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PARSIFAL
• A ópera de Richard Wagner teve sua estreia em 26 julho de 1882. Foi proibida pelo
compositor de ser apresentada fora de Bayreuth. Porm! di" o V.M. Samael# No
Parsifal de Wagner existe Ciência, Filosofia, Arte e Religião. Tal como um novo Doutor
Fausto, esse grande msico !arece "aver es#uadrin"ado anti#u$ssimas escrituras
religiosas. %&' Feli(mente, !ara o )em da *rande +)ra do Pai, a vontade do imortal
msico não !,de ser cum!rida, !or#ue so)re ela !esaram os tratados internacionais
relativos - !ro!riedade intelectual. %&' Na grandiosa o)ra de Parsifal, de Ric"ard
Wagner, encontra.se o evangel"o da Nova /ra de A#u0rio.

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
• Após a e$pira%&o do direito de propriedade intelectual! Parsifal p'de ser visto por
todo o mundo justamente no dia 1( de )aneiro de 1*1+! ano ,ue iniciou a Primeira
-uerra .undial. /$clama o V.M. Samael em sua obra 0Parsifal 1esvelado2# 1213 4
misterioso con)io5 Parsifal e a Primeira *uerra 6undial5 7em dvida, o evangelho
wagneriano ressoa nos cam!os de )atal"a... 8 catastr9fico, terr$vel e res!landece
glorioso em meio - tem!estade de todos os exclusivismos.

RICHARD WAGNER
• Wilhelm Richard Wagner nasceu em 3eipi"i4! 5eino da 6a$'nia! em 22 de maio de
1817 e faleceu em 17 de fevereiro de 1887 em 8ene"a! 5eino da 9t:lia. ; 4rande
compositor! maestro! diretor teatral e ensa<sta alem&o foi autor de diversas obras
clebres e inspiradoras! como 0=annh>user2! 0=rist&o e 9solda2! 03ohen4rin2! a
4randiosa sa4a 0Anel do ?ibelun4o2 entre outras. Mestre Samael Aun Weor afirma#
7o) todos os as!ectos ressalta.se com total clare(a #ue Wagner foi um grande
:niciado, um esoterista !rofundo, um autêntico :luminado.

PERSONAGENS
• Gurnema
nz
• Cavaleiros
do Santo
Graal
• Anfortas
• Parsifal
• Kundry
• Klings
or

CAVALEIROS DO SANTO GRAAL
• ; 6anto -raal o s<mbolo sa4rado do Yoni feminino @; AteroB. A rel<,uia est: oculta
no lend:rio =emplo de .ontsalvat @/spanhaB no mundo dos ;inas! levada l: pelo s:bio
senador romano )os de Arimateia juntamente com a sacra 3an%a de 3on4inus!
representa%&o perfeita o Lingham masculino @o FaloB.
• ?este templo h: um lago sagrado! ,ue representa as :4uas esperm:ticas! o /ns
7eminis! ,ue forma o "ero eterno. Pró$imo ao la4o est: o tormentoso rio! ,ue assim
forma o santo 1C! !"#! base de nosso sistema decimal. 1entro do /ns 7eminis reside
o /ns <irtutis! o Fo4o.

GURNEMANZ
• Gurnemanz um e$periente Davaleiro do -raal e fiel servidor do 5ei Anfortas. =ornaE
se mentor de Parsifal e o apresenta ao D:lice 6a4rado. ; persona4em baseado em
*ornemant do romance de /schenbach.
• /m sua obra 05osa F4nea2! o Vener$vel Mestre ensina# =>.Temos #ue )uscar um
*uru !ara #ue nos condu(a !or esse camin"o interno e delicado... ==. Busca-se o
Guru dentro, nas profundezas da consciência... =?. Cada disc$!ulo !ode !rocurar
o 6estre dentro de si... dentro... dentro... =2. /ncontra.se o 6estre nas !rofunde(as
de nossa consciência. ?@. 7e #ueres )uscar o 6estre, a)andona a erudiAão livresca e
as escolas !seudoes!iritualistas... ?1. Quando o discípulo est pronto, o !estre
aparece.

ANFORTAS
• Anfortas o 5ei do -raal! filho e sucessor do falecido =iturel. Donstantemente
banhaEse no la4o sa4rado para diminuir a dor de sua ferida.
• 1ecidido a acabar com as maldades do ttrico Klingsor! o rei avan%ou contra o
inimi4o do -raal empunhando a 3an%a 6a4rada! mas acabou nos bra%os lu$uriosos
de Kundry! a mulher diaba. Assim! dei$ou a 3an%a cair nas m&os do ma4o ne4ro! ,ue
aproveitou a oportunidade para roub:Ela e com ela ferirElhe as costas. =al ferida
insan:vel.
• Samael Aun Weor predica# 8 claro #ue em tudo isso existe sexualidade !ura, falismo
transcendente, erotismo. %&' Disse um grande s0)ioB CAtD certo !onto, as T0)uas da
Eei onde 6oisDs escreveu !or ordem de Feov0 os !receitos do Dec0logo constituem a
du!la lanAa das runas, so)re cu;o significado f0lico não !odemos nos deter...G

ANFORTAS
• ?os contos arturianos! ele conhecido tambm como o 05ei Pescador2! ,ue a4uarda
o cavaleiro escolhido ,ue lhe trar: a cura da sua terr<vel ferida en,uanto pesca em
seu la4o.
• 9sso nos recorda os apóstolos do Dristo )esus! ,ue se tornaram verdadeiros mestres
sacerdotes. .estre 6amael escreve em 0A 1outrina 6ecreta de Anahuac2# :ndo então
o logos 7olar !ela ri)eira do mar, do lago, tomou como !rimeiros disc$!ulos aos
!escadores Pedro e AndrD !ara C!ara fa(ê.los pescadores de homensG %6ateus, :<,
12'. AndrD assistiu a Fesus, o grande sacerdote gn9stico, na milagrosa !esca do lago
*enesaret" ou Fainesaret" 4 o sim)9lico lago Finas 4 onde o Fogo 7agrado reali(ara
tantos !ortentos.
• /m outra obra! 0.istrios do /soterismo Dr<stico2! o %ogos de Marte ensina# %&'
6iguel luta contra o Dragão e 7ão Forge tam)Dm contra o Dragão <ermel"o. 6uitas
ve(es temos dito #ue o Cavaleiro toma algo do Dragão e o Dragão algo do Cavaleiro
!ara nascer dali uma criatura diferente. 6uitas ve(es temos afirmado #ue essa
estran"a criatura, !or desdo)ramento, resulta, como s$ntese, o 6ercrio, #ue est0
sim)oli(ado !elo pei"e #ue o pescador com suas redes tira do lago.
• Assim !ois, desse Ecifer extra$mos todo o 6ercrio e a medida #ue vai !assando o
tem!o, Ecifer vai se convertendo totalmente no 6ercrio, atD #ue finalmente s9 nos
resta o 6ercrio.
• + #ue D um 6estre RessurectoH 6ercrio ;0 !urificado, convertido em +uro, !or isso
ele D re!resentado como um <aso de Ala)astro, com o Ala)astro vivo, com a rosa
elDtrica #ue se es!era. I0 alguns Cavaleiros da +rdem 7u!erior ressurrectos e não
!ossuem organi(aAão f$sica vis$vel em !arte alguma.

• Kundry! -undr<4ia! a mulher atormentada pelo controle m:4ico ,ue o feiticeiro
Glin4sor lhe imp's. =rabalha! contra sua vontade! pela derrota dos Davaleiros do
-raal. -ra%as a ela! Glin4sor roubou a 3an%a de Anfortas.
• =al como Maria Madalena! ela a prostituta arrependida! ,ue deseja se4uir os ideais
do -raal! mas sempre cai vencida.
• . 6ul"er5 exclama Anfortas. Por acaso Ds tu o dem,nio #ue vomitou o inferno !ara me
a)rir esta feridaH +u Ds, talve(, um an;o #ue desceu de JrKnia !ara velar !or min"a
infeli( existênciaH @0Parsifal 5evelado2B

KUNDRY
• ?a ;bra de Ha4ner! a mulher o s<mbolo do pecado e da reden%&o! da tortura e do
b:lsamo! da lu$Iria e do amor. 6em a mulher! o homem n&o tem salva%&o. 6em o
homem! a mulher n&o se redime.
• LundrM, *undr$gia, Ierod$as, a 6adalena m$stica do Parsifal Nagneriano, não ignora o
segredo vivo de sua !r9!ria existência. /la sa)e muito )em, !or nature(a e !or
instinto, #ue somente !oder0 li)ertar.se do !oder es#uerdo e sinistro de Llingsor se
encontrar o em seu camin"o de amarguras um "omem forte, ca!a( de vencer a si
!r9!rio, e re;eit0.la.
• Domo est: escrito em =arot e Gabala! a mul"er D o atanor da al#uimia sexual. +
"omem saiu do Para$so !elas Portas do 8den, e o 8den D o mesmo C7exoG. A Porta
do Para$so D o 7exo. $ !ulher % a &orta.

KUNDRY
• Klingsor! o .a4o ?e4ro! o terr<vel inimi4o oculto do -raal ,ue reside em seu
castelo rodeado pelos jardins das del<cias do pecado. =em em sua posse a 3an%a
roubada de Anfortas.
• =ornouEse inimi4o dos 6antos Davaleiros após! e,uivocadamente! ter se mutilado!
castrouEse para acabar com a lu$Iria. 1epois desse crime contra o se$o! achouEse
santificado e tentou apro$imarEse do D:lice 6a4rado! pelo ,ue foi recha%ado pelo
-uardi&o e pelos Davaleiros.
• Domo vin4an%a! luta para fa"er os 9niciados ca<rem na lu$Iria e nas penas infernais!
fa"endoEos se perderem em seus jardins de belas fJmeas.

KLINGSOR
• Glin4sor o 9nimi4o ;culto! o &go! o 0.im mesmo2! a,uele ,ue odeia o Amor! odeia a
mulher! odeia a .a4ia 6e$ual Branca! portanto! odeia o /sp<rito 6anto. 6&o os
diversos 0eusEdiabos2 ,ue carre4amos dentro ,ue nos fa"em desviar do Daminho!
tentamEnos! criam situa%Kes desfavor:veis para continuarmos na 6enda.
• =odo a,uele ,ue se pronuncia contra o se$o infrasse$ual. =odo a,uele ,ue se
pronuncie contra as for%as se$uais do =erceiro 3o4os de fato um .a4o ?e4ro.
• /n,uanto tivermos o /4o bem vivo n&o possuiremos nossa 1ivina 3an%a! n&o
teremos controle pleno sobre nossas ener4ias se$uais! ,ue est: sob o controle do
9nimi4o 6ecreto.
• L necess:rio lutar contra o Glin4sor interior e suas diabesas tentadoras para retomar a
3an%a perdida.

KLINGSOR

PARSIFAL
• Parsifal! 0o s:bio por compai$&o! o louco inocente2! o persona4em principal e
baseado no herói arturiano Par(ival ou Percival de /schenbach. /le o casto
inocente orientado por -urneman" nos mistrios do -raal.
• Filho do rei -amuret! senhor de Anjou e Ma"amanc! com a virtuosa e humilde rainha
Ner"eleide @cujo nome si4nifica 0triste do cora%&o2! 0dor no cora%&o2B. Dresceu isolado
na floresta junto com sua m&e! ,ue temia ,ue tivesse o mesmo destino de seu pai!
ca<do em batalha.
• /le chamado de inocente por,ue j: n&o possui /4o. ?&o possui /4o por,ue
cresceu e viveu nas florestas selva4ens! abismos de si mesmo! lutando contra suas
partes animalescas! matou os terr<veis eus bestiais.
• Foi profeti"ado a Anfortas ,ue ,ue viria um salvador# C+ s0)io, o iluminado !ela
com!aixão, o casto inocente, es!era.o. /le D meu /leito.G ; 6:bio! por,ue mata o
/4o. ; iluminado pela compai$&o! pois sacrificaEse pela humanidade. Dasto! por,ue
trabalha com a .a4ia 6e$ual Branca. Para ser o /scolhido! o /leito dos 1euses!
deveEse trabalhar com os =rJs Fatores da 5evolu%&o da DonsciJncia.
• /m 0Parsifal 1esvelado2! o Mestre e$plica# Parsifal, casto inocente5 8 evidente #ue
num remoto !assado tam)Dm "avia ferido com sua flec"a o cisne de imaculada
)rancura, o Iam.7a" milagroso...
• Os diversas !erguntas #ue l"e são feitas com tanta ênfase, ele guarda silêncio. 8
9)vio #ue ignora tudo, eliminou o ego, e nem se#uer recorda o nome de seu
!rogenitor terrestre, !ois recon#uistara a inocência edênica.
• %&' Protegido com as armas de <ulcano, a#uele ra!a( com)ateu as )estas do
inferno, vis re!resentaAPes de seus antigos erros e as redu(iu -s !oeira c9smica.
Assim o ;ovem avan'ou at% os domínios do Graal (e assim tam)%m n*s devemos
avan'ar+.

PARSIFAL

A MORTE DO CISNE
• ?o primeiro Ato! Parsifal! o louco inocente! mata o cisne do la4o com uma flechada.
=al ato choca -urneman" e toda a con4re4a%&o do 6anto -raal.
• ; cisne Kala'(amsa @0Disne da /ternidade2B! cuja nome nos recorda o mantra 0NamE
6ah2O o mesmo Fbis imortal dos e4<pcios e a branca pomba do cristianismo. 6<mbolo
da for%a se$ual! do /sp<rito 6anto! do 6anto 6hiva! a potJncia ,ue viaja radiante no
interior e no e$terior de todas as criaturas.
• Pela pure"a de sua pluma4em e fidelidade ao seu companheiro! o cisne simboli"a a
fidelidade e pure"a do Amor Verdadeiro. =ambm nos remete P castidade e P
inocJncia infantil.

A MORTE DO CISNE
• ; arco e a flecha s&o s<mbolos se$uais. A morte do cisne com uma flechada simboli"a
a fornica)*o! o pecado ori4inal.
• -urneman" e os Davaleiros do -raal repreendem Parsifal! ,ue n&o entende o por,uJ
de tantos ,uestionamentos! de tantas cr<ticas.
• .estre 6amael bem advo4a# 6as, !or #ue tanto alvoroAo, tumulto e desordemH Quem
nunca feriu de morte o cisne Lala.IamsaH Quem nunca violou o sexto mandamento
da lei de Deus #ue di( CNão FornicarGQ $#uele #ue se sentir livre de pecado #ue
atire a primeira pedra,.

VIAGEM AO SANTO GRAAL
• Dondu"ido por -urneman"! o 4uru! Parsifal se diri4e ao =emplo de .ontsalvat atravs
da Ruarta 1imens&o! 0onde o tempo se fa" espa%o2.
• Domo e$plana o Avatara de A,u:rio sobre as dimensKes# + tem!o em si mesmo D a
#uarta dimensão 4 isto est0 claro. A #uarta coordenada se resume a dois as!ectos )em
definidosB tem!o e es!aAo.
• %&' Dentro do mundo tridimensional em #ue vivemos existe sem!re uma #uarta vertical,
e esta D, em si mesma, o tempo.
• %&' Na eternidade não "0 tem!o. A eternidade vem a ser a #uinta dimensão, tu o sa)es.
-a eternidade, tudo se processa dentro do eterno agora. +uviste falar disso #ue
est0 alDm do tem!o e da eternidadeH 8 claro #ue existe a sexta dimensão. / #ue
diremos da dimensão (ero descon"ecidaH /s!$rito !uroH 7im5 7im5 7im5...
• + vel"o *urneman(, com essa sa)edoria iluminada !elo tem!o, tudo entendia e
sa)iamente condu(ia o fil"o de Ier(eleide atD o 7anto *raal.
• %&' + Parsifal Nagneriano, de!ois de muitas amarguras, D condu(ido sa)iamente !or
seu *uru *urneman( atD o 7antu0rio 7agrado do *raal com o evidente !ro!9sito de
ensinar.l"e os !ist%rios da .ransu)stancia'/o.

VIAGEM AO SANTO GRAAL

TEMPLO DE MONTSALVAT
• .esmo ferido pela 3an%a 6a4rada e contra sua vontade @pois cheio de remorso pelo
pecadoB! o rei Anfortas reali"a o sacro ritual para bendi"er o p&o e o vinho para a
con4re4a%&o do -raal. Ao er4uer o 6anto D:lice! um pur<ssimo raio de lu" cai sobre ele!
fa"endoEo brilhar majestosamente. 1i" o 8ener:vel .estre# :sso nos recorda o 7a"a;a
6ait"una no instante su!remo. +s mistDrios do Eing"am.Roni são tremendamente
divinos. %&' Anfortas sa)e usar a cru( f0lica e com o sem)lante transfigurado ergue o
*raal ao alto e a)enAoa o !ão e o vin"o da transu)stanciaAão.

TEMPLO DE MONTSALVAT
• ; 6anto -raal o c:lice mila4roso da suprema bebida! o 8aso 5e4enerador! o Moni
se$ual feminino! de onde devemos beber o nctar inici:tico dos 1euses 6antos. ?o
8aso 6anto da mulher est: o vinho raro da espiritualidade transcendente. A tentaAão D
fogo, o triunfo so)re a tentaAão D lu(.
• ; 8ener:vel Anfortas! 4rande senhor! 5ei do -raal! sucessor do velho =iturel! outrora
ferido pelo se$o! !"allus ou lan%a! ,uando foi v<tima da sedu%&o se$ual! somente p'de
ser curado com a mesma haste ,ue o feriu.
• A Autorreali"a%&o Fntima do 6er imposs<vel sem o conIbio se$ual entre homem e
mulher. /ssa a s<ntese do ensinamento do D:lice e da 3an%a.

O CASTELO DE KLINGSOR
• ?o topo de seu castelo! o tenebroso Glin4sor a tudo espia atravs de seu espelho
m:4ico. Dom seu poder m:4ico ele invoca Parsifal para seus lu$uriosos dom<nios e a
enfeiti%ada Gundry para ,ue o fa%a cair como tantos outros Davaleiros ca<ram.
• /xistem momentos su!remos na "umanidade, e este D !recisamente um deles. C"egou
o instante terr$vel, a "ora das grandes decisPes.

O CASTELO DE KLINGSOR
• Glin4sor! o /4o! ordena ,ue sedu"a Parsifal e Gundry nada pode fa"er a n&o ser
protestar.
• L ur4ente eliminar o 0/u Psicoló4ico2! todavia! deve recordarEse ,ue n&o e$iste um 0/u2!
mas uma multiplicidade de 0/us2 dentro de nós.
• Al4uns caprichosos 4rupos de e4os @a4rupados sem ,ual,uer ordem ou coordena%&oB
possuem li4a%Kes ps<,uicas constitu<das de associa%Kes naturais de tipo totalmente
acidental# recorda%Kes fortuitas ou semelhan%as especiais. Porm! cada e4o pensa ser
o todo.

JARDIM ENCANTADO
• ?o )ardim /ncantado de Glin4sor residem as terr<veis ninfas! as mulheresEflores!
tentadoras ,ue a muitos valorosos portadores do -raal fi"eram cair. 1essa ve"! ,uerem
uma nova v<tima.
• ; Vener$vel Mestre Samael assim descreve a cena# Nesta !assagem $gnea do colosso
existe cor, amor, !erfume, encantos indecifr0veis. Tudo #uanto !ossa sedu(ir os
sentidos "umanos. PorDm, D 9)vio #ue o her*i n/o sucum)e na )atal"a das
tentaAPes.
• /m todos os templos sa4rados! -randes 9niciados tiveram ,ue passar por essas
mesmas tenta%Kes! cercados de lu$uriantes damas! vestais inici:ticas! sem derramar
sua ener4ia preciosa! sem se identificar com um Inico fio de cabelo das belas mulheres
do templo.

JARDIM ENCANTADO
• Apesar da vitória sobre as tentadoras mulheresEflores! tudo teria sido em v&o se Parsifal
n&o derrotasse a terr<vel Gundry! a diaba ori4inal. /la tenta enfeiti%:Elo com o terr<vel
beijo! trabalhando ma4neticamente no centro se$ual do herói! como fe" com Anfortas.
• Mestre Samael# De!ois vem o mel"or . o "er9i invoca a lem)ranAa do <aso 7agrado e
do 7angue Divino derramado !elo !ecado. Ieroicamente, rec"aAa LundrM, a 6adalena
Nagneriana, #ue es!antosamente revolve.se no seu leito de flores, agitada !ela mais
tremenda luxria. /m vão LundrM usa todos os encantos, enganos e artif$cios #ue l"e
sugere sua astcia. + "er9i consegue esca!ar...

TRIUNFO

TRIUNFO
• A .a4ia 6e$ual ensinada pelo Vener$vel Mestre sinteti"ada na se4uinte frase#
0nmissio !em)ri 1irilis in 1agina 2emina 3ine 45aculatium 3eminis, ou seja!
cone$&o do 3in4am @faloB com o Soni @IteroB sem ejacula%&o da entidade do sJmen.
• ; desejo se$ual refreado far: subir a ener4ia criadora at o crebro! resultando na
0semini"a%&o2 do crebro e na 0cerebri"a%&o2 do sJmen.
• ?a obra 0Para os Poucos2! escrito est:# Não "0 dvida #ue o CectaisG formal %tero
feminino' devidamente conectado com o CfalusG vertical %falo masculino' fa(em a cru(S os
#uatro !ontos da cru( sãoB a Ciência, a Filosofia, a Arte e a 6$stica. 7omente mediante
os mistDrios do Eingam.Roni e Pure(a D !oss$vel conectar a alma com o es!$rito, o
6acroc9smico com o 6icroc9smico.
• ;bviamente! Parsifal rejeitar Gundry n&o si4nifica a rejei%&o do homem contra a mulher!
mas sim a rejei%&o do derramamento da ener4ia criadora. /le n&o se identifica com o
ato se$ual! mas recorda o D:lice 6a4rado e a ferida do rei Anfortas. /le n&o se es,uece
de si mesmo e dos princ<pios do 6anto -raal. Antes do instante fatal ele se retira do
se$o! vencendo a si mesmo.
• 1errotada! Gundry invoca o ma4o ne4ro! seu senhor! ,ue arremessa a 3an%a do -raal
contra Parsifal. Porm! o herói est: purificado! invulner:vel contra o pecado. Parsifal
toma a %an)a +ue flutua no ar e com ela faz o sinal da cruz! com o ,ue fa" desabar
o Dastelo de Glin4sor e ,ue invoca furacKes ,ue levam para lon4e o jardim das del<cias
do pecado. As mulheresEflores murcham e ressecam. Gundry cai ao solo! desesperada.
Glin4sor! ele mesmo! cai morto e se torna poeira cósmica.
• Parsifal er4ue a 3an%a! %&' o em)lema extraordin0rio do *enius Eucius, a forAa 9dica
ou magnDtica, com a #ual fa( o sinal da cru( !ara transformar em !oeira c9smica o /go
Animal.

TRIUNFO

O RETORNO AO PONTO INICIAL
• ?a primeira hora da 6e$taEFeira 6anta! Parsifal retorna ao bos,ue onde encontrara o
velho mestre -urneman". =odavia! o herói retorna de cruentas batalhas contra si
mesmo. 8estido como 4uerreiro em vestes ne4ras! empunhando em sua destra a 3an%a
6a4rada e em sua sinestra o seu escudo @da sabedoriaB. =ais vestiduras s&o
representa%Kes da dor e da luta! dos terr<veis padecimentos volunt:rios para a morte do
e4o.
• ): foi dito# o final D igual a comeAo, mais a ex!eriência.
• Assim o Mestre ur4e# 8 indis!ens0vel e urgente morrer radicalmente em nossa !r9!ria
!ersonalidade, na carne, no /u, com firme !ro!9sito de encarnar a !otência de Deus em
n9s.

O RETORNO AO PONTO INICIAL
• Dom o au$<lio de -urneman"! Parsifal retira as vestes ne4ras e revela suas vestes
brancas! simboli"ando ,ue j: embran,uecera o lat&o! possui os Dorpos 6olares
Dristificados. L um .estreT /ncarnou o 6er FntimoT L o novo 5ei do -raalT
• 6em as influJncias de Glin4sor @o /4oB! Gundry lava os ps do sant<ssimo! pois a4ora só
pretende servir! servir ao 6anto -raal e a todos ,ue buscam a reden%&o e ,ue sabem
vencer a tenta%&o.
• ?enhum .estre 9luminado sur4e por acaso. N: necessidade de muitas lutas! muitas
bai$adas! pois 0antes de toda e$alta%&o! h: uma humilha%&o2. L necess:rio muitos
esfor%os conscientes e padecimentos volunt:rios.

A LANÇA DA SANAÇÃO
• 5etornando ao =emplo de .ontsalvat! encontramos Anfortas recusandoEse a reali"ar
novamente o ritual da transubstancia%&o! pois est: cheio de pesar e prefere a morte a
elevar novamente o D:lice 6a4rado.
• Parsifal cura a ferida em suas costas! pois só a 3an%a 6a4rada! a 3an%a de 3on4inus!
a,uela mesma lan%a dos pactos sa4rados ,ue o deus Hotan @Hodan! Hoden! ;dinB
empunhava! pode nos curar do pecado da fornica%&o. Durado e e$pidado! Anfortas
retira o c:lice da urna. Parsifal a toma e reali"a o ritual da =ransubstancia%&o. Assim!
uma ve" mais! a con4re4a%&o do -raal pode receber as for%as superiores cr<sticas para
continuarem sua obra. A bela Gundry redimida pelo novo 5ei do -raal! caindo ao solo
desmaiada.

A TRANSUBSTANCIAÇÃO
• Mestre Samael nos fala sob o mila4re do vinho cr<stico# + 7acerdote *n9stico, em
estado de êxtase, !erce)e essa su)stKncia c9smica do Cristo.7ol encerrada no !ão e
no vin"o, e atua desligando.a de seus elementos f$sicos !ara #ue os 0tomos cr$sticos
!enetrem vitoriosamente nos organismos "umanos.
• /sses 0tomos solares, essas vidas ígneas, esses agentes secretos do Ador0vel,
tra)al"am silenciosamente dentro do Tem!lo.CoraAão convidando.nos uma ou outra ve(
a tril"armos a 7enda #ue nos condu(ir0 ao Nirvana.
• 8 evidente e !al!0vel a misteriosa a;uda dos 0tomos cr$sticos.

A TRANSUBSTANCIAÇÃO
• 8 in#uestion0vel #ue as !alavras <in"o, <ida e <ideira !ossuem diferentes origens. 6as
nem !or isso deixam de ter certas afinidades sim)9licas.
• -/o de outra forma relaciona-se o 1inho com 61is,, 62or'a,, e com 61irtus,,
62or'a !oral,, assim como 61irgo,, 61irgem, (a 3erpente 7gnea de nossos
mgicos poderes+.
• %&' Transformar o !ão %semente' em carne solar, e o vin"o delicioso em sangue cr$stico
e fogo santo, D o milagre mais extraordin0rio do 7exo.Roga.
• %&' Para os gn9sticos, o cor!o f$sico D algo como alma materiali(ada e condensada, e
não um elemento im!uro, !ecaminoso, como su!Pem os tratadistas da ascese a)soluta
do ti!o medieval.
• %&' Necessitamos reconciliar.nos com o 7u!remo Criador, de maneira #ue /le !ossa
recon"ecer na carne a sua !r9!ria criatura.

SÍNTESE
• Samael Aun Weor sinteti"a a obra Ua4neriana recordando os 4raus esotricos
cl:ssicos da .a%onaria ;culta# Aprendi"! Dompanheiro e .estre.
• Assim o Dristo do 5aio da For%a ensina# A#uele adolescente da primeira parte do
drama nada sa)e so)re a mansão das del$cias e a região do amor com as mul"eres.
flores !erigosamente )elas, nem so)re essa LundrM, Ierod$as, *undr$gia
estran"amente !ecadoraS D, !ortanto, o A!rendi( da 6aAonaria +culta. Possui a
consciJncia adormecida e apenas busca um alento para seu sofrido cora%&o.

SÍNTESE
• ; V. M. Samael fa" um pe,ueno hino em homena4em P mulher na sua obra 0Parsifal
1esvelado2! recordandoEnos ,ue ela a alma mater @0m&e ,ue alimenta2B da -rande
;bra! o caminho secreto do .istrio! sem ,ual estar<amos condenados ao Abismo e P
se4unda morte#
• 6ul"er ador0vel5...Tu Ds a senda do fio da naval"a, o roc"oso camin"o #ue condu( ao
Nirvana. Quem me dera tomar tuas )rancas mãos !ara a!ertar com elas o coraAão e
)ei;0.las ardentemente, escutando muito atentamente de teu amor as dulc$ssimas e
fascinantes !alavras. Quem me dera sentir so)re o meu !eito reclinado tua lKnguida
ca)eAa e escutar teus divinos sus!iros de amor e !oesia. Quem me dera !ousar casto e
suave meu carin"oso l0)io em teus ca)elos, e #ue sentisses soluAar min"a alma em
cada )ei;o #ue neles deixasse5 Quem me dera rou)ar um s9 raio maravil"oso dessa lu(
de teu ol"ar em calma !ara ter de!ois com #ue iluminar a solidão da alma. A"5 Quem
me dera ser tua !r9!ria som)ra, o mesmo suave am)iente #ue teu rosto )an"a, e !or
)ei;ar teus ol"os celestiais, a l0grima #ue tremula em teus c$lios, e ser um coraAão todo
alegria, nin"o de lu( e de divinas flores, onde tua alma de !om)a dormisse o sono
virginal de teus amores.

HINO À MULHER

HINO DO GRAAL
• Dia a!9s dia, dis!osto !ara a ltima ceia do Amor Divino, o )an#uete ser0 renovado,
como se !ela ltima ve( tivesse "o;e de consolar.l"e !ara #uem "a;a se alegrado nas
)oas o)ras. Acer#uemo.nos do 0ga!e !ara rece)er os augustos dons.
• Assim como entre infinitas dores correu um dia o sangue #ue redimiu o mundo, se;a
meu sangue derramado com coraAão go(oso !ela causa do Ier9i 7alvador. <ive em
n9s, !or sua morte, o cor!o #ue foi oferecido !ara nossa salvaAão.
• <iva !ara sem!re nossa fD, !ois #ue so)re n9s desAa a !om)a, !ro!$cia mensageira do
Redentor. Comei do !ão da vida e )e)ei do vin"o #ue !ara n9s emanou.

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