar.o pri. rea3ustarJse K o4scuridade da caverna. encontraJse u. . são o0uscados pela lu2 5ue ilu.eira revirclvolta ) o peria*o*u6 t6s psiAh6s. colados os seus olhos K tela so4re a 5ual as so.a*ens da caverna e o Hades 7os so. Por trHs dessas reviravoltas.ano.ortais.ero e a reli*ião ho.)rica e. u.eira e *rande opera/ão de virar so4re a 5ual todas as outras se 4aseia.4rias apar6ncias do anteparo são o0uscados pelo 0o*o na cavernaB os olhos.o real. tr6s etapas: a pri.orti/a do 0o*o Zrti0icial. onde as id)ias aparece.a*ens das coisas aparece. co. para 5ue . 0o*o arti0icial ilu.4rios. ele se volta para o 0undo da caverna. e. HH.ina as id)iasB 0inal.eira reviravolta te. dos ha4itantes li4ertaJse dos *rilhMes 5ue acorrenta.a pri. #ada u. ver diante de si. onde u.a estLria co. .over no reino das coisas perecIveis e ho.. e. e1i*idas por Platão apenas do 0ilLso0o. lu*ar na prLpria caverna. A estLria da caverna desdo4raJse e. hH a necessidade de volver K caverna.ente são. ver e Ks id)ias 4rilhar. irreais e insensIveis .ica de Platão contra Ho.ero corresponde. de Platão. os olhos a3ustados K lu2 do sol deve.ens . a reviravolta da caverna para o c)u lI.a perda de sentido e orienta/ão: os olhos acostu.eles apenas possa. Al).o u.ente.ero no d)ci.odo *eral na violenta pol6.o as verdadeiras e eternas ess6ncias das coisas na caverna. na constru/ão da estLria co. a id)ia das id)ias.a esp)cie de r)plica e inversão da descri/ão do Hades 0eita por Ho. ilu. K =< .ental na parH4ola da caverna. e. >lti.a instNncia. . a reviravolta de todo ser hu. co.ente.ente se .as 0undaJse e.4ras e i.ante da verdade e da lu2. A Rep>4lica. 3H a3ustados K lu2 .ove a tradi/ão. sua oposi/ão.eiro livro da %diss)ia.ina as coisas na caverna tais co. Essa pri. e. 5ue possi4ilita ao ho. 5uando u.si*ni0ica/ão e.B a*ora. por ele narrada J co.ovi.a destas reviravoltas ) reali2ada por u. disso. a. particular. % paralelo entre as i. por esta4elecer ela os opostos e.entos das al. pensar e.inadas pelo sol.a opera/ão .os de tais opostos não ) al*o L4vio.as no Hades de Ho. suas .e. Final. e não apenas u. de dei1ar o reino das ess6ncias eternas e nova. ter.a outra inversão indicada de . cu3H tensão se .pernas e pesco/os.o se 0osse u.

o se Platão estivesse lhe di2endo: Não ) a vida das al. . estar con0or. co. ou de ca4e/a para 4ai1o ou de ca4e/a para ci.parada co. .undo ho.undo in0eJ .posi/ão.enta. predeter. so.as. sua tradu/ão anolada de A Rep>4lica.os opostos. a vida dos corpos 5ue te. ho.o invertido pudesse levHJlo de volta a .eio da 5ual tudo 5ue se acreditava.odos pr)JplatQnicos de pensa. lu*ar e.a #averna ) co.undo de .a*e. pode condu2irJnos K .ero para a descri/ão da vida apLs a .4iente das al. =E . não o a. E. reviravoltas e .o ao . Uas . u.udan/as de 6n0ase entre dois ter. na Wr)cia anti*a.posi/ão.4ras são os o43etos dos sentidos corpLreos. e sAIa.4ria apar6ncia do . u. i.ente pensou 5ue seu Platonis.os e vive. 5ue são as palavrasJ chave de Ho.os 5ue partir na .ento da 0iloso0ia na Anti*:idade tardia nas vHrias escolas 5ue se co. a terra ) co.ovi. ao 0a26Jlo.a de u. A inversão da . esta4eleceu o 5uadro de re0er6ncia no 5ual tais opera/Mes não são possi4ilidades 0or/adas.4ra.)rica veio a postarJse de ca4e/a para 4ai1o.8 Foi unica. ho. 1 E=. \ co. a peria*o*u) de Platão 0oi u. portanto.o se o .ente. U. 0anatis. o c)u e o sol. possi4ilitadas pela separa/ão platQnica de u. F.4atia.eroB .undo pr)Jcristão.undo e.as incorpLreasB o verdadeiro e real ) não o .essa inversão de Ho.i*norNncia e inconsci6ncia dos corpos na caverna8 ) ineludIvel por ser su4linhado co.os e do 5ual te.as incorpLreas. #orn0ord su*ere 5ue . % desenvolvi.a.a reviravolta por . riorB co. 5ue não operava ainda co. certo sent$do.o se.o opostos predeter.era so. consiste e. 7Nenhu. co.o o HadesB i.4).parHvel 11T Hades.)rica ) L4viaB ) co. 11.orte no su4.ia na 5ual tal opera/ão pode ter lu*ar ) 5uase tão alheia ao pensa.ente Ho.a reviravolta da tradi/ão. i*ual no . F?T.orte. u. e este parece ter sido o erro de Niet2scheB ele provavel.a*ens e so.undo.inadas pela prLpria estrutura conceitual.as as id)ias vistas e apreendidas pelos olhos da .undo in0erior do Hades houvesse ascendido K super0Icie da terra 1T..e K reli*ião ho.inados. visto 5ue a dicoto. . 5ue nos .a inversão de Ho.ero não virou real.ento.as si.ente por ra2Mes polIticas 5ue Platão esta4eleceu sua doutrina das id)ias na 0or. o uso 0eito por Platão das palavras eIdolon.undo de id)ias 71T8 Ta..as si.ento de Platão.)rico. e.ero. NeC DorA. . .)rica ori*inal.

plicada nas .at)ria. de He*el at) o chão. entre pensar e ser.vi.icas 5uanto a de seus conte. durante certo te.aterialistas.a cisão e.ento as diversas tend6ncias da Filoso0ia tradicional. He*el acreditava haver de. sua in0lu6ncia teria sido tão e06.ento dial)tico do pensa. . Para He*el. e o .vi. Uar1 e Niet2sche K tradi/ão J e. e.ovi.o res co*itans. desenvolvido a partir do conceito ori*inal de Platão.ento.ais ainda 5ue u.o.ento.o 5ue Descartes a4rira entre o ho. e.ento e realidade.o. u. 5ue trou1e o .onstrado u.pQr de ca4e/a para 4ai1o. % pressuposto 4Hsico de He*el era 5ue o . 5ue constitue.ento dial)tico co.oderno encontra suaZ pri.o te.4ora nenhu. derradeiro e *i*antesco es0or/o.a lei universal. a .ento do ponto de == . de0inido co.aterialista.eiras e1pressMes na perple.po a ra2ão e os ne*Lcios hu.4ora e..o e espiritualis.o. 1idade cartesiKna e na resposta pascalina. alcan/ava .o e transcendentalis.ente u.eras opera/Mes de . co. não teria *rande i. He*)l pretendia 5ue a desco4erta do .ovi. Uediante a introdu/ão do espIrito e sua autoJreali2a/ão no .undo. tais co. duas escolas con0litantes de pensa.e.es.e.ovi. a proe2a sint)tica de He*el e sua concep/ão de HistLria J estH e.o res e1tensa.plo ao voltarJse da caverna para o c)u.anentis.anos e a .aterialis.ente verdadeiras. 0inal.o verdadeira.porNneos. de0inido co.a .ento. A si*ni0ica/ão dos desa0ios de VierAe*aard.o e idealis.eterna. cru2ar o a4is. . e .a reviravolta . reuniu e. pudera.ento dial)tico da prLpria .ente.o. &uando He*el.ra2ão. todo coerente e e. autodesenvolvi.es.portNncia 5ue se i. nIvel . interna dos eventos naturais. portanto.o se havia. cu3a coincid6ncia a Filoso0ia pr)Jcartesiana de0inira co..o u.o. suas 0atIdicas oposi/Mes entre sensualis.o. .a identidade ontolL*ica entre . % desa4ri*o espiritual do ho. Ele esperava assi.inar o cenHrio 0ilosL0ico. do.idealis.ciasse esse .es.era correspond6ncia entre intellectus e res.o i.ais radical 5ue a i.ples. u.uito in0erior. u.po.at)ria e pensa. idealistas e . Se Uar1 houvesse sido si. ocorreu: he*elianos de direita e de es5uerda. Z+. *overnando ao . deles tivesse sido possIvel se.uito .eiro e1e.ento ) id6ntico ao .era e tão adstrita a discussMes acad6. entre conheci. Ele prLprio dera o pri.

e co. Uar1. tanto 5uanto He*el era u. eri*ir siste. seu .ente espIrito. 5ual ) a 5ualidade especi0ica.as e.e. o ho. ser natural dotado da 0aculdade da a/ão 7ein taeti*es NaturCesen8.ovi. co.+B+lo te. por5ue ela consiste no tra4alhar J o . para colocHJlo de outra 0or. não pQde ser sustentada 5uando a #i6ncia se tornou ativa e 0e2 para conhecer. sua recusa a ad.eta4olis. vai ao cerne do pro4le.anas. e .o u. e sua a/ão per.ente u. A dicoto.o entre ho. torna os ter.udo e inativo. e nature2a 11.pla/ão e a/ão.e. o ho.itir 5ue a di0eren/a entre a vida hu.issa. cu3o espIrito ) e1presso na 0iloso0ia cartesiana da divida e da descon0ian/a.ento co.o a de VierAe*aard e a de Niet2sche.at)ria. ou.ente são.. seus pri.es..ente e.aterialis.a.e.idealis. dado . tornaJse consciente de si .aterialista dial)tico. especial. .o.B não pretende..eiros escritos. Uar1 não era .anece . se*undo conce4ido por He*el co.a instNncia perce4ida apenas no ver . ou 5ue se escolhesse co. .os .aB todos 5uestiona.ente hu. a tradicional hierar5uia das aptidMes hu.ovendoJse e.essencial. o 5uadro conceitual da tradi. consciente disto e sa4e 5ue seu rep>dio K tradi/ão e a He*el não 3a2 e. 5ue as coisas aparece. co.o real.e/a a se .al se3a a ratio. . Desde o ascenso da #i6ncia . desprovidos de sentido en5uanto siste..o. nas palavras de He*el. 4e. p..natural.o Uar1 o aceitava. o conceito de verdade 7 118 9er ^Xl*endschri0ten.a lei universal.aterialis.e.ia entre conte..ento dial)tico. co.as 0ilosL0icos. dire/ão K .o ponto de partida a . ) 4e. Uar1.ana e a ani.. outras palavras..o. Sua reviravolta. estado inse*uro. F!<. Para o 3ove. 5ue.ateriali2ar.o a hierar5uia tradicional 5ue deter. se3a .8 E.inava ser a verdade e.vista da consci6ncia. >lti.oderna.B o prLprio conceito de .a.idealista dial)tico.ana do ho.espirituali2a/ão.as ou @eltanschauun*en co. =! . ou pensa. ) essencial. 7NotaJse 5uão pouco Uar1 duvidava destes princIpios de seu .estre pelo papel por ele atri4uIdo K autoconsci6ncia na 0or. 4ase nesta ou na5uela pre.ente per*unta. &uando desapareceu a con0ian/a e.entoB 5ue.o. 5ue e.a da consci6ncia de classe na HistLria. nova..

e.pido onde a5uelas id)ias.undo pela Revolu/ão $ndustrial J u.inar o . e. TornouJse. .o u.Jse a5uilo 5ue havia.a/ão cu3o sucesso pareceu provar 5ue os 0eitos e arte0atos do ho.o de ilu. ele não se desvencilhou de 0ato das id)ias de Platão. .ada não por u. .ais ele. as id)ias platQnicas perdera.eros valores cu3a vaudade ) deter.anos 5uotidianos. são as >nicas .condicional e. e. para sua validade. Deus revelado. u. rela/ão ao do. ele.teoria. co..entares caracterIsticas ] o insinuar do espanto 0ace ao 5ue ) co.ais si*ni0icou u. não do 5ue .uda con0or.ental de re*ras so4re as a/Mes dos ho.a de suas . nunca aventurarJse por conta prLpria e.e.oderna tenha privado de u.as pela sociedade co. a 0) .0uncionar.ais dei1ar a5uilo 5ue.o processo.as do 0ato de . co.ens sociali2ados.. .ho. A no/ão de . u. dos assuntos pu..o . Vant. a teoria cientI0ica .Jse.as dadas K ra2ão e aos sentidos. era para P$a tão .pre . prescreve. assi. 0inal.Inio polItico: padrMes e .. suas re*ras K ra2ão J. $nvertendo a tradi/ão no interior de seu prLprio 5uadro de re0er6ncia.eiro. 5ue ) u.ens 5ue decidira.4ia4ihdade e per. sido para Platão apenas e. . Não . co.en5uanto revela/ão tornouJse duvidoso e.undo e e.e os resultados 5ue produ2 e 5ue depende. =G . Estes valores.itativas e re*'ladoras da .revela.es.undo eo universo.oderna.ente.o ). São estes ho. sua interca. não 0ora.ens.ens ter sido perdida na trans0or.udou de si*ni0icado.ento polItico de Uar1. não o4stante re*istrasse o escureci. todo e. 3a. ou as 0or/as li. suas se. Pelo .a vida 5ue talve2 a u4I5ua 0uncionali2a/ão da sociedade . siste.uta4ilidade. ao inv)s disso. A se*uir.ento 4astante real ) re0letido e prenunciado no pensa. en5uanto verdades.ens.a de verdades ra2oavel. ou . apLs a prioridade da ra2ão so4re o a*ir e da prescri/ão . outrora havia.ente conectadas 5ue.o aparece.edidas..ente raciocinante do ho. tornara. Pri. u.a/ão de todo o .preendidas8 aos .id)ias. Estedesenvolvi.a caverna. sido visIveis aos olhos dos ho.a trans0or.ento do c)u lI.uitas outras entidades.uitos ho. construIdas . seu poder autQno.a hipLtese de tra4alho 5ue .utHveis necessidades 0uncionais. dei1adas 7e por eles co. essas id)ias tornara.

odo 5ue.a e. K nossa espreita para 0or/ar o espIrito a dile.o a contradi/ão entre nossa consci6ncia e nossos princIpios 1GG . sua 0or.possi4ilidade lL*ica de tal . cIrculo 5uadrado.ias estivesse.ples.ida co.4.as de i. a di0iculdade pode ser resu.a . QUE É LIBERDADE? bevantar a 5uestão J o 5ue ) li4erdadeR parece ser u.o se velhas contradi/Mes e antino. E.presa irreali2Hvel. se torna tão i. \ co.possIvel conce4er a li4erdade ou o seu oposto 5uanto entender a no/ão de u.ais si. dependendo da solu/ão escolhida.

>lti. e isso.os capacitados a che*ar al*u.aria.a . e. 5ue decisMes são to.4ito dos assuntos hu.a verdade evidente por si . distinta. portanto.o da introspec/ão. dia a se5uer conhecer todas as causas 5ue entra. na suposi/ão de 5ue at) .ples n>. nunca pode se tornar o43eto de veri0ica/ão teLrica.plicados..#ausation and Free C.odo claro no . por5ue os dois ensaios.nossas prLprias vidas são. su3eitas a causa/ão. nLs .ais aparece de . conhecidas J não pode ser aplicado ao N.ana co. ele certa. na es0era .o co. 1G .os e.a 4ele2a clHssica e. te.plicidade e clare2a nãoJsi.6nico e.os de acordo co.Inio prLprioB pois . u. todas as 5uestMes prHticas.o causa do . por contrapartida.as essa i.os.er4 de 0atores i.idade co.anas.o u.Qvi.unidades hu. 5ue so.es. *rande esclareci.ira*e.ente seu do. e e.ento de 5ue a li4erdade não ) .orais. todos os ca. sua si.anos. . pelo contrHrio.Htica 5ue as leis são esta4elecidas nas co.o. e a nossa e1peri6ncia cotidiana no .undo 0eno. ainda são ocultos de todos os o4servadores. do nihil sine causa.pos de es0or/o teLrico e cientI0ico.ento e. o . eu pri.as a Vant e a seu discerni. e ) so4re essa suposi/ão a1io.undo e1terno. Deve. procede.anos.a anHlise. o princIpio da causalidade. co. na 5ual nos orienta.4).os livres e portanto responsHveis.ento a respeito desses o4scuros te.ental.ento. NeC DorA. se hH porventura u. 3o*o. :e: por isso 5ue a li4erdade se revela u. The NeC Science.enos evidente do nihil e1 nihilo. e.previsi4ilidade prHtica não ) nenhu.ente 3a. por5ue os . isto ). especial nas polIticas.era. E.o .otivo co.es. e de 5ue.. parte. 7e.adas e 5ue 3uI2os são 0eitos.ente 5ue não esta.es.penha na nature2a. 5ue nos di2Z.a. E.ente das 0or/as da nature2a.ais passIvel de averi*ua/ão por parte das 0aculdades interiores e dentro da Hrea da 718 Si*o Ua1 P^ancA.o a causa da conduta. pelo si. possue. 5ue a Psicolo*ia procura a5uilo 5ue ) suposta. tanto da inspe/ão pelo nosso prL1i. a verdade não . no . :e: verdade 5ue o teste da causalidade+a previsi4ilidade do e0eito se todas as causas 0ore.. escritos do ponto de vista do cientista. te. e.os u.os a li4erdade hu. . con0or.as ta. 1 E 8. crit)rio de li4erdade: si*ni0ica .pll0icadora. . 1.a parte 5ue a 0or/a dese.otivos hu.ente livre e.

ento pr)JcientI0ico e pr)J0ilosL0ico. 5ue a li4erdade desapare/a J se. a antino.a dicoto. por outro.ente a u.es. possIvel a e1peri6ncia. Não ) a teoria cientI0ica. opondo o dita.pura.a ra2ão teLrica ou . 5ue ) o prLprio pensa. lado.a teLrica co.a cate*oria do espIrito para ordenar todos os dados sensoriais. a*ente livre.Inio de duas esp)cies de causalidade: a causalidade da .os u. no .os o .era.preende.ento e. pelo 5ue ) i.preendido so4 a hipLtese de ser.encionar o 0ato de 5ue deve parecer real.ento.6nico. . #onse5:ente. Essa solu/ão.ia entre li4erdade prHtica e nãoJli4erdade teLrica.a pr)JteLrica.4as i*ual.undo e1terior dos noosos cinco sentidos.i. 3a.as repousa e. sua 0or.ento da ra2ão.portaZte ter e.ente a1io. . 5uer no . 5uer no ca.por e.undo.undo e1terior. Vant salvou a li4erdade deste d>plice assalto atrav)s da distin/ão entre u.ente estranho 5ue a 0aculdade da vontade.e1peri6ncia interna do 5ue pelos sentidos co.Hticas e.o. o 0ato ) 5ue ela constitui u.aior e .o. a. cu3o centro ) a vontade livre.ais peri*osa di0iculdade.os e co. por u. tornando assi.es. suas respectivas Hreas. . 1 T .inar a . i. deva a4ri*ar a li4erdade. seu entendi.e da vontade ao entendi.o 4astar para o esta4eleci.andar. e o princIpio Zausal 5ue re*e o . 5ue re0leti. ato 5ue 0oi e.otiva/ão interna.ediante a 5ual eu perce4o a .e.ente.ento.a . nada in0erior K das leis naturais.o e. cu3a atividade essencial consiste e.ra2ão prHtica. .oral cu3a coer6ncia lL*ica não se3a e. se3a 5ue. 5ual5uer 5ue possa ser sua nature2a.os so4re u. e1peri6ncias cotidianas nas 5uais tanto a :atica 5uanto a #i6ncia t6. seu ponto de partida. e.o.as o prLprio pensa. ele parece cair so4 o do. . Se3a ou não a. e u.ais aparece no . 0a2er co. 5ue ) na prHtica i.ento de u.po da percep/ão interior .ia entre #i6ncia e :atica. os 5uais conhece.undo 0eno.portantIssi. .a lei . Uas ela pouco contri4ui para eli. ) assa2 en*enhosa e pode . tanto . causalidade operante na nature2a e no universo.ente 5ue o a*ente dotado de livreJar4Itrio. 5ue parece dissolver no nada a li4erdade na 5ual se 4aseia nossa conduta prHtica. :a 5ue. sua 0or. não di2 respeito .

do. 5ue o 0enQ. ) claro. E . 0ato da vida cotidiana.anecer Hlheada ao 0ato de 5ue esse pro4le. são as >nicas coisas 5ue não poderIa. a tornarJse te.ais tarde. ao transpQJla de seu ca.a da li4erdade ) crucial. % ponto de vista das considera/Mes 5ue se*ue. da a/ãoB pois a/ão e polItica. a ela 0oi a e1peri6ncia da conversão reli*iosa J pri.a.pre 0oi conhecida. tal co.Inio interno. dia.po e. a li4erdade ne.ana. entre todas as capacidades e potencialidades da vida hu. o seu contrHrio são vivenciados no diHlo*o co.es.a das *randes 5uestMes .er*e. a eternidade etc.a pri.o 0ilLso0o da Anti*:idade.a condu2iu ao . ser dotado co. e nenhu.o u. a prLpria id)ia de li4erdade. ao . a li4erdade e.os ou não. historica.os ter se.as co. ) o N. o pro4le.Para as 5uestMes da PolItica.eira e preli.as hu.ente na es0era do pensa.o u.eta0Isicas tradicionais J tais co. e 5ue a tradi/ão 0ilosL0ica.4ito da PolItica e dos pro4le. E 5uando a li4erdade 0e2 sua pri.ento.otivo para essa o4scuridade estH e. 5uer o sai4a. a al. o >lti.o no decurso do 5ual e. para u.a da polItica e o 0ato de o ho.ana. destorceu. desde os Pr)JsocrHticos at) Plotino. . podeJse salientar 5ue.ente de Paulo. o 5Ze deu ori*e. 5ue a li4erdade se. F.eira apari/ão e. deve.a teoria polItica pode se dar ao lu1o de per.e. +$. o te.inar 3usti0icativa dessa a4orda*e. ao 0alar. 1 1 . 5ue ne.pre e.a da li4erdade.o u.po..os se5uer conce4er se. o pro4le.o ela ) dada na e1peri6ncia hu.os do pro4le. onde ela seria a4erta K autoJinspe/ão.#ausation and Free @i$$. #o. ve2 de esclarecer.a.o o ser. toda a histLria da *rande Filoso0ia.o ho3e e. e.po ori*inal.ente. o do.eta0Isicas..i*o .a da li4erdade 0oi a >lti. a esse respeito considerare.eira. . .eno da li4erdade não sur*e a4solutZ. cu3a ori*e. . pro4le. % ca. op. e depois de A*ostinho.ente.es. o pro4le.a de investi*a/ão 0ilosL0ica. . o nada. Não hH preocupa/ão co.enos ad. a nature2a. *eral. cit. nossa tradi/ão 0ilosL0ica.os . o N. não co.anos e.o4scuro 4os5ue onde a Filoso0ia se e1traviou.itir a e1ist6ncia da 7F8 Ua1 PlancA. a vontade. as *randes 5uestMes 0ilosL0icas e .4ito da polItica. ) 5ue o .

ente.os co.ani0esta/Mes e1ternas e ) p%lZtanto. Ne..ento do . e1peri6ncias co. politica.etade do s)culo S$S. .do.pre u. levar e. lu*ar prLprio no . o espa/o Inti. i. 5ue sL rara. portanto de u.es.ente. o . 0u*ir K coer/ão e1terna e sentirJse livres. por de0ini/ão. 0oi desco4erta na Anti*:idade tardia por a5ueles 5ue não possuIa. a. o poder ou a i*ualdadeB a li4erdade. a vida polItica co.undo onde a li4erdade 0oi ne*ada para u. u. disso.. ) na verdade o .idade. e 0oi ori*inal. &ual5uer 5ue possa ser sua le*iti.ente J e. tais co.otivo por 5ue os ho. A raison d+ 6tre da polItica ) a li4erdade. 0enQ.iti. o cora/ão ou a . o prLprio eu.o a 3usti/a.ana.e.ente.li4erdade. se. u. desde a Anti*:idade pri.undo no 5ual as e1peri6ncias se trans0or. não ) apenas u.ens convive.a re*ião apropriada da li4erdade hu. . )pocas de crise ou de revolu/ão se torna o alvo direto da a/ão polItica.itiva at) 5uase a . acesso.Inio interno da 1 F .ais te.li4erdade interior. e.a interioridade na 5ual nin*u). % espa/o interior onde o eu se a4ri*a do . e1Zste. a tirania precisa. As e1peri6ncias de li4erdade interior são derivativas no sentido de 5ue pressupMe. ) o . A li4erdade 5ue ad.a retirada do . pro4le. tocar e.enos da es0era polItica propria. . A li4erdade. toda teoria polItica e 5ue .undo.Inio de e1peri6ncia ) a a/ão. a . ou da teoria de 5ue . e a despeito de 5uão elo5:ente.o instaurada e. al). so.o sendo u.ente dita. e 0unciona. se.plicita ou e1plicita.eros pro4le.as a interioridade.ente or*ani2ados. ela.undo não deve ser con0undido co.ente considerada co.ens pode.a de li4erdade hu. 0oi unani.ana.o re*ião de a4soluta li4erdade dentro do prLprio eu.o tal seria destituIda de si*ni0icado.ente ele tenha sido descrito no 0i. estranha. pro4le. u. Esse sentir interior per. Se.ente o resultado de u.ente e. pr)Jre5uisito para a li4erdade. dos in>.a condi/ão . si*ni0ica/ão polItica. da Anti*:idade.undo e 5ue carecia. interJrela/ão co. conta ) o prLprio oposto da . o cora/ão ne.eno tardio.4os os 5uais. co.ente u. % carHter derivativo dessa li4erdade interior.ava.anece se.a polItico particular se.o no 5ual os ho. ) ele historica.o os 5ue louva. e seu do. e ) di0Icil tocar e.as e 0enQ.undana 5ue.

ando 5ue livre ) a5uele 5ue vive co. ?.ostrando 5ue u. . seu poder. seu 3usti0icado te...ani0esta co. ho. ) posta nos lH4ios da5ueles 5ue não sa4e. u.. não possui poder e o eu do 5ual ele pode dispor co. ) livre se ele se li. livro $9.ita ao 5ue estH e.p)rio Ro.o distin*uir entre o .o 5uer <.a senten/a da PolItica de AristLteles na 5ual a asser/ão .or de 5ue a sociedade to. os ar*u. j 1.. do no. a Filoso0ia al).e/a a0ir. .Inio onde possa ser cerceado =.so4re a i.. precedido da tentativa consciente de divorciar da polItica a no/ão de li4erdade.os Ks suas ori*ens.. 1 ? .ente 0a2 eco a u.a 0or. ser+ livre. ! consiste e.e.oderno. e.a de0ini/ão 5ue curiosa. cit.ais 5ue u. seu dese3o de se desdo4rar. toda clare2a no papel 5ue no/Mes tais co. se ele não vai at) u.ci6ncia do viver. assi.ula/ão atrav)s da 5ual 0osse possIvel ser escravo no . 7!8 O4Xd. co. sur*e co.elhor G. A .u.undo e ainda assi. o apareci.entos .e. sa4er co.ano J se . ser livre dos prLprios dese3os. $. desenvolver e e1pandir.A li4erdade si*ni0ica 0a2er u. 7E8 1?1TaFE e ss.. DXsslN+talXones. sua insist6ncia en0Htica . Assi.%n Freedo. j !E. %n bX4erl.ulado J o declInio L4vio da li4erdade no 0i.elhor de sua individualidade.ais convincentes para a a4soluta superioridade da li4erdade interna ainda pode.undo estranho so4re o 5ual o ho. 5ue co. co. entretanto.e o . 5ue consiste e. j 11G.as os sectHrios populares e populari2antes da Anti*:idade tardia 5ue di0icil. historica. e da ori*inalidade. 7G8 jj G1 e G?. . ho. ensaio de Epicteto. Não ) representativo a esse respeito o indivIduo . o 5ue ) a li4erdade s. o 5ue dese3a. do $. u..o achar .o 7?8 ^ohn Stuart Ui$$. co.aior clare2a se voltar. 7=8 %p. de che*ar a u.ente. e o pano de 0undo polItico so4re o 5ual todo esse corpo de 0iloso0ia popular 0oi 0or. #onceitual.e.portNncia do *6nio.consci6ncia.ente tinha. co.ente. 5ual5uer coisa e. \ interessante notar 5ue.ento do pro4le.e.a inversão das no/Mes polIticas correntes na Anti*:idade. a li4erdade de Epicteto.a da li4erdade na 0iloso0ia de A*ostinho 0oi. 7<8 9er . co. do. Prosse*ue então Epicteto. não ) . ser encontrados e.

e. de u.era li4era/ão.a de interJrelaciona.ar 5ue o ho. o 5ue desco4riu 5ue nenhu.ina/ão e propriedade nele dese.undo. deve terJ se li4ertado das necessidades da vida.o polItico J co. co. toda esp)cie de co.a li4erdade interior e apolItica so4re a tradi/ão do pensa.ens J5ue estivesse.u. al). Por conse*uinte.os inicial. a li4erdade era entendida co. te. o ho.ento ou u.es. Essa li4erdade. nas sociedades tri4ais ou na inti.4).udanas para rela/Mes dentro do prLprio ho.o a5uele 5ue o ho. Epicteto transpQs essas rela/Mes . do. e ta. era precedida da li4era/ão: para ser livre.e. 5ue 5ual5uer lar poderia s6Jlo. ..es. o 0ator 5ue re*e suas a/Mes e sua conduta não ) a li4erdade. De acordo co.o u.ente consci6ncia da li4erdade ou do seu contrHrio e. e 5ue o espa/o interior onde o ho.ento.penha.panhia de outros ho. atri4uto do pensa. outras palavras. o entendi.ente or*ani2ado. e ele sL poderia ser livre se possuIsse u. livre.a realidade . isto ).ento co.es.unidade se caracteri2a pela li4erdade. parece se*uro a0ir.ento hu.ediante o poder so4re outros ho.o. livre poderia inserirJse por palavras e 0eitos.o.e.as não constitue.pleta.entado a condi/ão de estar livre co. espa/o p>4lico co. To.e. da co. palavras e a/Mes. para encontrHJlos J u.undana. a se a0astar de casa.o o estado do ho. nada sa4eria da li4erdade interior se não tivesse antes e1peri. no . toda 0or. da .undo politica. e não no relaciona. a sair para o .a. a despeito da *rande in0lu6ncia do conceito de u.as as necessidades da vida e a 1 < .idade do lar J. % estado de li4erdade.poder.ens convive.over.4ate e su43u*a a si prLprio ) .ento da Anti*:idade. outras pessoas e.ente de0endido de inter0er6ncia e1terna. ne.ens. nLs .e. no 5ual cada ho.e. u. lar no .os. lu*ar. . por e1e. 5ue o capacitava a se . Antes 5ue se tornasse u. %4via. . so4re si .ente. or*anis. e. A li4erdade necessitava. poder ) tão a4soluto co.. nosso relaciona. ) claro.ais co.o estado. por).ente ao ato de li4era/ão.atica. u.e..plo. o ho. não poderia li4ertarJse da necessidade a não ser ..ento co.ente seu. .ano e ne.. outros.a 5ualidade da vontade.ais se*ura.ente tan*Ivel.undo e a se encontrar co.e. não se se*uia auto. %nde os ho. dH co.

ha4itar ainda nos cora/Mes dos ho. entre os 5uais. 5ue *arante u. ) precisa.pedindo assi.o todos o sa4e.es.R Não ) verdade 5ue. e são relacionadas u. de reli*ião.&uanto .polItica 5ual5uer pelo livre escopo 5ue ela *arante a atividades aparente.a co.ens co.a es0era p>4lica J a li4erdade não possui realidade concreta. a li4erdade co.ente por5ue e na . $nclina.aior ) o do.odo. ra2ão a e1tensão da li4erdade e.ente de u.pre 5ue as cha.onstrHvel e a polItica coincide.adas considera/Mes polIticas prevalecera.as o cora/ão hu.o a livre iniciativa econQ. 0ato de. por . % ascenso do totalitaris. co. co.ais Zi4erdade. sua pretensão de ter su4ordinado todas as es0eras da vida Ks e1i*6ncias da +polItica e seu conse5:ente descaso pelos direitos civis.pre 5ue o .ente nãoJpolIticas.enos polItica .undo arti0icial não se to. co. Se. Ela pode.o ocorre co.Inio dei1ado K li4erdadeR #o.Jnos duvidar não apenas da coincid6ncia da polItica co. co. 5ue a polItica ) co.os co.at)ria.ente asse*urado. u. . a li4erdade unica.unidade .4ito p>4lico politica.o 0ato de.ica ou a li4erdade de ensino..pati4ilidade.ina. #ontudo.os visto a li4erdade desaparecer se.o dois lados da .unidades *overnadas despotica.o dese3o. se. disso.e/a onde a polItica ter. os direitos K inti. i.o.ente 5ue os 4ane.os.ada ade5uada. de atividades culturais e intelectuaisR Não ) verdade.a de tudo. a0inal de contas.4rio.ente essa coincid6ncia de polItica e li4erdade 5ue não pode. o credo li4eral J . para a estreite2a dos lares. 0alta K li4erdade o espa/o concreto onde aparecer. Não estaria correto. lu*ar . não . aci.edida e.os dar por assente K lu2 de nossa e1peri6ncia polItica presente. vontade.a .os de al*u. e 5ual5uer coisa 5ue vH para sua o4scuridade não pode ser cha.a K outra co. u.preocupa/ão co.ente.o todos acredita.edi.uito so. .idade e K isen/ão da polItica.oJnos a crer 5ue a li4erdade co.a possIvel li4erdade da polIticaR 1 E .a palco para a/ão e discurso J co. Al).ter. sua preserva/ão. ) u. certa.ano. o ascenso de u. N. 0a2e.o de sua prLpria co. A li4erdade co. e0eito. so4re todo o restante. esperan/a ou aneloB .patIvel co.enor+ o e+spa/o ocupado pelo polItico.onstrHvel. 5uanto .

ente pelas nossas e1peri6ncias .ba li4ert) phllosophi5ue consiste dans $+e1ercice de $a volont).eado não tanto da li4erdade.. Não necessita.a potencial li4erdade da polItica não nos ) recla. . e a palavra . % processo vital não se acha li*ado K li4erdade.era.ente. li4erdade polItica co. .o o protetor no. Ues.penhou u. % propLsito supre.e do processo vital da sociedade co.a opinião acerca da ess6ncia da polItica não apenas diversa.ava possIvel a li4erdade.o do processo vital. a li4erdade não ) se5uer o desI*nio apolItico da polItica.as se*ue u. era a*ora considerado co. % ascenso das #i6ncias Sociais e PolIticas nos s)culos S$S e SS a. Ho44es 7onde a condi/ão de toda li4erdade ) a li4era/ão do . .pliara.o Uontes5uieu. na . todo.os ir al). Desse . e so. 1 = .eno . pQde ainda ocasional.Inio total do polItico. ..itisse u. se*uran/a.ples. era a *arantia da se*uran/aB a se*uran/a.ar*inal.4ito polItico.otivos prLprios para descon0iar da polItica e. co.ente e5uacionar a li4erdade polItica co.ais a 4recha entre li4erdade e polIticaB pois o *overno.as si.ais recentesB ela dese. . A se*uran/a continuava sendo o crit)rio decisivoB não a se*uran/a individual contra a . F: . dos interesses da sociedade e dos indivIduos.ado de livre no sentido e.uito superior K de Ho44es ou Spino2a. desi*nava a 5uintess6ncia de atividades 5ue ocorria. A5ui.a necessidade 5ue lhe ) prLpria.ente identi0icava.. 3o*o a prLpria vida e suas necessidades e interesses i. co.o u. re*ato 5ue 0lui livre.ente pode ser cl. desenvolvi. 5ue constitui de certa 0or.. a. o do.a se*uran/a 5ue per.ento uni0or. 0enQ. 5ue desde o inIcio da idade . to. 0ora do N.plo papel na histLria da teoria polItica.os de u. por seu turno. ainda .a 0inalidade do *overno.4ora tivesse u.o .aioria das ve2es.o da polItica. 5ue 0ala. ba li4ert) politi5ue consiste dans $a suret).ites 5ue o *overno não deve transpor so4 risco de pQr e.oderna 0ora identi0icado co.orte violenta. 5ue.o u.Essa de0ini/ão de li4erdade polItica co.li4erdade. dos pensadores polIticos dos s)culos S9$$ e S9$$$.ta. u. e. S$$.o e. 5ue te. co.a os li. se*uran/a ..edo8.as u..odo não apenas nLs. proveito da liJ 7 8 9e7 Esprit des bois.os .ediatos.ada . si.

Poderia ir ainda . ar4itriu. Al).ei 5ue a raison d+6tre da polItica ) a li4erdade e 5ue essa li4erdade ) vivida 4asica. % conceito secular de li4erdade anterior K )poca .a 4oa e outra .ais lon*a data.4ran/as e tradi/Mes de .ais 5ue u. o li4eru.ediante as 5uais sua vida e seus 4ens pode.li4erdade e independ6ncia consiste. ter por *overno as leis .issão K es0era polItica. A despeito do enor.e peso dessa tradi/ão e da pre. 0enQ.ente na a/ão.ais livre e superior: a vita conte. No 5ue se*ue não 0arei outra coisa senão re0letir acerca desse velho truIs.ente e1i*ia sua parcela no *overno ou a ad. poder so4re suas vidas e seus 4ens. u.oderna insistia en0atica. penso 5ue o leitor poderH acreditar não ter lido . vista da salva/ão 0ora precedida. partilhar do *overno ou pertencer a ele.ente.iu #arlos $ e.as toda a idade . pela a4sten/ão da polItica por parte do 0ilLso0o co. Não esta. não ) u.oderna separou li4erdade de polItica.o vi. co. Não era por dese3o de li4erdade 5ue o povo ocasional.os anterior. apontando a.. . co. e. isen/ão para sere. disso.odo de vida ..inada pelo 0ato de ser 4astante discutiJla para iniciar sua opera/ão: _lAnd there0ore.os a5ui Ks voltas co.ava. contra a es0era poHtica en5uanto tal.a li4erdade de escolha 5ue ar4itra e decide entre duas coisas dadas. o conceito cristão de li4erdade polItica sur*iu da descon0ian/a e hostilidade 5ue os cristãos pri.6ncia talve2 ainda .4erdade.o 5uando a0ir.o.plativa.H. escolha predeter. e de cu3os encar*os recla. livres.o re5uisito pr)vio para o .4as na dire/ão >nica de u. separar a li4erdade dos s>ditos de 5ual5uer participa/ão no *overnoB para o povo.ente e. seu discurso do cada0also. .as por descon0ian/a na5ueles 5ue detinha. E essa li4erdade cristã e. u. . ser .ais seusB não e. velho truIs.ais 0undo no passado e evocar le. en5uanto relacionada K polItica. divLrcio entre li4erdade e polItica.o o resu.eno da vontade.ais palpHvel de nossas prLprias e1peri6ncias. since $ canJ 1 ! .itivos tinha. $$ A li4erdade.

5ue eles são seus 0atores deter.as si. ..otivos e. não se encontra ne. 5ue ) livre.as co. X To entertain these 0air CellJspoAen da. X And hate the idle pleasures o0 these da. % poder de co.3usto e5uilI4rio.s. o43etivo 5ual5uer JB ela 4rota de al*o inteira. %1on.a 5uestão de li4erdade. u. o 5ue não 0oi dado ne.o o 0a2e.andar.ento certo ou errado.eu .arei de u. . 5uod apprehendere dleXtu. *uiaJse por u. ne. por outro.edida e. se*uindo a 0a. Para 5ue se3a livre.utHveis do .not prove a lover.as de *overno por Uontes5uieu. 3H 5ue apenas a vontade pode ditar a a/ão J para para0rasear u. vista co. 1 G . ShaAespeare.edida e.ana distinta e separada.o 71T8 lnlelleetus apprehendll a*l4lle anle5ua. .ar K e1ist6ncia o 5ue antes não e1istia. A a/ão. 5u.eta não ) u. desI*nio 0uturo cu3a conveni6ncia 0oi perce4ida pelo intelecto antes 5ue a vontade o intentasse. dlZ.o co.inale hoc esse a*endu.otivos e o43etivos não se3a.That this shall 4e or Ce Cill 0ali 0or it. en5uanto deter. todo ato particular. não ) u. 1.otivo por 5ue o intelecto depende da vontade.as de 3ul*a.inha prLpria perversidade.inada. 5ue ) capa2 de transcend6Jlos.4os para a e1ecu/ão de u.otivos J .il1ed to prove a villain.undoB identi0icar u. PrincIpios não opera.es da vontade J e. e0eito previsIvel. J.es.o u... a li4erdade de cha.a . A a/ão. lado. o43eto de co*ni/ão ou de i.osa anHlise das 0or. de 4ai1o das dita..a . intencionado co. K co*ni/ão do o43etivo certo.as de 0or/a ou 0ra5ue2a.4ora necessite de a. estrita. de . X $ a.. deter.a 0aculdade hu. e co. por u. .a 5uestão de li4erdade. 0atores i. <=. na .portantes e. isto ). de ditar a a/ão. isto ). a a/ão deve ser livre. A vontade. d.ente diverso 5ue. n& 1T. % desI*nio da a/ão varia e depende das circunstNncias .s. .a tIpica descri/ão desse processo dada por Duns Scotus 1T. Ela ) antes.anda então sua e1ecu/ão. ou . ser conhecido.a*ina/ão e 5ue não poderia portanto. do 0i. para continuar co.. a li4erdade de (ruto: .inantes e a a/ão ) livre na .ente 0alando. princIpio. . se*uese ao 3uI2o.o u. $sso não 5uer di2er 5ue . no interior do eu co. $9. cha. so4 a dire/ão do intelecto. . volunlas illud velilB sed non apprehendll dele.

es.. cola4ora/ão.os Ks artes de reali2a/ão 7K di0eren/a das artes criativas de 0a4rica/ão8.undo en5uanto dura a a/ão e não . onde a per0ei/ão estH no prLprio dese.. do e1terior. produto 0inal 5ue so4revive K atividade 5ue a trou1e ao . isto ).a .a5uiav)lico de virtu. o princIpio de u. u.a pessoa ou *rupo e. u.8.4ora todo desI*nio possa ser 3ul*ado K lu2 de seu princIpio u.ento da li4erdade. 5ue Uontes5uieu cha.4icionar .pre 0a2er o . . o princIpio 5ue o inspirou nada perde e. e. ao contrHrio do 3uI2o do intelecto 5ue precede a a/ão e do i. A li4erdade ou o seu contrHrio sur*e.eta.pre 5ue tais princIpios são atuali2adosB o sur*i.ais. no .p)rio da vontade 5ue a inicia. Talve2 a .e>ein 7. validade atrav)s da e1ecu/ão. reali2a/ão.)ritos do 3uI2o perde. no transcurso do ato 5ue e1ecuta. coincide se.elhor ilustra/ão da li4erdZde en5uanto inerente K a/ão se3a o conceito . assi. e eles se .pre ser repetido . antes. %s ho.perante se e1aure.o a .undo e dela se torna independente. 5ue o ho. o ato e. a . .elhor 5ue puder e ser o . ou a distin/ão.a.undo a4re ante ele K *uisa de 0ortuna.a ve2 co. o . não se li*ando a nenhu. depoisB pois ser livre e a*ir são u.ente de sua . A virtuosidade da virtu de Ua5uiavel rele. pe.se.edo. ou ainda a e1cel6ncia J o *re*o aeI ariSt.ani0esto so. e.elhor versão de seu si*ni0icado ) .&lr K i*ualdade. Entretanto.elhor de todos. a e1cel6ncia co.ente no prLprio ato reali2adorB e contudo. princIpio ) universal. ao passo 5ue os .pre co.otivo. P&lis. sendo ine1aurIvel.as ta.a coisa.4raJnos de certo 1 . o do.ente de possuIre. e são de. di0erente.ani0esta/ão de princIpios so. o a.ens são livres+ J di0erente.ente se dH atrav)s da a/ão. sua validade e o vi*or da vontade i.ais u.penho e não e.asiado *erais para prescrevere. ne..e/ado o ato.ente de seu .ou de virtude. e. o princIpio inspirador tornaJse plena.a a/ão pode se. a validade de u. A . Tais princIpios são a honra ou a *lLria. co.ani0esta.virtuosidade.etas particulares. vi*or e e. Distinta.ente . . especial. responde Ks oportunidades 5ue o . no .a ve2.a e1cel6ncia 5ue atri4uI.4). a descon0ian/a ou o Ldio.ani0esta/ão de princIpios.5ue inspira. da li4erdade en5uanto a*e.undo se.e.

. suas analo*ias das artes nas 5uais o virtuosis.otivo 5ue o ele.a ci6ncia. de considerar o Estado ou o *overno co. e.eios 5ue as trou1era. dZ u. 0re5k6ncia de0inida co. sido co.a arte.u.o os ho.ento hu. a polItica ) o e1ato oposto de u. do .>sicos e o 5ue o valha J precisa. 5ue pMe. As artes de reali2a/ão.a de0ini/ão. e1ist6ncia caracteri2a o Estado co.o u. a/ão. necessita. de ho.es. o pensa. ou co.os .odo co.etH0ora.as de u.ais. da presen/a de outros ante os 5uais posJ FTT .os K prHtica das artes. u.a coletiva. produto do 0a2erB a total d)pend6ncia de atos posteriores para . e esta se torna total. pelo contrHrio. e.ens e.o u.a audi6ncia para .4ora certa. se. Não se trata.ant6Jlo e. isto ). e1traIre.penho ) decisivo.ostrare. t6. No sentido das artes criativas.ente 0alsa se incorre. 5ue ela se3a u. a polItica te.a o4ra de arte.o tocar 0lauta.anente.ente presente nas artes criativas per. ) claro. cena al*u.o .ento de li4erdade certa.o todo a*ir cont). p>4lico e não se destine a aparecer no . co. produto da a/ão.ente sur*e e 5ue interessa ao .a esp)cie de o4raJpri.ente Ua5uiavel não o conhecesse.etH0oras co. aliHs. dan/ar. para sua e1ist6ncia per. e1ist6ncia prLpria. atores. #o.a . a prLpria o4ra de arte. de os *re*os utili2are.es.anece ocultoB não ) o livre processo criativo 5ue 0inal. seu virtuosis. e o virtuosis.ens 5ue a*e. por). ou .ano a tal ponto 5ue as coisas produ2idas possue. . e sua conserva/ão ) o4tida pelos .o u.o u. A e1ist6ncia independente identi0ica a o4ra de arte co.a arte J o 5ue não si*ni0ica.al se3a.o. . ele.undo.. K e1ist6ncia. o produto 0inal do processo.pre .porta 5uão 4e.ento de virtuosidade. %s artistas e1ecutantes J dan/arinos. a polItica.o ) a e1cel6ncia 5ue atri4uI. de u.o do dese.odo o 0ato.a *rande a0inidade co.a coisa tan*Ivel e 5ue rei0ica.as 5ue o processo criativo não se3a e1i4ido e. % essencial a5ui não ) 5ue o artista criativo se3a livre no processo de cria/ão. e0eito u.os no erro co. :E: por esse . . pilotar e nave*ar para distin*uir as atividades polIticas das de. pro3etadas J depende.o u.undo. As institui/Mes polIticas J não i.

o propLsito e1presso de servir aos livres J a5ueles 5ue não era.par da cidadeJ estado *re*a.anece de 0ora. e. tra4alhadores su3eitados pelas necessidades da vida. eventos 5ue são co.penho e.es.a esp)cie de an0iteatro onde a li4erdade podia aparecer. 5ue proporcionou aos ho. a*ir J u.unidade.4ito. tal espa/o de apresenta/Mes se.o 5uando não ) u. ar4itrHrio ne.p)rios 4Hr4aros.4rados e trans0or. evoca as e1peri6ncias da co. espa/o pu4lica.es.anter e. FT1 . 5ue a li4erdade. 0undadas co. todos as lIn*uas europ)ias ainda deriva da or*ani2a/ão historica.ens convive. rele. co. espa/o para apareci. e. e.entados.ados e.ente I.entos onde pudesse. 5ue e.ente para os eruditos 5ue o prLprio ter. e a. co. al*u. se3a antes ou depois.pre 5ue os ho. produto direto da a/ão.+ 5ue a li4erdade constitui u.ana. palavras 5ue pode.ente or*ani2ado para sua .os escutar. desca4ido. tan*Ivel e.. ) di0Icil e at) .pre*ar o ter.olo*ica.4os depende. \+ este . si. aparecerB a. su3eitos a coer/ão por outre.o.ente e ne.4os re5uere.o as *randiosas 0a/anhas dos i. espa/o e. Não ) apenas eti. pudesse aparecer.ens u. e1iste a ra2ão adicional de 5ue so.ana. ta. tão alta considera/ão a atividade polItica e atri4uIra..a realidade concreta. &uanto K rela/ão entre li4erdade e polItica.edida Ks e1peri6ncias da Anti*:idade *re*a e ro. Não se deve to.sa. Se entende.a . so. de outros para o dese.o en*anoso 0alar de polItica e de seus princIpios se. no sentido da polis *re*a não ) ne.ente as co.o4ra. estLrias antes de se incorporare.o. E.eira ve2 desco4riu a ess6ncia e a es0era do polItico.polItico.o .ens tivera. sua 0inalidade ou raison d+ 6tre seria esta4elecer e . u. % 5ue per.os então o polItico no sentido da polis. escravos.anha di*nidade a seu N. por 0i. en5uanto virtuosis.o dado u.a de *overno.4ito e. os ho. ne. recorrer e.0or. e isso pela si. e1ist6ncia u. ao *rande livro da histLria hu.unidades polIticas anti*as 0ora.ente a .ples ra2ão de 5ue nunca.% N.unidade 5ue pela pri. . 0eitos 5ue pode. Tudo o 5ue acontece nesse espa/o de apareci. ser vistos e e. A pa's *re*a 0oi outrora precisa. Na verdade.ar co.entos ) polItico por de0ini/ão.

a e1ist6ncia da sociedade.o. 11.4ito ade5uado para cuidar das necessidades vitais ) a *i*antesca e se. a 0atores econQ. E .as si.ente 0alando não ) polItico. cito FTF . cu3a ad. a .patias i.a 5ue apenas a a/ão precisa ser restrin*ida: ..a orde. da ale*a/ão de 5ue .4ito polItico.as hu. op. sua totalidade do. deve ocuparJse 5uase 5ue e1clusiva. toda a/ão se encontra. restar co. Toda tentativa de derivar o conceito de li4erdade de e1peri6ncias no N.as estrita.pre crescente es0era da vida social e econQ. 3o*o. si não ) peri*oso. não o4stante o no.anos.uito . onde a vida estH e. ato co*nitivo do intelecto e de u. ser tão livres 5uanto as opiniMes.oderna.icos. o4scurecido o N.a per0eita li4erdade ) inco.entos entre na/Mes a4ri*are. 5ue o pensa.e.ento.4ito dos pro4le.ana.inistra/ão te. e de 5ue ela sL pode ser tolerada e. so4 o 3u*o da necessidade.ento corri5ueiro não sustenta J o 5ue talve2 se3a verdadeiro J 5ue ) prLprio ao pensa. . . %ra.as 0unda. do. $sso. visto os relaciona.a 0iloso0ia.era.patIvel co. cola4orou para a eli. .ente. E essa prioridade não deriva ..ento e.Lrdios da )poca .4). sua per0ei/ão 0ora do N.ais li4erdade 5ue 5ual5uer outra atividade hu.entais do li4eralis.o '. .ica.possIveis de se redu2ire. da vontade para levar a e0eito sua decisão. ) claro.anuten/ão da vida e a salva*uarda de seus interesses. e talve2 4asica.Nenhu.as e 7118 ^ohn Stuart Ui$$. ainda hostilidades e si.ais 5ue da a/ão.es. atri4uto da vontade e do pensa.es. Apenas os ne*Lcios estran*eiros. Esse ar*u. de tal 0or.Inio pura.ento necessitar de .as deriva ta. parece. Pois a polItica.ente de u.ina/ão da no/ão de li4erdade do N.4ito polItico desde os pri.o a5ui a tend6ncia prevalente ) considerar os pro4le. e o N. por de0ini/ão. de acordo co.ente polItico.ente da no/ão de 5ue 5ual5uer ato deve ser precedido psicolo*ica.ente co.inadas pela no/ão de 5ue a li4erdade ) u.pode ser e1cepcional e di*no de nota. &$ 5ual.a pessoa pretende 5ue as a/Mes deva.aneira estranha e surpreendente por5ue todas as nossas teorias a respeito dessa 5uestão são e. incluiJse entre os do*.4ito polItico soa de . a .

Inio privado. o 5ue não ) o caso J dev6sse.ens de sua preocupa/ão co. nosso do.rivalidades do poder internacional co.4ito polItico.ou certa ve2 de .a li4erdade ) a raison 7Ntre da polItica.eiros a condenar a cora*e. e.. não a vida.ente sua aten/ão Ks vidas individuais e aos interesse a elas associadosB +T N. na prote/ão da+ 0a..4ito polItico co. o . não devido aos peri*os especI0icos 5ue possa.o resultantes.orte.o . pois ) a5uela 5ue *arante todas as outras.as por ter.enospre2o pela vida e seus interesses.ente a5ui o arro3o da aventura.a pri. e não tenho e.undo.o so.Inio onde a preocupa/ão para co.o. do. si.es.eira das 5ualidades hu.o acredita.eridade não di2 .es.4ora J se tudo 0osse u.anas.ente não se pode dar ao lu1o de con0erir pri.ples. A cora*e.os.os ser indispensHvel para as a/Mes polIticas.os ser os pri. . >lti. A cora*e.o perverso .o. \ 5ue este nosso . e 5ue #hurchill cha. 5ue.es. supre.+ de 0atores e interesses econQ. . e.undo.a das virtudes polIticas cardeais.o tal contrasta na 0or.a instNncia.. estar K nossa espreita.ente se pode ser 0ace ao peri*o e K .ado . a despeito de todas as teorias e . .icos.odo co.a . \ preciso cora*e.4). tudo serve e deve servir para a se*uran/a do processo vital.ais a*uda possIvel co. ) indispensHvel por5ue.ente e1clusiva preocupa/ão co. sustenta. polItica. 5ue di2er 5ue . at) . co. #ora*e.o J a despeito de nossa aparente. co. FT? . ) u. a vida perdeu sua validade.undo estH e. a vida J.ente vivo co.os ta. ) u.o al*o evidente por si .a 4ela palavra. não passa de u..as si. não reco. 3o*o.es. 5ue a cora*e. 5ue de 4o.enos respeito K vida do 5ue a covardia.a 5uestão de coer6ncia. a vida para a li4erdade do . . e.is. A te. li4era os ho. #ontudo.Ilia e do lar.o para dei1ar a se*uran/a protetora de nossas 5uatro paredes e adentrar o N. A cora*e. *rado arrisca a vida para ser tão total e intensa. e.os.andada pela prLpria nature2a do cIrcuio p>4lico.aria. 5ue e1istiu antes de nLs e estH destinado a so4reviver aos 5ue nele vive.o tolo e . truIs..4e.as nos ) de. 5ue ainda acredita.pensa nosso senso individual de vitalidade. do .os che*ado a u. isto ).. o cha.

outras pessoas. .pot6ncia do cora/ão hu.ento co. pri. 5ue desde SLcrates deno.eno do pensa.co.u. o prLprio eu J se3a na 0or. Não decorre. .ente.o. 0enQ.ento . tão pouco e. ne. diHlo*o interior.oderna do livre ar4Itrio te.encionei antes. sur*ido pela pri.ar de *rande tradi/ão.a 0aculdade virtual.os li4erdade co. no relaciona. 5ue a id)ia de li4erdade não dese. 5ual5uer 0unda. u.ente ao 5ue esta. co.e.a co.ente 5ue a li4erdade co. De 0ato. isto ).ples retorno K tradi/ão. contradi/ão co.penhou nenhu.os 0or/ados a concluir 5ue os anti*os não conhecia. as conhecidas capacidades para dese.os tãoJso. co. in0eli2.undo.4ito da vida polItica. o N. &uase 5ue auto. não nos a3uda.ente desconhecida para a Anti*:idade clHssica.o interior entre o 5ue 5uereria 0a2er e o 5ue 0a/o.ente recla.eiro a Paulo e depois a A*ostinho. 5ue tenha. Se a li4erdade não 0osse real. as teorias sociais da )poca .e/a onde os ho. a . a no/ão cristã e .ou aten/ão depois de ter entrado e. si.ens dei1ara.preensão do 5ue ) a li4erdade e. paJ FT< .o 5ue se dissuadir do . Para a histLria do pro4le.ente e5uaciona.entar al*o 5ue . os e5uIvocos e a i. co.as si.entada e. e 5ue ela não ) e1peri.ente isso ) u. con0lito co.iar intentar e visar a al*o 5ue so. a sa4er.as se al*u). Nossa tradi/ão 0ilosL0ica sustenta 5uase unani.er*e do 0ato de 5ue u.o o desco4riu o #ristianis. . poderia co.eno do ar4Itrio. a4surdo. elas.os ha4ituados a cha.ento na e1peri6ncia polItica. a li4erdade.ediante o 5ual o ho. Evidente.i. u. 5uisesse de0end6Jlo poderia ar*u.ano. a tradi/ão cristã tornouJse de 0ato o 0ator decisivo. o conceito 0ilosL0ico de li4erdade.ente .o.aioria. Pois o ar4Itrio. Ne.l' \ L4vio 5ue essa no/ão de interdepend6ncia entre li4erdade e polItica colocaJse e.ente de voltar a tradi/Mes e teorias .ina. cu3a cruel dial)tica desvelou. e particular.aior di0iculdade para alcan/ar u.ais anti*as e pr)J.ento.a da li4erdade.es. ha4ituado pela .ais 5ue u.atica. livreJar4Itrio. te.os de pensa. .odernas.e. no anta*onis.oderna. associa/ão co. serIa.a de u. se3a e.eira ve2 na Anti*:idade tardia. no 5ual a li4erdade tornoo'Jse u. con0lito dentro de . 0enQ.

os *re*os. 4edeutet ei*entllch nichts anderes.ais.o.o. oposi/ão ao 4Ios politiALs.os 1F. o conceito de li4erdade pQde penetrar na histLria da Filaso0ia.itivos.a e na escura . era alheia ao 0enQ.o 5ue ) a condi/ãa e1istencial do pensa. e ..t. partanto. e . Par. Al). % . al.ente Paulo. oposi/ão a essa pa's e K sua cidadania. relacionK.. e+ a presen/a da li4erdade era vivenciada e. ho. desse dualis.i.ente 4e..pleta solidão.ens. #on0issMes. a prLpria id)ia central da polItica co. dualis. se interro.ana.ento entre . A nossa tradi/ão 0ilosL0ica de pensa.pel na Filoso0ia anterior a A*ostinho.orada interior. e si. . Yu ArtiAel ? 8. 5uase por de0ini/ão. u.Jse sinQni. a li4erdade era u.es.. a 5uintess6ncia. o4 unsere.i.o.. e . 5ue . por al*u.ento.o na ro.e.Die Fra*e. u.ento entre ho. tanto na Anti*:idade *re*a co.. u..siA $.i. dos pro4le.o al*u.ente 5uando os cristãos pri. desde Platão. A li4erdade tornouJse u.e e.. 0ora do relaciona.a id)ia 5ue.ortal con0lito 5ue tinha lu*ar na . livro 9$$$. A Anti*:idade clHssica de .erAun*en 2u den cartesischen Prin2ipien.onde nenhu. o . pudesse o4star a ardente contenda e.ara do cora/ão. não podia ter acesso ao 5uadro da Filoso0ia *re*a. a .a caisa 5ue ocorria na relaciona.peu o relaciona. ao escrever: . 1?. a polItica 5ue. solitHrio não ) . @iXlen Freiheit 2uAo.odo al*u. na verdade.ento e.eno da solidãoB ela sa4ia su0iciente.enta entre . desco4rira. A ra2ão para esse notHvel 0ato ) 5ue.as principais da Filoso0ia 5uando 0oi vivenciada co.t.e.ento entre .a a entendia. conceito e1clusiva. u. 71?8 A*ostinho. particular.ente e. ais o4 $h.. capo G.penhara co.ente polItico. FTE .otiva.ento polItico. dois e. .odo de vida escolhido pela 0ilLso0o era visto e. da al. e 5ue te. . bivreJar4Itrio e li4erdada de no/Mes torna. 5ue o ho.a e corpo pelo 5ual a 0aJ 71F8 bei4ni2 não 0a2 senão sinteti2ar e articulara a tradi/ão cristã.(e. . 5ue. A li4erdade.i. da cidadeJestado e da cidadania. 7Schri0ten 2ur Ue0aph.cN. . iniciandoJse co.i.es.o entre. inIcio u.6nides e Platão. Die Ausdr:cAe +0rei+ und +CilXens*e. a Filoso0ia clHssica.o no . era u.a esp)cie de li4erdade 5ue não tinha rela/ão co.es.odo polItico de vida. :\ so.o.eu prL1i. 0undavaJse e1plicita.i*o . insistira e.aess+ 4esa*en dassel4e. @iXlen 2uAo. co.

.os a. a solidão a*ostiniana da .o o colocou A*ostinho.ento etc. sere. 5ue . u.ento.inhas deli4era/Mes.ente oposto na vontade: paralisaJa e encerraJa dentro de si .onstruosidade.overia o corpo 4e. 71S8 .a interpreta/ão de A*ostinhoB o 0ato histLrico ) 5ue o 0enQ.o u.es. são de.culdade hu.aldades 5ue estou prestes a co.es.ultNnea de u.andar a si .onstruosidade 5ue sL pode ser e1plicada pela presen/a si. di2: .es.as era u..o e não ser o4edecido. co. antes de assassinar seus 0ilhos.o o diHlo*o 5ue . 71T!G e SE.. de 5ue e1iste u. % 5ue a Anti*:idade desconhecia não 71<8 Encontra.i. Assi. isto ). co.. e1erce a vontade.aB e não che*ava a e1trapolar o N.as th. pois a luta e.4ito do pensa. % ponto e. 5ue a .ento.ani0estouJse ori*inal. não e1erce a vontade.penhara não se dava entre a ra2ão e a pai1ão.a .a .o te. poder . 5uestão ) se.a.i*o .a .o a caracterIstica do pensa.o a si . o conheci.a coisa.. no 0a. E essa dualidade no interior de u. e0eito e1ata.anas. ) 5ue Ued)ia.es.ovi. o doisJe.ente e.ovi.ente na e1peri6ncia de 5uerer e não 0a2er.8 0ala de veia se. contudo.e. euJnãoJ5uero 1E.edida e. Parece pois u. 5ue ele se e. 5uerer e não 5uerer ao . % e0eito paralisante 5ue a vontade te.es. entre duas di0erentes 0aculdades hu.ento o processo do pensa.a .a so4re o corpo.ente ordena. entre entendi. da solidão 5ue pMe e. &ue a coisa ordenada não ) 0eita.elhante.8B e Fedra 7HipLlito. 3H ) u.o.ento e th.oso capo do livro 9$$$ das #%n0issMes. . co.a e id6ntica 0aculdade 0ora conhecida co. o 0ato de o ho.pre 5ue a ra2ão. so4re si . e na . e talve2 não se3a acidental o 0ato de descarre*arJse o con0lito na al.ento platQnico a interpreta/ão dessa 0aculdade co.andar e ser o4edecida.ana do .aB o 5uerer solitHrio ) se. FT= .asiado 0racos para suportar o assalto do dese3o.es..es.edida e.eter. u.es.ento 0ora atri4uIda K al.Na .a coisa cha.Ls1<.a era a4soluta.ais 0orte 5ue . outras palavras.ente desconhecida.po. ?!= e ss. dentro da+ prLpria al. #ontudo.i>de esse con0lito e.enos su3eitas K in0lu6ncia do raciocInio 5ue os ho.a ascend6ncia da al.Ju.Ls ) . E.ais surpreendente 5uanto sua prLpria ess6ncia consiste o4via.ada 5ueroJeJnãoJposso.antenho co. . era al*o evidente '5uerer. euJ5uero e de u. .acesa contenda. con0lito no interior da prLpria vontade. 5ue lrata da vonlade e de seu poder. .a das .pre C`lle e rClle.ens. e uor+denar. o disce. EuripideE.e eu sei as . Para A*ostinho.eno da vontade .a ) tanto .ulheres.ento te. $sso.

. e .o atri4uto do 5uero ou do devo.uito 0a.asJnãoJ5uero.ascula. E. não a teria considerado co. Essa convic/ão su43a2 ainda K doutrina de SLcrates de 5ue a virtude ) u.o u.as.& 5ue ele sa4e 5ue ) certo.5uero.es.o te. conce4ivel.ente presentes na al.pot6ncia da ra2ão. . (asta le. co. se a0ina.4rar.ente tardio.o a coincid6ncia do 5uero e do possoB co.as 5ue 5uero e posso não são a . da o4ri*a/ão da o4edi6ncia.a coisa J non hoc est velle.ultanea.4). e. t6JlaJla de0inido co. ) u.preensão superior da pretensa i.era 5ue e1iste u.a ve2 5ue a ra2ão tenha conse*uido se 0a2er ouvir.. 5ue 5uer e não 5uer ao . seu relaciona. 5ue sL a5ueles 5ue sa4ia.o u. a ponto de pratica.eno da li4erdade co.es.a.posso.ente por constituir notHvel 0enQ.o ela ) vivenciada e conhecida pelo ho. 0enQ.a especula/ão va2iaB .o ta.a 5ualidade inerente ao .o.a.es.os co. a. ) claro. ou. e.eno relativa.ente polIticas. de 0a2er a5ui8. o direito de *overnar a outros e se. livrare. dia ter considerado a virtude co. possIvel seiJ.o se *overnar tinha. Essa asser/ão não ) u.Ls. vontade. co. 5uod posse 1=.po.ente coincidire. .o ante al*u).pe/a o ho.a co. e não de u.ente teria co. poder al*u. Se a Filoso0ia anti*a tivesse conhecido u. i4id FT! .o sendo .a co. .posso. não hH pai1ão 5ue i. era a convic/ão de 5ue a pai1ão pode che*ar a ra2ão dos ho..ais relevante dentro de nosso conte1to.os não apenas nossas 0aculdades racionais e co*nitivas. e o .iliar para os anti*os. e.a das virtudes especi0ica.racional.a esp)cie de conheci.eno de virtuosis. Pois o 5ueroJeJposso era.o Platão insistia e. certa. Uais tIpica. E ) verdade 5ue o autocontrole continuou sendo u.preendido o 0enQ.e.ens. si . outras palavras. e nosso pas.er*e de nossa 0a.iliaridade co.ento. capa2 de ser aprendida e ensinada.ento consi*o . u.e.es. E por essa 0or/a de vontade.o o con0lito euripidiano entre ra2ão e th. possIvel con0lito entre o 5ue eu posso e o 5ue eu 5uero.. 0or/a de vontade e vontade de poder são para nLs no/Mes 5uase id6nticasB a sede do poder ) para nLs a 0aculdade da vontade na 0or.ente. certe2a.o onde o .4os si.es. outras 71=8 A*ostinho. ainda 5ue so.a vontade 5ue se 5ue4ra e.

a. por assi. e1terior. não devido a u.o desse secularis.4ito polItico e secular independente. e1clusão dos psicolL*icos. ) dotado por nasci.e i.oderna. co. as +e1peri6ncias polIticas . por tere. No re0loresci. ao pensa.ais .aior representante ) Ho44es J e a5ueles 5ue. 5ue e. pela necessidade.entos tipica. FG!JFG : FTG .p)rio Ro. tinha pro0unda consci6ncia do carHter inade5uado do conceito de li4erdade dos cristãos e dos 0ilLso0os para 0ins polIticos. lin*ua3ar 0ilosL0ico. isto ).0aculdades . transe reli*ioso e 0or. os p)s 0ora do certo e do 4elo 5ue se conhece O0or/adoP. 5ue. a u. E1iste ta.e. ) o posso. N.a insu0ici6ncia de talentos.ais anti*as e estrita. condiciona.aneira de con0rontar nossas no/Mes ha4ituais de livre ar4Itrio.ento polItico 5ue aco.eu prLprio corpo.o não se via desde a 5ueda do $.es a esses desenvolvi.ento do penZa. . entre reli*ião e polItica. di2er.4). voltara.uladas e. So. tanto poder 5uanto so4re as de. ou de .os distin*uir entre os pensadores 5lle pode.H1i.ais circunstNnciasB todos esses 0atores.a outra . polItica.ento e so4re os 5uais ele te.o polItico 0oi Uontes5uieu. nas palavras de PIndaro.pede de 0a2er o 5ue sei e 5uero pode sur*ir do .ente polIticas de li4erdade.o para nLs. verdadeira.ento polItico da Anti*:idade.o tal. 5ue li4erta. ao prLprio e*oB o poder 5ue 0a2 0ace a essas circunstNncias.ano. .panhou o ascenso da )poca .ente ser cha.odernos. Uas não ) transparente.ples. a li4erdade se consu.ente . dons e 5ualidades de 5ue o ho.4ora indi0erente aos pro4le. tal co.ados de pais da . R1! A necessidade 5ue .a predile/ão 5ual5uer pelo passado co. ou de u. Para desJ 71!8 %de Pltia b9.aior pesar: estar co. dera ori*e.ente por5ue a separa/ão entre $*re3a e Estado.undo. u. pode.es.ci6ncia. % representante . . nascida de u. o 5uerer e o conhecer de sua su3ei/ão K necessidade. se.as si.ente 5uando o 5uero e o posso coincide. o4tido inspira/ão nas recentes desco4ertas das #i6ncias Naturais J o seu ..ente o indivIduo no 5ue di2 respeito ao 5uero e ao sei. relativa.ente incLlu.prHticas.as de nature2a estrita.este ) o .ente 0ilosL0ica.

consiste e. os ho.postos K 0or/a de vontade.ais capacidades hu. ad. . Portanto.ais 5ue 5ual5uer outro povo. Escolho o e1e. ne. parte não 5uerer.ente na 0alta de poder do ho. poder 0a2er o 5ue se deve 5uerer 7$a li4ert) 11`` peut consister 5u+ K pouvoir 0aire ce 5ue O+T11 doit vouloir J a 6n0ase recai so4re pouvoir8 1G. ao contrHrio. se o ho. .ite ta. F e S$. %s *re*os.pot6ncia e dos li.ais ser cha. pela pri.a vontade da 5ual A*ostinho se la.B co.a. consci6ncia da vontade co. 5ue a a 0iloso0ia não e1i*e da li4erdade .onstruoso Oa elaP e.4ora ressaltando constituir isso u.entava 5ue não parecesse .o u. nunca to.o se houvesse duas vontades presentes no . di2e5do co.ar os corc)is da al. se5uer ordenaria a si . u.undo circunJ 71G8 Esprll des bols. Historica.o e1ecutar a5uilo 5ue ) 4o.doen/a do espIrito. lutando pelo poder so4re sua .. e a di0eren/a consistia e.ente das circunstNncias e da consecu/ão das . E. ) livre e não ) livre. e não seu poder.ais 5ue o e1ercIcio da vontade 7X+e1ercice de $a volont)8. FT .pot6ncia. te.o ho. re0letira. Paulo: . pensa.odera/ão e a necessidade de do. separada das de..eira ve2 a vontade ao vivenciar sua i. e. 5ue tal doen/a ) co.pre co. não ordena a nada al).os costu. ?.plo do autocontrole por5ue este ) para nLs clara..os de i.ara. &uando 0ala.ente..potente.ente. contudo.1 . pois 3H o seria.es.o 5ue natural e.ente a li4erdade polItica da 0ilosL0ica.ens desco4rira.a . 0ace ao . cit. espIrito possuIdo pela vontade: .etas 5ue a vontade esta4eleceu. 71 8 %p.B e.4).a vontade.a 0aculdade distinta..e.vencilharJse dele. independente. a vontade ) poderosa e ) i.anas. Para Uontes5uieu.eira.. e. outras palavras. u. e e.ites i.ado de livre 5uando lhe 0altasse a capacidade para 0a2er J donde se torna irrelevante sa4er se essa 0alha ) provocada por circunstNncias e1teriores ou interiores.a. i4id. distin*uiu e1pressa.e. a*ente não podia .e. parte 5uerer. so4re a .o para os anti*os era L4vio 5ue u. A li4erdade polItica..Pois o 5uerer estH presente e.es. 0enQ. .es.eno de vontade e de 0or/a de vontade.a vontade.Pois a vontade ordena 5ue ha3a u. co. de si .es.i. +0: a . Se a vontade 0osse Inte*ra. não o descu4ro. parece se. S$$.ente u.a 5ue o 0osse.

:E: dentro do prLprio eu. o anta*onis. no . o e1e.a das causas pelas 5uais ainda ho3e e5uaciona.o para A*ostinho.a. a vontade de poder trans0or. no . eles perdesse.dante.J F1T . .anda e.enteB o espIrito . per.undanos dos 5uais o poder da vontade deveria li4erar o eu.unhos a vontade não era derrotada por al*u. cit. os dese3os e inten/Mes .ens 5uisesse. eu 5ue 5uer. a li4erdade. No acirrado con0lito co. SL posso a5ui aludir Ks 0atais conse5:6ncias.o.eiros teste. sua precariedade. FT. 5ue os ho. a rela/ão entre corpo e espIrito era.ediato e. poder *enuIno.ento não era o con0lito entre o indivIduo e a . i.es.o. consi*o . o eu..ais.ais saliente do enor. o 5ue si*ni0ica 5ue o 5uero.e.o irro.e. certa i. Desco4riuJse a vontade de poder cristã co.ento e. incitaJo .porta o 5ue se3a dese3ado.%ouJse de i.os por vontade desse con0lito entre u. op. e ) deso4edecido. para a teoria polItica. opressão ou. ricocheteia so4re ele. co.es. o4servar 5ue nesses pri. a capacidade hu. u.us8. Lr*ão de autoli4era/ão e.portNncia. Devido K inco.os 5uase auto.o se o euJ5uero i. da vontadeB 0oi ele u. 0osse u. vontade. sua incapacidade para *erar u.ais lon*e 5ue a vontade de poder 7FT8 A*ostinho. ne.a vontade de opressão. o . id6ntico ao eu.pe e a vontade ) vencida. 5ue o con0lito do ho. a capacidade de ser livres. % corpo representa nesse conte1to o .ediata.o *overno so4re outros. a*uilhoaJo.ento da li4erdade co.anece su3eito ao eu.anda no corpo.a 0or/a avasaladora da nature2a ou das circunstNnciasB a contenda levantada por seu apareci.ente poder co. si . o 5ue co. na 5ual o poder do euJposso se e1auria.% espIrito .pet6ncia da. não i.o.ais provHvel *anhador era a opressão.ediata. da e1peri6ncia de 5ueroJeJnãoJposso.o se. :E: co. sua constante derrota na luta co. eu e1ecutante e u.orada interior. desse e5uaciona.atica.ente paralisasse o euJpossoB co.aioria.e poder inerente K vontade: . 7FT8 l4id. Por . na .ente. senhor a4soluto. Te.Ini.plo .undo e1terior e não ) de . e o corpo o4edece instantanea.es. onde Epicteto ainda acreditava 5ue o ho.o entre corpo e al. ou ) por ele arruinado. pois.ana.u.o u. Ao contrHrio.ente entende. 7interior do.odo al*u. Se3a co.o 0or.

a . a >nica 0or.o a4soluta. sido u.ostrar interesse pelo pro4le. Devido ao desvio 0ilosL0ico da a/ão para a 0or/a de vontade.ece a con5uistar o . co. il sullit 5u+elle veuille l+6tre. tornado pratica.ani0esta clara.ais coerente da teoria da so4erania.o. 5uando a li4erdade se tornou livreJar4Itrio.undo inteiro. independente dos outros e eventual. ta.a 0ilosL0ico de pri.4ito polItico. outros..anece se. enunciado aplicado por ba0a.ais desvencilharJse do euB per.ente nos escritores polIticos do s)culo S9$$$.Pour 5u+une nation soit li4re... o 5uero não pode 3a.ani0esto na a/ão para o li4eru. deve sua insaciHvel crueldade a u. i.eira plana.os anterior. o prLprio euB e.para ser livre ) su0iciente Oao ho.i. 0oi aplicada ao N. Tho.as no 5uerer e no relaciona. .. a li4erdade te. A0ir.ente id6nticas.ente prevalecendo so4re eles.o tal.4).es.enciona. deveJse talve2 ao 0ato de tere. o representante . o4via.ente ausente das utLpicas tiranias da ra2ão co. Essas palavras ecoa. e*oIs.possa alcan/ar... e. e na verdade so4 seu 3u*o.as e. no pensa. se dH de .i. co. ar4itdu. o ideal de li4erdade dei1ou de ser o virtuosis.odo. e. da li4erdade co... possuIdo por ela co. de 5ual5uer . .ais vivenciada no a*ir e na associa/ão co.issão ao eu distin*ue o 5uero do penso.ento co. resu. 4ase no .ente do 5uero.4).ente. tornandoJse a so4erania. Essa su4.a polItico. pro4le. livre ar4Itrio.P 5uer6Jlo. o ideal de u. % 0ato de o 5uero se ter .ente.as Paine insistia e. 5ue ta.ette K na/ãoJestado: .o no sentido 5ue . 5ue os 0ilLso0os acalentava. de a vontade e a vontade de poder se tere. 5ue . coa*ir os ho.o 5ue al*u).ento. por e1e.tornado tão Hvido de poder.ens.pot6ncia. u. A tirania.a de *overno 5ue 4rota direta. u.ei 5ue os 0ilLso0os co.a da li4erdade 5uando a li4erdade não era .e. derivada por ele diretaJ F11 .e/ara.ento de ^eanJ^ac5ues Rousseau. e 5ue eles conce4ia.plo. 5uando. para . tornandoJse assi. e . estado de ser . Desde então. pro4le.o u.pre a ele li*ado. sido vivenciados. cu3o diHlo*o o+ eu não ) o o43eto da atividade do pensa.odelo do penso. A ascend6ncia 0ilosL0ica de nossa ha4itual no/ão polItica de li4erdade ainda se . a princIpio.

e si.as.odernos. Na realidade. F1F . or*anis.o nos a4surdos a 5ue Rousseau 0oi condu2ido e na curiosa eu0oria co.ovedi/a.rato Social.ente seus prLprios pensa. Uuni5ue. a teoria de Rousseau v6Jse re0utada pela si. pp. 1<=.o antipolItica se3a tão claro co. Estado e.u.ente 5ue a rai2 da so4erania ) a vontade: So4erano ) a5uele 5ue 5uer e ordena.) a4surdo.unica/ão entre si. Al). 5ue ele as aceitou. si e por si . nenhu.a tirania.a co. 1 FG.entos. prenderJse ao 0uturo. especial. >lti.unica/ão entre os cidadãos e onde cada ho. Talve2 e.. pensa apenas seus prLprios pensa. pois . estado ideal. de u. . sL ho.. #arl Sch. Ele reconhece clara. e. . estrita da 0or/a de vontade individual. F1B u.eter e de .o ^eis e constitui/Mes. isto ).unidade e0etiva.a*e.a vontade dividida seria inconce4Ivel. u.e. Pois ela condu2 K ne*a/ão da li4erdade hu.ente da vontade.ais perniciosa e peri*osa da e5ua/ão 0ilosL0ica de li4erdade co.ais serão so4eranos J. de . . u. Todos os ne*Lcios polIticos são e se. Entre os teLricos politicos . sustentando 5ue. so4erania+ ) talve2 a conse5:6ncia polItica . u.entou.anter a pro. o 5ue 0i2ere. 5ue o poder deve ser so4erano. Essa identi0ica/ão de li4erdade co. 9er.a capacidade nãoJpolItica e .a instNncia. para a vontade. outro lu*ar o 0ato de as 0aculdades da vontade e da 0or/a de vontade constituIre. desli*adas de 5uais5uer outras 0aculdades..ais capacitado deIensor da no/ão de so4erania. e. derivando todos.. indivisIvel.ente.o polItico sL pode ser ad5uirida ao pre/o 7F18 9er os 5uatro pri. para evitar 0ac/Mes.itt ) o ..ples ra2ão de 5ue .cada cidadão deve pensar so. por de0ini/ão.. *rupo ou de u. da 0aculdade de pro.es.ens. contra Uontes5uieu.es.. seu 9erXassun*slehre. e 5ue.ente 0undada so4re esta vontade so4erana não seria eri*ida so4re areia. 0a/a.pre 0ora.inucioso arca4ou/o de la/os e o4ri*a/Mes para o 0uturo J co.odo a poder conce4er o poder polItico K i.entos ). 3a. Ela não se es5uivou Ks conse5:6ncias desse individualis. ou K co. disso..e.ana 5uando se perce4e 5ue os ho.eiros capItulos do se*undo livro de % #on.essa 0ace Ks incerte2as intrInsecas do 0uturo.os cidadãos não t6. transacionados dentro de u.o e1tre. e. Ele ar*u. tratados e alian/as J. so4re areia .o. ! e ss. livre ar4Itrio.preensão de 5ue a li4erdade de u. co. 5ue não e1iste co. u.

de u. atri4uto da vontade. lu*ar essa arJ F1? .a tradi/ão 0ilosL0ica ori*inaria.eios essencial. . .vontade *eral. não pode.o pode.a da li4erdade nos sur*e no hori2onte de tradi/Mes cristãs.a ve2. *rupo or*ani2ado.4ora.ente tal e1peri6ncia J nunca .ente se pode ser livre J co.ais e. deve. Dentro do 5uadro conceitual da :Gloso0ia tradicional. ) claro.ples.o indivIduo ou co. isto ). e de u.ens dese3a.inadas pelo 0ato de 5ue não ) o ho.a ilusão. ) precisa. certa.a li4erdade vivenciada apenas no processo de a/ão e e.pre 0oi u.ultanea.o ) peri*oso crer 5ue so.ente por5ue u.ais 0oi articulada co.os polIticos se.entos de viol6ncia. não por a. nada .ente. isto ). e1istir si. ou.es.ens aspira. co. ..or K erudi/ão e ne.o pela continuidade de nossa tradi/ão. lado. al). .enciona.o *rupo sendo so4erano.os pois. isto ). ) di0Icil perce4er. de todos os de.os 5ue pode e1istir u. se3a esta a vontade individual co.ens 5ue vive. .a clare2a clHssica. da so4erania. nenhu. $9 #o.eter K opressão da vontade.os e 5ue . acessLrio do 0a2er e do a*ir. co.o *rupos or*ani2ados.ente. .o indivIduos ou co. ser livres.as são os ho. renunciar. Ks suas tradi/Mes polIticas e pr)J0ilosL0icasB e.e. sL pode ser .ente K so4erania 5ue deve.as si. u. %nde os ho.a li4erdade 5ue não se3a u.o pode. Na verdade.uito di0Icil entender co. do . Se os ho. li4erdade e so4erania consenia.o. Entretanto. ) tão pouco realista ne*ar a li4erdade+ pelo 0ato da nãoJso4erania hu.ente nãoJ polIticos. estado de nãoJso4erania. para e1pressHJlo de outro .da li4erdade. de outro. Re*resse.i. e.antida pelos instru. 5ue são deter. a ser so4eranos. por ra2Mes 5ue 3H .es.os discutir a5ui. por u.ente antipo'tica.ais. K Anti*:idade. co. so4re a terra.ana co. se3a a .as si. So4 condi/Mes hu.ens e. a 5ual o4ri*o a . se su4. tão pouca identidade 5ue ne.es.ais u.ais. A 0a. a . . .anidade nunca tenha perdido inZ teira.osa so4erania dos or*anis. a hu.es. a 5ual. coe1istir li4erdade e nãoJso4erania.o todo o pro4le.odo.anas.o a li4erdade poderia ter sido dada a ho. ) de 0ato .

duas etapas di0erentesB sua pri.e/ado a 0a2er. Pois 5ual5uer coisa +5ue a literatura anti*a.e/ar u. cone1ão entre si. iniciador e lIder. E. A li4erJ F1< . E. .+ e.ticula/ão ) . condu2ir e.o lIderes. 5ue a4arca o co.4os os casos.o o dirIa. 5ue ) de Hrdua tradu/ão e 5ue de certo . o HrAhon. tenha a nos di2er acerca desses assuntos arrai*aJse essencial. lati. para nossos 0ins.a.a. ao .a e1peri6ncia na 5ual ser livre e a capacidade de co. co. o condu2ir.4as as lIn*uas possuIa.o. *overnarB e prHttein: lZvar a ca4o al*u.ente.4ora de .a coisa e.ovendoJse entre i*uais.4).ediante o 5ual al*o de novo ve. li4erado das necessidades da vida para e.ovi. . so4re os escravos e a 0a. as 5ualidades proe. os atos e eventos 5ue cha.os ho3e e. por >lti.eira etapa ) u.ente de .ulti0or.a nova e.e/ar.presas e. natural.e/ar.. As duas palavras *re*as são HrAhein: co.ente podia. co..e/o . o *overnar. isso não ) necessHrio. bevarJnosJla lon*e de.a*ir. e.anente e sustentadora de atos passados cu3os resultados são as res *estae.ente a*ir.e.a coisa.os uni0or. A palavra *re*a HrAhein.. co. *overnantes entre *overnantes.e/ar al*o novo coincidia. #o.a es0era de esplendor 5ue não ) a do pensa. o au1Ilio de outre. para dar inIcio a al*o novo. histLricos e polIticos J. terras distantes ou para a cidadania na po's. são teste..odo e1pri. tentar destilar conceitos ade5uados da literatura nãoJ0ilosL0ica J dos escritos po)ticos.ento conceitual. assi. .Hticos.ais. cu3a articula/ão eleva as e1peri6ncias a u.ente no curioso 0ato de 5ue a.aneira diversa. pais de 0a. o *overnante. %s ver4os latinos correspondentes são a*ere: pQr al*u. *overnantes 7isto ).e de HrAht0`in indica o se*uinte: so.e. ser livre e iniciar ta.presaB pois apenas co.Ilia8 e se tivesse.Ilia 5ue *overnasse. dra.e a continua/ão per.ais *overnava. a.inentes do ho. eles não . prHttein. E. outro caso. % si*ni0icado . e cu3o au1Ilio prestava.entoB e *erere. livre. *uarda. tanto *re*a co.undo. a a/ão ocorre e.e/ar al*o de novo os 5ue 0osse.ais di0Icil de ser captada do 5ue nos escritos dos 0ilLso0os.as era. levar a ca4o o 5ue 5uer 5ue tivesse co. para co.o latina.os de histLricos. ou se3a. dois ver4os para desi*nar a5uilo 5ue cha. dia. a li4erdade era vivenciada na espontaneidade.unho de u. poderia real.

o a Historio*ra0ia *re*a. ocasional. cu3as conse5:6ncias precisava. *arantia da li4erdade ro. polItica a sua histLriaB partia. con3unta. a . pois. o 5ue 5uer 5ue tivesse. da 0unda/ão da cidade.a id)ia polItica vHlida de li4erdade e.os e.anoB sua li4erdade li*avaJse ao inIcio 5ue seus antepassados havia. presos ao inIcio da histLria ro.ana era u.ente diverso. na HistLria da Filoso0ia.ana. tornando.. . 5ue sur*e.anos.ana. e a li4erdade ) conce4iJ F1E . 5ual5uer outra de suas o4ras. ao 5ue parece.a*ina. Entretanto. se re4elara. A*ostinho.ana. conce4ida de .ente.penhou nenhu.as ta.4). pois esse inIcio continha o ele. contra as tend6ncias antipolIticas da escola socrHtica.ente ro.4ora essa discussão se tornasse decisiva para a tradi/ão. u. Se a histLria das id)ias 0osse tão coerente co.ente tão polItica co. :\ verdade 5ue os escritores ro..anas do 5ue e. e1clusiva.pria .era narrativa das *randes 0a/anhas e eventosB ao contrHrio de TucIdides ou de HerLdoto.o li4eru. suas perple1idades. o *rande pensador cristão 5ue de 0ato introdu2iu o livre ar4Itrio de Paulo.ais do pano de 0undo das e1peri6ncias especi0ica..ais 5ue natural. papel na Filoso0ia *re*a 3usta. de relatar.anos se.odo inteira. essencial.o ) . De #ivitate Dei. de *erir.ana. seus historiadores i. A*ostinho apenas a discussão de li4erdade co. cu3os ne*Lcios os descendentes tinha.ente devido K sua ori*e.dade ro.os ter ainda . A Historio*ra0ia ro. A*ostinho. 3unta.a ao povo ro.as sua curiosa 0alta de talento 0ilosL0ico. le*ado trans. esta4elecido ao 0undar a cidade.ana. co. A #idade de Deus.ana.ente co.ento aut6ntico da li4erdade ro. Todas essas era..pediu de encontrar u.ente polItica. não encontra.a no/ão. deverIa.itido pelos 0undadores de Ro. seu >nico tratado polItico.ente. caracteristica.pre se sentira.enos esperan/a de encontrar u. os historiadores ro. e. conceito teLrico de li4erdade 5ue 0osse ade5uado Ks suas prLprias e1peri6ncias e Ks *randiosas institui/Mes de li4erdade presentes na res pu4lica ro.o Ks ve2es. ar4itriu. .entos cu. a4 ur4e condita. os i.en*randecer. e. nunca se contentou co. E. arcar e cu3os 0unda. ^H disse 5ue o conceito anti*o de li4erdade não dese.ente. co.. as res *estae da Rep>4lica ro.. 0ala . assi.

ento e de di0Icil co.a palavra co.e.iliares 5ue a no/ão de 5ue u..e.o u.e.e. a u.ento de cada ho. assi.itivo são tão 0a.pressão se alteraria consideravel. cap.preensão. . As 0ortes tend6ncias antipolIticas do #ristianis. ou . FT. pode co.e/o se torna . ) o 5ue os Evan*elhos cha.e/o.ado.ento da li4erdade no universoB o ho.ente eventos so4renaturais. de 5ue tal i.undo a 0aculdade de co. suas i.o u. pensador cristão tenha sido o pri.anaB . 5ue a li4erdade 5ua co.e/arB ser hu. Estou convencida. ao sur*i.preensão da li4erdade. A >nica e1plica/ão 5ue ve. nessa parte de sua o4ra.os nessas passa*ens u.as so. no entanto.e/o inicial ) rea0ir. possua a li4erdade co. u. e 5ue.ente o 5ue todos os .as a capacidade hu.4).undo.ano. to. tanto os e1ecuJ 7FF8 bivro S$$.plica/Mes 0ilosL0icas. Por5ue ) u. Não se trata tanto de 5ue o ho. 0or.a disposi/ão hu.orte de cada indivIduo. K . o ho.as co.e/o e.o 0ui` FF.undo 3H e1istente al*u. . . ) livre por5ue ele ) u. co. co. 0oi criado depois 5ue o universo passara a e1istir: OXnitiu. na verdade seu produto. ro.ila*res não são clara.es. ne. ou se3a.ais a s)rio e.a >nica e .o pri. cada caso ve. .eiro a 0or.o de e5uacionHJlo.ente ) 5ue A*ostinho era. ta. 5ue nas palavras dos Evan*elhos ) capa2 de re.ila*res.o. para introdu2ir no . esse co.ano e ser livre são u.a coisa nova 5ue continuarH a e1istir depois da . u.ila*res. A o4ra da 0).over . Deus criou o ho.ana no .. e si.ana 5ue corresponde a essa pot6ncia.P ut esset.e/ar: a li4erdade.ontanhas.ular as i.ulou a e1peri6ncia polItica central da Anti*:idade ro. e5uacionar sua apari/ão no . so4re ser cristão.e.os ne*li*enciar a5ui as di0iculdades e nos re0erir apenas Ks passa*ens e.da a5ui não co. 5ue os . creatus est ho..plica/Mes 0ilosL0icas da id)ia polItica anti*a da li4erdade nos soa 5uase parado1al. carHter da e1ist6ncia hu.a.ana. No nasci. Pode.adas .undo.ente se as palavras de ^esus #risto 0osse.ani0esta no ato de 0unda/ão.ara. ante 5ue.a e1traordinHria co. Encontra. .ana Inti. e e.a coisa. a 0). não ) a vontade. FX= . particular da pot6ncia inerente K li4erdade hu. pois e.elhor.uitas acep/Mes no Novo Testa.

ente per.os i. estH su3eito. não i.icos e sendo nLs .e/ar.4). o a4soluta.e.4). a se tornar tão auto.a a vida hu.Htico.ana. pode..Hticos a 5ue o ho.Hticos: pelos processos terrestres naturais. u. por seu turno envolvidos por processos cLs.ens co. As #i6ncias HistLricas conhece. e co. a despeito de ser o reino da a/ão. de u.os parte ta.edida e.a parece predeter. 5ue 0a2e. e.a necessidade 4iolL*ica.aior espa/o na histLria re*istradaB os perIodos de e1ist6ncia livre 0ora.o ) inerente a todos os processos. de u. Se.Hticos co.pelidos por 0or/as si. de ru.o os e0etuadolS por a*entes divinos. '. E: da nature2a dos processos auto.ente inesperado. cu3o conte1to constitua.al.e.etros.ento para a .. co.a s)rie 5ual5uer de aconteci. do ser para o nãoJser.ente curtos na histLria da hu.e.os histLricos e 5ue tende.pre: interrup/Mes de u.a inevitHvel ) a 0aculdade da prLpria li4erdade. por). % 5ue nor.pre relativa.icos ou naturaiZ. 0a2 parte ta.o T1? processos cLs.ana situada so4re a terra ) circundada por processos auto. arrastarJse e perdurar por s)culos eles che*a.entos.4pra tenha. Nossa vida polItica.es.ar atrav)s da a/ão.porta 5ual possa ser sua ori*e. ato. ho. do nasci. condu2e.9e2 por todas.o se. sido acionados pelo ho.enos destruidores 5ue os processos vitais naturais 5ue diri*e.a nature2a or*Nnica. disso.inada.ina. tornado auto.. a pura capacidade de co. não são .atis.ente decadentes nas 5uais a ru. desses processos 5ue deno. se. de al*u.ais.: ) por isso 5ue nenhu.ediavel.anidade. processo auto. K saciedade casos de civili2a/Mes petri0icadas e irre. d>vida nenhu. nenhu.a .elhantes processos histLricos de esta*na/ão pode.a ve2 5ue processos histLricos e arti0iciais se tenha. evento isolado. si*ni0icar ruIna para a vida hu.anece intacto nas )pocas de petri0ica/ão e. 4iolo*ica. no interior dos 5uais e contra os 5uais pode se a0ir.orte. ser se. seus prLprios parN.tados por ho. isto ). a ocupar o . nosso or*anis. e. A verdade ) 5ue o auto.ilares na . sL podere.ente.a na/ão ou a hu.o e 5ue e. 5ue F1! . li4ertar e salvar u. deve.anidade.o u.Hticos. al). 3a.

.per no .ento da terra a partir de processos cLs. u.e.e. não ) polItica.a capacidade de reali2ar . a partir dos processos da.os encontrar e. todos . a li4erdade não ) vivenciada co.anece oculta.o u. di2er.ente co. contudo.. dentre todas as criaturas terrenas. e ). se*ueJ se 5ue u.ente i.odo de ser co.anas e 5ue constitui a 0onte oculta de todas as coisas *randes e 4elas. na lin*ua*e. \ da prLpria nature2a de todo novo inIcio o irro.ina. considerado.anas. parece ter rece4ido. Uas en5uanto essa 0onte per.Hticos.a das 0aculdades hu. e cu3os sinais e vestI*ios pode. e 0inal. Todo ato..atis. \ por5ue a 0onte da li4erdade per.ais. do.ani. não o4stante.ente esse in0inita.. ) u. 5uase todas as suas atividades.o interro. .pro4a4ilidade in0inita.a .4). i.virtude.ano a partir das esp)cies ani.e/o são essencial. .a realidade tan*Ivel e concretaB isto ). Se ) verdade 5ue a/ão e co. sL se desenvolve co. não da perspectiva do a*ente.ila*res deve ser incluIda ta. J isto ).potente para interro.pe. al*o 5ue não poderia ser esperado.o 5uando a vida polItica se tornou petri0icada e a a/ão polItica.per processos auto.o u.a/ão de vida or*Nnica a partir de processos inor*Nnicos.ente nãoJpolIticoB e. a evolu/ão do *6nero hu. suprel1`T 5ue so. 5ue a li4erdade pode ser con0undida tão 0acil. 3usta.ais estranho do 5ue o ) real. e. do ponto de vista dos processos no universo e na nature2a.as 5ue.ente. . . a li4erdade não ) u. Pois. $sso soa . F1G .as co. para usar desta e1pressão J o apareci. u.a*adoras. cu3o 5uadro de re0er6ncia ele ocorre e cu3o auto.i.ente. a 0or.ento da vida or*Nnica so4re ela.i.eno essencial..a cadeia de .provHvel 5ue constitui de 0ato a verdadeira tra.ila*re.ento da terra.o u.icos e a evolu/ão do ho.ila*res.es.as do processo e.undo co. plenitude onde a a/ão tiver criado seu prLprio espa/o concreto onde possa.ente es.a de tudo 5ue deno.os de real. tais circunstNncias.anece presente . Toda nossa e1ist6ncia se assenta.ente o ho.a e inspira todas as atividades hu. o apareci. e de suas pro4a4ilidades estatistica.ente id6nticos.pro4a4ilidades in0initas. na *a. vida or*Nnica constitue. sua prLpria esp)cie de . o desenvolvi. por assi. a0inal.B são . 0enQ.ila*res. e virtuosidade. sair de seu esconderi3o e 0a2er sua apari/ão.

tanta 0re5:6ncia 5ue parece estranho at) . por .previsIvel e pelo i. en5uanto ser 5ue a*e.atica. Uas o .ila*res so4renaturais seria 5uase inco.plo dos processos naturais 5ue são interro. Não ).pacto de u. aviso de realis.a.or ou esperan/a. Se. \ claro 5ue o e1e. E.os real na e1peri6ncia ordinHria veio a e1istir . para . arti0icialB ao contrHrio. \ e. toda realidade 5ue os aconteci.pre portanto irresistIvel.predi2Ivel. os pratos da 4alan/a e.pro4a4ilidade ocorre co. Escolhi o e1e.entos são .es. Seria pura supersti/ão a*uardar . 5ue ) T1 ho. ) repleta de eventosB a5ui.ente i.ente e1plicHvelB sua 0atualidade transcende e. na verdade. % prLprio i.ila*res.ila*res.ente eli.iraculoso parecerH o ato 5ue resulta na li4erdade.era.. e at) . te.pro4a4ilidade. e esperar .es. virtude desse ele. . 5uanto .ana..preensIvel. .4ito dos assuntos hu. ne. A e1peri6ncia 5ue nos di2 5ue os aconteci. F1 .e. pois. co.in0inita.anos.ais 5ue se3a.Hticos.ples. co.ais . procurar pelo i.do diaJaJdia.pidos pelo advento de u. pelo initiu.ais e1traordinHrias 5ue a 0ic/ão. e.o 0alar de .pre auto. na di.a .ais 0or/a pendere. o .ado.otivo dessa 0re5:6ncia estH si.ita/Mes. contraposi/ão co. u.iraculoso. e não pode ser .ente e 5ue parece se. aconteci.ente aplicado ao N.o/ão e surpresa u.ensão da polItica. a nature2a.aior parte da5uilo 5ue cha. princIpio 5ual5uer antecipa/ão.ila*re do acidente e da in0inita i.entos. e.. estar preparado para 5uando viere.4ora ne.a ve2 se tenha.ila*res não ) ar4itrHria ne. nos causa.a e 5uase. 0avor do desastre. presente e.plo possui suas li.inado. essa e1peri6ncia 4anal.ostrar 5ue a . o papel 5ue a reli*ião atri4ui a .pidos pela iniciativa hu. A histLria. .o isso possa ser co.ediante coincid6ncias 5ue são . antecipados co.in0inita i.entZ no 0ato de 5ue os processos histLricos são criados e constante.provHvel. pouco supersticioso. consu. .es.o.pleta. pois ) o desastre e não a salva/ão 5ue acontece se.enteBh .ente interro.o u.ila*res. u. o . ela ) naturalIssi.ento nunca ) inteira. no conte1to de processos histLricos ou polIticos auto.a trivialidade na vida ord$nHria.

a realidade 5ue lhes pertence de direito. rece4ido o d>plice do. levar e. pode.o o ho3e são se.pro4a4ilidades. inIcio e u. na di. conhece.e. .anhã se3a co.ens 5ue os reali2a.a vida se desenvolvesse a partir de processos inor*Nnicos.er*isse ho.ente tão es.os o autor dos .in0initas i.e.icas. ) u.al.ente.ila*res. da li4erdade e da a/ão. conta 5ue o ho.a*adoras. FFT . J ho..iraculoso inerente aos eventos 5ue esta4elece. São ho.ensão hu.a terra dentre as ocorr6ncias cLs.pre es. de 5ue nenhu. a realidade histLrica estH e. esta4elecer u.as 5uase tanto co. A di0eren/a decisiva entre as . iniciador.ana.ens 5ue. por tere. da evolu/ão da vida ani. 5ue. ) verdade. al*u. isto ). e de 5ue não e.a*adoras. as possi4ilidades de 5ue o a. vendo do lado de 0ora e se. so4re as 5uais se 4aseia a realidade de nossa vida terrena e o carHter ..%43etiva.o as possi4ilidades de 5ue não sur*isse nunca u. Não e1ata.

)rica.ais caracterIsticos e su*estivos ) a crise periLdica na educa/ão. no transcurso da >lti.ani0esta diversa.oderno e. A #R$SE NA ED'#Acl%. 5ue se to. u.indo 0or.ou. 5uase toda es0era da vida se .undo . aparecendo 5uase diaria.a polItico de pri. #erta. declIJ FF1 . $ A crise *eral 5ue aco.a d)cada pelo . toda parte e e. envolvendo Hreas e assu.eira *rande2a.enos.ente no noticiHrio 3ornalIstico. cada paIs.ente e.eteu o . N a A. pro4le. u. de seus aspectos .a*ina/ão para detectar os peri*os de u.ente não ) preciso *rande i.E.as diversas.

ente pelos in>.eu caso ao tratar de u. sido su4linhada apropriada.a escolar não se teria tornado u.onstrado invariavel. 0uturo previsIvel. sido incapa2es de lidar co.ar). pratica.pre crescente nos padrMes ele. paIs pode.pre a tenta/ão de crer 5ue esta. as 5uestMes principais do s)culo. hH se. e.a polItico e as autoridades educacionais não teria.ais partes do . ou .ediata.pos de concentra/ão e de e1ter.ente. responsa4ili2ar deter. pro4le. u.ente FFF .ente a0etados. ) u. evidente.eros es0or/os 4aldados das autoridades educacionais para deter a .Inio. Al).itir co.os tratando de pro4le.a crise na educa/ão a seriedade devida. sentido especiali2ado.es. \ 3usta. ele pode nada sa4er 7e esse ). hH outra ra2ão ainda .a situa/ão pro4le.a crise na educa/ão. ser i*ual. disso.a re*ra *eral neste s)culo 5ue 5ual5uer coisa 5ue se3a possIvel e. a crise e.entares na totalidade do siste. dar aten/ão a dist>r4ios e. \ de 0ato tentador considerHJla co.portantes so. provavel.a te. co.ente. Hreas acerca das 5uais. e. contudo. parecer aconselhHvel.nio se. o . hH a5ui . não o4stante as apar6ncias contrHrias de propriedade.po.ente 5ual5uer outro paIs.ais convincente para 5ue ele se preocupe co.ente contrapartida nas de.inadas peculiaridades da vida nos Estados 'nidos 5ue não encontraria.o u. tanto di0Icil dar a u. se espalhou por toda a Europa a partir do t)r. e a seriedade do pro4le. nosso siste. ao lei*o. pelo 5ual se deveria.eno local e se.ente essa cren/a 5ue se te.ediata.parar.os essa crise na educa/ão co. 0enQ. #erta.ente 0alsa e.ais 5ue a eni*. posto 5ue não sou educadora pro0issional8.ente para os i. cone1ão co. a a*ita/ão revolucionHria 5ue se sucedeu K Pri.ente possIvel e. de. as e1peri6ncias polIticas de outros paIses no s)culo SS.a escolar. os ca.o u.alJestar 5ue. u. nossa )poca: podeJse ad. co. i. o pro0undo .o co. Se isso 0osse verdadeiro.ino da Se*unda Wuerra Uundial.undo. m parte essas ra2Mes *erais 5ue 0aria. ela a te.Htica na 5ual ele não estH i.eira Wuerra Uundial. Apesar disso. se co.as especI0icos con0inados a 0ronteiras histLricas e nacionais.Htica 5uestão de sa4er por 5ue ^oão2inho não sa4e ler.

'.ir 0un/Mes 5ue.odo 3ul*a.a atitude dessas não apenas a*u/a a crise co. . desastre 5uando responde.ente di0Icil dos *rupos )tnicos . 0ator na polItica.a terra de i.entos diretos. proporcionada pelo prLprio 0ato da crise J 5ue dilacera 0achadas e o4litera preconceitos J.o para a .es.pre 0oi u.os a ela co.i*rantesB co.ente 5ue u.ais diversos J nunca co.ente elas constituIa.)rica u.pleta. indiscutivel. a e1plica/ão reside no 0ato de 5ue a A.as de 5ual5uer . co.ericani2a/ão dos 0ilhos de i.ente 5ue perde.a .)rica se. respostas a 5uestMes. e. e a ra2ão ) 5ue.a crise nos o4ri*a a voltar Ks 5uestMes .ente lo*rada. a 0usão e1tre.possIvel che*ar a isolar co. 5ue ele aparece.ento de preconceitos si*ni0ica si. outros paIses.os de ordinHrio se.ediante a instru/ão.)rica. '.ente .ente.penha u.os as respostas e. ) si*ni0icativo o 0ato de encontrar.i*rantes.aior parte dessas crian/as o in*l6s não ) a lIn*ua natal.)rica. . para o .penhadas nor.a. Tecnica.ente as e1pectativas J sL pode ser cu.paravel.as e e1i*e respostas novas ou velhas.undo.portante politica. #o. % desapareci.ente u.o ) L4vio.ente a educa/ão dese. talve2. o .undo.i*ra/ão contInua dese. papel di0erente e inco. #ontudo. ) claro.a na/ãoJestado. preconceitos. apenas na A.ar real. 3uI2os pr)J 0or.a crise sL se torna u.4ora a crise na educa/ão possa a0etar todo o .o nos priva da e1peri6ncia da realidade e da oportunidade por ela proporcionada K re0le1ão. de e1plorar e investi*ar a ess6ncia da 5uestão e. Por .al.ados.a na A.ais e1tre. isto ).prida .as superando continua.ente deve assu. '.ente do 5ue e. seria.ente o ele.ais clara. Na A.as te. esta o4via. ) i.penha FF? . \ a oportunidade.a crise. dese. E. pro4le. u. 5uerer perce4er 5ue ori*inaria.ente no lar.pleta.a *eral possa se apresentar e.ais i.envolvido.ento universal das circunstNncias especI0icas e. ainda assi. 5ue ser aprendida na escola. . educa/ão e a.a crise na educa/ão poderia se to.ais decisivo para nossas considera/Mes ) o papel 5ue a i. tudo a5uilo 5ue 0oi posto a nu. 5ue nos apoiHva. e a ess6ncia da educa/ão ) a natalidade.os sua 0or. u.ples. o 0ato de 5ue seres nasce.

a *arantia de 5ue isto representa a nova orde.pre 0oi o le.periais ou ser pre*ada co.a3or i. Uas ao . Esse 0oi o intento ou lei 4Hsica e. anos o desenvolvi.a i. .)rica co. dessa 0unda/ão de u. 5ue plane3ava a4olir a po4re2a e a escravidão.o pessoas 3ovens. sua estrutura polItica. % si*ni0icado dessa nova orde.undo.ento e. e1i4ido e.portNncia dadas aos rec).pouco 0oi seu propLsito i. u. % entusias.inante se. 1!=E J isto ). paIs colonial carecendo de i. o ..ples. era. toda nota de dLlar J Novus %rdo Secloru. tal precede de 5uase ce. e 5ue co.pre considerei a coloni2a/ão da A. as crian/as.idade co.. u. presu.ento.o costu. Nas palavras pronunciadas por ^ohn Ada. novo . 0oi e ) a eli. ter dado 4oasJvindas a todos os po4res e escravi2ados do .)rica co. os rec).aior e e.undo e1terior caracteri2ouJse desde o inIcio pelo 0ato de esta rep>4lica. e ta. não se desli*ou do . 5ual a A. ultrapassado a in0Nncia e estare.ancipa/ão da parte escravi2ada do *6nero hu.ina/ão da po4re2a e da opressão.ava suceder alhures na 0unda/ão de utopias J para con0rontarJse co.unidade dos adultos co.o a a4ertura de u.itada.aneira e. con0or.itante con0ian/a e. E.ericana. as 5uais.o e1traordinHrio pelo 5ue ) novo. e. FF< .Jche*ados por nasci.ivel.per0ecti4ilidade ili.odelo per0eito. essa nova orde.ho.a aten/ão .i*rantes.. e a conco.o.s e.a Nova %rde. %s i. se. sua *rande2a consiste no 0ato de 5ue.presso e. evan*elho a outros.es.)rica o 0ator deter. u.)rica não ) si. prontas para in*ressar na co.a . isto ). ve2 disso.por pretensMes i. Para a A.Se. sua rela/ão co. de 5ual5uer . instru/ão.u. co. ao tere.ina/ão e e.undo contra o anti*o.4ora independa deles e.e. *randioso desI*nio da provid6ncia para a ilu.undo e1terior J co. .o te.ano so4re toda a terra. J o4servada por Toc5ueville co. do Uundo...na consci6ncia polItica e na estrutura psI5uica do paIs.ente u. A A. desde o inIcio. antes da Declara/ão da $ndepend6ncia J . outros paIses do %cidente J.i*rantes para povoar a terra. '.e/ou sua e1ist6ncia histLrica e polItica.ente resultaria. 5uase todos os aspectos da vida diHria a.o u. são para o paIs u.po.Jche*ados.o o credo do .

ente na5uele s)culo. % papel dese. a partir dos te.anhã utLpico ) ne*ado. e a prLpria atividade polItica 0oi conce4ida co. de 5ue esse pathos do novo. A educa/ão não pode dese. e.ava.ente o .ostra o 5uanto parece natural iniciar u. u. a. DerivouJse dessa 0onte. si.ples.ente as doutrina.ento e por nature2a novos. #o.o Ks crian/as 5ue se 5uer educar para 5ue se3a. No 5ue toca K polItica.penhado pela educa/ão e.es.os co. todas as utopias polIticas.undo co.e/ar das crian/as se se 5uer produ2ir novas condi/Mes per. se verH o4ri*ado K pavorosa conclusão platQnica: o 4ani. 4aseada na a4soluta superioridade do adulto. co.pre*nado de Rousseau e de 0ato direta.os *re*os cha. na polItica.ente Li neLi.indo o es0or/o de persuasão e correndo o risco do 0racasso. de 0ato. &ue. assu. contudo. si. 5uer 5ue 5ueira educar adultos na realidade pretende a*ir co. Por esse .ente in0luenciado por Rousseau. ne.ento da polItica.o u.ente criar u. soa .o u. instru.pli.pediJlos de atividade polItica.aneceu sendo principal. novo .. a princIpio.ente anterior ao s)culo S9$$$. atrav)s de 0or/a e coa/ão. so. atrav)s da persuasão. 0ait acco.ulacro de educa/ão. a palavra . no 5ual a educa/ão tornouJse u. cidadãos de u.penhar papel nenhu.ente u. a5ueles 5ue são por nasci.educa/ão.ente se desenvolveu conceitual e politica.entos revolucionHrios de 0eitio tirNnico 5ue. *rave e5uIvoco: ao inv)s de 3untarJse aos seus i*uais.otivo na Europa. ao che*are. pois na polItica lida.plica o4via. ideal educacional. e 5ue se tornou decisivo para o si*ni0icado da educa/ão. isto ).ais velhas do Estado a ser 0undado.ples. polItica . isso i. os novos. isto ). ne.a de educa/ão.a nova orde.o não se pode educar adultos. e a tentativa de produ2ir o novo co. dese3ar seria.ediante a educa/ão. seu prLprio FFE .ovi.a 0or. o uso da 0or/a. hH a interven/ão ditatorial.o *uardião e i. a cren/a de 5ue se deve co. a5ueles 5ue 3H estão educados. HH o 0ato adicional.pos anti*os. su4trae.o se o novo 3H e1istisse. polIticaB o 5ue hH ) u.4ora consideravel. Uas . &ue. as cnan/as a seus pais e si.onopLlio dos . . en5uanto o o43etivo real ) a coer/ão se. i.al e.ento de todas as pessoas . ao poder.

as. o 5ue 5uer 5ue o . 1T papel polItico 5ue a educa/ão e0etiva.a i.undo anti*o e a entrar e.ente representa e. construIdo pelos vivos e pelos .undo anti*o. plena consci6ncia de u.as a0eta. a de 5ue ) possIvel 0undar u. isto ). #o.undo novo sL pode si*ni0icar o dese3o de arrancar das . respeito K prLpria educa/ão.iscelNnea de 4o.ente não ) esta. 5ue. . continuu.Jche*ados sua prLpria oportunidade 0ace ao novo. so4 a divisa da FF= . para a.oderna`` teorias educacionais ori*inHrias da Europa #entral e 5ue consiste.ais s)rias apenas e.a terra de i.ple1o de .ãos dos rec). e. a seus pais. novo .ente .ana o 0ato de 5ue cada *era/ão se trans0or.a solu/ão para a po4re2a e para a opressão.ais 0orte do 5ue a realidade.Novo Uundo.oZ na A. tudo isso encora3a a ilusão de 5ue u.4ora ad.ortos. de u. 0undHJla co. e ) e1ata.o polItico. 0oi re3eitado por não poder encontrar nenhu.ais.es.pressionante . pois. A5ui. o 0ato de 5ue as escolas não apenas serve.ais novos.ericana 4Hsica..odo al*u. possi4ilitou K5uele co.undo novo estH sendo construIdo .papel 0uturo no or*anis. e de 5ue a5ui as pessoas são de 0ato a3udadas a se des0a2ere.undo adulto possa propor de novo ) necessaria.u+ndo vellio. ocorre na A. e o 5:6 ) . 0: claro 5ue a verdadeira situa/ão a4soluta.ais velho do 5ue eles . e sL ) novo para os 5ue aca4ara. ta. 5ual se3Bl.a nova orde.ente de u.)rica.undo pree1istente.a e. de penetrar nele pela i.4).irHvel por outros . u. . retira seu si*ni0icado de 9elho Uundo. de tal .a e1peri6ncia a. nosso prLprio s)culo.es.undo no 5ual são introdu2idas as crian/as.ais nada. a ilusão e.odo 5ue preparar u. por). .er*ente do pathos do novo produ2iu suas conse5:6ncias ..otivos. . pois 4rota direta. senso e a4surdo levar a ca4o. histLrico. de u.ente esses pro4le.i*ra/ão.a nova *era/ão para u.undo.ericani2ar as crian/as . % . .)rica.ediante a educa/ão das crian/as. . Pertence K prLpria nature2a da condi/ão hu. u. do ponto de vista dos . pois a 0rase . . u.os.i*rantes. u.ente esse 0ato 5ue torna tão di0Icil 3ul*ar a5ui correta. ) u. Tudo isso de . Antes de . a +ilusão ) .

educa/ão pro*ressista, u,a radical revolu/ão e, todo o siste,a educacional. A5uilo 5ue na Europa per,anecia sendo u, e1peri,ento, testado a5ui e ali e, deter,inadas escolas e e, institui/Mes educacionais isoladas e estendendo depois *radual,ente sua in0lu6ncia a al*uns 4airros, na A,)rica, hH cerca de vinte e cinco anos atrHs, derru4ou co,pleta,ente, co,o 5ue de u, dia para outro, todas as tradi/Mes e ,)todos esta4elecidos de ensino e de aprendi2a*e,. J Não entrarei e, detalhes, e dei1o de 0ora as escolas particulares e, so4retudo, o siste,a escolar paro5uial catLlicoJro,ano. % 0ato i,portante ) 5ue, por causa de deter,inadas teorias, 4oas ou ,Hs, todas as re*ras do 3uI2o hu,ano nor,al 0ora, postas de parte. ', procedi,ento co,o esse possui se,pre *rande e perniciosa ,i,portNncia, so4retudo e, u, paIs 5ue con0ia e, tão lar*a escala no 4o, senso e, sua vida polItica. Se,pre 5ue, e, 5uestMes polIticas, o são 3uI2o hu,ano 0racassa ou renuncia K tentativa de 0ornecer respostas, nos depara,os co, u,a criseB pois essa esp)cie de 3uI2o ), na realidade, a5uele senso co,u, e, virtude do 5ual nLs e rioss,os cinco sentidos individuais estão adaptados a u, >nico ,undo co,u, a todos nLs, e co, a a3uda do 5ual nele nos ,ove,os. % desapareci,ento do senso co,u, nos dias atuais ) o sinal ,ais se*uro da crise atual. E, toda crise, ) destruIda u,a parte do ,undo, al*u,a coisa co,u, a todos nLs. A 0al6ncia do 4o, senso aponta, co,o u,a vara ,H*ica, o lu*ar e, 5ue ocorreu esse des,orona,ento. +E, todo caso, a resposta K 5uestão: J Por 5ue ^oão2inho não sa4e lerR J ou K 5uestão ,ais *eral: J Por 5ue os nIveis escolares da escola a,ericana ,)dia acha,Jse tão atrasados e, rela/ão aos padrMes ,)dios na totalidade dos paIses da EuropaR J não ), in0eli2,ente, si,ples,ente o 0ato de ser este u, paIs 3ove, 5ue não alcan/ou ainda TS padrMes do 9elho Uundo, ,as, ao contrHrio, o 0ato de ser este paIs, nesse ca,po particular, o ,ais .avan/ado. e ,oderno do ,undo. E isso ) verdadeiro e, u, d>plice sentido: e, parte al*u,a os pro4le,as educacionais de u,a sociedade de ,assas se tornara, tão a*udos, e e, nenhu, outro lu*ar as teorias ,ais ,odernas no ca,J FF!

po da Peda*o*ia 0ora, aceitas tão servil e indiscri,inada,ente. Desse ,odo, a crise na educa/ão a,ericana, de u, lado, anuncia a 4ancarrota da educa/ão pro*ressiva e, de outro, apresen,ta u, pro4le,a i,ensa,ente di0Icil por ter sur*ido so4 as condi/Mes de u,a s&ciedade de ,assas e e, resposta Ks suas e1i*6ncias. A esse respeito, deve,os ter e, ,ente u, outro 0ator ,ais *eral 5ue, ) certo, não provocou a crise, ,as 5ue a a*ravou e, notHvel intensidade, e 5ue ) o papel sin*ular 5ue o conceito de i*ualdade dese,penha e se,pre dese,penhou na vida a,ericana. HH nisso ,uito ,ais 5ue a i*ualdade perante a lei, ,ais, ta,4),, 5ue o nivela,ento das distin/Mes de classe, e ,ais ainda 5ue o e1presso na 0rase .i*ualdade de oportunidades., e,4ora estZ tenha u,a ,aior i,portNncia e, nosso conte1to, dado 5ue, no ,odo de ver a,ericano, o direito K educa/ão ) u, dos inalienHveis direitos cIvicos. Este >lti,o 0oi decisivo para a estrutura do siste,a de escolas p>4licas, por5uanto escolas secundHrias, no sentido europeu, constitue, e1ce/Mes. #o,o a 0re5:6ncia escolar o4ri*atLria se estende K idade de de2esseis anos, toda crian/a deve che*ar ao. col)*io, e o col)*io ) portanto, 4asica,ente, u,a esp)cie de continua/ão da escola pri,Hria. E, conse5:6ncia dessa aus6ncia de u,a escola secundHria, a prepara/ão para o curso superior te, 5ue ser proporcionada pelos prLprios cursos superiores, cu3os currIculos padece,, por isso, de u,a so4recar*a crQnica, a 5ual a0eta por sua ve2 a 5ualidade do tra4alho ali reali2ado. PoderJseJla talve2 pensar, K pri,eira vista, 5ue essa ano,alia pertence K prLpria nature2a de u,a sociedade de ,assas na 5ual a educa/ão não ) ,ais u, privil)*io das classes a4astadas. ',a vista d+olhos+ na $n*laterra, onde, co,o todos sa4e,, a educa/ão secundHria ta,4), 0oi posta K disposi/ão, e, anos recentes, de todas as classes da popula/ão, ,ostrarH 5ue não ) isso +T 5ue ocorre. bH, ao 0i, da escola pri,Hria, tendo os estudantes a idade de on2e anos, instituiuse o te,Ivel e1a,e 5ue eli,ina 5uase 1Tn dos escolares 5uali0icados para instru/ão superior. % ri*or dessa sele/ão. não 0oi aceito, ,es,o na $n*laterra, se, protestosB na A,)rica, ele si,ples,ente teria sido i,J FFG

possIvel. % 5ue ) intentado na $n*laterra ) a .,eritocracia., 5ue ) o4via,ente ,ais u,a ve2 o esta4eleci,ento de u,a oli*ar5uia, dessa ve2 não de ri5ue2a ou de nasci,ento, ,as de talento. Uas isso si*ni0ica, ,es,o 5ue o povo in*l6s não este3a inteira,ente esclarecido a respeito, 5ue, ,es,o so4 u, *overno socialista, o paIs continuarH a ser *overnado co,o o te, sido desde te,pos i,e,oriais, isto ), ne, co,o ,onar5uia ne, co,o de,ocracia, por), co,p oli*ar5uia ou aristocracia J a >lti,a, caso se ad,ita o ponto de vista de 5ue os ,ais dotados são ta,4), os ,elhores, o 5ue não ) de ,odo al*u, u,a certe2a. Na A,)rica, u,a divisão 5uase 0Isica dessa esp)cie entre crian/as ,uito dotadas e pouco dotadas seria considerada intolerHvel. A ,eritocracia contradi2, tanto 5uanto 5ual5uer outra oli*ar5uia, o princIpio da i*ualdade 5ue re*e u,a de,ocracia i*ualitHria. Assi,, o 5ue to,a a crise educacional na A,)rica tão particular,ente a*uda ) o te,pera,ento polItico do paIs, 5ue espontanea,ente pele3a para i*ualar Fu apa*ar tanto 5uanto possIvel as di0eren/as entre 3ovens e velhos, entre dotados e pouco dotados, entre crian/as e adultos e, particular,ente, entre alunos e pro0essores. ( L4vio 5ue u, nivela,ento desse tipo sL pode ser e0etiva,ente consu,ado Ks custas da autoridade do ,estre ou Ks e1pensas da5uele 5ue ) ,ais dotado, dentre os estudantes. Entretanto, Z i*ual,ente L4vio, pelo ,enos a 5ual5uer pessoa 5ue tenha tido al*u, contato co, o siste,a educacional a,ericano, 5ue essa di0iculdade, enrai2ada na atitude polItica do paIs, possui ta,4), *randes vanta*ens, não apenas de tipo hu,ano ,as ta,4), educacional,ente 0alandoB .e, iMdo caso, esses 0atores *erais não pode, e1plicar a crise e, 5ue nos encontra,os presente,ente, e ta,pouco 3usti0ica, as ,edidas 5ue a precipitara,. 11 Essas desastrosas ,edi5as pode, ser re,ontadas es5ue,atica,ente a tr6s pressupostos 4Hsicos, todos ,aisrdo 5ue 0a,iliares. . % pri,eiro ) o de 5ue e1iste FF

pode. a crian/a não 0oi li4ertada.potente ante a crian/a individual e se. a solidariedade das de. entre outras conse5:6ncias.ente incapa2es de 0a26Jlo. con0ronto co.ultanea. desi*ual co. e si. te.pre consideravel. *era u. se.. ao e.a luta 4e. ) 4e. su3eita a u.ente o 5ue 0a2er e o 5ue não 0a2er repousa no prLprio *rupo de crian/as J e isso.o 5uando ela não ) sustentada por .a autoridade . .as no co. contato co.ente .inoria de u. na .es. 5ue o adulto se acha i. di2er. de sua prLpria classeB e.pulsão e1ternosB as crian/as são pura e si. per. natural.undo dos adultos. 5ue ) a tirania da . ) se. indivIduo isolado. isto ).u.. Assi. pior 5ue antes. encontraJse na posi/ão. . e. por assi. no entanto. 4anidas do . &uanto K crian/a no *rupo. .pre si.o 5ue este se3a u. sua situa/ão.ediHvel.a situa/ão dessas.os e 5ue se deve.a pessoa 5ue. Ele apenas pode di2erlhe 5ue 0a/a a5uilo 5ue lhe a*rada e depois evitar 5ue o pior aconte/a.ente o *rupo.uito . todo caso.ais terrIvel e verdadeira. ve2 disso.ada entre crian/as.ais crian/as.eios de co.. as crian/as.ples. E.itir 5ue elas *overne. Se a olhar. E ) assi. e.eiro pressuposto 4Hsico levar e.. a4soluta superioridade so4re ela. ela. de u. por de0ini/ão irre. ) verdade. u. ou 3o*adas a si F?T .ente tirNnica.a situa/ão e. As rela/Mes reais e nor. autQno.4ate a 5ue.undo.er*entes do 0ato de 5ue pessoas de todas as idades se encontra. Poucas pessoas adultas são capa2es de suportar u.os do ponto de vista da crian/a individual.anciparJse da autoridade dos adultos. a a4soluta .edida do po`BsIvel.ente. .ente reunidas no . .a . A autoridade de u.aioria. conta so. São elas.aioria dos outros. são assi. suspensas. as chances desta de se. o resultado 0oi sere. *rupo de crian/as. re4elar ou 0a2er 5ual5uer coisa por conta prLpria são pratica.ais severa autoridade de u.ais 0orte e tirNnica do 5ue a .es. A autorZdade 5ue di2 Ks crian/as individual. contar co. u. %s adultos aI estão apenas para au1iliar esse *overno.ais e. da ess6ncia desse pri. e não a crian/a individual.undo da crian/a e u. *rupo.ais entre crian/as e adultos.ente nulasB ela não se encontra .a sociedade 0or.

5ue a 0onte . na crise atual a Peda*o*ia e as escolaB de pro0essores sL se tornou possIvel devido a u. crian/as. cpntra o 5ual.a. se re4elar.ente ) u. o pro0essor nãoJautoritHrio. ar*u.ancipar inteira. elas não pode. 5ue pode si. co.o o pro0essor não precisa conhecer sua prLpria . ou entre*ues K tirania de seu prLprio *rupo.ente a aplica/ão do terceiro pressuposto 4Hsico e.ente a4andonados a seus prLprios recursos.ais le*Iti. disso.atis. Essa atitude.. se3a dada a isso a 0or. pressuposto 5ue o . Era .ples.ente nos col)*ios p>4licos..oderno de0endeu durante s)culos e 5ue encontrou e1pressão conceitual sisJ F?1 . A rea/ão das crian/as a. Al).ples. . pro0essor. por sua superiLridHde nu. sa4e .o a pessoa 5ue.es.Inio de 5ual5uer assunto particular. e 0re5:ente.a.a. o pernicioso papel 5ue representa. 5ue não apenas os estudantes são e0etiva.ente ensinalB+ 5ual5uer coisaB sua 0or. e não no do. por sere.ais 5ue nLs .a .4).ais e1istir. e do 5ual não pode.o lo*o vere.at)ria. ho.undo por lhes ter sido 4arrado o . *eral a ponto de se e.as d)cadas e.undo . So4 a in0lu6ncia. % se*undo pressuposto 4Hsico 5ue veio K tona na presente crise te. ela resultou nas >lti.undo dos adultos.a/ão dos pro0essores e.is.)todos de co.ais e0ica2. contra o 5ual. a ver co.a/ão ) no ensino. '. u.ouJse e.ente li*ada a u. $Ião raro acontece encontrarJse apenas u. pensavaJse. passo K 0rente de sua classe e.ento. o el`Gino.a 5ue se 5ueira. outro . escapar para nenhu.o.a t)oria .entar. não pode.pulsão por ser capa2 de con0iar apenas e.ente. estH natural.o ou a delin5:6ncia 3uvenil.uito si.ais e pode 0a2er . Dessa 0or. #ontudo.a da auZoridade do pro0essor.)rica. por sua ve2. nosso conte1to. particular.istura de a.e. $sso 5uer di2er. #o.ente da .at)ria e0etiva a ser ensinada. suas prLprias . a Peda*o*ia trans0or.a ci6ncia do ensino e. da Psicolo*ia . não pode . u. inti. sua prLpria autoridade.oderna acerca da aprendi2a*e. conheci.at)rias.os. pressuposto 4Hsico acerca da aprendi2a*e.. essa pressão tende a ser ou o con0or. ne*li*encia. ) u. u. não ) .ento e1tre.as.es.oderna e dos princIpios do Pra*.ente *rave da 0or. co.as ta. 5ue *ostaria de se a4ster de todos os .4os.os.

odo 5ue ele não trans. de viver.Inio 5ue tenha o pro0essor de sua . ou. o de 5ue sL ) possIvel conhecer e co. o aprendi2ado pelo 0a2er.a atitude de passividade.os. pelo 0a2er e do tra4alho pelo 4rincar J pode ser ilustrada direta.preender a5uilo 5ue nLs . ensinar a diri*ir u. na .. no sentido anti*o. tanto 61ito e.a i.a/ão de institui/Mes de ensino e. 0or/ando a crian/a K u. outras pessoas e ser popular.entos.a esp)cie de trans0or.atis. ar*u.o. su4stituir. de tal . essa descri/ão ) 0alha.es.os 0i2e.otivo por 5ue não 0oi atri4uIda nenhu. incapa2es de 0a2er co. ao inv)s disso. . não apenas por e1a*erar o4via.H5uina de escrever.o o sa4er ) produ2ido.porta. A Inti. de..ente pelo ensino de lIn*uas: a crian/a deve aprender 0alando. levada tão lon*e 5uanto possIvel. F?F .portNncia toda especial K dilui/ão. % 4rincar era visto co. e o resultado 0oi u. .itisse.Hria 5uanto L4via: consiste e. o 5ue ) . 0avor do pri.ente o 5ue pode ser aprendido . co.portante para a . nesse processo. co.o. da distin/ão entre 4rin5uedo e tra4alho J e.ais i.ento petri0icado.at)ria 0oi o dese3o de levHJlo ao e1ercIcio contInuo da atividade de aprendi2a*e. So.ais de u. % . se atri4uiu i.as.o se di2ia. .odo .Lvel ou a utili2ar u. auto. co.o ter 61ito co. Esse pressuposto 4Hsico ). o 0ito de a)larar u.ento.te.onstrasse constante. estH no 4rin5uedoB a aprendi2a*e.ão de s>a prLpria iniciativa l>dica.eiro.undo. .a cone1ão entre essas duas coisas J a su4stitui/ão da aprendi2a*e.o o .ais vIvido e apropriado de co.ediante o 4rin5uedo 0a2 3usti/a a essa vivacidade.as si. e sua aplica/Zo K +educa/ão ) tão pri.ente de sua e1ist6ncia en5uanto crian/a.a de atividade 5ue 4rota espontanea. por ser a >nica 0or.conheci.Htica no Pra*.o por não levar e.arte.ento da crian/a no .portNncia ao do. institui/Mes vocacionais 5ue tivera. o4ri*avaJa a a4rir .edida do possIvel. conta co. 5uanto 0ora.ente co. A atividade caracterIstica da crian/a. de inculcar u.a ha4ilidade. pensavaJse. Entretanto. 5ue a crian/a ad5uirisse os pr)Jre5uisitos nor. currIculo padrão.a . A inten/ão consciente não era a de ensinar conheci.ente co.

aneira co.itada.ento natural entre adultos e crian/as. tende a tornar a4soluto o .ente ad5uirido de tra4alhar e de não 4rincar. outras palavras. A5uilo 5ue.ento.po o 0ato de 5ue a crian/a ) u.Htica e da sinta1eB e.edida e. Essa reten/ão da crian/a ) arti0icial por5ue e1tin*ue o relaciona.ente 5uando se pode .era e1ist6ncia. o dia todo no a.undo da in0Nncia e1ata. ) per0eita.ano e.anter a crian/a.porHria. e não pelo estudo da *ra. autoridadeB o . e 5ual5uer 5ue se3a a valide2 da 0Lr.ula pra*. de 5ue a in0Nncia ) u. o 5ual. 0a2endo. u. Se. lIn*ua estranha da .ais possIvel ao nIvel da pri. .eira in0Nncia. de trans0or. planos de u. .ais velha o . ela ) e1cluIda do .aneira co. so. o 5ue se estH procurando de 0ato J e1ceto 5uanto aos. entre outras coisas. deveria preparar a crian/a para o .ente no seu prLprio .odo de aprendi2a*e.o.ente claro 5ue esse processo tenta consciente.ente.a i.ente .antida arti0icial.isto ). consiste do ensino e da aprendi2a*e. por e1cel6ncia.a prepara/ão para a condi/ão adulta.ia do .undo.es. ser hu. o hH4ito *radual.ente da . tecnolo*ia J não ) . 0avor da .&rin5uedo deverH ser interro.a . ou se3a.ensa a.ais 5ue u.undo.ar todo o siste. so4 o prete1to de respeitar a independ6ncia da crian/a. Ta..Htica.pido drlrante as horas de F?? .os no caso do pri.undo dos adultos.eiro pressuposto 4Hsico. da crian/a.HJlo inteira. Ao 0a26Jlo.a etapa te. 5uando criancinha. e por5ue oculta ao .undo dos adultos e. na . ao .a restaura/ão: 7o ensino serH condu2ido de novo.o o4serva. ou se3a.o te. A atual crise. a5ui. cQ.anter a crian/a . Se3a 5ual 0or a cone1ão entre 0a2er e aprender.a educacional.4). resulta do reconheci. desenvoZvi.)rica. autono. escala li. sua aplica/ão K educa/ão. ) e1tinto e. aprendeu sua prLpria lIn*ua: co. e.ado de u. 5ue este pode ser cha.4iente de lIn*ua estran*eira J.encionar a 5uestão de sa4er se isso ) possIvel ou não J ) possIvel.undo da in0Nncia. deve aprender u.o 5ue ao 4rincar e na continuidade ininterrupta da .plia/ão das 0acilidades de educa/ão nas #i6ncias FIsicas e e. na A.es.ento do carHter destrutivo desses pressupostos 4Hsicos e de u.a desesperada tentativa de re0or.

ana. Esses rec). a se*unda 5uestão. . ne*li*entes para co.porta para nossa ar*u. por 0i. de aprender al.entares e necessHrias da sociedade hu. e. Não discutirei ta.pre se pode aprender.. . Assi. Essas re0or.o.ar os atuais +currIculos dos pro0essores de . discussão e são de interesse pura. A educa/ão estH entre as atividades . e.otivos reais para 5ue.adoB a 6n0ase serH deslocada das ha4ilidades e1tracurriculares .ais i.*o antes de+ se convertere..His t)cnica.penha e. 5ue estão ainda e.anos.oderno e de sua crise 5ue e0etiva. 111 '. de co.os aprender dessa crise acerca da ess6ncia da educa/ão J não no sentido de 5ue se.enta/ão ) u.o se não re0letisse.entos prescritos no currIculoB 0alaJse . F?< . estado de vir a ser. nos ocupar a5ui. o 5ue não se deve 0a2er. o 4o. os aspectos do . o 5ue pode. não se acha. isto ).os tenha. di2er e 0a2er coisas e.4ora talve2 a lon*o pra2o ainda . as crian/as. na crise educacional. 5ue ^a. se renova continua.a crise na educa/ão e.es.aula. al).undo . 5ual5uer ocasião ori*inaria s)ria preocupa/ão. a crian/a.es.o ) possIvel re0or.o ocorre no presente caso.undo de ho3e.a dupla 5uestão.pMe a toda sociedade hu.a crise e u. aca4ados.ais per.anaR #o. para os conheci. disso..ente novas do . se*undo lu*ar. toda civili2a/ão.as propostas.ericano.a insta4ilidade .Jche*ados. se pudesse.pouco a 5uestão .ente atrav)s do nasci.entares de todos os paIses de .ular os currIculos de escolas secundHrias e ele. sensoR E. &uais 0ora.ais *erais na sociedade . de trans0or. u. co. so4re a o4ri*a/ão 5ue a e1ist6ncia de crian/as i.oderna.as e. contradi/ão tão 0la*rante co. % 5ue i.e/are. não precisa. 5uais são os . da vinda de novos seres hu.os co. ou se3a. por).es.odo a preparHJlas para as e1i*6ncias inteira. dos erros. e o tra4alho s)rio reto.ento. durante d)cadas.anece tal 5ual ).el1te se revelara. re0letindo so4re o papel 5ue a educa/ão dese.as si.ais ele. . u.odo 5ue eles .ente norteJ a.portante.

e.undo 5ue e1istia antes dela.aisB corresponde a .o te.ano e.>tuo con0lito. entre as 5uais a vida 0a3Jniliar privada F?E . o . . aL . rec). na educa/ão a responsa4ilidade.ento e na prHtica do viver 5ue todos os ani.e.pe so4re ele a cada nova *era/ão.as de vida ani.ples. u. o relaciona.a/ão.undo.ediante a concep/ão e o nasci.4). o . entrar e.ento.ento da crian/a voltaJse e.undo. por).o .o.a 0un/ão da vida e não teria 5ue consistir e.ento. pela vida e des)nvolvi.es.o43eto da educa/ão. certo sentido contra o . 5ue continuarH apLs sua . do . Se a crian/a não 0osse u. *atinho ) u.ente reto.ento co. Por).ano e ) u. Esse duplo aspecto não ) de .po.ente os introdu2ira. Por precisar ser pr te*ida do . respeito K vida e seu desenvolvi. duplo aspecto: ) nova e.a/ão.anos. cu3os .se recolhe. nHda al).undo.odo 5ue u. .B co. a vida. processo de 0or.as si. E1T .ano e. processo de 0or.a/ão.a. para 5ue não se3a derru4ado e destruIdo pelo ass)dio dp novo 5ue irro. lado.a evidente por si . da preocupa/ão para co. e0eito pode. de outro. a preserva/ão da vida e do treina. coincide. rela/ão a seus 0ilhos. e.Jche*ado nesse .4ros adultos diaria. *ato e. p lu*ar tradicional dH crian/a ) a 0a.a/ãoB ) u. todas as coisas vivasB co. possui para o educador u. e não se aplica Ks 0or.Ilia.undo necessita de prote/ão. ta.ano. u.undo e1terior e . contudo.ento da crian/a e pela continuidade do . A crian/a partilha o estado de vir a ser co.aneira al*u.undo 5ue lhe ) estranho e se encontra e. seus 0ilhos K vida . processo de 0or. Essas 5uatro paredes. .undo: a crian/a re5uer cuidado e prote/ão especiais para 5ue nada de destrutivo lhe aconte/a de parte do . ser hu. si.es.orte e no 5ual transcorrerH sua vida. .e.ento. duplo relaciona. Z %s pais hu. novo ser hu. de u. e.ultanea. A responsa4ilidade pelo desenvolvi.undo. ser hu. Eles assu. 0or. K se*uran/a da vida privada entre 5uatro pKredes. rela/ão a u. a educa/ão seria apenas u.a criatura viva ainda não concluIda. e co. a crian/a ) u.undo hu. .odo al*u. não apenas trou1era.undo. Uas a crian/a sL ) nova e.u. .es. Essas duas responsa4ilidades de .ente u.ais assu.

tanta 0re5:6ncia a crian/as de pais 0a. na .aneira 5ue as crian/as não t6.ento vitais.placHvel dZ . a vida 5ua vida não interessa aI. por). o tra4alho de nossas . co. so4retudo.anente. se. o clarão i.4). so4retudo nas condi/Mes de ho3e. co.otivo por 5ue co.undo e.a esp)cie de vida p>4lica.ento e cresci.ente e. sua 5ualidade vital ) destruIda.ente estranho 5ue tal dano ao desenvolvi. conta.ãos co. e0eito.u. e1ata.undo.undo Ri4lico.ente a . conta o 0ato de 5ue esta não ) u. contra o aspecto p>4lico do+ . isto ).es.B por).ente e1posta ao . constitui u. L 5ue nenhu. . pode ser o .o al*o real. Toda ve2 5ue esta ) per. ainda não aca4ados J são assi. se. e. de tal .osos não dão e.a 0raude. processo de 0or.undo . 5ue procura esta4elecer u.es.undo p>4lico. % . a todos.a destrui/ão do espa/o vivo real toda ve2 5ue se tenta 0a2er das prLprias crian/as u.a/ão.não lhe pode dar aten/ão.und*. e. 5ue cada pessoa contri4ui para co. A 0a. inundando tudo nas vidas privadas dos i.presa ) de certa 0or.undo de crian/as.ais 0orte 5ue se3a sua tend6ncia natural a orientarJse para a lu2. 4oa coisa. e assi.a coisa viva pode . lu*ar se*uro.das pessoas ) vivida.a penetra as 5uatro paredes e invade seu espa/o privado. %corre.undo se.idade e da se*uran/a.ento da crian/a se3a o resultado da educa/ão .as para a vida hu. escudo contra o . e. Elas encerra.u. o tra4alho. a prote/ão da inti. e ela deve `ler oculta e prote*ida do . as pessoas são levadas e. $sso ) verdade não so.undo co. tra2endo consi*o.ana e. . Tudo 5ue vive. esp)cie de .plicados.edida e. u. per.a u.er*e das trevas. 0or/adas a se e1por K lu2 da e1ist6ncia p>4lica.ente para a vida da in0Nncia. por).oderna. Entre esses *rupos de i*uais sur*e então u. destrLi as condi/Mes necessHrias ao desenvolvi. Esse. . chocaJnos co. No .a vida p>4lica real e de 5ue toda a e. levar a4soluta. crescer. #ontudo.ais u. seres hu. o . ta. e não apenas a vida ve*etativa. lu*ar se*uro onde possa. por . .edrar. Parece L4vio 5ue a educa/ão . *eral.undo.oderna.anos e. pois F?= . precisa da se*uran/a da escuridão para poder crescer.o assi.anece o 0ato de 5ue as crian/as isto )..

entares condi/Mes de vida necessHrias ao cresci.)todos do passado por não levare.odo al*u.a da crian/a e suas necessidades.ancipa/ão dos tra4alhadores e das . ela e. d>vida. co.ancipou essa vida e todas as atividades envolvidas e. ao co.es. isto ). se.ancipa/ão 0ora.undo p>4lico e sua rela/ão .undo adulto.ento e desenvolvi. 5ue preenche. :0: esse o sentido real da e. ida e. . re4elandoJse contra os .o 5ue si*ni0icara u. e a5uk& .a peculiaridade de nossa sociedade. co. . a ver. #o. %s >lti. aceitara.undo p>4lico. u. supre. e1pondoJa K lu2 do . acarretar necessaria.o pode. a educa/ãoB deve antes ser procurado nos 3uI2os e preconceitos acerca da nature2a da vida privada e do .% S)culo da #rian/a.ente tarde a .otivo.>tua. considerar a vida.ente.a vq:rdadeira li4era/ão para os tra4alhadores e .otivo desse estranho estado de coisas nada te. todos os s)culos anteriores. su0iciente. não co.ples. lo*o apLs se ter che*ado K conclusão de 5ue o erro e.Ilia.o pQde acontecer 5ue se e1pusesse a crian/a K5uilo 5ue. as crian/as. u. direta. de .o postulados evidentes por si .. se.ente i*noradasR #o.anho redu2idoR % . e. adulto e.ento da privatividade. consci6ncia das conse5:6ncias 5ue deveria. contraste co.ente tra4aJ F?! .a coisa necessHria.e/are. .o o 4e.ento da crian/a 0osse.ente e.undo adulto.as na . caracteri2ava o . relativa.a 0un/ão necessHria no processo vital da sociedade.oderna desde o inIcio dos te. sua preserva/ão e enri5ueci. ta.4rar.ais ele. considera/ão a nature2a Inti.ancipar a crian/a e li4erHJla dos padrMes ori*inHrios de u.os.odernos e 5ue os educadores.ente para a vida da crian/a.oderni2ar a educa/ão.o pMde então acontecer 5ue as . :0: u. co.os le.ais 5ue 5ual5uer outra coisa. caracterIsticos da sociedade . a0etados por esse processo de e. toda a educa/ão passada 0ora ver a crian/a co.ento do oculta.esta sustentava 5ue seu >nico propLsito era servir a crian/a. o seu aspecto p>4lico. despre2adas ou si.oB por esse .ulheres.ais 5ue u. a vida terrena dos indivIduos e da 0a. .o não sendo . co.pos .edida e.es.o pessoas.os a sere.ulheres J pois eles não erandl so.

.ente e a5uilo 5ue precisa ser e1i4ido a todos K plena lu2 do . isto ).ais co.undo 3H e1istente e 5ue não conhece. e o 0racasso neste ca.ente. K pessoa 3ove. nascido e.ente pode vice3ar enco4erta.eira ve2 atrav)s da escola.pre tenha. e. de todo intencionaisB o o43etivo central de todos os es0or/os da educa/ão .Ilia. o . 0ato esse 5ue evidente.os entre o do.a. o . 5ue pede. 5uanto . a institui/ão 5ue interpo. &uanto .undo p>4lico. por). u.4). ser essas viola/Mes das condi/Mes para o cresci.pareci. . entre o 5ue so.ente.undo.over o 4e.Jche*ado e Z 0orKsteiro. .Inio privado do lar e o . p>4lico e viceJversa. ou se3a.ais ela introdu2 entre o privado e o p>4lico u..ples 0ato da vida e do cresci. ve2 disso. 5ue o si.aneira esperada. e.ento prepondera so4re o 0ator personalidade. por nature2a. a escola não ) de .Ilia para o .undo p>4lico.ente a sociedade . responsa4ilidade das escolasB co.a .. No entanto. 5ue se3a possIvel a transi/ão.oderna re3eita a distin/ão entre a5uilo 5ue ) particular e a5uilo 5ue ) p>4lico. ouvidos J constituiu a4andono e trai/ão no caso das crian/as. Tais tare0as são 4asica.ento. A situa/ão ) inteira.ento para 5ue não ha3a dist>r4ios e. seu a. de al*u.oderna 0oi o 4e. a se*uran/a do oculta. ) certo 5ue elas não 0ora.. a crian/a. % 5ue 3a2 na 4ase dissoR Nor.al.lhadores e . da 0a.ente a crian/a ) introdu2ida ao .ento vital. pro.pleta. Z sua al/ada o ensino e a aprendi2a*e. 5ue ainda estão no estH*io e.ulheres. e sere. .undo e não deve 0in*ir s6JlaB ela )..+ vistos.ais *raves 5ue possa.ais ur*ente da A. se. Por .undo p>4lico.ente não se torna . o 0ito de 0a2er co. rela/ão K crianJ F?G .adureci. a vere.)rica atual. A5ui. pelo Estado. .ado e. isto ).a 0or.po ) o pro4le. pessoas.undo co.as não e1clusiva. lo*rado 61ito e. e si.undo pela pri.ente diversa na es0era das tare0as educacionais não .enos verdadeiro caso os es0or/os 0eitos ne. o co. e assi.a es0era social na 5ual o privado ) trans0or.odo al*u.Jestar da . ao rec)..as ta. tendo portanto direito ao .ento não ) e1i*ido pela 0a.Jestar da crian/a.pete.ais di0Iceis torna as coisas para suas crian/as. .ais diri*idas para.ente. a 0alar e sere.

ais u.4ora certa 5uali0ica/ão se3a indispensHvel para a autoridade.es.ir a responsa4ilidade coletiva pelo . essa responsa4ilidade pelo . virtude da 5ual ele não ) apenas u.a ve2 u. essa não ) tanto a responsa4ilidade pelo 4e.edida e.o por a5uiloJ 5ue *eral. rela/ão ao .undo.undo. o . o educador estH a5ui e.J estar vital de u.undo. nunca en*endra por si sL autoridade. Face K crian/a.iliaridade co.a de autoridade.ente possa 5uerer 5ue ele 0osse di0erente do 5ue ). 0orasteiro no . os adultos assu. por). &ual5uer pessoa 5ue se recuse a assu.ano de todos os de. cresci. e.e por este . conhecer 78 .as al*u.undo não deveria ter crian/as.undo assu. co.undo.o representante de u. . . A autoridade do educador e as 5uali0ica/Mes do pro0essor não são a .a coisa 5ue 3a. A 5uali0ica/ão do pro0essor consiste e.4ora não o tenha 0eito e ainda 5ue secreta ou a4erta. a 5ualidade e.plIcita no 0ato de 5ue os 3ovens são introdu2idos por adultos e. E. sL 5ue.posta ar4itraria. contInua . e.ente deno. 5ue a crian/a não te. e ) preciso proi4iJla de to.ais.a coisa e. ) co.edida e.undo. a 5uali0ica/ão. deveJse+ cuidar para 5ue essa coisa nova che*ue K 0rui/ão e.e.o ele ). .undo de 0ato.ento co.undo pelo 5ual deve assu. representante de todos os ha4itantes adultos. por . Na . Na educa/ão.ento de 5ualidades e talentos pessoais.os de livre desenvolvi. deveJse introdu2iJla aos pou/os a eleB na .ina.undo co.ar parte e. do ponto de vista *eral e essencial. apontando os detalhes e di2endo K crian/a: J $sso ) o nosso . sua educa/ão. 0a.4ora não se3a ainda o ./a.a responsa4ilidade pela crian/a.udan/a. 5ue ela ) nova.ir a responsa4ilidade. a escola representa e. sua autoridade se assenta na responsa4ilidade 5ue ele assu. todo caso. $sto.undo e. d>vida.aior 5ue se3a. ) a sin*ularidade 5ue distin*ue cada ser hu.a coisa. Essa responsa4ilidade não ) i.e a 0or.ais esteve aI antes. certo sentido o . rela/ão ao 3ove. u. se. . E.o se ele 0osse u. F? .undo e ser capa2 de instruir os outros acerca deste. Nessa etapa da educa/ão. a*ora.ente aos educadoresB ela estH i. todavia.

si.a cone1ão entre a perda de autoridade na vida p>4lica e polItica e nos N. .o esse a4surdo trata.H1i.ente nada t6. so4 a opressão de u. a ver co. ho3e e.undo ao 5ual trou1era. se3a a de o4edec6Jlas. a.ente. na vida p>4lica e polItica. ou.a i*ual responsa4ilidade pelo ru.4).a e1istiu ela esteve associada co. natural. dese. dia co. a proJ F<T . derru4ar a autoridade educacional.o u. Não resta d>vida de 5ue.uitas ve2es.o se estivesse. u. Na educa/ão. e isso so. AZ crian/as não pode. diante.a .o do . ess6ncia.os todos co.o as coisas anda. de a*ora e.undo. . pois se.4as as inten/Mes dese. sendo consciente ou inconsciente.os de orde. Uas isso pode ta.ento das crian/as co. &ual5uer 5ue se3a nossa atitude pessoal 0ace a este pro4lelTaa. hH u.undo e seus recla. a autoridade ou não representa .es.ais au. A autoridade 0oi recusada pelos adultos. . na perda .pre 5ue a autoridade le*Iti. si*ni0icar 5ue as e1i*6ncias do .os a autoridade da vida polItica e p>4lica. Evidente. $sso.ir a responsa4ilidade por tudo o .etido a prova na prHtica educacional . si. e.4itos privados e pr)JpolIticos da 0a. &uanto . papel alta. no . se e1i3a de todos u.ente repudiadosB toda e 5ual5uer responsa4ilidade pelo .ultanea e ine1tricavel.aioria adulta J e. co.ente contestado.Puis 4e. Ao re.ais nada J pois a viol6ncia e o terror e1ercidos pelos paIses totalitHrios evidente.oderna.ples.ais e1i*ir ou con0iar a nin*u).penha.Ilia e da escola.oderna da autoridade. 5ue as pessoas não 5uere.ente pode si*ni0icar u.o.ais.penha u. contudo. a responsa4ilidade pelo curso das coisas no .undo.: sa4e. .4ora .undo estH sendo re3eitada.ente si*ni0ica. pode ser 5ue isso si*ni0i5ue 5ue.ente. autoridade J. não pode haver tal a^tt 4i*:idade 0ace K perda hodierna de autoridade. respeito K autoridade. . ao contrHrio. papel e t6. este3a.over.a . ) L4vio 5ue. o ato de assu. se3a a responsa4ilidade de dar ordens.inoria opri.ente.ida carente de li4erta/ão tenha sido e0etiva. a assu.ir a responsa4ilidade pelo .a coisa: 5ue os adultos se recusa.ente su4.enta. as crian/as. tra4alhado+ 3untas.ais radical se torna a descon0ian/a 0ace K autoridade na es0era p>4lica.

Platão e AristLteles.oderno.a superioridade a4.ente tal .)dio se co. 5ue a autoridade parecia ser ditada pela prLpria nature2a e independer de todas as . tudo isso ta.es. .o nLs não esta. tornandoJse. Ele se 4aseia so4retudo e.undo.o as rela/Mes entre *overnantes e *overnados. o .ais poderia e1istir entre adultos e 5ue.ais clara para sua insatis0a/ão co.os . \ 3usta.a J isto ). 5ue a autoridade polItica 0oi solapada pela pri.udan/as histLricas e condi/Mes polIticas.oderna da educa/ão se 0a/a sentir co.odelo. HH o 0ato adicional. e.ovi.uito provavel.e. de 0ato.oriais nos acostu. do ponto de vista da di*nidade hu. autocontraditLrio 5uando aplicado a rela/Mes 5ue por nature2a não são te.a. não poderia encontrar e1pressão . e. todo F<1 . u. ao se*uir o .ento polItico. de 5ue hH te.ais radical do 5ue sua intrusão na es0era pr)JpolItica. . para seu des*osto co.os. nã5 deve nunca e1istir. Decorre da nature2a do pro4le.undo.porHrias J co.a superioridade pura.entar nele. 5ue pode ser encontrado 3H e.ir. . por outro lado.a e1pressão . . rela/ão Ks crian/as. a A. tentar entender isso do 3eito 5ue pudere.ane/a incLlu. A perda *eral de autoridade.)rica. 5ue con0ere tão e1traordinHria a. da nature2a da atual crise de autoridade e da nature2a de nosso pensa.4). todos os dias: J Nesse .ente não ) acidental 5ue o lu*ar e. 9oc6 deve.porHria. 4aseiaJse e.4i*:idade ao conceito de autoridade e. isto ). polItica. não poderia encontrar nenhu. a considerar a autoridade dos pais so4re os 0ilhos e de pro0essores so4re alunos co.pos i. 5uais ha4ilidades do. casaB co. são .uito a salvo e.inar na es0era privadaB o4via. e.e.B e. % ho. se*undo lu*ar. nossa tradi/ão de pensa.preendia a autoridade polItica.inar. o 5ue sa4er. a responsa4ilidade por tudo isso.o se os pais dissesse.odelo da cria/ão dos 0ilhos.odelo por cu3o inter.ento polItico tradicional J 5ue a perda de autoridade iniciada na es0era polItica deva ter. 5ue sua recusa a assu. \ co.ist)rios par anLs. u.ente decisivo.ente te.o se .ana. o estado de coisas.aior intensidade.o o .4a4ilidade de 5ue a es0era privada não per. E.=oluta 5ue 3a.e. pois.eira ve2. se3a onde a crise .

ente preservar o status 5uo J. e não no N.let: J .a Zociedade de . conservadora e.o. contradi/ão co. toda parte . onde a*i.e 5ue o conservadoris.pliou at) certo ponto a di0iculdade de identi0icar a situa/ão co. procurando so. ) u..o ele ). clare2a.anos deter. ela 3a.a particular. todos esses co. a . E.as 5ue se apresenta e.undo contra a crian/a. não pode senão levar K destrui/ão. Essa atitude.anece vHlido apenas no N.os inocentes.a nova orde.po.alJentendidos: pareceJ.enos 5ue e1ista.)ricaB . no .entos.plica. tanto no todo co. a alterar. A 0i.ais sonhou iniciar a nova orde. PBB verdade 5ue as e1peri6ncias peda*L*icas . pela educa/ão. parte. Ues. o 5ue a. ) irrevo*avel. seres hu.ente radical e desesperada so4 as condi/Mes de u. nada te.undo. So.a.os Ks nossas . ) J claro.4ito da polItica.ãos por voc6s. % cursed spite that ever $ Cas 4orn to set it ri*ht. sinto. As palavras de Ha.ida i.ada por este espIrito revolucionHrio.ido J e não sL na A. . o Ldio .. a ver co. polItica aceitando o .pre a4ri*ar e prote*er al*u.ente 0adado K ruIna pelo te.ente ani. nas rela/Mes entre adultos e crian/as.po estH 0ora dos ei1os.undo Novus %rdo Secloru. o direito de e1i*ir satis0a/Mes. provocando certo *rau de con0usão na discussão do pro4le.4ito da educa/ão. o novo contra o velho. de evitar . 0a2 parte da ess6ncia da atividade educacional. ao contrHrio.a coisa J a crian/a contra o .assa. visto 5ue o .os e.e is out o0 3oint. Uas isso per. 0or. .a da5uele .anecendo.ento do . ou .ais 7T8 .o a responsa4ilidade a. J 5ue outrora ani.r J são . o . ) claro.undo co.undo 5ue ) aI assu.odernas t6.% te. a criar a5uilo 5ue ) novo. voc6s não t6. u. i*uais. assu. orde. continua e1istindo o 0ato in5uestionHvel de 5ue. per. o velho contra o novo.The ti.pla pelo .elhor.eio a adultos e co.inados a intervir. durante o perIodo e. lava. 5ue a A.o e.caso. F<F .porta. cu3a tare0a ) se. o dese3o revolucionHrio de u.at)ria educacional.)rica poses . no sentido de conserva/ão.ou a A.aldito ter nascido para colocHJlo e.oderno estranha.undo.undo visIvel e.uito revolucionHrias.a atitude conservadora. e.)rica 0oi real. Tal atitude conservadora.ais 5ue isso.

continua. co. \ so4re. ainda 5ue não possa nunca. ) claro. corre o risco de tornarse .pre.oderna estH no 0ato de 5ue. % pro4le. HH sLlidas ra2Mes para isso. visto 5ue 0eito por .ortais.4ito do Passado. (. por). ad5uirido talve2.Jorde.ais estreita cone1ão co.pre educando para u. % .ortais e serve de +lar aos .Ini.o a5uele .a valide2 . continua.odo 5ue nLs. 4ene0Icio da5uilo 5ue ) novo e revolucionHrio e.ou .. por .ente não ) possIvel se torna.ais revolucionHrio 5ue possa ser e.4ora tenha.Rsica. porJe. ele deve ser. at) .ente.ente possIvel.o al*o novo e. u.undo ) criado por .enos verIdicas para cada nova *era/ão. Para preservar o . cada crian/a ) 5ue a educa/ão precisa ser conservadoraB ela deve preservar essa novidade e introdu2iJla co.ortais durante te.ente di0Icil de atin*ir.ente. ser asse*urado.ortal co.odo .undo. ou serH. desde o inIcio de nosso s)culo.o.ais persuasiva do 5ue antes. a despeito de toda a conversa da .os nossa esperan/a apenas nisso.os se. possa.oda acerca de u.ples. e1traordinaria.ãos . o4soleto e rente K destrui/ão.pre do novo 5ue cada *era/ão apartaB precisa. os velhos. e. +a crise da tradi/ão. posto e.po li. esse aspecto F<? .undo 5ue ou 3H estH 0ora dos+ ei1os ou para aI ca.undo contra a .odo di0Icil para o educador arcar co. esta. $9 A verdadeira di0iculdade na educa/ão . A crise da autoridade na educa/ão *uarda a . 5ue o . o 5ual a educa/ão si. ) se. N assa esperan/a estH pendente se.ente por 4asear. .os ditar sua apar6ncia 0utura.a ) si..ples. a crise de nossa atitude 0ace ao N.itado. e. E1ata.ente.. se des*asta.undo velho. 5ue. novo conservadoris.o de conserva/ão e de atitude conservadora se. pois ) essa a situa/ão hu. nossos dias.inha.o eles.uda. continue sendo e0etiva.os se tentar. e. do ponto de vista da *era/ão se*uinte. u.ana 4Hsica.ortalidade de seus criadores e ha4itantes. . orde. suas a/Mes. dado 5ue seus ha4itantes .os controlar os novos de tal .5ue u.es.ente educar de tal . e.ente e. ) 5ue tudo destruI.

) de 0ato relativa. Era da ess6ncia da atitude ro. se.cnJ F<< . envelhecido.ana ) a idade provectaB 5ue o ho.o para a tradi/ão ocidental co. co.a .entos di0erentes.undo das apar6ncias. co. a )poca . para os 5uais ser e apar6ncia coincidia.oderna.oderna.ar consci6ncia dessa 5ualidade particular de si prLprio.es.odelo para os vivos.o *radativo retirarJse do .undo das apar6ncias.a 0un/ão polItica 7e esse caso era >nico8. portanto.da crise . sua o4serva/ão era 0eita no espIrito dos *re*os.anoJcristã.ente a*ora ele se pode acercar da e1ist6ncia na 5ual ele serH u. contradi/ão não sL co. e.a tradi/ão dessa nature2a.undo e co. isto ).ples.o e1e.4ora de . . visto ser 3H 5uase u.ente da co. e. da Renascen/a e.e.odelo.odo 5ue sua prLpria pro0issão lhe e1i*e u. . pois a rever6ncia ante o passado era parte essencial da .plos de conduta para seus descendentesB crer 5ue toda *rande2a 3a2 no 5ue 0oi. 5ue a . a atitude *re*a diante da vida. este3a e.pleto ) o acordo entre o ethos especI0ico do princIpio peda*L*ico e as convic/Mes )ticas e .ais e1celente 5ualidade hu.o . os antepassados.entalidade ro..ediador entre o velho e o novo.odi0icado ou e1tinto pelo #ristianis. #ontra o pano de 0undo ina4alado de u. na 5ual a educa/ão possui u. vias de desaparecerB isto por5ue so. Tudo isso se pMe e. nosso . cada instNncia.o u. antepassado. de tal . tão co.ente 0Hcil 0a2er direito as coisas e. A atitude ro. Nas palavras de PolI4io.unidade dos . ainda 5ue.o.ana teria sido 5ue 3usta.a isso 0osse verdadeiro para 5ual5uer civili2a/ão. diante. ou .ana 7e. não 0oi necessHrio to.ortais o ho.. por e1e.ais caracterIstica de e1ist6ncia. pode servir de . todo.o u.ana.plo.a autoridade para os outros. e isso não 0oi .ente ao envelhecer e ao desaparecer *radativa. e. respeito e1traordinHrio pelo passado. .at)ria de educa/ão.as apenas deslocado so4re 0unda. rela/ão ao .a pausa para apreciar o 5ue se estH 0a2endo. pois ) de seu o0Icio servir co. todo8 considerar o passado 5ua passado co.aneira al*u.o u.o. &uando Woethe disse 5ue envelhecer ) . co.e.orais 4Hsicas da sociedade co. educar era si. por todo o perIodo da civili2a/ão ro.uitos s)culos. Durante . atin*e sua 0or. se5uer 0a2er u.

pela autoridade ne.panheiris.ente di*nos de vessos antepassados. por).. so4 a >nica condi/ão de não es5uecer. ta. conta esse processo de estranha.ples. visto 5ue se rende ao curso do te.4ora talve2 e.ente voltar para trHs. 0or. #o.ente e. % reto. e a autoridade do .ples.o. nIvel diverso.uito sentido a*ir.os 5ue estH ao.undo . sendo livres para..os at) ad.a.e.po.a palavra e.ente na autoridade inclusiva do passado en5uanto tal.antido F<E . visto não haver li. Ho3e e.o. tal posi/ãoB não 0a2 . e ser o4ri*ada.a situa/ão da 5ual a crise aca4ou de sur*ir.undoB pode. a ca.entar o estranha. sL pode. 0rente. .ea/ados de todos os 0lancos.o se a situa/ão 0osse a .undo 5ue não+ ) estruturado ne..Htico. .ento.ivel.0a2erJvos ver 5ue sois inteira.os de levar e. se3a aderindo K rotina 5ue acredita 4onachona.inho certo.o e autoridade não era. u.ento do .ente co. Ao considerar os princIpios da educa/ão te.undo . e ta.os .ais e. alcance do poder do pensa.. por ter ta. reencontrar o ru. dia.a di0erente.os a.es.o não passaria de u.a repeti/ão da e1ecu/ão J e.4ora e. a 5ual5uer . nesse caso senão dois aspectos da . condu2ir K ruInaB para ser .per e deter tais processos. a .os co.o se apenas nos houv)sse. 5ue são ataviadas co.o a >lti.co.a. por sua nature2a.era e irre0letida perseveran/a. e. ela sL pode au.os a5ui presu. ne. e nesse .es. onde 5uer 5ue a crise ha3a ocorrido no .ana interro. e1ceto K . ir si.os co. .es.a da educa/ão no . apesar disso.panheiro de tra4alho. processo auto. da autoridade. co. Tal retrocesso nunca nos levarH a parte al*u. $sso 5uer di2er 5ue não se pode.ento e da a/ão hu.pouco .pouco si.oderno estH no 0ato de.estre arrai*avaJse 0ir. os olhos *rudados no +passado.ento do .a su4stNncia. se3a pressionando para 0rente a crise. u.panheiro de luta. atravessado a vida co. ou u.ente 5ue a crise não en*ol0arH sua es0era particular de vida. ci6ncia.te .undo pelo 5ual 3H so.o 5ue e1traviado do ca. da tradi/ão.inhar e. Por outro lado.oderno.ais precisa.co.itir 5ue nos de0ronta.ister o educador podia ser u.4). não poder esta a4rir .ão ne. % pro4le. não nos encontra.ites Ks possi4ilidades de no/Mes a4surdas e caprichosas.

a .ais 5ue elas . e não instruIJlas na arte de viver.o u.ente o N.a co.ento pro0issional nas universidades ou cursos t)cnicos. o diplo. se. a linha tra/ada entre crian/as e adultos deveria si*ni0icar 5ue não se pode ne.es. capa2 de viver por suas prLprias leis.as não possue.coeso pela tradi/ão.uralha a separar as crian/as da co. e. de indivIduo para indivIduo.os u.a re*ra *eral onde a linha li.a atitude radical. ). 0inal previsIvel.ento li. a conclusão do curso secundHrio.ente a ele u. não i. nossa civili2a/ão esse 0inal coincide provavel.undo e co. estado hu. a aprendi2a*e. Não se pode educar se.as. na . elas no .a aplica/ão *enerali2ada no .os ter e.pre tenha al*o a ver co.4). e. todo.ano autQno.ediante u. todos nLs. conceito de autoridade e u.uda 0re5:ente. não co.es.undo ). de paIs para paIs. 5ue não apenas pro0essores e educadores.os e.o o . u. voltaJse inevitavel.o se não vivesse. e.undo ) velho. Ela . deve.o se elas 0osse. si .itir. 5ue vive.ais a introdu2ir o 3ove. respeito K idade.o. validade *eral.porta o 5uanto a vida se3a transcorrida no presente.ar u. Na prHtica.os decisiva.ais se deveria per.preensão 4e. \ i. u. não o4stante.o se a in0Nncia 0osse u. #u.ente. E. pois o treina. $sso si*ni0ica.4ito da educa/ão dos de.possIvel deter. de u. por).as si. clara de 5ue a 0un/ão da escola ) ensinar Ks crian/as co.eira conse5:6ncia disso seria u. se*.inar . se*undo lu*ar.undo dos adultos.a esp)cie de especiali2a/ão.es.ente diversa da 5ue *uarda.undo 3unto K nossas crian/as e aos 3ovens.a civili2a/ão para outra e ta. ao .4ito da vida p>4lica e polItica.o u.o . tratar crian/as co. entretanto.unidade adulta. co.pre . co. para aplicar e1clusiva. Dado 5ue o . cada caso. ao contrHrio da aprendi2a*e.ente para o passado.es.pre divorciar. a educa/ão. para co.edida e.Itro0e entre a in0Nncia e a condi/ão adulta recai.o te.a cole*ial. o outro.. não devendo recla. A educa/ão.adurasB 3a.. contudo.ente co. .itado e particular dele.ais. por). Ele não visa . rela/ão a eles u. educar adultos ne. . no . a pri. 5ue tal linha se tornasse u. precisa ter u.4ora se. .a atitude 0ace ao passado 5ue lhe são apropriados .po F<= .a de tudo do N. E. e. e aci.undo co.

uita 0acilidade. para colocHJlo e. ensinar se. e 5ue não pode.os o ..ente renovado . onde decidi. Tudo iso são detalhes particulares.ediante o nasci. retLrica .+ e.a.os se a.ensinarB u. contudo.ento. A educa/ão ).a educa/ão se. aprendi2a*e. ) va2ia e portanto de*enera..oral e e. co..ocional. . por). % 5ue nos di2 respeito.preender al*u.os a responsa4ilidade por ele e.prevista para nLs.a.os se a. e ta.os portanto dele*ar K ci6ncia especI0ica da peda*o*ia. ) a rela/ão entre adultos e crian/as e. nossa atitude 0ace ao 0ato da natalidade: o 0ato de todos nLs vir.os ao .ãos a oportunidade de e. anteced6ncia para a tare0a de renovar u. ser entre*ues aos especialistas e peda*o*os. ou. . co.undo e a4andonHJlas a seus prLprios recursos.os e de ser o . ve2 disso co.undo co. ter. F<! .a coisa nova e i. por isso ser educado.uito 0Hcil.4). 5ue na verdade deve.os nossas crian/as o 4astante para não e1pulsHJlas de nosso . *eral.undo o 4astante para assu. salvHJlo da ruIna 5ue seria inevitHvel não 0osse a renova/ão e a vinda dos novos e dos 3ovens. e podeJse aprender durante o dia todo se.ir.undo constante. educar. 5ue decidi.os ainda . ta. tal *esto.pouco arrancar de suas . preparandoJas e. \ .u.undo ao nascer. A educa/ão ) o ponto e.ais *erais e e1atos.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful