ARENDT, Hannah. Entre o passado e o Futuro.

São Paulo: Editora Perspectiva, 1

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PREF"#$%: A &'E(RA ENTRE % PASSAD% E % F'T'R% Notre h)rita*e n+est pr)c)de d+aucun testa,ent - .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, nenhu, testa,ento.. Talve2 esse se3a o ,ais estranho dentre os a0oris,os estranha,ente a4ruptos e, 5ue o poeta e escritor 0ranc6s Ren) #har condensou a ess6ncia do 5ue viera, a si*ni0icar 5uatro anos na R)sistance para toda u,a *era/ão de escritores e ho,ens de letras europeus1, 7$8 9er, para essa cita/ão e as su4se5:entes, Ren) #har, Feulllets d+H;pnos, Paris, 1 <=. Escritos durante o >lti,o ano da Resist6ncia, de 1 <? a 1 <<,. e pu4licados na #ollection Espoir, or*ani2ada por Al4ert #a,us, tais a0oris,os, 3unta,ente co, o4ras posteriores, aparecera, e, in*l6s so4 o titulo H;pnos @aAin*B Poe,s and Prose, NeC DorA, 1 E=. FG

o colapso da Fran/a, aconteci,ento total,ente inesperado para eles, esva2iara, de u, dia para outro, o cenHrio polItico do paIs, a4andonandoJo Ks palha/adas de pati0es ou idiotasB e eles, a 5ue, nunca ocorrera to,ar parte nos ne*Lcios o0iciais da Terceira Rep>4lica, vira,Jse su*ados para a polItica co,o 5ue pela 0or/a de u, vHcuo. Desse ,odo, se, pressentiJlo e provavel,ente contra suas inclina/Mes conscientes, viera, a constituir, 5uer o 5uisesse, ou não, u, do,Inio p>4lico onde J se, a para0ernHlia da 4urocracia e ocultos dos olhos de a,i*os e ini,i*os J levouJse a ca4o, e, 0eitos e e, palavras, cada ne*Lcio relevante para os pro4le,as do paIs. $sso não durou ,uito. ApLs al*uns curtos anos, 0ora, li4erados do 5ue ori*inal,ente havia, pensado ser u, .0ardo. e arre,essados de volta K5uilo 5ue a*ora sa4ia, ser a leviana irrelevNncia de seus a0a2eres pessoais, sendo ,ais u,a ve2 separados do .,undo da realidade. por u,a )paisseur triste, a .opacidade triste. de u,a vida particular centrada apenas e, si ,es,a. E, se se recusava, a .voltar Ks OsuasP verdadeiras ori*ens, a OseuP ,iserHvel co,porta,ento., nada lhes restava senão reto,ar K velha e va2ia pele3a de ideolo*ias anta*Qnicas 5ue, apLs a derrota do ini,i*o co,u,, de novo ocupava, a arena polItica, cindindo os anti*os co,panheiros de ar,as e, *rupelhos se, conta, 5ue não che*ava, se5uer a constituir 0ac/Mes, e alistandoJos nas inter,inHveis pol6,icas de u,a *uerra de papel. A5uilo 5ue #har previra e antecipara lucida,ente en5uanto a luta real ainda prosse*uia .Se so4reviver, sei 5ue terei de ro,per co, o aro,a desses anos essenciais, de re3eitar silenciosa,ente 7não repri,ir8 ,eu tesouro. J acontecera. Eles havia, perdido seu tesouro. &ue tesouro era esseR #on0or,e eles ,es,os o entendera,, parece ter consistido co,o 5ue de duas partes interconectadas: tinha, desco4erto 5ue a5uele 5ue .aderira K Resist6ncia, encontrara a si ,es,o., dei1ara de estar .K procura Ode si ,es,oP des*overnada,ente e co, ,ani0esta insatis0a/ão., não ,ais se. suspeitara. de .hipocrisia. e de ser .u, ator da vida res,un*ão e descon0iado., podendo per,itirJse .desnuJ F

darJse.. Nessa nude2, despido de todas as ,Hscaras, tanto da5uelas 5ue a sociedade desi*na a seus ,e,4ros co,o das 5ue o indivIduo urde para si ,es,o e, suas rea/Mes psicolL*icas contra a sociedade, eles havia, sido, pela pri,eira ve2 e, suas vidas, visitados por u,a visão da li4erdadeB não, certa,ente, por tere, rea*ido K tirania e a coisas piores J o 5ue 0oi verdade para todo soldado dos E1)rcitos Aliados J, ,as por se havere, tornado .contestadores., por havere, assu,ido so4re seus prLprios o,4ros a iniciativa e assi,, se, sa46Jlo ou ,es,o perce46Jlo, co,e/ado a criar entre si u, espa/o p>4lico onde a li4erdade poderia aparecer. .A cada re0ei/ão 5ue 0a2e,os 3untos, a li4erdade ) convidada a sentarJse. A cadeira per,anece va2ia, ,as o lu*ar estH posto.. %s ho,ens da Resist6ncia Europ)ia não 0ora, ne, os pri,eiros ne, os >lti,os a perdere, seu tesouro. A histLria das revolu/Mes J do verão de 1!!=, na Filad)l0ia, e do verão de 1!G , e, Paris, ao outono de 1 E= e, (udapeste J, 5ue deci0ra, politica,ente a estLria ,ais recQndita da idade ,oderna, poderia ser narrada ale*orica,ente co,o a lenda de u, anti*o tesouro, 5ue, so4 as circunstNncias ,ais vHrias, sur*e de ,odo a4rupto e inesperado, para de novo desaparecer 5ual 0o*oJ0Htuo, so4 di0erentes condi/Mes ,isteriosas. E1iste,, na verdade, ,uito 4oas ra2Mes para acreditar 5ue o tesouro nunca 0oi u,a realidade, e si, u,a ,ira*e,B 5ue não lida,os a5ui co, nada de su4stancial, ,as co, u, espectroB e a ,elhor dessas ra2Mes ) ter o tesouro per,anecido at) ho3e se, no,e. E1iste al*o, não no espa/o sideral, ,as no ,undo e nos ne*Lcios dos ho,ens na terra, 5ue ne, ao ,enos tenha u, no,eR 'nicLrnios e 0adasJ,adrinhas parece, possuir ,ais realidade 5ue o tesouro perdido das revolu/Mes. E, todavia, se voltar,os as vistas para o princIpio desta era, e so4retudo para as d)cadas 5ue a precede,, podere,os desco4rir, para nossa surpresa, 5ue o s)culo S9$$$, e, a,4os os lados do AtlNntico, possuiu u, no,e para esse tesouro, desde então es5uecido e perdido J 5uase o dirIa,os J antes ,es,o 5ue o prLprio tesouro desaparecesse. % no,e, na A,)rica, 0oi .0elicidade p>4lica., 5ue co, suas conota/Mes de .virtude. e .*lLria. entende,os tão pouco ?T

co,o a sua contrapartida 0rancesa, .li4erdade p>4lica.: a di0iculdade para nLs estH e, 5ueB e, a,4os os casos, a 6n0ase recaIa so4re .p>4lico.. Se3a co,o 0or, ) K aus6ncia de no,e para o tesouro perdido 5ue alude o poeta ao di2er 5ue nossa heran/a 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,. % testa,ento, di2endo ao herdeiro o 5ue serH seu de direito, le*a posses do passado para u, 0uturo. Se, testa,ento ou, resolvendo a ,etH0ora, se, tradi/ão J 5ue selecione e no,eie, 5ue trans,ita e preserve, 5ue indi5ue onde se encontra, os tesouros e 5ual o seu valor parece não haver nenhu,a continuidade consciente no te,po, e portanto, hu,ana,ente 0alando, ne, passado ne, 0uturo, ,as tãoJ so,ente a se,piterna ,udan/a do ,undo e o ciclo 4iolL*ico das criaturas 5ue nele vive,. % tesouro 0oi assi, perdido, não ,erc6 de circunstNncias histLricas e da adversidade da realidade, ,as por nenhu,a tradi/ão ter previsto seu apareci,ento ou sua realidadeB por nenhu, testa,ento o haver le*ado ao 0uturo. A perda, talve2 inevitHvel e, ter,os de realidade polItica, consu,ouJse, de 5ual5uer ,odo, pelo olvido, por u, lapso de ,e,Lria 5ue aco,eteu não apenas os herdeiros co,o, de certa 0or,a, os atores, as teste,unhas, a5ueles 5ue por u, 0u*a2 ,o,ento retivera, o tesouro nas pal,as de suas ,ãosB e, su,a, os prLprios vivos. $sso por5ue a ,e,Lria, 5ue ) apenas u, dos ,odos do pensa,ento, e,4ora dos ,ais i,portantes, ) i,potente 0ora de u, 5uadro de re0er6ncia preesta4elecido, e so,ente e, rarIssi,as ocasiMes a ,ente hu,ana ) capa2 de reter al*o inteira,ente descone1o. Assi, ) 5ue os pri,eiros a 0racassare, no recordar co,o era o tesouro 0ora, precisa,ente a5ueles 5ue o havia, possuIdo e o achara, tão estranho 5ue ne, se5uer sou4era, co,o no,eHJla. Na ocasião, isso não os inco,odouB não conhecia, seu tesouro, ,as sa4ia, ,uito 4e, o si*ni0icado do 5ue 0a2ia, e 5ue este estava aci,a da vitLria e da derrota: .A a/ão 5ue possui sentido para os vivos so,ente te, valor para os ,ortos e sL ) co,pleta nas ,entes 5ue a herda, e 5uestiona,.. A tra*)dia não co,e/ou 5uando a li4era/ão do paIs co,o u, todo es4oroou 5uase auto,atica,ente as ilhotas escondidas de li4erJ ?1

dade, 5ue de 5ual5uer ,aneira estava, condenadas, ,as si,, ao evidenciarJse 5ue não havia ,ente al*u,a para herdar e 5uestionar, para pensar so4re tudo e rele,4rar. % ponto e, 5uestão ) 5ue o .aca4a,ento. 5ue de 0ato todo aconteci,ento vivido precisa ter nas ,entes dos 5ue deverão depois contar a histLria e trans,itir seu si*ni0icado deles se es5uivou, e se, este aca4a,ento pensado apLs o ato e se, a articula/ão reali2ada pela ,e,Lria, si,ples,ente não so4rou nenhu,a histLria 5ue pudesse ser contada. Não hH nada de inteira,ente novo nessa situa/ão. Esta,os ,ais acostu,ados Ks periLdicas irrup/Mes de e1aspera/ão apai1onada contra a ra2ão, o pensa,ento e o discurso racional, rea/Mes naturais de ho,ens 5ue sou4era,, por e1peri6ncia prLpria, 5ue o pensa,ento se apartou da realidade, 5ue a realidade se tornou opaca K lu2 do pensa,ento, e 5ue o pensa,ento, não ,ais atado K circunstNncia co,o o cIrculo a seu 0oco, se su3eita, se3a a tornarJse total,ente desprovido de si*ni0ica/ão, +se3a a repisar velhas verdades 5ue 3H perdera, 5ual5uer relevNncia concreta. . At) ,es,o o reconheci,ento antecipado da crise tornouJse a*ora 0a,iliar. Ao re*ressar do Novo Uundo, 5ue co, tanta ,estria sou4e descrever e analisar, a ponto de sua o4ra ter se tornado u, clHssico, so4revivendo a ,ais de u, s)culo de ,udan/a radical, Toc5ueville estava 4e, cQnscio de 5ue a5uilo 5ue #har cha,ara .aca4a,ento. do ato e do aconteci,ento, se es5uivara ta,4), de siB o .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,., de #har, soa 5ual u,a variante de .Desde 5ue o passado dei1ou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia nas trevas. F, de Toc5ueville. Todavia, a >nica descri/ão. 7F8 A cita/ão ) do >lti,o capItulo de De,ocrac; in A,erica, NeC DorA, 1 <E, vol. l$, p. ??1. EiJla na Inte*ra: .E,4ora a revolu/ão 5ue se estH processando na condi/ão social, nas leis, nas opiniMes e nos senti,entos dos ho,ens este3a ainda 4e, lon*e de se achar concluIda, seus resultados, contudo, 3H não ad,ite, co,para/ão co, nada 5ue o ,undo tenha antes teste,unhado. Re,ontoJ,e, de )poca a )poca, at) a ,ais re,ota anti*:idade, por), não encontro paralelo para o 5ue ocorre ante ,eus olhosB a partir do ,o,ento e, 5ue o passado cessou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia na o4scuridade.. Essas linhas de Toc5ueville não antecipa, apenas os a0oris,os de Ren) #harB de ,odo 4astante curioso, lidas te1tual,ente antecipa, ta,4), a intui/ão de Va0Aa 7ver o 5ue se*ue8 de 5ue ) o 0uturo 5ue re,ete a ,ente do ho,e, de volta ao passado, .at) a ,ais re,ota anti*:idade. . ?F

e.e/a precisa.p0t . consiste nos processos recQnditos da .eiro. nosso caso.Notas do ano 1 FT. nos Estados 'nidos. sua apar6ncia e1terna. % incidente 5ue esta parH4ola relata e penetra.o inicial dei1ou a se5:6ncia dos aconteci. so4 o tItulo He.ão no vol. ele . Va.al in eine. denn er Cill ihn nach vo. Er Aae.inho K 0rente.p0eser0ahrun* Yu. sua lL*ica interna.a s)rie de .e.it de. apenas teorica.es.purrHJlo para 0rente. a lu.4). ) e.4os. dass er ein. sonde. A luta de Va0Aa 7?8 A estLria ) a >lti.ente.previsto J e isso e1i*iria u. % se*undo 4lo5ueiaJlhe o ca.as poucas passa*ens onde u. The WiTeat @all T1 #hina.p0enden We*ner erho4en Cird.ais literal 0a2iaJse . De 0ato. at) onde eu sai4a..eiro a3udaJo na luta contra o se*undo. da ori*e.ais o 0oi nenhu. 5ue.a da5uelas parH4olas de Fran2 Va0Aa 5ue. do .o . por). e.erhin ist es sein Trau.4ate e ser al/ado. e.. 5ue não ilu.ente de suas inten/MesR Seu sonho. Richter :4er seine . YCeiten.a noite J.as ta. saIra.p0 . pois 5uer e. o pri. u. Pois não hH ali apenas %s dois adversHrios. NeC DorA.elte SchriXten. u. Der 2Ceite verCehrt ih. Na verdade.it 4eiden. auch noch er sel4st.p0linie aussprin*t und Ce*en seiner Va.a ocasião.iteinander Aae. So ist es a4er nur theoretisch.a.o raios lu.inosos.os contida no a0oris. por). a. un4eCachten Au*en4licA J da2u *ehoert allerdin*s eine Nacht. Va.a tradu/ão . al*u. dois adversHrios: o pri. torno do incidente co.ais escura do 5ue 3a. >nicas talve2 5uanto a esse aspecto na literatura. aut6nticas parabolaí.entos co. und Cer Aennt ei*enllich seine A4sichtenR $.es. Tradu2idas do ale. saltar 0ora da linha de co.as possue. se*ue.ento i. draen*en und e4enso unterst:t2t ihn der 2Ceite i.a noite . . sa4e real.o de Ren) #har. entre si. NeC DorA.eus 0ins. 1 <=.ente. .. . ErstenB denn er trei4t ihn doch 2ur:eiA.a ve2 5ue o e.it de.. ela co. K posi/ão de 3ui2 so4re os adversHrios 5ue luta. por conta de sua e1peri6ncia de luta. e 5ue. Denn es sind 3a nicht nur die 2Cei We*ner da. lan/adas ao lado e e. nu. Ele luta co.eiro acossaJo por trHs.purra para trHs.a de u.entos cu3a ess6ncia encontra. 1 <=: Er hat 2Cei We*ner: Der erste 4edraen*t ihn von hinten. ?? . os aconteci. al*u.ina. so 0inster Cie noch Aeine Car J aus der Va.p0 .odo. Ei*entlich unterst:t2t ihn der erste i.. von 'rsprun* her... e. e.o.o.ão por @illa e EdCin Uuir.ente no ponto onde o nosso a0oris.ister para .o 5ue suspensa no ar. den @e* nach vo. constitue. o se*undo o au1ilia na luta contra o pri. E dos Wesa. o poder radio*rH0ico de desvelar sua estrutura Inti. A parH4ola de Va0Aa ) a se*uinte:? Ele te.e1ata dessa crise se encontra. Uas isso ) assi. Se*ui a tradu/ão in*lesa e1ceto e. Eis o ori*inal ale.

ento do pensa.ento para a a/ão.ou de E1istencialis.isso incondicional ce. so4 as circunstNncias do s)culo SS. 5ue Platão a teria entendido ) 5uase tão anti*a 5uanto a histLria da Filoso0ia e da Ueta0Isica ocidentaisB não sur*iu ne. ) estar e. Historica.undo. tornouJse desesperadora ?< .: .ente ) co.o. .es.a cha.enos no s)culo SS.entos 5ue 0i2era.preensão..ais velha. entender c apreender conceitual. pensadores.penhada no tipo de co.preender o acontecido.ediato e. do . A 0un/ão da . . ela se v6 de i.a ) 5ue. A situa/ão.odo de reconcilia/ão do ho.pro.ana8.o papel outrora dese. re4elião do 0ilLso0o contra a Filoso0ia. apenas u.ais tarde. não sur*e ao revelarJse a Filoso0ia incapa2 de aplicar suas prLprias re*ras K es0era das 5uestMes.o. por nLs escolhido co.e Ualrau1 o4servou certa ve2 7e. pouco .oderna para o co. co. .undo . % pro4le. ) 4asica. a revolu/ão veio a dese.pos de revolu/ão.penhar.entes 5ue a herda.o.issos da a/ão.as por dois atos anteriores.. He*el. He*el e a Filoso0ia da HistLria. J sL pudera. se tornou portaJvo2 c criadora do 5ue ela . ) o . os cha.ir os 5ue a 0a2e.4ate 5ue lhe ) prLprio. esse estH*io no desenvolvi. por). voltaraJse parZ a polItica co. Foi essa *era/ão 5ue.co.ente.redi.a 0u*a dos i. pelo .pletada . % E1istencialis. a a/ão. de acordo co.ente a realidade histLrica e os aconteci.e. e essa co. e 5uestiona.nas . . A #ondi/ão Hu.es.ente u. Antes 5ue a *era/ão de Ren) #har. te. não por u.o.o ao evidenciarJse a Filoso0ia i*ual. a realidadeB seu verdadeiro 0i. con0or.o solu/ão de perple1idades 0ilosL0icas e tentara escapar do pensa.pro. a sa4er. c. literatos etc.ados intelectuais J escritores. polIticasB esta 0al6ncia da Filoso0ia PolItica no sentido e.ento .. artistas. se a . pois o E1istencialis. ao .passes da Filoso0ia .e/a 5uando 3H transcorreu o curso da a/ão e a estLria 5ue dela resulta a*uarda ser co.. ter acesso K vida p>4lica e. outra *era/ão.ente incapa2 de reali2ar a tare0a 5ue lhe destinara.oderno a5uilo 5ue ele ).oderno 0oi precedido. pa2 co.enos na sua versão 0rancesa.ente ) incapa2 de 0a2er a pa2 e de indu2ir a reconcilia/ão.. E co.penhado pela vida eterna. contudo.o seu representante.. . se visse arrancada de suas ocupa/Mes literHrias para os co.

não so4 a 0or. nosso conte1to. por al*u.ediHrio 5ue por ve2es se insere no te.po histLrico.ento sur*iu no estranho perIodo inter. u. e.as co. di2er. co. .ento crItico.a.a ve2 5ue. . #aso 0osse preciso escrever a histLria intelectual de nosso s)culo.ana dei1ou de 0uncionar ade5uada..ais e por ?E .e.a ra2ão .po total.eses da Resist6ncia. u. parecia a4ri*ar a esperan/a. pois. Eu a . eles se.entalidade e sua tradi/ão de pensa.isteriosa.ente.e/ou a despertar para o 0ato de ter che*ado a viver e. 0or/ouJa de volta ao pensa. .ento para a a/ão.portNncia o4servar 5ue o apelo ao pensa.o disse Sartre certa ve2.ostrou 5ue as velhas 5uestMes . salaud. seu envolvi. a a/ão.ente na consci6ncia dos ho.as ta. o ter a*ido.o a 4io*ra0ia de u.a reviravolta não u. e. 5ue 0Qsse possIvel conviver co. .as de 0a2er co. escrevendo durante os derradeiros .ular 5uestMes ade5uadas e si*ni0icativas.undo no 5ual sua .Jse conscientes de u. . seu en*a3a. o pri. 5uando a a/ão. . hipLcrita.a de *era/Mes consecutivas. a . se5uer capa2es de 0or. verIa.os a .ente 0or. concluiu suas re0le1Mes co. se tornar.eta0Lrica do 5ue ocorreu e0etiva. ela. por assi. destinado aos so4reviventes 0uturos.inado por coisas 5ue não são .ento.as duas ve2es: pri.os a peculiar ironia do 5ue se*ue.os. Neste . 5uando o ho. u. u.ente 0iel K se5:6ncia de teorias e atitudes.eiro. torna. .ente dessa pessoa o4ri*ada a dar u. Seria.ento. Ren) #har. desprovidas de sentidoB isto ).es.a >nica pessoa. 5uando 3H avultava a li4erta/ão J 5ue.o. não .ens.encionei.oderno co. de certa i.as. onde o historiador deve ser literal.a/ão .4ora sucinta.5uando se .unhas.enos ur*ente e apai1onado 5ue o apelo ao a*ir da5ueles 5ue o antecedera. 5uando não so. A desco4erta +de 5ue.isso. ou antes.ento e co.ente os historiadores 0uturos. si*ni0icava li4era/ão do a*ir J.enos ainda. e.ento.eta0Isicas era. e a se*uir.4).eiro ato da estLria 5ue a5ui nos interessa. ao escapar do pensa. se. co. não visando senão a u. perderIa.ento não era.a apro1i. não de resolver 5uais5uer pro4le.pro.a.ente deter. intervalo de te. apelo ao pensa. dar respostas Ks suas perple1idades. os atores e teste.ente hu. u. os vivos .

esses intervalos .uito neutrali2ado ou destruIdo .a si..as. e.ais notHveis J.utua. a >lti. 0enQ.4ater a. u. e. #ontudo.entais co. A cena ) u.a de + . perda de precisão.seus.a dada realidade.eira coisa a ser o4servada ) 5ue não apenas o 0uturo J .ento da verdade.a pLstu. . sua cronolo*ia. para se . 5ue. duas ou .ouJse co.Htica K e1peri6ncia de u. A pri.ediata.eno .po de 4atalha no 5ual se di*ladia.Hticos caracterIsticos da vida . se.. u.4). ainda. 5ue consiste.plicidade e concisão. sua e1tre.e. Na HistLria.a*ina/ão espiritual.a esp)cie de paisa*e. portanto. precisão.ento. se não e. deles. . *ra/as K pura 0or/a de inteli*6ncia e i.a a0ir. ?= . 5ue Va0Aa cha.ente.os o ho.a ve2 . atri4uindo assi. apLs 5uase 5uarenta anos repletos de eventos in)ditos e i. eventoJpensa. .real. a4ri*a todas as ri5ue2as.es. Va0Aa.ais de trinta anos de crescente 0a.o de e1peri6ncia despo3ado e .a e.Ini. .o.ultNnea. deve co. a partir de u.o tr6s lutas transcorrendo si.entos dra.anter e.a4strato.a luta parece. Pode.ental. certa palide2 a4strata aos processos .ais avan/ada posi/ão.o i. de certa . o 5ual J suspeitaJse J as 0or/as do passado e do 0uturo terJseJla. al*o 5ue se poderia deno.coisas 5ue não são.ar a Va0Aa. antecipatLrio 5ue ainda ho3e. deverJse e1clusiva. . poder conter o . 7Não se deci0rou ainda o eni*. 5ue ocupa.a de Va0Aa 5ue e. ca. cada u. co.previsIveis.o u. e. as 0or/as do passado e do 0uturoB entre elas encontra.a esp)cie de espantosa inversão da rela/ão esta4elecida entre e1peri6ncia e pensa..ele. 4asica. de hH .. criou.e.os co.Jpensa. dos escritores .ente evidente associar ri5ue2a de detalhes concretos e a/ão dra. se.e.inar u.ento 5ue. Ao passo 5ue considera.ais vital e vIvida da realidade.os a*ora reto. na lL*ica desses pro4le.o tri4uto a ser pa*o por sua orde.ente: a luta de .ento.a onda do 0uturo.aneira. adversHrios entre si e a luta do ho. o 0ato de che*ar a haver al*u. desenvolveu esse 0antHstico do. seu territLrio. Sendo o pensar para ele a parte . A estLria re*istra.as ta. HH. não cessa de nos atordoar8.ente. u.ente K presen/a do ho.ostrara. J.4as. variedades e ele.ais de+ u.

e.ento de Va0Aa. o 0lu1o indi0erente do te. e. te. ?! .as.e a 5ual pensa.poral e retilinear. to. 5ue o ho. então.etH0ora tradicional de u.. do .poral e.ais. co. destorcer o pensa.aneira 5ue Va0Aa descreve. luta constante. sua .6nides a He*el.entoR %4via. de u. so4re a partIcula ou corpo 5ue lhes dH dire/ão.ento te.ada de posi/ão contra o passado e o 0uturo.e.ente.es. ..pre no intervalo entre o passado e o 0uturo.o a re*ião . 0u*ir por conta prLpria.orto. u. passo adiante.o passado.a es0era inte.os a*ostinianos J 5ue cinde o contInuo te. da .orto os vivos pode. estHB e a posi/ão . . não ) o presente. co. Va0Aa descreve co. 0ardo co.a da linha de co.po. para colocHJlo e.a 0or/a. . .o u.o a inser/ão do ho.a*e. por se 0ocali2are. o 5ue . passado. ) possIvel dar u. tradicional con0or.po.archa para o 0uturo. pensa e.po.poral. Penso 5ue. espa/o 4astante para se . 5ue4ra o 0lu1o unidirecional do te.eio.pre 5ue .etH0oras. ter. e apenas na . se.os o te.o passado nunca estH .po não ) u. se des0a2er e. ele ne.dele. Esse passado.ovi. contInuo.a lacuna no te. 9isto Va0Aa conservar a .e.ele. linha reta. u. antes.po .e. Nas palavras de FaulAner: . 0or/as 5ue.as. no ponto onde .e. e não. de arcar e de cu3o peso . cu3a e1ist6ncia ) conservada *ra/as K . na sua acep/ão usual. al).4ate J e o 5ue ) esse sonho e essa re*ião. anelado pela Ueta0Isica ocidental de Par. co. se insere no te.es.po parteJse e. se.ele.ovendoJse e. T[ te.ele. não altera a i. princIpio. ao inv)s de pu1ar para trHs.ais ade5uada ao pensa.e/a. ou . Apenas por5ue o ho. cai no sonho de u. K ..sua.o e.pele de volta ao passado.e. pratica.a re*ião al). ) o 0uturo 5ue nos i.sua.edida e. ) visto co. estirandoJse por todo seu tra3eto de volta K ori*e. estranho. o 5ue ) 4e. presente e 0uturoB ) essa inser/ão J o princIpio de u. ao contrHrio do 5ue seria de esperar. e aci.o ) passado. Do ponto de vista do ho. 5ue de0ende seu territLrio. 0lu1o de ininterrupta sucessãoB ) partido ao .o u. 5ue vive se.purra para a 0rente. e.al te. a lutar entre si e a a*ir so4re o ho.anter. .o deve. 0ora do espa/o e supraJsensIvel co. . senão o anti*o sonho.ente todas as nossas .

se posta não ).por). sendo seu ponto de partida o entrecho5ue das 0or/as anta*Qnicas.ovi.a di.ples. A 0or/a dia*onal.. a estLria de Va0Aa. .ente.ais li*eira.inada pelo passado e pelo 0uturo.inhando ao lon*o dessa linha. intervalo si.ento ) u.ento.ente pode ser retida a no/ão de u. interro.4as. t)r. e so4re o 5ual atua. ) o in0inito.ele.o de 0or/as onde o . pelo . seria.ente.ensão espacial e.etH0ora per0eita para a atividade do pensa. 0or/as anta*Qnicas. aspecto das duas outras de 5ue ) resultado. Essa 0or/a dia*onal di0eriria e. no ponto e..ento. cu3a dire/ão ) deter. cu3a ori*e.e.a de u.itada no sentido de sua ori*e. ili.a de u.e. 5ue o pensar se possa e1ercer se.. A inser/ão do ho.. a a/ão das duas 0or/as 5ue co.ino. seria li.ele. u. in0inita 5uanto a seu t)r. Fosse o . ) conhecida. o paralelo*ra. Nn*ulo. u. As duas 0or/as anta*Qnicas são.ais se entrechocaria. 0ace a 0ace. u. paralelo*ra. e.a terceira 0or/a: a dia*onal resultante 5ue teria ori*e.pleta.itadas no sentido de suas ori*ens. ) a .as cu3o eventual t)r. por .ovi. asse.elhandoJse antes ao 5ue o 0Isico cha. visto resultar de duas 0or/as cu3a ori*e. passado in0inito.ino 3a2 no in0inito. per0eita e5:idistNncia do passado e do 0uturo. possue. co. os . .o de 0or/as..ano. não pode senão 0a2er co. diri*idas para o ho. outras palavras. . 5ue as 0or/as se choca. a. e a*indo so4re ele.po de 4atalha deveria resultar e.o 5ue ca.ino. ele ?G . Essa 0or/a dia*onal. de Va0Aa encontrou seu ca. 0uturo in0initoB no entanto. e. vindo u. ao contrHrio. $deal. caso assi.ento te.. 0osse.pMe. u. o ponto no 5ual colide. elas não . co. do pensa.po hu. a lacuna onde .0alta K descri/ão Aa0Aiana+ de u. toda a sua *rande2a.ente 5ue se3a. .ele.as se interceptaria. para 0rente e para trHs.ais conveniente K orde. e outra de u. % 5ue hH de errado co.4ora não tenha.entos pausados e ordenados 5ue são o passo . eventoJpensa. de sua dire/ão ori*inal. inIcio conhecido.ente para 0ora do te. de Va0Aa capa2 de e1ercer suas 0or/as no sentido dessa dia*onal. e. 5ue se3a 0or/ado a saltar co. 5ue as 0or/as se desvie. co. E.enos potencial. e.pendo o contInuo. ) 5ue di0icil.poral e retilIneo 5uando o 0lu1o unidirecional deste ) partido e.

e si.ente o cha.entais.4iante espa/oJte.enso e se. pelos adversHrios.po su0iciente.) assi.edida e.ente ter sentido.ento J o i.. dado histLrico. es5uecido de suas pri. por). sL pode. teria desco4erto e pressionado co.porNneas do pensa. pois essa dia*onal.o estava.ente. so4re a terra.po histLrico ou 4io*rH0ico.não teria saltado para 0ora da linha de co. lar. aci.ais prLprio e 5ue so.o tão acertada.e.uito e.e.itivas inten/Mes e apenas cQnscio da e1ist6ncia dessa lacuna no te. ai lacunas no te. co.orra de e1austão. na >nica dire/ão a partir da 5ual poderia ver e desco4rir ade5uada.eta0Lrica e con3etural.ente a5uilo 5ue lhe era .ente pelo paralelo*ra. e.4ate e se situado.posi/ão de 3ui2. 0enQ. J..a dessas .ente pode vir a acontecer J e 5ue Va0Aa descreveu a. coeva da e1ist6ncia do ho.etH0oras pode a4soluta. ..poral J .4ora apontando ru.aneira .o u.enos . en5uanto ele viver. de . Para evitar .po criado e deli. a u. nenhu. co.4ora não se asse.ente viera a e1istir co.alJentendidos: as i. apenas teorica.po de 4atalha.parcialidade as 0or/as 5ue se di*ladia. lu*ar no te. % 5ue . e si. e.a Va0Aa.ento. deperecido so4 a pressão do constante e. e talve2 ne. i. Aplicadas ao te. .ente a0astado do passado e do 0uturo para lhe o0erecer a . incapa2 de encontrar a dia*onal 5ue o levaria para 0ora da linha de co. \ tentador acrescentar.o ao in0inito. seu prLprio e autoJinserido apareci.a*ens 5ue estou a5ui utili2ando para indicar.a da re0re*a.pre ca.es.4ate. da 5ual poderia 3ul*ar co.anter.ele. Suspeito 5ue essa lacuna não se3a u..itado pelas 0or/as do passado e do 0uturoB teria encontrado u...o 5uer a parH4ola.po 5ue.poral entre o passado e o 0uturo.. 5ue ) ate. 5ue isso .ele.4ate. ve2 disso. ca. e não . pois não ocorre.al*u). per.po.anece presa ao presente e nele arrai*adaB e.eno . 5ue pensa.uito . as condi/Mes conte. na plena realidade de seu ser concreto vive nessa lacuna te.4ito dos 0enQ.o de 0or/as. o ho.ais provavel. serH o territLrio so4re o 5ual terH 5ue se . para o espa/o constituIdo ideal.oderno. outras estLrias e parH4olas J ) 5ue . Apenas na .elhe a u. ? . isto ).i>de e. ser vHlidas no N... .

ele. ao contrHrio do . 0ato de i. Ela tornouJse realidade tan*Ivel e perple1idade para todos.o 5ual5uer e1peri6ncia de 0a2er al*o.ento J 3H 5ue.poral no N. de instalarJse na lacuna entre o passado e o 0uturo. Este pe5ueno espa/o inte. 0enQ. e na verdade cada novo ser hu.entHJlo de novo.as apenas indicadoB cada nova *era/ão.os estar ne. ) 5ue.ento di0ere de processos .Ela 4e. pavi. co.entais co.ordial.o vi.enciona a e1peri6nciaB a e1peri6ncia de luta ad5uirida por . o 5ue 5uer 5ue to5ue.a e 5ue 0ora.ento. não pode ser herdado e rece4ido do passado. Não ) se*redo para nin*u).ortais e na 5ual o curso do pensa. não parece. do pensar sua ocupa/ão pri.ano. inserindoJse entre u.po histLrico e 4io*rH0ico.inados por conceitos ro. outros aspectos.ente K atividade do pensa. da recorda/ão e da antecipa/ão salva. en5uanto e1peri6ncia. 5ue de0ende seu territLrio entre o cho5ue das ondas do passado e do 0uturo. isto ). co.anos. co.ento atrav)s do espa/oJte. ro.ens .o a dedu/ão.anos.oderna pro*rediu. a lacuna entre o passado e o 0uturo dei1ou de ser u. Por lon*os perIodos e. <T .o do te. e5uipados ne.a*o .po a4erta pela atividade do pensa. la4oriosa. .a condi/ão peculiar unica.o e. esse tipo de pensa. preparados para esta atividade de pensar.ente. toda a parH4ola re0ereJse a u. cu3as re*ras lL*icas de nãoJcontradi/ão e coer6ncia interna pode. cha.os de tradi/ão. a indu/ão e a e1tra/ão de conclusMes.es.a.os. 5ue nasce. 7Nesse particular.ais K .portNncia polItica. &uando. ao 5ue parece. o 0ato de essa tradi/ão terJse es*ar/ado cada ve2 . atrav)s da prHtica e de e1ercIcios.ental ]. na verdade no transcurso dos . K 0unda/ão de Ro.ento e adstrita. 0uturo in0inito. pode ser a re*ião do espIrito. Essa ) u. u. deter.peuJse o 0io da tradi/ão. Va0Aa . desde os ro. % pro4le. deve desco4riJlo e.po. a trilha plainada pelo pensar.eno .a. passado in0inito e u. essa pe5uena picada de nãoJ+ Jte. e sL pode ser ad5uirida. contudo.undo e da cultura e.a e1peri6ncia de pensa. nossa histLria.il6nios 5ue se se*uira.edida 5ue a )poca .po de ho.os. aos poucos eleitos 5ue 0i2era. da ruIna do te. a0inal. ou antes. esta lacuna 0oi transposta por a5uilo 5ue.

ou inventar al*u.o li4erdade e 3usti/a.ente evadiuJse das prLprias palavrasJchave da lin*ua*e. reatar o 0io ro. co.encionados apenas de passa*e. cu3o alvo principal ) desco4rir as verdadeiras ori*ens de conceitos tradicionais. K revelia da su43acente realidade 0eno. E.ascarar.ento polItico.e. 3H 5ue são os >nicos . e espero 5ue o leitor concorde.er*e de incidentes da e1peri6ncia viva e a eles deve per.a hora para preencher a lacuna entre o passado e o 0uturo.itiva ess6ncia.8. prescri/Mes so4re o 5ue pensar ou acerca de 5ue verdade de0ender.ental na interpreta/ão crItica do passado. autoridade e ra2ão.odo os tr6s pri.o pensarB eles não cont6.4ora tais aconteci.eu pressuposto ) 5ue o prLprio pensa. assi. de destilar deles sua: pri.entos.. Uenos ainda. .8 %s seis ensaios se*uintes são e1ercIcios desse tipo.ente co. e seu >nico 0ito ) ad5uirir e1peri6ncia e.entais dos ensaios 5ue se*ue. todos esses e1ercIcios pMeJse e. poder e *lLria J.o os e1ercIcios 5ue tenho e. cont6. e1pediente de >lti.o este e. na 0or. responsa4ilidade e virtude.udan/a de 6n0ase não ) ar4itrHria. não são ri*ida.ente.6nica.arcos por onde pode o4ter orienta/ão.pido da tradi/ão. co. pretende.o 0or. PareceJ.entais 5ue crIticos.a co.o toda coletNnea de ensaios. #o.o .ente. disso. Uais especi0ica.a ve2 5ue se . .a a0inidade natural co.er*e da concretude de aconteci. Al).ais e1peri. a 0i. polItica J tais co.ove. 5ue o ensaio co. e .ovi. trataJse de e1ercIcios de pensa. este volu.as ocas co. as 5uais se dão 5uase todas as e1plica/Mes.ser aprendidas de u.ais crIticos 5ue e1peri.o e1peri.entos se3a. suspenso o pro4le. as partes crIticas e e1peri.ente <1 .a literHria *uarda u.anecer li*ado. a pro3etar 5ual5uer esp)cie de 0uturo utLpico. co.4ora *rosso . e a crItica +ao passado.eiros capItulos se3a.ento e.elancolica.des. Essa *radual .entais e os cinco >lti. '.os. não pretende . . . e. dia a verdade venha a aparecer.entarJse nessa lacuna J talve2 a >nica re*ião onde al*u. 4astando depois aplicHJlas.ente divididas. .. crItica. 5ue tão . entre o passado e o 0uturo.e de e1ercIcios poderia o4via. pois hH u.ponente e1peri.as os e1peri.entos polIticos 7e. aos conceitos tradicionais. dei1ando atrHs de si 0or.entos não visa.a ve2 por todas.a da verdadeB a preocupa/ão ) so.

odi0icar seu carHter.ovi.ais ou a . A esse respeito. . A prLpria se5:6ncia ) deter.i.o to.entares e diretas co. não. decerto. pro4le. .oderna. são 0rancas tentativas de aplicar o tipo de pensa.es. A se*unda discute dois conceitos polIticos centrais e interJrelacionados J autoridade e li4erdade. . u.as especI0icos.as na esperan/a de esclarecer as 5uestMes e de ad5uirir al*u.ais se dispMe de respostas dei1adas pela tradi/ão e ainda vHlidas. todo indiviso. 0or. co.eiras partes a pro4le. al. por 0i. u. o 0ito de encontrar solu/Mes cate*Lricas.eira trata da ruptura .e3ando su4stituir os conceitos da Ueta0Isica tradicional.as si. ou e.ediatos e correntes co. por5uanto 5uestMes ele.oderna na tradi/ão e do conceito de HistLria de 5ue se serviu a )poca . tr6s partes.inada pelo conte>do.. a de u.o e.entos 5ue.enos se.a se5:6ncia de . por isso . %s 5uatro ensaios da >lti. PressupMe a discussão da pri.conter al*uns capItulos a . co. <F . são escritos e.a parte.os no diaJaJdia. tons relacionados.as i.eira parte.a desenvoltura no con0ronto co. sL pode.a suIte .usical. o livro divideJse e. A pri.o: % 5ue ) autoridadeR % 5ue ) li4erdadeR.ento 5ue 0oi posto K prova nas duas pri.a de livro J não ) a unidade de u. a 3usti0icativa de pu4licHJlos e. A unidade destes capItulos 5ue constitui para . 5ue nos de0ronta. sur*ir 5uando não .

#reio 5ue ela che*ou a u. % 0i.ens e. repudiar e a4andonar. não .os de trevas. caso 5uisesse.pido das id)ias eternas. tudo a5uilo 5ue pertence ao convIvio de ho. con0usão e ilusão.u. A TRADIÇÃO E A ÉPOCA MODERNA $ A tradi/ão de nosso pensa.undo co. ao ser verdadeiro deveria. e.anos. veio co. a declara/ão de Uar1 <? . A Rep>4lica. % inIcio deuJse 5uando.entos de Platão e AristLteles. as teorias de Varl Uar1. . desco4rir o c)u lI. 5ue a5ueles 5ue aspirasse.ento polItico teve seu inIcio de0inido nos ensina. e.enos de0inido co. Platão descreveu a es0era dos assuntos hu. 0i. u. na ale*oria da caverna..1. ter.

ens..consci6ncia.79!d %+C..ente e1pressa e.po.entares da PolItica 3a. . co. u.. 3a.undo.. na polItica. deus 5ue.plica necessaria.as precisa.edida 5ue che*ou a seu 0i. as . salva todas as cpisas. . Nisso consistiu a tentativa de Uar1.undo. unica.es. A Filoso0ia PolItica i.ental. . seu desa0io 0inal.l0$ a. ) co. ]]b^i+ cZ.reali2ada. co.o u. puros ou se. o a4andono da PolItica por parte do 0ilLso0o. a PolIticaB sua tradi/ão iniciouJse co. 7J_1p1`1 .ora entre os ho. atrav)s da e. por ele cha.7 '7%c 79 aCp@+!t+o7/ @P9P. e.ento Jnão pode . da tradi/ão t6.ens sociali2ados.a 0ilosL0ica8 de a43urar da Filoso0ia. Se.u. sua >iti. 5ue ressoa e. sua decisão 7e. e.ente na es0era do convIvio. posterior. << .ulados pela pri.anos.es.reali2HJla. ela pQde salvar todas as coisas e har. di2er nada da 718 beis.. e. por assi.oni2ador ao . o se*uinte: os pro4le. inicial.u. sua ur*6ncia i.undo co.a irritante e dissonante 5ue ao continuar a ser ouvido e. portanto. pela pri. #o.sociedade. e.ais atin*e seus ouvintes co. Over*esellscha0ttite Uenschen8.ente.o ao .ap V&. não 0ora dos assuntos dos ho. +. nas palavras de ^aco4 (urcAhardt. são.ar o . para poder . har.ais har.as ele.% inIcio ) co. e. podendo ser .entes 0iloso0antes. % inIcio. in0indHveis .ais v6.er*6ncia de . t + 81 + .ente o inIcio e o 0i.ente K lu2. 0ilLso0o repudiou a Filoso0ia.h .ediata e si.aior 0or/a e 4ele2a do 5ue ao enviar.acorde 0unda. tornouJse destrutiva K .odula/Mes atrav)s de toda a histLria do pensa. di2er.ente a atitude do 0ilLso0o para co. . J para não. e o su4se5:ente retorno deste para i.de 5ue a Filoso0ia e sua verdade estão locali2adas. e nunca de 0or.trans0or.o ao sere.77 !Tavra J c verdadeira para nossa tradi/ãoB en5uanto seu inIcio 0oi vivo. % inIcio e o 0i. % 0i. e ao rece4ere.sua inten/ão de .ples.oni2HJla. . !!E.eira ve2 seu so.por seus padrMes aos assuntos hu.ada de .oni2ar: '. Z t J.o u.odula/ãoB e o acorde 0unda. so4reveio 5uando u. tão clara. dos ho. .ento ocidental.o te. si .a o4serva/ão casual 0eita por Platão e.undo cu3os sons J e pensa.eira ve2.ens e de seu .ente neles.a o4ra J . en5uanto .ens.ental. 0or.. assi. a . .

principal. isto ). se usar.ais nada.esteira de con0usão e desa. as de0ini/Mes tradicionais de 0or.. al). u. %s cidadãos atenienses..itada de te.a cidadeJestado ateniense 5ue 0oi o . ho.onar5uia. % te.onstra sua vitalidade. o . u.a 5uantidade 5uase ili.portantes são suas predi/Mes de 5ue. 5ue possuIsse.os esse ter. predi/Mes. Atenas.ente contraditLrias.o.po de la2er a cada .edida e. de al*u.ento e a/ão.ais 5ue sua 0or/a de tra4alho. . *overno por uns poucos ou oli*ar5uia e *overno pela .ento so4re o 5ual se alicer/a nossa tradi/ão. disso.aioria.a. al).oderna. ao condu2ir Uar1 a a0ir. conte.. não são utLpicas.arcante 5uando investi*a.a/Mes. a4olirH a si . Na 0iloso0ia de Uar1.es. e.anidade sociali2ada.e. so4 as condi/Mes de u. 5ue vive.a divisão entre *overnantes e *overnados e não 0oi.elhor 0or. Uar1. acordo co. 5ue tivesse. Estado. cidadãos apenas na .entos usual. *arantindo assi.odelo da e1peri6ncia para Platão e AristLteles e. ou 5ue possuIa. cidadãos e os 5ue era.os o conte>do real do ideal de sociedade de.ente e. não era.o tal.a . A polis ateniense 0uncionou se.ada utLpica. . As . assi. ou de. os 5ue não tra4alhava. 5ue não virou He*el de ca4e/a para 4ai1o tanto assi. de sere. te. u..o.Estado desaparecerH. co..es.ente na parte de seus ensina. na 0rase 0a.ais i. era.ente cont6. a5ueles 5ue tra4alhava.os ho3e. Essas a0ir.pla/ão e 1ra4alho. ou . reprodu2indo antes as condi/Mes polIticas e sociais da .paro 5ue veio depois de 0inda a tradi/ão e e. e. o inIcio 0eito por Platão e AristLteles de.4ro da sociedade.as por toda a Anti*:idade e at) a idade . ou so4 condi/Mes onde. *overno de u. portanto.po de la2er e1istiria so4 a condi/ão de ine1ist6ncia do Estado.as inverteu a tradicional hierar5uia entre pensa.po de la2er.ais . o ideal de Uar1 da . o 0unda. evidente. #o.a/Mes 0la*rante.osa de <E .hu.ocracia. e de 5ue a produtividade do tra4alho tornarJseJH tão *rande 5ue o tra4alho. a5uela li4erdade 0ace ao tra4alho 5ue Uar1 predi2 para o 0uturo. cidadãos era.as de *overno.ilaridade tornaJ se ainda . antes de .ente cha.e. e Filoso0ia e PolItica.a 0or. .a de sociedade. Não so.o Uar1 o 0e2. Essa si.

onde.es.as não o escultor. \ contra a vida polItica a4sorvente de u.a 0or. na Anti*:idade. Uuni5ue. so. li4erdade do tra4alho co. AntiJD:hrin*. considerados tão di0Iceis e a4sorventes 5ue não se poderia per. seu ideal de sAhol). Yuri5ue.ente.as não o ca. ao contrHrio.o 1! <= . Esta dupla li4era/ão.ad.a reali2a as anti*as condi/Mes *erais de li4era/ão do tra4alho e. So4 tais condi/Mes.edIocres. .aduro .as si. de 5ual5uer 0or.)dio da polis *re*a 5ue os 0ilLso0os.ente co.4os os casos.pli0icada 5ue todo co2inheiro estivesse 5uali0icado para assu. para a5ueles . esta4elecera. na si.ais a. havia sido para os 0ilLso0os a condi/ão de u. @erAe.. tivesse to. classes e se. p. li4era/ão da polItica. para En*els. de te. vive e. sendo tra/ada a distin/ão.a atividade cansativa.o al*o .inistra/ão das coisas. Para. F!E..po de la2er. te. theoJretiALs.ente . o pastor poderia tornarJse cidadão. .inistra/ão da sociedade se houvesse tornado tão si. si.ples. os deveres polIticos era.ad. 7Assi.inistra/ão das coisas. 5ue Niet2sche considerou os . 5ue 3a.ais 5ue u. 1 `d.ecanis. Na sociedade ideal de Uar1. co2inheiro. ) . nenhu.o da polItica. estava i.pli0ica/ão de En*els. o 5ue.ento no sentido .4inados: a sociedade se. co.a vida devotada K Filoso0ia e ao conheci.penhasse.a 4I.plo da palavra. ver Uor*enroete.ais si*ni0icou. toda a tra.plIcito.h . era ainda reconhecido co.ir o controle de seu .ente.po. e. cidadão . u. especial AristLteles. no .o te. outras palavras. 4Hnausos.es. a.a li4era/ão do 7F8 9er. $. a0oris. u. ou. Estado de al*u.ediante a aplica/ão do crit)rio de es0or/o e 0adi*a8. estes dois di0erentes conceitos são ine1tricavel. e. do tra4alho assi. Niet2sche. . % co2inheiro de b6nin. ao .ento de Uar1.itir K5ueles 5ue neles se e.ado o lu*ar do *overno e da a/ão polItica.po livre da atividade polItica e dos ne*Lcios do Estado. a .espIritos .ente poderia ser de interesse para u. $sto. por e1e. 1 <E.b6nin 5ue e1pressa co. vol. certa. $sso deveria suceder 5uando a . e.u.H1i.plo.uito di0erente das condi/Mes reais da Anti*:idade.o. 4astante precisão o pensa. o4via.a da polItica.ais ha4ilitados para cuidar dos assuntos p>4licos F.a sociedade 5ue lhe proporciona a .a.pon6sB o pintor. a ad.o.

e co.ais altos 5ue o tra4alho ou a polItica.ente se.K ad. certas proposi/MeSJchave.ou tal vulto na i.ente nãoJutLpicos: a percep/ão de certas tend6ncias no presente 5ue não .a sociedade se.inistra/ão. Estado 7apolItica8 e pratica.es. u.eios de produ/ão.ente e.4ina/ão de u.a lu2 ideali2ada. tra4alho nasceu da reunião de dois ele. clare2a certas tend6nciHS. A atitude de Uar1 co..ais podia. % *overno. Uar1 perce4eu co.undo . e. não o4stZnte estivesse en*anado e.o u.ada utopia co. e ) verdade 5ue essa parte de suas teorias corresponde a certos desenvolvi.o a e1pressão .. portanto. e os conceitos e ideais tradicionais atrav)s dos 5uais o prLprio Uar1 as co.ento d7 la2er para as .assas ) u.ente di0erente.li1erentes K )poca anunciada pela Revolu/ão $ndustrial. $sso o ce*ou para pro4le. u. % prLprio Uar1 encarava sua assi.anidade ideal e. contendo <! . . classes. no sentido anti*o. co. o ideal utLpico dZ u.entos inteira.preendendoJo e. assi. ser co. as 5uais. deu lu*ar.preendeu e inte*rou. so4 as condi/Mes de sociali2a/ão dos . A in0lu6ncia da tradi/ão 3a2 e. nosso te. to. No entanto.oderno e con0eriu Ks suas acuradas predi/Mes sua 5ualidade utLpica.uitos aspectos. isto ). devotar todo o seu te. perIodo+ histLrico co. E.. cha.pleta.as+ aut6nticos e 4astante e.se.o sAhol) e otiu. desa0iador e parado1al. sua suposi/ão de 5ue essas tend6ncias sL se a0ir. 0ato e. todos os paIses industriali2ados.a si. re4elião consciente.po K polite>esthai.a*ina/ão de Uar1 co.po.a sociedade se. e o constante au.ente K lu2 so.es.a hu.a vida devotada a alvos .a atitude de.a li4era/ão da polItica 5ue 0ora e1i*ida pelos 0ilLso0os *re*os para os eleitos 5ue 5uisesse.po ao 0iloso0ar.o da .entos 5ue viera.ento so4 u.4ara/adores inerentes ao . respeito K tradi/ão de pensa. para devotar teu te. e.a de u. sua visão desse desenvolvi. Estado e+ .ara.os e conceitos 5ue tivera. virtude da tradicional conota/ão do la2er co. se. sua ori*e. .ento polItico 0oi u. u.ples predi/ão.preendidas dentro do 5uadro de re0er6ncia da tradi/ão. tra4alho to.tra4alho de 5ue os anti*os cidadãos livres des0rutava. A co. ter. articulou. plena.

as durante toda a sua vida.Não se pode au0he4en 7isto ). dos pri.o de En*els.ais ade5uada. a4olir8 a Filoso0ia se. 7<8 #itado a5ui de #apital. u.edida e.uitas variantes8 <.ula/Mes si. usual. do ani.e. especial .a atitude 0ace K Filoso0ia aparece na predi/ão de 5ue a classe tra4alhadora serH a >nica herdeira da Filoso0ia clHssica.o tal. bondres. não ) a ra2ão.. sua di0erentia speci0ica. reali2H$a.ente aceita e cu3a plausi4ilidade estivera. <G ..ano.a verdade tradicional. 5ue sua hu.eiro lu*ar. 7e. Edition. 5ue ocorre e.. .a proposi/ão ).e.ie und Philosophie.al. ba4our in the Transition 0ro.e. 5ue a5uilo 5ue distin*ue o ho. ^u*endschri3ten.e de Das Vapital8.ente.as si. Pois essa >lti. Uodern bi4rar.Die heili*e Fa. K lu2 do pensa.undoB che*ou a hora de trans0or.. 1 E?. na . per.o volu. cria a si . co. as se*uintes são cruciais: . .. .e. 11.a opinião corrente entre al*uns estudiosos de Uar1. si e por si .HJlo. 5ue.a varia/ão de u. e. . o 5ual. 1 ET.aneirasB a*ora ) preciso trans0or.es. si*ni0ica.ente as . Entre elas. conservar.NationaloeAono. e.anecera. e. 5ue o tra4alho. curiosa. 5ue ) hu. de 0ato.ed 4. e não Deus. at) o inIcio da )poca . e 5ue ele 7?8 A a0ir.a delas ad5uire seu si*ni0icado ao contradi2er al*u.. #ada u.a outra.ento de Uar1. de Uar1 de .es.sua 0iloso0ia polItica. terceiro lu*ar.anidade ) resultado de sua prLpria atividadeB si*ni0ica.%s 0ilLso0os apenas interpretara.ento.ente co.a dessas proposi/Mes pode ser co..anuscrito anterior: . 5ue o ho.B e.es.ente cientI0ica de sua o4ra 7e. Final.a 0or.e. !<. Para 0or.a tese so4re Feuer4ach: . GF<.a nova.. u.% tra4alho criou o ho. 0ora de d>vida. no sentido he*eliano. ver e. 4astante o .es. e transcende.osa >lti. criou o ho.ilie. co.preendida e.% tra4alho criou o ho.o: %s 0ilLso0os 3H interpretara.ente e1pri. Nenhu. conse5:6ncia: a viol6ncia ) a parteira da HistLria 75ue ocorre.undo de di0erentes . e.ente a u. o tra4alho.a/ão ocorre no ensaio de En*els .A viol6ncia ) a parteira de toda velha sociedade prenhe de u. tanto nos escritos de Uar1 co.iu o pensa.ilares pelo prLprio Uar1. e. elevar. p. vol.ula/ão de En*els. e. apenas u. a . o .The Par` pla. Na o4ra posterior. Uar1 e En*els.oderna. Ape to Uan. e . pri.odo ade5uado e sucinto 8?. poderia ser e1pressa . . hH a 0a.eiros escritos ao >lti.o. Selected @orAs. contraria. p. Stutt*art. a parte estrita. su43a2e.HJlo.a. se*undo lu*ar.

plica e.edida e.não ) u. e at) então o atri4uto .. conJ < .e e e1plora. destinavaJse a distin*uir os *re*os dos 4Hr4aros.ente nestes perIodos violentos a HistLria . da a/ão hu.e. a viol6ncia. . o desa0io K tradi/ão ) evidente.pre a caracterIstica saliente da tirania.oB o Estado ) o instru. Ser a viol6ncia a parteira da HistLria si*ni0ica 5ue as 0or/as ocultas do desenvolvi.8 Para Uar1. deve ter . ou antes a posse de .ais ver*onhosa. tradicional.o u. 2Qon lL*on )Ahon.eios de viol6ncia.)sticas. A identi0ica/ão .as do 5ue Uar1.a do poder e e1tre.ostra sua aut6ntica 0ace e dissipa a n)voa de .inante por . ) o ele..ento constituinte de todas as 0or. 5ue depende.inuta so4re a tradi/ão de pensa.a ratio nas rela/Mes entre naJ. u. .alla4oransB e. u.ente v6. . .ente esc1arecedoras para a anti*a con0usão de poder co. a . 7As poucas tentativas de salvar a viol6ncia do oprL4rio. principal.e.H1i. a atividade hu. sendo considerada se. a ulti.ana.ente . co.eio do 5ual ela opri.ente por parte de Ua5uiavel e de Ho44es. 5ue os *re*os.ente di.as de *overp.era conversa ideolL*ica e hipLcrita.anidade do ho. ser 5ue atin*e sua possi4ilidade . o Deus tradicional. e o ho. livre do escravo. são de *rande relevNncia para o pro4le.ar1ista da a/ão co.a.as si.o do ho. 2Qon politiALn e u.ento polItico anterior K de nossa prLpria )poca. Nova. K lu2 atrav)s de *uerras e revolu/Mes. A viol6ncia ).H1i. /Mes e. Uar1 desa0ia assi. a hu. outro desa0io 0unda. o 5ual pode ser . pelo contrHrio. viol6ncia. so.as si.sido cQnscio.as e1ercera. 5uarto lu*ar.a polis. A dupla de0ini/ão aristot)lica do ho. o tra4alho.ento da classe do. a5uilo 5ue cont). e toda a es0era da a/ão polItica ) caracteri2ada pelo uso da viol6ncia. 'nica.e. A distin/ão consistia e.uito 4e.a na 0aculdade do discurso e na vida e. viol6ncia i.ana tradicional. na . 5ue não ) a ra2ão. ani. ani.ais di0Icil de perce4er.ente.ente..al rationale.ana livre e consciente. o 3uI2o tradicional so4re o tra4alho e a tradicional *lori0ica/ão da ra2ão.ais despre2ada. 5ue conhecia AristLteles .e. in0lu6ncia notavel.ento da produtividade hu. das a/Mes do. u.ental K tradi/ão.

5uer isto 0osse a descri/ão. reside na predi/ão de ET . co.odo co.ou isso co. u. contato. Para a Filoso0ia tradicional. con0or.idade co.plica 5ue H trans0or.ais especI0ica ne*a/ão do lL*os.os .ais hu. de Uar1. % desa0io K tradi/ão. e.a/ão se3a precedida de interpreta/ão.ais to. os outros 0unda. u. .ar o . Essencial. outros ho. Hneu lL*ou. a seu *overno. nenhu. ou Ks leis da polis.não. do 0ilLso0o co.ento 5ue lhe ) dia. do 5ual apenas o corpo ha4ita a cidade de seus concidadãos.issão.ais i. assentaJse. não vivia. de . .a instNncia. tradicional.eio de viol6ncia e atrav)s da coer/ão .ana. A *lori0ica/ão da viol6ncia por Uar1 continha portanto a . a Filoso0ia J e a proposi/ão de Uar1 i. 0ilLso0o 3a.vivendo e.ado. por). para os *re*os.ente e1presso na a0ir.odo 5ue a interpreta/ão do .uda. por Platão.e.a polis. A teoria das superestruturas ideolL*icas.undo.ente u. #onse5:ente. o discurso para sere. dessa ve2 não apenas i. essencial.itante *lori0ica/ão da viol6ncia. e. sua hostilidade antitradicional ao discurso e na conco. ter.a palavra 5ue indica clara.undo situado so4re sua ca4e/a.as a viol6ncia era relacionada a u.ente oposta e.Jse no 0ato de não e1i*ire.. % tra4alho era. a Filoso0ia ) u.portante preocupa/ão. e.ente.o ele deveria ser trans0or. de 5ue. e o esta4elecia. u.undo pelos 0ilLso0os indi5ue o . a 0or. era deste . a .elha..)dio do discurso.undo e. *overnados pela viol6ncia.reali2ar a Filoso0ia.ente.inadas re*ras de a/ão. 0or/ados ao tra4alho. a Filoso0ia.ada peitharAhIa. 4Hr4aros e escravos era. e desde 5ue a/ão violenta e la4uta asse. isto ). ne*Lcio apolItico e privado.u.ens livres o4edecia. seus ne*Lcios por inter. 5uando ho. >lti. atrav)s da persuasão 7peIthein8. e0icientes.ente atrav)s da 0ala. condu2ia.o o ho.ental. e os escravos era. ou a ad. verAehrte @elt.a/ão de Uar1. uns co. do ponto de vista do senso co. de Platão a He*el.as direta.a contradi/ão e. . con5uanto ne*ativo.plIcito. e não por .ente. do discurso. %s 4Hr4aros era.ens. teria sido u.ente 5ue a o4edi6ncia era o4tida por persuasão e não pela 0or/a.. sua o4edi6ncia era cha. A Filoso0ia pode ter prescrito deter.o sua .etral. He*el. . ou trans0or.a de relaciona.

o e1ploradores e desu.ente hu. #ada u. . su.ana e .a tare0a histLrica. elas e1travasa. nenhu. 7Uar18 e o .und @ilson8. 5uando o ho. Essas tr6s a0ir.ental entre a *lori0ica/ão do tra4alho e da a/ão 7e.o parado1os e intenta. depois da revolu/ão.B pre 0oi . conhecidas e notadas por 5uase todos os estudiosos de Uar1. 5ue esp)cie de pensa.para os eleitos.os e pensa. 5uando a Filoso0ia tiver sido ao .ais produtiva das atividades do ho.Inio de id)ias e. entre o historiador 5ue v6 na acu.aterial para o au.o discrepNncias .o te.os do senso co. .anos co. 5ue se.as de a/ão hu.e. os 5uais.B são 0or.ens capa2es de a*ir de u.a delas cont).uladas co. houver lo*rado e. oposi/ão a conte.aiores do 5ue ele . a contradi/ão 0unda.e. ou de 5ue a Filoso0ia. 5ue o+ 0ilLso0o se .ais honrada de todas as 0or.ani2adores do ho.o serão os ho. dia id6ntico ao do. apLs a conclusão da luta de classes e o desapareci.ento restarHR As incoer6ncias de Uar1 são 4e. para todos. Uar1 a di0iculdades .ana. o 5ue acontecerH 5uando. via de re*ra.ula/ão de capital . onde nos orienta. a .ento das 0or/as produtivas.anciparJse deleR &ue atividade produtiva e essencial. São na verdade .ente. e condu2ira. ter.ove.a/Mes são cunhadas e.es. 7Uar18 co.5ue o .po reali2ada e a4olida na 0utura sociedade. chocarJnos.ento do Estado. E1 . .os e. Essa inconsist6ncia e outras 5ue tais são secundHrias e.e. co. portanto.u.o tra4alho 0or a4olido.u.ais parado1ais ainda.ental 5ue per..eio . São.undo dos ne*Lcios hu. ter. no . Estado. .aneceu insol>vel e.ana restarHR Se a viol6ncia ) a parteira da HistLria e a a/ão violenta..a contradi/ão 0unda. dia a realidade do senso co. seus prLprios ter.uns.odo si*ni0icativo e aut6nticoR Final.a sociedade se.ari2adas co.entre o eRonto de vista cientI0ico do historiador e o ponto de vista . a/ão e 75uase8 se.. entretanto.reino da li4erdade..pla/ão e pensa.ais hu.es. se.. tornarJseJH u. tornarJseJH u.os tradicionais. isto ).os. Se o tra4alho ) a .a viol6ncia 0or se5uer possIvelR #o.u.oral do pro0eta. u. 7Ed.oralista 5ue denunciou a5ueles 5ue reali2ara.ento8 e de u.para/ão co.o antecipara. o 5ue acontecerH 5uando.

es. 0ora de cu3o 5uadro conceptual pensa. encontra.+ decidindo historica. da consci6ncia 5ue este teve dela.entos novos.os perIodos nos 5uais os ho.ente ocorre. si*ni 0icado. tentasse desesperada.ento al*u. al*o co. ao centro .o de sua o4ra e constitue.a. torna a a. ) inerente K e1peri6ncia 0ilosL0ica repelir o .eira ve2 5uando os ro.undo ordinHrio dos ne*Lcios hu. de al*u.enos novos e.ente 3ocoso. Uar1 revolucionHrio c os discerni.o tal co.ento e a cultura da Wr)cia clHssica co. 3ove. ar aparente. seu peso no pensa. $$ o vi*or dessa tradi/ão. Na o4ra de *randes autores elas re.es.a co.ais velho.ediante a ad.es.entos . 5ue a tradi/ão vii . Uar1.inou 5uando nada restou dessa e1peri6ncia senão a oposi/ão entre pensar e a*ir.al para produ2ir o positivo ou o 4e. parecia a4soluta. utili2ando ao . E.4os se. Z co.e/ou 5uando Pia tão desco4riu 5ue. 0enQ.o te.ente pensar contra a tradi/ão.ento dial)tico 5ue precisa do ne*ativo ou do . K natural di0eren/a entre u.anos adotara. Z 5ue essa não pode ser atri4uIda ne. nossa histLria. N a verdade.portante para u. $sto aconteceu pela pri.entais e 0la*rantes rara.ete.o se Uar1.ovi.ento. 5ue.a velha tradi/ão de pensa.o superconscientes do 0ato da tradi/ão.entas conceituais. o pensa. nunca dependera. ne.. co. apenas por duas ve2es.preensão e0etiva de seus peo4le.ente ser possIvel.po suas prLprias 0erra.as e para discerni.tra4alho.o sua prLpria tradi/ão espiritual.ento de realidade e a a/ão de sentido.o no caso de outros *randes autores do s)culo passado.ento do ho.a. u. escritores de se*unda plana. polItico co. resolvida . ter.a 0or.ento. e. ser despre2adas.ista . a chave . .anosB ela ter. nos 5uais pode.ais cientI0icos do historiador e econo. Tais contradi/Mes 0unda.e. EF .ens são conscientes e . autoridade. privando o pensa. desa0iador e parado1al enco4re a perple1idade de ter 5ue lidar co.ais i.issão de u. identi0icando a idade co. e.ente.os de u. dessa 0or. Nossa tradi/ão de pensa. ocidental.o VierAe*aard e Niet2sche.

ativa per.ria a ter u. u. atrav)s do E? ..8 Ho3e.parHvel K tradi/ãoB co. as conse5:6ncias no s)culo SS ne. pelo . e apLs eles per. parece ser a li/ão da tardia colheita de pensa.ente a 5ue4ra e.o se re4ela. no s)culo SS. *eral a tal ponto 5ue u. 7A desco4erta da anti*:idade na Renascen/a 0oi u. % 0i.ento 0or. sua co. 5ue veio depois 5ue VierAe*aard. 5uando os ho.es.ente 5ue os conceitos tradicionais tenha. a tradi/ão ) al*u. indo Ks prLprias 0ontes.ente a hierar5uia tradicional dos conceitos. o Ro. Uar1 e Niet2sche desa0iara.entos totalitHrios. do pensa. desconheciaJse al*o 5ue 0osse co.ens.a con0ian/a in5uestionada na tradi/ão não . #ontudo.Nntico.a in0lu6ncia 0or.ente.ento polItico tradicional e da Ueta0Isica tradicional invertendo consciente.as ve2es considerada co. ne.o revelar toda sua 0or/a coerciva so.ais 5ue situar a discussão da tradi/ão na a*enda do s)culo S$SB sua *lori0ica/ão do passado apenas serviu para assinalar o .o não 0a2 . . por). sua prLpria e1peri6ncia. os pressupostos 4Hsicos da reli*ião tradicional. e.undo e as circunstNncias e.anente so4re a civili2a/ão europ)ia.eira tentativa de ro. intencional. nossa histLria.anos.o.pulsLrio.Lria de seu inIcioB ela pode .a e1altada consci6ncia e *lori0ica/ão da tradi/ão. Não encontra.antis. passado so4re o 5ual a tradi/ão.es.ais 0osse possIvel.Nntico. não tivesse poder. a re4elião do s)culo S$S contra a tradi/ão provocara.assa na es0era espiritual 5ue os . Antes dos ro. eles ela veio. caos de perple1idades de .o u. de u.ens ne.ovi.a tradi/ão não si*ni0ica necessaria.assa no pal#o polItico e de opiniMes de . conceito essencial. esta4elecer u.preensão do .edida 5ue a tradi/ão perde sua 0or/a viva e se distancia a . Ks ve2es parece 5ue esse poder das no/Mes e cate*orias cedi/as e puIdas tornaJse . Pelo contrHrio.e. perdido seu poder so4re as .per os *rilhMes da tradi/ão.aneceu o 0io condutor atrav)s do passado e a cadeia K 5ual cada nova *era/ão.ente ro.ais contra ela. .ente depois de 9indo seu a 0i.os nova.alista e co. Esta 4rotou de u. at) o perIodo ro.ar nosso .a pri.ais tirNnico K .enos.entes dos ho.ente ou não. 5ue a )poca . Essa.ento e.oderna estava prestes a trans0or. e0etiva. li*avaJse e.undo e e.

ento 5ue havia. perce4ido o seu . ne. si . sua causa. 5ue sur*e co. seu ineditis. ser 3ul*ados por padrMes . procla. Não ) o resultado da: escolha deli4erada de nin*u). e cu3os .o u. Uundial.il anos.as não c.ais radicais ou ousadas id)ias de 5uais5uer desses pensadores.. de tal .ento polItico.o. ter prenunciado esse evento e. pela estrutura e pelas condi/Mes do s)culo SS ) ainda .ais alto por estare. idade . su3eita a decisão ulterior. e1pulsou a escuridão.&Dstitue. pode. desde Re*el.ento era incapa2 de lidar. as #i6ncias Naturais no s)culo S9$$..inHJlo.a1 polItico nas revolu/Mes do s)culo S9$$$ e desenrola suas i.ani0estas no evento concreto da do.ina/ão totalitHria co.os f`nda prestar ouvidos .preendida .o crian/as 5ue asso4ia. certa. A *rande2a deles repousa no 0ato de tere.:.terror e da ideolo*ia.plica/Mes *erais apLs a Revolu/ão $ndustrial do s)culo S$S J e o . % 5ue os assustava no escuro era seu sil6ncio.es.orais tradicionais ou punidos dentro do 5uadro de re0er6ncia le*al de nossa civili2a/ão.J não pode.ente ocorreu. u. atin*e seu clI. %s.. não 0oi ta. ato deli4erado de sua prLpria escolha. por escapar dos padrMes de pensa. 0ato aca4ado.eira Wuerra..ina/ão totalitHria vão . nossa tradi/ão ) a*ora u.ediante as cate*orias usuais do pensa. n3udar a ilu. 0ato esta4elecido. 5ue veio K e1ist6ncia atrav)s da cadeia de catHstro0es de0la*rada pela Pri.ado 7co.odo 5ue di0icil.es.pouco u. As i.plica/Mes . *overnado o %cidente por . seu prLprio a0asta. especial.. e. cristali2ara.oderna . perdidas no escuro8.a de *overno e do.ente pode.cri. Essa 5ue4ra. . Nesse sentido. es0or/os de *randes pensadores. os 5uais nossa tradi/ão de pensa.ais peri*oso 5ue in3usto.ente os re4eldes contra a tradi/ão do s)culo S$S. não a 5ue4ra na tradi/ão. o evento fssinala a divisão entre a )poca . pode. 5ue.porta 5uão en0atica.as e perple1idades novas co. 5ue4rou a continuidade da HistLria %cidental. cada ve2 . . A ruptura e..o.a nova 0or.undo invadido por pro4le.ina/ão. das .ento da tradi/ão.ente o tenha. .uito al).undo co. E< .oderna.ente. Responsa4ili2ar os pensadores da.undo do s)culo SS. A do..ais de dois . 5uando e0etiva. não pode ser co. E. não i. e.o u.

ente antes de so4revir a ruptura. da tradi/ão. da apreensão e do sil6ncio o.ero pensa. % carHter nãoJdeli4erado da 5ue4ra dH a ela u. 5uadro de re0er6ncia tradicionalB e.o tal. os lutando.inoso sil6ncio anterior 5ue nos responde ainda. isto ).aneira e.ente desenvolvidoB seu *rande .pat)tico.edida e.ente ocorreu.ento unilinear e dialetica. a avassaladora .inoso..eira ve2.enda 0a/anha i.entos e das . dos .os lutando.ento.aSsa dos valores .a irrevo*a4ilidade 5ue so. 5uestionando a tradicional hierar5uia conceitual EE . VierAe*aard. . na verdade. . o o.as e cren/as do passado co. VierAe*aard.as a autoridade de todas as tradi/Mes.#ontra 5u6 esta. 5ue ela podia ser ainda desenvolvida.. Foi ele 5ue. de al*u. todos TE 5uais havia. redu2idos a u.ais e1plicar o 5ue e0etiva.ediato deles 0oi He*el.ente a radicali2a/ão. recla. e altissonante de seu .ais diver*entes.Jse no 0i.)dio. era possIvel. toda ve2 5ue ousa.ais contraditLrios pensa. 0ora. 3a.ais con0litantes autoridades. nunca os pensa.plicava situarJse ele . Uas o trovão da eventual e1plosão a0o*ou ta.ente no interior de u. pela pri.dro su4sptuto para a tradi/ãoB por seu inter. a HistLria da Filoso0ia passada co. capa2es de 0uncionar con3unta. he*elianos na .Por 5u6 esta.)rito estH e.ente pelo 0io de continuidade da prLpria histLria. não para repudiar a tradi/ão co.o no e1terior de todos os siste. e1ata. . A re4elião contra a tradi/ão no s)culo S$S per.as . ao passado da >nica . ter.o u. % predecessor i. so.ente ne*ativas da previsão. a rea/ão assestada contra ela no s)culo S$S por pensadores pode.entos. .ente poderia se preocupar.os per*untar..anecera.os de autoridadeB i.aneceu estrita.4).ento contInuo.o u. Uar1 e Niet2sche situa. Uar1 e Niet2sche per.ais 5ue as e1peri6ncias essencial. não .ente coerente.odo de escrever. 5ue di0icil.plicava ser ele tolhido unica. então. desenvolvi. desenvolvi. novo inIcio e reconsidera/ão do passado.odo. ao nIvel+ do . todo dialetica.es. 5ue radicali2ara. co. essa nova a4orda*e. viu a totalidade da histLria universal co. 5ue v$ra. ne.ente.ao estilo . pode. e não u.entos. sido. Ne. % 0io da continuidade histLrica 0oi o pri. e essa tre. o sil6ncio da tradi/ão.ente os aconteci.

os nos preocupar co.ana su4.al pode in0undirJlhe inter6sse. co.ni4us dll4itandu.as. u. co. al*o velho.as ta. % salto de Uar1 da teoria para a a/ão.0ilisteus educados. Ho3e e. $$$ As distor/ães destrutivas da tradi/ão 0ora..pensar a +perda de autoridade aut6ntica co. e da conte. para a .a *lori0ica/ão esp>ria da+ cultura.eteuJse K autoridade do pensa.oderna 0alta de 0).ens 5ue havia. passado 5ue perdeu sua autoridade.elhaJse a u. Este 0ato pode ser deplorHvel. não apenas e. ca.eiros a ousar pensar se. . u. procurara. os 5uais. .inara a Filoso0ia %cidental desde Pia tão e 5ue He*el dera ainda por asse*urada. dia. Fora. estH a *rande oportunidade de olhar so4re o passado co. . 0ora. est de Descartes.ali*no poderia consciente.o .arcos indicativos de u.ais precisa. provocadas por ho. ou . a e1peri6ncia de al*o novo. E.a inversão e distor/ão da rela/ão tradicional entre ra2ão / 0).o parece. ainda in0luenciados pelo 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico da *rande tradi/ão.5ue do. eles os pri. na ra2ão.a Filoso0ia da HistLria e trans0or. durante todo o s)culo S$S. tido. u.a visada direta 5ue desapareceu do ler e do ouvir ocidentais desde 5ue a civili2a/ão ro.plIcita nele. co. sua su43acente descon0ian/a de 5ue as coisas poderia.po de rugnas 5ue. 5uase instantanea. Deus . e de 5ue u. Uar1 e Niet2sche são para nLs co. VierAe*aard.ente e para se. de 5ual5uer esp)cie 5ue 0osseB não o4stante.a autoridade.. todas elas. Não . i.4).ento *re*o.pre ocultar a verdade das 0aculdades hu.aioria das pessoas.pla/ão para o tra4alho. inerente no de o. haver 0/ito da Ueta0Isica u.ado o 0ilLso0o no historiad&r a 73u3a visada reJ E= . lon*e de ser capa2 de pretender 5ual5uer autoridade.os e. a orienta/ão de nenhu. al*uns aspectos. essa cultura asse. .al. % salto de VierAe*aard da d>vida para a cren/a consistiu e. 5ue tentara.elhor posi/ão. 4e.ente superar e resolver e. não ser co. veio depois de He*el . seu rep>dio pelos . espIrito .anas. esta. Foi a resposta K . olhos deso4struIdos de toda tradi/ão.

a a/ão polItica .ente.o da cren/a do ho. pulando da )g>vida para a cren/a.oderna K reli*ião e. des.ou o assalto da #i6ncia .ente ao pQr a.a ideolo*ia. ao saltar da Filoso0ia para a PolItica.eta0Isico anti*o. 5ue ) puro de cora/ão por5ue in*6nuo. 0indando por perder o si*ni0icado de a. u.odernas.enos 5ue da Filoso0ia J ao insistir e. seus. resultadps possue. u.o o de VierAe*aard 0ora a 0iloso0ia da d>vida de Descartes.transvalora/ão dos valores.4as J da a/ão não . . tornando. ele superpQs a .ana co. 3ul*ar e atri4uir si*ni0icado ao dado.as a Filoso0ia da HistLria de He*el. sua insist6ncia na vida e no dado sensIvel e .H2ov..Platonis.ais. % salto de Niet2sche do nãoJsensual reino transcendente e nãoJsensIvel das id)ias e da .edir.ento. e da PolItica não .arIa.ais claro desta . u. .eras 0un/Mes da sociedade e da histLria.a . con0lito reli*ioso interior. de . desde então.odo 5ue. desde 5ue seu tra. seu .ais dependente 5ue nunca da5uilo 5ue ho1e cha. e teve 61ito unica. acreditavaJse devere.o invertido de Niet2sche. no conte>do e inten/ão.enJ E! . Uar1. Al).as prLprias d>vidas e co.poli. por oposi/ão Ks id)ias ..os u.. de Platão. 5ue era. co.ovi.ente co.aterial. tradi/ão de ca4e/a para 4ai1o.a e1peri6ncia reli*iosa sincera so.a/ão+ do a4surdo tanto da condi/ão hu.oderna situa/ão reli*iosa 5ue o 0ato de Dostoi)vsAi.o idiota.supraJsensIveis e transcendentes 5ue. Por .ais dIspares 5ue se3a.inou no 5ue ) co. não a 0iloso0ia do sentido .ento não do ser e da verdade J revelarJseJla a0inal. tão especi0ica.a si. .ento na violenta a0ir.o invertido.ilaridade pressa*a: VierAe*aard. transportou as teorias da dial)tica para a a/ão.o diria ele prLprio. Não hH sinto. talve2 o .lei da HistLria. ou . . ter. do . % platonis. o rela1a. ter retratado a 0) pura no carHter de UIshAin.ento deste tor. trou1e a d>vida K reli*ião.enos 5ue do pensa.ente pareceu possIvel na tensão entre a d>vida e a cren/a.ais vivido psicLlo*o das cren/as reli*iosas . na tortura das prLprias cren/as co. K PolItica.u. essas re4eliMes contra a tradi/ão.e.ais teLrica e .edida para a sensualidade da vida. era.trospectiva T1 si*ni0icado do devir e do . trans0or. 0oi a derradeira tentativa de se li4ertar da tradi/ão. ou de Alioscha Vara.

ed.undo verdadeiro.os o . . inco.undo das apar6ncias. e.as K realidade da vida . ) relevante para todas as opera/Mes de viravolta nas 5uais a tradi/ão encontrou seu 0i. e Niet2sche. .e/o e princIpio. nossa tradi/ão. Uuni5ue.eros. sua i.patIveis co. autoderrota não ) ra2ão para 5uestionar a *randiosidade da e.as. K sua .undo . &ue essas tr6s notHveis e conscientes re4eliMes contra u. r =?.preensão do . não por5ue essas oposi/Mes tivesse.a tradi/ão 5ue havia. . todos os seus aspectos. co.ar a di*nidade da+ 0) contra a ra2ão e o raciocInio . e1ata. talve2R .presa ne. Sch1echta.o 5ue a .. E.ana contra a i.undo restouR % . ao contrHrio.e. V.ente. .undo das apar6ncias. assi. 0oi o pri.o Uar1 dese3ava rea0ir. ao contrHrio.plicidade.es. a di*nidade da vida hu.erun*. Uas não` ^unta.ento a4ran*ente parecia possIvel.odernidade se houvesse revelado plena.os o . conta a5ueles tra/os da .ar a di*nidade da a/ão hu.transvalora/ão.o inerente.ado de niilis. % VierAe*aard 5ueda era a0ir. levou e. 0ora dos 5uZis. contudo. e isso antes . conceitos.odernas. vai. Niet2sche. . não Ks.oderna co.ana vHlida. As tradicionais oposi/Mes de 0ides e intelectus e de teoria e prHtica vin*ara.ente co..odernidade 5ue era.eiro a tentar superar o niilis. nenhu.oderno.entar si. o sensIvel perde sua prLpria raison d+ 6tre 5uando privado de su4strato no supraJsensIvel e no transcendente. % 5ue ele desco4riu e. sua ele. 0oi 5ue. desco4ertas cientI0icas especIJ 7E8 9er Woet2endae. perdido seu arAh).NLs a4oli..odernos. #ada tentativa. sua tentativa de . o ..oderno. Niet2sche não era nenhu. no/Mes dos pensadores.aneira particular. no entanto.o oposi/ão entre o transcendente e o sensivel.pati4ilidade da #i6ncia . VierAe*aard sa4ia 5ue a inco.pla/ão e a relativi2a/ão histLrica .te cha. dentro deste 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico. 0indado e.E Esse insi*ht. tornado .ente co.pot6ncia do ho.o. tenha. niilista. EG .ente dado vin*ouJse e. a4oli. por5ue se havia. as cren/as tradicionais não repousa e. e.oderna.undo verdadeiro: 5ue .as.l$.ente e.Jse. VierAe*aard e Uar1. pensa. . respectiva.ana contra a conte. seu co. ainda rag2es na e1peri6ncia hu.portNncia para a co.

todas elas.ado das Revolu/Mes Francesa e $ndustrial. Yuri5ue. 5ue a verdade ) o 5ue se revela. >lti.Jse no a4surdo 5uando VierAe*aard tentou rea0ir. 5ue. . 7!8 Re0iroJ.pati4ilidade repousa. elevara. nas palavras de Uar1.onia co. ser capa2es de rea0ir. p. espIrito de d>vida e descon0ian/a 5ue.o a reli*ião.odernas condi/Mes polIticas repousa no 0ato consu. 1 ??.desvela. ao +*rau .a instNncia. não pode con0iar na capacidade de sua ra2ão ou de seus sentidos para rece4er a verdade. e. e.e. e. e da di*nidade inata de todo ser hu. a s1Bla ess6ncia. virtude de 5ue 3a. As cren/as tradicionais desinte*rara. J aJlltheta. seu verdadeiro ser K ra2ão e aos sentidos hu.e a5ui K desco4erta. suas versMes . vol.oderna. apoAHl.ou . ini. e visto 5ue ela sustenta. Uar1 sa4ia 5ue a inco. o tra4alho. har.psis na Se*unda 9inda8 !. ser.i*o da reli*ião e.H1i.o de produtividade e pretendera.a reli*ião revelada.ente nas asser/Mes idealistas da Ji*ualdade do ho. 0eita por Heide**er.as reli*iosos e a4sorvidas por cren/as reli*iosas. a Filoso0ia anti*a. Dt' P7apltal. so. essencial. no entanto.ais serão capa2es de responder Ks 5uestMes 5ue a reli*ião levanta. con3unto. E . ser tão di0erentes 5uanto a al)theia e a d)losis o são das esperan/as escatolL*icas dos cristãos pri. A #i6ncia . siste. as 5uais pode. tradicional. antes.odernidade to. l'. e a tradicional conJ+ 0ian/a incondicional no 5ue 0oi dado e aparece e. e.HJlas so4re a hipLtese de 5ue o ho.ente .ente. de 5ue a palavra *re*a para desi*nar verdade si*ni0ica literal.e. E.ente a . G!T.oderna at) .ais despre2ada de todas as atividades hu. u. Sa4ia 5ue a 5uestão era colocada apenas super0icial. e resJ 7=8 E. su3eitouJa a d>vida e descon0ian/a.oderna to.ar o ideal de li4erdade so4 condi/Mes inauditas de i*ualdade universal.=.ouJse u.seria sup)r0lua se a apar6ncia das coisas coincidisse co.0icas de 5ual5uer esp)cie. a tentativa de VierAe*aard de salvar a 0) do assalto da . Dado 5ue nossa reli*ião tradicional ).ento.anos.itivos de u.es. isto ). 5ue a verdade e a revela/ão 7ainda 5ue os si*ni0icados dessa revela/ão possa. Ele sa4ia 5ue essa inco. inte*radas e.ento polItico clHssico e as .pati4ilidade entre o pensa. no con0lito e1istente entre u.ano.anas.ais racionalistas.ente pode acreditar na5uilo 5ue ele prLprio 0e2. poderia ser. a #i6ncia .

si*ni0icado autQno.pati4ilidade entre as . do 4e.edidos e reconhecidosB tornaJse u.a de 3usti/a 5ue pudesse ser resolvido concedendo K nova classe de tra4alhadores o seu direito. isto ). .a .o. esta4eleceadoJas co.es. 5ue esti. ser . tais co.o e0ici6ncia ou poder. do tra4alho o sI. 9alores são 4ens sociais 5ue não t6.)rcio. .oderna.pre 0luida relatividade das rela/Mes sociais e do co. Atrav)s dessa relativi2a/ão. produ2 para seu uso co. % detentor de valores pode recusarJse a esta troca e se tornar u.e.e/ou por su3eitar ta.o unidades transcendentes para identi0icar e . .a o valor do .as e. apLs o 5u6 a velha orde.idealista. 5ue dissolvera todas essas nor.ente restaurada e 0uncionaria co.as. usa e 3ul*a.não se pode a4olir a Filoso0ia se. Entretanto.ar 5ue . por). nada torna o .4e.Jse entidades de troca. relaciona.odo super0icial atrav)s da conces. ao procla. tradicionais. so.udan/a decisiva: torna.valor. 0: do i.lei 0)rrea.e.4olo .atica. co.anas. a li4erdade da produtividade.. cui5ue seria auto. e a sociedade .oderna.ercadorias.enos relativo. e1iste.o os padrMes con0or.al pode.anas. pro4le.o no passado.a do valor da e0ici6nciaB isso.e.valores. 5ue produ2..e os 5uais ele vive so0re. HH o 0ato da inco. 5ue viu o tra4alho elevado para e1pressar a li4erdade positiva do ho. das 0or/as produtivas na sociedade.o da necessidade.ente na se. aci. K .e. 0uncionais. co.ento ao ine1orHvel despotis.e.ento 0ilosL0ico.o da su3ei/ão do ho.pati4ilidade 4Hsica entre os conceitos tradicionais 5ue 0a2e. sur*e da inco. 5ue Uar1 visou salvar o pensa. do suu. e o portador de seu .pacto do tra4alho. co.edir pensa. valor 5ue pode ser trocado por outros valores. 5ue havia.4ros. Não se tratava de u.. padrão pelo 5ual o 4e. perde seu carHter de id)ia.o . são do direito de voto aos operHrios. reali2HJla.. e. tanto as coisas 5ue o ho.o outras .entos entre seus . u.. da necessidade no sentido tradicional.id)ias.o a teoria do valorJtra4alho de Uar1.4). ) a sociedade e não o ho. destinado pela tradi/ão a ser o n>cleo de todas as atividades hu. o pensa.4e.valor. sido utili2adas co. K necessidade e a )poca .pondida apenas de .entos e a/Mes hu. % . A desvalora/ão dos valores de Niet2sche. e o . =T .

cit.o e >nico . não .ento das #i6ncias Sociais pode ser locali2ado no instante e. e sua insist6ncia ... o ter.e. e as produ2e.ercadoria de valor i.valor de uso. seu relaciona. e seu valor na sociedade. .ente desperce4eJse 5ue e.. p.a .o antes de Uar1...a i. deve sua ori*e. Yuri5ue. estava inteira.. .o .o os ho. E: portanto natural 5ue a 5uestão e. sua 0re5:ente descri/ão do sur*i. e não as coisas.5uadratura do cIrculo J encontrar u.ediante o 5ual .aior autenticidade dos valores de+ uso.a esp)cie de pecado ori*inal no princIpio da produ/ão . desa.torna.o u. nas palavras de Uar1. de 5ue os produtos .visto e. onde encontrar o valor supre. e5uacionavan1Jse a valores.i .o o43etos .ho.er*6ncia Uar1 pro3etou na sociedade se. A no/ão de . isola.a ocasião anterior K incipiente Revolu/ão $ndustrial ad.. *eral.valor.ento produ2 valores. o 4onu. de 5ue nin*u).edir todos os de.ercantil re0lete seu prLprio reconheci.es. as 5uais.ais.ais.alu.parado e hco. tanto . e o . 5ue todas as coisas.odo 5ue tudo derivasse sua e1ist6ncia da sociedade e 0osse a ela relacionado.ento do valor de troca co.ia clHssica.5ue e1iste. =1 . os valores.enos 5ue os o43etos tan*Iveis.o K .. nenhu.icas. da inevita4ilidade de u.ento.eira ve2 nas #i6ncias EconQ. re0lete a distin/ão entre coisas tais co.ento social.ateriais. 7G8 %p.id)ias.inente .ens sociali2ados..ar1ista.utHvel 5ue servisse de padrão constante para as de. .ente e1plIcita na ci6ncia relativa. % nasci.4ara/adora 5ue assolou todas as . Na disputa so4re se a 1TntZ de todos os valores ) o capital ou o tra4alho. de tal . =G .ento.G Sua distin/ão entre .itiuJse sere.ens as utili2a.e. es5uecido desde então pelas #i6ncias Sociais. cu3a e. ) de 0ato o pressuposto su43acente tanto K Econo.Jse valores so.visto e. Uar1 era ainda cQnscio do 0ato.desvalori2a/ão de todos os valores.o 5ue ce*o.ente e. posteriores. K sociedade e não ao ho. isola. tentava. o resultado da capacidade+ produtiva do ho. classes 0utura.Filoso0ias do valor. ou relacionava.ia clHssica co.valor de troca. desco4rir a . K tend6ncia sociolL*ica 5ue. co.ente nova da Econo. devesse aparecer pela pri. e .Jse todas as coisas .

As id)ias no sentido de unidades a4solutas se havia. u.o da . onde re. ele era 4e. &uando. sua pTsi/ão social.8.a ve2 contestado seu carHter de valor.ente na sociedade do s)c>lo SS.utilidade natural. 5ue valores de uso . tra4alho não t6. co. sua .eiro a tornarJse presa das l$usMes 5ue ele prLprio au1iliara a destruir. E 5uando Niet2sche procla. #o.ento e não . sido se. ao aceitHJ1T co.ples.4ora retenha. supersti/Mes cientI0icas *erais e 5ue 3a.ais 3ul*ar por haver perdido seus padrMes de 3ul*a. = !J= G. i.ais novos.os vestI*ios destes padrMes a4solutos. a despeito de todos os protestos e.tra4alho o43eti0icado++.Uar1 acreditava haver encontrado esse padrão no te.ais.ou haver desco4erto . essa conclusão che*a..B ela não representa . a Cert0reie @issenscha0t. por). 0oi o pri. seu assalto K tradi/ão. e'.ais podia achar a verdade por duvidar da e1ist6ncia da verdade.valor nulo. a atitude sine ira et studio dos historiadores ro.plica/Mes de todo o e. contrHrio.ente se . disso. Pois en5uanto os >lti.o .valor. despre2o e a 4usca da verdade se.ente poderia produ2ir resultados si*ni0icativos se a4andonasse os >lti.u.anos. as i.preendi.. nillis. aceitando a velha 7 8 %p.. consciente do pro0undo a4surdo da nova ci6ncia . co. cienti0icis. 7e.inisc6ncias e id)iasJ do passado são a.ento rapida. 5ue lo*o de*eneraria e. valores sociais a tal ponto 5ue si. pp.os ao li.o se houvesse.ani0estara. valor de troca.e/ou a desvalori2ar os valores correntes da sociedade.valores novos e superiores..inhar pelas trilhas tortuosas do la4irinto espiritual . Nin*u). 3uI2o se. de tal .livre de +valores.a eZ co.iar de u.ontoadas co.Z po de tra4alho.us e1i*ia. Niet2sche parece ter sido incQnscio tanto da ori*e. ser ad5uiridos se. 2elo.o radical.. 5ue não podia .ente dei1ara. identi0icado co.a*inou 5ue so.pre valores 5ue a sociedade depreciaria toda ve2 5ue necessitasse de arti*os .elhor 5ue Niet2sche sou4e ca.al conhecida pelas re4eliMes do s)culo S$S contra a tradi/ão e 5ue sur*e so. a esta ne*a/ão de tudo o 5ue ) dado ainda . =F .oderno. co. e insistiu e. Al).odernidade do ter.5ue pode.o no/ãoJchave e..odo 5ue a prLpria terra possui . teve coisa al*u. de e1istir u..o e e.elhores e . .

a*ens e analo*ias co.a de 0or/a de tra4alhoB e Niet2sche insiste na produtividade da vida. seus aspectos .ar o ho.al rationale. E.o invertido. i. sentido e =? . consiste e. dos opostos J 0ides contra intellectus. sL poderia se reali2ar por . e .ental cu3a .a opera/ão ..ente de .a: contra as pretensas a4s.a.ina a tradi/ão pMe.anente. inversMes e coloca/ão dos conceitos . a relatividade e interca.elhor descri/ão são as . saltos. co. HooA8. do outro J. tra/Mes da Filoso0ia e seu conceito do ho. resultado de todos os tr6s desa0ios K tradi/ão no s)culo S$S. A asser/ão . e Niet2sche entende sua. de seu salto da d>vida para a cren/aB Uar1 pMe He*el.e. sua .. ou antes .e. duplo sentido. a vida e o a.eio de u. $9 A derrota autoJin0lin*ida. u.e. 0oco o princIpio e.entares cha.i. 0iloso0ia co.es. ) apenas u.uta/ão de todos os valores.os da tradi/ão. nos ter.ente tra2 K lu2 o oposto repudiado e .ais super0icial.no/ão tradicional da . deles 3a.pleta independ6ncia u.4ialidade dos valores para %s prLprios te.o e insistente te.or do ho. sua 0or/a ativa e produtiva.e.es.a 5ue a hu.portante ) o 0ato de cada re4elião parecer concentrarJse so4re u. 5ue e.. 7Sidne.ais u. dessa .a. As opera/Mes de reviravolta co. 5ue ter. e. e..presa. vida sensIvel e perecIvel contra verdade per. e .aneira.utHvel e supraJ sensIvel J necessaria. concreto e so0redorB Uar1 con0ir.ca4e/a para ci.ais e conclugra.ais nova e hedionda 0or.edi/ão co.anidade do ho.Platão e toda a tradi/ão platQnica.ais ele. prHtica contra teoria. co. na vontade e na vontade de poder do ho. saltando .platonis. e.do reino da necessidade para o reino da li4erdade.. nova.a das coisas. . ani. unidades transcendentes. Uais i.u.a de u.a ve2 transportando.as cu3a a4soluta di*nidade ele 5uisera a0ir.e.: VierAe*aard 0ala. talve2 a . Uar1 e Niet2sche t6.o .ais sou4e da e1ist6ncia dos de. 5ue VierAe*aard. co. VierAe*aard 5uer a0ir.o u.trans.ente t6.ar :J o poder. nenhu.4os so.ostra 5ue a. K sua e1ist6ncia terrena.de ca4e/a para 4ai1o. 5ue a e.

sua oposi/ão.a estLria co.orti/a do 0o*o Zrti0icial. de dei1ar o reino das ess6ncias eternas e nova.eles apenas possa.ero corresponde. por ele narrada J co. e1i*idas por Platão apenas do 0ilLso0o.ental na parH4ola da caverna. 3H a3ustados K lu2 .o as verdadeiras e eternas ess6ncias das coisas na caverna. disso.a*ens da caverna e o Hades 7os so. co.ina as coisas na caverna tais co. .a perda de sentido e orienta/ão: os olhos acostu. onde u.eira e *rande opera/ão de virar so4re a 5ual todas as outras se 4aseia. #ada u. ver diante de si.ina as id)iasB 0inal.ente. irreais e insensIveis .a pri.4rios.odo *eral na violenta pol6. Por trHs dessas reviravoltas. >lti.a outra inversão indicada de .eiro livro da %diss)ia.e. Al). dos ha4itantes li4ertaJse dos *rilhMes 5ue acorrenta.o u. são o0uscados pela lu2 5ue ilu.4ras e i.as 0undaJse e. na constru/ão da estLria co.pernas e pesco/os.ados Ks so. onde as id)ias aparece. .ero e a reli*ião ho. por esta4elecer ela os opostos e..o se 0osse u. . para 5ue . rea3ustarJse K o4scuridade da caverna.ante da verdade e da lu2..pido.o pri. se*undo lu*ar. e.os de tais opostos não ) al*o L4vio.a esp)cie de r)plica e inversão da descri/ão do Hades 0eita por Ho. % paralelo entre as i. de Platão. os olhos a3ustados K lu2 do sol deve. 5uando u.e/o e 0i.inadas pelo sol.eira revirclvolta ) o peria*o*u6 t6s psiAh6s.o real. cu3H tensão se . HH.4rias apar6ncias do anteparo são o0uscados pelo 0o*o na cavernaB os olhos.a*ens das coisas aparece. a reviravolta da caverna para o c)u lI. pensar e.)rica e. ver e Ks id)ias 4rilhar. a reviravolta de todo ser hu. a id)ia das id)ias. 5ue possi4ilita ao ho. particular. Essa pri.ove a tradi/ão.B a*ora.a destas reviravoltas ) reali2ada por u. e. e.eira reviravolta te.si*ni0ica/ão e.ens .ortais.ovi. ele se volta para o 0undo da caverna. lu*ar na prLpria caverna.a instNncia. hH a necessidade de volver K caverna. ter. 0o*o arti0icial ilu. tr6s etapas: a pri. e não apenas u.ano.ente.ente são. A Rep>4lica.over no reino das coisas perecIveis e ho. co.ente se .a opera/ão . K =< . ilu. a. A estLria da caverna desdo4raJse e. e.ero no d)ci. encontraJse u. colados os seus olhos K tela so4re a 5ual as so.ica de Platão contra Ho. u.entos das al. suas .as no Hades de Ho. Final.

o uso 0eito por Platão das palavras eIdolon.inados.undo de id)ias 71T8 Ta.orte no su4..a*e.eio da 5ual tudo 5ue se acreditava.a reviravolta por . .ero não virou real. a terra ) co.o o HadesB i.e K reli*ião ho.ento de Platão.ente por ra2Mes polIticas 5ue Platão esta4eleceu sua doutrina das id)ias na 0or.ero para a descri/ão da vida apLs a .eroB .orte. visto 5ue a dicoto. estar con0or. i*ual no . i.era so. o c)u e o sol.ento da 0iloso0ia na Anti*:idade tardia nas vHrias escolas 5ue se co. u. ..undo ho.os e vive.undo in0erior do Hades houvesse ascendido K super0Icie da terra 1T.posi/ão.as.a. 11. u.)rico.posi/ão. 1 E=. sua tradu/ão anolada de A Rep>4lica.a*ens e so.4iente das al. % desenvolvi. F?T. lu*ar e.ente Ho. so.udan/as de 6n0ase entre dois ter. Uas .4). 5ue são as palavrasJ chave de Ho.)rica ori*inal. 7Nenhu.essa inversão de Ho. ou de ca4e/a para 4ai1o ou de ca4e/a para ci.ento. E.enta.os opostos. riorB co. certo sent$do.o se Platão estivesse lhe di2endo: Não ) a vida das al.ia na 5ual tal opera/ão pode ter lu*ar ) 5uase tão alheia ao pensa. não o a. e sAIa. co.ero.undo in0eJ . A inversão da .inadas pela prLpria estrutura conceitual. U. a vida dos corpos 5ue te.o invertido pudesse levHJlo de volta a . ho.as si. ho.os 5ue partir na . portanto.as as id)ias vistas e apreendidas pelos olhos da . NeC DorA.as si.odos pr)JplatQnicos de pensa.8 Foi unica. a peria*o*u) de Platão 0oi u. possi4ilitadas pela separa/ão platQnica de u. e. na Wr)cia anti*a.os e do 5ual te.o ao .a #averna ) co.)rica ) L4viaB ) co.o se.undo. .as incorpLreas.4ras são os o43etos dos sentidos corpLreos.a reviravolta da tradi/ão.ente pensou 5ue seu Platonis.undo e.parada co. \ co. =E .4atia. reviravoltas e .ente. e este parece ter sido o erro de Niet2scheB ele provavel. F.undo de .as incorpLreasB o verdadeiro e real ) não o . 5ue nos . esta4eleceu o 5uadro de re0er6ncia no 5ual tais opera/Mes não são possi4ilidades 0or/adas. 5ue não operava ainda co.parHvel 11T Hades. pode condu2irJnos K .ovi. ao 0a26Jlo. .o opostos predeter. co.o se o . predeter.)rica veio a postarJse de ca4e/a para 4ai1o. #orn0ord su*ere 5ue . 0anatis.undo pr)Jcristão. . u.4ria apar6ncia do . consiste e.a inversão de Ho.i*norNncia e inconsci6ncia dos corpos na caverna8 ) ineludIvel por ser su4linhado co.a de u.4ra.

o u. durante certo te. entre pensar e ser. pudera. Para He*el. .. interna dos eventos naturais. *overnando ao .porNneos.o 5ue Descartes a4rira entre o ho. alcan/ava ..vi.eiras e1pressMes na perple.o verdadeira. deles tivesse sido possIvel se.eiro e1e.ente verdadeiras.portNncia 5ue se i. co. ocorreu: he*elianos de direita e de es5uerda.plo ao voltarJse da caverna para o c)u.at)ria e pensa. entre conheci.o e idealis.4ora e. % pressuposto 4Hsico de He*el era 5ue o . A si*ni0ica/ão dos desa0ios de VierAe*aard.aterialista.a lei universal.ciasse esse .aterialistas.es.ento. . u.o te.o se havia. duas escolas con0litantes de pensa.po a ra2ão e os ne*Lcios hu.ovi. 0inal. todo coerente e e. u.icas 5uanto a de seus conte. Z+.e.ento. Ele prLprio dera o pri.ais radical 5ue a i.o res e1tensa.po.inar o cenHrio 0ilosL0ico. desenvolvido a partir do conceito ori*inal de Platão.uito in0erior.oderno encontra suaZ pri. Uar1 e Niet2sche K tradi/ão J e. idealistas e .a cisão e.vi.ento dial)tico da prLpria . Se Uar1 houvesse sido si. cru2ar o a4is. autodesenvolvi.o.onstrado u.aterialis.anos e a .es.ento dial)tico do pensa.o. de He*el at) o chão. e.ovi. a proe2a sint)tica de He*el e sua concep/ão de HistLria J estH e.o. 5ue trou1e o .ra2ão.era e tão adstrita a discussMes acad6. não teria *rande i. cu3a coincid6ncia a Filoso0ia pr)Jcartesiana de0inira co.ento e realidade.es.ento as diversas tend6ncias da Filoso0ia tradicional. Ele esperava assi.eras opera/Mes de .ento ) id6ntico ao . He*)l pretendia 5ue a desco4erta do .4ora nenhu.uito .ento do ponto de == . suas 0atIdicas oposi/Mes entre sensualis.o e espiritualis.e. .idealis. e. % desa4ri*o espiritual do ho. 5ue constitue.ento dial)tico co.ento. He*el acreditava haver de. de0inido co.o e transcendentalis. u.o i.ovi.o.eterna. reuniu e. derradeiro e *i*antesco es0or/o.ente.pQr de ca4e/a para 4ai1o. Uediante a introdu/ão do espIrito e sua autoJreali2a/ão no .o res co*itans. e . nIvel .plicada nas . &uando He*el. do. e o .a .ais ainda 5ue u. tais co. sua in0lu6ncia teria sido tão e06.a reviravolta . portanto.a identidade ontolL*ica entre . de0inido co.o.ples. a .era correspond6ncia entre intellectus e res.at)ria.undo.ente u. 1idade cartesiKna e na resposta pascalina.o.anentis.

tanto 5uanto He*el era u.o Uar1 o aceitava. ou 5ue se escolhesse co.o ponto de partida a . cu3o espIrito ) e1presso na 0iloso0ia cartesiana da divida e da descon0ian/a.issa.aterialista dial)tico. . nova.e. 5ue e. o 5uadro conceitual da tradi.ente u. e nature2a 11.idealis.o.o u. para colocHJlo de outra 0or.oderna.ente e. estado inse*uro. 5ual ) a 5ualidade especi0ica.o..itir 5ue a di0eren/a entre a vida hu. e co. ser natural dotado da 0aculdade da a/ão 7ein taeti*es NaturCesen8.ente hu. 5ue.o.at)ria. especial. Uar1.essencial.a instNncia perce4ida apenas no ver . >lti. . torna os ter. não pQde ser sustentada 5uando a #i6ncia se tornou ativa e 0e2 para conhecer.aterialis.ovendoJse e.ia entre conte.pla/ão e a/ão.ana e a ani.inava ser a verdade e. desprovidos de sentido en5uanto siste. dado ...eta4olis. seu . =! .. co. tornaJse consciente de si .ovi.ente per*unta.udo e inativo. consciente disto e sa4e 5ue seu rep>dio K tradi/ão e a He*el não 3a2 e. .o.a lei universal.espirituali2a/ão. e sua a/ão per.. se3a .vista da consci6ncia. F!<. 5ue as coisas aparece. eri*ir siste.8 E. 4ase nesta ou na5uela pre. &uando desapareceu a con0ian/a e.e.a. ) essencial.ente espIrito.eiros escritos.. o ho. vai ao cerne do pro4le.B não pretende. 4e.e.o entre ho.aB todos 5uestiona.ateriali2ar. Uar1 não era . Desde o ascenso da #i6ncia .. o conceito de verdade 7 118 9er ^Xl*endschri0ten. A dicoto.anas. 7NotaJse 5uão pouco Uar1 duvidava destes princIpios de seu .ento dial)tico..ente são.idealista dial)tico.as 0ilosL0icos. por5ue ela consiste no tra4alhar J o . ) 4e.os .anece .a da consci6ncia de classe na HistLria.estre pelo papel por ele atri4uIdo K autoconsci6ncia na 0or. sua recusa a ad. seus pri. o ho.aterialis. Sua reviravolta.o a hierar5uia tradicional 5ue deter. co.. a tradicional hierar5uia das aptidMes hu. ou. ou pensa. co. se*undo conce4ido por He*el co.o a de VierAe*aard e a de Niet2sche. nas palavras de He*el.as e.B o prLprio conceito de .as ou @eltanschauun*en co.o real.a.es. Uar1.e/a a se . dire/ão K .natural. p. outras palavras.entoB 5ue.e.ento co.al se3a a ratio.ana do ho.+B+lo te. Para o 3ove. e .

Vant. co. não o4stante re*istrasse o escureci. sua interca.o .eiro.uda con0or.oderna tenha privado de u. Pelo .undo eo universo. u.preendidas8 aos . sido para Platão apenas e.ho..0uncionar. apLs a prioridade da ra2ão so4re o a*ir e da prescri/ão .pre .o u. ou . a teoria cientI0ica .e os resultados 5ue produ2 e 5ue depende. 0inal. dos assuntos pu. siste. não do 5ue .Inio polItico: padrMes e .as dadas K ra2ão e aos sentidos.a/ão cu3o sucesso pareceu provar 5ue os 0eitos e arte0atos do ho.oderna.ente.ens. co. Estes valores. São estes ho.anos 5uotidianos. suas re*ras K ra2ão J.pido onde a5uelas id)ias. outrora havia. era para P$a tão .revela.en5uanto revela/ão tornouJse duvidoso e. nunca aventurarJse por conta prLpria e.ais si*ni0icou u.. suas se.undo e e. Deus revelado. ao inv)s disso. são as >nicas . en5uanto verdades. ele.undo pela Revolu/ão $ndustrial J u.e.ente raciocinante do ho.as do 0ato de . u. essas id)ias tornara.ento 4astante real ) re0letido e prenunciado no pensa.uitas outras entidades.4ia4ihdade e per.entares caracterIsticas ] o insinuar do espanto 0ace ao 5ue ) co. ele não se desvencilhou de 0ato das id)ias de Platão.udou de si*ni0icado.utHveis necessidades 0uncionais.a caverna. para sua validade. =G .uta4ilidade. seu poder autQno.teoria. prescreve. as id)ias platQnicas perdera.ento do c)u lI. 5ue ) u.ens 5ue decidira.ento polItico de Uar1.ental de re*ras so4re as a/Mes dos ho.. Não .o aparece.inar o .edidas. .ais dei1ar a5uilo 5ue. . ou as 0or/as li.o de ilu.a/ão de todo o .condicional e. A se*uir. co.id)ias. rela/ão ao do.a vida 5ue talve2 a u4I5ua 0uncionali2a/ão da sociedade . tornara.a trans0or.itativas e re*'ladoras da .o processo.Jse.ens. não 0ora.eros valores cu3a vaudade ) deter..a de suas .as pela sociedade co. 3a.ente conectadas 5ue. $nvertendo a tradi/ão no interior de seu prLprio 5uadro de re0er6ncia.a hipLtese de tra4alho 5ue . construIdas . assi.ada não por u. u.o ). . Estedesenvolvi.ais ele. sido visIveis aos olhos dos ho.a de verdades ra2oavel. .e. todo e. a 0) . TornouJse. .es. Pri. dei1adas 7e por eles co. e.uitos ho. A no/ão de .Jse a5uilo 5ue havia. e..ens sociali2ados.ens ter sido perdida na trans0or.

as de i. a di0iculdade pode ser resu. dependendo da solu/ão escolhida.possIvel conce4er a li4erdade ou o seu oposto 5uanto entender a no/ão de u.ais si.a e.possi4ilidade lL*ica de tal . QUE É LIBERDADE? bevantar a 5uestão J o 5ue ) li4erdadeR parece ser u.odo 5ue. sua 0or. K nossa espreita para 0or/ar o espIrito a dile.a .o se velhas contradi/Mes e antino.o a contradi/ão entre nossa consci6ncia e nossos princIpios 1GG . cIrculo 5uadrado.ples. \ co. se torna tão i.presa irreali2Hvel. E.4.ias estivesse.ida co.

na 5ual nos orienta. crit)rio de li4erdade: si*ni0ica . u. eu pri.o da introspec/ão.o. tanto da inspe/ão pelo nosso prL1i. 5ue decisMes são to. 7e.era.ente 3a. o princIpio da causalidade.ente das 0or/as da nature2a.a.ples n>. co.ento a respeito desses o4scuros te. . por contrapartida. te. se hH porventura u. na suposi/ão de 5ue at) .#ausation and Free C. e.es.ais aparece de . 5ue nos di2Z.ento. a verdade não .otivo co. 1. The NeC Science. su3eitas a causa/ão.undo e1terno.Inio prLprioB pois . e de 5ue.o causa do . con0or.adas e 5ue 3uI2os são 0eitos. nLs .anos.os de acordo co. E. pelo si. o .4).a 4ele2a clHssica e. :e: por isso 5ue a li4erdade se revela u.a verdade evidente por si . por5ue os . . possue. especial nas polIticas.a anHlise.plicidade e clare2a nãoJsi.ira*e. isto ). todas as 5uestMes prHticas. 1 E 8.penha na nature2a. sua si.pll0icadora. e ) so4re essa suposi/ão a1io.o co.os a li4erdade hu. procede.previsi4ilidade prHtica não ) nenhu. do nihil sine causa.4ito dos assuntos hu. e. Deve. .os. 3o*o.o u.ente seu do. distinta.unidades hu. na es0era . e a nossa e1peri6ncia cotidiana no .Htica 5ue as leis são esta4elecidas nas co.plicados.o .ente livre e.os u.ais passIvel de averi*ua/ão por parte das 0aculdades interiores e dentro da Hrea da 718 Si*o Ua1 P^ancA. parte.orais. 1G .enos evidente do nihil e1 nihilo..es. conhecidas J não pode ser aplicado ao N.ental. e isso.as essa i.os e.as a Vant e a seu discerni.idade co.a parte 5ue a 0or/a dese.os capacitados a che*ar al*u.ente 5ue não esta.anos.aria. >lti..otivos hu.o a causa da conduta.os livres e portanto responsHveis.ento de 5ue a li4erdade não ) .er4 de 0atores i.ento e.undo 0eno. :e: verdade 5ue o teste da causalidade+a previsi4ilidade do e0eito se todas as causas 0ore. E. ainda são ocultos de todos os o4servadores. *rande esclareci.Qvi. e.anas. nunca pode se tornar o43eto de veri0ica/ão teLrica.nossas prLprias vidas são. 5ue so. e e. te. portanto. 5ue a Psicolo*ia procura a5uilo 5ue ) suposta.pos de es0or/o teLrico e cientI0ico.es..ana co.6nico e. por5ue os dois ensaios. todos os ca.odo claro no .a . no . NeC DorA.as ta. ele certa. escritos do ponto de vista do cientista. dia a se5uer conhecer todas as causas 5ue entra. pelo contrHrio.

opondo o dita. 5uer no ca. ) assa2 en*enhosa e pode . .inar a .as o prLprio pensa. 5ue ) na prHtica i. .ediante a 5ual eu perce4o a . Vant salvou a li4erdade deste d>plice assalto atrav)s da distin/ão entre u.ia entre #i6ncia e :atica. e o princIpio Zausal 5ue re*e o .portantIssi.po da percep/ão interior .ais peri*osa di0iculdade.i.ente estranho 5ue a 0aculdade da vontade.e da vontade ao entendi. Essa solu/ão.o e.os e co. tornando assi. causalidade operante na nature2a e no universo. e1peri6ncias cotidianas nas 5uais tanto a :atica 5uanto a #i6ncia t6.a cate*oria do espIrito para ordenar todos os dados sensoriais. lado. a antino.otiva/ão interna.ento. seu ponto de partida.a pr)JteLrica.era. deva a4ri*ar a li4erdade.as repousa e.ente a u.undo 0eno. por u. #onse5:ente. por outro. Se3a ou não a.4as i*ual. ele parece cair so4 o do.ais aparece no .preendido so4 a hipLtese de ser.6nico. 5ue re0leti.o. nada in0erior K das leis naturais.aior e .ento.ento de u. :a 5ue.a . Uas ela pouco contri4ui para eli.ente a1io. os 5uais conhece. 5uer no .a dicoto. i. não di2 respeito . no .a teLrica co.os o . .ento pr)JcientI0ico e pr)J0ilosL0ico.os u. se3a 5ue.os so4re u.encionar o 0ato de 5ue deve parecer real. tanto . 0a2er co. suas respectivas Hreas.es.Hticas e. o 0ato ) 5ue ela constitui u.e. ato 5ue 0oi e. 5ual5uer 5ue possa ser sua nature2a.por e.e1peri6ncia interna do 5ue pelos sentidos co.portaZte ter e. a*ente livre. Não ) a teoria cientI0ica. cu3o centro ) a vontade livre.andar.a lei .o.undo. . pelo 5ue ) i.ente. 5ue ) o prLprio pensa.oral cu3a coer6ncia lL*ica não se3a e. possIvel a e1peri6ncia. 3a. .ento da ra2ão.es.o. . 5ue a li4erdade desapare/a J se. 1 T .a ra2ão teLrica ou . 5ue parece dissolver no nada a li4erdade na 5ual se 4aseia nossa conduta prHtica.ento e.ra2ão prHtica.undo e1terior dos noosos cinco sentidos. cu3a atividade essencial consiste e.ia entre li4erdade prHtica e nãoJli4erdade teLrica.pura.Inio de duas esp)cies de causalidade: a causalidade da . sua 0or.o 4astar para o esta4eleci. e u. seu entendi.ente 5ue o a*ente dotado de livreJar4Itrio. sua 0or.undo e1terior. a.preende. e.

ente.ana.o4scuro 4os5ue onde a Filoso0ia se e1traviou. ao 0alar. da a/ãoB pois a/ão e polItica. as *randes 5uestMes 0ilosL0icas e .o u. o seu contrHrio são vivenciados no diHlo*o co.a de investi*a/ão 0ilosL0ica. . #o. desde os Pr)JsocrHticos at) Plotino. 5ue o 0enQ.ana.a da polItica e o 0ato de o ho.Inio interno.o no decurso do 5ual e. dia.eira.eta0Isicas.es.eira apari/ão e. destorceu. não co.os do pro4le. e 5ue a tradi/ão 0ilosL0ica. o 5Ze deu ori*e. o do. cu3a ori*e.anos e. historica. o pro4le.o o ser.a. a esse respeito considerare. são as >nicas coisas 5ue não poderIa.. nossa tradi/ão 0ilosL0ica. a li4erdade e.otivo para essa o4scuridade estH e. 5ue ne. o pro4le. toda a histLria da *rande Filoso0ia.eira e preli. Não hH preocupa/ão co. ao transpQJla de seu ca. a eternidade etc.a teoria polItica pode se dar ao lu1o de per. .o u. . o nada. a nature2a.os .as hu. E 5uando a li4erdade 0e2 sua pri.Para as 5uestMes da PolItica.pre e.po.a pri. ao .a da li4erdade. % ca. ve2 de esclarecer.a das *randes 5uestMes . ) 5ue o .pre 0oi conhecida.o u. 0ato da vida cotidiana. . o >lti.a da li4erdade ) crucial.o 0ilLso0o da Anti*:idade.inar 3usti0icativa dessa a4orda*e.4ito da polItica. cit. +$. E .e.. ) o N. do. a ela 0oi a e1peri6ncia da conversão reli*iosa J pri.4ito da PolItica e dos pro4le. tal co.os ter se. 1 1 .itir a e1ist6ncia da 7F8 Ua1 PlancA. para u. a tornarJse te. o te.os se5uer conce4er se.es. e. ser dotado co.po ori*inal.po e.ais tarde.os ou não. a li4erdade ne. e nenhu.ento.o ela ) dada na e1peri6ncia hu. a al. e depois de A*ostinho. a vontade. o pro4le.a.o ho3e e. podeJse salientar 5ue.enos ad. op. 5ue a li4erdade se.a da li4erdade 0oi a >lti. % ponto de vista das considera/Mes 5ue se*ue.#ausation and Free @i$$. o N. 5uer o sai4a. deve. ) claro.anecer Hlheada ao 0ato de 5ue esse pro4le.eta0Isicas tradicionais J tais co. a prLpria id)ia de li4erdade. pro4le. entre todas as capacidades e potencialidades da vida hu.i*o .eno da li4erdade não sur*e a4solutZ.as co. *eral.er*e.ente de Paulo.a condu2iu ao .ente na es0era do pensa. F.ente. onde ela seria a4erta K autoJinspe/ão. .

. pro4le.o a 3usti/a. disso.undo no 5ual as e1peri6ncias se trans0or. a tirania precisa. levar e.o re*ião de a4soluta li4erdade dentro do prLprio eu. ou da teoria de 5ue .eros pro4le.a polItico particular se.ens convive. % espa/o interior onde o eu se a4ri*a do .a condi/ão . a.undo e 5ue carecia. .a retirada do . ) o . e a despeito de 5uão elo5:ente. o cora/ão ou a . conta ) o prLprio oposto da .etade do s)culo S$S. 0enQ.as a interioridade.ente.idade. se.anece se.undo.a interioridade na 5ual nin*u). tocar e. lu*ar prLprio no .do. ) na verdade o .ais te.plicita ou e1plicita. e 0oi ori*inal.e.. A raison d+ 6tre da polItica ) a li4erdade.4os os 5uais. interJrela/ão co. portanto de u.iti. 0oi unani. e1Zste.ento do . al). pr)Jre5uisito para a li4erdade. a vida polItica co. e1peri6ncias co. o cora/ão ne.a de li4erdade hu.pre u. As e1peri6ncias de li4erdade interior são derivativas no sentido de 5ue pressupMe. Se. Esse sentir interior per. a . 5ue sL rara.ente. )pocas de crise ou de revolu/ão se torna o alvo direto da a/ão polItica. e 0unciona.os co.o sendo u. &ual5uer 5ue possa ser sua le*iti.o os 5ue louva. se.as e 0enQ. o poder ou a i*ualdadeB a li4erdade.ente J e. pro4le.ente.otivo por 5ue os ho.Inio interno da 1 F .ente o resultado de u. 0oi desco4erta na Anti*:idade tardia por a5ueles 5ue não possuIa.li4erdade.o tal seria destituIda de si*ni0icado.ente ele tenha sido descrito no 0i. u. i. não ) apenas u.eno tardio.ana. A li4erdade 5ue ad. ela. da Anti*:idade. dos in>.o instaurada e. ) ele historica. e ) di0Icil tocar e. e seu do.ani0esta/Mes e1ternas e ) p%lZtanto.undo não deve ser con0undido co. o .itiva at) 5uase a . politica.ana. Ne. tais co. u. e. desde a Anti*:idade pri.li4erdade interior.ente u. u.undana 5ue.ava. .ente e. 0u*ir K coer/ão e1terna e sentirJse livres.ente considerada co.. o espa/o Inti.ente dita.ens pode.es. o prLprio eu. % carHter derivativo dessa li4erdade interior. por de0ini/ão. so.o no 5ual os ho. acesso.ente or*ani2ados. co.a re*ião apropriada da li4erdade hu. si*ni0ica/ão polItica. toda teoria polItica e 5ue .enos da es0era polItica propria. A li4erdade. estranha.Inio de e1peri6ncia ) a a/ão.undo onde a li4erdade 0oi ne*ada para u.

5ual5uer coisa e.e. ser+ livre.a inversão das no/Mes polIticas correntes na Anti*:idade.ulado J o declInio L4vio da li4erdade no 0i.a 0or. 7!8 O4Xd. seu dese3o de se desdo4rar. 5ue co.a da li4erdade na 0iloso0ia de A*ostinho 0oi. seu 3usti0icado te. #onceitual. Não ) representativo a esse respeito o indivIduo . e da ori*inalidade.ando 5ue livre ) a5uele 5ue vive co. j !E.e o .ani0esta co. ?.ano J se ..ente 0a2 eco a u. historica. j 1. Prosse*ue então Epicteto.ente. co.p)rio Ro. ho. assi.o distin*uir entre o .ente tinha. ! consiste e. 7E8 1?1TaFE e ss.consci6ncia. sur*e co.ostrando 5ue u. ) posta nos lH4ios da5ueles 5ue não sa4e.ci6ncia do viver. não ) . a li4erdade de Epicteto. ho.so4re a i. desenvolver e e1pandir. Assi.ento do pro4le.e.ais convincentes para a a4soluta superioridade da li4erdade interna ainda pode.undo e ainda assi.aior clare2a se voltar. .elhor G.entos . 7<8 9er .o 7?8 ^ohn Stuart Ui$$.oderno. . do.ita ao 5ue estH e. e o pano de 0undo polItico so4re o 5ual todo esse corpo de 0iloso0ia popular 0oi 0or. ensaio de Epicteto.. se ele não vai at) u. livro $9.ente. sa4er co. o 5ue ) a li4erdade s. não possui poder e o eu do 5ual ele pode dispor co. toda clare2a no papel 5ue no/Mes tais co.. os ar*u. ser livre dos prLprios dese3os.. ) livre se ele se li. 5ue consiste e.. %n bX4erl.u. o apareci. do $.e. e.undo estranho so4re o 5ual o ho. de che*ar a u. do no. entretanto. a Filoso0ia al). co. cit.a senten/a da PolItica de AristLteles na 5ual a asser/ão . DXsslN+talXones. seu poder. co. $. 7=8 %p.a de0ini/ão 5ue curiosa. ser encontrados e. co. u.or de 5ue a sociedade to.%n Freedo. co. .os Ks suas ori*ens.e..Inio onde possa ser cerceado =.portNncia do *6nio. 1 ? . precedido da tentativa consciente de divorciar da polItica a no/ão de li4erdade..ais 5ue u. 7G8 jj G1 e G?. j 11G.ula/ão atrav)s da 5ual 0osse possIvel ser escravo no . u.A li4erdade si*ni0ica 0a2er u.o 5uer <.elhor de sua individualidade. A .e/a a0ir. \ interessante notar 5ue.as os sectHrios populares e populari2antes da Anti*:idade tardia 5ue di0icil.. o 5ue dese3a. sua insist6ncia en0Htica .o achar .

es.e.4). livre. isto ).ento co.ente. para encontrHJlos J u. a li4erdade era entendida co. e..undo. não se se*uia auto.ento co. o ho.ento. palavras e a/Mes.ente ao ato de li4era/ão. poder ) tão a4soluto co.o polItico J co. To.atica.ediante o poder so4re outros ho.a realidade .ais se*ura. lar no .e.e.ente de0endido de inter0er6ncia e1terna..ente seu. do.ano e ne. De acordo co.udanas para rela/Mes dentro do prLprio ho.o estado. .undo politica.a 5ualidade da vontade.unidade se caracteri2a pela li4erdade. nas sociedades tri4ais ou na inti. %4via.ente or*ani2ado. nosso relaciona. Antes 5ue se tornasse u. não poderia li4ertarJse da necessidade a não ser . outras palavras. A li4erdade necessitava. atri4uto do pensa..as as necessidades da vida e a 1 < .o. nada sa4eria da li4erdade interior se não tivesse antes e1peri.ens convive. de u.idade do lar J. toda 0or.4ate e su43u*a a si prLprio ) . 5ue 5ual5uer lar poderia s6Jlo. te.u. Epicteto transpQs essas rela/Mes . %nde os ho. o entendi. Essa li4erdade.undo e a se encontrar co. 5ue o capacitava a se .a de interJrelaciona.ina/ão e propriedade nele dese. espa/o p>4lico co. Por conse*uinte. outras pessoas e.panhia de outros ho.o o estado do ho. or*anis. so4re si .e.ens.a. al). . o ho.as não constitue. e 5ue o espa/o interior onde o ho.plo. u. da co.ente tan*Ivel. a sair para o . nLs . parece se*uro a0ir. toda esp)cie de co.undana. a se a0astar de casa.ento ou u. lu*ar. .ento hu.a li4erdade interior e apolItica so4re a tradi/ão do pensa.e.os inicial.era li4era/ão.ar 5ue o ho. deve terJ se li4ertado das necessidades da vida. e ele sL poderia ser livre se possuIsse u. ) claro. u.e. e ta. .penha. no . % estado de li4erdade.poder.e.o. no 5ual cada ho.pleta.es.o a5uele 5ue o ho.ens J5ue estivesse.ais co. outros. o 0ator 5ue re*e suas a/Mes e sua conduta não ) a li4erdade.ento da Anti*:idade.. o 5ue desco4riu 5ue nenhu. a despeito da *rande in0lu6ncia do conceito de u. por).ente consci6ncia da li4erdade ou do seu contrHrio e.over. co.es. e não no relaciona.os. ne. por e1e..o u.entado a condi/ão de estar livre co. da . era precedida da li4era/ão: para ser livre. livre poderia inserirJse por palavras e 0eitos.e. dH co.

lu*ar .adas considera/Mes polIticas prevalecera.ente por5ue e na .ica ou a li4erdade de ensino. de reli*ião. so4re todo o restante. se.ada ade5uada.4rio.enos polItica . $nclina. ) u.aior ) o do.o dese3o. #ontudo. % ascenso do totalitaris. não .os visto a li4erdade desaparecer se. para a estreite2a dos lares.polItica 5ual5uer pelo livre escopo 5ue ela *arante a atividades aparente. esperan/a ou aneloB . N. . de atividades culturais e intelectuaisR Não ) verdade. certa.os dar por assente K lu2 de nossa e1peri6ncia polItica presente. e 5ual5uer coisa 5ue vH para sua o4scuridade não pode ser cha.unidades *overnadas despotica. vontade. o credo li4eral J . Não estaria correto. ha4itar ainda nos cora/Mes dos ho. 0alta K li4erdade o espa/o concreto onde aparecer.ens co.odo.Jnos duvidar não apenas da coincid6ncia da polItica co.edida e.os co.pre 5ue as cha. i. entre os 5uais. u.e/a onde a polItica ter. a0inal de contas.onstrHvel e a polItica coincide.a possIvel li4erdade da polIticaR 1 E .o.at)ria.idade e K isen/ão da polItica.a palco para a/ão e discurso J co.undo arti0icial não se to. ra2ão a e1tensão da li4erdade e.os.ente 5ue os 4ane.enor+ o e+spa/o ocupado pelo polItico. e são relacionadas u.a . disso.ente nãoJpolIticas.patIvel co. sua preserva/ão.o dois lados da .pedindo assi.pre 5ue o .pati4ilidade. u.o a livre iniciativa econQ. a li4erdade co.unidade .o todos o sa4e. A li4erdade co. ) precisa.. os direitos K inti.onstrHvel.o 0ato de.4ito p>4lico politica.as o cora/ão hu. a li4erdade unica.&uanto .ano.ente de u. co.ente.ais Zi4erdade. 0ato de. 5ue *arante u.o ocorre co.oJnos a crer 5ue a li4erdade co. aci.ente essa coincid6ncia de polItica e li4erdade 5ue não pode.o de sua prLpria co.ente asse*urado.os de al*u.a de tudo.R Não ) verdade 5ue. 5uanto .a co. e0eito.ter. co. co. 0a2e. por . 5ue a polItica ) co.edi. Se.es. o ascenso de u.preocupa/ão co.o todos acredita.uito so.a K outra co. sua pretensão de ter su4ordinado todas as es0eras da vida Ks e1i*6ncias da +polItica e seu conse5:ente descaso pelos direitos civis.a es0era p>4lica J a li4erdade não possui realidade concreta. co. .ina.Inio dei1ado K li4erdadeR #o. Al). Ela pode.

ba li4ert) politi5ue consiste dans $a suret).plo papel na histLria da teoria polItica.a 0inalidade do *overno.oderna 0ora identi0icado co. desenvolvi.o da polItica. ..as se*ue u..o u..aioria das ve2es.ba li4ert) phllosophi5ue consiste dans $+e1ercice de $a volont). 1 = . to. a. Ues. .os ir al). ainda . li4erdade polItica co.os de u.uito superior K de Ho44es ou Spino2a. Desse . dos pensadores polIticos dos s)culos S9$$ e S9$$$.o do processo vital.ava possIvel a li4erdade.ais a 4recha entre li4erdade e polIticaB pois o *overno.ado de livre no sentido e. e a palavra .ente pode ser cl. dos interesses da sociedade e dos indivIduos. 5ue 0ala.pliara.ada . S$$. co. A5ui.ento uni0or.otivos prLprios para descon0iar da polItica e. re*ato 5ue 0lui livre. 0ora do N. proveito da liJ 7 8 9e7 Esprit des bois.4ito polItico. a li4erdade não ) se5uer o desI*nio apolItico da polItica. % ascenso das #i6ncias Sociais e PolIticas nos s)culos S$S e SS a.a potencial li4erdade da polItica não nos ) recla.ente pelas nossas e1peri6ncias .ente. % processo vital não se acha li*ado K li4erdade.ente e5uacionar a li4erdade polItica co. se*uran/a .ais recentesB ela dese. na .as u. % propLsito supre.o o protetor no. Não necessita. .. e so.odo não apenas nLs.o .era.eado não tanto da li4erdade..ites 5ue o *overno não deve transpor so4 risco de pQr e.a opinião acerca da ess6ncia da polItica não apenas diversa.os .a se*uran/a 5ue per.li4erdade. A se*uran/a continuava sendo o crit)rio decisivoB não a se*uran/a individual contra a . . 0enQ.orte violenta. 5ue te.o u. co. desi*nava a 5uintess6ncia de atividades 5ue ocorria.Inio total do polItico. por seu turno.Essa de0ini/ão de li4erdade polItica co.o Uontes5uieu.o e.ente identi0icava. todo. co.itisse u..ar*inal.ples. pQde ainda ocasional. era a*ora considerado co.edo8.4ora tivesse u. o do. e.penhou u. 5ue.a necessidade 5ue lhe ) prLpria. . F: . se*uran/a.ediatos. si.as si.ta. u.a os li. era a *arantia da se*uran/aB a se*uran/a. Ho44es 7onde a condi/ão de toda li4erdade ) a li4era/ão do .eno . 5ue constitui de certa 0or.e do processo vital da sociedade co. 3o*o a prLpria vida e suas necessidades e interesses i. 5ue desde o inIcio da idade .

as toda a idade .eno da vontade. poder so4re suas vidas e seus 4ens. .iu #arlos $ e.plativa. e. escolha predeter. Al).itivos tinha. vista da salva/ão 0ora precedida. .4erdade. No 5ue se*ue não 0arei outra coisa senão re0letir acerca desse velho truIs. isen/ão para sere. Poderia ir ainda . seu discurso do cada0also. 0enQ. Não era por dese3o de li4erdade 5ue o povo ocasional. en5uanto relacionada K polItica.o re5uisito pr)vio para o .ais 0undo no passado e evocar le. separar a li4erdade dos s>ditos de 5ual5uer participa/ão no *overnoB para o povo. A despeito do enor. ar4itriu.6ncia talve2 ainda . u. co.inada pelo 0ato de ser 4astante discutiJla para iniciar sua opera/ão: _lAnd there0ore.o vi.H.ente e.ais lon*a data.ente e1i*ia sua parcela no *overno ou a ad. velho truIs.ais livre e superior: a vita conte. não ) u.oderna insistia en0atica.a 4oa e outra .oderna separou li4erdade de polItica. ter por *overno as leis . o li4eru.os anterior.as por descon0ian/a na5ueles 5ue detinha. co. E essa li4erdade cristã e.ediante as 5uais sua vida e seus 4ens pode. u.4ran/as e tradi/Mes de .o o resu.4as na dire/ão >nica de u. livres.os a5ui Ks voltas co. divLrcio entre li4erdade e polItica.. . % conceito secular de li4erdade anterior K )poca . since $ canJ 1 ! .o 5uando a0ir.li4erdade e independ6ncia consiste.a li4erdade de escolha 5ue ar4itra e decide entre duas coisas dadas.ente. ser .ava..ais palpHvel de nossas prLprias e1peri6ncias.ais seusB não e. Não esta.ais 5ue u. disso. pela a4sten/ão da polItica por parte do 0ilLso0o co.e peso dessa tradi/ão e da pre.issão K es0era polItica. o conceito cristão de li4erdade polItica sur*iu da descon0ian/a e hostilidade 5ue os cristãos pri. penso 5ue o leitor poderH acreditar não ter lido .o.ei 5ue a raison d+6tre da polItica ) a li4erdade e 5ue essa li4erdade ) vivida 4asica. $$ A li4erdade. contra a es0era poHtica en5uanto tal. partilhar do *overno ou pertencer a ele. apontando a.odo de vida .ente na a/ão. e de cu3os encar*os recla.

5ue eles são seus 0atores deter. .not prove a lover.inada. A a/ão. Ela ) antes. 5u. Para 5ue se3a livre.a tIpica descri/ão desse processo dada por Duns Scotus 1T.ana distinta e separada. por u. não ) u. ou . se*uindo a 0a. n& 1T. ne. A vontade.andar. vista co.a . volunlas illud velilB sed non apprehendll dele. o 5ue não 0oi dado ne. % poder de co. *uiaJse por u. e co. $9.edida e.That this shall 4e or Ce Cill 0ali 0or it.o u.a . não se encontra ne.a 5uestão de li4erdade.o 71T8 lnlelleetus apprehendll a*l4lle anle5ua. para continuar co. en5uanto deter. ser conhecido...o u.inha prLpria perversidade.eu .ente 0alando.4ora necessite de a. desI*nio 0uturo cu3a conveni6ncia 0oi perce4ida pelo intelecto antes 5ue a vontade o intentasse.es. 1. .4os para a e1ecu/ão de u. dlZ.o co.otivos e.. .ento certo ou errado. d. 5uod apprehendere dleXtu. de ditar a a/ão. . 3H 5ue apenas a vontade pode ditar a a/ão J para para0rasear u. no interior do eu co.osa anHlise das 0or. so4 a dire/ão do intelecto. cha. isto ).otivo por 5ue o intelecto depende da vontade.ar K e1ist6ncia o 5ue antes não e1istia.as co. intencionado co.es da vontade J e.eta não ) u..a 5uestão de li4erdade.inantes e a a/ão ) livre na . <=. por outro. do 0i.as de 0or/a ou 0ra5ue2a.utHveis do . a a/ão deve ser livre. X To entertain these 0air CellJspoAen da. u. lado. ShaAespeare. de 4ai1o das dita.undoB identi0icar u. 1 G .3usto e5uilI4rio.otivos J .a*ina/ão e 5ue não poderia portanto.inale hoc esse a*endu. isto ).a 0aculdade hu. o43eto de co*ni/ão ou de i. 5ue ) capa2 de transcend6Jlos. PrincIpios não opera.ente diverso 5ue. 5ue ) livre. K co*ni/ão do o43etivo certo. princIpio.. na .as de 3ul*a. deter.. $sso não 5uer di2er 5ue . . %1on. X $ a. X And hate the idle pleasures o0 these da. .as si. a li4erdade de cha. e0eito previsIvel.s.il1ed to prove a villain. o43etivo 5ual5uer JB ela 4rota de al*o inteira.o o 0a2e.edida e.anda então sua e1ecu/ão.as de *overno por Uontes5uieu. todo ato particular. A a/ão. 0atores i. estrita. % desI*nio da a/ão varia e depende das circunstNncias . J. a li4erdade de (ruto: .s. de .portantes e.otivos e o43etivos não se3a. se*uese ao 3uI2o. .arei de u.

a e1cel6ncia 5ue atri4uI. e. P&lis. u. ou ainda a e1cel6ncia J o *re*o aeI ariSt. sendo ine1aurIvel. o ato e. ne.a ..os Ks artes de reali2a/ão 7K di0eren/a das artes criativas de 0a4rica/ão8.pre 0a2er o .undo a4re ante ele K *uisa de 0ortuna.penho e não e. Tais princIpios são a honra ou a *lLria.ani0esta/ão de princIpios.8.ais u.asiado *erais para prescrevere. ao contrHrio do 3uI2o do intelecto 5ue precede a a/ão e do i.p)rio da vontade 5ue a inicia.ens são livres+ J di0erente. princIpio ) universal.ente .o a .edo. reali2a/ão.undo en5uanto dura a a/ão e não . %s ho.4icionar .ento da li4erdade. no transcurso do ato 5ue e1ecuta.e/ado o ato. co.pre 5ue tais princIpios são atuali2adosB o sur*i.5ue inspira. A virtuosidade da virtu de Ua5uiavel rele. coincide se.a5uiav)lico de virtu.elhor de todos. do e1terior.ani0esta.virtuosidade. 5ue Uontes5uieu cha. a . A .ou de virtude. di0erente.undo se.etas particulares. o a.e. e eles se . vi*or e e.es. 5ue o ho. cola4ora/ão.ente de sua . a e1cel6ncia co.a coisa. ou a distin/ão. o princIpio inspirador tornaJse plena. e. e.ente se dH atrav)s da a/ão.undo e dela se torna independente.a pessoa ou *rupo e. no . Talve2 a . onde a per0ei/ão estH no prLprio dese. .&lr K i*ualdade. assi. validade atrav)s da e1ecu/ão.pre co.ais.se.ente de seu .elhor ilustra/ão da li4erdZde en5uanto inerente K a/ão se3a o conceito . Entretanto.elhor 5ue puder e ser o .ani0esto so. especial.eta..e>ein 7. sua validade e o vi*or da vontade i. a validade de u. ao passo 5ue os . o princIpio de u. o .ente no prLprio ato reali2adorB e contudo. depoisB pois ser livre e a*ir são u.perante se e1aure. antes. no .a ve2 co.4).a a/ão pode se. pe. o do. da li4erdade en5uanto a*e.pre ser repetido . isto ). e são de. Distinta.)ritos do 3uI2o perde.a.ente de possuIre.a ve2.elhor versão de seu si*ni0icado ) . u.4ora todo desI*nio possa ser 3ul*ado K lu2 de seu princIpio u. o princIpio 5ue o inspirou nada perde e. produto 0inal 5ue so4revive K atividade 5ue a trou1e ao .as ta. não se li*ando a nenhu. a descon0ian/a ou o Ldio. .ani0esta/ão de princIpios so.otivo. A li4erdade ou o seu contrHrio sur*e.4raJnos de certo 1 . responde Ks oportunidades 5ue o .. .

undo. 5ue ela se3a u. e0eito u.ens e. e esta se torna total.o. co.o u. e1ist6ncia caracteri2a o Estado co.undo. pilotar e nave*ar para distin*uir as atividades polIticas das de. de os *re*os utili2are. suas analo*ias das artes nas 5uais o virtuosis. 0re5k6ncia de0inida co.4ora certa.anece ocultoB não ) o livre processo criativo 5ue 0inal. t6.a coisa tan*Ivel e 5ue rei0ica. de u. #o.ens 5ue a*e. e.a coletiva.a *rande a0inidade co.as de u.es. e sua conserva/ão ) o4tida pelos . sido co. o produto 0inal do processo.odo co. de considerar o Estado ou o *overno co. de ho. .anente. e o virtuosis.otivo 5ue o ele..al se3a.o u. da presen/a de outros ante os 5uais posJ FTT .o os ho. ou co. % essencial a5ui não ) 5ue o artista criativo se3a livre no processo de cria/ão. ele. . K e1ist6ncia.os . a prLpria o4ra de arte. o pensa.a esp)cie de o4raJpri. produto do 0a2erB a total d)pend6ncia de atos posteriores para . cena al*u.os K prHtica das artes. ) claro. As artes de reali2a/ão. do . %s artistas e1ecutantes J dan/arinos. a polItica.odo o 0ato. produto da a/ão. a polItica ) o e1ato oposto de u.o todo a*ir cont).o .o u. 5ue pMe.as 5ue o processo criativo não se3a e1i4ido e. ou .o do dese. pelo contrHrio.. a polItica te.o ) a e1cel6ncia 5ue atri4uI. A e1ist6ncia independente identi0ica a o4ra de arte co.os no erro co.ente 0alsa se incorre. isto ). As institui/Mes polIticas J não i.etH0ora.o u.>sicos e o 5ue o valha J precisa.porta 5uão 4e. atores.pre . dan/ar.o tocar 0lauta. e1ist6ncia prLpria. p>4lico e não se destine a aparecer no .etH0oras co.ento de li4erdade certa.ento hu.ente presente nas artes criativas per. u.a arte. .eios 5ue as trou1era.ento de virtuosidade.a arte J o 5ue não si*ni0ica. seu virtuosis.ant6Jlo e. e1traIre. necessita.a .a de0ini/ão.ano a tal ponto 5ue as coisas produ2idas possue. :E: por esse . se. dZ u.ostrare. e.ente sur*e e 5ue interessa ao . por).a o4ra de arte. a/ão.es.o u.ente Ua5uiavel não o conhecesse. No sentido das artes criativas. aliHs.penho ) decisivo. pro3etadas J depende. Não se trata.u.a ci6ncia.a audi6ncia para .ais. para sua e1ist6ncia per.

Na verdade. estLrias antes de se incorporare. e1ist6ncia u. 0eitos 5ue pode. todos as lIn*uas europ)ias ainda deriva da or*ani2a/ão historica. tão alta considera/ão a atividade polItica e atri4uIra. espa/o pu4lica. escravos.o . FT1 . Não ) apenas eti.p)rios 4Hr4aros. \+ este .4os re5uere. e.anece de 0ora.ente e ne.ente or*ani2ado para sua .unidade.ens u. rele. recorrer e. 5ue a li4erdade. ne. por 0i.4ito e. ar4itrHrio ne.o en*anoso 0alar de polItica e de seus princIpios se.ples ra2ão de 5ue nunca. u. co. os ho. al*u. espa/o e.penho e. si. % 5ue per.a esp)cie de an0iteatro onde a li4erdade podia aparecer.o.% N. o propLsito e1presso de servir aos livres J a5ueles 5ue não era.a realidade concreta.entados.anter e.o 5uando não ) u.os então o polItico no sentido da polis. sua 0inalidade ou raison d+ 6tre seria esta4elecer e . aparecerB a. evoca as e1peri6ncias da co.+ 5ue a li4erdade constitui u.es.entos onde pudesse.anha di*nidade a seu N.4rados e trans0or.polItico.o. &uanto K rela/ão entre li4erdade e polItica. desca4ido.entos ) polItico por de0ini/ão. Não se deve to. en5uanto virtuosis..ar co.o4ra. pudesse aparecer. ta.ens tivera.pre 5ue os ho.unidade 5ue pela pri. eventos 5ue são co. tra4alhadores su3eitados pelas necessidades da vida. e. Se entende.0or.ens convive. ) di0Icil e at) .par da cidadeJ estado *re*a.sa.4ito.ana. so.ente a .ana. co.edida Ks e1peri6ncias da Anti*:idade *re*a e ro.o dado u. tal espa/o de apresenta/Mes se.a . 0undadas co. 5ue proporcionou aos ho. ser vistos e e. no sentido da polis *re*a não ) ne. E. a*ir J u. produto direto da a/ão. ao *rande livro da histLria hu. e isso pela si. .o as *randiosas 0a/anhas dos i. su3eitos a coer/ão por outre.olo*ica. tan*Ivel e.a de *overno.os escutar. espa/o para apareci. 5ue e.unidades polIticas anti*as 0ora.4os depende.eira ve2 desco4riu a ess6ncia e a es0era do polItico.pre*ar o ter. palavras 5ue pode.ente as co. A pa's *re*a 0oi outrora precisa. e1iste a ra2ão adicional de 5ue so. e a. Tudo o 5ue acontece nesse espa/o de apareci.ente I. e..es.ados e. de outros para o dese.ente para os eruditos 5ue o prLprio ter. se3a antes ou depois.

e.4ito dos pro4le. restar co.as si.ina/ão da no/ão de li4erdade do N.ais li4erdade 5ue 5ual5uer outra atividade hu.entos entre na/Mes a4ri*are.4ito polItico desde os pri. e de 5ue ela sL pode ser tolerada e. .es. si não ) peri*oso.ente 0alando não ) polItico.patias i. por de0ini/ão. $sso.ica.as deriva ta.o a5ui a tend6ncia prevalente ) considerar os pro4le.o '. ) claro. e talve2 4asica. %ra. ato co*nitivo do intelecto e de u.ente da no/ão de 5ue 5ual5uer ato deve ser precedido psicolo*ica. so4 o 3u*o da necessidade. a 0atores econQ.. sua totalidade do.patIvel co.es. onde a vida estH e. E .era.pode ser e1cepcional e di*no de nota. cu3a ad.a orde. do.ento corri5ueiro não sustenta J o 5ue talve2 se3a verdadeiro J 5ue ) prLprio ao pensa. 11.oderna. Esse ar*u. Apenas os ne*Lcios estran*eiros.as 0unda.Lrdios da )poca .icos. parece.aneira estranha e surpreendente por5ue todas as nossas teorias a respeito dessa 5uestão são e. a .anuten/ão da vida e a salva*uarda de seus interesses. toda a/ão se encontra.as hu. de acordo co. o4scurecido o N. não o4stante o no.4ito polItico.a per0eita li4erdade ) inco. Pois a polItica. ainda hostilidades e si. incluiJse entre os do*.ento. de tal 0or.4).as estrita. op.ais 5ue da a/ão.ento e.ana. Toda tentativa de derivar o conceito de li4erdade de e1peri6ncias no N. cito FTF . sua per0ei/ão 0ora do N. . &$ 5ual. 5ue o pensa.Inio pura.a pessoa pretende 5ue as a/Mes deva.ente de u.4ito ade5uado para cuidar das necessidades vitais ) a *i*antesca e se. da vontade para levar a e0eito sua decisão. e o N. visto os relaciona.inistra/ão te.inadas pela no/ão de 5ue a li4erdade ) u. a e1ist6ncia da sociedade. .. da ale*a/ão de 5ue . deve ocuparJse 5uase 5ue e1clusiva. . E essa prioridade não deriva . atri4uto da vontade e do pensa.anos.Nenhu. 3o*o. a .pre crescente es0era da vida social e econQ.as e 7118 ^ohn Stuart Ui$$. cola4orou para a eli.ente co.a 0iloso0ia.ente.uito .possIveis de se redu2ire.entais do li4eralis.ento necessitar de . ser tão livres 5uanto as opiniMes.4ito polItico soa de .ente polItico.o.a 5ue apenas a a/ão precisa ser restrin*ida: .

.undo. #ontudo.ens de sua preocupa/ão co. e..a 5uestão de coer6ncia.undo estH e. . na prote/ão da+ 0a. .a li4erdade ) a raison 7Ntre da polItica.enospre2o pela vida e seus interesses..o so.a das virtudes polIticas cardeais. e não tenho e. não passa de u. *rado arrisca a vida para ser tão total e intensa.eridade não di2 . a vida J.ente vivo co. ) u.os. at) . 5ue a cora*e.Inio onde a preocupa/ão para co.as por ter.o resultantes.+ de 0atores e interesses econQ.ente a5ui o arro3o da aventura. do . estar K nossa espreita.es.Ilia e do lar.ente sua aten/ão Ks vidas individuais e aos interesse a elas associadosB +T N. pois ) a5uela 5ue *arante todas as outras.anas. A cora*e. li4era os ho.a pri.os ser os pri. .ente não se pode dar ao lu1o de con0erir pri. >lti. não a vida. 5ue. #ora*e.os ta.4e.es. nosso do.ente se pode ser 0ace ao peri*o e K .4ito polItico co. não devido aos peri*os especI0icos 5ue possa. sustenta.4).o perverso .o J a despeito de nossa aparente.es.os che*ado a u.Inio privado.ais a*uda possIvel co.andada pela prLpria nature2a do cIrcuio p>4lico. . \ 5ue este nosso .os ser indispensHvel para as a/Mes polIticas. 5ue de 4o.o tolo e .eira das 5ualidades hu..a instNncia..eiros a condenar a cora*e. a despeito de todas as teorias e .rivalidades do poder internacional co.o tal contrasta na 0or.enos respeito K vida do 5ue a covardia. supre.a . o 5ue não ) o caso J dev6sse.4ora J se tudo 0osse u.as nos ) de. e.aria.os.ples. o cha..o para dei1ar a se*uran/a protetora de nossas 5uatro paredes e adentrar o N. o . FT? .es. A cora*e.o acredita. não reco.pensa nosso senso individual de vitalidade.orte.undo. co.ou certa ve2 de . \ preciso cora*e.4ito polItico. 5ue e1istiu antes de nLs e estH destinado a so4reviver aos 5ue nele vive. do. 5ue di2er 5ue . e. polItica. tudo serve e deve servir para a se*uran/a do processo vital. si.o al*o evidente por si . e. ) indispensHvel por5ue.icos.o .a 4ela palavra.ado . ) u. A cora*e. 5ue ainda acredita. isto ). a vida perdeu sua validade. A te. 3o*o.is.as si. a vida para a li4erdade do . truIs.odo co.o. co.ente e1clusiva preocupa/ão co. e 5ue #hurchill cha.o.

a de u. sur*ido pela pri. as conhecidas capacidades para dese.er*e do 0ato de 5ue u.ente isso ) u. as teorias sociais da )poca . serIa. 0enQ.a co. e particular.ente. co. u.e.i. te.l' \ L4vio 5ue essa no/ão de interdepend6ncia entre li4erdade e polItica colocaJse e. Não decorre. no relaciona. tão pouco e.os ha4ituados a cha. isto ).ente desconhecida para a Anti*:idade clHssica. o N. a tradi/ão cristã tornouJse de 0ato o 0ator decisivo.aior di0iculdade para alcan/ar u.ou aten/ão depois de ter entrado e. Se a li4erdade não 0osse real. co. . 5ue desde SLcrates deno. e 5ue ela não ) e1peri. no 5ual a li4erdade tornoo'Jse u. no anta*onis.aioria.as si.ento .encionei antes. não nos a3uda. associa/ão co.os de pensa. &uase 5ue auto. .co. pri.os li4erdade co. co.ente e5uaciona.eira ve2 na Anti*:idade tardia. contradi/ão co. 5ual5uer 0unda.os tãoJso.penhou nenhu.es.pot6ncia do cora/ão hu. o conceito 0ilosL0ico de li4erdade. Pois o ar4Itrio. u. poderia co. cu3a cruel dial)tica desvelou.eiro a Paulo e depois a A*ostinho.o.oderna.iar intentar e visar a al*o 5ue so. . o prLprio eu J se3a na 0or.entada e. a .e/a onde os ho.ente recla. a4surdo.entar al*o 5ue .ente .ente 5ue a li4erdade co.ar de *rande tradi/ão. 5uisesse de0end6Jlo poderia ar*u. outras pessoas. elas.odernas. 5ue a id)ia de li4erdade não dese.eno do pensa.u.4ito da vida polItica. Ne.ples retorno K tradi/ão.atica.os 0or/ados a concluir 5ue os anti*os não conhecia.eno do ar4Itrio.o.ento na e1peri6ncia polItica.ens dei1ara. ha4ituado pela . 5ue tenha. si. paJ FT< .o o desco4riu o #ristianis.a da li4erdade. . livreJar4Itrio.o 5ue se dissuadir do .undo. in0eli2. 0enQ. os e5uIvocos e a i.ente de voltar a tradi/Mes e teorias . a sa4er.ina.ediante o 5ual o ho.o interior entre o 5ue 5uereria 0a2er e o 5ue 0a/o.preensão do 5ue ) a li4erdade e. a li4erdade.ento co.ano.oderna do livre ar4Itrio te.ente ao 5ue esta.e.ento. ne.ais 5ue u. con0lito dentro de .ais anti*as e pr)J. diHlo*o interior. Nossa tradi/ão 0ilosL0ica sustenta 5uase unani. De 0ato.as se al*u).a 0aculdade virtual. Para a histLria do pro4le. se3a e. con0lito co. Evidente. a no/ão cristã e .

dualis.o entre. @iXlen Freiheit 2uAo. A ra2ão para esse notHvel 0ato ) 5ue.6nides e Platão.as principais da Filoso0ia 5uando 0oi vivenciada co. 0undavaJse e1plicita.. e .o. . desco4rira.ente 5uando os cristãos pri.pleta solidão. os *re*os.penhara co..odo polItico de vida.a a entendia.i. . A li4erdade. desde Platão.otiva.o al*u..onde nenhu.aess+ 4esa*en dassel4e.es.pel na Filoso0ia anterior a A*ostinho. dos pro4le. ao escrever: .o.ais.i*o . inIcio u. .es. a Filoso0ia clHssica.orada interior. a 5uintess6ncia. capo G.a caisa 5ue ocorria na relaciona. iniciandoJse co. e .. na verdade.Die Fra*e. a prLpria id)ia central da polItica co. u. conceito e1clusiva. u.. Al). 71?8 A*ostinho. 5ue o ho..ente polItico.es. Yu ArtiAel ? 8. dois e.e.enta entre . 1?. . A Anti*:idade clHssica de . u.eu prL1i..ortal con0lito 5ue tinha lu*ar na . 4edeutet ei*entllch nichts anderes.ara do cora/ão. #on0issMes. o . co. da cidadeJestado e da cidadania.i. e 5ue te. tanto na Anti*:idade *re*a co. da al.ente Paulo.peu o relaciona.ana. se interro.t.ento.ento entre .erAun*en 2u den cartesischen Prin2ipien. ais o4 $h.o na ro.o 5ue ) a condi/ãa e1istencial do pensa. bivreJar4Itrio e li4erdada de no/Mes torna.e. al.os 1F. não podia ter acesso ao 5uadro da Filoso0ia *re*a. FTE .a id)ia 5ue.a esp)cie de li4erdade 5ue não tinha rela/ão co. u. a . livro 9$$$. desse dualis.e e. % .t.i. 0ora do relaciona.ento entre .ente e. relacionK.odo de vida escolhido pela 0ilLso0o era visto e. e si. o conceito de li4erdade pQde penetrar na histLria da Filaso0ia.ens. particular.ente 4e. pudesse o4star a ardente contenda e. 5ue. e . era alheia ao 0enQ.itivos.ento entre ho. 5ue .i.(e.cN. :\ so.ento polItico. 5uase por de0ini/ão. Die Ausdr:cAe +0rei+ und +CilXens*e..o.. e+ a presen/a da li4erdade era vivenciada e.o. solitHrio não ) . A li4erdade tornouJse u.a e na escura .a e corpo pelo 5ual a 0aJ 71F8 bei4ni2 não 0a2 senão sinteti2ar e articulara a tradi/ão cristã. por al*u. Par. partanto.ento e. oposi/ão a essa pa's e K sua cidadania.odo al*u. a polItica 5ue. o4 unsere. insistira e. a li4erdade era u.Jse sinQni. A nossa tradi/ão 0ilosL0ica de pensa.eno da solidãoB ela sa4ia su0iciente. era u.i. oposi/ão ao 4Ios politiALs.siA $. @iXlen 2uAo.o no . . ho. 7Schri0ten 2ur Ue0aph.

enos su3eitas K in0lu6ncia do raciocInio 5ue os ho.ana do . % e0eito paralisante 5ue a vontade te.i>de esse con0lito e.penhara não se dava entre a ra2ão e a pai1ão..ultNnea de u.es.8B e Fedra 7HipLlito.Na .as era u.andar e ser o4edecida. co.es.o u.o e não ser o4edecido.ente e. ) 5ue Ued)ia.a era a4soluta. % 5ue a Anti*:idade desconhecia não 71<8 Encontra.ais surpreendente 5uanto sua prLpria ess6ncia consiste o4via.a . dentro da+ prLpria al.aB e não che*ava a e1trapolar o N.a . no 0a.a ) tanto .o. e0eito e1ata. 3H ) u. pois a luta e.edida e.8 0ala de veia se.asiado 0racos para suportar o assalto do dese3o. 71S8 ..os a. . 5ue a .oso capo do livro 9$$$ das #%n0issMes. di2: .aB o 5uerer solitHrio ) se.ovi.ento e th.es. de 5ue e1iste u. .antenho co.pre 5ue a ra2ão. 5ue . con0lito no interior da prLpria vontade.onstruosidade 5ue sL pode ser e1plicada pela presen/a si.ento etc. da solidão 5ue pMe e.pre C`lle e rClle.a e id6ntica 0aculdade 0ora conhecida co.o a si .es. #ontudo.ento platQnico a interpreta/ão dessa 0aculdade co.ento.as th. Para A*ostinho. &ue a coisa ordenada não ) 0eita. sere.ani0estouJse ori*inal.andar a si . não e1erce a vontade. so4re si . $sso. e uor+denar. entre entendi.a.o o colocou A*ostinho.elhante.i*o . o disce.ente oposto na vontade: paralisaJa e encerraJa dentro de si .o a caracterIstica do pensa. poder . FT= .ovi. .ento. . Assi.ada 5ueroJeJnãoJposso.es.inhas deli4era/Mes.ento te.es.overia o corpo 4e.onstruosidade. euJnãoJ5uero 1E. u.a interpreta/ão de A*ostinhoB o 0ato histLrico ) 5ue o 0enQ.po. entre duas di0erentes 0aculdades hu. u.e. contudo. . a solidão a*ostiniana da .i.o te.o o diHlo*o 5ue .Ls ) . 5ue ele se e. antes de assassinar seus 0ilhos. euJ5uero e de u. 5ue lrata da vonlade e de seu poder.a coisa cha.ulheres. E. Parece pois u. era al*o evidente '5uerer.a ascend6ncia da al.edida e. e na .eter. 71T!G e SE.a . E essa dualidade no interior de u. EuripideE.a .ente desconhecida.Ls1<.a das . co. isto ). o conheci. o 0ato de o ho.eno da vontade . % ponto e.ente ordena.acesa contenda.a so4re o corpo.ente na e1peri6ncia de 5uerer e não 0a2er.anas.4ito do pensa. são de.es.ais 0orte 5ue .ento 0ora atri4uIda K al. 5uerer e não 5uerer ao ..aldades 5ue estou prestes a co.ens.culdade hu.ento o processo do pensa.e eu sei as . outras palavras. co.Ju.. e1erce a vontade.a coisa. 5uestão ) se. e talve2 não se3a acidental o 0ato de descarre*arJse o con0lito na al.es.. o doisJe. ?!= e ss.

o direito de *overnar a outros e se.. 0or/a de vontade e vontade de poder são para nLs no/Mes 5uase id6nticasB a sede do poder ) para nLs a 0aculdade da vontade na 0or.ento.ente por constituir notHvel 0enQ.asJnãoJ5uero.es.ente polIticas.a.posso.a co.es. i4id FT! . dia ter considerado a virtude co. se a0ina.a 5ualidade inerente ao . poder al*u. ) claro.ente. e.es.ente coincidire.ais relevante dentro de nosso conte1to.o ta.preendido o 0enQ. e não de u. não hH pai1ão 5ue i.o atri4uto do 5uero ou do devo. si .ultanea. Pois o 5ueroJeJposso era.. era a convic/ão de 5ue a pai1ão pode che*ar a ra2ão dos ho.o.a ve2 5ue a ra2ão tenha conse*uido se 0a2er ouvir.e.as. outras palavras. Essa asser/ão não ) u. e.pot6ncia da ra2ão.o u.os co.os não apenas nossas 0aculdades racionais e co*nitivas.uito 0a. ) u. Essa convic/ão su43a2 ainda K doutrina de SLcrates de 5ue a virtude ) u.a esp)cie de conheci.a especula/ão va2iaB . a ponto de pratica. e . e o .ascula.a. de 0a2er a5ui8.eno de virtuosis.es. certe2a.& 5ue ele sa4e 5ue ) certo.eno relativa. 5ue 5uer e não 5uer ao .preensão superior da pretensa i.a vontade 5ue se 5ue4ra e. da o4ri*a/ão da o4edi6ncia.o sendo .po.4)..4rar. 5ue sL a5ueles 5ue sa4ia.a co. (asta le.era 5ue e1iste u.a das virtudes especi0ica. u. e nosso pas.er*e de nossa 0a.iliar para os anti*os. E ) verdade 5ue o autocontrole continuou sendo u.o a coincid6ncia do 5uero e do possoB co..a coisa J non hoc est velle.o u.Ls.ente presentes na al. outras 71=8 A*ostinho. .iliaridade co. E por essa 0or/a de vontade.es. .ens. E. possIvel con0lito entre o 5ue eu posso e o 5ue eu 5uero.pe/a o ho. possIvel seiJ.5uero. 0enQ. ainda 5ue so.ento consi*o . ou. a. 5uod posse 1=. t6JlaJla de0inido co.posso. livrare.racional. .o o con0lito euripidiano entre ra2ão e th. seu relaciona. não a teria considerado co.o Platão insistia e. co. e.o se *overnar tinha. Se a Filoso0ia anti*a tivesse conhecido u.e. certa. co.ente teria co.o te.o ante al*u).4os si. capa2 de ser aprendida e ensinada.as 5ue 5uero e posso não são a .o onde o . conce4ivel.eno da li4erdade co.o ela ) vivenciada e conhecida pelo ho.ente tardio. vontade. Uais tIpica.

dera ori*e. e1clusão dos psicolL*icos. So. 5ue e.uladas e. pela necessidade.o desse secularis.a outra . se. N.ais anti*as e estrita.a predile/ão 5ual5uer pelo passado co. No re0loresci. transe reli*ioso e 0or. 5ue. tal co.ento polItico da Anti*:idade. os p)s 0ora do certo e do 4elo 5ue se conhece O0or/adoP. pode. voltara. não devido a u.prHticas.odernos.aior pesar: estar co.ente polIticas de li4erdade. verdadeira. isto ).ente incLlu.o polItico 0oi Uontes5uieu. relativa. E1iste ta. co.4ora indi0erente aos pro4le. as +e1peri6ncias polIticas .ci6ncia.ente 0ilosL0ica.4).ente por5ue a separa/ão entre $*re3a e Estado. Para desJ 71!8 %de Pltia b9.a. a u..os distin*uir entre os pensadores 5lle pode.ais .ano.ais circunstNnciasB todos esses 0atores. tanto poder 5uanto so4re as de.undo. . 5ue li4erta. .o tal.H1i. ao pensa.pede de 0a2er o 5ue sei e 5uero pode sur*ir do . o 5uerer e o conhecer de sua su3ei/ão K necessidade. nascida de u. ao prLprio e*oB o poder 5ue 0a2 0ace a essas circunstNncias.es. tinha pro0unda consci6ncia do carHter inade5uado do conceito de li4erdade dos cristãos e dos 0ilLso0os para 0ins polIticos.e. Uas não ) transparente.oderna.ples.entos tipica. u.o para nLs.o não se via desde a 5ueda do $. o4tido inspira/ão nas recentes desco4ertas das #i6ncias Naturais J o seu .es a esses desenvolvi.e i.ente 5uando o 5uero e o posso coincide. ou de . R1! A necessidade 5ue . dons e 5ualidades de 5ue o ho. entre reli*ião e polItica.ento do penZa. di2er. ) dotado por nasci. nas palavras de PIndaro.ente o indivIduo no 5ue di2 respeito ao 5uero e ao sei. lin*ua3ar 0ilosL0ico.as si.p)rio Ro. por tere.ados de pais da . % representante .as de nature2a estrita. .0aculdades . polItica. por assi.aior representante ) Ho44es J e a5ueles 5ue.ento e so4re os 5uais ele te.aneira de con0rontar nossas no/Mes ha4ituais de livre ar4Itrio.panhou o ascenso da )poca . condiciona.a insu0ici6ncia de talentos. a li4erdade se consu.ente ser cha. ) o posso. FG!JFG : FTG .ente .eu prLprio corpo. ou de u.4ito polItico e secular independente.ento polItico 5ue aco.este ) o . e1terior.

ad. co.os de i.eno de vontade e de 0or/a de vontade.ara.. F e S$.odera/ão e a necessidade de do.ente na 0alta de poder do ho.vencilharJse dele. di2e5do co. pois 3H o seria.pre co.entava 5ue não parecesse . de si . 71 8 %p.pot6ncia e dos li. distin*uiu e1pressa. Historica. u. &uando 0ala.a .a vontade. a*ente não podia . te. FT .ente. consci6ncia da vontade co.i.o u.es..es. Portanto. so4re a .Pois o 5uerer estH presente e.a vontade. A li4erdade polItica.ites i.o ho. parte 5uerer.o 5ue natural e.os costu.a vontade da 5ual A*ostinho se la.eira ve2 a vontade ao vivenciar sua i.pot6ncia.postos K 0or/a de vontade. re0letira.es. outras palavras. pela pri. . .. ) livre e não ) livre.anas.onstruoso Oa elaP e.o e1ecutar a5uilo 5ue ) 4o. poder 0a2er o 5ue se deve 5uerer 7$a li4ert) 11`` peut consister 5u+ K pouvoir 0aire ce 5ue O+T11 doit vouloir J a 6n0ase recai so4re pouvoir8 1G.ente u. i4id.. independente. e a di0eren/a consistia e.ais 5ue 5ual5uer outro povo.ente. 0ace ao .e. não ordena a nada al). cit. Paulo: . não o descu4ro.4). 5ue tal doen/a ) co.ais capacidades hu..B co. .ais ser cha. Para Uontes5uieu.ar os corc)is da al.a.a 0aculdade distinta.ado de livre 5uando lhe 0altasse a capacidade para 0a2er J donde se torna irrelevante sa4er se essa 0alha ) provocada por circunstNncias e1teriores ou interiores. Se a vontade 0osse Inte*ra. ao contrHrio.ens desco4rira. se o ho. se5uer ordenaria a si .ente das circunstNncias e da consecu/ão das .undo circunJ 71G8 Esprll des bols. consiste e. contudo.plo do autocontrole por5ue este ) para nLs clara.es. e não seu poder. pensa.etas 5ue a vontade esta4eleceu. +0: a . e.e.B e.e.ite ta. a vontade ) poderosa e ) i.1 .o para os anti*os era L4vio 5ue u. S$$. parece se.o se houvesse duas vontades presentes no .a 5ue o 0osse. parte não 5uerer. e e. os ho.doen/a do espIrito. E. lutando pelo poder so4re sua . %s *re*os.eira..ente a li4erdade polItica da 0ilosL0ica. Escolho o e1e. 0enQ. separada das de.. ?.a.potente. nunca to. e. 5ue a a 0iloso0ia não e1i*e da li4erdade .4ora ressaltando constituir isso u. u.Pois a vontade ordena 5ue ha3a u.ais 5ue o e1ercIcio da vontade 7X+e1ercice de $a volont)8. ne. espIrito possuIdo pela vontade: .

ente paralisasse o euJpossoB co.pe e a vontade ) vencida. a*uilhoaJo. o4servar 5ue nesses pri.ens 5uisesse.ais lon*e 5ue a vontade de poder 7FT8 A*ostinho.os 5uase auto. Devido K inco.ente entende.o. 7FT8 l4id. o anta*onis. incitaJo .e. o 5ue si*ni0ica 5ue o 5uero. da vontadeB 0oi ele u. pois. SL posso a5ui aludir Ks 0atais conse5:6ncias. Lr*ão de autoli4era/ão e.es.J F1T .undo e1terior e não ) de .o *overno so4re outros. opressão ou. cit. Ao contrHrio.es. Te.atica. desse e5uaciona. FT.os por vontade desse con0lito entre u.ais provHvel *anhador era a opressão. eu e1ecutante e u.porta o 5ue se3a dese3ado.a 0or/a avasaladora da nature2a ou das circunstNnciasB a contenda levantada por seu apareci. eu 5ue 5uer. no . op. Se3a co. o 5ue co. para a teoria polItica.orada interior. ne.o se o euJ5uero i.ediato e. os dese3os e inten/Mes . o e1e.pet6ncia da. sua incapacidade para *erar u. :E: co. sua constante derrota na luta co. Desco4riuJse a vontade de poder cristã co. senhor a4soluto. :E: dentro do prLprio eu.ediata. Por . eles perdesse. ricocheteia so4re ele. 5ue o con0lito do ho.ente.ais.odo al*u.unhos a vontade não era derrotada por al*u.a das causas pelas 5uais ainda ho3e e5uaciona.ente poder co. certa i.dante.us8.o 0or. .enteB o espIrito .anda e.aioria.e.o. o .o se. 0osse u.portNncia.eiros teste.ediata. o eu.u. consi*o . e o corpo o4edece instantanea.a vontade de opressão.e poder inerente K vontade: . e ) deso4edecido. a rela/ão entre corpo e espIrito era. id6ntico ao eu. a vontade de poder trans0or. no .ana.ento e.ais saliente do enor. co. vontade.Ini.anda no corpo.o entre corpo e al. per.%ouJse de i. a capacidade de ser livres. u. na 5ual o poder do euJposso se e1auria. a li4erdade. 5ue os ho. onde Epicteto ainda acreditava 5ue o ho. não i. sua precariedade.ento da li4erdade co. da e1peri6ncia de 5ueroJeJnãoJposso. % corpo representa nesse conte1to o . si . ou ) por ele arruinado..es.a. poder *enuIno.ento não era o con0lito entre o indivIduo e a .o irro. 7interior do.anece su3eito ao eu.plo . i. na . a capacidade hu.% espIrito . No acirrado con0lito co.o para A*ostinho.o u.o.undanos dos 5uais o poder da vontade deveria li4erar o eu.

ente prevalecendo so4re eles.. pro4le. e na verdade so4 seu 3u*o.a 0ilosL0ico de pri. 5ue ta.ento de ^eanJ^ac5ues Rousseau. de 5ual5uer .issão ao eu distin*ue o 5uero do penso.. co. e*oIs.o tal.ento co.ente. o representante . de a vontade e a vontade de poder se tere.anece se. o ideal de u. independente dos outros e eventual. o ideal de li4erdade dei1ou de ser o virtuosis. se dH de .os anterior. 5uando a li4erdade se tornou livreJar4Itrio.a polItico. 5ue . 5uando. ar4itdu.i.o a4soluta. Devido ao desvio 0ilosL0ico da a/ão para a 0or/a de vontade.ostrar interesse pelo pro4le.. derivada por ele diretaJ F11 .o u.ens. no pensa.possa alcan/ar. a princIpio. ta. deveJse talve2 ao 0ato de tere.ei 5ue os 0ilLso0os co.pre a ele li*ado. 4ase no . il sullit 5u+elle veuille l+6tre. cu3o diHlo*o o+ eu não ) o o43eto da atividade do pensa.ani0esto na a/ão para o li4eru. o4via.eira plana.ece a con5uistar o . A tirania. Essa su4.ais desvencilharJse do euB per. o prLprio euB e.e. a li4erdade te.pot6ncia.. u.a de *overno 5ue 4rota direta.e/ara..es.. e 5ue eles conce4ia.undo inteiro. A ascend6ncia 0ilosL0ica de nossa ha4itual no/ão polItica de li4erdade ainda se . . Tho. A0ir. tornado pratica. e . 5ue os 0ilLso0os acalentava..plo.ette K na/ãoJestado: . Essas palavras ecoa.ente.ais coerente da teoria da so4erania.4). livre ar4Itrio. coa*ir os ho.o 5ue al*u).o.as Paine insistia e.as e. Desde então.ente nos escritores polIticos do s)culo S9$$$. resu. pro4le.ani0esta clara. tornandoJse a so4erania.enciona.ente do 5uero.as no 5uerer e no relaciona. a . outros.tornado tão Hvido de poder. da li4erdade co. para .ente ausente das utLpicas tiranias da ra2ão co. 0oi aplicada ao N. e.odelo do penso. sido vivenciados.o no sentido 5ue . co.i. tornandoJse assi.para ser livre ) su0iciente Oao ho. u. enunciado aplicado por ba0a.a da li4erdade 5uando a li4erdade não era .4ito polItico.ente id6nticas.ais vivenciada no a*ir e na associa/ão co. i.odo. . possuIdo por ela co. e. estado de ser . a >nica 0or.ento.Pour 5u+une nation soit li4re. % 0ato de o 5uero se ter . por e1e. o 5uero não pode 3a.P 5uer6Jlo.4).. sido u. deve sua insaciHvel crueldade a u.

#arl Sch. Na realidade.as.pre 0ora.odo a poder conce4er o poder polItico K i..unidade e0etiva.entos ).odernos. 1 FG.anter a pro. e 5ue.ente. pois .o.entos.cada cidadão deve pensar so. Ele ar*u. e. co. F1F . e.a vontade dividida seria inconce4Ivel. especial. sustentando 5ue. contra Uontes5uieu. Talve2 e. estado ideal. prenderJse ao 0uturo.a instNncia. u.entou. Estado e.ais capacitado deIensor da no/ão de so4erania.ais perniciosa e peri*osa da e5ua/ão 0ilosL0ica de li4erdade co.rato Social.o polItico sL pode ser ad5uirida ao pre/o 7F18 9er os 5uatro pri. para evitar 0ac/Mes. 3a. isto ).ples ra2ão de 5ue . Ela não se es5uivou Ks conse5:6ncias desse individualis. e.e.o nos a4surdos a 5ue Rousseau 0oi condu2ido e na curiosa eu0oria co. seu 9erXassun*slehre... Todos os ne*Lcios polIticos são e se. Entre os teLricos politicos .a co. pp. *rupo ou de u. u.essa 0ace Ks incerte2as intrInsecas do 0uturo. Essa identi0ica/ão de li4erdade co. or*anis. so4re areia .ens.. e si. outro lu*ar o 0ato de as 0aculdades da vontade e da 0or/a de vontade constituIre.e.ovedi/a.eter e de . ! e ss.a tirania. u. u. transacionados dentro de u.preensão de 5ue a li4erdade de u.o ^eis e constitui/Mes.ais serão so4eranos J. si e por si .ente seus prLprios pensa. a teoria de Rousseau v6Jse re0utada pela si. 5ue não e1iste co. de u. .unica/ão entre si. 5ue o poder deve ser so4erano. >lti.ente da vontade.. 0a/a. livre ar4Itrio.. .inucioso arca4ou/o de la/os e o4ri*a/Mes para o 0uturo J co.ana 5uando se perce4e 5ue os ho. o 5ue 0i2ere. ou K co. de .es. Pois ela condu2 K ne*a/ão da li4erdade hu. 5ue ele as aceitou. F1B u.a*e. Uuni5ue.itt ) o . para a vontade.ente 0undada so4re esta vontade so4erana não seria eri*ida so4re areia. derivando todos. 9er.eiros capItulos do se*undo livro de % #on.o antipolItica se3a tão claro co.os cidadãos não t6. desli*adas de 5uais5uer outras 0aculdades. .a capacidade nãoJpolItica e . por de0ini/ão. Al). da 0aculdade de pro..es. 1<=. pensa apenas seus prLprios pensa.u. sL ho. indivisIvel. tratados e alian/as J. nenhu. disso. so4erania+ ) talve2 a conse5:6ncia polItica .) a4surdo. Ele reconhece clara.ente 5ue a rai2 da so4erania ) a vontade: So4erano ) a5uele 5ue 5uer e ordena.o e1tre. estrita da 0or/a de vontade individual.unica/ão entre os cidadãos e onde cada ho..

as si. al). isto ).odo. ser livres.eios essencial.ente por5ue u. nada .da li4erdade. a ser so4eranos. .i.a ve2.a li4erdade 5ue não se3a u. a 5ual o4ri*o a . coe1istir li4erdade e nãoJso4erania. ) precisa.osa so4erania dos or*anis.ana co.ente. deve. ) di0Icil perce4er. lu*ar essa arJ F1? . isto ). se su4. ) de 0ato . ) tão pouco realista ne*ar a li4erdade+ pelo 0ato da nãoJso4erania hu.uito di0Icil entender co.a li4erdade vivenciada apenas no processo de a/ão e e.e. u. de todos os de.a clare2a clHssica. acessLrio do 0a2er e do a*ir.ais.ens dese3a.ais.or K erudi/ão e ne.ais 0oi articulada co.ente tal e1peri6ncia J nunca .ens 5ue vive. Na verdade.as são os ho. Ks suas tradi/Mes polIticas e pr)J0ilosL0icasB e.as si. isto ). Re*resse. Entretanto.ens e.o a li4erdade poderia ter sido dada a ho.o *rupo sendo so4erano.os polIticos se.es.ens aspira. do . lado.o..es.eter K opressão da vontade. 5ue são deter. a . nenhu.es. So4 condi/Mes hu.ente nãoJ polIticos. e. tão pouca identidade 5ue ne. .ples.4ora. não por a. se3a esta a vontade individual co. %nde os ho. .os pois.ais e.ais u.ente K so4erania 5ue deve.pre 0oi u.o todo o pro4le.entos de viol6ncia.o ) peri*oso crer 5ue so.antida pelos instru. so4re a terra. se3a a . . não pode. $9 #o. .ente.enciona.ente se pode ser livre J co. de u.anas.o pode. ) claro.inadas pelo 0ato de 5ue não ) o ho. .a tradi/ão 0ilosL0ica ori*inaria. co. K Anti*:idade. de outro.os discutir a5ui.os e 5ue . *rupo or*ani2ado. atri4uto da vontade. Dentro do 5uadro conceitual da :Gloso0ia tradicional.ente antipo'tica.o indivIduos ou co. Se os ho. co. li4erdade e so4erania consenia.o pode. por ra2Mes 5ue 3H . certa.es.a ilusão. e de u.o *rupos or*ani2ados. sL pode ser .ultanea. e1istir si. a 5ual. . renunciar. ou.vontade *eral. . por u.a da li4erdade nos sur*e no hori2onte de tradi/Mes cristãs. estado de nãoJso4erania. A 0a.anidade nunca tenha perdido inZ teira. da so4erania.o pela continuidade de nossa tradi/ão.o indivIduo ou co.os 5ue pode e1istir u. para e1pressHJlo de outro . a hu. co.

pais de 0a.a nova e.o latina. A palavra *re*a HrAhein. o *overnante.a coisa.a e1peri6ncia na 5ual ser livre e a capacidade de co.o lIderes. ser livre e iniciar ta. . iniciador e lIder. e. co. levar a ca4o o 5ue 5uer 5ue tivesse co.e.a.e/ar. E.a*ir. ou se3a.ovi.ento conceitual.anente e sustentadora de atos passados cu3os resultados são as res *estae. condu2ir e.a. poderia real.4as as lIn*uas possuIa. li4erado das necessidades da vida para e.as era.undo. Pois 5ual5uer coisa +5ue a literatura anti*a. % si*ni0icado . para co. cu3a articula/ão eleva as e1peri6ncias a u. tenha a nos di2er acerca desses assuntos arrai*aJse essencial. cone1ão entre si. co. As duas palavras *re*as são HrAhein: co.o o dirIa. duas etapas di0erentesB sua pri.4os os casos.e/ar al*o de novo os 5ue 0osse.e/o .inentes do ho.unho de u.os uni0or.e de HrAht0`in indica o se*uinte: so. A li4erJ F1< .presas e.e/ar u. e cu3o au1Ilio prestava.os de histLricos. *overnarB e prHttein: lZvar a ca4o al*u. natural. E. bevarJnosJla lon*e de. tanto *re*a co. livre. outro caso. o *overnar.Ilia8 e se tivesse. ao . so4re os escravos e a 0a.e/ado a 0a2er.e/ar. lati. a a/ão ocorre e. dia.Hticos. eles não . a li4erdade era vivenciada na espontaneidade. dra.ais *overnava. terras distantes ou para a cidadania na po's.entoB e *erere. %s ver4os latinos correspondentes são a*ere: pQr al*u.ticula/ão ) ..ente no curioso 0ato de 5ue a.ente a*ir. a.ente podia.4ora de ..ais. histLricos e polIticos J. . prHttein. #o.ulti0or. *uarda.eira etapa ) u.a es0era de esplendor 5ue não ) a do pensa. 5ue a4arca o co.ente. *overnantes 7isto ). 5ue ) de Hrdua tradu/ão e 5ue de certo . para dar inIcio a al*o novo. os atos e eventos 5ue cha.e/ar al*o novo coincidia. *overnantes entre *overnantes. as 5ualidades proe.a coisa e.ediante o 5ual al*o de novo ve. o condu2ir. são teste.odo e1pri.ovendoJse entre i*uais. . isso não ) necessHrio.4).+ e.e a continua/ão per.presaB pois apenas co. co.ente de .. tentar destilar conceitos ade5uados da literatura nãoJ0ilosL0ica J dos escritos po)ticos.aneira diversa. por >lti..os ho3e e. dois ver4os para desi*nar a5uilo 5ue cha. assi. o HrAhon.o.Ilia 5ue *overnasse.ais di0Icil de ser captada do 5ue nos escritos dos 0ilLso0os.e. para nossos 0ins. o au1Ilio de outre. E.

De #ivitate Dei.. tornando.a*ina.pediu de encontrar u. Todas essas era.pre se sentira. conce4ida de . pois. papel na Filoso0ia *re*a 3usta.a no/ão.ento aut6ntico da li4erdade ro.ana. 5ue sur*e. os historiadores ro. seu >nico tratado polItico. de relatar. caracteristica. conceito teLrico de li4erdade 5ue 0osse ade5uado Ks suas prLprias e1peri6ncias e Ks *randiosas institui/Mes de li4erdade presentes na res pu4lica ro. a . cu3os ne*Lcios os descendentes tinha. esta4elecido ao 0undar a cidade. 5ual5uer outra de suas o4ras. e1clusiva.ais do pano de 0undo das e1peri6ncias especi0ica.os ter ainda . contra as tend6ncias antipolIticas da escola socrHtica.ente tão polItica co. assi. deverIa. os i.ana era u. pois esse inIcio continha o ele. ar4itriu.4).ente diverso. da 0unda/ão da cidade. co.ana.o a Historio*ra0ia *re*a. as res *estae da Rep>4lica ro.enos esperan/a de encontrar u. na HistLria da Filoso0ia. A Historio*ra0ia ro.odo inteira. A*ostinho apenas a discussão de li4erdade co. seus historiadores i.ente. A*ostinho. 3unta..anoB sua li4erdade li*avaJse ao inIcio 5ue seus antepassados havia. de *erir.a id)ia polItica vHlida de li4erdade e. nunca se contentou co. presos ao inIcio da histLria ro. le*ado trans..anas do 5ue e.ente ro.ente polItica.pria . con3unta.en*randecer.4ora essa discussão se tornasse decisiva para a tradi/ão. essencial.ana. A #idade de Deus.ana. ao 5ue parece. e. co.as ta.ente devido K sua ori*e. arcar e cu3os 0unda.o ) . Se a histLria das id)ias 0osse tão coerente co. *arantia da li4erdade ro. e.ente.ente. se re4elara. não encontra. u.. suas perple1idades. A*ostinho. 0ala .anos. Entretanto.penhou nenhu.era narrativa das *randes 0a/anhas e eventosB ao contrHrio de TucIdides ou de HerLdoto.entos cu.os e..ana.itido pelos 0undadores de Ro. .o li4eru.. polItica a sua histLriaB partia.dade ro.anos se.ana. :\ verdade 5ue os escritores ro. . ^H disse 5ue o conceito anti*o de li4erdade não dese.ais 5ue natural. cu3as conse5:6ncias precisava.ente co. ocasional. e a li4erdade ) conce4iJ F1E . E. o *rande pensador cristão 5ue de 0ato introdu2iu o livre ar4Itrio de Paulo.a ao povo ro.as sua curiosa 0alta de talento 0ilosL0ico. o 5ue 5uer 5ue tivesse.o Ks ve2es. a4 ur4e condita.

P ut esset.a disposi/ão hu.undo. ne.e/ar: a li4erdade. Deus criou o ho.o pri.a palavra co.undo.eiro a 0or. FX= .e/o se torna . .as so. o ho.ana. ante 5ue.pressão se alteraria consideravel.adas .uitas acep/Mes no Novo Testa. . esse co.ente ) 5ue A*ostinho era. não ) a vontade. A o4ra da 0).ontanhas.iliares 5ue a no/ão de 5ue u. ou se3a. assi.ulou a e1peri6ncia polItica central da Anti*:idade ro.itivo são tão 0a.ente eventos so4renaturais.e/o e. a u. As 0ortes tend6ncias antipolIticas do #ristianis.orte de cada indivIduo.as a capacidade hu.preensão. e e. tanto os e1ecuJ 7FF8 bivro S$$.e/o inicial ) rea0ir. pois e. Não se trata tanto de 5ue o ho. suas i.e. ao sur*i. e 5ue.a >nica e ... ) livre por5ue ele ) u.a. 0oi criado depois 5ue o universo passara a e1istir: OXnitiu.ais a s)rio e.ani0esta no ato de 0unda/ão. Encontra. FT. carHter da e1ist6ncia hu.ila*res. A >nica e1plica/ão 5ue ve.o 0ui` FF. creatus est ho. .. particular da pot6ncia inerente K li4erdade hu.e.ento da li4erdade no universoB o ho.preensão da li4erdade. 0or. 5ue a li4erdade 5ua co. No nasci.ara.o de e5uacionHJlo. so4re ser cristão. Pode. .ento e de di0Icil co. .a coisa nova 5ue continuarH a e1istir depois da . cap. ro.ento de cada ho.ular as i. pode co.o u. co. Estou convencida.as co.plica/Mes 0ilosL0icas.os ne*li*enciar a5ui as di0iculdades e nos re0erir apenas Ks passa*ens e. no entanto.e.ana Inti.da a5ui não co.ano. ) o 5ue os Evan*elhos cha. ta.ado. e si. u. 5ue nas palavras dos Evan*elhos ) capa2 de re.e/o.a coisa.ente se as palavras de ^esus #risto 0osse. K . possua a li4erdade co. de 5ue tal i.ana 5ue corresponde a essa pot6ncia.ano e ser livre são u.ila*res não são clara. Por5ue ) u.over . 5ue os . na verdade seu produto.ila*res.e. para introdu2ir no . cada caso ve.e.o u. pensador cristão tenha sido o pri. to.es.anaB . e5uacionar sua apari/ão no .elhor.undo 3H e1istente al*u.os nessas passa*ens u.plica/Mes 0ilosL0icas da id)ia polItica anti*a da li4erdade nos soa 5uase parado1al.undo a 0aculdade de co.ana no . ou .e/arB ser hu. u.o. a 0).ente o 5ue todos os . nessa parte de sua o4ra.4). co.a e1traordinHria co.

ilares na . li4ertar e salvar u.pelidos por 0or/as si.os i.os parte ta. nenhu. cu3o conte1to constitua. e. sido acionados pelo ho. de u. % 5ue nor.Htico. 5ue F1! . não i.e.Hticos co. isto ).ar atrav)s da a/ão. do nasci.anidade.pre: interrup/Mes de u.a a vida hu. Se.ediavel. ato.enos destruidores 5ue os processos vitais naturais 5ue diri*e. por).a inevitHvel ) a 0aculdade da prLpria li4erdade.tados por ho. sL podere.anece intacto nas )pocas de petri0ica/ão e.ina.9e2 por todas. estH su3eito.ente per.a .porta 5ual possa ser sua ori*e. E: da nature2a dos processos auto. condu2e. 4iolo*ica. si*ni0icar ruIna para a vida hu. a ocupar o . desses processos 5ue deno. As #i6ncias HistLricas conhece. a pura capacidade de co. K saciedade casos de civili2a/Mes petri0icadas e irre.o T1? processos cLs. 0a2 parte ta.Hticos. o a4soluta. 5ue 0a2e. de ru.ana.orte.atis.edida e.4).ais.ens co.icos e sendo nLs . u.. A verdade ) 5ue o auto.ana situada so4re a terra ) circundada por processos auto. d>vida nenhu.4pra tenha.ente.ente decadentes nas 5uais a ru.e.a s)rie 5ual5uer de aconteci.anidade.o e 5ue e..icos ou naturaiZ.aior espa/o na histLria re*istradaB os perIodos de e1ist6ncia livre 0ora. do ser para o nãoJser.elhantes processos histLricos de esta*na/ão pode.a ve2 5ue processos histLricos e arti0iciais se tenha.es.ente curtos na histLria da hu. Nossa vida polItica. evento isolado. disso.inada. 3a. '. se.o os e0etuadolS por a*entes divinos.etros. co. e.4). ho. al).o ) inerente a todos os processos. de al*u.o u. não são .: ) por isso 5ue nenhu. de u.o se. nosso or*anis..entos.ente inesperado.a na/ão ou a hu. pode. processo auto. e co.e/ar. seus prLprios parN.e. no interior dos 5uais e contra os 5uais pode se a0ir. deve.Hticos a 5ue o ho.a necessidade 4iolL*ica.os histLricos e 5ue tende. a despeito de ser o reino da a/ão.Hticos: pelos processos terrestres naturais.pre relativa. tornado auto.ento para a . a se tornar tão auto. por seu turno envolvidos por processos cLs. arrastarJse e perdurar por s)culos eles che*a. ser se.al.a parece predeter.a nature2a or*Nnica.

suprel1`T 5ue so.as co. sL se desenvolve co.ente o ho.o u. sair de seu esconderi3o e 0a2er sua apari/ão.ina. 0enQ.a . dentre todas as criaturas terrenas. na *a.B são . parece ter rece4ido.a de tudo 5ue deno. Pois.e. contudo. e de suas pro4a4ilidades estatistica.virtude.anece oculta. u. Uas en5uanto essa 0onte per. 3usta. u. tais circunstNncias. di2er. o desenvolvi.ila*re. não o4stante.a realidade tan*Ivel e concretaB isto ).a cadeia de . .ani.os encontrar e. e cu3os sinais e vestI*ios pode. cu3o 5uadro de re0er6ncia ele ocorre e cu3o auto. Toda nossa e1ist6ncia se assenta. \ da prLpria nature2a de todo novo inIcio o irro.o u.atis.anece presente . para usar desta e1pressão J o apareci. a 0or.ente.e/o são essencial.eno essencial.ente es. o apareci.ais.ento da vida or*Nnica so4re ela.odo de ser co. considerado. do ponto de vista dos processos no universo e na nature2a. a0inal. . al*o 5ue não poderia ser esperado. \ por5ue a 0onte da li4erdade per. i..ente nãoJpolIticoB e. por assi.pro4a4ilidades in0initas. ) u.anas.undo co. Se ) verdade 5ue a/ão e co.ento da terra a partir de processos cLs.ente id6nticos.as do processo e.i. vida or*Nnica constitue. . $sso soa . e ). todos . e 0inal.i.anas e 5ue constitui a 0onte oculta de todas as coisas *randes e 4elas.a*adoras.e. a li4erdade não ) u. .as 5ue.ais estranho do 5ue o ) real.ila*res. na lin*ua*e.ente..ila*res deve ser incluIda ta.a das 0aculdades hu.a e inspira todas as atividades hu.Hticos.ano a partir das esp)cies ani.. sua prLpria esp)cie de . Todo ato.ente co. e.per no . J isto ). a partir dos processos da.ente i.provHvel 5ue constitui de 0ato a verdadeira tra. não da perspectiva do a*ente.pro4a4ilidade in0inita.o interro.pe.4). do.per processos auto. plenitude onde a a/ão tiver criado seu prLprio espa/o concreto onde possa.a/ão de vida or*Nnica a partir de processos inor*Nnicos.o 5uando a vida polItica se tornou petri0icada e a a/ão polItica. .o u.os de real.icos e a evolu/ão do ho.es. F1G . a evolu/ão do *6nero hu. não ) polItica.ente esse in0inita. e virtuosidade. a li4erdade não ) vivenciada co.potente para interro..ila*res. se*ueJ se 5ue u.a capacidade de reali2ar . 5ue a li4erdade pode ser con0undida tão 0acil. 5uase todas as suas atividades.ento da terra.

es. e não pode ser .ana. virtude desse ele.predi2Ivel. ela ) naturalIssi. pouco supersticioso. estar preparado para 5uando viere.ila*res. o .provHvel. u.ente eli. co.o/ão e surpresa u.ita/Mes.aior parte da5uilo 5ue cha.Hticos. 5ue ) T1 ho. \ claro 5ue o e1e.pre auto. para .4ora ne.o u.atica. F1 . Se.ais . no conte1to de processos histLricos ou polIticos auto.entos são .entos.ento nunca ) inteira. presente e. 0avor do desastre. aviso de realis. ..pidos pela iniciativa hu.do diaJaJdia.ila*res.a e 5uase.ila*res não ) ar4itrHria ne.inado.os real na e1peri6ncia ordinHria veio a e1istir . tanta 0re5:6ncia 5ue parece estranho at) . A histLria.pidos pelo advento de u. en5uanto ser 5ue a*e.ila*res so4renaturais seria 5uase inco.a .otivo dessa 0re5:6ncia estH si.era.es. o papel 5ue a reli*ião atri4ui a .ensão da polItica. procurar pelo i.o 0alar de . aconteci.enteBh .a trivialidade na vida ord$nHria. ) repleta de eventosB a5ui. ne..pro4a4ilidade ocorre co.a ve2 se tenha.es. te.ples.ais 0or/a pendere.o isso possa ser co. . consu.ais e1traordinHrias 5ue a 0ic/ão. na verdade. essa e1peri6ncia 4anal. u. o . A e1peri6ncia 5ue nos di2 5ue os aconteci.ila*res. Uas o .ais 5ue se3a. Escolhi o e1e. e esperar .ente e 5ue parece se.e. contraposi/ão co.o.ente i.preensIvel. e.a.plo possui suas li. por .pleta. os pratos da 4alan/a e.pacto de u.iraculoso parecerH o ato 5ue resulta na li4erdade.4ito dos assuntos hu.ado. e. e at) . pelo initiu. princIpio 5ual5uer antecipa/ão.ente e1plicHvelB sua 0atualidade transcende e.entZ no 0ato de 5ue os processos histLricos são criados e constante. % prLprio i. co.ostrar 5ue a . . nos causa. \ e. a nature2a.pre portanto irresistIvel.previsIvel e pelo i.anos. toda realidade 5ue os aconteci. Seria pura supersti/ão a*uardar . pois.iraculoso. antecipados co.ila*re do acidente e da in0inita i. na di.ediante coincid6ncias 5ue são . Não ).in0inita.pro4a4ilidade. arti0icialB ao contrHrio.ente interro. . E.or ou esperan/a.. pois ) o desastre e não a salva/ão 5ue acontece se.plo dos processos naturais 5ue são interro.in0inita i. 5uanto .ente aplicado ao N.

.er*isse ho.icas.in0initas i.e. so4re as 5uais se 4aseia a realidade de nossa vida terrena e o carHter .a terra dentre as ocorr6ncias cLs. da li4erdade e da a/ão.ana. conta 5ue o ho. esta4elecer u.a vida se desenvolvesse a partir de processos inor*Nnicos. conhece. na di.a*adoras. levar e. Não e1ata. al*u. isto ). J ho.anhã se3a co. rece4ido o d>plice do.al.ens 5ue. FFT . pode.a realidade 5ue lhes pertence de direito.ente tão es. da evolu/ão da vida ani. vendo do lado de 0ora e se.ila*res.o as possi4ilidades de 5ue não sur*isse nunca u.o o ho3e são se. ) u. por tere. A di0eren/a decisiva entre as .pre es. 5ue..e. e de 5ue não e. as possi4ilidades de 5ue o a.ente.iraculoso inerente aos eventos 5ue esta4elece.ensão hu.ens 5ue os reali2a. iniciador. São ho.%43etiva.. ) verdade.as 5uase tanto co. inIcio e u.a*adoras. de 5ue nenhu.os o autor dos . a realidade histLrica estH e.pro4a4ilidades.

envolvendo Hreas e assu.ais caracterIsticos e su*estivos ) a crise periLdica na educa/ão. A #R$SE NA ED'#Acl%. toda parte e e.ente e. N a A.enos.eira *rande2a. pro4le.)rica. u. 5uase toda es0era da vida se .oderno e.ou. cada paIs. $ A crise *eral 5ue aco. #erta. no transcurso da >lti.a*ina/ão para detectar os peri*os de u.eteu o .ente não ) preciso *rande i. de seus aspectos .a polItico de pri. 5ue se to. u.E.a d)cada pelo .indo 0or.ente no noticiHrio 3ornalIstico. declIJ FF1 .undo .as diversas.ani0esta diversa. aparecendo 5uase diaria.

a te.o co.nio se.pre a tenta/ão de crer 5ue esta.a re*ra *eral neste s)culo 5ue 5ual5uer coisa 5ue se3a possIvel e. ao lei*o.alJestar 5ue. as e1peri6ncias polIticas de outros paIses no s)culo SS. evidente. \ de 0ato tentador considerHJla co. o pro0undo .a crise na educa/ão. disso.ente 5ual5uer outro paIs. sido su4linhada apropriada. Hreas acerca das 5uais.ente essa cren/a 5ue se te. sido incapa2es de lidar co. co.portantes so. 0uturo previsIvel.ente FFF .Htica na 5ual ele não estH i.o u. #erta. dar aten/ão a dist>r4ios e. i. de. nossa )poca: podeJse ad.pos de concentra/ão e de e1ter. co.a escolar.eira Wuerra Uundial. não o4stante as apar6ncias contrHrias de propriedade. paIs pode. Se isso 0osse verdadeiro.Htica 5uestão de sa4er por 5ue ^oão2inho não sa4e ler. tanto di0Icil dar a u. e. e a seriedade do pro4le.inadas peculiaridades da vida nos Estados 'nidos 5ue não encontraria.ino da Se*unda Wuerra Uundial.ais 5ue a eni*.ente.ais partes do . pro4le. nosso siste.undo.ente contrapartida nas de. cone1ão co.ente.es.entares na totalidade do siste.ente possIvel e. se co. hH outra ra2ão ainda . ) u. hH a5ui .os tratando de pro4le.itir co. pelo 5ual se deveria. \ 3usta.po. ser i*ual. as 5uestMes principais do s)culo. hH se.as especI0icos con0inados a 0ronteiras histLricas e nacionais.ente pelos in>. u.ente a0etados. Al). ou . pratica.parar.ediata.a escolar não se teria tornado u. sentido especiali2ado.eno local e se.ente para os i. ele pode nada sa4er 7e esse ).ar). e. posto 5ue não sou educadora pro0issional8. a crise e.pre crescente nos padrMes ele.os essa crise na educa/ão co.onstrado invariavel. responsa4ili2ar deter.ediata. contudo. se espalhou por toda a Europa a partir do t)r. os ca. a a*ita/ão revolucionHria 5ue se sucedeu K Pri.eros es0or/os 4aldados das autoridades educacionais para deter a . parecer aconselhHvel.Inio. 0enQ.ente 0alsa e.a situa/ão pro4le.eu caso ao tratar de u. m parte essas ra2Mes *erais 5ue 0aria.o u. u. Apesar disso.a crise na educa/ão a seriedade devida.ais convincente para 5ue ele se preocupe co. provavel. o . ela a te.a polItico e as autoridades educacionais não teria.

aior parte dessas crian/as o in*l6s não ) a lIn*ua natal. e a ess6ncia da educa/ão ) a natalidade.o ) L4vio. #o.ente as e1pectativas J sL pode ser cu.ais clara. 3uI2os pr)J 0or.a crise sL se torna u.o nos priva da e1peri6ncia da realidade e da oportunidade por ela proporcionada K re0le1ão. ) i.ados. 5uerer perce4er 5ue ori*inaria.prida .ais e1tre.penhadas nor.ente no lar.portante politica.as superando continua. ainda assi.ente lo*rada. \ a oportunidade.a.a crise na educa/ão poderia se to. . % desapareci.i*ra/ão contInua dese. papel di0erente e inco. outros paIses.a .penha u. seria.paravel.envolvido.a na A.a na/ãoJestado.ente . u.es.ente a educa/ão dese.)rica se. E.undo.ente elas constituIa.undo. '.)rica u. e a ra2ão ) 5ue.a *eral possa se apresentar e.ente. talve2. dese.i*rantes.a crise nos o4ri*a a voltar Ks 5uestMes .ente u.entos diretos. pro4le. esta o4via.ente di0Icil dos *rupos )tnicos .i*rantesB co. ) si*ni0icativo o 0ato de encontrar.ir 0un/Mes 5ue.ente do 5ue e.ericani2a/ão dos 0ilhos de i. apenas na A.ente o ele.a crise. Por .as de 5ual5uer .os a ela co.os as respostas e. o 0ato de 5ue seres nasce.odo 3ul*a. u.al.penha FF? .ples.ente 5ue u. Na A. para o .pleta. a e1plica/ão reside no 0ato de 5ue a A.ento de preconceitos si*ni0ica si. .ente deve assu.ais diversos J nunca co. e. ) claro. o . 0ator na polItica.ediante a instru/ão.pleta.a atitude dessas não apenas a*u/a a crise co.os sua 0or. a 0usão e1tre. preconceitos.4ora a crise na educa/ão possa a0etar todo o .)rica. desastre 5uando responde.pre 0oi u.possIvel che*ar a isolar co.)rica.ento universal das circunstNncias especI0icas e.o para a .as e e1i*e respostas novas ou velhas.ente 5ue perde. respostas a 5uestMes.as te. tudo a5uilo 5ue 0oi posto a nu.ais i. isto ). co.ais decisivo para nossas considera/Mes ) o papel 5ue a i. 5ue ser aprendida na escola.os de ordinHrio se. Tecnica. '. 5ue nos apoiHva. #ontudo.a terra de i. educa/ão e a. '. indiscutivel. de e1plorar e investi*ar a ess6ncia da 5uestão e. 5ue ele aparece.ar real. proporcionada pelo prLprio 0ato da crise J 5ue dilacera 0achadas e o4litera preconceitos J. .

na consci6ncia polItica e na estrutura psI5uica do paIs. ao tere. con0or. e 5ue co. isto ).ente u.undo contra o anti*o.pre 0oi o le.po.ericana. dessa 0unda/ão de u.s e.o e1traordinHrio pelo 5ue ) novo. de 5ual5uer . .undo. u. 5ual a A. sua estrutura polItica. do Uundo.undo e1terior J co. u.ples.Jche*ados por nasci. u.)rica o 0ator deter.ento e. *randioso desI*nio da provid6ncia para a ilu. 5ue plane3ava a4olir a po4re2a e a escravidão.o te.. % si*ni0icado dessa nova orde.a aten/ão . tal precede de 5uase ce. presu.o a a4ertura de u.a i.pouco 0oi seu propLsito i. . J o4servada por Toc5ueville co.e/ou sua e1ist6ncia histLrica e polItica.o. as crian/as.a . essa nova orde.. antes da Declara/ão da $ndepend6ncia J . não se desli*ou do . Esse 0oi o intento ou lei 4Hsica e.ento. novo .aneira e.)rica não ) si. sua rela/ão co. prontas para in*ressar na co.inante se.Jche*ados.a3or i.idade co.per0ecti4ilidade ili. e.ente resultaria. FF< . ter dado 4oasJvindas a todos os po4res e escravi2ados do .pre considerei a coloni2a/ão da A.4ora independa deles e.)rica co.aior e e. Para a A..ano so4re toda a terra. ultrapassado a in0Nncia e estare.ina/ão e e. e ta. instru/ão. %s i. anos o desenvolvi. A A.i*rantes para povoar a terra.u. Nas palavras pronunciadas por ^ohn Ada.o pessoas 3ovens.portNncia dadas aos rec).a Nova %rde. % entusias.itada. e a conco. as 5uais. E. 0oi e ) a eli.o costu..por pretensMes i.i*rantes.unidade dos adultos co. desde o inIcio.ho.es.itante con0ian/a e. '. sua *rande2a consiste no 0ato de 5ue. co.e. o . e1i4ido e.undo e1terior caracteri2ouJse desde o inIcio pelo 0ato de esta rep>4lica.ava suceder alhures na 0unda/ão de utopias J para con0rontarJse co. ve2 disso. se. Uas ao . toda nota de dLlar J Novus %rdo Secloru. era. paIs colonial carecendo de i.presso e.a *arantia de 5ue isto representa a nova orde. evan*elho a outros. outros paIses do %cidente J.o o credo do .Se. os rec).ancipa/ão da parte escravi2ada do *6nero hu.ina/ão da po4re2a e da opressão. 5uase todos os aspectos da vida diHria a. são para o paIs u.)rica co.. 1!=E J isto ).odelo per0eito.periais ou ser pre*ada co.o u.ivel.

a nova orde.o Ks crian/as 5ue se 5uer educar para 5ue se3a. . polIticaB o 5ue hH ) u. isto ). so.o *uardião e i. soa .o se o novo 3H e1istisse.o não se pode educar adultos. atrav)s da persuasão.ava. todas as utopias polIticas. &ue.pos anti*os. si.ente na5uele s)culo. instru. se verH o4ri*ado K pavorosa conclusão platQnica: o 4ani.ulacro de educa/ão. assu. &ue. pois na polItica lida.penhar papel nenhu. e a prLpria atividade polItica 0oi conce4ida co. % papel dese. a5ueles 5ue são por nasci.pediJlos de atividade polItica.ento e por nature2a novos. a palavra . 4aseada na a4soluta superioridade do adulto..educa/ão.ples. Por esse . isso i.ente u. isto ).ostra o 5uanto parece natural iniciar u. seu prLprio FFE .ente in0luenciado por Rousseau.es. *rave e5uIvoco: ao inv)s de 3untarJse aos seus i*uais.indo o es0or/o de persuasão e correndo o risco do 0racasso. 5uer 5ue 5ueira educar adultos na realidade pretende a*ir co. na polItica. ao poder.ento da polItica.pre*nado de Rousseau e de 0ato direta. a5ueles 5ue 3H estão educados. ideal educacional. HH o 0ato adicional. as cnan/as a seus pais e si. co. Uas .otivo na Europa.a 0or.ediante a educa/ão. DerivouJse dessa 0onte. su4trae. dese3ar seria. ne. A educa/ão não pode dese.a de educa/ão. os novos.ovi. en5uanto o o43etivo real ) a coer/ão se.e/ar das crian/as se se 5uer produ2ir novas condi/Mes per.o u. polItica . 0ait acco. e a tentativa de produ2ir o novo co.ente o .ente anterior ao s)culo S9$$$.ente criar u. u. de 5ue esse pathos do novo. atrav)s de 0or/a e coa/ão.o u.ente se desenvolveu conceitual e politica.pli. ne. e 5ue se tornou decisivo para o si*ni0icado da educa/ão. ao che*are. i. no 5ual a educa/ão tornouJse u.4ora consideravel.os co.ente Li neLi. de 0ato.undo co. a. contudo.ais velhas do Estado a ser 0undado.ento de todas as pessoas .al e. a princIpio. a partir dos te. o uso da 0or/a.entos revolucionHrios de 0eitio tirNnico 5ue. novo . #o. No 5ue toca K polItica.os *re*os cha.anhã utLpico ) ne*ado.onopLlio dos . e. cidadãos de u.ente as doutrina.ples.aneceu sendo principal. a cren/a de 5ue se deve co. hH a interven/ão ditatorial.penhado pela educa/ão e.plica o4via. si.

ta.ais s)rias apenas e.ente representa e. 5ue. pois a 0rase . do ponto de vista dos .ais velho do 5ue eles . 0undHJla co. nosso prLprio s)culo..oZ na A.u+ndo vellio. so4 a divisa da FF= . 5ual se3Bl. .os. u.oderna`` teorias educacionais ori*inHrias da Europa #entral e 5ue consiste. o 0ato de 5ue as escolas não apenas serve. . u. u. por).ente esse 0ato 5ue torna tão di0Icil 3ul*ar a5ui correta. de u. tudo isso encora3a a ilusão de 5ue u. continuu.)rica.iscelNnea de 4o. ocorre na A.odo al*u.o polItico.undo anti*o.i*rantes.papel 0uturo no or*anis. retira seu si*ni0icado de 9elho Uundo.pressionante .ãos dos rec).a solu/ão para a po4re2a e para a opressão. % . de tal .undo pree1istente. plena consci6ncia de u. e sL ) novo para os 5ue aca4ara. senso e a4surdo levar a ca4o. a ilusão e.a i. pois. .ente .ente esses pro4le.ediante a educa/ão das crian/as.4ora ad. para a.undo novo sL pode si*ni0icar o dese3o de arrancar das .irHvel por outros .ortos. 0: claro 5ue a verdadeira situa/ão a4soluta.ais 0orte do 5ue a realidade.er*ente do pathos do novo produ2iu suas conse5:6ncias .ericana 4Hsica.otivos.undo novo estH sendo construIdo . u. respeito K prLpria educa/ão.ais nada.Jche*ados sua prLpria oportunidade 0ace ao novo.undo adulto possa propor de novo ) necessaria. Tudo isso de . Pertence K prLpria nature2a da condi/ão hu. e o 5:6 ) . 0oi re3eitado por não poder encontrar nenhu.odo 5ue preparar u. construIdo pelos vivos e pelos . #o. e ) e1ata.a nova *era/ão para u.Novo Uundo. e de 5ue a5ui as pessoas são de 0ato a3udadas a se des0a2ere.i*ra/ão. e.undo no 5ual são introdu2idas as crian/as.ana o 0ato de 5ue cada *era/ão se trans0or.ente de u. de penetrar nele pela i..es. .es. possi4ilitou K5uele co. . A5ui. . Antes de . o 5ue 5uer 5ue o .a nova orde.ais novos.as.ente não ) esta.ericani2ar as crian/as .undo anti*o e a entrar e. de u.a e.ais. a de 5ue ) possIvel 0undar u.as a0eta. histLrico.undo.a e1peri6ncia a. ) u.ple1o de . . a seus pais.4). a +ilusão ) . isto ).)rica. pois 4rota direta. novo . 1T papel polItico 5ue a educa/ão e0etiva.a terra de i.

educa/ão pro*ressista, u,a radical revolu/ão e, todo o siste,a educacional. A5uilo 5ue na Europa per,anecia sendo u, e1peri,ento, testado a5ui e ali e, deter,inadas escolas e e, institui/Mes educacionais isoladas e estendendo depois *radual,ente sua in0lu6ncia a al*uns 4airros, na A,)rica, hH cerca de vinte e cinco anos atrHs, derru4ou co,pleta,ente, co,o 5ue de u, dia para outro, todas as tradi/Mes e ,)todos esta4elecidos de ensino e de aprendi2a*e,. J Não entrarei e, detalhes, e dei1o de 0ora as escolas particulares e, so4retudo, o siste,a escolar paro5uial catLlicoJro,ano. % 0ato i,portante ) 5ue, por causa de deter,inadas teorias, 4oas ou ,Hs, todas as re*ras do 3uI2o hu,ano nor,al 0ora, postas de parte. ', procedi,ento co,o esse possui se,pre *rande e perniciosa ,i,portNncia, so4retudo e, u, paIs 5ue con0ia e, tão lar*a escala no 4o, senso e, sua vida polItica. Se,pre 5ue, e, 5uestMes polIticas, o são 3uI2o hu,ano 0racassa ou renuncia K tentativa de 0ornecer respostas, nos depara,os co, u,a criseB pois essa esp)cie de 3uI2o ), na realidade, a5uele senso co,u, e, virtude do 5ual nLs e rioss,os cinco sentidos individuais estão adaptados a u, >nico ,undo co,u, a todos nLs, e co, a a3uda do 5ual nele nos ,ove,os. % desapareci,ento do senso co,u, nos dias atuais ) o sinal ,ais se*uro da crise atual. E, toda crise, ) destruIda u,a parte do ,undo, al*u,a coisa co,u, a todos nLs. A 0al6ncia do 4o, senso aponta, co,o u,a vara ,H*ica, o lu*ar e, 5ue ocorreu esse des,orona,ento. +E, todo caso, a resposta K 5uestão: J Por 5ue ^oão2inho não sa4e lerR J ou K 5uestão ,ais *eral: J Por 5ue os nIveis escolares da escola a,ericana ,)dia acha,Jse tão atrasados e, rela/ão aos padrMes ,)dios na totalidade dos paIses da EuropaR J não ), in0eli2,ente, si,ples,ente o 0ato de ser este u, paIs 3ove, 5ue não alcan/ou ainda TS padrMes do 9elho Uundo, ,as, ao contrHrio, o 0ato de ser este paIs, nesse ca,po particular, o ,ais .avan/ado. e ,oderno do ,undo. E isso ) verdadeiro e, u, d>plice sentido: e, parte al*u,a os pro4le,as educacionais de u,a sociedade de ,assas se tornara, tão a*udos, e e, nenhu, outro lu*ar as teorias ,ais ,odernas no ca,J FF!

po da Peda*o*ia 0ora, aceitas tão servil e indiscri,inada,ente. Desse ,odo, a crise na educa/ão a,ericana, de u, lado, anuncia a 4ancarrota da educa/ão pro*ressiva e, de outro, apresen,ta u, pro4le,a i,ensa,ente di0Icil por ter sur*ido so4 as condi/Mes de u,a s&ciedade de ,assas e e, resposta Ks suas e1i*6ncias. A esse respeito, deve,os ter e, ,ente u, outro 0ator ,ais *eral 5ue, ) certo, não provocou a crise, ,as 5ue a a*ravou e, notHvel intensidade, e 5ue ) o papel sin*ular 5ue o conceito de i*ualdade dese,penha e se,pre dese,penhou na vida a,ericana. HH nisso ,uito ,ais 5ue a i*ualdade perante a lei, ,ais, ta,4),, 5ue o nivela,ento das distin/Mes de classe, e ,ais ainda 5ue o e1presso na 0rase .i*ualdade de oportunidades., e,4ora estZ tenha u,a ,aior i,portNncia e, nosso conte1to, dado 5ue, no ,odo de ver a,ericano, o direito K educa/ão ) u, dos inalienHveis direitos cIvicos. Este >lti,o 0oi decisivo para a estrutura do siste,a de escolas p>4licas, por5uanto escolas secundHrias, no sentido europeu, constitue, e1ce/Mes. #o,o a 0re5:6ncia escolar o4ri*atLria se estende K idade de de2esseis anos, toda crian/a deve che*ar ao. col)*io, e o col)*io ) portanto, 4asica,ente, u,a esp)cie de continua/ão da escola pri,Hria. E, conse5:6ncia dessa aus6ncia de u,a escola secundHria, a prepara/ão para o curso superior te, 5ue ser proporcionada pelos prLprios cursos superiores, cu3os currIculos padece,, por isso, de u,a so4recar*a crQnica, a 5ual a0eta por sua ve2 a 5ualidade do tra4alho ali reali2ado. PoderJseJla talve2 pensar, K pri,eira vista, 5ue essa ano,alia pertence K prLpria nature2a de u,a sociedade de ,assas na 5ual a educa/ão não ) ,ais u, privil)*io das classes a4astadas. ',a vista d+olhos+ na $n*laterra, onde, co,o todos sa4e,, a educa/ão secundHria ta,4), 0oi posta K disposi/ão, e, anos recentes, de todas as classes da popula/ão, ,ostrarH 5ue não ) isso +T 5ue ocorre. bH, ao 0i, da escola pri,Hria, tendo os estudantes a idade de on2e anos, instituiuse o te,Ivel e1a,e 5ue eli,ina 5uase 1Tn dos escolares 5uali0icados para instru/ão superior. % ri*or dessa sele/ão. não 0oi aceito, ,es,o na $n*laterra, se, protestosB na A,)rica, ele si,ples,ente teria sido i,J FFG

possIvel. % 5ue ) intentado na $n*laterra ) a .,eritocracia., 5ue ) o4via,ente ,ais u,a ve2 o esta4eleci,ento de u,a oli*ar5uia, dessa ve2 não de ri5ue2a ou de nasci,ento, ,as de talento. Uas isso si*ni0ica, ,es,o 5ue o povo in*l6s não este3a inteira,ente esclarecido a respeito, 5ue, ,es,o so4 u, *overno socialista, o paIs continuarH a ser *overnado co,o o te, sido desde te,pos i,e,oriais, isto ), ne, co,o ,onar5uia ne, co,o de,ocracia, por), co,p oli*ar5uia ou aristocracia J a >lti,a, caso se ad,ita o ponto de vista de 5ue os ,ais dotados são ta,4), os ,elhores, o 5ue não ) de ,odo al*u, u,a certe2a. Na A,)rica, u,a divisão 5uase 0Isica dessa esp)cie entre crian/as ,uito dotadas e pouco dotadas seria considerada intolerHvel. A ,eritocracia contradi2, tanto 5uanto 5ual5uer outra oli*ar5uia, o princIpio da i*ualdade 5ue re*e u,a de,ocracia i*ualitHria. Assi,, o 5ue to,a a crise educacional na A,)rica tão particular,ente a*uda ) o te,pera,ento polItico do paIs, 5ue espontanea,ente pele3a para i*ualar Fu apa*ar tanto 5uanto possIvel as di0eren/as entre 3ovens e velhos, entre dotados e pouco dotados, entre crian/as e adultos e, particular,ente, entre alunos e pro0essores. ( L4vio 5ue u, nivela,ento desse tipo sL pode ser e0etiva,ente consu,ado Ks custas da autoridade do ,estre ou Ks e1pensas da5uele 5ue ) ,ais dotado, dentre os estudantes. Entretanto, Z i*ual,ente L4vio, pelo ,enos a 5ual5uer pessoa 5ue tenha tido al*u, contato co, o siste,a educacional a,ericano, 5ue essa di0iculdade, enrai2ada na atitude polItica do paIs, possui ta,4), *randes vanta*ens, não apenas de tipo hu,ano ,as ta,4), educacional,ente 0alandoB .e, iMdo caso, esses 0atores *erais não pode, e1plicar a crise e, 5ue nos encontra,os presente,ente, e ta,pouco 3usti0ica, as ,edidas 5ue a precipitara,. 11 Essas desastrosas ,edi5as pode, ser re,ontadas es5ue,atica,ente a tr6s pressupostos 4Hsicos, todos ,aisrdo 5ue 0a,iliares. . % pri,eiro ) o de 5ue e1iste FF

as chances desta de se. pior 5ue antes. . Poucas pessoas adultas são capa2es de suportar u. di2er.es.pre si. 5ue o adulto se acha i. e. desi*ual co. *rupo. e não a crian/a individual. a crian/a não 0oi li4ertada. %s adultos aI estão apenas para au1iliar esse *overno. de u. pode.potente ante a crian/a individual e se. ) se.eios de co.ente .os do ponto de vista da crian/a individual. conta so. E ) assi. . sua situa/ão.edida do po`BsIvel.itir 5ue elas *overne. de sua prLpria classeB e. são assi.ediHvel. .as no co. o resultado 0oi sere.os e 5ue se deve..pulsão e1ternosB as crian/as são pura e si.ente o 5ue 0a2er e o 5ue não 0a2er repousa no prLprio *rupo de crian/as J e isso. con0ronto co.a pessoa 5ue.ais crian/as. As rela/Mes reais e nor. contar co.anciparJse da autoridade dos adultos. a a4soluta . Se a olhar.a .undo dos adultos.ais severa autoridade de u.ente tirNnica. te. E. su3eita a u.a autoridade . entre outras conse5:6ncias. ) verdade. u. per. na .es.ente nulasB ela não se encontra . ve2 disso. no entanto. e si. todo caso.ais entre crian/as e adultos. A autorZdade 5ue di2 Ks crian/as individual.undo.inoria de u. ela.4ate a 5ue. .o 5ue este se3a u. *era u.aioria. Ele apenas pode di2erlhe 5ue 0a/a a5uilo 5ue lhe a*rada e depois evitar 5ue o pior aconte/a. *rupo de crian/as. u. 4anidas do .ente o *rupo..undo da crian/a e u. autQno. se.pre consideravel.ente reunidas no .ultanea.a situa/ão e.u.a luta 4e. contato co. Assi.ente incapa2es de 0a26Jlo. ) 4e. São elas. &uanto K crian/a no *rupo. ao e.uito . as crian/as. 5ue ) a tirania da .o 5uando ela não ) sustentada por .a sociedade 0or. isto ). natural. a solidariedade das de.a situa/ão dessas. A autoridade de u.ples. e. da ess6ncia desse pri. por assi. indivIduo isolado. suspensas.ais 0orte e tirNnica do 5ue a .aioria dos outros. re4elar ou 0a2er 5ual5uer coisa por conta prLpria são pratica.ada entre crian/as.er*entes do 0ato de 5ue pessoas de todas as idades se encontra.ente. por de0ini/ão irre.ais terrIvel e verdadeira..eiro pressuposto 4Hsico levar e. a4soluta superioridade so4re ela. encontraJse na posi/ão.ais e.. . ou 3o*adas a si F?T .

essa pressão tende a ser ou o con0or.a t)oria . pressuposto 5ue o . elas não pode. ) u.o lo*o vere. por sua ve2.ais e0ica2. #ontudo.es.at)rias.ente *rave da 0or.os. e 0re5:ente.ente a4andonados a seus prLprios recursos.ouJse e. contra o 5ual.)todos de co. não ) . u. se3a dada a isso a 0or. $sso 5uer di2er.ais e1istir. 5ue pode si. o pro0essor nãoJautoritHrio.undo . o el`Gino. ne*li*encia.as.os. ela resultou nas >lti.. inti.ente da . a Peda*o*ia trans0or.ento.a.a.oderna e dos princIpios do Pra*. Dessa 0or. não pode .ancipar inteira. pensavaJse. conheci. da Psicolo*ia . ar*u.as d)cadas e. cpntra o 5ual.at)ria.ento e1tre. por sere.o a pessoa 5ue.ente ) u. A rea/ão das crian/as a. co.is. sa4e .4).es. escapar para nenhu. 5ue não apenas os estudantes são e0etiva.ente nos col)*ios p>4licos.uito si. So4 a in0lu6ncia. pro0essor.ente li*ada a u.as ta.undo dos adultos. Era .. ho.ais le*Iti.pulsão por ser capa2 de con0iar apenas e.a/ão ) no ensino. nosso conte1to. % se*undo pressuposto 4Hsico 5ue veio K tona na presente crise te. ou entre*ues K tirania de seu prLprio *rupo.o ou a delin5:6ncia 3uvenil.a da auZoridade do pro0essor.e. #o.. sua prLpria autoridade. $Ião raro acontece encontrarJse apenas u.o o pro0essor não precisa conhecer sua prLpria .ente a aplica/ão do terceiro pressuposto 4Hsico e.ente ensinalB+ 5ual5uer coisaB sua 0or.undo por lhes ter sido 4arrado o .o.ples.entar. outro . suas prLprias .)rica.ais 5ue nLs .oderno de0endeu durante s)culos e 5ue encontrou e1pressão conceitual sisJ F?1 .a . o pernicioso papel 5ue representa.a ci6ncia do ensino e.a/ão dos pro0essores e. não pode.Inio de 5ual5uer assunto particular. 5ue *ostaria de se a4ster de todos os . co. *eral a ponto de se e. pressuposto 4Hsico acerca da aprendi2a*e.at)ria e0etiva a ser ensinada. particular. e do 5ual não pode. .ples. disso. estH natural. 5ue a 0onte . crian/as. Al).ais e pode 0a2er . e não no do. passo K 0rente de sua classe e. por sua superiLridHde nu.oderna acerca da aprendi2a*e.istura de a.ente. na crise atual a Peda*o*ia e as escolaB de pro0essores sL se tornou possIvel devido a u.4os. '.a 5ue se 5ueira. a ver co. se re4elar. u.a.atis. Essa atitude. u.

pensavaJse.Hria 5uanto L4via: consiste e..portNncia ao do.o ter 61ito co.ente co.as si.o o . ao inv)s disso. o aprendi2ado pelo 0a2er.H5uina de escrever. levada tão lon*e 5uanto possIvel.portNncia toda especial K dilui/ão.ente o 5ue pode ser aprendido .onstrasse constante.es. e sua aplica/Zo K +educa/ão ) tão pri.a esp)cie de trans0or.ento.ais de u. o 0ito de a)larar u. su4stituir. nesse processo.ento da crian/a no . auto. de tal . Entretanto.itisse. de inculcar u.ente pelo ensino de lIn*uas: a crian/a deve aprender 0alando. no sentido anti*o.atis.odo . ou. o 5ue ) .porta.a de atividade 5ue 4rota espontanea. incapa2es de 0a2er co. currIculo padrão. 0avor do pri.entos.ente co.ais vIvido e apropriado de co.eiro.. na . essa descri/ão ) 0alha. por ser a >nica 0or. 5ue a crian/a ad5uirisse os pr)Jre5uisitos nor. institui/Mes vocacionais 5ue tivera. estH no 4rin5uedoB a aprendi2a*e.ediante o 4rin5uedo 0a2 3usti/a a essa vivacidade.portante para a . se atri4uiu i. Esse pressuposto 4Hsico ).o.o por não levar e.arte.o o sa4er ) produ2ido. e o resultado 0oi u. So.a cone1ão entre essas duas coisas J a su4stitui/ão da aprendi2a*e.a/ão de institui/Mes de ensino e.ão de s>a prLpria iniciativa l>dica. % 4rincar era visto co. de.o.a atitude de passividade.odo 5ue ele não trans.as.o se di2ia.os 0i2e.Htica no Pra*. . . F?F . A Inti. ar*u. conta co. % .ente de sua e1ist6ncia en5uanto crian/a. o de 5ue sL ) possIvel conhecer e co. . outras pessoas e ser popular.a ha4ilidade. ensinar a diri*ir u. de viver. não apenas por e1a*erar o4via. 5uanto 0ora.os.ais i.Inio 5ue tenha o pro0essor de sua . pelo 0a2er e do tra4alho pelo 4rincar J pode ser ilustrada direta. da distin/ão entre 4rin5uedo e tra4alho J e. o4ri*avaJa a a4rir . .at)ria 0oi o dese3o de levHJlo ao e1ercIcio contInuo da atividade de aprendi2a*e.te. A inten/ão consciente não era a de ensinar conheci.ento petri0icado.preender a5uilo 5ue nLs .otivo por 5ue não 0oi atri4uIda nenhu.undo.a i. co.a .edida do possIvel.conheci. tanto 61ito e. A atividade caracterIstica da crian/a. co. 0or/ando a crian/a K u.Lvel ou a utili2ar u. co.

e por5ue oculta ao .es.ente ad5uirido de tra4alhar e de não 4rincar. o 5ue se estH procurando de 0ato J e1ceto 5uanto aos. 0avor da . tende a tornar a4soluto o . o dia todo no a. ) e1tinto e.a restaura/ão: 7o ensino serH condu2ido de novo.o te.eiro pressuposto 4Hsico. ou se3a.ais velha o .o o4serva.po o 0ato de 5ue a crian/a ) u.aneira co.ente.ar todo o siste. ser hu.undo. tecnolo*ia J não ) . entre outras coisas. de trans0or. na A.itada. Se. u.)rica. Ao 0a26Jlo.o.HJlo inteira.plia/ão das 0acilidades de educa/ão nas #i6ncias FIsicas e e. resulta do reconheci. autoridadeB o .o 5ue ao 4rincar e na continuidade ininterrupta da . 5uando criancinha. 0a2endo. . deveria preparar a crian/a para o .eira in0Nncia. Essa reten/ão da crian/a ) arti0icial por5ue e1tin*ue o relaciona.era e1ist6ncia.undo da in0Nncia.antida arti0icial.a educacional.ento do carHter destrutivo desses pressupostos 4Hsicos e de u.ente .ensa a. sua aplica/ão K educa/ão. ) per0eita.porHria.a desesperada tentativa de re0or. A5uilo 5ue.anter a crian/a.ano e.ento. Se3a 5ual 0or a cone1ão entre 0a2er e aprender.es. consiste do ensino e da aprendi2a*e.isto ). .Htica. o hH4ito *radual. ao . so.os no caso do pri.ente 5uando se pode .Htica e da sinta1eB e.undo.aneira co.ado de u.undo dos adultos.ula pra*.ente no seu prLprio .ente da .undo da in0Nncia e1ata. Ta. autono. por e1cel6ncia.a i. da crian/a.a prepara/ão para a condi/ão adulta. a5ui.undo dos adultos e.edida e.ia do .a . e. outras palavras. na . lIn*ua estranha da .encionar a 5uestão de sa4er se isso ) possIvel ou não J ) possIvel. 5ue este pode ser cha. de 5ue a in0Nncia ) u. escala li. ela ) e1cluIda do .a etapa te.pido drlrante as horas de F?? . A atual crise. e não pelo estudo da *ra. cQ.ento natural entre adultos e crian/as. aprendeu sua prLpria lIn*ua: co.4iente de lIn*ua estran*eira J.ente claro 5ue esse processo tenta consciente. so4 o prete1to de respeitar a independ6ncia da crian/a.&rin5uedo deverH ser interro.ais 5ue u.4).anter a crian/a ..ais possIvel ao nIvel da pri. o 5ual.odo de aprendi2a*e. e 5ual5uer 5ue se3a a valide2 da 0Lr. planos de u. desenvoZvi. ou se3a. deve aprender u.

pre se pode aprender..es.anos.pouco a 5uestão .ais *erais na sociedade . ne*li*entes para co. o 4o. para os conheci.ular os currIculos de escolas secundHrias e ele. contradi/ão tão 0la*rante co. a se*unda 5uestão.undo . Assi. al). o 5ue pode.ente norteJ a. os aspectos do . se*undo lu*ar. se pudesse. aca4ados.ais per.os aprender dessa crise acerca da ess6ncia da educa/ão J não no sentido de 5ue se. de co.. 5uais são os .*o antes de+ se convertere. u. e o tra4alho s)rio reto. % 5ue i. so4re a o4ri*a/ão 5ue a e1ist6ncia de crian/as i. di2er e 0a2er coisas e.a insta4ilidade . &uais 0ora. re0letindo so4re o papel 5ue a educa/ão dese. Essas re0or. estado de vir a ser.as propostas.entares e necessHrias da sociedade hu. na crise educacional. e. 111 '.o ) possIvel re0or.aula.a crise e u. as crian/as.ericano. durante d)cadas.pMe a toda sociedade hu. .ar os atuais +currIculos dos pro0essores de . F?< .oderno e de sua crise 5ue e0etiva. e. . de trans0or.oderna.es. isto ). sensoR E.undo de ho3e.4ora talve2 a lon*o pra2o ainda . 5ue estão ainda e.as si.anece tal 5ual ). por).as e. .ais ele. não se acha.os co.ana.o ocorre no presente caso.ente atrav)s do nasci.porta para nossa ar*u. discussão e são de interesse pura. o 5ue não se deve 0a2er.penha e. por 0i.el1te se revelara. da vinda de novos seres hu.anaR #o. toda civili2a/ão.odo a preparHJlas para as e1i*6ncias inteira.ais i. A educa/ão estH entre as atividades . ou se3a.ento. disso.e/are. a crian/a. u..a crise na educa/ão e.es.entares de todos os paIses de .entos prescritos no currIculoB 0alaJse .o se não re0letisse.odo 5ue eles . Esses rec).ente novas do .His t)cnica. 5ual5uer ocasião ori*inaria s)ria preocupa/ão. dos erros. não precisa.o. de aprender al.otivos reais para 5ue.enta/ão ) u.os tenha. 5ue ^a.adoB a 6n0ase serH deslocada das ha4ilidades e1tracurriculares .Jche*ados. Não discutirei ta. se renova continua. co. nos ocupar a5ui.portante.a dupla 5uestão.

e co.o. novo ser hu.odo al*u. entrar e.B co. . processo de 0or. .aisB corresponde a . seus 0ilhos K vida .as de vida ani.orte e no 5ual transcorrerH sua vida. *atinho ) u. a preserva/ão da vida e do treina.o43eto da educa/ão. respeito K vida e seu desenvolvi.undo 5ue e1istia antes dela. .undo. aL . lado.ente os introdu2ira. A responsa4ilidade pelo desenvolvi. a educa/ão seria apenas u. Esse duplo aspecto não ) de .a criatura viva ainda não concluIda.e. todas as coisas vivasB co.ultanea. u.undo e1terior e .undo. para 5ue não se3a derru4ado e destruIdo pelo ass)dio dp novo 5ue irro.se recolhe.odo 5ue u.a/ão.undo.o te.a/ão. de outro. *ato e. .a/ão. duplo relaciona.a. coincide. ser hu. Essas duas responsa4ilidades de .a/ãoB ) u. processo de 0or.>tuo con0lito. 0or.ento. possui para o educador u. na educa/ão a responsa4ilidade. Essas 5uatro paredes. rela/ão a seus 0ilhos.ente u. e não se aplica Ks 0or.ento da crian/a e pela continuidade do .a evidente por si . do .4ros adultos diaria.undo.es.ento. duplo aspecto: ) nova e.ais assu.ento.e.undo.es. A crian/a partilha o estado de vir a ser co.ano. ta.ento da crian/a voltaJse e.o .ano e ) u.u. por). Eles assu. si.a 0un/ão da vida e não teria 5ue consistir e. p lu*ar tradicional dH crian/a ) a 0a. de u. Uas a crian/a sL ) nova e. . entre as 5uais a vida 0a3Jniliar privada F?E . 5ue continuarH apLs sua .undo hu.aneira al*u. E1T . Por precisar ser pr te*ida do .ente reto. o .anos. K se*uran/a da vida privada entre 5uatro pKredes. ser hu.ano e.ano e.po. e. u. rela/ão a u. certo sentido contra o .e. Z %s pais hu. contudo. pela vida e des)nvolvi. .ento e na prHtica do viver 5ue todos os ani.Jche*ado nesse .ento co.es.Ilia. e0eito pode. o relaciona.undo 5ue lhe ) estranho e se encontra e. rec). não apenas trou1era. Se a crian/a não 0osse u. Por). a vida. nHda al). processo de 0or. da preocupa/ão para co.undo necessita de prote/ão. e. a crian/a ) u. o .4).as si.undo: a crian/a re5uer cuidado e prote/ão especiais para 5ue nada de destrutivo lhe aconte/a de parte do . cu3os .ediante a concep/ão e o nasci.pe so4re ele a cada nova *era/ão.ples.

ãos co. *eral.plicados. destrLi as condi/Mes necessHrias ao desenvolvi. Tudo 5ue vive.ente e1posta ao . o clarão i. seres hu.anos e. Parece L4vio 5ue a educa/ão . ainda não aca4ados J são assi.otivo por 5ue co. levar a4soluta.undo. u. crescer. e assi. esp)cie de . tanta 0re5:6ncia a crian/as de pais 0a. a prote/ão da inti. Toda ve2 5ue esta ) per. a vida 5ua vida não interessa aI. 5ue cada pessoa contri4ui para co. Entre esses *rupos de i*uais sur*e então u.a/ão. as pessoas são levadas e. .u. e ela deve `ler oculta e prote*ida do . e não apenas a vida ve*etativa. %corre. por . o tra4alho. o tra4alho de nossas .ento e cresci. conta o 0ato de 5ue esta não ) u.ente e. so4retudo nas condi/Mes de ho3e.presa ) de certa 0or. constitui u.das pessoas ) vivida. co.oderna. se. conta. precisa da se*uran/a da escuridão para poder crescer. No . isto ). na .undo p>4lico.edrar.ente para a vida da in0Nncia.osos não dão e.er*e das trevas.ente a . processo de 0or.es.aneira 5ue as crian/as não t6.ento da crian/a se3a o resultado da educa/ão . e1ata.ento vitais. pois F?= . Esse.B por).undo.undo de crian/as.oderna. chocaJnos co.und*. Elas encerra. e0eito.4).es..ais u.a esp)cie de vida p>4lica. e. sua 5ualidade vital ) destruIda. so4retudo.a coisa viva pode .idade e da se*uran/a.ais 0orte 5ue se3a sua tend6ncia natural a orientarJse para a lu2.u. e. 4oa coisa.anece o 0ato de 5ue as crian/as isto ). ta. #ontudo.undo e.edida e.undo co.undo Ri4lico.ana e. o .o assi.anente. A 0a. 5ue procura esta4elecer u.undo se. de tal .a vida p>4lica real e de 5ue toda a e.placHvel dZ .a 0raude. pode ser o .a u. inundando tudo nas vidas privadas dos i. contra o aspecto p>4lico do+ . se. a todos. .a destrui/ão do espa/o vivo real toda ve2 5ue se tenta 0a2er das prLprias crian/as u. L 5ue nenhu. e. co.ente estranho 5ue tal dano ao desenvolvi. per. tra2endo consi*o.não lhe pode dar aten/ão. lu*ar se*uro. lu*ar se*uro onde possa. % . por). por).a penetra as 5uatro paredes e invade seu espa/o privado.undo .as para a vida hu. . $sso ) verdade não so. . 0or/adas a se e1por K lu2 da e1ist6ncia p>4lica.o al*o real. escudo contra o .

o não sendo . de . as crian/as.ancipa/ão 0ora. considera/ão a nature2a Inti. considerar a vida.os le. consci6ncia das conse5:6ncias 5ue deveria. e.es.o pMde então acontecer 5ue as . adulto e. .es. %s >lti. a educa/ãoB deve antes ser procurado nos 3uI2os e preconceitos acerca da nature2a da vida privada e do . ela e. lo*o apLs se ter che*ado K conclusão de 5ue o erro e. despre2adas ou si. caracterIsticos da sociedade .oderna desde o inIcio dos te. co. co. o seu aspecto p>4lico.% S)culo da #rian/a. re4elandoJse contra os . direta.o 5ue si*ni0icara u.ento do oculta. e a5uk& .ento da privatividade. todos os s)culos anteriores. . supre.ente. se. ta.. caracteri2ava o .undo adulto. u. su0iciente. acarretar necessaria.o pQde acontecer 5ue se e1pusesse a crian/a K5uilo 5ue. . toda a educa/ão passada 0ora ver a crian/a co.edida e.ento da crian/a 0osse. não co.ulheres J pois eles não erandl so.e/are. a vida terrena dos indivIduos e da 0a. contraste co. d>vida. ao co.o pode.oderni2ar a educa/ão.)todos do passado por não levare.ancipa/ão dos tra4alhadores e das . e1pondoJa K lu2 do .ais ele. #o.ente e. 5ue preenche.o o 4e.odo al*u.otivo.undo p>4lico.esta sustentava 5ue seu >nico propLsito era servir a crian/a.undo p>4lico e sua rela/ão . :0: u.a peculiaridade de nossa sociedade.Ilia. a0etados por esse processo de e. .ente para a vida da crian/a.4rar.ente i*noradasR #o.a vq:rdadeira li4era/ão para os tra4alhadores e .ente tarde a .ples.undo adulto.ais 5ue 5ual5uer outra coisa.ancipou essa vida e todas as atividades envolvidas e.otivo desse estranho estado de coisas nada te. :0: esse o sentido real da e. co.ento e desenvolvi.ente tra4aJ F?! . isto ).a 0un/ão necessHria no processo vital da sociedade. u.os a sere.entares condi/Mes de vida necessHrias ao cresci. a ver. sua preserva/ão e enri5ueci.ancipar a crian/a e li4erHJla dos padrMes ori*inHrios de u.pos . co. ida e.os.as na . aceitara.anho redu2idoR % . se.a da crian/a e suas necessidades.ais 5ue u.a coisa necessHria.o postulados evidentes por si .oB por esse .>tua.odernos e 5ue os educadores.o pessoas.ulheres. relativa.

po ) o pro4le. A5ui..Jche*ado e Z 0orKsteiro.. % 5ue 3a2 na 4ase dissoR Nor. ser essas viola/Mes das condi/Mes para o cresci. ou se3a. A situa/ão ) inteira. a 0alar e sere.oderna re3eita a distin/ão entre a5uilo 5ue ) particular e a5uilo 5ue ) p>4lico.ente e a5uilo 5ue precisa ser e1i4ido a todos K plena lu2 do .os entre o do. .oderna 0oi o 4e. 5ue pede. e sere. lo*rado 61ito e.pre tenha. a institui/ão 5ue interpo.lhadores e .enos verdadeiro caso os es0or/os 0eitos ne. a escola não ) de .ais ela introdu2 entre o privado e o p>4lico u.ente diversa na es0era das tare0as educacionais não .ente.ento.as ta. pro. por nature2a.ado e. 5ue ainda estão no estH*io e.Inio privado do lar e o .ais ur*ente da A. No entanto. p>4lico e viceJversa. .. o . .Ilia. e si. ) certo 5ue elas não 0ora. o 0ito de 0a2er co. Z sua al/ada o ensino e a aprendi2a*e. por). Por . .aneira esperada. Tais tare0as são 4asica.a.over o 4e.ento vital.a 0or.undo.. e.undo co.4).undo 3H e1istente e 5ue não conhece.a . isto ). 5ue se3a possIvel a transi/ão.eira ve2 atrav)s da escola. . responsa4ilidade das escolasB co.al.pete.undo p>4lico. se. e assi.Jestar da .ente.ais *raves 5ue possa.ples 0ato da vida e do cresci. ao rec).pleta.ente a sociedade . seu a.pareci. entre o 5ue so.ente pode vice3ar enco4erta. nascido e. de al*u. e o 0racasso neste ca.ulheres.ento prepondera so4re o 0ator personalidade. a se*uran/a do oculta.ais co.ente a crian/a ) introdu2ida ao . K pessoa 3ove. ouvidos J constituiu a4andono e trai/ão no caso das crian/as.ais di0Iceis torna as coisas para suas crian/as.Jestar da crian/a. ve2 disso. e. o .ente não se torna .Ilia para o . &uanto . o co. de todo intencionaisB o o43etivo central de todos os es0or/os da educa/ão .ente.a es0era social na 5ual o privado ) trans0or. isto ). da 0a.as não e1clusiva.ento para 5ue não ha3a dist>r4ios e. tendo portanto direito ao . pelo Estado. a vere. 5ue o si.undo p>4lico.odo al*u. u.ento não ) e1i*ido pela 0a.. a crian/a.ais diri*idas para.undo p>4lico.undo e não deve 0in*ir s6JlaB ela ). 5uanto .adureci. pessoas.)rica atual. rela/ão K crianJ F?G .undo pela pri.+ vistos. 0ato esse 5ue evidente..

a de autoridade.udan/a. Na .undo.undo de 0ato. 0a. E. nunca en*endra por si sL autoridade. ) a sin*ularidade 5ue distin*ue cada ser hu. o educador estH a5ui e.undo. $sto. sua educa/ão.undo assu. u.ina.ais. A 5uali0ica/ão do pro0essor consiste e.undo. apontando os detalhes e di2endo K crian/a: J $sso ) o nosso . . deveJse introdu2iJla aos pou/os a eleB na .ento co. a 5ualidade e. o . a 5uali0ica/ão. essa não ) tanto a responsa4ilidade pelo 4e.o ele ).a coisa e.ano de todos os de. e ) preciso proi4iJla de to.ento de 5ualidades e talentos pessoais. 5ue ela ) nova.J estar vital de u. E.a coisa 5ue 3a.undo e ser capa2 de instruir os outros acerca deste.ente possa 5uerer 5ue ele 0osse di0erente do 5ue ).4ora não o tenha 0eito e ainda 5ue secreta ou a4erta. Face K crian/a. rela/ão ao 3ove. por). . todo caso. F? . Nessa etapa da educa/ão.e por este .aior 5ue se3a.a ve2 u. essa responsa4ilidade pelo . os adultos assu. Essa responsa4ilidade não ) i. todavia.ente aos educadoresB ela estH i. co.ar parte e. se.ir a responsa4ilidade. deveJse+ cuidar para 5ue essa coisa nova che*ue K 0rui/ão e.undo.ais u. sua autoridade se assenta na responsa4ilidade 5ue ele assu. do ponto de vista *eral e essencial.o se ele 0osse u.posta ar4itraria. . d>vida. por . sL 5ue.os de livre desenvolvi.plIcita no 0ato de 5ue os 3ovens são introdu2idos por adultos e. certo sentido o . 0orasteiro no . Na educa/ão. e. contInua .undo co. a escola representa e. rela/ão ao .ais esteve aI antes.4ora certa 5uali0ica/ão se3a indispensHvel para a autoridade. e. ) co. a*ora. conhecer 78 . &ual5uer pessoa 5ue se recuse a assu.as al*u. 5ue a crian/a não te.undo não deveria ter crian/as.es.a coisa. representante de todos os ha4itantes adultos.e a 0or.edida e.iliaridade co. .undo e. virtude da 5ual ele não ) apenas u.edida e.e.ente deno. cresci.undo. A autoridade do educador e as 5uali0ica/Mes do pro0essor não são a .ir a responsa4ilidade coletiva pelo .o representante de u.a responsa4ilidade pela crian/a.undo pelo 5ual deve assu.4ora não se3a ainda o .o por a5uiloJ 5ue *eral./a.

o do .4itos privados e pr)JpolIticos da 0a. a proJ F<T . Na educa/ão.undo e seus recla.over.ente.os de orde. pode ser 5ue isso si*ni0i5ue 5ue. tra4alhado+ 3untas. ess6ncia. .inoria opri.ultanea e ine1tricavel. a assu. .penha.a coisa: 5ue os adultos se recusa. a responsa4ilidade pelo curso das coisas no . ) L4vio 5ue. a autoridade ou não representa . si*ni0icar 5ue as e1i*6ncias do .es.etido a prova na prHtica educacional .oderna da autoridade. .ir a responsa4ilidade pelo .o esse a4surdo trata. derru4ar a autoridade educacional. hH u. Ao re. ao contrHrio.ir a responsa4ilidade por tudo o . so4 a opressão de u. &ual5uer 5ue se3a nossa atitude pessoal 0ace a este pro4lelTaa. se3a a de o4edec6Jlas. natural. autoridade J.uitas ve2es.o u. si. Não resta d>vida de 5ue. se e1i3a de todos u.ente su4. $sso. pois se.undo.ento das crian/as co. este3a.ente pode si*ni0icar u.undo estH sendo re3eitada.pre 5ue a autoridade le*Iti. de a*ora e. não pode haver tal a^tt 4i*:idade 0ace K perda hodierna de autoridade. a ver co.a .o se estivesse.4as as inten/Mes dese. &uanto .a i*ual responsa4ilidade pelo ru.enta. . si.oderna.Ilia e da escola.ente nada t6. 5ue as pessoas não 5uere.a .H1i. dese. diante.ples.os todos co. AZ crian/as não pode. Uas isso pode ta.4ora .a cone1ão entre a perda de autoridade na vida p>4lica e polItica e nos N.penha u. na perda .os a autoridade da vida polItica e p>4lica.ais radical se torna a descon0ian/a 0ace K autoridade na es0era p>4lica. A autoridade 0oi recusada pelos adultos.ida carente de li4erta/ão tenha sido e0etiva. o ato de assu.4). contudo. u. as crian/as.ente contestado.ente.ente si*ni0ica. sendo consciente ou inconsciente. a. e isso so. ou.o as coisas anda.undo.ente. co.ais. na vida p>4lica e polItica. . se3a a responsa4ilidade de dar ordens.o.ais e1i*ir ou con0iar a nin*u). Evidente. respeito K autoridade. ho3e e. dia co.a e1istiu ela esteve associada co. no .aioria adulta J e. e.ais au.undo ao 5ual trou1era.ente repudiadosB toda e 5ual5uer responsa4ilidade pelo .: sa4e.ais nada J pois a viol6ncia e o terror e1ercidos pelos paIses totalitHrios evidente. papel e t6.Puis 4e. papel alta.

o se os pais dissesse.ente te.ente tal .)dio se co.aior intensidade. se*undo lu*ar. todos os dias: J Nesse .o se . e.4i*:idade ao conceito de autoridade e.ento polItico.udan/as histLricas e condi/Mes polIticas. 5ue pode ser encontrado 3H e.inar. 5ue a autoridade parecia ser ditada pela prLpria nature2a e independer de todas as .ir. da nature2a da atual crise de autoridade e da nature2a de nosso pensa. \ 3usta. são .odelo por cu3o inter.inar na es0era privadaB o4via.4a4ilidade de 5ue a es0era privada não per.o as rela/Mes entre *overnantes e *overnados. E. por outro lado. Ele se 4aseia so4retudo e. HH o 0ato adicional.e. % ho. 9oc6 deve. para seu des*osto co. 5uais ha4ilidades do. polItica. . .4). 5ue a autoridade polItica 0oi solapada pela pri.undo.preendia a autoridade polItica.ane/a incLlu. se3a onde a crise .ais clara para sua insatis0a/ão co.es.e.ais poderia e1istir entre adultos e 5ue. Platão e AristLteles.eira ve2. u.undo. e.ovi.a e1pressão . A perda *eral de autoridade. u. tudo isso ta.oderna da educa/ão se 0a/a sentir co.porHrias J co.a superioridade pura. pois. 4aseiaJse e.odelo da cria/ão dos 0ilhos. nã5 deve nunca e1istir. do ponto de vista da di*nidade hu. isto ).porHria. não poderia encontrar e1pressão .ente não ) acidental 5ue o lu*ar e.B e.a J isto ). tentar entender isso do 3eito 5ue pudere.oderno.o nLs não esta.)rica.ento polItico tradicional J 5ue a perda de autoridade iniciada na es0era polItica deva ter.entar nele.os .a superioridade a4. de 0ato.uito provavel. nossa tradi/ão de pensa. a considerar a autoridade dos pais so4re os 0ilhos e de pro0essores so4re alunos co.ente decisivo. .uito a salvo e. não poderia encontrar nenhu.ist)rios par anLs. a A. o . todo F<1 .ais radical do 5ue sua intrusão na es0era pr)JpolItica. autocontraditLrio 5uando aplicado a rela/Mes 5ue por nature2a não são te. rela/ão Ks crian/as. de 5ue hH te. o estado de coisas.os. e. a responsa4ilidade por tudo isso.odelo. \ co. casaB co. 5ue sua recusa a assu.=oluta 5ue 3a.a.pos i. .o o .ana. ao se*uir o .oriais nos acostu. Decorre da nature2a do pro4le. o 5ue sa4er.e. tornandoJse. 5ue con0ere tão e1traordinHria a.

a atitude conservadora. e.anece vHlido apenas no N. E. pela educa/ão.plica.porta.as 5ue se apresenta e.ente 0adado K ruIna pelo te. a criar a5uilo 5ue ) novo. nada te. ) irrevo*avel.os inocentes.pla pelo . não pode senão levar K destrui/ão.aldito ter nascido para colocHJlo e. visto 5ue o .4ito da polItica. clare2a.oderno estranha.ento do . toda parte . o Ldio . a ver co.e is out o0 3oint.entos. So.)rica 0oi real.enos 5ue e1ista.po estH 0ora dos ei1os.ais 5ue isso. 0a2 parte da ess6ncia da atividade educacional. a alterar.alJentendidos: pareceJ. no . contradi/ão co.o ele ). .undo contra a crian/a. seres hu. a . sinto. orde. nas rela/Mes entre adultos e crian/as. tanto no todo co.ais 7T8 .4ito da educa/ão.r J são .The ti.a particular.)rica poses .po.undo visIvel e.a.% te.at)ria educacional. no sentido de conserva/ão. ) claro.ente radical e desesperada so4 as condi/Mes de u. Uas isso per.. A 0i.anecendo. e não no N.ente ani.anos deter.ada por este espIrito revolucionHrio. ao contrHrio. ela 3a. o direito de e1i*ir satis0a/Mes. u.a nova orde. provocando certo *rau de con0usão na discussão do pro4le. F<F . cu3a tare0a ) se.ãos por voc6s.eio a adultos e co.undo Novus %rdo Secloru. durante o perIodo e.ou a A.ido J e não sL na A.undo co.pre a4ri*ar e prote*er al*u. o velho contra o novo. o novo contra o velho.a coisa J a crian/a contra o . todos esses co. onde a*i. lava. Ues.o. parte.undo.undo. ) u. o . i*uais. 0or. o 5ue a. ou . Tal atitude conservadora.ida i.ais sonhou iniciar a nova orde. procurando so.caso. conservadora e.o a responsa4ilidade a. . polItica aceitando o . continua e1istindo o 0ato in5uestionHvel de 5ue. voc6s não t6. As palavras de Ha.o e.a Zociedade de . o dese3o revolucionHrio de u.let: J ..undo 5ue ) aI assu.elhor.assa. de evitar .uito revolucionHrias. ) J claro.a da5uele .os e. 5ue a A.e 5ue o conservadoris. assu. PBB verdade 5ue as e1peri6ncias peda*L*icas .)ricaB . Essa atitude.ente preservar o status 5uo J. J 5ue outrora ani.pliou at) certo ponto a di0iculdade de identi0icar a situa/ão co. per.odernas t6. % cursed spite that ever $ Cas 4orn to set it ri*ht.inados a intervir.os Ks nossas .

e. o 5ual a educa/ão si. e. \ so4re.o al*o novo e.Ini. .po li.5ue u.ais estreita cone1ão co. % .ente possIvel. suas a/Mes. A crise da autoridade na educa/ão *uarda a .odo di0Icil para o educador arcar co.ente por 4asear. ou serH.. continue sendo e0etiva.ais persuasiva do 5ue antes. % pro4le.ais revolucionHrio 5ue possa ser e. por).ortalidade de seus criadores e ha4itantes. N assa esperan/a estH pendente se. Para preservar o . pois ) essa a situa/ão hu.oda acerca de u. u.o eles.ortal co.undo velho.ples.Rsica. do ponto de vista da *era/ão se*uinte. possa. E1ata. . esta. por . orde. porJe. nossos dias. novo conservadoris. ser asse*urado. os velhos. continua. visto 5ue 0eito por .os se. e1traordinaria. ainda 5ue não possa nunca. at) . corre o risco de tornarse . HH sLlidas ra2Mes para isso.pre do novo 5ue cada *era/ão apartaB precisa.pre.ente e.undo ) criado por . a despeito de toda a conversa da . dado 5ue seus ha4itantes . o4soleto e rente K destrui/ão. ele deve ser..ente.os ditar sua apar6ncia 0utura. e. +a crise da tradi/ão.Jorde.undo.uda.. ad5uirido talve2.a valide2 .ente educar de tal .ente di0Icil de atin*ir. continua.inha.es.odo . ) se.o a5uele .a ) si.o. esse aspecto F<? . e.ana 4Hsica. 5ue.ente não ) possIvel se torna. co.ples. cada crian/a ) 5ue a educa/ão precisa ser conservadoraB ela deve preservar essa novidade e introdu2iJla co.ortais e serve de +lar aos . ) 5ue tudo destruI.ortais.ãos .undo 5ue ou 3H estH 0ora dos+ ei1os ou para aI ca. ) claro. a crise de nossa atitude 0ace ao N. $9 A verdadeira di0iculdade na educa/ão . 4ene0Icio da5uilo 5ue ) novo e revolucionHrio e.oderna estH no 0ato de 5ue.undo contra a .ortais durante te.o de conserva/ão e de atitude conservadora se.pre educando para u.itado. u.enos verIdicas para cada nova *era/ão. se des*asta. posto e.os nossa esperan/a apenas nisso.odo 5ue nLs. (.os controlar os novos de tal .os se tentar.4ito do Passado. 5ue o .ente.ou .4ora tenha. desde o inIcio de nosso s)culo.ente.

Nas palavras de PolI4io. .o e1e.ana ) a idade provectaB 5ue o ho.undo e co.unidade dos . co. e.o para a tradi/ão ocidental co.undo das apar6ncias.entos di0erentes. contradi/ão não sL co. co.ana teria sido 5ue 3usta. isto ).a 0un/ão polItica 7e esse caso era >nico8.a .ana.odo 5ue sua prLpria pro0issão lhe e1i*e u.o. 5ue a .o u. a atitude *re*a diante da vida.ente da co. para os 5uais ser e apar6ncia coincidia. atin*e sua 0or.e.ais caracterIstica de e1ist6ncia. sua o4serva/ão era 0eita no espIrito dos *re*os. .aneira al*u.at)ria de educa/ão. nosso . tão co.plos de conduta para seus descendentesB crer 5ue toda *rande2a 3a2 no 5ue 0oi. da Renascen/a e. pois ) de seu o0Icio servir co. na 5ual a educa/ão possui u.a isso 0osse verdadeiro para 5ual5uer civili2a/ão. vias de desaparecerB isto por5ue so.. e isso não 0oi .o . Durante . a )poca . ainda 5ue. rela/ão ao . por e1e. pois a rever6ncia ante o passado era parte essencial da .odi0icado ou e1tinto pelo #ristianis.odelo.ente ao envelhecer e ao desaparecer *radativa.ples.cnJ F<< .o u. A atitude ro.ais e1celente 5ualidade hu. cada instNncia. e.oderna.as apenas deslocado so4re 0unda. e. Tudo isso se pMe e.da crise . Era da ess6ncia da atitude ro. diante.ediador entre o velho e o novo.o u.o *radativo retirarJse do . todo8 considerar o passado 5ua passado co. co. #ontra o pano de 0undo ina4alado de u. todo. por todo o perIodo da civili2a/ão ro.ortais o ho. envelhecido.odelo para os vivos.ente a*ora ele se pode acercar da e1ist6ncia na 5ual ele serH u.ar consci6ncia dessa 5ualidade particular de si prLprio. visto ser 3H 5uase u. este3a e.oderna.entalidade ro.4ora de .pleto ) o acordo entre o ethos especI0ico do princIpio peda*L*ico e as convic/Mes )ticas e .e.ente 0Hcil 0a2er direito as coisas e.ana 7e.a pausa para apreciar o 5ue se estH 0a2endo.a tradi/ão dessa nature2a. ou . de tal . . ) de 0ato relativa.orais 4Hsicas da sociedade co. antepassado..o.uitos s)culos.a autoridade para os outros.undo das apar6ncias.anoJcristã.es. respeito e1traordinHrio pelo passado. se. pode servir de . educar era si. os antepassados. se5uer 0a2er u. não 0oi necessHrio to. &uando Woethe disse 5ue envelhecer ) . portanto.plo.

Tal retrocesso nunca nos levarH a parte al*u.a su4stNncia. não poder esta a4rir .undo .ais precisa. 0rente.panheiris. ela sL pode au.ente 5ue a crise não en*ol0arH sua es0era particular de vida. e ta.o..ente di*nos de vessos antepassados. ou u.ente voltar para trHs.ivel. e1ceto K .ea/ados de todos os 0lancos. Por outro lado. visto não haver li.o não passaria de u.es.era e irre0letida perseveran/a.a.co.4ora e. condu2ir K ruInaB para ser . por)..0a2erJvos ver 5ue sois inteira.ana interro. processo auto.ples.ento do . .os a5ui presu.ento do .ister o educador podia ser u. Ao considerar os princIpios da educa/ão te. . #o.co.ente co. onde 5uer 5ue a crise ha3a ocorrido no . tal posi/ãoB não 0a2 .ento.a da educa/ão no .ples. e nesse .os 5ue estH ao.undo 5ue não+ ) estruturado ne.o a >lti. so4 a >nica condi/ão de não es5uecer. % pro4le.o.o 5ue e1traviado do ca.estre arrai*avaJse 0ir. apesar disso.a di0erente. e ser o4ri*ada. nIvel diverso. ta.a repeti/ão da e1ecu/ão J e. co... dia. por ter ta.ais e.a palavra e. ne. u.ente na autoridade inclusiva do passado en5uanto tal. e a autoridade do .ites Ks possi4ilidades de no/Mes a4surdas e caprichosas.os at) ad.o se apenas nos houv)sse.o se a situa/ão 0osse a .pouco si.undo pelo 5ual 3H so.te .undo . a .os .inho certo. se3a pressionando para 0rente a crise. da tradi/ão.ão ne. a 5ual5uer .os co. Ho3e e.4). ir si.per e deter tais processos. visto 5ue se rende ao curso do te.antido F<E . se3a aderindo K rotina 5ue acredita 4onachona.o e autoridade não era.ente e.panheiro de luta.undoB pode. % reto. pela autoridade ne. sL pode.os a.ento e da a/ão hu.a.itir 5ue nos de0ronta. os olhos *rudados no +passado.entar o estranha.po.uito sentido a*ir. conta esse processo de estranha.os co.Htico.es. $sso 5uer di2er 5ue não se pode.inhar e.4ora talve2 e.panheiro de tra4alho.pouco . sendo livres para. ci6ncia.os de levar e. por sua nature2a. alcance do poder do pensa. e.e.a situa/ão da 5ual a crise aca4ou de sur*ir. atravessado a vida co. u. . não nos encontra. reencontrar o ru. nesse caso senão dois aspectos da . 5ue são ataviadas co.es.oderno estH no 0ato de.oderno. da autoridade. 0or. a ca.

o.. por). todos nLs. de paIs para paIs.as si. elas no .es.po F<= . a educa/ão. todo.as não possue.es. cada caso.undo co.o se não vivesse. educar adultos ne.ar u. de indivIduo para indivIduo.a . na .o o . rela/ão a eles u. tratar crian/as co.unidade adulta.ente co. ao contrHrio da aprendi2a*e.ediante u. e. 0inal previsIvel.Itro0e entre a in0Nncia e a condi/ão adulta recai.o u.coeso pela tradi/ão.porta o 5uanto a vida se3a transcorrida no presente.os e. estado hu.preensão 4e.o . u. e.o te.ento li. se*.4ito da educa/ão dos de. co. a conclusão do curso secundHrio. E. para aplicar e1clusiva.ente diversa da 5ue *uarda. o outro. precisa ter u. respeito K idade. se.a aplica/ão *enerali2ada no . no .os ter e.o se a in0Nncia 0osse u.4).os decisiva.pre . co.es. a pri. e aci.ano autQno. ao . por).pre divorciar.undo dos adultos. Na prHtica. entretanto.adurasB 3a. 5ue vive. e não instruIJlas na arte de viver.inar . capa2 de viver por suas prLprias leis.a esp)cie de especiali2a/ão.4ito da vida p>4lica e polItica.a cole*ial.uralha a separar as crian/as da co. contudo. . A educa/ão.ente o N. E.a civili2a/ão para outra e ta.undo e co. voltaJse inevitavel. se*undo lu*ar.ento pro0issional nas universidades ou cursos t)cnicos.as. a linha tra/ada entre crian/as e adultos deveria si*ni0icar 5ue não se pode ne. Ele não visa .o u. não o4stante.ais.itir.undo 3unto K nossas crian/as e aos 3ovens.edida e.uda 0re5:ente.possIvel deter.os u. Não se pode educar se.a co.ais se deveria per. 5ue tal linha se tornasse u.4ora se.undo ) velho. 5ue não apenas pro0essores e educadores.pre tenha al*o a ver co. conceito de autoridade e u.ais 5ue elas .ais a introdu2ir o 3ove. não i. clara de 5ue a 0un/ão da escola ) ensinar Ks crian/as co. a aprendi2a*e.ente a ele u.ente para o passado.ente. ).a re*ra *eral onde a linha li. si .o se elas 0osse. . e. para co. Ela . Dado 5ue o .eira conse5:6ncia disso seria u. de u.es. u. $sso si*ni0ica. nossa civili2a/ão esse 0inal coincide provavel. \ i.a de tudo do N.a atitude radical. o diplo. pois o treina. e. validade *eral. não co. .a atitude 0ace ao passado 5ue lhe são apropriados .itado e particular dele. não devendo recla.. deve.undo ). #u.

os a responsa4ilidade por ele e.undo constante.ento. \ . .a educa/ão se.os ainda . preparandoJas e. ser entre*ues aos especialistas e peda*o*os. por isso ser educado. ensinar se.oral e e. e ta.. A educa/ão ) o ponto e. A educa/ão ). nossa atitude 0ace ao 0ato da natalidade: o 0ato de todos nLs vir. 5ue decidi.os se a.ensinarB u.os e de ser o .uita 0acilidade.a..os ao . ve2 disso co.4).undo ao nascer.pouco arrancar de suas ..ediante o nasci. ou.os nossas crian/as o 4astante para não e1pulsHJlas de nosso . salvHJlo da ruIna 5ue seria inevitHvel não 0osse a renova/ão e a vinda dos novos e dos 3ovens.os portanto dele*ar K ci6ncia especI0ica da peda*o*ia. e 5ue não pode. F<! .undo co.ãos a oportunidade de e.ocional. educar. co. ter.ais *erais e e1atos.os o .uito 0Hcil. para colocHJlo e. tal *esto.u.ente renovado .a coisa nova e i. por).+ e. anteced6ncia para a tare0a de renovar u. onde decidi. contudo.a. 5ue na verdade deve.ir.undo e a4andonHJlas a seus prLprios recursos. aprendi2a*e. Tudo iso são detalhes particulares. ta.os se a.prevista para nLs. . retLrica . co.preender al*u. % 5ue nos di2 respeito. ) va2ia e portanto de*enera. e podeJse aprender durante o dia todo se. *eral. ) a rela/ão entre adultos e crian/as e.undo o 4astante para assu.

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