Índice

Índice........................................................................................................................................... 1
Introdução.................................................................................................................................... 2
A resistência em África Ocidental................................................................................................ 3
A resistência de Lat – Diop na ene!"m#ia................................................................................3
A resistência do udão................................................................................................................ $
O %O&I%'()O udaneses*.................................................................................................. $
+O%,(I+ADO DA I(D'-'(D.(+IA*......................................................................................./
+ronolo!ia da resistência ao colonialismo na África Ocidental*...................................................0
Os l1deres 2ue se destacaram na resistência*.............................................................................0
+onclusão.................................................................................................................................... 3
4i#lio!rafia................................................................................................................................... 5
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Introdução
Este trabalho trata sobre a resistência na África Ocidental onde falar-se á da resitência de Lat
Dior Diop na Senegâmbia, Cronologia da resistência ao colonialismo, Resistência do Sd!o
Ocidental" #rabalho e$ectado em grpo e na base de conslta bibliográfica no li%ro da &&' e
('Classe do Sistema )acional de Edca*!o"
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A resistência em África Ocidental
África Ocidental sofre a ocpa*!o dos franceses e dos ingleses" #al como em otras partes do
nosso continente, a domina*!o colonial na África Ocidental assmi formas militares o
diplomas, dependendo das condi*+es encontradas pelos chefes locais"
, partir de &--., a /ran*a decidi amentar a sa infância sobre os territ0rios da África
Ocidental, 1e se estendia do Senegal ao )2ger e da2 ao Chade" 3ara reali4ar estas con1istas, os
franceses saram preferencialmente a for*a militar 5contrariamente aos 6ngleses 1e dominaram
atra%7s de acordos diplomáticos e alian*as8"
A resistência de Lat – Diop na Senegâmbia
, resistência na Senegêmbia foi dirigida por Lat 9 Diop, rei de Ca:or m dos territ0rios 1e
constit2am a Senegâmbia" Lat 9 Diop so como meios de resistência ac*+es militares,
diplomáticas e desobediência ás atoridades coloniais francesas"
Em &-(;, Lat 9 Diop incito e otros chefes a n!o colaborarem com os franceses no se pro<ecto
de constrir ma linha f7rrea"
Respondendo ao administrador /rancês sobre a ideia da constr*!o da linha f7rrea Lat 9 Diop
escre%e=
>En1anto e for %i%o, %o me opor com todas as minhas for*as á constr*!o de estradas de
ferro 5?8" , %ista das espadas e das lan*as 7 agradá%el aos nossos olhos" @ por isso 1e, cada
%ês 1e e receba de ti ma carta relati%a a estrada de ferro, responderei sempre n!o, e <á mais te
darei otra resposta" Aesmo 1ando e for dormir o Bltimo sono, me ca%alo AalaC te dará a
mesma respostaD"
)o entanto o pro<ecto de constrir a linha f7rrea foi reali4ada" Lat 9 Diop n!o desisti da sa
lta= Aobili4o se po%o para n!o clti%arem amendoim, m dos prodtos preferidos dos
franceses para a sa indBstria na Eropa" Aobili4o ainda se po%o para abandonar as regi+es
1e fica%am perto das garni*+es francesas, refgiando-se no interior"
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Em &--E, os franceses atacaram militarmente o reino Ca:or" Lat 9 Diop, refgio-se em Folof e
da2 organi4o a sa resistência" Em Otbro de &--G, Lat 9 Diop morre em combate, depois de
ter acsado pesadas bai$as aos franceses, na batalha de DeHe"
A resistência do Sudão
,ntes da e$pedi*!o do Egito para o Sd!o, na era moderna, o pa2s foi di%idido em diferentes
estados separados" )o mesmo per2odo, os interesses coloniais esta%am focados sobre o Sd!o e
come*o por e$pedi*+es de descoberta para se preparar para a in%as!o do Sd!o, onde Fames
Iross descobri a fonte do )ilo ,4l na Eti0pia 5&&&E Jigri -&((. dC8" Drante este per2odo,
ho%e três reinos principais no Sd!o, inclindo o reino islâmico /ong, o reino da pele no Darfer
e #agal: reino no Sd!o ocidental" Jo%e conflitos, gerras e conflitos entre esses três reinos"
Do otro lado, Egipto, no norte esta%a trabalhando para estabelecer m Estado moderno sob o
comando de Aohamed ,li Iasha c<as gerras re%elo a ele sas necessidades de maiores
recrsos para conclir a cria*!o de do Estado moderno" Ent!o ele penso na e$pans!o para o sl
para in%adir o Sd!o e descobrir as minas de oro e diamantes, al7m do recrtamento de homens
sdaneses no e$7rcito eg2pcio e para descobrir as fontes do )ilo e torná-lo segro"
Depois da re%ol*!o em &E;; Aahdist higri - &--& dC, os re%olcionários foram capa4es de
con1istar o Sd!o ap0s o assassinato de Kordon, em segida, Kr!-Iretanha descobri 1e os
ses interesses e$ige o retorno do e$7rcito eg2pcio no Sd!o" Lma brigada de &.... soldados foi
formado sob a Mitchener lideran*a do britânico" Este e$7rcito in%adi o Sd!o por ordens de
Lorde Cromer o ,lto Comissário, no Cairo" O e$7rcito eg2pcio derroto o Aahdist em mitas
batalhas em /arHa e Mararr: e, em segida Mitchener in%adiram Cartm e le%antaram as
bandeiras britânicas e eg2pcia" Em &; de <aneiro de &-;; o acordo da regra do condom2nio do
Sd!o foi assinado por Cromer e os Ainistro dos )eg0cios Estrangeiros eg2pcio Iotros Khali
estiplando a hegemonia con<nta britânica e no Sd!o eg2pcio"
OS MOIM!"#OS Sudaneses$
O mo%imento Aahdist sob a lideran*a de Aohamed ,hmed ,lmahadi te%e m papel
significati%o na mobili4a*!o da pai$!o nacional e os sentimentos do po%o Sdanês" Ja%ia
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tamb7m algns mo%imentos tribais e nacionais na 7poca, mas eram mito fracas e a cone$!o
entre o po%o sdanês se tamb7m foi fraca 1e fe4 esses mo%imentos perdem a for*a e capacidade
para ter m efeito"
Aas o Ao%imento )acional do 3o%o foi o refor*o e afectados pelos acontecimentos no Egito,
1e ocorre ap0s a primeira gerra mndial e a re%ol*!o de &;&;" Ent!o, pela primeira %e4 no
Sd!o, as acti%idades secretas mo%imentos aparece, chamando para a re%ol*!o e e$igindo a
independência, a 1est!o tinha difndidas entre o po%o sdanês" Lm no%o clta e edcada classe
de pessoas 1ando srgi m grande nBmero de sdaneses foram afectados pelo sentimento
patri0tico e de cren*a, 1e domino o conceito de cada m e 1e foi iniciada pelos eg2pcios 1e
trabalham no Sd!o, 1e foram afectadas pela re%ol*!o &;&;"
Embora a re%ol*!o Aahdist come*o em &--N no )orte do Sd!o e foi apoiada pelo Sd!o
ocidental, mas 1e encontro m grande apoio das tribos )o,ir eo shlH e ,nCaH no sl do
Sd!o, para al7m das tribos de Iahr ,lgha4al, ma coisa 1e afirmo 1e o Aahdist re%ol*!o
foi ma re%ol*!o nacional e n!o regional"
Em &--;, a regra do condom2nio foi enfrentado por ma %iolenta lta em Marma, Mararr: e
batalhas LmdibaiHrat, 1e termino a era Aahdista" Ja%ia tamb7m as ltas no Oriente, ,lga4ira
e no oeste, en1anto o Sl tinha testemnhado gerras disciplinar por parte do e$7rcito do
condom2nio contra a tribo )o,ir drante &;.E-&;E; e contra a tribo DinHa em &;.( - &;EO, o
latoHa e #aboasa em &;&G-&;EE" #odos esses e%entos foram segidos pela re%ol*!o de &;EP
1e represento ma alian*a entre as elites dos militares, ci%is e licenciados de todas as
diferentes tribos do Sd!o, no )orte e no Sl o 1e lhe de a identidade nacional"
%OM&"I%ADO DA I"D!'!"D("%IA$
O e%ento hist0rico 1e te%e lgar em Faneiro de &;NG, chamando as das bandeiras da regra do
condom2nio e le%antando a bandeira do Sd!o %e4 foi frto de ma longa lta, hero2smo e
patriotismo, liderados pelos l2deres do Sd!o, de diferentes tribos e 7tnica grpos"
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%ronologia da resistência ao colonialismo na África Ocidental$
&-NP 9 inicia-se a con1ista militar francesa da Senegâmbia"
&-(; 9 Lat 9Diop incita o se po%o a ltar contra a ideia dos franceses constr2rem ma linha
f7rrea 1e iria atra%essar dos ses territ0rios"
&--E 9 Os franceses atacam Ca:ore" Lat 9Diop refgia-se em Folof"
- ,ta1e francês ao imp7rio de #Hler 1ando Samori #or7 se recso a abandonar
Menharan"
&--N 9 #or7 derrota os franceses e$plsando-os de Ire, ma rica regi!o mineira"
&--G 9 Dior ataca as for*as francesas em DeHler e morre em combate <ntamente com os ses
dois filhos e oitenta dos ses partidários"
- #or7 assina m tratado estrat7gico com os franceses para poder ltar contra os ses
inimigos internos"
&-;. 9 Os franceses atacam Cotono e prendem os l2deres /on 1e ai esta%am"
&-;E 9 Os /ranceses iniciam o ata1e a Dahom7 alegando retalha ata1e feito pelos e$7rcitos
/on em E( de Aar*o desse ano"
&-;P 9 O imp7rio de Daom7 7 dominado pelos franceses na se1ência da pris!o de Iehan4in"
&-;N 9 #or7 ataca ma colna francesa recha*a %ários ata1es"
&-;G 9 #or7 ataca ,brom e a parte ocidental de Kond<a"
&-;- 9 #or7 7 captrado 1ando tenta%a alcan*ar a Lib7ria, pelo Korad, em Kelemo, pondo
termo á resistência do imp7rio do #Hler e a ma das mais encarni*adas resistências da África
Ocidental"
Os l)deres *ue se destacaram na resistência$
 El Jad<i Omar #all
 Samori #or7
 Lat Dior Diop
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%onclusão
/inali4ando a presente pes1isa concl2mos 1e a resistência na África Ocidental sofre a
ocpa*!o dos franceses e ingleses como em otras partes do continente africano e a domina*!o
colonial assmi formas militares o diplomas dependendo das condi*+es encontradas pelos
chefes, as resistência tinham como ob<ecti%os libertar os po%os africanos da domina*!o colonial"
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+ibliografia
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