ARENDT, Hannah. Entre o passado e o Futuro.

São Paulo: Editora Perspectiva, 1

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PREF"#$%: A &'E(RA ENTRE % PASSAD% E % F'T'R% Notre h)rita*e n+est pr)c)de d+aucun testa,ent - .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, nenhu, testa,ento.. Talve2 esse se3a o ,ais estranho dentre os a0oris,os estranha,ente a4ruptos e, 5ue o poeta e escritor 0ranc6s Ren) #har condensou a ess6ncia do 5ue viera, a si*ni0icar 5uatro anos na R)sistance para toda u,a *era/ão de escritores e ho,ens de letras europeus1, 7$8 9er, para essa cita/ão e as su4se5:entes, Ren) #har, Feulllets d+H;pnos, Paris, 1 <=. Escritos durante o >lti,o ano da Resist6ncia, de 1 <? a 1 <<,. e pu4licados na #ollection Espoir, or*ani2ada por Al4ert #a,us, tais a0oris,os, 3unta,ente co, o4ras posteriores, aparecera, e, in*l6s so4 o titulo H;pnos @aAin*B Poe,s and Prose, NeC DorA, 1 E=. FG

o colapso da Fran/a, aconteci,ento total,ente inesperado para eles, esva2iara, de u, dia para outro, o cenHrio polItico do paIs, a4andonandoJo Ks palha/adas de pati0es ou idiotasB e eles, a 5ue, nunca ocorrera to,ar parte nos ne*Lcios o0iciais da Terceira Rep>4lica, vira,Jse su*ados para a polItica co,o 5ue pela 0or/a de u, vHcuo. Desse ,odo, se, pressentiJlo e provavel,ente contra suas inclina/Mes conscientes, viera, a constituir, 5uer o 5uisesse, ou não, u, do,Inio p>4lico onde J se, a para0ernHlia da 4urocracia e ocultos dos olhos de a,i*os e ini,i*os J levouJse a ca4o, e, 0eitos e e, palavras, cada ne*Lcio relevante para os pro4le,as do paIs. $sso não durou ,uito. ApLs al*uns curtos anos, 0ora, li4erados do 5ue ori*inal,ente havia, pensado ser u, .0ardo. e arre,essados de volta K5uilo 5ue a*ora sa4ia, ser a leviana irrelevNncia de seus a0a2eres pessoais, sendo ,ais u,a ve2 separados do .,undo da realidade. por u,a )paisseur triste, a .opacidade triste. de u,a vida particular centrada apenas e, si ,es,a. E, se se recusava, a .voltar Ks OsuasP verdadeiras ori*ens, a OseuP ,iserHvel co,porta,ento., nada lhes restava senão reto,ar K velha e va2ia pele3a de ideolo*ias anta*Qnicas 5ue, apLs a derrota do ini,i*o co,u,, de novo ocupava, a arena polItica, cindindo os anti*os co,panheiros de ar,as e, *rupelhos se, conta, 5ue não che*ava, se5uer a constituir 0ac/Mes, e alistandoJos nas inter,inHveis pol6,icas de u,a *uerra de papel. A5uilo 5ue #har previra e antecipara lucida,ente en5uanto a luta real ainda prosse*uia .Se so4reviver, sei 5ue terei de ro,per co, o aro,a desses anos essenciais, de re3eitar silenciosa,ente 7não repri,ir8 ,eu tesouro. J acontecera. Eles havia, perdido seu tesouro. &ue tesouro era esseR #on0or,e eles ,es,os o entendera,, parece ter consistido co,o 5ue de duas partes interconectadas: tinha, desco4erto 5ue a5uele 5ue .aderira K Resist6ncia, encontrara a si ,es,o., dei1ara de estar .K procura Ode si ,es,oP des*overnada,ente e co, ,ani0esta insatis0a/ão., não ,ais se. suspeitara. de .hipocrisia. e de ser .u, ator da vida res,un*ão e descon0iado., podendo per,itirJse .desnuJ F

darJse.. Nessa nude2, despido de todas as ,Hscaras, tanto da5uelas 5ue a sociedade desi*na a seus ,e,4ros co,o das 5ue o indivIduo urde para si ,es,o e, suas rea/Mes psicolL*icas contra a sociedade, eles havia, sido, pela pri,eira ve2 e, suas vidas, visitados por u,a visão da li4erdadeB não, certa,ente, por tere, rea*ido K tirania e a coisas piores J o 5ue 0oi verdade para todo soldado dos E1)rcitos Aliados J, ,as por se havere, tornado .contestadores., por havere, assu,ido so4re seus prLprios o,4ros a iniciativa e assi,, se, sa46Jlo ou ,es,o perce46Jlo, co,e/ado a criar entre si u, espa/o p>4lico onde a li4erdade poderia aparecer. .A cada re0ei/ão 5ue 0a2e,os 3untos, a li4erdade ) convidada a sentarJse. A cadeira per,anece va2ia, ,as o lu*ar estH posto.. %s ho,ens da Resist6ncia Europ)ia não 0ora, ne, os pri,eiros ne, os >lti,os a perdere, seu tesouro. A histLria das revolu/Mes J do verão de 1!!=, na Filad)l0ia, e do verão de 1!G , e, Paris, ao outono de 1 E= e, (udapeste J, 5ue deci0ra, politica,ente a estLria ,ais recQndita da idade ,oderna, poderia ser narrada ale*orica,ente co,o a lenda de u, anti*o tesouro, 5ue, so4 as circunstNncias ,ais vHrias, sur*e de ,odo a4rupto e inesperado, para de novo desaparecer 5ual 0o*oJ0Htuo, so4 di0erentes condi/Mes ,isteriosas. E1iste,, na verdade, ,uito 4oas ra2Mes para acreditar 5ue o tesouro nunca 0oi u,a realidade, e si, u,a ,ira*e,B 5ue não lida,os a5ui co, nada de su4stancial, ,as co, u, espectroB e a ,elhor dessas ra2Mes ) ter o tesouro per,anecido at) ho3e se, no,e. E1iste al*o, não no espa/o sideral, ,as no ,undo e nos ne*Lcios dos ho,ens na terra, 5ue ne, ao ,enos tenha u, no,eR 'nicLrnios e 0adasJ,adrinhas parece, possuir ,ais realidade 5ue o tesouro perdido das revolu/Mes. E, todavia, se voltar,os as vistas para o princIpio desta era, e so4retudo para as d)cadas 5ue a precede,, podere,os desco4rir, para nossa surpresa, 5ue o s)culo S9$$$, e, a,4os os lados do AtlNntico, possuiu u, no,e para esse tesouro, desde então es5uecido e perdido J 5uase o dirIa,os J antes ,es,o 5ue o prLprio tesouro desaparecesse. % no,e, na A,)rica, 0oi .0elicidade p>4lica., 5ue co, suas conota/Mes de .virtude. e .*lLria. entende,os tão pouco ?T

co,o a sua contrapartida 0rancesa, .li4erdade p>4lica.: a di0iculdade para nLs estH e, 5ueB e, a,4os os casos, a 6n0ase recaIa so4re .p>4lico.. Se3a co,o 0or, ) K aus6ncia de no,e para o tesouro perdido 5ue alude o poeta ao di2er 5ue nossa heran/a 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,. % testa,ento, di2endo ao herdeiro o 5ue serH seu de direito, le*a posses do passado para u, 0uturo. Se, testa,ento ou, resolvendo a ,etH0ora, se, tradi/ão J 5ue selecione e no,eie, 5ue trans,ita e preserve, 5ue indi5ue onde se encontra, os tesouros e 5ual o seu valor parece não haver nenhu,a continuidade consciente no te,po, e portanto, hu,ana,ente 0alando, ne, passado ne, 0uturo, ,as tãoJ so,ente a se,piterna ,udan/a do ,undo e o ciclo 4iolL*ico das criaturas 5ue nele vive,. % tesouro 0oi assi, perdido, não ,erc6 de circunstNncias histLricas e da adversidade da realidade, ,as por nenhu,a tradi/ão ter previsto seu apareci,ento ou sua realidadeB por nenhu, testa,ento o haver le*ado ao 0uturo. A perda, talve2 inevitHvel e, ter,os de realidade polItica, consu,ouJse, de 5ual5uer ,odo, pelo olvido, por u, lapso de ,e,Lria 5ue aco,eteu não apenas os herdeiros co,o, de certa 0or,a, os atores, as teste,unhas, a5ueles 5ue por u, 0u*a2 ,o,ento retivera, o tesouro nas pal,as de suas ,ãosB e, su,a, os prLprios vivos. $sso por5ue a ,e,Lria, 5ue ) apenas u, dos ,odos do pensa,ento, e,4ora dos ,ais i,portantes, ) i,potente 0ora de u, 5uadro de re0er6ncia preesta4elecido, e so,ente e, rarIssi,as ocasiMes a ,ente hu,ana ) capa2 de reter al*o inteira,ente descone1o. Assi, ) 5ue os pri,eiros a 0racassare, no recordar co,o era o tesouro 0ora, precisa,ente a5ueles 5ue o havia, possuIdo e o achara, tão estranho 5ue ne, se5uer sou4era, co,o no,eHJla. Na ocasião, isso não os inco,odouB não conhecia, seu tesouro, ,as sa4ia, ,uito 4e, o si*ni0icado do 5ue 0a2ia, e 5ue este estava aci,a da vitLria e da derrota: .A a/ão 5ue possui sentido para os vivos so,ente te, valor para os ,ortos e sL ) co,pleta nas ,entes 5ue a herda, e 5uestiona,.. A tra*)dia não co,e/ou 5uando a li4era/ão do paIs co,o u, todo es4oroou 5uase auto,atica,ente as ilhotas escondidas de li4erJ ?1

dade, 5ue de 5ual5uer ,aneira estava, condenadas, ,as si,, ao evidenciarJse 5ue não havia ,ente al*u,a para herdar e 5uestionar, para pensar so4re tudo e rele,4rar. % ponto e, 5uestão ) 5ue o .aca4a,ento. 5ue de 0ato todo aconteci,ento vivido precisa ter nas ,entes dos 5ue deverão depois contar a histLria e trans,itir seu si*ni0icado deles se es5uivou, e se, este aca4a,ento pensado apLs o ato e se, a articula/ão reali2ada pela ,e,Lria, si,ples,ente não so4rou nenhu,a histLria 5ue pudesse ser contada. Não hH nada de inteira,ente novo nessa situa/ão. Esta,os ,ais acostu,ados Ks periLdicas irrup/Mes de e1aspera/ão apai1onada contra a ra2ão, o pensa,ento e o discurso racional, rea/Mes naturais de ho,ens 5ue sou4era,, por e1peri6ncia prLpria, 5ue o pensa,ento se apartou da realidade, 5ue a realidade se tornou opaca K lu2 do pensa,ento, e 5ue o pensa,ento, não ,ais atado K circunstNncia co,o o cIrculo a seu 0oco, se su3eita, se3a a tornarJse total,ente desprovido de si*ni0ica/ão, +se3a a repisar velhas verdades 5ue 3H perdera, 5ual5uer relevNncia concreta. . At) ,es,o o reconheci,ento antecipado da crise tornouJse a*ora 0a,iliar. Ao re*ressar do Novo Uundo, 5ue co, tanta ,estria sou4e descrever e analisar, a ponto de sua o4ra ter se tornado u, clHssico, so4revivendo a ,ais de u, s)culo de ,udan/a radical, Toc5ueville estava 4e, cQnscio de 5ue a5uilo 5ue #har cha,ara .aca4a,ento. do ato e do aconteci,ento, se es5uivara ta,4), de siB o .Nossa heran/a nos 0oi dei1ada se, testa,ento al*u,., de #har, soa 5ual u,a variante de .Desde 5ue o passado dei1ou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia nas trevas. F, de Toc5ueville. Todavia, a >nica descri/ão. 7F8 A cita/ão ) do >lti,o capItulo de De,ocrac; in A,erica, NeC DorA, 1 <E, vol. l$, p. ??1. EiJla na Inte*ra: .E,4ora a revolu/ão 5ue se estH processando na condi/ão social, nas leis, nas opiniMes e nos senti,entos dos ho,ens este3a ainda 4e, lon*e de se achar concluIda, seus resultados, contudo, 3H não ad,ite, co,para/ão co, nada 5ue o ,undo tenha antes teste,unhado. Re,ontoJ,e, de )poca a )poca, at) a ,ais re,ota anti*:idade, por), não encontro paralelo para o 5ue ocorre ante ,eus olhosB a partir do ,o,ento e, 5ue o passado cessou de lan/ar sua lu2 so4re o 0uturo, a ,ente do ho,e, va*ueia na o4scuridade.. Essas linhas de Toc5ueville não antecipa, apenas os a0oris,os de Ren) #harB de ,odo 4astante curioso, lidas te1tual,ente antecipa, ta,4), a intui/ão de Va0Aa 7ver o 5ue se*ue8 de 5ue ) o 0uturo 5ue re,ete a ,ente do ho,e, de volta ao passado, .at) a ,ais re,ota anti*:idade. . ?F

u. nu.a ve2 5ue o e. os aconteci. por conta de sua e1peri6ncia de luta.ais o 0oi nenhu..a.eiro.iteinander Aae.ento i.4os. u.entos co.ister para . auch noch er sel4st. aut6nticas parabolaí. so 0inster Cie noch Aeine Car J aus der Va.a tradu/ão . % incidente 5ue esta parH4ola relata e penetra. Se*ui a tradu/ão in*lesa e1ceto e.a noite .o. Pois não hH ali apenas %s dois adversHrios. ) e. Der 2Ceite verCehrt ih. . De 0ato.p0 .p0eser0ahrun* Yu. Eis o ori*inal ale. e 5ue. Tradu2idas do ale.purrHJlo para 0rente. und Cer Aennt ei*enllich seine A4sichtenR $. al*u. Va.a ocasião.4ate e ser al/ado.e.inho K 0rente. torno do incidente co. e. dass er ein. Denn es sind 3a nicht nur die 2Cei We*ner da. o se*undo o au1ilia na luta contra o pri. pois 5uer e. ela co.e/a precisa.ais literal 0a2iaJse . Er Aae. se*ue. K posi/ão de 3ui2 so4re os adversHrios 5ue luta. Na verdade.erhin ist es sein Trau. draen*en und e4enso unterst:t2t ihn der 2Ceite i.as poucas passa*ens onde u. at) onde eu sai4a. 5ue não ilu. Ele luta co. entre si... apenas teorica. sua apar6ncia e1terna.. un4eCachten Au*en4licA J da2u *ehoert allerdin*s eine Nacht.Notas do ano 1 FT. lan/adas ao lado e e.elte SchriXten.as ta.previsto J e isso e1i*iria u. Va.es. ?? .it de.o de Ren) #har.ente.it de. dois adversHrios: o pri. nos Estados 'nidos.ão no vol. constitue. So ist es a4er nur theoretisch..p0 .eiro a3udaJo na luta contra o se*undo.al in eine.purra para trHs. da ori*e. % se*undo 4lo5ueiaJlhe o ca. den @e* nach vo.odo. a lu. saltar 0ora da linha de co.o. o poder radio*rH0ico de desvelar sua estrutura Inti. YCeiten. por).p0enden We*ner erho4en Cird. sa4e real. Richter :4er seine .p0t .p0linie aussprin*t und Ce*en seiner Va.ente no ponto onde o nosso a0oris.inosos. E dos Wesa.ina. 1 <=. .os contida no a0oris.a da5uelas parH4olas de Fran2 Va0Aa 5ue.a noite J.eiro acossaJo por trHs. A parH4ola de Va0Aa ) a se*uinte:? Ele te. denn er Cill ihn nach vo.o . ErstenB denn er trei4t ihn doch 2ur:eiA.o raios lu. so4 o tItulo He. consiste nos processos recQnditos da . e. a. por). saIra. al*u. >nicas talve2 5uanto a esse aspecto na literatura.ais escura do 5ue 3a.as possue.. ele . e. . e.entos cu3a ess6ncia encontra.e1ata dessa crise se encontra.ente.it 4eiden. sonde.o inicial dei1ou a se5:6ncia dos aconteci.ente de suas inten/MesR Seu sonho. sua lL*ica interna. 1 <=: Er hat 2Cei We*ner: Der erste 4edraen*t ihn von hinten. do .ão por @illa e EdCin Uuir. NeC DorA. A luta de Va0Aa 7?8 A estLria ) a >lti. NeC DorA. nosso caso. von 'rsprun* her.4). The WiTeat @all T1 #hina. e. Ei*entlich unterst:t2t ihn der erste i.a de u. 5ue. o pri.a s)rie de ..o 5ue suspensa no ar.es.eus 0ins. Uas isso ) assi.

Antes 5ue a *era/ão de Ren) #har. os cha.pos de revolu/ão.o ao evidenciarJse a Filoso0ia i*ual. outra *era/ão. se a . voltaraJse parZ a polItica co.e Ualrau1 o4servou certa ve2 7e. do .ais tarde.o.a ) 5ue.entes 5ue a herda. artistas..undo. se tornou portaJvo2 c criadora do 5ue ela .ente incapa2 de reali2ar a tare0a 5ue lhe destinara.4ate 5ue lhe ) prLprio.ados intelectuais J escritores.pletada . A #ondi/ão Hu. esse estH*io no desenvolvi.. ) estar e. He*el e a Filoso0ia da HistLria.o papel outrora dese. pois o E1istencialis.co. entender c apreender conceitual. .enos na sua versão 0rancesa.ente ) incapa2 de 0a2er a pa2 e de indu2ir a reconcilia/ão.penhar. polIticasB esta 0al6ncia da Filoso0ia PolItica no sentido e. A 0un/ão da . por nLs escolhido co. pa2 co.ir os 5ue a 0a2e. % E1istencialis.es.preender o acontecido. não por u.undo .a cha. pouco .es.ente ) co.odo de reconcilia/ão do ho.oderna para o co..o seu representante. e 5uestiona..issos da a/ão.ais velha. Historica.redi. ao .o.a 0u*a dos i. por). re4elião do 0ilLso0o contra a Filoso0ia. .e. a a/ão. A situa/ão. ela se v6 de i. a sa4er. J sL pudera. contudo. a revolu/ão veio a dese. .enos no s)culo SS.ento .pro. de acordo co.nas . a realidadeB seu verdadeiro 0i.entos 5ue 0i2era.e/a 5uando 3H transcorreu o curso da a/ão e a estLria 5ue dela resulta a*uarda ser co. co. so4 as circunstNncias do s)culo SS.pro.. ) 4asica.ento do pensa.ana8.ente u. se visse arrancada de suas ocupa/Mes literHrias para os co. con0or. e essa co.: . E co. não sur*e ao revelarJse a Filoso0ia incapa2 de aplicar suas prLprias re*ras K es0era das 5uestMes. . . 5ue Platão a teria entendido ) 5uase tão anti*a 5uanto a histLria da Filoso0ia e da Ueta0Isica ocidentaisB não sur*iu ne.ou de E1istencialis. pelo . c.penhada no tipo de co.passes da Filoso0ia . % pro4le.ente. tornouJse desesperadora ?< .preensão. apenas u. literatos etc.as por dois atos anteriores. ) o . pensadores.ente a realidade histLrica e os aconteci..o.ento para a a/ão.ediato e. Foi essa *era/ão 5ue.isso incondicional ce. ter acesso K vida p>4lica e. He*el.oderno 0oi precedido.o.penhado pela vida eterna. te.o solu/ão de perple1idades 0ilosL0icas e tentara escapar do pensa.oderno a5uilo 5ue ele ).

o disse Sartre certa ve2. concluiu suas re0le1Mes co. se tornar.os a peculiar ironia do 5ue se*ue. hipLcrita. se. 5uando o ho.ento sur*iu no estranho perIodo inter. Eu a . . co. #aso 0osse preciso escrever a histLria intelectual de nosso s)culo. de certa i. .ente 0iel K se5:6ncia de teorias e atitudes.as co. 0or/ouJa de volta ao pensa.ento e co. Seria.entalidade e sua tradi/ão de pensa..undo no 5ual sua . se5uer capa2es de 0or.ediHrio 5ue por ve2es se insere no te. onde o historiador deve ser literal.ais e por ?E .po total. escrevendo durante os derradeiros .eiro ato da estLria 5ue a5ui nos interessa.ente deter. perderIa.ento crItico. não visando senão a u.ente dessa pessoa o4ri*ada a dar u. Neste . salaud.as ta.ente 0or.as de 0a2er co. verIa.a/ão . ela.ente na consci6ncia dos ho. Ren) #har. dar respostas Ks suas perple1idades. nosso conte1to. u. o pri. si*ni0icava li4era/ão do a*ir J.as duas ve2es: pri. o ter a*ido.ento não era. u.5uando se .os. não so4 a 0or.e/ou a despertar para o 0ato de ter che*ado a viver e.inado por coisas 5ue não são .a. por assi.os a . di2er. seu en*a3a.ular 5uestMes ade5uadas e si*ni0icativas.ento para a a/ão.es.ente hu.4ora sucinta.a ve2 5ue.enos ainda. co.ento.eiro. A desco4erta +de 5ue.a de *era/Mes consecutivas.o a 4io*ra0ia de u. ou antes.ostrou 5ue as velhas 5uestMes .a ra2ão . 5uando a a/ão.a >nica pessoa.a reviravolta não u. não de resolver 5uais5uer pro4le.portNncia o4servar 5ue o apelo ao pensa. e a se*uir. e.4).o.enos ur*ente e apai1onado 5ue o apelo ao a*ir da5ueles 5ue o antecedera.encionei. e. torna.isso. 5uando não so. ao escapar do pensa. a a/ão. apelo ao pensa. .isteriosa. pois.ens. seu envolvi. desprovidas de sentidoB isto ). .eses da Resist6ncia. .e.ento.oderno co.ana dei1ou de 0uncionar ade5uada.eta0Isicas era. e. . u.a.ente. u.as. destinado aos so4reviventes 0uturos.pro. eles se. os atores e teste. os vivos .ente os historiadores 0uturos.unhas.eta0Lrica do 5ue ocorreu e0etiva. parecia a4ri*ar a esperan/a. 5uando 3H avultava a li4erta/ão J 5ue. u. a . .a apro1i. intervalo de te. não . 5ue 0Qsse possIvel conviver co.po histLrico. por al*u.Jse conscientes de u.ento.

#ontudo.a esp)cie de espantosa inversão da rela/ão esta4elecida entre e1peri6ncia e pensa. Sendo o pensar para ele a parte . Pode.a ve2 .e.ento da verdade.a de + . apLs 5uase 5uarenta anos repletos de eventos in)ditos e i.o. para se . u. perda de precisão. ?= .ais vital e vIvida da realidade. de certa . sua e1tre. 5ue ocupa.ais notHveis J.as ta.Jpensa. poder conter o . seu territLrio. cada u.es.a luta parece.ais de+ u.e. antecipatLrio 5ue ainda ho3e.o tri4uto a ser pa*o por sua orde.uito neutrali2ado ou destruIdo ..coisas 5ue não são. variedades e ele. esses intervalos . portanto.ente. 5ue Va0Aa cha.as.utua. J.ostrara. na lL*ica desses pro4le.ais de trinta anos de crescente 0a. A cena ) u.ente: a luta de .a4strato.a*ina/ão espiritual.ento 5ue. e..ais avan/ada posi/ão. dos escritores .a de Va0Aa 5ue e.a a0ir. 7Não se deci0rou ainda o eni*.a esp)cie de paisa*e. deverJse e1clusiva.entais co. precisão. atri4uindo assi. a >lti.. Ao passo 5ue considera.ultNnea.4ater a. al*o 5ue se poderia deno. não cessa de nos atordoar8.a si. 0enQ. . 4asica. duas ou . a partir de u.anter e. de hH . adversHrios entre si e a luta do ho.previsIveis.ento. . .. a4ri*a todas as ri5ue2as.ouJse co.ento.po de 4atalha no 5ual se di*ladia.eno . deve co.real.ente. ainda. desenvolveu esse 0antHstico do.a e.a dada realidade.inar u. 5ue.Htica K e1peri6ncia de u. Na HistLria.aneira.o i.ente evidente associar ri5ue2a de detalhes concretos e a/ão dra. A estLria re*istra.seus. o 0ato de che*ar a haver al*u.o tr6s lutas transcorrendo si.e. ca. o 5ual J suspeitaJse J as 0or/as do passado e do 0uturo terJseJla.ediata. se não e. eventoJpensa. .ental. Va0Aa.entos dra. deles.ente K presen/a do ho. se.os a*ora reto. as 0or/as do passado e do 0uturoB entre elas encontra. HH. . criou.4).eira coisa a ser o4servada ) 5ue não apenas o 0uturo J . u.ele. certa palide2 a4strata aos processos . u. co.o u. 5ue consiste.ar a Va0Aa.o de e1peri6ncia despo3ado e .plicidade e concisão.4as. *ra/as K pura 0or/a de inteli*6ncia e i.Hticos caracterIsticos da vida .os o ho. sua cronolo*ia. e.a pLstu. A pri.a onda do 0uturo.Ini. se. e.os co.

ter.es. não ) o presente.pele de volta ao passado.po parteJse e. luta constante.ente. princIpio.e. e apenas na .o a re*ião . anelado pela Ueta0Isica ocidental de Par. Apenas por5ue o ho. T[ te.o deve.as.o a inser/ão do ho.6nides a He*el. . senão o anti*o sonho. te.poral e retilinear.ele.ele.sua. to. se. não altera a i. contInuo. passo adiante. Va0Aa descreve co.ada de posi/ão contra o passado e o 0uturo. o 0lu1o indi0erente do te. antes. 0lu1o de ininterrupta sucessãoB ) partido ao . da . . ao contrHrio do 5ue seria de esperar. linha reta. então.ais ade5uada ao pensa. por se 0ocali2are.es. 0or/as 5ue. a lutar entre si e a a*ir so4re o ho. 0u*ir por conta prLpria.ento te. no ponto onde . se insere no te. 5ue de0ende seu territLrio.po .a es0era inte. al).4ate J e o 5ue ) esse sonho e essa re*ião.. ?! . na sua acep/ão usual.o e.al te.ente todas as nossas . e. pratica.purra para a 0rente..orto os vivos pode. . e. 0ora do espa/o e supraJsensIvel co.ovi.e.po. cu3a e1ist6ncia ) conservada *ra/as K . K . o 5ue ) 4e. ao inv)s de pu1ar para trHs. u. de u. e não..edida e.os o te. u. . pensa e. ou .po.archa para o 0uturo. 9isto Va0Aa conservar a .pre 5ue .eio.o ) passado. do . de arcar e de cu3o peso .e a 5ual pensa.entoR %4via.e. espa/o 4astante para se .o u.poral e. para colocHJlo e. sua . .a da linha de co. estirandoJse por todo seu tra3eto de volta K ori*e. presente e 0uturoB ) essa inser/ão J o princIpio de u.e.po.sua.ais.dele. estranho.anter.e/a.o passado. tradicional con0or. co.orto. passado. so4re a partIcula ou corpo 5ue lhes dH dire/ão.a re*ião al). se. 5ue o ho. co.ovendoJse e.pre no intervalo entre o passado e o 0uturo. estHB e a posi/ão .as.a*e.o passado nunca estH .a lacuna no te. o 5ue . . se des0a2er e. 5ue4ra o 0lu1o unidirecional do te.etH0oras. ele ne. 0ardo co. destorcer o pensa.aneira 5ue Va0Aa descreve. 5ue vive se. e aci.po não ) u.ele. co. ) possIvel dar u. Nas palavras de FaulAner: . ) o 0uturo 5ue nos i. Do ponto de vista do ho.ento de Va0Aa.etH0ora tradicional de u.os a*ostinianos J 5ue cinde o contInuo te.a 0or/a. Penso 5ue.o u. e. ) visto co.poral. cai no sonho de u. Esse passado.e.

a de u.enos potencial.4ora não tenha.ente 5ue se3a. eventoJpensa. ) a .a terceira 0or/a: a dia*onal resultante 5ue teria ori*e. 5ue o pensar se possa e1ercer se..ele.po de 4atalha deveria resultar e.ento te.. cu3a ori*e. vindo u.o de 0or/as.pMe. a estLria de Va0Aa. intervalo si. u. e a*indo so4re ele. o paralelo*ra. passado in0inito. de Va0Aa capa2 de e1ercer suas 0or/as no sentido dessa dia*onal. seria. per0eita e5:idistNncia do passado e do 0uturo.po hu.elhandoJse antes ao 5ue o 0Isico cha. ele ?G .a de u. no ponto e.e. para 0rente e para trHs. ) conhecida. os . seria li. outras palavras.ino.ento ) u. de Va0Aa encontrou seu ca. ao contrHrio. e.ento. u. Nn*ulo. Fosse o . co. . e so4re o 5ual atua.ais se entrechocaria.ente.ele. visto resultar de duas 0or/as cu3a ori*e.0alta K descri/ão Aa0Aiana+ de u. 5ue as 0or/as se choca. elas não . possue.ente. e. caso assi.itada no sentido de sua ori*e.etH0ora per0eita para a atividade do pensa.. a a/ão das duas 0or/as 5ue co. o ponto no 5ual colide. Essa 0or/a dia*onal. se posta não ).pleta. e outra de u. aspecto das duas outras de 5ue ) resultado.ele.o 5ue ca.ais conveniente K orde..ovi.ais li*eira. inIcio conhecido. Essa 0or/a dia*onal di0eriria e.e. asse. diri*idas para o ho. a. A inser/ão do ho. A 0or/a dia*onal.ovi. u. paralelo*ra. 0osse. a lacuna onde .inada pelo passado e pelo 0uturo. não pode senão 0a2er co.a di. t)r. . cu3a dire/ão ) deter. As duas 0or/as anta*Qnicas são. pelo . .as cu3o eventual t)r.ente para 0ora do te. 0or/as anta*Qnicas.ples.o de 0or/as onde o . 5ue as 0or/as se desvie.. E.itadas no sentido de suas ori*ens. u. co.inhando ao lon*o dessa linha. ili. . e. % 5ue hH de errado co. 0ace a 0ace. $deal. 0uturo in0initoB no entanto. de sua dire/ão ori*inal. por . in0inita 5uanto a seu t)r.ino 3a2 no in0inito.as se interceptaria. co.por)..ente pode ser retida a no/ão de u. toda a sua *rande2a. ) 5ue di0icil. interro.ino.ano.poral e retilIneo 5uando o 0lu1o unidirecional deste ) partido e. e.ento.pendo o contInuo. do pensa.ensão espacial e.4as. ) o in0inito.entos pausados e ordenados 5ue são o passo . sendo seu ponto de partida o entrecho5ue das 0or/as anta*Qnicas. 5ue se3a 0or/ado a saltar co.

po criado e deli. teria desco4erto e pressionado co.ente a5uilo 5ue lhe era .po histLrico ou 4io*rH0ico.aneira . aci.. 5ue isso .alJentendidos: as i.anece presa ao presente e nele arrai*adaB e. incapa2 de encontrar a dia*onal 5ue o levaria para 0ora da linha de co. o ho. sL pode.ente viera a e1istir co.a*ens 5ue estou a5ui utili2ando para indicar. dado histLrico.po de 4atalha.itivas inten/Mes e apenas cQnscio da e1ist6ncia dessa lacuna no te.poral J ..orra de e1austão.4ate.o ao in0inito.po su0iciente.itado pelas 0or/as do passado e do 0uturoB teria encontrado u. es5uecido de suas pri.po 5ue. so4re a terra. e não .oderno. seu prLprio e autoJinserido apareci.o 5uer a parH4ola.entais. % 5ue .al*u).ais prLprio e 5ue so.a dessas .ente pode vir a acontecer J e 5ue Va0Aa descreveu a.4iante espa/oJte. Apenas na .o de 0or/as.e.ento J o i.ente. J. ? . co..) assi. e si.ente a0astado do passado e do 0uturo para lhe o0erecer a . de .o estava. coeva da e1ist6ncia do ho. apenas teorica.a da re0re*a.parcialidade as 0or/as 5ue se di*ladia.não teria saltado para 0ora da linha de co.4ate. ai lacunas no te. pois não ocorre.po. 5ue pensa.i>de e.ele. por). a u. e. i.ente ter sentido. Para evitar . e. lu*ar no te...uito .o u.enso e se.4ora não se asse.o tão acertada. na >nica dire/ão a partir da 5ual poderia ver e desco4rir ade5uada. nenhu.4ora apontando ru..e..elhe a u. en5uanto ele viver. deperecido so4 a pressão do constante e. isto ). lar. co.es. \ tentador acrescentar. da 5ual poderia 3ul*ar co. para o espa/o constituIdo ideal. e talve2 ne. e si.ento. 5ue ) ate.uito e. pelos adversHrios..poral entre o passado e o 0uturo. . pois essa dia*onal.edida e.4ate e se situado. serH o territLrio so4re o 5ual terH 5ue se .ente o cha.anter. .. Suspeito 5ue essa lacuna não se3a u.eta0Lrica e con3etural. Aplicadas ao te. as condi/Mes conte. outras estLrias e parH4olas J ) 5ue .eno .pre ca. . na plena realidade de seu ser concreto vive nessa lacuna te.porNneas do pensa.ente pelo paralelo*ra.ele. ser vHlidas no N.etH0oras pode a4soluta. 0enQ. ca.posi/ão de 3ui2.enos . ve2 disso.a Va0Aa.4ito dos 0enQ.ais provavel. per.

anos. Por lon*os perIodos e.oderna pro*rediu. &uando. ao contrHrio do . não pode ser herdado e rece4ido do passado.poral no N.Ela 4e. isto ).ento e adstrita. % pro4le.ano. passado in0inito e u. esse tipo de pensa.o 5ual5uer e1peri6ncia de 0a2er al*o.ente K atividade do pensa.po de ho.undo e da cultura e. esta lacuna 0oi transposta por a5uilo 5ue.os estar ne.o vi. toda a parH4ola re0ereJse a u.a e 5ue 0ora. Este pe5ueno espa/o inte. cu3as re*ras lL*icas de nãoJcontradi/ão e coer6ncia interna pode. co.o a dedu/ão. da recorda/ão e da antecipa/ão salva. preparados para esta atividade de pensar. na verdade no transcurso dos . pode ser a re*ião do espIrito. desde os ro. ao 5ue parece. o 0ato de essa tradi/ão terJse es*ar/ado cada ve2 . não parece. deve desco4riJlo e.entais co.as apenas indicadoB cada nova *era/ão.ele.ento atrav)s do espa/oJte. e5uipados ne. do pensar sua ocupa/ão pri.a condi/ão peculiar unica. e sL pode ser ad5uirida. outros aspectos.ais K . de instalarJse na lacuna entre o passado e o 0uturo. ou antes. pavi.es.enciona a e1peri6nciaB a e1peri6ncia de luta ad5uirida por . .ente. <T .inados por conceitos ro. u.ens .ento di0ere de processos .os de tradi/ão.a*o .anos.entHJlo de novo. 5ue de0ende seu territLrio entre o cho5ue das ondas do passado e do 0uturo. 5ue nasce.portNncia polItica.os.po a4erta pela atividade do pensa. aos poucos eleitos 5ue 0i2era. ) 5ue. da ruIna do te. ro. nossa histLria.o e.a. contudo. o 5ue 5uer 5ue to5ue.ental ]. atrav)s da prHtica e de e1ercIcios. inserindoJse entre u. a indu/ão e a e1tra/ão de conclusMes.ento J 3H 5ue. co.ordial.ento. Essa ) u. a lacuna entre o passado e o 0uturo dei1ou de ser u.os.ortais e na 5ual o curso do pensa. la4oriosa. 0ato de i. 0enQ. 0uturo in0inito. en5uanto e1peri6ncia. cha. Ela tornouJse realidade tan*Ivel e perple1idade para todos.po. Va0Aa . K 0unda/ão de Ro.a e1peri6ncia de pensa.eno .po histLrico e 4io*rH0ico.edida 5ue a )poca .il6nios 5ue se se*uira.a. 7Nesse particular. Não ) se*redo para nin*u). a trilha plainada pelo pensar.peuJse o 0io da tradi/ão. a0inal.o do te. essa pe5uena picada de nãoJ+ Jte. e na verdade cada novo ser hu. co. deter.

e.as ocas co. 3H 5ue são os >nicos .entos.ovi. não pretende .o pensarB eles não cont6. poder e *lLria J.o 0or. .entos se3a. co. 5ue tão . . cont6. entre o passado e o 0uturo.a literHria *uarda u. co. disso. ou inventar al*u.4ora tais aconteci. '. autoridade e ra2ão.ponente e1peri.ental na interpreta/ão crItica do passado. crItica.entais e os cinco >lti.encionados apenas de passa*e.udan/a de 6n0ase não ) ar4itrHria.4ora *rosso .a hora para preencher a lacuna entre o passado e o 0uturo.des. 5ue o ensaio co.ascarar.entais dos ensaios 5ue se*ue. polItica J tais co. aos conceitos tradicionais.o e1peri.pido da tradi/ão. e a crItica +ao passado. suspenso o pro4le. assi.ove.8 %s seis ensaios se*uintes são e1ercIcios desse tipo. Uenos ainda.entais 5ue crIticos.ento e. a pro3etar 5ual5uer esp)cie de 0uturo utLpico.a ve2 por todas. . dia a verdade venha a aparecer. .e de e1ercIcios poderia o4via. e espero 5ue o leitor concorde.8.ente divididas.ente co.6nica. não são ri*ida.itiva ess6ncia. as partes crIticas e e1peri. prescri/Mes so4re o 5ue pensar ou acerca de 5ue verdade de0ender.o li4erdade e 3usti/a.o .elancolica. a 0i.entarJse nessa lacuna J talve2 a >nica re*ião onde al*u. todos esses e1ercIcios pMeJse e. reatar o 0io ro. co.er*e de incidentes da e1peri6ncia viva e a eles deve per.ser aprendidas de u.entos não visa.a ve2 5ue se .a a0inidade natural co. Uais especi0ica.a co.ente <1 .entos polIticos 7e. PareceJ. e . .eu pressuposto ) 5ue o prLprio pensa. Al).eiros capItulos se3a.arcos por onde pode o4ter orienta/ão. trataJse de e1ercIcios de pensa.a da verdadeB a preocupa/ão ) so.. este volu.o este e.o os e1ercIcios 5ue tenho e.o toda coletNnea de ensaios. de destilar deles sua: pri.as os e1peri. dei1ando atrHs de si 0or. e. pois hH u. responsa4ilidade e virtude.anecer li*ado. e seu >nico 0ito ) ad5uirir e1peri6ncia e.odo os tr6s pri.ente.ento polItico.er*e da concretude de aconteci.ais crIticos 5ue e1peri. Essa *radual .ente. 4astando depois aplicHJlas. #o. K revelia da su43acente realidade 0eno. na 0or. pretende. e1pediente de >lti.. cu3o alvo principal ) desco4rir as verdadeiras ori*ens de conceitos tradicionais.os.ente evadiuJse das prLprias palavrasJchave da lin*ua*e.ais e1peri. E. as 5uais se dão 5uase todas as e1plica/Mes.

ediatos e correntes co.es. u. 5ue nos de0ronta. a 3usti0icativa de pu4licHJlos e. pro4le.eira parte. tr6s partes. A unidade destes capItulos 5ue constitui para . . por isso .entares e diretas co.a se5:6ncia de . A esse respeito. A prLpria se5:6ncia ) deter. <F . tons relacionados.conter al*uns capItulos a .entos 5ue. A pri. por5uanto 5uestMes ele. u.ovi.enos se.as i. PressupMe a discussão da pri.inada pelo conte>do.o e.eiras partes a pro4le.os no diaJaJdia. a de u. . o livro divideJse e.as si. são 0rancas tentativas de aplicar o tipo de pensa.a parte.a suIte . A se*unda discute dois conceitos polIticos centrais e interJrelacionados J autoridade e li4erdade.ais ou a .o to. 0or. todo indiviso. o 0ito de encontrar solu/Mes cate*Lricas.odi0icar seu carHter.as na esperan/a de esclarecer as 5uestMes e de ad5uirir al*u. al. por 0i.e3ando su4stituir os conceitos da Ueta0Isica tradicional. ou e. co. %s 5uatro ensaios da >lti.i.ais se dispMe de respostas dei1adas pela tradi/ão e ainda vHlidas.o: % 5ue ) autoridadeR % 5ue ) li4erdadeR. são escritos e.usical. não.oderna na tradi/ão e do conceito de HistLria de 5ue se serviu a )poca .as especI0icos.a desenvoltura no con0ronto co. co.. sur*ir 5uando não .oderna. sL pode.eira trata da ruptura . .a de livro J não ) a unidade de u.ento 5ue 0oi posto K prova nas duas pri. decerto.

ter.. 0i. 5ue a5ueles 5ue aspirasse. . #reio 5ue ela che*ou a u. % inIcio deuJse 5uando.os de trevas. repudiar e a4andonar. não .u.enos de0inido co. A Rep>4lica. desco4rir o c)u lI.ento polItico teve seu inIcio de0inido nos ensina.undo co.pido das id)ias eternas. e. a declara/ão de Uar1 <? . % 0i. Platão descreveu a es0era dos assuntos hu. u. con0usão e ilusão. e. as teorias de Varl Uar1.entos de Platão e AristLteles.ens e. na ale*oria da caverna. ao ser verdadeiro deveria. tudo a5uilo 5ue pertence ao convIvio de ho. A TRADIÇÃO E A ÉPOCA MODERNA $ A tradi/ão de nosso pensa. caso 5uisesse. veio co.anos.1.

di2er nada da 718 beis.u. e nunca de 0or. e. Se.a irritante e dissonante 5ue ao continuar a ser ouvido e.oni2ador ao . . . salva todas as cpisas. e. u. Over*esellscha0ttite Uenschen8. !!E. 7J_1p1`1 .undo.ens sociali2ados. Nisso consistiu a tentativa de Uar1. e. sua ur*6ncia i. dos ho.plica necessaria. % 0i.reali2ada.. posterior..acorde 0unda. . 3a. co. unica.sua inten/ão de .trans0or. não 0ora dos assuntos dos ho. tão clara. . nas palavras de ^aco4 (urcAhardt.aior 0or/a e 4ele2a do 5ue ao enviar.ente o inIcio e o 0i. as .er*6ncia de .undo co. ) co.po. .ulados pela pri.ente a atitude do 0ilLso0o para co. 0or. Z t J.ente K lu2.de 5ue a Filoso0ia e sua verdade estão locali2adas.as ele.u.por seus padrMes aos assuntos hu.ais v6. portanto. si . % inIcio.79!d %+C.ais atin*e seus ouvintes co. seu desa0io 0inal.undo. pela pri. 5ue ressoa e.oni2ar: '. da tradi/ão t6.o u.ens e de seu . a PolIticaB sua tradi/ão iniciouJse co. na polItica. ela pQde salvar todas as coisas e har.undo cu3os sons J e pensa. podendo ser .ente neles. di2er.ente.ora entre os ho..reali2HJla.ente e1pressa e.o ao . +. por ele cha.consci6ncia. #o.ento Jnão pode . 0ilLso0o repudiou a Filoso0ia.o te.a o4ra J . sua >iti.7 '7%c 79 aCp@+!t+o7/ @P9P. para poder . co. t + 81 + . so4reveio 5uando u. inicial. A Filoso0ia PolItica i..ental.ental.es. en5uanto .eira ve2..a o4serva/ão casual 0eita por Platão e..odula/ãoB e o acorde 0unda.entares da PolItica 3a.oni2HJla.ento ocidental. assi. a .ples. sua decisão 7e. << .l0$ a. o a4andono da PolItica por parte do 0ilLso0o.ens.a 0ilosL0ica8 de a43urar da Filoso0ia. o se*uinte: os pro4le. deus 5ue. % inIcio e o 0i.o ao sere.edida 5ue che*ou a seu 0i.as precisa.anos. tornouJse destrutiva K . ]]b^i+ cZ.ente na es0era do convIvio.ada de . in0indHveis . e.77 !Tavra J c verdadeira para nossa tradi/ãoB en5uanto seu inIcio 0oi vivo. e o su4se5:ente retorno deste para i. puros ou se. J para não. atrav)s da e.h .ap V&.odula/Mes atrav)s de toda a histLria do pensa.ens.eira ve2 seu so.% inIcio ) co.ediata e si. são.ais har. e ao rece4ere. . por assi. . e.entes 0iloso0antes.sociedade.ar o .es. har.o u.

as de *overno.e.as inverteu a tradicional hierar5uia entre pensa..ilaridade tornaJ se ainda . Essas a0ir.odelo da e1peri6ncia para Platão e AristLteles e. o ideal de Uar1 da .onstra sua vitalidade. os 5ue não tra4alhava. principal.e. A polis ateniense 0uncionou se. al).a divisão entre *overnantes e *overnados e não 0oi.ente cha.ocracia.pla/ão e 1ra4alho. era. antes de . % te.o. ho.o tal. *overno de u.onar5uia. Uar1. não era. cidadãos e os 5ue era.a/Mes. e Filoso0ia e PolItica.itada de te... As .esteira de con0usão e desa. al).a 5uantidade 5uase ili. de al*u. e. o inIcio 0eito por Platão e AristLteles de.po de la2er e1istiria so4 a condi/ão de ine1ist6ncia do Estado. predi/Mes. as de0ini/Mes tradicionais de 0or.o Uar1 o 0e2.ada utLpica. de sere.ente contraditLrias. a5uela li4erdade 0ace ao tra4alho 5ue Uar1 predi2 para o 0uturo.ente e.a de sociedade.ais . assi.ente cont6. .a .hu. ou . *overno por uns poucos ou oli*ar5uia e *overno pela .oderna.ento e a/ão.portantes são suas predi/Mes de 5ue. *arantindo assi.os o conte>do real do ideal de sociedade de. u. evidente.paro 5ue veio depois de 0inda a tradi/ão e e.ais nada. a4olirH a si ..edida e.osa de <E .es.as por toda a Anti*:idade e at) a idade .elhor 0or.4ro da sociedade. reprodu2indo antes as condi/Mes polIticas e sociais da . u.os ho3e.ente na parte de seus ensina.ais 5ue sua 0or/a de tra4alho. ao condu2ir Uar1 a a0ir. na 0rase 0a. a5ueles 5ue tra4alhava. e.os esse ter. Não so. co.a cidadeJestado ateniense 5ue 0oi o . 5ue tivesse.a 0or.po de la2er a cada . u. te.arcante 5uando investi*a. Na 0iloso0ia de Uar1. cidadãos era. não são utLpicas.entos usual.anidade sociali2ada. Essa si. #o. se usar. o .a/Mes 0la*rante. ou 5ue possuIa. so4 as condi/Mes de u. isto ). o 0unda.. ou de. ou so4 condi/Mes onde. 5ue possuIsse. cidadãos apenas na . disso. e de 5ue a produtividade do tra4alho tornarJseJH tão *rande 5ue o tra4alho.ais i. 5ue não virou He*el de ca4e/a para 4ai1o tanto assi. 5ue vive. %s cidadãos atenienses. .o. Estado. portanto. Atenas.ento so4re o 5ual se alicer/a nossa tradi/ão.po de la2er. . acordo co.Estado desaparecerH.a. conte.aioria.es.

a ad.es.4inados: a sociedade se. no .a li4era/ão do 7F8 9er. ) .o te. So4 tais condi/Mes. ao . so.o 1! <= . e. a . . F!E. e.plIcito.es. 4astante precisão o pensa. ver Uor*enroete.ento no sentido . te.b6nin 5ue e1pressa co.ecanis.ente co. u.po.. e.ais si*ni0icou. o pastor poderia tornarJse cidadão. $sto. Uuni5ue. 5ue 3a.inistra/ão da sociedade se houvesse tornado tão si. vol. a. os deveres polIticos era.ado o lu*ar do *overno e da a/ão polItica. do tra4alho assi. na Anti*:idade. 7Assi.plo. classes e se.ento de Uar1. de 5ual5uer 0or. 1 <E. nenhu.ente .pon6sB o pintor.as não o ca. outras palavras. esta4elecera.as si. co2inheiro.a da polItica.penhasse.a atividade cansativa. Na sociedade ideal de Uar1. sendo tra/ada a distin/ão.po livre da atividade polItica e dos ne*Lcios do Estado.inistra/ão das coisas. $sso deveria suceder 5uando a .o. % co2inheiro de b6nin.o.plo da palavra.ente poderia ser de interesse para u. cidadão .ad. estava i. por e1e.a sociedade 5ue lhe proporciona a . si.a 0or. Esta dupla li4era/ão. \ contra a vida polItica a4sorvente de u.ente.. especial AristLteles. 1 `d. ou. co.a 4I.espIritos . 5ue Niet2sche considerou os . considerados tão di0Iceis e a4sorventes 5ue não se poderia per.ais 5ue u. certa.a vida devotada K Filoso0ia e ao conheci.po de la2er.u.aduro . havia sido para os 0ilLso0os a condi/ão de u.ples.pli0ica/ão de En*els.ais ha4ilitados para cuidar dos assuntos p>4licos F. li4erdade do tra4alho co. onde.as não o escultor.)dio da polis *re*a 5ue os 0ilLso0os. de te.itir K5ueles 5ue neles se e.pli0icada 5ue todo co2inheiro estivesse 5uali0icado para assu.ente. Estado de al*u.H1i. estes dois di0erentes conceitos são ine1tricavel.o al*o .ir o controle de seu .a. ao contrHrio.ad. . theoJretiALs. tivesse to.ais a. toda a tra. para a5ueles . Para.h .a reali2a as anti*as condi/Mes *erais de li4era/ão do tra4alho e. o4via.4os os casos. p. 4Hnausos. na si. Yuri5ue.inistra/ão das coisas. para En*els. u.uito di0erente das condi/Mes reais da Anti*:idade. vive e.ediante a aplica/ão do crit)rio de es0or/o e 0adi*a8. o 5ue. seu ideal de sAhol). AntiJD:hrin*. era ainda reconhecido co. a0oris. $. . Niet2sche.o da polItica.edIocres. li4era/ão da polItica. @erAe.

4ina/ão de u. articulou. co. tra4alho to.po.a sociedade se. as 5uais.ente K lu2 so.anidade ideal e.. o ideal utLpico dZ u. assi. certas proposi/MeSJchave. desa0iador e parado1al. .po ao 0iloso0ar.ente se. sua visão desse desenvolvi.o da .ou tal vulto na i. Estado 7apolItica8 e pratica.oderno e con0eriu Ks suas acuradas predi/Mes sua 5ualidade utLpica.o a e1pressão . virtude da tradicional conota/ão do la2er co. e os conceitos e ideais tradicionais atrav)s dos 5uais o prLprio Uar1 as co. isto ).entos 5ue viera.a sociedade se.a vida devotada a alvos . clare2a certas tend6nciHS. todos os paIses industriali2ados.assas ) u. deu lu*ar.K ad.a de u.preendeu e inte*rou. . cha.uitos aspectos.ada utopia co.inistra/ão. e o constante au.ara.preendendoJo e.ais podia. e.a li4era/ão da polItica 5ue 0ora e1i*ida pelos 0ilLso0os *re*os para os eleitos 5ue 5uisesse. classes.pleta.ento polItico 0oi u.po K polite>esthai..ente di0erente.os e conceitos 5ue tivera. A atitude de Uar1 co.undo .tra4alho de 5ue os anti*os cidadãos livres des0rutava. Uar1 perce4eu co.es. portanto. E.a*ina/ão de Uar1 co. u. $sso o ce*ou para pro4le. so4 as condi/Mes de sociali2a/ão dos . e. % prLprio Uar1 encarava sua assi.ples predi/ão. % *overno.ais altos 5ue o tra4alho ou a polItica.eios de produ/ão.ente e. tra4alho nasceu da reunião de dois ele. No entanto. ser co.preendidas dentro do 5uadro de re0er6ncia da tradi/ão. devotar todo o seu te. A in0lu6ncia da tradi/ão 3a2 e.ento d7 la2er para as . plena.es.a hu. e ) verdade 5ue essa parte de suas teorias corresponde a certos desenvolvi. 0ato e. to.o u. e co.a si.se. sua suposi/ão de 5ue essas tend6ncias sL se a0ir. nosso te. A co.a atitude de. ter.a lu2 ideali2ada.o sAhol) e otiu.ento so4 u. para devotar teu te. contendo <! .li1erentes K )poca anunciada pela Revolu/ão $ndustrial. re4elião consciente. se.. u.entos inteira. não o4stZnte estivesse en*anado e. sua ori*e. respeito K tradi/ão de pensa. perIodo+ histLrico co.ente nãoJutLpicos: a percep/ão de certas tend6ncias no presente 5ue não .as+ aut6nticos e 4astante e.4ara/adores inerentes ao . u. Estado e+ . no sentido anti*o.

especial . . 5ue ocorre e. e. Edition. e. #ada u.. terceiro lu*ar. 5ue o ho. bondres.as durante toda a sua vida. 7e. . <G .aneirasB a*ora ) preciso trans0or. o tra4alho. as se*uintes são cruciais: .a nova. o .preendida e.. u. a parte estrita. 5ue. 11. conservar. Na o4ra posterior. poderia ser e1pressa .uitas variantes8 <.e. apenas u..%s 0ilLso0os apenas interpretara.a opinião corrente entre al*uns estudiosos de Uar1.e. na .o tal.ente cientI0ica de sua o4ra 7e.ilie.as si.a varia/ão de u. u. curiosa. cria a si .a dessas proposi/Mes pode ser co. Nenhu.Die heili*e Fa.es. su43a2e.ento de Uar1.es. hH a 0a..o volu.o de En*els.HJlo. Uar1 e En*els.B e.ais ade5uada.e.. e.a delas ad5uire seu si*ni0icado ao contradi2er al*u. ^u*endschri3ten.% tra4alho criou o ho. 5ue ) hu.sua 0iloso0ia polItica. 1 ET. elevar. .ula/Mes si.ente. sua di0erentia speci0ica. e. e 5ue ele 7?8 A a0ir.ente a u. si*ni0ica. ver e. do ani. e.a outra. !<. contraria.e.eiro lu*ar.a atitude 0ace K Filoso0ia aparece na predi/ão de 5ue a classe tra4alhadora serH a >nica herdeira da Filoso0ia clHssica.a tese so4re Feuer4ach: .eiros escritos ao >lti.HJlo.a. o 5ual. per.e. criou o ho. 1 E?. 0ora de d>vida.ano.oderna.ed 4. p. no sentido he*eliano.osa >lti. de Uar1 de . Para 0or. pri.undoB che*ou a hora de trans0or.es. ba4our in the Transition 0ro. 4astante o .ilares pelo prLprio Uar1.ente co. co. p.undo de di0erentes . e.o.edida e. não ) a ra2ão. Stutt*art.The Par` pla.o: %s 0ilLso0os 3H interpretara. 5ue a5uilo 5ue distin*ue o ho. Uodern bi4rar.ie und Philosophie. usual.ente e1pri. e transcende.anecera.a verdade tradicional.ente aceita e cu3a plausi4ilidade estivera..al. Final. e .ento.iu o pensa. dos pri. conse5:6ncia: a viol6ncia ) a parteira da HistLria 75ue ocorre.anidade ) resultado de sua prLpria atividadeB si*ni0ica.a/ão ocorre no ensaio de En*els . si e por si . . 5ue sua hu. e não Deus.A viol6ncia ) a parteira de toda velha sociedade prenhe de u.a 0or..e de Das Vapital8. se*undo lu*ar.% tra4alho criou o ho.es. a4olir8 a Filoso0ia se.a proposi/ão ).Não se pode au0he4en 7isto ).ula/ão de En*els. Ape to Uan. vol. Pois essa >lti.ente as .odo ade5uado e sucinto 8?. co. Selected @orAs. 5ue o tra4alho. reali2H$a. . K lu2 do pensa. 7<8 #itado a5ui de #apital.anuscrito anterior: .NationaloeAono. tanto nos escritos de Uar1 co. de 0ato. a . Entre elas. at) o inIcio da )poca . GF<..

ana tradicional.edida e. 5ue não ) a ra2ão. Ser a viol6ncia a parteira da HistLria si*ni0ica 5ue as 0or/as ocultas do desenvolvi.oB o Estado ) o instru.H1i.as do 5ue Uar1. A identi0ica/ão . viol6ncia.ente. 2Qon lL*on )Ahon.ento constituinte de todas as 0or. Uar1 desa0ia assi. . /Mes e.ais despre2ada.ar1ista da a/ão co. .e. A viol6ncia ). pelo contrHrio. . a viol6ncia.pre a caracterIstica saliente da tirania.ente.a.a na 0aculdade do discurso e na vida e.inante por . e toda a es0era da a/ão polItica ) caracteri2ada pelo uso da viol6ncia. o desa0io K tradi/ão ) evidente.e.ente por parte de Ua5uiavel e de Ho44es. K lu2 atrav)s de *uerras e revolu/Mes.. livre do escravo. A distin/ão consistia e.era conversa ideolL*ica e hipLcrita.)sticas. 'nica. u. viol6ncia i. a5uilo 5ue cont).plica e. principal. 5ue depende.al rationale. e at) então o atri4uto .inuta so4re a tradi/ão de pensa. da a/ão hu.eios de viol6ncia.a ratio nas rela/Mes entre naJ. e o ho.8 Para Uar1.ente di. in0lu6ncia notavel. a . conJ < . destinavaJse a distin*uir os *re*os dos 4Hr4aros.ana.sido cQnscio. deve ter .ental K tradi/ão. ani.as e1ercera. 5uarto lu*ar.e.uito 4e.e e e1plora. 5ue conhecia AristLteles . ser 5ue atin*e sua possi4ilidade . ou antes a posse de .ana livre e consciente.ento da classe do.as si.ente . a hu. a ulti.eio do 5ual ela opri.ais di0Icil de perce4er.as si.ente v6. sendo considerada se.. das a/Mes do.não ) u. 5ue os *re*os.o u. u.ais ver*onhosa. o 5ual pode ser . so.a polis.as de *overp. ) o ele. são de *rande relevNncia para o pro4le.H1i. u. na .ente esc1arecedoras para a anti*a con0usão de poder co. 2Qon politiALn e u. o 3uI2o tradicional so4re o tra4alho e a tradicional *lori0ica/ão da ra2ão.anidade do ho. o tra4alho.. tradicional. ani.alla4oransB e. 7As poucas tentativas de salvar a viol6ncia do oprL4rio.ento da produtividade hu. A dupla de0ini/ão aristot)lica do ho.ostra sua aut6ntica 0ace e dissipa a n)voa de .a do poder e e1tre.ente nestes perIodos violentos a HistLria .ento polItico anterior K de nossa prLpria )poca. o Deus tradicional.e. . outro desa0io 0unda. co.o do ho. Nova. a atividade hu.

% tra4alho era.ente.ada peitharAhIa. essencial.ens. u.ou isso co.e. . a seu *overno.a palavra 5ue indica clara. *overnados pela viol6ncia.ente e1presso na a0ir. A Filoso0ia pode ter prescrito deter. do ponto de vista do senso co.odo co.idade co. reside na predi/ão de ET . 5uer isto 0osse a descri/ão.a contradi/ão e. e não por .os . para os *re*os. A teoria das superestruturas ideolL*icas. seus ne*Lcios por inter. teria sido u.issão.as a viol6ncia era relacionada a u. tradicional. co. Hneu lL*ou. de .não. Para a Filoso0ia tradicional.ento 5ue lhe ) dia.a/ão se3a precedida de interpreta/ão. os outros 0unda. de 5ue. % desa0io K tradi/ão. ou Ks leis da polis. e os escravos era. Essencial.ar o . ou a ad.ais to. ou trans0or.Jse no 0ato de não e1i*ire. não vivia. 5uando ho.vivendo e.etral. %s 4Hr4aros era.ado. e.undo e.a polis.portante preocupa/ão.ente atrav)s da 0ala. a Filoso0ia.a instNncia.plica 5ue H trans0or.reali2ar a Filoso0ia.uda. sua o4edi6ncia era cha. nenhu.ente u. dessa ve2 não apenas i. a 0or.ais hu. con0or.eio de viol6ncia e atrav)s da coer/ão . a Filoso0ia J e a proposi/ão de Uar1 i. de Platão a He*el. u.plIcito. ter. por Platão.undo. uns co.ana. do 5ual apenas o corpo ha4ita a cidade de seus concidadãos. 0or/ados ao tra4alho. isto ).undo situado so4re sua ca4e/a. 4Hr4aros e escravos era. con5uanto ne*ativo. e o esta4elecia. #onse5:ente. verAehrte @elt.)dio do discurso.ental. A *lori0ica/ão da viol6ncia por Uar1 continha portanto a .u..itante *lori0ica/ão da viol6ncia. do 0ilLso0o co. u.ente. condu2ia.as direta. assentaJse. a . era deste .a de relaciona.ente oposta e.ente. por).a/ão de Uar1.ente 5ue a o4edi6ncia era o4tida por persuasão e não pela 0or/a. atrav)s da persuasão 7peIthein8. He*el..o sua . .o ele deveria ser trans0or. de Uar1.ens livres o4edecia.undo pelos 0ilLso0os indi5ue o . a Filoso0ia ) u. sua hostilidade antitradicional ao discurso e na conco. ne*Lcio apolItico e privado. contato. e. .ais i.elha.o o ho. do discurso. .. outros ho.inadas re*ras de a/ão. >lti. e. o discurso para sere. e0icientes. 0ilLso0o 3a. e desde 5ue a/ão violenta e la4uta asse.odo 5ue a interpreta/ão do .ais especI0ica ne*a/ão do lL*os.

E1 .und @ilson8. entre o historiador 5ue v6 na acu. Estado.o serão os ho. a contradi/ão 0unda. co. oposi/ão a conte.. tornarJseJH u.Inio de id)ias e. Uar1 a di0iculdades . onde nos orienta.ento restarHR As incoer6ncias de Uar1 são 4e. Se o tra4alho ) a .uladas co. no .eio .pla/ão e pensa.a tare0a histLrica.o tra4alho 0or a4olido.es. 5ue se. .oralista 5ue denunciou a5ueles 5ue reali2ara.ento8 e de u.ove. nenhu.aiores do 5ue ele .os tradicionais.ani2adores do ho. via de re*ra.a sociedade se. houver lo*rado e.para/ão co. ter. 7Ed.ana restarHR Se a viol6ncia ) a parteira da HistLria e a a/ão violenta. seus prLprios ter.ula/ão de capital . e condu2ira..os e.5ue o . 5ue esp)cie de pensa. elas e1travasa.ais parado1ais ainda. Essas tr6s a0ir.a delas cont).. 5ue o+ 0ilLso0o se .ental entre a *lori0ica/ão do tra4alho e da a/ão 7e. conhecidas e notadas por 5uase todos os estudiosos de Uar1.o e1ploradores e desu. Essa inconsist6ncia e outras 5ue tais são secundHrias e.e.ais honrada de todas as 0or.po reali2ada e a4olida na 0utura sociedade. portanto. se.u.ari2adas co.as de a/ão hu. u.ais hu.ana. 5uando o ho. o 5ue acontecerH 5uando.ana e .B são 0or. tornarJseJH u. São.ens capa2es de a*ir de u.es.ento das 0or/as produtivas. 7Uar18 co. dia a realidade do senso co.. entretanto. a/ão e 75uase8 se. . su. o 5ue acontecerH 5uando.os e pensa.odo si*ni0icativo e aut6nticoR Final.ais produtiva das atividades do ho.e. isto ).ental 5ue per.os do senso co.entre o eRonto de vista cientI0ico do historiador e o ponto de vista .ente hu. São na verdade . 7Uar18 e o .a viol6ncia 0or se5uer possIvelR #o. ter.o te. #ada u.o parado1os e intenta.u. os 5uais.a/Mes são cunhadas e. a . . . para todos.undo dos ne*Lcios hu. chocarJnos.ento do Estado. dia id6ntico ao do.o antecipara.uns.e.para os eleitos.aterial para o au. ou de 5ue a Filoso0ia.oral do pro0eta.aneceu insol>vel e..ente.anos co. 5uando a Filoso0ia tiver sido ao .a contradi/ão 0unda. apLs a conclusão da luta de classes e o desapareci.u.o discrepNncias .B pre 0oi . depois da revolu/ão.os.reino da li4erdade.anciparJse deleR &ue atividade produtiva e essencial.

ento do ho.o sua prLpria tradi/ão espiritual. ne. EF .es. nos 5uais pode.tra4alho. $sto aconteceu pela pri.entos .al para produ2ir o positivo ou o 4e.ente ocorre. Na o4ra de *randes autores elas re. apenas por duas ve2es.ais cientI0icos do historiador e econo. Z co. a chave . Uar1.anos adotara. si*ni 0icado.ente ser possIvel.os perIodos nos 5uais os ho.ento de realidade e a a/ão de sentido. seu peso no pensa.es. E.anosB ela ter.issão de u. co.ento e a cultura da Wr)cia clHssica co. encontra.ais velho.o se Uar1.o te. 0enQ.entos novos.ento. nossa histLria.o tal co.po suas prLprias 0erra.e.entais e 0la*rantes rara. autoridade. o pensa. K natural di0eren/a entre u. e.as e para discerni.enos novos e. 3ove. u. Uar1 revolucionHrio c os discerni.a velha tradi/ão de pensa. da consci6ncia 5ue este teve dela. e. utili2ando ao .undo ordinHrio dos ne*Lcios hu. N a verdade.ais i.ovi.ento al*u. Z 5ue essa não pode ser atri4uIda ne. ) inerente K e1peri6ncia 0ilosL0ica repelir o .ente.preensão e0etiva de seus peo4le. de al*u. ser despre2adas. Nossa tradi/ão de pensa.+ decidindo historica. ocidental.e/ou 5uando Pia tão desco4riu 5ue. Tais contradi/Mes 0unda.o de sua o4ra e constitue.a.eira ve2 5uando os ro. . desa0iador e parado1al enco4re a perple1idade de ter 5ue lidar co. tentasse desesperada.ens são conscientes e . ter. parecia a4soluta. $$ o vi*or dessa tradi/ão.a 0or.entas conceituais.portante para u. polItico co.os de u.ista .ento dial)tico 5ue precisa do ne*ativo ou do . torna a a. privando o pensa.a co.. ar aparente.o superconscientes do 0ato da tradi/ão.4os se. resolvida .ete. ao centro .ente pensar contra a tradi/ão.es.ediante a ad. al*o co. dessa 0or.a. 5ue.o no caso de outros *randes autores do s)culo passado.ente 3ocoso.ento. identi0icando a idade co. 5ue a tradi/ão vii . escritores de se*unda plana. 0ora de cu3o 5uadro conceptual pensa.inou 5uando nada restou dessa e1peri6ncia senão a oposi/ão entre pensar e a*ir. nunca dependera.o VierAe*aard e Niet2sche.

a re4elião do s)culo S$S contra a tradi/ão provocara. 5ue veio depois 5ue VierAe*aard. sua prLpria e1peri6ncia.aneceu o 0io condutor atrav)s do passado e a cadeia K 5ual cada nova *era/ão.ente a 5ue4ra e. por). Essa. caos de perple1idades de .ar nosso .8 Ho3e. do pensa.es.undo e e.o não 0a2 .ente ro.ento e.alista e co. os pressupostos 4Hsicos da reli*ião tradicional.ovi.enos.os nova.e.entos totalitHrios.ativa per.o se re4ela. e apLs eles per.o u. atrav)s do E? .a e1altada consci6ncia e *lori0ica/ão da tradi/ão.ente ou não.preensão do .assa na es0era espiritual 5ue os .ente 5ue os conceitos tradicionais tenha. #ontudo. eles ela veio. % 0i. 5uando os ho. o Ro. perdido seu poder so4re as .eira tentativa de ro.o.oderna estava prestes a trans0or. 7A desco4erta da anti*:idade na Renascen/a 0oi u.ente. não tivesse poder.per os *rilhMes da tradi/ão. Esta 4rotou de u.entes dos ho.ento polItico tradicional e da Ueta0Isica tradicional invertendo consciente. parece ser a li/ão da tardia colheita de pensa. .ente a hierar5uia tradicional dos conceitos.ais 5ue situar a discussão da tradi/ão na a*enda do s)culo S$SB sua *lori0ica/ão do passado apenas serviu para assinalar o .assa no pal#o polItico e de opiniMes de .o revelar toda sua 0or/a coerciva so. li*avaJse e. sua co.pulsLrio. e.parHvel K tradi/ãoB co.a in0lu6ncia 0or.undo e as circunstNncias e. a tradi/ão ) al*u. 5ue a )poca ..anos.ria a ter u. de u. passado so4re o 5ual a tradi/ão.ens. conceito essencial.ais tirNnico K .a con0ian/a in5uestionada na tradi/ão não .Lria de seu inIcioB ela pode . Pelo contrHrio.es. nossa histLria.edida 5ue a tradi/ão perde sua 0or/a viva e se distancia a . Ks ve2es parece 5ue esse poder das no/Mes e cate*orias cedi/as e puIdas tornaJse . as conse5:6ncias no s)culo SS ne. intencional.a pri.ais 0osse possIvel. pelo .anente so4re a civili2a/ão europ)ia.Nntico. e0etiva. u. no s)culo SS. at) o perIodo ro.ente depois de 9indo seu a 0i. Uar1 e Niet2sche desa0iara. ne. Antes dos ro.Nntico.ento 0or.ens ne.antis. indo Ks prLprias 0ontes.ais contra ela.a tradi/ão não si*ni0ica necessaria. Não encontra. desconheciaJse al*o 5ue 0osse co. *eral a tal ponto 5ue u.as ve2es considerada co. esta4elecer u. .

atin*e seu clI.. .ais alto por estare. su3eita a decisão ulterior.cri. certa. não 0oi ta. u.undo do s)culo SS.ento era incapa2 de lidar. n3udar a ilu. 0ato esta4elecido.ediante as cate*orias usuais do pensa.as não c.oderna . es0or/os de *randes pensadores.orais tradicionais ou punidos dentro do 5uadro de re0er6ncia le*al de nossa civili2a/ão. os 5uais nossa tradi/ão de pensa. 5ue sur*e co.as e perple1idades novas co.ina/ão totalitHria co. desde Re*el.uito al). % 5ue os assustava no escuro era seu sil6ncio. A do. cristali2ara.:.ina/ão.. pode. idade . A *rande2a deles repousa no 0ato de tere. não pode ser co.. não a 5ue4ra na tradi/ão. si . E. perdidas no escuro8.ina/ão totalitHria vão . . nossa tradi/ão ) a*ora u. pela estrutura e pelas condi/Mes do s)culo SS ) ainda . e cu3os . Uundial. e. .o crian/as 5ue asso4ia. as #i6ncias Naturais no s)culo S9$$. Essa 5ue4ra.undo invadido por pro4le. o evento fssinala a divisão entre a )poca . cada ve2 .pouco u.eira Wuerra. pode. 5ue4rou a continuidade da HistLria %cidental.ais radicais ou ousadas id)ias de 5uais5uer desses pensadores.plica/Mes . *overnado o %cidente por .ento polItico.o. das ..ais peri*oso 5ue in3usto. As i.a de *overno e do.il anos.ente pode.ais de dois . 5ue veio K e1ist6ncia atrav)s da cadeia de catHstro0es de0la*rada pela Pri.odo 5ue di0icil.undo co. 0ato aca4ado. ser 3ul*ados por padrMes .porta 5uão en0atica.ento da tradi/ão. perce4ido o seu . seu prLprio a0asta. Responsa4ili2ar os pensadores da.a1 polItico nas revolu/Mes do s)culo S9$$$ e desenrola suas i. ne. E< . e1pulsou a escuridão.ento 5ue havia.ente os re4eldes contra a tradi/ão do s)culo S$S.a nova 0or. Nesse sentido.oderna. Não ) o resultado da: escolha deli4erada de nin*u). ter prenunciado esse evento e.inHJlo.. de tal .J não pode. 5ue.o.ente o tenha. procla.terror e da ideolo*ia... e.&Dstitue.ado 7co. não i.o u.es.plica/Mes *erais apLs a Revolu/ão $ndustrial do s)culo S$S J e o . 5uando e0etiva.ente ocorreu. A ruptura e.es. seu ineditis. especial.preendida . %s. por escapar dos padrMes de pensa.os f`nda prestar ouvidos . ato deli4erado de sua prLpria escolha.o u.ente. sua causa.ani0estas no evento concreto da do.

0ora.ao estilo .o u.Jse no 0i. a rea/ão assestada contra ela no s)culo S$S por pensadores pode.enda 0a/anha i. ao nIvel+ do . % carHter nãoJdeli4erado da 5ue4ra dH a ela u. desenvolvi. pode.ente desenvolvidoB seu *rande .aneceu estrita. VierAe*aard. na verdade. viu a totalidade da histLria universal co.eira ve2.odo. he*elianos na . e altissonante de seu .anecera.os de autoridadeB i. capa2es de 0uncionar con3unta. 5ue ela podia ser ainda desenvolvida. todos TE 5uais havia. toda ve2 5ue ousa. os lutando. Foi ele 5ue. so.. Uas o trovão da eventual e1plosão a0o*ou ta.inoso sil6ncio anterior 5ue nos responde ainda. 5ue radicali2ara. essa nova a4orda*e.ero pensa. ne.ente coerente. e1ata.ente poderia se preocupar.ente antes de so4revir a ruptura.entos e das .. o sil6ncio da tradi/ão.ente no interior de u.ente. co. nunca os pensa.ais diver*entes. ao passado da >nica .plicava ser ele tolhido unica. 5ue v$ra. .)dio.4). Ne.edida e.aSsa dos valores . da apreensão e do sil6ncio o. 5uadro de re0er6ncia tradicionalB e. da tradi/ão.)rito estH e.ais 5ue as e1peri6ncias essencial. .plicava situarJse ele . recla. então. isto ). não . a avassaladora .Por 5u6 esta.pat)tico. e essa tre.ais contraditLrios pensa. Uar1 e Niet2sche situa.ente os aconteci. 5ue di0icil. pela pri. A re4elião contra a tradi/ão no s)culo S$S per.ediato deles 0oi He*el.ento. % 0io da continuidade histLrica 0oi o pri.aneira e.es.ento unilinear e dialetica.os lutando.o no e1terior de todos os siste.ais e1plicar o 5ue e0etiva.odo de escrever. sido. novo inIcio e reconsidera/ão do passado.. ter. % predecessor i. era possIvel.entos. a HistLria da Filoso0ia passada co. desenvolvi.as a autoridade de todas as tradi/Mes.entos. .#ontra 5u6 esta.ente ocorreu. de al*u.ais con0litantes autoridades. Uar1 e Niet2sche per. . VierAe*aard.ente pelo 0io de continuidade da prLpria histLria.ente ne*ativas da previsão.o tal. não para repudiar a tradi/ão co. dos .ento contInuo.o u.os per*untar.dro su4sptuto para a tradi/ãoB por seu inter. redu2idos a u.ente a radicali2a/ão. e não u.as .inoso. todo dialetica. 3a.as e cren/as do passado co. 5uestionando a tradicional hierar5uia conceitual EE .a irrevo*a4ilidade 5ue so. o o.

todas elas. 5ue tentara. ainda in0luenciados pelo 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico da *rande tradi/ão. durante todo o s)culo S$S..al.elhor posi/ão. para a .os e.ana su4.0ilisteus educados.eiros a ousar pensar se. Ho3e e. i.elhaJse a u.inara a Filoso0ia %cidental desde Pia tão e 5ue He*el dera ainda por asse*urada. al*o velho.o . lon*e de ser capa2 de pretender 5ual5uer autoridade.oderna 0alta de 0). veio depois de He*el . inerente no de o. 5uase instantanea. provocadas por ho. .ais precisa.5ue do. ou . co. dia.os nos preocupar co. passado 5ue perdeu sua autoridade.aioria das pessoas. a orienta/ão de nenhu.ali*no poderia consciente. não apenas e. essa cultura asse.ento *re*o.pensar a +perda de autoridade aut6ntica co. $$$ As distor/ães destrutivas da tradi/ão 0ora. olhos deso4struIdos de toda tradi/ão.arcos indicativos de u. a e1peri6ncia de al*o novo. co. VierAe*aard. esta. sua su43acente descon0ian/a de 5ue as coisas poderia. Fora.as ta.a Filoso0ia da HistLria e trans0or. não ser co. eles os pri. os 5uais. u.pre ocultar a verdade das 0aculdades hu. 0ora. E.pla/ão para o tra4alho. . % salto de Uar1 da teoria para a a/ão. Não . Uar1 e Niet2sche são para nLs co.a visada direta 5ue desapareceu do ler e do ouvir ocidentais desde 5ue a civili2a/ão ro.eteuJse K autoridade do pensa. Este 0ato pode ser deplorHvel.4). tido. e de 5ue u. Foi a resposta K .al pode in0undirJlhe inter6sse. seu rep>dio pelos . espIrito .ens 5ue havia. u. co. ca.a inversão e distor/ão da rela/ão tradicional entre ra2ão / 0). de 5ual5uer esp)cie 5ue 0osseB não o4stante.o parece. na ra2ão. procurara.ente superar e resolver e.ente e para se. e da conte..as. 4e. . est de Descartes.anas.plIcita nele.a *lori0ica/ão esp>ria da+ cultura. % salto de VierAe*aard da d>vida para a cren/a consistiu e.ni4us dll4itandu. haver 0/ito da Ueta0Isica u.po de rugnas 5ue. .ado o 0ilLso0o no historiad&r a 73u3a visada reJ E= . estH a *rande oportunidade de olhar so4re o passado co. al*uns aspectos. u.a autoridade. Deus .

a ideolo*ia.poli. talve2 o .o o de VierAe*aard 0ora a 0iloso0ia da d>vida de Descartes.4as J da a/ão não . no conte>do e inten/ão. ter retratado a 0) pura no carHter de UIshAin. e teve 61ito unica. seu .ais dependente 5ue nunca da5uilo 5ue ho1e cha.as a Filoso0ia da HistLria de He*el.ente. de . tão especi0ica. tradi/ão de ca4e/a para 4ai1o. essas re4eliMes contra a tradi/ão.u.ente co..ais teLrica e . Por .arIa.aterial.odernas.supraJsensIveis e transcendentes 5ue. 0oi a derradeira tentativa de se li4ertar da tradi/ão. a a/ão polItica .edida para a sensualidade da vida.oderna K reli*ião e.a si.o diria ele prLprio. u.a e1peri6ncia reli*iosa sincera so.ento deste tor. tornando.eta0Isico anti*o. . pulando da )g>vida para a cren/a. ao saltar da Filoso0ia para a PolItica. ter.odo 5ue. 3ul*ar e atri4uir si*ni0icado ao dado. ele superpQs a .ento.o idiota. e da PolItica não .ana co. transportou as teorias da dial)tica para a a/ão.ais vivido psicLlo*o das cren/as reli*iosas . des.ente ao pQr a. seus. desde 5ue seu tra.a/ão+ do a4surdo tanto da condi/ão hu.ento na violenta a0ir.ento não do ser e da verdade J revelarJseJla a0inal.Platonis.ais claro desta .. 0indando por perder o si*ni0icado de a. sua insist6ncia na vida e no dado sensIvel e .H2ov. era. trans0or.trospectiva T1 si*ni0icado do devir e do .a . ou .o invertido de Niet2sche. % platonis. . por oposi/ão Ks id)ias . desde então.. u. ou de Alioscha Vara.enos 5ue da Filoso0ia J ao insistir e.ou o assalto da #i6ncia . u. Al). co.os u. trou1e a d>vida K reli*ião. do .eras 0un/Mes da sociedade e da histLria.enos 5ue do pensa.inou no 5ue ) co.ais dIspares 5ue se3a. . 5ue era.oderna situa/ão reli*iosa 5ue o 0ato de Dostoi)vsAi.lei da HistLria. de Platão. Uar1. resultadps possue.transvalora/ão dos valores.e.ente pareceu possIvel na tensão entre a d>vida e a cren/a. . acreditavaJse devere.o da cren/a do ho. K PolItica.ais. não a 0iloso0ia do sentido .o invertido.ovi. 5ue ) puro de cora/ão por5ue in*6nuo.edir.as prLprias d>vidas e co. Não hH sinto.ilaridade pressa*a: VierAe*aard. % salto de Niet2sche do nãoJsensual reino transcendente e nãoJsensIvel das id)ias e da . na tortura das prLprias cren/as co.enJ E! . con0lito reli*ioso interior. o rela1a.

pati4ilidade da #i6ncia .ente e.NLs a4oli.oderna.undo restouR % .eros.entar si. ainda rag2es na e1peri6ncia hu.ado de niilis.ana contra a i. a4oli.os o . sua tentativa de .E Esse insi*ht. ed.undo das apar6ncias.transvalora/ão.oderno.odernidade se houvesse revelado plena. e Niet2sche. o sensIvel perde sua prLpria raison d+ 6tre 5uando privado de su4strato no supraJsensIvel e no transcendente.undo das apar6ncias.ana contra a conte. . autoderrota não ) ra2ão para 5uestionar a *randiosidade da e. niilista. Niet2sche.o Uar1 dese3ava rea0ir.odernas. talve2R . nenhu. ) relevante para todas as opera/Mes de viravolta nas 5uais a tradi/ão encontrou seu 0i.l$.undo verdadeiro: 5ue . no entanto. o . não por5ue essas oposi/Mes tivesse. e isso antes . ao contrHrio. co. VierAe*aard sa4ia 5ue a inco.a tradi/ão 5ue havia. assi. .portNncia para a co.ana vHlida.as.oderna co.plicidade. #ada tentativa. as cren/as tradicionais não repousa e.erun*.ente co.ente co.patIveis co. 0oi 5ue.odernos. todos os seus aspectos.odernidade 5ue era. conta a5ueles tra/os da ..o 5ue a . . perdido seu arAh).aneira particular. V. não Ks. Uas não` ^unta. EG .oderno. K sua .ento a4ran*ente parecia possIvel.te cha. contudo. nossa tradi/ão. por5ue se havia. % 5ue ele desco4riu e. Sch1echta.preensão do . .o inerente. &ue essas tr6s notHveis e conscientes re4eliMes contra u. 0oi o pri.o.eiro a tentar superar o niilis. ao contrHrio.as. . e. conceitos. sua i.presa ne. levou e..ar a di*nidade da+ 0) contra a ra2ão e o raciocInio . Uuni5ue. inco.as K realidade da vida . pensa. Niet2sche não era nenhu. no/Mes dos pensadores. E. a di*nidade da vida hu.e. r =?. VierAe*aard e Uar1.undo ..os o . 0ora dos 5uZis.ente. desco4ertas cientI0icas especIJ 7E8 9er Woet2endae. % VierAe*aard 5ueda era a0ir. seu co. . e. 0indado e. tenha. e1ata.undo verdadeiro. As tradicionais oposi/Mes de 0ides e intelectus e de teoria e prHtica vin*ara. sua ele.es. respectiva.Jse..pot6ncia do ho. dentro deste 5uadro de re0er6ncia cate*Lrico. tornado .ente dado vin*ouJse e. vai.ar a di*nidade da a/ão hu.e/o e princIpio.pla/ão e a relativi2a/ão histLrica .o oposi/ão entre o transcendente e o sensivel.

onia co.itivos de u.ouJse u.oderna.e. e da di*nidade inata de todo ser hu.=. ser. e resJ 7=8 E. siste. 1 ??. isto ). a s1Bla ess6ncia. Dado 5ue nossa reli*ião tradicional ). . 0eita por Heide**er.odernas condi/Mes polIticas repousa no 0ato consu.HJlas so4re a hipLtese de 5ue o ho.0icas de 5ual5uer esp)cie. G!T. Sa4ia 5ue a 5uestão era colocada apenas super0icial.ar o ideal de li4erdade so4 condi/Mes inauditas de i*ualdade universal.ano. ao +*rau . e a tradicional conJ+ 0ian/a incondicional no 5ue 0oi dado e aparece e.ado das Revolu/Mes Francesa e $ndustrial. de 5ue a palavra *re*a para desi*nar verdade si*ni0ica literal. 5ue a verdade e a revela/ão 7ainda 5ue os si*ni0icados dessa revela/ão possa.o a reli*ião. l'. 5ue a verdade ) o 5ue se revela.Jse no a4surdo 5uando VierAe*aard tentou rea0ir. virtude de 5ue 3a.as reli*iosos e a4sorvidas por cren/as reli*iosas. no con0lito e1istente entre u. no entanto.ou .pati4ilidade entre o pensa.es. E. não pode con0iar na capacidade de sua ra2ão ou de seus sentidos para rece4er a verdade. Uar1 sa4ia 5ue a inco.desvela. vol. espIrito de d>vida e descon0ian/a 5ue.H1i.anas.ente nas asser/Mes idealistas da Ji*ualdade do ho. nas palavras de Uar1.a reli*ião revelada. E .ais racionalistas.ente.pati4ilidade repousa. a #i6ncia .ais serão capa2es de responder Ks 5uestMes 5ue a reli*ião levanta. e.odernidade to. a tentativa de VierAe*aard de salvar a 0) do assalto da . apoAHl.oderna at) . Yuri5ue. o tra4alho. tradicional.ente a . p.e a5ui K desco4erta.o de produtividade e pretendera. as 5uais pode.psis na Se*unda 9inda8 !.anos. u. e. e. su3eitouJa a d>vida e descon0ian/a.oderna to. ini. ser capa2es de rea0ir. >lti. J aJlltheta.a instNncia.seria sup)r0lua se a apar6ncia das coisas coincidisse co. har. e. ser tão di0erentes 5uanto a al)theia e a d)losis o são das esperan/as escatolL*icas dos cristãos pri. 5ue.ente pode acreditar na5uilo 5ue ele prLprio 0e2.ento polItico clHssico e as .ente . antes. seu verdadeiro ser K ra2ão e aos sentidos hu. e visto 5ue ela sustenta.ais despre2ada de todas as atividades hu. inte*radas e. elevara. suas versMes . a Filoso0ia anti*a.ento. essencial. Dt' P7apltal. 7!8 Re0iroJ. A #i6ncia . As cren/as tradicionais desinte*rara. todas elas. so.i*o da reli*ião e. con3unto. Ele sa4ia 5ue essa inco.e. poderia ser.

por).o no passado. pro4le.edidos e reconhecidosB tornaJse u.valor.idealista.edir pensa.o outras .a do valor da e0ici6nciaB isso. u. si*ni0icado autQno.o unidades transcendentes para identi0icar e . esta4eleceadoJas co.e. e a sociedade .e.4olo . e o . e.pati4ilidade 4Hsica entre os conceitos tradicionais 5ue 0a2e.lei 0)rrea.ento 0ilosL0ico.e.pati4ilidade entre as . ser .id)ias. sur*e da inco. do suu. Não se tratava de u.o da necessidade.4ros. ao procla. do 4e.ente restaurada e 0uncionaria co. padrão pelo 5ual o 4e. .. Entretanto...enos relativo.o e0ici6ncia ou poder.a de 3usti/a 5ue pudesse ser resolvido concedendo K nova classe de tra4alhadores o seu direito. do tra4alho o sI. % detentor de valores pode recusarJse a esta troca e se tornar u.ercadorias.valor.e os 5uais ele vive so0re. perde seu carHter de id)ia.o os padrMes con0or. são do direito de voto aos operHrios.anas.ento ao ine1orHvel despotis.pre 0luida relatividade das rela/Mes sociais e do co. HH o 0ato da inco.4).pondida apenas de .o a teoria do valorJtra4alho de Uar1. reali2HJla. so. nada torna o .pacto do tra4alho.e. e o portador de seu . e1iste. 5ue Uar1 visou salvar o pensa. aci.oderna.al pode.. 5ue dissolvera todas essas nor. produ2 para seu uso co.udan/a decisiva: torna. co.oderna. relaciona. cui5ue seria auto.as e.ar 5ue . . tradicionais.e/ou por su3eitar ta. % .a o valor do .ente na se. ) a sociedade e não o ho. das 0or/as produtivas na sociedade. K .es.o da su3ei/ão do ho. tais co. o pensa. destinado pela tradi/ão a ser o n>cleo de todas as atividades hu.entos entre seus .e. =T .as. a li4erdade da produtividade. 5ue esti. da necessidade no sentido tradicional. A desvalora/ão dos valores de Niet2sche. co.4e. 9alores são 4ens sociais 5ue não t6.o. K necessidade e a )poca .odo super0icial atrav)s da conces. tanto as coisas 5ue o ho. 5ue viu o tra4alho elevado para e1pressar a li4erdade positiva do ho.Jse entidades de troca. usa e 3ul*a.o . isto ).atica. valor 5ue pode ser trocado por outros valores.a . 0: do i. .não se pode a4olir a Filoso0ia se. 5ue havia.)rcio.4e..valores. Atrav)s dessa relativi2a/ão. co. 0uncionais. 5ue produ2. apLs o 5u6 a velha orde.anas. sido utili2adas co.entos e a/Mes hu.

o u. desco4rir a . não .ais.o 5ue ce*o.valor de troca. isola.edir todos os de.ens sociali2ados. tentava.ens as utili2a. deve sua ori*e.visto e.4ara/adora 5ue assolou todas as . isola. A no/ão de ..a esp)cie de pecado ori*inal no princIpio da produ/ão .ento. o ter.er*6ncia Uar1 pro3etou na sociedade se.odo 5ue tudo derivasse sua e1ist6ncia da sociedade e 0osse a ela relacionado.ente e. de tal .utHvel 5ue servisse de padrão constante para as de.5uadratura do cIrculo J encontrar u. 5ue todas as coisas.ento produ2 valores.torna.ia clHssica co. e não as coisas. posteriores.o e >nico .parado e hco. classes 0utura. de 5ue nin*u).id)ias.ente e1plIcita na ci6ncia relativa.visto e.o o43etos .ento das #i6ncias Sociais pode ser locali2ado no instante e.enos 5ue os o43etos tan*Iveis. cu3a e. es5uecido desde então pelas #i6ncias Sociais. seu relaciona. sua 0re5:ente descri/ão do sur*i. ..a i. cit.ento do valor de troca co.eira ve2 nas #i6ncias EconQ.ar1ista. o resultado da capacidade+ produtiva do ho. tanto .ercantil re0lete seu prLprio reconheci. =G .a .. K sociedade e não ao ho. % nasci. estava inteira.o antes de Uar1. e sua insist6ncia . ou relacionava. da inevita4ilidade de u. =1 . .es..ais.inente .ercadoria de valor i.. *eral.e.o os ho. e seu valor na sociedade.5ue e1iste. e5uacionavan1Jse a valores. Uar1 era ainda cQnscio do 0ato. nenhu.alu.ente desperce4eJse 5ue e.icas.desvalori2a/ão de todos os valores. co. ) de 0ato o pressuposto su43acente tanto K Econo. onde encontrar o valor supre. e .Jse todas as coisas . desa. e as produ2e.o .. E: portanto natural 5ue a 5uestão e. o 4onu..Jse valores so.aior autenticidade dos valores de+ uso.Filoso0ias do valor. nas palavras de Uar1.valor de uso.G Sua distin/ão entre . Na disputa so4re se a 1TntZ de todos os valores ) o capital ou o tra4alho.ento.i . re0lete a distin/ão entre coisas tais co.ediante o 5ual . Yuri5ue.valor. de 5ue os produtos . .itiuJse sere. as 5uais. K tend6ncia sociolL*ica 5ue. os valores.. devesse aparecer pela pri.o K .ento social.ho.a ocasião anterior K incipiente Revolu/ão $ndustrial ad. e o . 7G8 %p.ia clHssica.ateriais.e.ente nova da Econo. p..

elhor 5ue Niet2sche sou4e ca. a esta ne*a/ão de tudo o 5ue ) dado ainda . de tal . 3uI2o se. 5ue não podia .inisc6ncias e id)iasJ do passado são a. nillis. consciente do pro0undo a4surdo da nova ci6ncia .valores novos e superiores. Al). 5ue lo*o de*eneraria e.. 5ue valores de uso .o e e. pp.o . valor de troca.ento rapida.Uar1 acreditava haver encontrado esse padrão no te. a Cert0reie @issenscha0t.ais 3ul*ar por haver perdido seus padrMes de 3ul*a. teve coisa al*u.us e1i*ia. Pois en5uanto os >lti. a atitude sine ira et studio dos historiadores ro. i.os ao li.ente dei1ara.inhar pelas trilhas tortuosas do la4irinto espiritual . =F . disso. de e1istir u.pre valores 5ue a sociedade depreciaria toda ve2 5ue necessitasse de arti*os ..elhores e . a despeito de todos os protestos e. co.. sua .eiro a tornarJse presa das l$usMes 5ue ele prLprio au1iliara a destruir.a eZ co.e/ou a desvalori2ar os valores correntes da sociedade.o da . u.plica/Mes de todo o e.ento e não .os vestI*ios destes padrMes a4solutos.ontoadas co.utilidade natural.ais novos.8.iar de u. Niet2sche parece ter sido incQnscio tanto da ori*e.livre de +valores. e insistiu e.a ve2 contestado seu carHter de valor. ele era 4e.u. &uando.odernidade do ter.ani0estara. e'.ente na sociedade do s)c>lo SS. As id)ias no sentido de unidades a4solutas se havia..preendi. 0oi o pri. seu assalto K tradi/ão.ente poderia produ2ir resultados si*ni0icativos se a4andonasse os >lti. sido se.tra4alho o43eti0icado++. ao aceitHJ1T co.valor nulo. co. despre2o e a 4usca da verdade se. .5ue pode.B ela não representa .valor. aceitando a velha 7 8 %p. #o. as i. cienti0icis.anos. 2elo. Nin*u).a*inou 5ue so. essa conclusão che*a. = !J= G.o se houvesse. E 5uando Niet2sche procla.. contrHrio.ples.oderno. valores sociais a tal ponto 5ue si. onde re.ais. tra4alho não t6.4ora retenha.. por).odo 5ue a prLpria terra possui . sua pTsi/ão social.o radical.ais podia achar a verdade por duvidar da e1ist6ncia da verdade. 7e.o no/ãoJchave e.ente se . identi0icado co.Z po de tra4alho. supersti/Mes cientI0icas *erais e 5ue 3a.ou haver desco4erto .al conhecida pelas re4eliMes do s)culo S$S contra a tradi/ão e 5ue sur*e so. ser ad5uiridos se.. co.

5ue a e. na vontade e na vontade de poder do ho. As opera/Mes de reviravolta co. co. nova. concreto e so0redorB Uar1 con0ir. A asser/ão . a vida e o a.a de 0or/a de tra4alhoB e Niet2sche insiste na produtividade da vida. consiste e. HooA8.o u.ais nova e hedionda 0or. talve2 a . e. inversMes e coloca/ão dos conceitos .: VierAe*aard 0ala..as cu3a a4soluta di*nidade ele 5uisera a0ir..ente de . sL poderia se reali2ar por . 5ue ter. e.ostra 5ue a.e.pleta independ6ncia u.platonis.a opera/ão .al rationale.ais e conclugra. deles 3a. u.ais u.a de u.. 0oco o princIpio e. i.presa.or do ho.anente. 7Sidne. nenhu.4os so. vida sensIvel e perecIvel contra verdade per.entares cha.o . seus aspectos ..o e insistente te. co. e.e.es.a.ina a tradi/ão pMe. sentido e =? .edi/ão co. nos ter. prHtica contra teoria. do outro J.os da tradi/ão. saltos.ar o ho.u. dos opostos J 0ides contra intellectus. sua .4ialidade dos valores para %s prLprios te. 0iloso0ia co..anidade do ho. K sua e1ist6ncia terrena. ani.a: contra as pretensas a4s.a das coisas. 5ue VierAe*aard. de seu salto da d>vida para a cren/aB Uar1 pMe He*el. 5ue e.ental cu3a .Platão e toda a tradi/ão platQnica.uta/ão de todos os valores. unidades transcendentes.trans.ais ele. e . E.no/ão tradicional da .a.ais super0icial.ar :J o poder. resultado de todos os tr6s desa0ios K tradi/ão no s)culo S$S. co. Uais i.do reino da necessidade para o reino da li4erdade. duplo sentido.o invertido. ) apenas u.ca4e/a para ci. ou antes .de ca4e/a para 4ai1o.e. dessa . sua 0or/a ativa e produtiva.e.a 5ue a hu.ais sou4e da e1ist6ncia dos de. e . e Niet2sche entende sua.es. a relatividade e interca.eio de u.i.ente t6.a*ens e analo*ias co. .portante ) o 0ato de cada re4elião parecer concentrarJse so4re u.elhor descri/ão são as .ente tra2 K lu2 o oposto repudiado e . Uar1 e Niet2sche t6.utHvel e supraJ sensIvel J necessaria. VierAe*aard 5uer a0ir. $9 A derrota autoJin0lin*ida.aneira. saltando . tra/Mes da Filoso0ia e seu conceito do ho.a ve2 transportando.e.

a esp)cie de r)plica e inversão da descri/ão do Hades 0eita por Ho.o u.pernas e pesco/os.ano. tr6s etapas: a pri.ente. HH. ilu.4ras e i.ero corresponde.a*ens das coisas aparece. os olhos a3ustados K lu2 do sol deve.a opera/ão . ver diante de si. Al). K =< . 5uando u. #ada u. ele se volta para o 0undo da caverna. suas .a instNncia.eira revirclvolta ) o peria*o*u6 t6s psiAh6s. por esta4elecer ela os opostos e. e não apenas u.ero no d)ci. por ele narrada J co.ente. para 5ue .eles apenas possa.a estLria co. sua oposi/ão.ove a tradi/ão. na constru/ão da estLria co.over no reino das coisas perecIveis e ho.o se 0osse u. lu*ar na prLpria caverna. % paralelo entre as i.ental na parH4ola da caverna.os de tais opostos não ) al*o L4vio.. 3H a3ustados K lu2 .inadas pelo sol.as 0undaJse e.ente são. Essa pri.a perda de sentido e orienta/ão: os olhos acostu.a destas reviravoltas ) reali2ada por u. 0o*o arti0icial ilu.e. e. A estLria da caverna desdo4raJse e. rea3ustarJse K o4scuridade da caverna.eira reviravolta te. co. a id)ia das id)ias.4rias apar6ncias do anteparo são o0uscados pelo 0o*o na cavernaB os olhos. dos ha4itantes li4ertaJse dos *rilhMes 5ue acorrenta. e. ver e Ks id)ias 4rilhar.ina as coisas na caverna tais co. são o0uscados pela lu2 5ue ilu. se*undo lu*ar.o real. . u. particular.ovi.)rica e. e.o as verdadeiras e eternas ess6ncias das coisas na caverna. disso.a outra inversão indicada de .ica de Platão contra Ho. a reviravolta de todo ser hu.o pri. irreais e insensIveis .a pri.entos das al.a*ens da caverna e o Hades 7os so. hH a necessidade de volver K caverna.e/o e 0i.as no Hades de Ho. a. . ter.ens . cu3H tensão se . >lti.ero e a reli*ião ho. A Rep>4lica. a reviravolta da caverna para o c)u lI.ante da verdade e da lu2.ina as id)iasB 0inal. de dei1ar o reino das ess6ncias eternas e nova.eira e *rande opera/ão de virar so4re a 5ual todas as outras se 4aseia. e.eiro livro da %diss)ia. Final.B a*ora.4rios. . colados os seus olhos K tela so4re a 5ual as so.. de Platão. e1i*idas por Platão apenas do 0ilLso0o.ente se . pensar e. onde u. onde as id)ias aparece. 5ue possi4ilita ao ho.si*ni0ica/ão e.ados Ks so.orti/a do 0o*o Zrti0icial.ortais. Por trHs dessas reviravoltas.pido. co.odo *eral na violenta pol6. encontraJse u.

ero não virou real. sua tradu/ão anolada de A Rep>4lica. 11.4ra. riorB co. E.o se Platão estivesse lhe di2endo: Não ) a vida das al.o opostos predeter. certo sent$do. e este parece ter sido o erro de Niet2scheB ele provavel. Uas .undo e.a reviravolta da tradi/ão. 1 E=. a vida dos corpos 5ue te. ao 0a26Jlo. u.as incorpLreasB o verdadeiro e real ) não o .era so.undo de id)ias 71T8 Ta.a de u.ero para a descri/ão da vida apLs a .essa inversão de Ho.orte no su4. % desenvolvi.as incorpLreas.as as id)ias vistas e apreendidas pelos olhos da .e K reli*ião ho.ente pensou 5ue seu Platonis. ho. consiste e. possi4ilitadas pela separa/ão platQnica de u. . U. esta4eleceu o 5uadro de re0er6ncia no 5ual tais opera/Mes não são possi4ilidades 0or/adas.parada co. não o a. . 5ue são as palavrasJ chave de Ho. o uso 0eito por Platão das palavras eIdolon. e. na Wr)cia anti*a.ente por ra2Mes polIticas 5ue Platão esta4eleceu sua doutrina das id)ias na 0or.inados.undo pr)Jcristão.o invertido pudesse levHJlo de volta a . 5ue não operava ainda co. .undo in0eJ . =E . pode condu2irJnos K .a*ens e so.os e vive.odos pr)JplatQnicos de pensa. estar con0or.enta.4atia.4iente das al. F.as si.orte.ia na 5ual tal opera/ão pode ter lu*ar ) 5uase tão alheia ao pensa.undo de .8 Foi unica.4ria apar6ncia do .ento.posi/ão.a. A inversão da .as si.ento de Platão.ente. ou de ca4e/a para 4ai1o ou de ca4e/a para ci.i*norNncia e inconsci6ncia dos corpos na caverna8 ) ineludIvel por ser su4linhado co.a reviravolta por .ovi.os opostos. so. \ co. u.o o HadesB i.as. reviravoltas e . e sAIa.udan/as de 6n0ase entre dois ter. co. lu*ar e.parHvel 11T Hades.os 5ue partir na .ero.posi/ão. 7Nenhu. . a peria*o*u) de Platão 0oi u.)rica veio a postarJse de ca4e/a para 4ai1o.a #averna ) co.a inversão de Ho.o ao .)rico.ente Ho. a terra ) co.4ras são os o43etos dos sentidos corpLreos.a*e.)rica ) L4viaB ) co.eroB ..undo ho.inadas pela prLpria estrutura conceitual.undo. 0anatis. i.o se. 5ue nos .ento da 0iloso0ia na Anti*:idade tardia nas vHrias escolas 5ue se co.os e do 5ual te. u. o c)u e o sol. ho. i*ual no . #orn0ord su*ere 5ue ..o se o . predeter. F?T. co.)rica ori*inal. .4).eio da 5ual tudo 5ue se acreditava.undo in0erior do Hades houvesse ascendido K super0Icie da terra 1T. portanto. NeC DorA. visto 5ue a dicoto.

o e espiritualis. 5ue trou1e o .ento dial)tico do pensa. de0inido co.anos e a .. *overnando ao . .inar o cenHrio 0ilosL0ico.porNneos.vi. &uando He*el.ovi.ento.icas 5uanto a de seus conte. Uediante a introdu/ão do espIrito e sua autoJreali2a/ão no . de He*el at) o chão.a lei universal. Z+.o.aterialis.anentis. do.portNncia 5ue se i. desenvolvido a partir do conceito ori*inal de Platão. u.o. suas 0atIdicas oposi/Mes entre sensualis.ente verdadeiras.a cisão e. entre pensar e ser.o res co*itans.pQr de ca4e/a para 4ai1o.o e transcendentalis. co. .ovi. interna dos eventos naturais. e. alcan/ava . tais co.ento dial)tico da prLpria . não teria *rande i.o. todo coerente e e.ente u.eiras e1pressMes na perple. a proe2a sint)tica de He*el e sua concep/ão de HistLria J estH e.o te.a identidade ontolL*ica entre .es. pudera. ocorreu: he*elianos de direita e de es5uerda.o se havia. . de0inido co.es.uito in0erior. derradeiro e *i*antesco es0or/o.4ora nenhu.uito .ento as diversas tend6ncias da Filoso0ia tradicional. Uar1 e Niet2sche K tradi/ão J e. % desa4ri*o espiritual do ho. durante certo te.ente..era e tão adstrita a discussMes acad6. Para He*el. 5ue constitue.po a ra2ão e os ne*Lcios hu.plicada nas .o.eterna. e o .eras opera/Mes de .aterialistas. u.e.at)ria e pensa.ento do ponto de == . cru2ar o a4is.o.e. reuniu e. e.ciasse esse .ento dial)tico co.oderno encontra suaZ pri.ais radical 5ue a i. portanto. Se Uar1 houvesse sido si.aterialista.o i.ples. deles tivesse sido possIvel se. 0inal.ento. entre conheci.eiro e1e.plo ao voltarJse da caverna para o c)u.es.4ora e. He*)l pretendia 5ue a desco4erta do .at)ria.o verdadeira. idealistas e .o res e1tensa.ais ainda 5ue u.ra2ão.a .a reviravolta . Ele esperava assi. duas escolas con0litantes de pensa. 1idade cartesiKna e na resposta pascalina. nIvel .undo.ento.o. u. a .era correspond6ncia entre intellectus e res.o u. He*el acreditava haver de. autodesenvolvi. Ele prLprio dera o pri.ento e realidade.o 5ue Descartes a4rira entre o ho.o e idealis. sua in0lu6ncia teria sido tão e06. cu3a coincid6ncia a Filoso0ia pr)Jcartesiana de0inira co. e .ento ) id6ntico ao .onstrado u.po. A si*ni0ica/ão dos desa0ios de VierAe*aard.vi. % pressuposto 4Hsico de He*el era 5ue o .ovi.idealis.

tanto 5uanto He*el era u.e.B o prLprio conceito de .essencial.a instNncia perce4ida apenas no ver .ana e a ani. se*undo conce4ido por He*el co.al se3a a ratio. co.idealis. Uar1 não era .as 0ilosL0icos. A dicoto.o entre ho.e/a a se . seus pri.ia entre conte.os .natural. tornaJse consciente de si .. =! .espirituali2a/ão. desprovidos de sentido en5uanto siste.itir 5ue a di0eren/a entre a vida hu. se3a . 7NotaJse 5uão pouco Uar1 duvidava destes princIpios de seu . a tradicional hierar5uia das aptidMes hu.as e. Sua reviravolta. dire/ão K .as ou @eltanschauun*en co.8 E..o real. eri*ir siste. 4e..ente per*unta. e .idealista dial)tico. e co.o.ovi.anas.o a hierar5uia tradicional 5ue deter. ou 5ue se escolhesse co. ser natural dotado da 0aculdade da a/ão 7ein taeti*es NaturCesen8.a da consci6ncia de classe na HistLria. outras palavras. Uar1. ) 4e.estre pelo papel por ele atri4uIdo K autoconsci6ncia na 0or.ento co.ento dial)tico. . o ho.ente são. 4ase nesta ou na5uela pre. torna os ter. o conceito de verdade 7 118 9er ^Xl*endschri0ten.e..aterialista dial)tico. ou.+B+lo te..o. Desde o ascenso da #i6ncia ... e nature2a 11. por5ue ela consiste no tra4alhar J o . ou pensa.B não pretende. 5ue. 5ual ) a 5ualidade especi0ica. >lti. 5ue e.a.. cu3o espIrito ) e1presso na 0iloso0ia cartesiana da divida e da descon0ian/a.ente u.ana do ho. nova. para colocHJlo de outra 0or. nas palavras de He*el.o Uar1 o aceitava. não pQde ser sustentada 5uando a #i6ncia se tornou ativa e 0e2 para conhecer.udo e inativo. co. seu . .aB todos 5uestiona..a.issa.o u.aterialis.vista da consci6ncia. Para o 3ove. vai ao cerne do pro4le. F!<.ovendoJse e.eiros escritos. 5ue as coisas aparece. e sua a/ão per.at)ria.o a de VierAe*aard e a de Niet2sche.oderna.entoB 5ue.anece . co.o. .a lei universal.o ponto de partida a . Uar1.o. especial. o ho. estado inse*uro. sua recusa a ad.ateriali2ar.inava ser a verdade e.e.ente espIrito. o 5uadro conceitual da tradi.ente e. consciente disto e sa4e 5ue seu rep>dio K tradi/ão e a He*el não 3a2 e.pla/ão e a/ão.ente hu.aterialis. &uando desapareceu a con0ian/a e. ) essencial.e. dado . p.es.eta4olis.

todo e. ele.as dadas K ra2ão e aos sentidos.a hipLtese de tra4alho 5ue .o aparece. ou . tornara. .e.ento do c)u lI. 3a. . São estes ho. sido para Platão apenas e.ens sociali2ados. co.as pela sociedade co. A se*uir. u.revela.ento polItico de Uar1.uitos ho. essas id)ias tornara.undo e e. =G . para sua validade. rela/ão ao do. co.eros valores cu3a vaudade ) deter. sua interca. seu poder autQno.. . ao inv)s disso. são as >nicas .preendidas8 aos . não 0ora.Inio polItico: padrMes e . Pri.entares caracterIsticas ] o insinuar do espanto 0ace ao 5ue ) co. 0inal.uda con0or.itativas e re*'ladoras da . construIdas .pre . Não . $nvertendo a tradi/ão no interior de seu prLprio 5uadro de re0er6ncia.en5uanto revela/ão tornouJse duvidoso e.ente conectadas 5ue. Deus revelado.ente raciocinante do ho.ais ele.udou de si*ni0icado. e.o u. u. A no/ão de . suas se.ens. apLs a prioridade da ra2ão so4re o a*ir e da prescri/ão . não o4stante re*istrasse o escureci.oderna tenha privado de u. prescreve. assi.id)ias.ental de re*ras so4re as a/Mes dos ho.ada não por u. Estes valores.Jse. ou as 0or/as li. 5ue ) u. . não do 5ue .ho..uta4ilidade.4ia4ihdade e per.a de verdades ra2oavel.teoria. u. outrora havia. sido visIveis aos olhos dos ho. TornouJse. . era para P$a tão .condicional e.uitas outras entidades. as id)ias platQnicas perdera.es.e.as do 0ato de .ente. ele não se desvencilhou de 0ato das id)ias de Platão.a/ão de todo o .o de ilu. Estedesenvolvi. Pelo .a de suas .eiro.edidas. a 0) .a vida 5ue talve2 a u4I5ua 0uncionali2a/ão da sociedade .anos 5uotidianos.ais dei1ar a5uilo 5ue.pido onde a5uelas id)ias.a/ão cu3o sucesso pareceu provar 5ue os 0eitos e arte0atos do ho.ento 4astante real ) re0letido e prenunciado no pensa.inar o ..a trans0or. dos assuntos pu.a caverna.o processo.e os resultados 5ue produ2 e 5ue depende. co.undo pela Revolu/ão $ndustrial J u. en5uanto verdades. e.undo eo universo..Jse a5uilo 5ue havia.ens ter sido perdida na trans0or. nunca aventurarJse por conta prLpria e.oderna. a teoria cientI0ica .ens..ais si*ni0icou u.utHveis necessidades 0uncionais. Vant. siste.o ). dei1adas 7e por eles co. suas re*ras K ra2ão J.ens 5ue decidira.0uncionar.o .

dependendo da solu/ão escolhida. \ co. K nossa espreita para 0or/ar o espIrito a dile.as de i. cIrculo 5uadrado. a di0iculdade pode ser resu.o a contradi/ão entre nossa consci6ncia e nossos princIpios 1GG .ais si.o se velhas contradi/Mes e antino.a .a e.odo 5ue.ples.possIvel conce4er a li4erdade ou o seu oposto 5uanto entender a no/ão de u.4. E. QUE É LIBERDADE? bevantar a 5uestão J o 5ue ) li4erdadeR parece ser u. se torna tão i.presa irreali2Hvel.ias estivesse.possi4ilidade lL*ica de tal .ida co. sua 0or.

4ito dos assuntos hu.ente das 0or/as da nature2a. nunca pode se tornar o43eto de veri0ica/ão teLrica.o co. 7e. e e.o u. do nihil sine causa.plicidade e clare2a nãoJsi. E. especial nas polIticas.es.anos. NeC DorA.as a Vant e a seu discerni.#ausation and Free C. possue.aria.. .er4 de 0atores i. 1 E 8.o. o .a 4ele2a clHssica e.plicados. na suposi/ão de 5ue at) . 3o*o. procede.ais passIvel de averi*ua/ão por parte das 0aculdades interiores e dentro da Hrea da 718 Si*o Ua1 P^ancA. na 5ual nos orienta. . isto ).undo e1terno.ento.ento a respeito desses o4scuros te. :e: verdade 5ue o teste da causalidade+a previsi4ilidade do e0eito se todas as causas 0ore. por5ue os dois ensaios.a anHlise.. te. nLs . >lti. tanto da inspe/ão pelo nosso prL1i.ente 5ue não esta. 5ue nos di2Z.era..ais aparece de .Htica 5ue as leis são esta4elecidas nas co. sua si. todas as 5uestMes prHticas. e de 5ue.anas.ana co.6nico e. por contrapartida.as essa i.ples n>.ira*e. pelo si.otivos hu. 5ue decisMes são to. :e: por isso 5ue a li4erdade se revela u. 1G . Deve.es. por5ue os . su3eitas a causa/ão.a verdade evidente por si .anos. ainda são ocultos de todos os o4servadores. te. conhecidas J não pode ser aplicado ao N. e. e a nossa e1peri6ncia cotidiana no .os a li4erdade hu. co.os livres e portanto responsHveis. con0or.enos evidente do nihil e1 nihilo.adas e 5ue 3uI2os são 0eitos.odo claro no . E. parte.os.ento de 5ue a li4erdade não ) .a .idade co.previsi4ilidade prHtica não ) nenhu.ento e. se hH porventura u.os u. u. crit)rio de li4erdade: si*ni0ica . The NeC Science. o princIpio da causalidade.unidades hu.Inio prLprioB pois .Qvi.a. 5ue so.os de acordo co. ele certa.orais. *rande esclareci. pelo contrHrio.as ta. eu pri.ente seu do. e ) so4re essa suposi/ão a1io. .penha na nature2a.ente 3a. a verdade não . dia a se5uer conhecer todas as causas 5ue entra.pll0icadora.nossas prLprias vidas são. na es0era . e.pos de es0or/o teLrico e cientI0ico. distinta. todos os ca.o da introspec/ão.otivo co.undo 0eno.o .4).ente livre e.o a causa da conduta. 5ue a Psicolo*ia procura a5uilo 5ue ) suposta.o causa do . e isso. e.ental.a parte 5ue a 0or/a dese.os e. escritos do ponto de vista do cientista.es. no . 1.os capacitados a che*ar al*u. portanto.

a teLrica co.es. tornando assi.ediante a 5ual eu perce4o a .o 4astar para o esta4eleci.ento.ente a u. e o princIpio Zausal 5ue re*e o .inar a . por u.ente estranho 5ue a 0aculdade da vontade. 5ue re0leti.as repousa e. possIvel a e1peri6ncia. i. 1 T .ento da ra2ão. os 5uais conhece.os u. seu entendi. o 0ato ) 5ue ela constitui u.undo e1terior.preendido so4 a hipLtese de ser. pelo 5ue ) i. Não ) a teoria cientI0ica.pura.oral cu3a coer6ncia lL*ica não se3a e.a dicoto.ra2ão prHtica. Vant salvou a li4erdade deste d>plice assalto atrav)s da distin/ão entre u.as o prLprio pensa. . . por outro. 5uer no ca.os so4re u.encionar o 0ato de 5ue deve parecer real. 5uer no .e1peri6ncia interna do 5ue pelos sentidos co.os e co. lado.aior e . 5ue ) o prLprio pensa. ato 5ue 0oi e. 5ue a li4erdade desapare/a J se.os o .era.ente.undo e1terior dos noosos cinco sentidos.ento.a cate*oria do espIrito para ordenar todos os dados sensoriais. tanto .ente 5ue o a*ente dotado de livreJar4Itrio.por e. 5ual5uer 5ue possa ser sua nature2a.portaZte ter e.andar. a*ente livre. causalidade operante na nature2a e no universo. .Inio de duas esp)cies de causalidade: a causalidade da .preende. cu3o centro ) a vontade livre. deva a4ri*ar a li4erdade.a .o.e.a ra2ão teLrica ou . #onse5:ente. .undo 0eno.ia entre #i6ncia e :atica.4as i*ual.o e. Essa solu/ão. nada in0erior K das leis naturais. a.po da percep/ão interior . seu ponto de partida.e da vontade ao entendi. e u. ) assa2 en*enhosa e pode . ele parece cair so4 o do. Se3a ou não a.o. . 3a.portantIssi. no .undo. opondo o dita.a pr)JteLrica.a lei . 5ue parece dissolver no nada a li4erdade na 5ual se 4aseia nossa conduta prHtica.ente a1io. sua 0or.Hticas e. sua 0or.otiva/ão interna.o. se3a 5ue.i. suas respectivas Hreas. e1peri6ncias cotidianas nas 5uais tanto a :atica 5uanto a #i6ncia t6. :a 5ue.ento de u.ais aparece no . .ento pr)JcientI0ico e pr)J0ilosL0ico.ento e. não di2 respeito .ia entre li4erdade prHtica e nãoJli4erdade teLrica. a antino. Uas ela pouco contri4ui para eli. 0a2er co. cu3a atividade essencial consiste e. 5ue ) na prHtica i. e.es.6nico.ais peri*osa di0iculdade.

anecer Hlheada ao 0ato de 5ue esse pro4le.4ito da PolItica e dos pro4le. do. o >lti. #o.po ori*inal..o ho3e e. a li4erdade ne. 5uer o sai4a.a teoria polItica pode se dar ao lu1o de per. a tornarJse te. E 5uando a li4erdade 0e2 sua pri.Para as 5uestMes da PolItica. 5ue o 0enQ.i*o . podeJse salientar 5ue. são as >nicas coisas 5ue não poderIa. a prLpria id)ia de li4erdade. a ela 0oi a e1peri6ncia da conversão reli*iosa J pri. e. E . op. Não hH preocupa/ão co.ana. toda a histLria da *rande Filoso0ia.o4scuro 4os5ue onde a Filoso0ia se e1traviou. dia.enos ad.ana. não co.a da li4erdade 0oi a >lti.anos e. o nada. .ento.4ito da polItica. ao . +$.es.pre 0oi conhecida.o u. ao transpQJla de seu ca. a al. . as *randes 5uestMes 0ilosL0icas e .as co. . deve.a da li4erdade ) crucial.a das *randes 5uestMes .a.eira apari/ão e.otivo para essa o4scuridade estH e.#ausation and Free @i$$. da a/ãoB pois a/ão e polItica.po e. o te.Inio interno. destorceu. e nenhu. pro4le. o pro4le.e. a nature2a.ente na es0era do pensa.pre e.. e 5ue a tradi/ão 0ilosL0ica. o pro4le.as hu. o do.ente.eira.a de investi*a/ão 0ilosL0ica. ao 0alar.o no decurso do 5ual e. 5ue a li4erdade se.er*e. ) o N.os ter se. desde os Pr)JsocrHticos at) Plotino. 5ue ne.es. ) claro.a da li4erdade. a vontade. 0ato da vida cotidiana.a da polItica e o 0ato de o ho. o pro4le.os se5uer conce4er se. F. 1 1 .eta0Isicas tradicionais J tais co.po. cit.a pri.ente de Paulo.o ela ) dada na e1peri6ncia hu.os . ser dotado co. % ponto de vista das considera/Mes 5ue se*ue.a condu2iu ao . a li4erdade e. ve2 de esclarecer.os ou não. *eral. nossa tradi/ão 0ilosL0ica.o o ser.eta0Isicas. a eternidade etc. entre todas as capacidades e potencialidades da vida hu.a. .ente. tal co. cu3a ori*e. .eno da li4erdade não sur*e a4solutZ.o 0ilLso0o da Anti*:idade. historica.os do pro4le.eira e preli. para u.o u.itir a e1ist6ncia da 7F8 Ua1 PlancA.ais tarde. % ca. ) 5ue o . o N. onde ela seria a4erta K autoJinspe/ão.inar 3usti0icativa dessa a4orda*e.o u. o 5Ze deu ori*e. a esse respeito considerare. o seu contrHrio são vivenciados no diHlo*o co. e depois de A*ostinho.

a retirada do . % carHter derivativo dessa li4erdade interior.ente considerada co. a. interJrela/ão co. toda teoria polItica e 5ue . e. o prLprio eu. por de0ini/ão. a tirania precisa.a de li4erdade hu. si*ni0ica/ão polItica.do.as e 0enQ.. acesso.Inio de e1peri6ncia ) a a/ão.o instaurada e.ente dita.o no 5ual os ho. conta ) o prLprio oposto da .eno tardio. so.o re*ião de a4soluta li4erdade dentro do prLprio eu.ente. e a despeito de 5uão elo5:ente. 0oi desco4erta na Anti*:idade tardia por a5ueles 5ue não possuIa.a condi/ão .ava.eros pro4le. o espa/o Inti. ela. se. estranha. portanto de u. pr)Jre5uisito para a li4erdade. levar e.ais te.ens pode. e seu do.ento do . e1peri6ncias co. se.iti.o sendo u. ) ele historica.ens convive. As e1peri6ncias de li4erdade interior são derivativas no sentido de 5ue pressupMe. a vida polItica co.ana.as a interioridade. 5ue sL rara.ente.a polItico particular se.undana 5ue.enos da es0era polItica propria. 0oi unani. tocar e. não ) apenas u. o .a interioridade na 5ual nin*u). ) o . o cora/ão ou a .undo. o poder ou a i*ualdadeB a li4erdade. .o os 5ue louva. )pocas de crise ou de revolu/ão se torna o alvo direto da a/ão polItica.idade.ente J e. a . 0enQ. pro4le.etade do s)culo S$S. . Se. dos in>. Esse sentir interior per. e 0oi ori*inal.e.undo onde a li4erdade 0oi ne*ada para u. i.ente ele tenha sido descrito no 0i. tais co. u.itiva at) 5uase a .li4erdade.otivo por 5ue os ho.ente u. u..es.ente or*ani2ados. co. o cora/ão ne.os co. e ) di0Icil tocar e. A li4erdade.plicita ou e1plicita. Ne.pre u.o tal seria destituIda de si*ni0icado. &ual5uer 5ue possa ser sua le*iti.4os os 5uais. disso.undo não deve ser con0undido co.undo e 5ue carecia. u. A li4erdade 5ue ad.ente e. A raison d+ 6tre da polItica ) a li4erdade. pro4le. ou da teoria de 5ue . politica. ) na verdade o .Inio interno da 1 F . lu*ar prLprio no . e1Zste.o a 3usti/a. da Anti*:idade.ana.li4erdade interior. % espa/o interior onde o eu se a4ri*a do . 0u*ir K coer/ão e1terna e sentirJse livres. al).anece se.ani0esta/Mes e1ternas e ) p%lZtanto. e 0unciona. .a re*ião apropriada da li4erdade hu.undo no 5ual as e1peri6ncias se trans0or. desde a Anti*:idade pri.ente.ente o resultado de u.

ano J se . ho.so4re a i. j !E. Não ) representativo a esse respeito o indivIduo . ser+ livre.ando 5ue livre ) a5uele 5ue vive co. Prosse*ue então Epicteto.. co.%n Freedo. sa4er co. do no. co.o achar . u.ais convincentes para a a4soluta superioridade da li4erdade interna ainda pode.p)rio Ro.undo e ainda assi.ente 0a2 eco a u.e. seu poder.as os sectHrios populares e populari2antes da Anti*:idade tardia 5ue di0icil. o apareci. desenvolver e e1pandir.undo estranho so4re o 5ual o ho. 7E8 1?1TaFE e ss.elhor de sua individualidade..a de0ini/ão 5ue curiosa. do $.oderno..a da li4erdade na 0iloso0ia de A*ostinho 0oi. os ar*u.or de 5ue a sociedade to.o 5uer <.aior clare2a se voltar. co.os Ks suas ori*ens. $. ser livre dos prLprios dese3os.ita ao 5ue estH e. 7G8 jj G1 e G?. o 5ue ) a li4erdade s. livro $9..ente.e/a a0ir. o 5ue dese3a.ulado J o declInio L4vio da li4erdade no 0i. A .ento do pro4le.e. ensaio de Epicteto.Inio onde possa ser cerceado =.e. 7=8 %p. j 1. ) livre se ele se li.. seu dese3o de se desdo4rar. 5ue consiste e.u.. j 11G. DXsslN+talXones. não possui poder e o eu do 5ual ele pode dispor co. co. Assi.o distin*uir entre o . . de che*ar a u.e o . ?.e. sua insist6ncia en0Htica .consci6ncia. u. do. assi. co. ! consiste e. ser encontrados e.elhor G. a Filoso0ia al). e da ori*inalidade.a inversão das no/Mes polIticas correntes na Anti*:idade.. ho.a 0or. a li4erdade de Epicteto. . cit. 7<8 9er . historica.entos .a senten/a da PolItica de AristLteles na 5ual a asser/ão .ente tinha. não ) . precedido da tentativa consciente de divorciar da polItica a no/ão de li4erdade. 7!8 O4Xd. e o pano de 0undo polItico so4re o 5ual todo esse corpo de 0iloso0ia popular 0oi 0or. sur*e co. seu 3usti0icado te. ) posta nos lH4ios da5ueles 5ue não sa4e.ula/ão atrav)s da 5ual 0osse possIvel ser escravo no . toda clare2a no papel 5ue no/Mes tais co. 5ue co.o 7?8 ^ohn Stuart Ui$$.ais 5ue u. se ele não vai at) u.ani0esta co.A li4erdade si*ni0ica 0a2er u. #onceitual. \ interessante notar 5ue.ente. %n bX4erl. 5ual5uer coisa e.ostrando 5ue u.. e. . 1 ? .ci6ncia do viver.portNncia do *6nio. entretanto.

ar 5ue o ho. deve terJ se li4ertado das necessidades da vida.ento da Anti*:idade.os.ens J5ue estivesse. Epicteto transpQs essas rela/Mes .ens convive.ento hu. Antes 5ue se tornasse u. u. so4re si . .ais co. do. por e1e. lar no . o entendi. ) claro.a li4erdade interior e apolItica so4re a tradi/ão do pensa.e.undo politica. e ele sL poderia ser livre se possuIsse u.ais se*ura. no 5ual cada ho.a realidade .o a5uele 5ue o ho.4).penha.ente consci6ncia da li4erdade ou do seu contrHrio e. palavras e a/Mes.e. livre poderia inserirJse por palavras e 0eitos.ente ao ato de li4era/ão. não poderia li4ertarJse da necessidade a não ser .plo. or*anis.e. .e. outros. atri4uto do pensa. Essa li4erdade.4ate e su43u*a a si prLprio ) .a de interJrelaciona. espa/o p>4lico co. não se se*uia auto. al). isto ). e não no relaciona.es. Por conse*uinte. por).. To.poder.over.e.ento ou u.undana.ento.ediante o poder so4re outros ho.e. outras pessoas e.o. % estado de li4erdade.ente tan*Ivel.pleta.ente or*ani2ado. ne.o o estado do ho.o estado. . livre.. toda esp)cie de co. no . %nde os ho. poder ) tão a4soluto co. lu*ar. a li4erdade era entendida co. e 5ue o espa/o interior onde o ho..u. o ho. nas sociedades tri4ais ou na inti.ens. A li4erdade necessitava. nosso relaciona.atica.a 5ualidade da vontade. era precedida da li4era/ão: para ser livre. nLs . te. 5ue 5ual5uer lar poderia s6Jlo.o polItico J co.entado a condi/ão de estar livre co. a se a0astar de casa.panhia de outros ho. toda 0or.ente de0endido de inter0er6ncia e1terna.o.es. %4via.era li4era/ão.undo e a se encontrar co. .os inicial.o u. o 5ue desco4riu 5ue nenhu... dH co.udanas para rela/Mes dentro do prLprio ho. o ho.idade do lar J.ente.ento co.as as necessidades da vida e a 1 < . outras palavras. De acordo co. da . nada sa4eria da li4erdade interior se não tivesse antes e1peri.a. parece se*uro a0ir.as não constitue.ento co. u. para encontrHJlos J u.e. co. e ta.e. e. o 0ator 5ue re*e suas a/Mes e sua conduta não ) a li4erdade.unidade se caracteri2a pela li4erdade. da co.undo. a despeito da *rande in0lu6ncia do conceito de u.ina/ão e propriedade nele dese.ano e ne. de u. 5ue o capacitava a se .es.ente seu. a sair para o .

ens co. #ontudo.idade e K isen/ão da polItica.oJnos a crer 5ue a li4erdade co.enor+ o e+spa/o ocupado pelo polItico.polItica 5ual5uer pelo livre escopo 5ue ela *arante a atividades aparente. . . u. ra2ão a e1tensão da li4erdade e. sua preserva/ão. 5ue a polItica ) co.ente de u.onstrHvel. por .a possIvel li4erdade da polIticaR 1 E .os de al*u.edi.aior ) o do.ente essa coincid6ncia de polItica e li4erdade 5ue não pode. co. vontade. % ascenso do totalitaris. $nclina.pre 5ue as cha.os visto a li4erdade desaparecer se.ente nãoJpolIticas.ais Zi4erdade. para a estreite2a dos lares.Jnos duvidar não apenas da coincid6ncia da polItica co. a0inal de contas.pati4ilidade. lu*ar .os dar por assente K lu2 de nossa e1peri6ncia polItica presente.&uanto . co.es. 0ato de.o ocorre co.ente asse*urado.onstrHvel e a polItica coincide.ente 5ue os 4ane.adas considera/Mes polIticas prevalecera.R Não ) verdade 5ue. de reli*ião. i.o todos acredita. ) precisa.o de sua prLpria co.4ito p>4lico politica.ada ade5uada. os direitos K inti.preocupa/ão co.at)ria.o dese3o. ha4itar ainda nos cora/Mes dos ho.a de tudo.pre 5ue o . entre os 5uais.a palco para a/ão e discurso J co. não .a .o a livre iniciativa econQ. 0alta K li4erdade o espa/o concreto onde aparecer.as o cora/ão hu.o 0ato de. ) u.uito so. 5ue *arante u.os co. a li4erdade unica. Se.o.a es0era p>4lica J a li4erdade não possui realidade concreta..enos polItica . Ela pode. so4re todo o restante. se.ter.edida e. A li4erdade co. co. certa.a co.ano. de atividades culturais e intelectuaisR Não ) verdade.ica ou a li4erdade de ensino. esperan/a ou aneloB . sua pretensão de ter su4ordinado todas as es0eras da vida Ks e1i*6ncias da +polItica e seu conse5:ente descaso pelos direitos civis.ina.o dois lados da .ente por5ue e na . e0eito.pedindo assi.patIvel co. e 5ual5uer coisa 5ue vH para sua o4scuridade não pode ser cha. Al).unidade .undo arti0icial não se to. 0a2e. o ascenso de u.unidades *overnadas despotica.o todos o sa4e.odo. o credo li4eral J . e são relacionadas u.ente. a li4erdade co.e/a onde a polItica ter. N. 5uanto . aci. u.Inio dei1ado K li4erdadeR #o. disso.4rio. Não estaria correto. co.a K outra co.os.

desi*nava a 5uintess6ncia de atividades 5ue ocorria..oderna 0ora identi0icado co. era a*ora considerado co. 5ue desde o inIcio da idade . 0enQ.os . 5ue 0ala..pliara.ente. e. Ues.penhou u. se*uran/a .ada .ples.ente e5uacionar a li4erdade polItica co. . o do.ais a 4recha entre li4erdade e polIticaB pois o *overno.otivos prLprios para descon0iar da polItica e. se*uran/a.a opinião acerca da ess6ncia da polItica não apenas diversa.os de u.eno . por seu turno. u. era a *arantia da se*uran/aB a se*uran/a.plo papel na histLria da teoria polItica.ente pelas nossas e1peri6ncias .ava possIvel a li4erdade. proveito da liJ 7 8 9e7 Esprit des bois. co.ente identi0icava.a 0inalidade do *overno.ba li4ert) phllosophi5ue consiste dans $+e1ercice de $a volont).. ba li4ert) politi5ue consiste dans $a suret). % processo vital não se acha li*ado K li4erdade.o e.e do processo vital da sociedade co.o do processo vital.Inio total do polItico.o Uontes5uieu. li4erdade polItica co.a se*uran/a 5ue per. % ascenso das #i6ncias Sociais e PolIticas nos s)culos S$S e SS a. 5ue te.ta. co.o o protetor no.a os li.o da polItica. 1 = . si..orte violenta. na . a.ento uni0or. 0ora do N. . Não necessita. todo. Ho44es 7onde a condi/ão de toda li4erdade ) a li4era/ão do .ado de livre no sentido e.ente pode ser cl.odo não apenas nLs.a potencial li4erdade da polItica não nos ) recla. desenvolvi. e a palavra . to. S$$. Desse .o u. F: .ites 5ue o *overno não deve transpor so4 risco de pQr e. 3o*o a prLpria vida e suas necessidades e interesses i.edo8. ainda .a necessidade 5ue lhe ) prLpria.4ora tivesse u.aioria das ve2es. % propLsito supre. A5ui. 5ue.ais recentesB ela dese.as u. A se*uran/a continuava sendo o crit)rio decisivoB não a se*uran/a individual contra a .as se*ue u..o u. e so. co.os ir al).eado não tanto da li4erdade. pQde ainda ocasional. .uito superior K de Ho44es ou Spino2a. a li4erdade não ) se5uer o desI*nio apolItico da polItica.itisse u.Essa de0ini/ão de li4erdade polItica co.as si. 5ue constitui de certa 0or.ar*inal. dos interesses da sociedade e dos indivIduos. dos pensadores polIticos dos s)culos S9$$ e S9$$$.4ito polItico.o .li4erdade.era.ediatos. re*ato 5ue 0lui livre. . ..

o vi.ei 5ue a raison d+6tre da polItica ) a li4erdade e 5ue essa li4erdade ) vivida 4asica. $$ A li4erdade. co. contra a es0era poHtica en5uanto tal.eno da vontade. e.H.. escolha predeter.as por descon0ian/a na5ueles 5ue detinha. ter por *overno as leis . divLrcio entre li4erdade e polItica.odo de vida . . Poderia ir ainda .os a5ui Ks voltas co.6ncia talve2 ainda .ente.4ran/as e tradi/Mes de . seu discurso do cada0also. No 5ue se*ue não 0arei outra coisa senão re0letir acerca desse velho truIs.ediante as 5uais sua vida e seus 4ens pode.4erdade.ais seusB não e.ais lon*a data. ar4itriu.ente na a/ão. partilhar do *overno ou pertencer a ele.ente e1i*ia sua parcela no *overno ou a ad. ser . velho truIs.o o resu.plativa.oderna insistia en0atica.as toda a idade . u. e de cu3os encar*os recla.ava.ais 5ue u. E essa li4erdade cristã e.oderna separou li4erdade de polItica.ais 0undo no passado e evocar le. vista da salva/ão 0ora precedida.ais palpHvel de nossas prLprias e1peri6ncias. u.ente e. pela a4sten/ão da polItica por parte do 0ilLso0o co. separar a li4erdade dos s>ditos de 5ual5uer participa/ão no *overnoB para o povo.iu #arlos $ e. o li4eru. isen/ão para sere.inada pelo 0ato de ser 4astante discutiJla para iniciar sua opera/ão: _lAnd there0ore. A despeito do enor.o. % conceito secular de li4erdade anterior K )poca . .itivos tinha.o re5uisito pr)vio para o .issão K es0era polItica. Não era por dese3o de li4erdade 5ue o povo ocasional.ais livre e superior: a vita conte.a li4erdade de escolha 5ue ar4itra e decide entre duas coisas dadas.o 5uando a0ir.os anterior.4as na dire/ão >nica de u.a 4oa e outra . disso. co. 0enQ. penso 5ue o leitor poderH acreditar não ter lido ..li4erdade e independ6ncia consiste. o conceito cristão de li4erdade polItica sur*iu da descon0ian/a e hostilidade 5ue os cristãos pri. não ) u. poder so4re suas vidas e seus 4ens. livres. apontando a. . en5uanto relacionada K polItica. Al). Não esta. since $ canJ 1 ! .e peso dessa tradi/ão e da pre.

arei de u. . . . se*uese ao 3uI2o. desI*nio 0uturo cu3a conveni6ncia 0oi perce4ida pelo intelecto antes 5ue a vontade o intentasse.inha prLpria perversidade.4ora necessite de a.ente diverso 5ue. Para 5ue se3a livre. e co. o 5ue não 0oi dado ne. por u. % desI*nio da a/ão varia e depende das circunstNncias . . . no interior do eu co. na .as de *overno por Uontes5uieu.s. <=.utHveis do . cha. 5ue ) livre. a a/ão deve ser livre. de . o43eto de co*ni/ão ou de i.il1ed to prove a villain.4os para a e1ecu/ão de u..inantes e a a/ão ) livre na .s. vista co. %1on. 1 G . a li4erdade de cha.osa anHlise das 0or. intencionado co. ne. não ) u.ana distinta e separada. estrita.ento certo ou errado. $9.inale hoc esse a*endu.o 71T8 lnlelleetus apprehendll a*l4lle anle5ua.a*ina/ão e 5ue não poderia portanto. para continuar co.o o 0a2e.. isto ).a 0aculdade hu.a 5uestão de li4erdade.andar. J.inada.anda então sua e1ecu/ão. o43etivo 5ual5uer JB ela 4rota de al*o inteira.es. deter. A a/ão.3usto e5uilI4rio. K co*ni/ão do o43etivo certo.a . X $ a. lado. $sso não 5uer di2er 5ue .as si.edida e. ShaAespeare. se*uindo a 0a.not prove a lover... 0atores i. . PrincIpios não opera. X To entertain these 0air CellJspoAen da.ente 0alando. % poder de co.edida e. e0eito previsIvel. isto ). ou . 5uod apprehendere dleXtu. ser conhecido.o u.otivos e.portantes e.a tIpica descri/ão desse processo dada por Duns Scotus 1T. u. d. A vontade.a . dlZ.That this shall 4e or Ce Cill 0ali 0or it.as co.as de 3ul*a. 5ue ) capa2 de transcend6Jlos.. a li4erdade de (ruto: .ar K e1ist6ncia o 5ue antes não e1istia. volunlas illud velilB sed non apprehendll dele. 5u. en5uanto deter. 5ue eles são seus 0atores deter. 1.o co. Ela ) antes.o u. todo ato particular. *uiaJse por u. X And hate the idle pleasures o0 these da.undoB identi0icar u..es da vontade J e. . do 0i. 3H 5ue apenas a vontade pode ditar a a/ão J para para0rasear u.eu . não se encontra ne. de 4ai1o das dita. A a/ão. princIpio. de ditar a a/ão.as de 0or/a ou 0ra5ue2a. n& 1T. so4 a dire/ão do intelecto.eta não ) u. por outro.otivos e o43etivos não se3a.otivos J .otivo por 5ue o intelecto depende da vontade.a 5uestão de li4erdade.

ao passo 5ue os . o ato e. A .es.undo se. pe. no .. reali2a/ão. di0erente.a ve2. o a. 5ue Uontes5uieu cha.o a . a . ne. 5ue o ho. coincide se.ou de virtude. Talve2 a . produto 0inal 5ue so4revive K atividade 5ue a trou1e ao .elhor versão de seu si*ni0icado ) . A li4erdade ou o seu contrHrio sur*e. princIpio ) universal.perante se e1aure.4ora todo desI*nio possa ser 3ul*ado K lu2 de seu princIpio u. o princIpio 5ue o inspirou nada perde e.se.e/ado o ato.e>ein 7.ais.otivo. ao contrHrio do 3uI2o do intelecto 5ue precede a a/ão e do i.as ta.elhor de todos.4icionar . validade atrav)s da e1ecu/ão. Tais princIpios são a honra ou a *lLria. isto ). especial.a ve2 co. onde a per0ei/ão estH no prLprio dese. e são de. . o .ani0esta/ão de princIpios.virtuosidade. .4raJnos de certo 1 . u.ente de seu .a. e.ani0esta. no transcurso do ato 5ue e1ecuta. Entretanto.ais u.a e1cel6ncia 5ue atri4uI.a . assi.penho e não e. o princIpio de u. e.asiado *erais para prescrevere.elhor ilustra/ão da li4erdZde en5uanto inerente K a/ão se3a o conceito . e.ente de sua .5ue inspira. da li4erdade en5uanto a*e. a descon0ian/a ou o Ldio.a pessoa ou *rupo e.8.ento da li4erdade.os Ks artes de reali2a/ão 7K di0eren/a das artes criativas de 0a4rica/ão8. do e1terior. ou a distin/ão.elhor 5ue puder e ser o .ente . sendo ine1aurIvel.a coisa..undo en5uanto dura a a/ão e não . u.undo e dela se torna independente.pre co. e eles se . A virtuosidade da virtu de Ua5uiavel rele.ente no prLprio ato reali2adorB e contudo.edo.4). P&lis.ani0esta/ão de princIpios so.pre 5ue tais princIpios são atuali2adosB o sur*i.&lr K i*ualdade.ani0esto so.ens são livres+ J di0erente. Distinta.ente de possuIre. a e1cel6ncia co.)ritos do 3uI2o perde.p)rio da vontade 5ue a inicia. %s ho. .eta. no . depoisB pois ser livre e a*ir são u. ou ainda a e1cel6ncia J o *re*o aeI ariSt.etas particulares. o do. não se li*ando a nenhu.undo a4re ante ele K *uisa de 0ortuna. co.a5uiav)lico de virtu.pre ser repetido . a validade de u. sua validade e o vi*or da vontade i.a a/ão pode se. cola4ora/ão.pre 0a2er o .e.. responde Ks oportunidades 5ue o .ente se dH atrav)s da a/ão. o princIpio inspirador tornaJse plena. vi*or e e. antes.

co. atores.a audi6ncia para . %s artistas e1ecutantes J dan/arinos. o produto 0inal do processo.o u. :E: por esse .ente 0alsa se incorre.odo co.u. A e1ist6ncia independente identi0ica a o4ra de arte co. necessita. e.o.os no erro co.o u.penho ) decisivo. de u. Não se trata. de considerar o Estado ou o *overno co.ente presente nas artes criativas per. e0eito u. a prLpria o4ra de arte..o u.undo.o ) a e1cel6ncia 5ue atri4uI.as 5ue o processo criativo não se3a e1i4ido e. . da presen/a de outros ante os 5uais posJ FTT . As institui/Mes polIticas J não i. sido co. 5ue pMe.a *rande a0inidade co.a ci6ncia. As artes de reali2a/ão. a polItica te. produto do 0a2erB a total d)pend6ncia de atos posteriores para . se.ens e.4ora certa. e o virtuosis.odo o 0ato.anece ocultoB não ) o livre processo criativo 5ue 0inal.ente sur*e e 5ue interessa ao . e1ist6ncia prLpria.as de u. e. e esta se torna total.ais.ano a tal ponto 5ue as coisas produ2idas possue. ele.a esp)cie de o4raJpri. ou co.a o4ra de arte.etH0oras co. dan/ar.ento hu.es.ant6Jlo e. isto ).a arte J o 5ue não si*ni0ica. seu virtuosis. a/ão.al se3a. dZ u.ostrare. e1traIre.o u. No sentido das artes criativas.ente Ua5uiavel não o conhecesse.o . p>4lico e não se destine a aparecer no .>sicos e o 5ue o valha J precisa. u. e sua conserva/ão ) o4tida pelos .undo. por).a . pelo contrHrio. para sua e1ist6ncia per. aliHs. t6. de ho. 0re5k6ncia de0inida co. produto da a/ão.etH0ora.os .es.anente.o u. a polItica ) o e1ato oposto de u. . de os *re*os utili2are.. 5ue ela se3a u.o os ho. suas analo*ias das artes nas 5uais o virtuosis.ens 5ue a*e. #o. K e1ist6ncia.a de0ini/ão. ou .pre .eios 5ue as trou1era. pro3etadas J depende. do .os K prHtica das artes. pilotar e nave*ar para distin*uir as atividades polIticas das de. ) claro. % essencial a5ui não ) 5ue o artista criativo se3a livre no processo de cria/ão.o tocar 0lauta.a coletiva. cena al*u.o do dese.otivo 5ue o ele.porta 5uão 4e. . a polItica.ento de li4erdade certa.o todo a*ir cont).a coisa tan*Ivel e 5ue rei0ica. e1ist6ncia caracteri2a o Estado co.a arte. o pensa.ento de virtuosidade.

Tudo o 5ue acontece nesse espa/o de apareci. eventos 5ue são co.ente e ne. evoca as e1peri6ncias da co.pre*ar o ter.par da cidadeJ estado *re*a.o . recorrer e.a de *overno.pre 5ue os ho. tra4alhadores su3eitados pelas necessidades da vida.4os re5uere.ente or*ani2ado para sua .anter e.anha di*nidade a seu N. &uanto K rela/ão entre li4erdade e polItica.a . Na verdade. sua 0inalidade ou raison d+ 6tre seria esta4elecer e . al*u.anece de 0ora. e. palavras 5ue pode.ples ra2ão de 5ue nunca. estLrias antes de se incorporare.4os depende. e. espa/o e.entos onde pudesse. e a. ser vistos e e.ente I. FT1 . por 0i.a realidade concreta.ens convive.ados e.entados. todos as lIn*uas europ)ias ainda deriva da or*ani2a/ão historica. % 5ue per. espa/o para apareci.es. su3eitos a coer/ão por outre. desca4ido. co. \+ este . os ho. e. escravos.ente a .o 5uando não ) u.ente para os eruditos 5ue o prLprio ter.o.entos ) polItico por de0ini/ão.unidade. tan*Ivel e.4rados e trans0or.+ 5ue a li4erdade constitui u.polItico. e1iste a ra2ão adicional de 5ue so.o dado u.ar co. e1ist6ncia u.. se3a antes ou depois. pudesse aparecer. A pa's *re*a 0oi outrora precisa.ana. 5ue proporcionou aos ho. ao *rande livro da histLria hu.olo*ica.edida Ks e1peri6ncias da Anti*:idade *re*a e ro.ens tivera. de outros para o dese. a*ir J u. si.penho e.unidades polIticas anti*as 0ora. Não ) apenas eti. o propLsito e1presso de servir aos livres J a5ueles 5ue não era. 0eitos 5ue pode. co.unidade 5ue pela pri.o en*anoso 0alar de polItica e de seus princIpios se. ) di0Icil e at) .o.os escutar. Não se deve to.es. en5uanto virtuosis. aparecerB a.ens u. rele.% N.a esp)cie de an0iteatro onde a li4erdade podia aparecer. e isso pela si. tal espa/o de apresenta/Mes se. 5ue e. 5ue a li4erdade.0or. ar4itrHrio ne. ta. no sentido da polis *re*a não ) ne..ente as co.4ito. Se entende. . produto direto da a/ão.sa.os então o polItico no sentido da polis. 0undadas co.p)rios 4Hr4aros.eira ve2 desco4riu a ess6ncia e a es0era do polItico. so. u.o4ra. ne.ana.4ito e.o as *randiosas 0a/anhas dos i. tão alta considera/ão a atividade polItica e atri4uIra. E. espa/o pu4lica.

ais li4erdade 5ue 5ual5uer outra atividade hu. deve ocuparJse 5uase 5ue e1clusiva.o.pre crescente es0era da vida social e econQ.e.4ito dos pro4le. Toda tentativa de derivar o conceito de li4erdade de e1peri6ncias no N. E .ente.a pessoa pretende 5ue as a/Mes deva. e o N.as hu.Nenhu. não o4stante o no.oderna. de tal 0or. si não ) peri*oso.ente de u.a 5ue apenas a a/ão precisa ser restrin*ida: .a orde.ente polItico.inadas pela no/ão de 5ue a li4erdade ) u.ento. .. a . parece.ento e. Pois a polItica.era. Apenas os ne*Lcios estran*eiros.as estrita. por de0ini/ão. Esse ar*u. . a 0atores econQ. e talve2 4asica.patIvel co.ento necessitar de .ica. sua totalidade do.. da vontade para levar a e0eito sua decisão.ana.ente 0alando não ) polItico.ente da no/ão de 5ue 5ual5uer ato deve ser precedido psicolo*ica. $sso. a .patias i.Lrdios da )poca .ento corri5ueiro não sustenta J o 5ue talve2 se3a verdadeiro J 5ue ) prLprio ao pensa.as e 7118 ^ohn Stuart Ui$$. &$ 5ual.inistra/ão te.4). do.Inio pura. E essa prioridade não deriva . a e1ist6ncia da sociedade.as si. restar co.o a5ui a tend6ncia prevalente ) considerar os pro4le.entais do li4eralis.anuten/ão da vida e a salva*uarda de seus interesses. cito FTF .a 0iloso0ia.ina/ão da no/ão de li4erdade do N. atri4uto da vontade e do pensa.a per0eita li4erdade ) inco.as 0unda.4ito polItico soa de .4ito polItico.possIveis de se redu2ire.ais 5ue da a/ão.as deriva ta. onde a vida estH e.es.entos entre na/Mes a4ri*are. . so4 o 3u*o da necessidade. visto os relaciona. %ra.ente co. cola4orou para a eli. cu3a ad. ) claro. toda a/ão se encontra. op. e de 5ue ela sL pode ser tolerada e.4ito ade5uado para cuidar das necessidades vitais ) a *i*antesca e se.pode ser e1cepcional e di*no de nota. 11.aneira estranha e surpreendente por5ue todas as nossas teorias a respeito dessa 5uestão são e. o4scurecido o N. 5ue o pensa. de acordo co.es.o '. ato co*nitivo do intelecto e de u. . ser tão livres 5uanto as opiniMes.icos. 3o*o. ainda hostilidades e si.uito . sua per0ei/ão 0ora do N. da ale*a/ão de 5ue .4ito polItico desde os pri.anos. incluiJse entre os do*.

o tal contrasta na 0or.o.ente não se pode dar ao lu1o de con0erir pri.4). at) . co. >lti.Inio onde a preocupa/ão para co. \ 5ue este nosso . do .ples.o.a 5uestão de coer6ncia. polItica.enospre2o pela vida e seus interesses..4ora J se tudo 0osse u.ente se pode ser 0ace ao peri*o e K . a despeito de todas as teorias e . *rado arrisca a vida para ser tão total e intensa. truIs. ) u.o al*o evidente por si . #ora*e.o para dei1ar a se*uran/a protetora de nossas 5uatro paredes e adentrar o N. A cora*e.o resultantes. a vida J. do. não passa de u.a das virtudes polIticas cardeais.4ito polItico co. . ) indispensHvel por5ue. si.o J a despeito de nossa aparente.undo estH e.Inio privado. não devido aos peri*os especI0icos 5ue possa.a pri. a vida perdeu sua validade.Ilia e do lar. na prote/ão da+ 0a.ais a*uda possIvel co. co.andada pela prLpria nature2a do cIrcuio p>4lico.ou certa ve2 de . A cora*e.as nos ) de. 5ue e1istiu antes de nLs e estH destinado a so4reviver aos 5ue nele vive.. o .os ta.rivalidades do poder internacional co.. o cha. 5ue de 4o. não a vida.icos.os ser os pri.es.ado . 5ue ainda acredita.eridade não di2 . 3o*o. #ontudo.eira das 5ualidades hu. ) u. e.a instNncia.+ de 0atores e interesses econQ.. 5ue.os.pensa nosso senso individual de vitalidade. .o tolo e .es.ente e1clusiva preocupa/ão co.undo. \ preciso cora*e.undo. e 5ue #hurchill cha. e. o 5ue não ) o caso J dev6sse.o acredita.ens de sua preocupa/ão co.eiros a condenar a cora*e. e. e não tenho e. A te.is.ente vivo co.4ito polItico.as por ter. A cora*e.as si.os ser indispensHvel para as a/Mes polIticas.o perverso .a 4ela palavra. supre.odo co. nosso do. sustenta. não reco.o .os che*ado a u. tudo serve e deve servir para a se*uran/a do processo vital. isto ). pois ) a5uela 5ue *arante todas as outras.es.es.os.ente sua aten/ão Ks vidas individuais e aos interesse a elas associadosB +T N.enos respeito K vida do 5ue a covardia. 5ue a cora*e.a li4erdade ) a raison 7Ntre da polItica.4e.. estar K nossa espreita.ente a5ui o arro3o da aventura.orte. 5ue di2er 5ue . .aria. li4era os ho.. a vida para a li4erdade do . e. FT? .anas. .a .o so.

cu3a cruel dial)tica desvelou. no anta*onis. poderia co. associa/ão co. co.as si. co. ne.aior di0iculdade para alcan/ar u. se3a e. e particular.e.er*e do 0ato de 5ue u.eno do ar4Itrio.o 5ue se dissuadir do .oderna do livre ar4Itrio te. Pois o ar4Itrio.ente desconhecida para a Anti*:idade clHssica.ente de voltar a tradi/Mes e teorias .encionei antes.os 0or/ados a concluir 5ue os anti*os não conhecia. a .os ha4ituados a cha. livreJar4Itrio.ente ao 5ue esta.ens dei1ara.co.as se al*u). os e5uIvocos e a i. 5uisesse de0end6Jlo poderia ar*u. Para a histLria do pro4le.o o desco4riu o #ristianis. 5ue a id)ia de li4erdade não dese.ou aten/ão depois de ter entrado e.ento co.os tãoJso.l' \ L4vio 5ue essa no/ão de interdepend6ncia entre li4erdade e polItica colocaJse e. outras pessoas. as teorias sociais da )poca .a de u. u.ento na e1peri6ncia polItica. sur*ido pela pri.entada e. con0lito dentro de . diHlo*o interior. 5ue desde SLcrates deno. o conceito 0ilosL0ico de li4erdade.atica.ente recla.o. serIa. te.ar de *rande tradi/ão. si.preensão do 5ue ) a li4erdade e. isto ).ento .ina. a4surdo.ento.e.i. co.entar al*o 5ue . o N. a no/ão cristã e . a tradi/ão cristã tornouJse de 0ato o 0ator decisivo. elas.eno do pensa.iar intentar e visar a al*o 5ue so. u.ais anti*as e pr)J.oderna. paJ FT< . .ente. Não decorre. e 5ue ela não ) e1peri. a li4erdade. in0eli2.a da li4erdade.ente isso ) u. 5ue tenha.os li4erdade co. contradi/ão co. con0lito co.odernas.ediante o 5ual o ho.o interior entre o 5ue 5uereria 0a2er e o 5ue 0a/o.ente .aioria. as conhecidas capacidades para dese.ais 5ue u. Evidente. . . Nossa tradi/ão 0ilosL0ica sustenta 5uase unani.ente e5uaciona. &uase 5ue auto.ente 5ue a li4erdade co.eiro a Paulo e depois a A*ostinho. 0enQ. 0enQ. De 0ato.ano. Ne. .undo.eira ve2 na Anti*:idade tardia.o. 5ual5uer 0unda.ples retorno K tradi/ão. no 5ual a li4erdade tornoo'Jse u.e/a onde os ho. tão pouco e. pri.os de pensa.a 0aculdade virtual. ha4ituado pela .u. o prLprio eu J se3a na 0or. no relaciona. a sa4er. não nos a3uda.a co.penhou nenhu.es.4ito da vida polItica. Se a li4erdade não 0osse real.pot6ncia do cora/ão hu.

(e.es. 0ora do relaciona. 0undavaJse e1plicita. A nossa tradi/ão 0ilosL0ica de pensa.e. .otiva.a e na escura .eno da solidãoB ela sa4ia su0iciente.. era alheia ao 0enQ. por al*u.itivos. na verdade.ento polItico. u.ente 4e. desde Platão.odo al*u.6nides e Platão.i*o . dualis. 5ue.o al*u.o.pleta solidão.ens.o. e 5ue te. A li4erdade tornouJse u. solitHrio não ) . era u.e e.ortal con0lito 5ue tinha lu*ar na .a id)ia 5ue.ente Paulo. da al.a caisa 5ue ocorria na relaciona. oposi/ão ao 4Ios politiALs.a esp)cie de li4erdade 5ue não tinha rela/ão co. oposi/ão a essa pa's e K sua cidadania. 7Schri0ten 2ur Ue0aph. tanto na Anti*:idade *re*a co.o..Jse sinQni. u.o entre.orada interior. FTE . os *re*os. 5uase por de0ini/ão...ente 5uando os cristãos pri.penhara co. @iXlen 2uAo.eu prL1i. a Filoso0ia clHssica. Al). al.a e corpo pelo 5ual a 0aJ 71F8 bei4ni2 não 0a2 senão sinteti2ar e articulara a tradi/ão cristã.pel na Filoso0ia anterior a A*ostinho.ente e..o no .ento entre . . o4 unsere. particular. 4edeutet ei*entllch nichts anderes. #on0issMes. % . 5ue .. pudesse o4star a ardente contenda e. dos pro4le. e .ana. A li4erdade. 1?. . Die Ausdr:cAe +0rei+ und +CilXens*e. partanto. conceito e1clusiva. . ais o4 $h.aess+ 4esa*en dassel4e.i. ao escrever: . 5ue o ho. co. a polItica 5ue.as principais da Filoso0ia 5uando 0oi vivenciada co. u.ara do cora/ão. o . .ento entre .siA $. a . não podia ter acesso ao 5uadro da Filoso0ia *re*a. a 5uintess6ncia. bivreJar4Itrio e li4erdada de no/Mes torna. livro 9$$$. Par.i.i. da cidadeJestado e da cidadania.o 5ue ) a condi/ãa e1istencial do pensa...e. desse dualis. desco4rira.ente polItico. relacionK.ento entre ho. iniciandoJse co.onde nenhu. :\ so. ho.enta entre .es. A ra2ão para esse notHvel 0ato ) 5ue.ais. A Anti*:idade clHssica de . e si. e+ a presen/a da li4erdade era vivenciada e. u. Yu ArtiAel ? 8.i. 71?8 A*ostinho. inIcio u.o.o na ro.i.erAun*en 2u den cartesischen Prin2ipien. dois e. se interro. a li4erdade era u.es..ento. a prLpria id)ia central da polItica co.ento e.t.Die Fra*e.peu o relaciona. capo G.odo de vida escolhido pela 0ilLso0o era visto e.cN. e . @iXlen Freiheit 2uAo.odo polItico de vida.a a entendia.t. o conceito de li4erdade pQde penetrar na histLria da Filaso0ia. e .os 1F. insistira e.

a ) tanto .ento.edida e. 3H ) u.e eu sei as .a . .ada 5ueroJeJnãoJposso. % ponto e.o te.o a si .antenho co. #ontudo. euJnãoJ5uero 1E. u. E essa dualidade no interior de u.ento te.aB e não che*ava a e1trapolar o N.culdade hu.oso capo do livro 9$$$ das #%n0issMes. FT= .es. % 5ue a Anti*:idade desconhecia não 71<8 Encontra. o doisJe. .ovi..Ls1<.os a.anas.ento 0ora atri4uIda K al..aldades 5ue estou prestes a co. entre duas di0erentes 0aculdades hu.ento platQnico a interpreta/ão dessa 0aculdade co. e1erce a vontade.Ls ) . con0lito no interior da prLpria vontade.a e id6ntica 0aculdade 0ora conhecida co.a .8B e Fedra 7HipLlito.o. ) 5ue Ued)ia. contudo.as era u. poder .a .es.inhas deli4era/Mes. no 0a.ento o processo do pensa.8 0ala de veia se.o u.ente oposto na vontade: paralisaJa e encerraJa dentro de si . são de.a. &ue a coisa ordenada não ) 0eita.ais 0orte 5ue . Para A*ostinho.as th.enos su3eitas K in0lu6ncia do raciocInio 5ue os ho. $sso.ani0estouJse ori*inal.i*o .a coisa cha.i>de esse con0lito e. Assi. 5ue ele se e. de 5ue e1iste u. e talve2 não se3a acidental o 0ato de descarre*arJse o con0lito na al.aB o 5uerer solitHrio ) se.a coisa. da solidão 5ue pMe e.ens. Parece pois u... % e0eito paralisante 5ue a vontade te. o 0ato de o ho. 5uestão ) se. a solidão a*ostiniana da .ais surpreendente 5uanto sua prLpria ess6ncia consiste o4via.4ito do pensa.ente desconhecida.asiado 0racos para suportar o assalto do dese3o.acesa contenda.ento e th. outras palavras.es.es.onstruosidade 5ue sL pode ser e1plicada pela presen/a si.onstruosidade.Ju.ana do .andar e ser o4edecida. . 5ue lrata da vonlade e de seu poder.andar a si . entre entendi.es. dentro da+ prLpria al.penhara não se dava entre a ra2ão e a pai1ão. so4re si . era al*o evidente '5uerer. o conheci. não e1erce a vontade.o o diHlo*o 5ue . 5ue .o a caracterIstica do pensa. E.ulheres. 71T!G e SE..ente e. EuripideE.eno da vontade . e uor+denar. 5ue a . .e. e na . u.a interpreta/ão de A*ostinhoB o 0ato histLrico ) 5ue o 0enQ.o o colocou A*ostinho.es.a so4re o corpo. e0eito e1ata.Na . sere.o e não ser o4edecido. co. 71S8 .eter.elhante.a ascend6ncia da al.ento etc. o disce. ?!= e ss.a era a4soluta.ento.i.ovi.ente ordena.pre 5ue a ra2ão. antes de assassinar seus 0ilhos.a .pre C`lle e rClle.po. co.ultNnea de u.overia o corpo 4e. di2: . co.a das .ente na e1peri6ncia de 5uerer e não 0a2er. 5uerer e não 5uerer ao . isto ).es. pois a luta e. euJ5uero e de u.es. .edida e.

era 5ue e1iste u. ) u.e.a vontade 5ue se 5ue4ra e.racional. 5ue sL a5ueles 5ue sa4ia. u.a. si .uito 0a.o Platão insistia e.ente teria co.es. (asta le.ento. outras palavras. ) claro.pe/a o ho.a co.o ta. E por essa 0or/a de vontade. outras 71=8 A*ostinho.. não hH pai1ão 5ue i. vontade.a especula/ão va2iaB . e.& 5ue ele sa4e 5ue ) certo.ultanea.ais relevante dentro de nosso conte1to.a esp)cie de conheci.es.a co.a das virtudes especi0ica.ascula.a.4). co. .o atri4uto do 5uero ou do devo.o ela ) vivenciada e conhecida pelo ho. se a0ina. 0enQ.posso. certe2a. e não de u.o onde o . o direito de *overnar a outros e se.4os si.asJnãoJ5uero. i4id FT! .e.es..o ante al*u). e nosso pas.a 5ualidade inerente ao .eno da li4erdade co. possIvel con0lito entre o 5ue eu posso e o 5ue eu 5uero. da o4ri*a/ão da o4edi6ncia. a ponto de pratica.o u. 5uod posse 1=.o o con0lito euripidiano entre ra2ão e th.ente polIticas.es.o te.ente coincidire. capa2 de ser aprendida e ensinada.Ls.posso. .ente. E ) verdade 5ue o autocontrole continuou sendo u. Uais tIpica.os co.po.5uero. Pois o 5ueroJeJposso era.a coisa J non hoc est velle.pot6ncia da ra2ão. E.o a coincid6ncia do 5uero e do possoB co. e.as. Se a Filoso0ia anti*a tivesse conhecido u. e .eno relativa. co. livrare.a ve2 5ue a ra2ão tenha conse*uido se 0a2er ouvir. ainda 5ue so.es. a.. Essa convic/ão su43a2 ainda K doutrina de SLcrates de 5ue a virtude ) u.iliaridade co. seu relaciona.er*e de nossa 0a. possIvel seiJ. 0or/a de vontade e vontade de poder são para nLs no/Mes 5uase id6nticasB a sede do poder ) para nLs a 0aculdade da vontade na 0or. era a convic/ão de 5ue a pai1ão pode che*ar a ra2ão dos ho. conce4ivel. certa.o u.ente por constituir notHvel 0enQ..ens.preensão superior da pretensa i. de 0a2er a5ui8.iliar para os anti*os.os não apenas nossas 0aculdades racionais e co*nitivas. 5ue 5uer e não 5uer ao .preendido o 0enQ. não a teria considerado co.ente tardio.o.4rar. ou.o sendo .as 5ue 5uero e posso não são a . Essa asser/ão não ) u.o se *overnar tinha.ento consi*o . e. dia ter considerado a virtude co. . e o .eno de virtuosis. poder al*u. t6JlaJla de0inido co.ente presentes na al.

o polItico 0oi Uontes5uieu. os p)s 0ora do certo e do 4elo 5ue se conhece O0or/adoP.e.ente 0ilosL0ica.ais anti*as e estrita..es a esses desenvolvi. entre reli*ião e polItica.entos tipica. FG!JFG : FTG .pede de 0a2er o 5ue sei e 5uero pode sur*ir do . pode.a outra . 5ue li4erta. verdadeira.o para nLs. So.as de nature2a estrita. No re0loresci. se.ano. R1! A necessidade 5ue .ais circunstNnciasB todos esses 0atores. dera ori*e.p)rio Ro.aior representante ) Ho44es J e a5ueles 5ue. o 5uerer e o conhecer de sua su3ei/ão K necessidade. E1iste ta.ente .4ito polItico e secular independente.ais . transe reli*ioso e 0or. % representante . por assi. u.ente 5uando o 5uero e o posso coincide. co. tal co. por tere.panhou o ascenso da )poca .ples.as si.aior pesar: estar co.ente polIticas de li4erdade.ento polItico da Anti*:idade. pela necessidade.4). N. e1terior.ci6ncia. não devido a u. ) dotado por nasci.eu prLprio corpo.ados de pais da . ou de u. o4tido inspira/ão nas recentes desco4ertas das #i6ncias Naturais J o seu .e i. ao pensa.ente o indivIduo no 5ue di2 respeito ao 5uero e ao sei. e1clusão dos psicolL*icos. . Para desJ 71!8 %de Pltia b9. dons e 5ualidades de 5ue o ho.ento polItico 5ue aco. .o desse secularis. 5ue e.prHticas.oderna.ento do penZa.a.os distin*uir entre os pensadores 5lle pode. polItica. a u. a li4erdade se consu. as +e1peri6ncias polIticas . Uas não ) transparente.aneira de con0rontar nossas no/Mes ha4ituais de livre ar4Itrio. nascida de u.a insu0ici6ncia de talentos.o não se via desde a 5ueda do $. tinha pro0unda consci6ncia do carHter inade5uado do conceito de li4erdade dos cristãos e dos 0ilLso0os para 0ins polIticos.odernos.H1i. nas palavras de PIndaro.a predile/ão 5ual5uer pelo passado co.o tal. lin*ua3ar 0ilosL0ico. ao prLprio e*oB o poder 5ue 0a2 0ace a essas circunstNncias.ento e so4re os 5uais ele te.4ora indi0erente aos pro4le.ente por5ue a separa/ão entre $*re3a e Estado. voltara. condiciona. tanto poder 5uanto so4re as de.este ) o . . isto ).ente incLlu. ) o posso.undo.ente ser cha.0aculdades . di2er. relativa. ou de .uladas e.es. 5ue.

FT . cit.a vontade. contudo. E. Para Uontes5uieu.Pois a vontade ordena 5ue ha3a u. A li4erdade polItica.pre co. independente.ente.plo do autocontrole por5ue este ) para nLs clara. e não seu poder. .ente.. Portanto. Historica. Se a vontade 0osse Inte*ra.vencilharJse dele. Paulo: . . nunca to. ) livre e não ) livre. pela pri.ara.ado de livre 5uando lhe 0altasse a capacidade para 0a2er J donde se torna irrelevante sa4er se essa 0alha ) provocada por circunstNncias e1teriores ou interiores.eira. 0enQ.a 0aculdade distinta.entava 5ue não parecesse . ne. se o ho. e a di0eren/a consistia e. a vontade ) poderosa e ) i.ens desco4rira. outras palavras. 71 8 %p.o u.pot6ncia.4).os costu.eno de vontade e de 0or/a de vontade.a . F e S$.onstruoso Oa elaP e.e. u.o se houvesse duas vontades presentes no . ?. 5ue a a 0iloso0ia não e1i*e da li4erdade . ad.ais ser cha.potente.es.ente das circunstNncias e da consecu/ão das .eira ve2 a vontade ao vivenciar sua i. pois 3H o seria. parte 5uerer.ar os corc)is da al.pot6ncia e dos li. parece se.es.es... de si .doen/a do espIrito.o 5ue natural e.ite ta. . e.a vontade.ais 5ue 5ual5uer outro povo. S$$. consci6ncia da vontade co.es.ente u. re0letira. di2e5do co. se5uer ordenaria a si . parte não 5uerer.e. a*ente não podia .B e.. 0ace ao .o ho.postos K 0or/a de vontade.a vontade da 5ual A*ostinho se la.e.anas.ites i. &uando 0ala. lutando pelo poder so4re sua . não ordena a nada al). não o descu4ro..i. e.etas 5ue a vontade esta4eleceu. %s *re*os.a 5ue o 0osse. poder 0a2er o 5ue se deve 5uerer 7$a li4ert) 11`` peut consister 5u+ K pouvoir 0aire ce 5ue O+T11 doit vouloir J a 6n0ase recai so4re pouvoir8 1G.ente na 0alta de poder do ho.a.os de i.o para os anti*os era L4vio 5ue u.ente a li4erdade polItica da 0ilosL0ica. u.odera/ão e a necessidade de do.1 . co.o e1ecutar a5uilo 5ue ) 4o.undo circunJ 71G8 Esprll des bols. e e. pensa.4ora ressaltando constituir isso u. espIrito possuIdo pela vontade: . os ho. i4id.Pois o 5uerer estH presente e.a... separada das de. te.ais capacidades hu. consiste e. ao contrHrio.ais 5ue o e1ercIcio da vontade 7X+e1ercice de $a volont)8. Escolho o e1e.B co. distin*uiu e1pressa. +0: a . so4re a . 5ue tal doen/a ) co.

o *overno so4re outros. 7interior do. Te.a. sua precariedade. Devido K inco.o u. na .ente poder co.ais. 0osse u. da e1peri6ncia de 5ueroJeJnãoJposso.os por vontade desse con0lito entre u. si . consi*o . a*uilhoaJo. i. no .enteB o espIrito . incitaJo . ricocheteia so4re ele. No acirrado con0lito co.e poder inerente K vontade: .ais lon*e 5ue a vontade de poder 7FT8 A*ostinho. eu 5ue 5uer.ediata. Ao contrHrio. na 5ual o poder do euJposso se e1auria.o se o euJ5uero i. cit.o.o. Desco4riuJse a vontade de poder cristã co.ento e.aioria. os dese3os e inten/Mes .ens 5uisesse. id6ntico ao eu. ou ) por ele arruinado. o4servar 5ue nesses pri. onde Epicteto ainda acreditava 5ue o ho. 5ue os ho.ento da li4erdade co.. % corpo representa nesse conte1to o . para a teoria polItica. o anta*onis.pet6ncia da.ais provHvel *anhador era a opressão.a das causas pelas 5uais ainda ho3e e5uaciona. ne.ente.porta o 5ue se3a dese3ado.us8.pe e a vontade ) vencida. o 5ue si*ni0ica 5ue o 5uero.undo e1terior e não ) de .o se. SL posso a5ui aludir Ks 0atais conse5:6ncias.atica. poder *enuIno.unhos a vontade não era derrotada por al*u. opressão ou. a vontade de poder trans0or.es. desse e5uaciona. 5ue o con0lito do ho. certa i. o 5ue co.ente entende. a rela/ão entre corpo e espIrito era.ediato e.orada interior.ente paralisasse o euJpossoB co. no . não i. 7FT8 l4id. co.es. FT.o 0or.%ouJse de i.e. e o corpo o4edece instantanea. sua constante derrota na luta co.o. per.J F1T . Por . da vontadeB 0oi ele u.anda e. Lr*ão de autoli4era/ão e. eu e1ecutante e u. a li4erdade. u.dante.e.portNncia.u.os 5uase auto. o e1e.ediata. Se3a co.a vontade de opressão.anece su3eito ao eu. a capacidade de ser livres.o para A*ostinho. o eu. e ) deso4edecido.a 0or/a avasaladora da nature2a ou das circunstNnciasB a contenda levantada por seu apareci.o irro.ento não era o con0lito entre o indivIduo e a . op.plo .eiros teste. o .Ini. :E: dentro do prLprio eu. senhor a4soluto.ais saliente do enor. a capacidade hu.undanos dos 5uais o poder da vontade deveria li4erar o eu.% espIrito .anda no corpo. . sua incapacidade para *erar u. :E: co. eles perdesse. pois.ana.odo al*u.o entre corpo e al. vontade.es.

a >nica 0or. e na verdade so4 seu 3u*o.ani0esta clara. il sullit 5u+elle veuille l+6tre. resu.i. Essa su4. u.as no 5uerer e no relaciona.odo. pro4le.e/ara.ani0esto na a/ão para o li4eru.ais vivenciada no a*ir e na associa/ão co. a princIpio.o. sido vivenciados.o no sentido 5ue .Pour 5u+une nation soit li4re. sido u. 5ue .pot6ncia.ente nos escritores polIticos do s)culo S9$$$. e 5ue eles conce4ia.ette K na/ãoJestado: .o a4soluta.tornado tão Hvido de poder. 5uando a li4erdade se tornou livreJar4Itrio. da li4erdade co. deveJse talve2 ao 0ato de tere.ento. se dH de .os anterior. tornandoJse assi.as e. 5uando. deve sua insaciHvel crueldade a u.o u.ente prevalecendo so4re eles..anece se.enciona..ente ausente das utLpicas tiranias da ra2ão co. e*oIs.P 5uer6Jlo.ente. co. co. A ascend6ncia 0ilosL0ica de nossa ha4itual no/ão polItica de li4erdade ainda se .a polItico.a da li4erdade 5uando a li4erdade não era .ente id6nticas.ento co. coa*ir os ho.ais coerente da teoria da so4erania.eira plana. Devido ao desvio 0ilosL0ico da a/ão para a 0or/a de vontade.ei 5ue os 0ilLso0os co. Tho.ostrar interesse pelo pro4le.4).. livre ar4Itrio.ece a con5uistar o .odelo do penso. tornandoJse a so4erania. estado de ser .possa alcan/ar.o 5ue al*u).plo. tornado pratica. a . cu3o diHlo*o o+ eu não ) o o43eto da atividade do pensa.ente.a 0ilosL0ico de pri.as Paine insistia e.ento de ^eanJ^ac5ues Rousseau.pre a ele li*ado..o tal. u. o ideal de u. 4ase no . possuIdo por ela co.. .para ser livre ) su0iciente Oao ho. Desde então.4). o prLprio euB e. de a vontade e a vontade de poder se tere.ens. derivada por ele diretaJ F11 . outros.4ito polItico.undo inteiro. o 5uero não pode 3a. 0oi aplicada ao N.i. no pensa. i.. 5ue os 0ilLso0os acalentava. . Essas palavras ecoa. de 5ual5uer . % 0ato de o 5uero se ter . e. ta.e.. A0ir.es. o4via.ais desvencilharJse do euB per. por e1e. e..a de *overno 5ue 4rota direta. A tirania. 5ue ta. a li4erdade te. independente dos outros e eventual. pro4le. ar4itdu.issão ao eu distin*ue o 5uero do penso. enunciado aplicado por ba0a. e .ente do 5uero. para . o ideal de li4erdade dei1ou de ser o virtuosis. o representante .

. outro lu*ar o 0ato de as 0aculdades da vontade e da 0or/a de vontade constituIre.rato Social. #arl Sch. 3a.unica/ão entre si.entos ). derivando todos.) a4surdo. Ele ar*u. por de0ini/ão. disso. de .a co.o nos a4surdos a 5ue Rousseau 0oi condu2ido e na curiosa eu0oria co. seu 9erXassun*slehre.es.ente seus prLprios pensa.e. u. Estado e. estado ideal. 9er. indivisIvel. Pois ela condu2 K ne*a/ão da li4erdade hu.entou. so4erania+ ) talve2 a conse5:6ncia polItica . Na realidade. F1B u. para evitar 0ac/Mes.eiros capItulos do se*undo livro de % #on..ais serão so4eranos J.os cidadãos não t6.. 0a/a.ens. Talve2 e.as.o ^eis e constitui/Mes. nenhu. contra Uontes5uieu. Ela não se es5uivou Ks conse5:6ncias desse individualis. 1 FG.a vontade dividida seria inconce4Ivel.ente da vontade. si e por si . Todos os ne*Lcios polIticos são e se. para a vontade. e si. ou K co.ente. Essa identi0ica/ão de li4erdade co..odo a poder conce4er o poder polItico K i.odernos. transacionados dentro de u..u. 5ue o poder deve ser so4erano. tratados e alian/as J. Entre os teLricos politicos .es. u. e 5ue.ples ra2ão de 5ue .a instNncia. a teoria de Rousseau v6Jse re0utada pela si. so4re areia . livre ar4Itrio. prenderJse ao 0uturo. isto ).itt ) o .a*e. sustentando 5ue. estrita da 0or/a de vontade individual.o antipolItica se3a tão claro co. 5ue ele as aceitou. co.o polItico sL pode ser ad5uirida ao pre/o 7F18 9er os 5uatro pri...cada cidadão deve pensar so.a tirania. u. *rupo ou de u. Al).ente 5ue a rai2 da so4erania ) a vontade: So4erano ) a5uele 5ue 5uer e ordena. especial.e. pp.ais capacitado deIensor da no/ão de so4erania. .anter a pro. Uuni5ue.. de u.preensão de 5ue a li4erdade de u. pensa apenas seus prLprios pensa. ! e ss. e. e.entos.inucioso arca4ou/o de la/os e o4ri*a/Mes para o 0uturo J co.a capacidade nãoJpolItica e . u.ana 5uando se perce4e 5ue os ho.ovedi/a.ais perniciosa e peri*osa da e5ua/ão 0ilosL0ica de li4erdade co. o 5ue 0i2ere. e. . F1F . pois . desli*adas de 5uais5uer outras 0aculdades. or*anis. 5ue não e1iste co.o e1tre. Ele reconhece clara.unica/ão entre os cidadãos e onde cada ho.unidade e0etiva. da 0aculdade de pro. . sL ho.eter e de . >lti. 1<=.essa 0ace Ks incerte2as intrInsecas do 0uturo.o.ente 0undada so4re esta vontade so4erana não seria eri*ida so4re areia.pre 0ora.

se3a esta a vontade individual co.as si.ples. ) de 0ato . lado. por u.o pode.pre 0oi u. Re*resse.ente. e de u. $9 #o.os polIticos se. do .os pois.inadas pelo 0ato de 5ue não ) o ho. ser livres.ais. li4erdade e so4erania consenia.as si.enciona. estado de nãoJso4erania.ais.a ilusão.ana co.eter K opressão da vontade. de outro.os 5ue pode e1istir u. atri4uto da vontade.ente tal e1peri6ncia J nunca .es.o pela continuidade de nossa tradi/ão. coe1istir li4erdade e nãoJso4erania.ais u.ens 5ue vive.a clare2a clHssica. de todos os de. .a da li4erdade nos sur*e no hori2onte de tradi/Mes cristãs. da so4erania. acessLrio do 0a2er e do a*ir. nenhu. ) precisa. ou. al). tão pouca identidade 5ue ne.antida pelos instru. para e1pressHJlo de outro .o pode. certa.ens aspira.os discutir a5ui.uito di0Icil entender co.. de u. co. não por a. a 5ual o4ri*o a . não pode.vontade *eral.o indivIduo ou co. . a 5ual. %nde os ho.o *rupo sendo so4erano. e. renunciar. se su4.ente nãoJ polIticos. a .es.ultanea. Ks suas tradi/Mes polIticas e pr)J0ilosL0icasB e.a li4erdade 5ue não se3a u. So4 condi/Mes hu.a tradi/ão 0ilosL0ica ori*inaria. por ra2Mes 5ue 3H .ente se pode ser livre J co. 5ue são deter.es.eios essencial.o todo o pro4le.a li4erdade vivenciada apenas no processo de a/ão e e. ) claro.as são os ho.ais 0oi articulada co.ente antipo'tica.o a li4erdade poderia ter sido dada a ho. Entretanto. isto ). .a ve2. . . lu*ar essa arJ F1? .entos de viol6ncia.4ora.o.ente K so4erania 5ue deve.ente.osa so4erania dos or*anis. a hu. isto ). K Anti*:idade. e1istir si. u.o ) peri*oso crer 5ue so.e. co.o *rupos or*ani2ados.da li4erdade. *rupo or*ani2ado.or K erudi/ão e ne. Dentro do 5uadro conceitual da :Gloso0ia tradicional.anas. .odo. deve. Na verdade. A 0a.ens dese3a.ais e. co. a ser so4eranos. Se os ho. sL pode ser . .es. nada . so4re a terra.i. isto ). se3a a . ) di0Icil perce4er. .anidade nunca tenha perdido inZ teira.o indivIduos ou co. ) tão pouco realista ne*ar a li4erdade+ pelo 0ato da nãoJso4erania hu.ente por5ue u.ens e.os e 5ue .

ais *overnava. livre. so4re os escravos e a 0a. as 5ualidades proe. ser livre e iniciar ta.odo e1pri. li4erado das necessidades da vida para e.4os os casos.aneira diversa.e/ar u. dra.ediante o 5ual al*o de novo ve.o o dirIa.e a continua/ão per..o latina. A palavra *re*a HrAhein. outro caso. . tenha a nos di2er acerca desses assuntos arrai*aJse essencial. tanto *re*a co.e/ado a 0a2er.os uni0or. *overnantes entre *overnantes. assi. bevarJnosJla lon*e de.o lIderes. duas etapas di0erentesB sua pri. prHttein. dia..ovendoJse entre i*uais. % si*ni0icado . 5ue a4arca o co. são teste. eles não .4).presas e.Hticos.4as as lIn*uas possuIa.e/ar al*o novo coincidia. histLricos e polIticos J. e cu3o au1Ilio prestava.o. e.e/ar.ais di0Icil de ser captada do 5ue nos escritos dos 0ilLso0os. Pois 5ual5uer coisa +5ue a literatura anti*a.os ho3e e.ente a*ir. *uarda.ento conceitual. por >lti.e.ulti0or.entoB e *erere.ente podia. tentar destilar conceitos ade5uados da literatura nãoJ0ilosL0ica J dos escritos po)ticos. iniciador e lIder. a a/ão ocorre e. E.unho de u.a e1peri6ncia na 5ual ser livre e a capacidade de co. %s ver4os latinos correspondentes são a*ere: pQr al*u. ao . natural. cu3a articula/ão eleva as e1peri6ncias a u. os atos e eventos 5ue cha.inentes do ho.Ilia 5ue *overnasse.e de HrAht0`in indica o se*uinte: so.a*ir.ticula/ão ) .a es0era de esplendor 5ue não ) a do pensa. lati. As duas palavras *re*as são HrAhein: co.eira etapa ) u.a coisa. isso não ) necessHrio.undo.e. 5ue ) de Hrdua tradu/ão e 5ue de certo . co. o condu2ir. o *overnar.ais. terras distantes ou para a cidadania na po's. E.Ilia8 e se tivesse.a coisa e. dois ver4os para desi*nar a5uilo 5ue cha. poderia real.ente de . para co.a nova e.ente no curioso 0ato de 5ue a.4ora de .anente e sustentadora de atos passados cu3os resultados são as res *estae. levar a ca4o o 5ue 5uer 5ue tivesse co. a li4erdade era vivenciada na espontaneidade. .os de histLricos.. A li4erJ F1< . co. #o. para nossos 0ins.ente. o *overnante. *overnantes 7isto ).e/o .a. co.e/ar al*o de novo os 5ue 0osse.a.presaB pois apenas co. cone1ão entre si.ovi. pais de 0a. para dar inIcio a al*o novo.as era..+ e. o HrAhon. E. . ou se3a. *overnarB e prHttein: lZvar a ca4o al*u. condu2ir e. a.e/ar. o au1Ilio de outre.

A*ostinho apenas a discussão de li4erdade co. 5ue sur*e. seu >nico tratado polItico. nunca se contentou co. ocasional.ais do pano de 0undo das e1peri6ncias especi0ica..4ora essa discussão se tornasse decisiva para a tradi/ão. se re4elara.penhou nenhu. de *erir.dade ro.as sua curiosa 0alta de talento 0ilosL0ico. contra as tend6ncias antipolIticas da escola socrHtica.o li4eru. 0ala . deverIa. cu3as conse5:6ncias precisava.ana era u. e. A*ostinho.ente diverso. essencial. e1clusiva. não encontra.. Se a histLria das id)ias 0osse tão coerente co. E. pois.ente co. A Historio*ra0ia ro.ana. ar4itriu.ente ro.ana.a no/ão. co. conce4ida de .ana..ana.o a Historio*ra0ia *re*a. 3unta. tornando. Entretanto.o ) .as ta. esta4elecido ao 0undar a cidade.anos. polItica a sua histLriaB partia.ente. A*ostinho.ente devido K sua ori*e. e. papel na Filoso0ia *re*a 3usta.. os historiadores ro. na HistLria da Filoso0ia.anas do 5ue e. pois esse inIcio continha o ele. assi. De #ivitate Dei.a ao povo ro.os e.pre se sentira. 5ual5uer outra de suas o4ras.ana. de relatar.itido pelos 0undadores de Ro. . le*ado trans. u. ao 5ue parece.ente.pediu de encontrar u. suas perple1idades. con3unta. ^H disse 5ue o conceito anti*o de li4erdade não dese.era narrativa das *randes 0a/anhas e eventosB ao contrHrio de TucIdides ou de HerLdoto. cu3os ne*Lcios os descendentes tinha. caracteristica.a id)ia polItica vHlida de li4erdade e.o Ks ve2es..ente tão polItica co. *arantia da li4erdade ro. co. Todas essas era..ais 5ue natural.odo inteira.pria . da 0unda/ão da cidade. a4 ur4e condita. o *rande pensador cristão 5ue de 0ato introdu2iu o livre ar4Itrio de Paulo. :\ verdade 5ue os escritores ro.anoB sua li4erdade li*avaJse ao inIcio 5ue seus antepassados havia.entos cu.ana. os i. A #idade de Deus.a*ina. . o 5ue 5uer 5ue tivesse. a .en*randecer.ente polItica. arcar e cu3os 0unda. conceito teLrico de li4erdade 5ue 0osse ade5uado Ks suas prLprias e1peri6ncias e Ks *randiosas institui/Mes de li4erdade presentes na res pu4lica ro.ento aut6ntico da li4erdade ro. e a li4erdade ) conce4iJ F1E . as res *estae da Rep>4lica ro. presos ao inIcio da histLria ro.ente.anos se. seus historiadores i.4).os ter ainda .enos esperan/a de encontrar u.

to. As 0ortes tend6ncias antipolIticas do #ristianis. 0or. cada caso ve.as so..ento da li4erdade no universoB o ho. ao sur*i. e5uacionar sua apari/ão no . .undo a 0aculdade de co. .plica/Mes 0ilosL0icas da id)ia polItica anti*a da li4erdade nos soa 5uase parado1al. de 5ue tal i.ais a s)rio e.o u.as a capacidade hu. assi.es. ou se3a.ontanhas.undo. no entanto.orte de cada indivIduo.eiro a 0or.ente o 5ue todos os . . pois e. ro.anaB .plica/Mes 0ilosL0icas. suas i. 5ue os . K . ) livre por5ue ele ) u.itivo são tão 0a. Não se trata tanto de 5ue o ho. nessa parte de sua o4ra. so4re ser cristão. pode co. . ante 5ue. para introdu2ir no . Por5ue ) u.ano. o ho.ila*res não são clara. A >nica e1plica/ão 5ue ve.a disposi/ão hu. e 5ue.ente eventos so4renaturais. Deus criou o ho.uitas acep/Mes no Novo Testa.o de e5uacionHJlo. co. . Estou convencida.ular as i.as co. na verdade seu produto.e.ente ) 5ue A*ostinho era.e/o.ani0esta no ato de 0unda/ão. carHter da e1ist6ncia hu.ana Inti.da a5ui não co.ano e ser livre são u.o u.ento e de di0Icil co. Pode. 5ue a li4erdade 5ua co.preensão da li4erdade.e.adas .e/o se torna .o. FT. 0oi criado depois 5ue o universo passara a e1istir: OXnitiu.ana 5ue corresponde a essa pot6ncia.preensão. u.e/o e. 5ue nas palavras dos Evan*elhos ) capa2 de re.e.undo. Encontra.ila*res. ta.over . ) o 5ue os Evan*elhos cha.a e1traordinHria co. particular da pot6ncia inerente K li4erdade hu.os nessas passa*ens u.ana.4).e. não ) a vontade. A o4ra da 0). pensador cristão tenha sido o pri. u. co.e/o inicial ) rea0ir. ou . FX= .o pri.pressão se alteraria consideravel.o 0ui` FF. No nasci. esse co. creatus est ho.a palavra co. possua a li4erdade co.e/ar: a li4erdade.undo 3H e1istente al*u.a >nica e . a u.iliares 5ue a no/ão de 5ue u.elhor.ulou a e1peri6ncia polItica central da Anti*:idade ro.e..a coisa nova 5ue continuarH a e1istir depois da .e/arB ser hu.ado. e e.a.ento de cada ho. cap.. ne.ara. tanto os e1ecuJ 7FF8 bivro S$$.os ne*li*enciar a5ui as di0iculdades e nos re0erir apenas Ks passa*ens e. a 0).ana no . e si.a coisa.P ut esset.ila*res.ente se as palavras de ^esus #risto 0osse.

e. de al*u.enos destruidores 5ue os processos vitais naturais 5ue diri*e.os parte ta.icos e sendo nLs . li4ertar e salvar u. desses processos 5ue deno.ediavel. As #i6ncias HistLricas conhece. pode.pre relativa. de ru. arrastarJse e perdurar por s)culos eles che*a. condu2e. processo auto. si*ni0icar ruIna para a vida hu.4).e. a despeito de ser o reino da a/ão.a necessidade 4iolL*ica. de u.Hticos.a .o os e0etuadolS por a*entes divinos. disso. ser se. Se. co. sL podere.al.ana. isto ).9e2 por todas. de u.a ve2 5ue processos histLricos e arti0iciais se tenha. 0a2 parte ta.o u. a se tornar tão auto. não i. '. e co.ais. % 5ue nor.. o a4soluta.o e 5ue e.ente.a a vida hu.ente decadentes nas 5uais a ru.os i.pelidos por 0or/as si.icos ou naturaiZ. 5ue F1! . ho.a nature2a or*Nnica. seus prLprios parN. do nasci.ens co.Htico.e/ar. 4iolo*ica. 3a.anidade. A verdade ) 5ue o auto. e.aior espa/o na histLria re*istradaB os perIodos de e1ist6ncia livre 0ora. a ocupar o . u. cu3o conte1to constitua.ina. E: da nature2a dos processos auto. 5ue 0a2e.porta 5ual possa ser sua ori*e. nosso or*anis. nenhu. d>vida nenhu.Hticos co.entos.a na/ão ou a hu.anece intacto nas )pocas de petri0ica/ão e. Nossa vida polItica.orte.a s)rie 5ual5uer de aconteci.Hticos: pelos processos terrestres naturais. se.ilares na .ente curtos na histLria da hu..a inevitHvel ) a 0aculdade da prLpria li4erdade.a parece predeter.etros. por). al). do ser para o nãoJser.tados por ho. ato.edida e. a pura capacidade de co. por seu turno envolvidos por processos cLs. sido acionados pelo ho.os histLricos e 5ue tende. e.o se.ento para a .inada.atis.pre: interrup/Mes de u. K saciedade casos de civili2a/Mes petri0icadas e irre.: ) por isso 5ue nenhu.ente inesperado.4)..4pra tenha. estH su3eito.ar atrav)s da a/ão. tornado auto.o ) inerente a todos os processos. evento isolado.es.o T1? processos cLs.ente per.elhantes processos histLricos de esta*na/ão pode. deve.anidade. no interior dos 5uais e contra os 5uais pode se a0ir.ana situada so4re a terra ) circundada por processos auto. não são .e.Hticos a 5ue o ho.

e.provHvel 5ue constitui de 0ato a verdadeira tra. $sso soa .odo de ser co.anas. suprel1`T 5ue so. 3usta.. se*ueJ se 5ue u.os encontrar e. a 0or. tais circunstNncias.ina. e ).i. a li4erdade não ) u.as co.o u. o apareci. u. Todo ato.as do processo e.ila*res deve ser incluIda ta.pro4a4ilidades in0initas.a*adoras.anece presente .ente o ho. a partir dos processos da.i.4). contudo. na lin*ua*e.e. parece ter rece4ido.a . al*o 5ue não poderia ser esperado.ais estranho do 5ue o ) real.ente id6nticos. Pois.o u.virtude.o 5uando a vida polItica se tornou petri0icada e a a/ão polItica.ais.per processos auto.ento da terra a partir de processos cLs. \ por5ue a 0onte da li4erdade per. plenitude onde a a/ão tiver criado seu prLprio espa/o concreto onde possa.. do ponto de vista dos processos no universo e na nature2a. vida or*Nnica constitue.os de real.a/ão de vida or*Nnica a partir de processos inor*Nnicos. 5uase todas as suas atividades. para usar desta e1pressão J o apareci. o desenvolvi. não da perspectiva do a*ente. i.a cadeia de .es. e de suas pro4a4ilidades estatistica.e/o são essencial. . .. na *a. F1G . por assi.pe.icos e a evolu/ão do ho. dentre todas as criaturas terrenas.ento da terra.atis. Toda nossa e1ist6ncia se assenta.a realidade tan*Ivel e concretaB isto ). e 0inal. sair de seu esconderi3o e 0a2er sua apari/ão.eno essencial. considerado.anece oculta.o interro.anas e 5ue constitui a 0onte oculta de todas as coisas *randes e 4elas.a das 0aculdades hu. a li4erdade não ) vivenciada co. \ da prLpria nature2a de todo novo inIcio o irro. ) u. u. di2er.ila*res.ente co. .as 5ue.ani.ente.a e inspira todas as atividades hu.potente para interro.B são .ila*res.ente i.ila*re. não ) polItica. sL se desenvolve co. Se ) verdade 5ue a/ão e co.ente.ente nãoJpolIticoB e. a evolu/ão do *6nero hu. J isto ). do. não o4stante.per no . sua prLpria esp)cie de . . .a capacidade de reali2ar . e virtuosidade.o u.ano a partir das esp)cies ani.undo co.Hticos.ente esse in0inita. e cu3os sinais e vestI*ios pode.. 5ue a li4erdade pode ser con0undida tão 0acil.ente es. a0inal. 0enQ.a de tudo 5ue deno. todos . Uas en5uanto essa 0onte per. cu3o 5uadro de re0er6ncia ele ocorre e cu3o auto.pro4a4ilidade in0inita.ento da vida or*Nnica so4re ela. e.

antecipados co.o u.ita/Mes. 0avor do desastre.os real na e1peri6ncia ordinHria veio a e1istir . pouco supersticioso.pre portanto irresistIvel.ente eli.. u.atica. presente e.entos. nos causa. co.a e 5uase. e. A histLria. Seria pura supersti/ão a*uardar . na di.aior parte da5uilo 5ue cha.ila*re do acidente e da in0inita i.plo dos processos naturais 5ue são interro.era. no conte1to de processos histLricos ou polIticos auto. a nature2a.iraculoso parecerH o ato 5ue resulta na li4erdade.4ora ne. % prLprio i.ais 5ue se3a. \ claro 5ue o e1e. o . pois. te.in0inita i. consu. o papel 5ue a reli*ião atri4ui a .inado. e esperar .pleta.plo possui suas li. ela ) naturalIssi. arti0icialB ao contrHrio. A e1peri6ncia 5ue nos di2 5ue os aconteci.pre auto. Uas o .a . procurar pelo i. aviso de realis.o 0alar de . virtude desse ele. F1 .enteBh . para . pelo initiu. E.ente interro.ais . pois ) o desastre e não a salva/ão 5ue acontece se. 5ue ) T1 ho. \ e.ediante coincid6ncias 5ue são . e não pode ser . Não ). . princIpio 5ual5uer antecipa/ão.. na verdade.ente e1plicHvelB sua 0atualidade transcende e. en5uanto ser 5ue a*e.ila*res so4renaturais seria 5uase inco. .a ve2 se tenha. ne. .a trivialidade na vida ord$nHria.preensIvel.ais 0or/a pendere.ente i.ento nunca ) inteira.predi2Ivel. tanta 0re5:6ncia 5ue parece estranho at) . os pratos da 4alan/a e. estar preparado para 5uando viere.pidos pelo advento de u.e.ado.pro4a4ilidade. contraposi/ão co.es.anos. por .es. ) repleta de eventosB a5ui..iraculoso.previsIvel e pelo i.entos são .ente aplicado ao N.ente e 5ue parece se. u.ensão da polItica. o . essa e1peri6ncia 4anal.4ito dos assuntos hu.ila*res.ostrar 5ue a . . Se. aconteci.provHvel.o. toda realidade 5ue os aconteci.o isso possa ser co.pacto de u. co.ila*res.ila*res.Hticos.entZ no 0ato de 5ue os processos histLricos são criados e constante.es.ila*res não ) ar4itrHria ne.a. e.or ou esperan/a.pidos pela iniciativa hu.ana.do diaJaJdia. e at) .ais e1traordinHrias 5ue a 0ic/ão.otivo dessa 0re5:6ncia estH si. 5uanto . Escolhi o e1e.o/ão e surpresa u.pro4a4ilidade ocorre co.in0inita.ples.

e. levar e. conta 5ue o ho. São ho.a*adoras.ente tão es.ens 5ue.er*isse ho.iraculoso inerente aos eventos 5ue esta4elece. Não e1ata. A di0eren/a decisiva entre as .anhã se3a co. so4re as 5uais se 4aseia a realidade de nossa vida terrena e o carHter .a*adoras.a terra dentre as ocorr6ncias cLs. FFT .a realidade 5ue lhes pertence de direito.o as possi4ilidades de 5ue não sur*isse nunca u.ila*res. ) verdade. as possi4ilidades de 5ue o a. na di.as 5uase tanto co.o o ho3e são se. isto ).al.ente.os o autor dos .icas..ens 5ue os reali2a. 5ue.ensão hu. conhece. al*u. e de 5ue não e.pre es. esta4elecer u. rece4ido o d>plice do. por tere. iniciador. inIcio e u..%43etiva. ) u.in0initas i.pro4a4ilidades. J ho. pode.ana. vendo do lado de 0ora e se.a vida se desenvolvesse a partir de processos inor*Nnicos. da evolu/ão da vida ani.e. a realidade histLrica estH e. de 5ue nenhu. . da li4erdade e da a/ão.

indo 0or. de seus aspectos .ou. no transcurso da >lti.ente não ) preciso *rande i. u.ani0esta diversa. N a A. cada paIs.a polItico de pri. envolvendo Hreas e assu.ente no noticiHrio 3ornalIstico. #erta.eira *rande2a.)rica. 5ue se to.E.oderno e. A #R$SE NA ED'#Acl%. toda parte e e.eteu o .a*ina/ão para detectar os peri*os de u. pro4le.ente e. declIJ FF1 .a d)cada pelo . aparecendo 5uase diaria. 5uase toda es0era da vida se . u.as diversas.enos.ais caracterIsticos e su*estivos ) a crise periLdica na educa/ão. $ A crise *eral 5ue aco.undo .

parar. se co. #erta. os ca.onstrado invariavel.ente possIvel e.pre a tenta/ão de crer 5ue esta.ediata. hH se.ais convincente para 5ue ele se preocupe co.ino da Se*unda Wuerra Uundial.ente contrapartida nas de. tanto di0Icil dar a u.os essa crise na educa/ão co. nosso siste. contudo. u. Hreas acerca das 5uais. Se isso 0osse verdadeiro.a situa/ão pro4le. \ de 0ato tentador considerHJla co. sido su4linhada apropriada. parecer aconselhHvel. \ 3usta. a a*ita/ão revolucionHria 5ue se sucedeu K Pri.alJestar 5ue. ser i*ual.as especI0icos con0inados a 0ronteiras histLricas e nacionais. hH outra ra2ão ainda . as 5uestMes principais do s)culo.entares na totalidade do siste.eu caso ao tratar de u.a escolar.o u. disso.ente 5ual5uer outro paIs. pelo 5ual se deveria.Htica 5uestão de sa4er por 5ue ^oão2inho não sa4e ler.pre crescente nos padrMes ele.o co.os tratando de pro4le. cone1ão co. dar aten/ão a dist>r4ios e. ) u.ente. e.ais 5ue a eni*. ou .pos de concentra/ão e de e1ter. o . o pro0undo .es. sido incapa2es de lidar co. pro4le.Htica na 5ual ele não estH i. sentido especiali2ado.nio se.a crise na educa/ão a seriedade devida. u.a re*ra *eral neste s)culo 5ue 5ual5uer coisa 5ue se3a possIvel e.undo. de. posto 5ue não sou educadora pro0issional8.inadas peculiaridades da vida nos Estados 'nidos 5ue não encontraria. não o4stante as apar6ncias contrHrias de propriedade.ente.ente FFF . e. paIs pode. as e1peri6ncias polIticas de outros paIses no s)culo SS. Al). responsa4ili2ar deter. evidente. m parte essas ra2Mes *erais 5ue 0aria. e a seriedade do pro4le.ente pelos in>.a polItico e as autoridades educacionais não teria. pratica. a crise e. nossa )poca: podeJse ad. se espalhou por toda a Europa a partir do t)r. co.Inio. ao lei*o.a crise na educa/ão.portantes so.ente 0alsa e.a escolar não se teria tornado u. ela a te. 0uturo previsIvel.ediata.a te.ais partes do . provavel. Apesar disso.ente essa cren/a 5ue se te. co.ente para os i.ar). 0enQ.ente a0etados.po. i. hH a5ui .o u.eros es0or/os 4aldados das autoridades educacionais para deter a .itir co.eno local e se. ele pode nada sa4er 7e esse ).eira Wuerra Uundial.

#ontudo.a na/ãoJestado.as te.penha FF? .ar real. . preconceitos.ente a educa/ão dese.as superando continua. % desapareci. '.ente lo*rada.ento universal das circunstNncias especI0icas e. '.)rica se.ente 5ue perde.os sua 0or.undo.pleta.prida .ais diversos J nunca co.i*ra/ão contInua dese.odo 3ul*a. talve2.a crise nos o4ri*a a voltar Ks 5uestMes .a atitude dessas não apenas a*u/a a crise co. Tecnica. respostas a 5uestMes.ples. o 0ato de 5ue seres nasce.o nos priva da e1peri6ncia da realidade e da oportunidade por ela proporcionada K re0le1ão. .ente.as e e1i*e respostas novas ou velhas. proporcionada pelo prLprio 0ato da crise J 5ue dilacera 0achadas e o4litera preconceitos J.paravel.al.ais clara. educa/ão e a.portante politica.ais i. apenas na A.pleta.a crise sL se torna u.a terra de i. E. de e1plorar e investi*ar a ess6ncia da 5uestão e. u.o para a . a 0usão e1tre.)rica. dese. tudo a5uilo 5ue 0oi posto a nu.ir 0un/Mes 5ue. Por .os as respostas e. papel di0erente e inco. a e1plica/ão reside no 0ato de 5ue a A.undo.ente no lar.penha u.a na A.ente 5ue u.es.as de 5ual5uer . pro4le.a .ente o ele.ericani2a/ão dos 0ilhos de i.ente do 5ue e.entos diretos. 5ue nos apoiHva. 5ue ser aprendida na escola. 5ue ele aparece. Na A. seria.)rica u. e a ess6ncia da educa/ão ) a natalidade.pre 0oi u.a *eral possa se apresentar e.ais decisivo para nossas considera/Mes ) o papel 5ue a i.i*rantesB co.o ) L4vio. #o. u.penhadas nor.ais e1tre.ente u.ediante a instru/ão. . ) i. o .a. '.ente .ados. isto ).a crise. e a ra2ão ) 5ue. co.4ora a crise na educa/ão possa a0etar todo o .os a ela co. desastre 5uando responde.os de ordinHrio se. \ a oportunidade.a crise na educa/ão poderia se to.ente as e1pectativas J sL pode ser cu. indiscutivel. ) si*ni0icativo o 0ato de encontrar. 5uerer perce4er 5ue ori*inaria. e. ainda assi.envolvido. 0ator na polItica. 3uI2os pr)J 0or. para o .ente elas constituIa. ) claro.i*rantes.)rica.ente deve assu. esta o4via. outros paIses.aior parte dessas crian/as o in*l6s não ) a lIn*ua natal.possIvel che*ar a isolar co.ente di0Icil dos *rupos )tnicos .ento de preconceitos si*ni0ica si.

os rec).ava suceder alhures na 0unda/ão de utopias J para con0rontarJse co.u. ao tere.. e.es. presu.undo e1terior caracteri2ouJse desde o inIcio pelo 0ato de esta rep>4lica. E. Uas ao . são para o paIs u. prontas para in*ressar na co. sua rela/ão co. não se desli*ou do . 0oi e ) a eli. . %s i.ho.a i. % si*ni0icado dessa nova orde. 5uase todos os aspectos da vida diHria a. ter dado 4oasJvindas a todos os po4res e escravi2ados do . e ta. 5ue plane3ava a4olir a po4re2a e a escravidão. as 5uais. con0or. de 5ual5uer .a Nova %rde.a *arantia de 5ue isto representa a nova orde.ente u. isto ). 1!=E J isto ). era. '.periais ou ser pre*ada co.ano so4re toda a terra. ultrapassado a in0Nncia e estare.a ..aior e e. e 5ue co.o u.undo. ve2 disso. J o4servada por Toc5ueville co. as crian/as.ancipa/ão da parte escravi2ada do *6nero hu.undo e1terior J co.a aten/ão .odelo per0eito.o te. desde o inIcio. dessa 0unda/ão de u.e.Jche*ados.por pretensMes i.a3or i.ente resultaria. toda nota de dLlar J Novus %rdo Secloru.pre 0oi o le. co.o e1traordinHrio pelo 5ue ) novo.)rica não ) si..i*rantes.ina/ão e e.e/ou sua e1ist6ncia histLrica e polItica.)rica co. . 5ual a A.pre considerei a coloni2a/ão da A. % entusias.itada. e1i4ido e. e a conco. se.Jche*ados por nasci. u.o a a4ertura de u.portNncia dadas aos rec). Nas palavras pronunciadas por ^ohn Ada.o. do Uundo.pouco 0oi seu propLsito i. u.ina/ão da po4re2a e da opressão. sua *rande2a consiste no 0ato de 5ue.i*rantes para povoar a terra. essa nova orde.undo contra o anti*o.na consci6ncia polItica e na estrutura psI5uica do paIs.ples. o .4ora independa deles e. Esse 0oi o intento ou lei 4Hsica e. evan*elho a outros.o o credo do .idade co.s e. Para a A. outros paIses do %cidente J.inante se. *randioso desI*nio da provid6ncia para a ilu.po. instru/ão.aneira e.o costu.ivel.ento e.)rica co.Se..itante con0ian/a e. A A.presso e.)rica o 0ator deter. antes da Declara/ão da $ndepend6ncia J .. FF< . paIs colonial carecendo de i.ericana. sua estrutura polItica.unidade dos adultos co. anos o desenvolvi. u.o pessoas 3ovens. novo .ento. tal precede de 5uase ce.per0ecti4ilidade ili.

ne. so. HH o 0ato adicional. No 5ue toca K polItica. hH a interven/ão ditatorial.pos anti*os. no 5ual a educa/ão tornouJse u. *rave e5uIvoco: ao inv)s de 3untarJse aos seus i*uais.es. de 0ato. e a tentativa de produ2ir o novo co.al e. a5ueles 5ue são por nasci.undo co. 0ait acco. si. contudo. se verH o4ri*ado K pavorosa conclusão platQnica: o 4ani.o u.plica o4via. Uas . 5uer 5ue 5ueira educar adultos na realidade pretende a*ir co. as cnan/as a seus pais e si.o se o novo 3H e1istisse.pli. atrav)s de 0or/a e coa/ão.os co.a de educa/ão. su4trae. isto ).a 0or.ente criar u.penhado pela educa/ão e.os *re*os cha. a cren/a de 5ue se deve co. a. a partir dos te.aneceu sendo principal. co. % papel dese. e. o uso da 0or/a.ostra o 5uanto parece natural iniciar u.ovi.o *uardião e i. ao poder. A educa/ão não pode dese. ao che*are. . polIticaB o 5ue hH ) u.ediante a educa/ão. ne.penhar papel nenhu. todas as utopias polIticas.otivo na Europa.ulacro de educa/ão.ente in0luenciado por Rousseau.ente na5uele s)culo. #o. 4aseada na a4soluta superioridade do adulto. u.indo o es0or/o de persuasão e correndo o risco do 0racasso. Por esse . instru. seu prLprio FFE . a palavra .ente Li neLi.o não se pode educar adultos.pre*nado de Rousseau e de 0ato direta.anhã utLpico ) ne*ado. soa . a princIpio.entos revolucionHrios de 0eitio tirNnico 5ue. atrav)s da persuasão. pois na polItica lida.ente u.ente as doutrina. isso i. e a prLpria atividade polItica 0oi conce4ida co. na polItica. polItica . isto ). ideal educacional.ente o .ente se desenvolveu conceitual e politica.ples. &ue. novo .educa/ão.pediJlos de atividade polItica.ais velhas do Estado a ser 0undado. os novos. de 5ue esse pathos do novo. &ue.ento da polItica.ava. cidadãos de u. assu..ento e por nature2a novos. a5ueles 5ue 3H estão educados. si.4ora consideravel.o Ks crian/as 5ue se 5uer educar para 5ue se3a.a nova orde. i.ento de todas as pessoas . en5uanto o o43etivo real ) a coer/ão se.onopLlio dos .e/ar das crian/as se se 5uer produ2ir novas condi/Mes per.o u. dese3ar seria.ples. e 5ue se tornou decisivo para o si*ni0icado da educa/ão.ente anterior ao s)culo S9$$$. DerivouJse dessa 0onte.

ais s)rias apenas e. .undo no 5ual são introdu2idas as crian/as. Antes de . e sL ) novo para os 5ue aca4ara. tudo isso encora3a a ilusão de 5ue u. .)rica. a seus pais. u. por). .es. isto ).ente .undo pree1istente.ple1o de . ocorre na A.undo adulto possa propor de novo ) necessaria.a e. e de 5ue a5ui as pessoas são de 0ato a3udadas a se des0a2ere.ãos dos rec).oZ na A. so4 a divisa da FF= .er*ente do pathos do novo produ2iu suas conse5:6ncias .undo anti*o e a entrar e.a nova orde.ericana 4Hsica. u.ente esse 0ato 5ue torna tão di0Icil 3ul*ar a5ui correta.. pois. construIdo pelos vivos e pelos .a terra de i.a i. . Tudo isso de .ente esses pro4le. possi4ilitou K5uele co.undo. respeito K prLpria educa/ão.ortos.undo novo estH sendo construIdo . senso e a4surdo levar a ca4o.ais nada.Novo Uundo.u+ndo vellio.ais novos. u. ta.ente representa e.a e1peri6ncia a.as a0eta.es.)rica. 0oi re3eitado por não poder encontrar nenhu.ais. a de 5ue ) possIvel 0undar u. e.undo novo sL pode si*ni0icar o dese3o de arrancar das . a +ilusão ) . . o 5ue 5uer 5ue o . a ilusão e. e o 5:6 ) .i*rantes. plena consci6ncia de u.ediante a educa/ão das crian/as. pois 4rota direta.papel 0uturo no or*anis. o 0ato de 5ue as escolas não apenas serve. % . de tal .ericani2ar as crian/as .ente de u. #o.oderna`` teorias educacionais ori*inHrias da Europa #entral e 5ue consiste.4ora ad. e ) e1ata. nosso prLprio s)culo.a nova *era/ão para u. retira seu si*ni0icado de 9elho Uundo.undo anti*o.irHvel por outros .odo 5ue preparar u. de penetrar nele pela i.ais velho do 5ue eles .Jche*ados sua prLpria oportunidade 0ace ao novo. de u.o polItico.ente não ) esta. A5ui.ana o 0ato de 5ue cada *era/ão se trans0or. do ponto de vista dos . 1T papel polItico 5ue a educa/ão e0etiva. . 0: claro 5ue a verdadeira situa/ão a4soluta.os.4).. Pertence K prLpria nature2a da condi/ão hu. .as.i*ra/ão. u.odo al*u. pois a 0rase .a solu/ão para a po4re2a e para a opressão. 5ue. 5ual se3Bl. para a. continuu.ais 0orte do 5ue a realidade. novo .otivos. ) u. histLrico. 0undHJla co.iscelNnea de 4o.pressionante . de u.

educa/ão pro*ressista, u,a radical revolu/ão e, todo o siste,a educacional. A5uilo 5ue na Europa per,anecia sendo u, e1peri,ento, testado a5ui e ali e, deter,inadas escolas e e, institui/Mes educacionais isoladas e estendendo depois *radual,ente sua in0lu6ncia a al*uns 4airros, na A,)rica, hH cerca de vinte e cinco anos atrHs, derru4ou co,pleta,ente, co,o 5ue de u, dia para outro, todas as tradi/Mes e ,)todos esta4elecidos de ensino e de aprendi2a*e,. J Não entrarei e, detalhes, e dei1o de 0ora as escolas particulares e, so4retudo, o siste,a escolar paro5uial catLlicoJro,ano. % 0ato i,portante ) 5ue, por causa de deter,inadas teorias, 4oas ou ,Hs, todas as re*ras do 3uI2o hu,ano nor,al 0ora, postas de parte. ', procedi,ento co,o esse possui se,pre *rande e perniciosa ,i,portNncia, so4retudo e, u, paIs 5ue con0ia e, tão lar*a escala no 4o, senso e, sua vida polItica. Se,pre 5ue, e, 5uestMes polIticas, o são 3uI2o hu,ano 0racassa ou renuncia K tentativa de 0ornecer respostas, nos depara,os co, u,a criseB pois essa esp)cie de 3uI2o ), na realidade, a5uele senso co,u, e, virtude do 5ual nLs e rioss,os cinco sentidos individuais estão adaptados a u, >nico ,undo co,u, a todos nLs, e co, a a3uda do 5ual nele nos ,ove,os. % desapareci,ento do senso co,u, nos dias atuais ) o sinal ,ais se*uro da crise atual. E, toda crise, ) destruIda u,a parte do ,undo, al*u,a coisa co,u, a todos nLs. A 0al6ncia do 4o, senso aponta, co,o u,a vara ,H*ica, o lu*ar e, 5ue ocorreu esse des,orona,ento. +E, todo caso, a resposta K 5uestão: J Por 5ue ^oão2inho não sa4e lerR J ou K 5uestão ,ais *eral: J Por 5ue os nIveis escolares da escola a,ericana ,)dia acha,Jse tão atrasados e, rela/ão aos padrMes ,)dios na totalidade dos paIses da EuropaR J não ), in0eli2,ente, si,ples,ente o 0ato de ser este u, paIs 3ove, 5ue não alcan/ou ainda TS padrMes do 9elho Uundo, ,as, ao contrHrio, o 0ato de ser este paIs, nesse ca,po particular, o ,ais .avan/ado. e ,oderno do ,undo. E isso ) verdadeiro e, u, d>plice sentido: e, parte al*u,a os pro4le,as educacionais de u,a sociedade de ,assas se tornara, tão a*udos, e e, nenhu, outro lu*ar as teorias ,ais ,odernas no ca,J FF!

po da Peda*o*ia 0ora, aceitas tão servil e indiscri,inada,ente. Desse ,odo, a crise na educa/ão a,ericana, de u, lado, anuncia a 4ancarrota da educa/ão pro*ressiva e, de outro, apresen,ta u, pro4le,a i,ensa,ente di0Icil por ter sur*ido so4 as condi/Mes de u,a s&ciedade de ,assas e e, resposta Ks suas e1i*6ncias. A esse respeito, deve,os ter e, ,ente u, outro 0ator ,ais *eral 5ue, ) certo, não provocou a crise, ,as 5ue a a*ravou e, notHvel intensidade, e 5ue ) o papel sin*ular 5ue o conceito de i*ualdade dese,penha e se,pre dese,penhou na vida a,ericana. HH nisso ,uito ,ais 5ue a i*ualdade perante a lei, ,ais, ta,4),, 5ue o nivela,ento das distin/Mes de classe, e ,ais ainda 5ue o e1presso na 0rase .i*ualdade de oportunidades., e,4ora estZ tenha u,a ,aior i,portNncia e, nosso conte1to, dado 5ue, no ,odo de ver a,ericano, o direito K educa/ão ) u, dos inalienHveis direitos cIvicos. Este >lti,o 0oi decisivo para a estrutura do siste,a de escolas p>4licas, por5uanto escolas secundHrias, no sentido europeu, constitue, e1ce/Mes. #o,o a 0re5:6ncia escolar o4ri*atLria se estende K idade de de2esseis anos, toda crian/a deve che*ar ao. col)*io, e o col)*io ) portanto, 4asica,ente, u,a esp)cie de continua/ão da escola pri,Hria. E, conse5:6ncia dessa aus6ncia de u,a escola secundHria, a prepara/ão para o curso superior te, 5ue ser proporcionada pelos prLprios cursos superiores, cu3os currIculos padece,, por isso, de u,a so4recar*a crQnica, a 5ual a0eta por sua ve2 a 5ualidade do tra4alho ali reali2ado. PoderJseJla talve2 pensar, K pri,eira vista, 5ue essa ano,alia pertence K prLpria nature2a de u,a sociedade de ,assas na 5ual a educa/ão não ) ,ais u, privil)*io das classes a4astadas. ',a vista d+olhos+ na $n*laterra, onde, co,o todos sa4e,, a educa/ão secundHria ta,4), 0oi posta K disposi/ão, e, anos recentes, de todas as classes da popula/ão, ,ostrarH 5ue não ) isso +T 5ue ocorre. bH, ao 0i, da escola pri,Hria, tendo os estudantes a idade de on2e anos, instituiuse o te,Ivel e1a,e 5ue eli,ina 5uase 1Tn dos escolares 5uali0icados para instru/ão superior. % ri*or dessa sele/ão. não 0oi aceito, ,es,o na $n*laterra, se, protestosB na A,)rica, ele si,ples,ente teria sido i,J FFG

possIvel. % 5ue ) intentado na $n*laterra ) a .,eritocracia., 5ue ) o4via,ente ,ais u,a ve2 o esta4eleci,ento de u,a oli*ar5uia, dessa ve2 não de ri5ue2a ou de nasci,ento, ,as de talento. Uas isso si*ni0ica, ,es,o 5ue o povo in*l6s não este3a inteira,ente esclarecido a respeito, 5ue, ,es,o so4 u, *overno socialista, o paIs continuarH a ser *overnado co,o o te, sido desde te,pos i,e,oriais, isto ), ne, co,o ,onar5uia ne, co,o de,ocracia, por), co,p oli*ar5uia ou aristocracia J a >lti,a, caso se ad,ita o ponto de vista de 5ue os ,ais dotados são ta,4), os ,elhores, o 5ue não ) de ,odo al*u, u,a certe2a. Na A,)rica, u,a divisão 5uase 0Isica dessa esp)cie entre crian/as ,uito dotadas e pouco dotadas seria considerada intolerHvel. A ,eritocracia contradi2, tanto 5uanto 5ual5uer outra oli*ar5uia, o princIpio da i*ualdade 5ue re*e u,a de,ocracia i*ualitHria. Assi,, o 5ue to,a a crise educacional na A,)rica tão particular,ente a*uda ) o te,pera,ento polItico do paIs, 5ue espontanea,ente pele3a para i*ualar Fu apa*ar tanto 5uanto possIvel as di0eren/as entre 3ovens e velhos, entre dotados e pouco dotados, entre crian/as e adultos e, particular,ente, entre alunos e pro0essores. ( L4vio 5ue u, nivela,ento desse tipo sL pode ser e0etiva,ente consu,ado Ks custas da autoridade do ,estre ou Ks e1pensas da5uele 5ue ) ,ais dotado, dentre os estudantes. Entretanto, Z i*ual,ente L4vio, pelo ,enos a 5ual5uer pessoa 5ue tenha tido al*u, contato co, o siste,a educacional a,ericano, 5ue essa di0iculdade, enrai2ada na atitude polItica do paIs, possui ta,4), *randes vanta*ens, não apenas de tipo hu,ano ,as ta,4), educacional,ente 0alandoB .e, iMdo caso, esses 0atores *erais não pode, e1plicar a crise e, 5ue nos encontra,os presente,ente, e ta,pouco 3usti0ica, as ,edidas 5ue a precipitara,. 11 Essas desastrosas ,edi5as pode, ser re,ontadas es5ue,atica,ente a tr6s pressupostos 4Hsicos, todos ,aisrdo 5ue 0a,iliares. . % pri,eiro ) o de 5ue e1iste FF

ente nulasB ela não se encontra .pulsão e1ternosB as crian/as são pura e si. autQno. Assi.a pessoa 5ue.a sociedade 0or.uito . u. con0ronto co.aioria. a4soluta superioridade so4re ela. Ele apenas pode di2erlhe 5ue 0a/a a5uilo 5ue lhe a*rada e depois evitar 5ue o pior aconte/a.a luta 4e. São elas.ente.os e 5ue se deve.ples. por de0ini/ão irre. ou 3o*adas a si F?T . da ess6ncia desse pri.as no co. indivIduo isolado.ultanea.ente o 5ue 0a2er e o 5ue não 0a2er repousa no prLprio *rupo de crian/as J e isso. entre outras conse5:6ncias. *rupo de crian/as. E ) assi. .ais 0orte e tirNnica do 5ue a .pre consideravel. todo caso.. *rupo.ais terrIvel e verdadeira.eios de co.anciparJse da autoridade dos adultos.es.ais crian/as.. a solidariedade das de. 5ue o adulto se acha i.a autoridade . de sua prLpria classeB e.o 5uando ela não ) sustentada por .ada entre crian/as. suspensas.ente incapa2es de 0a26Jlo. e. di2er.4ate a 5ue. no entanto. e.es.a . são assi. ) verdade.ediHvel. contar co.o 5ue este se3a u. . %s adultos aI estão apenas para au1iliar esse *overno. A autoridade de u. na .edida do po`BsIvel. per.ente .inoria de u. a crian/a não 0oi li4ertada. 5ue ) a tirania da . *era u. conta so.ente tirNnica. Poucas pessoas adultas são capa2es de suportar u. sua situa/ão. ela. pior 5ue antes.er*entes do 0ato de 5ue pessoas de todas as idades se encontra.undo. ao e. As rela/Mes reais e nor.a situa/ão dessas. &uanto K crian/a no *rupo. as chances desta de se. o resultado 0oi sere. 4anidas do . . . e si. natural. E.u. as crian/as.undo da crian/a e u. u. encontraJse na posi/ão.. desi*ual co.os do ponto de vista da crian/a individual. su3eita a u. Se a olhar. . pode. a a4soluta .ais severa autoridade de u. por assi. e não a crian/a individual. ) 4e.undo dos adultos. contato co. re4elar ou 0a2er 5ual5uer coisa por conta prLpria são pratica.potente ante a crian/a individual e se.pre si.ais e.eiro pressuposto 4Hsico levar e.ente o *rupo. ) se.. te. isto ). de u. ve2 disso. A autorZdade 5ue di2 Ks crian/as individual.ais entre crian/as e adultos.itir 5ue elas *overne.ente reunidas no . se.a situa/ão e.aioria dos outros.

não pode. escapar para nenhu. $sso 5uer di2er. se3a dada a isso a 0or. disso. o el`Gino. ) u.os.4).e. estH natural. o pro0essor nãoJautoritHrio. outro .ente li*ada a u.ancipar inteira. ne*li*encia.ente *rave da 0or.at)rias. essa pressão tende a ser ou o con0or. suas prLprias .ais e1istir.Inio de 5ual5uer assunto particular. e do 5ual não pode.ente ) u. ho. nosso conte1to.ais e0ica2. 5ue *ostaria de se a4ster de todos os .ento.a . passo K 0rente de sua classe e.o ou a delin5:6ncia 3uvenil.4os.a da auZoridade do pro0essor. e não no do.es. . 5ue não apenas os estudantes são e0etiva. ou entre*ues K tirania de seu prLprio *rupo. conheci. contra o 5ual. sua prLpria autoridade. co. co.es. '. crian/as.a. a ver co.ente da . % se*undo pressuposto 4Hsico 5ue veio K tona na presente crise te.at)ria e0etiva a ser ensinada.ente nos col)*ios p>4licos.a.os.is.istura de a. 5ue a 0onte . não pode . u.ouJse e. ela resultou nas >lti. 5ue pode si. por sua ve2.pulsão por ser capa2 de con0iar apenas e.a ci6ncia do ensino e. não ) . se re4elar.at)ria.undo por lhes ter sido 4arrado o .a/ão ) no ensino.undo . Al). #ontudo. ar*u.a 5ue se 5ueira. u.o o pro0essor não precisa conhecer sua prLpria .as. *eral a ponto de se e. e 0re5:ente. A rea/ão das crian/as a.ples. sa4e .a. da Psicolo*ia . inti. Dessa 0or. pro0essor. por sere..ente ensinalB+ 5ual5uer coisaB sua 0or. a Peda*o*ia trans0or..)rica.oderna acerca da aprendi2a*e. So4 a in0lu6ncia.as d)cadas e.entar.ais le*Iti. por sua superiLridHde nu. u. o pernicioso papel 5ue representa.ente a4andonados a seus prLprios recursos.ples. cpntra o 5ual.ais 5ue nLs . pensavaJse.oderno de0endeu durante s)culos e 5ue encontrou e1pressão conceitual sisJ F?1 . #o..a t)oria .)todos de co.ais e pode 0a2er .ente. $Ião raro acontece encontrarJse apenas u.o. Essa atitude.o a pessoa 5ue. na crise atual a Peda*o*ia e as escolaB de pro0essores sL se tornou possIvel devido a u.ente a aplica/ão do terceiro pressuposto 4Hsico e. Era .atis.a/ão dos pro0essores e. pressuposto 5ue o .undo dos adultos. pressuposto 4Hsico acerca da aprendi2a*e.oderna e dos princIpios do Pra*. particular.uito si.o lo*o vere. elas não pode.ento e1tre.as ta.

da distin/ão entre 4rin5uedo e tra4alho J e. 0or/ando a crian/a K u. essa descri/ão ) 0alha.a cone1ão entre essas duas coisas J a su4stitui/ão da aprendi2a*e.ente pelo ensino de lIn*uas: a crian/a deve aprender 0alando.a atitude de passividade.as. de inculcar u. % 4rincar era visto co.a . Esse pressuposto 4Hsico ). auto.ento.H5uina de escrever. Entretanto.portNncia toda especial K dilui/ão. % . So. 5ue a crian/a ad5uirisse os pr)Jre5uisitos nor.at)ria 0oi o dese3o de levHJlo ao e1ercIcio contInuo da atividade de aprendi2a*e.ais vIvido e apropriado de co.os.es. co.ediante o 4rin5uedo 0a2 3usti/a a essa vivacidade. . de.Hria 5uanto L4via: consiste e.o o sa4er ) produ2ido..Inio 5ue tenha o pro0essor de sua .eiro.a ha4ilidade.Htica no Pra*.atis. A inten/ão consciente não era a de ensinar conheci. ar*u.o o . 0avor do pri. por ser a >nica 0or.a/ão de institui/Mes de ensino e.ente de sua e1ist6ncia en5uanto crian/a. não apenas por e1a*erar o4via. .otivo por 5ue não 0oi atri4uIda nenhu.a de atividade 5ue 4rota espontanea. de viver. o4ri*avaJa a a4rir .o ter 61ito co.edida do possIvel. .odo .a esp)cie de trans0or.portNncia ao do. estH no 4rin5uedoB a aprendi2a*e. o 5ue ) .ais de u.te.Lvel ou a utili2ar u. ao inv)s disso.preender a5uilo 5ue nLs . o aprendi2ado pelo 0a2er.ão de s>a prLpria iniciativa l>dica. na . outras pessoas e ser popular. nesse processo.a i. levada tão lon*e 5uanto possIvel.ais i.ente co. pelo 0a2er e do tra4alho pelo 4rincar J pode ser ilustrada direta.arte. . se atri4uiu i. A Inti. co.porta. institui/Mes vocacionais 5ue tivera.as si. F?F .portante para a . incapa2es de 0a2er co.o. 5uanto 0ora.undo.itisse. tanto 61ito e. de tal . e o resultado 0oi u. ensinar a diri*ir u.ente co. su4stituir.onstrasse constante.conheci. co. A atividade caracterIstica da crian/a.o. conta co. no sentido anti*o.ente o 5ue pode ser aprendido .ento petri0icado. currIculo padrão.os 0i2e.o se di2ia.o por não levar e. e sua aplica/Zo K +educa/ão ) tão pri. o de 5ue sL ) possIvel conhecer e co. o 0ito de a)larar u. pensavaJse.entos.odo 5ue ele não trans..ento da crian/a no . ou.

era e1ist6ncia. 0avor da .o 5ue ao 4rincar e na continuidade ininterrupta da .edida e.4). A5uilo 5ue.4iente de lIn*ua estran*eira J.HJlo inteira.ente ad5uirido de tra4alhar e de não 4rincar. e por5ue oculta ao .ente da . 5ue este pode ser cha. planos de u. e não pelo estudo da *ra. . Se3a 5ual 0or a cone1ão entre 0a2er e aprender. da crian/a.porHria.po o 0ato de 5ue a crian/a ) u. .o te. so. autoridadeB o .ento natural entre adultos e crian/as.ento. o hH4ito *radual.ar todo o siste. o 5ual. autono.antida arti0icial. resulta do reconheci.o.a prepara/ão para a condi/ão adulta.eiro pressuposto 4Hsico.a . Ta. por e1cel6ncia.ado de u. aprendeu sua prLpria lIn*ua: co. a5ui.a i. ) e1tinto e.ensa a.undo dos adultos e. consiste do ensino e da aprendi2a*e.ente. Ao 0a26Jlo. deve aprender u.ente claro 5ue esse processo tenta consciente. Se.a educacional.ais 5ue u..odo de aprendi2a*e. e 5ual5uer 5ue se3a a valide2 da 0Lr.undo da in0Nncia. na .encionar a 5uestão de sa4er se isso ) possIvel ou não J ) possIvel.ente 5uando se pode .undo. cQ. tende a tornar a4soluto o .eira in0Nncia.es.es.ia do .undo da in0Nncia e1ata. u. deveria preparar a crian/a para o .ula pra*. entre outras coisas.a desesperada tentativa de re0or.Htica. ela ) e1cluIda do .undo. e. tecnolo*ia J não ) .Htica e da sinta1eB e.ais velha o .undo dos adultos.pido drlrante as horas de F?? . de 5ue a in0Nncia ) u. de trans0or.anter a crian/a. ser hu. outras palavras.aneira co. ou se3a.itada. 5uando criancinha. escala li.ento do carHter destrutivo desses pressupostos 4Hsicos e de u.o o4serva.os no caso do pri.plia/ão das 0acilidades de educa/ão nas #i6ncias FIsicas e e.a restaura/ão: 7o ensino serH condu2ido de novo. ou se3a. desenvoZvi. Essa reten/ão da crian/a ) arti0icial por5ue e1tin*ue o relaciona. 0a2endo.ente no seu prLprio .anter a crian/a .ente . so4 o prete1to de respeitar a independ6ncia da crian/a. o dia todo no a.&rin5uedo deverH ser interro. A atual crise.isto ). lIn*ua estranha da .a etapa te. ) per0eita. na A.ano e.aneira co. o 5ue se estH procurando de 0ato J e1ceto 5uanto aos.)rica.ais possIvel ao nIvel da pri. sua aplica/ão K educa/ão. ao .

otivos reais para 5ue..ais per. se pudesse. estado de vir a ser. ne*li*entes para co. aca4ados. contradi/ão tão 0la*rante co. de aprender al. Esses rec). &uais 0ora.anece tal 5ual ). isto ). para os conheci. toda civili2a/ão. .anaR #o. . 5ue estão ainda e. se*undo lu*ar.pMe a toda sociedade hu.o ) possIvel re0or. por 0i. por).portante. al).a crise na educa/ão e.os tenha. a se*unda 5uestão.as propostas.ente norteJ a..ais i. Assi..4ora talve2 a lon*o pra2o ainda . co. nos ocupar a5ui.Jche*ados. 5ue ^a. F?< . u.porta para nossa ar*u.anos.undo .pouco a 5uestão . da vinda de novos seres hu.oderno e de sua crise 5ue e0etiva. discussão e são de interesse pura. sensoR E.os aprender dessa crise acerca da ess6ncia da educa/ão J não no sentido de 5ue se.ente atrav)s do nasci. se renova continua. de trans0or. de co. A educa/ão estH entre as atividades . Não discutirei ta. e.es.ar os atuais +currIculos dos pro0essores de .e/are.odo a preparHJlas para as e1i*6ncias inteira. o 5ue pode.adoB a 6n0ase serH deslocada das ha4ilidades e1tracurriculares .odo 5ue eles . dos erros.o. % 5ue i.ento.o ocorre no presente caso.ana.a crise e u. e o tra4alho s)rio reto. não se acha.His t)cnica.es.o se não re0letisse.ente novas do .oderna.pre se pode aprender. e. so4re a o4ri*a/ão 5ue a e1ist6ncia de crian/as i.entares de todos os paIses de .a dupla 5uestão. as crian/as.undo de ho3e.ular os currIculos de escolas secundHrias e ele.penha e.entos prescritos no currIculoB 0alaJse .aula. o 5ue não se deve 0a2er.as si. Essas re0or. 111 '.*o antes de+ se convertere. 5ual5uer ocasião ori*inaria s)ria preocupa/ão. o 4o.es. disso. na crise educacional. di2er e 0a2er coisas e. durante d)cadas.as e. .ais ele. os aspectos do . 5uais são os . re0letindo so4re o papel 5ue a educa/ão dese.el1te se revelara. u.ais *erais na sociedade .a insta4ilidade . não precisa.os co. ou se3a.enta/ão ) u.ericano. a crian/a.entares e necessHrias da sociedade hu.

odo al*u. p lu*ar tradicional dH crian/a ) a 0a.anos.o . cu3os . 0or.as si. novo ser hu.undo 5ue lhe ) estranho e se encontra e.ento.ento e na prHtica do viver 5ue todos os ani.ediante a concep/ão e o nasci. . a vida.ento. ser hu. o .4). ta. entrar e. . Uas a crian/a sL ) nova e.Ilia.es. a preserva/ão da vida e do treina. de outro.ento co. processo de 0or.a.ento da crian/a e pela continuidade do . processo de 0or.undo. Por). .o43eto da educa/ão.odo 5ue u. certo sentido contra o .ento. de u. Esse duplo aspecto não ) de . a educa/ão seria apenas u.orte e no 5ual transcorrerH sua vida.o.aneira al*u. o . u.e.undo. e.undo necessita de prote/ão.ultanea. .e. da preocupa/ão para co. rela/ão a u. Eles assu.undo. *ato e.undo: a crian/a re5uer cuidado e prote/ão especiais para 5ue nada de destrutivo lhe aconte/a de parte do . duplo relaciona. 5ue continuarH apLs sua .a/ãoB ) u.es.undo. ser hu.a/ão.undo.ais assu. contudo.ento da crian/a voltaJse e. processo de 0or. do . A responsa4ilidade pelo desenvolvi.ente reto. não apenas trou1era. E1T . u.a 0un/ão da vida e não teria 5ue consistir e.undo 5ue e1istia antes dela.B co.se recolhe. e0eito pode. seus 0ilhos K vida . si.a/ão.aisB corresponde a .a evidente por si .undo hu.ano e.ano e ) u. possui para o educador u. na educa/ão a responsa4ilidade. para 5ue não se3a derru4ado e destruIdo pelo ass)dio dp novo 5ue irro.ples. Essas 5uatro paredes.a criatura viva ainda não concluIda. duplo aspecto: ) nova e. pela vida e des)nvolvi. Por precisar ser pr te*ida do . coincide. lado. A crian/a partilha o estado de vir a ser co. respeito K vida e seu desenvolvi. K se*uran/a da vida privada entre 5uatro pKredes.Jche*ado nesse .undo e1terior e . todas as coisas vivasB co. *atinho ) u.pe so4re ele a cada nova *era/ão.as de vida ani. Z %s pais hu. e.4ros adultos diaria. Essas duas responsa4ilidades de . rela/ão a seus 0ilhos. nHda al).ano e.ano. e co.u. entre as 5uais a vida 0a3Jniliar privada F?E . Se a crian/a não 0osse u.e. .a/ão.es.ente u. a crian/a ) u. o relaciona. e não se aplica Ks 0or. aL .>tuo con0lito.ente os introdu2ira. por). rec).po.o te. .

pois F?= . a prote/ão da inti. sua 5ualidade vital ) destruIda.a u. lu*ar se*uro onde possa. se.idade e da se*uran/a.undo. . e não apenas a vida ve*etativa. e.ais u. a todos.não lhe pode dar aten/ão.undo p>4lico.edida e. inundando tudo nas vidas privadas dos i. tanta 0re5:6ncia a crian/as de pais 0a.und*.ento e cresci. conta o 0ato de 5ue esta não ) u.undo se. ainda não aca4ados J são assi.ente e.es. Parece L4vio 5ue a educa/ão . pode ser o .oderna. constitui u.er*e das trevas. isto ). por). o tra4alho de nossas . por . .u. so4retudo nas condi/Mes de ho3e. seres hu.a vida p>4lica real e de 5ue toda a e. as pessoas são levadas e.a esp)cie de vida p>4lica.ente a . . Elas encerra.presa ) de certa 0or.4).. No .B por). #ontudo. *eral. levar a4soluta.o assi. e ela deve `ler oculta e prote*ida do . u. Entre esses *rupos de i*uais sur*e então u.anos e.ais 0orte 5ue se3a sua tend6ncia natural a orientarJse para a lu2.anente.das pessoas ) vivida.anece o 0ato de 5ue as crian/as isto ). Esse. so4retudo. % .ente estranho 5ue tal dano ao desenvolvi. por). co.aneira 5ue as crian/as não t6.es. per.undo e.ente e1posta ao . se. 5ue cada pessoa contri4ui para co.ento vitais.undo . lu*ar se*uro.a coisa viva pode .a penetra as 5uatro paredes e invade seu espa/o privado.undo Ri4lico.oderna.a/ão.undo co. processo de 0or.osos não dão e. 5ue procura esta4elecer u.placHvel dZ .u. e0eito.edrar.ãos co. 0or/adas a se e1por K lu2 da e1ist6ncia p>4lica.otivo por 5ue co.a 0raude. e. esp)cie de . e1ata.plicados. $sso ) verdade não so.ento da crian/a se3a o resultado da educa/ão . o .undo. precisa da se*uran/a da escuridão para poder crescer.ente para a vida da in0Nncia.o al*o real. na . ta. 4oa coisa. de tal .a destrui/ão do espa/o vivo real toda ve2 5ue se tenta 0a2er das prLprias crian/as u. tra2endo consi*o. A 0a. chocaJnos co. contra o aspecto p>4lico do+ . escudo contra o . Tudo 5ue vive.as para a vida hu. o tra4alho. a vida 5ua vida não interessa aI. %corre. L 5ue nenhu. e assi.undo de crian/as. co. . crescer. e. o clarão i. conta.ana e. Toda ve2 5ue esta ) per. destrLi as condi/Mes necessHrias ao desenvolvi.

supre. acarretar necessaria. ida e. u. contraste co.ancipa/ão 0ora.undo adulto.o 5ue si*ni0icara u. 5ue preenche.Ilia.ento da privatividade.ente tra4aJ F?! .o pessoas.ente para a vida da crian/a. e a5uk& . direta.oderna desde o inIcio dos te. sua preserva/ão e enri5ueci.)todos do passado por não levare. . de . o seu aspecto p>4lico.es.o pMde então acontecer 5ue as . lo*o apLs se ter che*ado K conclusão de 5ue o erro e. caracterIsticos da sociedade .ente i*noradasR #o.os a sere.e/are.ais 5ue 5ual5uer outra coisa. caracteri2ava o . . consci6ncia das conse5:6ncias 5ue deveria.o pQde acontecer 5ue se e1pusesse a crian/a K5uilo 5ue. #o. considera/ão a nature2a Inti.esta sustentava 5ue seu >nico propLsito era servir a crian/a.anho redu2idoR % .entares condi/Mes de vida necessHrias ao cresci.a da crian/a e suas necessidades. u. ao co. .undo p>4lico e sua rela/ão . co. se. isto ).ente tarde a . adulto e.ente e. a educa/ãoB deve antes ser procurado nos 3uI2os e preconceitos acerca da nature2a da vida privada e do . su0iciente.ais 5ue u.ulheres. :0: u. ta. aceitara. todos os s)culos anteriores. . não co.a peculiaridade de nossa sociedade.ancipou essa vida e todas as atividades envolvidas e.o o 4e.undo p>4lico. %s >lti.otivo desse estranho estado de coisas nada te.% S)culo da #rian/a.ento e desenvolvi.os.a vq:rdadeira li4era/ão para os tra4alhadores e . re4elandoJse contra os .as na .otivo. se. considerar a vida.os le.a coisa necessHria. despre2adas ou si.ples. e1pondoJa K lu2 do .es.a 0un/ão necessHria no processo vital da sociedade.undo adulto. d>vida.odo al*u. a vida terrena dos indivIduos e da 0a.. co.>tua. co. :0: esse o sentido real da e.o não sendo .ento do oculta.ancipar a crian/a e li4erHJla dos padrMes ori*inHrios de u.edida e.oderni2ar a educa/ão.o postulados evidentes por si .pos .o pode. e. toda a educa/ão passada 0ora ver a crian/a co. as crian/as.ulheres J pois eles não erandl so.ento da crian/a 0osse.oB por esse . co. relativa.ais ele.ente. a0etados por esse processo de e.ancipa/ão dos tra4alhadores e das .odernos e 5ue os educadores. ela e. a ver.4rar.

u. pelo Estado. tendo portanto direito ao .aneira esperada. se. . o . Por . 5ue se3a possIvel a transi/ão.os entre o do.. lo*rado 61ito e. a escola não ) de . . entre o 5ue so.a es0era social na 5ual o privado ) trans0or.4). . e sere.over o 4e.ais *raves 5ue possa. ser essas viola/Mes das condi/Mes para o cresci. responsa4ilidade das escolasB co. 5ue pede. por).Jche*ado e Z 0orKsteiro.Ilia para o .ento.as ta.undo pela pri.undo co.as não e1clusiva..undo.ples 0ato da vida e do cresci.ento para 5ue não ha3a dist>r4ios e.ulheres.pleta. pro.ais di0Iceis torna as coisas para suas crian/as. ) certo 5ue elas não 0ora.oderna 0oi o 4e. a institui/ão 5ue interpo.Jestar da crian/a. p>4lico e viceJversa.undo e não deve 0in*ir s6JlaB ela ).ente e a5uilo 5ue precisa ser e1i4ido a todos K plena lu2 do . 5uanto .ado e..Jestar da .ento vital. ve2 disso. e.undo p>4lico. e.ente. a 0alar e sere. A situa/ão ) inteira. No entanto.. K pessoa 3ove.lhadores e .po ) o pro4le. a vere. isto ).)rica atual. de todo intencionaisB o o43etivo central de todos os es0or/os da educa/ão . de al*u. o 0ito de 0a2er co.Ilia. por nature2a. 5ue o si. e o 0racasso neste ca.odo al*u.undo 3H e1istente e 5ue não conhece.a 0or. ..ais ela introdu2 entre o privado e o p>4lico u.ento prepondera so4re o 0ator personalidade. A5ui.a. isto ).al.enos verdadeiro caso os es0or/os 0eitos ne. 0ato esse 5ue evidente.+ vistos. ao rec). e si.ais ur*ente da A.ente diversa na es0era das tare0as educacionais não . .a .ente. o co.ente a sociedade . rela/ão K crianJ F?G .pre tenha. Z sua al/ada o ensino e a aprendi2a*e. nascido e.ente não se torna ..pareci. &uanto . seu a.eira ve2 atrav)s da escola. o .ente pode vice3ar enco4erta. 5ue ainda estão no estH*io e.ente a crian/a ) introdu2ida ao .ais co.undo p>4lico. Tais tare0as são 4asica.Inio privado do lar e o . da 0a.ente.pete. ouvidos J constituiu a4andono e trai/ão no caso das crian/as. a se*uran/a do oculta.ento não ) e1i*ido pela 0a. pessoas. e assi. a crian/a. % 5ue 3a2 na 4ase dissoR Nor.oderna re3eita a distin/ão entre a5uilo 5ue ) particular e a5uilo 5ue ) p>4lico.undo p>4lico. ou se3a.adureci.ais diri*idas para.

conhecer 78 .undo. os adultos assu. sL 5ue. todo caso.a ve2 u.ir a responsa4ilidade. virtude da 5ual ele não ) apenas u. sua educa/ão.ais u.o por a5uiloJ 5ue *eral.undo.undo e. cresci. e ) preciso proi4iJla de to.ar parte e.ento co.ento de 5ualidades e talentos pessoais. rela/ão ao . por).undo. essa não ) tanto a responsa4ilidade pelo 4e.e por este . certo sentido o .e a 0or.ente deno.undo pelo 5ual deve assu. deveJse introdu2iJla aos pou/os a eleB na . todavia.es. o educador estH a5ui e.4ora não se3a ainda o .aior 5ue se3a. ) a sin*ularidade 5ue distin*ue cada ser hu.ente possa 5uerer 5ue ele 0osse di0erente do 5ue ). 5ue ela ) nova.edida e. . co. o .o se ele 0osse u. a*ora./a. e.undo e ser capa2 de instruir os outros acerca deste. contInua .e.o representante de u. 0orasteiro no .ente aos educadoresB ela estH i. F? . A autoridade do educador e as 5uali0ica/Mes do pro0essor não são a .undo assu.posta ar4itraria. nunca en*endra por si sL autoridade.J estar vital de u. do ponto de vista *eral e essencial. 0a.undo. Na educa/ão. a 5ualidade e. ) co.4ora não o tenha 0eito e ainda 5ue secreta ou a4erta.undo co.edida e. e.as al*u. a escola representa e.o ele ).a de autoridade.udan/a. Essa responsa4ilidade não ) i.undo. deveJse+ cuidar para 5ue essa coisa nova che*ue K 0rui/ão e. d>vida.4ora certa 5uali0ica/ão se3a indispensHvel para a autoridade.undo não deveria ter crian/as. por . 5ue a crian/a não te.ais. Face K crian/a. $sto. a 5uali0ica/ão. Na . E. sua autoridade se assenta na responsa4ilidade 5ue ele assu.iliaridade co. se. Nessa etapa da educa/ão.plIcita no 0ato de 5ue os 3ovens são introdu2idos por adultos e.os de livre desenvolvi. .ir a responsa4ilidade coletiva pelo . essa responsa4ilidade pelo . A 5uali0ica/ão do pro0essor consiste e. E.undo de 0ato. rela/ão ao 3ove. .ina. . representante de todos os ha4itantes adultos. u.ais esteve aI antes.a responsa4ilidade pela crian/a.ano de todos os de. apontando os detalhes e di2endo K crian/a: J $sso ) o nosso .a coisa 5ue 3a.a coisa e. &ual5uer pessoa 5ue se recuse a assu.a coisa.

&ual5uer 5ue se3a nossa atitude pessoal 0ace a este pro4lelTaa.Ilia e da escola.ais au. Na educa/ão. não pode haver tal a^tt 4i*:idade 0ace K perda hodierna de autoridade. hH u.o as coisas anda. este3a.undo.ir a responsa4ilidade por tudo o .undo e seus recla.a . ou.ida carente de li4erta/ão tenha sido e0etiva. Uas isso pode ta. 5ue as pessoas não 5uere.ente si*ni0ica. ho3e e.uitas ve2es.ais radical se torna a descon0ian/a 0ace K autoridade na es0era p>4lica.o esse a4surdo trata. . a proJ F<T .: sa4e. natural. si. si.ultanea e ine1tricavel.ente su4. dia co.4). contudo.ente pode si*ni0icar u.os todos co.undo estH sendo re3eitada.penha.es. se e1i3a de todos u. sendo consciente ou inconsciente.penha u. a autoridade ou não representa . Ao re.4ora . AZ crian/as não pode. papel e t6.ir a responsa4ilidade pelo .o.Puis 4e. as crian/as.oderna.4itos privados e pr)JpolIticos da 0a.ais nada J pois a viol6ncia e o terror e1ercidos pelos paIses totalitHrios evidente.a coisa: 5ue os adultos se recusa. e isso so. $sso. A autoridade 0oi recusada pelos adultos. . e.a i*ual responsa4ilidade pelo ru. . Não resta d>vida de 5ue.os de orde. diante.ento das crian/as co.ente.4as as inten/Mes dese. a responsa4ilidade pelo curso das coisas no .ente contestado.o u.a cone1ão entre a perda de autoridade na vida p>4lica e polItica e nos N. o ato de assu. na perda . .a .o se estivesse.a e1istiu ela esteve associada co.ples.H1i. pode ser 5ue isso si*ni0i5ue 5ue. co.os a autoridade da vida polItica e p>4lica.ente repudiadosB toda e 5ual5uer responsa4ilidade pelo . dese. u. se3a a responsa4ilidade de dar ordens.enta.inoria opri. . ao contrHrio. de a*ora e.ais e1i*ir ou con0iar a nin*u). a.ais. a assu. so4 a opressão de u.oderna da autoridade. ess6ncia.over.etido a prova na prHtica educacional .undo ao 5ual trou1era. papel alta. pois se.aioria adulta J e. se3a a de o4edec6Jlas.ente. autoridade J.ente nada t6. respeito K autoridade.o do .ente. si*ni0icar 5ue as e1i*6ncias do . a ver co. &uanto . derru4ar a autoridade educacional.pre 5ue a autoridade le*Iti. na vida p>4lica e polItica.undo. Evidente. tra4alhado+ 3untas. ) L4vio 5ue. no .

ente decisivo. rela/ão Ks crian/as.ento polItico tradicional J 5ue a perda de autoridade iniciada na es0era polItica deva ter.e.aior intensidade.ais poderia e1istir entre adultos e 5ue. . E. são .uito a salvo e. HH o 0ato adicional.a.ir.os . a considerar a autoridade dos pais so4re os 0ilhos e de pro0essores so4re alunos co. u. A perda *eral de autoridade. u.odelo.odelo da cria/ão dos 0ilhos.ana. 9oc6 deve. 5ue con0ere tão e1traordinHria a. tentar entender isso do 3eito 5ue pudere.oderna da educa/ão se 0a/a sentir co.es. 5ue a autoridade parecia ser ditada pela prLpria nature2a e independer de todas as .uito provavel. por outro lado.ente te.=oluta 5ue 3a.eira ve2. 5ue pode ser encontrado 3H e. da nature2a da atual crise de autoridade e da nature2a de nosso pensa. .a J isto ). % ho.ais radical do 5ue sua intrusão na es0era pr)JpolItica. \ 3usta.os.)rica. \ co. não poderia encontrar e1pressão . todos os dias: J Nesse . 5ue sua recusa a assu. 4aseiaJse e.ento polItico. para seu des*osto co. ao se*uir o .oderno.porHria. Decorre da nature2a do pro4le. de 5ue hH te. o estado de coisas. tornandoJse. do ponto de vista da di*nidade hu.4).inar na es0era privadaB o4via.o as rela/Mes entre *overnantes e *overnados.ente tal . .o nLs não esta.a e1pressão . pois.)dio se co.ist)rios par anLs. Ele se 4aseia so4retudo e. a responsa4ilidade por tudo isso. todo F<1 . .odelo por cu3o inter. o . se3a onde a crise .preendia a autoridade polItica. a A. e. não poderia encontrar nenhu. isto ).porHrias J co.undo. 5ue a autoridade polItica 0oi solapada pela pri. nã5 deve nunca e1istir.a superioridade pura.ovi. autocontraditLrio 5uando aplicado a rela/Mes 5ue por nature2a não são te.e.o o .o se .e.4i*:idade ao conceito de autoridade e. casaB co. e.entar nele.ane/a incLlu.ais clara para sua insatis0a/ão co. e.4a4ilidade de 5ue a es0era privada não per.undo.ente não ) acidental 5ue o lu*ar e.o se os pais dissesse. nossa tradi/ão de pensa. tudo isso ta.inar. 5uais ha4ilidades do. polItica. de 0ato.B e.pos i.udan/as histLricas e condi/Mes polIticas. se*undo lu*ar. o 5ue sa4er.oriais nos acostu. Platão e AristLteles.a superioridade a4.

ada por este espIrito revolucionHrio.odernas t6. tanto no todo co. E.aldito ter nascido para colocHJlo e. o 5ue a.ais 7T8 .anos deter.ou a A.o ele ). seres hu.anecendo.os e. todos esses co. a ver co.ãos por voc6s. ) irrevo*avel. no sentido de conserva/ão. de evitar .anece vHlido apenas no N. cu3a tare0a ) se.pla pelo . provocando certo *rau de con0usão na discussão do pro4le. pela educa/ão.ais sonhou iniciar a nova orde.4ito da polItica.)ricaB . clare2a.a coisa J a crian/a contra o . o novo contra o velho. não pode senão levar K destrui/ão.% te.plica.undo co. ou . Ues.The ti. ) claro. no .ente 0adado K ruIna pelo te. Essa atitude.entos. a criar a5uilo 5ue ) novo. sinto.ente preservar o status 5uo J.4ito da educa/ão.inados a intervir. conservadora e. continua e1istindo o 0ato in5uestionHvel de 5ue. Uas isso per. As palavras de Ha. procurando so.undo 5ue ) aI assu. 0or. nas rela/Mes entre adultos e crian/as.eio a adultos e co. orde. nada te. ) u.o.a. o .a nova orde. polItica aceitando o .caso..r J são .)rica poses ..o e. o dese3o revolucionHrio de u. e. contradi/ão co.e 5ue o conservadoris. voc6s não t6.a atitude conservadora. J 5ue outrora ani.o a responsa4ilidade a.alJentendidos: pareceJ.)rica 0oi real.os Ks nossas .enos 5ue e1ista.undo contra a crian/a. o velho contra o novo. i*uais. ao contrHrio. visto 5ue o . ela 3a.os inocentes.undo.ento do .po estH 0ora dos ei1os. durante o perIodo e. o direito de e1i*ir satis0a/Mes.uito revolucionHrias.pliou at) certo ponto a di0iculdade de identi0icar a situa/ão co. per.undo Novus %rdo Secloru. .as 5ue se apresenta e. 5ue a A.undo visIvel e. A 0i.pre a4ri*ar e prote*er al*u. assu.undo.ais 5ue isso. 0a2 parte da ess6ncia da atividade educacional. parte. toda parte .a Zociedade de . a alterar.a particular. ) J claro.po. So. F<F . onde a*i.ente radical e desesperada so4 as condi/Mes de u. .elhor. a .ida i.ido J e não sL na A.porta.ente ani.assa. o Ldio .e is out o0 3oint. % cursed spite that ever $ Cas 4orn to set it ri*ht.let: J . lava. Tal atitude conservadora. e não no N.oderno estranha.at)ria educacional. u. PBB verdade 5ue as e1peri6ncias peda*L*icas .a da5uele .

ente di0Icil de atin*ir. ou serH.oda acerca de u.ente e. possa.undo. ) se. ainda 5ue não possa nunca. do ponto de vista da *era/ão se*uinte.Jorde. ad5uirido talve2.ortais e serve de +lar aos . e. % pro4le.ãos . a crise de nossa atitude 0ace ao N. e. por).os se tentar. orde. \ so4re. u.o eles.a valide2 .oderna estH no 0ato de 5ue.ente.o a5uele . ele deve ser. o4soleto e rente K destrui/ão.enos verIdicas para cada nova *era/ão.ortais. os velhos.ente possIvel. suas a/Mes.os se.os ditar sua apar6ncia 0utura.o de conserva/ão e de atitude conservadora se.undo 5ue ou 3H estH 0ora dos+ ei1os ou para aI ca. ) claro.os controlar os novos de tal .po li. e.undo velho.a ) si. HH sLlidas ra2Mes para isso.Ini.. nossos dias. porJe. 5ue. se des*asta.ente não ) possIvel se torna.odo 5ue nLs. (.ente educar de tal .uda. o 5ual a educa/ão si.ente. por . desde o inIcio de nosso s)culo. % .ais estreita cone1ão co. Para preservar o ..ais persuasiva do 5ue antes.odo .ana 4Hsica. corre o risco de tornarse . esse aspecto F<? . A crise da autoridade na educa/ão *uarda a . esta. ) 5ue tudo destruI.inha.4ito do Passado. e.itado.ente.os nossa esperan/a apenas nisso. 4ene0Icio da5uilo 5ue ) novo e revolucionHrio e. ser asse*urado.o.pre educando para u. co. pois ) essa a situa/ão hu.odo di0Icil para o educador arcar co. novo conservadoris.ortais durante te. a despeito de toda a conversa da . . u.Rsica. visto 5ue 0eito por .. continua.ais revolucionHrio 5ue possa ser e.ou .ples.undo ) criado por .pre.undo contra a . posto e. continua.4ora tenha.ortal co. 5ue o .ortalidade de seus criadores e ha4itantes. . continue sendo e0etiva.ente por 4asear. E1ata. N assa esperan/a estH pendente se. +a crise da tradi/ão.pre do novo 5ue cada *era/ão apartaB precisa. cada crian/a ) 5ue a educa/ão precisa ser conservadoraB ela deve preservar essa novidade e introdu2iJla co.ples. e1traordinaria. dado 5ue seus ha4itantes .o al*o novo e. at) . $9 A verdadeira di0iculdade na educa/ão .es.5ue u.

ana ) a idade provectaB 5ue o ho.4ora de .ana. &uando Woethe disse 5ue envelhecer ) . se5uer 0a2er u.odelo.orais 4Hsicas da sociedade co. 5ue a . cada instNncia.odi0icado ou e1tinto pelo #ristianis.ente 0Hcil 0a2er direito as coisas e.ais e1celente 5ualidade hu. na 5ual a educa/ão possui u. e.a . co. respeito e1traordinHrio pelo passado. rela/ão ao . Tudo isso se pMe e.odelo para os vivos. diante.. não 0oi necessHrio to. se.ana 7e.o u. contradi/ão não sL co. da Renascen/a e. a atitude *re*a diante da vida.o u. isto ).anoJcristã.ente ao envelhecer e ao desaparecer *radativa.a isso 0osse verdadeiro para 5ual5uer civili2a/ão.aneira al*u.a 0un/ão polItica 7e esse caso era >nico8..ais caracterIstica de e1ist6ncia. co.o *radativo retirarJse do . envelhecido.oderna.ples.a tradi/ão dessa nature2a.pleto ) o acordo entre o ethos especI0ico do princIpio peda*L*ico e as convic/Mes )ticas e . e.unidade dos . sua o4serva/ão era 0eita no espIrito dos *re*os.ente da co. ainda 5ue. Era da ess6ncia da atitude ro.e.at)ria de educa/ão. atin*e sua 0or.oderna. visto ser 3H 5uase u. e isso não 0oi .as apenas deslocado so4re 0unda. .a pausa para apreciar o 5ue se estH 0a2endo.ortais o ho.ente a*ora ele se pode acercar da e1ist6ncia na 5ual ele serH u. todo.entalidade ro. nosso .o.da crise . .ana teria sido 5ue 3usta. ) de 0ato relativa. portanto. a )poca .entos di0erentes. este3a e. por todo o perIodo da civili2a/ão ro.ediador entre o velho e o novo. de tal .o para a tradi/ão ocidental co. Durante . co.undo das apar6ncias.undo e co.odo 5ue sua prLpria pro0issão lhe e1i*e u. Nas palavras de PolI4io. #ontra o pano de 0undo ina4alado de u.uitos s)culos.plo. pois ) de seu o0Icio servir co.ar consci6ncia dessa 5ualidade particular de si prLprio. e.o.undo das apar6ncias. ou . todo8 considerar o passado 5ua passado co. pois a rever6ncia ante o passado era parte essencial da . educar era si. vias de desaparecerB isto por5ue so.a autoridade para os outros.o u.es. tão co. por e1e. . pode servir de . antepassado.e.cnJ F<< . para os 5uais ser e apar6ncia coincidia. os antepassados.o .plos de conduta para seus descendentesB crer 5ue toda *rande2a 3a2 no 5ue 0oi. A atitude ro.o e1e.

visto não haver li.ente di*nos de vessos antepassados. sendo livres para.os co.es.entar o estranha.pouco si.ais precisa. e a autoridade do .estre arrai*avaJse 0ir. conta esse processo de estranha.4ora talve2 e.oderno. 0or. Tal retrocesso nunca nos levarH a parte al*u. da autoridade.panheiro de luta. apesar disso.a repeti/ão da e1ecu/ão J e.os .o a >lti.ento do . a 5ual5uer .undo .ivel.. ela sL pode au. onde 5uer 5ue a crise ha3a ocorrido no .te . atravessado a vida co. 5ue são ataviadas co. pela autoridade ne.4ora e. tal posi/ãoB não 0a2 .undo . e. não poder esta a4rir .ente co.itir 5ue nos de0ronta.ana interro.ente voltar para trHs. a ca.co. . e ser o4ri*ada. alcance do poder do pensa. ou u.co. u.o 5ue e1traviado do ca.o e autoridade não era.os co. os olhos *rudados no +passado.4). por). e nesse .oderno estH no 0ato de. nesse caso senão dois aspectos da .a palavra e.os a5ui presu.ea/ados de todos os 0lancos.o se apenas nos houv)sse.Htico. #o.os a. processo auto. 0rente.antido F<E .es. nIvel diverso. so4 a >nica condi/ão de não es5uecer. .ples.os at) ad. a .ites Ks possi4ilidades de no/Mes a4surdas e caprichosas.ente e. condu2ir K ruInaB para ser .ento. ci6ncia.a.per e deter tais processos.. $sso 5uer di2er 5ue não se pode.a su4stNncia. Ao considerar os princIpios da educa/ão te.inhar e.. ne.o. Por outro lado.undo pelo 5ual 3H so.os de levar e. Ho3e e.ão ne.es.undoB pode. .pouco . % pro4le.ento e da a/ão hu.panheiro de tra4alho. dia.ister o educador podia ser u.era e irre0letida perseveran/a.os 5ue estH ao.a da educa/ão no .panheiris. % reto. co.a.o não passaria de u. por sua nature2a.e.ente 5ue a crise não en*ol0arH sua es0era particular de vida. se3a pressionando para 0rente a crise. ta.ples.undo 5ue não+ ) estruturado ne.inho certo. e ta.a di0erente. não nos encontra. u..uito sentido a*ir. visto 5ue se rende ao curso do te.o.a situa/ão da 5ual a crise aca4ou de sur*ir.po.ais e.ente na autoridade inclusiva do passado en5uanto tal.ento do . se3a aderindo K rotina 5ue acredita 4onachona. da tradi/ão. e1ceto K . reencontrar o ru.0a2erJvos ver 5ue sois inteira. por ter ta. ir si. sL pode.o se a situa/ão 0osse a .

a de tudo do N. o outro. Ele não visa .ais se deveria per.as não possue. não i.o se elas 0osse.es.uralha a separar as crian/as da co. co. para aplicar e1clusiva. ). $sso si*ni0ica.undo 3unto K nossas crian/as e aos 3ovens.os decisiva. o diplo. e. precisa ter u.undo e co.itado e particular dele.o o . e.possIvel deter.es. .4ito da educa/ão dos de.po F<= . E.ente co. nossa civili2a/ão esse 0inal coincide provavel. 0inal previsIvel. . a pri.inar .o u.ente o N. e. de u. e não instruIJlas na arte de viver.o se não vivesse. #u.o .a atitude radical. de paIs para paIs. u. todos nLs.ais. ao .4ito da vida p>4lica e polItica.adurasB 3a.ente diversa da 5ue *uarda.a re*ra *eral onde a linha li. pois o treina. a aprendi2a*e. a conclusão do curso secundHrio.ente a ele u. por). Na prHtica. todo.ano autQno.. co. e. u. Dado 5ue o .os ter e. não co.ente.preensão 4e.o u.a . tratar crian/as co. 5ue tal linha se tornasse u.coeso pela tradi/ão.a co.ais 5ue elas .Itro0e entre a in0Nncia e a condi/ão adulta recai. E.as.os u.ais a introdu2ir o 3ove.. clara de 5ue a 0un/ão da escola ) ensinar Ks crian/as co.a esp)cie de especiali2a/ão. contudo. cada caso.4ora se.unidade adulta. de indivIduo para indivIduo.undo ). educar adultos ne. estado hu. si .o te.as si. capa2 de viver por suas prLprias leis. respeito K idade. na .undo dos adultos.pre . ao contrHrio da aprendi2a*e. se*undo lu*ar. rela/ão a eles u.porta o 5uanto a vida se3a transcorrida no presente. não devendo recla.edida e.eira conse5:6ncia disso seria u. validade *eral. no .a cole*ial. se*. Ela . e aci.itir.undo co. se.pre tenha al*o a ver co.pre divorciar. Não se pode educar se.os e.es. 5ue vive.a civili2a/ão para outra e ta. 5ue não apenas pro0essores e educadores. . \ i.ar u. a linha tra/ada entre crian/as e adultos deveria si*ni0icar 5ue não se pode ne.a aplica/ão *enerali2ada no .o se a in0Nncia 0osse u.o. conceito de autoridade e u.uda 0re5:ente. A educa/ão.es.ento pro0issional nas universidades ou cursos t)cnicos. entretanto.ente para o passado.undo ) velho.4). para co. deve. voltaJse inevitavel. por). a educa/ão. elas no .ediante u.ento li. não o4stante.a atitude 0ace ao passado 5ue lhe são apropriados .

a educa/ão se.a coisa nova e i. ta.prevista para nLs.ais *erais e e1atos.ente renovado . % 5ue nos di2 respeito. por).uita 0acilidade.a.os ainda .os a responsa4ilidade por ele e. Tudo iso são detalhes particulares. retLrica .ensinarB u.ir. nossa atitude 0ace ao 0ato da natalidade: o 0ato de todos nLs vir. ) va2ia e portanto de*enera. co.os portanto dele*ar K ci6ncia especI0ica da peda*o*ia.os e de ser o . e podeJse aprender durante o dia todo se. \ . aprendi2a*e.undo o 4astante para assu. tal *esto.undo e a4andonHJlas a seus prLprios recursos.. e 5ue não pode.oral e e.ediante o nasci. . ser entre*ues aos especialistas e peda*o*os. educar. preparandoJas e. F<! .4). salvHJlo da ruIna 5ue seria inevitHvel não 0osse a renova/ão e a vinda dos novos e dos 3ovens. contudo.undo ao nascer. anteced6ncia para a tare0a de renovar u.preender al*u.ãos a oportunidade de e. . 5ue na verdade deve.os ao . ter. ve2 disso co.os se a.undo co.. ) a rela/ão entre adultos e crian/as e. co. onde decidi.os o .os nossas crian/as o 4astante para não e1pulsHJlas de nosso . e ta. A educa/ão ) o ponto e.u. A educa/ão ). 5ue decidi.pouco arrancar de suas . para colocHJlo e.ocional.a.os se a. ensinar se.uito 0Hcil..ento.undo constante.+ e. por isso ser educado. ou. *eral.

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