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Aquele que transborda de amor abstm-se de todo julgamento.

O invejoso tem
dificuldade em reconhecer qualquer virtude.
O amigo percebe nossas deficincias morais e reconhece nossas virtudes, sobre elas
discorrendo com ponderao e equilbrio. (Narendra Sadhana)
RESPONSABILIDADE NO EXPRESSAR-SE
No silncio e no vazio todas as coisas esto presentes em potencial. A mente como um copo:
antes de ench-la devemos esvazi-la. Do vazio e do no ser surge a criatividade. (Postulado
Taosta)

Certa vez, um homem tanto espalhou boatos afirmando que um rapaz, seu vizinho, era ladro,
que ele acabou sendo preso.
Depois de decorrido certo tempo, constatou-se que o rapaz era inocente.
O rapaz foi solto e, magoado, atormentado pelo sofrimento e pela humilhao, decidiu
processar o vizinho responsvel pelos seus infortnios.

No tribunal, o vizinho irresponsvel ao ser solicitado para dar a sua verso dos fatos, diz ao juiz:
- Os meus comentrios no foram assim to graves, a ponto de lhe causar tanto mal....

Aps ouvi-lo, o juiz assim se pronunciou:
- Escreva os comentrios que voc fez sobre o seu vizinho em uma folha de papel. Depois pique o
papel em pequenos pedaos e jogue-os pelo caminho, de volta sua casa. Amanh retorne aqui
para ouvir a minha sentena.
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte para ouvir a sentena do juiz. Ao receb-lo, o juiz
lhe diz: - Antes de tomar conhecimento da minha sentena retorne pelo caminho de volta sua
casa, onde jogou os pedaos de papel como te ordenei ontem. Recolha todos os pedaos de papel
que espalhastes e os traga de volta para mim.

- No posso fazer isso, meritssimo! O vento j deve t-los espalhados por todos os lugares.
impossvel para mim recolhe-los novamente, pois no sei onde se encontram.

O Juiz, com ar de gravidade, porm, com suave brandura, respondeu ao homem: - Da mesma
maneira, um simples comentrio que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de
no podermos mais consertar o mal provocado.

SE NO PUDERMOS FALAR BEM DE UMA PESSOA, MELHOR QUE DELA NADA SE DIGA. SEJAMOS
SENHORES DA NOSSA LNGUA PARA QUE NOSSAS PALAVRAS NO SE CONSTITUAM EM PEDRA
DE TROPEO PARA OS NOSSOS PRPRIOS PS.

Nota:
Texto sem indicao de autoria que me foi enviado por e-mail.
Anexei-lhe as citaes e alterei ligeiramente a estilstica para dar uma fluidez mais agradvel
leitura, sem, contudo, alterar-lhe a essncia. (Narendra Sadhana)