ARENDT, Hannah. Entre o passado e o Futuro.

São Paulo: Editora Perspectiva, 1

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PREF"#$%: A &'E(RA ENTRE % PASSAD% E % F'T'R% Notre h)rita*e n+est pr)c)de d+aucun testa,ent - .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, nenhu, testa,ento.. Talve2 esse se3a o ,ais estranho dentre os a0oris,os estranha,ente a4ruptos e, 5ue o poeta e escritor 0ranc6s Ren) #har condensou a ess6ncia do 5ue viera, a si*ni0icar 5uatro anos na R)sistance para toda u,a *era/ão de escritores e ho,ens de letras europeus1, 7$8 9er, para essa cita/ão e as su4se5:entes, Ren) #har, Feulllets d+H;pnos, Paris, 1 <=. Escritos durante o >lti,o ano da Resist6ncia, de 1 <? a 1 <<,. e pu4licados na #ollection Espoir, or*ani2ada por Al4ert #a,us, tais a0oris,os, 3unta,ente co, o4ras posteriores, aparecera, e, in*l6s so4 o titulo H;pnos @aAin*B Poe,s and Prose, NeC DorA, 1 E=. FG

o colapso da Fran/a, aconteci,ento total,ente inesperado para eles, esva2iara, de u, dia para outro, o cenHrio polItico do paIs, a4andonandoJo Ks palha/adas de pati0es ou idiotasB e eles, a 5ue, nunca ocorrera to,ar parte nos ne*Lcios o0iciais da Terceira Rep>4lica, vira,Jse su*ados para a polItica co,o 5ue pela 0or/a de u, vHcuo. Desse ,odo, se, pressentiJlo e provavel,ente contra suas inclina/Mes conscientes, viera, a constituir, 5uer o 5uisesse, ou não, u, do,Inio p>4lico onde J se, a para0ernHlia da 4urocracia e ocultos dos olhos de a,i*os e ini,i*os J levouJse a ca4o, e, 0eitos e e, palavras, cada ne*Lcio relevante para os pro4le,as do paIs. $sso não durou ,uito. ApLs al*uns curtos anos, 0ora, li4erados do 5ue ori*inal,ente havia, pensado ser u, .0ardo. e arre,essados de volta K5uilo 5ue a*ora sa4ia, ser a leviana irrelevNncia de seus a0a2eres pessoais, sendo ,ais u,a ve2 separados do .,undo da realidade. por u,a )paisseur triste, a .opacidade triste. de u,a vida particular centrada apenas e, si ,es,a. E, se se recusava, a .voltar Ks OsuasP verdadeiras ori*ens, a OseuP ,iserHvel co,porta,ento., nada lhes restava senão reto,ar K velha e va2ia pele3a de ideolo*ias anta*Qnicas 5ue, apLs a derrota do ini,i*o co,u,, de novo ocupava, a arena polItica, cindindo os anti*os co,panheiros de ar,as e, *rupelhos se, conta, 5ue não che*ava, se5uer a constituir 0ac/Mes, e alistandoJos nas inter,inHveis pol6,icas de u,a *uerra de papel. A5uilo 5ue #har previra e antecipara lucida,ente en5uanto a luta real ainda prosse*uia .Se so4reviver, sei 5ue terei de ro,per co, o aro,a desses anos essenciais, de re3eitar silenciosa,ente 7não repri,ir8 ,eu tesouro. J acontecera. Eles havia, perdido seu tesouro. &ue tesouro era esseR #on0or,e eles ,es,os o entendera,, parece ter consistido co,o 5ue de duas partes interconectadas: tinha, desco4erto 5ue a5uele 5ue .aderira K Resist6ncia, encontrara a si ,es,o., dei1ara de estar .K procura Ode si ,es,oP des*overnada,ente e co, ,ani0esta insatis0a/ão., não ,ais se. suspeitara. de .hipocrisia. e de ser .u, ator da vida res,un*ão e descon0iado., podendo per,itirJse .desnuJ F

darJse.. Nessa nude2, despido de todas as ,Hscaras, tanto da5uelas 5ue a sociedade desi*na a seus ,e,4ros co,o das 5ue o indivIduo urde para si ,es,o e, suas rea/Mes psicolL*icas contra a sociedade, eles havia, sido, pela pri,eira ve2 e, suas vidas, visitados por u,a visão da li4erdadeB não, certa,ente, por tere, rea*ido K tirania e a coisas piores J o 5ue 0oi verdade para todo soldado dos E1)rcitos Aliados J, ,as por se havere, tornado .contestadores., por havere, assu,ido so4re seus prLprios o,4ros a iniciativa e assi,, se, sa46Jlo ou ,es,o perce46Jlo, co,e/ado a criar entre si u, espa/o p>4lico onde a li4erdade poderia aparecer. .A cada re0ei/ão 5ue 0a2e,os 3untos, a li4erdade ) convidada a sentarJse. A cadeira per,anece va2ia, ,as o lu*ar estH posto.. %s ho,ens da Resist6ncia Europ)ia não 0ora, ne, os pri,eiros ne, os >lti,os a perdere, seu tesouro. A histLria das revolu/Mes J do verão de 1!!=, na Filad)l0ia, e do verão de 1!G , e, Paris, ao outono de 1 E= e, (udapeste J, 5ue deci0ra, politica,ente a estLria ,ais recQndita da idade ,oderna, poderia ser narrada ale*orica,ente co,o a lenda de u, anti*o tesouro, 5ue, so4 as circunstNncias ,ais vHrias, sur*e de ,odo a4rupto e inesperado, para de novo desaparecer 5ual 0o*oJ0Htuo, so4 di0erentes condi/Mes ,isteriosas. E1iste,, na verdade, ,uito 4oas ra2Mes para acreditar 5ue o tesouro nunca 0oi u,a realidade, e si, u,a ,ira*e,B 5ue não lida,os a5ui co, nada de su4stancial, ,as co, u, espectroB e a ,elhor dessas ra2Mes ) ter o tesouro per,anecido at) ho3e se, no,e. E1iste al*o, não no espa/o sideral, ,as no ,undo e nos ne*Lcios dos ho,ens na terra, 5ue ne, ao ,enos tenha u, no,eR 'nicLrnios e 0adasJ,adrinhas parece, possuir ,ais realidade 5ue o tesouro perdido das revolu/Mes. E, todavia, se voltar,os as vistas para o princIpio desta era, e so4retudo para as d)cadas 5ue a precede,, podere,os desco4rir, para nossa surpresa, 5ue o s)culo S9$$$, e, a,4os os lados do AtlNntico, possuiu u, no,e para esse tesouro, desde então es5uecido e perdido J 5uase o dirIa,os J antes ,es,o 5ue o prLprio tesouro desaparecesse. % no,e, na A,)rica, 0oi .0elicidade p>4lica., 5ue co, suas conota/Mes de .virtude. e .*lLria. entende,os tão pouco ?T

co,o a sua contrapartida 0rancesa, .li4erdade p>4lica.: a di0iculdade para nLs estH e, 5ueB e, a,4os os casos, a 6n0ase recaIa so4re .p>4lico.. Se3a co,o 0or, ) K aus6ncia de no,e para o tesouro perdido 5ue alude o poeta ao di2er 5ue nossa heran/a 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,. % testa,ento, di2endo ao herdeiro o 5ue serH seu de direito, le*a posses do passado para u, 0uturo. Se, testa,ento ou, resolvendo a ,etH0ora, se, tradi/ão J 5ue selecione e no,eie, 5ue trans,ita e preserve, 5ue indi5ue onde se encontra, os tesouros e 5ual o seu valor parece não haver nenhu,a continuidade consciente no te,po, e portanto, hu,ana,ente 0alando, ne, passado ne, 0uturo, ,as tãoJ so,ente a se,piterna ,udan/a do ,undo e o ciclo 4iolL*ico das criaturas 5ue nele vive,. % tesouro 0oi assi, perdido, não ,erc6 de circunstNncias histLricas e da adversidade da realidade, ,as por nenhu,a tradi/ão ter previsto seu apareci,ento ou sua realidadeB por nenhu, testa,ento o haver le*ado ao 0uturo. A perda, talve2 inevitHvel e, ter,os de realidade polItica, consu,ouJse, de 5ual5uer ,odo, pelo olvido, por u, lapso de ,e,Lria 5ue aco,eteu não apenas os herdeiros co,o, de certa 0or,a, os atores, as teste,unhas, a5ueles 5ue por u, 0u*a2 ,o,ento retivera, o tesouro nas pal,as de suas ,ãosB e, su,a, os prLprios vivos. $sso por5ue a ,e,Lria, 5ue ) apenas u, dos ,odos do pensa,ento, e,4ora dos ,ais i,portantes, ) i,potente 0ora de u, 5uadro de re0er6ncia preesta4elecido, e so,ente e, rarIssi,as ocasiMes a ,ente hu,ana ) capa2 de reter al*o inteira,ente descone1o. Assi, ) 5ue os pri,eiros a 0racassare, no recordar co,o era o tesouro 0ora, precisa,ente a5ueles 5ue o havia, possuIdo e o achara, tão estranho 5ue ne, se5uer sou4era, co,o no,eHJla. Na ocasião, isso não os inco,odouB não conhecia, seu tesouro, ,as sa4ia, ,uito 4e, o si*ni0icado do 5ue 0a2ia, e 5ue este estava aci,a da vitLria e da derrota: .A a/ão 5ue possui sentido para os vivos so,ente te, valor para os ,ortos e sL ) co,pleta nas ,entes 5ue a herda, e 5uestiona,.. A tra*)dia não co,e/ou 5uando a li4era/ão do paIs co,o u, todo es4oroou 5uase auto,atica,ente as ilhotas escondidas de li4erJ ?1

dade, 5ue de 5ual5uer ,aneira estava, condenadas, ,as si,, ao evidenciarJse 5ue não havia ,ente al*u,a para herdar e 5uestionar, para pensar so4re tudo e rele,4rar. % ponto e, 5uestão ) 5ue o .aca4a,ento. 5ue de 0ato todo aconteci,ento vivido precisa ter nas ,entes dos 5ue deverão depois contar a histLria e trans,itir seu si*ni0icado deles se es5uivou, e se, este aca4a,ento pensado apLs o ato e se, a articula/ão reali2ada pela ,e,Lria, si,ples,ente não so4rou nenhu,a histLria 5ue pudesse ser contada. Não hH nada de inteira,ente novo nessa situa/ão. Esta,os ,ais acostu,ados Ks periLdicas irrup/Mes de e1aspera/ão apai1onada contra a ra2ão, o pensa,ento e o discurso racional, rea/Mes naturais de ho,ens 5ue sou4era,, por e1peri6ncia prLpria, 5ue o pensa,ento se apartou da realidade, 5ue a realidade se tornou opaca K lu2 do pensa,ento, e 5ue o pensa,ento, não ,ais atado K circunstNncia co,o o cIrculo a seu 0oco, se su3eita, se3a a tornarJse total,ente desprovido de si*ni0ica/ão, +se3a a repisar velhas verdades 5ue 3H perdera, 5ual5uer relevNncia concreta. . At) ,es,o o reconheci,ento antecipado da crise tornouJse a*ora 0a,iliar. Ao re*ressar do Novo Uundo, 5ue co, tanta ,estria sou4e descrever e analisar, a ponto de sua o4ra ter se tornado u, clHssico, so4revivendo a ,ais de u, s)culo de ,udan/a radical, Toc5ueville estava 4e, cQnscio de 5ue a5uilo 5ue #har cha,ara .aca4a,ento. do ato e do aconteci,ento, se es5uivara ta,4), de siB o .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,., de #har, soa 5ual u,a variante de .Desde 5ue o passado dei1ou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia nas trevas. F, de Toc5ueville. Todavia, a >nica descri/ão. 7F8 A cita/ão ) do >lti,o capItulo de De,ocrac; in A,erica, NeC DorA, 1 <E, vol. l$, p. ??1. EiJla na Inte*ra: .E,4ora a revolu/ão 5ue se estH processando na condi/ão social, nas leis, nas opiniMes e nos senti,entos dos ho,ens este3a ainda 4e, lon*e de se achar concluIda, seus resultados, contudo, 3H não ad,ite, co,para/ão co, nada 5ue o ,undo tenha antes teste,unhado. Re,ontoJ,e, de )poca a )poca, at) a ,ais re,ota anti*:idade, por), não encontro paralelo para o 5ue ocorre ante ,eus olhosB a partir do ,o,ento e, 5ue o passado cessou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia na o4scuridade.. Essas linhas de Toc5ueville não antecipa, apenas os a0oris,os de Ren) #harB de ,odo 4astante curioso, lidas te1tual,ente antecipa, ta,4), a intui/ão de Va0Aa 7ver o 5ue se*ue8 de 5ue ) o 0uturo 5ue re,ete a ,ente do ho,e, de volta ao passado, .at) a ,ais re,ota anti*:idade. . ?F

a.e.ento i. pois 5uer e.as ta.it 4eiden. Ele luta co.4). sonde.entos co. sa4e real.inosos.p0linie aussprin*t und Ce*en seiner Va.. Richter :4er seine .es.. NeC DorA.ina.inho K 0rente. nosso caso.a s)rie de . at) onde eu sai4a.a da5uelas parH4olas de Fran2 Va0Aa 5ue. lan/adas ao lado e e.a ocasião.it de. dois adversHrios: o pri. Der 2Ceite verCehrt ih. sua lL*ica interna. A luta de Va0Aa 7?8 A estLria ) a >lti. o pri.ão no vol.o raios lu.a ve2 5ue o e. sua apar6ncia e1terna. constitue. . Ei*entlich unterst:t2t ihn der erste i. Denn es sind 3a nicht nur die 2Cei We*ner da.o . Tradu2idas do ale. da ori*e. ?? .eiro acossaJo por trHs.a.entos cu3a ess6ncia encontra. e. os aconteci. Er Aae.o. se*ue.Notas do ano 1 FT. und Cer Aennt ei*enllich seine A4sichtenR $. consiste nos processos recQnditos da . % incidente 5ue esta parH4ola relata e penetra. .. por). NeC DorA.o 5ue suspensa no ar. al*u.. YCeiten. Eis o ori*inal ale. draen*en und e4enso unterst:t2t ihn der 2Ceite i. 1 <=: Er hat 2Cei We*ner: Der erste 4edraen*t ihn von hinten. Pois não hH ali apenas %s dois adversHrios..a tradu/ão .it de. o se*undo o au1ilia na luta contra o pri. e 5ue.p0 . e.p0 . e. por).p0t . ErstenB denn er trei4t ihn doch 2ur:eiA. So ist es a4er nur theoretisch.a noite J. % se*undo 4lo5ueiaJlhe o ca.e/a precisa. so4 o tItulo He.eiro.a noite . u. 5ue. den @e* nach vo. Uas isso ) assi.eus 0ins. von 'rsprun* her. al*u..al in eine. e. so 0inster Cie noch Aeine Car J aus der Va.e1ata dessa crise se encontra. u. por conta de sua e1peri6ncia de luta.as possue.as poucas passa*ens onde u.ister para . nu. e. saIra.4os. .ais literal 0a2iaJse . saltar 0ora da linha de co. Va.ais o 0oi nenhu. The WiTeat @all T1 #hina. ela co. o poder radio*rH0ico de desvelar sua estrutura Inti. A parH4ola de Va0Aa ) a se*uinte:? Ele te. ) e. a lu. Se*ui a tradu/ão in*lesa e1ceto e. denn er Cill ihn nach vo.p0enden We*ner erho4en Cird. nos Estados 'nidos. dass er ein. ele .o inicial dei1ou a se5:6ncia dos aconteci.elte SchriXten.o de Ren) #har. do . De 0ato. >nicas talve2 5uanto a esse aspecto na literatura.ais escura do 5ue 3a. E dos Wesa.previsto J e isso e1i*iria u.o. K posi/ão de 3ui2 so4re os adversHrios 5ue luta.ente. Na verdade.p0eser0ahrun* Yu.. torno do incidente co.ente de suas inten/MesR Seu sonho. entre si. 5ue não ilu.4ate e ser al/ado.odo.os contida no a0oris.a de u. 1 <=.erhin ist es sein Trau. Va.eiro a3udaJo na luta contra o se*undo.purrHJlo para 0rente.es. aut6nticas parabolaí.iteinander Aae. auch noch er sel4st.ente. un4eCachten Au*en4licA J da2u *ehoert allerdin*s eine Nacht.ente no ponto onde o nosso a0oris.ão por @illa e EdCin Uuir. apenas teorica.purra para trHs.

o ao evidenciarJse a Filoso0ia i*ual.preensão.pletada .ais velha.ente a realidade histLrica e os aconteci.es. esse estH*io no desenvolvi. a revolu/ão veio a dese.penhada no tipo de co.ados intelectuais J escritores. contudo.. ) estar e.a ) 5ue.es.ou de E1istencialis. ) o .ento do pensa. pelo . voltaraJse parZ a polItica co. c. e 5uestiona. A 0un/ão da . re4elião do 0ilLso0o contra a Filoso0ia.o papel outrora dese. 5ue Platão a teria entendido ) 5uase tão anti*a 5uanto a histLria da Filoso0ia e da Ueta0Isica ocidentaisB não sur*iu ne.entes 5ue a herda.undo. .penhado pela vida eterna. Historica.o seu representante.. % pro4le. por). e essa co.entos 5ue 0i2era. He*el e a Filoso0ia da HistLria. se tornou portaJvo2 c criadora do 5ue ela . se visse arrancada de suas ocupa/Mes literHrias para os co.a cha.e Ualrau1 o4servou certa ve2 7e.ente incapa2 de reali2ar a tare0a 5ue lhe destinara. so4 as circunstNncias do s)culo SS. a a/ão.ediato e. Antes 5ue a *era/ão de Ren) #har. ela se v6 de i. E co.. A #ondi/ão Hu.penhar. ter acesso K vida p>4lica e.o solu/ão de perple1idades 0ilosL0icas e tentara escapar do pensa. con0or. pois o E1istencialis. ao . % E1istencialis. .oderno a5uilo 5ue ele ).enos no s)culo SS. literatos etc.o.4ate 5ue lhe ) prLprio.as por dois atos anteriores. Foi essa *era/ão 5ue.e/a 5uando 3H transcorreu o curso da a/ão e a estLria 5ue dela resulta a*uarda ser co.ente. outra *era/ão. co.nas . não por u.o.ente ) co.a 0u*a dos i.ento para a a/ão. pensadores.: .ais tarde.e.preender o acontecido. pouco . a realidadeB seu verdadeiro 0i. .pro.pos de revolu/ão.ente ) incapa2 de 0a2er a pa2 e de indu2ir a reconcilia/ão. A situa/ão. apenas u.odo de reconcilia/ão do ho. He*el. se a . os cha.redi. de acordo co.ento .o. J sL pudera.ana8.enos na sua versão 0rancesa. ) 4asica.co.. polIticasB esta 0al6ncia da Filoso0ia PolItica no sentido e. te..oderno 0oi precedido. pa2 co.ir os 5ue a 0a2e. artistas. a sa4er. . do .passes da Filoso0ia .pro. entender c apreender conceitual.issos da a/ão. tornouJse desesperadora ?< . não sur*e ao revelarJse a Filoso0ia incapa2 de aplicar suas prLprias re*ras K es0era das 5uestMes. .ente u. por nLs escolhido co.o.oderna para o co.undo .isso incondicional ce..

co.ediHrio 5ue por ve2es se insere no te. u. dar respostas Ks suas perple1idades. nosso conte1to. a .isso.portNncia o4servar 5ue o apelo ao pensa. apelo ao pensa.oderno co.a apro1i. o pri. os vivos . hipLcrita.po total. o ter a*ido. por al*u. desprovidas de sentidoB isto ). não de resolver 5uais5uer pro4le. Neste .4).ento crItico.a reviravolta não u. e a se*uir.ostrou 5ue as velhas 5uestMes .ais e por ?E .e/ou a despertar para o 0ato de ter che*ado a viver e. pois.as ta.ente 0iel K se5:6ncia de teorias e atitudes.as de 0a2er co.ana dei1ou de 0uncionar ade5uada. não so4 a 0or.ente. se. intervalo de te. A desco4erta +de 5ue.a.eses da Resist6ncia. . co. onde o historiador deve ser literal.encionei. se tornar. e.5uando se . salaud.a de *era/Mes consecutivas.ento sur*iu no estranho perIodo inter. ela.as co.eiro. Seria.ento.a/ão .ente 0or.isteriosa. 5uando o ho.ente hu.Jse conscientes de u.undo no 5ual sua . 5uando não so.ente deter. .os a peculiar ironia do 5ue se*ue. eles se.ens.enos ur*ente e apai1onado 5ue o apelo ao a*ir da5ueles 5ue o antecedera.unhas. u.ento.ento não era. ou antes. 5uando a a/ão.e. Ren) #har.po histLrico.as.eta0Lrica do 5ue ocorreu e0etiva.eta0Isicas era.a >nica pessoa.enos ainda. .a ra2ão . parecia a4ri*ar a esperan/a. torna. . destinado aos so4reviventes 0uturos. se5uer capa2es de 0or. verIa.as duas ve2es: pri. por assi. . 5uando 3H avultava a li4erta/ão J 5ue. u.pro.o a 4io*ra0ia de u.a. Eu a . u.inado por coisas 5ue não são . não visando senão a u. concluiu suas re0le1Mes co. seu en*a3a. . e.4ora sucinta. ao escapar do pensa. di2er.ento para a a/ão..ular 5uestMes ade5uadas e si*ni0icativas. perderIa. não . seu envolvi.o.ento e co. os atores e teste. de certa i.ente na consci6ncia dos ho.entalidade e sua tradi/ão de pensa.eiro ato da estLria 5ue a5ui nos interessa. u.es.os. 5ue 0Qsse possIvel conviver co. escrevendo durante os derradeiros . a a/ão. #aso 0osse preciso escrever a histLria intelectual de nosso s)culo. .ente dessa pessoa o4ri*ada a dar u. 0or/ouJa de volta ao pensa.ento. si*ni0icava li4era/ão do a*ir J. e.a ve2 5ue.o disse Sartre certa ve2.ente os historiadores 0uturos.os a .

.eira coisa a ser o4servada ) 5ue não apenas o 0uturo J . 7Não se deci0rou ainda o eni*. a4ri*a todas as ri5ue2as.ental.a de + . u.a ve2 .eno . antecipatLrio 5ue ainda ho3e. 5ue. 5ue ocupa.os o ho.. o 0ato de che*ar a haver al*u..ais de trinta anos de crescente 0a.o u. de certa .inar u. desenvolveu esse 0antHstico do. não cessa de nos atordoar8.Htica K e1peri6ncia de u. para se .ele. J.o tr6s lutas transcorrendo si. .po de 4atalha no 5ual se di*ladia.e.a esp)cie de paisa*e.ediata. esses intervalos .ente evidente associar ri5ue2a de detalhes concretos e a/ão dra. cada u.a pLstu. perda de precisão.Ini.a e.ento. as 0or/as do passado e do 0uturoB entre elas encontra.ostrara. sua e1tre.ais avan/ada posi/ão.ento. HH. poder conter o .coisas 5ue não são.ultNnea.a a0ir.aneira.4ater a. eventoJpensa. ?= .o tri4uto a ser pa*o por sua orde. atri4uindo assi.a dada realidade.ouJse co. de hH .e.as. A estLria re*istra.ais vital e vIvida da realidade.seus.ais de+ u.as ta.a luta parece. . dos escritores . *ra/as K pura 0or/a de inteli*6ncia e i. Sendo o pensar para ele a parte . certa palide2 a4strata aos processos .utua.ente. se. deverJse e1clusiva.a onda do 0uturo.e.ente K presen/a do ho. Va0Aa. a >lti. 5ue Va0Aa cha.o i. e.a*ina/ão espiritual.a esp)cie de espantosa inversão da rela/ão esta4elecida entre e1peri6ncia e pensa.es. portanto.ento 5ue. Na HistLria. o 5ual J suspeitaJse J as 0or/as do passado e do 0uturo terJseJla. #ontudo.previsIveis.entais co.Hticos caracterIsticos da vida .a de Va0Aa 5ue e.ais notHveis J.o.a4strato.. apLs 5uase 5uarenta anos repletos de eventos in)ditos e i. precisão. . duas ou .os co.anter e.ento da verdade. sua cronolo*ia. variedades e ele. A pri. 4asica. al*o 5ue se poderia deno. deve co.4). a partir de u. ca. na lL*ica desses pro4le. se não e.ente: a luta de .ente. e.4as.entos dra.plicidade e concisão. adversHrios entre si e a luta do ho.real. co.uito neutrali2ado ou destruIdo . e. 5ue consiste.ar a Va0Aa. Ao passo 5ue considera. . ainda. A cena ) u. se. criou. . u. seu territLrio. 0enQ.Jpensa.a si. deles.o de e1peri6ncia despo3ado e . Pode. u.os a*ora reto.

e aci.a re*ião al). so4re a partIcula ou corpo 5ue lhes dH dire/ão.pre 5ue . o 5ue ) 4e. 5ue o ho. estirandoJse por todo seu tra3eto de volta K ori*e. 0lu1o de ininterrupta sucessãoB ) partido ao . no ponto onde .ovi.ais.6nides a He*el. to. te. ) visto co. espa/o 4astante para se .e/a.e. ) possIvel dar u. al). 5ue vive se. . K .a 0or/a.sua. por se 0ocali2are.a da linha de co. ele ne. 0ora do espa/o e supraJsensIvel co. não altera a i. .o a re*ião .sua.ento de Va0Aa. se insere no te.. 9isto Va0Aa conservar a .poral. co. 0ardo co. passado.poral e retilinear.ele.etH0oras.purra para a 0rente. cai no sonho de u. pratica. 5ue de0ende seu territLrio.orto os vivos pode.orto. e apenas na .po parteJse e. e. o 5ue .e a 5ual pensa. Penso 5ue.po. 0or/as 5ue.etH0ora tradicional de u.entoR %4via. de u. então. a lutar entre si e a a*ir so4re o ho..ente todas as nossas . e.poral e. ter. ) o 0uturo 5ue nos i.pre no intervalo entre o passado e o 0uturo.. e. se.aneira 5ue Va0Aa descreve.po.es. estranho. de arcar e de cu3o peso .os o te. luta constante. T[ te. antes. u. passo adiante.a*e.ais ade5uada ao pensa. 0u*ir por conta prLpria. na sua acep/ão usual.dele. do . ao inv)s de pu1ar para trHs.pele de volta ao passado. Nas palavras de FaulAner: .eio.ovendoJse e.as.ada de posi/ão contra o passado e o 0uturo. não ) o presente. ao contrHrio do 5ue seria de esperar.po não ) u. Apenas por5ue o ho.archa para o 0uturo.es.anter. ou . . para colocHJlo e. e não. .o u. se des0a2er e. da .os a*ostinianos J 5ue cinde o contInuo te. co. pensa e. .o deve. princIpio.e.ente.e. . tradicional con0or.as. cu3a e1ist6ncia ) conservada *ra/as K .o ) passado.o e.a lacuna no te. sua .o u. senão o anti*o sonho. Esse passado. 5ue4ra o 0lu1o unidirecional do te. co.ele.po.e.4ate J e o 5ue ) esse sonho e essa re*ião.o passado. o 0lu1o indi0erente do te. Do ponto de vista do ho. estHB e a posi/ão .a es0era inte. anelado pela Ueta0Isica ocidental de Par.o a inser/ão do ho.ele. linha reta. ?! .al te. destorcer o pensa.e.edida e. presente e 0uturoB ) essa inser/ão J o princIpio de u.ento te.o passado nunca estH . contInuo. u. se. Va0Aa descreve co.po .

po de 4atalha deveria resultar e. co.ais li*eira. inIcio conhecido. no ponto e. vindo u.ento.itada no sentido de sua ori*e.ente para 0ora do te. Essa 0or/a dia*onal di0eriria e. % 5ue hH de errado co. de Va0Aa encontrou seu ca. seria li.. intervalo si.o de 0or/as. passado in0inito. e.ais conveniente K orde. .ele. paralelo*ra. ao contrHrio. por .pleta. a estLria de Va0Aa.o 5ue ca. não pode senão 0a2er co. elas não . ) a . 5ue as 0or/as se desvie. u. per0eita e5:idistNncia do passado e do 0uturo. $deal. e. Fosse o .. a. interro. A inser/ão do ho.. .ino 3a2 no in0inito.inada pelo passado e pelo 0uturo. para 0rente e para trHs.ais se entrechocaria.ovi.4as. e.ento ) u.a terceira 0or/a: a dia*onal resultante 5ue teria ori*e. os . 0osse. a a/ão das duas 0or/as 5ue co. possue. sendo seu ponto de partida o entrecho5ue das 0or/as anta*Qnicas.ento te. aspecto das duas outras de 5ue ) resultado. seria. t)r. ) o in0inito.as se interceptaria.inhando ao lon*o dessa linha. do pensa. .ano. outras palavras.po hu. cu3a ori*e.itadas no sentido de suas ori*ens. E.as cu3o eventual t)r.a de u.pMe.. ili. eventoJpensa. 0or/as anta*Qnicas. 5ue se3a 0or/ado a saltar co.poral e retilIneo 5uando o 0lu1o unidirecional deste ) partido e.ente 5ue se3a.elhandoJse antes ao 5ue o 0Isico cha.ente.o de 0or/as onde o .ele. o paralelo*ra.. 0ace a 0ace.entos pausados e ordenados 5ue são o passo .ino. caso assi. toda a sua *rande2a. visto resultar de duas 0or/as cu3a ori*e.a de u. co. Essa 0or/a dia*onal. ) conhecida.4ora não tenha.ples. cu3a dire/ão ) deter..ovi. in0inita 5uanto a seu t)r.a di.ele. se posta não ). A 0or/a dia*onal. pelo . u.enos potencial. 0uturo in0initoB no entanto.ensão espacial e. ) 5ue di0icil. diri*idas para o ho. de Va0Aa capa2 de e1ercer suas 0or/as no sentido dessa dia*onal. co. 5ue as 0or/as se choca. u. As duas 0or/as anta*Qnicas são.por).e.pendo o contInuo. a lacuna onde .etH0ora per0eita para a atividade do pensa. ele ?G .ente.0alta K descri/ão Aa0Aiana+ de u. e. asse. de sua dire/ão ori*inal. Nn*ulo.ente pode ser retida a no/ão de u. e outra de u.ento. . 5ue o pensar se possa e1ercer se. e a*indo so4re ele.e. o ponto no 5ual colide. u.ino. e so4re o 5ual atua.

orra de e1austão. a u. co. % 5ue .pre ca. so4re a terra.porNneas do pensa.4ora apontando ru. e talve2 ne.entais.enso e se. co. Aplicadas ao te. Apenas na . ? .ente pode vir a acontecer J e 5ue Va0Aa descreveu a... ai lacunas no te. ser vHlidas no N.o u.. dado histLrico. incapa2 de encontrar a dia*onal 5ue o levaria para 0ora da linha de co.) assi.po de 4atalha.ente pelo paralelo*ra.a da re0re*a.4iante espa/oJte..po. e. . o ho.ele.e.ente ter sentido.4ate. i.ele. .ento J o i. \ tentador acrescentar. coeva da e1ist6ncia do ho.a*ens 5ue estou a5ui utili2ando para indicar.po 5ue. apenas teorica.parcialidade as 0or/as 5ue se di*ladia. 5ue isso .es.etH0oras pode a4soluta.aneira .4ate e se situado.po criado e deli..itado pelas 0or/as do passado e do 0uturoB teria encontrado u.i>de e.ente a0astado do passado e do 0uturo para lhe o0erecer a .. seu prLprio e autoJinserido apareci.ais prLprio e 5ue so.edida e.poral J . e não . serH o territLrio so4re o 5ual terH 5ue se . e si. as condi/Mes conte.ente viera a e1istir co.alJentendidos: as i. 0enQ.e.ente a5uilo 5ue lhe era . J. teria desco4erto e pressionado co.anece presa ao presente e nele arrai*adaB e. 5ue ) ate.al*u).ento. lar.4ate.a dessas .. por). .uito ..o ao in0inito.anter.ais provavel. Para evitar . da 5ual poderia 3ul*ar co. Suspeito 5ue essa lacuna não se3a u. aci. na plena realidade de seu ser concreto vive nessa lacuna te. e. 5ue pensa.ente o cha.eta0Lrica e con3etural.a Va0Aa. es5uecido de suas pri. de . ca. outras estLrias e parH4olas J ) 5ue .elhe a u.posi/ão de 3ui2. isto ).4ito dos 0enQ.. lu*ar no te.oderno. sL pode.ente.o estava. para o espa/o constituIdo ideal. en5uanto ele viver. per.o tão acertada.poral entre o passado e o 0uturo. pelos adversHrios.o de 0or/as.itivas inten/Mes e apenas cQnscio da e1ist6ncia dessa lacuna no te.po su0iciente.eno . nenhu. deperecido so4 a pressão do constante e.o 5uer a parH4ola.não teria saltado para 0ora da linha de co.enos . na >nica dire/ão a partir da 5ual poderia ver e desco4rir ade5uada.po histLrico ou 4io*rH0ico. pois não ocorre. pois essa dia*onal. ve2 disso.4ora não se asse. e si.uito e.

en5uanto e1peri6ncia. outros aspectos. .ente K atividade do pensa.edida 5ue a )poca .a condi/ão peculiar unica. cu3as re*ras lL*icas de nãoJcontradi/ão e coer6ncia interna pode. &uando.os estar ne.po de ho.o do te.ordial. e sL pode ser ad5uirida.a*o . Por lon*os perIodos e.o e. a lacuna entre o passado e o 0uturo dei1ou de ser u. ou antes. pavi. 0ato de i. e5uipados ne.ente. nossa histLria.peuJse o 0io da tradi/ão.ento atrav)s do espa/oJte.os.Ela 4e. pode ser a re*ião do espIrito.as apenas indicadoB cada nova *era/ão. na verdade no transcurso dos . o 0ato de essa tradi/ão terJse es*ar/ado cada ve2 . essa pe5uena picada de nãoJ+ Jte.po. Este pe5ueno espa/o inte. atrav)s da prHtica e de e1ercIcios. co.ento. K 0unda/ão de Ro.portNncia polItica.eno .es.ens . ao contrHrio do . cha. a indu/ão e a e1tra/ão de conclusMes. 0uturo in0inito. <T .a. co.entais co.os de tradi/ão. contudo. Não ) se*redo para nin*u).o vi. ao 5ue parece.ento e adstrita. de instalarJse na lacuna entre o passado e o 0uturo. isto ). do pensar sua ocupa/ão pri.ental ].po histLrico e 4io*rH0ico.entHJlo de novo.ele. esta lacuna 0oi transposta por a5uilo 5ue.undo e da cultura e. co. Ela tornouJse realidade tan*Ivel e perple1idade para todos.oderna pro*rediu. 0enQ.o a dedu/ão.a e 5ue 0ora.ano. a0inal.enciona a e1peri6nciaB a e1peri6ncia de luta ad5uirida por .poral no N. e na verdade cada novo ser hu.inados por conceitos ro. 5ue nasce.os.ais K . 5ue de0ende seu territLrio entre o cho5ue das ondas do passado e do 0uturo. la4oriosa.po a4erta pela atividade do pensa. não parece. Essa ) u. ) 5ue. u.anos.o 5ual5uer e1peri6ncia de 0a2er al*o. da ruIna do te. preparados para esta atividade de pensar. passado in0inito e u.ento di0ere de processos . deter. desde os ro. 7Nesse particular. da recorda/ão e da antecipa/ão salva.il6nios 5ue se se*uira.ento J 3H 5ue. Va0Aa . toda a parH4ola re0ereJse a u.a e1peri6ncia de pensa. a trilha plainada pelo pensar.a. ro. % pro4le. deve desco4riJlo e. inserindoJse entre u. esse tipo de pensa.anos. aos poucos eleitos 5ue 0i2era. não pode ser herdado e rece4ido do passado. o 5ue 5uer 5ue to5ue.ortais e na 5ual o curso do pensa.

4ora tais aconteci.o pensarB eles não cont6. responsa4ilidade e virtude.os. e1pediente de >lti.des.ascarar.e.elancolica. . disso.a ve2 por todas. prescri/Mes so4re o 5ue pensar ou acerca de 5ue verdade de0ender.eu pressuposto ) 5ue o prLprio pensa.a co.ovi. #o. suspenso o pro4le. co.er*e da concretude de aconteci. e seu >nico 0ito ) ad5uirir e1peri6ncia e. K revelia da su43acente realidade 0eno.a a0inidade natural co. assi. e .4ora *rosso .8. Al).pido da tradi/ão.entos.ente.encionados apenas de passa*e.ove.ente <1 .a literHria *uarda u. 4astando depois aplicHJlas. não pretende .o este e.a ve2 5ue se . ou inventar al*u.e de e1ercIcios poderia o4via. . Uenos ainda. e a crItica +ao passado.ais crIticos 5ue e1peri. .entais e os cinco >lti. autoridade e ra2ão.ental na interpreta/ão crItica do passado.itiva ess6ncia. PareceJ.ente evadiuJse das prLprias palavrasJchave da lin*ua*e.o 0or. trataJse de e1ercIcios de pensa..entais 5ue crIticos. pois hH u. 5ue tão . este volu.eiros capItulos se3a.ente co.entos polIticos 7e.ente divididas.udan/a de 6n0ase não ) ar4itrHria. dia a verdade venha a aparecer. co.o e1peri.a da verdadeB a preocupa/ão ) so. polItica J tais co. 3H 5ue são os >nicos . entre o passado e o 0uturo. a pro3etar 5ual5uer esp)cie de 0uturo utLpico.. .o .ser aprendidas de u.o toda coletNnea de ensaios.6nica.a hora para preencher a lacuna entre o passado e o 0uturo.er*e de incidentes da e1peri6ncia viva e a eles deve per.o os e1ercIcios 5ue tenho e.ais e1peri. crItica. e. todos esses e1ercIcios pMeJse e. cont6. 5ue o ensaio co.ponente e1peri.anecer li*ado. pretende. . não são ri*ida. poder e *lLria J. E.odo os tr6s pri. dei1ando atrHs de si 0or.as os e1peri.ento e.as ocas co. aos conceitos tradicionais. as 5uais se dão 5uase todas as e1plica/Mes.entais dos ensaios 5ue se*ue. co.8 %s seis ensaios se*uintes são e1ercIcios desse tipo.arcos por onde pode o4ter orienta/ão. cu3o alvo principal ) desco4rir as verdadeiras ori*ens de conceitos tradicionais.entos se3a. de destilar deles sua: pri.ento polItico.entos não visa. Uais especi0ica.entarJse nessa lacuna J talve2 a >nica re*ião onde al*u. as partes crIticas e e1peri. a 0i. '.o li4erdade e 3usti/a. reatar o 0io ro. na 0or. Essa *radual .ente. e espero 5ue o leitor concorde.

ais ou a .ento 5ue 0oi posto K prova nas duas pri.oderna.eira trata da ruptura .ais se dispMe de respostas dei1adas pela tradi/ão e ainda vHlidas. PressupMe a discussão da pri. A prLpria se5:6ncia ) deter.eiras partes a pro4le. por 0i.as na esperan/a de esclarecer as 5uestMes e de ad5uirir al*u. <F . .o: % 5ue ) autoridadeR % 5ue ) li4erdadeR.o to.odi0icar seu carHter.as i.entares e diretas co.ediatos e correntes co.as si.oderna na tradi/ão e do conceito de HistLria de 5ue se serviu a )poca .a se5:6ncia de .i. ou e. o livro divideJse e. A pri. o 0ito de encontrar solu/Mes cate*Lricas. %s 5uatro ensaios da >lti. 0or. sL pode. al. co.a de livro J não ) a unidade de u.usical.conter al*uns capItulos a . a de u.a parte. pro4le. A esse respeito. decerto.os no diaJaJdia. por5uanto 5uestMes ele.a suIte . não. são escritos e. todo indiviso.ovi. A se*unda discute dois conceitos polIticos centrais e interJrelacionados J autoridade e li4erdade. tr6s partes.e3ando su4stituir os conceitos da Ueta0Isica tradicional.as especI0icos. a 3usti0icativa de pu4licHJlos e.inada pelo conte>do.a desenvoltura no con0ronto co. A unidade destes capItulos 5ue constitui para .enos se.. u.eira parte.es. u. sur*ir 5uando não . 5ue nos de0ronta.entos 5ue. são 0rancas tentativas de aplicar o tipo de pensa. tons relacionados. co. .o e. . por isso .

u. con0usão e ilusão.1. 0i. na ale*oria da caverna. as teorias de Varl Uar1.anos. caso 5uisesse.enos de0inido co. .os de trevas. desco4rir o c)u lI. repudiar e a4andonar.pido das id)ias eternas. % inIcio deuJse 5uando. % 0i. 5ue a5ueles 5ue aspirasse.entos de Platão e AristLteles. veio co. A Rep>4lica. tudo a5uilo 5ue pertence ao convIvio de ho.undo co.ento polItico teve seu inIcio de0inido nos ensina. Platão descreveu a es0era dos assuntos hu. u. não .ens e. ter. A TRADIÇÃO E A ÉPOCA MODERNA $ A tradi/ão de nosso pensa.. e. e. ao ser verdadeiro deveria. #reio 5ue ela che*ou a u. a declara/ão de Uar1 <? .

as .ental. ela pQde salvar todas as coisas e har.. tornouJse destrutiva K .a o4ra J .reali2ada. << .ples.por seus padrMes aos assuntos hu.a 0ilosL0ica8 de a43urar da Filoso0ia. 5ue ressoa e.ora entre os ho.ens e de seu .ente na es0era do convIvio. !!E. .o ao sere. não 0ora dos assuntos dos ho. para poder . seu desa0io 0inal. por ele cha.entares da PolItica 3a.ens. 3a. posterior. si . Nisso consistiu a tentativa de Uar1. di2er nada da 718 beis. na polItica. .o ao .anos. e ao rece4ere.ente. Z t J. +.ap V&.ento ocidental.as precisa.plica necessaria. en5uanto . e. e. deus 5ue.sociedade.. e. . . Over*esellscha0ttite Uenschen8. nas palavras de ^aco4 (urcAhardt. a PolIticaB sua tradi/ão iniciouJse co. a .de 5ue a Filoso0ia e sua verdade estão locali2adas. Se. ) co.ente a atitude do 0ilLso0o para co. so4reveio 5uando u.es.ais atin*e seus ouvintes co.ente neles.ental. % 0i.77 !Tavra J c verdadeira para nossa tradi/ãoB en5uanto seu inIcio 0oi vivo. u.eira ve2 seu so.ente o inIcio e o 0i.ens sociali2ados. 0or. sua ur*6ncia i.oni2ador ao .o u.es. A Filoso0ia PolItica i. co.. #o. ]]b^i+ cZ.ulados pela pri. atrav)s da e. .ais v6.entes 0iloso0antes.ens.odula/ãoB e o acorde 0unda.sua inten/ão de .eira ve2.aior 0or/a e 4ele2a do 5ue ao enviar. por assi.ais har. J para não. são. .er*6ncia de .a irritante e dissonante 5ue ao continuar a ser ouvido e.o u.ediata e si. unica.undo cu3os sons J e pensa.oni2HJla.ente e1pressa e.o te.trans0or. sua decisão 7e. har. e.u.ente K lu2.. inicial. e o su4se5:ente retorno deste para i.po. 7J_1p1`1 .reali2HJla. podendo ser . 0ilLso0o repudiou a Filoso0ia. sua >iti..undo co. e nunca de 0or.ada de .ento Jnão pode . assi.ar o .% inIcio ) co.oni2ar: '. co. o a4andono da PolItica por parte do 0ilLso0o. pela pri.as ele.odula/Mes atrav)s de toda a histLria do pensa. di2er.acorde 0unda.h . . portanto. puros ou se.consci6ncia.7 '7%c 79 aCp@+!t+o7/ @P9P. e. salva todas as cpisas. dos ho. t + 81 + .l0$ a. o se*uinte: os pro4le.undo. % inIcio e o 0i. da tradi/ão t6.u.undo.edida 5ue che*ou a seu 0i.a o4serva/ão casual 0eita por Platão e. tão clara.. in0indHveis . % inIcio.79!d %+C.

*overno de u. de al*u.itada de te.as por toda a Anti*:idade e at) a idade ..hu. o . ao condu2ir Uar1 a a0ir. Uar1.po de la2er. conte. Essa si. ho.onstra sua vitalidade. ou . a4olirH a si . % te. . e Filoso0ia e PolItica.entos usual.paro 5ue veio depois de 0inda a tradi/ão e e. os 5ue não tra4alhava. te. ou 5ue possuIa.a..a/Mes 0la*rante.Estado desaparecerH.a .oderna. . u. de sere. cidadãos apenas na . não são utLpicas.es.. #o. antes de .o. al). reprodu2indo antes as condi/Mes polIticas e sociais da .aioria.. não era. so4 as condi/Mes de u. e de 5ue a produtividade do tra4alho tornarJseJH tão *rande 5ue o tra4alho.a 5uantidade 5uase ili.ocracia. u..ente e. Estado. Atenas.anidade sociali2ada.ais .e. ou so4 condi/Mes onde.o tal.po de la2er a cada . As .a cidadeJestado ateniense 5ue 0oi o .as inverteu a tradicional hierar5uia entre pensa.ente cha. principal.ente cont6.a divisão entre *overnantes e *overnados e não 0oi.ento e a/ão.elhor 0or.a/Mes. co. e.ais i. o ideal de Uar1 da . evidente.e.es. o 0unda.ilaridade tornaJ se ainda .ento so4re o 5ual se alicer/a nossa tradi/ão. cidadãos e os 5ue era.esteira de con0usão e desa. na 0rase 0a.ente contraditLrias.os ho3e. %s cidadãos atenienses. A polis ateniense 0uncionou se. acordo co.os esse ter.pla/ão e 1ra4alho.edida e.po de la2er e1istiria so4 a condi/ão de ine1ist6ncia do Estado.o.as de *overno. Não so. ou de. al). 5ue possuIsse. portanto. predi/Mes. *overno por uns poucos ou oli*ar5uia e *overno pela . isto ). .osa de <E .portantes são suas predi/Mes de 5ue.4ro da sociedade. u. 5ue não virou He*el de ca4e/a para 4ai1o tanto assi.arcante 5uando investi*a.o Uar1 o 0e2.ais 5ue sua 0or/a de tra4alho. *arantindo assi.ente na parte de seus ensina. assi. as de0ini/Mes tradicionais de 0or. 5ue vive.a 0or. era. Essas a0ir. a5ueles 5ue tra4alhava.os o conte>do real do ideal de sociedade de. disso. e. cidadãos era.odelo da e1peri6ncia para Platão e AristLteles e. 5ue tivesse. a5uela li4erdade 0ace ao tra4alho 5ue Uar1 predi2 para o 0uturo. se usar. Na 0iloso0ia de Uar1. o inIcio 0eito por Platão e AristLteles de.onar5uia.ada utLpica.a de sociedade.ais nada.

Niet2sche. onde.a atividade cansativa. a. os deveres polIticos era. era ainda reconhecido co. a0oris.4os os casos.ples.es. 4Hnausos.o te. nenhu.uito di0erente das condi/Mes reais da Anti*:idade.ado o lu*ar do *overno e da a/ão polItica. . ao contrHrio. 1 <E.pli0icada 5ue todo co2inheiro estivesse 5uali0icado para assu. Uuni5ue. para En*els.h . na Anti*:idade. co. especial AristLteles. a . estes dois di0erentes conceitos são ine1tricavel. so. $sto.inistra/ão das coisas. para a5ueles . sendo tra/ada a distin/ão. Estado de al*u.o al*o .penhasse. vive e. 7Assi. AntiJD:hrin*. li4erdade do tra4alho co. vol..a reali2a as anti*as condi/Mes *erais de li4era/ão do tra4alho e.pon6sB o pintor. % co2inheiro de b6nin. na si.a li4era/ão do 7F8 9er.ento no sentido . cidadão . te.ad.a 0or. o4via.a da polItica. Para. 5ue 3a.as si.a.ais a. co2inheiro.o da polItica. e. u. F!E.a 4I.plo da palavra.ento de Uar1..ediante a aplica/ão do crit)rio de es0or/o e 0adi*a8.inistra/ão das coisas.H1i. @erAe. esta4elecera.ente . Na sociedade ideal de Uar1.4inados: a sociedade se. .po de la2er. havia sido para os 0ilLso0os a condi/ão de u. si.aduro . Esta dupla li4era/ão. toda a tra.itir K5ueles 5ue neles se e.as não o escultor. de 5ual5uer 0or. So4 tais condi/Mes.o. classes e se. 4astante precisão o pensa.ecanis. theoJretiALs.ais ha4ilitados para cuidar dos assuntos p>4licos F.ente co. outras palavras.ad.o 1! <= .ais 5ue u.pli0ica/ão de En*els.plIcito.plo. o pastor poderia tornarJse cidadão. a ad. estava i. .edIocres. p.u.ir o controle de seu .espIritos . li4era/ão da polItica. por e1e. 5ue Niet2sche considerou os .as não o ca.ente. seu ideal de sAhol). o 5ue. ) .a sociedade 5ue lhe proporciona a . no . ao .ente.inistra/ão da sociedade se houvesse tornado tão si.es.b6nin 5ue e1pressa co. Yuri5ue.ente poderia ser de interesse para u. ver Uor*enroete. certa. u.po. ou.ais si*ni0icou. $.o. e. \ contra a vida polItica a4sorvente de u. 1 `d.)dio da polis *re*a 5ue os 0ilLso0os.a vida devotada K Filoso0ia e ao conheci. considerados tão di0Iceis e a4sorventes 5ue não se poderia per. do tra4alho assi. e. de te.po livre da atividade polItica e dos ne*Lcios do Estado. $sso deveria suceder 5uando a . tivesse to.

virtude da tradicional conota/ão do la2er co.ente e.o da .oderno e con0eriu Ks suas acuradas predi/Mes sua 5ualidade utLpica.a vida devotada a alvos . se. u. nosso te. $sso o ce*ou para pro4le.K ad.os e conceitos 5ue tivera.es.ente K lu2 so.assas ) u. no sentido anti*o. .4ara/adores inerentes ao .a lu2 ideali2ada.es.preendendoJo e. plena.eios de produ/ão.li1erentes K )poca anunciada pela Revolu/ão $ndustrial. certas proposi/MeSJchave.pleta. não o4stZnte estivesse en*anado e.a de u.ara.4ina/ão de u. e.po K polite>esthai.a sociedade se. . re4elião consciente.inistra/ão.ada utopia co. perIodo+ histLrico co.entos 5ue viera. o ideal utLpico dZ u.po.ples predi/ão.a li4era/ão da polItica 5ue 0ora e1i*ida pelos 0ilLso0os *re*os para os eleitos 5ue 5uisesse.ente se. desa0iador e parado1al.. tra4alho to. Estado e+ . todos os paIses industriali2ados. co. ter. Uar1 perce4eu co.undo .a*ina/ão de Uar1 co.ento d7 la2er para as . A in0lu6ncia da tradi/ão 3a2 e.ente nãoJutLpicos: a percep/ão de certas tend6ncias no presente 5ue não . classes. para devotar teu te.ou tal vulto na i. tra4alho nasceu da reunião de dois ele.o sAhol) e otiu.ais altos 5ue o tra4alho ou a polItica.po ao 0iloso0ar.preendidas dentro do 5uadro de re0er6ncia da tradi/ão.o u.a atitude de.a si. e co. u. u. deu lu*ar. sua visão desse desenvolvi.uitos aspectos. % prLprio Uar1 encarava sua assi.ais podia. contendo <! . ser co. articulou. so4 as condi/Mes de sociali2a/ão dos . e. e o constante au. % *overno.preendeu e inte*rou. to. isto ). No entanto. sua suposi/ão de 5ue essas tend6ncias sL se a0ir.anidade ideal e. clare2a certas tend6nciHS.ento so4 u.as+ aut6nticos e 4astante e.ente di0erente. devotar todo o seu te.a sociedade se. respeito K tradi/ão de pensa.ento polItico 0oi u. A atitude de Uar1 co. e os conceitos e ideais tradicionais atrav)s dos 5uais o prLprio Uar1 as co.a hu. E. A co. Estado 7apolItica8 e pratica. 0ato e. as 5uais.o a e1pressão .se.tra4alho de 5ue os anti*os cidadãos livres des0rutava. cha. assi. portanto.entos inteira.. e ) verdade 5ue essa parte de suas teorias corresponde a certos desenvolvi.. sua ori*e.

ano. 5ue ocorre e.odo ade5uado e sucinto 8?. e . criou o ho.es. ^u*endschri3ten. e. tanto nos escritos de Uar1 co. vol.ente as . do ani. a . 5ue o ho. su43a2e. e. contraria. Selected @orAs. 1 ET.preendida e. usual. 7e.ento de Uar1. K lu2 do pensa. cria a si .as durante toda a sua vida. Uar1 e En*els. e transcende. p. o 5ual. elevar.o: %s 0ilLso0os 3H interpretara. si*ni0ica.e. ba4our in the Transition 0ro..a proposi/ão ).o de En*els. Pois essa >lti. apenas u.al. o .ente aceita e cu3a plausi4ilidade estivera.e. pri.o.sua 0iloso0ia polItica. no sentido he*eliano.ie und Philosophie. GF<. e 5ue ele 7?8 A a0ir.%s 0ilLso0os apenas interpretara. #ada u. e. especial .HJlo.edida e.o volu. Nenhu.HJlo. a parte estrita.e.osa >lti. e não Deus. Uodern bi4rar.A viol6ncia ) a parteira de toda velha sociedade prenhe de u.eiro lu*ar.NationaloeAono. hH a 0a.eiros escritos ao >lti. .B e. o tra4alho. não ) a ra2ão..anidade ) resultado de sua prLpria atividadeB si*ni0ica. 5ue o tra4alho.ente. de 0ato. Na o4ra posterior.. 5ue a5uilo 5ue distin*ue o ho. u. reali2H$a. 1 E?.The Par` pla. co. sua di0erentia speci0ica.as si. 5ue. 0ora de d>vida. Para 0or.a atitude 0ace K Filoso0ia aparece na predi/ão de 5ue a classe tra4alhadora serH a >nica herdeira da Filoso0ia clHssica.a/ão ocorre no ensaio de En*els .ente a u.ente cientI0ica de sua o4ra 7e. !<.oderna.uitas variantes8 <.ula/ão de En*els. se*undo lu*ar.a 0or.iu o pensa. . Entre elas. Stutt*art.e de Das Vapital8. 11. conservar. .a nova. <G .ente co. ver e. as se*uintes são cruciais: .a outra.% tra4alho criou o ho. 4astante o .anecera.a tese so4re Feuer4ach: .ilie.es.ilares pelo prLprio Uar1.a varia/ão de u.ento. 5ue ) hu. Ape to Uan. na .% tra4alho criou o ho.a dessas proposi/Mes pode ser co.a delas ad5uire seu si*ni0icado ao contradi2er al*u. terceiro lu*ar. bondres.es. 7<8 #itado a5ui de #apital. poderia ser e1pressa .ais ade5uada.a opinião corrente entre al*uns estudiosos de Uar1.e.o tal.ente e1pri. e. conse5:6ncia: a viol6ncia ) a parteira da HistLria 75ue ocorre..Não se pode au0he4en 7isto ). co. Edition.. e.. per. curiosa. at) o inIcio da )poca .undoB che*ou a hora de trans0or. p.a verdade tradicional. e.Die heili*e Fa..a. a4olir8 a Filoso0ia se. si e por si . 5ue sua hu.es. u. Final. .ed 4.aneirasB a*ora ) preciso trans0or.e. .undo de di0erentes .anuscrito anterior: .. dos pri.ula/Mes si. de Uar1 de .

7As poucas tentativas de salvar a viol6ncia do oprL4rio. o 3uI2o tradicional so4re o tra4alho e a tradicional *lori0ica/ão da ra2ão. tradicional. e o ho.o u. ani. a atividade hu.ais despre2ada. . viol6ncia i.edida e. a . . e toda a es0era da a/ão polItica ) caracteri2ada pelo uso da viol6ncia.uito 4e.ente nestes perIodos violentos a HistLria . das a/Mes do.eios de viol6ncia.ento constituinte de todas as 0or.as e1ercera. pelo contrHrio.era conversa ideolL*ica e hipLcrita. u.ente por parte de Ua5uiavel e de Ho44es. A distin/ão consistia e. a viol6ncia. u. o 5ual pode ser . deve ter . .ana livre e consciente.a na 0aculdade do discurso e na vida e. ou antes a posse de .8 Para Uar1.e.ana tradicional.inante por .plica e.sido cQnscio. destinavaJse a distin*uir os *re*os dos 4Hr4aros.)sticas. in0lu6ncia notavel.alla4oransB e.oB o Estado ) o instru.al rationale. .. a hu. o tra4alho.pre a caracterIstica saliente da tirania. Nova.H1i.ente di. 2Qon lL*on )Ahon.ais ver*onhosa.. K lu2 atrav)s de *uerras e revolu/Mes. 5uarto lu*ar. principal. a5uilo 5ue cont).as de *overp. ani.ente v6. 5ue conhecia AristLteles .ente esc1arecedoras para a anti*a con0usão de poder co. 'nica.ais di0Icil de perce4er.as do 5ue Uar1. 5ue os *re*os. 5ue depende. A identi0ica/ão .ente. A viol6ncia ). livre do escravo.inuta so4re a tradi/ão de pensa. e at) então o atri4uto . o desa0io K tradi/ão ) evidente.as si.e e e1plora.a. Ser a viol6ncia a parteira da HistLria si*ni0ica 5ue as 0or/as ocultas do desenvolvi. 2Qon politiALn e u. A dupla de0ini/ão aristot)lica do ho. são de *rande relevNncia para o pro4le.a ratio nas rela/Mes entre naJ.não ) u.e. co. outro desa0io 0unda.ana.ostra sua aut6ntica 0ace e dissipa a n)voa de . viol6ncia. na .ente .e. da a/ão hu. so.eio do 5ual ela opri. conJ < . a ulti.ar1ista da a/ão co.e.ental K tradi/ão.o do ho. 5ue não ) a ra2ão. ser 5ue atin*e sua possi4ilidade .ento da produtividade hu. o Deus tradicional. ) o ele. /Mes e.ento da classe do. Uar1 desa0ia assi.anidade do ho.H1i. u.. sendo considerada se.ento polItico anterior K de nossa prLpria )poca.ente.as si.a do poder e e1tre.a polis.

a instNncia. ou trans0or.a palavra 5ue indica clara. condu2ia.ou isso co. *overnados pela viol6ncia. 5uando ho. . e. ter. con0or.. a Filoso0ia J e a proposi/ão de Uar1 i.reali2ar a Filoso0ia.o o ho.ais hu.ente 5ue a o4edi6ncia era o4tida por persuasão e não pela 0or/a. os outros 0unda. a Filoso0ia ) u.ento 5ue lhe ) dia. ou a ad.u.ais i.)dio do discurso.inadas re*ras de a/ão.ente.ente. de 5ue. de . tradicional. 0or/ados ao tra4alho. teria sido u. % tra4alho era.idade co.. e. A Filoso0ia pode ter prescrito deter.plica 5ue H trans0or.ais to.undo e. e. ou Ks leis da polis. de Platão a He*el.os .ental.eio de viol6ncia e atrav)s da coer/ão . do 5ual apenas o corpo ha4ita a cidade de seus concidadãos. por).undo pelos 0ilLso0os indi5ue o . u. dessa ve2 não apenas i. a .. não vivia.não. .uda.vivendo e.ente u. u.elha.ente oposta e. .odo 5ue a interpreta/ão do . o discurso para sere.ens. nenhu. %s 4Hr4aros era.a de relaciona.ais especI0ica ne*a/ão do lL*os. contato.a contradi/ão e. reside na predi/ão de ET . a seu *overno. atrav)s da persuasão 7peIthein8.a/ão se3a precedida de interpreta/ão.as a viol6ncia era relacionada a u.ente. de Uar1. % desa0io K tradi/ão. essencial.ente e1presso na a0ir. do 0ilLso0o co. sua hostilidade antitradicional ao discurso e na conco. isto ). verAehrte @elt. .portante preocupa/ão.ada peitharAhIa.a/ão de Uar1. Essencial. a Filoso0ia. outros ho. por Platão.undo. e o esta4elecia. ne*Lcio apolItico e privado.ente atrav)s da 0ala.as direta. 0ilLso0o 3a.odo co. 4Hr4aros e escravos era. con5uanto ne*ativo.e.plIcito.ens livres o4edecia. era deste . A *lori0ica/ão da viol6ncia por Uar1 continha portanto a . uns co.o ele deveria ser trans0or. assentaJse. >lti.ana. e desde 5ue a/ão violenta e la4uta asse. do ponto de vista do senso co. A teoria das superestruturas ideolL*icas.ar o . co. He*el. sua o4edi6ncia era cha. e não por .a polis. Hneu lL*ou.Jse no 0ato de não e1i*ire. #onse5:ente. para os *re*os.etral. e os escravos era. Para a Filoso0ia tradicional.o sua .undo situado so4re sua ca4e/a. seus ne*Lcios por inter. do discurso. e0icientes. u. a 0or.issão.ado.itante *lori0ica/ão da viol6ncia. 5uer isto 0osse a descri/ão.

Inio de id)ias e. . nenhu.para/ão co.ana e .ais hu.e.odo si*ni0icativo e aut6nticoR Final.o te. oposi/ão a conte.o antecipara. entretanto.os.u.ento8 e de u.ais produtiva das atividades do ho. isto ).5ue o .uladas co. u.ana restarHR Se a viol6ncia ) a parteira da HistLria e a a/ão violenta. elas e1travasa. e condu2ira.eio . 7Uar18 e o .para os eleitos. su.e. no .ari2adas co.o serão os ho.ental 5ue per..os do senso co. apLs a conclusão da luta de classes e o desapareci.und @ilson8.u.a sociedade se. se. conhecidas e notadas por 5uase todos os estudiosos de Uar1. ou de 5ue a Filoso0ia. E1 . dia a realidade do senso co.a delas cont).aiores do 5ue ele .aneceu insol>vel e. chocarJnos.u.os tradicionais.. Uar1 a di0iculdades . a . dia id6ntico ao do. São na verdade . seus prLprios ter.o parado1os e intenta.undo dos ne*Lcios hu.uns.ento restarHR As incoer6ncias de Uar1 são 4e. Essas tr6s a0ir. os 5uais.os e pensa. entre o historiador 5ue v6 na acu.a tare0a histLrica.a contradi/ão 0unda.o discrepNncias . o 5ue acontecerH 5uando. ter.ana.e. .es.ove.ento das 0or/as produtivas. 5ue o+ 0ilLso0o se . 7Uar18 co. .oral do pro0eta. Se o tra4alho ) a .os e.ens capa2es de a*ir de u. Essa inconsist6ncia e outras 5ue tais são secundHrias e.aterial para o au. .o e1ploradores e desu.oralista 5ue denunciou a5ueles 5ue reali2ara. 5ue esp)cie de pensa. a/ão e 75uase8 se.ente hu.po reali2ada e a4olida na 0utura sociedade. ter.o tra4alho 0or a4olido.anciparJse deleR &ue atividade produtiva e essencial.ula/ão de capital .anos co.a viol6ncia 0or se5uer possIvelR #o. 7Ed.es. portanto.as de a/ão hu..ento do Estado.pla/ão e pensa.ental entre a *lori0ica/ão do tra4alho e da a/ão 7e.. para todos. Estado.reino da li4erdade. depois da revolu/ão. 5uando a Filoso0ia tiver sido ao . tornarJseJH u. co. houver lo*rado e..ais parado1ais ainda. 5ue se. #ada u. onde nos orienta.B são 0or.B pre 0oi .a/Mes são cunhadas e. 5uando o ho. o 5ue acontecerH 5uando. São. via de re*ra. tornarJseJH u. a contradi/ão 0unda.ani2adores do ho.ente.entre o eRonto de vista cientI0ico do historiador e o ponto de vista .ais honrada de todas as 0or.

utili2ando ao .os perIodos nos 5uais os ho. a chave .ediante a ad.. nunca dependera. 0ora de cu3o 5uadro conceptual pensa. 5ue a tradi/ão vii . co.ento de realidade e a a/ão de sentido.entos . ocidental. autoridade. Uar1 revolucionHrio c os discerni.a 0or. resolvida . .enos novos e. Nossa tradi/ão de pensa.ento al*u. $$ o vi*or dessa tradi/ão.ais velho.anosB ela ter. nos 5uais pode.ais i. e. 3ove.ento dial)tico 5ue precisa do ne*ativo ou do . privando o pensa. E.ento do ho.a.e/ou 5uando Pia tão desco4riu 5ue.o de sua o4ra e constitue.preensão e0etiva de seus peo4le.ente ocorre.ovi.ento e a cultura da Wr)cia clHssica co.o tal co. seu peso no pensa.o sua prLpria tradi/ão espiritual. e.es.entas conceituais.inou 5uando nada restou dessa e1peri6ncia senão a oposi/ão entre pensar e a*ir.o te. nossa histLria. desa0iador e parado1al enco4re a perple1idade de ter 5ue lidar co.4os se. si*ni 0icado. Uar1.es.anos adotara.a co. apenas por duas ve2es.portante para u. u.po suas prLprias 0erra. ) inerente K e1peri6ncia 0ilosL0ica repelir o . encontra. da consci6ncia 5ue este teve dela.ais cientI0icos do historiador e econo. N a verdade.ens são conscientes e . Na o4ra de *randes autores elas re.os de u.e. $sto aconteceu pela pri. ter.+ decidindo historica. de al*u.eira ve2 5uando os ro. 5ue.ete.o VierAe*aard e Niet2sche.issão de u. Z co. Tais contradi/Mes 0unda. ar aparente. EF . al*o co.ento.o no caso de outros *randes autores do s)culo passado. tentasse desesperada.ento. parecia a4soluta.undo ordinHrio dos ne*Lcios hu.ista . Z 5ue essa não pode ser atri4uIda ne. 0enQ.ente ser possIvel.as e para discerni. escritores de se*unda plana. ao centro .entais e 0la*rantes rara. identi0icando a idade co. dessa 0or.a. ser despre2adas. K natural di0eren/a entre u. torna a a.tra4alho.entos novos.ente 3ocoso.ente.es.a velha tradi/ão de pensa.o superconscientes do 0ato da tradi/ão. o pensa. polItico co. ne.ente pensar contra a tradi/ão.al para produ2ir o positivo ou o 4e.o se Uar1.

sua prLpria e1peri6ncia.ente.ento e.anos.ovi. de u.pulsLrio.ais 0osse possIvel.a con0ian/a in5uestionada na tradi/ão não .o se re4ela.ento polItico tradicional e da Ueta0Isica tradicional invertendo consciente. li*avaJse e. 5ue veio depois 5ue VierAe*aard.ens ne.edida 5ue a tradi/ão perde sua 0or/a viva e se distancia a .. *eral a tal ponto 5ue u. at) o perIodo ro. Esta 4rotou de u.o não 0a2 .assa no pal#o polItico e de opiniMes de . 5ue a )poca . a re4elião do s)culo S$S contra a tradi/ão provocara.a tradi/ão não si*ni0ica necessaria. #ontudo. os pressupostos 4Hsicos da reli*ião tradicional.undo e e. pelo .antis. Pelo contrHrio.alista e co.a pri.o revelar toda sua 0or/a coerciva so.ente ou não. . e0etiva. a tradi/ão ) al*u.ente depois de 9indo seu a 0i.assa na es0era espiritual 5ue os . e. caos de perple1idades de . .Nntico.entes dos ho.a e1altada consci6ncia e *lori0ica/ão da tradi/ão.ria a ter u.preensão do .ativa per.ento 0or. atrav)s do E? .Lria de seu inIcioB ela pode .e. u.ais contra ela. conceito essencial.ais tirNnico K .Nntico. as conse5:6ncias no s)culo SS ne.8 Ho3e.o. do pensa.os nova.es.ente a hierar5uia tradicional dos conceitos. 7A desco4erta da anti*:idade na Renascen/a 0oi u. 5uando os ho. não tivesse poder.oderna estava prestes a trans0or.a in0lu6ncia 0or. sua co. nossa histLria. eles ela veio. indo Ks prLprias 0ontes. e apLs eles per. Uar1 e Niet2sche desa0iara.anente so4re a civili2a/ão europ)ia. Não encontra. perdido seu poder so4re as . Antes dos ro.ais 5ue situar a discussão da tradi/ão na a*enda do s)culo S$SB sua *lori0ica/ão do passado apenas serviu para assinalar o .ens.ar nosso .eira tentativa de ro. % 0i.aneceu o 0io condutor atrav)s do passado e a cadeia K 5ual cada nova *era/ão.ente 5ue os conceitos tradicionais tenha.entos totalitHrios. desconheciaJse al*o 5ue 0osse co. intencional.o u.parHvel K tradi/ãoB co.as ve2es considerada co. parece ser a li/ão da tardia colheita de pensa.enos.ente a 5ue4ra e. passado so4re o 5ual a tradi/ão.undo e as circunstNncias e. ne. esta4elecer u. por).es. no s)culo SS. Essa.per os *rilhMes da tradi/ão.ente ro. Ks ve2es parece 5ue esse poder das no/Mes e cate*orias cedi/as e puIdas tornaJse . o Ro.

ado 7co. E< .undo co.porta 5uão en0atica.ento era incapa2 de lidar.J não pode.os f`nda prestar ouvidos . su3eita a decisão ulterior. .ina/ão. e.undo invadido por pro4le..ina/ão totalitHria vão . 5ue4rou a continuidade da HistLria %cidental.ento da tradi/ão. e1pulsou a escuridão.:. .ais radicais ou ousadas id)ias de 5uais5uer desses pensadores. ter prenunciado esse evento e. não a 5ue4ra na tradi/ão.ani0estas no evento concreto da do. A do.es.ente.inHJlo. as #i6ncias Naturais no s)culo S9$$.ente ocorreu. pela estrutura e pelas condi/Mes do s)culo SS ) ainda . 5ue veio K e1ist6ncia atrav)s da cadeia de catHstro0es de0la*rada pela Pri.ente os re4eldes contra a tradi/ão do s)culo S$S. cristali2ara.il anos.ente pode. % 5ue os assustava no escuro era seu sil6ncio.oderna . n3udar a ilu. Responsa4ili2ar os pensadores da. .as não c.a nova 0or.o u. cada ve2 . Não ) o resultado da: escolha deli4erada de nin*u). de tal . A ruptura e. 5ue sur*e co.a de *overno e do.ento 5ue havia. não pode ser co. pode. Nesse sentido. *overnado o %cidente por . 0ato esta4elecido.o u. pode.o. u. es0or/os de *randes pensadores. por escapar dos padrMes de pensa. sua causa. Essa 5ue4ra..es. ato deli4erado de sua prLpria escolha.undo do s)culo SS. não i. seu prLprio a0asta.o crian/as 5ue asso4ia. certa.uito al). ser 3ul*ados por padrMes .ais de dois . %s.eira Wuerra. procla..o.ina/ão totalitHria co. especial.odo 5ue di0icil. A *rande2a deles repousa no 0ato de tere. 5ue.orais tradicionais ou punidos dentro do 5uadro de re0er6ncia le*al de nossa civili2a/ão. os 5uais nossa tradi/ão de pensa. atin*e seu clI. ne.ediante as cate*orias usuais do pensa.pouco u... desde Re*el. 0ato aca4ado.preendida . si ..ento polItico.as e perple1idades novas co.plica/Mes *erais apLs a Revolu/ão $ndustrial do s)culo S$S J e o . perdidas no escuro8. As i. o evento fssinala a divisão entre a )poca . das .ente o tenha. e cu3os .&Dstitue.a1 polItico nas revolu/Mes do s)culo S9$$$ e desenrola suas i..cri. 5uando e0etiva. e.ais alto por estare. seu ineditis.oderna.ais peri*oso 5ue in3usto. E. Uundial. idade .plica/Mes .terror e da ideolo*ia. não 0oi ta. nossa tradi/ão ) a*ora u. perce4ido o seu .

Ne. desenvolvi. isto ). e não u. pela pri. capa2es de 0uncionar con3unta. VierAe*aard. viu a totalidade da histLria universal co. todos TE 5uais havia.ais diver*entes.enda 0a/anha i.ente coerente. toda ve2 5ue ousa.entos.os lutando. não para repudiar a tradi/ão co.aSsa dos valores .es. 5uadro de re0er6ncia tradicionalB e. Uar1 e Niet2sche per. % carHter nãoJdeli4erado da 5ue4ra dH a ela u..ais contraditLrios pensa.#ontra 5u6 esta.ente desenvolvidoB seu *rande .aneceu estrita.odo.os de autoridadeB i. VierAe*aard.ente ocorreu.odo de escrever. Uar1 e Niet2sche situa.o u.o tal.ais e1plicar o 5ue e0etiva.plicava situarJse ele .a irrevo*a4ilidade 5ue so.inoso. essa nova a4orda*e. 5ue radicali2ara. a HistLria da Filoso0ia passada co. so.ente os aconteci. % predecessor i.ente ne*ativas da previsão.ento. era possIvel. desenvolvi. he*elianos na .ediato deles 0oi He*el. os lutando.ente antes de so4revir a ruptura.as . % 0io da continuidade histLrica 0oi o pri.)dio. 5ue di0icil.Jse no 0i. .aneira e. e essa tre. e1ata. de al*u. ne.o u.ente. na verdade. 5uestionando a tradicional hierar5uia conceitual EE .. dos . ao passado da >nica . a rea/ão assestada contra ela no s)culo S$S por pensadores pode.plicava ser ele tolhido unica. ao nIvel+ do . 0ora. .ero pensa.entos e das .inoso sil6ncio anterior 5ue nos responde ainda.Por 5u6 esta.ao estilo . o o.ais con0litantes autoridades. não .eira ve2.pat)tico. pode.ente no interior de u.ente pelo 0io de continuidade da prLpria histLria.ento contInuo. todo dialetica. da tradi/ão. da apreensão e do sil6ncio o.ente a radicali2a/ão. nunca os pensa. . e altissonante de seu .o no e1terior de todos os siste. ter. 5ue ela podia ser ainda desenvolvida. então. novo inIcio e reconsidera/ão do passado.. co.)rito estH e.entos.anecera. a avassaladora . Foi ele 5ue. 3a.as e cren/as do passado co. redu2idos a u.edida e. .dro su4sptuto para a tradi/ãoB por seu inter. o sil6ncio da tradi/ão. Uas o trovão da eventual e1plosão a0o*ou ta.ais 5ue as e1peri6ncias essencial.ento unilinear e dialetica.as a autoridade de todas as tradi/Mes. sido. recla.4). 5ue v$ra. A re4elião contra a tradi/ão no s)culo S$S per.os per*untar.ente poderia se preocupar.

..pensar a +perda de autoridade aut6ntica co.elhaJse a u.as ta.os e.4).ente e para se.al pode in0undirJlhe inter6sse. % salto de Uar1 da teoria para a a/ão. al*o velho..a inversão e distor/ão da rela/ão tradicional entre ra2ão / 0).elhor posi/ão. ainda in0luenciados pelo 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico da *rande tradi/ão.ana su4.a Filoso0ia da HistLria e trans0or.po de rugnas 5ue. co. Ho3e e. $$$ As distor/ães destrutivas da tradi/ão 0ora.aioria das pessoas. olhos deso4struIdos de toda tradi/ão. inerente no de o. provocadas por ho. VierAe*aard. e da conte.ens 5ue havia.ado o 0ilLso0o no historiad&r a 73u3a visada reJ E= .ni4us dll4itandu.os nos preocupar co. 4e. . u. e de 5ue u. . haver 0/ito da Ueta0Isica u.0ilisteus educados. espIrito . tido. Deus .a visada direta 5ue desapareceu do ler e do ouvir ocidentais desde 5ue a civili2a/ão ro.5ue do.eiros a ousar pensar se. Este 0ato pode ser deplorHvel.arcos indicativos de u. 5uase instantanea. dia. 5ue tentara. u.inara a Filoso0ia %cidental desde Pia tão e 5ue He*el dera ainda por asse*urada. Uar1 e Niet2sche são para nLs co. de 5ual5uer esp)cie 5ue 0osseB não o4stante.oderna 0alta de 0).al. a e1peri6ncia de al*o novo. sua su43acente descon0ian/a de 5ue as coisas poderia.ais precisa. todas elas. essa cultura asse. lon*e de ser capa2 de pretender 5ual5uer autoridade.anas. E.a autoridade. não ser co. . i.ento *re*o. est de Descartes. co.plIcita nele.pla/ão para o tra4alho. para a . 0ora. Foi a resposta K . veio depois de He*el . % salto de VierAe*aard da d>vida para a cren/a consistiu e. estH a *rande oportunidade de olhar so4re o passado co.ali*no poderia consciente. passado 5ue perdeu sua autoridade. durante todo o s)culo S$S. os 5uais.ente superar e resolver e. não apenas e. co. esta. Fora. na ra2ão. procurara. eles os pri. u.a *lori0ica/ão esp>ria da+ cultura.o parece. Não .as.eteuJse K autoridade do pensa. ca. ou . seu rep>dio pelos .o . a orienta/ão de nenhu. al*uns aspectos.pre ocultar a verdade das 0aculdades hu.

não a 0iloso0ia do sentido .o idiota. talve2 o .o da cren/a do ho.ais teLrica e .ana co.ento deste tor. a a/ão polItica .eras 0un/Mes da sociedade e da histLria. ter. Não hH sinto. era. de . K PolItica.a .odo 5ue.as prLprias d>vidas e co. e teve 61ito unica. resultadps possue. 0oi a derradeira tentativa de se li4ertar da tradi/ão.4as J da a/ão não .. ao saltar da Filoso0ia para a PolItica. .Platonis.ente ao pQr a. Uar1. pulando da )g>vida para a cren/a..lei da HistLria. desde 5ue seu tra. . ter retratado a 0) pura no carHter de UIshAin.arIa.ente pareceu possIvel na tensão entre a d>vida e a cren/a.ento. 5ue era.oderna K reli*ião e.ente.a si. 5ue ) puro de cora/ão por5ue in*6nuo.inou no 5ue ) co.u.H2ov.supraJsensIveis e transcendentes 5ue.a e1peri6ncia reli*iosa sincera so. tradi/ão de ca4e/a para 4ai1o.edida para a sensualidade da vida.o invertido de Niet2sche.enos 5ue do pensa.ais dependente 5ue nunca da5uilo 5ue ho1e cha. u.ento não do ser e da verdade J revelarJseJla a0inal. do . co. u.o o de VierAe*aard 0ora a 0iloso0ia da d>vida de Descartes. seus. tornando. seu . con0lito reli*ioso interior.ais claro desta . ou de Alioscha Vara. Por . Al). u..ento na violenta a0ir.enos 5ue da Filoso0ia J ao insistir e.o diria ele prLprio. de Platão. acreditavaJse devere.poli.e.edir.eta0Isico anti*o.a ideolo*ia.ente co. trou1e a d>vida K reli*ião. transportou as teorias da dial)tica para a a/ão.ovi. na tortura das prLprias cren/as co.aterial. ou . des. essas re4eliMes contra a tradi/ão. tão especi0ica. 3ul*ar e atri4uir si*ni0icado ao dado. . e da PolItica não .o invertido.os u. ele superpQs a . .enJ E! .ou o assalto da #i6ncia .a/ão+ do a4surdo tanto da condi/ão hu.trospectiva T1 si*ni0icado do devir e do . 0indando por perder o si*ni0icado de a.ais. % salto de Niet2sche do nãoJsensual reino transcendente e nãoJsensIvel das id)ias e da . sua insist6ncia na vida e no dado sensIvel e .oderna situa/ão reli*iosa 5ue o 0ato de Dostoi)vsAi.ilaridade pressa*a: VierAe*aard. no conte>do e inten/ão. por oposi/ão Ks id)ias .odernas. trans0or.ais vivido psicLlo*o das cren/as reli*iosas .transvalora/ão dos valores.ais dIspares 5ue se3a.as a Filoso0ia da HistLria de He*el. % platonis. desde então. o rela1a.

undo das apar6ncias. r =?. co. niilista.. nenhu. e Niet2sche. no/Mes dos pensadores.pati4ilidade da #i6ncia . Niet2sche.te cha. todos os seus aspectos. . EG . 0oi o pri.patIveis co. Uas não` ^unta.ente co. . vai. o sensIvel perde sua prLpria raison d+ 6tre 5uando privado de su4strato no supraJsensIvel e no transcendente.ente co.oderno. contudo. Niet2sche não era nenhu. V.preensão do . a4oli.o oposi/ão entre o transcendente e o sensivel.ente. . E.e/o e princIpio. % 5ue ele desco4riu e.undo verdadeiro: 5ue . K sua .ente e. tenha.o. assi. &ue essas tr6s notHveis e conscientes re4eliMes contra u. seu co.as. .erun*. e isso antes .odernidade se houvesse revelado plena.odernos. respectiva.NLs a4oli.eros. ) relevante para todas as opera/Mes de viravolta nas 5uais a tradi/ão encontrou seu 0i.plicidade.transvalora/ão.. pensa. o .ado de niilis.odernas.Jse. ed.l$.ento a4ran*ente parecia possIvel. ao contrHrio.. ainda rag2es na e1peri6ncia hu.e.odernidade 5ue era.eiro a tentar superar o niilis. . sua ele.aneira particular.ana vHlida.entar si. VierAe*aard sa4ia 5ue a inco.as.as K realidade da vida .ana contra a i.undo restouR % . sua tentativa de .o inerente. perdido seu arAh).oderna. dentro deste 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico. #ada tentativa. 0ora dos 5uZis. autoderrota não ) ra2ão para 5uestionar a *randiosidade da e.os o .oderno. 0indado e. .undo verdadeiro. desco4ertas cientI0icas especIJ 7E8 9er Woet2endae. a di*nidade da vida hu. e. % VierAe*aard 5ueda era a0ir. VierAe*aard e Uar1. conceitos.ar a di*nidade da a/ão hu. As tradicionais oposi/Mes de 0ides e intelectus e de teoria e prHtica vin*ara. não por5ue essas oposi/Mes tivesse. as cren/as tradicionais não repousa e.. 0oi 5ue. inco.pla/ão e a relativi2a/ão histLrica . conta a5ueles tra/os da .portNncia para a co.undo . Uuni5ue.os o . no entanto.a tradi/ão 5ue havia. não Ks.pot6ncia do ho. sua i. e. talve2R .ana contra a conte.o Uar1 dese3ava rea0ir.es. levou e. ao contrHrio.ente dado vin*ouJse e.E Esse insi*ht. tornado .oderna co. e1ata.undo das apar6ncias. nossa tradi/ão.o 5ue a .presa ne.ar a di*nidade da+ 0) contra a ra2ão e o raciocInio . por5ue se havia. Sch1echta.

su3eitouJa a d>vida e descon0ian/a.ais serão capa2es de responder Ks 5uestMes 5ue a reli*ião levanta. o tra4alho.e. 0eita por Heide**er.a reli*ião revelada.ais racionalistas. tradicional.itivos de u.ouJse u. ini.o de produtividade e pretendera.desvela. ser tão di0erentes 5uanto a al)theia e a d)losis o são das esperan/as escatolL*icas dos cristãos pri.ento.H1i. Dt' P7apltal.ais despre2ada de todas as atividades hu. 5ue a verdade e a revela/ão 7ainda 5ue os si*ni0icados dessa revela/ão possa. A #i6ncia . apoAHl.e.i*o da reli*ião e. G!T. u. ser capa2es de rea0ir. 5ue.ar o ideal de li4erdade so4 condi/Mes inauditas de i*ualdade universal. As cren/as tradicionais desinte*rara. e a tradicional conJ+ 0ian/a incondicional no 5ue 0oi dado e aparece e.oderna. p. nas palavras de Uar1. não pode con0iar na capacidade de sua ra2ão ou de seus sentidos para rece4er a verdade. E . har. inte*radas e. essencial.ente pode acreditar na5uilo 5ue ele prLprio 0e2. a tentativa de VierAe*aard de salvar a 0) do assalto da . con3unto. 1 ??. e da di*nidade inata de todo ser hu.oderna at) . elevara.0icas de 5ual5uer esp)cie.odernidade to.odernas condi/Mes polIticas repousa no 0ato consu.ado das Revolu/Mes Francesa e $ndustrial. J aJlltheta. no entanto.Jse no a4surdo 5uando VierAe*aard tentou rea0ir. . a Filoso0ia anti*a.pati4ilidade repousa. virtude de 5ue 3a. 7!8 Re0iroJ.as reli*iosos e a4sorvidas por cren/as reli*iosas. e visto 5ue ela sustenta.o a reli*ião. vol. 5ue a verdade ) o 5ue se revela. Ele sa4ia 5ue essa inco.ente. >lti.=.ente a .e a5ui K desco4erta. Sa4ia 5ue a 5uestão era colocada apenas super0icial. as 5uais pode. a #i6ncia . E.es. no con0lito e1istente entre u. so.ente nas asser/Mes idealistas da Ji*ualdade do ho. Yuri5ue. l'.anas.a instNncia. Uar1 sa4ia 5ue a inco. a s1Bla ess6ncia. de 5ue a palavra *re*a para desi*nar verdade si*ni0ica literal.HJlas so4re a hipLtese de 5ue o ho. e. Dado 5ue nossa reli*ião tradicional ). e.ento polItico clHssico e as . espIrito de d>vida e descon0ian/a 5ue.anos. suas versMes .onia co.psis na Se*unda 9inda8 !.pati4ilidade entre o pensa. e.oderna to. ser. poderia ser.seria sup)r0lua se a apar6ncia das coisas coincidisse co.ou . antes. isto ). e resJ 7=8 E. todas elas. ao +*rau . seu verdadeiro ser K ra2ão e aos sentidos hu. e.ano.ente . siste.

id)ias. sido utili2adas co. aci. do tra4alho o sI.a de 3usti/a 5ue pudesse ser resolvido concedendo K nova classe de tra4alhadores o seu direito.e os 5uais ele vive so0re.anas. % ..e. % detentor de valores pode recusarJse a esta troca e se tornar u. co. tais co. K . do 4e.es. da necessidade no sentido tradicional. usa e 3ul*a. isto ).lei 0)rrea. nada torna o .ente na se.udan/a decisiva: torna.4olo .a do valor da e0ici6nciaB isso. 5ue dissolvera todas essas nor. são do direito de voto aos operHrios.a . .4e.ento 0ilosL0ico.ente restaurada e 0uncionaria co.)rcio. K necessidade e a )poca . e a sociedade . ao procla.ento ao ine1orHvel despotis..não se pode a4olir a Filoso0ia se. Entretanto. ser . e o portador de seu .pacto do tra4alho.o . e1iste.pati4ilidade 4Hsica entre os conceitos tradicionais 5ue 0a2e. do suu. das 0or/as produtivas na sociedade.4ros.pre 0luida relatividade das rela/Mes sociais e do co.e/ou por su3eitar ta. e o . pro4le. A desvalora/ão dos valores de Niet2sche.enos relativo.a o valor do .e.oderna.o.as e.oderna.o os padrMes con0or. sur*e da inco.valor. perde seu carHter de id)ia. 0uncionais. . relaciona.o unidades transcendentes para identi0icar e ..anas.o da su3ei/ão do ho.odo super0icial atrav)s da conces. reali2HJla.idealista. ) a sociedade e não o ho.pati4ilidade entre as . 9alores são 4ens sociais 5ue não t6. =T .. o pensa. si*ni0icado autQno. produ2 para seu uso co. tanto as coisas 5ue o ho. 5ue Uar1 visou salvar o pensa. u.o a teoria do valorJtra4alho de Uar1. 5ue havia.atica.e. Não se tratava de u. .o outras .edir pensa.o da necessidade. Atrav)s dessa relativi2a/ão.edidos e reconhecidosB tornaJse u.ar 5ue . padrão pelo 5ual o 4e. so.entos e a/Mes hu. a li4erdade da produtividade.e. 5ue esti. e.valores.entos entre seus . 5ue produ2.4). esta4eleceadoJas co.4e. valor 5ue pode ser trocado por outros valores. por).pondida apenas de . co. 5ue viu o tra4alho elevado para e1pressar a li4erdade positiva do ho. co. destinado pela tradi/ão a ser o n>cleo de todas as atividades hu.ercadorias. cui5ue seria auto. 0: do i.o no passado.Jse entidades de troca. HH o 0ato da inco. tradicionais.as.valor.e.al pode.o e0ici6ncia ou poder.. apLs o 5u6 a velha orde.

e5uacionavan1Jse a valores.visto e. K sociedade e não ao ho. co. isola.valor de troca. ) de 0ato o pressuposto su43acente tanto K Econo. de 5ue os produtos .a i. sua 0re5:ente descri/ão do sur*i. onde encontrar o valor supre.ia clHssica. nas palavras de Uar1.aior autenticidade dos valores de+ uso. da inevita4ilidade de u.o 5ue ce*o..a esp)cie de pecado ori*inal no princIpio da produ/ão .ento social. Na disputa so4re se a 1TntZ de todos os valores ) o capital ou o tra4alho.enos 5ue os o43etos tan*Iveis.o K . seu relaciona... isola. Yuri5ue. nenhu.parado e hco.itiuJse sere. e o . Uar1 era ainda cQnscio do 0ato.a .o os ho. ou relacionava. % nasci. =1 . . re0lete a distin/ão entre coisas tais co.. os valores.e. as 5uais. estava inteira. classes 0utura.odo 5ue tudo derivasse sua e1ist6ncia da sociedade e 0osse a ela relacionado.ais.utHvel 5ue servisse de padrão constante para as de. =G ..ento do valor de troca co.ercantil re0lete seu prLprio reconheci.ento produ2 valores.ateriais.ente e1plIcita na ci6ncia relativa.ediante o 5ual .ho.alu.icas. desa. e as produ2e.ens as utili2a..Jse valores so.desvalori2a/ão de todos os valores.o . e não as coisas.valor de uso.torna.o u. .. deve sua ori*e.es. o resultado da capacidade+ produtiva do ho. 7G8 %p.G Sua distin/ão entre . p. cu3a e.o e >nico . de 5ue nin*u).ia clHssica co.ento das #i6ncias Sociais pode ser locali2ado no instante e. 5ue todas as coisas.ens sociali2ados.o o43etos .ento. não . tentava. e seu valor na sociedade. posteriores.ente desperce4eJse 5ue e.5uadratura do cIrculo J encontrar u. e . E: portanto natural 5ue a 5uestão e.er*6ncia Uar1 pro3etou na sociedade se.ar1ista. K tend6ncia sociolL*ica 5ue. tanto .o antes de Uar1.ento.ercadoria de valor i.ente nova da Econo. o ter.eira ve2 nas #i6ncias EconQ.inente .4ara/adora 5ue assolou todas as . desco4rir a . .edir todos os de.e.Filoso0ias do valor.a ocasião anterior K incipiente Revolu/ão $ndustrial ad. A no/ão de . es5uecido desde então pelas #i6ncias Sociais.ente e.i .id)ias.5ue e1iste. devesse aparecer pela pri.ais... *eral. o 4onu.valor. e sua insist6ncia .visto e.Jse todas as coisas . cit. de tal .

teve coisa al*u.ou haver desco4erto .Z po de tra4alho. de tal . ao aceitHJ1T co. a esta ne*a/ão de tudo o 5ue ) dado ainda .a*inou 5ue so.o da . e insistiu e.o e e. u. consciente do pro0undo a4surdo da nova ci6ncia . e'. onde re.. .valor nulo. a despeito de todos os protestos e. Nin*u). co.preendi. Pois en5uanto os >lti. por). co.Uar1 acreditava haver encontrado esse padrão no te.plica/Mes de todo o e.ais podia achar a verdade por duvidar da e1ist6ncia da verdade.us e1i*ia.u.oderno. #o.o .o se houvesse.inisc6ncias e id)iasJ do passado são a..e/ou a desvalori2ar os valores correntes da sociedade..a ve2 contestado seu carHter de valor.valor.valores novos e superiores. = !J= G. valor de troca.odo 5ue a prLpria terra possui .ente na sociedade do s)c>lo SS.8.o radical.ente poderia produ2ir resultados si*ni0icativos se a4andonasse os >lti.. essa conclusão che*a. Al).ais novos. 5ue não podia .os ao li. sido se. a Cert0reie @issenscha0t. identi0icado co. de e1istir u. a atitude sine ira et studio dos historiadores ro.ples.utilidade natural. despre2o e a 4usca da verdade se. Niet2sche parece ter sido incQnscio tanto da ori*e. as i. ele era 4e.ani0estara. ser ad5uiridos se. sua pTsi/ão social. As id)ias no sentido de unidades a4solutas se havia. =F . &uando. co.B ela não representa . nillis.elhor 5ue Niet2sche sou4e ca.. E 5uando Niet2sche procla.ento rapida.odernidade do ter.ais. contrHrio.a eZ co. 0oi o pri.ontoadas co. 5ue lo*o de*eneraria e.elhores e .os vestI*ios destes padrMes a4solutos.eiro a tornarJse presa das l$usMes 5ue ele prLprio au1iliara a destruir.ente se . cienti0icis..al conhecida pelas re4eliMes do s)culo S$S contra a tradi/ão e 5ue sur*e so. 7e.. i. sua . pp.anos.iar de u.ento e não .livre de +valores. aceitando a velha 7 8 %p. tra4alho não t6.ente dei1ara. 2elo.ais 3ul*ar por haver perdido seus padrMes de 3ul*a. 5ue valores de uso . disso.inhar pelas trilhas tortuosas do la4irinto espiritual . valores sociais a tal ponto 5ue si.o no/ãoJchave e. 3uI2o se.4ora retenha.5ue pode.pre valores 5ue a sociedade depreciaria toda ve2 5ue necessitasse de arti*os . supersti/Mes cientI0icas *erais e 5ue 3a.tra4alho o43eti0icado++. seu assalto K tradi/ão.

uta/ão de todos os valores.platonis. $9 A derrota autoJin0lin*ida. prHtica contra teoria.as cu3a a4soluta di*nidade ele 5uisera a0ir. co.do reino da necessidade para o reino da li4erdade.i. na vontade e na vontade de poder do ho.de ca4e/a para 4ai1o.o e insistente te. co. 5ue a e. dessa .or do ho. do outro J. de seu salto da d>vida para a cren/aB Uar1 pMe He*el. unidades transcendentes.a. sua . ani. A asser/ão . . VierAe*aard 5uer a0ir. e. tra/Mes da Filoso0ia e seu conceito do ho. sentido e =? .entares cha. saltos. 5ue e.ente de .ais u. inversMes e coloca/ão dos conceitos .ais ele.e. seus aspectos .a*ens e analo*ias co.presa.ostra 5ue a.Platão e toda a tradi/ão platQnica. u.. 5ue VierAe*aard.edi/ão co.ente t6.portante ) o 0ato de cada re4elião parecer concentrarJse so4re u. nova. K sua e1ist6ncia terrena.ar :J o poder.ais sou4e da e1ist6ncia dos de.os da tradi/ão. i.4ialidade dos valores para %s prLprios te. dos opostos J 0ides contra intellectus.o invertido. e.a de u. a relatividade e interca.a das coisas.e. e . deles 3a.ina a tradi/ão pMe.es. 7Sidne.a: contra as pretensas a4s.: VierAe*aard 0ala..a.a 5ue a hu. e . sua 0or/a ativa e produtiva.pleta independ6ncia u.ais nova e hedionda 0or.ais super0icial.utHvel e supraJ sensIvel J necessaria. saltando . co.ar o ho. 0oco o princIpio e.trans. ou antes . E.a opera/ão .a de 0or/a de tra4alhoB e Niet2sche insiste na produtividade da vida. consiste e.anente.ais e conclugra.u.o u.eio de u. Uar1 e Niet2sche t6.es. concreto e so0redorB Uar1 con0ir. duplo sentido. vida sensIvel e perecIvel contra verdade per.. e Niet2sche entende sua.e.ente tra2 K lu2 o oposto repudiado e .. HooA8. sL poderia se reali2ar por . resultado de todos os tr6s desa0ios K tradi/ão no s)culo S$S.aneira. Uais i. ) apenas u. nos ter. e.anidade do ho.a ve2 transportando.ental cu3a .al rationale.no/ão tradicional da . 5ue ter.elhor descri/ão são as ..4os so.ca4e/a para ci. talve2 a . a vida e o a.e.e. nenhu. As opera/Mes de reviravolta co. 0iloso0ia co.o .

5ue possi4ilita ao ho. % paralelo entre as i. .4ras e i. >lti.ero no d)ci. pensar e. Al). lu*ar na prLpria caverna. 5uando u. de Platão. sua oposi/ão.. e. co. por ele narrada J co. são o0uscados pela lu2 5ue ilu. para 5ue . ver e Ks id)ias 4rilhar. a reviravolta de todo ser hu. 3H a3ustados K lu2 . A estLria da caverna desdo4raJse e.ove a tradi/ão.pernas e pesco/os.ano.e/o e 0i. a reviravolta da caverna para o c)u lI.a estLria co.si*ni0ica/ão e.B a*ora.4rias apar6ncias do anteparo são o0uscados pelo 0o*o na cavernaB os olhos.ero e a reli*ião ho. Por trHs dessas reviravoltas. na constru/ão da estLria co.a outra inversão indicada de . e.ental na parH4ola da caverna. .ente se .e.a*ens das coisas aparece. e.eiro livro da %diss)ia.ante da verdade e da lu2.eles apenas possa. ilu.ovi. de dei1ar o reino das ess6ncias eternas e nova. ele se volta para o 0undo da caverna.4rios. e não apenas u.a esp)cie de r)plica e inversão da descri/ão do Hades 0eita por Ho.as no Hades de Ho. encontraJse u. A Rep>4lica. ter.over no reino das coisas perecIveis e ho. Essa pri. por esta4elecer ela os opostos e. co. rea3ustarJse K o4scuridade da caverna. #ada u. u.odo *eral na violenta pol6. a id)ia das id)ias. a.orti/a do 0o*o Zrti0icial.ina as coisas na caverna tais co. dos ha4itantes li4ertaJse dos *rilhMes 5ue acorrenta.a*ens da caverna e o Hades 7os so.ente são.inadas pelo sol.)rica e.a opera/ão .o real. 0o*o arti0icial ilu. onde as id)ias aparece.a instNncia.ens .ina as id)iasB 0inal.eira reviravolta te.a perda de sentido e orienta/ão: os olhos acostu.o se 0osse u.ortais.ero corresponde. e. disso. Final. cu3H tensão se .as 0undaJse e. onde u.os de tais opostos não ) al*o L4vio. tr6s etapas: a pri.o as verdadeiras e eternas ess6ncias das coisas na caverna.ente. .ente.. suas .ica de Platão contra Ho.a destas reviravoltas ) reali2ada por u. e1i*idas por Platão apenas do 0ilLso0o. colados os seus olhos K tela so4re a 5ual as so. irreais e insensIveis .entos das al.pido.eira revirclvolta ) o peria*o*u6 t6s psiAh6s.eira e *rande opera/ão de virar so4re a 5ual todas as outras se 4aseia.a pri.o pri.o u. particular. se*undo lu*ar. HH. os olhos a3ustados K lu2 do sol deve. hH a necessidade de volver K caverna.ados Ks so. ver diante de si. K =< .

as incorpLreas. o c)u e o sol.a reviravolta por . a vida dos corpos 5ue te.os e do 5ual te.eio da 5ual tudo 5ue se acreditava.ovi. \ co. so.era so...inadas pela prLpria estrutura conceitual. u. lu*ar e.a inversão de Ho.essa inversão de Ho. 5ue são as palavrasJ chave de Ho.a de u. A inversão da . certo sent$do. . ho.o se Platão estivesse lhe di2endo: Não ) a vida das al.ero para a descri/ão da vida apLs a .)rico. E. sua tradu/ão anolada de A Rep>4lica. #orn0ord su*ere 5ue . % desenvolvi.e K reli*ião ho. co.undo pr)Jcristão.4ras são os o43etos dos sentidos corpLreos. portanto.4).undo de .4ria apar6ncia do .udan/as de 6n0ase entre dois ter.as si. .)rica veio a postarJse de ca4e/a para 4ai1o. não o a. ho. 11. ou de ca4e/a para 4ai1o ou de ca4e/a para ci.ento. o uso 0eito por Platão das palavras eIdolon.undo de id)ias 71T8 Ta. .eroB .undo.o se.undo ho.orte no su4.as incorpLreasB o verdadeiro e real ) não o .os opostos. visto 5ue a dicoto. e este parece ter sido o erro de Niet2scheB ele provavel. .)rica ori*inal. i*ual no .os 5ue partir na . 1 E=.os e vive.ia na 5ual tal opera/ão pode ter lu*ar ) 5uase tão alheia ao pensa.o opostos predeter.a #averna ) co.ento da 0iloso0ia na Anti*:idade tardia nas vHrias escolas 5ue se co. F. Uas . possi4ilitadas pela separa/ão platQnica de u.4iente das al.ente pensou 5ue seu Platonis. a peria*o*u) de Platão 0oi u. ao 0a26Jlo.posi/ão.undo e.as as id)ias vistas e apreendidas pelos olhos da .ero.o invertido pudesse levHJlo de volta a .ente.ente Ho.parada co. consiste e.odos pr)JplatQnicos de pensa.as si. estar con0or.orte. NeC DorA. 5ue não operava ainda co. u.a reviravolta da tradi/ão.enta. riorB co.ente por ra2Mes polIticas 5ue Platão esta4eleceu sua doutrina das id)ias na 0or. 7Nenhu. u. reviravoltas e . F?T.as.a*ens e so.a*e. .posi/ão. co.i*norNncia e inconsci6ncia dos corpos na caverna8 ) ineludIvel por ser su4linhado co.ero não virou real.o ao . U. pode condu2irJnos K .undo in0erior do Hades houvesse ascendido K super0Icie da terra 1T. e. i. na Wr)cia anti*a. 0anatis.4ra.)rica ) L4viaB ) co. esta4eleceu o 5uadro de re0er6ncia no 5ual tais opera/Mes não são possi4ilidades 0or/adas. predeter.4atia.undo in0eJ .o se o . e sAIa. a terra ) co. 5ue nos .8 Foi unica.inados.o o HadesB i. =E .a.parHvel 11T Hades.ento de Platão.

.o. Para He*el. Uediante a introdu/ão do espIrito e sua autoJreali2a/ão no .onstrado u..o 5ue Descartes a4rira entre o ho. durante certo te. u.o. a .o te. a proe2a sint)tica de He*el e sua concep/ão de HistLria J estH e. . e. 1idade cartesiKna e na resposta pascalina. de0inido co.ovi.vi. *overnando ao .plo ao voltarJse da caverna para o c)u. . 5ue trou1e o .ento dial)tico co. &uando He*el.aterialis.o e transcendentalis.eiro e1e.at)ria e pensa.ra2ão.o.o res co*itans.eiras e1pressMes na perple. Z+.ovi. alcan/ava .a reviravolta ..o e espiritualis.inar o cenHrio 0ilosL0ico.o e idealis.eterna.ento.ciasse esse .ento as diversas tend6ncias da Filoso0ia tradicional. e o . autodesenvolvi. % desa4ri*o espiritual do ho.a lei universal. Se Uar1 houvesse sido si. deles tivesse sido possIvel se. idealistas e .uito .era correspond6ncia entre intellectus e res.ento e realidade.uito in0erior.4ora e.e.a .a cisão e.ento.ovi. He*el acreditava haver de. de He*el at) o chão.es.ento dial)tico da prLpria . cu3a coincid6ncia a Filoso0ia pr)Jcartesiana de0inira co. nIvel .anos e a .o res e1tensa. 5ue constitue. do. Uar1 e Niet2sche K tradi/ão J e.vi.ente u.ento.ente verdadeiras.undo.ento do ponto de == . reuniu e. Ele prLprio dera o pri.idealis.ento dial)tico do pensa.po.icas 5uanto a de seus conte.ento ) id6ntico ao .o se havia. 0inal. e . e.aterialista.plicada nas .4ora nenhu.oderno encontra suaZ pri. não teria *rande i.o i. derradeiro e *i*antesco es0or/o. co.portNncia 5ue se i.aterialistas.po a ra2ão e os ne*Lcios hu. sua in0lu6ncia teria sido tão e06.e. interna dos eventos naturais.ente.a identidade ontolL*ica entre .o u. pudera. suas 0atIdicas oposi/Mes entre sensualis. Ele esperava assi. u.o verdadeira.at)ria. He*)l pretendia 5ue a desco4erta do . tais co. u.es. de0inido co.anentis.porNneos.o. A si*ni0ica/ão dos desa0ios de VierAe*aard. entre pensar e ser.ples.o.es. cru2ar o a4is.ais radical 5ue a i. ocorreu: he*elianos de direita e de es5uerda.ais ainda 5ue u.o.era e tão adstrita a discussMes acad6. % pressuposto 4Hsico de He*el era 5ue o . entre conheci.eras opera/Mes de . todo coerente e e. portanto. duas escolas con0litantes de pensa.pQr de ca4e/a para 4ai1o. desenvolvido a partir do conceito ori*inal de Platão.

nas palavras de He*el. nova. Uar1 não era .a lei universal.espirituali2a/ão.ente hu. . tornaJse consciente de si . Uar1. co. vai ao cerne do pro4le.B o prLprio conceito de .pla/ão e a/ão. 4e. F!<.os .B não pretende. o ho.anas.aterialis. ) essencial. 4ase nesta ou na5uela pre.o. seus pri. não pQde ser sustentada 5uando a #i6ncia se tornou ativa e 0e2 para conhecer.ente u. Uar1.estre pelo papel por ele atri4uIdo K autoconsci6ncia na 0or.o real.aterialista dial)tico.at)ria.issa. tanto 5uanto He*el era u.o a de VierAe*aard e a de Niet2sche.a instNncia perce4ida apenas no ver . 5ual ) a 5ualidade especi0ica.anece .a. Desde o ascenso da #i6ncia . 5ue e. &uando desapareceu a con0ian/a e.a.+B+lo te. estado inse*uro..eta4olis.udo e inativo. co.es..ana e a ani.. p..8 E.ia entre conte. Sua reviravolta. consciente disto e sa4e 5ue seu rep>dio K tradi/ão e a He*el não 3a2 e. cu3o espIrito ) e1presso na 0iloso0ia cartesiana da divida e da descon0ian/a. 7NotaJse 5uão pouco Uar1 duvidava destes princIpios de seu .oderna.natural. Para o 3ove.eiros escritos. desprovidos de sentido en5uanto siste. ou pensa. 5ue. a tradicional hierar5uia das aptidMes hu.aterialis.o Uar1 o aceitava.al se3a a ratio.o.o. outras palavras.ateriali2ar. seu .as e.idealista dial)tico.ente e.aB todos 5uestiona. o conceito de verdade 7 118 9er ^Xl*endschri0ten.entoB 5ue..ento co.o. ou. torna os ter.essencial. A dicoto.o entre ho.e. co. por5ue ela consiste no tra4alhar J o .o u.ente per*unta. eri*ir siste. e .o a hierar5uia tradicional 5ue deter.e.e. =! . sua recusa a ad.inava ser a verdade e.o ponto de partida a .itir 5ue a di0eren/a entre a vida hu..a da consci6ncia de classe na HistLria. se3a . ou 5ue se escolhesse co. se*undo conce4ido por He*el co.e. 5ue as coisas aparece. e sua a/ão per.. ..ovi.idealis. para colocHJlo de outra 0or.ana do ho. o 5uadro conceitual da tradi. dado .. ) 4e.ento dial)tico.ente espIrito. o ho.as ou @eltanschauun*en co.as 0ilosL0icos.vista da consci6ncia. >lti. especial. dire/ão K .e/a a se . . e nature2a 11. e co.ente são.ovendoJse e. ser natural dotado da 0aculdade da a/ão 7ein taeti*es NaturCesen8.

o ). =G . e. tornara. TornouJse.teoria. Estedesenvolvi.eros valores cu3a vaudade ) deter. suas se.Inio polItico: padrMes e .pido onde a5uelas id)ias. ao inv)s disso. para sua validade.preendidas8 aos .utHveis necessidades 0uncionais. 5ue ) u. sido visIveis aos olhos dos ho.e os resultados 5ue produ2 e 5ue depende.ente. Deus revelado. siste.itativas e re*'ladoras da .eiro. não do 5ue . ele. co.ento 4astante real ) re0letido e prenunciado no pensa. dos assuntos pu. Vant.a de verdades ra2oavel. nunca aventurarJse por conta prLpria e.ais dei1ar a5uilo 5ue. A no/ão de . en5uanto verdades. todo e.e. 3a.entares caracterIsticas ] o insinuar do espanto 0ace ao 5ue ) co.ento polItico de Uar1. u. assi.a trans0or.ada não por u.a vida 5ue talve2 a u4I5ua 0uncionali2a/ão da sociedade .a hipLtese de tra4alho 5ue . dei1adas 7e por eles co.as dadas K ra2ão e aos sentidos. São estes ho. 0inal.id)ias. sido para Platão apenas e. Estes valores. Não . a 0) . $nvertendo a tradi/ão no interior de seu prLprio 5uadro de re0er6ncia.. ou as 0or/as li. ou .uda con0or. era para P$a tão . . rela/ão ao do.inar o . suas re*ras K ra2ão J.ento do c)u lI.oderna tenha privado de u.4ia4ihdade e per.a caverna. apLs a prioridade da ra2ão so4re o a*ir e da prescri/ão .uitas outras entidades. e.. são as >nicas .anos 5uotidianos. u.oderna. Pri.ente raciocinante do ho.Jse.ho.undo pela Revolu/ão $ndustrial J u.en5uanto revela/ão tornouJse duvidoso e.as pela sociedade co. sua interca.a de suas .uta4ilidade.a/ão de todo o . essas id)ias tornara.a/ão cu3o sucesso pareceu provar 5ue os 0eitos e arte0atos do ho.undo eo universo. A se*uir. não 0ora.ais si*ni0icou u.revela. a teoria cientI0ica . u..0uncionar.ens.es. ele não se desvencilhou de 0ato das id)ias de Platão. .udou de si*ni0icado.ente conectadas 5ue. construIdas .. .o u. .undo e e.uitos ho. as id)ias platQnicas perdera. .pre .as do 0ato de .ais ele. co.ental de re*ras so4re as a/Mes dos ho.ens.ens ter sido perdida na trans0or.condicional e.. não o4stante re*istrasse o escureci. co. outrora havia.Jse a5uilo 5ue havia. seu poder autQno.o de ilu.e.o processo. Pelo .o aparece.ens 5ue decidira.edidas.o . prescreve.ens sociali2ados.

K nossa espreita para 0or/ar o espIrito a dile.odo 5ue. E. \ co.possi4ilidade lL*ica de tal .ias estivesse.ples. a di0iculdade pode ser resu.4.ais si. se torna tão i. sua 0or. dependendo da solu/ão escolhida.a . cIrculo 5uadrado.possIvel conce4er a li4erdade ou o seu oposto 5uanto entender a no/ão de u. QUE É LIBERDADE? bevantar a 5uestão J o 5ue ) li4erdadeR parece ser u.o se velhas contradi/Mes e antino.as de i.presa irreali2Hvel.o a contradi/ão entre nossa consci6ncia e nossos princIpios 1GG .a e.ida co.

plicidade e clare2a nãoJsi.4ito dos assuntos hu. a verdade não . >lti.a. o .ais aparece de . todos os ca.o .ana co.enos evidente do nihil e1 nihilo.ento de 5ue a li4erdade não ) . :e: verdade 5ue o teste da causalidade+a previsi4ilidade do e0eito se todas as causas 0ore. por contrapartida. possue.ento e. The NeC Science. na suposi/ão de 5ue at) . crit)rio de li4erdade: si*ni0ica . e.Qvi. por5ue os .o a causa da conduta. portanto. E. 1G .as essa i. e. Deve.Htica 5ue as leis são esta4elecidas nas co. na 5ual nos orienta. na es0era .ente 3a.as a Vant e a seu discerni.anos.. :e: por isso 5ue a li4erdade se revela u.a 4ele2a clHssica e.es.4).es. isto ).os capacitados a che*ar al*u. ainda são ocultos de todos os o4servadores. procede. o princIpio da causalidade.unidades hu.6nico e.ento.er4 de 0atores i.previsi4ilidade prHtica não ) nenhu. dia a se5uer conhecer todas as causas 5ue entra.as ta.os de acordo co.os. e isso. pelo si. te. todas as 5uestMes prHticas.aria.ais passIvel de averi*ua/ão por parte das 0aculdades interiores e dentro da Hrea da 718 Si*o Ua1 P^ancA. te.nossas prLprias vidas são. ele certa. nLs .adas e 5ue 3uI2os são 0eitos. NeC DorA. 1.odo claro no .o causa do .a anHlise. u. sua si. . su3eitas a causa/ão. .a .idade co. e de 5ue.o u.os a li4erdade hu.#ausation and Free C.undo 0eno. 5ue a Psicolo*ia procura a5uilo 5ue ) suposta. especial nas polIticas.pll0icadora.undo e1terno. do nihil sine causa. e.ira*e. eu pri. 7e. .Inio prLprioB pois . co.penha na nature2a. no .ento a respeito desses o4scuros te.otivo co.orais. 5ue decisMes são to. nunca pode se tornar o43eto de veri0ica/ão teLrica.a parte 5ue a 0or/a dese. 3o*o.otivos hu.os u.o co. pelo contrHrio. escritos do ponto de vista do cientista.ente das 0or/as da nature2a.ente 5ue não esta.a verdade evidente por si .anos..es.ental.anas. 5ue so..era. e e. 5ue nos di2Z. con0or. *rande esclareci. se hH porventura u.o.os e. e ) so4re essa suposi/ão a1io.o da introspec/ão. E.ples n>.ente seu do.plicados. conhecidas J não pode ser aplicado ao N. e a nossa e1peri6ncia cotidiana no . 1 E 8.ente livre e.os livres e portanto responsHveis. tanto da inspe/ão pelo nosso prL1i. distinta.pos de es0or/o teLrico e cientI0ico. parte. por5ue os dois ensaios.

. Não ) a teoria cientI0ica. e.Hticas e.as o prLprio pensa.ento e.preende.a .ente 5ue o a*ente dotado de livreJar4Itrio. ato 5ue 0oi e. .a ra2ão teLrica ou . suas respectivas Hreas. os 5uais conhece. a*ente livre.e da vontade ao entendi.por e.era.e1peri6ncia interna do 5ue pelos sentidos co.ais aparece no . sua 0or. #onse5:ente. 5ue ) o prLprio pensa.ra2ão prHtica. .o.oral cu3a coer6ncia lL*ica não se3a e. i.os u.4as i*ual.ento. Uas ela pouco contri4ui para eli.pura.aior e . por outro. pelo 5ue ) i. 5ue a li4erdade desapare/a J se.a teLrica co.Inio de duas esp)cies de causalidade: a causalidade da . seu entendi. lado.undo 0eno.a cate*oria do espIrito para ordenar todos os dados sensoriais.6nico.andar.undo.o 4astar para o esta4eleci.o.es. o 0ato ) 5ue ela constitui u. tanto . ) assa2 en*enhosa e pode .os o .undo e1terior. a antino.po da percep/ão interior .undo e1terior dos noosos cinco sentidos. . cu3a atividade essencial consiste e.ente estranho 5ue a 0aculdade da vontade. seu ponto de partida.a lei . 5uer no . 5ue ) na prHtica i.i.ediante a 5ual eu perce4o a . e o princIpio Zausal 5ue re*e o .preendido so4 a hipLtese de ser.e. causalidade operante na nature2a e no universo. tornando assi.es. 1 T . possIvel a e1peri6ncia. se3a 5ue.ento de u.inar a . 5ual5uer 5ue possa ser sua nature2a.portaZte ter e.ente. ele parece cair so4 o do.ente a u. :a 5ue.encionar o 0ato de 5ue deve parecer real.a pr)JteLrica. e u. nada in0erior K das leis naturais. cu3o centro ) a vontade livre.o e. 5ue re0leti.a dicoto. 5ue parece dissolver no nada a li4erdade na 5ual se 4aseia nossa conduta prHtica.as repousa e. por u. Essa solu/ão. Vant salvou a li4erdade deste d>plice assalto atrav)s da distin/ão entre u. e1peri6ncias cotidianas nas 5uais tanto a :atica 5uanto a #i6ncia t6. deva a4ri*ar a li4erdade.ento.ento pr)JcientI0ico e pr)J0ilosL0ico.os so4re u.ia entre #i6ncia e :atica.ento da ra2ão.o.os e co. . sua 0or. . 0a2er co.otiva/ão interna. no . não di2 respeito .ais peri*osa di0iculdade. 3a.ente a1io. Se3a ou não a.portantIssi. a. 5uer no ca. opondo o dita.ia entre li4erdade prHtica e nãoJli4erdade teLrica.

a li4erdade e.a da polItica e o 0ato de o ho.er*e. o seu contrHrio são vivenciados no diHlo*o co. ser dotado co. ve2 de esclarecer. onde ela seria a4erta K autoJinspe/ão.enos ad. o >lti.os ou não.ente de Paulo.o u. E 5uando a li4erdade 0e2 sua pri. a al.eno da li4erdade não sur*e a4solutZ. são as >nicas coisas 5ue não poderIa. ao 0alar.ente. 5ue o 0enQ. cit.a. ) claro.o ho3e e. toda a histLria da *rande Filoso0ia. dia. ao . a esse respeito considerare. E . Não hH preocupa/ão co.a da li4erdade ) crucial. ) 5ue o .os ter se. F.eira apari/ão e.eta0Isicas tradicionais J tais co. o pro4le. .os do pro4le. a nature2a. ) o N.o o ser.os se5uer conce4er se. cu3a ori*e. a eternidade etc. e nenhu.eira. .anecer Hlheada ao 0ato de 5ue esse pro4le.anos e.#ausation and Free @i$$. da a/ãoB pois a/ão e polItica. podeJse salientar 5ue.i*o .o 0ilLso0o da Anti*:idade. +$. o pro4le. . . o pro4le.ente.a das *randes 5uestMes . % ca. a tornarJse te. tal co.Inio interno.ente na es0era do pensa.as co. a prLpria id)ia de li4erdade. op. a vontade. e depois de A*ostinho. entre todas as capacidades e potencialidades da vida hu.ana.eira e preli.inar 3usti0icativa dessa a4orda*e.. nossa tradi/ão 0ilosL0ica.otivo para essa o4scuridade estH e.po ori*inal.a teoria polItica pode se dar ao lu1o de per. ao transpQJla de seu ca.es. 5uer o sai4a. o do.a condu2iu ao .a da li4erdade. .a da li4erdade 0oi a >lti. e. para u. e 5ue a tradi/ão 0ilosL0ica.os . o te. 0ato da vida cotidiana. o N.eta0Isicas.Para as 5uestMes da PolItica.o no decurso do 5ual e. 5ue a li4erdade se.o ela ) dada na e1peri6ncia hu. destorceu. 1 1 .o4scuro 4os5ue onde a Filoso0ia se e1traviou. #o.a.a pri.itir a e1ist6ncia da 7F8 Ua1 PlancA. do. *eral. desde os Pr)JsocrHticos at) Plotino. a ela 0oi a e1peri6ncia da conversão reli*iosa J pri. as *randes 5uestMes 0ilosL0icas e .es.4ito da polItica.ento.pre 0oi conhecida.o u.o u. pro4le.ana. % ponto de vista das considera/Mes 5ue se*ue..pre e.ais tarde. historica. deve. a li4erdade ne.a de investi*a/ão 0ilosL0ica. 5ue ne.po e. o 5Ze deu ori*e.as hu.e. o nada. não co.po.4ito da PolItica e dos pro4le.

undo.ava.undo onde a li4erdade 0oi ne*ada para u.a de li4erdade hu.o instaurada e.anece se.do. e.ente J e.undo não deve ser con0undido co. co.ente u. 0oi unani.etade do s)culo S$S.a condi/ão . . e ) di0Icil tocar e.o tal seria destituIda de si*ni0icado. o . u.Inio interno da 1 F . o poder ou a i*ualdadeB a li4erdade.ente considerada co. politica. a . e 0oi ori*inal. 0enQ. o cora/ão ou a . acesso. a vida polItica co. so. pr)Jre5uisito para a li4erdade. conta ) o prLprio oposto da . tocar e..itiva at) 5uase a . lu*ar prLprio no .ente.ani0esta/Mes e1ternas e ) p%lZtanto. 5ue sL rara.o a 3usti/a.a re*ião apropriada da li4erdade hu. a. .ais te. interJrela/ão co.otivo por 5ue os ho. Se. u.idade.eno tardio. não ) apenas u.iti.e.o re*ião de a4soluta li4erdade dentro do prLprio eu. e 0unciona.ente or*ani2ados. por de0ini/ão. da Anti*:idade.ente dita. disso. si*ni0ica/ão polItica. ou da teoria de 5ue . 0oi desco4erta na Anti*:idade tardia por a5ueles 5ue não possuIa. ) ele historica.enos da es0era polItica propria. levar e. )pocas de crise ou de revolu/ão se torna o alvo direto da a/ão polItica. . e seu do.ente.plicita ou e1plicita.a interioridade na 5ual nin*u). e1peri6ncias co.o no 5ual os ho.li4erdade interior. portanto de u.undo e 5ue carecia.undana 5ue. dos in>. se.ente o resultado de u.o sendo u. estranha.as a interioridade.ente e. Esse sentir interior per.ens pode.eros pro4le. As e1peri6ncias de li4erdade interior são derivativas no sentido de 5ue pressupMe. % carHter derivativo dessa li4erdade interior. a tirania precisa.a retirada do . desde a Anti*:idade pri. pro4le.as e 0enQ. 0u*ir K coer/ão e1terna e sentirJse livres.a polItico particular se.undo no 5ual as e1peri6ncias se trans0or. A li4erdade 5ue ad.4os os 5uais.o os 5ue louva. o prLprio eu.ente ele tenha sido descrito no 0i. al).ana. o espa/o Inti..li4erdade. o cora/ão ne. &ual5uer 5ue possa ser sua le*iti.Inio de e1peri6ncia ) a a/ão. e1Zste. ) na verdade o . i.es.ens convive. ) o . se.os co. pro4le. ela.pre u.ente. e a despeito de 5uão elo5:ente. A raison d+ 6tre da polItica ) a li4erdade.ento do . Ne.ana. % espa/o interior onde o eu se a4ri*a do . toda teoria polItica e 5ue . u. A li4erdade. tais co.

os ar*u. toda clare2a no papel 5ue no/Mes tais co.ando 5ue livre ) a5uele 5ue vive co... 5ue consiste e.. precedido da tentativa consciente de divorciar da polItica a no/ão de li4erdade.o achar .as os sectHrios populares e populari2antes da Anti*:idade tardia 5ue di0icil. livro $9. não possui poder e o eu do 5ual ele pode dispor co. co.o distin*uir entre o .e. 7<8 9er . de che*ar a u.a senten/a da PolItica de AristLteles na 5ual a asser/ão . a li4erdade de Epicteto. u. $. ! consiste e.%n Freedo. o 5ue dese3a. 5ue co..a de0ini/ão 5ue curiosa.undo estranho so4re o 5ual o ho. Não ) representativo a esse respeito o indivIduo . 5ual5uer coisa e. .ente. 7!8 O4Xd. seu poder. u. ) posta nos lH4ios da5ueles 5ue não sa4e.ano J se . do no. e o pano de 0undo polItico so4re o 5ual todo esse corpo de 0iloso0ia popular 0oi 0or.ente tinha. sua insist6ncia en0Htica .os Ks suas ori*ens. ) livre se ele se li.ento do pro4le. j 11G.portNncia do *6nio.. DXsslN+talXones.ais 5ue u.undo e ainda assi.so4re a i. ser encontrados e. j !E. sa4er co.a inversão das no/Mes polIticas correntes na Anti*:idade. do $. #onceitual. ?. e da ori*inalidade. A .e o . historica.ulado J o declInio L4vio da li4erdade no 0i.elhor G.ci6ncia do viver.o 5uer <. 1 ? .elhor de sua individualidade. e.consci6ncia. desenvolver e e1pandir. co. a Filoso0ia al). co. ser livre dos prLprios dese3os.ani0esta co. Prosse*ue então Epicteto. do.or de 5ue a sociedade to.aior clare2a se voltar.entos . 7=8 %p. \ interessante notar 5ue.oderno. j 1.u.. seu 3usti0icado te. co.ente 0a2 eco a u. se ele não vai at) u. assi. .ais convincentes para a a4soluta superioridade da li4erdade interna ainda pode. cit.ita ao 5ue estH e.ente.e.. sur*e co.A li4erdade si*ni0ica 0a2er u. entretanto. Assi.e..ula/ão atrav)s da 5ual 0osse possIvel ser escravo no . ho. o 5ue ) a li4erdade s.o 7?8 ^ohn Stuart Ui$$.ostrando 5ue u.a 0or. seu dese3o de se desdo4rar. ensaio de Epicteto.e. não ) . 7G8 jj G1 e G?.e/a a0ir. 7E8 1?1TaFE e ss.Inio onde possa ser cerceado =. . o apareci. ho. %n bX4erl. ser+ livre.p)rio Ro.a da li4erdade na 0iloso0ia de A*ostinho 0oi. co.

do.ente seu. da .ens. nosso relaciona.ente.e.e.a.o o estado do ho. parece se*uro a0ir.os inicial. a despeito da *rande in0lu6ncia do conceito de u. não poderia li4ertarJse da necessidade a não ser . o ho.a de interJrelaciona. o 5ue desco4riu 5ue nenhu.o polItico J co. dH co. lar no .o u. To. al).o a5uele 5ue o ho.es. e.o. o ho.4ate e su43u*a a si prLprio ) .e.plo.e.undo.as as necessidades da vida e a 1 < . a sair para o .e. da co. u.ento da Anti*:idade.a 5ualidade da vontade. Antes 5ue se tornasse u.a li4erdade interior e apolItica so4re a tradi/ão do pensa. u. por e1e. espa/o p>4lico co. e ele sL poderia ser livre se possuIsse u.ente consci6ncia da li4erdade ou do seu contrHrio e.ais se*ura.entado a condi/ão de estar livre co. Essa li4erdade. outros.as não constitue. atri4uto do pensa.ente ao ato de li4era/ão.. para encontrHJlos J u. poder ) tão a4soluto co.es. te.ente or*ani2ado. .os.over. Epicteto transpQs essas rela/Mes .poder. co. a li4erdade era entendida co.ento. ne. e não no relaciona.ina/ão e propriedade nele dese. livre.ento ou u. A li4erdade necessitava.undo e a se encontrar co. era precedida da li4era/ão: para ser livre. por).ens J5ue estivesse.es. lu*ar.4). nas sociedades tri4ais ou na inti.ano e ne.e.ento co. % estado de li4erdade. no 5ual cada ho.penha. or*anis.o.e. nLs . palavras e a/Mes. livre poderia inserirJse por palavras e 0eitos. . toda 0or.undo politica. não se se*uia auto.ento co.atica.. %4via.ediante o poder so4re outros ho. e ta. no .. toda esp)cie de co.era li4era/ão.e.ens convive. de u.ar 5ue o ho. 5ue o capacitava a se . o entendi. . outras pessoas e. %nde os ho.. Por conse*uinte. De acordo co.panhia de outros ho.undana.. a se a0astar de casa. e 5ue o espa/o interior onde o ho.idade do lar J. isto ). o 0ator 5ue re*e suas a/Mes e sua conduta não ) a li4erdade. nada sa4eria da li4erdade interior se não tivesse antes e1peri.ente de0endido de inter0er6ncia e1terna.udanas para rela/Mes dentro do prLprio ho.u. so4re si . ) claro. outras palavras.ento hu.o estado.a realidade . deve terJ se li4ertado das necessidades da vida.pleta. 5ue 5ual5uer lar poderia s6Jlo. .ente tan*Ivel.unidade se caracteri2a pela li4erdade.ais co.

5ue *arante u.edida e. de reli*ião. 5uanto . sua pretensão de ter su4ordinado todas as es0eras da vida Ks e1i*6ncias da +polItica e seu conse5:ente descaso pelos direitos civis. .ente essa coincid6ncia de polItica e li4erdade 5ue não pode.aior ) o do.a K outra co.patIvel co. Ela pode.preocupa/ão co. se. e0eito. u. vontade.a co. e são relacionadas u. por .pre 5ue as cha.a de tudo.a possIvel li4erdade da polIticaR 1 E .onstrHvel.ente 5ue os 4ane. de atividades culturais e intelectuaisR Não ) verdade.es.os visto a li4erdade desaparecer se. o credo li4eral J . os direitos K inti.ter. co. 0ato de. Al). sua preserva/ão. % ascenso do totalitaris. 5ue a polItica ) co. e 5ual5uer coisa 5ue vH para sua o4scuridade não pode ser cha.odo. Não estaria correto. N.o dois lados da .R Não ) verdade 5ue.Jnos duvidar não apenas da coincid6ncia da polItica co. 0alta K li4erdade o espa/o concreto onde aparecer.&uanto . ) precisa.undo arti0icial não se to. certa.o.o dese3o.o ocorre co.e/a onde a polItica ter.onstrHvel e a polItica coincide.ens co.pre 5ue o .4ito p>4lico politica. #ontudo.ente. ) u.idade e K isen/ão da polItica.o a livre iniciativa econQ.as o cora/ão hu.at)ria.os de al*u. co.ais Zi4erdade. não . u. . entre os 5uais.edi.a es0era p>4lica J a li4erdade não possui realidade concreta.os co.ano.unidade .pati4ilidade.oJnos a crer 5ue a li4erdade co.ina.Inio dei1ado K li4erdadeR #o. disso.unidades *overnadas despotica. aci.enor+ o e+spa/o ocupado pelo polItico. 0a2e. a li4erdade unica.ente nãoJpolIticas.a palco para a/ão e discurso J co. so4re todo o restante.adas considera/Mes polIticas prevalecera..polItica 5ual5uer pelo livre escopo 5ue ela *arante a atividades aparente. a0inal de contas. i.os.o 0ato de.pedindo assi.os dar por assente K lu2 de nossa e1peri6ncia polItica presente.ada ade5uada.o todos acredita.ente por5ue e na .a . $nclina. ra2ão a e1tensão da li4erdade e. lu*ar . esperan/a ou aneloB .o todos o sa4e.ica ou a li4erdade de ensino.4rio.enos polItica . co. o ascenso de u. A li4erdade co. co.ente de u. a li4erdade co. ha4itar ainda nos cora/Mes dos ho. para a estreite2a dos lares.uito so.o de sua prLpria co. Se.ente asse*urado.

o o protetor no. todo. S$$. 5ue 0ala. F: . pQde ainda ocasional.4ito polItico. % propLsito supre.ado de livre no sentido e. Ues.. .o u.uito superior K de Ho44es ou Spino2a. . re*ato 5ue 0lui livre. 0enQ.a potencial li4erdade da polItica não nos ) recla.ente pode ser cl.ba li4ert) phllosophi5ue consiste dans $+e1ercice de $a volont).ento uni0or. ainda .ais recentesB ela dese.o u.penhou u.as si. A se*uran/a continuava sendo o crit)rio decisivoB não a se*uran/a individual contra a . ba li4ert) politi5ue consiste dans $a suret). dos interesses da sociedade e dos indivIduos.as se*ue u. Desse . e so.otivos prLprios para descon0iar da polItica e. 5ue constitui de certa 0or.eno .era.ente.ava possIvel a li4erdade. Ho44es 7onde a condi/ão de toda li4erdade ) a li4era/ão do . e. to.. era a *arantia da se*uran/aB a se*uran/a. co. desenvolvi.o Uontes5uieu.o da polItica.edo8. a li4erdade não ) se5uer o desI*nio apolItico da polItica. 5ue. desi*nava a 5uintess6ncia de atividades 5ue ocorria.itisse u. o do..orte violenta.aioria das ve2es. Não necessita.ente identi0icava..odo não apenas nLs.o e.plo papel na histLria da teoria polItica. 3o*o a prLpria vida e suas necessidades e interesses i. a. se*uran/a. era a*ora considerado co.ente e5uacionar a li4erdade polItica co. A5ui. % ascenso das #i6ncias Sociais e PolIticas nos s)culos S$S e SS a.os de u. .a necessidade 5ue lhe ) prLpria.. 5ue desde o inIcio da idade .a os li.ente pelas nossas e1peri6ncias . u.oderna 0ora identi0icado co.ites 5ue o *overno não deve transpor so4 risco de pQr e.. dos pensadores polIticos dos s)culos S9$$ e S9$$$.Inio total do polItico. 1 = .os .a opinião acerca da ess6ncia da polItica não apenas diversa.ada .ar*inal.o do processo vital.as u. por seu turno.pliara. . li4erdade polItica co.ples. co.ta. e a palavra .Essa de0ini/ão de li4erdade polItica co.o . na . 0ora do N.a se*uran/a 5ue per.ais a 4recha entre li4erdade e polIticaB pois o *overno.li4erdade. si.ediatos. co. 5ue te. . se*uran/a .os ir al). proveito da liJ 7 8 9e7 Esprit des bois.e do processo vital da sociedade co.4ora tivesse u.eado não tanto da li4erdade. % processo vital não se acha li*ado K li4erdade.a 0inalidade do *overno.

ais livre e superior: a vita conte. ar4itriu.o re5uisito pr)vio para o . o li4eru.4as na dire/ão >nica de u.a 4oa e outra .o 5uando a0ir.ente e.H..6ncia talve2 ainda .ava. isen/ão para sere. ser .ais seusB não e.as por descon0ian/a na5ueles 5ue detinha. apontando a.ente. livres.o o resu. . Não era por dese3o de li4erdade 5ue o povo ocasional.as toda a idade .o. contra a es0era poHtica en5uanto tal.eno da vontade.li4erdade e independ6ncia consiste. E essa li4erdade cristã e. partilhar do *overno ou pertencer a ele. seu discurso do cada0also. divLrcio entre li4erdade e polItica.inada pelo 0ato de ser 4astante discutiJla para iniciar sua opera/ão: _lAnd there0ore. No 5ue se*ue não 0arei outra coisa senão re0letir acerca desse velho truIs.ente e1i*ia sua parcela no *overno ou a ad. % conceito secular de li4erdade anterior K )poca . e.oderna insistia en0atica.odo de vida . u. disso.ais palpHvel de nossas prLprias e1peri6ncias..os anterior.e peso dessa tradi/ão e da pre. penso 5ue o leitor poderH acreditar não ter lido . . . u. en5uanto relacionada K polItica.ais lon*a data.o vi.plativa. ter por *overno as leis . A despeito do enor. since $ canJ 1 ! .ediante as 5uais sua vida e seus 4ens pode.iu #arlos $ e. e de cu3os encar*os recla.issão K es0era polItica.oderna separou li4erdade de polItica. velho truIs. vista da salva/ão 0ora precedida. co. poder so4re suas vidas e seus 4ens. escolha predeter.itivos tinha. Poderia ir ainda . o conceito cristão de li4erdade polItica sur*iu da descon0ian/a e hostilidade 5ue os cristãos pri.4erdade. pela a4sten/ão da polItica por parte do 0ilLso0o co.a li4erdade de escolha 5ue ar4itra e decide entre duas coisas dadas. $$ A li4erdade.ei 5ue a raison d+6tre da polItica ) a li4erdade e 5ue essa li4erdade ) vivida 4asica.ais 5ue u. não ) u. separar a li4erdade dos s>ditos de 5ual5uer participa/ão no *overnoB para o povo.ente na a/ão. Não esta.4ran/as e tradi/Mes de . Al).ais 0undo no passado e evocar le. 0enQ.os a5ui Ks voltas co. co.

d. A a/ão. $9. <=.4ora necessite de a.o co. Ela ) antes. dlZ. no interior do eu co. en5uanto deter.as si. 5ue eles são seus 0atores deter.as de 3ul*a. 1.otivos e o43etivos não se3a.otivos e.edida e.a . X $ a. de ditar a a/ão.ente diverso 5ue.That this shall 4e or Ce Cill 0ali 0or it. lado.o 71T8 lnlelleetus apprehendll a*l4lle anle5ua.o o 0a2e. para continuar co.a*ina/ão e 5ue não poderia portanto. .anda então sua e1ecu/ão.arei de u. de .a 5uestão de li4erdade. *uiaJse por u.a 5uestão de li4erdade. .s.inantes e a a/ão ) livre na .o u. o 5ue não 0oi dado ne. e co.ente 0alando. n& 1T. PrincIpios não opera.. A a/ão. princIpio.il1ed to prove a villain. X And hate the idle pleasures o0 these da. X To entertain these 0air CellJspoAen da. e0eito previsIvel. % poder de co. so4 a dire/ão do intelecto. u.. não se encontra ne.. intencionado co. por u. ShaAespeare.3usto e5uilI4rio. 0atores i.eta não ) u.andar. volunlas illud velilB sed non apprehendll dele.as de *overno por Uontes5uieu. . na . isto ). . estrita.a .inada. o43etivo 5ual5uer JB ela 4rota de al*o inteira. $sso não 5uer di2er 5ue . ne.osa anHlise das 0or. .otivos J . Para 5ue se3a livre.undoB identi0icar u. 5uod apprehendere dleXtu. a li4erdade de (ruto: . 1 G .inha prLpria perversidade.ento certo ou errado.. 5u. todo ato particular.not prove a lover. K co*ni/ão do o43etivo certo.eu . 5ue ) livre. do 0i. 5ue ) capa2 de transcend6Jlos.es da vontade J e.o u..ar K e1ist6ncia o 5ue antes não e1istia. não ) u. desI*nio 0uturo cu3a conveni6ncia 0oi perce4ida pelo intelecto antes 5ue a vontade o intentasse. ser conhecido.a tIpica descri/ão desse processo dada por Duns Scotus 1T.4os para a e1ecu/ão de u. 3H 5ue apenas a vontade pode ditar a a/ão J para para0rasear u.otivo por 5ue o intelecto depende da vontade. o43eto de co*ni/ão ou de i. . vista co.s. por outro. a li4erdade de cha.edida e. % desI*nio da a/ão varia e depende das circunstNncias . %1on. de 4ai1o das dita. a a/ão deve ser livre. ou . deter.as co. cha.as de 0or/a ou 0ra5ue2a. .a 0aculdade hu.es.ana distinta e separada.inale hoc esse a*endu. se*uese ao 3uI2o. A vontade. J.portantes e. se*uindo a 0a.. isto ).utHveis do .

se. assi.ens são livres+ J di0erente.ais u. e são de.a5uiav)lico de virtu. u.4icionar . a .)ritos do 3uI2o perde. ou a distin/ão. ne. Talve2 a . A . sua validade e o vi*or da vontade i. Entretanto.os Ks artes de reali2a/ão 7K di0eren/a das artes criativas de 0a4rica/ão8.4). A virtuosidade da virtu de Ua5uiavel rele.as ta.p)rio da vontade 5ue a inicia. no . .pre ser repetido .e>ein 7.ento da li4erdade. depoisB pois ser livre e a*ir são u. vi*or e e. ao contrHrio do 3uI2o do intelecto 5ue precede a a/ão e do i.. princIpio ) universal. do e1terior. ao passo 5ue os .ente de possuIre.e/ado o ato. Tais princIpios são a honra ou a *lLria.a coisa. validade atrav)s da e1ecu/ão.a ve2 co.pre co. co.asiado *erais para prescrevere.ente se dH atrav)s da a/ão.elhor ilustra/ão da li4erdZde en5uanto inerente K a/ão se3a o conceito . Distinta.edo. produto 0inal 5ue so4revive K atividade 5ue a trou1e ao .&lr K i*ualdade.4raJnos de certo 1 . 5ue Uontes5uieu cha.virtuosidade.eta. o ato e. A li4erdade ou o seu contrHrio sur*e. e. especial. o a.etas particulares. a e1cel6ncia co.pre 0a2er o . da li4erdade en5uanto a*e.undo a4re ante ele K *uisa de 0ortuna.ais.pre 5ue tais princIpios são atuali2adosB o sur*i.a pessoa ou *rupo e..elhor de todos.ou de virtude.4ora todo desI*nio possa ser 3ul*ado K lu2 de seu princIpio u. u. responde Ks oportunidades 5ue o .8. no transcurso do ato 5ue e1ecuta. o .ani0esto so. a validade de u.undo en5uanto dura a a/ão e não . pe.ente de seu . antes.ani0esta/ão de princIpios so. ou ainda a e1cel6ncia J o *re*o aeI ariSt..penho e não e. no . e.undo e dela se torna independente.ente de sua . isto ).a.o a . o princIpio de u. a descon0ian/a ou o Ldio.a ve2. . e. reali2a/ão. di0erente.ani0esta/ão de princIpios. sendo ine1aurIvel.otivo.es. .5ue inspira. P&lis.undo se.a a/ão pode se.ente . o princIpio 5ue o inspirou nada perde e.a . 5ue o ho.ani0esta. coincide se. o princIpio inspirador tornaJse plena.elhor 5ue puder e ser o . onde a per0ei/ão estH no prLprio dese. não se li*ando a nenhu.elhor versão de seu si*ni0icado ) .perante se e1aure. o do. e eles se .ente no prLprio ato reali2adorB e contudo. cola4ora/ão.e.a e1cel6ncia 5ue atri4uI. %s ho.

ente sur*e e 5ue interessa ao . p>4lico e não se destine a aparecer no .o tocar 0lauta.es.o do dese.os K prHtica das artes. e1traIre. pilotar e nave*ar para distin*uir as atividades polIticas das de. produto da a/ão.4ora certa. a polItica te.ento de li4erdade certa.ente presente nas artes criativas per.odo o 0ato. % essencial a5ui não ) 5ue o artista criativo se3a livre no processo de cria/ão. aliHs.u.ens 5ue a*e.o u.a esp)cie de o4raJpri.. de os *re*os utili2are. do . . As artes de reali2a/ão. a polItica ) o e1ato oposto de u.a audi6ncia para .o u. As institui/Mes polIticas J não i. de ho.ais. ) claro. %s artistas e1ecutantes J dan/arinos. seu virtuosis. atores. u.anente.porta 5uão 4e.o todo a*ir cont).undo. e1ist6ncia prLpria. :E: por esse . ele.>sicos e o 5ue o valha J precisa.ente 0alsa se incorre. de u. suas analo*ias das artes nas 5uais o virtuosis. cena al*u. pro3etadas J depende. ou co. e1ist6ncia caracteri2a o Estado co.o u. o produto 0inal do processo.es.o . para sua e1ist6ncia per.ento hu. 0re5k6ncia de0inida co. .a coletiva. co.eios 5ue as trou1era. 5ue pMe.ano a tal ponto 5ue as coisas produ2idas possue.os . por).a arte J o 5ue não si*ni0ica. #o. dZ u.penho ) decisivo. isto ). e. produto do 0a2erB a total d)pend6ncia de atos posteriores para .ens e. de considerar o Estado ou o *overno co.. e0eito u. . Não se trata.ant6Jlo e.odo co.etH0oras co. 5ue ela se3a u. e sua conserva/ão ) o4tida pelos .as de u.a ci6ncia.otivo 5ue o ele.o os ho. dan/ar.etH0ora. a polItica. necessita. a/ão.os no erro co.a o4ra de arte. e esta se torna total.o. No sentido das artes criativas.as 5ue o processo criativo não se3a e1i4ido e. se.al se3a.o u. ou .pre .a *rande a0inidade co. e.ente Ua5uiavel não o conhecesse. sido co. K e1ist6ncia. e o virtuosis.ostrare.a coisa tan*Ivel e 5ue rei0ica.a de0ini/ão. a prLpria o4ra de arte.a arte.a . A e1ist6ncia independente identi0ica a o4ra de arte co.o ) a e1cel6ncia 5ue atri4uI.o u.undo. da presen/a de outros ante os 5uais posJ FTT .ento de virtuosidade. pelo contrHrio. o pensa. t6.anece ocultoB não ) o livre processo criativo 5ue 0inal.

4ito e.ente as co. recorrer e. si.o as *randiosas 0a/anhas dos i.sa. al*u.anha di*nidade a seu N.ados e.pre 5ue os ho. su3eitos a coer/ão por outre. todos as lIn*uas europ)ias ainda deriva da or*ani2a/ão historica. espa/o e. desca4ido.o 5uando não ) u.a de *overno. evoca as e1peri6ncias da co. espa/o pu4lica.ente or*ani2ado para sua . Tudo o 5ue acontece nesse espa/o de apareci.unidade 5ue pela pri. Na verdade.pre*ar o ter.% N.a realidade concreta. e.ente e ne. eventos 5ue são co.o dado u.0or. produto direto da a/ão.eira ve2 desco4riu a ess6ncia e a es0era do polItico. no sentido da polis *re*a não ) ne. ne. tra4alhadores su3eitados pelas necessidades da vida. se3a antes ou depois.penho e.ens convive. ar4itrHrio ne.ente I. % 5ue per. e. e a. estLrias antes de se incorporare. de outros para o dese. escravos. sua 0inalidade ou raison d+ 6tre seria esta4elecer e .+ 5ue a li4erdade constitui u.ana. ) di0Icil e at) .o . rele. ser vistos e e. \+ este . E. e1ist6ncia u.o4ra. o propLsito e1presso de servir aos livres J a5ueles 5ue não era. co.o en*anoso 0alar de polItica e de seus princIpios se.par da cidadeJ estado *re*a.4os re5uere. co.4rados e trans0or.ente a .a esp)cie de an0iteatro onde a li4erdade podia aparecer.anece de 0ora. 5ue a li4erdade. e isso pela si. 5ue e.4os depende. a*ir J u.unidade.p)rios 4Hr4aros.o.anter e.es.ar co. pudesse aparecer.ens u. 5ue proporcionou aos ho.. Não se deve to.ana. en5uanto virtuosis. tão alta considera/ão a atividade polItica e atri4uIra. ao *rande livro da histLria hu.ente para os eruditos 5ue o prLprio ter.polItico. A pa's *re*a 0oi outrora precisa.unidades polIticas anti*as 0ora. Não ) apenas eti. so.4ito..entados. e1iste a ra2ão adicional de 5ue so. palavras 5ue pode. os ho. 0undadas co. e. espa/o para apareci.ples ra2ão de 5ue nunca. 0eitos 5ue pode. ta. &uanto K rela/ão entre li4erdade e polItica.entos onde pudesse. tan*Ivel e.ens tivera.edida Ks e1peri6ncias da Anti*:idade *re*a e ro. aparecerB a.entos ) polItico por de0ini/ão. . por 0i.a . Se entende. tal espa/o de apresenta/Mes se.os escutar.olo*ica.es. u.o. FT1 .os então o polItico no sentido da polis.

a per0eita li4erdade ) inco. cu3a ad. restar co. onde a vida estH e. .ais li4erdade 5ue 5ual5uer outra atividade hu.anuten/ão da vida e a salva*uarda de seus interesses. visto os relaciona. 11.ente 0alando não ) polItico.as 0unda. ) claro. cito FTF . da ale*a/ão de 5ue .o a5ui a tend6ncia prevalente ) considerar os pro4le. 5ue o pensa.a 5ue apenas a a/ão precisa ser restrin*ida: .ento.o '. sua totalidade do.ente polItico.entais do li4eralis.4ito polItico. deve ocuparJse 5uase 5ue e1clusiva.ica. a .a orde. a e1ist6ncia da sociedade. e de 5ue ela sL pode ser tolerada e. . e o N.ento corri5ueiro não sustenta J o 5ue talve2 se3a verdadeiro J 5ue ) prLprio ao pensa.ana.as e 7118 ^ohn Stuart Ui$$.es.ente co.inistra/ão te.as deriva ta. Toda tentativa de derivar o conceito de li4erdade de e1peri6ncias no N.entos entre na/Mes a4ri*are.4ito polItico soa de . .ente de u.4). não o4stante o no.Lrdios da )poca . ato co*nitivo do intelecto e de u.pre crescente es0era da vida social e econQ. parece. toda a/ão se encontra. &$ 5ual. a 0atores econQ. incluiJse entre os do*.pode ser e1cepcional e di*no de nota.inadas pela no/ão de 5ue a li4erdade ) u. de tal 0or.. Esse ar*u. op. $sso.ais 5ue da a/ão.uito . a . .. de acordo co. da vontade para levar a e0eito sua decisão.patIvel co.as estrita. si não ) peri*oso. sua per0ei/ão 0ora do N.es. Pois a polItica.ente.ente da no/ão de 5ue 5ual5uer ato deve ser precedido psicolo*ica.o.4ito ade5uado para cuidar das necessidades vitais ) a *i*antesca e se.era. Apenas os ne*Lcios estran*eiros.as hu.a 0iloso0ia.a pessoa pretende 5ue as a/Mes deva. E essa prioridade não deriva . cola4orou para a eli. 3o*o.patias i. E . por de0ini/ão. do.possIveis de se redu2ire. %ra. o4scurecido o N.ina/ão da no/ão de li4erdade do N.anos.ento e. ainda hostilidades e si. so4 o 3u*o da necessidade.oderna.e.Nenhu.as si. atri4uto da vontade e do pensa.icos.aneira estranha e surpreendente por5ue todas as nossas teorias a respeito dessa 5uestão são e.4ito dos pro4le.ento necessitar de .4ito polItico desde os pri. e talve2 4asica. ser tão livres 5uanto as opiniMes.Inio pura.

+ de 0atores e interesses econQ.a 4ela palavra. não passa de u.4ora J se tudo 0osse u.es. A cora*e.os.o al*o evidente por si . .o tal contrasta na 0or.o.os. *rado arrisca a vida para ser tão total e intensa.ente vivo co.. a vida para a li4erdade do .as si. a despeito de todas as teorias e .eiros a condenar a cora*e. não a vida.a .undo.ou certa ve2 de . e.. tudo serve e deve servir para a se*uran/a do processo vital.aria. estar K nossa espreita..anas.icos. e 5ue #hurchill cha.odo co. si. o 5ue não ) o caso J dev6sse. a vida J. #ontudo.ais a*uda possIvel co.o so. não reco. e. co.os ta.4ito polItico co.os ser os pri. .enospre2o pela vida e seus interesses. do.4).o resultantes.ado .a pri. .es.a instNncia.Inio privado.. 5ue ainda acredita.undo..as por ter. \ 5ue este nosso . isto ). sustenta.pensa nosso senso individual de vitalidade. e. \ preciso cora*e. ) u.o .ente e1clusiva preocupa/ão co.os che*ado a u. truIs. do .a 5uestão de coer6ncia. ) indispensHvel por5ue.4ito polItico. e.Ilia e do lar.ente a5ui o arro3o da aventura.es. 5ue a cora*e.o perverso . >lti.ente se pode ser 0ace ao peri*o e K . li4era os ho. FT? . ) u.ens de sua preocupa/ão co. nosso do. polItica.andada pela prLpria nature2a do cIrcuio p>4lico. #ora*e. . a vida perdeu sua validade. 5ue. 5ue de 4o.rivalidades do poder internacional co.o. 3o*o.o para dei1ar a se*uran/a protetora de nossas 5uatro paredes e adentrar o N.eira das 5ualidades hu. o . o cha. A te.4e.ente sua aten/ão Ks vidas individuais e aos interesse a elas associadosB +T N.ples. não devido aos peri*os especI0icos 5ue possa. at) . co.undo estH e.eridade não di2 ..ente não se pode dar ao lu1o de con0erir pri. A cora*e.Inio onde a preocupa/ão para co.o acredita. supre.a li4erdade ) a raison 7Ntre da polItica. e não tenho e.o tolo e .is. pois ) a5uela 5ue *arante todas as outras. na prote/ão da+ 0a.enos respeito K vida do 5ue a covardia.o J a despeito de nossa aparente.orte. A cora*e.os ser indispensHvel para as a/Mes polIticas.es.as nos ) de. 5ue di2er 5ue .a das virtudes polIticas cardeais. 5ue e1istiu antes de nLs e estH destinado a so4reviver aos 5ue nele vive.

elas.os ha4ituados a cha.ente e5uaciona. tão pouco e. 0enQ.ente ao 5ue esta. outras pessoas. as conhecidas capacidades para dese.ente recla.odernas. co. Pois o ar4Itrio. o N.iar intentar e visar a al*o 5ue so. Para a histLria do pro4le.aior di0iculdade para alcan/ar u. o prLprio eu J se3a na 0or. a4surdo.es.eno do ar4Itrio. diHlo*o interior.eira ve2 na Anti*:idade tardia.ente de voltar a tradi/Mes e teorias . si. no relaciona. cu3a cruel dial)tica desvelou. co.o interior entre o 5ue 5uereria 0a2er e o 5ue 0a/o. co.os de pensa. poderia co.o. a . a sa4er.o 5ue se dissuadir do .undo.atica.ente isso ) u.e.ens dei1ara. .4ito da vida polItica.ais 5ue u.ano.oderna do livre ar4Itrio te. a li4erdade.o. e particular. u.encionei antes. 0enQ.ediante o 5ual o ho.o o desco4riu o #ristianis. u. .eno do pensa.ente 5ue a li4erdade co. no 5ual a li4erdade tornoo'Jse u. .entada e.ou aten/ão depois de ter entrado e.ente desconhecida para a Anti*:idade clHssica. Se a li4erdade não 0osse real.aioria.e. os e5uIvocos e a i. in0eli2.ento .i. a no/ão cristã e .penhou nenhu.os tãoJso.a da li4erdade.ente .a 0aculdade virtual. Não decorre.er*e do 0ato de 5ue u. ne.co. livreJar4Itrio.ento na e1peri6ncia polItica. De 0ato. . te. isto ).os li4erdade co. contradi/ão co.ais anti*as e pr)J. serIa. e 5ue ela não ) e1peri. 5ue desde SLcrates deno.e/a onde os ho. a tradi/ão cristã tornouJse de 0ato o 0ator decisivo. pri.ar de *rande tradi/ão. 5ue a id)ia de li4erdade não dese.l' \ L4vio 5ue essa no/ão de interdepend6ncia entre li4erdade e polItica colocaJse e. con0lito dentro de . Ne. con0lito co.a co. as teorias sociais da )poca . Nossa tradi/ão 0ilosL0ica sustenta 5uase unani. paJ FT< .preensão do 5ue ) a li4erdade e.oderna.as se al*u). sur*ido pela pri.pot6ncia do cora/ão hu. ha4ituado pela . Evidente.a de u.ento co.entar al*o 5ue .eiro a Paulo e depois a A*ostinho.ples retorno K tradi/ão. 5ue tenha. 5uisesse de0end6Jlo poderia ar*u.ento. o conceito 0ilosL0ico de li4erdade. associa/ão co.os 0or/ados a concluir 5ue os anti*os não conhecia. não nos a3uda. &uase 5ue auto.ente.u.as si. no anta*onis. se3a e. 5ual5uer 0unda.ina.

es. e .o.. se interro.Jse sinQni.o entre. e si. da cidadeJestado e da cidadania. dualis.odo polItico de vida.ento polItico. conceito e1clusiva.otiva. @iXlen Freiheit 2uAo. 7Schri0ten 2ur Ue0aph. u. insistira e. inIcio u.odo de vida escolhido pela 0ilLso0o era visto e. .odo al*u. e . ao escrever: . 5ue o ho. #on0issMes.e e.o 5ue ) a condi/ãa e1istencial do pensa. ho. Par.i. u. particular. co.as principais da Filoso0ia 5uando 0oi vivenciada co.ente Paulo.a caisa 5ue ocorria na relaciona. al.ortal con0lito 5ue tinha lu*ar na .ara do cora/ão. desco4rira. oposi/ão a essa pa's e K sua cidadania.os 1F..e.i. 5ue . A li4erdade. da al.ente e. 0undavaJse e1plicita. A nossa tradi/ão 0ilosL0ica de pensa.. 71?8 A*ostinho. bivreJar4Itrio e li4erdada de no/Mes torna. partanto. o conceito de li4erdade pQde penetrar na histLria da Filaso0ia.e.6nides e Platão. 5ue. 1?.peu o relaciona. era alheia ao 0enQ.enta entre . Die Ausdr:cAe +0rei+ und +CilXens*e. u. a li4erdade era u. e .i.erAun*en 2u den cartesischen Prin2ipien.o.ento e..es.i.t.penhara co. .itivos. 0ora do relaciona.. @iXlen 2uAo.eu prL1i. . na verdade. não podia ter acesso ao 5uadro da Filoso0ia *re*a. 4edeutet ei*entllch nichts anderes. dos pro4le. o4 unsere. desde Platão. solitHrio não ) .ente polItico. .cN.orada interior.ento. a ..a e corpo pelo 5ual a 0aJ 71F8 bei4ni2 não 0a2 senão sinteti2ar e articulara a tradi/ão cristã. A li4erdade tornouJse u. u. a Filoso0ia clHssica.ento entre ho. A ra2ão para esse notHvel 0ato ) 5ue.o.o al*u.t.ana. :\ so. pudesse o4star a ardente contenda e. .ento entre . a 5uintess6ncia. a prLpria id)ia central da polItica co.aess+ 4esa*en dassel4e. 5uase por de0ini/ão.a id)ia 5ue. a polItica 5ue.o na ro.es. Al). os *re*os.(e. desse dualis. e 5ue te. oposi/ão ao 4Ios politiALs. livro 9$$$.i*o .pel na Filoso0ia anterior a A*ostinho.a a entendia. iniciandoJse co.ens.o no .Die Fra*e. Yu ArtiAel ? 8... % .a esp)cie de li4erdade 5ue não tinha rela/ão co. relacionK. por al*u. capo G. ais o4 $h.a e na escura .ente 5uando os cristãos pri.i.ento entre .onde nenhu. FTE .siA $.eno da solidãoB ela sa4ia su0iciente. e+ a presen/a da li4erdade era vivenciada e.pleta solidão. era u.. A Anti*:idade clHssica de . dois e.ente 4e.ais. o . tanto na Anti*:idade *re*a co.o.

u. .e eu sei as .es.ais surpreendente 5uanto sua prLpria ess6ncia consiste o4via. 5uestão ) se.es. 5ue ele se e. o doisJe.a . e talve2 não se3a acidental o 0ato de descarre*arJse o con0lito na al.po. contudo. u.ens.i>de esse con0lito e.ente ordena. Para A*ostinho.a. pois a luta e. .ente oposto na vontade: paralisaJa e encerraJa dentro de si .. 5uerer e não 5uerer ao .ani0estouJse ori*inal. euJnãoJ5uero 1E.es.a e id6ntica 0aculdade 0ora conhecida co.culdade hu. são de.os a.onstruosidade.aB o 5uerer solitHrio ) se.o e não ser o4edecido.edida e.pre 5ue a ra2ão.pre C`lle e rClle.a .anas.i. 71T!G e SE.acesa contenda. e uor+denar. antes de assassinar seus 0ilhos. $sso. era al*o evidente '5uerer.enos su3eitas K in0lu6ncia do raciocInio 5ue os ho. co.asiado 0racos para suportar o assalto do dese3o.eter. .a so4re o corpo. e1erce a vontade. .ada 5ueroJeJnãoJposso. ) 5ue Ued)ia. ?!= e ss.ento platQnico a interpreta/ão dessa 0aculdade co. Parece pois u.ente na e1peri6ncia de 5uerer e não 0a2er.ento o processo do pensa.ana do . 5ue .es.aldades 5ue estou prestes a co.ento..es.ulheres.Ls ) .Ls1<.andar e ser o4edecida.. co.a . di2: .es. #ontudo. de 5ue e1iste u.ento te. o 0ato de o ho.es. o disce. e na .onstruosidade 5ue sL pode ser e1plicada pela presen/a si. dentro da+ prLpria al.a interpreta/ão de A*ostinhoB o 0ato histLrico ) 5ue o 0enQ.Na .ovi. .ovi.oso capo do livro 9$$$ das #%n0issMes.edida e. con0lito no interior da prLpria vontade.a . % 5ue a Anti*:idade desconhecia não 71<8 Encontra. o conheci.aB e não che*ava a e1trapolar o N.ento etc. entre duas di0erentes 0aculdades hu.o o diHlo*o 5ue .ente desconhecida. FT= .elhante. poder . % ponto e. isto ).Ju. % e0eito paralisante 5ue a vontade te.a das . da solidão 5ue pMe e. a solidão a*ostiniana da .inhas deli4era/Mes.8B e Fedra 7HipLlito. não e1erce a vontade. e0eito e1ata. 5ue a .a era a4soluta.antenho co.a ascend6ncia da al.o te. co..ento e th.penhara não se dava entre a ra2ão e a pai1ão.o u.as era u.ento 0ora atri4uIda K al.eno da vontade . entre entendi.4ito do pensa.a ) tanto ..ultNnea de u.as th. Assi.andar a si . E essa dualidade no interior de u.ais 0orte 5ue .e. &ue a coisa ordenada não ) 0eita. E. so4re si . euJ5uero e de u.o o colocou A*ostinho.o a si .a coisa.es. 3H ) u.8 0ala de veia se.ento.ente e. 5ue lrata da vonlade e de seu poder.i*o . EuripideE. outras palavras.a coisa cha. sere. 71S8 .overia o corpo 4e.o a caracterIstica do pensa. no 0a.o.

o u. livrare. e . o direito de *overnar a outros e se. u. a.ens. e não de u. possIvel con0lito entre o 5ue eu posso e o 5ue eu 5uero.e.eno da li4erdade co. ) u. dia ter considerado a virtude co.a. i4id FT! .e. e o .os não apenas nossas 0aculdades racionais e co*nitivas. si .eno de virtuosis.as. E por essa 0or/a de vontade. outras palavras.o onde o .5uero. co.o atri4uto do 5uero ou do devo. e.a co.as 5ue 5uero e posso não são a . possIvel seiJ.ente.ente teria co.a coisa J non hoc est velle.a 5ualidade inerente ao .& 5ue ele sa4e 5ue ) certo.iliar para os anti*os.posso.a das virtudes especi0ica. da o4ri*a/ão da o4edi6ncia.ais relevante dentro de nosso conte1to. 5ue sL a5ueles 5ue sa4ia.asJnãoJ5uero.es.o u. .posso.os co.ente coincidire. 5ue 5uer e não 5uer ao . poder al*u.o a coincid6ncia do 5uero e do possoB co.o te. era a convic/ão de 5ue a pai1ão pode che*ar a ra2ão dos ho..po. a ponto de pratica.es.uito 0a.Ls.o sendo . ) claro.. seu relaciona.o o con0lito euripidiano entre ra2ão e th. certe2a.. de 0a2er a5ui8.era 5ue e1iste u.o ela ) vivenciada e conhecida pelo ho.o se *overnar tinha.pot6ncia da ra2ão.es.eno relativa. co. 0enQ. e.ente presentes na al.o Platão insistia e. 0or/a de vontade e vontade de poder são para nLs no/Mes 5uase id6nticasB a sede do poder ) para nLs a 0aculdade da vontade na 0or. Se a Filoso0ia anti*a tivesse conhecido u. (asta le. E ) verdade 5ue o autocontrole continuou sendo u. vontade.pe/a o ho. Essa asser/ão não ) u. conce4ivel. E. ou.er*e de nossa 0a. .iliaridade co. Essa convic/ão su43a2 ainda K doutrina de SLcrates de 5ue a virtude ) u.a.a vontade 5ue se 5ue4ra e.ente polIticas.es.preensão superior da pretensa i. não hH pai1ão 5ue i.o ta. .ente tardio. e nosso pas. t6JlaJla de0inido co.a especula/ão va2iaB .ento consi*o . se a0ina. Uais tIpica.a esp)cie de conheci.racional.o ante al*u). Pois o 5ueroJeJposso era. 5uod posse 1=.ultanea.es. capa2 de ser aprendida e ensinada. certa.ente por constituir notHvel 0enQ. ainda 5ue so.4os si.preendido o 0enQ.4rar.a ve2 5ue a ra2ão tenha conse*uido se 0a2er ouvir. não a teria considerado co.o..ento. outras 71=8 A*ostinho.4).a co.ascula. e.

isto ). se. nascida de u. % representante .ente o indivIduo no 5ue di2 respeito ao 5uero e ao sei.ano.o desse secularis. .ais anti*as e estrita. . lin*ua3ar 0ilosL0ico.es a esses desenvolvi.4ora indi0erente aos pro4le. pela necessidade. polItica.as si.undo.as de nature2a estrita.4ito polItico e secular independente.panhou o ascenso da )poca . So. tal co.ento polItico 5ue aco.ente 5uando o 5uero e o posso coincide.eu prLprio corpo. a li4erdade se consu. co.ente incLlu. dera ori*e.entos tipica. 5ue li4erta. u. e1clusão dos psicolL*icos. ao prLprio e*oB o poder 5ue 0a2 0ace a essas circunstNncias. por assi. e1terior.este ) o . relativa.a insu0ici6ncia de talentos.ente por5ue a separa/ão entre $*re3a e Estado. Para desJ 71!8 %de Pltia b9. di2er. FG!JFG : FTG . ) o posso.H1i. . 5ue. No re0loresci. 5ue e.oderna.ais circunstNnciasB todos esses 0atores. transe reli*ioso e 0or.odernos. tinha pro0unda consci6ncia do carHter inade5uado do conceito de li4erdade dos cristãos e dos 0ilLso0os para 0ins polIticos.aior representante ) Ho44es J e a5ueles 5ue.aior pesar: estar co.es.os distin*uir entre os pensadores 5lle pode. não devido a u.ente ser cha. dons e 5ualidades de 5ue o ho. a u.a outra . verdadeira.a. ) dotado por nasci. tanto poder 5uanto so4re as de.o tal.e i. nas palavras de PIndaro.ente 0ilosL0ica.ci6ncia.ento polItico da Anti*:idade. por tere.. condiciona.p)rio Ro. ou de .0aculdades .a predile/ão 5ual5uer pelo passado co.uladas e.e. ao pensa. os p)s 0ora do certo e do 4elo 5ue se conhece O0or/adoP.o para nLs. o4tido inspira/ão nas recentes desco4ertas das #i6ncias Naturais J o seu . ou de u. entre reli*ião e polItica.ente . E1iste ta.o polItico 0oi Uontes5uieu. N.ados de pais da .o não se via desde a 5ueda do $.aneira de con0rontar nossas no/Mes ha4ituais de livre ar4Itrio. voltara.ento e so4re os 5uais ele te.prHticas. pode.pede de 0a2er o 5ue sei e 5uero pode sur*ir do . as +e1peri6ncias polIticas . o 5uerer e o conhecer de sua su3ei/ão K necessidade.4). R1! A necessidade 5ue .ente polIticas de li4erdade.ais .ples.ento do penZa. Uas não ) transparente.

ad. FT .ente das circunstNncias e da consecu/ão das .eno de vontade e de 0or/a de vontade. e. &uando 0ala. contudo. F e S$.es. outras palavras. .anas.entava 5ue não parecesse . u. não ordena a nada al).ente. não o descu4ro.eira ve2 a vontade ao vivenciar sua i. Para Uontes5uieu..ais capacidades hu. 5ue a a 0iloso0ia não e1i*e da li4erdade . a*ente não podia .undo circunJ 71G8 Esprll des bols.o e1ecutar a5uilo 5ue ) 4o. +0: a . so4re a .eira. E.es. ) livre e não ) livre.B e. 5ue tal doen/a ) co. pois 3H o seria.ens desco4rira.ar os corc)is da al.a .a vontade. espIrito possuIdo pela vontade: .doen/a do espIrito.e. se o ho..os de i. .. 71 8 %p. e não seu poder. u.etas 5ue a vontade esta4eleceu.o u. 0ace ao .B co.a.4ora ressaltando constituir isso u. co. os ho. pela pri.o para os anti*os era L4vio 5ue u.ente.. consci6ncia da vontade co.a vontade.ais 5ue 5ual5uer outro povo. Portanto. ?. di2e5do co. S$$. e. e a di0eren/a consistia e. cit.ite ta.o ho.o se houvesse duas vontades presentes no .es. Escolho o e1e.postos K 0or/a de vontade. a vontade ) poderosa e ) i.os costu.a 0aculdade distinta.pot6ncia.ente a li4erdade polItica da 0ilosL0ica. ao contrHrio.potente. 0enQ. re0letira..onstruoso Oa elaP e. Paulo: .e.ais 5ue o e1ercIcio da vontade 7X+e1ercice de $a volont)8.a 5ue o 0osse.Pois a vontade ordena 5ue ha3a u.ente na 0alta de poder do ho. Historica. poder 0a2er o 5ue se deve 5uerer 7$a li4ert) 11`` peut consister 5u+ K pouvoir 0aire ce 5ue O+T11 doit vouloir J a 6n0ase recai so4re pouvoir8 1G.pot6ncia e dos li. de si .a. independente. parte não 5uerer.ado de livre 5uando lhe 0altasse a capacidade para 0a2er J donde se torna irrelevante sa4er se essa 0alha ) provocada por circunstNncias e1teriores ou interiores. e e..ara.a vontade da 5ual A*ostinho se la. ne.ente u.4). parece se.. lutando pelo poder so4re sua .Pois o 5uerer estH presente e. consiste e.plo do autocontrole por5ue este ) para nLs clara. Se a vontade 0osse Inte*ra.o 5ue natural e. se5uer ordenaria a si . i4id.i. distin*uiu e1pressa. separada das de.e.pre co. pensa. nunca to. . te.ais ser cha.ites i.vencilharJse dele.odera/ão e a necessidade de do. parte 5uerer.es. A li4erdade polItica.1 . %s *re*os.

% corpo representa nesse conte1to o .es.o. :E: dentro do prLprio eu.es. no . e o corpo o4edece instantanea. a li4erdade.a 0or/a avasaladora da nature2a ou das circunstNnciasB a contenda levantada por seu apareci. Te. 5ue os ho.ento e.atica. cit. 0osse u. no . para a teoria polItica. per.ento da li4erdade co. incitaJo ..porta o 5ue se3a dese3ado. senhor a4soluto.anda no corpo.pet6ncia da. desse e5uaciona. sua precariedade. poder *enuIno.ais lon*e 5ue a vontade de poder 7FT8 A*ostinho.portNncia.anece su3eito ao eu. i. certa i.o.es.ente paralisasse o euJpossoB co.ente.o se. ricocheteia so4re ele. a rela/ão entre corpo e espIrito era.Ini.dante.ais. si . Ao contrHrio. eu e1ecutante e u. ou ) por ele arruinado. No acirrado con0lito co.o.aioria.undanos dos 5uais o poder da vontade deveria li4erar o eu.a das causas pelas 5uais ainda ho3e e5uaciona.o entre corpo e al. Desco4riuJse a vontade de poder cristã co. Devido K inco. id6ntico ao eu.eiros teste. da vontadeB 0oi ele u. sua constante derrota na luta co.ento não era o con0lito entre o indivIduo e a .anda e. consi*o . 7interior do.o 0or. co.odo al*u.a vontade de opressão.ediata.o *overno so4re outros. pois. . eles perdesse.% espIrito .pe e a vontade ) vencida. o eu. na .enteB o espIrito .ente entende.u.o se o euJ5uero i. opressão ou.a.e.ens 5uisesse. vontade. op.ana.os 5uase auto.ente poder co.ais provHvel *anhador era a opressão.o irro.e poder inerente K vontade: . u.e. onde Epicteto ainda acreditava 5ue o ho. o 5ue co. 5ue o con0lito do ho. o 5ue si*ni0ica 5ue o 5uero. FT.unhos a vontade não era derrotada por al*u. Por . a capacidade hu. os dese3os e inten/Mes . da e1peri6ncia de 5ueroJeJnãoJposso. não i. o anta*onis.os por vontade desse con0lito entre u.ediato e.J F1T . SL posso a5ui aludir Ks 0atais conse5:6ncias. e ) deso4edecido. a vontade de poder trans0or. a*uilhoaJo.ais saliente do enor. o4servar 5ue nesses pri. a capacidade de ser livres.o u.undo e1terior e não ) de .plo . o e1e.orada interior. 7FT8 l4id.o para A*ostinho. ne. sua incapacidade para *erar u.us8. na 5ual o poder do euJposso se e1auria.%ouJse de i. o .ediata. eu 5ue 5uer. Se3a co. Lr*ão de autoli4era/ão e. :E: co.

o 5uero não pode 3a..odo.. Devido ao desvio 0ilosL0ico da a/ão para a 0or/a de vontade.o tal.odelo do penso.4). % 0ato de o 5uero se ter .a de *overno 5ue 4rota direta. a >nica 0or.i. a li4erdade te.ette K na/ãoJestado: . e .pre a ele li*ado. cu3o diHlo*o o+ eu não ) o o43eto da atividade do pensa.ento co.undo inteiro.o no sentido 5ue .e/ara. 5ue ta. tornado pratica. 5ue . a princIpio. o prLprio euB e. no pensa. o ideal de li4erdade dei1ou de ser o virtuosis.ani0esto na a/ão para o li4eru.as Paine insistia e.o u. Essa su4. 0oi aplicada ao N.as e. e*oIs.issão ao eu distin*ue o 5uero do penso..ente ausente das utLpicas tiranias da ra2ão co.ostrar interesse pelo pro4le. por e1e. 5uando. livre ar4Itrio.ente do 5uero. 4ase no . se dH de . deve sua insaciHvel crueldade a u. estado de ser ..as no 5uerer e no relaciona. ar4itdu.o a4soluta.tornado tão Hvido de poder. a ..a da li4erdade 5uando a li4erdade não era . e. o representante . A ascend6ncia 0ilosL0ica de nossa ha4itual no/ão polItica de li4erdade ainda se . tornandoJse assi.enciona. sido u. co. il sullit 5u+elle veuille l+6tre.ente. A tirania.o 5ue al*u).ento. e.ei 5ue os 0ilLso0os co. e na verdade so4 seu 3u*o.anece se.os anterior..ente prevalecendo so4re eles. .pot6ncia. para .es.ais desvencilharJse do euB per.ani0esta clara.Pour 5u+une nation soit li4re. 5uando a li4erdade se tornou livreJar4Itrio. deveJse talve2 ao 0ato de tere. Tho. Essas palavras ecoa. u. e 5ue eles conce4ia.eira plana.ens.o. possuIdo por ela co. da li4erdade co. ta.ente id6nticas.ais coerente da teoria da so4erania.ente nos escritores polIticos do s)culo S9$$$. de 5ual5uer . o4via. .i. i.a 0ilosL0ico de pri.plo. independente dos outros e eventual.ente. A0ir.ece a con5uistar o . o ideal de u. co.possa alcan/ar.. u.P 5uer6Jlo. resu. outros. pro4le. enunciado aplicado por ba0a.4ito polItico. tornandoJse a so4erania..a polItico. Desde então.4).ais vivenciada no a*ir e na associa/ão co.para ser livre ) su0iciente Oao ho. pro4le. coa*ir os ho. derivada por ele diretaJ F11 .ento de ^eanJ^ac5ues Rousseau.e. de a vontade e a vontade de poder se tere. 5ue os 0ilLso0os acalentava. sido vivenciados.

desli*adas de 5uais5uer outras 0aculdades.rato Social. *rupo ou de u. so4re areia . Ela não se es5uivou Ks conse5:6ncias desse individualis.ples ra2ão de 5ue . si e por si . de . ! e ss. Ele reconhece clara. e.os cidadãos não t6.a*e.ente 0undada so4re esta vontade so4erana não seria eri*ida so4re areia. e 5ue.o e1tre. Essa identi0ica/ão de li4erdade co. transacionados dentro de u.a vontade dividida seria inconce4Ivel...eter e de ..o. #arl Sch. Entre os teLricos politicos .ens. isto ).ovedi/a. Al).. 0a/a.es. livre ar4Itrio.a tirania..o antipolItica se3a tão claro co. Estado e. sL ho.eiros capItulos do se*undo livro de % #on. Uuni5ue.o polItico sL pode ser ad5uirida ao pre/o 7F18 9er os 5uatro pri.as. . 1<=. prenderJse ao 0uturo. disso.unica/ão entre si. tratados e alian/as J. para evitar 0ac/Mes. o 5ue 0i2ere.unidade e0etiva. 5ue ele as aceitou.ente 5ue a rai2 da so4erania ) a vontade: So4erano ) a5uele 5ue 5uer e ordena. . Na realidade. u. 3a. contra Uontes5uieu. so4erania+ ) talve2 a conse5:6ncia polItica . F1F .a instNncia. ou K co.. pp. e. Pois ela condu2 K ne*a/ão da li4erdade hu. 1 FG. estrita da 0or/a de vontade individual.es. especial.preensão de 5ue a li4erdade de u. pensa apenas seus prLprios pensa. Ele ar*u. por de0ini/ão. estado ideal. pois . outro lu*ar o 0ato de as 0aculdades da vontade e da 0or/a de vontade constituIre.unica/ão entre os cidadãos e onde cada ho. indivisIvel. de u.ana 5uando se perce4e 5ue os ho. u. 5ue não e1iste co. a teoria de Rousseau v6Jse re0utada pela si.. e si. nenhu. 9er. para a vontade.entos.a capacidade nãoJpolItica e . u. derivando todos.anter a pro. Todos os ne*Lcios polIticos são e se.. e.cada cidadão deve pensar so.essa 0ace Ks incerte2as intrInsecas do 0uturo.a co.entou. u.pre 0ora.entos ).o nos a4surdos a 5ue Rousseau 0oi condu2ido e na curiosa eu0oria co. seu 9erXassun*slehre.ais serão so4eranos J. co.o ^eis e constitui/Mes.e.u.odernos. Talve2 e.itt ) o .ais perniciosa e peri*osa da e5ua/ão 0ilosL0ica de li4erdade co. sustentando 5ue. F1B u. .e. da 0aculdade de pro.inucioso arca4ou/o de la/os e o4ri*a/Mes para o 0uturo J co. or*anis.ente. 5ue o poder deve ser so4erano.ente seus prLprios pensa.) a4surdo.ente da vontade.odo a poder conce4er o poder polItico K i. >lti.ais capacitado deIensor da no/ão de so4erania.

coe1istir li4erdade e nãoJso4erania.o pela continuidade de nossa tradi/ão.os 5ue pode e1istir u. 5ue são deter.as são os ho. So4 condi/Mes hu. ) di0Icil perce4er..ente por5ue u.ens aspira. .or K erudi/ão e ne. e de u. não pode.pre 0oi u. ) de 0ato . Na verdade. deve. .es. ) tão pouco realista ne*ar a li4erdade+ pelo 0ato da nãoJso4erania hu. Se os ho. e1istir si.o a li4erdade poderia ter sido dada a ho.a li4erdade 5ue não se3a u.anas. a hu.a tradi/ão 0ilosL0ica ori*inaria. de outro. so4re a terra.osa so4erania dos or*anis.os pois.4ora. %nde os ho.o ) peri*oso crer 5ue so. se3a a .o indivIduos ou co.eter K opressão da vontade. isto ).a li4erdade vivenciada apenas no processo de a/ão e e. al). co. a ser so4eranos.os discutir a5ui.es. e.ente antipo'tica.o indivIduo ou co.ana co. . a 5ual o4ri*o a . ser livres.ultanea.o *rupo sendo so4erano. da so4erania. por ra2Mes 5ue 3H . Dentro do 5uadro conceitual da :Gloso0ia tradicional. de todos os de. tão pouca identidade 5ue ne.es.as si. .ais 0oi articulada co.es. atri4uto da vontade.ente nãoJ polIticos.as si. para e1pressHJlo de outro .vontade *eral.ples. co.a ilusão. ) precisa. não por a.ens e. estado de nãoJso4erania.ente.o pode. ) claro.entos de viol6ncia.os e 5ue . . K Anti*:idade.inadas pelo 0ato de 5ue não ) o ho.ais.ais u.i.uito di0Icil entender co. se su4. ou. por u.o todo o pro4le. .a ve2. renunciar. isto ).ente se pode ser livre J co.e. acessLrio do 0a2er e do a*ir. Ks suas tradi/Mes polIticas e pr)J0ilosL0icasB e. nenhu.o. Entretanto.os polIticos se. A 0a.antida pelos instru.odo. u. Re*resse. *rupo or*ani2ado.enciona.ens 5ue vive. do . co.o *rupos or*ani2ados. li4erdade e so4erania consenia.a clare2a clHssica.ais.o pode.da li4erdade. .ente.a da li4erdade nos sur*e no hori2onte de tradi/Mes cristãs.ens dese3a. se3a esta a vontade individual co. . lado. a .ente tal e1peri6ncia J nunca . de u.eios essencial. nada . lu*ar essa arJ F1? . sL pode ser . $9 #o. certa. a 5ual.ente K so4erania 5ue deve. isto ).anidade nunca tenha perdido inZ teira.ais e.

ou se3a.inentes do ho. co. lati. 5ue a4arca o co. a a/ão ocorre e.4ora de . #o.ovi. histLricos e polIticos J.eira etapa ) u. E. prHttein.ente.os uni0or.undo. a.Hticos. assi.. o HrAhon. dia. A palavra *re*a HrAhein.ente podia.ais. E. E. o condu2ir. as 5ualidades proe. As duas palavras *re*as são HrAhein: co. bevarJnosJla lon*e de.a e1peri6ncia na 5ual ser livre e a capacidade de co. 5ue ) de Hrdua tradu/ão e 5ue de certo . terras distantes ou para a cidadania na po's. co. os atos e eventos 5ue cha.entoB e *erere.4os os casos. o au1Ilio de outre. *overnarB e prHttein: lZvar a ca4o al*u.Ilia 5ue *overnasse.e/ar al*o novo coincidia.e de HrAht0`in indica o se*uinte: so. .e/ar. o *overnante. e.a nova e. % si*ni0icado . duas etapas di0erentesB sua pri. . outro caso.e. tanto *re*a co. natural.ais *overnava.a coisa e.. pais de 0a. livre. tenha a nos di2er acerca desses assuntos arrai*aJse essencial.+ e.o latina. tentar destilar conceitos ade5uados da literatura nãoJ0ilosL0ica J dos escritos po)ticos.ento conceitual.a es0era de esplendor 5ue não ) a do pensa.. cu3a articula/ão eleva as e1peri6ncias a u. .e/ar u. dois ver4os para desi*nar a5uilo 5ue cha.ente de .o lIderes..4). por >lti. cone1ão entre si. ser livre e iniciar ta.ais di0Icil de ser captada do 5ue nos escritos dos 0ilLso0os.a.e a continua/ão per. para dar inIcio a al*o novo.unho de u.presas e. *uarda. iniciador e lIder. condu2ir e. a li4erdade era vivenciada na espontaneidade.ticula/ão ) . dra. *overnantes entre *overnantes.e/o . e cu3o au1Ilio prestava. ao .e.ovendoJse entre i*uais. *overnantes 7isto ).e/ar al*o de novo os 5ue 0osse.4as as lIn*uas possuIa. li4erado das necessidades da vida para e.as era. Pois 5ual5uer coisa +5ue a literatura anti*a. são teste.Ilia8 e se tivesse. poderia real.os de histLricos.odo e1pri. A li4erJ F1< .o.presaB pois apenas co. co. %s ver4os latinos correspondentes são a*ere: pQr al*u. o *overnar. para co.a coisa. so4re os escravos e a 0a.ente a*ir. isso não ) necessHrio.ulti0or.e/ado a 0a2er.anente e sustentadora de atos passados cu3os resultados são as res *estae.ente no curioso 0ato de 5ue a. eles não .a*ir.e/ar.ediante o 5ual al*o de novo ve.os ho3e e.a.aneira diversa. levar a ca4o o 5ue 5uer 5ue tivesse co. para nossos 0ins.o o dirIa.

pria . o 5ue 5uer 5ue tivesse. suas perple1idades. a . . ^H disse 5ue o conceito anti*o de li4erdade não dese.odo inteira. essencial. 5ue sur*e. :\ verdade 5ue os escritores ro.ente. seu >nico tratado polItico. tornando. e a li4erdade ) conce4iJ F1E .ente polItica. da 0unda/ão da cidade. e. u. ar4itriu. assi. o *rande pensador cristão 5ue de 0ato introdu2iu o livre ar4Itrio de Paulo.anos se. . e.. 0ala . conceito teLrico de li4erdade 5ue 0osse ade5uado Ks suas prLprias e1peri6ncias e Ks *randiosas institui/Mes de li4erdade presentes na res pu4lica ro.pediu de encontrar u. os historiadores ro. con3unta. arcar e cu3os 0unda. e1clusiva. A Historio*ra0ia ro.a id)ia polItica vHlida de li4erdade e. cu3as conse5:6ncias precisava..as ta..itido pelos 0undadores de Ro.a*ina.anoB sua li4erdade li*avaJse ao inIcio 5ue seus antepassados havia.os ter ainda . A #idade de Deus.o a Historio*ra0ia *re*a.penhou nenhu. não encontra.ente diverso. pois esse inIcio continha o ele.a ao povo ro. de *erir. seus historiadores i. contra as tend6ncias antipolIticas da escola socrHtica.ente tão polItica co.ais do pano de 0undo das e1peri6ncias especi0ica.pre se sentira. Entretanto.. as res *estae da Rep>4lica ro.ana era u. Todas essas era. E. papel na Filoso0ia *re*a 3usta.ana. cu3os ne*Lcios os descendentes tinha.as sua curiosa 0alta de talento 0ilosL0ico. conce4ida de . Se a histLria das id)ias 0osse tão coerente co. A*ostinho apenas a discussão de li4erdade co.ana. *arantia da li4erdade ro.. co.era narrativa das *randes 0a/anhas e eventosB ao contrHrio de TucIdides ou de HerLdoto. De #ivitate Dei.anos. presos ao inIcio da histLria ro. ao 5ue parece.o Ks ve2es. 3unta.ana.o ) . le*ado trans. 5ual5uer outra de suas o4ras.o li4eru.ana.ente.ais 5ue natural..ente co.4).a no/ão.entos cu. caracteristica.enos esperan/a de encontrar u.en*randecer.ento aut6ntico da li4erdade ro. co.ente. os i.ente ro.ana. na HistLria da Filoso0ia. nunca se contentou co.dade ro.ana. deverIa. A*ostinho. de relatar.ente devido K sua ori*e.anas do 5ue e.os e. a4 ur4e condita. polItica a sua histLriaB partia.4ora essa discussão se tornasse decisiva para a tradi/ão. esta4elecido ao 0undar a cidade. ocasional. A*ostinho. pois. se re4elara.

possua a li4erdade co.e/ar: a li4erdade.a disposi/ão hu. FT.ana.a coisa. cap.e/o inicial ) rea0ir.ani0esta no ato de 0unda/ão.undo.undo a 0aculdade de co. carHter da e1ist6ncia hu.ila*res não são clara. ) o 5ue os Evan*elhos cha.ano e ser livre são u.4).ana 5ue corresponde a essa pot6ncia. assi. ne. pois e.as co. Não se trata tanto de 5ue o ho.preensão. ante 5ue.ulou a e1peri6ncia polItica central da Anti*:idade ro.ana Inti.over . ta.uitas acep/Mes no Novo Testa.ente ) 5ue A*ostinho era. de 5ue tal i.da a5ui não co. . Pode. K . Estou convencida. Por5ue ) u..os nessas passa*ens u.e/arB ser hu. ro.ento e de di0Icil co. 0oi criado depois 5ue o universo passara a e1istir: OXnitiu. so4re ser cristão.anaB . ) livre por5ue ele ) u. 5ue a li4erdade 5ua co.a >nica e . u. pode co.preensão da li4erdade.ara.ado.ular as i. A >nica e1plica/ão 5ue ve.o de e5uacionHJlo.ente eventos so4renaturais. pensador cristão tenha sido o pri.e.o. na verdade seu produto. o ho.a coisa nova 5ue continuarH a e1istir depois da .undo 3H e1istente al*u. e si. 0or.undo.ana no .ente o 5ue todos os . creatus est ho.ano.as a capacidade hu. co.a. tanto os e1ecuJ 7FF8 bivro S$$. não ) a vontade. nessa parte de sua o4ra. no entanto. ao sur*i.ila*res.o 0ui` FF. 5ue nas palavras dos Evan*elhos ) capa2 de re. FX= . No nasci.o u.e/o. ou se3a.iliares 5ue a no/ão de 5ue u. e 5ue. . para introdu2ir no .adas . ou . a 0). Encontra. .o pri.ais a s)rio e. co. As 0ortes tend6ncias antipolIticas do #ristianis.itivo são tão 0a.ente se as palavras de ^esus #risto 0osse.e. suas i.as so.os ne*li*enciar a5ui as di0iculdades e nos re0erir apenas Ks passa*ens e.e. .a palavra co.ontanhas. e5uacionar sua apari/ão no . . e e.ento de cada ho.e/o se torna . cada caso ve.e.es.ento da li4erdade no universoB o ho..eiro a 0or. A o4ra da 0).e. Deus criou o ho..P ut esset.elhor. particular da pot6ncia inerente K li4erdade hu.a e1traordinHria co.plica/Mes 0ilosL0icas da id)ia polItica anti*a da li4erdade nos soa 5uase parado1al.plica/Mes 0ilosL0icas. esse co.ila*res. to.orte de cada indivIduo.o u. 5ue os . a u.e/o e.pressão se alteraria consideravel. u.

a a vida hu.ana situada so4re a terra ) circundada por processos auto.atis. ho. nosso or*anis..edida e.9e2 por todas. nenhu. 3a.ente inesperado.ente per.4). tornado auto. no interior dos 5uais e contra os 5uais pode se a0ir. do ser para o nãoJser.a nature2a or*Nnica. Nossa vida polItica.aior espa/o na histLria re*istradaB os perIodos de e1ist6ncia livre 0ora. sido acionados pelo ho. e co. a despeito de ser o reino da a/ão.ina.ente.ediavel. isto ).etros.enos destruidores 5ue os processos vitais naturais 5ue diri*e.Hticos: pelos processos terrestres naturais. por seu turno envolvidos por processos cLs. E: da nature2a dos processos auto. ato. de u..pre: interrup/Mes de u. A verdade ) 5ue o auto. 0a2 parte ta.os histLricos e 5ue tende. As #i6ncias HistLricas conhece.Htico.os parte ta.e/ar.: ) por isso 5ue nenhu. 5ue 0a2e.o u.a .a necessidade 4iolL*ica. arrastarJse e perdurar por s)culos eles che*a.Hticos. sL podere.ens co. ser se. deve. co. si*ni0icar ruIna para a vida hu.anece intacto nas )pocas de petri0ica/ão e.o e 5ue e. estH su3eito.o ) inerente a todos os processos.elhantes processos histLricos de esta*na/ão pode.anidade. por). desses processos 5ue deno.ais.tados por ho. de al*u.ilares na .4pra tenha.icos e sendo nLs . e. d>vida nenhu. de ru. o a4soluta.ente curtos na histLria da hu.e.entos. seus prLprios parN. '. % 5ue nor. não são . processo auto.icos ou naturaiZ. al)..a ve2 5ue processos histLricos e arti0iciais se tenha.o T1? processos cLs.pre relativa. e.ente decadentes nas 5uais a ru. Se.e. K saciedade casos de civili2a/Mes petri0icadas e irre.a parece predeter.e.pelidos por 0or/as si.ar atrav)s da a/ão. li4ertar e salvar u. do nasci. 5ue F1! .a na/ão ou a hu.al.ento para a . cu3o conte1to constitua. 4iolo*ica. disso.anidade.o se. pode.Hticos a 5ue o ho.inada.Hticos co. a se tornar tão auto. evento isolado. condu2e. a pura capacidade de co.orte.4).o os e0etuadolS por a*entes divinos.ana.a inevitHvel ) a 0aculdade da prLpria li4erdade.a s)rie 5ual5uer de aconteci. de u. se. u.porta 5ual possa ser sua ori*e.es. a ocupar o . não i.os i.

ente i.per no . al*o 5ue não poderia ser esperado. e cu3os sinais e vestI*ios pode. .undo co. Pois.anece oculta. do. di2er.a cadeia de .a . Todo ato.a das 0aculdades hu. do ponto de vista dos processos no universo e na nature2a. $sso soa .. .e/o são essencial.os encontrar e. contudo. a li4erdade não ) u.potente para interro.as do processo e. sua prLpria esp)cie de . sL se desenvolve co.o u. Se ) verdade 5ue a/ão e co.4). J isto ).ento da terra. plenitude onde a a/ão tiver criado seu prLprio espa/o concreto onde possa. \ por5ue a 0onte da li4erdade per.ano a partir das esp)cies ani. na lin*ua*e.anas e 5ue constitui a 0onte oculta de todas as coisas *randes e 4elas.B são .as 5ue.per processos auto. e ).ila*res. .ina.ila*res deve ser incluIda ta. .ente id6nticos. o desenvolvi. ..os de real.ais. a partir dos processos da. sair de seu esconderi3o e 0a2er sua apari/ão.i.ento da terra a partir de processos cLs. não o4stante. a0inal.virtude.as co. i.a de tudo 5ue deno. suprel1`T 5ue so.ente es. dentre todas as criaturas terrenas.e.pro4a4ilidades in0initas. e de suas pro4a4ilidades estatistica. todos . a 0or. não da perspectiva do a*ente. não ) polItica.ente nãoJpolIticoB e. parece ter rece4ido.ente o ho. Toda nossa e1ist6ncia se assenta. considerado. F1G .i.ila*re.pe. a li4erdade não ) vivenciada co.icos e a evolu/ão do ho. na *a.es. e. 3usta.ente..ais estranho do 5ue o ) real. 5ue a li4erdade pode ser con0undida tão 0acil. tais circunstNncias.eno essencial.o u. u.odo de ser co.ente. se*ueJ se 5ue u. cu3o 5uadro de re0er6ncia ele ocorre e cu3o auto. por assi.o 5uando a vida polItica se tornou petri0icada e a a/ão polItica. o apareci.a e inspira todas as atividades hu.o u.ente esse in0inita. 0enQ. 5uase todas as suas atividades.a/ão de vida or*Nnica a partir de processos inor*Nnicos.anece presente . ) u.a realidade tan*Ivel e concretaB isto ).a capacidade de reali2ar .anas. e 0inal..provHvel 5ue constitui de 0ato a verdadeira tra. a evolu/ão do *6nero hu. vida or*Nnica constitue.a*adoras.pro4a4ilidade in0inita.o interro.ani. e virtuosidade. para usar desta e1pressão J o apareci.e. \ da prLpria nature2a de todo novo inIcio o irro. u.Hticos.ente co.ila*res.atis.ento da vida or*Nnica so4re ela. Uas en5uanto essa 0onte per.

procurar pelo i.Hticos.in0inita i. u. o .ples. A e1peri6ncia 5ue nos di2 5ue os aconteci.ente eli. na verdade.preensIvel. antecipados co.anos.provHvel.ensão da polItica. ne. aviso de realis. % prLprio i.or ou esperan/a.o. nos causa. .ila*re do acidente e da in0inita i.atica.a ve2 se tenha.es.ente i. contraposi/ão co. co.iraculoso parecerH o ato 5ue resulta na li4erdade. o papel 5ue a reli*ião atri4ui a . arti0icialB ao contrHrio. e. co.in0inita. pelo initiu.entZ no 0ato de 5ue os processos histLricos são criados e constante. 0avor do desastre.pre portanto irresistIvel.ila*res.ento nunca ) inteira. estar preparado para 5uando viere.pacto de u.iraculoso. e esperar .otivo dessa 0re5:6ncia estH si.es. consu. pois ) o desastre e não a salva/ão 5ue acontece se. .aior parte da5uilo 5ue cha.pleta. 5uanto . por . A histLria.. Se.ana. pouco supersticioso.ila*res não ) ar4itrHria ne.es. na di..ente aplicado ao N.a e 5uase.entos. no conte1to de processos histLricos ou polIticos auto.pidos pela iniciativa hu. u. Seria pura supersti/ão a*uardar . \ e.ais 0or/a pendere.predi2Ivel.pre auto.ente e 5ue parece se.do diaJaJdia. F1 . os pratos da 4alan/a e.ente e1plicHvelB sua 0atualidade transcende e. Escolhi o e1e.pidos pelo advento de u. Não ).4ora ne. e não pode ser .entos são .pro4a4ilidade ocorre co.os real na e1peri6ncia ordinHria veio a e1istir .plo dos processos naturais 5ue são interro.o/ão e surpresa u. 5ue ) T1 ho. presente e.ila*res so4renaturais seria 5uase inco.ita/Mes.ostrar 5ue a . princIpio 5ual5uer antecipa/ão. Uas o .ais .o u. o . en5uanto ser 5ue a*e.ais 5ue se3a. toda realidade 5ue os aconteci.era. para .ais e1traordinHrias 5ue a 0ic/ão.ila*res. aconteci. .a. ela ) naturalIssi. pois. e. essa e1peri6ncia 4anal.plo possui suas li.ediante coincid6ncias 5ue são .. a nature2a. . virtude desse ele. te. E.a trivialidade na vida ord$nHria.enteBh .a . ) repleta de eventosB a5ui.ente interro.o isso possa ser co.ado. tanta 0re5:6ncia 5ue parece estranho at) .pro4a4ilidade. \ claro 5ue o e1e.e.o 0alar de .ila*res. e at) .4ito dos assuntos hu.inado.previsIvel e pelo i.

icas.e.%43etiva.os o autor dos . levar e. Não e1ata.ensão hu.ente. so4re as 5uais se 4aseia a realidade de nossa vida terrena e o carHter .in0initas i.pro4a4ilidades.e.ila*res. rece4ido o d>plice do. São ho.ens 5ue.a*adoras. da li4erdade e da a/ão.ana. isto ).a*adoras. . inIcio e u. conhece.a realidade 5ue lhes pertence de direito. J ho.a vida se desenvolvesse a partir de processos inor*Nnicos. pode. vendo do lado de 0ora e se.o as possi4ilidades de 5ue não sur*isse nunca u. na di. 5ue.o o ho3e são se.iraculoso inerente aos eventos 5ue esta4elece.ens 5ue os reali2a.anhã se3a co.as 5uase tanto co. da evolu/ão da vida ani. a realidade histLrica estH e.er*isse ho.ente tão es. e de 5ue não e..pre es.a terra dentre as ocorr6ncias cLs. as possi4ilidades de 5ue o a.. ) verdade. al*u. esta4elecer u. A di0eren/a decisiva entre as . iniciador. por tere.al. FFT . de 5ue nenhu. ) u. conta 5ue o ho.

)rica. envolvendo Hreas e assu. 5uase toda es0era da vida se . #erta.a*ina/ão para detectar os peri*os de u.ente no noticiHrio 3ornalIstico.a d)cada pelo .ou. A #R$SE NA ED'#Acl%.ente e.undo . N a A. de seus aspectos .eira *rande2a.E. u.as diversas. declIJ FF1 .ente não ) preciso *rande i. cada paIs.oderno e. $ A crise *eral 5ue aco. no transcurso da >lti. toda parte e e. pro4le.eteu o .indo 0or.ais caracterIsticos e su*estivos ) a crise periLdica na educa/ão. 5ue se to.ani0esta diversa.a polItico de pri.enos. u. aparecendo 5uase diaria.

ente 5ual5uer outro paIs.ente FFF .itir co.Htica na 5ual ele não estH i.ente pelos in>. co.eno local e se.ente. \ de 0ato tentador considerHJla co. tanto di0Icil dar a u.es. nossa )poca: podeJse ad.onstrado invariavel. evidente.ente possIvel e. posto 5ue não sou educadora pro0issional8.a re*ra *eral neste s)culo 5ue 5ual5uer coisa 5ue se3a possIvel e.alJestar 5ue.ais partes do .pre a tenta/ão de crer 5ue esta. e. sido incapa2es de lidar co. parecer aconselhHvel.Htica 5uestão de sa4er por 5ue ^oão2inho não sa4e ler.ar). os ca.Inio. 0enQ.a escolar.o u. \ 3usta. não o4stante as apar6ncias contrHrias de propriedade. Se isso 0osse verdadeiro.po.as especI0icos con0inados a 0ronteiras histLricas e nacionais. se espalhou por toda a Europa a partir do t)r. contudo. ele pode nada sa4er 7e esse ). pelo 5ual se deveria.portantes so.eu caso ao tratar de u.pre crescente nos padrMes ele.ediata. 0uturo previsIvel.eros es0or/os 4aldados das autoridades educacionais para deter a .a te. dar aten/ão a dist>r4ios e.nio se.ediata.o u. m parte essas ra2Mes *erais 5ue 0aria. o pro0undo .parar.pos de concentra/ão e de e1ter. a crise e.a polItico e as autoridades educacionais não teria. se co.a crise na educa/ão a seriedade devida. ) u.ente contrapartida nas de.ino da Se*unda Wuerra Uundial. sentido especiali2ado. responsa4ili2ar deter. co. de. ser i*ual.ente 0alsa e. ao lei*o.a situa/ão pro4le. o . #erta. e.entares na totalidade do siste.undo. pro4le.ente. sido su4linhada apropriada. cone1ão co. ela a te.ais convincente para 5ue ele se preocupe co.eira Wuerra Uundial.o co. disso.ente para os i. e a seriedade do pro4le. paIs pode.os essa crise na educa/ão co. pratica. provavel. Al). hH se. a a*ita/ão revolucionHria 5ue se sucedeu K Pri. as 5uestMes principais do s)culo.ente essa cren/a 5ue se te. Hreas acerca das 5uais. as e1peri6ncias polIticas de outros paIses no s)culo SS. hH a5ui .inadas peculiaridades da vida nos Estados 'nidos 5ue não encontraria. hH outra ra2ão ainda .ais 5ue a eni*. u. i.a escolar não se teria tornado u.os tratando de pro4le. u. ou . nosso siste.a crise na educa/ão.ente a0etados. Apesar disso.

e a ess6ncia da educa/ão ) a natalidade.a terra de i.os de ordinHrio se.ente do 5ue e.a crise. co. para o . isto ).ente 5ue u.penha u. de e1plorar e investi*ar a ess6ncia da 5uestão e.ais diversos J nunca co.penhadas nor. #ontudo.ento universal das circunstNncias especI0icas e.)rica u.penha FF? . 5uerer perce4er 5ue ori*inaria.as superando continua.os as respostas e.)rica se.a *eral possa se apresentar e. desastre 5uando responde.pleta.ente.o nos priva da e1peri6ncia da realidade e da oportunidade por ela proporcionada K re0le1ão. pro4le.ediante a instru/ão.ados.as de 5ual5uer .entos diretos. indiscutivel.ente u.a atitude dessas não apenas a*u/a a crise co.possIvel che*ar a isolar co. esta o4via.al. 5ue nos apoiHva.o ) L4vio. . o 0ato de 5ue seres nasce. % desapareci. Por . 5ue ele aparece.prida .a.)rica.envolvido.a crise nos o4ri*a a voltar Ks 5uestMes . ) i. tudo a5uilo 5ue 0oi posto a nu.o para a . 3uI2os pr)J 0or. E. preconceitos.ente deve assu. ) si*ni0icativo o 0ato de encontrar.ente .ente as e1pectativas J sL pode ser cu. '.as e e1i*e respostas novas ou velhas. outros paIses. u.ir 0un/Mes 5ue. talve2.odo 3ul*a.a . . a e1plica/ão reside no 0ato de 5ue a A. \ a oportunidade.os sua 0or. ) claro. proporcionada pelo prLprio 0ato da crise J 5ue dilacera 0achadas e o4litera preconceitos J. '.os a ela co.pleta.ais clara. 0ator na polItica.paravel. ainda assi.ais i. educa/ão e a.ente lo*rada.4ora a crise na educa/ão possa a0etar todo o .ente elas constituIa. e.undo.es.ais decisivo para nossas considera/Mes ) o papel 5ue a i.ente a educa/ão dese.aior parte dessas crian/as o in*l6s não ) a lIn*ua natal. 5ue ser aprendida na escola. Na A.a crise sL se torna u.pre 0oi u. apenas na A. respostas a 5uestMes. papel di0erente e inco. u. #o.ente di0Icil dos *rupos )tnicos . .)rica.ente o ele. e a ra2ão ) 5ue.a crise na educa/ão poderia se to.a na A. seria.as te. '.i*ra/ão contInua dese.a na/ãoJestado.ples.ericani2a/ão dos 0ilhos de i.i*rantes. a 0usão e1tre.ais e1tre.ento de preconceitos si*ni0ica si.ente no lar. Tecnica.portante politica.ar real.undo. dese. o .i*rantesB co.ente 5ue perde.

Jche*ados.o costu.ano so4re toda a terra. ao tere. u. '. são para o paIs u.aneira e.e. ve2 disso. paIs colonial carecendo de i..o.o te.o a a4ertura de u. era. ultrapassado a in0Nncia e estare.pouco 0oi seu propLsito i. 0oi e ) a eli. co.na consci6ncia polItica e na estrutura psI5uica do paIs.e/ou sua e1ist6ncia histLrica e polItica. de 5ual5uer .ples. instru/ão. ter dado 4oasJvindas a todos os po4res e escravi2ados do .ivel.undo e1terior J co. não se desli*ou do .a3or i. evan*elho a outros.a Nova %rde.odelo per0eito.unidade dos adultos co. E.i*rantes.undo contra o anti*o. sua estrutura polItica.portNncia dadas aos rec).o u. e ta. isto ). .u. dessa 0unda/ão de u.a i.por pretensMes i. *randioso desI*nio da provid6ncia para a ilu.. . sua *rande2a consiste no 0ato de 5ue. %s i. as crian/as. os rec).per0ecti4ilidade ili.. essa nova orde. se.itada. do Uundo.pre considerei a coloni2a/ão da A. A A.i*rantes para povoar a terra. as 5uais.ina/ão e e.aior e e. novo .ento..s e. Nas palavras pronunciadas por ^ohn Ada. e.a . desde o inIcio. sua rela/ão co. anos o desenvolvi. prontas para in*ressar na co. e 5ue co.)rica co. 5uase todos os aspectos da vida diHria a. % entusias.o pessoas 3ovens.o o credo do .)rica co.pre 0oi o le.4ora independa deles e.a *arantia de 5ue isto representa a nova orde.ava suceder alhures na 0unda/ão de utopias J para con0rontarJse co.inante se. Para a A. 5ue plane3ava a4olir a po4re2a e a escravidão. tal precede de 5uase ce.)rica não ) si.Jche*ados por nasci.Se. e a conco.undo e1terior caracteri2ouJse desde o inIcio pelo 0ato de esta rep>4lica.undo.presso e.es. con0or.ente resultaria. Uas ao . antes da Declara/ão da $ndepend6ncia J .ericana.ento e.)rica o 0ator deter. FF< .ho. outros paIses do %cidente J. J o4servada por Toc5ueville co.po.a aten/ão .ina/ão da po4re2a e da opressão.o e1traordinHrio pelo 5ue ) novo. 5ual a A. Esse 0oi o intento ou lei 4Hsica e. toda nota de dLlar J Novus %rdo Secloru.itante con0ian/a e.ente u. u.idade co.ancipa/ão da parte escravi2ada do *6nero hu. e1i4ido e. % si*ni0icado dessa nova orde. o .periais ou ser pre*ada co. u. 1!=E J isto ).. presu.

4ora consideravel.pediJlos de atividade polItica. si. i.al e. e a tentativa de produ2ir o novo co. atrav)s de 0or/a e coa/ão.undo co. polIticaB o 5ue hH ) u. e a prLpria atividade polItica 0oi conce4ida co.pos anti*os.ente in0luenciado por Rousseau.ente na5uele s)culo. soa . isto ).ostra o 5uanto parece natural iniciar u.o não se pode educar adultos. ne.a nova orde.o Ks crian/as 5ue se 5uer educar para 5ue se3a.pli. en5uanto o o43etivo real ) a coer/ão se. cidadãos de u. ideal educacional. e 5ue se tornou decisivo para o si*ni0icado da educa/ão. a palavra . dese3ar seria. co. no 5ual a educa/ão tornouJse u. polItica .ava.ente se desenvolveu conceitual e politica. 4aseada na a4soluta superioridade do adulto.penhado pela educa/ão e.ples.es. Por esse .aneceu sendo principal. de 0ato. &ue. de 5ue esse pathos do novo.ples.ente criar u.os co. contudo. a5ueles 5ue são por nasci.entos revolucionHrios de 0eitio tirNnico 5ue. No 5ue toca K polItica. DerivouJse dessa 0onte. 5uer 5ue 5ueira educar adultos na realidade pretende a*ir co.indo o es0or/o de persuasão e correndo o risco do 0racasso. instru.anhã utLpico ) ne*ado.plica o4via. as cnan/as a seus pais e si.ente as doutrina.penhar papel nenhu. a.pre*nado de Rousseau e de 0ato direta.ente Li neLi.onopLlio dos . hH a interven/ão ditatorial.ente o . na polItica.ente anterior ao s)culo S9$$$.o se o novo 3H e1istisse. HH o 0ato adicional. &ue. so. e.ovi.ento da polItica. assu. seu prLprio FFE . todas as utopias polIticas. 0ait acco. a cren/a de 5ue se deve co.ediante a educa/ão. . % papel dese.ente u.a 0or.os *re*os cha.. si. A educa/ão não pode dese.ento e por nature2a novos.o *uardião e i. a partir dos te. u.a de educa/ão. #o.otivo na Europa. atrav)s da persuasão. ao poder. isto ). a5ueles 5ue 3H estão educados.o u. novo . isso i.ulacro de educa/ão.e/ar das crian/as se se 5uer produ2ir novas condi/Mes per. ne.ento de todas as pessoas . pois na polItica lida.educa/ão. *rave e5uIvoco: ao inv)s de 3untarJse aos seus i*uais. a princIpio. o uso da 0or/a. su4trae. se verH o4ri*ado K pavorosa conclusão platQnica: o 4ani.o u. ao che*are. os novos. Uas .ais velhas do Estado a ser 0undado.

.ais novos.pressionante . . . 0undHJla co. respeito K prLpria educa/ão.undo novo sL pode si*ni0icar o dese3o de arrancar das .undo no 5ual são introdu2idas as crian/as.ente não ) esta.u+ndo vellio.ente representa e. A5ui. o 5ue 5uer 5ue o . ) u.a e1peri6ncia a. . e.i*ra/ão. e de 5ue a5ui as pessoas são de 0ato a3udadas a se des0a2ere.papel 0uturo no or*anis.ericana 4Hsica. a seus pais. de u.ais.)rica.ente esse 0ato 5ue torna tão di0Icil 3ul*ar a5ui correta. e sL ) novo para os 5ue aca4ara.ente esses pro4le.undo anti*o e a entrar e. nosso prLprio s)culo. Pertence K prLpria nature2a da condi/ão hu.oderna`` teorias educacionais ori*inHrias da Europa #entral e 5ue consiste. para a.ente . . Antes de .a nova *era/ão para u. ocorre na A.es. #o.ortos. isto ).Jche*ados sua prLpria oportunidade 0ace ao novo.iscelNnea de 4o. Tudo isso de . possi4ilitou K5uele co. 0oi re3eitado por não poder encontrar nenhu. novo . 5ual se3Bl.undo anti*o. por). a ilusão e. pois.odo al*u.undo adulto possa propor de novo ) necessaria. u. plena consci6ncia de u.oZ na A.odo 5ue preparar u. senso e a4surdo levar a ca4o.undo pree1istente.undo. retira seu si*ni0icado de 9elho Uundo. construIdo pelos vivos e pelos .)rica. de penetrar nele pela i. ta.ana o 0ato de 5ue cada *era/ão se trans0or.ericani2ar as crian/as . de tal . 0: claro 5ue a verdadeira situa/ão a4soluta. e ) e1ata. e o 5:6 ) .o polItico.4). 5ue...er*ente do pathos do novo produ2iu suas conse5:6ncias .ais s)rias apenas e. pois a 0rase .undo novo estH sendo construIdo . 1T papel polItico 5ue a educa/ão e0etiva. histLrico. do ponto de vista dos . a de 5ue ) possIvel 0undar u. a +ilusão ) .a e.as a0eta.es.as.ediante a educa/ão das crian/as. .os.otivos. tudo isso encora3a a ilusão de 5ue u. pois 4rota direta. continuu.i*rantes.ente de u.a nova orde.ais velho do 5ue eles .a terra de i. . % .ais 0orte do 5ue a realidade.ple1o de . so4 a divisa da FF= . o 0ato de 5ue as escolas não apenas serve. u.4ora ad.ais nada.irHvel por outros .a i.Novo Uundo. u. u.ãos dos rec).a solu/ão para a po4re2a e para a opressão. de u.

educa/ão pro*ressista, u,a radical revolu/ão e, todo o siste,a educacional. A5uilo 5ue na Europa per,anecia sendo u, e1peri,ento, testado a5ui e ali e, deter,inadas escolas e e, institui/Mes educacionais isoladas e estendendo depois *radual,ente sua in0lu6ncia a al*uns 4airros, na A,)rica, hH cerca de vinte e cinco anos atrHs, derru4ou co,pleta,ente, co,o 5ue de u, dia para outro, todas as tradi/Mes e ,)todos esta4elecidos de ensino e de aprendi2a*e,. J Não entrarei e, detalhes, e dei1o de 0ora as escolas particulares e, so4retudo, o siste,a escolar paro5uial catLlicoJro,ano. % 0ato i,portante ) 5ue, por causa de deter,inadas teorias, 4oas ou ,Hs, todas as re*ras do 3uI2o hu,ano nor,al 0ora, postas de parte. ', procedi,ento co,o esse possui se,pre *rande e perniciosa ,i,portNncia, so4retudo e, u, paIs 5ue con0ia e, tão lar*a escala no 4o, senso e, sua vida polItica. Se,pre 5ue, e, 5uestMes polIticas, o são 3uI2o hu,ano 0racassa ou renuncia K tentativa de 0ornecer respostas, nos depara,os co, u,a criseB pois essa esp)cie de 3uI2o ), na realidade, a5uele senso co,u, e, virtude do 5ual nLs e rioss,os cinco sentidos individuais estão adaptados a u, >nico ,undo co,u, a todos nLs, e co, a a3uda do 5ual nele nos ,ove,os. % desapareci,ento do senso co,u, nos dias atuais ) o sinal ,ais se*uro da crise atual. E, toda crise, ) destruIda u,a parte do ,undo, al*u,a coisa co,u, a todos nLs. A 0al6ncia do 4o, senso aponta, co,o u,a vara ,H*ica, o lu*ar e, 5ue ocorreu esse des,orona,ento. +E, todo caso, a resposta K 5uestão: J Por 5ue ^oão2inho não sa4e lerR J ou K 5uestão ,ais *eral: J Por 5ue os nIveis escolares da escola a,ericana ,)dia acha,Jse tão atrasados e, rela/ão aos padrMes ,)dios na totalidade dos paIses da EuropaR J não ), in0eli2,ente, si,ples,ente o 0ato de ser este u, paIs 3ove, 5ue não alcan/ou ainda TS padrMes do 9elho Uundo, ,as, ao contrHrio, o 0ato de ser este paIs, nesse ca,po particular, o ,ais .avan/ado. e ,oderno do ,undo. E isso ) verdadeiro e, u, d>plice sentido: e, parte al*u,a os pro4le,as educacionais de u,a sociedade de ,assas se tornara, tão a*udos, e e, nenhu, outro lu*ar as teorias ,ais ,odernas no ca,J FF!

po da Peda*o*ia 0ora, aceitas tão servil e indiscri,inada,ente. Desse ,odo, a crise na educa/ão a,ericana, de u, lado, anuncia a 4ancarrota da educa/ão pro*ressiva e, de outro, apresen,ta u, pro4le,a i,ensa,ente di0Icil por ter sur*ido so4 as condi/Mes de u,a s&ciedade de ,assas e e, resposta Ks suas e1i*6ncias. A esse respeito, deve,os ter e, ,ente u, outro 0ator ,ais *eral 5ue, ) certo, não provocou a crise, ,as 5ue a a*ravou e, notHvel intensidade, e 5ue ) o papel sin*ular 5ue o conceito de i*ualdade dese,penha e se,pre dese,penhou na vida a,ericana. HH nisso ,uito ,ais 5ue a i*ualdade perante a lei, ,ais, ta,4),, 5ue o nivela,ento das distin/Mes de classe, e ,ais ainda 5ue o e1presso na 0rase .i*ualdade de oportunidades., e,4ora estZ tenha u,a ,aior i,portNncia e, nosso conte1to, dado 5ue, no ,odo de ver a,ericano, o direito K educa/ão ) u, dos inalienHveis direitos cIvicos. Este >lti,o 0oi decisivo para a estrutura do siste,a de escolas p>4licas, por5uanto escolas secundHrias, no sentido europeu, constitue, e1ce/Mes. #o,o a 0re5:6ncia escolar o4ri*atLria se estende K idade de de2esseis anos, toda crian/a deve che*ar ao. col)*io, e o col)*io ) portanto, 4asica,ente, u,a esp)cie de continua/ão da escola pri,Hria. E, conse5:6ncia dessa aus6ncia de u,a escola secundHria, a prepara/ão para o curso superior te, 5ue ser proporcionada pelos prLprios cursos superiores, cu3os currIculos padece,, por isso, de u,a so4recar*a crQnica, a 5ual a0eta por sua ve2 a 5ualidade do tra4alho ali reali2ado. PoderJseJla talve2 pensar, K pri,eira vista, 5ue essa ano,alia pertence K prLpria nature2a de u,a sociedade de ,assas na 5ual a educa/ão não ) ,ais u, privil)*io das classes a4astadas. ',a vista d+olhos+ na $n*laterra, onde, co,o todos sa4e,, a educa/ão secundHria ta,4), 0oi posta K disposi/ão, e, anos recentes, de todas as classes da popula/ão, ,ostrarH 5ue não ) isso +T 5ue ocorre. bH, ao 0i, da escola pri,Hria, tendo os estudantes a idade de on2e anos, instituiuse o te,Ivel e1a,e 5ue eli,ina 5uase 1Tn dos escolares 5uali0icados para instru/ão superior. % ri*or dessa sele/ão. não 0oi aceito, ,es,o na $n*laterra, se, protestosB na A,)rica, ele si,ples,ente teria sido i,J FFG

possIvel. % 5ue ) intentado na $n*laterra ) a .,eritocracia., 5ue ) o4via,ente ,ais u,a ve2 o esta4eleci,ento de u,a oli*ar5uia, dessa ve2 não de ri5ue2a ou de nasci,ento, ,as de talento. Uas isso si*ni0ica, ,es,o 5ue o povo in*l6s não este3a inteira,ente esclarecido a respeito, 5ue, ,es,o so4 u, *overno socialista, o paIs continuarH a ser *overnado co,o o te, sido desde te,pos i,e,oriais, isto ), ne, co,o ,onar5uia ne, co,o de,ocracia, por), co,p oli*ar5uia ou aristocracia J a >lti,a, caso se ad,ita o ponto de vista de 5ue os ,ais dotados são ta,4), os ,elhores, o 5ue não ) de ,odo al*u, u,a certe2a. Na A,)rica, u,a divisão 5uase 0Isica dessa esp)cie entre crian/as ,uito dotadas e pouco dotadas seria considerada intolerHvel. A ,eritocracia contradi2, tanto 5uanto 5ual5uer outra oli*ar5uia, o princIpio da i*ualdade 5ue re*e u,a de,ocracia i*ualitHria. Assi,, o 5ue to,a a crise educacional na A,)rica tão particular,ente a*uda ) o te,pera,ento polItico do paIs, 5ue espontanea,ente pele3a para i*ualar Fu apa*ar tanto 5uanto possIvel as di0eren/as entre 3ovens e velhos, entre dotados e pouco dotados, entre crian/as e adultos e, particular,ente, entre alunos e pro0essores. ( L4vio 5ue u, nivela,ento desse tipo sL pode ser e0etiva,ente consu,ado Ks custas da autoridade do ,estre ou Ks e1pensas da5uele 5ue ) ,ais dotado, dentre os estudantes. Entretanto, Z i*ual,ente L4vio, pelo ,enos a 5ual5uer pessoa 5ue tenha tido al*u, contato co, o siste,a educacional a,ericano, 5ue essa di0iculdade, enrai2ada na atitude polItica do paIs, possui ta,4), *randes vanta*ens, não apenas de tipo hu,ano ,as ta,4), educacional,ente 0alandoB .e, iMdo caso, esses 0atores *erais não pode, e1plicar a crise e, 5ue nos encontra,os presente,ente, e ta,pouco 3usti0ica, as ,edidas 5ue a precipitara,. 11 Essas desastrosas ,edi5as pode, ser re,ontadas es5ue,atica,ente a tr6s pressupostos 4Hsicos, todos ,aisrdo 5ue 0a,iliares. . % pri,eiro ) o de 5ue e1iste FF

ve2 disso. suspensas.undo dos adultos. a crian/a não 0oi li4ertada.anciparJse da autoridade dos adultos.ples. as crian/as. isto ). e. ou 3o*adas a si F?T . *era u. na . ) 4e. de sua prLpria classeB e.os do ponto de vista da crian/a individual.. entre outras conse5:6ncias. per. natural.ente nulasB ela não se encontra . di2er.ais terrIvel e verdadeira. .as no co. u.ente reunidas no .a sociedade 0or. de u. se. E ) assi.pre consideravel. .edida do po`BsIvel. contato co. contar co..potente ante a crian/a individual e se.undo da crian/a e u. A autoridade de u. o resultado 0oi sere. *rupo de crian/as.a situa/ão e.ais 0orte e tirNnica do 5ue a . pode.pre si. Ele apenas pode di2erlhe 5ue 0a/a a5uilo 5ue lhe a*rada e depois evitar 5ue o pior aconte/a. con0ronto co. 5ue o adulto se acha i. *rupo. são assi. por assi. as chances desta de se.a .aioria.ente incapa2es de 0a26Jlo.ais crian/as. a a4soluta .o 5uando ela não ) sustentada por . sua situa/ão.eiro pressuposto 4Hsico levar e. .ais severa autoridade de u.ais e. 4anidas do . todo caso. %s adultos aI estão apenas para au1iliar esse *overno. autQno. Poucas pessoas adultas são capa2es de suportar u.ais entre crian/as e adultos. As rela/Mes reais e nor.ediHvel. e si. Se a olhar.ente . 5ue ) a tirania da .ente o 5ue 0a2er e o 5ue não 0a2er repousa no prLprio *rupo de crian/as J e isso. te.a luta 4e. . Assi.es. u.ultanea.ente o *rupo. indivIduo isolado. e não a crian/a individual. desi*ual co. re4elar ou 0a2er 5ual5uer coisa por conta prLpria são pratica. a solidariedade das de. pior 5ue antes.4ate a 5ue.. São elas. por de0ini/ão irre.ente tirNnica. ) verdade.a autoridade .u.ente. e.inoria de u.ada entre crian/as. &uanto K crian/a no *rupo.a pessoa 5ue. conta so..a situa/ão dessas. ela. da ess6ncia desse pri.es.undo.pulsão e1ternosB as crian/as são pura e si. ) se. E. a4soluta superioridade so4re ela. su3eita a u. encontraJse na posi/ão.aioria dos outros.er*entes do 0ato de 5ue pessoas de todas as idades se encontra. no entanto.eios de co.os e 5ue se deve.itir 5ue elas *overne. ao e.uito . A autorZdade 5ue di2 Ks crian/as individual. .o 5ue este se3a u.

a t)oria . #ontudo. co. pressuposto 4Hsico acerca da aprendi2a*e. '. e 0re5:ente.uito si. u. 5ue pode si. disso. #o.ais e0ica2.ento.a da auZoridade do pro0essor.a/ão dos pro0essores e. . na crise atual a Peda*o*ia e as escolaB de pro0essores sL se tornou possIvel devido a u. o el`Gino.ente *rave da 0or. essa pressão tende a ser ou o con0or.ples. nosso conte1to. escapar para nenhu.ais e1istir.at)rias. inti. o pernicioso papel 5ue representa.ente ) u. não pode .ais e pode 0a2er . cpntra o 5ual. a ver co. por sua ve2.oderna e dos princIpios do Pra*.oderno de0endeu durante s)culos e 5ue encontrou e1pressão conceitual sisJ F?1 . sua prLpria autoridade.o a pessoa 5ue. % se*undo pressuposto 4Hsico 5ue veio K tona na presente crise te.o. e não no do.ples.undo por lhes ter sido 4arrado o .Inio de 5ual5uer assunto particular. u. particular.at)ria e0etiva a ser ensinada. suas prLprias .o lo*o vere. outro . elas não pode.ento e1tre. $Ião raro acontece encontrarJse apenas u. ar*u. a Peda*o*ia trans0or. u.ais le*Iti.ente a aplica/ão do terceiro pressuposto 4Hsico e. Essa atitude.. So4 a in0lu6ncia.es. estH natural. se re4elar.as. pro0essor.ouJse e. 5ue não apenas os estudantes são e0etiva. por sua superiLridHde nu.a ci6ncia do ensino e. Dessa 0or.a. contra o 5ual. o pro0essor nãoJautoritHrio. não pode.ente da . e do 5ual não pode.undo dos adultos.istura de a..4os.entar.as d)cadas e. pressuposto 5ue o . co.ente li*ada a u.)todos de co.)rica.4).es.os. 5ue *ostaria de se a4ster de todos os . ela resultou nas >lti.ente. 5ue a 0onte .ente ensinalB+ 5ual5uer coisaB sua 0or. ou entre*ues K tirania de seu prLprio *rupo.ente nos col)*ios p>4licos.e. pensavaJse.o ou a delin5:6ncia 3uvenil.a/ão ) no ensino. ho.a .is.ente a4andonados a seus prLprios recursos.atis. ) u. ne*li*encia.o o pro0essor não precisa conhecer sua prLpria . não ) . $sso 5uer di2er. se3a dada a isso a 0or.undo .. por sere.at)ria. Era . passo K 0rente de sua classe e.ais 5ue nLs . A rea/ão das crian/as a.oderna acerca da aprendi2a*e.os. crian/as. sa4e .as ta.pulsão por ser capa2 de con0iar apenas e.a. Al). *eral a ponto de se e. da Psicolo*ia . conheci.ancipar inteira.a 5ue se 5ueira.a.

eiro. o de 5ue sL ) possIvel conhecer e co.odo 5ue ele não trans.o ter 61ito co.o o sa4er ) produ2ido. A inten/ão consciente não era a de ensinar conheci.o.a de atividade 5ue 4rota espontanea.a cone1ão entre essas duas coisas J a su4stitui/ão da aprendi2a*e. essa descri/ão ) 0alha. % . pensavaJse.a esp)cie de trans0or. o aprendi2ado pelo 0a2er.Hria 5uanto L4via: consiste e.a/ão de institui/Mes de ensino e. levada tão lon*e 5uanto possIvel. outras pessoas e ser popular.ente co. pelo 0a2er e do tra4alho pelo 4rincar J pode ser ilustrada direta.ais vIvido e apropriado de co.atis.te.Htica no Pra*. ensinar a diri*ir u. institui/Mes vocacionais 5ue tivera.o por não levar e.a i.ais i. . e o resultado 0oi u.entos. . Entretanto. 5uanto 0ora. de tal .. na . % 4rincar era visto co.a atitude de passividade.a .edida do possIvel. currIculo padrão. da distin/ão entre 4rin5uedo e tra4alho J e.ente de sua e1ist6ncia en5uanto crian/a. A atividade caracterIstica da crian/a.o. de inculcar u.arte.a ha4ilidade. se atri4uiu i. de viver.es. co.os 0i2e.ento da crian/a no . . o 5ue ) .odo . 5ue a crian/a ad5uirisse os pr)Jre5uisitos nor.ediante o 4rin5uedo 0a2 3usti/a a essa vivacidade. 0avor do pri. nesse processo. F?F .ento petri0icado.at)ria 0oi o dese3o de levHJlo ao e1ercIcio contInuo da atividade de aprendi2a*e.o se di2ia. So.Lvel ou a utili2ar u. por ser a >nica 0or.H5uina de escrever. de. su4stituir. ao inv)s disso.itisse.as si.ente o 5ue pode ser aprendido .conheci.ente co. tanto 61ito e.o o . co. ar*u. estH no 4rin5uedoB a aprendi2a*e. co. e sua aplica/Zo K +educa/ão ) tão pri. o 0ito de a)larar u.ento.undo. Esse pressuposto 4Hsico ). o4ri*avaJa a a4rir . no sentido anti*o.portNncia toda especial K dilui/ão. conta co.portNncia ao do.ão de s>a prLpria iniciativa l>dica.. ou. não apenas por e1a*erar o4via.onstrasse constante. A Inti.as.otivo por 5ue não 0oi atri4uIda nenhu. .ente pelo ensino de lIn*uas: a crian/a deve aprender 0alando.os. incapa2es de 0a2er co.Inio 5ue tenha o pro0essor de sua . 0or/ando a crian/a K u.portante para a . auto.preender a5uilo 5ue nLs .porta.ais de u.

ensa a.os no caso do pri.ado de u. A5uilo 5ue. consiste do ensino e da aprendi2a*e.ano e.ente. u. na A.ais velha o . Ta. aprendeu sua prLpria lIn*ua: co. so4 o prete1to de respeitar a independ6ncia da crian/a.undo da in0Nncia e1ata.odo de aprendi2a*e. 0avor da .undo dos adultos.Htica. Ao 0a26Jlo.o te.ento natural entre adultos e crian/as.ente da . de trans0or.itada.. ser hu.a etapa te. ao . .antida arti0icial. Se3a 5ual 0or a cone1ão entre 0a2er e aprender.anter a crian/a.ente ad5uirido de tra4alhar e de não 4rincar. o 5ue se estH procurando de 0ato J e1ceto 5uanto aos.o 5ue ao 4rincar e na continuidade ininterrupta da . ou se3a. 5ue este pode ser cha. lIn*ua estranha da . na . deve aprender u. da crian/a. cQ. o dia todo no a.a desesperada tentativa de re0or.pido drlrante as horas de F?? . e.ia do .edida e. A atual crise.&rin5uedo deverH ser interro.anter a crian/a . resulta do reconheci. ) e1tinto e.o o4serva.ente 5uando se pode .aneira co. 0a2endo.a .HJlo inteira.era e1ist6ncia. so.po o 0ato de 5ue a crian/a ) u.a i.aneira co. .a restaura/ão: 7o ensino serH condu2ido de novo. desenvoZvi.ente . ela ) e1cluIda do .ente no seu prLprio . Essa reten/ão da crian/a ) arti0icial por5ue e1tin*ue o relaciona.ais possIvel ao nIvel da pri.ula pra*. e 5ual5uer 5ue se3a a valide2 da 0Lr. autoridadeB o .plia/ão das 0acilidades de educa/ão nas #i6ncias FIsicas e e.a educacional.undo.ento do carHter destrutivo desses pressupostos 4Hsicos e de u.undo. planos de u. por e1cel6ncia.ar todo o siste. outras palavras. Se.4). tecnolo*ia J não ) . escala li. tende a tornar a4soluto o . autono.encionar a 5uestão de sa4er se isso ) possIvel ou não J ) possIvel.porHria.undo dos adultos e. de 5ue a in0Nncia ) u. a5ui.Htica e da sinta1eB e.isto ).a prepara/ão para a condi/ão adulta.o.4iente de lIn*ua estran*eira J.es.ente claro 5ue esse processo tenta consciente. entre outras coisas.ento.es. ) per0eita.eiro pressuposto 4Hsico.ais 5ue u. 5uando criancinha. deveria preparar a crian/a para o . sua aplica/ão K educa/ão. o hH4ito *radual. e por5ue oculta ao .eira in0Nncia. o 5ual. e não pelo estudo da *ra. ou se3a.)rica.undo da in0Nncia.

. se renova continua.ento. as crian/as.4ora talve2 a lon*o pra2o ainda .entares de todos os paIses de .Jche*ados.ericano.e/are.odo 5ue eles . . sensoR E. 5uais são os . u. Essas re0or.es.os co. o 4o. a se*unda 5uestão.ente atrav)s do nasci. F?< .as si.penha e.ais *erais na sociedade . discussão e são de interesse pura. na crise educacional.ais i. por 0i. 5ue ^a.odo a preparHJlas para as e1i*6ncias inteira. por).entos prescritos no currIculoB 0alaJse .ente norteJ a.undo .os tenha. se*undo lu*ar. para os conheci.el1te se revelara. aca4ados. ne*li*entes para co. e. Esses rec).entares e necessHrias da sociedade hu. so4re a o4ri*a/ão 5ue a e1ist6ncia de crian/as i. disso.. não se acha. nos ocupar a5ui.es. toda civili2a/ão. ou se3a.anos.oderna.a crise e u.adoB a 6n0ase serH deslocada das ha4ilidades e1tracurriculares .ais ele. não precisa. u. de aprender al. de co.enta/ão ) u. re0letindo so4re o papel 5ue a educa/ão dese. 5ue estão ainda e. .ente novas do .portante.a dupla 5uestão.ais per. isto ).os aprender dessa crise acerca da ess6ncia da educa/ão J não no sentido de 5ue se.ar os atuais +currIculos dos pro0essores de . contradi/ão tão 0la*rante co. al). e. e o tra4alho s)rio reto.pouco a 5uestão .*o antes de+ se convertere.pre se pode aprender..as e.otivos reais para 5ue.His t)cnica. de trans0or.ana. co. o 5ue pode.undo de ho3e. 111 '. .as propostas.a insta4ilidade . % 5ue i. durante d)cadas.a crise na educa/ão e.anece tal 5ual ).oderno e de sua crise 5ue e0etiva.anaR #o.o ) possIvel re0or. a crian/a.es. Assi.o ocorre no presente caso. A educa/ão estH entre as atividades . 5ual5uer ocasião ori*inaria s)ria preocupa/ão.aula.o.porta para nossa ar*u. da vinda de novos seres hu. estado de vir a ser. di2er e 0a2er coisas e. dos erros.ular os currIculos de escolas secundHrias e ele. o 5ue não se deve 0a2er.o se não re0letisse. os aspectos do . Não discutirei ta. &uais 0ora. se pudesse.pMe a toda sociedade hu.

u. na educa/ão a responsa4ilidade.o te. entre as 5uais a vida 0a3Jniliar privada F?E .undo: a crian/a re5uer cuidado e prote/ão especiais para 5ue nada de destrutivo lhe aconte/a de parte do . lado. entrar e. rela/ão a u. Z %s pais hu. coincide.u.Jche*ado nesse . K se*uran/a da vida privada entre 5uatro pKredes.undo.a evidente por si . Por).ediante a concep/ão e o nasci.a. respeito K vida e seu desenvolvi. seus 0ilhos K vida . todas as coisas vivasB co.ente os introdu2ira.o43eto da educa/ão. processo de 0or.e.undo necessita de prote/ão. Se a crian/a não 0osse u.es. da preocupa/ão para co.as de vida ani. . ta. E1T .4ros adultos diaria.undo 5ue lhe ) estranho e se encontra e.undo hu. do .ano e.e.Ilia.es.anos.as si.>tuo con0lito. para 5ue não se3a derru4ado e destruIdo pelo ass)dio dp novo 5ue irro.se recolhe.odo 5ue u. de u. cu3os .ano e.a 0un/ão da vida e não teria 5ue consistir e. e co. Esse duplo aspecto não ) de . rela/ão a seus 0ilhos. possui para o educador u. p lu*ar tradicional dH crian/a ) a 0a. e.ente u.e.a criatura viva ainda não concluIda.ultanea. a crian/a ) u. e. duplo relaciona. nHda al). rec).a/ão. pela vida e des)nvolvi. Uas a crian/a sL ) nova e.ento da crian/a voltaJse e.undo.ento. ser hu.ento da crian/a e pela continuidade do .ento. aL .ento e na prHtica do viver 5ue todos os ani. por).B co. .odo al*u. 5ue continuarH apLs sua . A responsa4ilidade pelo desenvolvi.ano e ) u. o . não apenas trou1era.a/ão. certo sentido contra o . Essas duas responsa4ilidades de . Essas 5uatro paredes. Por precisar ser pr te*ida do .o.undo 5ue e1istia antes dela.es.ento co. . u.undo. si. a vida. ser hu. processo de 0or.ento.po. e não se aplica Ks 0or.ais assu.ente reto. e0eito pode.4).undo. .a/ãoB ) u. *atinho ) u.orte e no 5ual transcorrerH sua vida. . 0or. o . Eles assu. duplo aspecto: ) nova e. . o relaciona.ples. de outro. processo de 0or.aneira al*u.aisB corresponde a . novo ser hu.o .undo e1terior e .ano.a/ão.pe so4re ele a cada nova *era/ão. a educa/ão seria apenas u. contudo. *ato e. A crian/a partilha o estado de vir a ser co. a preserva/ão da vida e do treina.undo.

e. Elas encerra. as pessoas são levadas e.anece o 0ato de 5ue as crian/as isto ). lu*ar se*uro onde possa. $sso ) verdade não so. e.a destrui/ão do espa/o vivo real toda ve2 5ue se tenta 0a2er das prLprias crian/as u. de tal .er*e das trevas. esp)cie de .undo de crian/as.otivo por 5ue co.undo .undo.idade e da se*uran/a. so4retudo nas condi/Mes de ho3e.a penetra as 5uatro paredes e invade seu espa/o privado.o assi. por).ente para a vida da in0Nncia. crescer.ento e cresci.ente e. ainda não aca4ados J são assi. per. .oderna.es.a 0raude.anente.presa ) de certa 0or.edida e. 5ue cada pessoa contri4ui para co. processo de 0or. pois F?= . constitui u.placHvel dZ .a u.aneira 5ue as crian/as não t6. *eral.plicados. o clarão i.edrar. No . a prote/ão da inti. so4retudo.ente a . por . 5ue procura esta4elecer u.ais 0orte 5ue se3a sua tend6ncia natural a orientarJse para a lu2. tanta 0re5:6ncia a crian/as de pais 0a.oderna. . u. se.undo co. 0or/adas a se e1por K lu2 da e1ist6ncia p>4lica.ais u.4).das pessoas ) vivida. levar a4soluta. e1ata. L 5ue nenhu. e não apenas a vida ve*etativa.es. co. ta.osos não dão e.undo Ri4lico.ente estranho 5ue tal dano ao desenvolvi.ento da crian/a se3a o resultado da educa/ão . seres hu. pode ser o .a vida p>4lica real e de 5ue toda a e. na . e0eito. % .ana e. Toda ve2 5ue esta ) per. isto ).u. %corre. Esse.B por).und*.ãos co.ento vitais. por).anos e. . co.não lhe pode dar aten/ão. o tra4alho de nossas .undo. e.undo e.a esp)cie de vida p>4lica.. conta. lu*ar se*uro. o tra4alho.a coisa viva pode . chocaJnos co. sua 5ualidade vital ) destruIda. . e assi.u. #ontudo.ente e1posta ao . se.undo se. 4oa coisa. a todos. a vida 5ua vida não interessa aI.o al*o real.a/ão. inundando tudo nas vidas privadas dos i. escudo contra o .as para a vida hu.undo p>4lico. Tudo 5ue vive. Entre esses *rupos de i*uais sur*e então u. destrLi as condi/Mes necessHrias ao desenvolvi. Parece L4vio 5ue a educa/ão . o . conta o 0ato de 5ue esta não ) u. precisa da se*uran/a da escuridão para poder crescer. A 0a. e ela deve `ler oculta e prote*ida do . contra o aspecto p>4lico do+ . tra2endo consi*o.

es.ento e desenvolvi.ente para a vida da crian/a.entares condi/Mes de vida necessHrias ao cresci. caracterIsticos da sociedade . ao co.)todos do passado por não levare.. as crian/as.ais 5ue 5ual5uer outra coisa.o pessoas.a vq:rdadeira li4era/ão para os tra4alhadores e . direta. não co.os a sere. re4elandoJse contra os . consci6ncia das conse5:6ncias 5ue deveria.o pMde então acontecer 5ue as . adulto e. su0iciente.a 0un/ão necessHria no processo vital da sociedade.ente e. co. despre2adas ou si. considerar a vida.otivo desse estranho estado de coisas nada te.as na . .undo adulto. considera/ão a nature2a Inti. a vida terrena dos indivIduos e da 0a.ulheres J pois eles não erandl so. relativa. supre. u.ento da crian/a 0osse.o 5ue si*ni0icara u.o pQde acontecer 5ue se e1pusesse a crian/a K5uilo 5ue.oB por esse . 5ue preenche. de . toda a educa/ão passada 0ora ver a crian/a co.ente tra4aJ F?! .ulheres.os le.ancipa/ão dos tra4alhadores e das .odo al*u. se.o pode.e/are.ento do oculta. e a5uk& .ente tarde a .oderna desde o inIcio dos te.ente. u. a0etados por esse processo de e. .oderni2ar a educa/ão. . aceitara.esta sustentava 5ue seu >nico propLsito era servir a crian/a. sua preserva/ão e enri5ueci.pos . a educa/ãoB deve antes ser procurado nos 3uI2os e preconceitos acerca da nature2a da vida privada e do .Ilia. ida e.ente i*noradasR #o.ancipou essa vida e todas as atividades envolvidas e. ela e. co. se.ais ele. e.o postulados evidentes por si .otivo.edida e. co.ancipa/ão 0ora. a ver.o o 4e.odernos e 5ue os educadores.ais 5ue u.>tua. %s >lti.o não sendo . contraste co. acarretar necessaria.undo adulto.4rar.os. :0: u. . o seu aspecto p>4lico.ancipar a crian/a e li4erHJla dos padrMes ori*inHrios de u.a coisa necessHria. lo*o apLs se ter che*ado K conclusão de 5ue o erro e.ples.ento da privatividade.% S)culo da #rian/a.undo p>4lico e sua rela/ão .es. caracteri2ava o . co. e1pondoJa K lu2 do .anho redu2idoR % .a da crian/a e suas necessidades. ta.a peculiaridade de nossa sociedade. d>vida. todos os s)culos anteriores. :0: esse o sentido real da e. #o. isto ).undo p>4lico.

K pessoa 3ove.Jestar da . da 0a.a es0era social na 5ual o privado ) trans0or. isto ). e si.)rica atual.pre tenha.ais co.Jche*ado e Z 0orKsteiro. u.a .adureci. e. de al*u. e sere.ente e a5uilo 5ue precisa ser e1i4ido a todos K plena lu2 do .ente a crian/a ) introdu2ida ao . tendo portanto direito ao .ais diri*idas para.ente não se torna . ou se3a. pessoas. rela/ão K crianJ F?G . No entanto. o 0ito de 0a2er co.undo p>4lico.eira ve2 atrav)s da escola. a crian/a. . ao rec).ente.undo p>4lico. Tais tare0as são 4asica. ser essas viola/Mes das condi/Mes para o cresci..undo e não deve 0in*ir s6JlaB ela ). ouvidos J constituiu a4andono e trai/ão no caso das crian/as.undo p>4lico.. ) certo 5ue elas não 0ora.ento para 5ue não ha3a dist>r4ios e. 5ue ainda estão no estH*io e.ento.ais *raves 5ue possa.oderna re3eita a distin/ão entre a5uilo 5ue ) particular e a5uilo 5ue ) p>4lico.ente.undo. por nature2a.ulheres. .odo al*u. p>4lico e viceJversa..pareci. o co.ento prepondera so4re o 0ator personalidade.Jestar da crian/a.oderna 0oi o 4e.ais ela introdu2 entre o privado e o p>4lico u. o .a 0or. nascido e. Por . 5ue se3a possIvel a transi/ão. A situa/ão ) inteira. a institui/ão 5ue interpo. de todo intencionaisB o o43etivo central de todos os es0or/os da educa/ão . a se*uran/a do oculta.ente diversa na es0era das tare0as educacionais não .ento vital.al. Z sua al/ada o ensino e a aprendi2a*e. 0ato esse 5ue evidente. isto ). por). se.os entre o do.Inio privado do lar e o . a 0alar e sere.ado e.as ta. entre o 5ue so.4). ve2 disso.lhadores e . .undo pela pri.ais ur*ente da A.pleta.ente pode vice3ar enco4erta. a vere. o .pete.a. % 5ue 3a2 na 4ase dissoR Nor. lo*rado 61ito e. 5uanto . seu a. e assi.undo co. 5ue o si. e.ento não ) e1i*ido pela 0a. 5ue pede. A5ui.ples 0ato da vida e do cresci. pro. responsa4ilidade das escolasB co. .Ilia para o . &uanto . e o 0racasso neste ca..Ilia. pelo Estado..enos verdadeiro caso os es0or/os 0eitos ne. a escola não ) de .ente.ais di0Iceis torna as coisas para suas crian/as.aneira esperada. ..as não e1clusiva.po ) o pro4le.over o 4e.ente a sociedade .undo 3H e1istente e 5ue não conhece.+ vistos.

todo caso. A 5uali0ica/ão do pro0essor consiste e.undo não deveria ter crian/as.undo co.ir a responsa4ilidade coletiva pelo .a coisa e./a. Essa responsa4ilidade não ) i. rela/ão ao .4ora não se3a ainda o . e. representante de todos os ha4itantes adultos.ente possa 5uerer 5ue ele 0osse di0erente do 5ue ). .as al*u. a*ora. E.a responsa4ilidade pela crian/a.os de livre desenvolvi.plIcita no 0ato de 5ue os 3ovens são introdu2idos por adultos e.a de autoridade. os adultos assu. apontando os detalhes e di2endo K crian/a: J $sso ) o nosso .undo e ser capa2 de instruir os outros acerca deste.ais u. F? . co. A autoridade do educador e as 5uali0ica/Mes do pro0essor não são a . .iliaridade co. sua autoridade se assenta na responsa4ilidade 5ue ele assu. contInua .e a 0or. 0a.ar parte e. Na .ento de 5ualidades e talentos pessoais. ) co. .J estar vital de u.undo assu.edida e. ) a sin*ularidade 5ue distin*ue cada ser hu. o educador estH a5ui e. conhecer 78 . d>vida.undo. deveJse+ cuidar para 5ue essa coisa nova che*ue K 0rui/ão e. virtude da 5ual ele não ) apenas u. &ual5uer pessoa 5ue se recuse a assu.edida e.ente deno. $sto.4ora certa 5uali0ica/ão se3a indispensHvel para a autoridade. u. por . nunca en*endra por si sL autoridade.a coisa 5ue 3a. Na educa/ão.udan/a. 5ue ela ) nova. 0orasteiro no .ina.ais.undo e. sL 5ue. a escola representa e. cresci.ir a responsa4ilidade. do ponto de vista *eral e essencial.posta ar4itraria.4ora não o tenha 0eito e ainda 5ue secreta ou a4erta.ente aos educadoresB ela estH i.aior 5ue se3a. essa responsa4ilidade pelo .ano de todos os de. essa não ) tanto a responsa4ilidade pelo 4e. Face K crian/a. e. o . E.ento co.a ve2 u. por). 5ue a crian/a não te.o representante de u. deveJse introdu2iJla aos pou/os a eleB na .undo. .undo.e por este . certo sentido o .e.o por a5uiloJ 5ue *eral.a coisa. se. a 5uali0ica/ão. a 5ualidade e. e ) preciso proi4iJla de to.es.o se ele 0osse u.undo pelo 5ual deve assu.undo.undo de 0ato. todavia.undo.ais esteve aI antes. sua educa/ão.o ele ). Nessa etapa da educa/ão. rela/ão ao 3ove.

o se estivesse.a coisa: 5ue os adultos se recusa. papel alta. natural. sendo consciente ou inconsciente.ir a responsa4ilidade pelo .aioria adulta J e.ais.pre 5ue a autoridade le*Iti.undo e seus recla.a .ida carente de li4erta/ão tenha sido e0etiva.a i*ual responsa4ilidade pelo ru. Na educa/ão. a autoridade ou não representa .Puis 4e.ente.ais e1i*ir ou con0iar a nin*u).enta. se3a a responsa4ilidade de dar ordens.os todos co.a e1istiu ela esteve associada co. $sso. as crian/as. pode ser 5ue isso si*ni0i5ue 5ue. so4 a opressão de u. ou.oderna. se3a a de o4edec6Jlas.ente. 5ue as pessoas não 5uere. dese.ento das crian/as co. .o as coisas anda. &uanto . papel e t6.over. autoridade J. ao contrHrio.ples. a assu.Ilia e da escola.inoria opri. de a*ora e.ente si*ni0ica. no . derru4ar a autoridade educacional. . tra4alhado+ 3untas. pois se. e.ultanea e ine1tricavel. si.undo ao 5ual trou1era. .penha u. se e1i3a de todos u. Ao re.4ora .ais nada J pois a viol6ncia e o terror e1ercidos pelos paIses totalitHrios evidente. u. e isso so. hH u. .4itos privados e pr)JpolIticos da 0a. ) L4vio 5ue.ente nada t6.ente repudiadosB toda e 5ual5uer responsa4ilidade pelo .ir a responsa4ilidade por tudo o .es. Não resta d>vida de 5ue.: sa4e. este3a. si. si*ni0icar 5ue as e1i*6ncias do . a. diante.undo.ais au.a . a ver co. ess6ncia. &ual5uer 5ue se3a nossa atitude pessoal 0ace a este pro4lelTaa. A autoridade 0oi recusada pelos adultos. Uas isso pode ta. o ato de assu. na vida p>4lica e polItica.ente pode si*ni0icar u.os a autoridade da vida polItica e p>4lica. ho3e e.uitas ve2es. co.ente contestado. Evidente.undo estH sendo re3eitada. AZ crian/as não pode.etido a prova na prHtica educacional .penha.o u.o esse a4surdo trata.oderna da autoridade.4as as inten/Mes dese. na perda . não pode haver tal a^tt 4i*:idade 0ace K perda hodierna de autoridade.o.undo.4).a cone1ão entre a perda de autoridade na vida p>4lica e polItica e nos N. contudo. respeito K autoridade. a proJ F<T .o do . dia co.ais radical se torna a descon0ian/a 0ace K autoridade na es0era p>4lica.os de orde.H1i.ente. a responsa4ilidade pelo curso das coisas no .ente su4. .

4a4ilidade de 5ue a es0era privada não per.a. se3a onde a crise .entar nele. polItica.ente tal . casaB co.a superioridade pura.ento polItico.undo. 4aseiaJse e. a considerar a autoridade dos pais so4re os 0ilhos e de pro0essores so4re alunos co.ento polItico tradicional J 5ue a perda de autoridade iniciada na es0era polItica deva ter. tornandoJse. 5ue sua recusa a assu. .B e.eira ve2. 5ue pode ser encontrado 3H e.es. todos os dias: J Nesse .aior intensidade. Decorre da nature2a do pro4le.ais clara para sua insatis0a/ão co. de 5ue hH te.=oluta 5ue 3a. e. Ele se 4aseia so4retudo e.o se .porHrias J co.ovi. da nature2a da atual crise de autoridade e da nature2a de nosso pensa.ais poderia e1istir entre adultos e 5ue. não poderia encontrar nenhu. % ho. .e. tentar entender isso do 3eito 5ue pudere. tudo isso ta. .o o . nossa tradi/ão de pensa. não poderia encontrar e1pressão . o estado de coisas.e. a responsa4ilidade por tudo isso. se*undo lu*ar.odelo. autocontraditLrio 5uando aplicado a rela/Mes 5ue por nature2a não são te.a e1pressão . 5ue con0ere tão e1traordinHria a.o as rela/Mes entre *overnantes e *overnados. HH o 0ato adicional. para seu des*osto co.preendia a autoridade polItica.ane/a incLlu.odelo da cria/ão dos 0ilhos.ente te.e. do ponto de vista da di*nidade hu. A perda *eral de autoridade.o nLs não esta.a J isto ). .pos i.)dio se co. e.odelo por cu3o inter.a superioridade a4.porHria.o se os pais dissesse.oderna da educa/ão se 0a/a sentir co.ente decisivo.udan/as histLricas e condi/Mes polIticas. Platão e AristLteles.4i*:idade ao conceito de autoridade e.ente não ) acidental 5ue o lu*ar e. pois. ao se*uir o .oderno.inar. nã5 deve nunca e1istir.)rica.uito provavel.inar na es0era privadaB o4via. \ 3usta. isto ). a A.ais radical do 5ue sua intrusão na es0era pr)JpolItica.undo.ir. de 0ato. rela/ão Ks crian/as.oriais nos acostu.uito a salvo e.os . todo F<1 . 5ue a autoridade polItica 0oi solapada pela pri. 5uais ha4ilidades do. \ co. são .ist)rios par anLs. por outro lado. 9oc6 deve.ana. E. o . e.4). u.os. o 5ue sa4er. 5ue a autoridade parecia ser ditada pela prLpria nature2a e independer de todas as . u.

a atitude conservadora. ) J claro.ente ani.ente radical e desesperada so4 as condi/Mes de u. lava.pla pelo . Uas isso per. visto 5ue o . E.undo contra a crian/a. nas rela/Mes entre adultos e crian/as.ou a A. Essa atitude. a criar a5uilo 5ue ) novo. tanto no todo co. de evitar . cu3a tare0a ) se. ) u.entos.ento do . toda parte .uito revolucionHrias.a Zociedade de .ida i. seres hu.ente 0adado K ruIna pelo te.as 5ue se apresenta e.porta.plica.elhor.inados a intervir. ao contrHrio. a .e 5ue o conservadoris. orde.odernas t6.eio a adultos e co. nada te. continua e1istindo o 0ato in5uestionHvel de 5ue. sinto. onde a*i.The ti. Tal atitude conservadora.. ) irrevo*avel. o 5ue a.a coisa J a crian/a contra o .undo.caso.a da5uele . o dese3o revolucionHrio de u. no sentido de conserva/ão.at)ria educacional. procurando so.undo co. So.undo 5ue ) aI assu.r J são .po.anece vHlido apenas no N.)rica poses .os Ks nossas . o . não pode senão levar K destrui/ão. o novo contra o velho. conservadora e. 5ue a A.a.os inocentes. todos esses co. pela educa/ão.undo Novus %rdo Secloru. ) claro.o. .ais 5ue isso. u.enos 5ue e1ista. clare2a. A 0i. parte. 0a2 parte da ess6ncia da atividade educacional.ido J e não sL na A.pre a4ri*ar e prote*er al*u.undo visIvel e. no . i*uais. o velho contra o novo.)rica 0oi real. a alterar.ais 7T8 . a ver co.a nova orde.4ito da educa/ão.po estH 0ora dos ei1os.% te. J 5ue outrora ani.ais sonhou iniciar a nova orde.anos deter. per.e is out o0 3oint.o ele ).assa. voc6s não t6. provocando certo *rau de con0usão na discussão do pro4le. assu. o direito de e1i*ir satis0a/Mes. o Ldio . . contradi/ão co. % cursed spite that ever $ Cas 4orn to set it ri*ht. As palavras de Ha.os e.a particular.. durante o perIodo e.pliou at) certo ponto a di0iculdade de identi0icar a situa/ão co.alJentendidos: pareceJ. Ues. PBB verdade 5ue as e1peri6ncias peda*L*icas .aldito ter nascido para colocHJlo e. ela 3a.ente preservar o status 5uo J.4ito da polItica. e não no N. F<F .undo.o e.let: J . e.anecendo.ada por este espIrito revolucionHrio. ou .oderno estranha. polItica aceitando o . 0or.o a responsa4ilidade a.ãos por voc6s.)ricaB .

pre. e. corre o risco de tornarse .es.ortalidade de seus criadores e ha4itantes. possa. posto e. cada crian/a ) 5ue a educa/ão precisa ser conservadoraB ela deve preservar essa novidade e introdu2iJla co.uda..os se tentar..Ini. co.pre do novo 5ue cada *era/ão apartaB precisa. at) . % . 4ene0Icio da5uilo 5ue ) novo e revolucionHrio e. do ponto de vista da *era/ão se*uinte. 5ue o .ples. (. ou serH. pois ) essa a situa/ão hu.po li. por . ainda 5ue não possa nunca. o 5ual a educa/ão si.4ora tenha.odo di0Icil para o educador arcar co.ente. % pro4le. Para preservar o . ) se. ) 5ue tudo destruI.o eles.ãos .ente educar de tal .o a5uele .ente possIvel. u.Rsica.enos verIdicas para cada nova *era/ão.ortais.ente. esse aspecto F<? .oda acerca de u.o al*o novo e. a crise de nossa atitude 0ace ao N.pre educando para u.5ue u. +a crise da tradi/ão.ou . \ so4re.undo.undo velho. e1traordinaria. porJe.os controlar os novos de tal . se des*asta. desde o inIcio de nosso s)culo.Jorde.ortal co. continue sendo e0etiva.ana 4Hsica..undo ) criado por . e.os nossa esperan/a apenas nisso. ad5uirido talve2.ente.ente não ) possIvel se torna. A crise da autoridade na educa/ão *uarda a .undo contra a . ) claro.o. N assa esperan/a estH pendente se.ais revolucionHrio 5ue possa ser e.ente e. visto 5ue 0eito por . u.ortais durante te. .ples. orde. ser asse*urado. por).o de conserva/ão e de atitude conservadora se. novo conservadoris. nossos dias. suas a/Mes. e.ais persuasiva do 5ue antes.a ) si.os ditar sua apar6ncia 0utura. o4soleto e rente K destrui/ão.ais estreita cone1ão co. E1ata.os se.ortais e serve de +lar aos . continua.inha.ente di0Icil de atin*ir. esta. $9 A verdadeira di0iculdade na educa/ão . .undo 5ue ou 3H estH 0ora dos+ ei1os ou para aI ca. a despeito de toda a conversa da .itado.odo 5ue nLs. continua.odo .ente por 4asear. ele deve ser.a valide2 .4ito do Passado. 5ue. HH sLlidas ra2Mes para isso. os velhos. dado 5ue seus ha4itantes .oderna estH no 0ato de 5ue. e.

oderna.odelo. rela/ão ao . para os 5uais ser e apar6ncia coincidia.ente da co.aneira al*u. da Renascen/a e. e. envelhecido. visto ser 3H 5uase u. antepassado.as apenas deslocado so4re 0unda. sua o4serva/ão era 0eita no espIrito dos *re*os.oderna.undo e co. Nas palavras de PolI4io. educar era si.ente 0Hcil 0a2er direito as coisas e. ) de 0ato relativa.ana ) a idade provectaB 5ue o ho.at)ria de educa/ão. todo8 considerar o passado 5ua passado co.cnJ F<< .ais e1celente 5ualidade hu. a )poca .entos di0erentes.o para a tradi/ão ocidental co.e.ar consci6ncia dessa 5ualidade particular de si prLprio.odelo para os vivos.orais 4Hsicas da sociedade co.a pausa para apreciar o 5ue se estH 0a2endo. atin*e sua 0or.anoJcristã. nosso .o u.. se. pois a rever6ncia ante o passado era parte essencial da . tão co. .. isto ). e. e.o . Tudo isso se pMe e. . este3a e.o. na 5ual a educa/ão possui u.o *radativo retirarJse do . ou . diante.a .o u. por e1e.uitos s)culos. cada instNncia.e. ainda 5ue.ente ao envelhecer e ao desaparecer *radativa. contradi/ão não sL co. de tal .a autoridade para os outros.a 0un/ão polItica 7e esse caso era >nico8. #ontra o pano de 0undo ina4alado de u. os antepassados.a tradi/ão dessa nature2a.undo das apar6ncias.ana.a isso 0osse verdadeiro para 5ual5uer civili2a/ão. por todo o perIodo da civili2a/ão ro.ediador entre o velho e o novo.4ora de .odi0icado ou e1tinto pelo #ristianis. co.ortais o ho. Durante . . se5uer 0a2er u.es. pois ) de seu o0Icio servir co.ente a*ora ele se pode acercar da e1ist6ncia na 5ual ele serH u.da crise .entalidade ro. A atitude ro. co. 5ue a .unidade dos . a atitude *re*a diante da vida.plos de conduta para seus descendentesB crer 5ue toda *rande2a 3a2 no 5ue 0oi. portanto. &uando Woethe disse 5ue envelhecer ) . todo. vias de desaparecerB isto por5ue so.plo. pode servir de . e isso não 0oi .undo das apar6ncias.pleto ) o acordo entre o ethos especI0ico do princIpio peda*L*ico e as convic/Mes )ticas e . não 0oi necessHrio to.o. co. Era da ess6ncia da atitude ro.ana teria sido 5ue 3usta.o e1e.ples.ais caracterIstica de e1ist6ncia.o u.ana 7e.odo 5ue sua prLpria pro0issão lhe e1i*e u. respeito e1traordinHrio pelo passado.

onde 5uer 5ue a crise ha3a ocorrido no ..es. e ser o4ri*ada. u. u. 5ue são ataviadas co.os a. a .4).pouco si. 0rente. e.entar o estranha. Ao considerar os princIpios da educa/ão te.undo 5ue não+ ) estruturado ne. os olhos *rudados no +passado. ir si.co. nIvel diverso. 0or. processo auto. so4 a >nica condi/ão de não es5uecer. e1ceto K . e a autoridade do .per e deter tais processos. reencontrar o ru.ites Ks possi4ilidades de no/Mes a4surdas e caprichosas..undo pelo 5ual 3H so.ente na autoridade inclusiva do passado en5uanto tal. por sua nature2a. por).o.ente 5ue a crise não en*ol0arH sua es0era particular de vida.ente e.ão ne.o. . % pro4le. a ca. co.Htico.ento. ta.4ora e.inhar e. $sso 5uer di2er 5ue não se pode.os .a situa/ão da 5ual a crise aca4ou de sur*ir. se3a pressionando para 0rente a crise.os a5ui presu. . da tradi/ão.undoB pode. Tal retrocesso nunca nos levarH a parte al*u.a da educa/ão no . visto 5ue se rende ao curso do te.ea/ados de todos os 0lancos.era e irre0letida perseveran/a.e.ento e da a/ão hu. sendo livres para.o 5ue e1traviado do ca.antido F<E . não nos encontra. da autoridade. ne.po.o se a situa/ão 0osse a . alcance do poder do pensa.a su4stNncia.estre arrai*avaJse 0ir.pouco . ou u. tal posi/ãoB não 0a2 .o se apenas nos houv)sse.4ora talve2 e.a palavra e.es. nesse caso senão dois aspectos da . sL pode.ana interro. Ho3e e. ela sL pode au.ente co. conta esse processo de estranha.itir 5ue nos de0ronta.ais precisa.panheiro de luta.ento do . pela autoridade ne.uito sentido a*ir. se3a aderindo K rotina 5ue acredita 4onachona.ples. #o. e ta. por ter ta.os co.os at) ad. visto não haver li.co. dia.os co.0a2erJvos ver 5ue sois inteira. Por outro lado.os de levar e..ais e.os 5ue estH ao. . atravessado a vida co. ci6ncia. e nesse . a 5ual5uer . não poder esta a4rir .panheiris.ivel.oderno estH no 0ato de.ento do .ente voltar para trHs.a di0erente.a repeti/ão da e1ecu/ão J e.oderno.es.a.undo .ente di*nos de vessos antepassados.ister o educador podia ser u. apesar disso.inho certo. condu2ir K ruInaB para ser . % reto..o e autoridade não era.ples.o não passaria de u.a.undo .te .o a >lti.panheiro de tra4alho.

undo 3unto K nossas crian/as e aos 3ovens. elas no .es..uda 0re5:ente. 5ue vive. \ i. no .ente co.a atitude 0ace ao passado 5ue lhe são apropriados .a esp)cie de especiali2a/ão. o diplo. não co.o .ediante u. e.o se elas 0osse. por).es. educar adultos ne. de paIs para paIs. .os decisiva.ente o N. não i.o. a conclusão do curso secundHrio.ento li. e não instruIJlas na arte de viver. para co. Na prHtica. deve.ar u.porta o 5uanto a vida se3a transcorrida no presente. 5ue não apenas pro0essores e educadores.undo ) velho. ao contrHrio da aprendi2a*e.as não possue.os ter e.pre .o u. Não se pode educar se. E.as.ano autQno. #u. e. tratar crian/as co. capa2 de viver por suas prLprias leis. a educa/ão. e.4ito da vida p>4lica e polItica. contudo. ). não devendo recla. co.po F<= . 0inal previsIvel.possIvel deter.es.es.pre divorciar.ais 5ue elas .ais se deveria per.o o .undo e co. todos nLs. .os u. Dado 5ue o . por).a civili2a/ão para outra e ta. se.edida e.pre tenha al*o a ver co.undo dos adultos. a linha tra/ada entre crian/as e adultos deveria si*ni0icar 5ue não se pode ne.ais.o se não vivesse.o se a in0Nncia 0osse u. voltaJse inevitavel. co. clara de 5ue a 0un/ão da escola ) ensinar Ks crian/as co. de indivIduo para indivIduo.inar . o outro. se*undo lu*ar.undo ).uralha a separar as crian/as da co.os e. estado hu.o u.ente. u.preensão 4e. Ele não visa . todo.a co. ao . de u. respeito K idade.ento pro0issional nas universidades ou cursos t)cnicos. não o4stante. cada caso. a pri.4ora se.. E.adurasB 3a. na . a aprendi2a*e.a .4ito da educa/ão dos de.a aplica/ão *enerali2ada no . para aplicar e1clusiva. rela/ão a eles u.ente diversa da 5ue *uarda. entretanto. Ela . A educa/ão. validade *eral.undo co.o te.a atitude radical. e.ente para o passado. si . nossa civili2a/ão esse 0inal coincide provavel.a re*ra *eral onde a linha li.a de tudo do N.a cole*ial.itir.ais a introdu2ir o 3ove. 5ue tal linha se tornasse u.as si.itado e particular dele.Itro0e entre a in0Nncia e a condi/ão adulta recai. .ente a ele u.unidade adulta. $sso si*ni0ica. u. conceito de autoridade e u. e aci. precisa ter u.eira conse5:6ncia disso seria u.coeso pela tradi/ão. se*.4). pois o treina.

. e ta. aprendi2a*e. A educa/ão ).+ e.os ainda . 5ue na verdade deve.os nossas crian/as o 4astante para não e1pulsHJlas de nosso . onde decidi. salvHJlo da ruIna 5ue seria inevitHvel não 0osse a renova/ão e a vinda dos novos e dos 3ovens.ir.ediante o nasci.ente renovado . *eral. ) va2ia e portanto de*enera. e podeJse aprender durante o dia todo se.a coisa nova e i. para colocHJlo e.ãos a oportunidade de e. ve2 disso co. nossa atitude 0ace ao 0ato da natalidade: o 0ato de todos nLs vir. educar..ais *erais e e1atos.os se a. ter.ento.uito 0Hcil. contudo. ou.a educa/ão se.os o . .os portanto dele*ar K ci6ncia especI0ica da peda*o*ia. por isso ser educado. F<! .os a responsa4ilidade por ele e.undo constante. ensinar se.4). e 5ue não pode. ser entre*ues aos especialistas e peda*o*os. .a.oral e e.undo co.undo ao nascer.preender al*u. ta. co.a. ) a rela/ão entre adultos e crian/as e. % 5ue nos di2 respeito.prevista para nLs. retLrica .os se a.ocional.uita 0acilidade. preparandoJas e.ensinarB u. por).pouco arrancar de suas . Tudo iso são detalhes particulares.u.undo o 4astante para assu. 5ue decidi.. \ .os ao . A educa/ão ) o ponto e.undo e a4andonHJlas a seus prLprios recursos.os e de ser o . co. tal *esto. anteced6ncia para a tare0a de renovar u.