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Historia Brasil Periodo Joanino Resumo Questoes Gabarito Prof. Marco Aurelio Gondim [www.marcoaurelio.tk]

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Historia do Brasil - Periodo Joanino. Resumo e Questoes com Gabarito. Prof. Marco Aurelio Gondim [www.marcoaurelio.tk]
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PERÍODO JOANINO RESUMO E QUESTÕES DE VESTIBULARES A época joanina 1. Introdução: A partir de 1808 não se pode mais falar que o Brasil é uma colônia. Com a chegada da família real e da Corte portuguesa à cidade do Rio de Janeiro neste ano, o Centro-Sul da América portuguesa passam a cumprir um papel de metrópole ante o resto do Império português. Pode-se dizer, então, que 1808 – quando acaba o colonialismo – é uma ruptura maior do que 1822 – ano da independência do Brasil em relação a Portugal. 2. A época do d. João VI no Brasil (1808-21): . A saída da família real portuguesa da Europa: Em meio às guerras napoleônicas na Europa, em 1806 os franceses proíbem qualquer país da Europa continental de comerciar com a Inglaterra. Portugal não aceita essa imposição e sofre a invasão das tropas de Napoleão. A família real toma a decisão de fugir para o Brasil – sua mais rica colônia –, plano este já tramado desde fins do século XVIII. Junto com a família real, vem toda a corte portuguesa, em um total de aproximadamente 15 mil pessoas em 20 navios. A Inglaterra apóia essa medida e escolta a frota portuguesa, permanecendo como a maior aliada de Portugal. . O fim do estatuto colonial: As primeiras medidas do Rei português no Brasil acabam com o caráter de colônia ao Brasil. Primeiramente, d. João abre os portos brasileiros para todas as ‘nações amigas’, o que representava naquele momento basicamente a Inglaterra e, em muito menor escala, os EUA. Neste mesmo ano – 1808 – a Coroa libera a criação de manufaturas no Brasil. Mais ainda, o Rei começará a formular um amplo aparato de Estado na cidade do Rio de Janeiro, o que dá a esta o caráter de metrópole. . A preeminência inglesa: Na época joanina, devido em parte às condições de fuga da corte para o Brasil, há uma grande presença inglesa na política e, principalmente, na economia brasileira. Isso vai ficar patente quando, em 1810, d. João concede taxas preferenciais de importação aos produtos ingleses no Brasil, pagando estes menos taxas que produtos de outras potências e até do que os produtos portugueses. Há a presença de vários comerciantes ingleses nos portos brasileiros e seus hábitos e costumes também são adotados. . A fundação de um aparato de Estado: D. João tem que recriar o Estado português no Brasil, agora não mais com a presença da nobreza e do clero portugueses apenas, mas também com comerciantes e fazendeiros brasileiros. Algumas das principais criações são: os ministérios e órgãos reais são recriados no Brasil e também órgãos militares, como a fábrica de pólvora; o Banco do Brasil, banco criado para financiar os gastos do Estado; um jardim botânico, laboratório para estudo e aclimatação de novas plantas; a Imprensa Régia, que dá origem aos primeiros jornais no Brasil; uma grande biblioteca pública, com a vinda de livros de Portugal, que dará origem à atual Biblioteca Nacional; a Academia de Belas Artes, onde lecionaram artistas estrangeiros que vieram nas expedições artísticas e científicas. . A política externa joanina: Em represália à invasão francesa a Portugal em 1807, d. João VI toma a Guiana Francesa em 1809. Com a paz na Europa em 1815, a região é devolvida à França. Neste mesmo ano, o Brasil é elevado à categoria de Reino para que D. João pudesse negociar no Congresso de Viena como Rei. Mesmo com a paz na Europa, ele se decide por ficar no Brasil. Diante da independência das colônias latino-americanas e do desejo de Buenos Aires de criar uma grande República do Prata que uniria Argentina, Uruguai e Paraguai, D. João VI toma o Uruguai em 1816, que passa a ser a província da Cisplatina. . A revolução pernambucana (1817): Se para o Centro-Sul do Brasil, a chegada da Corte tinha sido altamente positiva devido à ativação da economia da região e do fortalecimento do comércio de abastecimento para a cidade do Rio, no Norte e no Nordeste a situação pouco mudou. Pode-se dizer, inclusive, que estas regiões continuaram a ser colônia, mudando apenas a metrópole de Lisboa para o Rio de Janeiro. Assim, uma revolta anticolonial, anti-lusitana e separatista estoura em Recife, feita por senhores de engenho e população pobre da cidade. Os revoltosos destituem o governador, tomam o poder e declaram a República. A revolta se alastra para a Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas. Um destacamento de Salvador reprime a revolta, fuzilando seus líderes. . Revolução Liberal do Porto (1820): Desde o fim das guerras na Europa em 1815, um emissário inglês governava Portugal. Em 1820, explode uma revolução na cidade do Porto que logo se alastraria por todo Portugal. Os revolucionários expulsam o governador inglês e convocam uma Assembléia Constituinte – as Cortes –, afirmando que a Constituição deveria ser jurada por D. João e este deveria voltar para Portugal. Adere-se à revolução no Brasil, primeiramente em áreas periféricas, como Pará e Bahia, que derrubam seus governadores e declaram-se fiéis às Cortes e não ao Rio de Janeiro. Depois, na própria cidade do Rio de Janeiro há adesão. Tem início o processo de emancipação política do Brasil. .

QUESTÕES DE VESTIBULARES (UTFPR/PR) Questão 1: A transferência da Corte de D. João VI para a colônia portuguesa teve apoio do governo britânico, uma vez que: A - Portugal negociou o domínio luso na Península Ibérica com a Inglaterra, em troca de proteção estratégica e bélica na longa viagem marítima ao Brasil. B - Em meio à crescente Revolução Industrial, os negociantes ingleses precisavam expandir seus mercados rumo às Américas, já que o europeu era insuficiente. C - O bloqueio continental imposto por Napoleão fechou o comércio inglês com o continente europeu; a instalação do governo luso no Brasil propiciou a retomada dos negócios luso-anglicanos. D - O exército napoleônico invadiu Portugal visando a instituir o regime democrático republicano de paz e comércio, em franca oposição ao expansionismo da monarquia britânica. E - Os ingleses pretendiam consolidar novos mercados na América Portuguesa, tendo em vistas antigas afinidades socioculturais com os ibéricos. (UNEMAT/MT) Questão 2: Este ano (2008) a mídia tem tratado, através de várias matérias, das motivações e das decorrências da chegada da família real portuguesa ao Brasil, que completa duzentos anos. Em relação a este importante acontecimento histórico, assinale a alternativa incorreta. A - A transferência da sede da monarquia portuguesa para o Brasil mudou de modo significativo a fisionomia do Rio de Janeiro, com o incremento de sua vida cultural. B - Entre outras importantes medidas de caráter econômico, D. João VI revogou os decretos que proibiam a produção de manufaturas no Brasil. C - Com a abertura dos portos, a França foi beneficiada, pois os seus produtos manufaturados ficaram isentos de taxas de importação. D - Se a abertura dos portos favoreceu aos exportadores de açúcar e algodão, prejudicou os interesses de comerciantes instalados no Rio de Janeiro.

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E - Com a vinda da família real portuguesa, além de artesãos qualificados, deslocaram-se para o Brasil, cientistas e viajantes estrangeiros. (UFMT) Questão 3: Em 2008, será relembrada e comemorada uma data especialmente importante na história brasileira, os 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil e a consequente transferência da capital do Reino para o Rio de Janeiro. A decisão de D. João VI de abandonar Portugal e vir para o Brasil deveu-se A - ao expansionismo da Espanha que, sob o reinado de Felipe II, procurava restabelecer a União Ibérica. B - à expansão francesa e à constituição do Império napoleônico, uma vez que Portugal havia se negado a apoiar o bloqueio continental contra a Inglaterra. C - à tentativa das Cortes Portuguesas reunidas na cidade do Porto de estabelecerem uma monarquia constitucional em Portugal. D - aos movimentos de independência que desde a Inconfidência Mineira haviam se multiplicado no Brasil. E - às riquezas do Brasil que permitiriam sustentar mais facilmente o luxo excessivo da corte portuguesa. (UFES) Questão 4: No Brasil colonial, noções de medicina e saúde eram estudadas em Colégios da Companhia de Jesus, onde também foram incorporados conhecimentos sobre utilização terapêutica de plantas nativas. Os jesuítas tornaram-se os verdadeiros enfermeiros e médicos da Colônia, somando-se a outros agentes de cura, como físicos, cirurgiões, barbeiros e boticários. Mas as primeiras escolas médicas foram, efetivamente, criadas no Brasil, pelo Príncipe Regente D. João. Foram elas: A - Escola de Cirurgia da Bahia e Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, ambas em 1808. B - Escola de Saúde Joana Angélica, na Bahia, e Escola de Enfermagem Ana Neri, no Rio de Janeiro, ambas em 1810. C - Escola de Anatomia da Bahia e Escola de Belas Artes e Anatomia, no Rio de Janeiro, ambas em 1816. D - D) Real Academia de Cirurgia da Bahia e Academia Real de Saúde, Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, ambas em 1821. E - Escola de Farmácia de Ouro Preto e Escola Politécnica do Rio de Janeiro, ambas em 1870. (EMESCAM/ES) Questão 5: O interesse da Inglaterra com a vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil, fato que ocorreu em 1808, foi: A - Afastar Napoleão Bonaparte das possíveis conquistas que seriam feitas no continente americano, conforme acordo Portugal-França. B - Conseguir na América compensações econômicas pelos prejuízos que estavam tendo na Europa, em razão do Bloqueio Continental, por Napoleão Bonaparte. C - Dominar Portugal e conquistar colônias portuguesas e espanholas como forma de pressionar Napoleão Bonaparte a extinguir o Bloqueio Continental. D - Impedir que Napoleão Bonaparte fosse coroado Imperador do Reino Unido-Portugal- França. E - Fazer do Brasil uma base de conquistas das colônias francesas na América. (ACAFE/SC) Questão 7: Em 2008 completam duzentos anos da chegada da família real portuguesa ao Brasil.Sobre o motivo da transferência da corte para o Brasil e as mudanças ocasionadas no período joanino é correto afirmar, exceto: A - D. João VI criou o Banco do Brasil. Ao retornar para Portugal, o monarca levou grande parte das riquezas do banco. Mesmo assim, a criação do banco foi importante para o início de um sistema financeiro para o Brasil. B - Com a presença da corte, jornais de divulgação dos atos do rei e também de notícias foram produzidos. Isto contribuiu para o fortalecimento da Imprensa no Brasil. C - Com o início da União Ibérica, a Espanha domina o comércio português com o Oriente. D. João vem à corte para evitar o domínio
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espanhol na América portuguesa. Essa foi a causa da transferência da família real para o Brasil. D - Com o início da União Ibérica, a Espanha domina o comércio português com o Oriente. D. João vem à corte para evitar o domínio espanhol na América portuguesa. Essa foi a causa da transferência da família real para o Brasil. (UERGS) Questão 8: O ano de 2008 será marcado pelas comemorações dos 200 anos da chegada da família real portuguesa ao Brasil. Em 27 de novembro de 1807 D. João e a corte portuguesa abandonavam Portugal fugindo do exército de Napoleão Bonaparte que ameaçava invadir o país. Em 22 de janeiro de 1808, a corte portuguesa desembarcava em Salvador, na Bahia, primeira parada antes de seu destino final, a cidade do Rio de Janeiro. A vinda da família real para o Brasil trouxe mudanças sociais, políticas, econômicas e culturais que marcariam de forma definitiva a vida da colônia. Dentre as medidas tomadas por D. João, destacam-se: I – Abertura dos portos brasileiros liberando a importação de produtos vindos de países que mantivessem relações amigáveis com Portugal, medida que pôs fim ao pacto colonial. II – A vinda da missão artística francesa que retratou paisagens e costumes brasileiros e cujo principal representante foi o pintor JeanBaptiste Debret. III – Convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte com o objetivo de elaborar a primeira Constituição brasileira. IV – Fundação do Banco do Brasil, da Biblioteca Real e a criação da Imprensa Régia. Quais estão corretas? A - Apenas I e II. B - Apenas II e III. C - Apenas I, II e III. D - Apenas I, II e IV. E - Apenas II, III e IV (UFG/GO) Questão 9: Leia os fragmentos a seguir. Não corram tanto ou pensarão que estamos fugindo! REVISTA DE HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL. Rio de Janeiro, ano 1, n. 1, jul. 2005, p. 24. Preferindo abandonar a Europa, D. João procedeu com exato conhecimento de si mesmo. Sabendo-se incapaz de heroísmo, escolheu a solução pacífica de encabeçar o êxodo e procurar no morno torpor dos trópicos a tranquilidade ou o ócio para que nasceu. MONTEIRO, Tobias. História do Império: a elaboração da Independência. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: EDUSP, 1981. p. 55. [Adaptado]. O embarque da família real para o Brasil, em 1807, deu origem a contraditórias narrativas. A frase acima, atribuída à rainha D. Maria I, tornou-se popular, passando a constituir uma versão narrativa ainda vigorosa. Nos anos de 1920, os estudos sobre a Independência refizeram o percurso do embarque, assegurando uma interpretação republicana sobre esse acontecimento, tal como exemplificado no trecho do jornalista e historiador Tobias Monteiro. Sobre essa versão narrativa em torno do embarque, pode-se dizer que pretendia: A - conquistar a simpatia da Inglaterra, ressaltando a importância do apoio inglês no translado da corte portuguesa para o Brasil. B - associar a figura do rei ao pragmatismo político, demonstrando que o deslocamento da corte era um ato de enfrentamento a Napoleão. C - explicar o financiamento do ócio real por parte da colônia, comprovando que o embarque fora uma estratégia articulada pelo rei. D - culpabilizar a rainha pela decisão do embarque, afirmando-lhe o estado de demência lamentado por seus súditos. E - ridicularizar o ato do embarque, agregando à interpretação desse acontecimento os elementos de tragédia, comicidade e ironia. (UFTM/MG) Questão 10: Há quase 200 anos, a transferência da Corte portuguesa para o Brasil deu início a uma série de

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transformações, principalmente no Rio de Janeiro. Constituem exemplos de mudanças na economia, política e cultura, respectivamente, A - a ruptura do Pacto Colonial, a transferência da capital do ViceReino para o Rio e a criação da primeira universidade no Brasil. B - a introdução do cultivo de café, a supremacia do Rio como sede do Império Português e a publicação do primeiro jornal brasileiro. C - o fim do monopólio comercial, a elevação do Brasil a Reino Unido e a influência de costumes estrangeiros no cotidiano do Rio. D - o início da dependência à Inglaterra, o estabelecimento do Poder Moderador no governo e o apogeu do estilo barroco nas artes. E - o alvará de proibição industrial, o fim do sistema de capitanias hereditárias e a fundação da Biblioteca Real na capital. (PUC-RIO) Questão 11: Sobre as transformações político-sociais e econômicas ocorridas durante a permanência da Corte portuguesa no Brasil (1808-1821), estão corretas as afirmações abaixo, À EXCEÇÃO DE: A - A vinda da família real para o Brasil transformou a colônia no principal centro das decisões políticas e econômicas do Império português. B - A abertura dos portos favoreceu os interesses dos proprietários rurais produtores de açúcar e algodão, uma vez que se viram livres do monopólio comercial. C - A permanência da Corte portuguesa no Rio de Janeiro satisfez os interesses dos diferentes grupos sociais da colônia e trouxe benefícios para todas as regiões do Brasil. D - Durante o Período Joanino, organizaram-se novos órgãos e instituições, como o Banco do Brasil e a Casa da Moeda. E - Dentre as medidas que mudaram o perfil político-econômico da colônia, destacaram-se os tratados de Aliança e Amizade e de Comércio e Navegação, que deram benefícios aos ingleses. (UFF/RJ) Questão 12: A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil tem sido objeto de intensos e calorosos debates na historiografia luso-brasileira. Dentre as novidades implantadas pela chegada da Corte de D. João, estão: I) Maior controle sobre a concessão de sesmarias, via criação da Mesa do Desembargo do Paço do Rio de Janeiro. II) Fundação do Banco do Brasil. III) Criação da Companhia Geral de Comércio do Grão Pará e Maranhão. IV) Criação da Intendência Geral da Polícia. V) Institucionalização do Tribunal da Relação do Rio de Janeiro para julgar as querelas da Província. Assinale a alternativa que reúne os elementos identificados com a transferência da Corte Portuguesa: A - I e II, apenas B - I,II e III, apenas C - I,II e IV, apenas D - III, IV e V, apenas E - IV e, apenas (UNIFESP/SP) Questão 13: Encerrado o período colonial no Brasil, entre as várias instituições que a metrópole implantou no país, uma sobreviveu à Independência. Trata-se das: A - Províncias gerais. B - Milícias rurais. C - Guardas nacionais. D - Câmaras municipais. E - Cortes de justiça. (FUVEST/SP) Questão 14: Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: A - incapacidade dos Bragança de resistirem à pressão da Espanha para impedir a anexação de Portugal. B - ato desesperado do Príncipe Regente, pressionado pela rainhamãe, Dona Maria I.
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C - execução de um velho projeto de mudança do centro político do Império português, invocado em épocas de crise. D - exigência diplomática apresentada por Napoleão Bonaparte, então primeiro cônsul da França. (UEL/PR) Questão 15: A transferência da Corte de D. João VI para a colônia portuguesa teve apoio do governo britânico, uma vez que: A - Portugal negociou o domínio luso na Península Ibérica com a Inglaterra, em troca de proteção estratégica e bélica na longa viagem marítima ao Brasil. B - Em meio à crescente Revolução Industrial, os negociantes ingleses precisavam expandir seus mercados rumo às Américas, já que o europeu era insuficiente. C - O bloqueio continental imposto por Napoleão fechou o comércio inglês com o continente europeu; a instalação do governo luso no Brasil propiciou a retomada dos negócios luso-anglicanos. D - O exército napoleônico invadiu Portugal visando a instituir o regime democrático republicano de paz e comércio, em franca oposição ao expansionismo da monarquia britânica. E - Os ingleses pretendiam consolidar novos mercados na América Portuguesa, tendo em vistas antigas afinidades socioculturais com os ibéricos. (UECE) Questão 16: Uma das causas da Revolução Pernambucana em 1817, entre outras, foi a: A - Primeira Guerra Mundial B - Independência dos Estados Unidos C - Confederação do Equador D - Revolução Praieira (UNIFOR/CE) Questão 17: A vinda da Corte para o Brasil marca a primeira ruptura definitiva do Antigo Sistema Colonial. (Fernando A Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec, 1981. p. 298) A ruptura a que o autor se refere estava intimamente relacionada, dentre outros fatores, à decisão da Coroa portuguesa de: A - conceder liberdade para o estabelecimento de fábricas nas cidades brasileiras. B - interromper o comércio de escravos praticado entre a colônia e a Inglaterra. C - proibir o comércio de manufaturas feito entre a colônia e a burguesia inglesa. D - romper os laços comerciais com a Inglaterra por exigência dos franceses. E - abrir os portos brasileiros ao livre-comércio com as “nações amigas”. (MACKENZIE/SP) Questão 18: As três afirmações abaixo se referem ao contexto histórico do reconhecimento da Independência Brasileira, conquistada em 1822. I. O reconhecimento por parte dos EUA, em 1824, obedeceu aos princípios da Doutrina Monroe, segundo os quais os norteamericanos deviam apoiar os movimentos de emancipação no continente e combater toda pretensão européia de intervenção ou recolonização na América. II. Para o reconhecimento formalizado em 1825, Portugal exigiu do Brasil uma compensação de dois milhões de libras e o compromisso de não se unir a nenhuma colônia portuguesa. III. Uma importante condição imposta pela Inglaterra nas negociações com o Brasil foi à promessa de extinção de escravos africanos, condição que, embora gerasse discordância, acabou por ser plena e imediatamente aceita. Assinale: A - Se apenas I é correta. B - Se apenas II é correta. C - Se apenas III é correta. D - Se apenas I e II são corretas. E - Se I, II e III são corretas.
GABARITO: questão 1: D - questão 2: C - questão 3: B - questão 4: A - questão 5: B - questão 6: B questão 7: D - questão 8: D - questão 9: B - questão 10: C - questão 11: C - questão 12: C - questão 13: D - questão 14: C - questão 15: C - questão 16: B - questão 17: E - questão 18: D.

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