Você está na página 1de 10

PROF.ª M.ª CLARISSA BOTTEGA - DIREITO DE FAMÍLIA - QUESTÕES.

1

ATENÇÃO: A PROFESSORA NÃO CONFERIU AS QUESTÕES ABAIXO, QUALQUER ERRO OU DÚVIDA, FAVOR COMUNICAR A PROFESSORA. EXERCÍCIOS DE DIREITO CIVIL (FAMÍLIA) 1) (XI C !"#$% TRF 1& R'()* +,--.) / S 0$' D)$')1 2' F&345)&, 6#5(#' &% &%%'$1)7&%: I) Com o advento da constituição Federal de 1988, o centro da tutela constitucional familiar se desloca do casamento para as relações familiares dele, mas não unicamente dele decorrentes. II) O poder familiar, instituído no c di!o civil de "##", su$stituiu o p%trio poder, passando, com isto, a ser e&ercido pelo marido com a cola$oração efetiva da mul'er. III) (p s a Constituição Federal de 1988, a família ) indispens%vel para o desenvolvimento da personalidade de seus mem$ros, devendo a comunidade familiar ser preservada apenas como instrumento de tutela da di!nidade da pessoa 'umana. I*) O papel da culpa na separação tem sido atenuado, muito em$ora o c di!o civil de "##", ao inv)s de a$olir a culpa do universo da separação +udicial, ratificou a sua presença. ( ) I, II e III são verdadeiras, - ) .omente a II ) falsa, C ) II e I* são verdadeiras / ) 0odas são verdadeiras ,) (M&()%1$&1#$& A"$'/,---8) 9 A%%)!&5' & :;* " $$'1& &"'$"& 2 2)$')1 2' <&345)&. ( 1 2 nulo o casamento cele$rado com a ino$serv3ncia das causas suspensivas, e a declaração da nulidade acarreta a invalidade do casamento a partir da data da sentença 4ue o invalidou. 5o entanto, o casamento ser% convalidado e, portanto, produ6ir% todos os efeitos do casamento v%lido se restar provado 4ue foi contraído de $oa f) por um, ou por am$os os c7n+u!es. - 1 O c7n+u!e considerado inocente na ação de separação +udicial liti!iosa e, por conse!uinte, isentado do dever de prestar alimentos ao outro fica e&onerado da prestação dos alimentos provisionais, fi&ados na ação cautelar, a partir da prolação da sentença, na ação principal, 4ue recon'eceu a culpa do outro c7n+u!e. Os alimentos 4ue foram pa!os a partir daí serão devolvidos, e os vencidos e não pa!os não podem ser o$+eto do pedido de cumprimento de sentença. C 1 ( Constituição de nova família com o nascimento de novos fil'os caracteri6a a alteração de fortuna, mas não autori6a a redução do encar!o alimentício devido 8 esposa e aos fil'os do primeiro casamento, por4uanto constitui encar!o livremente assumido. / 1 .e, na nação de separação +udicial e na reconvenção em 4ue am$os os c7n+u!es pleiteiam a dissolução da sociedade con+u!al, cada um imputando culpa ao outro pelo rompimento da sociedade con+u!al, ainda 4ue não 'a+a comprovação dos motivos apresentados, pode o +ui6 levar em consideração outros fatos tornem evidente insustenta$ilidade da vida em comum e, diante disso, decretar a separação +udicial do casal, sem imputação de causa a nen'uma das partes.

@-) 2 admissível alteração do re!ime de $ens. " $$)2 7)$()!)1&5)%). " !< $3' 2)%:E' CF2)( C)7)5. valor superior ao !an'o do alimentante.ª CLARISSA BOTTEGA . C ) /i6<se 4ue os alimentos são devidos 4uando. como alimentos devidos ao c7n+u!e e a fil'a.) (MP@MA@.QUESTÕES. ) dispens%vel a audi>ncia do :9.$lica. ( ) .DIREITO DE FAMÍLIA .$lico. solid%ria. 2 =) (>#)? 2' D)$')1 @MA@.) A%%)!&5' & &51'$!&1)7& 7'$2&2')$& @() O re!ime de $ens entre os c7n+u!es ) imut%vel. o casamento de 4ual4uer dos interessados. . &:F% G : $1&2 $ 2 74$#% NIV. tiver car>ncia. @/) Aessalvadas as 'ip teses em 4ue o re!ime de separação de $ens se fa6 o$ri!at rio. H) (MP@PE@IH) 9 A &!#5&. perante o oficial do re!istro civil. / ) O c7n+u!e culpado continuar% o$ri!ado a cumprir as promessas 4ue fe6 ao c7n+u!e inocente no contrato antenupcial.ª M.* & "&%&3'!1 . C ) 9or seus ascendentes. recíproca. condicional.PROF. C#&!2 &!#5&2 : $ "#5:& 2' #3 2 % "D!6#('%. definitiva.) . B) MP@MA@. C#' #1$ 3&1$)3D!) O ' 0) 3&$)2 &!1'% 2 "&%&3'!1 ('$$ $ "&%&3'!1 : ( ) 5ulo e anul%vel . @C) 9odem os nu$entes adotar um dos re!imes de $ens esta$elecidos no C di!o Civil ou com$in%<los entre si. G CORRETO &<)$3&$ C#': ( ) O c7n+u!e culpado não continuar% o$ri!ado a cumprir as promessas 4ue fe6 ao c7n+u!e inocente no contrato antenupcial.e o re!ime de $ens do casamento ) de separação convencional. . salvo se 'ouver pacto antenupcial. 'K"'1 : ( ) 9elo pr prio c7n+u!e menor. . divisível. 9 D&2&% L% "&%&3'!1 . ? ) O +ui6 pode fi&ar.ão características da o$ri!ação alimentar= personalíssima. ao div rcio pode se!uir<se. para sua 'omolo!ação pelo +ui6. criando um re!ime misto. vedada a possi$ilidade de criação de um re!ime misto. 2' 8) (MP@SP@.--8) 9 A%%)!&5' & :$ : %). os nu$entes podem livremente adotar um dos re!imes esta$elecidos no C di!o Civil. intransmissível.--.) 9elos pais ou tutor.* 2 $'C#'$)2&. @?) O re!ime de $ens entre c7n+u!es começa a vi!orar desde a data do casamento.) O c7n+u!e culpado não perder% as vanta!ens 'avidas do c7n+u!e inocente C ) O casamento dei&a de produ6ir efeitos a partir da data da citação na ação pr pria. re4uerendo de 4uem tem capacidade de tra$al'o e recursos.--B) 9 E3 $'5&. mediante escritura p. incontinenti.* CORRETA.) 5ulo e v%lido C ) *%lido e v%lido / ) (nul%vel e v%lido M):F1'%'% '3 C#': &) #3 2 % "D!6#('% 2'%" 0$'. " !1$&42 &!1'$) $3'!1' & 1 3& " !M'")3'!1 2' 2'<5 $&3'!1 2& 3#5M'$. ressalvados os direitos de terceiros. sendo ele participe de família rica. "&%&3'!1 2& 3'! $ 2' 2'?'%%')% &! % : 2'$J %'$ . / ) 9elo :inist)rio 9. $'%:'"1)7&3'!1'. / ) 5a 'a$ilitação para o casamento. 4uem os pretende. G 54")1 &<)$3&$ 1$&1&$/%'. .--.

1 Compete aos pais a o$ri!ação de prestar alimentos aos fil'os menores e incapa6es. C 1 Caso um parente do c7n+u!e vira!o faça a doação de um $em im vel. ou pelo div rcio.* & "&%&3'!1 .ª CLARISSA BOTTEGA . III 1 ( invalidade dos atos praticados por um dos c7n+u!es sem a necess%ria autori6ação do outro pode ser demandada pelo credor de $oa f). 3 P) (MP@SP@. o im vel não inte!rar ao acervo comum do casal e não ser% o$+eto de partil'a. &%%)!&5' & :. 0rata<se de responsa$ilidade solid%ria. o casamento produ6 todos os efeitos civis perante os contratantes at) o tr3nsito em +ul!ado da sentença 4ue decretar a sua nulidade. I) (MP@TO@. .QUESTÕES. 1-) (M&()%1$&1#$&@DF@. ( 1 ( ação de separação +udicial tem car%ter pessoal.E'% ' )!2)C#' & &51'$!&1)7& " $$'1&.DIREITO DE FAMÍLIA .ª M. tem le!itimidade representativa para propor a ação. @?) 9ela morte de am$os os c7n+u!es ou pelo div rcio direto. pela nulidade ou anulação do casamento. C 1 O casamento reli!ioso poder% ser inscrito no re!istro civil a 4ual4uer tempo.1 O pacto antenupcial ) um contrato solene. . :as o curador. / 1 O Casamento cele$rado com a ino$serv3ncia de 4ual4uer das causas suspensivas constitui motivo para a invalidação do ato. Os efeitos do pacto ficam suspensos at) 4ue se reali6e a condição suspensiva. @/) 9ela morte real ou presumida de um dos c7n+u!es.--H) . pela separação +udicial ou pelo div rcio. mas se os !enitores não possuírem capacidade econ7mica para prestar os alimentos.) D)%% 57'/%' "&%&3'!1 7J5)2 @() 9ela morte de um dos c7n+u!es. e so$reven'a a separação +udicial do casal.PROF. os nu$entes declaram a 4ue re!ime de $ens eles estar% su$metidos. no caso de incapacidade do c7n+u!e.* " $$'1&. ou se+a. podendo o menor propor ação de alimentos contra os pais. 11) (M&()%1$&1#$& 2 P)&#4 9 . a autori6ação para o casamento de um menos 4ue cont)m 1B anos de idade dever% ser suprida pelo +ui6. (lternativas ( ) 0odas as proposições são verdadeiras . instruindo com a certidão ou prova .--B) 9 C 3 $'5&. os av s ou apenas um deles. 9roposições= I 1 O re!ime de $ens esta$elecido pelos c7n+u!es ) irrevo!%vel e imut%vel II 1 O pacto antenupcial prescinde de forma especial. ra6ão pela 4ual a le!itimidade e para sua propositura e a respectiva defesa são atri$uídas aos c7n+u!es. @-) 9ela morte de um dos c7n+u!es.$lica no 4ual.A!&5)%' &% :$ : %).--8) 9 A"'$"& 2 2)$')1 2' <&345)&. C ) (penas uma das proposições ) verdadeira. com e&clusividade. ( 1 5a falta ou impedimento de um dos pais.--. / ) (penas uma das proposições ) falsa. ainda 4ue em favor de am$os os c7n+u!es. $astando 4ue se faça o re4uerimento perante a autoridade competente. formali6ado por meio de escritura p. &%%)!&5' & &51'$!&1)7& " $$'1&.) 0odas as proposições são falsas. @C) 9ela morte real de um dos c7n+u!es ou pelo div rcio direto ou por conversão. a cele$ração do casamento. 5o entanto. esses serão devidos pelos av s. pela separação +udicial ou pelo div rcio. o ascendente ou o irmão.

/ < O casamento e união est%vel foram e4uiparados pela CF. II 1 ) nula a nomeação de tutor pelo pai ou pela mãe 4ue. . concluiu<se 4ue a norma infraconstitucional não poder% fa6><lo e dei&ar de recon'ecer as conse4C>ncia s e atri$uir efeitos +urídicos a 4ual4uer união de fato entre pessoas de se&os diferentes. '!1$&3 !& " 3#!M* : ( ) Os $ens ad4uiridos com valores e&clusivamente pertencentes a um dos c7n+u!es em su$<ro!ação dos $ens particulares. independentemente da ori!em ou do tempo da a4uisição desses $ens. ? ) . 1.. a am$os os compan'eiros. portanto não retroa!indo 8 data da cele$ração do casamento reli!ioso. neste caso.QUESTÕES. nessas condições de fato. e os su$<ro!ados em seu lu!ar.PROF. na const3ncia do casamento.) (P$ "#$&2 $ 2& R':Q05)"&@IB) / O "&%&3'!1 $'5)() % :&$& 1'$ '<')1 % ")7)%: ( ) 9ressupõe sempre 4ue a 'a$itação dos nu$entes preceda a cerim7nia reli!iosa. (ssim. 1=) (MP@ES@. /estina<se suprir a falta de capacidade. C ) 5ão depende de inscrição no Ae!istro Civil 4uanto a 'a$itação dos nu$entes precede a cerim7nia reli!iosa. os $ens 4ue compões o patrim7nio de am$os os compan'eiros. III 1 ( curetela pode ser e&ercida. tem car%ter assistencial e ) compatível com o poder familiar. 9roposições= I 1 O poder familiar compete a am$os os pais. em virtude de sua incapacidade. 4 e4uivalente do ato reli!ioso. .) / N $'()3' 2& " 3#!M* :&$")&5. serão partil'ados e pertence. no caso de sucessão por causa da morte ou por ato entre vivos. o usufruto e administração de seus $ens.ª M.DIREITO DE FAMÍLIA . C ) (s $enfeitorias em $ens particulares de cada c7n+u!e. ? 1 ( tutela ) encar!o deferido por lei a uma determinada pessoa. 0odavia. para administrar o $em de outras pessoas 4ue. 4ue ainda recon'eceu a união est%vel como entidade familiar. ? ) (s o$ri!ações anteriores ao casamento. 1H) (M&()%1$&1#$&@DF@.--H) 9 A!&5)%' &% :$ : %). ao tempo de sua morte. 4ue pode preceder ou suceder 8 cerim7nia reli!iosa.) Independe do momento em 4ue se reali6a a 'a$itação dos nu$entes.--. por doação ou sucessão. produ6indo efeitos a partir da inscrição. ao 4ue tiver o fil'o em sua compan'ia. / ) (penas uma das proposições ) falsa. não possa fa6><lo por si. / ) Os $ens 4ue cada c7n+u!e possuir ao casar. ainda 4ue este+am separados de fato ou de direito.ª CLARISSA BOTTEGA . e os 4ue l'e so$revierem. não detin'a o poder familiar.E'% ' )!2)C#' & &51'$!&1)7& " $$'1&.) 0odas as proposições são falsas. C ) (penas uma das proposições ) verdadeira. deve ser inscrito no Ae!istro Civil. ca$endo. em partes i!uais. o efeito +urídico deste casamento ser% da data do re!istro. concomitantemente por mais de uma pessoa.endo a 'a$itação posterior a cerim7nia reli!iosa. 9or isso. / ) 5ão depende de inscrição no Ae!istro Civil 4uanto a 'a$itação dos nu$entes antecede a cerim7nia reli!iosa.) Os proventos do tra$al'o pessoal de cada c7n+u!e. sem fa6er 4ual4uer distinção entre essa e o concun$inado. . (lternativas ( ) 0odas as proposições são verdadeiras .

%'!2 . caso ten'a sido feito por testamento. em ação direta. 1P) (OAB PR . direito consolidado em lei. sem atuali6ação monet%ria. 4uando se tratar de em$riões e&cedent%rios. $) 5os termos do C di!o Civil de "##". a 4ual4uer tempo. uma ve6 4ue reali6ado durante a const3ncia da sociedade con+u!al. pode re4uerer a decretação de nulidade de casamento de pessoa portadora de doença mental. suprida a falta com nomeação de tutor pelo +ui6 competente. 1B) (OAB SP . o valor desse pa!amento. a) o casamento cele$rado com infração a impedimento ) nulo. A%%)3. &( $&. +% se aplicava a presunção de paternidade= / ) O recon'ecimento do fil'o ) irrevo!%vel. . utili6ando $ens de seu patrim7nio. ao passo 4ue o casamento cele$rado na pend>ncia de causa suspensiva e anul%vel.QUESTÕES. C) 5ascidos nos cento e oitenta dias su$se4Centes a dissolução da sociedade con+u!al. 18) (OAB R> . 8 meação do outro consorte.--B) ALBERTO.ª M. $) Os alu!u)is vencidos e não rece$edora )poca da separação +udicial passarão a pertencer 84uele 4ue ficou com o im vel na partil'a. 5 1.ª CLARISSA BOTTEGA . por morte ou separação +udicial. depois de esta$elecida a conviv>ncia con+u!al. mesmo 4ue sem autori6ação do marido= -) 5ascidos nos tre6entos dias. ) de primeiro !rau. c) 5o re!ime de separação de $ens o c7n+u!e sup)rstite não ter% o direito real de 'a$itação. :$'1'!2' $'7 (&$ 1&5 &1 . pelo menos.PROF. c'amado ap s os descendentes e os ascendentes. mesmo separado de fato.e um dos c7n+u!es vier a pa!ar d)$ito do outro. decorrentes de concepção artificial 'om lo!a. / ) ?ntre irmãos !ermanos ou unilaterais. C#' %' :$'%#3'3 " !"'0)2 % !& " !%1R!")& 2 "&%&3'!1 % <)5M %: () Davidos por inseminação artificial 'eter lo!a. a) Com a morte do pai e&tin!ue<se o poder familiar.--B) / R'5&1)7&3'!1' & :&$'!1'%" . $'" !M'"'# <)5M M&7)2 2' $'5&") !&3'!1 'K1$&" !6#(&5 '.. d) O :inist)rio 9. C ) ( revo!ação do recon'ecimento.) ?ntre tio<av7 e so$rin'o<neto não '% parentesco transversal em 4uarto !rau. 1I) (MP@MA@. o c7n+u!e.DIREITO DE FAMÍLIA . ou se+a. na lin'a colateral.$lico. os fil'os dessas uniões serão parentes colaterais em lin'a duplicada.--B) 9 D)%:E' "F2)( C)7)5. o parentesco. @() . mas rece$er% a 'erança. :esmo sem manifestação dos pais.--H) 9 A%%)!&5' & &51'$!&1)7& CORRETA. pois mesmo antes do recon'ecimento . ?&ceção a essa 'ip tese pode ocorrer se a separação de fato +% pendurar mais de dois anos.) A%%)!&5' & &51'$!&1)7& " $$'1&. in casu não produ6 efeitos. duplamente primos. "&%&2 .* <)!&5 2 % &C#'%1 %.) (>#)? 2' D)$')1 @ MA@. EK&3') 9 N $'()3' 2' :&$1)"):&. G " $$'1 &<)$3&$: ( ) Euando dois irmãos casam<se com duas irmãs.-) (OAB@SP@1. C ) 9rimos são parentes colaterais em terceiro !rau.) (F-?A0I somente poder% revo!ar o con'ecimento. dever% ser imputado na data da dissolução do casamento. ' " $$'1 &<)$3&$: ( )(F-?A0O poder% revo!ar o recon'ecimento. . pode ter direito a 'erança dei&ada pelo de cu+os. 'K:$'%%&3'!1'. . c) Os fatos 4ue caracteri6am impossi$ilidade da vida em comum para efeitos de separação +udicial são definidos pelo le!islador d) O div rcio não pode ser conce$ido sem 4ue 'a+a pr)via partil'a de $ens.--. /) Davidos. .

E'% % 0$' C#'%1 E'% 2' <&345)&: I< 4ual4uer 4ue se+a o re!ime de $ens do casamento. C#' %' '!" !1$& 2'% 0$)(&2 6#2)")&53'!1'.ª M. caso em 4ue poder% ser revo!ado por novo testemun'o.eparação<rem)dio. 'K)%1)!2 : %%)0)5)2&2' 2' :$ 7)3'!1 2 :'2)2 . desde 4ue ap s uma duração de dois anos. 5ela as partes discutem culpa. alienar ou !ravar de 7nus real os $ens im veis. III..5ela $asta provar a ruptura da vida em comum '% mais de um ano e a impossi$ilidade de sua reconstituição.eparação<fal>ncia. nen'um dos con+u!ues pode. por um c7n+u!e a outro.eparação<sanção. imputada por um c7n+u!e a outro.ris et de +ure de 4ue os $ens m veis foram ad4uiridos durante o casamento. 5ela as partes discutem culpa..QUESTÕES.. em virtude de !rave violação dos deveres do casamento e 4ue tornou insuport%vel a vida em comum.eparação<sanção. em virtude de !rave violação dos deveres do casamento. I*.. @/) .DIREITO DE FAMÍLIA . manifesta antes do casamento e 4ue torne impossível a continuação da vida em comum.) / C !%)2'$' &% %'(#)!1'% )!< $3&. Ocorre 4uando o outro estiver acometido de !rave doença mental. &1$&7G%: . II< o recon'ecimento dos fil'os 'avidos fora do casamento < irrevo!%vel.* 6#2)")&5 ' ! C#' " !%)%1'3T @() .eparação<sanção. II. III. manifesta ap s o casamento.1) (>#)? 2' D)$')1 @SP@18. . . somente @-)III e I*. @/) O c7n+u!e pode renunciar e ceder o seu direito 8 meação durante a vi!>ncia desse re!ime matrimonial de $ens .eparação<rem)dio.. @/)I. em virtude de violação dos deveres do casamento e 4ue tornou insuport%vel a vida em comum. 9ode<se concluir 4ue são incorretas= @()I e II.eparação fal>ncia.Ocorre 4uando o outro estiver acometido de !rave doença mental.ª CLARISSA BOTTEGA . @C) . 4ue tome impossível a continuação da vida comum. a enfermidade ten'a sido recon'ecida de cura improv%vel. @-) .eparação<fal>ncia.eparação<sanção.PROF. imputada por um c7n+u!e a outro. !'"'%%)1&!2 :5')1'&$ &5)3'!1 % 2 &7D.Ocorre 4uando o outro estiver acometido de doença mental improv%vel. e I*. I*< o c7n+u!e declarado culpado na separação do casal nunca ter% direito de pretender o$ter alimentos do outro c7n+u!e. " !7&5'%"'!2 2' #3& ")$#$()&.5ela $asta provar a ruptura da vida em comum '% mais de cinco anos consecutivos.) (>UIS DE DIREITO@SP@IP)/Q#&)% %* &% M):F1'%'% 2' %':&$&. 2'%'3:$'(&2 .5ela $asta provar a ruptura da vida em comum '% mais de um ano consecutivo.eparação<fal>ncia. salvo 4uando feito em testemun'o. em virtude de violação dos deveres do casamento.=) (MP@DF/IH--/ A$!&52 .eparação<rem)dio. III< a o$ri!ação de prestar alimentos não se transmite aos 'erdeiros do devedor.. F$<* .5ela $asta provar a ruptura da vida em comum '% mais de cinco anos consecutivos. sem autori6ação do outro. @C) . imputada por um c7n+u!e a outro. somente @C)I. nen'um dos c7n+u!es poder% alien%<los sem a anu>ncia do outro. somente. 6 @-) D% presunção +..e não 'ouver convenção antenupcial admitindo a livre disposição dos $ens im veis particulares. 5ela as partes discutem a culpa. . 5ela as partes discutem culpa.

erro essencial 4uanto pessoa do outro. se 'ouver por parte de um dos nu$entes. @-) . como forma de tutela do menor. ainda 4ue não autori6ado por seus representantes le!ais. se estes tiverem. fil'a de 9aulino e (ntonieta . no momento do consentimento. e&erça pu$licamente as funções de +ui6 de casamento e. na cidade de ta4uarin'a < -(.H) (MP@BA@. coniventes 'avia mais de cinco anos. +% 4ue decorridos mais de dois anos de adoção.I* estão corretas. (ssinale a alternativa correta @() . por 4ual4uer modo. :irtes foi adotada por 0er>ncio e :arionete :ota. I*< 2 anul%vel o casamento contraído por pessoa 4ue.QUESTÕES.* estão corretas. . devendo recair esta tutoria. prevista no ?C( e aceita pelo c di!o civil. -) . 4ual a conse4C>ncia +urídica dos pais adotivos relativamente ao poder familiarH () O poder familiar dos pais naturais . sem possuir a compet>ncia e&i!ida na lei.B) (D'<'!% $)& PQ05)"&@. ten'a re!istrado o ato no re!istro Civil. mediante autori6ação +udicial em período motivado de am$os os c7n+u!es. Frente 8 situação verificada. *< 2 nulo o casamento cele$rado por a4uele 4ue. C) ( morte dos adotantes não tem o condição de restaurar o poder familiar dos pais naturais. .9G. dada a irrevo!a$ilidade da adoção.DIREITO DE FAMÍLIA . I< admissível a alteração do re!ime de $ens. @?) 0odas as assertivas estão corretas.III.ª M.PROF. com o consentimento de seus pais naturais.11. III< 2 nulo o casamento. desde 4ue 'a+a a desi!nação de um tutor. $) /o $isav7 aposentado. 0er>ncio e :arionete foram vítimas fatais de um !rave acidente.omente as assertivas I.er resta$elecido o poder familiar .omente as assertivas I.III.. por vício de vontade.$lica se não l'e se!uir o casamento. c) /a so!ra do se!undo casamento. I*. nos pais naturias. @/) .ª CLARISSA BOTTEGA .E'% &0&)K % 0$' & $'()3' 2' 0'!% '!1$' "D!6#('%. mostra<se incapa6 de consentir ou manifestar de modo ine4uívoco o consentimento. re!ularmente tramitando na Comarca referenciada. a) /a tia materna afortunada. incluem<se na comun'ão os $ens ad4uiridos na const3ncia do casamento por título oneroso. ainda 4ue s em nome de um dos c7n+u!es e os decorrentes de do ação feito por escritura p. II< O re!ime da separação de $ens ) o$ri!at rio se a pessoa for maior de I# anos III< 5o re!ime da comun'ão parcial.$il.ilva.omente as assertivas I.--H)/A!&5)%' '!#!")&2 2& C#'%1* &0&)K ' &%%)!&5' & &51'$!&1)7& " $$'1&: 5o dia #9. e) /o tio<av7 afortunado 7 .* estão corretas.) (MP@RS@XLIV CONC)/ C !%)2'$&!2 ! 7 CF2)( C)7)5: I< 2 anul%vel o casamento de 4uem não completou a idade mínima para casar II<5ão ) anul%vel o casamento do menor em idade n.omente as assertivas II.II.* estão corretas. Euatro anos ap s o processo adotivo. . devendo ser apurada a proced>ncia das ra6 es invocadas e ressalvados direitos de terceiros.--=@MA)/ C !%)2'$' &% &<)$3&. nasceu a criança :irtes. @C) . +% divorciada. d) /a e&<esposa.0r>s anos depois de nascida. ser resta$elecido. /) O poder familiar dos pais naturais não ser resta$elecido. necessariamente. no momento do consentimento. nessa condição.

c) 2 nulo o casamento do menor em idade n. e I* @-) I. G 5)")1 &<)$3&$ C#' 1$&1&/%'. -) O oficial do Ae!istro Civil das 9essoas 5aturais e o +ui6 de 9a6 t>m a o$ri!ação de declarar a e&ist>ncia de al!um impedimento de 4ue ten'am con'ecimento.--B/ C !%)2'$&!2 /%' & "&:&")2&2' 2 % !#0'!1'% :&$& "&%&3'!1 . =-) (S'$7).PROF. -) do adotante com 4uem foi c7n+u!e do adotado ou do adotado com 4uem foi o adotante. C) O vínculo de afinidade e&istente entre o so!ro e a nora constitui uma dessas causas suspensivas.$il. para o casamento. . o casamento de menores de idade n.--B) / C !%)2'$&!2 /%' % )3:'2)3'!1 % ' &% "&#%&% %#%:'!%)7&% :&$& "&%&3'!1 . %' )!"5#) & () do adotado com o fil'o do adotante.E'% C#' " !%1)1#'3 #3 )3:'2)3'!1 :&$& "&%&3'!1 .vo ou da vi. da autori6ação dos pais ou da4uele so$ cu+a !uarda estiverem.O:?50? estão corretas as afirmações= @() I. 8 . /) os impedimentos matrimoniais são todos se car%ter a$soluto.DIREITO DE FAMÍLIA .$il. $'%:'"1)7&3'!1'. @/) anul%vel e anul%vel.P) (MP@SP@. en4uanto não fi6er invent%rio dos $ens do casal e der partil'a aos 'erdeiros.--. % N 1&$)&)% ' 2' R'()%1$ @MA@. $) 2 anul%vel o casamento de 4uem não completou a idade mínima para casar. . em caso de !ravide6. 2' "&%&3'!1 @() nulo e anul%vel. C) do c7n+u!e so$revivente com o condenado por 'omicídio ou tentativa de 'omicídio contra seu consorte. " !1$&42 &!1'$) $3'!1' & 3&1$)3D!) O ' 0) 3&$)2 1 3& " !M'")3'!1 2 2'<5 $&3'!1 2& 3#5M'$.)/D&2&% &% M):F1'%'% '3 C#' :&) #3 " !6#!1 2' "D!6#('% 2'%" 0$'. %'(#!2 % 2)%: %)1)7 % 2 7)('!1' CF2)( ")7)5: a) 2 anul%vel o casamento de enfermo mental 4ue não tem o necess%rio discernimento para os atos da vida civil. % N 1&$)&)% ' 2' R'()%1$ @MA@. % N 1&$)&)% ' 2' R'()%1$ @MA@. /) do vi. '!1$' &% %)1#&. 4uando não autori6ado por seu representante le!al. @-)nulo e v%lido. II. .--B)/ U INCORRETO &<)$3&$. G INCORRETO &<)$3&$ C#': () O divorciado não deve causar en4uanto não 'ouver sido 'omolo!ado ou decidida a partil'a dos $ens do casal.ª CLARISSA BOTTEGA . e III.QUESTÕES. &:F% "&%&3'!1 . @?) anul%vel e v%lido.ª M.I) (S'$7). @C)I e I* @/) III e I* @?) III. " $$)2 &!1'% 2 "&%&3'!1 ()$ 7)$()!)1&1)%). C#' #1$ G : $1&2 $ 2 74$#% NIV. C) a le!islação civil admite. @C) v%lido e v%lido. caso estes se+am separados ou divorciados.va 4ue tiver fil'o do c7n+u!e falecido. G INCORRETO &<)$3&$ C#': () a idade mínima e&i!ida para 4ue tanto o 'omem 4uanto a mul'er possam contrair matrim7nio ) de 1B anos. =1) (OAB@AO@1@.--B)/A%%)!&5' & &51'$!&1)7& " $$'1&. /) os nu$entes menores de 18 anos necessitem. e I*.8) (S'$7). .

--H@. casou<se com :i!uel. c) pend>ncia de ação revisional de alimentos. d)5a situação I. de "1 anos de idade. II<(na.QUESTÕES. d)ino$serv3ncia. Com $ase nas tr>s situações 'ipot)ticas apresentadas acima e a lu6 da le!islação civil aplic%vel. #3 2 % 2)7 $")&2 % "&% #/%'. uma ve6 4ue inte!ram a comun'ão.cio matou -runo. de prestações alimentícias. assinale a opção. d) 2 nulo o casamento por incompet>ncia da autoridade cele$rante.B EXAME)/E!1$' &% "&#%& C#' )3:'2'3 & " !7'$%* 2& %':&$&.ª M.)/ N* 1'!M& %)2 <')1& & :&$1)5M& 2' 0'!% 2 "&%&5. todo o patrim7nio dos c7n+u!es. 9 =. A%%)!&5' & " !%'C#'!")& 6#$42)"& CORRETA.* '3 2)7F$") '%1J: a) o não pa!amento. com ele teve dois fil'os.--B)/E3 $'5&. @-) o casamento ) simplesmente anul%vel. o casamento ) v%lido não podendo ser desfeito. prestar aval. c) no re!ime de participação final nos a4uestos. o casamento ) passível de anulação. entre!ar a comun'ão.) (OAB@RS@1@. os c7n+u!es casados pelo re!ime da separação a$soluta de $ens podem. o casamento s ser% desfeito se :ira for contr%ria a sua continuação. '% um impedimento. G )!" $$'1 &<)$3&$ C#' %#& 'K1)!. em virtude de crime cu+a pena e&ceda a " anos de prisão.* " $$' :'5& a) emancipação $) adoção c) coordenação do pai ou da mãe. (na apai&onou<se por .ilvio e casou<se com ele III< :arta com tre6e anos de idade.cio casou<se com :ira. da re!ulamentação das vi ditas.$lico. esposo de :ira. @/) o casamento ) v%lido. .DIREITO DE FAMÍLIA . $) relação condominial entre os c7n+u!es. @() o casamento ) nulo de pleno direito. vi. d) no re!ime da comun'ão universal de $ens. @?) ( nulidade pode ser recon'ecida . $) 5a situação II. ?m se!uida.--B)/ A%%)!&5' & &51'$!&1)7& CORRETA: a) ser% nulo o pacto antenupcial reali6ado mediante escritura p. d) morte dos pais ou do fil'o. $) J lu6 do C di!o Civil de "##". F. por sentença irrevo!%vel.* & : 2'$ <&3)5)&$. sendo o casamento nulo.$lica se a ele não se se!uir o casamento. (ntes de reali6ada a partil'a dos $ens de :%rio para os seus fil'os. desde 4ue re4uerido por 4ual4uer dois interessados ou pelo :inist)rio 9. '% causas suspensivas. pelo autor.PROF.ª CLARISSA BOTTEGA . os $ens ad4uiridos onerosamente por apenas um dos c7n+u!es ap s o casamento não inte!ram o patrim7nio pr prio do c7n+u!e ad4uirente. independentemente da autori6ação do outro. @C) o casamento ) valido .--. =B) (OAB@MS@. mas depende de prova de pre+uí6o por 4ual4uer um dos interessados. mas o re!ime de $ens pode ser o de separação.va de :%rio. pelo autor. mas o re!ime de $ens passa a ser o$ri!atoriamente a de separação.) (>UIS DE DIREITO @MA@. a) 5a situação I. c) 5( situação III. =. sem edicio. e) 5as situações I e II. tendo os pais de am$os consentido com o casamento. =H) (MP@RR@-1) I< F. ==) (OAB@PR@1I@.

ª CLARISSA BOTTEGA .DIREITO DE FAMÍLIA . 10 e) nen'uma das alternativas anteriores ) considerada causa impeditiva da conversão da separação +udicial em div rcio.PROF.ª M. .QUESTÕES.