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Etimologia de termos Morfológicos

Ricardo Santos Simões João Henrique Rodrigues Castello Girão Gisela Rodrigues da Silva Sasso Rinaldo Florencio da Silva Luís Garcia Alonso Sergio Ricardo Marques

INTRODUÇÃO

A medicina, como uma das mais antigas atividades do homem, desenvolveu uma linguagem própria que, ao leigo, se afigura de difícil entendimento. Do mesmo modo, o estudante da área biológica se assusta no início do curso devido a tantas palavras novas que deve aprender e tem dificuldades em memorizar. Isso ocorre principalmente no primeiro ano do curso onde tem que aprender os nomes das inúmeras partes do corpo humano (Anatomia, Histologia e Embriologia) cujas palavras têm origem no grego e no latim. Para facilitar a memorização e o aprendizado dessa terminologia, que é á base de todo o aprendizado morfológico, algumas noções sobre a formação das palavras que originaram tais termos são muito úteis. Os nomes das estruturas como as conhecemos, na atualidade, advêm principalmente dos estudos de antigos povos que derem inúmeros nomes para a mesma estrutura. Para normatizar esses nomes foi criada uma terminologia baseando-se principalmente no latim. Em conseqüência, os termos biológicos existentes foram trduzidos desse idioma para as várias línguas existentes. Deve ser mencionar que a maioria dos termos é de origem grega ou romana, que sofreram alterações e que se mantiveram nas línguas atuais. Nesse sentido temos várias sociedades que se preocupam com a normatização dos nomes das estruturas, de tal maneira que vários congressos são realizados nesse sentido, visto que com a globalização, há a necessidade de uniformizar essa linguagem, para que todos possam se comunicar. Os termos utlizados na morfologia têm a vantagem de expressar em poucas palavras fatos e conceitos que, de outro modo, demandariam locuções e frases extensas. Cada termo utilizado nas aulas de morfologia, tal como ocorre em outras áreas do conhecimento humano, caracteriza um objeto, indica uma ação ou representa a síntese de uma idéia, ou de um fenômeno, assim como a definição de um processo, contendo em si, muitas vezes, verdadeira holofrase, cujo sentido está implícito na própria palavra. Assim espero que este pequeno dicionário etimológico possa ajudar na memorização de alguns termos utilizados no dia a dia.

São Paulo, 14 de abril de 2014

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Sumário
A..............................................................................................................................4 B............................................................................................................................ 14 C............................................................................................................................ 17 D............................................................................................................................ 28 E............................................................................................................................ 31 F............................................................................................................................ 37 G............................................................................................................................ 40 H........................................................................................................................... 43 I............................................................................................................................ 47 J........................................................................................................................... 50 K............................................................................................................................ 50 L............................................................................................................................ 50 M............................................................................................................................ 53 N............................................................................................................................ 60 O............................................................................................................................ 62 P............................................................................................................................ 66 Q........................................................................................................................... 77 R............................................................................................................................ 78 S........................................................................................................................... 81 T............................................................................................................................ 86 U............................................................................................................................ 90 V........................................................................................................................... 91 X........................................................................................................................... 93 Z............................................................................................................................ 93

Formação dos Termos Médicos Referências Bilbiográficas

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A
Abdome – Origem incerta, talvez do latim Abdere, esconder. Existem outras prováveis derivações tais como do Latim Omentum, membrana rendada, Adps, gordura animal, Ab, longe, Domus, cabeça. Em latim a palavra Omem significa também augúrio, presságio, estando associada à prática antiga de examinar as vísceras de animais para predizer o futuro. Abdução - do latim Ab, longe e Ducere = conduzir. Em anatomia refere-se ao afastamento de um membro do eixo do corpo, da linha média. Abducente – do latim Ab, longe e Ducere, conduzir. Refere-se ao VI par de nervos encefálicos, que foi descrito por Bartolommeo Eustachio em 1564. Que inervando o músculo reto lateral do olho, abduz o bulbo do olho, desviando lateralmente o centro da pupila. O músculo reto lateral do olho já foi chamado de musculus amatorius (músculo dos amantes), porque sua ação produz o olhar de soslaio, único permitido às donzelas apaixonadas dos séculaos passados. Abdutor – do latim Ab, longe; Ducere, conduzir e Actor, agente. Aberração – do latim Ab(s), a partir, separação; Errā(re), desviar, extraviar. Devio de um tipo normal. Aberrante – do latim Aberrare, extraviar-se, Ab, longe e Errare, vagar. Termo aplicado a um vaso ou nervo que esta fora do seu lugar habitual ou que sofreu desenvolvimento embriológico diferente do esperado. Aborto – do latim Ab com anomalia e Ortu(m) nascido. Interrupção de forma natural ou provocada do desenvolvimento do feto durante a gravidez. O tema oborto é muito discutido pela sociedde Brasileira, no entanto, até o presente momento (2011) no Brasil é considerado crime, exceto em duas situações: de estupro e de risco de vida materno. A proposta de um Anteprojeto de Lei, que está tramitando no Congresso Nacional, alterando o Código Penal, inclui uma terceira possibilidade quando da constatação anomalias fetais. Absorção – do latim Ab(s), a partir de; separação e Sorb(ere), sorver. Captação de substâncias para a corrente sanguínea. Acantócito – do grego Akanth, espinha(o) e Kyto, célula. Célula que apresenta “espinhos”. Acéfalo – do grego A(n), sem, ausência e Kephal, cabeça. Que não tem cabeça. Acelomado - do grego A(n), sem, ausência e Koilo, oco, ventre e Ō-ma, conjunto. Animal que não possui celoma. Acessório – do latim Accessorius, acessório; Ascedere, por a mais, acrescentar. Termo utilizado para estruturas que são suplementares a outras, geralmente vasos, nervos ou ductos. O nome tanto pode significar que, embora nervo encefálico receba fibras de raízes espinais ou tenha função complementar à do nervo vago. Acetábulo – origem incerta. Talvez do latim Acetum, vinagre; e Abulum, pequena vasilha, gamela; Acceptabulum, pequeno recipiente. Na Roma antiga, a palavra era empregada para qualquer pequeno recipiente de boca larga que ia à mesa, como os de vinho ou vinagre. Também era uma medida de capacidade líquida, equivalente a uma xícara (moderna) de chá. Em Anatomia, designa o encaixe para a cabeça do fêmur. O termo já se encontra nas descrições de Plínio e Celso. Rufo de Éfeso afirma: “o que os gregos chamam “kotíle”, os romanos chamam “acetabulum”. Acidente – do latim Ad, junto, Cad(ere)/-cid(ere), queda; Nte(m), que faz, que ocorre. Fato imprevisto ou doença que ocorre derrepente, tal como acidente vascular cerebral, ataque isquêmico transitório. Acidofilia – do latim Acidum, ácido, e do grego Philein, amar. As estruturas que reagem com um corante ácido são chamadas acidófilas que significa ter afinidade por ácidos.

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em citologia existe este termo derivado da palavra grega Acros. Neste último sentido ambem refere-se ao fuso acromático ou fuso mitótico que é uma estrutura celular efémera. Cada célula adiposa armazena determinada quantidade de gordura. veneno. Akrós. Adenoma – do grego Aden. uva. glândula e Mer(o). um dos componentes fundamentais do citoesqueleto das células eucariotas. acústico e Akoamai . sem cápsual. Adenômero . adesão. Acrômio – do grego Akromion. sulco de crescimento. Adenoblasto . ombro. Seriam denominados de cromossomos acrocêntricos. Actina – do grego Aktīn(ο). germe. Esta proteína forma os microfilamentos finos (miofilamentos) presentes no sarcômero da célula muscular. glândula. germe. forma celular imatura. Período de maior intensidade de uma doença. semelhante. Omos. pelo aspecto filamentoso. extremo. e Hoerere. seria a porção funcional do órgão. conjuntivitis etc. Adenosina . glândula e Blast.do grego Aden. Karkinus. caranguejo. de DNA que causam doenças respiratórias. Hypo. Adesão – do latim Ad. bago de uva. parte. Estas células são capazes de armazenar gorduras até dez vezes o seu tamanho. Acromático – do grego A. glândula e Oma tumor. Adipócito – do latim Adipc. com filamentos e Īn(a). raio. Um pequeno saco terminal nos pulmões ou numa glândula pluricelular. Palavra criada por Levene e Jacobs em 1909 a partir da adenina e ribose. Ad. e Oma. negação e Cromatos. ponta e Sōm(a).Ácino – do latim Acinus. Termo utilizado por SzentGyörgyi. glândula e Īn(a). substância. constituída por microtúbulos que permitem o deslocamento dos cromossomas durante a divisão celular. forma de. No entanto. vírus. cromossoma. É uma base púrica componente de nucleótideos e de ácidos nucléicos. cor. extremo. glândula. extremidade do ombro. Esta palavra foi criada por Berblinger em 1932. de 16 lados. Adeno – prefixo que entra em numerosas palavras médicas e que vem do grego Aden. Adenina – do grego Aden(ο). grudar. Tumor maligno que se origina em um tecido glandular. São células responsáveis pelo armazenamento de gordura no corpo humano. Tumor benigno de origem glandular. Esta palavra foi introduzida por Kossel em 1885 para designar uma substância presente no núcleo das células glandulares. substância. que tem aspecto de e do latim Uīr(us). diamante. Acrossomo – do grego Akro. glândula. para. tumor.). gastroenteritis. Vírus de tamanho mediano (90 a 100 nm. Adenocarcinoma – Do grego Aden. O termo entra na designação de estruturas glandulares. Substância química que atua em inúmeros processos celulares. grudar. extremo. célula. extremidade.do grego Aden. Adenohipófise – do grego Aden. agarrar. Unidade estrutural do parênquima de uma glândula. Pessoa que não consegue ver côres. extremidade. corpúsculo celular. É uma proteína constituinte dos filamentos finos ou microfilamentos. gordura e do grego Cytus. ponta. que não é dominado e Blast(o). glândula e Īn(a). Adenóide – do grego Aden. substância química. Era também o nome antigo da próstata (glândula adenoidea). ou linfóides. auditivo. glândula. glândula e Oidos. Sem cor. e Hoerere. Adenovirus – do grego Aden(ο). Normalmente este termo é utilizado para cromossomas que apresentam um centrômero localizado numa das extremidades. Prolongação anterior do espermatozóide que facilita a penetração no ovócito.do grego Aden. 4 . ouvir. abaixo e Physis. Acme – do grego Akme. em 1942. Acrocentrico – do grego Acros. O termo acromial parece ter sido introduzido por François Chaussier (1800). Eid(és). perto de. tal como no pâncreas. Célula que produz e deposita o esmalte nos dentes. Adamantoblasto – do grego A-Damantο. Aderência – do latim Adherentia. Célula embrionária que origina o tecido glandular. Acústico – do grego Akustykós.

ou seja. Adrenalina – do latim Ad. maravilhoso. linfonodos aórtico-renais). que a injeção intravenosa do extrato de glândulas suprarrenais produzia contração das artérias. Glūt(en). processo de. rim. trazer. perto e Mirabilis. sobre + nephros. plano este que divide o corpo humano em duas partes imaginárias iguais. Refere-se a qualquer músculo cuja ação aproxima o segmento do plano mediano do corpo. e o círculo arterial do cérebro (polígono de Willis). ir para ou Ad. Aplica-se ao músculo que efetua um determinado movimiento. levar. É o componente 5 . como nas artérias. Ren. Ducere. entrada. O termo utilizado na nomina anatômica para essa glândula é supra-renal. Venire. e a terminação Ina para indicar princípio ativo. Duc(ere). insípida e incolor. Nos Estados Unidos. cujo citoplasma não possui grânulos visíveis ao microscópio de luz que atuam nos mecanismos de defesa corporal. Deve-se notar que é um termo macroscópico. ida. da Johns Hopkins Medical School isolou a mesma substância e denominou-a "epinefrina" do grego: epi. Atualmente esta rede. antes do Lavabum e do Vestibulum. Agenesia – do grego A(n) não e Genne. significava uma saída emergencial. Movimento de levar um órgão. vida. líquida. Bio.do grego A(n)não. que gera.Quando é ultrapassado o limite de armazenamento de uma célula adiposa é criada uma nova célula no tecido adiposo. no grego é Hydor. Em termos militares. como o que ocorre na coagulação do sangue. através dos tempos. marcha. No homem. conduzir e I-iōn(em) movimento. e designou vários plexos sanguíneos como o hipofisário. gordura animal) não se aplicava a espécie humana. O tecido adiposo acompanha o desenvolvimento do ser humano durante toda a vida. perto e Itus. o Aditus era o local adjacente ao pórtico. um determinado movimento (olhar) para o plano mediano. inodora. Na antiga casa romana. Que não se forma. rim. é denominada de sistema porta arterial. em cima. uma retirada estratégica. trazer para. na idade média. não se referindo a drenagemsanguinea. Agranulócito . que forma. combate e Íst(ēs). aceleração do ritmo cardíaco e aumento da pressão arterial. Mais tarde. da glândula suprarrenal. e do grego Kytos. em oposição ao músculo antagonista. Agrupamento de partículas ou de células. Sustância formada pela combinaçao de um átomo de oxígenio e dois de hidrogênio. estas glândulas foram aparentemente descritas por Bartolommeo Eustáchio. Agonista – do grego Agṓn. estrangeiros ou bárbaros. Admirável – do latim Ad. durante muitos anos designou a rede arterial encontrada no glomérulo renal. gordura. Quer dizer o que leva para dentro. Células de origem mielóide normalmente presentes no sangue. conduzir e Actor. Adrenal – do latim Ad. John Jacob Abel (1857-1938). Originalmente este termo designava os cidadãos não romanos. Este termo foi criado pelos pesquisadores britânicos George Oliver (1841-1915) e Edward Sharpey-Schafer (1850-1935). para designar envoltórios externos que pareciam “vir” de tecidos vizinhos. Ad. a idéia de rede foi usada por Herófilo e Galeno. Em anatomia e fisiologia refere-se ao movimento em direção a um centro de referência. água. agente. Esta palavra foi inventada por tradutores das obras de Avicena. em 1563. ao lado de. em 1895. Adire. ar. Este termo é aplicado á respiração onde se utiliza o oxigênio para liberação de energia. Termo usado por Aristóteles para as glândulas situadas junto ao rim de ovelhas (na realidade. perto. grão. Ádito – do latim Aditus. no glomérulo renal. a palavra foi usada em anatomia. perto. cola. Aeróbio – do grego Aerο. Aglutinação – do latim Ad junto. que faz. perto e Ferre. A rede admirável é o nome dado a um vaso sanguíneo que se ramifica para formar um plexo e deste o sangue é retirado através de um único vaso eferente. célula. perto e Ren. A antiga palavra latina Adeps (banha. o coróideo (III ventrículo). Adventícia – do latim Ad. acesso. Adiposo – do latim Adiposus. água. rim. Adução – do latim Ad. Aferente – do latim Afferre. Já conhecida na Antiga Grécia. No entanto. O termo rede admirável (rete mirabile) foi usado por inúmeros anatomistas. Agua – do latim Aqua(m). Adutor – do latim Ad. junto. em 1899. do latim Granum. o ar é necessário para a vida. substância ativa. ou junto de. grudar e Ā-tiōn(em). os quais demonstraram. vir. de Adeps.

Ergon.a no entanto depois de certo tempo passam a ser executadas pela placenta. Alveus. Alantoide – do grego Allas. hormônio esteróide. pequena. orifício de passagem para uma corda. Nos mamíferos placentários. o sensibiliza para o aparecimento dos fenómenos de alergia. também o menos puro. Alantoide é uma estrutura ligada à parte posterior do intestino do embrião que armazena excretas. Agulha – do latim Acu(m). Pessoas que tem ausência de pigmentação na pele. passou a ser utilizado para designar qualquer pó obtido pela sublimação e. Alimentação – do latim Ale(re). Designava qualquer objeto pequeno com forma arredondada. pó de antimônio. de qualquer líquido obtido por destilação e especialmente do álcool. As togas dos senadores e cônsules (juízes) eram brancas. branco. salsicha. diferente. Erg(on). ser branco. que faz. branco. clara de ovo. outro e. Esta palavra não existia no latim antigo e foi concebida por Averres e Avicena.mais abundante da superfície terrestre e. Albugo. em seguida. uma. introduziu a palavra para nomear os envoltórios das gônadas. permite trocas gasosas com o meio externo. no século XVII. é parte constituinte de todos os organismos vivos.do grego Algíā. 6 . esses anexos tornam-se atrofiados nos mamiferos placentários. Albicare. bondade e justiça. Alba – do latim Alba. Kaspar Bartholin. claro. pequena cavidade. Tambem denomina a alça de Henle no rim. Dá nome a nervos em forma de alça ou arco. trabalho. outro. em especial do testículo. Alaris. forma a chuva. Entre os romanos a cor branca era tida como símbolo de pureza. Albumina – do latim Albumen. as fontes. trabalho. escavada ou em forma de um Erlenmeyer. Albino . Albumém – do latim Albumen. alimentar e Mentu(m). Al + Koḥ'l. Substância que ao ser introduzida no organismo. outro. os ríos e os mares. que gera. asa. para nomear o humor vítreo do olho. Álcool – do árabe El. O significado original do termo ainda se mantém no arabe. Alcóol desidrogenado. Albicans – do latim Albus. Cada um dos genes de um par que coupam o mesmo lugar em um dos cromossomos homólogos.são úteri no incio do desenvolvimetno. Aldeido – lexema das palavras '€al€cohol €de€s€hid€rogenado'. Somente em 1846 Rossignol usou-a para designar vesículas pulmonares. alça de sandália. diminutivo de Alveus. clara de ovo. pó de antimônio para maquiagem. além disso. tal como mama. Albugínea – do latim. Alelo – do grego All(o). Alar – do latim. em um documento datado de 1254. que faz. No entanto tambem é utilizado para designar porções das glândulas secretoras. pequena cavidade ou órgão oco. diferente. Alérgeno – do grego All(o). Hormônio sintetizado na zona glomerulosa da supra-renal relacionado com o equilíbrio do sal no corpo. dor. No entanto. Alergia – do grego Allos. Atualmente representa cada um dos compostos orgânicos que contêm um grupo hidroxila ligado a um radical alifático ou seus derivados. O termo significa semelhante à cor da casca do ovo cozido. Algesia . Álveo – do latim. brancura. que torna. branco e a terminação Um. para denominar as cavidades dos dentes. Esta palavra foi criada em 1906 por Pirquet. No latim clássico parece como Acus. função e Gen. que é feminino de Albus.do latim Albus. Foi utilizada pela primeira vez em anatomia por Vesálio. Aldosterona – origem do lexema 'alcool desidrogenado e do grego Ster-ona. alado e Ala. devido a formar um arco. agulha e Cula(m). Alvéolo – do latim Alveolus. Razão pela qual. barra metálica que serve para perfurar. Alça – do latim Ansa. A introdução deste termo nas línguas européias foi feita através do espanhol. as funções do alantoide e do saco vitelínico.

Em latim. amêndoa. grande e Bulla. Bol . e Morphe. Alguns autores alegam que Ampulla é a forma corrupta e adaptada do grego Amphoreis. Derivada da somatopleura. Do grego Ammōniak(o). sem. frasco. divinidade egípcia denominada de Amon. Molécula que contêm um grupo carboxila e amina lives. Mit(o). no tecido ósseo. o termo é usado para designar dilatações terminais de ductos (deferente. Este termo foi cria pelo inglês Eames em 1882 para designar a célula epitelial de forma colunar ou prismática que secreta o esmalte nos dentes. Amina – do egípcio Amûn. levar. Amitose – do grego A(n). ácido. frasco arredondado. substância química. como no plasma sanguíneo. Ameloblasto – do grego Amel. membro. para cima. e do latim Acid. ou ainda segundo Joseph Hyrtl do latim Ampla. 7 . Amebóide – do grego Amoib(ḗ). Punção do âmnio para obtenção do líquido amniótico. menstruações. com forma de amêndoa. membrana de feto. pequeno saco inflável. membrana de feto. Em anatomia. jarro globoso com duas alças. Substância derivada do amoniaco. grande. Amielínico – do grego A(n). Amenorréia . Também existem as possíveis derivações do grego Ambullo. Conjunto de reações metabólicas que levam a síntese de compostos orgânicos complexos a partir de outros mais simples. Âmnion – do grego Amnio. Amniocentese – do grego do grego Amnio. Eid(és). não. tem aspecto de. Amorfo (a) – do grego A. perfuração. As proteínas são formadas pela união de aminoácidos. não. em referência às duas alças do vaso. os dois lados. sem. ânfora. mantém a temperatura do corpo e permite a movimentação do embrião. Refere-se a axônios que não apresentam bainha de mielina. Estrutura que não tem forma definida. polissacarídeos e proteínas. Esta palavra pode ter sido composta do grego Amphi. germe. Ausência regular da menstruação. Anabolismo – do grego Aná. Men. Kent-ē-sis. eu despejo. tuba uterina) ou expansões globosas do reto. tanto que foram descritos inicialmente como neurônios desprovidos de axônios.Amácrina – do grego A(n). ambos os lados e Pherein. Ampola – Origem incerta. negação. troca e Ismos. processo. Interneurônios presentes na retina que possuem axônios muito pequenos.do grego do grego Ana. pancreático. que é a combinação do ectoderma com o mesoderma. Âmnion é uma membrana que constitui a bolsa amniótica o qual envolve e protege o embrião. para trás. produto oriundo da Libia que era o sal de amoníaco. Dá nome a um dos núcleos da base do cérebro. não. Que se parece com uma ameba ao se deslocar. fluxo. Rhoíā. Mel(o).do grego A(n). com gasto de energia. carregar. Amigdala – do grego. amêndoa e Oidés. como por exemplo. bolha. Aerο. estado. ἀνά. vaso. Anaeróbio . Organismo que vive na ausência de oxigênio livre (gasoso ou dissolvido). Pode assumir consistência rígida. Ausência de membro. Amidgalóide – do grego Amygdalé. Amygdalè. negação. ou latim Ambo. para designar estruturas semelhantes a amêndoas. não. O termo apareceu com os tradutores de Avicena. Em Histologia a substância amorfa localiza-se etre as células sendo formada principalmente por água. fio e Ō-sis. Makr(o). o correspondente é Tonsilla. Amelia – do grego A(n). Aminoácido – do grego Am-īn(a). ar. processo. Myel(o) medula e īn(a). esmalte e Blasto. Provavelmente do latim Ampulla. Divisão da célula sem que se observe a condensaçã dos cromossomas. esta palavra apresenta dois significados pode ser: troca ou no sentido cientifico ameba. lactífero. ou do latim Olla. e líquida. junto à cauda do núcleo caudado. negação. parecido com. forma. do deus Amón. Tem a função de produzir o líquido amniótico que protege o embrião contra choques mecânicos e dessecação. forma de.

Anastomose – do grego Ana. Inicialmente considerada apenas uma técnica para estudar o corpo humano. dissecado. entrada. ligado. o que é uma das características das células tumorais. Perda da diferenciação estrutural e funcional de uma célula normal. Andropausa . Temo. não. Os cromosomas filhos formados dirigem-se então para os dois pólos opostos (para trás) do fuso acromático. relativo a ânus. já aparecia entre os gregos. Esta é a malformação fetal mais freqüentemente relatada pela medicina. ligadas ou unidas a eles. Designa apêndices ou part4es acessórias de órgãos. Phasis. A anencefalia consiste em malformação do tubo neural acontecida entre o 16° e o 26° dia de gestação. caracterizada pela ausência parcial do encéfalo e da calota craniana. que sucede a metáfase durante a qual as cromátides (constituintes dos cromosomas) que. a anatomia logo passou a designar o método e finalmente a ciência geral da estrutura. André Vesálios é considerado o pai da anatomia moderna devido ao magnífico livro “De Humani Corporis Fábrica”.do grego A(n). Deve-se preferir utilizar esse termo em relação aos vasos sanguíneos. Plo. O choque anafilático é uma reação tão intensa ao alérgeno (substância estranha ao corpo) que leva a falência de alguns órgãos inclusive a óbito (em vez de proteger. acotovelamento. multiplicado. e menor do que o número diplóide. Fase de crescimento do pelo. Corte. parar. fase. normal. Aneurisma é uma patologia provocada pela dilatação segmentar. secção. ia direto ao coração. O costume de levar-se o anel neste dedo. Eu.Anáfase – do grego Ana. Anexos do útero são os órgãos “ligados” ao útero. formação celular. Enkephalos. proteção. sem. cortar e Anatome. Este termo foi criado 1952 na frança baseado no termo menopausa que é normalmente utilizado em relação à parada da menstruação nas mulheres. 8 . Do adereço derivou o nome do próprio dedo que o levava (o 4º dedo direito). Cesar. dobra. Anencefalia – do grego An. estavam reunidas pelo centrômero. Anel – do latim Annulus. Digitus annularis (dedo anular). forma. Andrógeno – do grego Andro. largo. Ploos. Ancôneo – do grego Ankon. e Plas(íā). Anexo – do latim Annexus. Anágeno – do grego Aná. para trás. Quando a célula apresenta um numero de cromosomas maior do que o normal. Eid(és). sem. Erasístrato e Herófilo tornaram a anatomia um dos campos de estudo da medicina. Em Histologia o termo anafilaxia refere-se a uma reação alérgica sistêmica. separam-se devido ao desdobramento deste. para cima e Phylaxis. anel. Fase da divisão celular (mitose ou meiose). porém não múltiplo deles. cortado. Aneuploide . Representaria o climatério masculino. para trás. através de. Designa qualquer estrutura relacionada à região do cotovelo. Eidos. Ligação por meio de uma boca. que utilizou o termo sinanastomosis para se referir as pretensas junções artério-venosas. Termo genérico para os hormônios sexuais masculinos. de formato variável. privação. Hipócrates. A primeira menção das junções tubulares boca a boca foi utilizada por Erasístrato. macho e Pau. lesa o organismo). Aneuploidia – do grego A. aspecto de. para trás. durante as fases precedentes. encéfalo. Anafilaxia – do grego Ana. Células oo indivíduos cujo número de cromossomas não é um multiplo exato do número haplóide que é característico da espécie. proveniente de defeito de fechamento do tubo neural durante a formação embrionária. partindo dele. forma. devido à crença errônea de que havia um vaso ( Vena moris) que. unido. Aneurisma – do grego Ana. que gera. de uma parte do vaso. Ana. ligar. macho e Gen. Anatomia – do grego Anatomichós. ângulo. geralmente arterial (artéria) ou menos freqüentemente venoso (veia). grande. No entanto nos homens não desaparecem os carateres sexuais masculinos. através de. para cima e Gen. que ocorre após exposição a uma determinada substância já conhecida pelo organismo. boca. Anaplasia – do grego Ana. e Stoma. As primeiras dissecções anatômicas para fins científicos parecem ter sido realizadas pelos gregos. Anal – do latim Annalis. unir.do grego Andro. parte de e Eurys. através. e Annectere. o que gera.

Tipo específico de apoptose. Agon. Annus era o termo pejorativo para “mulher velha”. pois pode ter sido derivado do Grego Aortemai.derivados dos linfócitos B) que atacam proteínas estranhas ao corpo. contra. antes. Diz-se de músculos de uma determinada região que fazem movimento contrário. caverna. Tereo. não e Homo. A aorta se inicia no coração. Anticoagulante – do grego Anti. parte. bode. espaço oco. que era Annus. Significa o que está antes ou vem em primeiro de uma série.do grego Aggèion. célula e Ō-sis. chamadas de antígenos. salteadores. Iso. refugio de ladrões. e termina à altura da quarta vértebra lombar. Significa não igual. Celso foi o primeiro a utilizar o termo em Anatomia. cavidade. Antígeno – do grego Anti . Antiporte – do grego Antí. oposto a e Elix. a coagulação sanguinea. vaso. É um termo usado para descrever o mecanismo de crescimento de novos vasos sanguíneos a partir dos já existentes. Antélice – do grego Anti . contra e Meros. anoikis é definido como um tipo de apoptose que é induzida pela insuficiência ou inadequada interação célulamatriz. Proteína de membrana que transporta um soluto através de uma membrana que depende de um transporte simultâneo de outro soluto na direção oposta. mas o radical Anti é ai uma forma abreviada de Anticorpos e. moradia. na base do ventrículo esquerdo. espiralado. transportar. anel. frente a. No latim vulgar. Anticorpos ou imunoglobulinas são glicoproteínas sintetizadas por células (linfócitos T ou plasmócitos . igual. Células normais quando perdem a interação com sua matriz recebem sinais para iniciar o processo de apoptose. No sentido anatômico este termo foi usado inicialmente por Aristóteles. contra e. Uma das várias partes similares ou equivalentes em que um animal de simetria bilateral ou radial pode ser dividido. privação. frente. suspenso. Parte do pavilhão da orelha externa oposta ao trago. Não confundir com Atrium ou Aditus que eram compartimentos da casa romana. contra. corpo. Anticoagulantes são substâncias usadas para prevenir a formação de trombos sanguíneos. que significava ano (tempo). igual. e Brachium. Era. A origem deste termo ainda é incerta. mais à frente. assim. anel. Antímero – do grego Anti. frente a e Port. onde se divide nas artérias ilíacas comuns. Anoikis . como hélice e antélice. sem. Aristóteles apenas nomeava o lóbulo da orelha externa. privação. É o nome dado ao principal tronco arterial do sistema circulatório do qual se derivam todas as artérias do organismo. Etimologicamente deveria significar “contra a concepcção”. por causa da aparência enrrugadada da pele ao redor dos lábios (semelhantes às pregas anais) ou porque as marcas do tempo (anos) eram nelas mais evidentes. Anterior – do latim Anterior. faca de cabo curto e curvo usado pelos povos macedônios. cabra. provinda do meio exterior ou do próprio organismo. Rufo de Éfeso foi o primeiro a descrever outras partes do pavilhão da orelha externa. Antro – do grego Ántron e do latim Antrum. Aorta – do grego Aaeirein. Ante.Angiogenese . contra e. processo patológico. Antitrago – do grego Anti. eu produzo.do grego A(n). Em outras palavras. ou seja. Variação anormal do tamanho das células. produção. Antígeno é toda partícula ou molécula capaz de iniciar uma resposta imunológica. Eileo. coagulante. que eram sempre mal afamadas. Antebraço – do latim Ante. levantar ou ser levantado. enrolar. Anômalo – do grego An. Antagonista – do grego Antí. teto. do latim Corpora. Alguns etimologistas alegam ser a palavra derivada da forma popular de Annulus. diante de. Antígeno é um “gerador de anticorpos”. combate e Íst(ēs). do latim Coagulans. Noikis. sem. estranho. Anticorpo – do grego Anti . especialmente das hemácias. eu tenho ou ainda Aortés. e Gênesis. Anisocitose – do grego A(n). oposto e Tragos. A palavra em português tem sentido de covil. porque em Roma antiga os malfeitores abrigavam-se em cavernas. ar. que faz. contra e Gennao. Kyto. braço. Ânus – do latim Annulus. 9 . realizando assim a defesa do organismo. Ânulo – do latim Annulus.

máquina. zona de crescimento. Foi professor de Anatomia (1689). e Krynos. Aquiles foi mergulhado nas águas do rio Estige seguro pelo calcanhar. cordão. apetrecho. São denominadas glândulas apócrinas aquelas cuja secreção apresenta parte das células que a fabricaram. Apical . Ductus. a partir de. de e Neuron. Eram grandes extensões de encanamentos elevados que traziam água de rios vizinhos. 10 . Aponeurose – do grego. ponta. passou depois a nomear estruturas ou órgãos com a mesma finalidade. que se referia à queda das folhas das árvores no outono . Em anatomia o termo é usado para uma passagem através de certa estrutura. pois este último abrange um conjunto de órgãos e estruturas que atuam em combinação para realizar uma função. e Physis. lisa e deslizante. Esse banho tornou seu corpo invulnerável a qualquer arma de ataque. Ducere. no entanto. O termo foi primeiramente utilizado em anatomia por Phillipe Verheyen em 1693. O termo Neuron antigamente designava qualquer estrutura cilíndrica fibrosa. mas pode também ser causada por um estímulo patológico (como a lesão ao DNA celular). aquoso. Está relacionada com a manutenção da homeostase e com a regulação fisiológica do tamanho dos tecidos. A expressão calcanhar de Aquiles. logo abaixo da cápsula. No fim da vida tornou-se teólogo. O termo é derivado do grego. Esse anatomista teve um acidente na juventude o que ocasionou uma amputação do pé e tal fato inclinou-o a estudar medicina e a se tornar anatomista. No entanto em anatomia sistema não é sinônimo de aparelho.C para designar uma excrescência. Este termo foi craido por Hipocrates para designar no século V a. geralmente com a finalidade de conduzir líquido claro. localizado numa extremidade. Conhecida como "morte celular programada” (a definição correta é "morte celular não seguida de autólise) é um tipo de "autodestruição celular" que ocorre de forma ordenada e demanda energia para a sua execução (diferentemente da necrose). úmido. ou seja. forma de. depois de Cirurgia (1693) e segundo a lenda dissecou o próprio pé amputado. Ápice – do latim Apex. Arciforme – do latim Arcus. água. preparação. balança. sobre. ou sua teia. Belga.um exemplo de morte programada fisiológica e apropriada que também implica renovação. secreção. conduzir. no entanto. aranha. Apex. Apêndice – do latim Appendix. guiar.Aparelho – do latim Apparatus. em sentido geral. anatomista holandês. Aquoso – do latim Aquosus. Aquiles – Nome próprio (Grego). Em anatomia o termo é utilizado para uma passagem através de certa estrutura para conduzir liquido claro. ponta. Utilizado inicialmente para designar apenas um conjunto ou uma coleção de instrumentos para determinado fim. queda ato de cair. significa ponto vulnerável. proveniente de. Aribásio foi o primeiro a definir aponeurosis como uma lâmina fibrosa e fina. semelhante. suspender. fibra. Apoptose – do grego Ptoses. Aqueduto – do latim Aqua. Aracnóide – do grego Arachnè. Relativo a uma ponta ou vértice. Tem como sinônimo o termo grego Systema. o que pende. Apófise – do grego Apo. por Fredeick Ruysch. Na Roma antiga os aquedutos eram engenhosos projetos de transporte de água potável. Em Anatomia designava o tendão calcâneo. Alguns autores acreditam que essas glândulas são na realidade glândulas merócrinas. Em Histologia descreve-se na supra-renal a zona arciforme. Na mitologia Grega. Assim como as pétalas das flores e as folhas das árvores no outono. as células dessa região se dispõem em cordões que formam arcos. arco. tais como as glândulas mamarias. a maioria dos livros de histologia ainda referem a presença dessas glândulas. de especial importância para o suprimento de banhos e decisivos para higiene pública. e Eidos. arco e Formis. a parte não banhada ficou vulnerável. Arco – do latim Arcus. Appendere. ou seja. assím podemos designar aparelho genito-urinário abrangendo os sistemas reprodutores masculino ou feminino e o sistema urinário.do latim Apicis. axilares e perianais. crescimento ou parte saliente do osso para articulação ou inserção muscular. Apó. condução. Apócrina – do grego Apo. O termo foi aplicado á meninge entre a dura-máter e a pia-máter em 1664. parte das células é eliminada juntamente com o produto secretório.

conservar. por Júpiter. O mesmo que tálus. Árvore da vida – do latim Árbor. telencéfalo e diencéfalo. estudo. conservar. guardar. Substâncias que são reveladas ou identificadas pela prata. começo. As fibras do áster são microtúbulos protéicos presentes ao redor dos centríolos. No arquencéfalo distinguem-se inicialmente três dilatações. pelo fato de que às dissecações. para designar a área pigmentada ao redor da papila mamária (mamilo). amor. portanto. o qual denominavam de taxillus. Astrálago – do grego Astrágalos. duro. jarro. apertado. deu o nome de arbor vitae cerebelli à substância branca do cerebelo. filho de Iápeto e Climene. Áster – do grego Aster. Célula da neuroglia de origem ectodérmica com prolongamentos citoplásmicos fibrosos que lhe dão o aspecto de uma estrela. Hipócrates chamava “artéria” à traquéia e árvore bronquial e “flebos” aos vasos sanguíneos. a sustentar o 11 . que após a derrota dos Titãs para os Deuses foi condenado. não e do latim Sexum. prata e Philia. e. Terein. copo e Oidés forma de. estrela. Árvore – do latim Arbor. subir elevar. Aplica-se este termo em medicina especialmente ao espaço ao redor dos mamilos dos seios. estado. astro e Glia. Em Histologia temos as fibras reticulares que são impregnagas pela prata. o sangue. utilizando-o inclusive para os músculos associados àquelas cartilagens. Skleros. Arteriosclerose – do grego Era. Com o subseqüente desenvolvimento do embrião. vista em corte sagital. o prosencéfalo dá origem a duas vesículas. eu sustento. o óleo de cedro era usado como bálsamo e por isso esta árvore ficou conhecida como árvore da vida. Aritenóideo – do grego Arytaina. ajustado. Conjunto de células com aspecto estrelado presentes na glía nervosa (neuroglia). Os gregos antigos acreditavam que as artérias conduziam o ar. ar. Assexual – do grego An. que são as vesículas encefálicas primordiais denominadas: prosencéfalo. dado de jogo.do grego Ástron. Somente no século XVII. No século XVIII.Aréola – do latim Área. Foi James Douglas quem a descreveu num trabalho sobre peritônio. Realdo Colombo. nó. elemento inicial e EnKephal(o). Este termo também é utilizado em relação a pessoa que não sente atração sexual. ar e Terein. pela semelhança com a fronde deste vegetal (Thuya occidentalis). Atlas – do grego Atlas. Endurecimento dos tubos que conduzem ar ou “artérias”. junção e Arctus. da vida. em 1740. os trabalhos de Miguel Servetto. e Ose. Argirofilia – do grego Àrgyros. Gigante mitológico de força descomunal. Artéria – do grego Era. Arqueado – do latim Arcuatus. O termo foi introduzido em Anatomia por caspar Bauhin. Arteríola – do latim Arteriola. célula. aqueles vasos mostravam-se vazios. astro. curvado como um arco. arqueado. Diz-se da reprodução que não há união sexual. como o sufixo diminutivo Ola. Foi o anatomista Jean Riolan quem introduziu este termo. Regulam principalmente a resistência ao fluxo sanguineo. A palavra talus é sinônimo de astrálago nanomenclatura anatômica. estrela e Kyto. espaço. Arquencéfalo – do grego Arkh. interior da cabeça. junção e Logos. Termo utilizado em neuroanatomia e na formação do sistema nervoso. em 1605. Artrologia – do grego Arthron. árvore e Vitae. pois os anatomistas gregos antigos acreditavam que as artérias continham ar e as veias. Na realidade essas fibras são colágeno tipo III. Através das artérias o sangue é libertado para os capilares. sexo. Os soldados romanos fabricavam seus dados a partir do osso de calcanhar de cavalos. foi dado o nome ao conjunto das cartilagens aritenóideas e ao ligamento interaritenóideo. a pressão sanguínea periférica. Astroglia . Ascendente – do latim Ascendere. Fabrizzio D`Àcquapendente e William Harvey demonstraram claramente a circulação sanguínea nas artérias. As arteríolas são vasos sanguíneos de dimensão pequena que resultam de ramificações das artérias. Winslow. amigo. cola. mesencéfalo e rombencéfalo. árvore. Devido a semelhança do adito da laringe de animais com um jarro. Astrócito – do grego Ástron. mais tarde abreviado para talus. Articulação – do latim Articulatio. diminutivo de Artéria.

não um exame "em si mesmo" mas "por si mesmo". exame). Hipócrates chamava a vértebra de odonta. eu carrego. por si mesmo e Lise. privativo e Trophe.do grego Aut(o). tecidos. Autossomas . asa. e Soma. A autólise ou citólise é o processo pelo qual uma célula se autodestrói espontaneamente. sendo esta a imagem do Titã que esta perpetrada por muitos escultores. alimentar. que não são sexuais. Até a época de Vesálio (1540) apenas o processo odontóide (ou dente) desta vértebra era chamado de axis. Atrofia – do grego A. ou de medicina forense. Mecanismo utilizado pelas células eucariotas para degradar seus proprios componentes visando normalmente a renovação citoplasmática. Autócrino – do grego Aut(o). Ser capaz de sintetizar compostos orgânicos diretamente de compostos inorgânicos. Axilla. As aurículas dos átrios do coração foram assim denominadas por Erasístrato. São substâncias que exercem atividade sobre a mesma célula pela qual tem sido secretada. que atua por si mesmo ou sobre si mesmo e Phagia. Alguns autores referem que o termo foi introduzido por Vesalius visto que ele mesmo começou a realizar o estudo dos cadáveres e não mais os barbeiros da época. por analogia sustenta a cabeça. próprio. próprio. ouvir. Pollux chamou-a inteiramente de axis e vesálio confirmou este nome para todo o osso. Aurícula – do latim Auricula. mesmo e Nómos. em que se pretende determinar as causas da morte. destruição. pela semelhança com as orelhas de um cão. sala íntima. Grande aposento central da casa romana com a lareira (lar) num dos cantos e um tanque de mármore (impluvium) no outro. ação de comer. Galeno foi o primeiro a sugerir este termo aplicando-o ao sistema nervoso. lei. espinha. por causa de seu processo e Galeno denominava-a de dentiformis. tipos: a) Necropsia médico legal. próprio. nutrição. Ela consiste na redução do tamanho celular resultante da perda de proteínas e outros materiais celulares (assim como de organelas). Autotrófo . órgão ou estruturas do corpo. que atua por si mesmo ou sobre si mesmo e Krin. Na anatomia nomeia a primeira vértebra cervical que. morto e psia. Insuficiêcia de nutrição. diagnósticos de finalidade da saúde ou clínica. Axila – do latim. próprio + Psia. eixo e Alla. cavo do braço. A palavra que deveria ser utilizada deveria ser necropsia (nekros. Audição – do latim Audiere. regra. orelha externa. própria. Autofagia . por sua semelhança a um “pivô”. exame.do grego Autos.do grego Autos. próprio e Trophos. vértebra). Galeno chamava esta vértebra de Protospondio (do grego Protos. eixo ou Ago. Este aposento não apresentava janelas e apenas um orifício no teto para escape da fumaça.mundo nos ombros. diminutivo de Auris. Os anatomistas devem ter dado este nome devido ao fato da câmara cardíaca ser de grande dimensão e ter a presença da veia cava superior. Autônomo – do grego Autos. Atrio – do latim Atrium. no entanto. como se fosse uma chaminé. própria. refere-se à dissecação de um cadáver.do grego Autos. Autopsia . b) Necropsia médico patológica. talvez por composição de Axis. quebra. É comum em células danificadas ou em tecido morrendo. Foi apenas na época de Vesálio (1540) que se passou a denominar Atlas a primeira vértebra cervical. Erroneamente usado por alguns como autopsia si próprio. Axis – do latim Axis. A atrofia é uma forma de resposta adaptativa da célula a novas condições impostas pelo organismo. pelo fato da primeira girar sobre ela com em um eixo.do grego Autos. Significava o lóbulo do pavilhão da orelha externa. ou seja. Corpo. eixo e do grego Axon. Conjunto de cormosomas que estão presentes em todas as células de um organismo. Autólise . primeiro e Spondylos. Conforme o mesmo dicionário é sinônimo perfeito de necrópsia. 12 . observar. em alguns casos pode ocorrer autofagia ocasionando morte celular. A verdade a melhor tradução é "observar com os próprios olhos". Celso parece ter sido o primeiro a designar a segunda vértebra cervical por este nome. com diversos fins: educativos. a redução das células se reflete também na redução do tecido ou órgão afetado. exame). ser vivo que fabrica o próprio alimento. sobre o qual havia uma abertura que captava água da chuva. segregar. que se caracteriza por desgaste ou diminuição de células. São exames realizados em cadáveres para esclarecer práticas criminosas. Há quem diga que o termo autópsia deveria ser empregado para o exame em humanos e necrópsia o exame em animais.

A idéia do crânio. "moreno pálido". mas a língua portuguesa não a adotou. sem. receber e Tōr(em). pesado. grave. no Grego Splien. Barorreceptor . Axônio – do latim Axis. à direita. Este termo foi introduzido por Entz (1901) na inglaterrra. longa e fina de uma célula nervosa (neurônio). Na antiga Roma. eixo e do latim Plasma. A intenção do nome ficou prejudicada quando Albrecht Von Haller chamou de “hemiázigos” à veia correspondente à esquerda que. Bálsamo – do grego e designa uma árvore Balsamodendron Opobalsamum que produz um óleo ou azeite aromático e medicinal. único.do grego Bar(y).Axodendrito – do grego Ax(o). ou do grego Áxon. Membrana que cobre o axônio. fundação. Barba – do latim Barba. Ázigos – do grego A. proibidos de deixar crescer a barba por um decreto papal de 1092. a palavra para este órgão era Lien.do grego Básis. que parece receber todo o sangue das paredes do tórax. que faz. opaco. privado de e Zygos. não tinham formação acadêmica. eixo. ou do grego Áxon. Não se sabe ao certo talvez a pavra baço possa ser derivada do latim Badium. os barbeiros foram separados dos cirurgiões. atribuía-lhe a função de produzir a bile negra. 13 . colher.do latim Axis. Axolema . um dos quatro humores do corpo. sem brilho. Base – do grego Básis. Dendr(o). O do grego e do latim Re. apoio. apoio. Bainha – do latim Vagina. escuro. Citoplasma do axônio de uma célula nervosa. o barbeiro era chamado de Barbatensius. drenagem de abcessos) e barbear os frades e monges. Feixe de microtúbulos e proteínas associadas que formam o eixo central de um cílio ou de um flagelo nas células eucariotas. os barbatensius. para tras. 1745. que passaram a ter formação acadêmica. Portanto significa ímpar. Na Inglaterra. Aplica-se a todo órgão ímpar. Axoplasma – do grego Áxon. também do latim. O adjetivo baço. É um receptor sensorial que monitoriza as alterações na pressão sanguínea. com “base e paredes” foi introduzida por Avicena. eixo e Nē-m(a). entretanto. ou do grego Áxon. A designação do órgão abdominal provavelmente originou-se da sua coloração ou mesmo da sua posição. apoiado. somente e. Ativação do reflexo barorreceptor reduz a freqüência cardíaca e provoca vasodilatação. B Baço – do latim Opacius ou Opacus. barba. não lhe é igual (par). hilo. Axonema . que conduz os impulsos elétricos para longe do corpo do neurônio. par. arborização e Īt(ēs) elemento anatômico.do latim Axis. fundação. Basal . eixo e Lemma. Basilar – do grego Básilon. de cujo equilíbrio dependeria a saúde. A teoria dos humores da medicina hipocrática. repetição. Esses receptores estão localizados em artérias sistêmicas (seios aórtico e carotídeo). com intensidade. sustentado. como da espada. baço. casal. No entanto este termo é utilzado normalmente para designar sinapse entre um axônio e dendrito. criatura ou do grego Plásm(a). qualquer bainha ou estojo. Este termo passou para o latim como Balsamum. O excesso de bile negra seria responsável pelo "mau humor" das pessoas. Dá nome a uma veia parietal torácica posterior. eram treinados para executar atos considerados abomináveis para o médico formado (sangrias. que orientou o pensamento médico durante mais de vinte séculos. O axônio é uma projeção. Cada uma das fibrilas laterales do cilindroeixo de uma célula nervosa. designando “em direção à base do crânio”. Na história da medicina o baço sempre constituiu um desafio à curiosidade dos investigadores que buscavam compreender a sua função no organismo. Cēp (latim). em português. Em latim. O que equivalente grego é Pólon. eixo. Na idade média. é sinônimo formal de opaco e daí as palavras embaçado ou embaciado (que não se deixa atingir o atravessar pela luz). Termo sugerido por Barclay. líquido constituínte. membrana fina.

bogiganga e finalmente bugiganga. Bicondilar – do latim Bis. à veia superficial do antebraço e braço. Interviem nos processos de digestão funcionando como emulsionante dos ácidos graxos. substância química. as quais iam sendo estouradas ao longo da peça e fazendo diminuir o tamanho da figura. daí o adjetivo colérico. A abertura semelhante a uma boca em uma blástula. se assentou querendo dizer “objeto de pouco valor”. Basilike. A fôrca romana. nó. era dupla. Bipenado – do latim Bis. Na Grécia antiga. Denominação de músculos que têm origem em dois ventres separados. os músculos bíceps do braço e bíceps da coxa. André Vesálio foi o primeiro que notou a semelhança de forma dos ossículos da audição com os instrumentos do ferreiro e assim os denominou. Rei. bexiga ou vesícula. forcado de dois dentes. duplo. duplo e Caput. amar. Bigorna – do latim Incus. o termo Fel era mais usado para a bile armazenada na vesícula biliar. apoio. Em especial. A palavra grega Kystis. formação. fel. dois. que permanece como sendo um dos principais pontos de sangria ou punção. porque os antigos acreditavam que a retenção da bile provocava ânimo raivoso. Teoría biológica segundo a qual todo ser vivo procede de outro ser vivo. fel ou bílis e Rube(um). Bastonete – do francês Baston. duplo e Pennatus. Os médicos gregos faziam a sangria na veia basílica direita para as doenças do fígado (flebos hepatitis) e na esquerda para as do baço (flebos splenitis). fundação. Glisson chamou a atenção para o fígado como órgão produtor da bile e foi o primeiro a sugerir que esta secreção atuava na digestão das gorduras. dois. forjar. Sustância líquida alcalina amarilada produzida pelo fígado de muitos vertebrados. penado. Bifurcação – do latim Bis. colesterol e hormônios. Por um tempo. Bili (e) – do latim Bīl(is). a palavra designou “festa com pessoas disfarçadas” ou “peça de teatro cômica. em forma de T. golpear. Básio – do grego Básis. germe e Poros. vida. proteínas. Biventre – do latim Bis. fôrca. junção. ou seja. Bíceps – do latim Bis. base. contenção. geração. Em histologia são células em forma de bastão na retina. Em latim. duplo e Furca. dois. base. esta veia era chamada por Hipócrate endo flebos (veia interna) e por Galeno de ankonos flebos endos (veia interna do cotovelo). bile. visão. No contêm enzimas digestivas. No entanto a veia verio do vocábulo árabe Al-basilik.Basílica – do grego Basil. bigorna e Incudere. Estes personagens usavam bexigas de animal infladas debaixo da roupa (não tinham ainda inventado os balões). A palavra bílis pode derivar de Bis. Que recebe bem os corantes básicos. significando “dupla causa de raiva”. passou a vexiga e depois a boxiganga que era o nome de um personagem cômico do teatro espanhol. Dis-se de célula ou parte dela que se cora por corantes basófilos. de Vesica. Bílis. O equivalente grego é Kystis. já é encontrado na Ilíada de Homero. dois. Depois vieram mogiganga. isto é. dois e do grego Kòndylos. Basófilo – do grego Basis.palavra latina. Blastáporo – do grego Blast(o). com o sentido de bexiga. Biopsia – do grego Bios. Bilirrubina . malhar. em forma de bastão pequeno. Depois passou a designar qualquer objeto usado para debochar de alguém e. dois. principal. vida e Opsis. A origem da palavra bexiga é interessante. 14 . bili. originalmente. Bilífero – do latim. geralmente para se dar um diagnóstico. Bexiga – do latim Vesica. e Philein. O termo vena basílica era desconhecido dos antigos anatomistas. Exame de um tecido que se retirou de um ser vivo. Biogenese – do grego Bio vida e Genesis. duplo e Lis. tinha dois braços. O nome atual foi dado por Avicena. bile e Ferus. finalmente. Contêm sais biliares. Bio – prefixo usado em muitos termos médicos e que deriva do grego Bios. o termo bílis era frequentemente substituído pelo equivalente grego Chole. vermelho e In. ventre. cabeça. porém incapazes de identificar cores. passagem. duplo e Venter. Bílis. curta“. que conseguem funcionar com baixos níveis de luminosidade. que transporta. enquanto Bílis era usada para a secreção. Até o século XVII. veia interna. Pigmento biliar de cor amarelo-alaranjado que resulta da degradação da hemoglobina. fato descrito mais tarde por Haller.

O termo foi introduzido por Aristóteles. imaturo. mas as bolsas sinoviais cutâneas somente foram descritas por Beclard.do grego Blast(o). parte. Acreditava Platão que os líquidos deglutidos alcançavam o estômago pela traquéia e os alimentos sólidos. brânquias. e Por(o). pelo esôfago. Boca – do latim Bucca. O equivalente grego é Stóma.do grego Blast(o) germe. braço.do grego Blasto(o) germe. porque o membro superior é mais curto que o inferior. Esta palavra apareceu somente no século XVII. Branca – do latim Alba. bochecha. refere-se na atualidade a cavidade oral. Winslow e Monro descreveram as bolsas sinoviais intertendineas e entre ossos. Fase de desenvolvimento do ovo ou zigoto que se segue à mórula e se caracteriza pela formação de uma cavidade líquida (blastocele) entre os blastómeros. Conjunto de células embrionárias cuja proliferação leva a formação de um determinado órgão. 15 . que tinha o sentido de vazio. Bregma – do grego Brechein. breve. germe e Kist. O ponto craniométrico homônimo (ponto de união das suturas coronal e sagital) foi descrito por Broca. Orificio da gástrula que comunica o arquentero com o exterior. oco. como peixes. Vide o termo dolicocéfalo. Cada uma das primeiras células formadas pela divisão do ovo. branco. poro. Popularmente. o contorno da abertura oral (rima dos lábios) era denominado “Os”. Borda – do árabe Bord. Bregmos) também foi empregada por Galeno para designar o “ápice do crânio”.Blastema – do grego Blast(o). Aplica-se a pessoa cujo crânio é quase redondo. cavidade. vesícula. mas o sentido foi depois extrapolado para sua divisão e gradualmente acabou denominando apenas os ramos. Braquial – do latim Brachialis. Blastocisto . Inicialmente. as brânquias estão ao descuberto ou em cavidades fechadas por uu opérculo. bolha. Órgão respiratório de muitos animais aquáticos. moluscos etc constituido por lâminas ou filamentos de origem tegumentário. no século XVI. Passou depois a designar também qualquer vesícula ou saco inflável com forma arredondada. oco. Em latim. pequeno. é curto). Bolha – do latim Bulla. e Meros. Esta palavra deriva do grego Brachis. A palavra inglesa é Arm (braço) sendo que a palavra armadura deriva dela. germe e Ema. claro. bexiga. Foi reintroduzida no vocabulário anatômico por Colombo. referiase à parte “mais mole” do crânio do recém-nascido e a última a se ossificar. porque a primeira peça idealizada como proteção foi uma ombreira de metal ou couro rígido que protegia a articulação do ombro. O equivalente latino é Bracciu. O termo foi provavelmente assimilado do hebreu Bukkah. amolecer. mole. margem. porque seu diâmetro maior excede em menos de um quarto o menor (por tanto. designando o saco membranoso sinovial que foi chamado de “mucuous bursa” por Albinus. Blástula – do grego Blast(o) germe. cabeça. Blastoporo . disco. bolsa. pele e Bous. Braço – do grego Brachion. e Ula. Daí a justificativa da umidade (muco) daquela. úmido. designava tanto a garganta como a própria traquéia. e Diskos. Diz-se de pessoa que têm o diâmetro transversal do crânio igual ou superior ao anteroposterior. Branquia – do latim Branchiae e do grego Bránkh(ia). Rufo de Éfeso usou o termo para designar os anéis da traquéia. cápsula.do grego Blasto(o) germe. onde um golpe podia seccionar o tendão do músuclo supra-espinhal.do grego Blast(o). Braquicéfalo – do grego Brakhy curto e Kephal. curto. relativo ao braço. É o nome dado a cavidade existente no interior do blastocisto. boi. Este tipo de crânio é comum entre os asiáticos. germe e Koile. prancha. Brônquio – do grego Bronchos. Área germinativa de um ovo rico em vitelo e que dá origem ao corpo do embrião. Blastômero . Blastodisco . umedecer. Bolsa – do grego Bursa couro. dificultando oou impedindo o manejo da espada. com o sentido atual de “fontículo anterior”. A palavra (ou um similar arcaico. Blastocele. feminino de Albus. A palavra significava qualquer ornamento ou objeto em forma de bolha.

nomeia a saliência arredondada do osso etmóide. pedra de cálcio. Célula mucosa presente em alguns epitélios que apresenta forma de cálice. Esta palavra apareceu somente no século XVII. Callum. taça. Cabelo – do latim Capillus. crosta. úmido e Ite. do grego Bursa. Bucinador – do latim Buccinare. Refere-se a toda estrutura em forma de taça. relativo. muito semelhantes àquelas usadas atualmente em circos para prender as feras. tensión e īn(a) substância química. pequena pedra. a qualquer estrutura esferóide sobre um estreitamento (colo ou pescoço). Calcanhar – do latim Calx. principalmente os ornamentos usados pendurados ao pescoço.disminuindo a absorção intestinal. boi. Caliciforme . prisão. da cabeça. Calcâneo – do latim Calx. cabelo. soar corneta. C Cabeça – do latim Caput. bolha. cobrir. por exemplo: 1. pele e Bous. calcanhar. Cálice – do grego Kalyx. invertido. 2 – aumentando o armazenamento de calcio pelos ossos e 3 – aumentando a excreçao do calcio pelos rins. cinza de soda. no hiato semilunar. derivado. sufixo diminutivo. Bursa – do latim Burs(am). assemelha-se a uma taça na mesma posição. Caixa – do latim Compages. cal. O equivalente grego é Thrix. Concreções formadas em alguns órgãos. ranger os dentes. Hormônio peptídico que intervem no metabolismo do cálcio e do fosfato. Pilus. forma. madeira. Bulbo – do grego Bolbos. Calcitonina – do latim Calc. como os cálices renais. articulum. Bula – do latim Bulla. esconder. Bronquite – do grego Bronchos. cabeça e do Grego Kara ou Kephalos. pelo. Cálcio – neologismo criado em 1800. para o latim. A palavra Kephalos foi traduzida. Caduco – do latim Cad(ere)/Cid(ere). Caloso – do latim Callosus. e do grego Ton(o). a palavra cálice (da flor) parece ter origem do grego Kalypto. relativo ou em forma de esporão.do grego Kalyx. Em botânica. cair. Em português deu “Buzina”.Bronquíolo – do grego Bronchos. pele dura. nodum. Bucal – do latim Bucca(m) boca e ãl(em). em latim. Cálculo – do latim Calcul. No exército e nas cerimônias imperiais. designando o saco membranoso sinovial que foi chamado de “mucuous bursa” por Albinus. mas é interessante notar que o cálice da flor. mole. Bruxismo – do grego Brychein. que por sua vez deriva do árabe Kali. Em anatomia. Winslow e Monro descreveram as bolsas sinoviais intertendineas e entre ossos. úmido e Olus. bolsa. do latim Calx. especialmente da cebola. mole. O correspondente grego é Astrágalus Calcarino – do latim Calcarinus. caloso duro. por ser feita de arcos unidos entre si. Em Histologia representa a divisão dos brônquios. O que é relativo à boca. lembra a estrutura das jaulas ou gaiolas romanas ( com varas longitudinais). qualquer construção articulada. Thriknós. cápsula. couro. significando o local recôndito para os órgãos reprodutores do vegetal. o Buccinatorius era o arauto. reduz os níveis sanguíneos de cálcio de várias maneiras. mas as bolsas sinoviais cutâneas somente foram descritas por Beclard. bulbo. Calcaneum o mesmo que calcâneo. A palavra em latim provavelmente derivou do grego Kalon. aquele que tocava a trombeta (“buccina”) para chamar à atenção os participantes. taça e do grego Morphe. agente. gaiola. A palavra designava. inflamação. A caixa torácica. e Actor. qualquer objeto esferóide. Vesálio dava este nome a extremidade arredondada de um osso e Galeno. de várias formas: caput. O Corpus callosum pode ser assim denominado por Galeno tanto por ser mais rígido que o restante do tecido cerebral quanto por ser mais rígido que o 16 .

abobada do crânio. canino e Canis. Canino – do latim Caninus. para designar o móvel no qual descansamos. somos tratados de enfermidades. sulco profundo. guardar. músculo. depois adaptado como neologismo na Península Ibérica. Calvus. Cápsula – do latim Capsulla. Não se conhece as razões pelas quais Hipócrates e seus seguidores escolheram o termo para descrever tumores malignos. Carbohidrato é um composto de carbono juntamento com os dois elementos da água: oxigênio e hidrogênio. mas Celso usava-o para designar apenas a parte mais alta (abobadada) da cabeça. Anton van Leeuwenhök. Cardiomiócito – do latim Kardia. É também categoria. diminutivo de Capsa. relativo ao cabelo. Tambem são denominadas de fibras musculares estriadas cardíacas. caracol. confirmou sua descoberta. daí o nome carcino). relativo ao cárdia. Carbohidrato – do latim Carbo. conter. relativo ao coração. Capilar – do latim Capillaris. É um tumor maligno desenvolvido a partir de células epiteliais ou glandulares que se desprendem do sítio de origem e dão metástase (estas foram comparadas às patas de um caranguejo. Calvária – do latim Calvaria. cabeçudo. Cárdico – do latim Cardicus. Canal – do latim Canalis. É um termo para denominar as células musculares estriadas que formam o músculo cardíaco. Hipócrates criou os termos gregos Karkinos (para as úlceras neoplásicas não-cicatrizantes) e karkinõma (para tumores malignos sólidos). Esse termo atualmente é utilizado para se referir a neoplasias malignas. Tem esse nome por ser a porção do estômago que se acha mais próxima do coração. foi supliciado. derivado da palavra latina Cancrum. quem os descreveu pela primeira vez ao microscópio de luz. Para os gregos eese termo designava a porção do estômago mais próxima do coração.restante do tecido cerebral quanto por constituir um largo feixe de fibras nervosas comissurais. Camada social é usado para definir os limites entre uma classe social e outra. Cárdia – do grego kardia. Cardíaco – do latim Cardicus. Capillus. O termo “câncer” apareceu bem mais tarde. caranguejo. no português assim como no espanhol. Capitato – do latim Capitatum provido de cabeça. que também significa “caranguejo”. sulco profundo. calvície. ou ainda no interior de um mesmo segmento. foi Marcello Malpighi. Câncer – do latim Cancrum. tumor. Forma diferencial para Cardicus. dormimos. em 1661. classe. O termo foi reintroduzido por Sylvio em Anatomia e apareceu impresso pela primeira vez nas obras de Vesálio. onde Jesus. tendo sido chamado Canides ou Canidon por Aristóteles e Galeno. Canalículo – do latim Canaliculus. e Omã. caixa. vide também a palavra estrato. Carcinoma – do grego Karkinos. água. coração e Mys. o Cristo. ou após fratura óssea. Caracol – do grego Kokhlíā(s). lembrando a estrutura de uma tora ou lenho. originalmente. diminutivo de Canalis. caranguejo. carvão e do grego Hydros. Cão. O termo inicialmente referia-se à porção do crânio coberta por cabelos. mala e Capere. forma diferenciada para Cardiacus. Fino como um fio de cabelo. Nome comum dos moluscos gastrópodos provido de uma concha espiral. Camada é porção de qualquer substância que forma um todo. O nome deste dente é muito antigo. Ambos os termos derivam do termo Karkinos. em 1688. canal. o nome da colina sem vegetação. Embora Leonardo da Vinci e Cesalpino tenham intuído a existência dos vasos capilares e feito algumas observações sobre o fenômeno da circulação. Daí o nome “calo” para o endurecimento da pele. no entanto foi Jean Riolan quem assinalou essa região para a anatomia. provavelmente devido à proeminência destes na espécie Canis. Camada – do latim Cama. leito baixo e estreito. 17 . Galeno explicava que as veias que rodeiam um tumor se pareciam com as patas de um carangueijo. sobreposta a outra. Quando queimado origina carvão e água. canal. perto das muralhas de Jerusalém que os romanos usavam como local de crucificação. que significa “caranguejo”. Era. escalpo. coração.

É o conjunto cromossômico ou a constante cromossômica diplóide (2n) de uma espécie. Carioteca . Na antiguidade aplicava-se a qualquer coisa podre. Caroteno – do latim Carotin. e especialmente na raiz da cenoura. Catágeno – do grego Katá. Processos metabólicos de degradação de substâncias para obtenção de outras mais simples. Fase de involução do pelo. semilunaris. utiliza-se este termo em especial aos dentes. construir para baixo. para baixo. mas Celso século I d. rompimento. Carótida – do grego Karoun. e Rhexis. membrana nuclear. de kata. quando ingerido se transforma em vitamina A. semente ou núcleo e Plás-m(a). 18 . diminutivo de Caro ou Carnis. Carioplasma . depósito. Carina – do latim Carina. a qual mostra um centauro comprimindo a carótida de um guerreiro Lapídico. existente nas células de órgãos de plantas. trapezium. Galeno já reconhecia tipos diferentes de cartilagem. Provavelmente a palavra derivou da semelhança com a forma da quilha de um barco. para baixo. Aristóteles acreditava que a compressão da artéria carótida resultava em desmaio o sono profundo e afonia. Bol . baixo e Ballein. Cariocinese . se foram obstruidas de alguma maneira.do grego Karyon.C. Divisisão de núcleo da célula. tem um significado parecido com o atual. pulso ou Karpologeo. psiformis. Palavra introduzida por Schleicher antes de 1882. semente ou núcleo e Typos. Bol . Aos dois ramos foi dado o nome de carótidas. estado. Os ossos do carpo não tinham nomes individuais eram apenas distinguidos por números na obra de Vesálio. núcleo. Carpo – origem incerta. carne. semente ou núcleo. aplicava este termo aos ossos. composto insaturado de carbono. fotogrados e montados em uma prancha para o estudo e verificação da existência de anomalias relacionadas com o número ou com a forma. arrancar. Catabólico – do grego Katá. ou seja. composto químico. Cariolise . as artérias do sono. Cartilagem – do latim Cartilago. Para alguns etimologistas seria uma mutação de Carnilago. colher. pois. líquido constituinte. construir. cartilagem. clivagem. trapezoides. Celso foi o primeiro a mencionar o termo (cartilago auris. talvez do grego Karpós. forma. É o conjunto de cromossomas que são contados. Carúncula – do latim Caruncula. Catabolismo – do grego Katabole. Ambróise Paré referiu-se a este fenômeno no século XVI. nós rapidamente adormecemos. para baixo e do grego Rhe(u). decomposição. cuneiformis. Envoltório do material genético da célula. origina. fluir. Na Grécia antiga os caçadores imobilizavam certos animais apertando-lhes estas artérias. casca de noz. quilha de barco.do grego Karyon.do grego Katá.C. liberação acentuada de muco pelas mucosas. Os gregos notaram a importância deste vaso. podridão. para baixo e Gen. A crença permaneceu até a idade média. Na atualidade refere-se a destruição localizada de tecidos duros. troca.do grego Karyon.do grego Karyon. especialmente a madeira. e Ito. colher frutos e daí do latim Carpere. Cariorexxi – do grego Karyon. Proceso de degeneração nuclear que consiste na dissolução da cromatina no núcleo. Composto bioquímico de cor alaranjada ou amarelada. Catarro – do latim Catarrhus ou do grego Katárrous. mesmo depois que foi demonstrado em animais vivos que a ligadura das artérias carótidas não produzia estupor. processo. semente ou núcleo e Lysis. cartilago nasiun) A palavra grega equivalente é Chondros. Os nomes dados a estes ossos por Monro (scaphoideus. magnum e unciformis) formaram a base da sua nomenclatura atual. registrado na 31ª métope do Paternon. Produto do catabolismo.Cárie – do latim Cariēs. movimento. cenourra e Eno. Cair em sono profundo.. Cariótipo – do grego Karyon. como pétalas e flores. Representa o número total de cromossomos de uma célula somática (do corpo). troca. Fluxo descendente. caixa. Foram Monro e Albinus que publicaram seus tratados de osteologia denominando os ossos do carpo. fazer dormir. derivado do latim vulgar Caro ou Carnis (carne). e Ismos. mas para Hipócrates século V-IV a. separação. Catabolismo . e Kīnēsi (s). semente ou núcleo e Thēk(ē). que gera.

era usado para os vasos sanguíneos de um modo geral. relativo à caverna. rabo. tanto para as artérias como para as veias. escavação. como feminino de cavo. cair. oco. tanto em latim como nas línguas modernas. Neste fragmento. mais sufixo Oma. cabeça. Opsis. Koilia. esvaziado. Substantivo na acepção de cavidade. cavidade revestida por mesoderme. que assim resolveu chamar de células. pequeno aposento. encontrada nos lisossomos e que participa dos processos de digestão intracelular. concavidade. buraco. porão. cavidade do corpo. Ceco – do latim Coecus. Cemento – do latim Coementum. vazio. como os corpos cavernosos do pênis e os seios cavernosos da dura-matér. mas também a argamassa formada pela sua mistura com a cal. simplesmente. tem o mesmo significado de Koíle. significando a veia do braço localizada nesta posição (veia basílica). ela mostra-se orientada para o núcleo. extremidade ou Cadere. significando vazio. cego. O eixo protéico central estende-se por cerca 1/3 de seu comprimento e dele partem proteínas fibrosas que ancoram as trincas periféricas junto a abertura do cilindro. enquanto sua outra extremidade. Este termo aparece no “Canon” de Avicena. pois a encontrou em muitos outros vegetais. denominada porção fechada ou proximal. que separa as vísceras da parede do corpo. o nome CÉLULA nunca foi mudado. pequeno. cauda e Coda. ao redor de um eixo protéico central. Cefalorraquidiano – do grego Kephale. pedra britada. + sufixo. com equipamentos mais avançados. buraco. Neste arranjo ocorre a fusão parcial de microtúbulos formando nove (9) trincas que se dispõem em círculo. pender. A palavra grega Cytus é usada unicamente nos termos compostos. Célula – diminutivo do latim Cella. oco. para baixo. espinha. Cego – do latim Coecus. que o nome é a tradução literal do árabe Al-kephalik (lateral). e pode. Cava – do latim Cavus. Koíle é feminino de Koílos. escavação. sem conteúdo. Ina de algumas enzimas. do centro. em grego clássico. Vesálio nomeava Coecus ao apêndice vermiforme. Phlebós. O termo célula é impróprio para caracterizála. Hooke mostrou também que a estrutura celular não era restrita à cortiça.do grego Koilos. Isso porque esse termo foi usado pela primeira vez por Robert Hooke. ser substantivo ou adjetivo. Cavo – do latim Cavum. Central – do latim Centralis. Cavernoso – do latim Cavernousus. Como substantivo tem o sentido de cavidade. Na antigüidade Phléps. ventre. Só muito tempo depois. proliferação. igualmente. Celíaco – do latim Coeliacus ou do grego Koiliakós. Cava.do grego Kentr(o). essencial das construções. a denominação de Phléps koíle.do gr. Cavidade – do latim Cavitas. Centríolo . em 1665. cego ou obscurecido. que outros cientistas conseguiram. Mas mesmo assim. cavidade. central. e adjetivo. Em um centríolo do diplossomo. Celoma .Catepsina . ou cavidade geral do corpo dos animais triblásticos celomados. Kata. viu uma grande quantidade de pequeninos espaços vazios. mas um corpo cheio de conteúdo e com funções muito importantes. Enzima das células animais. Cauda – do latim Cauda. Cefálica – do grego Kephale. Outros. 9(3) localizados no centro da maioria das células. vazio. oco ou Kelos. Em anatomia designa uma estrutura formada por múltiplas cavidades (cavernas) ou compartimentos. centro e do latim I-ol-u(m). e Rhakis. que pode ser adjetivo ou substântivo. cabeça. sendo também ancoradas lateralmente entre si por proteínas associadas. buraco. Os centríolos são organelas formadas por microtúbulos em um arranjo definido pela fórmula [9(3)+0] ou. coluna. em grego. A veia cava recebeu de Hipócrates. Alguns autores alegam que o nome foi dado à veia do membro superior porque se acreditava que a sangria nela praticada fosse curativa da cefaléia. quando observava em um microscópio rudimentar um fragmento de cortiça (tecido vegetal da casca de caules velhos). ver a célula viva e descobrir que ela não era um espaço vazio. esvaziado. fim. Como adjetivo quer dizer vazio. Em Roma o coementum parece ter designado não somente a pedra britada. porque este realmente terminava em fundo cego. que não apre- 19 . referente aos intestinos. Cavidade que se forma no embrião pela separação dos dois folhetos mesodérmicos. conferindo à esta região do centríolo um aspecto de guarda-chuva ou roda-de-carroça. alimento.

denominado de meato acústico externo. processo. Em anatomia. Palavra criada por Laskey na biologia molecular em 1978. azul escuro e Philein. termos adotados por Galeno. pestana. Cérvice – palavra latina Cervix que significa colo ou pescoço. Assim.do grego Kykl(o). do pescoço. Novos tecidos formados no processo de cura de uma ferida. círculo e In. Este termo é aplicado a proteínas pertencentes à maquinária de síntese celular que contribuem para o correto dobramento das proteínas recém-sintetizadas. Cerúmen – palavra latina. podem auxiliar na ligação com outras proteínas ou hormônios. Ciclo – do grego Kykl(o). Cesárea – do latim Caesare-u(m). afinidade.do grego Kentr(o). O que se cora em azul escuro. È provável que a palavra tenha derivado do grego Kara. Erasístrato dividiu o encéfalo em Cerebrum e Cerebellum. General e político romano. Esta estrutura une-se as fibras do fuso mitótico .senta o eixo protéico. Ciático – do latim Sciaticus. Cesar. Região de estrutura complexa onde se unem as cromátides (braços dos cromossomas) durante a divisão celular. círculo e Osis. Cianófilo – do grego Kyan. denominada de porção aberta ou distal. capuz e do francês Chaperon. Embora a palavra Cerebellum seja diminutivo de Cerebrum.do grego Kykl(o).centro. amigo. conhecido popularmente como "cera" ou "cera de ouvido". Plinio (I d. ou também eram acompanhantes que saíam com as moças quando elas saíam com algum rapaz. para a membrana plasmática. sendo maior no momento da replicação do DNA. Cerebelo – diminutivo latino de Cerebrum. Cicatriz – do latim Cicātric(em) cicatriz. significa mulher adulta casada que acompanha uma jovem solteira quando esta sai em público. Cervicis) passou a designar em anatomia qualquer estrutura estreitada sob uma forma arredondada. corpo. nucal. Cérebro – do latim Cerebrum. O termo Cervix (plural. caso não seja possível atingir a configuração correta. porque sua forma latina mais arcaica era Carabrum. parte. nuca pescoço. mover. isquiático. Ciclose . principalmente nas células vegetais. O cerúmen ou cerume. colo uterino etc. Familia de proteínas involvidas na regulação do ciclo celular e cuja quantidade varía ao longo do ciclo celular. Centro . Centrossoma . que significa cera. 20 . situada próxima ao núcleo. Chaperona – do latim Caperuza. como o pescoço (ou colo). Em inglês e Frances Chaperon(e). assim como encaminhar a proteína à destruição. Teria o sentido de guia.C) refere que o General Romano Cesar nasceu por cesária.centro e Soma. é uma secreção de cera proveniente das glândulas sebáceas que se encontram situadas no canal auditivo externo. Cílio – do latim Cilium. temos colo ósseo. Conjunto de uma série de fenômenos que se repetem ordenadamente. Cervical – do latim Cervicalis. Cervis. era usada no latim cotidiano apenas para designar este órgão em animais. Centrômero – do grego Kentr(o) centro e Mer(o). neste mesmo centríolo do diplossomo. O centrossoma é uma região específica da célula. Ciano – do grego Kyan. para evitar que fizessem sexo. forma corrompida de Schiadicus. O verbo latino Caedere significa Cortar. Cillere. Chaperons eram aqueles meninos que ajudavam os nobres renascentistas a vestir as roupas complicadas e a colocar as perucas enormes. mostra-se orientada. quase que exclusivamente em termos culinários (como miolos. substância química. círculo. cílio. Cesárea é uma operação para remover o feto de dentro da mãe pela secção. protetora. Além de auxiliar no enovelamento protéico. Movimiento circular do citoplasma. a palavra Cerebrum pudesse designar todo o encéfalo. onde são organizados os microtúbulos. ou corte da parede abdominal e do útero. em português). Erasistrato dava este nome apenas à grande massa de dois hemisférios que ocupava a maior parte do crânio. azul escuro.do grego Kentr(o). pela ação do citoesqueleto. Ciclina . cabeça. Apesar de que em forma leiga.

cinzento e Cinis. Cinetocilios . Citolise .do grego Kīn(ē). A citocromo oxidase. Cístico – do grego Kystikós. é uma enzima importante na respiração celular. resíduo de queima. são enzimas relacionadas ao transporte de eletrons. mão e Ergo. Citologia – do grego Kytos. Citoplasma – do grego Kytos. Do grego Kirkos. modificada. célula e Blast(o) germe. (b) . quebra. descrever um círculo. Cinetócoro – do grego Kīn(ē). encurvar. Proteínas que dão forma à célula. dobrar. Um tipo especial de cíngulo. Em 1838. suas funções e sua importância na complexidade dos seres vivos. Lise celular. pestana. Trophe. Cisto – do grego Kyst. resíduo de queima. vaso ou célula e Logos.São os cílios móveis. em volta de e Fletire ou Flexere. Circulação – do latim Circulare. tendo introduzido o nome "citoblasto" (gerador de células).hemostasia parada do sangramento e (c) síntese . Citocromo – do grego Kyto. Matthias Schleiden propôs que o núcleo desempenhava um papel na geração de células. Cíngulo – do latim Cingula. vaso ou célula. círculo. Em anatomia o termo foi inicialmente aplicado por Arancio apenas ao quarto ventrículo. Por analogia com cinto. Citosol . dissolução. célula e Lysos. cor. relativo à vesícula. Quir. é uma porfirina que contém ferro. célula e Kīnēsi(s). 21 . Ovidio utiliza esta palavra. Circulo – do latim Circum diminutivo de Circus. Citoblasto – do grego Kyto. Divisão do citoplasma e das organelas que ocorre para gerar as duas células filhas. que recolhia água da chuva do telhado das casas. Cito – do grego Kytos que significa “célula” (prefixo).do grego Kyto. enquanto nos procariontes corresponde a totalidade da área intracelular. cisterna. cilha. Citolesqueleto . Região de um cromossomo que se liga aos microtúbulos do fuso durante a meiose ou a mitose. reservatório. prender pela cintura ou Cingulus. região. cinza. molde. estudo. célula e Skeleto. em Roma. seco. célula e do latim So-lu. É o ramo da biologia que estuda as células no que diz respeito à sua estrutura. Formação patológica em forma de bolsa ou cavidade delimitada por uma membrana contendo um líquido de natureza diferente do normal. célula e In(a) substância química. Cisterna – do latim Cisterna.Cinéreo – do latim Cinnoereus. Cirurgia – do grego Xir.do grego Kytos. Circunflexo – do latim Circum. vesícula. Citocina – do grego Kyto. esqueleto. designa qualquer estrutura que abraça ou rodeia outra.do grego Kyto. eram as Zonoe (zona). dissolver. Cinzenta – do latim Cinis. É o espaço intracelular entre a membrana plasmática e o envoltório nuclear em seres eucariontes. generalmente fagocíticas. Em anatomia. à ampola. o interferon. movimento.do grego Kyto. Na Roma antiga a cisterna era um buraco em fundo cego cavado no solo e semi-coberto por uma taboa. vaso ou célula e Plassos. Citotrofoblasto . secretadas pelas células do sistema imunitário. Citocinese – do grego Kytos. cinza.fechamento dos tecidos. mover. nutrição e Blastos. faixa de terra. aro. T(o)-khōr. Qualquer proteína inmunorreguladora como a interleucina. trabalho. cintura e Cingere.divisão dos tecidos que possibilita o acesso à região a ser operada. Qualquer dos pigmentos respiratórios hemoproteícos intracelulares. A cirurgia é caracterizada por três tempos principais: (a)diérese . célula e Khrōm(at). È parte do processo terapêutico em que o cirurgião realiza uma intervenção manual ou instrumental no corpo do paciente. Parte líquida presente na célula onde se localizam as organelas. germe. cílio. mover e do latim Cilium. para nomear uma fixa estreita de terra.

cola e Gennao. Clavícula – do latim Clavicula. Colédoco – do grego Chole. escada e Tēr/tōr/tr(o). Herófilo e posteriormente Vesálio chamou assim os últimos ossos da coluna vertebral por sua semelhança. Dá o nome ao canal que recebe a bile à vesícula biliar e leva-a ao duodeno. decisivo. rotura. Clone – do grego Klṓn. Movimento inverso ao da pinocitose. receber. bile. Coágulo . Outra possibilidade para este nome seria a união de Chole. Colateral – do Latim Com. Cóccix – do grego Kókkyx. A palvra grega para chave é Kléis. Conjunto de células do organismo genéticamente idénticas. com a forma do bico deste pássaro. codifica a incorporação de aminoácidos específicos na biossíntese de proteínas. de onde vem o nome do músculo esternocleidomastoídeo. funil. fechado. Cóclea – do latim Cóclea. chave. Massa composta de fibrina. em conjunto. em forma de fibras. bílis. O osso lembra uma chave porque trava ou fecha a cintura torácica (abertura torácica superior) no corpo. O primeiro anatomista a dar este nome foi Empédocles.do grego Klasma. Clitóris – origem incerta. escada. pois já era mencionado em tratados gregos. mais o sufixo Osis. a sua reivindicação de prioridade não é procedente. Jean Riolan (1620) dá outra explicaçã. pois alega que na emissão de gases pelo ânus. do grego Kochlias. em forma de grânulos e em forma de redes. e do latim Oleum. geneticamente idêntico. fechado entre os lábios da vulva. constituí cerca de 30% das proteínas do nosso corpo e 6% do peso total. A cóclea somente foi detalhadamente descrita por Bartollommeo Eustachio (1553) e nomeada por Gabriell Fallopio. concha ou caracol. Sterol de Stereo. óleo. Aparece pela primeira vez em 1963 num trabalho na Inglaterra onde significava partícula que codifica. diminutivo de Clavis. concha em espiral. Coanas – do grego Choané. Exame mais detalhado da literatura revela que. A palavra Clavis foi introduzida por tradutores de Avicena da palavra árabe Al-khiab e adotada por Vesálio em 1550. Período crítico da vida que precede e segue a extinção da função sexual. embora certamente ele destacasse o papel do clitóris na sexualidade feminina. eu conduzo. Colágeno – do grego Kolla. Climatério – do grego Klīmak. Essa substância é que da origem a gelatina. “o osso do assobio”. 22 . eu produzo. o anatomista italiano Realdo Colombo (1515/6-1559) afirmou ter "descoberto" o clitóris. Aparece de diversas maneiras. em forma de. tranca. Quando em forma de rede formam a lâmina basal. Por causa da sua posição.do latim Coagulare. coar. e Dechomai . Esse nome deriva do fato de que quando essa substânica é fervida dá origem a uma cola. com as quatro colunas e a canópia (o diafragma da sela). A formação de palavras unindo radicais gregos e latinos foi comum na antiguidade e na idade média. Colesterol – do grego Chole. provavelmente do grego Kleitorís. junto e Lateralis.Clasmocitose . célula. por causa da semelhança com uma cama de dossel. Em biologia o colágeno é a proteína mais abundante no organismo. cartilagens e inúmeros órgãos. Designam saliências da asa menor do osso esfenóide. eliminando os resíduos inúteis da célula. Códon – do latim Cōd. persas e árabes. Ponto mais alto de uma condição. ossos. A principal função do colágeno consiste em manter a forma e impedir a deformação dos tecidos. Clinóide – do grego Kliné. Designa a passagem estreita (afunilada) da cavidade do nariz para a parte nasal da faringe. Em 1559. código e On. significando eu “levo a bile”. pelo qual minusculas vesículas citossômicas se fundem à da membrana plasmática e expelem para o exterior. sólido. A palavra clone foi introduzida na língua inglesa no início do século XX. Cheo. ramo de. estado. plaquetas e glóbulos vermelhos que tem como função impedir a perda de sangue quando em vaso sangüíneo é lesado. cuco (pássaro). Triplete onde um RNA mensajgeiro. acreditando que os sons eram ali recebidos. partícula. em 1561. o som “reverbera” no cóccix e parece soar como o grito da ave. originadas por reprodução asexuada a partir de uma única célula. bile e do latim Duco. coalhar. escorrer. Período crítico. tronco de arvore e Códic. Climax – do grego Klīmak. Suas fibras proporcionam sustentação à pele. que faz. daí um termo muito antigo usado para cóccix. junto à sela turca. leito cama e oidés. broto de um vegetal. para o lado. Kytos.

também conhecido como corpo de Golgi ou aparelho de Golgi foi descrito por Camilo Golgi. Complexo – do latim Complexus. lingüiça feita de intestino grosso. conduzir e Actor. unir. junção. traqueloplastia (plástica cirúrgica do colo do útero). sustentáculo. em lugar de cérvix ou cérvice. colo da vesícula biliar.do latim Colostrum. concha em espiral. O genitivo uteri (do útero) tornou-se dispensável em português e cervix passou a ser sinônimo de colo do útero. que é do gênero masculino. diminutivo de Collis. pescoço. enquanto outros se referem especificamente ao colo do útero. Conjunto de mitocôndrias de uma célula. Em conjunto. a nomina anatômica. Colostro . 'pequeno e Ō-ma. ambos os termos (collum e cervix) passaram a designar a porção estreitada de uma estrutura. Concha – do latim Concha. Condroclasto – do grego Chondros. colo vesical. segurar. tendo sido Fallopius (1523-1563) quem restringiu o seu uso ao colo do útero em seus limites anatômicos. união. conjunto. cela. Condrócito – do grego Chondros. do grego Kónche. Ex. traquelorrafia (sutura do colo do útero). Condroblasto – do grego Chondros. cone ou do grego Konus. Clastus. collum predominou sobre cervix. germe. colina. e Committere. agente. Condrioma – do grego Khondr(o). Giovanni Santorini e Exupère Bertin descreveram respectivamente a concha nasal superior e concha nasal suprema. Por esta razão é preferível a manutenção do gênero feminino em português. destruir. traquelodinia (dor no pescoço). que associa. segurar. em lugar de o cérvix ou o cérvice. Devemos dizer a cérvix ou a cérvice. nó. traquelotomia (incisão no colo do útero). Colo – do latim Coellum ou Collum. A denominação de cervix uteri dada por Fallopius foi adotada pela nomina anatômica e sendo designado de colo do útero na atual terminologia anatômica. No entanto. a primeira secreção da glândula mamária após o parto. cervix. No entanto pescoço tanto era chamado de collum. O vocábulo grego correspondente ao latim cervix é trákhelos. Colo (n) – do grego Kolon. Cervix referia-se especialmente à face posterior ou nuca. grão filamentoso de citoplasma. Compacta – do latim Compacta. um microscopista italiano em 1868. Ao contrário de outros termos latinos semelhantes. Condral – do grego Chondros. agarrado e Complectare. Comissura – do latim Commissura. nós dos dedos. Complexo de Golgi – Vide Golgi. Comunicante – do latim Communicans. Células que mantém o tecido cartilaginoso e que se localizam em lacunas dentro da matriz cartilaginosa. estreitar. como fornix. cartilagem e Blastos. Na Grécia antiga. cartilagem. traquelocifose (curvatura anormal da coluna cervical). 23 . Este descobriu esta organela ao estudar células de Purkinje do cérebro da coruja.: traquelismo (espasmo dos músculos do pescoço). apoio. Io(n). é feminino. Célula que forma a matriz cartilaginosa. muitos deles relacionados com o pescoço. em latim. colo do útero. Por analogia com o pescoço. concha de animal. Coluna – do latim Columna. os colículos superiores e inferiores do tecto do mesencéfalo eram denominados de corpos quadrigêmeos. Os gregos usavam o nome para designar qualquer osso ou cavidade neste formato. Cervix manteve-se durante muito tempo na nomenclatura anatômica para designar o colo do útero.Colículo – do latim Colliculus. como de cervix. estreitar. A concha da orelha externa foi nomeada por Rufo de Éfeso e as conchas nasais médias e inferiores por Cassério Placentino. que foi traduzida para o português adotou o termo colo do útero. cartilagem. que comunga. Alguns autores preferem a forma vernácular cérvice a cérvix. gargalo. Na terminologia médica. cartilagem e Cytus. ex. Condutor – do latim Conducere. nós de bambu. razão pela qual se diz hoje colo do fêmur. toda saliência arredondada o meio de uma estrutura era assim chamada. com o qual se formaram diversos termos médicos. Primitivamente cervix incluía também a vagina. Côndilo – do grego Kóndylos. feminino de Compactus. cone. nós da madeira. coluna. Cone – do latim Conus.

miséricorde. junto e Jugum. reunir as águas. coração. A córnea ocular recebeu essa denominação por ser a primeira camada ou a mais espessa das membranas oculares. virado e Contorquere. coração. em forma de. o centro da alma. cardiopatia. agente da polícia). Esta palavra parece ter sido empregada pela primeira vez por Johannes Mülleer. Como a palavra em grego designava também qualquer objeto curvo. Cório – do latim Corium. Conjuntiva – do latim Conjunctivus. O primeiro a descrever. inclusive a epiderme e a tela subcutânea. Do latim corrente o francês formou courage (< coraticum).do latim e cardíaco. Na idade média. jugo. quando aprendo algo de cor. Córnea – do latim Corneus. Cônico – do latim Conicus. confluir. como bem nos aponta Derrida ao trazer a expressão inglesa à discussão: to learn by heart. girar. Constritor – do latim Constringere. No século XVIII perdeu o substantivo e passou a chamar-se somente conjuntiva. 24 . de consistência de corno ou chifre. atar. recordar. importantes para a previsão do parto. Em indo-europeu. cone e óides.cordial. etimologicamente pode ser apreendido (de cor) como sendo a sede (de conhecimento). está no alemão Herz. Conforme mencionado o vocábulo é formado a partir do latim (cor. ligar. por causa da semelhança de forma com a parte posterior da prensa de uvas. O inglês ampliou o seu vocabulário com accord. Confluência – do latim Confluens. canga de arado. em grego. cordis). contorcido. ficou conhecida como tórcula ou prensa de Herófilo. O nome completo atualmente conhecido da confluência dos seios é Confluens sinuum. unido. juntar. em foram de cone. Para os antigos Romanos o coração era a sede da coragem. o encontro dos seios venosos da dura-mater.> heart. que sintetiza sua doutrina filosófica: o raciocínio lógico e a emoção. cordial. discórdia. concordia). a silhueta de um corvo empoleirado sobre um galho ou ainda as curvas da cabeça e corpo de um corvo. A palavra conjunctiva é a forma feminina do adjetivo Conjunctivus e foi introduzida por Berengario da Capri. ligar. corvo e Óides. Kh'r e Kardiva que correspondem apofonicamente ao latim Cor. tripa. na região posterior do crânio. reunião e Confluere. trazer. daí uma família etimológica portuguesa concórdia.. juntar. misericórdia . virar. concordia. membrana. para designar um dos tecidos fundamentais descritos por François Xavier Bichat. Contração – do latim Con. Conóide – do latim Conus ou do grego Konos. Este termo conjugata foi introduzido por Johann Röderer em 1757 e usado para determinados diâmetros da pelve feminina (pelvimetria). O K indo-europeu corresponde ao h inglês: kerd. Conjugado – do latim Conjugatus. Corda – do grego Chordé. Há continuidade deste elemento em italiano (core. afinal. ligação e Conectere. estou a apre(e)nder de coração. um termo alternativo para derme. Coração – do latim Cordis>Cor. em forma de. agente. Antigamente designava toda a camada da pele (tegumento comum). e Trahere. da inteligência e da sensibilidade. ligar. foi o anatomista grego Herófilo e esta estrutura foi posteirormente reconhecida por Galeno. A palavra em português seria cônico. corda. podemos pensar que a etimologia de coração está subescrita na famosa frase de Blaise Pascal: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”. ricordare) e espanhol (corazon. De volta a coração. recors (beleguim. courage do francês. para alguns o termo teria se originado da forma de uma antiga maçaneta grega encurvada chamada Kórone. aos gregos antigos. assimilado por nós na forma coragem. jungido e Con. conexão. Vários diâmetros conjugados foram descritos e receberam inicialmente o nome de seus idealizadores. A partir disso. Assim. reprimir. pele.do grego. Pode ser que a forma do processo coracóide lembrasse. junto e Jungere. No romantismo o coração guarda a poesia guarda a memória. originalmente na expressão membrana conjunctiva para designar a membrana contínua entre a pálpebra e o bulbo do olho. ligado e Con. Contorcido – do latim Contortus. Coracóide – do grego Korax. Cordis. tem-se a palavra Kerd-. Conjuntivo – do latim Con. accorder. Esta palavra tem várias conotações. cordiale. unido. O francês manteve o elemento latino: Coeur. Em termos mais precisos.Conexão – do latim Conexio. estreitar e Actor. couro. junto e Jungere. écoeurer (enjoar).

matéria. Daí provavelmente derivou o termo popular “costas” significando a região onde estes ossos se encontram. Este músculo enruga a pele e as estrutras adjacentes. corno. Para o Vinkings representava o poder. Verso de Juvenal (Sátira. carbohidratos e proteínas. preguear e Actor. roda. Hércules arrancou um de seus cornos e o encheu de flores para a deusa da abundância. invólucro. Quando o rio assumiu a forma de um touro. diminutivo de corpo Corrugador – do latim Con. corno. Corticosterona . que o processo coronóide da ulna deva seu nome ao aspecto semelhante uma dessas estruturas. costela. córtex significa o revestimento externo de um órgão. corno. em forma de coroa. 25 . matéria. substância. e Rugare. O corniculum era um pequeno adorno em forma de chifre no capacete. outorgado como recompensa pelo soldado romano por serviçoes prestados em campanhas estrangeiras. Corpo – do latim Corpus. Como citado na Iliada e na Odisséia. sendo conhecido somente as últimas palavras. secção. Córtex – do latim Córtex. O corno era capaz de se encher de qualquer coisa que seu dono desejasse. que parece derivar do latim Cadere. que tem um pequeno chifre e Corniculum. Corte – do latim Sectio. relativo à coroa. Uma possibilidade para este nome vem da tiara ou meia coroa usada pela rainha (que era proibida de usar a coroa completa). símbolo da produtividade da natureza. situada entre a esclerótica e a retina dos olhos dos vertebrados. forma de. uma antiga maçaneta de porta ou a ponta do arado. há duas histórias sobre sua origem (cornucópia). verdadeiro. junto. uma espécie de penacho metálico. forma de. nome dado à casca de árvores lenhosas como o sobreiro e de onde ela é extraída. Corno da abundância. Foi descrito por Volcher Coiter. o menino Zeus teria se alimentado com o leite de uma cabra. Essa palavra tem vários sentidos O próprio chifre é um símbolo fálico. diminutivo de Cornu. formada pelas primeiras sílabas das palavras da expressão CAro DAta VERmis (carne dada aos vermes). No entanto. mas este termo não é usado. em oposição ao seu interior (medula). É uma anastomose de veias que formam um grande vaso. Segundo outro relato. outros significados. corpo estriado etc. Em uma. Costal – do latim Costalis. corpo.do latim Córtex. Coronal – do latim Coronalis. casca de árvore e do grego Ster-ona. casca de árvore. existe o termo chulo. usada quase exatamente sobre esta sutura. portanto.do latim Corpus. Em latim o plural de Costa e Costae. relativo às costelas e Costa. É muito conhecida a expressão “Orandum est ut sit” mens sana in corpore sano. significando (devemos rezar para ter) um espírito são num corpo são. O termo denomina várias estruturas e tinha. Coróide – do grego Khór(íon) membrana e Oidés. Koroné também designava a ponta do arco (arma). A palavra cortiça deriva diretamente de córtex. A grafia correta em português deveria ser córtice. pois na mitologia grega. substância. mais antigos sugerem seu uso em anatomia. divisão resultante de corte. significando definitivamente caído o poderia ser uma palavra composta. no grego Keras. É provável. cair. na antiguidade. para segurar as madeixas que estas nobres costumavam usar. Coroa – do latim Corona. Deve se lembrado que foi acrescentada a letra s. Daí os nomes de corpo lúteo. chifre. de cor parda mais ou menos escura. corte. que coleta o sangue originário do miocárdio no coração. Hipócrates não nomeava esta sutura embora Rufo de Éfeso alegasse que seu nome havia sido dado pelos egípcios. X). Hércules e um deus fluvial tiveram uma disputa. Hormonio esteróde do córtex da supra-renal que regula o metabolismo dos lipideos. Pode ser o símbolo da abundância. Corno – do latim Cornu. agente. Em anatomia. chifre. gralha e Oidés. que representa o traído. corpo. O organismo morto é usualmente denominado de cadáver. pele de fruta. Em anatomia o termo já era utilizado por Galeno e confirmado por Vesálio. anatomista holandês do século XVI. Coronóide – do grego Koroné. denominado de seio coronário. Corpúsculo . Embora Koroné tenha atualmente o sentido de ave. como uma lembrança por seus cuidados. Coronário – do latim Coronarius. hormônio esteróide. Zeus deu um dos cornos da cabra para suas amas. corpo caloso. representante do sagrado masculino. coroa. o significado geral de “acúmulo” de substâncias.Corniculado – do latim Corniculatum. ou da união de Cadere e Vero. Membrana delgada.

que ela é a companheira. Crista Galli (Crista etmoidal) – do latim Crista. quadril. circulo e deu nome à cartilagem laríngea pela sua forma em anel de sinete. em forma de. cromo. um osso do pé). Outra interpretação. escondido. Da-se esse nome a pequenas regiões que se coram. aos músculos que suspendem os testículos. em 1809. isto é. galeria subterrânea e do grego Kriptós. Cribiforme – do latim Cribrum. em sintonia com a primeira. sob o altar ou um santuário. que podia variar de 45 a 56 cm. apoiando-se nos cotovelos. Porque era comum em Roma antiga os indivíduos se reclinarem para fazer as refeições. crânio e Karaníon. significando. É utilizado em relação a cromossomas e plaquetas. gostar. Cripta – do latim Crypta. escavavam galerias para praticarem seus rituais proibidos por lei. cor e do latim Ad-fīn(em). penacho. a mulher foi feita a partir uma costela de Adão. Os primeiros cristãos. Mer(o). peneira. Nos cromossomas a cromatina não é um filamento uniforme. mas apresenta em toda sua extensão espessamentos de forma irregular 26 . cristal de rocha. Atualmente na nomina anatômica essa crista é denominada de crista etmoidal. Nome dado a atual lente do olho. coto. Este tipo de anel era mtyuito freqüente bas classes nobres da antiguidade e da Idade Média. vizinho. os constantes ataques ás ricas igrejas fez ressuscitar o antigo costume cristão e quase todas mantinham uma câmara ou galeria subterrânea. peneira e Formis. a Bíblia. Phylia. ou seja. proteger-se. Crânio – do grego Kranion. dava nome a um edifício abobadado abaixo do nível do chão. no meio da lâmina cribriforme e serve para a fixação da foice cerebral.do grego Chroma. Cromatina – do grego Chroma. erguer. Cromófoba – do grego Chroma. com isso. dependendo da região. para guarda dos tesouros e das relíquias dos santos. Nas épocas de perseguições religiosas eram também utilizadas como capela de oração e até mesmo com cemitério para os crentes. Cremaster – do grego Kremastér. assim chamada por sua semelhança à crista de galo. Na idade média. Cotovelo – do latim Cubitus. Por isso não foi utilizado um osso inferior (por exemplo. Cromófila . para dentro da cavidade craniana. perseguidos pelos romanos. tal qual as costelas.do grego Khrōm(o). em aramaico por sua vez é Gólgota. A palavra foi introduzida pelo anatomista Frances Charles Estiennen para nomear as pequenas depressões onde as glândulas mucosas e sebáceas se abriam. A palavra deve ter–se derivado do latim Cubare. suspensor e Kremastein. Cubitus era o nome antigo do osso Ulna que também designava todo o antebraço. Que se escurece ao entrar em contato com os ais de cromo. Representam o material corado no interior dos núcleos. deitar. Cricóideo . reclinar. Cristalino . relativo à cabeça. Crista de galo. Na Roma antiga. parte. repulsa. mas sim um osso do lado. Coxa – do latim Cox(am). forma corrupta de Cubitellum. dado que os ossos da costela protegem o coração. Cromomêro . cor.do grego Krykos. crista. cotovelo. crivo. Crivoso – do latim Crivosus.Costela – do latim Costa. gruta. cor. Estruturas que se coram. Crista – do latim Crista. círculo e Òides. Nome dado por Galeno e adotado por Celso. O termo Krykos é obviamente uma variante de Kyrkos. A fascia cremastérica foi descrita por Scarpa. Designava também o leito próprio para a ceia e uma medida de comprimento (em português. costela. gelo. do galo. côvado). No latim vulgar. Estruturas que não se coram. nem um osso superior (por exemplo. penacho e Gali. diminutivo de Cubitum. lembra que a mulher é protetora da vida. está a seu lado. dando-o também ao ligamento redondo do útero (cremaster mulieris). peneirado. Parece ter sido Riolan quem reintroduziu o nome em anatomia. do crânio). cor. crista. Em latim o termo utilizado para cabeça é Cara. Calvária. as palavras Crivosus (crivoso) e Crivatus (crivado) derivam de Crivus. aplica-se as células da médula da supra-renal e aos paragânglios.do grego Krystall. abrigar-se. Atualmente sabe-se que esse material representa os ácidos nucleicos (DNA e RNA). O osso da costela alude à igualdade entre homem e mulher. Phobos. cor. forma de. para baixo e Kumo. perto. Cromafim . enterrado. Essa crista é uma projeção medial óssea do osso etmóide. reclinado. Chamavam-nas de catacumbas do grego Katá. suspender. Segundo o livro Judaico-Cristão.do grego Chroma. medo.

ovócito e Phorus. e Nema. Este termo foi utilizado pela primeira vez por Rufo de Éfeso para designar o revestimento externo dos testículos.com aspectos de granulações que auxiliam no seu pareamento durante a meiose. cimo. mas o seu comportamento foi descrito em 1882 pelo cientista Walther Flemming. ponta de lança ou de dente de javali. em grego. em forma de. baixo. porque tem duas hastes cruzadas. em consideração ao número de pontas que eles apresentam. mas é pouco provável que o músculo tenha recebido daí seu nome. cunha. Thomas Hunt Morgan provou que os cromossomas são formados por genes. Cruciforme – do latim Crux. O primeiro a observar os cromossomas foi Karl Wilhelm van Nägeli em 1842. filamento.do grego Chroma. A palavra grega equivalente à pele é Derma. Cúpula – do latim Cupulla. Designa estruturas pontudas como as válvulas das valvas atrioventriculares e as elevações na face oclusal dos dentes. por causa de sua aparência. por Heinrich Wrisberg. O osso cuneiforme do carpo foi nomeado por Michael Lyser. Cruz – do latim Crux. cubo e Òides. Crural – do latim Cruris. vasilha larga. portador. O diminutivo de Cutis é Cuticula. a tíbia. segundo Vesalio foi introduzido por Celso e dava nome ao osso saliente da perna. cair. O termo Crus. A palavra Dàrton. grego Oon. cor. jarro coberto com membrana ou couro. A palavra deriva do sânscrito Dartis. designava uma espécie de túnica rústica. Cumulus oóforos – do Latim Cumulus. pilastra. invólucro. Cuneiforme – do latim Cunoeus. pele e do Grego Kuto. especialmente a da face. em português popular. Cúspide – do latim Cuspis ou Cuspidis. Nome dado ao filamento de cromatina antes de ser denominado de cromossoma. corpo. eminência. Cutâneo – do latim Cutanoeus. Cúbito – do latim Cubitalis. Parte da zona funcional do endométrio que se modifica durante a gravidez e que é rejeitada ao nascimento. da perna. cruz.do grego Chroma. esfolar. em 1653 e as cartilagens cuneiformes da laringe. Cúneo – do latim Cunoeus. D Dartos – do grego Dartós. que representam a condensação do material genético (DNA). Deìrein. cume. cor e Soma. Curto – do latim Brevis. sem pele. estreito. Cubóide – do grego Kúbos. caído. Representam corpúsculos presentes no interior do núcleo durante a divisão mitótica ou meiótica bem definidos. em forma de. Cromossoma . cuba. cruz e Formis. curvar. saco. forma de. Designa a pele humana em geral. Cútis – do latim Cutis. 27 . que significa couro e parece ter sido inicialmente usada para nomear preparações anatômicas sem a pele. Decidua – do latim Deciduus. Cúlmen – do latim Culmen. pertencente à pele. que cai. A proeminência de células da granulosa (foliculares) que estão aderidas ao ovócito. curto. Os ossos do tarso foram assim denominados por Fallopio. diminutivo de Cuppa. Em 1910. cunha e Formis. ato de curvar. relativo ao cotovelo. Decidere. Cromonema . adjunto de Kasper Bartholin. protuberância. perna. Curvatura – do latim Curvatura. John Hunter deu o nome de cúspide ao dente canino e bicúspide aos pré-molares. canela. pender e Curvare. Depois passou a designar toda a região entre ojoelho e o tornozelo. da porção abaixo do joelho. Nas plaquetas representam grânulos que se coram em púrpura. esfolado. Origem provável na grafia da letra grega X.

Decúbito lateral . substância. Servem para ampliar a área de recepção eletroquímica recebida de outras células neurais para o corpo celular ou soma. delicado. Descendente – do latim Descenden. Inicialmente o termo era usado apenas em sentido geográfico. em português deu “Odonto” e é usada como afixo. Na Roma antiga. Dermátomo – do grego Derm. Termo introduzido por Owen. Termo que designa estruturas que se destacam naturalmente de seus suportes. dente. Desmossoma – do grego Desmo. agente. pois o ducto. na forma feminina (Decídua). conduz os espermatozóides para cima. significando a foz do rio Nilo. Deltóide – do grego Delta. Um dermátomo é uma área da pele que é inervada por fibras nervosas que se originam de um único gânglio nervoso dorsal. comer. maiúscula escreve-se Δ (em forma de triângulo isósceles). equivalente a 1/16 avos do pé. repelir. O plural de Dens é Dentes . A palavra em português é masculina. Diafanizar – do grego Diáfanos. Digitus era também o nome de uma medida de comprimento. dedo da mão ou do pé. caído. O termo grego equivalente é Dolychos (longo). No sentido de trazer para baixo. Òides. não necessariamente dormindo. cruzar. forma de. corpo. que tem dentes. quanto ao gênero masculino. o correto é o derma ou o derme. Deferente – do latim Deferre. descer e Actor. Decussare. Nome popular de antiga moeda romana que trazia seu valor cunhado. com pequenos dentes. 28 . que partem do corpo da célula. comestível. ladeira. Foi Jean Riolan quem deu este nome ao músculo do cíngulo peitoral. Denteado – do latm Dentatus. inclinação. abaixar. Decúbito ventral pessoa que se deita de bruços. árvore. Digitus. Espessamento especializado da membrana celular de algumas células que serve para fixá-las às células adjacentes. que alegam ser anglicismo inútil. O algarismo X. e Actor. Em anatomia também qualquer projeção ou saliência semelhante a um dentel (processo odontóide). fino. letra D. pele. Dá nome à porção do tubo alimentar que se situa entre o estômago e o intestino grosso. trazer para baixo. Alguns etimologistas preferem a forma derma ao invés de derme. a parte do endométrio onde o ovo se implanta. o nome estaria mal colocado. Decussação – do latim Decussatio. delgado. Os ligamentos denticulados da piamater foram notados pela primeria vez por Casper Bauhin. dentado. composto de Dens e o sufixo Ina. Dendrito – do grego Déndron. em forma triangular. O ducto deferente recebeu este nome de Berengário da Carpi (1500). Dentina – do latim Dentina. expulsar. Depressor – do latim Deprimere. O equivalente grego é Odous. que cai. A palavra grega para dente é Odous que. associada à Edare. Pode ser referido como: Decúbito dorsal (pessoa que deita com a barriga voltada para cima. Mas. inicialmente. Ontos. Alguns decúbitos preferidos podem ser sinais de algumas doenças cardíacas e pneumológicas.esquerdo ou direito). A letra delta. Dente – do latim Dente. Detrusor – do latim Detrudere. Decúbito . Decidere. todos os lingüistas concordam. descer. que tem sentido mais preciso. ligamento e Soma. Derme – do grego Derma. Dedo – do latim Ditus. Delgado – do latim Tenue. A palavra parece ser uma forma abreviada de Edens. deitado.Decíduo – do latim Deciduus. cruzado. É um termo médico que se refere à posição da pessoa que está deitada. renomado anatomista da escola pré-vesaliana. atadura. È uma palavra que significa literalmente "corte de pele". Na histologia representam as ramificações citoplasmáticas do neurônio. substância dentária. portanto. cair. Declivis. Denticulado – do latim Denticulatus. couro. corte.do latim Decubitus. Tomos. Em anatomia nomeia os dentes da primeira dentição (dentes de “leite”) e. pele. O equivalente em grego é Dáctylus. depositar. Declive – dolatim. que desce e Descendere. corpúsculo. agente. transparente.

o “intervalo entre dois dentes” e “mancha na casa de um fruto”. do exame físico e dos exames complementares (laboratoriais etc). Digástrico – do grego Di. Galeno usou este termo para designar o músculo supra-hióideo. decisão. Digital – do latim Digitalis. direito. Os heliólatras. agente. Digitus. Diplossomo . Hipócrates usava o termo para as camadas fasciais que cobriam os ossos do crânio. entre. próximo do núcleo. através e Metron. através e Enkephalous. Diafragma – do grego Dia. Um conjunto de dados. também tinha outros sentidos como o “desabrochar de uma flor ou de um adolescente”. Diástema – do grego Diastema. As células somáticas são ditas diplóides. Após os trabalhos de Breschet. cerca. Este par centriolar. os dictiossomas são grupos de sáculos ou cisternas achatados. do histórico clínico. medida. Em cirurgia. ampliar e Actor. Migração e distribuição de dictiossomos para as células-filhas na mitose. Diérese – do grego Dierese. usado para qualquer parede divisória ou septo (como o palato). que em geral se apresentam ramificados. apresentam o dobro do número de cromossomas presente nas células germinativas. a palavra foi inicialmente usada poro Platão para nomear ligamentos articulares e só passou a designar a parte média do osso longo – situada entre as extremidades “que crescem” – após os termos Epiphysis e Apophysis terem sido aplicados ao osso. sendo que um deles sempre estará orientado entre o núcleo e a membrana plasmática. em disposição perpendicular. dividir. Diagnóstico – do grego Diayvon. ou do atendimento médico. local de distribuição digestão. Os termos direito e esquerdo estão associados a antigos rituais de adoração ao Deus-Sol. é o nome dado ao processo de divisão (corte) dos tecidos que possibilita o acesso a região a ser operada. Díploe – do grego Diploè. discernimento. dedo. duplo e Gastrikos. cobertura. sulco. na linguagem grega coloquial. corpusculo celular e Kīnēsi(s). através. é feito o planejamento para a eventual intervenção (o tratamento) e/ou uma previsão da evolução (prognóstico) baseada no quadro apresentado Diagonal – do grego Dia. È interessante saber que este termo. em 1830. é analisado pelo profissional de saúde e sintetizado em uma ou mais doenças. que está à direita. cérebro. É também o nome dado à conclusão em si mesma. o termo foi depois especificamente empregado por Galeno para desognar apenas o músuclo que separa as cavidades toráxica e abdominopélvica. entre.do grego Diplòos. parede. movimento. e Physis. crescimento. Atualmente permanece apenas com esse significado. isto.Diáfise – do grego Dia. A denominação diplossomo corresponde ao par de centríolos presente no interior do centro celular. voltada à identificação de uma eventual doença. Aqui a palavra significa “o que esta entre o cérebro”. ou seja. Nos primórdios da cirurgia. e Phagma. Em medicina. este sentido prevaleceu. tamanho. Digestório – do latim Digestorium. Pois são oriundas da junção dos cromossomas presentes nas células germinativas (ovócito e espermatozóide). espaço. Em anatomia. duplo. duplo. afastar. Celso chamava-o Seputm transversus. O termo foi introduzido por Riolan e adotado pro Douglas. duplo e Soma. No início. que voltavam à face para o sol nas- 29 . diagnóstico é a parte da consulta médica. Diplóide – do grego Diplòos. Diencéfalo – do grego Dia. relativo a ventre. através e Gonon. não esta presente nas células dos vegetais superiores. mas Ruffo utilizava-o para o tecido entre as lâminas compactas dos ossos da abóbada craniana. Dilatador – do latim Dilatare. alargar. entre. Vesálio apenas o numerava e Albinus chamou-o de biventer maxillae. entre. um em relação ao outro. Direito – do Latim Dexter. Diâmetro – do grego Dia. em forma de disco. através e Temein. entre. Dictiocinese – do grego Dikty(o). fungos e algas. separar. a palavra foi utilizada para designar uma dobra de tecido com compressa ou gaze no seu interior. que são ditas haplóides. através. entre. corpo. ângulo. intervalo e Dia. relativo a ou em forma de dedo. dois. persistindo a partir de então. formado a partir de sinais e sintomas. é entre os dois hemisférios cerebrais. Dictiossomos denominados corpos de Golgi. Diplòos. É o processo que se utiliza para chegar a uma conclusão. A partir dessa síntese.

com razão. aldopentose. duro. é um exemplo da falta de habilidade da tradução latina do texto grego. do. Neste sentido. como também a que ensina uma ciência ou arte. Doutor – do latim Doctor. Dorsal – do latim Dorsalis. que está longínquo. mãe protetora. significando tubo. separação. Duodeno – do latim Duodeni. Doutor é a pessoa que recebeu o último e mais alto grau académico conferido por uma universidade ou outro estabelecimento autorizado para isso. oxigênio. disco. distante. Era querida por Diana a quem acompanhava em suas caçadas. Distal – do latim Distalis. o termo anatômico é impróprio porque estes caminhos não terminavam em fundo cego. dura. dorsal. Aplica-se a pesoas cujo crânio é de figura muito oval.cente (leste). cabeça. Ductus. Divisão – do latim Divisio. um defeito: falava demais e sempre queria dar a última palavra em qualquer conversa ou discussão. Era uma bela ninfa da Mitologia grega. Porção proximal retroperitonial do intestino delgado tem o comprimento equivalente a largura de 12 dedos da mão. em francês ("docteur"). no entanto. A palavra usada originalmente foi traduzida por Erasistrato do grego Dodekadáktylon. doze. em alemão ("doktor") e. pois a palavra Ductus não tinha nos clássicos. a destreza ou habilidade estarem associados à mão direita enquanto os atos advindos da mão esquerda serem consideredos desarmoniosos ou mal-afortunados. traçado. das costas. forte. a deusa Hera desconfiou. que nos trouxeram a raiz "dok-". não. largo e Kephal. núcleo. Disco – do latim Discus e do grego Diskos. como as estruturas assim denominadas. Atribui-se esse título também aos médicos. Tinha. dorso. Herófilo descreveu o duodeno como tendo um comprimento equivalente à largura de doze dedos colocados juntos. E Eco – do grego Eko. os Divertícula eram caminhos secundários como afluentes menores de um rio ou estradas vicinais. Duro – do latim Durus. da qual provem a palavra latina "docere". nas invasões indo-européias. Divertere. DNA (abreviatura de ácido desoxirribonucléico) – do espanhol Des. alijado. Daí. doze dedos. Em Roma. dita que consideravam a “mão quente” enquanto a mão esquerda. severa e Mater. em espanhol ("doctor"). A palavra doutor é uma das mais antigas das existentes em nossa língua e se repete em inglês ("doctor"). Termo criado por Levene em 1931. afastado. que por sua vez Ducto – do latim. apontava o norte (onde o clima era mais frio). e do latim Nucle(um). O termo apareceu no século XVIII e permaneceu desde então. mesmo que não tenham o grau acadêmico de doutor. forte. possivelmente por má interpretação de quem o utilizou. Rib. a partir da desoxirribose. Dorso – do latim Dorsum. do grego Ox(y). Divertículo – do latim Diverticulum. Dura-máter – do latim Dura. apontavam o sul com a mão direita. condução. em italiano ("dottore"). Este termo. Em certa ocasião. Dúctulo – do latim Ductulus. repartição. A palavra era usada nas primeiras universidades para se referir aos acadêmicos cujo domínio da disciplina que estudavam era considerado máximo. mais o radical grego Ik-os/-ē. o sentido de sulco pra condução de líquidos. diminutivo de Ductus. porque seu diâmetro maior excede em mási de um quarto o menor. dita “mão fria”. relativo às costas. Suas raízes mais remotas podem ser rastreadas até entre o primeiro e o segundo milênio antes da nossa era. mas esta descrição equivale a órgãos de animais. com ligeiras variantes. professor. praticamente em todas as línguas modernas. Polímero presente no núcleo das células que representa o material genético. severo. Dolicocéfalo – do grego Dolikho. Este tipo de crânio é muito comum entre os causasianos. É um título acadêmico obtido por aqueles que apresentam uma tese de doutorado. a dúzia. que seu marido Zeus se diver- 30 . afastar. Vide o termo braquicefálico. Eco amava os bosques e os montes onde muito se distraía.

Embrião – do grego Embryo. para fora e Mittere. Eferente – do latim Eferre. lugar. Membrana serosa que reveste a parte interna do coração. utilizavam-se Emmissaria. coração. embrião e Géne-sis. Proteína que forma as fibras elásticas. Ciência que estuda a formação e o desenvolvimento dos embriões. elipse. Eco tentou distraí-la com uma conversa e. processo. Ex. de dentro para fora e Krynos. segregar. Encéfalo – do grego Enkephalos. 31 . O período embrionário termina na 8ª semana depois da fecundação. interno e Krinéin. Écrino (a) – do grego Ek(s). para e Jactare.do grego Embryo. esticável. colo do útero. Minere. dentro. germe. para fora. Refere-se especificamente a axônios com impulso nervoso ou a movimento de fluídos de um centro de referência em direção à periferia. Parte do Sistema Nervoso situado dentro do crânio. O que leva para fora (ou que tira). secreção. foi usada pela primeira vez por Giovanni Santorini (1720) para designar as veias que ligam os seios venosos da dura-máter às veias externas do crânio (diplóicas). levar. projetar. Ectópico – do grego Ek. célula e Ō-sis. Edema refere-se a um acúmulo anormal de líquido no espaço intersticial devido ao desequilíbrio entre a pressão hidrostática e osmótica. Ejaculatório – do Latim Ejaculare. Ex. Parte do blastocisto que forma os três folhetos germinativos que constituem o embrião. jorrar e Ex. com a finalidade de secá-los e arar a terra. Ectoderme – do grego Ek-to. forma de. Endocérvice – do grego Endo. tirar. foi castigada: só seria capaz de falar repetindo o que os outros dissessem. distensível. flexível. Endocárido . relativo à elipse. dentro e Khondr(o). Refere-se ao fato do tecido conter excesso de líquido tecidual. cabeça. Endócrina (o) – do grego Endon. Elíptico – do grego Elleiptykós. fora e Topos. externo e Derm. En. Conceitua-se embrião o período que ocorre desde a segunda até a sétima semana depois da fecundação. no entanto. etapa conhecida como período embrionário onde ocorre intensa diferenciação celular. levar para fora.do grego Endo. Edema – do grego Oedema. Embriologia .do grego Embryo. camada. A palavra foi empregada para qualquer tipo de dreno e. Krīn. em Anatomia. dentro. Kyto. distensível e In(a). separar. cérebro. Emissária – do latim Enissarium. segregar.do grego Embryo. Embrioblasto . esticável. significa fora de lugar ou deslocado. canais de drenagem de lagos e charcos. Embriogênese . dentro e Kardí(ā). estudo. Glândulas ou células que produzem secreção sem que ocorra a roptura do citoplasma das células. embrião e Logí(ā). embrião. eixo. Eminência – do latim Eminentia. separar. Dentro e Kephalos. inchaço. Na Roma antiga. O que esta no interior de uma cartilagem. escoadouro. formação. Elipsóide – do grego Elleipsis. secretar. elevação. Endocitose – do grego Endo. Eixo – do latim Axis. Endocondral – do grego Endo.do grego Elàstykos. cartilagem. Enquanto as ninfas se escondiam de Hera. A camada ou folha mais externa dos três folhetos que formam o embrião.tia com as ninfas. lançar. fora. quando o concepto passa a ser denominado de feto. Elástico(a) – do grego Elàstykos. Porção do colo do útero que se encontra logo após o orifício cervical externo. Processo pelo qual a célula introduz no seu interior moléculas grandes ou partículas através de sua membrana. dentro e do latim Ceruīc. embrião e Blast(o). flexível. Elastina . acrécimo. substância. e Oidés.

em e Zym(ē). não com a morte ou putrefação das células.do grego Philein. No entanto em 1877. dentro e Mys. célula. É um dos três folhetos embrionários que forma o embrião. dentro e Plassos. em cima de. Corante ácido que cora em rosa ou em vermelho em especial as proteínas das células. intestinos. entre e Cruciare. intestino e Kytos. Epicôndilo – do grego Epi. sobre. Endoneuro – do grego Endon. Endotélio . dentro e Derm. dentro e Som. gerado. São estruturas intracitoplasmáticas que se formam devido a invaginação da membrana plasmática. significando intestinos. Enterócito . sobre. amigo. em cima. pode ter derivado do grego Entós.do grego Endon. nó. Proteína que atua como agente catalizador nos processos metabólicos. Eosina – do grego Ēō. vestimenta. camada. pele. Kardia. referindo que sua ação pode ocorrer sem a presença de organismos e fora dos mesmos. Epiderme – do grego Epi. dentro e Osteon. Endoplasma . o fisiologista alemão Wilhelm Kühne (1837-1900). por causa de sua posição no abdome. É a parte interna do citoplasma que circunda o núcleo de uma célula. Enzima – do grego Em. e esta envolvida em processos alérgicos. em fermento. afinidade e eosina que é um corante. Entero . interno. No século 19. osso. que se cora pela eosina.Endoderme . Pasteur escreveu que a fermentação alcoólica é um ato correlacionado com a vida e organização das células da levedura. sustância. sobre. cruzar. Endossoma . dentro e Neuron. especialmente aquela parte revestida por endoderma. Vocábulo introduzido por Kühne en 1877 que significa levadura.do grego Enter. que vem do grego ενζυμον. o fermento era a palavra usada para se referir à atividades químicas produzidas por organismos vivos. Mais tarde a palavra enzima foi utilizada para se referir a substâncias não vivas. Entrecruzamento – do latim Entre. Eosinófilo . e Endyma. com a idéia de que cataliza o que esta dentro e fora da célula. coração. em cima. foi detalhadamente descrito por Antonio Scarpa. dentro e Gen. Camada epitelial única de células que reveste a parede interna dos grandes vasos sangüíneos e linfáticos. sendo o mais interno. fibra. Louis Pasteur chegou à conclusão de que esta fermentação era catalisada por uma força vital contida dentro das células da levedura chamadas fermentos. dentro e Metra. de cor rosa e Īn(a). quando estudava a fermentação do açúcar em álcool por leveduras. dentro e Thorakikós. Célula absortiva encontrada nas paredes do intestino provida de numerosas microvilosidades em sua face livre para aumentar a superfície de absorção. couro.do grego Endon. Epicárdio – do grego Epi. Camada mais interna do útero. Entérico – do grego Enterykos.do grego Endon. Cavidade digestóraia. que esta dentro. para descrever este processo. O mesmo que cruz. o mecanismo pelo qual isso ocorria não havia sido identificado. levedura. descoberto por Domenico Cotugno. intestinal. dentro e Lympha. Este termo era aplicado ao escravo nascido dentro de casa. Derma.do grego Endon. Endógeno – do grego Endo. A palavra enteron.do grego Enteron. No final de 1700 e início dos anos 1800 a digestão da carne por secreções do estômago e a conversão do amido em açúcares pela saliva e estratos de plantas já eram conhecidas. tais como a pepsina. Endolinfa – do grego Endon. sobre. Endósteo – do grego Endon. relativo ao tórax. que se imaginava funcionar apenas nos organismos vivos. Este humor. intestino. Endotorácica – do grego Endon.do grego Endon. Célula da série branca do sangue. folheto. Epêndima – do grego Epi . corpúsculo celular. 32 . Enteron. cordão. molde. afastado. Endomísio – do grego Endon. No entanto. e Thelen. junção. utilizou pela primeira vez o termo ″enzima”. Endométrio . aurora. em cima e Kondylòs. água. músculo. matriz.

cavalo ou Equa. quarto de dormir. introduzido por Riolan (1640). trabalho. Kyto. em cima. papila. em cima e Thalamos. Equus. célula. em dobro. rígido. tinha-os como um só. vermelho e Kytos. sobre. Equina – do latim Equinus. ou gêmeo. em muitos casos. vermelho. associada ao desejo sexual. Escafóie – do grego Scaphe. Epidural – do grego Epi . roxo. como o intestino. em cima e Pléein. hemácia. sobre. Aequator. Galeno e Oribásio adotaram o termo com o mesmo sentido. eu levo. igualar e Actor. vermelho e Peníā. Assim foi denominada a pele dos lábios por Ruysch. mas Riolan. músculo. Agente. com intensidade e Reg(ere). Aequare. sulco. duplo. mas a massa muscular total toma uma forma tridimensional de lados desiguais. carência. Conjunto dos elementos bem estruturados do citoplasma das células que correspondente ao retículo endoplásmico granuloso no microscópio eletrônico. elevar e Actor. Célula nucleada da medula óssea que forma os eritrócitos. Blast(o). cinco músculos. em cima e Neuron. agente. processo patológico. duro. Posteriormente. tem a forma exata de um triângulo escaleno. sobre. em cima. reintroduziu o termo em anatomia descrevendo o órgão em detalhes. de cavalo. levantar. depende de interações complexas psicológicas. sobre. pairar. formador. Endurecimento e aumento do pênis. Epinefrina . O termo nomeava indistintamente qualquer osso ovóide escavado. Escaleno – do grego Skalenos. (Vide o termo adrenalina). laringe. em cima e Mys. em cima e Physis.do grego Erythron. vasculares e endócrinas. canoa. em 1649. Célula vermelha do sangue. Eponíquio – do grego Epi . Somente 33 . Epineuro – do grego Epi . Duralis.do grego Erythron. em 1700. rim. mas os médicos gregos sempre utilizaram a palavra para designar os testículos. forma de. isoladamente. Equador – do latim. retorno e Ō-sis. desde os primórdios da anatomia. em cima e Thelé. Hipócrates chamava o omento maior de Epiploon. cordão. que descrevendo a emergência do plexo braquial através destes músculos. passou a significar a camada superficial da pele em qualquer local do corpo e. Eritroblasto . Epífise – do grego Epi. vermelho e Blastos. em cima. sobre. em cima. sobre.do grego Erythron. e Nephros. de dentro para fora. como um avental. pobreza. Ereção – do latim E(c). Douglas quatro e Albinus. Nenhum dos três músuclos. Epitélio – do grego Epi. em cima e Didymos. Eritrócito . Epimísio – do grego Epi. falta. em cuja concavidade encaixava-se outro osso. neurológicas. levantar. ovo e Phoro. Eretor – do latim Erigere. irregular. endurecido. Epiglote – do grego Epi . unha. Onyx. mamilo. Oon. sobre. Escafa – do latim Scapha. Fallopio e Cowper três. Presença de eritroblastos no sangue o que dá lugar a anemia grave em recem nacidos. Epiplóico – do grego Epiplóikos. Eritroblastose – do grego Eryth(ro). do clitóris ou dos mamilos. Epitálamo – do grego Epi. sobre. relativo a Epíploon. por extensão. uma membrana que está solta sobre os intestinos. Vesálio e Wislow consideravam dois. desigual. o revestimento de superfícies internas. flutuar. germe. célula. O primeiro a usar a palavra Epididymos para designar a estrutura que conhecemos hoje foi Herófilo. e do Grego Scaphe. Eritropenia . e Oidés. a árvore bronquial etc. Episcleral – do grego Epi. fibra. sobre. O termo Didymos era usado para as gônadas de ambos os sexos e originalmente significava duplo. em forma de canoa. Deficiência no número de eritrócitos. Ergastoplasma – Ergon. Epoóforo – do grego Epi.do grego: Epi. égua. canoa. do Grego Epi. que flutua sobre. sobre.Epidídimo – do grego Epi . em cima e Skeros. crescimento. isto é. graças aos trabalhos de Henle (1870). igualador. O termo foi de início. sobre. e Glottis. em cima. Epididymos teria o sentido de “o que esta sobre os gêmeos”. sobre. canoa.

espinho. escavar. Espinhoso – do latim Spinosus. espiral. relativo ás vísceras. couro. na antiga Roma. do Grego Omos. Espermatócito . espáduas.após o século XVIII. chato. e Oidés. pontudo. costelas. A pista de corrida era dividida ao meio. ombro e Platus. derreter.do grego Sperma. Aparentemente uma variação de Scrotum. mas derivado do grego Skaptein. Outra etimologia. há a presença de um quarto músculo). como cunha. a qualquer objeto feito de couro. por causa da semelhança da forma do osso com uma pá. vísceras e Pleur(á). Aristóteles e Galeno chamavam-no de Omoplata. e não deve ser confundido com espinal. pontudo. não totalmente. espaço distância. É a parte branca do olho. por sua forma geral ter certa semelhança com um inseto alado (daí o nome deste osso em alemão ser Wespenbein. baço. espinhoso. eu levo e Phagos. derretido e fundido à superfície de objetos. arado.do latim Squama. O termo deriva do circo de bigas romano. ombros.do grego Sperma. lienal e Splen. espinhoso. derretido. É provável que Galeno tenha sido o primeiro a descrever este osso que parece estar encravado. esfera. que aprece ter derivado da palavra grega. Esplâncnico – do grego Splanknikos. Esfíncter – do grego Sphinktèr. escavação e Excavare. escama de peixe. visceral. O termo foi depois empregado para a coluna vertebral porque ela parece separar. mais constestada. pele. O termo espinhal é relativo á espinha projeção óssea. da a origem como sendo do grego Sphein. folha interna visceral do mesoderma que contorna as vísceras. O equivalente grego é Orkhis.do latim Scapulae. O baço em latim chama-se Lien. semente e Kytos. rígido.do grego Splanknikos. esmaltar foi introduzida apenas na idade média. depois Smattare. cunha. intervalo. Camada externa do olho. Célula indiferenciada presente no túbulo seminífero e que forma os espermatócitos. Espiral – do latim Spira. semente. com intuito decorativo. a musculatura do dorso do corpo. órgão nervoso. O primeiro anatomista a descrever o baço em detalhes foi Marcello Malpighi. globo e do grego Oidés. Espaço – do latim Sapatium. em 1659. Esplancnopleura . protetora. Escavação – do latim Excavatio. atadura.do grego Sperma. 34 . Escápula . Esplênico – do grego Splenikos. Nome dado. bolsa. Espinhal – do latim Spinalis. vespa. esmalte é um composto mineral (apatita) vítreo submetido a altas temperaturas. Esfenóide – do grego Sphen. forma de. comida. Esperma . forma. Escroto – do latim Scrotu. O mesmo que esferóide. Esclera – do grego Skleros. ponta aguda. órgãos sexuais. entre o crânio e a maxila. duro. Daí a bolsa que contém os testículos receber este nome. Em sentido estrito. de Sphingein. Porção lateral do mesoderma que se liga ao endoderma. Esôfago – do grego Oiso. O mesmo que espinhal. A palavra Smattare. semente Gon. Esmalte – do latim Enamyl . especialmente ás bolsas penduradas no cinto. Esférico – do latim Sphoera. variante relativa à medula espinal. Spina. pontudo. os escalenos foram descritos como três músculos distintos (em casos raros. Escama . Espinal – do latim Spinalis. por mais de ¾ do seu comprimento por um muro de seis metros de largura e dois de altura. célula. Espermatogônia . ligadura. Riolan (1640) parece ter sido o primeiro anatomista a usar o termo escápula. à semelhança da Spina do circo romano. Este muro era adornado com estátuas de Seuses e recebia o nome de Spina. mariposa. amarrar. Espinha – do latim. escavar.

cascalho miúdo. segundo a bíblia. estão endurecidas pelo citoesqueleto. Hormônio produzido no ovário que mantém os caracteres sexuais femininos secundários. que tem o aspecto de. peito masculino. composta de Stoma. Estratificado .Esplênio – do grego Splenion. Esterno – do grego Sternon. o lado incorreto. tais como esteróies. secura. Esta palavra era utilizada na Grécia antiga para designar marcas que se usavam para distinguir os escravos uns dos outros. ardor sexual e Oi[δύο]. de estrela e Stella. estribo. para Vesalio havia o Stomachus (esôfago) e o Ventriculus (estômago). Foi dado o nome ao músculo por sua semelhança a uma atadura. Esternocleidomastóideo – do grego Sternon. sólido. Estômago – do grego. mamário. e Cheien derramar. Estereocílio – do grego Stere(o). a igreja católica determinou que o lado correto para os fiéis fosse o direito. evidente. Espongiócito . Que não dá frutos. Estilóide – do grego Stylos. Esteróide – do grego Stere(o). Os romanos chamavam-no os Pectoris e a palavra Sternum apareceu apenas no latim medieval. chave e Mastoidon. Estelar – do latim Stellaris. duro. Para os romanos a palavra Stomachus designava a goela ou a porção inicial do esôfago. imóvel e Cilium. ventre e. em grego Gaster. O mesmo que estrelado. esponja e Kytos. alguns etimologistas referem á origem como derivada do grego Stereos. como órgão era chamdo de Ventriculus (diminutivo de Venter. Estradiol – do grego Oistro. ácidos biliares. Por ser superficial e de fácil palpação. Aristoteles descreveu vários tipos de esponjas. imóvel e Konis. álcool. Estigma – do grego Stigm(at). duro. coberta de cama. que tinham inúmeros usos entre os gregos. Kléis.do grego Spongos. boca. Em latim. Hipócrates usava este termo para designar qualquer estrutura de aparência porosa. lança. Assim. dos pecadores seria o lado esquerdo. bandagem. Célula da região cortical da supra-renal que lembra uma esponja. pestana. estrela. Estrutura policíclica da qual derivam compostos de interesse biológico. funesto.do latim Stratum. depois a cárdia e finalmente. O nome mostra as origens (esterno e clavícula) e inserção (processo mastóide) deste músculo. Portanto a palavra designou inicialmente a faringe distal. em tres dimensões e Eid(és). esponja oriundo de animal marinho. Hipócrates usou o termo Sternon para o peito masculino e chamou o “osso do peito” de Sternon para o osso e este uso propagou-se. estaca. Duverney nomeou o músculo inserido ao estribo de musculus stapedis. célula. pálpebra. boca e Cheien. então o esôfago. após o século XVII. através da tradução dos textos gregos. e derivava od grego Stomachos. hormônios. pois os justos. aridez. Esqueleto – do grego Skeletos. Estapédio – do latim Satapedius. cílio. via. no sentido de “início de um órgão ôco”. Bartolommeo Eustachio e Gabrielle Falloppio dividiram o músculo em duas partes e Albinus nomeou-as splenius capitus e splenius cervicis. esquerdo. o estômago. Hipócrates usava também o termo para designar o colo da bexiga urinária ou do útero. Por causa disto. Esponjoso – do grego Spongos. etc. o estômago como atualmente o conhecemos. e Òidés. e Facere. sólido. curativo. Stoma. Cristo teria distribuído o pão e o vinho na última ceia com a mão direita. Estomodeu é a porção da cavidade bucal revestida pelo ectoderma. seixo. ponto. Estéril – do latim Steril(e). estéril. fazer. Na idade média. da mama. Microvilosidade imóvel das células pilosas da cóclea. derramar. Estatocônia – do grego Statikós. como no nosso popular “boca do estômago”. Esquerdo – do latim Sinister. 35 . desejo irracional. sentar-se-iam a este lado do trono de Deus. principalmente como material de preenchimento. em forma de. mas Albinus chamou-o Stapedius. e Stapes. boca e Hodos. Estomodeu – do grego Stoma. peito masculino. relativo ao estribo. em relevo.

colocado em ordem. a palavra Stria significava faixa elevada e o termo era frequentemente usado para descrever o aspecto ondulado do corpo de uma coluna e até mesmo uma “testa enrugada”. Foli(um). indiscutivelmente. mas menos habitual e oferece um risco de confusão na linguagem falada com a palavra extrato. colcha. É uma projeção ou saliência oca que se forma para fora. forma de. Portanto. núcleo. bainha. Exocitose . Com exceção do cérebro e da medula espinhal. e Hippos. em latim. quando realizada pelo próprio enfermo e o segundo quando a ação letal é perpetrada por outra pessoa. embora se afirme que Bartolommeo Eustachio (1564) tenha sido o primeiro a descrevê-lo. canela. e os estribos primitivos eram chamados de Scalae. Eutanásia – do grego Eu. O primeiro. coberta. Eutanásia pode se apresentar como um suicídio assistido ou como um homicídio dito piedoso. As selas de couro e os estribos somente foram introduzidos no século IV. Estroma – do grego Stroma. desejo irracional. da pele. processo de. canelar. Kyto. o que gera. Porção geneticamente ativa dos cromossomos no interior do núcleo. bom. construído. como conhecemos atualmente. processo de. que serve para sustentar as células funcionais dos órgãos. cavalo). necessariamente não está na fase terminal. peneira. em cima. Nada indica. estria ondulada de adorno. ardor sexual e Gen. célula e Ō-sis. Estria . O estribo não era conhecido dos romanos e gregos porque eles não tinham selas de couro para seus cavalos. estribo. Exfoliação – do latim Ex. boa. Distribuição ordenada das partes de um conjunto. para fora. Excreção . Hormônio sexual feminino produzido pelos ovarios que regula o ciclo menstrual e provoca o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários femininos. seu significado etimológico é boa morte. em 1546. O osso foi descrito e nomeado por Galeno. toalha. Etmóide – do grego Ethmos.do latim Stria. 36 . canelado e Striare. verdadeiro e Karyo. e Oidés. O primeiro anatomista a dar nome ao ossículo da orelha este nome foi Giovanni Ingrassias. o termo foi modificado e assim divulgado pelos histologistas. Eucromatina . delimitado por membranas. ardor sexual. em medicina o termo é utilizado para designar as partes do corpo ou de um órgão. em razão de alguma doença incurável. No plural. Khrōm(at). descarga ou eliminação. Eucariota – do grego Eu. por exemplo. dependendo de quem foi o autor da ação letal. Eles cavalgavam sobre um cobertor colocado diretamente no dorso dos animais e que era chamado de Epihippion (grego Epi . folha e Ā-tiōn(em). Estriado – do latim Striatus.do grego Oistros.do grego Eu. ou já se encontra nele. o estroma é constiuído de tecido conjuntivo. por extenção também as substâncias excretadas. Células que possuem núcleo bem individualizado. boa e Tánatos. fora e Vagina. inicialmente a palavra denominou as cúpulas ou tecidos conjuntivos de revestimento externo de órgãos. em sentido mais restrito. Termo criado por De Duve em 1963 para designar o proceso de secreção de moléculas e partículas para o exterior da célula. O termo em português correto a ser utilizado é camada. agente. morte. ou seja. Estrato é igualmente utilizado. Ao microscópio de luz essa região aparece no interior do núcleo como áreas bem claras indicando DNA descondensado. estriar. Processo de retirada por camdas de um local.do latim Ex. expectorar e Actor. semente. Estrutura – do latim Struct(um). para fora. Evaginação – do latim Ex. Estro . desejo irracional. Representa a eliminação de resíduos metabólicos por um organismo.Estrato – do latim Stratum. que a palavra tivese o sentido de listrado. Para os gregos significava qualquer tipo de cobertura para cama. cor e Īn(a) substância. desejo veemente.do latim Exscreare.do grego Oistros. Assim pode ser um ato deliberado e objetivo tomado para retirar a vida de uma pessoa que está em grave possibilidade de um sofrimento intenso. como suicídio ou homicídio. normal. E isso a caracteriza. pelos otomanos. Chama-se estroma ao tecido de sustentação de um órgão. Em anatomia. mesa etc. coberta de cama. No final do século XVIII. Na realidade. Excretor – do latim Exscreare. Estrogênio . designava as pilastras ou suportes de uma ponte. Portanto é uma ação direta e específica para tirar a vida de uma pessoa que. Estribo – do latim Stapes.

Falsa – dolatim Spuria. A palavra Fascia em latim tinha diversos significados. 37 . Extremo – do latim Extremus. Falciforme – do latim Falx.do grego Phagos. todos com a idéia de atadura. mostrar-se. ilegítimo. face. plural Fauces. estender. Falcis. da coxa. Antigamente era utilizado na astronomia. F Face – do latim Facies. o aparecimento de um astro celeste. comer. Talvez a palavra Pharynx tenha derivado do grego Pharanx. A phalanx era uma formação especial (em fileiras consecutivas) de batalha da infantaria do exército grego. exterior. Exón . mulher. passagem estreita. e Pyramidalis. fora e On. Exoplasma Extensor – do latim Extendere. Formis em forma de. Faringe – do grego Pharynx. ou seja. comer e Soma. fenda.Exócrina . Fagocitose – do grego Phagos. isto é. corpo. esticar e Actor. feminino de Spurius. Femoris. Extremidade – do latim Extremitas. Em medicina representa cada um dos diferentes estados sucessivos de um fenomeno natural da doença. final. Kyto. Falo – do grego Phallo. Fecundaçãoé o processo em que um espermatozóide penetra. que é fértil. por causa de seu arranjo em fileira. antes do século XV. Fáscia – do latim Fascia. Fagosoma . partícula. Fase – do grego Phan. os povos estrangeiros e que não estavam sob o domínio de Roma. Fascis. Vesícula rodeada por membrana que rodeia as partículas introduzidas no interior da célula por fagocitose. Externo – do latim Externus. fora e Krinéin. um atrás do outro. relativo à pirâmide. externo. Fascículo – do latim Fasciculus. usada apenas pelos escravos. segregar. fora de. extremidade. chamadas de Fauces. de modo geral. fêmea. Os Fasci eram feixes de varas atados por uma faixa larga. feixe. Fauce – do latim Faux. extremo. Extrapiramidal – do latim Extra. pênis. Assim podia dar nome às faixas que seguravam os cabelos. garganta. Esta palavra é utilizada em citologia para designar o englobamento de partículas sólidas pela célula. com pilares e caramanchões (Peristylo) Havia duas estreitas passagens. vindo de fora. da mulher. Celso utilizou a palavra no singular para denominar a passagem da boca para a faringe. todas as expansões de tecido conjuntivo eram chamadas de aponeuroses. num ovócito II (ou oócito). Entre os gregos. Feminino – do latim Feminina. agente. Entre este e um pátio externo.do grego Ex. foice. apalavra Pharynx era usualmente empregada no lugar de Larynx. E Galeno usava o termo para a parte laríngea da faringe. O termo no plural Externi designava. Aristóteles usou o termo para os ossos dos dedos. faixa. diminutivo de Fascis. e de um machado numa das extremidades. goela. Fecundação – do latim Fecun. Sequência de polinucleótideos em um ácido nucleico que codifica informações para a síntese protéica. O termo Fáscia para designar estruturas largas e fibrosas é recente. Femina.do grego Exo. Femoral – do latim. Falange – do grego Phalanx. cinto feminino etc. feixe. cinta. falso. os povos bárbaros. fim. separar. célula. tropa e soldados. Na antiga casa romana o Atrium era o local mais famíliar.

menos. alfinete. as fíbulas eram pequenas hastes de metal com dua pontas agudas usadas para prender vestimentas ou adornos. levar. Principal proteína de união das células e das fibras. A origem deste termo é muito interessante. Feto – do latim Feo. janela. o que une e In(a) substância química. Depois passou a desig- 38 . Fenótipo – do grego Phain. Nec. alfinete. Fenestra – do latim fenestra (singular). fibrosas. pequeno. cromo. menor e mais escuro. Em química se utiliza no sentido de enzima. Hormôn. fibrinogênio.Fêmur – do latim Femur. ou produzo. eu levo ou carrego. Proteína do processo de coagulação do sangue que forma agregados com outras moléculas de fibrina e produz coágulos. ferver e Mnetum. substância química. com núcleo fusiforme. considerados como uma fina iguaria para banquetes (correspondente ao atual “patê de fois gras” Frances). que pela ação da trombina é transformado em fibrina. fibra e Īn(a). O fato refere-se a que estes animais eram engordados com figos. onde já podem ser observados: braços. célula. mostra-se Typ(o). Este processo era chamado Iecur Ficatus. Representam fibroblastos com menor atividade metabólica. pernas. coxa. Nome dado às células do tecido conjuntivo responsáveis pela síntese da matriz extracellar. Mas o termo. nariz e boca e vai até o fim da gestação. proteoglicanos e glicoproteínas multiadesivas. fio. germe. Fibrosus. Fibros. Feocromo – do grego Phaio. poderia ser derivado de Feo. Como acontece em tantas expressões. Fibrócito . São células oriundas dos fibroblastos de menor tamanho. ficando com a forma atual de um broche. fibras e Blastos. uma das palavras – Iecur – desapareceu e restou o Ficatus. Fenômeno – do grego Phain. mostrar-se O.do latim. escuro e Khrōm(o). Ferormônio – do grego Pher/phor. fibra e do grego Gen. Fibroso – do latim. fibra. de estrutura com características rígidas. Fetu. Diminutivo de fibra. Posteriormente receberam adornos delicados na sua parte superior. numa associação incerta com o sexo do filho ou com a cópula. semelhante a ílium. janelas. Diminutivo . para outros. eu gero. fibra de planta. Figere. que excita. provido ou feito de fibras. prole. fibras e do grego Kytos. Substâncias químicas produzidas por um organismo que serve como um estímulo para determinados comportamentos ou respostas fisiológicas. tanto de ordem material quanto espiritual. este termo designa especificamente os fígados de gansos alimentados com figos (Ficus). olhos. Vesálio utilizou esta palavra com o sentido que hoje se conhece. algo como “fígado preparado com figos”. fibra e Illa. Fibrina – do latim Fibr(am). seria derivado de Fero. denominava pequenos segmentos de órgãos (lóbulos). Fibroblasto . Secretam também glicosaminoglicanos. formador. Fibros. fenestrae (plural). igual a quadril. no latim antigo. Fíbula – do latim Fibula. Realização visível do genótipo em um determinado ambiente. Há controvérsia quanto à origem desta palavra. Fibra – do latim Fibra. com cromatina fina e nucléolo evidente. cavar. em especial das fibras colágenas e elásticas. Somente em meados do século XVI o termo teve uso anatômico.do latim. se usa no sentido de alimento. Antigamente usava-se no sentido de levedura. ovóide. A palavra latina Coxa tinha outro significado. Normalmente é encontrada no sangue em uma forma inativa. Em Roma. Fibrila – do latim Fibr. que forma. Toda a manifestação que se torna evidente.Fibrila. ficando aumentados e com degeneração gordurosa devido à alimentação forçada. São células fusiformes que possuem inúmeros prolongamentos com núcleo grande. Fermento – do latim Fer(uēre). Fibronectina – do latim Fibr(am). Fígado – do latim Eecur fígado. Para uns. que gera. broche. espetar. o feto passa a ser considerado um recém-nascido. que impulsiona. que virou “fígado” e acabou nomeando o órgão. Aplicam-se a estruturas histológicas que se evidenciam com os sais de cromo. Chama-se de feto o estágio de desenvolvimento intrauterino que tem início após a oitava semana da fecundação. Após o parto. Fibrinogênio – do latim Fibr(am). forma. isto é. A palavra e a tradução do grego Peroné.

Os adjetivos e outros termos derivados a ele referentes são construídos a partir do grego Hepar. O nome pode estar associado às pulsações no local. fio e Forme(m). ou porque na idade média. Flagelo – do latim Flagellu(m). os cirurgiões tentavam curar as doenças oculares ou nervosas mais graves cauterizando o ponto onde as suturas coronal e sagital se encontram (o local do fontículo anterior ou bregma). abertura. origem. com folhas. O mesmo que fórnix. transpassar. macio. furar. Fossa – do latim Fossa. à noite. Período de exposição de um animal ou planta à luz. Forare. Filo – do grego Phyl(o). abaixo do rio Tibre.do grego Phyl(o). Era o nome dado pelos arquitetos romanos aos arcos de tijolos ou a um aposento com teto curvo. Flexor – do latim Flectere. pequena fonte. crescimento e desenvolvimento. Filogenia . Receptor sensível à luz. considerado especialmente no que diz respeito ao efeito da luz na reprodução. um cone ou bastonete retiniano. Filamento – do latim Filamentum. frondoso. Fórnix – do latim Fornix. luz e Periodos. Em anatomia. Fotoperíodo – do grego Phos. por exemplo. furar. Forame – do latim Foramen. Formare. cova. orla. abobada. bolsa. Fímbria – do latim Fimbriae. onde elas viviam. Folículo – do latim Folliculus. fenda Flácido – do latim Flaccidus. fole. tornar-se. Fornix também era o nome da moradia baixa e abobadada (na realidade um porão úmido). arco de porta. As prostitutas romanas mais pobres trabalhavam ao ar livre. Daí. debaixo dos arcos dos aquedutos. mole. 39 . filamento que se move. Flexura – do latim Flexura. raça. receber. O mesmo que fontículo. luz e do latim Recipio. Foice – do latim Falx. Fontanela – do frânces Fontanelle. vasar. formar. cavar. Fóvea – do latim Fovea. tem um ancestral comum ou geneticamente relacionado. diminutivo de fonte. Fodiere. Formação – do latim Formatio. pequeno chicote. em português a palavra fornicação com sentido sexual. Fissura – do latim Fissum. buraco e Foro. poço. franja. membrana ou divisão. A ferida resultante era mantida aberta pela instilação de substâncias irritantes. sem brilho. curvatura. vala. abóboda. ciclo. agente. fosso. raça. que tem forma de. Fórnice – do latim Fornix. nomeia especialmente uma estrutura cerebral conhecida por Galeno e descrita por Vesálio. em sistuações não cerimoniosas. Hepátos. Folha – do latim Folium. através de sua forma popular Fontana. As túnicas romanas com Fimbriae nas suas extremidades eram sempre muito ricas (bordadas com gemas e fios de prata e outro) e eram somente usadas por pessoas de destaque em ocasiões especiais. origem e Gen. A palavra também pode ter sido derivada do italiano “Fontanella”. que significa fígado. Grupo taxonômico de organismos que do ponto de vista evolutivo. diminutivo de Follis. Foliada – do latim Foliatum. Que tem forma de fio. trajando vestes orladas.nar o órgão como um todo em qualquer animal inclusive no homem. formação. A história evolutiva de uma espécie ou grupo tque em um ancestral comum ou geneticamente relacionado. na esperança que ai se formasse um canal por onde a matéria venosa pudesse ser expelida e é provável que a secreção ou o sangue minando da ferida lembrasse o fluir das águas de uma fonte. fio delgado e delicado. Filiforme – do latim Fīl(um). Uma abertura ou perfuração através de um osso. dobradura. curvatura. Fosco – do latim Fuscus. arco de porta. embaçado. folha. foice. e Actor. Fotorreceptor – do grego Phot. Petronius tronou Julio Cesar famoso por divulgar seu gosto pelo luxo porque o ditador era frequentemente visto.

em forma de. Frênico – do grego Phenikos. noivo. roca. fuso. É uma célula reprodutora haplóide que. Gamete. Era um antigo termo para testículos. Formis. Este termo foi criado por Haeckel em 1872 para designar a fase do desenvolvimento embrionário. G Galactóforo – do grego Galakt. que leva. esposa. ventre. Frontal – do latim Frontalis. Funículo – do latim Funiculus. substância fria. gêmeo. que gera. cavidade e Ula. Gameta – do grego Gamét.Franjada – do latim Fimbriata. Fungiforme – do latim Fungus. roca.do latim Fundus. A palavra Gemellus também era grafada Geminus e alguns etimologistas alegam ser está composta de Genitus (nascido. Gânglio – do grego Ganglion. relativo ao estômago. esposa. Gema – do latim Gemma. Gastrocnêmio – do grego Gaster. Depois a palavra ficou restrita à região entre o coração e o fígado (região diafragmática) e como esta área era considerada a sede das emoções. Fuso . perna. Na ilíada Phren significava a região do coração ou o próprio órgão. Hipócrates usava o termo para designar uma tumoração subcutânea. que era também o nome de uma bandagem especial para a cabeça. marido. inchaço. fundo. relativo à mente ou ao diafragma. casquete de couro. constitui um ovo ou zigot Gametogênese – do grego Gamét. Fúrcula – do latim Furcula. caroço. Gametes. capacete. como um cisto sinovial ou lipoma. conjugando-se com outro de sexualidade oposta. Posteriormente ele chamou de gânglios as formações nodulares do tronco simpático. e do grego Gaster. Gástrula – do grego Gaster. que se sucede à blástula. Fronte – do latim Frons. Fusiforme – do latim Fusus. Gêmeo – do latim Gemellus. Que serve de fundamento. amarra. Processo de formação dos gametas a partir de células germinativas indiferenciadas. leite e Phor. cogumelo. Gálea – do latim Galea. gelado. Fundamental . Foi Giovanni Santorini quem primeiro empregou este termo para designar a aponeurose entre os ventres do músculo occipitofrontal. diminutivo de Funis. a Galea. ou Frontis. freio de animal. Frênulo – do latim Frenulum.do latim Fusus. com franjas. No exército romano. metaforicamente. do pensamento a da fala. pequena. Fundo – do latim Fundus. corda. ventre e Knéme. base. Gelatinosa – do frânces Gélatine. mente. Este nome passou a designar os músculos dessa região. o termo Phren. gomo de videira. fundo. testa. nome dado aos ductos excretores das glândulas mamárias. gerado) e Binus (duplo). base. 40 . tumor. base. e Formis. Gamete. os centuriões (infantaria) usavam um capacete feito de couro. da testa. diminutivo de Frenum. durante a qual se formam os folhetos embrionários. fuso. Frons ou Frontis. Hipócrates e Galeno já chamavam a região posterior da perna de “Gastrocnemia”. forcado de dois dentes. passou a designar alma. marido e Genesis. pedra preciosa. O sentido atual do termo é devido á Raymond Vieussens. Galeno utilizava a palavra para plexos de nervos periféricos. A palavra gelatina apareceu apenas no período medieval. Gametes. ventre. duplo. diminutivo de Furca. forca. Gástrico – do latim Gastricus. condensado. em forma de. noivo. Que leva ou transporta leite. e do latim Gelatus.

criar. forma de. globo. novelo. Glomo – do latim Glomus. Representa o conjunto de genes de um indivíduo. imberbe. esfera. Diminutivo glóbulo. nó. Glomerulosa . Polissacarídeo. que gera e Ikē. nascer e do latim Oma. queixo. a região entre as sombrancelhas. Glia – do grego Glí(ā). era usada principalmente para a articulação do cotovelo e foi reintroduzida nas traduções latinas de suas obras. que cola. giro. a palavra Gléne também tinha outros significados (espelho. com este sentido a palavra somente foi introduzida na anatomia no século XIX. fazer nascer. do latim Córtex. Genoma – do grego Gignomai. Glomérulo – do latim Glomerulus que é diminutivo de Glomus. raça e Typos. estudo. nascido. Globo – do latim Globus. bola de lã ou outro fio. Glicano – do grego Glyk. Glande – do latim Glans. Glenóide – do grego Gléne. semelhante. O termo provavelmente foi concebido mais a partir da forma angulosa ou articulada desta parte do corpo (joelho) do que por sua aparência saliente. É a constituição genética interna ou hereditária de um organismo sem levar em conta seu aspecto externo. logo abaixo da cápsula. Glicocálice . joelho. Genótipo – do grego Genos. Na idade média era o nome latino do osso frotal (por causa da falta de cabelo nesta parte). esfera. Genital – do latim Genitalis. Na Grécia antiga. Hipócrates usava o termo “ginglymoides” e Galeno tomo a palavra grega e abreviou-a. ajoelhado. Cada uma das unidades dispostas ao longo dos cormossomas que determina a aparição dos caracteres hereditários nos seres vivos. relativo a joelho. pois as células dessa região se dispõem em cordões que formam arcos ou novelos.do latim Glomerulus que é diminutivo de Glomus.do grego Glyk doce. invólucro e do grego Oide. com aspecto de. novelo e do grego Ō-sa. Polisacárido ou glicoproteína que recobre o exterior da membrana ou da parede celular. 41 . Glaber era o nome de um escravo ou servo ainda jovem. a letra U e Óides. forma. Gínglimo – do grego Ginglymós. e Genu. bola. juntura. Genicular – do latim Genicularis. Genitus. técnica. e Oi dés. globo. Genioglosso – do grego Geneion.do grego Glyk. Glândula – do latim Glândula. doce e Ano. nodoso. que gera. Globúlo . circulo. gerado. Genio-Hióideo – do grego Geneion. e Glossa. articulação. sem pelos.do grego Gennē. Embora já no século XVI designasse. bolota. Gengiva – do latim Gingiva. gengiva e Gignere. nodosa. grupo. É um termo híbrido que designa o hormônio esteróide produzido no córtex da supra-renal que afeta o metabolismo dos hidratos de carbono. Hyo. que gera. forma de. Este têrmo está associado ao aparecimento dos dentes (nascimento). casca de árvore. foram de. novelo. cálice. bolota.Gene . Glabela – do latim Glaber.do latim Globus. doce e do latim Calic(em). tambem denominada de arciforme. Glicocorticóide . Galeno usava o termo para uma articulação esferóide rasa. língua. pupila ou reflexo). forma diminutiva. impressão. Em Histologia descreve-se na supra-renal a zona glomeurlosa. bola. queixo. Células do sistema nervoso que podem auxiliar os neurônios em suas funções. imberbe. Na Roma antiga. na língua italiana popular. proteínas e lipideos. volta. cavidade arredondada rasa. Genética – do grego Gennē. substância química. diminutivo de Glans. Geniculado – do latim Geniculatus. Giro – do latim Gyrus. bola de lã ou outro fio. Parte da biologia que estuda ou lida com a herança familiar.

grão. língua e Pharyngeo. grão. Glottis era o nome do bocal da flauta. que também dava este nome aos dentes molares. Glúteo – do grego Gloutós. e do grego Kytos. extenso. prego. Grânulo – do latim Granum. e Glossa. provido de grãos. O mesmo que granuloso. Luschka introduziu o têrmo ”rima glottidis” para a fenda formada pelo encontro das pregas laríngeas. Atualmente designa uma das regiões internas da laringe. espesso. Gônada – do grego Gone. Apesar dos escassos meios com que contava. gosto. anca. que provocou uma revolução no estudo laboratorial dos tecidos nervosos. Granular – do latim Granularis. Gosto – do latim Gustus. Galeno usou o termo para toda a laringe. Grande – do latim Lato. Células de origem mielóide normalmente presentes no sangue. cavidades e grânulos (a que depois seria dado o nome de aparelho reticular interno de Golgi e de Complexo de Golgi). paladar. praticando a fagocitose.do latim Granum. cujo citoplasma possui grânulos e que atuam nos mecanismos de defesa. Em 1906 Golgi recebeu o Nobel de Fisiologia ou Medicina juntamente com Santiago Ramón y Cajal. da qual chegou a ser diretor da Faculdade de Medicina e Reitor. foi Galeno. mas posteriormente o termo passou a ser usado apenas com referência à área e à musculatura das nádegas. grão. que possibilitava a produção do som. grosso. o armazenamento de lípidos e proteínas ou o transporte de partículas ao longo da membrana celular. como a síntese da membrana. granulação e Granum. uma peça em forma de pequena lingüeta. e Meros. gordo. Grosso – do latim Crassus. célula. Vesálio e Fabricius usaram a palavra para as pregas e o ventrículo. esquina. Para Hipócrates. pelos seus estudos sobre a estrutura do sistema nervoso. Granulação – do latim Granulationis. Quem deu este nome às articulações na quais um osso encaixa em um soquete como um pino. musculus latissimus dorsi. O músculo grande dorsal é denominado em latim. compreendendo as pregas vestibular e vocal e o espaço entre elas. entre as quais se destaca o método da impregnação de células com nitrato de prata. identificou uma classe de células nervosas dotadas de extensões (ou dendritos) mediante as quais se ligam entre si a outras células nervosas. Granuloso(a) – do latim Granulosus. largo. Ponto craniométrico que corresponde ao ângulo da mandíbula. forma. diminutivo. Gnátio – do grego Gnathos. hipótese que mais tarde demonstraria Santiago Ramón y Cajal. diminutivo. ângulo. Pequeno grão. grão. pino.Glossofaríngeo – do grego Glossa. O que tem sementes Gonfose – do grego Gomphos. mais o sufixo Ulo. Glote – do latim Glottis. Em 1871. Esta descoberta permitiu a Wilhelm von Waldeyer-Haltz formular a hipótese de que as células nervosas são as unidades estruturais básicas do sistema nervoso. semente. Empregando este método.do latim Granum. ou seja. que desempenha um papel essencial na célula. Granulômero . depois do seu regresso à Universidade de Pavia. Gônio – do grego Gonion. Gabrielle Fallopio foi o primeiro anatomista a descrevê-lo em detalhes por considerá-lo como um par de nervos individual. onde os corpos dos neurônios são muito pequenos denominados “grãos do cerebelo”. relativo á faringe. mandíbula. nádega. laringe. esguio. chegou a importantes resultados com as suas experiências. No cerebelo temos também a camada granulosa do cerebelo. mais o sufixo Ulo. Golgi – Camilo Golgi era um médico italiano que exerceu o cargo de professor de Anatomia nas Universidades de Turim e de Siena e foi catedrático de Histologia na de Pavia. no instrumento. Na Grécia. Em 1876. a palavra designava qualquer estrutura saliente arredondada. Grácil – do latim Gracilis. Na pele temos a camada granulosa. língua. uma região da epiderme onde as células apresentam inúmeros grânulos no citoplasma. Granulócito . 42 . vasto. obtendo provas da existência de uma rede irregular de fibrilhas. provido de grãos. delgado. continuou o estudo das células nervosas.

Hematoxilina – do grego Haim(ato). Hematologia . Em sentido estrito. derivado de Haima. a descida ao escroto). Hemicrânia . tira. produção.do grego Haima. comandar. Por extensão. parecido com um caracol. esvaziar. Haustro – do latim Haustrum. que une.do grego Haima. crânio. Helicino – dogrego Elikidos. correia. A imagem do corpo pineal e das habênulas sugeriu. no século XVIII. célula. Termo utilizado inicialmente por E. comandar. Hematopoiese . semelhante. H Habênula – do latim Habenula. guia. Em anatomia. único e Oide. O termo foi introduzido em anatomia por Albrecht von Haller. no plural Haustra era o dispositivo usado para retirar água de um poço. diminutivo de Hamus. Hálux – corrupção ou aliteração do latim Allex ou Hallus. balde. buraco. dirigir. diminutivo Habena. Haurire. Hemácia – do gregao Haima. caracol. o leme ou timão de uma embarcação. Cytus. Na antiguidade. Hematoma .do grego Haima. enrolar. metade e Desmo. forma. corpo. Seria um corante da cor do sangue tirado da madeira. sangue e Poiesis. metade. Hemiázigo – do grego Hemi .do grego Hemi. timão. sangue e Logos. A palavra é a tradução literal do grego Gubernao. Hélice – do grego Elix. Hamato. gancho. Strasburger em 1905. leme. casal. Hematócrito . do gosto. estudo. o halo redondo do sol ou da lua. Hemidesmossoma – do grego Hemi. visualizadas pelo cavaleiro. designa estruturas fibrosas (especialmente aquela presa ao pólo inferior do epidídimo e testículo) que orientam ou guiam seu trajeto (no exemplo. tumor. tais como o pau Brasil e o fruto da amoreira. Gubernare. o Haustrum. Haplóide – do grego Haplo.Gubernáculo – do latim Gubernaculum. madeira e In(a). rédea. qualquer estrutura ou pessoa que orienta ou guia alguma coisa ou alguém. dirigir. sangue.do latim Hamatus. passou a designar qualquer objeto com forma sacular. Brilho em forma de anel da luz em volta de um corpo luminoso. substância quimica. ou mesmo bem preto. esvaziado. de forma figurada ou mais ampla. Zygas. Na antiga Roma. em 1786. Halo – do grego Halos. A. recurvado. Gustatório – do latim Gustatus. igual dedo grande. eu separo. sangue e Oma. Gustatorium era uma pequena mesa de madeira leve onde se serviam refeições ligeiras (literalmente local de degustação). guiar. Um tumor proveniente de derrame de sangue nos tecidos. Hâmulo – do latim Hamulus. Eilein. morfologicamente se parece com a metade de um desmossoma. emforma de gancho.do grego Hemato. sem. sangue. azulado. espira e Trē(mat). ligadura e Soma. o formato da cabeça de um cavalo e as rédeas. relativo a caracol. caçamba. par. para designar as células dos organismos eucariotas que tem apenas um conjunto do número de cromossomas característico da espécie. na Grécia antiga. No Brasil temos substâncias desse teor obtidas em várias plantas. A palavra deve ser derivada do latim Haustus. privado. È obtida do tronco de uma planta leguminosa (Haematoxylum campechianum) conhecida também pelo nome de Pau Campeche. do paladar. A hematoxilina é um composto que dependendo da oxidação pode ficar vermelho. O gubernáculo do testículo do testículo foi descrito e nomeado por John Hunter. guiar. cópula. Xyl (o). Helicotrema – do grego Helik(o). Junção celular especializada geralmente entre uma célula epitelial e a membrana basal subjacente. metade e Kranion. sangue e Krino. Pequena abertura próxima ao ápice da cóclea onde se comunicam a escala vestibular e timpânica. 43 .

Heterocrômico . extravasar. um ou outro entre dois e Chroma. Trophé. Representa a porção dos cromossomas que aparecem mais densos no interior do núcleo. talvez pela forma arredondada das hemácias. Hermafrodita . Derivado ou procedente de uma espécie distinta da espécie de referência. corpo. Geneticamente seriam as porções menos ativas dos cromossomas. Ruptura da membrana dos glóbulos vermelhos e perda de seu conteúdo. relativo ao fígado e Hepar. Pode ocorrer por rompimento dos vasos devido ao aumento da pressão sangüínea ou acidentalmente.do latim Here. diferente e Log(o).Hemisfério – do grego Hemi. relação.do grego Haima. Hemossiderina . dos pais para a prole. Densidades diferentes de cor. metade e do latim Sphoera.do grego Hepar..do grego Hétero. diferente. Hemo . distinto e Chroma. As células que constituem o fígado. o parasitismo e o comensalismo. sangue e Philia. Densidades diferentes de cor no interior do núcleo. direito.do grego Haima. Hereditariedade . abreviação de Globulina. Hermes = mercúrio e Afrodite – Vênus. Hemoglobina . A heparina foi assim chamada por ser encontrada inicialmente no fígado. por ação de traumatismos. Hereditário – do latim Here. fígado. As regiões densamente coradas dentro de um núcleo são chamadas de heterocromáticas. Hepatócito . herdeiro. Seria a transmissão de caracteres físicos ou outros. célula. Mia o sufico Ico. fígado e Kytos. sangue e Rhagia. um ou outro entre ambos. herdeiro. quebra. um ou outro entre ambos. denso. e as regiões pouco coradas são chamadas de eucromaticas.do grego Heteros. Ao banhar-se na fonte de Sálmacis. sangue e Lysis. diferente. alimentos).do grego Heteros. Que passa por hereditariedade de uma geração para outra. Designação dada aos seres que. que significa dissemelhança. que significa dissemelhança. em especial da hemoglobina.do grego Haima. derramar. apaixonou-se por ele. natureza de. origem. diferença. A distinção reflete o grau de compactação ou helicoidização do DNA no cromossoma. de cor amarelo-dourado ou pardo de aspecto granuloso ou cristalino. a ninfa que aí vivia. sangue e Poiesis. Cromossomas responsáveis pelo sexo do individuo XX para mulher. para a corrente sangüínea.do grego Heteros. cor. diferente e Genos. Não foi um neologismo muito feliz. gostar. ferro. bola. sangue. Para isso procuram-na em organismos de outras espécies ou na matéria em decomposição no ambiente.Prefixo grego Heteros. são incapazes de sintetizar sua própria matéria orgânica à custa de substâncias inorgânicas obtidos do meio ambiente. Heterotrófico . encontrado no corpo humano resultante da degradação das hemácias ou após oferta excessiva do metal pela dieta (e. Hemopoiése – do grego Hemo. Heterocromatina . Heterólogo . como se vê. Heterossoma . cor. e Picnose.do grego Hepar.filho de Hermes e de Aphodite que herdou abeleza de ambos. Extravasamento de sangue para fora dos vasos sanguineos que deviam contê-lo. diferente. sangue e Globina. Este termo foi utilizado pela primeria vez por Heitz em 1928 para designar alterações de cor na cromatina. nutrição. do latim Globus. globo.do grego Heteros. usando recursos como o predatismo. XY para o homem. endógena.do grego Haima. A hemossiderina é um pigmento anormal microscópico. Heterogêneo . Hemólise . mas a ninfa obteve dos deuses o poder de unir-se a ele para sempre e tornaram-se um único ser com ambos os sexos. 44 . diferente e Soma. Diz-se do órgão ou local onde é produzido o sangue. Heteropicnose – do grego Heteros. Hetero . produção. fígado. Hepático – dogrego Hepatykós.do grego Haima. Hemofilia .g. Ele recusou-a. Hemorragia . esfera. Heparina . sangue e Sidero.do grego Hetero.do grego Haima.

abertura.do grego Hiatus. Hiato é o nome dado. Hidrólise . estado.do grego Hymen.do grego Hyper. para o local onde penetravam os vasos sanguineos. peritônio etc. Hibridização – do latim Hibrid. processo de ação. vidro. água e Gennao. transparente.Heterozigoto – do grego Hetero. membrana. Vesálio em 1550 parece ter sido um dos primeiros anatomista a usar o termo especificamente para a membrana que se situa no vestíbulo da vagina. inicialmente chamou-se Ipsiloides (forma da letra Y). Anel periférico incolor das plaquetas sanguíneas formado por microtúbulos que ajuda a manter sua forma. diferente e Zygötus.do grego Hydor.do grego Hyper. O osso foi descrito por Herófilo e. Hialoplasma . água e Lysis. monstro marinho. O que não gosta de água. Hidrófobo . como o pericárdio. e Plassos. transparente. Hialóideo – do grego Hyalos. É apenas suportado pelos músculos do pescoço. forma de. hilo. Aumento de sangue em determinada parte do corpo. cavalo marinho. sendo considerados de bom agouro.do grego Hyalos.do grego Hydor. transparente e Mer(o). Hímen .do grego Hyalo. Individuos que apresentam diferentes alelos nos cromossomas homólogos. Na mitologia grega. Haima. mestiço. por sua vez. É um osso que se situa na parte anterior do pescoço humano.do grego Hyper. a base da língua. em anatomia. isto é. Hialômero – do grego Hyalos. vidro e Oides. Hilo – do latim Hilum. forma de. O citoplasma é preenchido por uma matéria coloidal e semifluída denominada hialoplasma. Crescimento devido à proliferação celular. parte. decomposição. vidro. produzo. amigo de. cristal.do grego Hydor. excesso e Chroma. transparente. Suporta. para aberturas que existem no corpo que permitem a passagem de estruturas. Na mitologia grega. Hiperemia . molde. vidro. Hidrófilo . formação. excesso e plasis. água e Phobos. excesso. cavalo e Kámpos. Formação de híbridos pelo processo de cruzamento entre espécies diferentes. água e Phil(o).do grego Hydor. Hidrogênio . aumento no número de células. Estes animais eram frequentemente esculpidos nas fontes romanas. Hipertrofia . híbrido e Ā-tiōn(em). um heterozigótico. a marca do local onde ela ficava aderida à vagem. Hióide – do grego Hyo. hippokampos era o nome dos animais marinhos atrelados ao carroconcha do deus dos mares Poseidon (Netuno. Hippos. Hibrido .do grego Hyalos. Hiato . e não do número. A parte anterior do corpo era em forma de cavalo e a parte posterior exibia uma longa cauda de peixe enrolada. cor. Hialino . O termo foi inicialmente aplicado ao rim (provavelmente por causa de sua forma). Não está articulado com mais nenhum osso. Hipocampo – do grego Hyppokampos. Uma pequena parte do hipocampo ficou conhecida como 45 . A prole dois indivíduos que diferem em um ou mais caracteres hereditários. a palavra não tinha significado especial. Hymeneu era o nome do conjunto de hinos cantados durante a cerimônia. letra U e Oides. ou seja. Giulio Cesare Arancio (1560) foi o primeiro a usar o termo para designar o hipocampo do cérebro. conjugado. temor. vidro. podendo nomear qualquer membrana. Hymen era o deus do casamento e seu culto era celebrado durante as núpcias do casal. Na anatomia grega. O que gosta de água. nutrição. Hiperplasia . excesso e Trophe. Substância encontrada em abundância no meio extracelular. e neste fluido estão suspensos os organelos celulares. Esta palavra era usada pelos romanos para designar o olho negro de uma fava (especialmente o feijão).do grego Hyper. Hipercrômico . sangue e Ia. Crescimento devido ao aumento do tamanho das células.do latim Hybrida. Hialurônico . Plinio usou o mesmo termo para nomear peixes teleósteos (os cavalos marinhos). para os romanos). medo. talvez pelasemelhança deste com a pata do animal mitológicio.

“corno de Ammon” e duas são as possíveis explicações para seu nome. Para uns, a secção transversal da parte posterior do hipocampo assemelha-se a um chifre de carneiro (Ammon era um deus Egipcio rrepresentado por uma cabeça de carneiro). Para outros, é epônimo derivado do nome do anatomista que descreveu esta formação em detalhes (Friedrich August Von Ammon – 1799-1861). Hipocôndrio – do grego Hypo, abaixo, sob; Chondros, cartilagem Hipocrômico - do grego Hypo, abaixo e Chroma, cor. De cor desbotada. Hipoderme - do grego Hypo, abaixo e Derma, pele. Hipoderme ou tecido celular subcutâneo é uma camada de tecido conjuntivo frouxo, localizada abaixo da derme. Hipófise - do grego Hypo, sob e Physis, crescimento. Assim denominada por “crescer sob o encéfalo”. A hipófise é uma pequena glândula em forma de ervilha que pende da base do encéfalo, imediatamente por baixo do hipotálamo, situada dentro de uma concavidade do osso esfenóide conhecida como sela turca. Hipogástrico - do grego Hypo, baixo e Gaster, estômago. Hipoglosso - do grego Hypo, sob e Glossa, língua. Foi Jacob Winslow quem deu o nome ao nervo. Hiponíquio – do grego Hypo, abaixo, sob e Onykon, unha. Hipotálamo - do grego Hypo, abaixo e Thalamos, câmara interna. Hipotenar – Fo grego Hypo, abaixo, sob e Thénar, palma da mão. Literalmente Thénar, significa a parte da mão com que se agride, do grego Teino, bater, espancar e daí o nome da palma da mão. Rufo de Éfeso usou o termo hipotenar para todas as pequenas eminências palmares nas bases de cada um dos quatro dedos da mão (do indicador ao mínimo). Posteriormente, o termo ficou restrito apenas à eminência do último dedo. Hirco – do latim Hircus, bode. O termo refere-se aos pelos da axila por causa do odor que exalam, semelhante ao do pelo do bode. Hirsutismo - do latim Hirusutus, cabeludo ou peludo e Ismo, estado. Histamina - do grego Histos, tecido mais a palavra amina. Esta palavra foi criada para designar certos derivados da amônia. Esta amina é derivada da histidina, e tem ação vaso dilatadora, sendo liberada principalmente por células chamadas mastócitos. Histiócito - do grego Histion, tecido e Kytos, célula. Este termo foi criado por Aschoff e Kiyono em 1913, par designar grandes células que realizam fagocitose no sistema retículo-endotelial. Histogênese - do grego Histos, tecido e Géne-sis, gerar, formar. Como se formam ou diferenciam os tecidos. Histologia - do grego Histos, tecido e Logos, estudo. A palavra tecido deriva do Frances Tissue, que significa trama ou textura. A palavra tecido entrou em uso anatômico principalmente em virtude do trabalho e das obras de Bichat, um jovem e brilhante anatomista francês (1771-1802). Quando dissecava cadáveres ficou impressionado com o fato de que várias camadas e estruturas que descreveu ou dissecou eram de trama ou textura diferentes. Deve ser mencionado que a primeira classificação dos tecidos foi feita por Bichat feita sem o auxilio do microscópio, pois se recusava a usar este instrumento. Atualmente Histologia é a Disciplina que estudo os tecidos e os órgãos exclusivamente ao microscópio, embora tenha começado com um anatomista que se recusava a usar este instrumento. Histona - A palavra "Histona" é datada do fim, do século XIX e deriva da palavra alemã " Histon", de origem incerta: talvez do grego Histanai ou de Histos, tecido. Em biologia, as histonas são as principais proteínas que compõem a cromatina. Atuam como a matriz na qual o DNA se enrola. Têm um papel importante na regulação dos genes. São encontradas no núcleo das células eucariotas. As histonas das Archaea (procarióticas) são semelhantes às histonas percursoras nos eucariotas. As histonas foram descobertas em 1884 por Albrecht Kossel. Histoquímica - do grego Histos, tecido e Khymei, química, alquimia e Ikē, estudo, técnica. Parte da Histologia dedicada ao estudo dos tecidos do ponto de vista de sua composição química. Holoblástico - do grego Holos, inteiro e Blastos, germe. É a clivagem na qual a célula-ovo inteira se divide.

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Holócrino (a) - do grego Holos, todo e Krynos, secreção, Krinein, segregar, separar. Este termo foi criado por Ranvier em 1887 para designar glândulas cuja secreção resulta da lise das células secretoras, tais como as sebáceas, em que a célula secretora é eliminada juntamente com a secreção. Homologia – Do grego Homo(io), igual e Log(o), relação, origem. Que tem a mesma origem filogenética, mas que podem ter funções diferentes. Homozigoto - – Do grego Homo(io), igual e Zygötus, conjugado. Horizontal – do grego Horizontos, linha que limita a região terreste visível. Hormônio - do grego Horman, excitar, estimular. Este termo foi criado por Starling e Vesey em 1905, a partir do participio da palavra Hormôn que significa impulsionar. Representa o produto da secreção de certos órgãos de corpo de animais ou de plantas, que, transportado pelo sangue ou pela seiva dos vegetais, excita, inibe ou regula a atividade de outros órgãos ou sistema de órgãos. Humor - do latim Humor, líquido. As origens da palavra "humor" assentam-se na medicina humoral dos antigos Gregos, que é uma mistura de fluídos, ou humores, controlados pela saúde e emoção humanas. Existe ainda a forma do latim Humore é uma forma de entretenimento e de comunicação humana, para fazer com que as pessoas riam e se sintam felizes.

I
Íleo - do latim Ileum, que é provavelmente a latinização do grego Eileós, enrolado, revolvido ou do grego Eilein, enrolar. A introdução de íleum, em latim, como termo anatômico relativo ao intestino, data do século XVII. Até então não se dividia o intestino delgado em jejuno e íleo. O termo aparece pela primeira vez em um livro de autor anônimo, intitulado Anonymi introductio anatomica, publicado em 1618, em Leiden. Neste livro o autor se refere ao ileum como tracto inferior abaixo do jejuno. Os gregos não distinguiam partes do intestino delgado. O termo era utilizado por Galeno como “enteron eileòn” no sentido patológico, designando provavelmente um volvo, hérnia interna. Ílíaco - do latim Ilium, flanco, relativo à anca. Ílio – do latim ilium, quadril, anca. Este termo surgiu na idade média, possivelmente por corrupcção do latim Ilia, flanco, parte mole, ou do latim ilis, mole. Alguns etimologistas não vêm distinção na origem das palavras ileum e ilium e argumentam que o osso (ilium) teria este nome por estar relacionado a esta região de um animal de carga ou por sustentar o intestino (ileum). Inclusive, no grego arcaico, o termo ilia dava nome ao intestino de animais (tripas). Ima – do latim Imus, o mais abaixo, superlativo de inferus abaixo. O mesmo que ínfima. o sentidonormalmente empregado em anatomia, a palavra tem valor de menor e não de impar ou profundo como pode parecer à primeria vista. Impar – do latim, impar, desigual. Imunologia – do latim Immunis, Immunitas, isento de carga e do grego Logos, estudo. Na época de Roma eram os individuos insentos de pagar impostos. In loco – expressão latina que significa no local. In vitro – do latim In, dentro e Vitro, vidro. No vidro. Harrison foi o primeiro pesquisador a descrever a possibilidade de se trasnferir células do organismo para soluções adequadas no interior de vidros, e estudar diretamente o seu crescimento ao microscópio. Embora se utilize este termo na atualidade à maioria dos meios de cultura está em recipientes plásticos. In vivo – do latim In, dentro e Vivo, vida. No vivo. Incisão - do latim Incidere, cortar dentro, derivado de In, dentro e Caedere, cortar. Incisura – do latim incisura, incisão, corte. Inclusão – do latim Includere, fechar em, inserir, rodear, derivado de In, dentro e Claudere, fechar.

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Indicador – do latim Índex, apontador, sinalizador, L. Indicare, apontar, o mesmo que índice. Inferior – do latim Inferior, mais abaixo, comparativo de L inferus, abaixo. Ínfima – do latim infimus, o mais abaixo, superlativo de L inferus abaixo. O mesmo que ima. Infraglotica – do latim infra, abaixo de, e do grego, Glottykós, relativo à glote. Infundíbulo - do latim Infundibulum, funil, e L infundere, derramar, verter. Este termo foi usado por Rufo de Éfeso para qualquer passagem ou estrutura afunilada. Foi Vesálio quem deu este nome à conexão da hipófise ao cérebro, depois adotado por Raynmond Vieussens e Thomas Willis. Jean Cruveilhier chamou assim o prolongamento do ventrículo direito que forma o tronco pulmonar (indundibulum pulmonis), termo posteriormente modificado por Caspar Wolf para conus arteriosus (cone arterioso). Íngua - do latim Ingueus, virilha. Inguinal - A mesma origem acima. Ìnio – do grego Inion, nuca. Originalmente usado para dar nome à parte posterior da cabeça e pescoço, atualmente designa um ponto craniométrico (o ápice da protuberância occipital externa). Inserção – do latim insertio, introdução, L Inserere, introduzir. Inspiração - do latim In, dentro e Spinare, respirar. Ìnsula – do latim Insula, ilha. A insulin, hormôniopancreátic, tem este nome porque é secretado por células das ilhotas pancreáticas (Langerhans). Insular – do latim Insularis, relativo ou pertencente a uma ilha. Insulina - do latim Insula, ilha, associada ao sufixo Iná, que corresponde a “natureza de”. Hormônio produzido pelas células beta das ilhotas pancreáticas (de Langerhans), no pâncreas, consistindo em uma pequena proteína de duas cadeias polipeptídicas (A e B) ligadas por duas pontes de sulfeto intermoleculares. Intercalado – do latim Inter, entre e Calatus, nomeado, selecionado. Intercelular – do latim Inter, entre e Cellulae, célula. Interfase - do latim Inter, entre e Phasis, fase. Palavra criada por Lundegårdh (1912). É um periodo do ciclo celular compreendido entre duas mitoses, esta formada por três etapas: uma primera de crescimiento celular (G1), uma de síntese ou de replicação do DNA (S) e uma e de crescimiento celular (G2). Interior – do latim Interior, mais interno, comparativo do latim Inter (intra) ou internus. Interlobar - do latim Inter, entre e Lobos, lobo, saliência arredondada Interlobular – do latim Inter, entre e Lobulus, diminutivo de Lobus, lobo Intermédio – do latim Inter, entre e Medium, no meio central. Alguns etimologistas alegam que a palavra seria a contração da expressão “Inter hos medius”, isto é, o que ficou no meio. Interno – do latim Internus, mais interno, comparativo de Intus, dentro. Intersecção – do latim Inter, entre e Sectio, corte, separação. Intersticio (al) - do latim Interstitium, de Inter, entre e Sistere, estar. Intestino - do latim Intestinum, interno, entranhas. A palavra intestinus (adentrado), originalmente significava qualquer objeto que estivesse no interior de outro (em português, algo semelhante a guardado) do latim Intus, dentro. Depois, em sentido figurado, passou a designar interno ou doméstico (em oposição a externo ou estrangeiro). Alguns alegam que o termo seria derivado da expressão “quos intus est”, literalmente, “o que está dentro”. O equivalente grego é Énteron. Íntima – do latim Intimus, o mais profundo, superlativo de internus. Intracelular - do latim Intra, dentro e Cellula, diminutivo de Cella, aposento. Intralobular - do latim Intra, dentro, e Lóbulo. Intrínseco - do latim Intra, dentro e Secus, do lado.

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Rufo de Éfeso usou o termo Ischion para designar o local onde a cabeça do fêmur gira e. região. ocupam o mesmo lugar na classificação química. geração. igual e Genesis. Íris . igual. Íntron – do latim Intra. Irídica – do grego Iridikós. pelve e Cavernous. para dentro e Radiare. nas profundezas dos oceanos e no mundo subterrâneo (Hades). Os gregos consideravam o arco-iris como um sinal vindo dos céus e o associaram à divindade. Invaginação – do latim In. Irregular – do latim In. esverdeado. das ancas. Em anatomia. substância. dentro e Volvere.do grego Isos. de cor violeta presente nos cones da retina que é importante para a visão diurna. Representa uma reentrância ou dobra para dentro. o útero como que se enrola para dentro.do latim In. Intumescência . voltar o lado de dentro para o de fora ou o de baixo para cima.do grego Isos. Hipócrates chamava Ischias às ciatalgias (ou isquiatalgia). e uma das Oceânidas (segundo Hesíodo). para dentro e Ire. pelve. Grupos de células que tem a mesma origem. Haima. relativo à caverna. para designar a membrana multicolorida ao redor da pupila. anca. visão e Īn(a). Isquiocavernoso – do grego Ischion. Ísquio – do grego Ischion.do grego Ioeides. Região do DNA que não codifica informação para a síntese proteíca e que se elimina antes de passar a RNA mensageiro. óxido de cobre. Pigmento fotossensível oriundo da vitamina A. Istmo – do grego Isthmós. Galeno dividiu o osso do quadril nas três partes que hoje conhecemos e chamou de Ischion a parte mais inferior. como pensavam os antigos. relativo ao arco íris. arco-íris ou qualquer círculo colorido brilhante. anca. inverter. o termo foi introduzido por Jacob Winslow. e é associada com Hermes. Isquemia . da pelve. começar e inchar. prefixo de negação e Regula. Eid(és). A involução uterina é a diminuição do tamanho do útero após o parto. entrada. Involução . Inversão . neste contexto ela é freqüentemente mencionada na Ilíada. bainha. gruta. Íris é representada como uma virgem com asas de ouro.do latim Tumescere. onde Hermes toma seu lugar. suprimir. sangue mais o sufixo ia. no mesmo século. interior. pelve. dentro e Vagina. semelhante à violeta. Iso . igual e Tonos.do latim Invertere. tensão. propriedade de. Isogênico . Iodopsina – do grego Īo. em 1721. régua. Isquiático – do grego Skhiadikós. Íris é a mensageira dos deuses para os homens.do latim In.do grego Isos. Os corpos isótopos têm propriedades semelhantes.Intróito – do latim Introitus. Ela é especialmente a mensageira de Hera.do grego Iskhein. trombose ou mesmo do rompimento da artéria principal da região.do grego Íris. e Region.do grego Isos. mas jamais na Odisséia. Isótopo . anca. Íris era a filha de Thaumas e de Electra. que tem aspecto de. regra. ferrugem. entrada ou passagem estreita. Iskhion. Na mitologia grega. 49 . como no pólo vegetativo de uma blástula para formar uma gástrula. mas têm pesos atômicos diferentes. deter. Opsíā. Irradiar . a personificação do arco-íris e mensageira dos deuses. ir. Isotônico . Como o arco-íris para unir a Terra e o céu. que se move com a leveza do vento de um lado para outro do mundo. enrolar. isto é. emitir raios. Interrupção da irrigação (abastecimento de sangue) de uma área de determinado tecido ou órgão em virtude de vasoconstrição local. origem. igual e Topos. lugar. Iodo . a aumentar de volume. Intra.

Na mitologia grega. canga e Jugulum.J Janela – Deriva do latim Jan(u)ella diminutivo de Janua . Jugular . em Creta. pois acreditava que esta parte do intestino era encontrada vazia após a morte. principalmente em relação ao intestino grosso. Aristóteles e outros anatomistas gregos haviam notado que esta porção do intestino nos cadáveres parecia estar sempre vazia ou menos repleta que as outras. quase sempre.do latim Labilis. Em termos genéricos. Nos banhos públicos romanos. O herói Teseu. O equivalente grego é Khéilos. instavél. A forma arcaica de Labrum era Lavabrum. deslizante. janela. para aprisionar o Minotauro. qualquer construção intrincada. relativo ao Jugulum foi introduzida pelo monge beneditino Nicolaus Rubertus. Representa a unidade métrica fundamental de massa (e peso) igual a massa ou peso de um cilindro de platina-iridio guardada na Oficina Internacional de Pesos e Medidas perto de París. Joelho. Joelho – do latim Genuculu. É obvia a associação da orla do vaso com o lábio humano. o Minotauro era alimentado com carne humana. Jugo – do latim Jugum. labirinto. parte do pescoço onde a canga era levada. em série. canga. Labirinto – do grego Labyrinthos. com corredores e passagens em meandros. Empédocles e Agrigento. penetrou no labirinto.do latim Jugulum. K Kilograma – do grego Khilio. mil e Gram-ma. lábio. possivelmente do Lavare. com boca larga e beirada proeminente. janela. grafada Labium e habitualmente usada no plural (Labri ou Labi). O latim clássico possuía a palavra Jugum. filho do rei Minos. travessa. primeiro tradutor latino das obras de Galeno. Jugum também designava qualquer objeto colocado transversalmente como a canga (exemplo: viga de porta. O verbo jugulare significa degolar e daí a invenção da palavra jugular. construído por Dédalos. marca da balança. destinadas à circulação do ar no recinto.do latim Jejunus. L Lábil . reborda. vazio. colocadas na parede externa das casas romanas (semelhantes às seteiras dos castelos medievais). esta palavra significa um conjunto de estreitas aberturas retangulares. Confinado nestes corredores e sem poder achar a saída. garganta. Por corrupção tivemos do latim Jejunus que já aparece nos textos de Celso. porque os gregos acreditavam que o sangue que jorrava do pescoço degolado do animal sacrificado provinha da veia e não da artéria. abstinência. o Labrum era um grande recipiente de água morna. confusão. 50 . fresta. assim chamado porque Galeno usava o termo Nestis. metade touro. que inventou o termo como uma trdução livre de “flebos sphagites” veia do sacrifico. Jejuno . Esta unidade foi documentada pela primeira vez em 1795. A palavra é. Em latim. com ajuda da princesa Ariadne (que lhe deu um fio para guiá-lo). mas na Nomina Anatômica temos o termo oriundo do latim Fenestra. Galeno e Vesálio já conheciam a estrutura. diminutivo de Genu. Janua era o nome dado a qualquer abertura numa parede. A palavra Jugularis. destinada às folhas de madeira feitas com fendas entre traves. A adoção e generalização do termo são frequentemente imputados a Sylvio. era o nome do conjunto de muros traçado deliberadamente confuso. coleira. lugar onde o pescoço se liga aos ombros. matou a fera e encontrou a saída. Lábio – do latim Labrum. Jujum. um monstro metade homem. lavar. a palavra homônima em italiano. colocadas para fechar as aberturas nas paredes. Jejunum era a primeira refeição entre os romanos antigos. sendo aproximadamente igual a massa (ou peso) de mil centímetros cúbicos de água a temperatura de sua densidade máxima (quatro graos centígrados). Daí. Vesálio chamava-a “interna jugularis vena”. trilho etc). O equivalente grego é Gonatos. postigo.

Largo – do latim Largus.do latim Latere. usualmente. pela mesma razão. Lâmina basal . Em histologia o nome é dado a uma rede de macromoléculas. lâ delgada. Celso usava o termo para designar um curativo feito de tiras de linho embebidas em vinagre. 51 . confundida e empregada no lugar de Larynx. em 1662. Lago – do Latim. reservatório. Lâmina – do latim Lamina. diminutivo de Lacus. leite. a orelha interna. já conhecia a glândula lacrimal e seus ductos. A primeira descrição da lente do olho (anteriormente denominada de cristalino) encontra-se. Lanugem – do latim Lanugo. Lateral – do latim Lateralis. a letra L e Óides. para Lacrion e daí Lacrima. lágrima. Lambda – do grego Lambda. apoio. amplo. com Carcanus di Milano e. lâmina. leitoso e Ferus.do latim Lactare. terceira e a “outra”.do latim Lamell. O ponto craniométrico que assinala o encontro das suturas sagital e lambóide tem a forma aproximada desta letra. lágrima. Possivelmente a palavra latina derivou de um erro de grafia na transcrição da palavra grega Dacrion. com Niels Steno (Stensen). Lemnisco – do grego Lemniskos. bacia de rio. Galeno. Entre os gregos.do grego Leios. os detalhes do aparelho lacrimal foram revelados. Omesmo que lentiforme. sinapses.do latim Lens. folha. confuso das cavidades dos órgãos da audição e do equilíbrio. Larungein. segunda. Láctico . lágrima. forma de. Signifca pêlos delgados. Do lado de. Latente . gaita. O primeiro a descrever as cartilagens da laringe foi Galeno (thyeoides. Lacus. Lamela . a palavra Pharynx era. com Niels Steno (Stensen). O termo latino equivale a Taenia. São as células que formam o tecido múscula liso. Possivelmente a palavra latina derivou de um erro de grafia na transcrição da palavra grega Dacrion. com Carcanus di Milano e. placa fina. Lactifero – do latim Lacteus. Leptina – do grego Leptos. como uma pequena lentilha.do grego Larynx. placa. amamentar. na sua obra “De auditu et olfactu”. células adiposas. mas somente em 1574. Lacrimal – do latim Lacrima. largo extenso. parte alta da traquéia. Lente . lateral. célula.mas foi Gabrielle Fallopio que usou a palavra pra nomear o aspecto intrincado. gritar. Antonio Scarpa descreveu. a letra L. funcionalmente importante que delimita o tecido epitelial do tecido conjuntivo subjacente. Vesalio. piscina rasa. lâmina. devido à semelhança de forma entre as lentes de vidro e aquele grão vegetal. como costume na época. fundação. folha. Lentiforme – do latim Lenticularis. fita ou faixa de lão. Laringe . em detalhes. abundante. lago.do latim Lacuna. folha. buço e Lana. Em inglês a palavra Lens significa “cristalino”. Além disso. Lambdóide – do grego Lambda.do latim Lamina. Lacuna . Galeno. os detalhes do aparelho lacrimal foram revelados. krikoides. placa fina e do grego Básis. lágrima. magro. poça. penugem. que transporta. arytainoides e epiglottida). lentilha. células de Schwann. tais como as fibras musculares. Lata – do latim Lattus. no “Peri oftalmon” tratado escrito por Herófilo. apenas as numerou na ordem acima: primeira. lago ou vazio. já conhecia a glândula lacrimal e seus ductos. Colombo e Fabricius foram os primeiros anatomistas a desenhar a lente no seu local correto (próximo à córnea) e Descartes descreveu a forma mutante da lente e sua função nafocalização da imagem na retina. astrócitos. Leiomiócito . mas somente em 1574. em 1662. liso e Kytos. Lactação .do latim Lac. Lagrima – do latim Lacrima. algumas células possuem membrana basal que as separa do resto. para Lacrion e daí Lacrima. lâmina. Somente em 1789. estar escondido.

agente. fio. água e do grego Kytos. água. Vesalio. O mesmo que limiar. limbus era uma das zonas do Zodiaco e na mitologia grega era a região imediatamente antes do inferno. em latim.do latim Lingua. fio de linho. Herófilo e Erasistrato que os consideravam como veias. Linfonodo – do latim Lympha. em detalhes. significava distraido. com núcleo mais ou menos esférico e grande. ou de Ligare. unir. Limitante – do latim Limitans. célula. água. A denominação “vasa lymphatica” é. baço. em 1659. Limbo . limiar.do grego Leptos. e Levare. Este termo apareceu em 1889 (meninges finas) em contraposição a palvra paquimeninge (membranas espessas). Em 1622. delicado. em geral. por Marcello Malpighi. erguer. devida à Bartholin. Linfócito não-maduro. Na astrologia. em detalhes.Leptomeninge . e Nodus. Limiar – do latim Liminaris. limiar. A denominação “vasa lymphatica” é. Gabrielle. água. branco e Kytos. elevador. soleira da porta. Límen – do latim Limen. Corresponde ao conjunto da pia-mater e aracnóde. Célula de origem linfóide. Ligamento – do latim Ligamentum. atadura. água e do grego. È interessante notar que. cinta. Linfático . vaso o célula e Ose. Aparentemente os vasos linfáticos eram conhecidos por Aristóteles. fronteiriço. Herófilo e Erasistrato. semelhante. ou de Linum ou Linen. ligadura. Os linfonodos foram descritos. Leucócito . Os linfonodos foram descritos. Licor . ou fora de si. 52 . Aselli descobriu os ductos lactiferos e os vasos quilíferos. estado. Levantador – do latim Levator. Linfa . tais como glossite (inflamação da língua). Talvez a origem do termo esteja ligada à hidrofobia ou raiva (doença viral).do latim Liquor. o termo foi introduzido por Pedro Lombardo para indicar o lugar onde estão aqueles que morreram sem batismo e sem pecado mortal (apenas com o pecado original). nó. orla ou margem. ou seja. fora do sentido poético. ocupando boa parte da célula. atar. Falloppio e Bartolommeo Eustachio também os descreveram. Galeno não as reconhecia. Língula – do latim Lingula. batente. mas não lhes atentaram com a real estrutura e função. em latim. Meninx. Aselli descobriu os ductos lactíferos e os vasos quilíferos. sginificva distraído. provavelmente. Linfocitose .do latim Lympha.do latim Lympha. no entanto eles os consideravam como veias. fita. Galeno não os reconhecia. hydros é água. Linfoblasto . em 1659. Linfóide . e Actor. ou fora de si. delgado e Taini.do latim Lympha. Fase da meiose onde aparecem no núcleo filamentos cromosômicos delgados em número diplóide. linha. devida à Bartholin. pequeno. A raiz grega Glossa deu também origem a numerosos termos médicos referentes à língua. com o formato de rim interpostos na corrente linfática. diminutivo de Lingua. Leptóteno – do grego Lepto. a palavra Lymphaticus. banda. Os linfonodos são órgãos encapsulados constituídos por tecido linfóide. do grego Kytos. soleira da porta. vaso ou célula. líquido. porque em grego. germe. formador. levadas pelo barqueiro Caronte. Aparentemente os vasos linfáticos eram conhecidos por Aristóteles. água. água e do grego Blastos.do latim Lien.do latim Lympha. fora do sentido poético. enquadrado entre os agranulócitos. Desempenham várias funções destacando-se a de filtrar a linfa e ser o local de proliferação de linfócitos. batente. É interessante notar que. a palavra Lymphaticus. membrana. novelo.do latim Limbus. circunscreve. Vesálio.do grego Leukos. Linha – do latim Linea. delirante. onde ficavam as almas impedidas de atravessar o rio Aqueronte. provavelmente. que delimita. por Marcello Malpighi. o precursor do linfócito. Em 1622. cordão. Termo introduzido por von Winiwarter (1900). elevar. borda. Na religião católica. Língua . Linfócito – do latim Lympha. Lienal .do latim Lympha. delirante. mas não lhes atentaram com a real estrutura e função. Gabrielle Fallopio e Bartolommeo Eustachio também os descreveram. Ligamen.

sem o auxilio do microscópio. Mácula lútea: Mancha amarela na retina. Lisosomos ou lisosomas são organelas que têm como função a degradação de partículas advindas do meio extracelular. região dos rins. defeituoso e Trophe. lobo. claridade. Este termo foi introduzido pela primeria vez por Von Sömmering em 1848. livre. inglês. ao redor de 5. luz) correspondem diretamente à palavra portuguesa luz. corpo. cuja função é fagocitar substâncias estranhas. De Duve e colaboradores concluíram que as hidrolases deveriam estar agrupadas numa organela desconhecida. Lombar – do latim Lumbalis. Mácula . 53 . as mulheres nobres. de volume grande. gordura e Blastos. em contraposição ao termo microscópio. É o que se vê a vista simples. Dys. gordura. Lumen – do latim Lume ou Lumi. hoje denominados de neutrófilos. mancha. dissolução. Macrófago . diminiutivo de Luna. Nos anos 50. extensão. longo. alemão lichtung. gordura. lugar. Locus ceruleus – do latim Locus. que inclui a fóvea que contêm grande quantidade de cones para a percepção das cores. Denominaramnas de lisossoma a essa organela hipotética. local e Ceruleus. e Lumbus. O termo latino lúmen é correntemente empregado na linguagem histológica. lobo. em homenagem à deusa Selene. os lisossomas não foram descobertos pela observação. Este termo foi introduzido por Metschnikoff antes de 1887. do lombo. nutrição.do latim Lobulus. Além disso. células mortas e restos celulares. Lipodistrofia . A tradução portuguesa deve ser luz e não lumen porque a idéia central é a de claridade. a qual deveria romper-se para que as enzimas fossem ativas nas suspensões. Termo criado na Inglaterra em 1872.do grego Lipo.do latim Luteus. lombo. light. comprimento. lumiere. que acumulam gordura. costumavam usar adornos (pingentes. É o deficiente metabolismo das gorduras com resultados patológicos. Livre – do latim Liber. Em Roma. diminutivo de Lobus. observar detalhadamente. Tipo de célula do tecido conjuntivo. lua. notadamente as casadas. amarelo. Lisossoma – do grego Lysos. Lúnula – do latim Lunula.do grego Lipos. com o sufixo Ase. Luteum. Lúteo .do grego Makros.do grego Makros.do grego Lipos. grande e Skop. espanhol. Ao contrário da maioria das organelas citoplasmáticas.Lipase . Mais tarde atraves da microscopia eletrônica de transmissão confirmaram a existência desta organela. mas pela dedução. vago. saliência arredondada. pardo de cêra. limitada por uma membrana. que lembra enzima. Longitudinal – do latim Longitudinis. De Duve (Prémio Nobel) estudava as hidrolases celulares e descobriu que todas elas. e reintroduzido por Zimmermann em 1929. Amarelo côr de fogo ou avermelhado. Lipoblasto . comprido. apresentavam um pH óptimo. demorado. M Macro . broches ou braceletes) em forma de meia lua ou crescente.do latim Macula. È a célula precursora doss lipócito ou adipócitos. Macroscópio – do grego Makros. O adorno era tido como amuleto benfazejo para a feminilidade e maternidade. grande. assim como a reciclagem de organelas e componentes celulares envelhecidos. Lóbulo . eu como. Longo – do latim Longus. grande e Phago. não a de fogo. os termos que se encontram na literatura estrangeira (Frances. germe. Lobo – do grego Lobos. quebra e Soma. solto. O termo foi criado em oposição aos micrófagos que eram os pequenos comedores. Mácula densa: região de túbulo distal do néfron que entre em contato com a arteriola eferente que funciona como receptor sensível a quantidade de sódio excretada pela urina e atua inibindo a secreção de renina no aparelho justaglomerular.

maxila superior. Massa – do latim Massa. A palavra é composta de Manus. Malar – do latim Malaris. Vesálio foi o primeiro anatomista a usar este termo para nomear eminências ósseas. mama e Logos. abundante. Célula volumosa com citoplasma granuloso. estudo. margem. célula. Kheirós. mama. com cabeça e orelhas é invenção inglesa do século XVIII. Esta palavra é oriunda do alemão Mastzelle com o sentido de 'célula com comida'. maxila inferior. Vesálio notou que o esterno (para ele. relativo a.do grego Mastos. Mastologia – do grego Mast(o). porque na adolescência tinham sua mama direita atrofiada ou amputada a fim de facilitar o manejo do arco e o carregamento do carcás (cuja tira atravessava o peito). dada sua origem grega. do grego Mastos. Margem. Maça em latim é Malum. Provavelemnte houve confusão com o grego Massein. empunhadura. comida e Zellen. Mastite . adotada pelos romanos. cabo de espada. Malear – do latim Mallearis. beira. inflamação. metaforicamente. parte superior da face. mastigar. Manúbrio – do latim Manubrium. mastigar. Mão – do latim Manus. que significa “uma mão lava a outra”. por causa do rubor e da forma arredondada desta região e o plural Mala designava as bochechas.do latim Malleolus. Em latim. maxila inferior foi substituída por mandíbula. manter. Comparativo de Magnus. que a ele assim se referiram. 54 . elevado. por causa do seu tamanho. na idade média. o superior e o inferior. Este instrumento era construído de madeira pesada e possuía forma geral arredondada. Martelo – do latim Malleus. Masseter – do grego Maseter. provavelmente. Mama . triturar. Quem primeiro parece haver descrito a bigorna e o martelo (óssiculos da audição) foi Vesálio (1550). mão. mascar. queixo e Mandere. pasta. relativo ao martelo.Magno – do latim Maguns. chamavam Malon (maça. maior. Mastóideo . semelhante. que notou semelhança de forma com os instrumentos do ferreiro e assim os denominou. eu mastigo. que produz e secreta várias substâncias vasoativas tais como histamina e heparina. Mastigação – do latim Mastigatio.do grego Mastos. Mamilo . sem e Mastos. mastigado. Mandíbula . encontrada no tecido conjuntivo. indiscriminadamente. mastigador. ter. grande elevado. Daí antigamente serem comuns os termos “maxila superior e maxila inferior”. Daí o nome Amazonas para a tribo mitológica de mulheres guerreiras da Citia. O martelo. Geralmente a constituição de um país é chamada “Magna Carta”. formado do particípio passado Mandi. abundante. O martelo moderno. Maléolo . Masaomai . seio. a palavra Maxilla era usada. amassar. os combatentes (geralmente prisioneiros de guerra ou condenados) que usavam esta espada eram chamados de gladiadores. Os mastócitos foram descritos pela primeira vez em 1878. mastigação e Masticare. malho. para ambos os arcos dentais. e do grego Kytos. grande. Somente no final do século XIX. tinha forma semelhante ao utilizado na antiga Roma pelos açougueiros ou sacerdotes para atordoar os animais antes da matança ou sacrifício. massa. Maior – do latim Major. por um estudante de medicina chamado Paul Ehrlich que identificou células no tecido conjuntivo que se coravam metacromaticamente. malho. Existe um provérbio latino que diz o seguinte: “Manus manum lavat”. denominada antes de 1898. os Pectoris) era formado por três partes. A palavra em latim deveria ser escrita com apenas um s. Mastócito – do alemão Mast. Em português era utilizado o termo labrócito que foi abandonado.do latim Margo. martelo. mão e Habere. uma antiga espada curta grega. Nas arenas e circos romanos.do latim Mandibula. martelo. outorgado pelo rei John aos barões ingleses. relativo às bochechas e Mala. isto é.do latim Mamma. pomo) à eminência facial abaixo dos olhos. O eqivalente grego é Kheir. Malleus. e ter pronúncia oxítona.Diminutivo do latim Mamma. mama e Eidos. a superior em forma de punho de gládio (manubrii gladi). martelo. mama. diminutivo de Malleus. termo que apareceu no latim apenas na idade média. Os gregos. seio e Ite. em alusão ao documento inglês de 1215. A palavra deriva do grego A. Deve ser lembrado que seio representa o espaço entre as mamas.

semente ou núcleo e Kytos. bochechas. porque inicialmente. lâmina. substância química. o termo é a tradução do grego “Mielos raquites”. Em sentido familiar. que está no meio e Medius. ato de. meio centro. Megaloblasto . para significar o molde que envolve as células nos tecidos. Médio – do latim Medium. de Manus.do latim Medulla. apoio.do grego Melas. canal ou via. miolo. abundante. corpo. Meiose – do grego Meiõsis. medula. grande e Blastos. O melanócito é uma célula neuro-cutânea que surge a partir da crista neural no período embrionário. Melanina . as pleuras e a circulação pulmonar e suas observações sobre o coração e o fluxo de sangue serviram de base para os experimentos de William Harvey. Mediano – do latim Medianus. Karyon. A palavra provavelmente deriva de Medius e daí “in médium ossis” para medula óssea. Meato . membrana. célula. A palavra parece derivar diretamente do latim Membrum. lâmina. colocado no meio. tensão e In. Violentar à mão. substância pigmentar que envolve a célula protegendo seu núcleo dos raios solares. Este termo foi introduzido por Lerner em 1958 significando uma substância química que estimulava a serotonina produzida pela substância negra do encéfalo. Megacariócito . e do grego Básis. isto é “amago ou miolo da espinha”. Matriz – do latim Matrix. membrana. Vem dai o termo matriz. parte superior da face. o mesmo que mediano. elevado. Produz melanina. preto e Tono. mão e Stuprare. nutriz. película. forma. Maturação . Em sentido geral.do grego Melas.Masturbação . negro. incluindo a regulação endócrina da reprodução. metaforicamente. germe. negro e Soma.do grego Melas. No passado o termo era utilizado em anatomia para nomear divisões ou septos. Maxila – do latim Maxilla. Este termo foi introduzido por Vizio em 1843 para designar um pigmento preto que existe na forma de grânulos no citoplasma das células dos vertebrados que dão cor a pele. Alguns autores latinos utilizaram. que esta no meio. Mediastino – do latim medieval Mediastinum. Em relação à medula espinal. o termo designava apenas a pele que os revestia. corpúsculo. amadurecer. fundação. filósofo e anatomista italiano (1516-1559) descreveu o mediastino. membrana. a regulação dos ciclos de atividade-repouso e sono/vigília assim como a regulação do sistema imunológico. Também pode ser uma forma corrupta vulgar do grego Hymen. mais o sufixo Ação. Membrana – do latim Membrana.do latim Matutare. superlativo de Magnus. grande. Melanosoma . a palavra para designar um molde.do latim Meatus. atuando como mediadora entre o ciclo claro/escuro ambiental e os processos regulatórios fisiológicos. grande e Kolon. Etapa em que o desenvolvimento de um órgão ou de uma estrutura atinge a idade adulta e passa a exercer suas funções. base ou massa na qual alguma coisa pudesse ser formada.do latim Membrana. Realdo Colombo.do grego Megas. tais como retina e pineal. Célula grande da medula óssea responsável pela formação das plaquetas. película. Por este processo são formados os gametas e esporos. pelos etc. A glândula pineal participa na organização temporal dos ritmos biológicos. âmago.do grego Megas. Melatonina . célula. preto e o sufixo Ina. membro do corpo. violentar.do grego Melas.do grego Megas. Membrana basal . no meio central. Medial – do latim Medialis.Talvez do latim Manustuprationem. É o nome dado ao processo de divisão celular através do qual uma célula tem o seu número de cromossomos reduzido à metade. negro. a palavra nomeava órgãos internos indiscriminadamente (como miúdos em portugues). Em histologia o nome é dado a uma fina camada de matriz extracelular especiali- 55 . Megacólon . diminuição. negro e Kytos. mãe. modelo. Em histologia significa o molde que envolve as células nos tecido. Grânulo presente no citoplasma dos melanocitos no interior do qual se forma a melanina. Máximo – do latim Maximus. central. Medula . grande. Melanócito . A melatonina (N-acetil-5-metoxitriptamina) é um hormônio produzido em várias partesdo corpo humano. intestino grosso.

meio e do latim Tendon. IV e VII. No homem corresponde a um rim embrionário que é substituído pelos metanefron. Aplica-se às células em que não há perda de citoplasma por ocasião da secreção.do grego Meniskos. solvente. Na embriologia repesenta as células ou camadas de células embrionárias que se desenvolvem entre o ectoderma e o endoderma. Membro – do latim Membrum. ou rim adulto. intestino grosso. 56 . tuba. meio e Derma. tais como a tireóide. relativo à membrana. meioe Enkephalos. queixo. Menstrual – do latim Mensis. O termo Meninx era usado pelos gregos para designar vários tipos de membranas ou peles. intestino. Meninge . vai dando origem aos diferentes tipos de tecidos. cordão esticado. meio e Kolon.do grego Mesos. derivado de Men. meio e Enchyma. só é eliminada a secreção. meio e Enteron. Meso . membrana. mensal. Mesotélio . Surge a partir do mesoderma (folheto embrionário intermediário). encéfalo. relativo ao meio. Menor – do latim Minor. Mesencéfalo – do grego Mesos. Rim segmentado. A inflamação da mambrana do tímpano é conhecida como miringite. Mesosalpinge – do grego Mesos. meio. para a membrana do tímpano (orelha média). existente em peixes e anfíbios na idade adulta. secreção.do grego Mesos. sintetizada em conjunto pelas células epiteliais e os fibroblastos presentes na lâmina própria. meio. desde aquela época.do grego Meninx. canal. meio e Appendix. Mento – do latim Mentum. suco. pendurado. Meridiano – do latim Meridianus. Membranácea – do latim Membranaceus. meio. Mesentério . intermediário e Nephron. sudoríparas. É um tecido embrionário. Telio. queixo. tendão. Mesênquima . menor. por processos específicos de diferenciação celular. separar. tendo a função de unir esta estrutura ao tecido conjuntivo. Mesocolo – do grego Mesos. parece ser uma corrupção de Mininx e foi utilizada.do latim Menstruum.do grego Mesos. mês.zada. Krinein. meio e Salpinx. rim. o nome era usado para adornos e/ou formações militares em forma de meia lua ou lua crescente. membro do corpo. Esta constituída pela lâmina basal (lâminas lúcida e densa) e outra lâmina denominada de reticular que contem várias moléculas em especial colágenas tipo III. pele. É uma lâmina de tecido que prende ou suspende os órgãos na cavidade do corpo e é contínua com o peritônio que forra esta cavidade. do meio dia. e que. A palavra grega Myrinx.do grego Mesos. crescente. Mesonefro . Na Grécia. cessação. ou seja. de localização mediana no corpo. A maioria das glândulas do nosso corpo são merócrinas.do grego Mesos. Mesoapêndice – do grego Mesos. lua. Camada existente nos vasos sangüíneos. Mesométrio – do latim Mesos e Metra. É considerada como que fazendo parte do epitélio. Termo sugerido por François Chaussier e adotado por Richard Owen e Thomas Huxley. Acreditavam os antigos que o sangue menstrual era um poderoso solvente.do gredo Mesos. relativo ao queixo e Mentum. Menopausa – do latim Men. Erasítratofoi o primeiro a descrever as membranas do encéfalo e medula espinal e Aristóteles divulgou o nome destas lâminas. suprarenais etc. Mental – do latim Mentalis. Assinala o fim reprodutivo da mulher. cérebro. Mesoderma . Merócrino (a) – do grego Meros. aos poucos. encontrado nas primeiras fases do desenvolvimento embrionário. Mesotendão – do grego Mesos. trompa. útero. e Pausis. vaso. Mesial – do latim Mesialis e Mesion. Menisco . Menstruação . parte e Krynos.

No desenvolvimento indireto os animais que nascem diferem significativamente dos da forma adulta. considerando o osso metacarpiano do polegar apenas uma falange. forma. Segunda fase da mitose e/ou da meiose. além de e Arteri . A palavra foi cunhada por analogia a metacarpo. animal. depois e Mero. depois. depois de e Morph. Isso implica que as células neoplásicas se desprendem do tumor primário caminham através do intersticio. Metâmero . Designa cromossomos cujos centrômeros estão localizados na sua porção média. ou rim adulto. As metarteríolas são vasos sanguíneos de dimensão pequena que resultam de ramificações das arteríolas e se continuam com os capilares. 57 . caracterizada pela organização do fuso mitótico e a disposição dos cromosomas na placa equatorial. quarto de dormir. Depois do nascimento. depois de e Nephro. Metarteríola . depois e Zoon. e Thalamos. Metaplasia . Metacêntrico . entre. Não apresentam uma camada muscular continua apresentando fibras musculares lisas rodeando e vaso em locais intermitentes. entre e Physis. Metatálamo – do grego Meta. ganham uma via de desseminação. entre e Enkephalos.Mesovário – do grego Mesos. depois de e Stasis. assim os indivíduos passam pela metamorfose. Esta região forma um esfíncter que se denomina de esficnter precapilar que está encarregado de abrir ou fechar o capilar no momento em que passa o sangue. permanecer. Metencéfalo – do grego Meta. Metanéfron . conjunto.do grego Meta. um metâmero é uma porção do corpo que contém todas as partes orgânicas essenciais. entre. leito nupcial. que deriva de Meta. pois são muito semelhantes aos adultos. como por exemplo. parte. Processo. mudar e Ismo. Em sentido estrito. depois de. entre e Tarsos. meio e do latim Ovum. pequeno. No homem corresponde ao rim definitivo. rim. cérebro. Utiliza-se essa palavra em histologia para designar substâncias presentes nos tecidos que mudam a cor original dos corantes utilizados. Esta denominação aplica-se a todos os membros do reino animal depois dos protozoários. depois de. sendo que o rim definitivo é do tipo metanéfron. crescimento. rim. Conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos.do grego Meta.do grego Meta. No homem aparecem alguns indicios de metamerização residual nas estruturas associadas à coluna vertebral. sair de e Plasis. Metanéfron .do grego Metaplasis. após e Karpus.do grego Meta. punho. depois. formação: formação diferente da original. depois de. Já no desenvolvimento direto. Em sentido lato é cada um dos segmentos semelhantes em que se divide o corpo de um animal. os animais já nascem com a forma definitiva. mas sem continuidade entre as duas. o ser humano. Metafase . transformação. Metáfise – do grego Meta. e do latim Ola. Este termo foi introduzido por André Laurentius em 1589 na sua obra “Historia anatômica humani corporis” Metazoário . ovo. depois. os animais podem sofrer dois tipos de desenvolvimento: direto ou indireto.do grego Meta. em meio de e Phás(is). Metabolismo . Metamorfose .do grego Meta. dividiu a parte posterior do encéfalo (chamado rombencéfalo por Wilhelm His) em metencéfalo e mielencéfalo. No desenvolvimetno humano aparecem vários tipos de rins. Osis. É a formação de uma nova lesão tumoral a partir da primeira. tornozelo. Galeno sustentava que havia apenas quatro ossos nesta região. O metencéfalo dá origem à ponte e ao cerebelo. encéfalo. depois de. Metacarpo – do grego Meta. depois de. Metáfise é uma região do osso compreendida entre a epífise e a diáfise responsável pelo crescimento em comprimento. Metatarso . Côr. Metacromasia . Metástase . Um exemplo disso é quando se utiliza o azul de metileno (corante azul) que cora em vermelho substâncias ácidas presentes nos tecidos. Thomas Huxley. além de e Cromos.do gredo Meta. fase. depois de e Nephron.do grego Meta. sulco.do grego Meta.do grego Metabole. tubo. são levadas para um local distante e lá formam uma nova colônia neoplásica. em 1871.do grego Met. Aristóteles afirmava que o metacarpo possuía cinco ossos.do grego Meta. ou altura de um indivíduo.

A sua perícia no polimento de lentes permitiu-lhe construir um microscópio óptico simples (apenas com uma lente de boa qualidade) que ampliava mais de 200 vezes. Em 1590.do latim Micturire. O microscópio de Hooke. Galileu descobriu que se dispusessem duas lentes num tubo obteria um aparelho que. Micróbio .do grego Mikros. pequeno. comer. uma vez que costumava usar uma lupa para avaliar a qualidade dos tecidos que vendia em sua loja. permitia visibilizar objetos pequenos. algas e bactérias. espaço entre os olhos ou sombrancelhas. em pequenas amostras de material biológico (geralmente tecidos) emblocadas em resinas específicas(parafina etc) para análise em microscópio de luz. abandonou o seu uso uma vez que não era exequível uma ampliação superior a 20 ou 30 vezes. Micrótomo . Em ciência. no estado de germe ou adulto. O micrótomo é o aparelho que faz cortes muito finos. Em 1668 aprendeu a polir lentes. no livro “Micrographia”. e um dos momentos do Iluminismo.do grego Mikros.do grego Mikros. Há quem diga que teria sido inspirado pelo trabalho de Robert Hooke. Em filosofia. olhando de uma das extremidades. produz no homem ou nos outros animais moléstias infecciosas e virulentas. Em 1665. o método científico é constituído por uma série de passos codificados que se têm de tomar. O Discurso sobre o método de Descartes.Filosofia da Ciência). cortar. pequeno e Skopein. abriu o caminho para a ciência moderna e para o método científico em geral. Nela observou numerosas cavidades microscópicas. fibra. o inglês Robert Hooke. Leeuwenhoek observou e desenhou os “infinitamente pequenos”. É neste ponto que se estabelece uma transição do imensamente grande. Hooke fabricou um microscópio óptico composto bastante mais aperfeiçoado relativamente ao de Jansen e examinou um pedaço de cortiça. O termo foi criado para designar um instrumento que permite observar pequenos objetos. olho. Metopion também era o antigo nome do osso frontal e daí derivou a denominação desta sutura. apesar de composto (com uma lente ocular e uma objetiva) apenas tinha um poder ampliador de 30 vezes. pequeno e do latim Fibr. 58 . pequeno e Bios. de forma mais ou menos esquemática para atingir um determinado objetivo científico.do grego Mikros. para o infinitamente pequeno. temos o método que delimita o modus da obtenção do conhecimento: a epistemologia. permitia a visualização pormenorizada de objetos distantes – o telescópio. Antony van Leeuwenhoek (16321723) fez algumas das mais importantes descobertas na história da biologia. ou até na esfera científica (teórica . que. O termo é composto do grego Meta. vida. uma façanha considerável. depois. entre e Ops. invisíveis a olho nu – o microscópio. Aparece na literatura pela primeira vez em 1890 por oposição a palavra macrófago. Micrófago – do grego Mīkr(o). Metópica – do grego Metópio. animal ou vegetal. Com a ajuda de um microscópio simples. em especial os neutrófilos. às quais chamou “poros” ou “células” e que lembram a disposição de um favo de mel.Método – do grego Met-hodos que significa. Microglia . após ter visto a capa de uma cópia do Micrographia numa livraria. literalmente. e fez assim o seu primeiro microscópio. construiram o primeiro microscópio óptico composto. "caminho para chegar a um fim". urinar. Após algumas experiências com microscópios compostos. mesmo em comparação com alguns instrumentos modernos. O mesmo aparelho.do grego Mikros. publicou os resultados das suas investigações. Microscópio . pequeno e Phag(o). examinar. em oposição aos macrófagos que eram os grandes comedores. pequeno e Glia. que desenhou e enviou a Royal Society de Londres. Micção . realizadas para a Royal Society de Londres. obra seminal de 1619. variando geralmente de 1 à 10 µm (micrómetros) de espessura. Microfibrila – do grego Mikros. Os seus microscópios eram individualmente feitos para cada amostra e alguns dos seus “infinitamente pequenos” eram observados com uma ampliação de cerca de 300 vezes. cola. pequeno e Tomos. Foi assim que se tornou um pioneiro na observação de diferentes espécies microscópicas: protistas. Organismo microscópico. os irmãos holandeses Francis e Zacharias Janssens. quando olhado pelo extremo oposto. A micróglia é a menor célula da neuróglia. Micro . na realidade são macrófagos que migram para o sistema nervoso e adquirem uma forma especial nessa região. Foi dado este nome aos polimorfonucleares.

músculo e Enteron. músculo e do Latim Glob. A mielina é uma substância lipídica. Mientérico – do grego Mys. revestimento. em 1871. tubo. Mioglobina . 59 . processo conhecido como contração da ferida. que faz parte da membrana celular. dividiu a parte posterior do encéfalo (chamado rombencéfalo por Wilhelm His) em metencéfalo e mielencéfalo. substância química. Proteína que forma os filamentos grossos contráteis do músculo.do grego Mikros.do grego Myo. É o mielócito imaturo. córtex e Óide. mó. Mielina . “camundongo”. medula. miolo. Pigmento proteíco de cor vermelha que contêm ferro presente nos músculos. “camundongo”.. mola e Hyo. em algumas fibras nervosas. estudo. medula e Enkephalos. mineral e do grego Cortic.do grego Myo. Minimo – do latim Minimus. aspecto.do grego Myelos. movendo a mandíbula. Mineralocorticóides é uma classe de hormonios esteróides. músculo e Metra. músculo e Epi. cílios e flagelos. diminutivo de Tubus. misturado e Miscere. coração. pequeno. As fibras envoltas por mielina são chamadas precisamente mielínicas. Miosina – do grego Myo. que possuem a particularidade de que são capazes de se contrair como as fibras musculares. e do latim. músculo e do latim Fibr. Mielencéfalo – do grego Myelos. formador. forma de. Microtúbulos são estruturas tubulares que formam os componentes básicos dos centríolos. pequeno. “camundongo”. sobre os dentes molares. que envolvem os axônios. caracterizados pela sua semelhança com a aldosterona e a sua influência no equilíbrio eletrolítico (balanço de íons “sódio e potássio” e água) do corpo. Misto – do latim Mixtus. Mioepitelial . Sua atividade contrátil é responsável pelo fechamento de feridas após a lesão. Parte da anatomia descritiva que estuda os músculos. Microvilosidade . pela sua origem. músculo.do grego Myo. músculo Īn(a). fazia-se. misturar. útero. fibras e Blastos. Miométrio . Miofibroblasto . Milo-hióideo – do grego Myle. Fibros.do grego Myo. pouco. a letra U e Oidés. A mielina está presente na chamada bainha de mielina (formada pelos oligodendrócitos ou células de Schwann).do grego Myo. atuando na reorganização da matriz. pequeno. “camundongo”. O meilencéfalo dá origem ao bulbo. Miocárdio .do grego Myo. preferencialmente. superlativo de Parvus. O músculo tem este nome porque os antigos acreditavam que sua ação. As fibras que não possuem um revestimento de mielina chamam-se fibras amielínicas e possuem uma condução de impulso mais lenta. Mineralocorticóide – do latim Miner. Miócito . foram anteriormente chamados “Musculi diaphagma oris”. Thomas Huxley. Mielóclto . como se fosse um rocambole. Miofibrila . germe.do grego Myo. A mielina foi descrita pela primeira vez em 1854 por Rudolf Virchow. Esta substância faz com que essas fibras tenham uma condução de impulsos nervosos mais rápidos (condução saltatória).do grego Myo. encéfalo. “camundongo”. germe. fibra e Ila. de cor verde reluzente e de caráter birrefringente. Mieloblasto . sobre e Thel. cérebro. músculo e Kardia. célula. corpos basais. matriz. similar a hemoglobina. músculo e Kytos. Região da membrana plasmática com grande número de expansões digitiformes relacionada com a absorção de substâncias.do grego Myelos. célula. músculo e Logos. globo e In(a). mais elemento composto vilosidade. intestinos. Por formarem a maior parte do soalho da boca. Fibrila contrátil constitutíva da fibra muscular. São células estritamente epiteliais. Miologia . medula e Blastos. pequeno e do latim Tubules.Microtúbulo – do grego Mikros. medula e Kytos. Os miofibroblastos participam na síntese da matriz extracelular e na produção de forças mecânicas que propmovem a contração da ferida. substância química.do grego Myelos.

Mitral . muito confusa. trépano. Esta somente foi alcançada no século XVIII. Porque à semelhança da mó. em 1563. Monte – do latim Mons. Monócito é o leucócito com núcleo único. Multipenado – do latim Multus.do latim Mitra. mó. Atualmente. para os homens. músculo. Mononuclear . Ambos os objetos possuem semelhança de forma com o órgão da orelha interna. Mucosa – do latim Mucus. Sylvio e depois Jean Riolan fizeram as primeiras tentativas para uma nomenclatura própria para os músculos. muitos e Pennatus. Para as mulheres. móvel. único e do latim Nucleos. o nome era “mons venerii ” (monte de Vênus) e. em forma de. Mórula . grande. 60 . estudo. Vesálio em 1553. único e Kytos.do latim Mucus. significando especificamente os músculos do corpo. Molar – do latim Molaris. camundongo. cântaro. Estas organelas foram visibilizadas ao microscópio de luz como sendo delicados bastones. especialmente cereais.do grego Mitos. sendo o diminutivo do latim Mus. com o sufixo diminutivo Cula. Mitose . Modiolo – do latim Modiolus. onde se fixam o eixo e os raios. amora. ágil. Mas a palavra designava ainda um instrumento cirúrgico (um trépano) e também a parte central de uma roda. Mutação .do latim Musculus.Diminutivo do latim Morus. formar. forma e Log. camundongo. grânulos. o Modius (ou Modium) era uma medida de capacidade para sólidos (alqueire). mudar. montanha. penado. Morfologia – do grego Morph. Em Roma. Aplica-se este termo à formação e diferenciação dos tecidos. gerar. Muco . Processo de divisão das células (cromossomos). estes dentes trituram grãos colocados entre eles.Mitocôndria – do grego Mitos. fio. no seu famoso livro “De Humani Corporis Fabrica”. diminutivo de Mus. movimento. A válvula mitral recebeu esse por assemelhar-se (embora um tanto vagamente) a uma mitra. monte. massa. Então. forma e Géne-sis. Mola. muitos e Formis. Molécula . e dava nome às vasilhas ou a um cântaro usado (s) em poços ou cisternas. Mas alguns etimologistas alegam que a vogal grega “i” dificilmente daria “u” em latim. Monócito . pequena semente. Multiforme – do latim Multus. diminutivo de Modius. Móvel – do latim Mobilis. Parte da biologia que estuda a forma dos seres orgânicos e as modificações e as transformações que nele ocorrem.do grego Monos. Jacob Winslow e Albinus. com exceção das hemácias de mamíferos. fio e Chondrion. Morfogenese – do grego Morph. a comparação entre camundongos e músculos pode ter sido sugerida pela maneira sutil como os últimos deslizam sob a pele ou pela semelhança de forma (o ventre pareceria o corpo e o tendão a cauda do animal). o chapéu com pontas de um bispo. para ambos temos “mons púbis” (monte do adolescente). agente. célula. e Actor. “mons jovis” (monte de Jupiter). relativo à mó. Platão e Aristóteles achavam que os músculos seriam apenas revestimentos para o corpo. catarro. Motor – do latim Motus. arredondado ou ovalado. catarrro e do grego Mucha. por iniciativa de anatomistas como James Douglas. filamentos ou grânulosque estão presentes no interior de todas as células. por causa da eufonia. descrito por Bartolommeo Eustachio. mas considerava-os em conjunto e numerava-os dentro do grupo. também utilizou a nomenclatura numérica. Alguns anatomistas acreditam que esta palavra tenha derivado do latim Musculus.do latim Mutare.do latim Mucus. Galeno (século II) foi o primeiro a estudá-los sistematicamente e descreveu mais de 300 músculos no seu livro “Peri myon anatomes”.do grego Monos.do latim Moles. pedra de moinho. Devido à contração muscular os antigos viram certa semelhança entre o músculo isolado e um camundongo. poucos sendo os que tinham nome próprio. ou seja. Músculo . deve ter sido formada como um diminutivo corrupto do grego Mys. No século XVII. secreção viscosa. Mucina . secreção viscosa.

cambalear. Navicular – do latim Navicula. Naso . Termo criado por Virchow em 1856 por considerálas um tecido conjuntivo. naticae). Pode ter uma origem comum com Nasus. indiscriminadamente. ventas. Neuroendócrino – do grego Neur(o). navio. Neurilema é uma estrutura anatômica que forma a bainha de alguns nervos. dentro e Krīn. por uma pedrinha negra. Formação das células do sistema nervoso central. ou ainda ser uma corrupcção de Gnarus. de onde se originou.do grego Neuron. nariz. nariz. Neurogênese . Neomorfo – do grego Neo. no calendário. Negra – do latim Nigra.N Nádega – do latim Nates.do latim Nervus. sempre no plural foi antigamente. Provavelmente os gregos já sabiam que lesões dos nervos pudessem causar claudicação. novo e Morpho. cola. novo. nervo.do latim Nasus. A etimologia da palavra naris é incerta. Embora a cor não fosse usada oficialmente como sinal de luto. Narice. Célula precursora da célula nervosa. pode ter surgido daí o hábito de vestir-se de negro nas datas funestas. Endo. relativo ao nariz. Naricae. ou derivar de Nare. Hoje a significação é limitada à de "uma unidade" do rim (conjunto do glomérulo alça de Henle e tubos contorcidos). sofreu transformação para natica (geralmente usada no plural. As células da glia. por causa de sua secreção. nervo. Rins que aparecem em alguns invertebrados. que significa corda. geral- 61 . flutuar. secreta. nervo e Géne-sis. novo e do latim Cortic. nadar. escuna. O equivalente latino de nutare. forma. nádegas. funesta. de união. Nefridio – do grego Nephr(o).do grego Neuron. O equivalente grego é Rhis. felizes) eram considerados “Albo notanda lapillo”. pequeno. Néfron . tendão. mancar. córtex. A palvra grega correspondente é Neuron que pode ter derivado do grego Neuein. rim. que forma. Neurilema . Nervoso – do latim Nervosus. O nome “nates”. que se encosta (cola) nos neurônios. germe. provido de nervos.do grego Neur(o). Os romanos tinham o provérbio popular “Nigro notanda lapillo” significando que os dias de má sorte (infelizes) deveriam ser marcados. Neural . O contrário (dias de sorte.do latim Naris. nervo e Blast(o). Foi Aristóteles quem restringiu o termo aos nervos. Hipócrates usava este termo para designar qualquer estrutura tubular ou filiforme que tivesse aparência esbranquiçada e consistência endurecida e não distinguia entre os atuais nervos e tendões. dado aos colículos superiores do mesencéfalo. rim e Idio(n).do grego Neos.do grego Nephros. Corresponde a bainha de mielina e membrana basal (análoga ao sarcolema da fibra muscular) que reveste a fibra nervosa. feminino de Nigrum. filogenéticamente mais recente.do grego Neuron. Neo . nariz. Rhinós. Parte do cortex cerebral. Nasus.Prefixo utilizado em muitas palavras médicas e que vem do latim Nasus. em alusão ao “dia infeliz”. nervo e eilema. Nervo . A cor negra era tida como de mau agouro. negro. ventas. Interação entre o sistemna nervoso e endócrino. singular. formação. diretamente. Neuroblasto – do grego Neur(o). Neocórtex . retorcer. no português a palavra nádegas. Nasal – do latim Nasalis. idéia adotada por Galeno. Nariz . diminutivo de Navis. Neuróglia . Narinas . narinas. porque era através das narinas que se identificavam os odores. A palavra nates. conhecido. Os mortos ilustres eram parcialmente cobertos por lenços negros. nervo e Glia. no latim medieval.do grego Neos. Vesálio usava o termo Scapheoides ou Navicularis para os ossos do carpo e tarso em forma de barca.

parte posterior da cabeça. pois aplicava-se à toda região dorsal central. feltro. o termo em latim nucha. Neuroporo . laçada. o termo passou a designar algo correto. os nociceptores são terminacões nervosas livres que captam a dor. e Tor. cordão. regra. Era de uso comum pelos carpinteiros da Roma Antiga. Neurópilo – do grego Neur(o) nervo e Pīlo. a norma é um ponto de vista padronizado para descrição do crânio ósseo. nó. perfeito e tomou o significado de lei. Cordão celular maciço disposto ao longo do corpo dos animais cordados. Receptor periférico da dor. ao descrever o núcleo das células vegetais. Daí. Em Anatomia. abaixo da medula espinal. Neutrocitopenia . Hypo. onde está a coluna vertebral. Neurohipófise – do grego Neuro.do grego Neur(o) nervo e Por(o). O mesmo que nó. Nigra – do latim Nigrum. Nódulo – do latim Nodulus. que serve de sustentação. Os pequenos lábios. localizadas na substância cinzenta da medula espinhal ou do córtex cerebral. Somente o termo Nugraf é que designava. oficialmente calibrado. Neurossensorial . O termo Nuchrah que aparece nos escritos de Avicena. com outro grupo de neurônios que constituem os gânglios da base. Cep. em sentido figurado. célula e Penia. Nodo – do latim Nodus. gostar. estudo. também são chamados "ninfas". O termo. nervo. não tinha o sentido restrito de nuca. nos espinhos dendríticas. esquado. Dessa forma. Ninfa . saliência.Do grego Nympha. A substância negra está conectada através de sinapses. escassez. o qual é produzido juntamente com a dopamina. Neutrófilo . do grego Kytos. Nua – do latim Nuda. É o eritrócito normal imaturo. noz. esta região se apresentará como uma mancha escura. 62 . Nuca – do árabe Nugraf. Nociceptor – do latim Noc. despido. órgãos genitais externos da mulher. receber. Que tem afinidade para corantes neutros. a parte superior desta região (no pecoço). dorso e Chorda. diminutivo do latim Nodus. A substância negra mesencefálica é chamada assim porque os neurônios localizados no mesencéfalo que a constituem contêm o pigmento escuro melanina. um esquadro de madeira nobre. seus colaterai.do latim Neuter. abaixo de. em 1831. Tipo de leucócito polimorfonuclear.do grego Neuron. Neutro . e Physis. Depois passou a designar o coroço da fruta. caroço de oliva. A palavra no seu sentido científico atual (núcleo) foi introduzida por Robert Brown. prejudicar. diminutivo de Neuron.do grego Neur(o) nervo e do latim Sēnsu(m). Notos. erroneamente. sensibilidade. crescimento. cujo citoplasma mostra afinidade por corantes neutros. poro. neutro e do grego Philein. Conexões da rede Multineuronal entre axônios. régua e do grego Blastos. noiva ou moça em idade nupcial.do latim Neuter. sentido. especificamente. Por provável engano de tradução temos. modelo moral ou preceito ético a ser seguido. noz da amêndoa. era o diminutivo de Nux. que faz. nervo. nervo e Logos. em um corte do cérebro. Neurônio – do grego Neuronon. nevróglia ou simplesmente glia (grego para "cola"). nó. nem um nem outro. Orifício localizado na porção anterior ou posterior do embrião durante a formação do tubo neural. norma. nu. são células não neuronais do sistema nervoso central que proporcionam suporte e nutrição aos neurónios. nó laçada. sulco. no entanto é utilizada somente em termos compostos. modelo. Aplica-se geralmente com a significação de "nem ácido nem alcalino". negro. Núcleo – do latim Nucleus. neutro. No grego a palavra utilizada para núcleo é Caryon. Norma – do latim Norma. germe.do latim Neuter. Notocorda – do grego Noton. Nó – do latim Nodus. feminino de Nudus. Neurologia . Normoblasto . originalmente. saliência.mente chamadas neuróglia.do latim Norma.

Nutrição . cabeça.do latim Nutrire. Nutrício – dolatim Nutricium. que forma uma camada de revestimento da polpa dentária e dá origem à dentina.do grego Odont(o). As subunidades abandonam o nucléolo através dos poros nucleares e entram no citoplasma onde são associadas em ribossomas funcionais. broto. Célula de natureza conjuntiva. A têrmo original. antes. mas deveria ser medulla prolongata (medula alongada). caroço e Plás-m(a). tapar. formação. fechado e Obturare. dente e Genesis.do latim Ocludere. Nucleoplasma . Odontos.do latim Nucleus. caroço. o termo oblongata talvez teria sido derivado do latim Oblongus. fechar. que nutre. Oclusal – do latim Ocludere. parte posterior da cabeça. O mesmo que obturatório. Obturado – do latim Obturatum. Oblonga – do latim Oblonga. e introduzido por Albrecht Haller em1750. Oculomotor – do latim Oculus. que têm por acão por fechar as coxas. Região filamentosa no nucléolo. de través. Note a palavra ocidente. Ol-u(m). semente. O nucléolo está associado com regiões de cromatina com ácido desoxirribonucleico (DNA) que emite informações genéticas para a síntese do RNA ribossomico. obstruir. caroço. dente. Criado por Lorenz Heister. cerrar.Nucleolema . feminino de Oblongus. combinando-se com proteínas e formando duas subunidades ribossomais. O termo pode ter sido composto do latim Ob. e Nutrite. significando a parte da cabeça oposta à fronte (o sincipúcio). e Blastós. Oculta – do latim Occulta. dente e Eid(és). barreira. Os segmentos de DNA são denominados regiões de organização nuclear. Ocludente . alimentar. Motus. agente. Seria o diminutivo de núcleo. porque é efetivamente o ponto cardeal onde o sol caia. fechar com força. com o sufixo diminutivo Olus. occipúcio. fechar com força. contra e Claudere. cair. O nervo obturatório recebeu este nome porque inerva os músculos adutores da coxa. oposto e Caput. feminino de Occultus. O Óbex – do latim Obex. responsável pela síntese do RNA ribossômico. em citologia representa uma massa oval dentro do núcleo da maioria das células. Occipital – do latim Occipitium. pequeno e Nē-m(a). Obturatório – do latim Obturatorius. olho. 63 .do grego Odoûs. fechar. na nomina antômica é medulla oblongata. líquido constituinte. aspecto de.do latim Ob. que fecha e Obturare. alargado. Nucléolo . O mesmo que obturador. Oclusão . semente. movimento e Actor. oposto e Cadere. talvez formada erroneamanete de latim Ob. fechar. Odontóide – do grego Odont(o). pois o termo oblongatus não existia no latim clássico. antes. Este termo aparece pela primeira vez na Inglaterra em 1953 para designar a formação dos dentes. torto. Nutriente – do latim Nutriens. Odontogênese . relativo á criação ou nutrição. cerrar. em 1740. Eminência vertical em forma de dente que parte do corpo do axis para se articular com a face posterior do arco anterior do atlas. semente. alargado. Oblíquo – do latim Obliquus. obliquo. desaparece durante a mitose.do latim Nucleus. amamentar. Designa as pregas medulares colocadas transversalmente (como uma barreira) no “calamus scriptorum”. Odontoblasto . Occipúcio – forma corrupta do latim Occipitium.do latim Nucleus. As moléculas de RNA ribossomal são sintetizadas no interior do nucléolo. fio. escondido. obstruir. que tem forma. obstáculo. parte posterior da cabeça. no entanto.

A outra origem provável seria do latim Operimentum. ovo e Gon. célula. tapar. A plavra correta deveria ser olenocranon. Oogônia (ovogônia) – do grego Oon. avental. Omento – do latim Omentum. vaso ou célula. coberta rendada. O equivalente grego é Ophtalmós.do grego Oon. algumas vezes com o mesmo nome (em conjunto). Ontogenia.do grego Eidos. Pherein. Óide .Odontologia . membrana rendada. forma de. carregar. pôr diante.do grego. ou ovócito. criação. semelhante. Ontogênese .do latim Olfactus. por causa da prática de aruspicação. e lte. Oligomenorréia . Conjunto de células da neuróglia que apresentam poucas ramificações. produção. farejar. ovo. massa cancerosa e Uīr(us). cobertura e Operire.do grego On. ação de cheirar. massa. porque recobre a maioria das entranhas. Oligo . Ooforectomia . poucos. mesmo em latim. arborização e Glí(ā). Os antigos gregos e romanos nomeavam confusamente o ombro e o braço. Fluxo menstrual escasso ou com uma freqüência inferior a normal. massa cancerosa e Gen.do grego Oon. seria como uma espécie de Band Aid natural. dente e Logos. Oligodendróglia – do grego Oligo. e Ek-tom-íā.do grego Oon. deparava-se em primeiro lugar com esta membrana. Oogênese . com nomes diferentes para estas partes. Olho – do latim Oculu. mas com termos que poderiam ser intercambiáveis. ovo. mas a forma corrupta olekranon prevaleceu. ombro e Hyo. ovo e Kytos. presságio. pouco. cotovelo e Kranion. um mês). oposto e Opponere. cobrir. Já a palavra ovócito é uma palavra híbrida (de dupla origem) do latim ōu(um). Célula da neuroglica que tem poucas ramificações. ponta do cotovelo. Oligodendrócito . Célula diploide precursora das células germinativas femininas que dão origem ao oócito. É o mesmo que "ovarite". inflamação. retirada cirúrgica. Pherein. ser e Genesis.do grego Odous. ovo e do grego Kytos. O omento é formado por duas lâminas de epitélio pavimentoso simples sendo seu meio constituído por tecido conjuntivo frouxo. Retirada cirúrgica de um dos ovários. A palavra grega equivalente é Epiploon. azeitona. e Rhoíā flujo. Oncogen – do grego Onko. menstruaçoes (sign. inflamação do ovário. Gene que pode desencadear um tumor. Ombro – do grego Omos. Subfamilia de retrovírus (RNA) que integra os virus tumorais. O nome do músculo deriva do antigo nome da escápula omoplata. massa.do grego Oligo. capacete. outras. pouco. augúrio. que forma. tampa.do grego Oon. Oligos. Mḗn. cola. Oléne. Omo-hióideo – do grego Omos. Dendr(o) arborização e Kyto. espáduas. veneno (vírus). Antigamente em anatomia as meninges eram chamdas Omenta Cerebri e o periósteo era denomindado Omenta ossium. Pode ter derivado de Omen. Oligos. olho. Oponente – do latim Opponens. Palavra introduzida por Boveri em 1892. escasso. O ovário ou "oóforo" é o portador ou "carregador" dos óvulos. ao abrir-se o abdome do animal sacrificado. que gera. Desenvolvimento do indivíduo. Opérculo – do latim Operculum. carregar. Ooforite . escasso. 64 . cheirar.do grego. oliveira. ovo e Genesis. caeça ou Krános. opor. órgãos sexuais. Dendr(o). Olfatório – do latim Olfactorius. Oncovírus – do grego Onko. Oliva – do latim Oliva. Oócito . Olfato . quando. ombro ou do latim Umerus. Este tecido funciona para o tamponamento de lesões nos órgão peritoniais. A palavra tem origem obscura. o que parece reforçar esta última hipótese etimológica. farejador e Olfactare. Olécrano – do grego Olekranon. estudo. a letra U e Óides. pouco. célula.

corretamente. Osteoblasto . órbita. Em grego. costa e Serratus. Quando ativos.do grego Osmos.do grego Organon. média e externa. Substância termolábil do plasma sanguíneo que torna os micróbios ou células sanguíneas mais aptas de seres fagocitados pelos leucócitos. que passaram depois a receber o nome do movimento (por provável erro de tradução dos textos árabes durante a idade média).do grego Optykós. reto. diminutivo de Os. a palavra que designa este órgão era Osteon. Orqui . com forma cuboidal e de dimensões variadas. cor. Que se cora positivamente. diminutivo de Auris. sendo então denominados de osteócitos. depois abreviada. Esse processo recebe o nome de osteocitogenese. Quando não estão ativos e sem aparente função de síntese formam uma camada na superficie óssea denominada de revestimento ósseo e apresentam forma alongada. Os osteócitos são células terminalmente diferenciadas que residem em lacunas. orfandade. Osso . Osmose . curso. em 1704. Erroneamente em medicina a palavra orelha é ás vezes pouco utilizada. olho. célula. germe. no seu tratado “De aure humano”. nascimento. Uma palavra semelhante Orbitas. dividindo-a em partes interna. Osteócito . segundo a norma e Khrōm. boca. instrumento ou utensílio e Ergein. Este termo é utilizado para designar parte do organismo constituída por diversos tecidos. trabalhar. linha circular. Organela – do grego Organon. aresta. Ortocromático – do grego Ortho. circulo na terra.do latim Orbis. instrumento ou utensílio e Ergein. e adaptada para exercer uma ou mais funções. Só no século XVII é que o vocábulo começou a ser aplicado aos órgãos do corpo. 65 . Valsava. Orelha – do latim Oricla. Auricula. Orbicular – do latim Orbicularis. Talvez por dar idéia de movimento circular. rodeados por matriz mineralizada e constituem o tipo celular mais abundante do tecido ósseo. origem.do latim Hordeolum. Em sentido figurado (e poético). osso e Blastos. São as células responsáveis por sintetizar a parte orgânica da matriz óssea (tanto colágeno quanto as proteínas não colágenas). descrevendo em detalhes a orelha humana.do latim Ossiculum. Origem – do latim Origo. É uma célula de origem embrionária proveniente de célula mesênquimal indiferenciada. litoral. na tradução latina. Ordéolo . e que dá posteriormente origem aos osteócitos (células do tecido ósseo). órbita dava nome somente à revolução da trajetória lunar. Diminutivo de órgão. ver enxergar. orelha. exibindo núcleo esférico e citoplasma basófilo.do grego Osteon. Ora serrata – do latim Ora.do latim Os (osso). serreado.do grego Osteon. Órgão . Os. Jean Riolan afirma que esta deu origem. diminutivo de Hordeum. alimento cozido. relativo a visão e Opsein. Ossículo . Termo introduzido na Inglaterra em 1903 para designar sustâncias que tornam o alimento mais facil de digerir. osso e Kyto. fonte. testículo. os osteoblastos recém-incorporados à matriz apresentam características morfológicas semelhantes às dos osteoblastos em atividade. A palavra “Ora” tinha também o sentido de borda. Oral . circulo. estado. cevada.do grego Orchis. os osteoblastos apresentam-se como células polarizadas. ao redor do olho e Orbis. alguns osteoblastos são aprisionados no interior da mesma. mas nenhum deles estava relacionado diretamente com olho ou à órbita. impulso e Ose. trabalhar. Órbita . Óptica (Óptico) . tenha o termo sido aplicado ao movimento dos olhos dentro dos encaixes ósseos.do latim Orbis. unidos uns aos outros por meio de junções adesivas. O ordéolo ou tersol assemelha-se um tanto a um grão de cevada. Á medida que a matriz óssea é formada. Encontram-se dispostos em uma camada contínua na superfície óssea. rima dos lábios. núcleo evidente ocupando grande parte do escasso citoplasma e poucas organelas. a Ossu. dando-se preferência a “ouvido” que em latim é “Auditus” e que tem sentido verbal é o particípio passado do verbo ouvir. sulco na terra. e In(a) substância química. Oculus. para Os. a palavra orbita tinha vários significados: como mostrado acima.Opsonina – do grego Opso(n). lançou as bases do moderno conhecimento sobre a audição. como hoje conhecemos. Durante a formação óssea. Em latim. osso. por Platão. possui outro significado: privação. O equivalente grego é Otós.

rápido e Tok(o). Esta palavra foi criada por Lavoisier. ovo Ul. destruir ou de Klastos. Desse modo o termo ovário era interpretado.do grego Osteon. testículos da mulher. obstar.do latim Oo(um) ou do grego Ovum. osso e Genesis. onde se encontram os osteoblastos. Hormônio que tem a função de promover as contrações musculares uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação. que designa ovo. denominados de “ovarii”. pequeno e Ation. como sendo o “carregador de ovos” e. que são responsáveis pela sua manutenção. relativo a orelha e Ous ou Otos. Ovário .do grego Osteon. Processo de maduração e emissão de um óvulo por um folículo ovariano no ovário. rima dos lábios. introduzido por Niels Steno (Stensen). sobretudo. Osteoplasto – do grego do grego Osteon. naquela ocasião. por transferência semântica passou a designar uma entrada. em 1667. Os escravos mais habilidosos. orelha externa. Palavra introduzida por Biedermann em 1914 coincide com o grego ostéon que quer dizer osso. é a unidade anatómica e funcional do tecido ósseo caracteristica dos ossos compactos. o que fica no caminho. parto com a designação Īn(a) que significa substância. Osteon – do grego Osteon. ácido e Philein. osso e Eidos. que são os osteocitos. ou seja. Osteroporose – do grego Oste(o). Osteoclasto . nome dado ao escravo encarregado de cuidar dos ovos e pintos. com citoplasma reduzido e quase inteiramente ocupado pelo núcleo. osso e Por(o). orgânulo. osso e Plasto. sendo utilizado na Roma antiga para designar o escravo encarregado de cuidar das galinhas e. Em anatomia o termo ovário é recente. processo. polarizadas que apresentam tamanho entre 50 µm a 100 µm que exibem em média 5 a 8 núcleos das mais variadas formas e tamanhos estão relacionadas com a degradação óssea.do grego Oxys. Estrutura que se cora com corantes ácidos. Oxitocina – do grego Ox(y). osso e Logos. degradar. em estruturas denominadas de lacunas. está constituido por um canal de Havers. Óstio . 66 . produção ou criação Osteóide . Alguns etimologistas acreditam que o termo derivou de “Os”. processo patológico. Consititui a matriz óssea não mineralizada. osso. eu produzo. do latim Obstare. ácido e Gennao. Quem propôs este nome foi Albert Von Kolliker (1873) onde referiu que as células gigantes presentes na superfície óssea “seriam agentes de reabsorção óssea”. Originalmente a palavra designava obstáculo. Ovulação – do latim Ou(um). Oval – do latim Ovalis. Ótico – do grego Otikos. Este termo é tradicional no nosso ensino. agudo. osso e Klan. abertura. Depois. Osteologia . vide orelha. porta. Ósteon ou sistema de Havers. estudo. É de origem latina. Oxigênio . Células presentes no interior do osso. Osteogênese . Isto se deve ao fato da alimentação dos romanos começarem sempre por um prato à base de ovos. amar. ovalado e Ovum. dos ovos.do latim Ostium. representa uma estrutura que “carrega ovócitos”. Antes. Ouvido – Termo substituído por orelha na nomina anatômica. os ovários eram denominados de “testis mulieris”. impedir. com o significado de entrada da boca. Ovo . mas tende a desaparecer dos textos sendo substituído por lacunas ósseas. na atualidade. Oxifila – do grego Oxys.do latim Ovarium. Este fato foi confirmado posteriormente e realmente essas células gigantes. produz porosidade e fragilidade. semelhante. Á medida que a matriz óssea sofre mineralização os osteócitos tornam-se elipsóides.do grego Osteon.sendo denominados de osteócitos jovens. quebrar.do grego Osteon. Perda da massa óssea por perda da densidade e aumento dos espaços ocos do osso. que eram valiosos na época. poro e Ō-sis. ao redor do qual se agrupam de 5 a 20 lamelas com lacunas que contêm células ósseas. ovo. eram estimados e disputados pelas famílias nobres.

Mais tarde. diminutivo de Pannus. para outros. O termo grego correspondente é Thele (como em epitélio). provido de palmas. pá de remo. cercar. palato. emaplidecer. exclusivamente. Pantex. em poesia. murar. Esta palavra tem origem incerta. mover-se rapidamente. Papila – do latim Papilla. Paliativo – do Latim Palli(um). carne. palato. córtex. para aumentar o volume e o contorno dos músculos e evidenciar a forma da região (sinal de beleza e prosperidade). barriga da perna e do latim Pantex. O órgão foi descrito e nomeado por Herófilo. era costume ornar os cabelos e as vestes dos vencedores dos jogos ou conquistadores militares com folhas de loureiro ou de palmeira. que esconde. o pâncreas era confundido e incluído com os linfonodos mesentéricos.do latim Palpebra. A palavra pode ter vindo do latim Pappare (mamar ou comer como criança) ou Papula (caroço pequeno. Palma – do latim Palma. Este termo é utilizado em medicina como cuidados paliativos. Os romanos usavam a palavra palma incluindo não só o centro da mão. Panturrilha – do espanhol Pantorrilha. Pampiniforme – do latim Pampinus. tudo. Daí a expresão “vestis palmata”. em forma de. O termo deve ter derivado da composição do latim vulgar Pantex. folha larga. Pálido – do latim Pallidus. passou a denominar toda a mama. por causa de sua consistência mole. Na Europa era costume no século XIV ao XVII colocarem-se bolas de algodão (como enchimento) dentro das meias. O mesmo que Sura. palma da mão. O termo parece derivar-s do grego Paláme. borbulha pequena. Vesáio foi um dos primeiros a distinguir o palato duro e mole e denominava os ossos do palato como “Os palati ”. Durante séculos significou uma coberta espessa ou um tipo de pele. alimentar. Pan .P Palatino – do latim Palatinum. tumoração) e os romanos empregavam-na. dividindo-o em duas camadas: panuculus adiposus (superfial e formada de tecido gorduroso) e paniculus carnosus (fina camada profunda muscular. pano que cobre. todos. Palmada – do latim Palmatus. Parte do cortex cerebral que corresponde as áreas de terminação das vías olfatórias e que filogenéticamente ocupa uma posição intermediária entre o arquicórtex e o neocórtex. barriga e do espanhol Rodillera (joelheira). Foi utilizado o termo no sentido dos galhos da videira. ou ainda derivada de Palatium. Palato – do latim Palatum. pálido. mais exuberante em animais). palma da mão. Depois junto com Sarx. Rufo de Éfeso e Vesálio admitiram e usaram o termo. Entre os romanos. passou a designar qualquer tipo de músculo. com o mesmo significado vulgar da palavra latina. toga. Pálio – do latim Pallium. descreveu o invólucro subcutâneo do tronco. antigo e Cortic. toga de vencedor entretecida de palmas. 67 . Em tempos arcaicos. todo e Kréas. Marcello Malpighi. Aristóteles. na parte posterior da perna. estaria associado à Pascere. Berengario da Carpi foi o primeiro anatomista a usar a palavra para estruturas fora da mama (papilas renais). a forma como os galhos da parreira crescem e se ramificam nos parrerais. barriga. Até o final do século XVII. Mais tarde. Berengário da Carpi. relativo ao palato e Palatum. com Palere. A palavra foi introduzida por Celso apenas para designar bandagem e curativos feitos com tecido de linho. “carnosa”. tudo. Panículo – do latim Panniculus. Pálpebra . surgiram as expressões “Palma manus” para a parte plana da mão e “vola manus” para o centro côncavo da mão. manto. videira e Formis. céu da boca. Os antigos anatomistas gregos não distinguiam entre palato duro e mole: ambos eram nomeados em conjunto como “Diaphargma oris” Paleocórtex – do grego Palaio. para designar o mamilo. em portugues deu “pança”. Para uns. aplicou o termo às papilas gustatórias da língua. mas o termo palato mole é devido à Falloppio. O equivalente grego é Blépharon. a palara Kréas significava apenas carne comestível. descorado e Pallere. mas os dedos. ou seja. que parece provir de Palpitare: palpitar. bico da mama. palácio. Pâncreas – do grego Pan. pano. Por extensão.do grego Pan. trapo.

ao lado de e Metra. Paranéfrico . banda. Thyr(e)o-eid(és). cinta.do grego Para. unha. Para-oóforo . Paratohormônio – do grego Para. semelhantes a. escudo e Eidos. ao lado de e All(o). Hormônio produzido pela paratireóide. junto com e Pathos. ao lado de e Didymos. duplo. Corresponde a duramater. e Affinis. È comum ser utilizado em relação a outras coisas eqüidistantes entre si. Essa substância é amplamente utilizada para a impregnação do material que vai ser destinado a estudo histopatológico. ao lado e do latim Nasus.do latim Pariet(em). Paradídimo – do grego Para. A parafina é uma substância química inativa. ou seja. gastrointestinal e urogenital. Parede de uma cavidade. onde os cromossomos tornam-se mais grossos. ao lado de. Lesão elementar da pele que consiste numa elevação sólida menor que um centímetro e bem delimitada. como fígado. Que tem a forma de um mamilo. que leva.do grego Para. membrana.do grego Para. Parietal . Para-aórticos – do grego Para. ao lado e Synpathos . parede. parede. nariz. baço. rins e pulmões. ânimo. pequeno flóculo. pouca. No estômago existem as células parietais ou oxínticas são as responsáveis pela secreção do ácido clorídrico e do fator antianêmico intrínsico necessário à absorção da vitamina B12. espesso e Mēning(o). que tem pouca afinidade por corantes que se dissolvem em água. Paramétrio – do grego Para. formando quatro braços bem definidos.Papilar . ao lado de e Flocculus. secreção. em redor e Onyx. afeição. O termo baseou-se na teoria humoral. Que se localiza ao lado do rim. ao lado de e Nephr(o). Parede – do latim Paries. A palavra parece ter sido introduzida em anatomia por Erasistrato e era aplicada a órgãos de consistência macia e sólida. relativo à aorta. semelhante. Paroniquia . suco. outro. atingindo o grau máximo de condensação.de Syn. a membrana mais espessa e dura que envolve o encéfalo. e Aortikos. e Hormôn. em dobro. elevação. ao lado de e Bás (is). Na realidade são quatro glândulas endócrinas localizadas na porção posterior da tireóide relacionadas ao metabolismo do cálcio. Pápula . Parassimpático . ao lado de. ovo e Phoros. afim. ao lado e Enchyma. O mesmo que correspondente. Paquiteno – do grego Pakhy. espesso e Taini . Thyreos. Paratireóide . ao lado de e Krin. É uma substância ou célula cuja secreção afeta as células vizinhas. É uma das cinco subfases da Prófase da divisão meiótica. para formar os espiritos vitais veiculados pelos humores. em forma de escudo. Parafina – do latim Parum. Parabasal . e Oon. em forma. Paraflóculo – do grego Para.do latim Papula. pústula. Ossos do crâneo que formam as paredes do mesmo. Parácrino – do grego Para. diferente.do grego Para. Paranasal . útero. pelas veias que neles adentravam.do grego Para. O adjetivo era Parietis ou Parietalis.do grego Para.do grego Para. que alegava ser a substância própria destes órgãos derivada da solidificação de um “derramamento” sanguíneo dentro dos seus espaços.do grego Para. planos etc. base.do latim Papilla. ao lado. O termo Paries significava em Roma antiga tanto a parede externa (Paries domuis) como qualquer divisória interna da casa (Paries laris). ao lado.do grego Para. 68 . o sistema nervoso parassimpático participa na regulação do aparelho cardiovascular. Parênquima . que impulsa. Paralelo . Uma das duas partes do sistema nervoso autônomo cujos centros se encontram nas extremidades do eixo cérebro-espinal e cuja ação é antagônica à do sistema nervoso simpático. por exemplo: linhas. Paquimeninge – do grego Pakhy. rim. muito difundida na época.

Geralmente feitas de barro ou cerâmica para uso diário. ou de Pectós. prato. Patologia – do grego Pathos. Há um famoso provérbio latino: “Lupus pilum mutat. carda ancinho e Pectere. Patela – do latim Patella. pé e do sufixo diminutivo Culus: pequeno pé. virgem e Genesis. boboleta é Papillon e o termo Pavillon é obviamente uma forma variante. Na Roma Antiga. quando eram ricamente ornamentadas. parir. tenda e Papilionem. para diferenciar os homônimos Pediculus (para piolho) e Pediculus (diminutivo de pé). Ela envolve tanto a ciência básica quando a prática clínica. tem a mesma origem. mas não a mente. pequeno. Pectíneo . pente. cabo de folha. porção. relativo a pente. parte. Parto – do latim Par/per. de fidelidade (daí a expressão . tinha o sentido de alma. Peito – do latim Pectus. Porém. ao lado e Ous. Foi aventada a hipótese de que Karl von Linnaeus tenha sido o introdutor e inventor desta palavra. objeto feito de peças ajuntadas. zangões das abelhas etc. é mais difícil entendermos a analogia entre a tenda (ou borboleta) e a forma do pavilhão da orelha externa. 69 . Parte – do latim Pars. dos tecidos e dos órgãos que estão ou podem estar sujeitos a doenças. fato somente constatado por Niels Steno (Stensen) em 1645.do latim Pecten. e Logos. relativo ao peito. Outros autores acham que derivaria do grego Pectis. panela rasa. Pedis. Pêlo – do latim Pilus ou Pellis.do latim Pes. non mentem”. Termo introduzido por Celso. gaiola. O conjunto formado pela palma e pelos dedos da mão estendidos era conhecido como Pecten Manus. como em rotíferos. sofrimento. doença. Gerhard Vossius afirma que a palavra latina Pectus.do grego Para. coração e. peito.amigo do peito). Jean Riolan reintroduziu o termo Parotis para a glândula sem saber que esta palavra já era utilizada por Galeno significando. como os dentes de um pente. as paredes pudendas femininas eram chamadas Pecten. pêlo de animal. Pele – do latim Pelle. Em latim. por causa do arranjo das costelas. ciência. orelha externa. Alguns estudiosos afirmam que a união dos ramos superior e inferior do osso púbis e os pelos revoltos da região púbica lembravam a forma de um pente romano (com cabelos) ou o pente usado (e não limpo) da cardagem da lã. sede de bons sentimentos. Em poesia. peito. pentear. Parva – do latim Parva. O equivalente grego é Derma. a parte anterior do tórax.A mesma origem de “pedículo". Talvez a palavra tenha surgido da semelhança encontrada entre os panos esvoaçantes das tendas de campanha com as asas das borboletas. curto. Pécten – do latim Pecten. isto é. pé de homem ou animal. onde está encravada. podiam ser utilizadas em rituais de sacrifício. É o estudo das doenças em geral sob determinados aspectos. Pectoralis era o termo latino para um antigo adorno de metal que era colocado sobre o peito ou sobre as mamas ou ainda uma vestimenta curta usada somente sobre o peito.Parótida . entretanto. origem. O equivalente grego é Poús. Peitoral – do latim Pectoralis. pentear. Podós. além do próprio órgão. Partogenese – do grego Parthenos. borboletas. possuindo longos cabos. Pé – do latim Pes. Pecíolo – do latim Pectiolus. o lobo muda de pêlo. Pedúnculo . Pedículo . armadilha para pássaros. Partenogênese é o desenvolvimento de um novo indivíduo a partir de um óvulo não-fecundado (ovócito). Pavilhão – do Frances Pavillon. pente. não compreendendo a cavidade e nem a mama. pulgões das plantas. por extensão. a palavra Pectus significava apenas a parte externa (ósteo-muscular) do tórax. sua tumoração ou um abscesso na orelha externa. Jean Riolan não reconheceu a natureza glandular da parótida. provavelmente pela semelhança de forma do prato e cabo com o osso e o tendão do músculo quadriceps da coxa. e é devotada ao estudo das alterações estruturais e funcionais das células. penteado. feminino de Parvus. estudo. Pectinado – do latim Pectinatus. e Pectere. Em francês. pela semelhança da caixa torácica com estes objetos. Saida do feto e de seus anexos do compartimento materno. pele.

junta. bacia. digestão mais os sufixo Ina. quando pendente. cartilagem. Pericárdio – do grego Peri. Penicilio . ao redor de e do latim Nucle(um). unha. em 1959. ao redor de e Kardia. ânus. ao redor de e do latim Lympha. A tradução fancesa da palavra Pélvis foi “Bassin” e. núcleo. Pepsina . Pepsi . célula. Perfurada – dolatim Per. diáfano. muscular.do latim Pelvis. A forma mais correta desta palavra seria Perlucidus. Realdo Colombo. levar. e entre o ânus e a vulva. Periférico – do grego Peri. radix. é um galicismo. Pericito é uma célula tipo mesenquimal. transparente. caldeirão.do grego Pepsis.do latim Penis. ao redor de e Karion. Perineuro – do grego Peri. em redor e Kyto.do grego Pepsis. ao redor de e Neuron.Pelúcido – do latim Pellucidus. Perfusão . segundo. Portanto. natureza de. Revestimiento peritoneal que reveste a porção externa da parede do útero. fazer passar através. Pericário . que passa furando. porque etimologicamente significa “o que esta ao redor do líquido” e não o humor propriamente dito. com função de proteção do músculo cardíaco. 70 . Penado – do latim Pennatus. perde um peptídeo. ao redor de e Mysei. O que rodeia o núcleo. Perimétrio – do grego Perí. em redor e do latim Articulus. ao redor de e Chondros. Pélvis era o nome de um grande vaso fundo com uma borda retorcida (como um caldeirão). literalmente como bacia e o termo ficou consagrado no uso médico. por duas razões: a primeira. cheio de penas. havia inúmeras expressões populares para designar o pênis (clava. Enzima proteolítica integrante da composição do suco gástrico. que significa originalmente Cauda. que fura através de.do grego Peri. ao redor de e Naion. Membrana que envolve o coração. vômer. Perilinfa – do grego Peri. ao redor de e Onyx. brilhar.do grego Peri . ao redor e Mētr(ā). no homem. Peri-articular . gladius). através de e Lucere.do grego Peri. ramus. traduziu-se para o portugues. tornando-se uma enzima ativa. Perfurante – do latim Perforans. Perioníquio – do grego Peri. Perinuclear .do latim Penicillum. por ser híbrido de duas línguas e. ao redor de e Kranion.do latim Perfundere. cabeça. Entre os romanos. penado. O termo não é adequado. teria semelhança com uma cauda. Períneo – do grego Peri .do grego Peri. Desta última (que significa espada) derivou. na mulher. a palavra bacia. ou apenas lucidum. Hipócrates usava as formas Períneon e Perínaion e Galeno restringiu o termo à área entre o ânus e o escroto. furado e Forare. Membrana fibrosa de origem mesodérmica. composta de Per. matriz. ao redor de e Pherein. na sua obra “De re anatômica” popularizou o termo. Portanto. através de e Foratus. Temos em português. coração. digestão. útero. por extensão. cujo precursor é o pepsinogênio que pela ação do ácido clorídrico. Pericôndrio – do grego Peri. água. Esta palavra parece ser recente em anatomia e por isso deve ter sido mal formada. o mais correto seria Septum perlucidum. por ser o francês a língua cientifica oficial (principalmente nos tratados de obstetrícia). embora de tradução literal correta. dente. assim como em portugues. Perimisio – do grego Péri. o nome “vagina” (bainha). caroço. Pericrânio – do grego Peri . a palavra “Pelve”. corda. associada com as paredes de vasos sanguíneos pequenos. Pericito . ao redor de e Odous. Pelve . transcrição direta do latim. semente. Periodonto – do grego Peri . Na Roma antiga. O órgão masculino. furar. fibra. pincel Pênis . no final do século passado.

após depois de e do grego Kókos. em células de rato. a mais extensa do corpo humano. suporte. Piloso . Pigmentum. Em 1966. mudar. Peroxissoma é uma organela esférica. cobrir. o termo Pylorus indicava apenas o orifício distal do estômago. ao redor de e Tendon. pinha de pinheiro. depois de) e Cocceus (relativo à concha) ou de Post. Pineal . os peroxissomas foram identificados em células animais e vegetais. nestas organelas. Permanente – do latim Permanere. A peristalse de fato movimenta o conteúdo intestinal em redor e para diante. denso. O piloro guarda a saida do estômago. Pilar – do latim Pila. salientando a existência simultânea. a olho nu ou ao microscópio.do grego Pykn(o). vermelho escarlate. fio de prumo. sendo então designados por "microbodies". A glândula pineal recebeu esse nome provavelmente pela semelhança que os antigos encontraram entre sua forma e a de uma pinha. portão ou porta e Ouros. São as organelas responsáveis pelo armazenamento das enzimas diretamente relacionadas com o metabolismo do peróxido de hidrogênio. guardião. A Pietas (piedade. osso. o termo de comparação prevaleceu e esta escolha parece ter sido devida a Celso e adotada por Rufo de Éfeso e Júlio Pollux. por completo e do grego Ox(y) oxigênio e Sōm(a) corpúsculo. de duas classes de enzimas: as oxidases produtoras de peróxido de hidrogénio (água oxigenada) e as catalases. após. Galeno usava o termo Grego Stenótis (estreito) para o canal pilórico do estômago e apenas comparava este canal com um Pylouros (guarda de portal de templos). relativo à Pia-máter. ao redor de e Osteon. Pétreo . estender. Condensaçao celular onde o núcleo ou o citoplasma se torna mais denso. Talvez seja derivada do latim Post (após.do latim Pilus. Peritônio . Pial – do latim Pial. membro inferior. De Duve propôs a designação de peroxissoma em substituição a de "microbodies". Elemento de 71 .Periósteo – do grego Peri . fiel e Mater. Galeno já usava o termo para designar a membrana que reveste os ossos. Membrana serosa. depois de e do latim Coccum. guarda do portão. Perna – do latim Perna. em 1763. suave. em redor e Teinein. nível. Contudo a sua caracterização bioquímica ficou a dever-se a De Duve e colaboradores. Gustava Retzius dividiu a parte pilórica do estômago em canal e antro. perna. envolvida por uma membrana. digestiva ou por inoculação. Peristalse .do latim Petrosus. condensado. Pigmento – do latim Pi(n)g(ere). Mais tarde. O equivalente grego é Skélos. Pia-máter – do latim Pia. Peritendão – do grego Peri . pilar. pêlo. protegendo-o e nutrindo-o. em redor e Stellein. permanecer e Per. embora a sua função tenha sido somente elucidade por Duhamel em 1740. Posteriormente. caridade) era uma das virtudes capitais para os romanos e sua prática era de suma importância e uma das hipóteses para o termo alega que aos anatomistas antigos a meninge mais interna parecia como uma mãe afetuosa para o cérebro. Picnose . apertado e Osis. da natureza da pedra. esfera. através de e Mantere. derivado de Pyle. Peroxissoma – do latim Per através de. presente no citoplasma. pétreo. coluna. tendão.do grego Pylorus. estabilizar. Petroso – do latim Petrosus.do grego Peri. processo. Pescoço – origem incerta. com côr própria. então generalizada. por Rodhin (1954). envolvendo. Perpendicular – do latimm Perpendiculum.do latim Pinea. cordão esticado. Substância de natureza química variada. Mas em latim. A primeira descrição detalhada desta estrutura foi feita por Andeas Bonn. mãe. A palavra anatômica correspondente à pescoço mais utilizada é “colo”. pinta' e Mentu(m) la r. Os peroxissomas foram descritos. rochoso e Petra. sobretudo em células animais.ou extracelular. o que torna desnecessário o uso de colorações especiais para observá-las nos tecidos. intra. que recobre a cavidade abdominal e reveste as víceras. fixar. pela primeira vez. Piloro . pedra. ou ainda do latim Post. Não há concordância entre os etimologistas quanto à origem desta palavra e as hipóteses são quase todas de difícil acompanhamento etimológico e/ou semântico. Os pigmentos podem ser produzidos pelas células (endógenos) ou adentrar no organismo (exógenos) pelas vias respiratórias.do grego Peri.

secreção mucosa. adunco. ervilha e Formis.do grego Plasma. órgão pineal. relativo às solas dos pés. tendo sido o mesmo empregado por Rocha Nazarem em seu livro Compilação de Doutrinas Obstétricas. No tempo de Galeno julgavase que a secreção nasal provinha do encéfalo. Piramidal . célula. também passou a designar o seu traçado arquitetônico. pela forma adotada pelo acúmulo de grãos deste cereal. Esta idéia transladou-se ao latim na palavra secundina. tais como epífise do cérebro. editado em Lisboa em 1843.do latim Pyramidalis.do latim Pituita. Plano – do latim Planus. pirâmide. conário. tambem tem a acepção de bolo achatado. Englobamento pela membrana plasmática de liquido em pequenas vesículas. algo fino e plano. Plantar – do latim Plantaris. Placóide – do grego Plakode. A real origem da palavra é provavelmente egípcia. A introdução do termo delivramento na língua portuguesa data do século XIX. forma. Fallopius (1523-1562) chamou-a de placenta uterina. Do latim Placenta. catarro.do grego Pinein. em forma de gancho. pera e Forma. Talvez a palavra Plantaris seja derivada por anasalação do grego Platus. célula. Pirâmide – do latim e do grego Pyramis. plano. denominação esta que se sobrepôs à de secundina. dequitação e dequitadura. o descolamento da placenta. A sinonímia de secundamento inclui ainda os termos decedura. Plaqueta – do alemão Plack. Pituitária . com suas membranas. Mondino (1270-1326). 72 . aplicar algo plano sobre uma superfície e do francês Ette. Piso-hamato – do latim Pisum. corpo pineal. Pinocitose . discípulo de Vesalius. Célula presente na glândula pineal responsável pela produção da melatonina. Kytos. pois já foi estabelecido que é uma glândula endócrina. O primeiro a descrever planos para o corpo humano parece ter sido Addison. Dequitação e dequitadura derivam do verbo dequitar. goma. Esta palavra é utilizada em citologia para designar o englobamento de partículas líquidas pela célula. portanto do processo de coagulação sanguínea. chato. trigo. liquido constituinte. que vem depois. lâmina e Ōd(ēs). passando a merecer a preferência dos anatomistas e obstetras. Pisiforme – do latim Pisum. Do grego Plakuos. O nome da placenta só aparece na nomenclatura anatômica no século XVI. em 1899. fogo. pequeno. Plasma . Foi só no século XVII que se passou a verificar que a secreção mucosa vem do nariz e não da pituitária. tem origem indo-europeu e indica uma forma achatada. Pinealócito . Realdus Columbus (1516-1559). em seu Tratado de Anatomia. Decedura é termo arcaico.reprodução dos pinheiros. participando. Por influência da medicina francesa o vocabulário médico português enriqueceu-se com o termo delivramento. em forma de. chato. porque a forma da pirâmide lembra a de uma pirra ou do grego Pyros. plano. beber. ervilha e Hamatus. Planta – do latim. liso. era chamada em grego Deútera. um local plano ou uma base para edificação e. enquanto dequitação e dequitadura passaram a ser utilizados para designar o primeiro tempo do secundamento. ou seja. Piriforme . chato. pinha de pinheiro e do grego Kyto. Placenta – Esta palavra tem origem diversa. resina. sola do pé e do grego Pl atus ou do latim Planus. com aspecto de. nome que se dava na Grécia a um bolo achatado e arredondado. Esta glândula também é conhecida sob vários nomes. moldada. já encontrado no Elucidário de Viterbo e pouco empregado atualmente. por extensão. A sua principal função é a formação de coágulos. A plaqueta (nos mamíferos) é um fragmento de célula. Os pães no Egito antigo eram denominados de Pyramis e apresentavam o formato de uma piramide. chamou-a pars secundinae. da hipófise e daí o nome de pituitária que foi dado a essa importantíssima glândula. A raiz Plak.do latim Pinea. O termo glândula deve ser mantido. plano. com o sentido de livrar-se de uma coisa penosa. A placenta. seguinte. em seu livro De Re Anatomica utilizou a expressão in modum orbicularis placentae (a modo de um bolo redondo). que quer dizer segunda. ou mesmo uma célula (trombócito) presente no sangue que é formada na medula óssea. Alguns etimologistas alegam que Pyramis deriva do grego Pyr. na Roma Antiga. relativo à pirâmide do bulbo. que é uma adaptação do francês Délivrance e que passou a ser usado como sinônimo de secundamento na terminologia obstétrica. Planta. O termo Planta também significava.do latim Pirum.

Talvez do grego Pollein. Polegar – do latim Polles. passou a nomear apenas a membrana mucosa. núcleo ou semente. freqüente. cor e Philein.do latim Plexus. força. o polegar tinha grande importância por ser o mais forte de todos os dedos da mão.do grego Pous. Pluripotente – do latim Plure. São células com capacidadepara transformar-se em qualquer outra célula do organismo exceto na célula embrionária. Este hábito foi de uso popular durante as lutas nos circos romanos. Têm origem mesodérmica e se formam a partir do hipômero. ter força. camada semi-permeavel do protoplasma celular. que pode. polegar. pé. estado. Pneumócito – do grego Pneuma. relativo ao ar. Na cultura romana. Polimorfonuclear . trançado. que primitivamente significava "lado do corpo" ou "costela". espírito. processo. numeroso. que tem aspecto de. Polinuclear . muitos e Pous. Poliploidia – do grego Polys. muitos. Poli . Aplica-se aos leucócitos com núcleos de várias formas ou com vários núcleos (granulócitos). designando instituição com poder tem a mesma origem do latim Pollere. Relativo ao pé. selando caprichosamente o destino dos gladiadores.do grego Pous. célula.do grego Plasma. Tat. Plasmócito – do grego Plás-m(a). sua extensão para baixo (Pollice verso) significava condenação. em forma de. Polipo . Polimorfismo – do grego Poly.do grego Polys. muitos e do latim Nucleus. célula. frequente. célula. Pleura . de cujos folhetos um fora os pulmões e o outro reveste a superfície interna da caixa torácica do lado correspondente. Plexo . Por mera metonímia. A palavra provavelmente derivou do grego Plékein. forma e do latim Nucleus. Célula epitelial da cápsula de Bowman que tem a função de suporte semelhante a um pé. numeroso. placa plana e Platus. Morph.Plasmalema . pequena semente. 73 . membrana fina. Policromatofilia . Os imperadores traziam os anéis de sinete neste dedo e o polegar apoiado no dendo indicador significava aprovação. Condição em que existem propriedades ou potenciais opostos em direções contrárias. independentes entre si. muitos. Mer(o). apresenta forma ovalada ou arredondada com abundante retículo endoplasmático granular. multiplicador. Plo. Platisma – do grego Platysma.do grego Poly. O termo pleura significava também o lado de um animal. Propiedade dos seres vivos que podem apresentar diferentes formas ou aspectos. trança. de Pneuma. envolver. mais numeroso e Potente. ar. Pneumático – do grego Pneumatykos. plano. parte e Asa. gostar. líquido constituinte e Kyto. ser forte. chato. que molda e Lemma. em. a origem da palavra é incerta.do grego Polys. muitos. entrelaçcao e Formis. vento. forma e Ismos. pé e Kytos. muitos. São classificados em dois tipos o tipo I é pavimentosa e forma a barreira hemato-aérea e o tipo II forma células mais volumosas que secretam a substância surfactante que diminui a tensão superficial do alvéolo. enzima. Polaridade – do grego Pol. Qualquer enzima que cataliza a formaçao de um polímero. Morphe. Célula do tecido conjuntivo oriunda do linfócito tipo B produtora de anticorpos circulantes. Polimerase. Galeno usava esta palavra tanto para costela como para a membrana que reveste internamente o tórax e está em contato íntimo com as costelas. Eidos. extermidade de um eixo e do latim Ar em.do grego Pleura. Células epiteliais que revestem os alvéolos pulmonares. É uma contração de "polimorfonuclear". liquido constituinte. enredar. Quando a célula apresenta um número de cromossomas múltiplo de uma célula normal. pés. O gentio de Polles é Pollicis. ter poder. Membrana celular. Que tem afinidade para muitas cores. muito. em forma de saco de paredes duplas. Podócito . Chroma.do grego Polys. especialmente de um polinucleotídeo.do grego Polys.do grego Polys. muito. eu tenho poder. Plexiforme – do latim Plexus. No entato. Podálico . sopro. Cada uma das membranas serosas. ou mesmo do latim Polleo. A palavra policia. espírito e respiração e Cytos.

isto é. Galeno usava o termo para a fissura transversa do fígado que ele achava ser a entrada para o órgão (Porta hepatis). sistema porta-hipofisário (veia–capilares-veia) sistema porta hepático (veiacapilar-veia). Esta forma abreviada parece ter surgido em meados do século XII. valer. Rufo de Èfeso chamou-a de “Phlebs Pyle”. ponto e Pungere. corpo.do grego Poros. A palavra Poples designava a parte posterior do joelho. Polissacaridio . açúcar. misturar e On. ponte. atrás. dizse sistema porta quando um vaso se capilariza e a reunião dos capilares origina outro vaso de igal conteúdo sanguineo. ou seja. eixo. o tremor (scrapie) das ovelhas e no homem todas as variantes da enfermedade de Creutzfeldt-Jakob. Aplica-se a cromossomas filamentosos com número elevado de cromátides. Hipócrates notou a veia entre o Kólon (intestino) e a Pyle (porta).E. em bioquímica seria uma pentose presente em alguns ácidos nucleícos' Sōm(a). muitos e Taini. as cinzas (ash) que ficavam no recipiente (pot). prega. Vesálio deu-lhe o nome atual “vena portae”. A palavra foi mais tarde latinizada para "potassium". mais atrás. em alguns escritos anatômicos traduzidos dos manuscritos árabes. Poplíteo – do latim Poplitis. núcleo e Oe. A palavra Plica é obviamente uma abreviatura de Plicatura. levar. relativo á mó.palavra latina que designa parte ou porção. capilar e arteríola eferente). Ponto – do latim Pontus ou Punctum. pólo. comparativo de Posterus. ruga e Plicare. passagem. Polisoma .. Potássio . Politenico . muitos e Sakharon. muitos e do latim Valens.do inglês Pot ash.do latim Pre. Porta – do latim Porta. Polpa – do latim Pulpa. semente. Ponte – do latim Pons. muito apreciada pelos romanos (semelhante ao nosso atual presunto). banda. picar. Porção – do latim Portio. muitos e Sōm(a). Polivalente .do grego Polys. relativo ao jarrete do latim Poples. atrás. parte. Organismo formado pro célulasprocariontes.do latim Posterus.do grego Polys. Prepúcio . partícula. De Pyle. antes e Putum. caminho. que faz. antes. a partir das letras iniciais das palabras inglesas “Proteinaceous Infectious + On 'particula'.Polirribossoma . temos “Pilite” a inflamação da veia porta. Posterior – do latim Posterior. Procarionte – do grego Pro. entre outras. Prion – palavra criada em 1982. principal. antes de Karyo. mais atrás. vara. o jarrete e. Postrema – feminino do latim Postremus. dobrar em franjas. Pólo – do latim Polus. carregar.do grego Polys. Pode causar. ao qual estão presos. enfermidade da vaca louca). Prega – do latim Plica. sistema porta arterial (glomérulo no rim. franzir. traduzida para “veia ad ports hepatis”. Póstero . a encefalopatía espongiforme bovina (E. palavra arcáica que significava pênis. Agrupamento de ribossomas em forma de cordão que traduzen o RNA mensageiro. à frente e Molaris. extermidade do grego Pólos. introduzir. Jarrete. carne magra. Atualmente um sistema porta perdeu esse significado. cinta. porção. exemplo. Poro . portão e Portare. Principal – do latim Principalis. poder. arteríola aferente.do grego Polys.do grego Polys. É o mesmo que polirribossoma. corpo. também dava nome a uma iguaria de porco. Trata-se de um agente infeccioso constituido por proteínas. Portio . Pelo exposto foi dado esse nome porque essa veia entrava na pela parte principal ou porta do fígado. substância fundamental e do latim In-fēc . Pré-molar – do latim Prae. superlativo de posterus. Essas palavras originam-se do grego Prōte(īna). muitos e Rib. que não contem o envoltório nuclear. A "portio vaginalis" é a parte do útero que faz saliência na vagina. 74 .B.

A próstata seria comparada a um guarda estacionado antes da bexiga. que faz. ir. sob determinadas condições. a expressão deriva da não tradução da palavra árabe Adam. A expressão deriva da idéia de que um pedaço do fruto proibido teria parado na garganta de Adão. natureza de. antes. desaparição do nucléolo e do envoltório nuclear.Procariota – do grego Pró.do grego Pró. à frente e Minere. ante. Progesterona – do grego Pró. lembrando-o sempre. parar. chamando-as de varizes prostáticas e Galeno dava o no- 75 . e Actor. Promontório – do latim Promontorium ou Promunturium. Prócero – do latim Procerus. do pecado. diante de. Para alguns. a secreção do leite pelas glândulas mamarias. antes. a expressão “saliência do homem” ficou “saliência de Adam” e daí talvez. a palavra Prostates significava “o que está à frente” e designava os chefes e líderes religiosos ou os que presidiam reuniões públicas (porque vinham á frente do cortejo). antes de e Nephr(o). Assim. No caso da meiose. a favor de. Metá. Hormônio esteróide femenino que é secretado pelo corpo lúteo que prepara o endométrio para a implantação. No grego antigo a palavra significava "um guarda que permanecia na frente". leitemais o sufixo ina. Recentemente verificou-se que as mulheres também possuem essa proeminência. Proeminência – do latim Proeminentia. importante. Prófase – do grego Pro. Proeminente – do latim Proeminens. levar adiante. Na Grécia antiga. não descrevendo a próstata. depois pela placenta para evitar a perda do embrião. No sentido embriológico é o que aparece antes do rim verdadeiro. projeção à frente e Proe. Próprio – do latim Proprius. mais saliente no sexo masculino era conhecida como pomo de Adão. próprio. especialmente os localizados nos músculos. anterior e do latim Lacte. projeção. apresentando seu material genético livre no citoplasma. Pronador – do latim Pronare. assim. elevado. Cabo. particular. Prolactina . antes de e Phás(is). Aparecimento. próprio de. replicação dos centríolos. Como uma mulher tem um pomo de um homem? Então é Pomo de Eva. hormona esteróide. Vesálio usou os termos “Pronum” e “Supinum” para a ação dos músculos radiais. aparição. projetado à frente. Prolongamento – do latim Prolongamentum. Projeção – do latim Projections. particular e Cēp. subterrâneo. Hormônioproduzido e liberado pela hipófise. encéfalo.do grego Pros. A proeminência laríngea da cartilagem tireóide da laringe. estar grávida e do grego Ona. nos textos árabes traduzidos. antes de. alto. Aristoteles apenas mencionava as vesículas seminiais. profundo. rim. Phás(is). que significa homem. o entrecruzamento dos cromosomas homólogos. Aplica-se este termo aos tecidos ou órgãos que se projetam. Fase inicial da mitose e/ou da meiose caracterizada pela condensação do DNA e aparecimento dos cromosomas. Prometafase – do grego Pró. Parte da divisão celular que precede a metáfase. semente. antes e Sta. cérebro. “glândula anterior”. que estimula. à frente e Enkephalos. receber. núcleo Et(ēs). onde o envoltório nuclear se desintegra e ocorre a liberação dos cromossomas no citoplasma. em meio a. virar para baixo. a extrapolação para o personagem bíblico. colher e Tōr(em). Receptor sensorial que recebe estímulos internos. Pronefron – do grego Pró. por homofonia. próprio. Palavra criada por Chatton em 1925 para designar um tipo de célula caracterizada principalmente por não apresentar um núcleo diferenciado. que viram a mão superior e inferiormente. tendões ou articulações que captam informações sobre a posição e o movimento de aparelho locomotor e os envía ao cérebro. Proprioceptor – do latim Prōpri(um). Processo . Em anatomia Herófilo denominava a próstata. Prosencéfalo – do grego Pro. agente. alongamento. Profundo – do latim Profundus. à frente e Jactare. promontório.do latim Processus. temos: “musculus radium in pronum (ou supinum) ducens”. projetar. para a frente e Cedere. e a seus descendentes. lançar. antes de e do latim Gest(āre). pois Eva em hebraico quer dizer mulher. lançamaneto à frente e Prae. antes de e Karyo. Próstata . no fundo. derivado de Pro. distensão.

Esta palavra foi usada inicialmente por Purkinje em 1840. como Pterion. È um complexo protéico presente em todas as células eucariótas e archaea. constituídos por longas cadeias de aminoácidos que tem formas estruturais complexas e desempenham papéis de extrema importância para a vida das células e dos organismos. protofitos).do grego Protos. Compostos orgânicos de grande peso molecular. provavelmente copiando manuscritos de John Hunter. conjunto. primeiro e Plasma. Conjunto das proteínas expressas em uma célula sob certas condições ambientais e estágio do desenvolvimento. à frente e Tuberis. enzima. coágulo. Vesálio chamava o órgão de “Corpus glandosum”. substância fundamental e Asa.me de Prostatai ao conjunto da próstata e vesicula seminal. A terminação Ion em anatomia provavelmente deriva de Kranion. Os proteossomas representan um importante mecanismo pelo qual as células controlam a concentração de determinadas proteínas mediante a degradação das mesmas. primeiro. primeiro. dependendo das condições ambientais e estágio do desenvolvimento. Ptério – do grego Pteryx. Gonion. e foi incorporada a vários termos relacionados ao crânio.do grego Pro.do grego Protos. asa. de primeira classe. de primeira classe e do latim Īna. Pröteios. Protease – do grego Prōte-(īna). embora os chamasse “Vespertilionum alarum”. pé. com referência ao material que formava os embriões. e Soma. ou seja. unicelulares ou pluricelulares. próprio de células fagocitárias e de alguns protozoários. sem distinção. Psoas – do grego Psoa ou Psoai . significa proteína. coisa formada. que se encarrega de realizar a degradação de proteinas (proteólise) não necessárias ou danosas á célula. Asterion. animal. substância fundamental e do grego Ō-ma. semelhante a. Pseudopodo . Pterigóide – do grago Pteryx. assim como em algumas bactérias. Proteossoma – do grego Prōte-(īna). Expansões ou prolongamentos citoplasmáticos. As proteínas a serem lisadas são marcadas por uma pequena proteína denominada de ubiquitina. de primeira classe. antes e Thrombos. Proteína . Atualmente rfere-se a organismos constituidos por células eucariontes. Gnation 76 . prévio e Ist-os. tais como algas.do latim Proximus. Proteoma – do grego Prōte-(īna). primero. tumoração. protozoários. devido às dissecações realizadas em animais que não possuiam estes órgãos bem definidos. antes. e do latim Īna. que têm papel na locomação e no englobamento de substâncias. Galeno usva o termo grego Psoa também para os músculos da região lombar e Jean Riolan transcreveu a palavra para o latim Psoas. Huxley definiu este material como a base física da vida. reintroduziu o termo Pterigoides. Protoplasma . partículas. a quebra das ligações peptídicas que unem os aminoácidos. corpo.muito. primeiro. ou seja. Esta palavra foi introduzida por Haeckel em 1868 para designar o conjunto de seres de estrutura mais simples (protozoários. Utiliza-se atualmente este termo para designar o material qupe comõe as células. Vesálio. Proximal .do grego Protos. lombo. Enzima que provoca a proteólise. Esta palavra foi introduzida por Gerard Johannes Mulder. asa e Oidés. Os músculos Pterigóides foram descritos e nomeados por Jean Riolan. que está mais perto. e fungos inferiores. de primeira classe.do grego Pseudos. Protista – do grego Prōt(o). Podos. Em grego Prṓtistos significa primeríssimo. falso e Pous. frente á dicotomia tradicional entre o reino animal e o vegetal. primeiro e Zoon. substância fundamental. do latim Īna. Protuberância – do latim Proe. Protrombina . agrônomo e químico holandês que escreveu em 1838 que sem proteína seria impossível a vida em nosso planeta. que não apresentam tecidos diferenciados nem órgãos. O sentido atual do termo foi introduzido por Bartholin. Protozoário . primeiro. Galeno aplicou o termo “Pterigoeides apóphysis” para os processos inferiores do osso esfenóide. Nas células eucarioticas os proteossomas podem ser encontrados no núcleo e no citoplasma. Foi o primeiro a descrever o psoas menor. O lobo médio da próstata foi descrito por Home. todas as proteínas codificadas pelo genoma de um organismo que se expressam em um determinado tipo de célula. material que sabemos hoje serem células.

saliva. em latim significava zona agrícola. em oposição a Orbs. diminutivo de Pupa. pulmão. Purkinje – Nome próprio masculino. polpa do dente. assim como a do observador refletida nela. casca de noz. Possivelmente o termo derivou do grego Pleumon. Ptialina . Na linguagem rural (Rus. Pulmo . passou a designar o produto da poda e também do broto remanescente. variante do grego Pneumón. O termo Pulpa era aplicado.etc. polpa lienal etc). Consta que foi dado tal nome a essa parte do globo ocular porque os objetos do exterior ali se refletem em tamanho muito pequeno. Pulmão – do latim Pulmo. O Ptério é o ponto craniométrico assinalado pelo encontro dos ossos frontal. no sentido de prepará-las para a primavera. 77 . batimento ou choque. jovem discípula ou órfã menor de idade. a várias estruturas que tinham em comum a característica de maciez (polpa dos dedos. pulmão. adulto. Púrpura – do grego Porphýrā. Pudendo .do latim Pudendum. relativo à carne macia. tarvesseiro. pulmão.do grego Ptyalon. Este termo foi introduzido em patologia em 1735 por Werlhof para designar afecções da pele tais como. Pulpar – do latim Pulparis. carapaça de tartaruga. Por extensão. foi o primeiro Fisiologista a manter um laboratório em caráter oficial (1842). Notou a importância das impressões digitais (1823) descreveu as glândulas sudoríparas (1825) e introduziu o termo protoplasma (1839). molusco que produz uma tinta violácea. punho. descobriu também as células do cerebelo (1835) e as fibras subendocárdicas (1839). O mesmo que pulpar. Punho – do latim Pugnu. poeira). Estas células estão entre os neurónios maiores no cerebelo. manchas ou pontos roxos devido a pequenas hemorragias subcutâneas ou também chamadas de petéquias. parietal. relativo ao púbis. uma camada do cortex no cerebelo. putamen era a poda que se fazia regularmente nas árvores frutíferas. cidade). púbere. Púbico – do latim Pubicus. Pulso . Designava tambem a porção mais elevada (cabeceria) do leito (Thalamus). Cícero chamava Pulpa às mamas e/ou nádegas de adolescentes. Púbis – do latim Pubes. Exímio Histologista iniciou os cortes com o micrótomo (antes feitos à navalha) e foi pioneiro no uso do bálsamo na montagem de lâminas e do ácido acético e bicromato de potássio na técnica histológica.do latim Pupilla. As células de Purkinje enviam projecções inibidoras para o núcleo cerebelar profundo. Empregado com referência aos órgãos genitais externos. A palavra também era escrita Polvinar ou Polvinus e provavelmente derivou do latim Pulvinulus (um pequeno banco de areia ou elevalção de terra) derivada de Pulvis (pó. e constituem a única saída de toda a coordenação motora no córtex cerebelar. após a colheita. envergonhar-se de. Pupila . As células de Purkinje formam a camada de Purkinje. com uma árvore dendrítico muito elaborado. que a palavra derivaria de Putare. temporal e esfenóide. podar. liocalizada entre a camada molecular e a camada granulosa. sendo professor de Fisiologia em Breslau (183-1850) e depois em Praga. Pulposo – do latim Pulpous. O mesmo que pulposo. Células de Purkinje. Pulvinar – do latim Pulvinar ou Pulvinus. Putame – do latim Putamen. Sua árvore dendrítica forma camadas bidimensionales através das quais passam fibras paralelas provenientes das células musgosas localizadas na camada granulosa. O equivalente grego é Karpós. nascido na Boêmia. caracterizadas por um grande número de espinhas dendríticas. menina. As células de Purkinje encontram-se alinhadas como peças de um dominó colocadas uma em frente à outra. alguns etimologistas alegam. almofada.do latim Pulmo. em Anatomia. Johannes Evangelista Purkinje (1787-1869).do latim Pulsus. A palavra também era escrita Pupulla e tinha outros significados coma aluna. sem muita convicção. Por causa disto. relativo à carne macia.

suco. duas linhas cruzadas. secreção. . recibe e do latim Tōr(em). Quadrado – do latim Quadratus. que leva.do latim Radix. Quadriceps – do latim Quadri. e In. disposto em forma de raios. quadrado. quadro. enzima. de textura córnea. Quinase (cinase) – do grego Kīn(ē). Receptores adaptados a estímulos químicos. Chylos. camada e In(a). a primeira tendo o significado de uma secreção ou suco preparado. substância e Kytos. Quimera – do grego Khímaira. Queratina – do grego Kerat. Em grego. Quimo . O nome da letra grega Chi maiúscula é X. Quitina – do grego Khit(ṓn). através da veia porta. Pela sua forma. recebeu este nome pela sua característica de emitir raios ou irradiar.Q Q. e In. célula.do grego Chiasma. Substância enzimática que converte uma pró-enzima em uma enzima. mostrar um engano porque era costume os gregos antigos marcarem os erros à margem de um manuscrito com este sinal. realtivo a radícula raiz. e a segunda. Galeno acreditava que o alimento digerido era absorvido nos intestinos e transportado ao fígado. secreção e do latim Fer-u(m)/-a(m). dividir.do grego Chymos. esto é. suco. o osso foi comparado aos raios de uma roda e o termo parece ter sido introduzido por Celso. Quiasma .S. mover e Asa. Radicular – do latim Radicularis. realtivo ao osso rádio. 78 . Também pode vir do termo grego Schisma. R Radiado – do latim Radiatus. portanto de dois genótipos distintos. Rádio . Quilifero . quadrado. de textura córnea. Radícula – do latim Radicula. produzido. substância. assim como o paladar. que constitue a parte fundamental das camadas mais externas da epiderme nos vertebrados. Usada nas receitas médicas. com intensidade e Coger. Sustância protéica muito rica em enxofre. química e O. raiz. esquadro. túnica.do grego. equilibrado. suco. cabeça Quadril – do latim Quadrus. quanto basta. O verbo grego Chiazein significava marcar um erro. que tem quatro lados. Aplica-se especialmente aos sucos produzidos pela digestão. Radial – do latim Radialis. Polímero de cadeia longa é o principal polissacarídeo da parede celular dos fungos e tambme forma o exoesqueleto dos artrópodes. diminutivo de Radix. também se aplica ao fenômeno parecido produzido por inxertos. repetição.do grego Kerat.do grego. cabra. especificamente transferindo um grupo fosforilado do ATP (ou fosfato de alta energia) para outra molécula aceptora. que faz. e Caput. O elemento químico descoberto pelo Casal Curie. raio de uma roda. substância. em estado natural. em 1898. como Chylós. Queratinócito . as palavras Chylós (quilo) e Chymós (quimo) eram quase idênticas. Monstro mitológico com cabeça de leão e corpo de cabra. Da-se esse nome a um organismo criado artificialmente que se desenvolve de um embrião que se compõem de células de dios indivíduos diferentes. Quilo . o olfato ou nos corpos carótido ou aórtico. Termo aplicado aos vasos que levam o quilo ao sangue. Chylos.do latim Radius. uma secreção. Quimiorreceptor – do grego Khymei. A célula mais freqüente da epiderme que sintetiza queratina. irradiado.Abreviatura das palavras latinas "Quantum Sufficit". uma secreção já elaborada. Radical . raiz.

que recebe estímulos e os transmite aos órgãos nervosos correspondentes.do latim Re. pois estas se encontram no ápice da cóclea (helicotrema). gancho. retornar. coluna vertebral e do latim Ān-u(m)/-a(m). voltado sobre si e Reflectere. moer. Raiz – do latim Radix. recuado. coisa e Medeor.do latim Res. Recombinação gênica: Processo que leva a obtenção de um novo genótipo pela troca de material gênico entre sequências homólogas do DNA. regato. Rede – do latim Rete. Reflexo – do latim Reflexus. costura. substância química. que cura. como sutura e seu uso só foi difundido a partir do século XVIII.do latim Rana. Talvez a palavra sugira. rim e In. que passou a significar subida ou ladeira porque escalar um terreno elevado era necessário agarra-se com ganchos ou unhas. realmente degraus ou escada (o que mostra a impropriedade do termo). rã. Redondo – do latim Teres. A palavra rampa. para trás. região. rede. "voz de rã". de novo e Molinare. mover as pás do moinho. Foi dado esse nome ao cisto da glândula sublingual devido à voz grossa e áspera. 79 . raiz Ramo – do latim Ramus. em português. Ppopularmente conhecido como recaída é o retorno da atividade de uma doença. Renal – do latim Renalis. Recesso – do latim Recesus. voltar-se. O que faz recepção. Na orelha média não há. Raphé foi traduzida para o latim por Celso. Raqui – do grego Rhakhi(d). ação. Raio – do latim Radius. emparelhar. Remédio . Que está relacionado com a coluna vertebral ou medula espinal. coluna vertebral. tornar a dobrar. que faz. estaca. voltar. sutura. e Ren. Rasgado – do latim Lacerus. cilindro. Renina – do latim Ren. Rego (Rivus) – do latim Rivus. retornado e Recurrere. unha. Processo pelo qual o material genético de um organismo origina uma cópia de si mesmo. nem externamente nem em secção. para trás. É uma enzima proteolítica secretada e armazena dos rins. exprime uma ação. ribeiro. Unir de dois en dois. embora não tenham realmente este formato. Este termo é arcaico. relativo aos rins. que volta. Rampa – do latim Scala. com o diminutivo Ula. afastado.do grego Rhakhi(d). repetir e T-iōn(em). Rânula . Cep. Estrutura especializada do organismo. Replicação – do latim Re-plic(āre). usado nos poemas homéricos no sentido de costura de arreios ou amarras de armaduras.Rafe – do grego Raphé. O termo rampante com este significado permaneceu em botânica e animais trepadores. degraus. que apresentam os pacientes de tal afecção. por extensão. Os músculos redondos maior e menor foram assim denominados por William Cowper. Regeneração . Remoinho – do latim Re. Com-binā(re). Na nomina anatômica a palavra original é “Scala e foi traduzida para rampa. Recombinação – do latim Re. deriva do antigo termo árabe Rimpfam. produzir. rins. a idéia clara de subida das rampas. em caracol. outra vez e Generare. relativo. embora alguns aleguem que a semelhança adviria da escada circular. Recidiva – do latim Recidivo. tubo redondo. recebe e Tor. Pode ser uma manifestação clínica ou laboratorial. local. Receptor . após ascender desde sua base. raio de roda.do latim Re. Raquideano . Região – do latim Regio. garra. rasgado. ramo. escada e scandere. Quando a doença não apresenta atividade detectável diz-se que há uma remissão completa. repetição. T-iōn(em). subir. Recorrente – do latim Recurrens. trepar. sua função no sangue é converter o angiotensinogênio e angiotensina. lacerado.

amputação. adaptou o termo árabe Reschet (equivalente ao primeiro sentido da palavra Amphiblestron) no segundo sentido e inventou a palavra retina. da membrana que o contém.C. rede. Reto . e o inverso. relativo à rede. Galeno em suas dissecções de animais inferiores chamava a retina de Amphiblestron. adiante. É interessante notar que nem sempre o reto foi considerado a última parte do intestino. repetição e Pro. Retina . Restiforme – do latim Restis. para trás e Pubicus. Reticulócito . amarra. conduzir. na bioquimica para designar a aldopentosa presente em alguns ácidos nucléicos e a terminação Osa que em química signifca carboidrato. segurar. relativo ao reto. em forma de. Alguns etimologistas alegam que a palavra latina seria a transcrição literal do grego de Retine. relativo ao duodeno. neste processo se despreende dióxido de carbono e água. mas o termo foi introduzido por Galeno após dissecar mamíferos inferiores. pois corresponde ao inglês resection. Esta visão persistiu na posição das pregas transversais do reto (a primeira é a inferior e a terceira.Reprodução – do latim Re. reto. Na linguagem médica deve-se preferir ressecção ao invés de resseção. precursora das hemáceas. Retal – do latim Rectalis. résection em françês e resección em espanhol.do latim Re. O corpo restiforme. O termo grego equivalente é Proctos. mas antigamente era a primeira porque possibilitava o acesso direto ao intestino (para clitóris. provido de fina rede. resina. cortar fora. respirar. Esta célula. 80 . reiteração. com o sentido de operação cirúrugica. para trás e Duodenalis. transporte de dióxido de carbono (CO2) das células para a atmosfera novamente. Respiração celular (Citologia): conjunto de reações químicas. operação cirúrgica. célula. Respiração celular (Fisiologia): transporte de oxgênio da atmosfera para as células.do latim Re. o início. Rib. no interior da célula. Ressecção . Ribose – palavra criada por Fischer em 1891 a partir de arabinose. 3) transporte de oxígenio e dióxido de carbono pelo sangue e líquidos corporais para as células ou destas para o sangue. rede e do grego Kytos. que respira. Retroduodenal – do latim Retro. Assim Hipócrates e Mondino de Luzzi nomeavam o duodeno como a última porção dos intestinos e chamavam o reto de Archos. palavra que em grego tinha dois significados: uma membrana envolvente ou fina rede para cobrir o pescado e é óbvio que Galeno usou-a no primeiro sentido. O segmento terminal do intestino grosso. correia. sem flexuras. O termo Sectio. entre o oxígeneo e os componentes alimentares (glicose. Retículo – do latim Reticulum. direto. O termo ainda nomeia uma pretensa característica morfológica de alguns músculos estriados esqueléticos. Abrange os dois atos: a inspiração e a expiração. Retropúbico – do latim Retro. as duas modalidades básicas são a assexual ou vegetativa e a sexual ou germinativa. Respiração . Este termo foi introduzido por Krumbhaar em 1922 na inglaterrra. Respiratório – do latim Respiratorius. outra vez (expressa o sentido de repetição) e Spirare. que é a entrada e a saída do ar entre a atmosfera e os alvéolos pulmonares (inspiração e expiração). corda. diminutivo de Rete. outra vez e Sectio. cabo e Formis. chamando a retina de “involucrum corporis vitrei”.do latim Rectus. 2) difusão do oxigênio e do dióxido de carbono entre alvéolos e sangue. O prefixo Re neste caso exprime a idéia de repetição. foi descrito em detalhes e nomeado por Ridley em 1695.do latim Retina. ácidos graxos e aminoácidos) para a obtenção de energía. por causa da consistência do humor vítreo e. relativo ao púbis. Dūc. não é reto em nenhum sentido. ao traduzir as obras de Avicena. e Retinere. Herófilo foi o primeiro a descrever a retina. quando corada aparecem no citoplasma regiões coradas em grânulos ou em rede. amputação. na espécie humana. tipo de açucar. Gerard de Cremona. Retináculo – do latim Retinaculum. a superior). para trás.do latim Reticulum. relativo à respiração. Este proceso consta de três etapas: 1) ventilação pulmonar. diminutivo de Rete. sectionis foi utlizado pela primeira vez por Plinius no século I d. Reticular – do latim Reticularis. por exemplo). Vesalio entendeu o sentido da palavra e assinalava o engano. por extensão. levar. Processo biológico que permite a produção de novos organismos o que é común a todas as formas de vida conhecidas. reter. conhecido também como pedúnculo cerebelar inferior.

aldopentosa presente em alguns ácidos nucléicos e do grego Som. pequena. S Sacarose . Claudius GALENO (131-200 D. fenda. Rodopsina – do grego Rrhodo. ruga. termo utilizado por Shakespeare (Alegres Comadres de Windsor). Da mesma forma. visão e In(a) quím. Rombóide – do grego Rhombos. a expressão foi traduzida para o latim 81 . Os Rostra eram tribunas fixas para os oradores na praça pública ( Forum). Rinal – do grego Rhinio. obtuso. ao olfato e Enkephalos. a palavra deriva deste estrado. Sacciforme – do latim Saccus. odre. não profano. pálpebras etc) e não as paredes propriamente ditas. rombudo e Oidés. Rins eram popularmente considerados como a sede da consciência e reflexão. Risório – do latim Risorius. forma de. sulcar. vermelho. ornadas frontalmente com esporões dos navios tomados aos Volscos por Âncio durante a guerra de 350 a. como monumento votivo a “Columna Rostralis”. ritmo. Rubro – do latim Ruber. arreganhar os dentes. rombudo e Enkephalos. odre e Formis. esporão de anvio. saco. rodar. Por causa da ação do bico das aves alguns etimologistas associam Rostrum a Rodere. Sacro – do latim Sacrum. mas não é documentado seu uso anatômico. objeto pontudo. fratura. com fins medicinais. bico de ave. enquanto que a posterior é lisa. Os antigos romanos chamavam Saccus ao pequeno recipiente de couro usado para guardar vinho ou para um pequeno saco com ervas usado colado ao corpo. Rima – do latim Rima. provou que a secção da medula espinhal provoca paralisia abaixo do nível da secção). Pigmento avermelhado fotossensivel próprio da retina de peixes marinhos e vertebrados superiores que é importante na visão noturna. pregas. sagrado. Tecnicamente o termo aplica-se unicamente ao intervalo entre margens opostas (Ex. ao olfato. obtudo. por ocasião da vitória de Duílio. mas a palavra ieron tinha também o significado de “ilustre. cérebro. e uma série de versículos da Bíblia referem que Deus inspeciona os rins. Rotador – do latim Rotare. poderoso. corpúsculo celular. Lábios. Rim . drobra. intocável.C. Ruga – do latim Ruga. roda e Ula(m). O termo utilizado para esse osso é patela. rachadura e Rimor. encéfalo.C. Rótula – do latim Rot(am).do grego Sakcharon. o Talmud afirma que um dos dois rins é bom e outro mau. Rombencéfalo – do grego Rhombos. Saco – do latim Saccus. dos seres humanos. açúcar. Em medicina significa cadência do pulso. na Espanha em 1493. importante. saco. Em seu sentido anatômico. que faz sorri. guarnecida dos esporões dos navios tomados ao inimigo. O termo latino Renes em inglês está relacionado com a palavra rédeas. O termo também era a forma arcaica de “Rosto”. Ritmo – do grego Rhythm(o).) fundador da fisiologia experimental (mostrou que a urina se forma nos rins e não na bexiga. Rostro – do latim Rostrum. sorriso. erigiu-se em Roma. em forma de. como sinônimo de projeção anterior. cadência.do latim Ren que é singular de Renes. quebra. visto que só aparece na época medieval. cérebro. roer. sua face anterior é convexa. glorioso”. rosa e Opsía. ou rédeas. e Risus. Os gregos e Galeno chamavam este osso de “ieron osteon” (osso grande). Por este último sentido. que significa órgão duplo. fender. relativo ao nariz. Rinencéfalo – do grego Rhinion. prega. O equivalente grego é Nephrós. Também existem as hipóteses da derivação de Ringere. dar voltas e Actor. afastando os lábios ou mesmo do grego Rigma. Organela celular onde se realiza a tradução da expressão gênica. Osso plano e redondo localizado na região anterior do joelho. encéfalo. Ao termino da 1ª guerra púnica. Substância. relativo ao nariz. No latim clássico rótula significa rodinha.Ribossoma – do inglês Rib. agente.

do grego Sarx. Sua função é distribuir oxígenio. em direção ântero-posterior. fluxo. diversas hipóteses foram aventadas para explicar a denominação deste osso. Membrana muito fina que envolve por completo cada uma das fibras musculares. Existe duas estruturas em anatomia que receberam esse nome devido a sua estrutura ter aparência de tuba. escondido. seria considerado como uma das bases da ressureição. Como a medicina árabe utilizasse costumeiramente as sangrias. Seria a tuba do útero (trompa de Falopio) e a tuba auditiva (trompa de Eustáquio). rotadora lateral. Estrutura em forma de trompa. Sagital . Corpúsculo celular. ao mesmo tempo. nutrientes e outras sustâncias para as células do organismo. carne e Plás-m(a).do latim Saliva. secreto) aparece nos textos de Avicena nomeando as veias do membro inferior e possivelmente os tradutores usaram.reta. na típica posição de costura adotada pelos alfaiates romanos. Sarcômero .do latim Sagitta. parte. Sarcoplasma . Sarkos. as veias superficiais foram detalhadamente estudadas e o termo deve ter surgido por comparação com o trajeto das veias do membro superior. O termo pode ter derivado da visibilidade óbvia das veias da perna. Sarkos. trombeta e Palatinum. 82 . Parece que a idéia de comparar esta sutura com um dardo vem da sua descrição nos trabalhos de Ibn Jami . separação. A partir desta confusão.do grego Sarx. para outros porque seria o maior segmento da coluna vertebral. Salpingopalatino – do grego Salpinx. carne e Meros. ou também do árabe Al safin. Sebácea – do latim Sebaceus. trombeta. ao contrário do que ocorre com as veias safenas (magna e parva). A palavra “al-safin” (escondido. carne e Lemma. visível. Para uns. Sarkos.do grego Sarx. Sarcolema .do grego Salpinx. Dai significar: 1º . claro. Líquido geralmente de cor roxa. que são visíveis por toda sua extensão. que se repete ao longo dela.em forma de seta. Segmento da miofibrila. alfaiate. meio viscoso. Saculiforme . líquido constituinte. fazendo com que uma perna cruze sobre a outra. A palvra “sacrifício” é composta do latim Sacrum (sagrado) e Officium (trabalho). trompa de Falopio. a palavra grega inadequada. portanto. Secção – do latim Sectio. e recolher destas os produtos de descarte (excreção). Líquido alcalino claro. Citoplasma das células musculares. seta.do latim Sebum. untado. divisão. Unidade estrutural e funcional das fibras musculares estriadas. sebo. guardaria as vísceras que seriam oferecidas como “iguaria especial nos sacrificios”. Safena – origem duvidos pode ter vindo do grego Saphena. suco da boca. facilitar a deglutição e iniciar a digestão de alguns alimentos. segregado pelas glândulas salivares. Salpinge . vertido na cavidade bucal. Corresponde as mitocôndrias presentes no citoplasma das fibras musculares. sangue. impróprias para aquele procedimento. Sáculo – do latim Sacculus. odre.Em forma de “sacos” ou bolsas. Saliva . dardo. por estarem escondidas ou ocultas. carne e Sōm(a). Sangue – do latim Sanguis. Corresponde à membrana celular das fibras musuclares. mebrana fina.relativo ao palato. corte. Glândula da pele que secreta e elimina gordura. e que serve para amolecer. folha.do grego Sarx. por homofonia. É constituído por uma parte líquida o plasma e por células em suspenção: hemácias. por causa de sua resitência à deterioração ou porque abrigava os “sagrados” órgãos da reprodução. e de cuja contração resulta no encurtamento da fibra muscular. trompa. gorduroso e Sebum. sebo e do grego Rhoia. diminutivo de Saccus. Sarcosoma . 2º . O músculo recebeu este nome por causa de sua ação flexora e adutora da perna e. O termo “sagital” foi introduzido por Henle e dado à sutura interparietal por causa de sua forma. semelhante a uma seta. Seborréia .com “os sacrum”. saco. manifestada comumente pelas varizes. secreto. Mas esta palavra grega não tinha aplicação em anatomia e nem à veia em questão. que circula pelas artérias e veias do corpo dos animais. leucócitos e plaquetas. tuba. visíveis apenas parcialmente e. Sartório – do latim Sartor.

relativo a sêmen e Semen. móvel simples e rústico. Passou por extensão. As selas de couro e os estribos somente foram introduzidos no Ocidente no século IV. relativo à lua. O termo deriva do latim tardio (medieval) “Sensorium”. Hormônio gastrointestinal que é liberadp noduodeno quando chega o ácido proveniente do estômago. membranoso. pelos otomanos. sentar. metade. Segmento – do latim Segmentum. significando também o agente da ação. Sensorial – do latim Sensorialis. Seminal – do latim Seminalis. originalmente. em segundo lugar. No entanto também pode ter vindo do grego Ekkrisis. Como se pode observar a palavra Sinus em latim. cadeira.Secreção – do latim Sē. pedaço. propriamente no sentido de bolso. A palavra provavelmente originou-se por aliteração do latim Sedella (assento). a cavidades e recessos com uma só entrada. meio e Pennatus. espaço oco. vaso. apenas um local para sentar. fosso. tinha diversas conotações diferentes. metade. meio e Lunaris. metade. como os seios paranasais e os seios das válvulas aórtica e pulmonar. Semilunar – do latim Semi . parte e Crē. Septorum) era um recinto cercado onde os cidadãos eram encerrados por centúrioes e de onde saiam para votar. em anatomia. separar e In(a).do latim Sinus. a sela turca (usada originalmente pela cavalaria do exército otomano) designa o reposteiro ósseo para a glândula hipófise. feito de tiras de couro trançadas sobre uma armação de madeira. meio. No sentido de canal (como nos seios da duramáter. relativo aos sentidos. penado. metade. um de cada vez. não essencial. e Sedere. sentido e Sentire. a palavra significava. à cadeira. parte aquosa do leite. bolso. impressionável. portanto. substância. canal. Secundário – do latim Secundarius. relativo ao círculo. no seio do tarso ou nos do pericário). Secretina – do latim Se. tubo. transportar. todas elas com o sentido “oco. relativo ao assento. semente. Sensitivo – do latim Sensitivus. Originalmente a palavra era Saeptum (cercado) e Saepire (cercar com sebe). fatia. Semimembranáceo – do latim Semi. parte. cunhado por Boécio. vela de barco.do latim Semen. relativo a envelhecimento prematuro ou mórbido. soro. Serosa – origem incerta. Senil . sensível. Talvez do latim Serosus. meio e Tendinosus. tapume e Marginalis. o Saepta (plural. ou de Serum (soro lácteo) e esta. metade. separação. É possível que esta confusão entre o local e órgão tenha gerado o sentido popular. Segundo – do latim Secundus. sua função é estimular a secreção do pâncreas. tendinoso. Designava uma dobra de tecido no vestido das mulheres para caregar e amamentar os filhos (mas não designava as mamas). depois do primeiro. lunar. sentir. Crē. ligado. Conjunto de espermatozóides e substãncias fluídas que são produzidas no aparelho genital masculino dos animais e da espécie humana. carregar. Em anatomia. e Sepire. atar). Sentido – do latim Sensus. Em latim Secrētiōn(em) significa. segundo. significando local das sensações. Septomarginal – do latim Septum. o termo está incorreto. cercar. cerca de madeira. Semipenado – do latim Semi. emotivo. provavelmente do latim Serus (tardio). tapume. Semicircular – do latim Semi. à sensibilidade. e Canalis. separar. Esta 83 .do latim Semen. Semitendíneo – do latim Semi. sem apoio para a cabeça ou o dorso. semente. ou uma corrupção do latim Serum. secreção. Seminífero . Semicanal – do latim Semi. Sela – do latim Sella. arco. porque era a porção restante do leite no processo de fabricação do queijo ou manteiga. semente e Ferus. parte. o termo é aplicado. Os gregos e romanos não tinham selas de couro e. Selar – do latim Sellaris. relativo à margem. a designar uma parede divisória. Seio . levar. cerca de madeira. atado. Sêmen . escavado” ou “encurvado e saliente”. meio e Circularis. Em anatomia. Na antiga Roma.do latim Senilis. Serosus poderia derivar do latim Serere (ligar. Septo – do latim Septum. meio e Membranosus. metade.

semelhante. Serus. Galeno admitia que o tronco simpático fosse apenas uma parte do nervo vago. processo. É uma camada sincicial que se desenvolve a partir do trofoblasto. tocar.C. sexo. união. por causa de suas formas. Sinapse .do grego Sigma (a letra grega S) e Eidos. Vesalio embora tenha . afeição. Transporte de dois solutos através de uma membrana na mesma direção. união. com. um eixo ou plano de simetria. união. Durante séculos.última associação seria devida à característica do líquido secretado pela membrana. união. medida.lhe reconhecido a natureza diversa. Associação de indivíduos animais ou vegetais de diferentes espécies. Throfos (alimentação) e Blastos (formadora). união. Adequada proporção das partes de um todo entre si e com o próprio todo. vespertino. simples. tocar. o mesmo que serratil. com e Port. Simbiose – do grego Sýn. junto. a parte simpática do sistema nervoso autônomo recebeu também os nomes de Nervus Magnus Harmonicus e Nervus Consensualis Magnus.do grego Syn. Uma célula ou massa protoplasmática com inúmeros núcleos. saliva e Rhoia. serrote. sem uma cavidade articular. célula. continuou achando-o dependente daquele nervo. com e Metr(o). único. Os músculos serráteis receberam este nome por causa de sua origem múltipla. Antigamente a letra S maiúscula lembrava a nossa letra C. Simporte . com aspecto denteado. situada por fora do citotrofo- 84 . Sinaptonêmico – do grego Sýn. Por causa da semelhança entre estes pequenso ossos e as sementes do gergelim. em que os associados “ou simbiontes” tem proveito da vida em comum. ânimo. Sesamóide – do grego Sesamen. e Serra. junto. do grego Ton(o). serreado e Serrare. Sialorréia . Simpático – do grego Sympathetikos. tendo uma função específica para a perpetuação da espécie. Tensão e In(a) quím. Sinatrose . atribuindo-lhe este nome por causa de suas comunicações com quase todos os nervos do corpo. ao anoitecer. Estrutura proteíca que ocupa a zona intermediária entre os cromossomos em sinapse no zigóteno. passando o nome a designar ambos (membrana e secreção). Simples – do latim Simplex. planta ou semento de gergelim. sendo comum nas obras de Oribásio e Galeno. Substância. para ter um centro. simpático e Syn. Serreada – do latim Serratus. tardio. junto e Kyto. Serrátil – do latim Serratus.do grego Sýn. Soro. singelo. Articulação não móvel. Sigmóide . semelhante ao soro. Simetria – do grego Sýn. Regularidade no arranjo das peças ou pontos de um corpo ou figura. Sinciciotrofoblasto – do grego Syn.do grego Sialon. Hap. com o atual significado biológico proviente do alemão Symbiose antes de 1877.do grego Syn. junto com e Pathos.. serrar. Nomeia a parte final dos colos e um dos seios da dura-máter. serreado. como ocorre nos ossos do crânio que estão unidos por tecido fibroso ou cartilaginoso. devido provavelmente às comunicações deste como os primeiros gânglios cervicais. união. fluxo. Termo criado por Galeno no século II d. Bios vida e O-sis. estar em contato e Nē-m(a). processo. fio. este termo foi reintroduzido em inglês em 1622. articulação e Ō-sis. depois do esperado. Serotonina – termo híbrido do latim Ser(um). Sexo – do latim Sexu. O termo era originalmente aplicado a várias estruturas encurvadas. gergelim e Oidé. juntamente. Thomas Willis foi o primeiro anatomista a perceber a real essência do tronco simpático. Serotino – do latim Serotinus. O mesmo que serreada. Neurotransmisor do sistema nervoso central com ação vasoconstritora. Em grego symbí ōsis que significava 'convivência' mas não era usado com referência a animais. Em anatomia corresponderia aos órgãos sexuais que distinguem enter o macho e a fêmea.do grego Syn. transportar. Esta palavra foi criada para significar o ponto de contato dos neurônios. O terceiro dente molar recebeu este nome porque erupta tardiamente. forma de. Arthr(o). Sesamo – do grego Sēsamom. junto e Haptein. Sincicio . como uma serra. aumento do fluxo simultâneo.

do latim Sinus. Síndrome não é doença. Junto. Síndrome – do grego Sýn. Contração do músculo cardíaco ou qualquer víscera oca. Processo de obtenção de um composto a partir de sustâncias mais simples. junto. em três partes: Soma.do grego Synphisis. Phrén e Psyché (corpo. singular. Sinóvia . Syndromḗ foi utilizado inicialmente por Galeno para significar tumulto. Junto. união sexual. medicina. distinguem-se sístoles auriculares ou atriais e as sístoles ventriculares. informática. disposição. isolado. e na Inglaterra com o atual significado fisiológico em 1847. com e do latim Ovum. Sístole . corpo e Pleur(á). Sínfise -. osso e Ó-sis. com e Istemain. estar situado. bolso. Termo utilizado por Aristóteles (IV a. Sinusóide . união e Gamíā. junto e Desmos. sôlha (peixa achatado). Costelas. Significa “aderência”. processo. Solitário – do latim Solitarius. Sincondrose – do grego Syn. solitário. junto e Thé-sis. como as soldaduras dos ossos de crânio. Sinéquia . foi reintroduzido inicialmente com esse significado em 1660. mente e alma).do grego Syn.do grego Syn. Contribuição ativa de vários órgãos ou medicamentos para realizar uma determinada função. A sinóvia tem aparência de clara de ovo. Os médicos gregos tinham sua doutrina apoiada na divisão do corpo humano. respiratório etc. continuidade. "ajustar". Em biologia seria um conjunto de órgãos que no conjunto realizam uma determinada função. urinário. Somático – do grego Somatykos. e do latim Synthesis. União de ossos adjacentes por meio de matéria óssea. separado. corpo.C) para designar cooperação.do grego Syn.Eis uma palavra cuja origem permanece desconhecida. Sóleo – do latim Solea. administração. O termo foi introduzido por Paracelso. É um conjunto de elementos ligados harmonicamente. Conforme mencionado vem do grego Syistima significa "combinar". junto. tal como no sistema digestório. 85 .do grego Sýn. Sinostose – do grego Sýn. Vide o termo aparelho. "formar um conjunto". conjunto e Syn. Singâmico . peritoneal e cerebroespinhal). Sindesmose é uma sínfise fibrosa. com. ficar. crescer junto. filosoficamente. Soma . União dos gametas para formar o zigoto. um peixe de corpo achatado (Pleuronectus solea). Oste(o). atuação. golfo. relativo ao átrio. Sistema – do grego Systima. É uma definição que acontece em várias disciplinas. na Medicina grega. apertar. sola de sandália. Seu nome provém provavlemente da forma semelhante à solha. somático.do grego Syn. Parede lateral do embrião que consiste em uma camada ectodérmica alinhada com o mesoderma. de modo a formar um todo organizado. como biologia. A Psyché não era considerada como geradora de doenças. Syn. com. cartilagem. junto. No coração. composição.blasto. ligamento. seio ou cavidade e do grego Eidos. Mas ele usava a palavra sinovia também para designar qualquer fluído corporal claro (liquido pleural. Sindesmose . Somatopleura – do grego Sōm(a). Este termo foi reintroduzido em 1519 com o significado atual para designar um conjunto de síntomas e sinais que ocorrem em uma mesma patologia e que em seu conjunto definem o diagnóstico e o quadro clínico de uma condição médica.do grego Soma. Síntese . junto. união e Drom(o). Usavam a palavra Somatykos (do corpo) em oposição à Phrenykos (da mente) mas não à Psychikos. Sinergia – do grego Sýn. crescimento. solitário. União.do grego Synechia. com e Physis. carreira. ovo. na qual começam a surgir as lacunas trofoblásticas que levam a formação de vilosidades entre o embrião e placenta. é uma condição médica. Sinoatrial – do latim Sinus. provavelmente pela semelhança de cor e consistência do liquido articular com a clara do ovo. isolado. junto e Stellein. com e Chondros. semelhante. Singular – do latim Singularis. união e Ergíā. sulco. Sódio . relativo ao corpo. vaso e Atrialis.

pegar. leito nupcial. Subdural – do latim Sub. Mandibula. sobre. Submandibular – do latim Sub. corpo Eīt(ēs). T Táctil . A palavra Sutura. Sulco – do latim Sulcus. 86 . A palavra Superficies é composta de Super. Subclávio – do latim Sub. tangível. pH e iônicas). perceptível ao tacto Tangere. Supercílio – do latim Super. face. agente. abaixo. apoio. relativo à clavícula. pestana. abaixo. suporte. facilita a degradação dos hidratos de carbono para sua absorção. acima. alinhavado. No aspecto fisiológico representa a secreção de células ou de glândulas. lado de uma coisa ou objeto. fenda. Termo alternativo para designar a glândula adrenal. Substância – do latim Substantia. Vesálio usou os termos “Pronum” e “Supinum” para a ação dos músculos radiais que viram a mão superior e inferiormente. corrupção de Facies. elemento anatômico. greta. sob e Clavius (Clavicularis). tocar. essência. sobre e Cilium. No entanto o nome mais adequado segundo a nomina anatômica é supra-renal. como tradução do termo equivalente do grego Raphén. Sudoripara . costura. superlativo de Superus. agente. relativo aos rins. Supinador – do latim Supinare. Glândula da pele que elimina o suor. Assim temos: “Musculus radium in pronum (ou supinum) ducens”. O mesmo que panturrilha. Pequena área que fica na região posterior do diencéfalo. acima. suor e Fer-u(m)/a(m). suco.do latim Sudor.do latim Suor. substância e Sustare. ou secreção enzimática de natureza alcalina da porção exócrina do pâncreas. Suprema – do latim Supremus (forma feminina). Sura – do latim Sura. parte posterior da perna. sob e do grego Thalam. Superficial – do latim Superficialis. Glândula túbulo-enovelada. Superior – do latim Superior. Subtálamo . tal como: suco gástrico. sobre e Renalis. Geralmente usado par designar a parte posterior (abaulada) da perna. Cada um dos elementos em que se divide o mesoderma do tronco do embrião. Suspensão aquosa de substâncias compatíveis com os organismos vivos devido as suas características físico-quimicas (osmóticas. na superfície. baixo de. acinma. dura e Mātre(m). ácida. em cima. Sua principal estrutura é o núcleo subtalâmico. sua natureza ácida facilita a degradação dos alimentos para sua absorção. mãe. Soro – do latim Ser(um). queixo. à vista.do grego Sōm(a). abaixo do sulco hipotalâmico. que leva. soro.do latim Tactilis. do estômago. deitar de costas e Actor. Suor .do latim Sub. comparativo de Superus.do latim Sutura. Dūra(m). material. Relativo também ao ato de costurar tecidos animais. secreção enzimática. a face superior. parece ter sido introduzida por Galeno ou Celso.Somito . para as articulações fibrosas dos ossos do crânio. portanto “o que está em cima. em cima. sob. na transição do mesencéfalo com o diencéfalo. Sustentáculo – do latim Sustentaculum. suspender. Sutura . sobre e Ficies. abaixo. secretada pela mucosa gástrica. e Superficies. secreção. que é liberada no intestino. existir. O que se localiza abaixo da duramater. Suspensor – do latim Suspendere. levantar. Suco – do latim Sūcu(m). Supra-renal – do latim Supra. pendurar e Actor. sobre. cílio.

estudo + sufixo . cobertura revestimento e Tegere. trama. entrelaçar. tornozelo. afastado e do latim Phás(is) aparição. Tegme – do latim Tegme. cesto para secar queijo. O mesmo que tegmento. tecer. lâmina de serra. e mais precisamente no Mediterrâneo.Tálamo – do grego Thalamos. Tálus – do latim Talus. a Tangentis era o ponto em que uam reta toca um círculo. Telodendro – do grego Tel(o). à cobertura. Também dava nome ao leito nupcial.do latim Tegme. em inglês. particípio passado do verbo arcaico Tistre. Foi Bichat quem. O mesmo que teto. Tarso . Tarso também é o nome da placa central (achatada) fibrosa da pálpebra. mar. afastado e Gen. encéfalo. cérebro. onde geralmente o casal dormia. Hipócrates usava o termo “Tarsós podós” para a planta do pé. Parte final de cromosoma que esta relacionada com a telomerase (enzima) que controla a duplicação do DNA. Tejido. Telômero – do grego Tel(o). Tectal – do latim Tectalis. relativo à tangente e Tangere. e Tecido. Bichat é. molduar de tear. Talar – do latim Talaris. relativo ao teto.do latim Texere. com justiça. O mesmo que tegme. Telófase . revestimento externo. cobrir. É uma doença hereditária onda a medula do talassêmico produz os glóbulos vermelhos menores e com menos hemoglobina (componente dos glóbulos vermelhos responsável pelo transporte de oxigênio no nosso corpo). Galeno foi o primeiro a usar o termo para nomear uma parte do esqueleto no pé. cobrir. em 1840. comprido até o tornozelo e de Talus. proteger. como asa de ave. que gera. os médicos queriam descrever uma doença do sangue cuja origem está nos países banhados pelo mar. esbarrar. e Haemas. mas Tear. corresponde a Tissue. dele se utilizou para designar a estrutura dos componentes anatômicos do corpo humano. tecer.do latim Tegumen.Na geometria latina. receptáculo. considerado o fundador da histologia (do gr. A palavra Tarso era usada para designar uma série de estruturas planas e expandidas. Teca . Tessuto. Telógeno – do grego Tel(o). Tecto – do latim Tectum.do grego Tarsos. longe. proteger. Tangencial – do latim Tangentialis. fase.do grego Theke. correspondente ao ancestral latino Texere. em francês. afastado e Mer(o). O mesmo que astrágalo. de tecido.tocar. Vide o termo tecido. tecer. proteger. Aquilo que reveste externamente uma estrutura. Tissu. coberta externa. a qualquer cômodo interno. em português.Tegumentu. Tela – do latim Tela. dado de jogar. o thalamos era o principal quarto da casa. chegando a descrever 21 diferentes tipos de tecido. de cobertura. Histós. que serve de teto. parte. não significa propriamente tecido. longe. Fase da mitose ou da meiose caracterizada pela reconstrução do envoltório nuclear e aparecimento da cromatina e nucléolo nas células filhas. em grego. como Itália e Grécia.do grego Tel(o). quarto de dormir. etapa. provavelmente pela costumeira elipse do X no meio das palavras latinas (como em maxila – mala e axila – ala) e designava tanto o tear (engenho) como o produto dele retirado (tecido). o que causa a anemia. Em anatomia. Tegumento . cobertura revestimento e Tegere. È a fase de repouso do pelo. que origina. Ramificação do neurônio que tem poucas ramificações. fim. Atualmente tegumento comum na nomina histológica referese ao estudo da pele e dos seus anexos. caixa. teia. Como substantivo era usado para indicar uma espécie particular de pano. Segundo Becker. Com esta palavra. extremidade e Enkephalos. Talassemia – do grego Thalassa. esfera. em italiano. teto. tornozelo. em espanhol. 87 . tecido + lógos. a toda uma nova moradia ou a templos. Telencéfalo – do grego Telos. Formou-se a partir de Tissu. cobrir. Tegmento . fino e Dendr(o) arborização. Tectória – do latim Tectória. cobertura e Tegere. histós. O mesmo que teto. longe.ia). Para os gregos. afastado. sangue. O termo tela deriva do latim Texere. longe. Tecido .

primitivamente. delimitação. tenso) e dela provieram os derivados em Teno: tenotomia. Thymós. Testículo . membrana ou tambor. fita. Terminação – do latim Terminatio. egípcios e hebreus. e Actor. tornando-se o ponto fraco de Aquiles. Alguns acham que provém de outra palavra grega. estender. personagem forte na guerra de Tróia. Tendíneo – do latim Tendineus. talvez. encanecendo (branqueando) os cabelos. faixa estreita e comprida. Teto – do latim Tectum. esticar. sensibilidade. Mas.do grego Tympanon. Estas flautas eram comumente feitas de madeira de lei ou de metal mas. tenda. força vital. flauta. estendido. tenossinovite. longo e tubular. e essa área não entrou em contato com o rio. O termo temporal foi usado para a região (e o osso) porque no homem adulto as marcas da idade (tempo) manifestam-se primeiramente nesta região. Sua mãe a ninfa Tetis tentou torná-lo imortal. estender. Tireóide . pavilhão. pois para os povos antigos o sexo do recém-nascido dependia de quem. O mesmo que teto. com orifício em um dos lados. pavilhão. a lei exigia que. especialmente das aves. cobertura e Tegere. folha de erva chamada de tomilho. Tenda – do latim Tentum. tempo. relativo ao tempo e Tempus. no sentido de adulador ou submisso. Em latim. barraca. Tênia – do latim Taenia. Entre senhores e servos. O testículo testemunha também a existência da virilidade Herófilo acreditava que os filhos varões viriam do testículo direito. Foi Falloppio que denominou a cavidade e a menbrana da orelha média. O mesmo que tenda. foi assinalada a semelhança da forma do órgão com as folhas da planta. venha deste antigo costume. teto. tainha da água doce. O equivalente grego é Órkhis. Mais tarde a palavra foi aplicada a um escudo usado pelos habitan- 88 . relativo ao teto. A raiz grega é Ténon (esticado. em conjunto de Tympanum. escudo e Eidos (oidés). Entre os povos Egeus.do grego Thymon.Este nome dado a uma parte do útero deriva da Tenca. à cobertura. O mesmo que teto Tíbia – do latim Tibia. Na maioria dos escritos clássicos gregos. foram manufaturadas a partir dos ossos da perna de animais. etc. Tímpano . Provavelmente o termo popular brasileiro “puxa saco”. no casal. Galeno também acreditava nesta teoria e propunha. mais pesado. segundo sua crença mais vascularizado. Tetis mergulhou o Aquiles segurando-o pelo calcanhar. Tenca (Focinho de) . palma da mão e Thenein. a palavra Thenar significava a parte central da palma da mão. que tinha a significação de "Pote de pequeno tamanho". O mesmo que tentório. semelhante. Rufo de Éfeso registringiu a palavra à região elevada da palma. barraca. Timo . coberto com couro em um dos lados. geralmente maior. proteger. feito de cepo oco de madeira. existia o hábito de fazer juramento ou testemhos de fé segurando os testículos. algumas manobras sexuais para garantir o sexo do futuro descendente. Tenar – do grego Thenar. fixação de limites. e Tendere. na Júris. agredir. Tentório – do latim Tentorium. a palavra Tibia dava nome a qualquer instrumento musical de sopro. O tendão mais famoso é o tendão calcâneo ou de Aquiles. O tomilho é uma erva odorífera (Thymus vulgaris) utilizada pelos povos antigos em rituais mágicos ou sagrados nos quais eram queimadas as vísceras dos animais domésticos. de Tendere. o Thyreós era uma grande pedra achatada colocada contra uma porta. alcançava primeiro o orgasmo. Na antiga Roma. porque o timo é situado perto do coração e era considerado a sede da alma.do latim Tendo. sendo que este costume existiu entre os indus. talvez pela semelhança de forma. Tensor – do latim Tendere. tenda. mais baixo e. o indivíduo mostrasse seus testículos. junto ao dedo polegar e denominou de Hypothenar a região semelhante junto aos dedos. Levou Aquiles para o rio Estige (um dos rios de Hades. agente.do grego Thyreós. cobrir. para a membrana do tímpano. estender. alma.Temporal – do latim Temporalis. Aquiles foi um guerreiro. por causas da semelhança de forma com um tombor. espancar. Tetal – do latim Tectalis. A palavra Testis era empregada na acepção de "testemunha". curiosamente. Tendão .Diminutivo do latim Testis. o rio da imortalidade). A palavra grega Myrinx aparece ser uma corrupção de Menix e foi utilizada na Grécia Antiga. nos primórdios da civilização grega. Nessas ocasiões. para mante-la fechada.

triângulo. que em grego arcaico chamava-se Thyra). nas bordas. Válvula formada de 3 peças ou valvas. através e Sudare.do grego Thorax. De qualquer objeto que. fricção. Torácico – do grego Thorachykos. A cartilagem tireóide recebeu este nome por sua posição em relação à laringe (parece um escudo protetor). pela forma. amarradas com cipós e completado. Na Grécia antiga. três e Caput. Tórax . ponta. atravessado. elevação.do latim Tonsilla. impedindo o refluxo do sangue. que comunica o átrio direito com o ventrículo do mesmo lado. couraça. a palavra artéria foi restringida para os vasos sanguienos permanecendo o termo tracheia aprenas para os tubos aéreos. Trigono – do latim Trigonum. simultaneamente. Tonsila .do latim Tres. parte frontal da armadura. parte elevada de um terreno e um tipo de colchão ou almofada feito com ervas. trave. O termo foi introduzido por Júlio Pollus. chamava-se Thorax a parte da armadura ou couraça que protegia em conjunto o peito e o abdome. Hipócrates e Aristóteles usaram o termo para ambas as partes do tronco. No singular. superior e inferiormente. por causa de suas três divisões. Transversal – do latim Transversalis. do pescoço. Triangular – do latim Tres (três) e Angulus (ângulo. Apesar de haver inúmeras descrições da glândula ela foi identificada enquanto órgão pelo anatomista Thomas Wharton em 1656. obliquo. duplo. Trapézio – do grego Trapezion. puxar. Esse escudo. em virtude da semelhança de forma com aquele escudo primitivo ou por sua relação com a cartilagem. Já a glândula tireóide recebeu este nome de Galeno. Tricúspide . cobria o corpo até os pés e tinha dua chanfraduras ou entalhes.tes da ilha de Minos. denominda a saliência e. saliência. bode. Trato – do latim Tractus. Com o tempo. Trigêmeo – do latim Tres. lembrasse as saliências que formam as cordas de um cabo traçado. ao contrário da maioria dos escudos gregos. Tríceps – do latim Tres. esfregação. Trabécula . puxão e Trahere. Transudato . esticar. relativo ao tórax. esticadura. Foi Cowper que deu o nome a estes músculos. que acreditou contivesse ar ou outro espírito no seu interior. todos associados à saliência: o nome de uma corda grossa e curta. no plural. Trago – do grego Tragos. e Geminus.do grego Tripsis. em latim. de superfície irregular. com placas de metal (uma forma muito semelhante a uma porta. Toro – do Latim Torus. Quando Aristóteles descreveu no cadáver os ductos do corpo humano verificou que havia dois tipos vazios. O quinto par de nervos cranianos foi descrito por Gabrielle Falloppio e Johann Meckel e foi chamado nervo trifaciail por François Chaussier. rugoso. Cicero já as denominava de Tonsillae. ou de Trachelos. amígdala. por causa de sua forma geométrica. raspar. atravessado. É provavél que no sentido anatômico o termo derive do latim Tondare. Galeno adotou esta denominação e a difundiu.do latim Trabes. suar. dá nome aos pelos. feito de lâminas de madeira prensadas. canto). Aos vasos que possuíam paredes macias denominou de artéria leia. suave) e às vias mais rugosas de artéria tracheia. saliência de um músculo sob a pele. É óbvia a analogia da estrutura cônica pilosa com a barba do bode. O mesmo que transverso. A palavra. Qualquer um destes pode ter gerado o sentido anatômico da palavra. Platão restringiu a palavra à parte superior (peito). do grego Leion (macio. com o sufixo diminutivo Cula. tosquiar. cabeça.do grego Tracheia. por causa da sensação ao engolir-se com as tonsilas inflamadas o alimentor raspar a faringe. pequena mesa quadrada.do latim Trans. irregular. Transverso – do latim Transversus. 89 . tinha diversos significados. significava um poste onde se amarravacam carneiros e também um mastro secundário de embarcação. A primitiva preparação deste fermento era por esfregação ou atrito. cabra. Traquéia . O nome atual foi dado por Jacob Winslow. para encaixar o queixo e o joelho respectivamente. Esta palavra. oblíquo. três. três e Cuspis. gêmeo. em latim. feminino de Trachys. Tripsina . quando da sístole ventricular.

era usada para designar todo o membro superior e era também o nome de uma medida de comprimento (em 90 . O termo latino deriva diretamente do grego Turkikos.Do grego Thrombos. poderoso. sorvedouro. nutrir e. remoinho. a tuba uterina recebia o nome de 'Trompas de Falópio'. trombeta. que foi trasncrito como Trochlea. excrescência.do latim Tubus. coágulo. turco. Túbulo . polia. Hoje em dia. A túnica era a principal veste dos gregos e romanos de ambos os sexos. película. Kytos. O mesmo que tuberosidade. Em anatomia foi dado este nome ao local onde se aloga a hipófise por sua semelhança a sela de montaria muito utilizada pelos turcos. cotovelo. nutrição. excescência. U Ulna – do latim Ulna. Originalmente. era um dispositivo mecânico usado para erguer pesos que girava num eixo horizontal e não como a tróclea do úmero. e do latim Turbo. roda e Oidès. Tuberosidade – do latim Tuberositas. Tronco – do latim Truncus. para uns era o antebraço enquanto para outros. diminutivo de Tuber. roda. utilizada em guerra. em forma de. escassez. macios e claros. São estruturas que tem o formato de um tubo. porque atuam como alavancas para os músculos que giram o fêmur no movimento de correr. canal ou tubo e Oides. que é fixa. feminio de Turcicus. polia. turbilhão. o braço e para muitos a união dos dois. corneta e do grego Salpinx. roda. tais como a tuba auditiva tambem designada com trompa de Eustáchio. alimentar. por esta girar no acetábulo. célula e Penia. turco. Trocóide – do grego Trochos. foi uasdo por Galeno e depois extrapolado às eminências ósseas do osso.do grego Trophe. tubo. Trombose . provavelmente significando arredondado ou no qual algo é rodado. Em anatomia. Osa. sendo substituídos por outros termos anatomicamente corretos. Assim. tumor.do latim Tubus. Poeticamente. coágulo. Omesmo que túber. Tubérculo – do latim Tuberculum. doença.do latim Tunica. provavelmente. A trochlea romana. sendo apenas uma faixa fibrosa através do qual o tendão do músculo altera sua direção. a palavra é usada no sentido de cobertura ou revestimento. Existem ainda outras tubas. Trofoblasto – do grego Trophein. Tubulosa .do grego Thrombos. o anatomista italiano do século XVI. coágulo e Ose. Outra tróclea.do grego Thrombos. Este termo foi substituído por Orobasio. para Trochilea. Era geralmente tecida com panos largos. os epônimos não são mais usados na literatura médica. Foi dado este nome ao órgão devido a sua semelhança com uma corneta. tumor excrescência. Tróclea – do latim Trochlea. também não se aprece com o mecanismo romano. Turca – do latim Turcica. derivado do grego Trochos. Gabriele Falloppio.Diminutivo do latim Tubus. o cotovelo. tal como glândulas tubulosas. semelhante a. girador. o qual foi dado em homenagem ao seu descobridor. Trombina . correspondendo em uso à atual camisa ou blusa. Túber – do latim Tuber. Turbilhão – do francês Tourbillon. Neste sentido. Antigamente. canal ou tubo. vindo do indumongol “Turk”. Blastos – germe ou broto. vestimenta. Trófico . que provavelmente assimilou o termo persa “Tourk”. Galeno usou o termo Trochilodes. Tubo . da Turquia. a do músculo obliquo superior do olho. Este termo normalmente é aplicado ao tecido glandular. que significa forte. rodador e Trochos. nomeado por Arancio em 1587. tuberosidade. camada ou cobertura. ou talvez do grego Oléne. Túnica . Trombocitopenia . palavra derivada do grego Trochilea. tronco de árvore ou do corpo humano. antebraço. Em latim a palavra tinha diversos significados que na moderna anatomia são distintos. o termo foi aplicado à cabeça do fêmur. Tuba – do latim Tuba.Trocanter – do grego Trochanter.

português. a palavra umbelicus (ou forma abreviada. histerômetro. mãe. ombros tem o mesmo sentido. pequeno e Tomos. que leva a urina. passando ao latim vulgar como Umbilicus ou Imbilicus. braça).do latim Ultra. Como malformação congênita decorrente da falta de fusão dos ductos paramesonéfricos. urina. talvez derivado de Uter. miométrio etc. Ourein. Outra palavra que certamente derivou diretamente do Grego Omos. Unguento . uma espécie de concha. o meio. somente para diferenciar os ductos.do grego Ouron.do grego Ouretér. quer na linguagem médica. era um canal dividido em dois por um septo fino longitudinal. Umbigo . no latim clássico. âncora. A palavra. A raiz grega é “hystera”. unha. Relativo a unha. umbigo. Na Roma antiga. O mesmo que uncinado. União – do latim Uniens. âncora e Formis. como Heródoto e Platão. Hystéra é o termo mais vezes empregado em escritos médicos. Somente passou a designar o osso do antebraço no século XX. em substituição a cúbito. sêmen. Útero . esfregar. por ter sido na urina que a uréia foi encontrada. Em tempos remotas. pois não tinha o sentido de depressão. na ordem dos marsupiais. era Umbelicus. Melhor nome não poderia haver do que métra para designar o órgão onde se forma um novo ser. Unciforme – do latim Uncus. O termo parece ter sido introduzido por Aristóteles e usado por Plinio e Celso. ungir. como no umbigo da membrana do tímpano ou no umbigo da parede abdominal. Hipócrates também dele se utilizou. além e do grego Mikros. urina. uterus. equivalente a cerca de 2 m. Na medicina grega o útero recebeu três denominações diferentes: métra. em que uma parte transportaria urina e a outra. Uniporte – do latim Ūn-u(m)/-a(m). O termo diminutivo úngüe(m) apareceu em 1140 com o sentido de unha. saco feito de pele de cabra. juntado. a mulher pode apresentar útero duplo. gancho. que gera. os romanos criaram mais um. garra. acreditou-se que a uretra. urinar. tais como metropatia.do latim Umbilicus. um e Pennatus. Perdurou em zoologia. metrorragia. A etimologia da palavra uterus é incerta e admite-se 91 . A raiz grega é Omphalos. cortar. Ungueal – do latim Ungu(em). Unipenado – do latim Uni. Úncus – do latim Uncus. Chegou até aos nossos dias em seus inúmeros derivados como histerectomia. Úmero – do latim Humerus ou Umerum. endométrio. atado e Unire. chamados didelfos em razão de possuírem útero duplo. denominado útero didélfico ou bicorne. Uréia . em forma de. gancho. Apesar da pluralidade de nomes que a medicina grega legou aos latinos para nomear tão importante órgão. fonte e origem da vida. Métra é encontrado em vários autores clássicos da antigüidade. Pelos seus vários significados a palavra está impropriamente empregada.do grego Ouréthra. espáduas. Unha – do latim Ungula(m). histerossalpingografia etc. que significa ponto central. Realia um único tipo de transporte de moléculas na membrana plasmática. tranporte.do latim Unguere. Na terminologia médica atual temos diversas palavras formadas com essa raiz grega. ombros. umbo) tinha diversos significados: designava a extremidade arredondada do cilindro em torno do qual se enrolavam os livros antigos. que predomina na nomenclatura anatômica. O termo grego correspondente é Omphalos. de Ouron. Ultramicrótomo . um e Port. conservar. atar. preservar. Delphys é igualmente encontrado em Hipócrates e Aristóteles como sinônimo de hystéra. juntar. no homem. Ureter . quer na popular. O equivalente latim é Urethra. provavelmente derivada do grego Ouretér e apenas pouco diferente desta. penado. Os cortes reali3 zados pelo ultramicrótomo são de algumas dezenas de nanômetros (1nm= 10 mm) para que possam ser atravessados pelo feixe de elétrons e observados ao microscópio eletrônico de transmissão (MET). Urogential – do latim Uro. relativo à urina e Genitalis. Esta palavra foi inventada por Hipócrates. O equivalente latim é ureter. Terein. Uretra . sendo encontrado em várias passagens dos livros de Hipócrates e Galeno. histeroscopia. Métra deriva do indo-europeu mater. Poucos órgãos do corpo humano foram aquinhoados com tantos nomes como o útero. hystéra e delphys.do latim Uterus.

A nomina anatômica relaciona suas partes como: colo do útero. originalmente. em sânscrito. que apenas suprem a cabeça. vale. Celso chamava-a Uva. Vaso – do latim Vas. dos vasos. Joseph Hyrtl afirma que este nome foi introduzido por Veslingius. o termo foi adotado por Realdo Colombo e Gabrielle Falloppio. diminutivo de Uva. e uterus em latim. com a paliçada ou trincheira externa separada do edifício principal por um fosso. cada uma das folhas de uma porta dupla ou as conchas duplas de um molusco. vasilha. Por causa do fole em forma de odre (Uter) usado nas gaitas de fole do exército romano. vasos e Vasorum. com o sentido de ventre. entrincheirado. Válvula . Posteriormente. espaço vazio. paliçada. errante.do latim Vasculum. que quer dizer odre (recipiente de couro utilizado para guardar água ou vinho). entre os órgãso.do latim Uva. diminutivo de Vallis.uma forma primitiva no indo-europeu. útero. Oribásio sustenta que. o qual lembraria um odre cheio de água pela presença do líquido amniótico. espaçoso. Valada – do latim Vallatus. passou a nomear o órgão. o tocador deste instrumento era chamado Utricularius. enquanto a parte externa (vulva) era chamada Pudendum. a vagina tornou-se. A forma da papila lembra a de uma fortificação romana.do latim Valvula. A palavra uterus foi inicialmente utilizada pelos romanos para designar apenas o útero grávido. Atualmente o sentido que se tenta dar a esta palavra é de que os ramos do nervo vago estendem-se a longa distância e ramificam-se profusamente. V Vacúolo . Vasto – do latim Vastus. udero. No sentido atual. Jean Riolan deu este nome aos grandes músculos que formam o quadríceps da coxa. apenas a parte interna do órgão tinha esta denominação. em grego. racimo. “vagando” por uma série de órgãos. videira. folha de porta. um estojo para o Gladius. Johann Meckel chamou-o “nervo pneumogástrico” e este nome. por analogia de encaixe. mas não era este o significado da palavra Vagus entre os romanos.do latim Vagina. uma pequena espada romana. que devem te-lo assim nomeado porque parecia insinuar-se. onde a estrutura era chamada Columella. para pênis. traduzido literalmente para o francês por Francois Chaussier. indeciso que vai ter a vários lugares. Como Gladius era um dos nomes populares. não sendo conhecida no latim clássico. Vagina .Diminutivo do latim Vacuus. Camada vascular do fundo do olho. Uma segunda hipótese aventada é que uterus derive de outra palavra latina. diminutivo de Uterus. diminutivo de Vas. vaso. Uvea . vale. uter. aqui e ali. Valva – do latim Valva. O termo provavelmente foi formado pelo fato de que ao contrário dos outros nervos cranianos. Vasa vasorum – do latim Vasa. bainha ou vagem. fosso. uma palavra popular para a genitália feminina. imenso. Vale – do latim Vallis. A palavra foi introduzida no século XVII. Úvula – do latim Uvula. O mesmo que vasculoso. corpo do útero. mas o crédito é geralmente atribuído a Guy de Chauliac. o nervo vago espalha-se por todo o corpo. A vagina era. Utrículo . diminutivo de Valva.do latim Vagus. no século IV. mas o termo era reservado às inflamações da estrutura. fosso. Valécula – do latim Vallecula. O nervo foi descrito por Marinus e Galeno já o conhecia. Vago . 92 . uva. independentemente do seu estado. fundo do útero e cavidade do útero. Vascular . persistiu até o século passado. fortificado e Vallum. que teria evoluído para udaram. hystéra.do latim Utriculus. vaso.

articulação da espinha.do latim Vertere. órgão interno. abdome. Vibrissa – do latim Vibrissa. antecâmera. Vermis. visão e Videre. Vermiforme – do latim Vermis. “Spínai” tornou-se Processus spinosus. liame. Spinae. por causa da forma semelhante. Vertice – do latim Vertex. um compartimento separado do corpo principal da casa. Celso usava. rastro. Velos – do latim Vellus ou Velo que significa lã grossa. Ventre. verdadeiro. o que leva ao coração. Aplica-se a pequenas cavidades ocas. o ponto mais alto.do latim Vertebra. feminino de Verus. relativo ao ventre. Isidoro de Gerhard Vossius afirma que a palavra Vena derivaria de Venire. Ventrículo .do latim Vesica. ver. originada de Vertere. Vertigem . agitar. Vênula – do latim Venula. um pequeno aposento aberto onde os convidados e os donos da casa despiam a empoeirada toga que era usada sobre a túnica. Vínculo – do latim Vinculum.do latim Venter. vestíbuo. no coração ou no encéfalo. relativo à cóclea. Na casa romana. Vermelha – do latim Ruber. ligar. Verdadeira – do latim Vera. verme. grilhão e Vincire. Vestígio – do latim Vestigium. Vertical – do latim Verticalis. Vilosidade – do latim Villum. pegada. relativo à bexiga urinária. pista. atar. Processus transversus. Processus articuli ascendens e descendens. sorvedouro. Verme – do latim. Outra etimologia sugerida é Ve. diminutivo de Vena. Versão . caminho. 93 . Víscera . Galeno deu este nome à estrutura cerebelar. em forma de. plural de Viscus. casa. Porque o sangue viria ao coração através das veias. Viloso – do latim Villosus. real. ou seja. Visão – do latim Visio. cortina. relativo ao vértice. Vestíbulo – do latim Vestibulum. via. a palavra para designar as articulações e os ossos da “espinha dorsal” e dividiu as vértebras em cervicais e lombares. aparência pilosa. Vértebra . Vesálio nomeou as partes da vértebra Corpus. termo arcaico para exterior. bexiga. reposteiro. verme minhoca. Venoso – do latim Venosus. A projeção das vilosidades intestinais na luz do órgão assemelha-se aos tufos de pelos de um tapete. diminutivo de Venter. laço.do latim Vertere. A palavra era utilizada para o palato mole e Gabrielle Falloppio usou a expresssão “Velum palati ” que persiste na atual nomenclatura. fora e Stabulum. indiscriminadamente. vir. peludo e Villus. véu. portanto do latim Vestis. minhoca e Formis. sacudir. girar. vermelho. caminho. São os pelos que ocorrem na maior parte do corpo. Vestibulo-coclear – do latim Vestibulum. O termo grego equivalente é Gaster. diminutivo de Vesica. Vesícula . agitado e Vibrare. O mesmo que vórtice. Ventre . vestíbulo.Veia – do latim Vena. O termo usado para estruturas cerebrais foi introduzido por Raymond Vieussens (véu medular rostral) e Johann Reil (véu medular caudal). tufo de pelos. relativo à veia. Vesical – do latim Vesicalis. era comum a existência do Vestibulum. O termo Grego equivalente era Phlebós. pilosidade.do latim Viscera. Galeno distinguiu-as do sacro e cóccix. antecâmara e Cochlearis. portanto. significando. roupas.do latim Ventriculus. O termo deriva. Ventral – do latim Ventralis. girar. girar. Véu – do latim Velum. vibrante.

Visceral – do latim Visceralis, relativo às vísceras e Viscus, víscera. Convém lembrar que, em latim a forma singular e plural difere; assim, viscus (singular) faz viscera (plural). Curiosamente a palara víscera, singular em portugês, é a mesma que em latim, é plural. Para alguns etimologistas a palavra Viscus significando qualquer órgão do corpo, pode ter drivado de Viscidus, viscoso ou de Viscare, untar. Outros preferem a derivação de Vescor, eu me alimento de Vescus, comestível. Visual – do latim Visualis, relativo à visão. Vitamina - do latim Vita, vida e Amina, palavra criada para designar certos derivados da amônia. A palavra "vitamina" foi inventada em 1912 por Casimir Funk. Vitelo – do latim Uitellu(m), gema do ovo. Conjunto de substâncias armazenadas dentro do ovo para nutrição do zigoto. Vítreo – do latim Vitreus, de vidro, transparente e Vitrum, vidro. Vocal – do latim Vocalis, vocal, sonoro e Vox, voz. Volar – do latim Volaris, palmar, e Vola, concavidade da palma da mão. Vômer – do latim Vomer, relha ou Vomere, vomitar. Na Roma antiga, a lâmina do arado (relha) era chamada Vomer, o nome do osso pode ser associado à sua forma ou porque o movimento da terrra sulcada pelo instrumento lembrava o ato de vomitar. Inicialmente tido como parte do etmóide, foi nomeado separadamente por Gabrielle Falloppio e Realdo Colombo, que o chamaram “aratri vomer imitatur” (imitanto a lâmina do arado). Vórtice – do latim Vortex, sorvedouro, o ponto mais alto. O mesmo que vértice. Vorticosa – do latim Vorticosa, feminino de Vorticosus, revoluto, revirado para cima. Vulva – do latim, Vulva, útero, ventre. A palavra Vulva, em latim, possuía uma série de significados: cobertura de inverno (manta), útero de animais (especialmente prenhes); entranhas de porca (iguaria apreciada nos banquetes romanos). Enquanto Vulva significou útero, a vagina era chamada de Collum Vulvae (colo do útero) e os genitais externos, Pudendum ou Pars Pudenda. Quando o termo Uterus substituiu Vulva, esta passou a nomear a genitália feminina externa. O termo pode ter derivado também, por semelhança da forma dos lábios e da folhas, do latim Valva, ou talvez de Volare, desejar, querer, porque outra forma, menos usada, de grafar Vulva era Volva, desejada.

X
Xantina - do grego Xanth (os), amarelo e Īn(a), substância química. Xifóide - do grego Xiphos, espada e Eidos, semelhante, forma de. A palavra foi introduzida por Aristóteles para designar um osso em forma de espada encontrado em moluscos. Anteriormente, era conhecido como Xifisternum. Posteriormente, passou a designar esta parte do osso humano.

Z
Zigoapofisário – do grego Zygas, par, casal, cópula e Apo, longe de, além e Physys, sulco, crescimento. Zigomático – do grego Zygomatikos, unido, ligado e Zygas, par, casal, cópula. O osso foi assim designado por Galeno. Celso usava “Os Jugule”. André Laurentius, em 1595, no seu tratado de anatomia reintroduziu a palavra Zygoma utilizada por Galeno. Zigóteno – do grego Zyg(o), par, e Taini , cinta, banda. Fase da meiose onde os cromossomas se acoplam. Zigoto - do grego Zygötus, “canga de bois”, com o significado de “unido dois a dois”, conjugado. Célula ovo que resulta da fusão de um gameta masculino (espermatozoide) com outro feminino (ovócito).

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Zimogênio - do grego Zyme, fermento e Gennan, produzo. São grânulos onde estão presentes os precursores de enzimas existentes nas células secretoras. Para melhor entendimento vejam a origem da palavra enzima, veja que o termo zimogênio era utilizado para reações que ocorriam nos organismos vivos. Em 1878 o fisiólogo Wilhelm Kühne (1837–1900) criou o termo enzima, que vem do grego ενζυμον "em fermento". A palavra enzima foi usada para referir-se a substâncias inertes como a pepsina. Por outro lado, a palavra "fermento” ou “zimogênio” costumava se referir à atividade química produzida por organismos vivos. O termo atualmente mais utilizado é enzima. Zona – do latim Zona, cinto, área circular. Originalmente, designava um cinto largo, colocado sobre os rins, usado pelas mulheres apenas como adorno. Depois passou a nomear um cinto de couro, provido de bolsa, onde os homens guardavam o dinheiro e depois qualquer área circular. Na noite de núpcias, a zona usada pela noiva era oferecida à Diana (deusa da castidade), como oferenda, pela Pronuba (criada). Zona Pelúcida - do latim Zona, cinto, área circular e Pellucidus, translúcido. Camada de glicoprotéinas, gelatinosa, translúcida, que envolve os óvulos do tipo metalécito, dos mamíferos, e se mostra rodeada pela corona radiata. Zônula – do latim Zonula, diminutivo de Zona, cinto área circular. Zoster - do grego Zoster, faixa, cinto ou cinturão.

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FORMAÇÃO DOS TERMOS MORFOLÓGICOS

Devido aos termos morfológicos serem muito antigos - pois advem dos priimordios da história da medicina - em sua grande maioria, são formados a partir de radicais, prefixos e sufixos gregos e latinos. Em menor número provêm de elementos vernáculos ou procedentes de outros idiomas. As palavras formadas com elementos de mais de um idioma são chamadas híbridas. No entanto, o hibridismo deve ser evitado, sempre que possível.

Principais prefixos gregos:

a, an - privação: acloridria, afasia, anaeróbio, analgésico an, ana - para cima, para trás: anionte, anaplasia ana - de novo: anamnese, anastomose anti - contra: antiemético, antídoto, antissepsia apo - separação, derivação: apócrino apófise, aponeurose dia - através de: diagnóstico, diafragma, diarréia, diáfise, diálise dis - dificuldade: disfagia, dispnéia, dislalia, distrofia, disúria ecto - fora de, exterior: ectoderma, ectópico, ectoparasito endo - dentro, parte interna: endocárdio, endógeno, endotélio epi - sobre: epiderme, epidemia, epífise, epidídimo eu - bem, bom: euforia, eugenia, eutanásia exo - para fora, externo: exoftalmia, exosmose, exógeno hemi – metade: hemisfério, hemiplegia, hemicrania, hemicolectomia hiper - aumento, excesso: hipertrofia, hipertonia, hiperglicemia hipo - diminuição ou posição abaixo: hipocloridria, hipocôndrio iso - igualdade: isotérmico, isogênico, isótopo, isotônico meta - mudança, sucessão: metamorfose, metafase, metacarpo neo - novo: neoplasia, neoformação, neologismo oligo - pouco: oligospermia, oligúria, oligofrênico orto - reto, direito: ortognata, ortopedia, ortodontia pan - todo: pancardite, pangastrite, pandemia, pan-hipopituitarismo pen - escassez, pobreza: citopenia, leucopenia, linfopenia para - proximidade: parasito, paratiróide, paramétrio, paranormal peri - em torno de: periarticular, periférico, peritônio, pericárdio poli – muito: policitema, polidipsia, polimenorréia, poliúria pro - anterioridade: prognóstico, proglote sin - idéia de conjunto, simultâneo: síndrome, sincrônico, sincício.

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introspecção per . subagudo. post . superinfecção sub .companhia: co-autor. afastamento: abscesso.super.para diante (não confundir com igual prefixo grego): pronação. Dicionário de termos técnicos de medicina.. contralateral de. post mortem pre . desnervação. intensidade: sobrepor. Pedagogia médica. para trás: retroperitônio. abstêmio ad . mudança de estado. retroversão. exsudato in .posição acima. congênere contra . Dorland's Illustrated Medical Dictionary. th 97 . anteflexão co. 28 ed. interação intro . 2ª ed. seemicúpio. refluxo.repetição. ação incompleta: subconsciente. 1962. Eponímia: glossário de termos epônimos em anatomia. Editora Plêiade.durante. Editora Brasilia. separação: desinfecção. Pontos de gramática histórica. Garnier M. supercílio.posição inferior. 1974.sentido contrário. retroalimentação semi – parcialmente. além: transmural. des . protrusão re .depois.oposição: contraceptivo. Delamare V. adição: adsorção. 1965. revestimento: encarcerar (hérnia). reforçar retro . adstringente ante . dessensibização en . 1994.. transexual REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Bridge EM. envenenar. volta.posição intermediária. con . intensidade: repolarizar. reciprocidade: intersexualidade. Etimologia: dicionário etimológico da nomenclatura natômica.anterioridade.aproximação. abs . suprapúbico. para dentro: intubação. 1984. pré-frontal pro . incompleto: semicírculo. Grande dicionário etimológico prosódico da língua portuguesa. através: peroperatório.atrás. semimorto sobre .para fora: exfoliativa (citologia).antecedência.introdução. subliminar trans . supra . p. Fernandes GJM. 141.separação.para dentro: introversão. envolver ex . em seguida: pós-operatório. para frente: antebraço. transaminase. degeneração. Bueno FS. posição anterior: pré-coma.Principais prefixos latinos: ab.através. invaginação inter . São Paulo.introdução. Coutinho IL. 1999. peroral pós. São Paulo.

2001. 1949. Baltimore. Lições de português. Portugal. Estudos vários sobre palavras. mas não dá a origem das palavras). terminologia anatômica internacional. Linguagem Médica. autores. 1960. Pepper OHP. Poppelmann C. Paciornick P. Editora Saunders.php 98 . Editora Manole. 1975. Rio de Janeiro. Medical etymology. Dicionário de máximas e expressões em latim. Rezende. Williams & Wilkins. Editora Escala. Leningrado. Diconário médico. Editora Coimbra. 1979. Sousa AT. Ensaio de uma tradução portuguesa da nomina histológica aprovada no IX Congresso internacional de anatomia. São Paulo.es/index. 1963. AB Editora e Distribuidora de Livros Ltda.eusal. livros.br/dicionario/mitose.html (site em portugues. 1970.hostdime. 2010.dicciomed.Houaiss A. http://dicciomed. The origin of medical terms. Sites da Internet http://www. Skinner HA. 2ed. 2000.com.es/php/diccio. Editora Guanabara Koogan. Philadelphia. JM. SBA Terminologia anatômica. Silveira S.php (site em espanhol e muito bom) http://www.