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Filhos do horizonte

Mexe uma pedra, levanta um galho E o que v no galho nem pedra Mas luz a refletir pelas coisas criadas Pois tudo o que h luz condensada E luz que se propaga como a cerrao da ne lina !uiada por risas atravs dos campos infinitos "heios de galhos e pedras E v#s, que sois filhos do horizonte $o devem temer a escurido nem a morte Pois a escurido no h % ausncia de luz E a morte no h % apenas a renovao da vida E alm do horizonte, pelas estrelas da noite &udo o que h so prolas a luzir '#is que vos criaram como pedras Moldadas em fornalhas E a girar pelas estrelas esto ainda outras pedras "ada pedra, um ero potencial de vida "ada vida, um ero potencial de luz E v#s, que sois filhos do horizonte $o devem se inquietar com tal imensido "om sa er de onde vieram tantas pedras e tantos s#is (ra, e no parece # vio) *ieram do horizonte, como v#s+++ Para l anseiam retornar ,lgum sentido o scuro em vosso ser vos diz./omos criados a sua imagem e semelhana0 Mas qual , afinal, a imagem do infinito)

'eriam todos esses seres que veem pelo caminho Enquanto rumam ao horizonte) E qual seria a vossa semelhana, afinal) 'eno a luz a des ravar o "osmos como estrela cadente 'eno a luz a refletir em pedras e galhos secos E seres cheios de vida E a pr#pria vida) raph'10 111 "rdito da foto- 2olger 'piering34estend563"or is