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HES - Perguntas e Respostas de Exame

HES - Perguntas e Respostas de Exame

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Apontamentos de História Económica e Social
Apontamentos de História Económica e Social

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História Económica e Social – pergunta/resposta

O maior contributo de Roma para o desenvolvimento económico foi a pax romana. Explique o significado desta afirmação de Rondo Cameron. A pax romana, é o longo período de relativa paz, experimentado pelo Império Romano. Iniciou-se quando Augusto César, em 29 a.C., declarou o fim das guerras civis e durou até ao ano da morte de Marco Aurélio, em 180. Neste período, a população romana viveu protegida das invasões dos bárbaros que viviam junto às fronteiras. Para além de romanizar, estabelecer e manter condições de tranquilidade e paz, para além de segurança e ordem pública o Império servia-se do exército, cada vez mais profissional e formado a partir de recrutamentos um pouco por todo o território, regido por códigos e normas extremamente rígidos e dotado de uma organização, armamento e disciplina táctica exemplares, resultantes das influências dos povos submetidos. A instituição militar está orientada para vários objectivos: defesa fronteiriça contra incursões e pilhagens dos bárbaros, fortificação de pontos estratégicos, construção de estradas e segurança pessoal, manutenção da paz e da estabilidade no mundo romano, transmitir elementos da cultura, religião e língua romana às regiões onde se fixavam, bem como criar condições favoráveis para o desenvolvimento das economias locais. Para além disso a sua presença impunha o respeito e a aceitação incondicional da soberania de Roma: a Paz Romana, servindo de instrumento de apoio à execução de medidas de carácter administrativo, fiscal e judicial. O apoio e estímulo à colonização latina do Império deve-se também, em grande parte, à presença militar romana, procurando construir-se as quintas, villae ou povoações junto aos aquartelamentos ou próximo de vias militares. As legiões eram assim a garantia de uma conjuntura necessária para o desenvolvimento material e a difusão da civilização romana. O regime de servidão durou desde o final do Império romano até meados do século XIX, em algumas regiões da Europa. Explique em que consiste o regime de servidão. Para explicar em que consistia o regime da servidão tinham de mencionar: a ligação à terra ou adscrição à gleba; a falta de liberdade; o trabalho da terra; os impostos ou tributos pagos pelos servos e, em particular, a corveia.

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História Económica e Social – pergunta/resposta
O feudo (terra) era o domínio de um senhor feudal. Não se sabe o tamanho médio desses feudos. Cada feudo compreendia uma ou mais aldeias, as terras cultivadas pelos camponeses, a floresta e as pastagens comuns, a terra pertencente à igreja paroquial e a casa senhorial, que ficava melhor cultivável. A base do sistema feudal consistia nas relações servis de produção. Os servos viviam em extrema miséria, pois, além de estarem presos à terra por força de lei, estavam presos aos senhores, a quem deviam obrigações como: - A talha - obrigação de o servo dar, a seu senhor, uma parte do que produzia. Essa parte, em geral, correspondia à metade. - A corveia - obrigação que o servo tinha de trabalhar de graça alguns dias por semana no manso senhorial, ou seja, no cultivo das terras reservadas ao senhor. - As banalidades - pagamentos que os servos faziam aos senhores pelo uso da destilaria, do forno, do moinho, do celeiro etc. Além disso, uma parte da sua produção era destinada à Igreja. Tudo isso levava a um baixíssimo índice de produtividade, pois, além de as técnicas serem rudimentares, os servos não tinham a menor motivação para desenvolvê-las porque sabiam que, quanto mais produzissem, mais os senhores lhes sugariam. O factor que mais contribuiu para o declínio do sistema feudal foi o ressurgimento das cidades e do comércio. Com o ressurgimento das cidades, os camponeses passaram a vender mais produtos e, em troca, conseguir mais dinheiro. Com o dinheiro alguns puderam comprar a liberdade. Outros simplesmente fugiram para as cidades em busca de melhores condições de vida. A revolução dos preços, verificada no século XVI, redistribuiu o rendimento e a riqueza, quer de grupos individuais, quer de grupos sociais. Explique em que consistiu a revolução dos preços e quais foram as suas causas. A Espanha quando fez a descoberta da prata de Potosí causou ao longo do século XVI a revolução dos preços. Era tanta prata que os preços dos produtos em termos de prata subiram. A revolução dos preços, no século XVI, gerou a inflação dos lucros e exerceu uma influência poderosa na transição para o capitalismo. Na Europa, vários factores provocaram uma diminuição do valor dos metais preciosos e, em parte, uma inflação dos preços. Entre essas causas estão a melhoria do trabalho nas minas, a importação de ouro de África, a descoberta dum processo, procedente da América, de produção de prata, a corrida a novas minas de ouro, entretanto descobertas. Os preços de alguns artigos de primeira necessidade triplicaram. Estes aumentos não
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resultaram apenas da abundância de metais preciosos, mas também das manobras dos governos com a degradação da moeda. A alta geral de preços, que se inicia na Europa, em meados do século XV, combinada com a baixa geral dos salários reais através da diminuição do poder aquisitivo da moeda, produziu imediatos e graves efeitos sociais que se manifestaram nos diversos países. A subida de preços favorecia os devedores e prejudicava os credores. Os proprietários da terra, que cobravam rendas em dinheiro, viram seriamente diminuídos os seus rendimentos e inclinaram-se para a revisão dos contratos rurais, o que deu origem a um período de tensão social nos campos. No movimento alongado dos preços manifesta-se uma fase altista, muito claramente marcada, que assenta num nível estabilizado e até depressivo. Um dos códigos napoleónicos de especial importância para o desenvolvimento económico foi o Code de Commerce, promulgado em 1807. Identifique dois tipos de organizações empresariais previstas nesse código. O Code de Commerce distinguia três tipos principais de organizações empresariais: Meras sociedades - nas quais os sócios eram individual e colectivamente responsáveis por todas as dívidas do negócio. Sociedades em comandita - sociedades limitadas nas quais o sócio ou sócios activos assumiam a responsabilidade ilimitada de todo o negócio, enquanto os sócios comanditários ou limitados arriscavam unicamente as quantias que tinham efectivamente investido. Sociedades anónimas - corporações na acepção americana, com responsabilidade limitada para todos os sócios. Eram companhias «anónimas» na medida em que os nomes dos particulares não podiam constar na designação oficial da companhia. Escolha UMA das questões e desenvolva, respeitando o número de linhas. “Uma sociedade baseada na escravatura pode produzir grandes obras de arte e literatura, mas não pode produzir um crescimento económico sustentado.” – Rondo Cameron 1. Explique o significado da afirmação de Rondo Cameron, pondo em evidência os limites da civilização antiga. Rondo Cameron refere-se às civilizações da Antiguidade Clássica, nomeadamente a grega e a romana.

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Uma razão ainda mais fundamental para os limites, e derradeira falha, da economia clássica baseiase na falta de criatividade tecnológica. Esta esterilidade tecnológica contrasta vivamente com o brilho cultural de pelo menos alguns períodos da civilização antiga. O trabalho produtivo era feito por escravos e por camponeses servis, com um estatuto social que pouco diferia do dos escravos. Mesmo que tivessem tido a oportunidade de melhorar a tecnologia, teriam colhido poucos benefícios, se é que algum, quer em termos de rendimentos mais elevados, quer em termos de redução da mão-de-obra. A explicação parece residir na estrutura socioeconómica e na natureza das atitudes e incentivos que ela gerou. “Um dos grandes progressos do século XIX deu-se no campo da alfabetização e da educação. A Suécia era o país europeu com maior taxa de alfabetização da população adulta: 90%, em 1850, e cerca de 99%, em 1900. A grande reserva de capital humano assim obtida conferiu a este país considerável vantagem no processo de desenvolvimento. Pelo contrário, Portugal apresentava uma taxa de 74% de analfabetos, no Censo de 1900. Numa população maior de 7 anos de 4 417 000 havia 3 271 021 analfabetos.” 2. Exponha as grandes reformas da educação que, no século XIX, contribuíram para o desenvolvimento económico. Uma das características do desenvolvimento económico no séc. XIX foi o crescimento da alfabetização e educação. As percentagens de alfabetização nos adultos mostram uma correlação aproximada entre níveis e taxas de industrialização, por um lado, e esforço e realização educacional, por outro. Os países do noroeste da Europa têm os melhores desempenhos, quer em termos de esforço quer de realização, ao passo que os da Europa Meridional e Oriental são menos impressionantes. Isto está em harmonia com os níveis e as taxas de industrialização. A Suécia na segunda metade do século registou uma das mais altas taxas de crescimento de todos os países da Europa. O elevado nível inicial de alfabetização atribui-se a factores religiosos, culturais e políticos anteriores ao início da industrialização, mas a grande reserva de capital humano assim conseguido manteve-a em vantagem depois de começada a industrialização. Antes do séc. XIX, quase não existiam instituições educativas com apoios públicos. Os abastados contratavam tutores particulares para os seus filhos. As instituições religiosas e de caridade e, nuns

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quantos casos, as escolas particulares que cobravam uma propina providenciavam educação elementar a uma fracção de população, principalmente nas cidades. Ninguém sonhava com a alfabetização universal; na verdade muitas opiniões influentes se opunham à alfabetização dos «pobres trabalhadores», considerando-a incompatível com as suas «posições» na vida. A educação técnica foi proporcionada quase exclusivamente através do sistema de aprendizagem. Os estudos secundários e superiores estavam em grande parte reservados aos filhos (principalmente rapazes) das classes privilegiadas exceptuando os aspirantes a membros do clero. Com poucas excepções (nomeadamente na Escócia e nos Países Baixos), as universidades antigas há muito que tinham deixado de ser centros de desenvolvimento do conhecimento; mergulhadas, num curriculum tradicional que privilegiava os clássicos, formavam funcionários para a Igreja e para o Estado e davam a aparência duma educação liberal aos filhos das classes dirigentes. A Revolução Francesa introduziu o princípio da educação gratuita financiada pelo Estado, mas na própria França o princípio foi ignorado pelos governos da Restauração até depois de 1840. a Revolução Francesa deu azo a outras inovações educativas de particular significado para a Era Industrial. Tratava-se de escolas especializadas para a ciência e para a engenharia das quais a École Polytechnique e a École Normale Supérieure são as mais famosas. Criadas a um nível

universitário, mas fora do sistema universitário (que Napoleão reorganizou para formar profissionais e funcionários públicos), estas instituições não só proporcionaram instrução avançada como também se dedicaram à pesquisa. Foram muito imitadas por toda a Europa excepto na GrãBretanha, e um docente da Polytechnique que organizou a instrução na Academia Militar NorteAmericana em West Point, a primeira escola de engenharia na América. A época da reforma pós-napoleónica na Alemanha resultou na revitalização das suas velas universidades e na criação de várias outras novas. A formação científica seguiu quase à risca o curriculum e métodos da École Polytechnique, mas foi aberta a um número maior de estudantes que no sistema francês. Assim, à medida que a ciência se transformou cada vez mais na base da indústria, a Alemanha preparou-se para se aproveitar da situação. Quando, na década de 1870, os educadores americanos se começaram a preocupar com a necessidade de remodelar o seu sistema de ensino superior, voltaram-se para o modelo alemão, e não para os modelos francês e inglês. Subsequentemente, as universidades francesas e britânicas, e também de outros países, vieram imitá-las.

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Indique o termo ou a expressão que pode substituir as palavras sublinhadas ou definir, numa palavra, as afirmações: • A terra, a mão de obra e o capital são fundamentais para haver produção de riqueza. – Factores de produção • Os primeiros homens eram provavelmente criaturas que complementavam o regime alimentar básico de tubérculos, bagas e nozes, com insectos, peixe, moluscos (onde os havia), carne de caça e, possivelmente, cadáveres em decomposição. – Omnívoros. • Um regime económico caracterizado pela existência de barreiras alfandegárias. Proteccionismo • • Conjuntura económica caracterizada por uma queda acentuada dos preços - depressão Uma etapa do desenvolvimento do capitalismo caracterizada, entre outros aspectos, pela necessidade de exportar capitais, de expandir os mercados e as fontes fornecedoras de matérias-primas - imperialismo Identifique os seguintes factos da história do Islão e do Império Otomano com a menção de Verdadeiro ou Falso (V/F). F - A religião islâmica teve origem na África no século VII d.C., tendo sido seu profeta Maomé. V- Um dos princípios do Islão era a jihad ou guerra santa contra os pagãos. V - A matemática moderna baseia-se no sistema arábico de notação e a álgebra foi uma invenção árabe. F - Algumas grandes invenções, como a bússola magnética e a arte de fazer papel, são devidas aos Árabes. V - Tamerlão conquistou a Pérsia nos finais do século XIV, mas o seu império foi de curta duração. V - Os Turcos Otomanos eram provenientes do noroeste da Anatólia (Ásia Menor). F - Os Otomanos conquistaram Constantinopla, a sede do Império Romano do Oriente, em 1543. V - Na Europa, os Turcos Otomanos conquistaram a Grécia e os Balcãs e chegaram às portas de Viena, no século XVII. V - Os Otomanos eram muçulmanos e tolerantes em relação às minorias religiosas do seu Império. F - Os janízaros eram soldados de escol, recrutados entre os Judeus, para servirem o sultão. Indique se as afirmações seguintes são Verdadeiras ou Falsas (V/F).

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V - No fim do século XVI, os preços eram, em regra, três ou quatro vezes mais elevados do que no princípio do século. F - A revolução dos preços do século XVI foi devida a uma prolongada escassez de géneros e ao aumento da população. V - Uma das maiores invenções do século XV foi a impressão com tipos móveis. V - No final do século XVI, os Holandeses inventaram um tipo de navio que teve grande sucesso como transportador de cargas – o fluyt. F - As inovações industriais não enfrentaram qualquer resistência por parte das autoridades nem dos grémios. V - A exploração das minas de prata do Novo Mundo, nomeadamente nas colónias espanholas do México e do Peru, obrigou muitas minas europeias a fechar, por não serem competitivas. V - Com a expansão ultramarina diversas indústrias tiveram um grande desenvolvimento, como as refinarias de açúcar e o processamento de tabaco. F - Nos séculos XVI e XVII, as grandes companhias do comércio ultramarina funcionavam em regime de livre-concorrência. V - Em Espanha, a Coroa exigia o quinto real de todas as importações de ouro e prata. V - A bolsa é um mercado organizado para o comércio de mercadorias ou de títulos financeiros. Escolha UMA das questões e desenvolva, respeitando o número de linhas. “No fim das Guerras Napoleónicas, a Grã-Bretanha era, segundo algumas estimativas, claramente a primeira nação industrial, produzindo cerca de um quarto da produção mundial total.” Explique as razões do sucesso da industrialização da Grã-Bretanha e da sua supremacia industrial até à década de 1870. Em resultado da sua primazia na indústria e do seu papel como potência marítima esmagadoramente superior, alcançada durante as últimas guerras, emergia também como a principal nação comercial, sendo responsável por um quarto ou um terço do comércio internacional total – bem mais que o dobro do dos seus principais rivais. A Grã-Bretanha manteve o seu domínio industrial e comercial durante a maior parte do séc. XIX. Após 1870, mesmo quando a produção e o comércio totais continuavam a aumentar, perdeu gradualmente a primazia para as outras nações que se industrializavam rapidamente. Nas vésperas da I Guerra Mundial, era ainda a principal nação
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comercial, mas então dominava apenas cerca de um sexto do comércio total e era seguida de perto pela Alemanha e pelos Estados Unidos. Os têxteis, o carvão, o ferro e a engenharia, as bases da prosperidade precoce da Grã-Bretanha, continuaram a ser os seus trunfos. Na indústria mineira, a Grã-Bretanha manteve a primazia na Europa embora os Estados Unidos a tivessem ultrapassado no começo do séc. XX) e produzia excedentes para exportação. A indústria da engenharia, uma criação de finais do séc. XVIII, pode encontrar as suas raízes em todas as três indústrias acima referidas. De modo semelhante, a evolução da indústria naval, desde a propulsão à vela até ao vapor e da construção em madeira até ao ferro e ao aço, foi outro poderoso estímulo. De todas as grandes nações, a Grã-Bretanha era a mais dependente de importações e exportações para o seu bem-estar material. Tinha de longe, a maior marinha mercante e ao maiores investimentos externos de qualquer nação – ambos importantes angariadores de moeda estrangeira. “Em 24 de Outubro de 1929 – “a Quinta-Feira Negra” da história financeira norte-americana -, uma onda de vendas na bolsa de valores provocou uma baixa desamparada dos preços das acções e eliminou milhões de dólares do valor de papéis fictícios. Seguiu-lhe outra onda de vendas em 29 de Outubro, a “Terça-Feira Negra”.” Exponha, em linhas gerais, os factores que conduziram à Grande Depressão de 1929 e as suas consequências imediatas. A Grande Depressão, foi uma grande depressão económica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial. A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão económica do século XX. Este período causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial, preços de acções, e em praticamente todo medidor de actividade económica, em diversos países no mundo. O dia 24 de Outubro de 1929 é considerado popularmente o início da Grande Depressão, mas a produção industrial americana já havia começado a cair a partir de Julho do mesmo ano, causando um período de leve recessão económica que se estendeu até 24 de Outubro, quando valores de acções na bolsa de valores de Nova Iorque, a New York Stock Exchange, caíram drasticamente, desencadeando a Quinta-Feira Negra. Milhares de accionistas perderam, literalmente da noite para o dia, grandes somas em dinheiro. Muitos perderam tudo o que tinham. Essa quebra na bolsa de valores de Nova Iorque piorou drasticamente os efeitos da recessão já existente, causando grande inflação e queda nas taxas de venda de produtos, que por sua vez obrigaram ao encerramento de
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inúmeras empresas comerciais e industriais, elevando assim drasticamente as taxas de desemprego. O colapso continuou na Segunda-feira negra (o dia 28 de Outubro) e Terça-feira negra (o dia 29). Os efeitos da Grande Depressão foram sentidos no mundo inteiro, bem como a sua intensidade, variaram de país para país. Outros países, além dos Estados Unidos, que foram duramente atingidos pela Grande Depressão foram a Alemanha, Austrália, França, Itália, o Reino Unido e, especialmente, o Canadá. Porém, em certos países pouco industrializados naquela época, como a Argentina e o Brasil a Grande Depressão acelerou o processo de industrialização. Praticamente não houve nenhum abalo na União Soviética, que tratando-se de uma economia socialista, estava económica e politicamente fechada para o mundo capitalista. Os efeitos negativos da Grande Depressão atingiram seu ápice nos Estados Unidos em 1933. Neste ano, o Presidente americano Roosevelt aprovou uma série de medidas conhecidas como New Deal. O New Deal, juntamente com programas de ajuda social realizados por todos os estados americanos, ajudou a minimizar os efeitos da Depressão a partir de 1933. A maioria dos países atingidos pela Grande Depressão passou a recuperar-se economicamente a partir de então. Em alguns países, a Grande Depressão foi um dos factores primários que ajudaram a ascensão de regimes de extrema-direita, como os nazistas na Alemanha. O início da Segunda Guerra Mundial terminou com qualquer efeito remanescente da Grande Depressão nos principais países atingidos. Indique a designação apropriada para cada uma das definições enunciadas a seguir: • As terras que, durante muitos séculos, foram propriedade comum, nomeadamente prados, pastagens, pinhais ou florestas - baldios • Regime político monárquico em que o poder é centralizado no rei, o qual se considera ser de origem divina - absolutismo • Movimento político que teve lugar na Grã-Bretanha, na década de 1830, cujo objectivo era conseguir o sufrágio e outros direitos para os que estavam privados deles - cartismo • Povos descendentes dos holandeses que se radicaram na África do Sul – bóeres ou africânderes • Facção do partido socialista russo que tomou o poder em Novembro de 1917, na Rússia bolcheviques Complete as seguintes afirmações: • No século XIII, cavaleiros teutónicos foram encarregados de conquistar e cristianizar (e, incidentalmente, germanizar) as terras ainda pagãs da Prússia e da Lituânia, na região báltica oriental.
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• Em 1602, o governo das Províncias Unidas, a cidade de Amesterdão e várias companhias de comércio privadas formaram a Companhia Holandesa das Índias Orientais que exerceu um monopólio legal. • Um acordo ou contrato entre empresas nominalmente independentes para fixar preços, limitar a produção, dividir mercados ou promover práticas monopolistas designa-se cartel. • • O telefone foi patenteado por Alexander Graham Bell em 1876. Com o desaparecimento da URSS, os presidentes de eleição popular da maior parte das repúblicas ainda existentes criaram uma CEI – Comunidade de Estados Independentes. Identifique os seguintes factos da história do século XX com a menção de Verdadeiro ou Falso (V/F). F - Malthus defendeu que a população cresceria numa progressão aritmética, enquanto a disponibilidade de alimentos cresceria em progressão geométrica. V - Os vassalos tinham de fazer um juramento de homenagem e fidelidade ao seu senhor. F - No século XIII, a expansão dos Mongóis, sob o comando de Kubilai Khan, afectou profundamente quase toda a massa continental euro-asiática. F - Henrich Hertz inventou o fonógrafo e a câmara de filmar, bem como a lâmpada incandescente e uma série de novidades menos importantes. V - Thomas Jefferson foi presidente dos EU e um defensor do desenvolvimento da agricultura e do comércio. V - Em 1832, o americano Samuel Morse inventou o telégrafo eléctrico. F - Mustafá Kemal foi dirigente político da Grécia após a Primeira Guerra Mundial. V - A Sociedade das Nações foi criada pelo Tratado de Versalhes, em 1919, com o objectivo de garantir a paz mundial. V - Mussolini criou em Itália um Estado Corporativo que serviu de inspiração ao regime salazarista português. F - O Pacto de Varsóvia era uma aliança entre países do Bloco de Leste com objectivos económicos. Escolha UM tema e desenvolva, respeitando o número de linhas. O Império Português no século XVI: áreas de expansão, principais rotas e monopólios.

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D. Henrique (1394-1460) – devotou-se ao encorajamento da exploração da Costa Africana com o objectivo principal de alcançar o oceano Índico. Em Sagres, criou uma espécie de instituto de estudos aprofundados para onde levou astrónomos, geógrafos, cartógrafos e navegadores de todas as nacionalidades. Desde 1418 até à sua morte enviou expedições quase anualmente. D. Henrique não viveu o suficiente para realizar a sua maior ambição. Após a morte de D. Henrique, a actividade exploratória afrouxou um pouco por falta de auxílio régio e por causa do lucrativo comércio de marfim, ouro e escravos que os mercadores portugueses efectuavam com o reino nativo do Gana. O rei D. João II que subiu ao trono em 1481 recomeçou a exploração a um ritmo acelerado e os seus navegadores chegaram praticamente ao extremo de África. Em 1487, Bartolomeu Dias desceu ao longo da Costa e cruzou o cabo da Boa Esperança (a que deu o nome de Cabo das Tormentas); Em 1488, Pêro da Covilhã seguiu pelo Mediterrâneo e por terra para o mar vermelho, tendo feito o reconhecimento das margens ocidentais do oceano Índico desde Moçambique, em África, até à costa do Malabar, na Índia. Estava aberto o caminho para a próxima e maior viagem, a de Vasco da Gama, de 1497 a 1499, em torno da África até Calecut na Índia. O carregamento de especiarias com que regressou foi o suficiente para pagar muitas vezes o custo da sua viagem. Vendo proventos tais, os Portugueses não perderam tempo a capitalizar a sua vantagem. Numa dúzia de anos tinham rechaçado os Árabes do Oceano Índico e estabelecido feitorias fortificadas de Moçambique e do golfo Pérsico às lendárias Ilhas das Especiarias, ou Molucas. Em 1513, um dos seus navios atracou em Cantão, no sul da China, e em meados do século tinham encetado relações comerciais e diplomáticas com o Japão. Colombo partiu a 3 de Agosto de 1492 e em 12 de Outubro avistou as ilhas mais tarde conhecidas como Índias Ocidentais. Embora consternado coma a sua pobreza óbvia, denominou os habitantes de índios. Ao todo, Colombo fez 4 viagens aos mares ocidentais, e manteve até ao fim a crença de que descobrira uma rota directa para a Ásia. Na sequência do regresso da primeira expedição, Fernando e Isabel pediram imediatamente ao Papa uma «linha de demarcação» para confirmar o direito de Espanha às terras recentemente descobertas. Esta linha, que ia dum pólo ao outro numa longitude de cem léguas a ocidente dos Açores e das ilhas de Cabo Verde, dividiu o mundo não cristão em duas metades com o fim de mais explorações ficando a parte ocidental reservada aos Espanhóis e a metade oriental aos Portugueses.
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No ano seguinte, 1494, pelo Tratado de Tordesilhas, o rei português persuadiu os governantes espanhóis a estabelecer a linha a cerca de 210 milhas náuticas mais para ocidente que a linha de 1493. Isto sugere que os Portugueses talvez tivessem já conhecimento da existência do Novo Mundo, pois a nova linha colocava o arqueamento da América do Sul – a faixa de terra que mais tarde se tornaria o Brasil – dentro dos limites do Hemisfério Português. Em 1500, na maior viagem comercial portuguesa após o regresso de Gama, Pedro Álvares Cabral navegou directamente para esse estremo e reclamou-o para Portugal, antes de prosseguir para a Índia. Cerca de 1515, os Portugueses tinham-se tornado senhores do oceano Índico. Em 1505, Francisco de Almeida foi nomeado 1º vice-rei da Índia. Capturou ou criou várias cidades e fortes nas costas da África Oriental e da Índia e, em 1509, destruiu completamente uma grande frota muçulmana na batalha de Diu. Nesse mesmo ano, Afonso de Albuquerque, o maior dos vice-reis portugueses, assumiu as suas funções e completou a subjugação do oceano Índico. Conquistou Ormuz, à entrada do golfo Pérsico, e estabeleceu um forte em Malaca, no apertado estreito entre a península da Malaia e Samatra, um posto que dominava a passagem para as Ilhas Celebes e Molucas, de onde provinham as especiarias mais valiosas. Por fim, em 1515, capturou Ceilão, chave do domínio do oceano Índico. Albuquerque estabeleceu a sua capital em Goa, na costa do Malabar, Goa e Diu mantiveram-se na posse dos Portugueses até 1961. Os Portugueses também encetaram relações comerciais com o Sião e o Japão. O monopólio legal da Coroa Portuguesa sobre o comércio das especiarias foi alvo de referências jocosas ao «Rei Merceeiro» e ao «Potentado da Pimenta» mas a realidade subjacente a esses termos era bem diferente da que se poderia suspeitar. Em primeiro lugar, Portugal nunca assegurou um domínio eficaz das fontes de fornecimento das especiarias. O Plano Marshall e a recuperação da Europa após a guerra. Em 5 de Junho de 1947, Marshall, anunciou que, se as nações da Europa apresentassem um pedido unificado e coerente de ajuda, o governo dos Estados Unidos dariam uma resposta favorável. Foi esta a origem do Plano Marshall. Na Primavera de 1948, o Congresso aprovou a Lei da Ajuda Externa, que criou o Programa da Reconstrução Europeia (PRE), que seria gerido pela Administração de Cooperação Económica (ACE). Para estimularem a recuperação económica nas suas zonas, as potências ocidentais efectuaram uma reforma da moeda alemã em Junho de 1948, substituindo os desvalorizados e desprezados

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Reichmarks nazis por marcos alemães numa proporção de 1 marco novo por cada 10 marcos antigo. Á reacção imediata e esmagadora, chamou-se milagre económico. A União Soviética, que não tinha sido consultada sobre a reforma monetária e que considerava uma infracção ao acordo de Postdam (o que de facto era), retaliou fechando todas as ligações rodoviárias e ferroviárias entre as zonas ocidentais de ocupação e Berlim Ocidental. Com a Alemanha Ocidental agora perfeitamente integrada na OECE e no Plano Marshall, a recuperação económica da Europa Ocidental podia considerar-se completa. O Plano Marshall chegou ao fim em 1952. A ajuda americana desempenhou um papel crucial no início da recuperação. Daí em diante, os Europeus mantiveram-na com elevados níveis de poupança e investimento. As economias europeias tinham estagnado. Além de terem perdido o seu potencial de crescimento, dispunham de equipamento obsoleto e estavam muito atrás dos Estados Unidos em progresso tecnológico. Assim, a modernização tecnológica acompanhou o chamado milagre económico, para o que foi importante factor contributivo. Nas economias mistas ou de Estado-providência, que se tornaram características das democracias ocidentais, o Governo assumiu as tarefas de promoção da estabilidade global, dum clima favorável ao crescimento e da protecção mínima aos economicamente débeis e desprivilegiados, mas abandonou à iniciativa privada a tarefa fundamental de produção de bens e serviços desejados pelas populações. Há que ter em grande conta a riqueza europeia de capital humano. As suas elevadas taxas de alfabetização e instituições educativas especializadas, dos jardins-de-infância às escolas profissionais, universidades e institutos de investigação, forneciam o pessoal especializado e os peritos que faziam a nova tecnologia funcionar com eficiência. Durante a I Guerra Mundial todos os beligerantes recorreram a empréstimos em larga escala e à emissão de papel-moeda para financiar a guerra. Isto provocou uma elevada inflação e graves problemas financeiros, o que obrigou os países beligerantes (e alguns não beligerantes) a abandonarem o sistema que no período antes da guerra permitira estabelecer ou, pelo menos, sincronizar os movimentos de preços. Como se designava esse sistema? a) Sistema integrado de câmbio b) Sistema do padrão-ouro c) Sistema de bimetalismo
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d) Sistema monetário articulado As relações internacionais e, especialmente, o comércio tiveram fortes problemas após a I Guerra Mundial, que foram agravados pelas políticas nacionalistas dos Estados que impuseram… a) reduções de taxas aduaneiras b) politicas de liberalização c) forte importação de bens d) Elevadas tarifas alfandegarias Indique qual foi a designação adoptada pelo presidente Roosevelt para a política de recuperação economia na sequência da grande depressão de 1929 a 1933? a) national policy b) new economy c) economy policy d) New deal Hitler aplicou uma política de recuperação da economia alemã que consistiu basicamente: a) num programa de liberalização da economia e de grandes importações de bens essenciais b) Num programas de obras públicas que se transformou gradualmente num programa de rearmamento c) num programa de incentivo à iniciativa privada e num programa de nacionalização das industrias d) num programa de socialização de propriedade e de colectivismo sob a supervisão do partido Nazi Em Agosto de 1941, Roosevelt e Churchill assinaram um documento que comprometia os seus países e outros membros das Nações Unidas a desenvolver no sistema multilateral de comercio mundial, em vez do liberalismo dos anos 30. Como se designa esse documento? a) tratado do atlântico b) acordo comercial c) tratado bilateral
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d) Carta do atlântico Em 1944, numa conferência internacional em Bretton Woods, foram lançadas as bases de 2 instituições económicas internacionais e considerada a criação de uma terceira que não se chegou a concretizar em pleno. Seleccione a alternativa que não corresponde às organizações que então foram, parcialmente ou em pleno criadas: a) fundo monetário internacional b) banco internacional de reconstrução e desenvolvimento c) organização internacional do comercio d) Acordo geral sobre pautas aduaneiras e comercio Em 1947, sob a administração do Presidente Truman foi gizado um projecto de ajuda financeira à reconstrução da Europa. Indique a designação porque ficou conhecido:

a) europe Project b) Plano Marshal c) reconstruction plan d) plano Truman No pós-guerra as democracias da Europa Ocidental desenvolveram economias mistas, caracterizadas pela existência de sector publico e privado, e de protecção mínima aos mais débeis e sem privilégios. Como se designa esse tipo de estado? a) estado-previdência b) estado-protector c) Estado-providência d) estado social O IV Plano Quinquenal lançado pelo governo soviético em 1946, favoreceu 2 sectores considerados vitais pelo regime comunista: a) a produção de bens e serviços básicos b) ã industria pesada e os armamentos c) a agricultura e a industria alimentar
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d) a metalurgia e a confecção de roupas O Conselho de Assistência Económico Mutuo (COMECON) foi criado em 1949 e dissolvido em 1991 por: a) União Soviética b) Países da Africa c) Estados Unidos d) Países da Ásia Explique o significado dos seguintes termos: Feudalismo - sistema social, económico e político baseado em relações de dependência de homem para homem. O termo feudalismo aplica-se, geralmente, a todas as sociedades cujo poder central é meramente simbólico e se encontra fragmentado, para além de a sua economia ter uma base servil e agrária. Propriedade alodial – É a propriedade ou ocupação da terra por um indivíduo que nada deve por possuí-la, ocupá-la, ou por ter direito a ela. Essa propriedade não tem ónus pendente. Tráfico negreiro – É o transporte forçado de negros como escravos para as Américas e para outras colónias de países europeus, durante o período colonialista. Explicite em que consistiram e qual a importância dos seguintes processos históricos: A mudança de rotação bienal para trienal na época medieval na Europa. A inovação mais importante da prática agrícola medieval foi a substituição duma rotação trienal de culturas pela clássica rotação bienal da agricultura mediterrânica. Esta técnica consistia em alternar as culturas de dois em dois ou de três em três anos. Apareceram algumas inovações tais como o moinho de água e de vento, a atrelagem dorsal, a ferradura e o jungimento em fila de cavalos e bois, bem como a introdução de diversos utensílios agrícolas e artesanais como o forcado, a foice e o arado de rodas e de aiveca. As principais culturas de sequeiro são as dos cereais panificáveis e da aveia (destinada à alimentação do gado de tracção) mas assiste-se também já, à cultura de plantas têxteis, tintureiras e de sementes oleaginosas. O aumento do rendimento dos solos torna-se mais sensível a partir do século XIII, devido provavelmente a melhores lavouras e à utilização de adubos, sendo também nesta época que surge o cultivo de verduras, legumes e plantas aromáticas, em alternância com os cereais.

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Estava intimamente associada a 2 outras inovações significativas, a introdução da charrua de corte profundo e a utilização de cavalos como animais de tiro, que dependia de outras inovações nos arreios e aprestos dos cavalos. As grandes invenções chinesas nos períodos antigos. A manufactura dos tecidos em seda teve origem na China, numa época muito remota. A porcelana é igualmente uma invenção chinesa, como o são o papel e a impressão. (Os chineses já utilizavam papel-moeda quando Carlos Magno cunhou os primeiros dinheiros de prata). Em geral, os Chineses alcançaram um nível bastante elevado de desenvolvimento científico e técnico muito antes do Ocidente. Para além das contribuições culturais já mencionadas, outras quatro grandes invenções chinesas na área da tecnologia marcaram profundamente a história mundial:
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Bússola Impressão Papel Pólvora

Algumas outras importantes invenções chinesas:
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Ábaco oriental Estribo Besta (arma) Leme (navegação) Guarda-chuva Molinete de pesca

Outras áreas científicas onde os chineses se distinguiram:
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A astrologia chinesa e as suas constelações eram usadas com fins divinatórios. Aplicaram conceitos matemáticos na arquitectura e na geografia. O π foi calculado por Zu Chongzhi até ao sétimo dígito no século V.

A alquimia é identificada com a química Taoista, com bases diversas da química actual.

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Foram levados a cabo estudos de biologia extensivos e muito pormenorizados, que, ainda hoje são procurados e consultados, como as farmacopeias, género de catálogo de plantas medicinais.

A medicina tradicional e a cirurgia foram, durante muito tempo, avançadas, havendo ainda hoje, muitos adeptos destas práticas médicas. Um exemplo conhecido é o da acupunctura. As autópsias eram consideradas sacrilégio. No entanto, houve quem violasse tal tabu, o que permitiu um mais vasto conhecimento sobre a anatomia interna humana.

Em geral, os Chineses alcançaram um nível bastante elevado de desenvolvimento científico e técnico muito antes do Ocidente. Defina os conceitos seguintes de forma clara e precisa: Crescimento económico - Em economia é a relação directa entre o nível de investimentos de um país e o ritmo de crescimento de seu PIB. Só com o aumento da capacidade produtiva (mais fábricas, mais geração de energia, mais empregos) que se consegue obter um aumento sustentável na renda de um país. É um processo reversível, já que a seguir a períodos de declínio existem períodos de desenvolvimento e vice-versa. Produtividade - é basicamente definida como a relação entre a produção e os factores de produção utilizados. A produção é definida como os bens produzidos (quantidade de produtos produzidos). Os factores de produção são definidos como sejam pessoas, máquinas, materiais e outros. Quanto maior for a relação entre a quantidade produzida por factores utilizados maior é a produtividade. Sector primário - o conjunto de actividades económicas que produzem matéria-prima. Isto implica geralmente a transformação de recursos naturais em produtos primários. Muitos produtos do sector primário são considerados como matérias-primas levadas para outras indústrias, a fim de se transformarem em produtos industrializados. As indústrias fabris em sentido diversificado, que agregam, embalam, empacotam, purificam ou processam as matérias-primas dos produtores primários, normalmente consideram-se parte deste sector, especialmente se a matéria-prima é inadequada para a venda, ou difícil de transportar a longas distâncias. Segundo a nomenclatura económica, o "sector primário" está dividido em seis actividades económicas:
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Agricultura Pecuária Extractivismo vegetal
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Caça Pesca Mineração

Fascismo - O fascismo é uma corrente prática da política que ocorreu na Itália, opondo-se aos diversos liberalismos, socialismos e democracias. O Fascismo tinha como principais características: o totalitarismo, a liderança carismática, o corporativismo, o nacionalismo, o militarismo, o expansionismo e o companheirismo entre os nazistas. A palavra fascismo adquiriu o significado de qualquer sistema de governo que, de maneira semelhante ao de Benito Mussolini, exalta os homens e usa modernas técnicas de propaganda e censura, fazendo uma severa arregimentação económica, social e cultural, sustentando-se no nacionalismo e por vezes na xenofobia (nacionalismo étnico), privilegiando os nascidos no próprio país, apresentando uma certa apatia ou indiferença para com os imigrantes. Um traço característico do Fascismo foi o Corporativismo de Estado, realizado através de um Partido Único e de Sindicatos Nacionais subordinado ao Estado. Diversas lendas atribuem a invenção da moeda tanto a Midas, um rei da Frígia que tinha o "toque dourado", como a Creso, um rei fabulosamente rico da Lídia que foi executado por Ciro, o Grande, ao ser forçado a engolir ouro fundido. Diga o que se sabe, do ponto de vista histórico, sobre a invenção da moeda. A moeda surgiu ligada à actividade mercantil, provavelmente numa das cidades gregas da costa mediterrânica, e as mais antigas existentes datam do século VII a.C. e são originárias da Ásia Menor; utilizou-se o electro, o ouro e a prata para a sua confecção, apesar deste último metal ser o preferido. A moeda tinha uma função importante nas trocas e a sua cunhagem era uma fonte de prestígio para quem detinha o poder de emissão. As oito grandes Cruzadas são uma das mais significativas manifestações do impulso da Europa, no período medieval. Explique em que consistiram as Cruzadas e quais as suas causas. As Cruzadas foram um movimento de expansão e conquista dos povos europeus cristãos em direcção às terras ocupadas pelos povos muçulmanos. A expansão para Oriente visava a libertação da Terra Santa, Jerusalém, onde chegou a ser constituído um reino cristão; no Ocidente, os exércitos de cruzados ajudaram na chamada “reconquista” das terras aos mouros, na Península Ibérica. As

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causas são de ordem religiosa, política e económica, e o movimento está estreitamente ligado ao período de expansão e crescimento económico que se verificou, na Europa, a partir do século XI. "O exemplo arquetípico do nacionalismo económico foi a França de Luís XIV. Luís foi o símbolo - e o poder -, mas a responsabilidade pelo planeamento e execução couberam ao seu principal ministro durante mais de vinte anos (1661-83)." Indique o nome por que ficou conhecida essa política económica e as suas principais características. Colbertismo, do nome do ministro responsável por essa política económica: Jean-Baptiste Colbert. Uma forma de mercantilismo Sobre as características dessa política era importante referir: a reorganização e racionalização da máquina do Estado, com a elaboração de múltiplos regulamentos e decretos; a política fortemente proteccionista, com elevadas taxas aduaneiras sobre os produtos importados; o fomento da economia nacional, com o apoio às manufacturas e indústrias; a política monopolista em relação ao comércio com as colónias. A revolução nos transportes, no século XIX, foi muito importante para o desenvolvimento da economia mundial. Refira TRÊS aspectos significativos desse processo de inovação e mudança. Em termos económicos, as grandes mudanças deram-se por causa da invenção da locomotiva a vapor e do desenvolvimento dos carris de ferro ou de aço que permitiram a construção das redes de caminho-de-ferro; acresceu a navegação a vapor, nos rios e nos canais construídos, em várias regiões da Europa, e no Atlântico, com o serviço regular dos transatlânticos. O impacto foi enorme: o incremento da indústria metalúrgica e da extracção de carvão, para alimentar as máquinas a vapor; a maior mobilidade dos seres humanos e das mercadorias, com o consequente crescimento do comércio internacional; as trocas internas e externas possibilitaram o desenvolvimento dos mercados, do consumo das populações e da especialização regional das economias; os grandes movimentos de capitais e investimentos decorrentes, sobretudo, da construção das redes de viasférreas e dos grandes portos, entre outras infra-estruturas; a grande emigração da Europa para o continente americano, só possível pelo aumento das ligações transatlânticas; a expansão demográfica e o desenvolvimento do Novo Mundo. Escolha UMA das questões e desenvolva, respeitando o número de linhas. Entre os séculos XV e XVIII, o comércio foi o mais dinâmico de todos os sectores da economia europeia. Trace um quadro breve das relações mercantis entre a Europa e as colónias ultramarinas, focando os seguintes aspectos: As rotas comerciais mais importantes e o tráfico de escravos;
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As formas de organização dessa actividade adoptada pelas principais potências europeias da época. Sobre o comércio entre os países europeus e as colónias, ao longo dos séculos XV e XVIII, seria importante referir: Rotas comerciais: a rota das especiarias, aberta pelos portugueses com a descoberta do caminho marítimo para a Índia, ou rota do Cabo, que fazia chegar aos portos europeus estes produtos tão apreciados, em especial a pimenta; holandeses e ingleses disputaram aos portugueses o controlo desta rota e fizeram forte concorrência; as trocas eram entre as especiarias asiáticas e outros produtos de luxo, como sedas e porcelanas, por armas e munições europeias, mas sobretudo o ouro e a prata, que os orientais usavam para confeccionar jóias; rotas para o Novo Mundo, abertas com a descoberta da América e o progressivo estabelecimento de colonos, donde os europeus importavam o açúcar, o tabaco, o couro, a madeira, o algodão e metais preciosos, como ouro do Brasil e a prata das colónias espanholas; a principal exportação europeia para as colónias era os produtos manufacturados; o “comércio triangular”, que ligava a Europa-África-América, em que a mercadoria mais valiosa era os escravos, provenientes de África, que iam fornecer de mão-de-obra as plantações e as minas americanas. As formas de organização do comércio ultramarino variaram consoante os países: nos países ibéricos, Portugal e Espanha, este comércio era monopólio da Coroa, apesar de estar sujeito a forte contrabando; no caso da Holanda e da Inglaterra, foram constituídas companhias comerciais, como as Companhias das Índias Orientais, com carácter corporativo e privilégios de carácter monopolista, no século XVII. Porém, uma parte do tráfico ultramarino era feita através da pirataria e das pilhagens. "A maior parte da África, localizada entre os trópicos, tinha um clima opressivo para os Europeus e uma série de doenças desconhecidas e frequentemente letais. Tinha poucos rios navegáveis, o que tornava o Interior extremamente inacessível. A efectiva ausência de Estados políticos organizados à semelhança dos europeus e o baixo nível de desenvolvimento económico tornaram-na pouco atractiva para os comerciantes e empresários europeus. No entanto, apesar dessas características negativas, uma concatenação de acontecimentos levou inexoravelmente ao envolvimento da África na crescente economia mundial antes do final do século XIX." – Rondo Cameron Analise a forma como a África foi submetida ao domínio imperialista europeu e integrada na economia mundial até 1914.
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Foi na década de 80 do século XIX, na sequência da Conferência de Berlim, que começou a corrida aos territórios africanos e a sua ocupação efectiva. Nesta conferência estipulou-se um novo princípio: o princípio da ocupação efectiva em que os territórios pertenciam a quem os ocupasse efectivamente. Para isto teria de se colonizar, desenvolver e povoar as colónias, trazendo habitantes do seu próprio país para efectuar essa tarefa. Portugal apresentou uma proposta na Conferência de Berlim que ficou conhecida como Mapa Corde-Rosa – cujo objectivo era ligar uma faixa africana que ia de Angola a Moçambique, proposta essa veementemente recusada (com ameaças de guerra e tudo) por parte da Inglaterra. Havia que distinguir as várias regiões da África: Norte de África onde os franceses já ocupavam

a Argélia. Conquistaram Tunes e, em seguida, estabeleceram um protectorado sobre Marrocos; o Egipto e o Sudão, que acabaram por ficar sob domínio britânico; a Líbia, que foi anexada pelos italianos e os pequenos enclaves sob ocupação espanhola; África ao sul do Sara que foi dividida

entre franceses, portugueses, ingleses, belgas e alemães. Seria importante dar uma ideia dessa partilha da África, tendo mentalmente presente o mapa da p. 329. Em vésperas da I Guerra Mundial, só a Etiópia e a Libéria, fundada por escravos negros americanos, eram formalmente independentes. Indique a designação apropriada para cada uma das definições enunciadas a seguir: • Povos autóctones que habitavam no continente americano na data da chegada dos europeus – ameríndios ou índios americanos • • Ordem sacerdotal no sistema de castas da sociedade indiana - brâmanes Vasto Império que se situava no território do actual México, conquistado por Hernán Cortés entre 1519 e 1521 – império azteca • Uma acentuada inflação que se verificou no século XVI e teve grande repercussão económica e social – revolução dos preços • Lei fundamental da época napoleónica, promulgada em 1804, que considerou a propriedade privada como um direito absoluto e inviolável – Code de Commerce (Código Civil) Complete as seguintes afirmações: A União Aduaneira do Benelux permitiu a livre circulação de bens entre a Bélgica, os Países Baixos e o Luxemburgo. Em 1964, os conservadores da hierarquia do Partido Comunista da URSS colocaram no poder Brejnev, que governou durante quase duas décadas.

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Na Roménia, Ceauscescu que era presidente desde 1974 e um ditador bem enraizado, foi executado com a sua mulher. Em 1600, foi criado um monopólio para desenvolver as trocas mercantis entre a Inglaterra e o Oriente: Companhia Inglesa das Índias Orientais Em 1950, foi assinado um tratado que estabelecia regras comuns e supra nacionais para a produção e o comércio do carvão e do aço na Europa, o qual criou a CECA – Comunidade Europeia do Carvão e do Aço Identifique os seguintes factos da história do século XX com a menção de Verdadeiro ou Falso (V/F). F - Os Estados Gerais eram uma associação de contribuintes que reuniam por razões de ordem fiscal no Antigo Regime. F - O Fascismo foi um movimento político que se expandiu na Europa dos anos 20 e 30, do século XIX. V - O desenvolvimento da indústria automóvel ficou a dever um grande impulso ao americano Henry Ford. F - A seguir à Primeira Guerra Mundial verificou-se uma hiper-inflação, devido à baixa do consumo e do investimento. V - Durante o período de Estaline, os Planos Quinquenais favoreceram a indústria pesada e de armamento. V - Lavoisier teve um papel importante no desenvolvimento da ciência química. F - As letras de câmbio eram instrumentos financeiros utilizados para facilitar o comércio a curta distância. F - A dinastia manchu governou o Japão desde meados do século XVII e a sua decadência abriu caminho à intervenção europeia no país. V - Em 1947, o secretário de Estado norte-americano, George Marshall, anunciou que se os países europeus apresentassem um pedido unificado e coerente de ajuda ao governo dos Estados Unidos, este daria uma resposta favorável. F - Em 1973, os países da OPEP agiram em cartel para descer os preços do petróleo, de modo a aumentar as vendas e o consumo. Escolha UM tema e desenvolva, respeitando o número de linhas.
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As características do regime feudal e a organização dos senhorios. O feudalismo tem início com as invasões germânicas (bárbaras), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa). As características gerais do feudalismo são: poder centralizado nas mãos dos senhores feudais, economia baseada na agricultura (feudos) e utilização do trabalho dos servos. Os feudos na Idade Média eram inicialmente os primeiros refúgios dos nobres romanos que fugiam de ondas de ataque bárbaras. Com o tempo, formou-se o que chamamos de Sistema feudal, onde havia um Senhor Feudal que seria "superior" ao seu vassalo, o servo (o qual representa a população que também fugiu das cidades em busca de segurança). Os bárbaros passaram a adoptar costumes romanos, e acabaram por aderir a este tipo de Sistema. O feudo caracterizava-se por ser uma extensão de terras de um nobre, que possuía uma moradia (talvez um castelo) que tinha em volta várias áreas de plantio, que eram cultivadas pelos servos. Pelo contrato entre eles, o servo deveria trabalhar nas terras do Senhor Feudal, dando-lhe em troca parte da colheita, enquanto o Senhor Feudal lhe permitia usar suas terras e lhe dava protecção quando ocorriam ataques ao feudo. Isso tudo se manteve por muito tempo, pois a Igreja e o Rei tinham relações muito fortes: o Rei dava toda liberdade para o clero, enquanto a Igreja dizia que "o rei é um enviado de Deus". Como ela tinha muita liberdade, ela infiltrou-se em todo feudo, tornando-se um laço de união entre todos. Segundo ela, tudo ocorria pela vontade Deus, o que influenciou muito para que houvesse a sociedade estamental (característica de uma sociedade em que não se muda de classe social), afirmando assim ainda mais o Sistema Feudal. Tudo isso só começa a mudar com os primeiros indícios das Revoluções Burguesas. A emigração e a imigração na Europa nos séculos XIX e XX. Emigração - é o acto e o fenómeno espontâneo de deixar seu local de residência para se estabelecer numa outra região ou nação. Sair do País. Imigração - movimento de entrada, com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de trabalho e/ou residência, de pessoas ou populações, de um país para outro. Os países europeus do século XIX, em consequência do grande crescimento demográfico e da revolução nos campos, com a redução da necessidade de mão-de-obra, forneceram grandes contingentes de emigrantes, sobretudo para a América do Norte e do Sul, contribuindo para o povoamento e desenvolvimento económico dessas regiões. Este movimento emigratório prolongase pelas primeiras décadas do século XX e beneficia as colónias europeias, em vários continentes. Entretanto, no mesmo século a Europa torna-se receptor de imigrantes de outros continentes Compilação de LenaRbr - 2009 Página 24

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africanos, asiáticos, sul-americanos – e, dentro da própria Europa, verifica-se um movimento migratório entre os países, do Sul para o Norte e do Este para Oeste. Actualmente, os países europeus são, sobretudo, receptores de migrantes de várias regiões do mundo, o que está relacionado com os grandes desníveis económicos no mundo, com o envelhecimento da população europeia e a escassez de mão-de-obra que se verificou em períodos de expansão da economia dos países europeus. Indique alguns dos inventos que foram essenciais para o desenvolvimento da indústria, nos séculos XVIII e XIX. Complete as frases com o termo correcto: • A fundição do minério de ferro com coque libertou a indústria do ferro da dependência exclusiva do carvão vegetal. • • • O motor a vapor foi a principal inovação no campo das forças motrizes. O primeiro dispositivo de fiação mecânica foi a máquina de fiar inventada em 1764. A produção de ácido sulfúrico em escala comercial permitiu usá-lo como agente branqueador na indústria têxtil até 1790. • A máquina a vapor foi aperfeiçoada por James Watt por isso o seu nome lhe está associado.

Assinale com X a alternativa de resposta MAIS correcta. Na segunda metade do século XIX, competiram três fontes de iluminação recém aperfeiçoadas: A. B. C. D. O azeite, a estearina e o petróleo. A estearina, o óleo e o gás. A madeira, o óleo e o querosene. O gás, o querosene e a electricidade.

Vários inventores e engenheiros, nomeadamente alemães, fizeram experiências com motores que vieram a ser utilizados em transportes ligeiros: A. B. C. D. Motores a vapor. Motores a electricidade. Motores de combustão interna. Motores a gás natural.
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Em 1888, uma locomotiva fez a primeira viagem de Londres e Paris para Constantinopla. Como se designava esse serviço? A. B. C. D. Locomotiva continental. Expresso do Oriente. Comboio do Oriente. Expresso da Europa.

No domínio das comunicações, duas invenções revolucionaram a vida dos cidadãos, à medida que se foi difundindo a sua utilização: A. O telégrafo eléctrico, inventado por A. Graham Bell, e o telefone, patenteado por Samuel Morse. B. A rádio, inventada por por Cyrus W. Field, e o cinema, desenvolvido pelos irmãos Lumière. C. A transmissão eléctrica de imagens, patente de Henrich Hertz, e a telegrafia sem fios. D. O telégrafo eléctrico, inventado por Samuel Morse, e o telefone, patenteado por A. Graham Bell. Edison foi o protótipo de uma nova categoria, o inventor profissional. Seleccione o invento que NÃO é devido a ele. A. B. C. D. O fonógrafo. A célula fotoeléctrica. A câmara de filmar. A lâmpada incandescente.

Explique o significado dos seguintes termos e expressões: Capitalismo - sistema económico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção e pela existência de mercados livres. Na historiografia ocidental, a ascensão do capitalismo é comummente associada ao ocaso do feudalismo, ocorrido na Europa no final da Idade Média. Sociedades Anónimas - forma de constituição de empresas na qual o capital social não se encontra atribuído a um nome em específico, mas está dividido em acções que podem ser transaccionadas livremente, sem necessidade de escritura pública ou outro ato notarial. Por ser uma sociedade de capital, prevê a obtenção de lucros a serem distribuídos aos accionistas.
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Comércio triangular - conjunto de relações comerciais dirigidas por países europeus entre as metrópoles e os vários domínios ultramarinos, de carácter transcontinental apoiado em três vértices geopolíticos e económicos: Europa, África e América (Norte, Centro e Sul), com relações secundárias com a Ásia e os seus produtos. Da Europa partiam embarcações carregadas de produtos manufacturados, como armas de fogo, rum, tecidos de algodão asiático, ferro, jóias de pouco valor, entre outros artigos de menor valor comercial. O destino principal era África, onde se trocavam escravos por estes produtos. Os compradores de escravos comerciavam com europeus ou africanos que vendiam os seus conterrâneos, quer no litoral quer no interior, onde quase só se aventuravam os negreiros autóctones. Muitas vezes eram colonos americanos a comprar directamente em África a sua mão-de-obra servil, sem intermediários europeus. Os escravos africanos eram, de facto, a mola principal desta rede comercial de capital importância para a economia europeia, pelos lucros que rendiam aos países negreiros, e também para o sistema de produção das colónias mineiras e de plantação das Américas, seu destino além-Atlântico. Explicite em que consistiram e qual a importância dos seguintes processos históricos: A crise do século XIV. Expressão utilizada para denominar um conjunto de factores e eventos ocorridos no século XIV e que aceleraram a decadência do feudalismo e o fim da Idade Média na Europa Ocidental. Causada por diversos motivos a crise teve origem na época em que não havia novas terras a serem ocupadas fazendo com que a produção não crescesse, uma vez que no sistema feudal uma maior produção significava anexar novas terras. Com a produção estagnada e uma população maior, a fome espalhou-se na Europa. Além disso, a destruição das florestas e do meio ambiente ocorrida durante o século XII causou sérias mudanças climáticas, como por exemplo, severas chuvas. A Europa devastada pela fome, estava mais vulnerável a doenças como a Peste negra. Para agravar a situação existiam constantes guerras, a mais conhecida foi a Guerra dos Cem Anos. Tudo isto causou uma grande queda demográfica. Como havia menos pessoas para trabalhar, os nobres impuseram uma maior carga de trabalho sobre os camponeses, o que gerou revoltas populares como a Jacquerie e a Revolta camponesa de 1381. Em Portugal não se passava apenas uma crise demográfica e económica, mas também a passar uma crise de sucessão: em 1383 Dom Fernando faleceu, como a sua única herdeira, Beatriz, de Portugal, era casada com João I de Castela, se fosse nomeada para governar Portugal, o reino corria sérios riscos de perder a sua independência. Esta decisão não agradava a algumas pessoas, então daí surgiram dois partidos, o do povo, baixa nobreza e burguesia que apoiavam Mestre de Avis e a
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independência de Portugal, e o da nobreza que apoiava Dona Beatriz. Com esta vitória na batalha de Aljubarrota, Mestre de Avis foi titulado de D. João I (o primeiro da Dinastia de Avis). Foi crise do século e tem como suas características o abalo das guerras, fome, epidemias acentuando assim o processo do capitalismo. Defina os conceitos seguintes de forma clara e precisa: Capital humano - O conceito consiste em atribuir um valor ao capital incorporado nos seres humanos, fruto da sua experiência, educação, formação e know-how. Este capital seria um factor fundamental do desenvolvimento económico diferenciado entre países. Produção - actividade da combinação dos factores de produção que têm como finalidade satisfazer as necessidades do ser humano. Sector terciário - também conhecido como serviços, no contexto da economia, envolve a comercialização de produtos em geral, e o oferecimento de serviços comerciais, pessoais ou comunitários, a terceiros Estado Corporativo - o poder legislativo é atribuído a corporações representativas dos interesses económicos, industriais ou profissionais, nomeadas por intermédio de associações de classes, e que através dos quais os cidadãos, devidamente enquadrados, participam na vida política, através dos representantes por si escolhidos.

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