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UM ADEUS AO ÚLTIMO DOS CAVALEIROS

SUPLEMENTO ESPECIAL
Não pode ser vendido separadamente
“Grandes prerrogativas tem a cavalaria andante, porque torna
quem a professa conhecido e famoso em todos os cantos da terra;
senão, veja Vossa Mercê, Senhor Dom Antônio, que até os garotos
desta cidade, sem nunca me haverem visto, me conhecem.”
(p.561, Dom Quixote, Miguel de Cervantes, 1981, Abril Cultural)
Dom Pedro Gastão
“Elegante! Majestoso! Garboso!
Um cavaleiro que se personifica
sobre o cavalheiro! Nobre!.”
Palavras que se ouviam pelas ruas
da cidade. Expressões emitidas
tanto por turistas, como por
petropolitanos, que o contem-
plavam passeando a cavalo pe-
las ruas do Centro Histórico da
cidade e de bairros distantes.
Constante presença, marcante fi-
gura, de um homem que represen-
tava a tradição, sua família, a pró-
pria história, recebendo manifes-
tações de carinho do povo.
Destacava-se no conjunto por sua
estatura e sua silhueta que lembra-
va seu avô, o Conde D’Eu, como
também do pai Pedro de Alcântara,
Príncipe do Grão Pará.
Seu bisavô, D. Pedro II, ainda
jovem, percorreu a cavalo o tre-
cho da estrada da Serra da Fá-
brica de Pólvora ao centro do
povoado para verificar o anda-
mento das obras de Koeler.
Petrópolis, 28 de dezembro de 2007
1913 2007
TRIBUNA DE PETRÓPOLIS
Nasceu na França, durante o exílio da Família Imperial,
cursou história e ciência política na Sorbonne, destacou-se
no hipismo, viajou por todo o Brasil, casou-se com Dona
Esperanza, numa união de 60 anos, e deixou seis filhos
Petrópolis, 28 de dezembro de 2007 2
UM ADEUS AO ÚLTIMO DOS CAVALEIROS
DOM
PEDRO
GASTÃO
Pedro de Alcântara Gastão
João Maria Felipe Lourenço
Humberto Miguel Gabriel Rafael
Gonzaga de Orleans e Bragança,
filho de Dom Pedro de Alcântara
e de Dona Maria Elizabeth
Adelaide, Condessa de
Dobrzensky de Dobrzenicz, neto
do Conde D’Eu e da Princesa
Isabel, nasceu em 19 de fevereiro
de 1913, no Castelo D’Eu,
Seine-Maritime, França, no exílio,
onde viveu sua família até 1920,
quando sobreveio a anistia à
Família Imperial por parte do
governo republicano.
Dom Pedro Gastão era portador
de inúmeros títulos, entre eles o de
Príncipe de Orleans e Bragança, que
honrosamente guardou por toda a
existência, de forma tão zelosa e
marcante que as revistas européias
não cansavam de mencionar.
Quanto a honras e comendas,
recebeu inúmeras, sendo as mais
importantes a Grande Cruz da
Ordem de Pedro I, a Grande
Cruz da Ordem da Rosa, a
Cavaliere dell’Órdine di San-
Gennaro – 1960, Bàilo Grand-
Incrocio di Giustizia dell’Órdine
Constantiniano di San-Giorgio,
Bailli Grand-Croix d’Honneur et
Dévotion de l’Ordre de Malta
1966 e Real Maestranza de
Caballeria de Sevilla.
NO HIPISMO, ELEGÂNCIA E
UMA NOBRE PRESENÇA
Realizou seus primeiros
estudos na França, no Colégio
Massilon, dos padres
Premonstratenses, que no Brasil
dirigiam o Colégio São Vicente de
Paulo, funcionando no Palácio
Imperial, onde D. Pedro fez cursos
preparatórios para a Universidade.
Atlético, se fez presente nas
inúmeras modalidades que o
colégio oferecia a seus alunos,
com destaque no hipismo, sua mais
nobre presença e dedicação nos
esportes, participando de torneios
na França, Espanha e Itália, sendo
reconhecido pela sua elegância
cavaleira.
Cursou História e Ciências
Políticas na Sorbonne, em Paris.
Foi contemporâneo de inúmeros
intelectuais e artistas, que pela
Europa pontilhavam ante as mu-
danças que se processavam e com
muitos manteve relações fraternas,
em uma época de grandes mudan-
ças ideológicas.
Soube como ninguém superar
as agruras políticas que o momento
impôs a todos os europeus, princi-
palmente aqueles que de nobre
família eram cortejados por repre-
sentantes dos governos de então.
CONHECENDO O
BRASIL E SEU POVO
Com o retorno da Família
Imperial ao Brasil em 1925,
D.Pedro Gastão, junto com os pais
e irmãos, percorreu o território
nacional de norte ao sul visitando
igrejas, museus, palácios, fábricas,
usinas, conhecendo de perto seu
povo e dirigentes. Numa segunda
excursão, em 1936, acompanhado
de seu pai e da irmã Francisca,
visitou vinte e sete aldeias de
índios Carajás de onde partiram
para Belém do Pará.
CASAMENTO E FILHOS
Casou-se em Sevilha,
Espanha, em 18 de dezembro de
1944, aos 31 anos de idade,
com Dona Esperanza de Borbón
y Orleans, ou como procede em
todas as demais famílias compo-
nentes da nobreza européia,
María de la Esperanza Amalia
Raniera Maria do Rosario Luisa
Gonzaga de Borbón y Orleans,
nascida em Madrid, aos 14 de
junho de 1914. Seu parentesco
direto com o atual Rei Dom Juan
Carlos de Espanha deve ser
lembrado, pois Dona Esperanza
é sua tia.
O casamento de Pedro
Gastão com Dona Esperanza deu
início a uma união de 60 anos de
amor, respeito e imenso
companheirismo. Um forte elo
familiar, admirado por muitos.
Dona Esperanza era detentora
também de importantes títulos,
tais como: Principessa delle Due-
Sicilie; Dona Grand-Incrocio di
Giustizia dell’Órdine
Constantiniano di San Giorgio.
Dona Esperanza era filha de Don
Carlos de Borbón - Principe delle
Due-Sicilie.
Uma união tão importante
resultou em herdeiros. Seis filhos,
nascidos no período de paz que se
seguiu à Segunda Grande Guerra.
São eles:
PEDRO Carlos de Orleans e
Bragança, na certidão Pedro de
Alcântara Carlos João Lourenço
Miguel Rafael Gabriel Gonzaga de
Orleans e Bragança, nascido no
Rio de Janeiro, em 31 de outubro
de 1945, titulado Príncipe de
Orleans e Bragança,
MARIA da GLÓRIA de
Orleans e Bragança, nascida
Maria da Glória Henriqueta
Dolores Lúcia Micaela Rafaela
Gabriela Gonzaga de Orleans e
Bragança, cujo nascimento se
processou já no Palácio do Grão-
Pará, em Petrópolis, em 13 de
dezembro de 1946, Princesa de
Orleans e Bragança, e também
titulada Dona María da Gloria de
Orleans Braganza y Borbón -
Duquesa de Segorbe.
AFONSO de Orleans e
Bragança, nascido Afonso Duarte
Francisco Marcos Miguel Rafael
Gabriel Gonzaga de Orleans e
Bragança. Cujo nascimento tam-
bém se processou no Palácio do
Grão-Pará, em Petrópolis, em 25
de abril de 1948, e titulado Prínci-
pe de Orleans e Bragança.
Dom MANUEL de Orleans e
Bragança, nascido, Manuel Álvaro
Raineiro Miguel Rafael Gabriel
Gonzaga de
Orleans e
Bragança, também
nascido no Palácio
do Grão-Pará, em
Petrópolis, em 17
de junho de 1949,
titulado, Príncipe de
Orleans e
Bragança.
Dona
CRISTINA de
Orleans e
Bragança, nascida,
Cristina Maria do
Rosário
Leopoldina
Micaela Gabriela
Rafaela Gonzaga
de Orleans e
Bragança, que
teve também seu
nascimento no
Palácio do Grão-
Pará, Petrópolis,
em 16 de outubro
de 1950.
Por último, o
caçula, FRAN-
CISCO de
Orleans e
Bragança, nascido Francisco
Humberto Miguel Rafael Gabriel
Gonzaga de Orleans e Bragança.
Também nascido no Palácio do
Grão Pará, Petrópolis, em 9 de
dezembro de 1956, titulado Prínci-
pe de Orleans e Bragança.
RESIDÊNCIA NO PALÁCIO
DO GRÃO-PARÁ
Sua residência era o Palá-
cio do Grão-Pará, situado na
Rua Epitácio Pessoa, 130, de
frente para o tradicional Bos-
que do Imperador, e a 100
metros do conjunto do antigo
palácio de veraneio, tornado
Museu Imperial por obra de
amigos como o Presidente
Getúlio Vargas e o professor e
historiador Alcindo Sodré.
Pedro Gastão com um
ano de idade. Os pais
D. Pedro de Alcântara
e D. Maria Elizabeth,
com os filhos Pedro
Gastão no colo e
Isabel. Pedro Gastão
aos 12 anos. A
Princesa Isabel, à
direita, observa o neto
Pedro Gastão com seu
cavalinho de pau
TRIBUNA DE PETRÓPOLIS
Manteve estreita relação com presidentes da República.
Da amizade com Getúlio Vargas, nasceu o Museu Imperial.
Com Juscelino Kubitschek, comemorou o centenário da
cidade e inaugurou o Obelisco dos Colonizadores
Petrópolis, 28 de dezembro de 2007 3
UM ADEUS AO ÚLTIMO DOS CAVALEIROS
O Palácio do Grão-Pará
historicamente foi o antigo quartel
dos “semanários”, isto é, dos
fidalgos que se revezavam sema-
nalmente no serviço dos impera-
dores quando veraneavam em
Petrópolis. Foi construído entre
1858 e 1861. Foi desmembrado
do conjunto, tornando-se residên-
cia dos príncipes imperiais e
passando a chamar-se Palácio
Grão-Pará, em função do título
do - “Príncipe do Grão-Pará”.
CONTATO COM AUTORIDADES
POLÍTICAS E RELIGIOSAS
D.Pedro Gastão manteve
cordial contato com dirigentes
políticos locais do Estado e da
República. O presidente Getúlio
Vargas, que tinha um carinho
especial por Petrópolis, desejan-
do homenagear o Imperador D.
Pedro II, criou o Museu Imperi-
al. Grande parte do material que
é exposto no Museu foi cedido
por D. Pedro Gastão, em nome
de sua família.
Estreitos laços se fizeram
também com o presidente Jusce-
lino Kubitschek, que o visitou no
Palácio do Grão-Pará, quando
do centenário da cidade, e de
quem se fez acompanhar à saída
do Palácio para a inauguração
do monumento do Obelisco.
Manteve também contatos com
ex-presidentes Café Filho,
Eurico Dutra, Costa e Silva,
Garrastazu Médici, Ernesto
Geisel e Fernando Henrique
Cardoso, recebendo-o no Palá-
cio do Grão-Pará.
Quanto à política, teve por
postura manter-se neutro, a não
ser quando do plebiscito realiza-
do em 1992, tendo participado
de entrevistas, dando depoimen-
tos pela campanha monárquica
que apoiava o primado de uma
monarquia democrática de
característica parlamentarista.
Procurou mostrar a força de uma
forma de governo que na Europa
demonstrava sua condição de
atualidade com o século XX e
suas instituições, nos quais a
sociedade deveria observar seu
primado de vanguarda como no
exemplo espanhol. Mas procurou
evitar polêmicas.
D. Pedro colecionava títulos de
diversas associações e entidades,
tanto de benemerência como
culturais, em homenagens que lhe
faziam por diversas cidades e
capitais no país. Entre as mais
representativas estão a de sócio
fundador do Instituto Histórico de
Petrópolis; acadêmico honorário
da Academia Petropolitana de
Letras; sócio do Instituto Histórico
e Geográfico Brasileiro, assim
como sócio correspondente do
Instituto Histórico do Rio Grande
do Sul, entre inúmeras outras.
Participou ativamente nos
projetos do então Bispo
Diocesano D. Manoel Pedro da
Cunha Cintra na implantação da
Universidade Católica de
Petrópolis, sendo membro do
Conselho de Patronos e trabalhan-
do para construção da torre da
Catedral de São Pedro de
Alcântara.
BENEMERÊNCIA
D. Pedro Gastão tinha por
hábito auxiliar desde artistas a
fundações, com contribuições ou
até mesmo de forma mais gene-
rosa como doações. Os depoi-
mentos são inúmeros, testemu-
nhos diversos.
Quando Petrópolis foi
atingida por uma grande catás-
trofe, com desabamento e
enchentes que provocaram
mortes e centenas de
desabrigados, D. Pedro Gastão
esteve presente participando
de campanhas de solidarieda-
de, inclusive de arrecadação e
distribuição de material para
flagelados.
COLABORAÇÃO COM A ÁREA
DE MUSEUS E ARQUIVOS
D. Pedro Gastão também
colaborou com a área de preser-
vação histórica e arquivística
tanto do Museu Imperial como
do Museu Histórico Nacional,
em várias épocas. Como uma de
suas últimas aparições públicas
em comemorações, D.Pedro
Gastão fez parte da comissão do
V Centenário da Descoberta do
Brasil.
O FALECIMENTO
O falecimento da Princesa
Dona Esperanza em 7 de agosto de
2005, em Villamanrique de La
Condesa, Sevilha, onde o casal
passara os últimos anos, causou
grande consternação, atingindo
especialmente D. Pedro, já com a
saúde bastante debilitada.
LEGADO
Dom Pedro Gastão, ao falecer,
deixa um legado de ter sido duran-
te décadas uma das mais
carismáticas e expressivas figuras
da vida petropolitana e do país..
D. Pedro Gastão e
D. Esperanza em
trajes de gala. À
direita, nos jardins
do Palácio Grão
Pará, em uma das
últimas fotos tiradas
em Petrópolis.
Gastão e D.
Esperanza nas
escadas da Catedral
de Sevilha no dia do
casamento. Dona
Esperanza conversa
com a Rainha da
Inglaterra, ao lado o
Príncipe Phillip, ao
fundo Dom Pedro
Gastão e o Rei Dom
Juan da Espanha.
Dom Pedro Gastão
e D. Esperanza com
os seus filhos no
navio “Cabo de São
Roque” com destino
à Espanha.
TRIBUNA DE PETRÓPOLIS
SUCESSÃO
Com a morte de Dom Pedro
Gastão de Orleans e Bragança,
assume a chefia da Família Impe-
rial do Brasil seu filho primogêni-
to Dom Pedro Carlos Bourbón de
Alcântara João Lourenço Miguel
Rafael Gabriel Gonzaga de Orle-
ans e Bragança, nascido no Rio
de Janeiro, em 31 de outubro de
1945, titulado Príncipe de Orleans
e Bragança, casado com a Prince-
sa Dona Patricia Ana Maria Paula
Elisabeth Branscombe de Orleans e
Bragança, tem um filho Felipe
Rodrigo de Orleans e Bragança.
Viúvo do primeiro casamento, com
Dona Rony de Souza, tem um filho
Pedro Tiago de Orleans e Bragança.
DADOS PESSOAIS
Nome: PEDRO CARLOS
BOURBON DE ORLEANS E
BRAGANÇA
ESCOLARIDADE
Fez o curso primário e ginasial
no Externato Modelo – Petrópolis
o científico no Colégio Marista
São José, no Rio de Janeiro.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
SÍNTESE DA QUALIFICAÇÃO
Mestrado (M.Phil.) em Levan-
tamentos Integrados de Recursos
Naturais, pela Faculdade de
Ciências, Departamento de Geo-
grafia, Universidade de Reading -
Inglaterra, 1977.
Mapeamento e planejamento do
uso da terra no meio rural - Departa-
mento de Ciências do Solo - Univer-
sidade de Reading - em 1976.
Sensoriamento Remoto e
Estágio Complementar - Departa-
mento de Geografia - Universida-
de de Reading - British Aircraft
Corporation - HawkerSiddely
Dynamics em 1974.
Utilização de fotografias
aéreas – Escola de Ciências
Geográficas, Institut Geographi-
que National – França, 1971.
Diplomado pelo Instituto
Politécnico Superior (Escola de
Engenharia Florestal - Escola de
Engenharia Agronômica) em Foto-
interpretação, Universidade de
Madrid - Espanha, 1971.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
INSTITUTO DE ECOLO-
GIA E TECNOLOGIA DE MEIO
AMBIENTE – a ONG ECOTE-
MA - desde 1994 como Diretor
Presidente
MIN. DO MEIO AMB. E
AMAZ. LEGAL/BIRD/PNUD/
SPRN – PPG7 - 1997/ 98
Consultor nos Projetos de
Gestão Ambiental Integrada dos
estados de Rondônia e Mato Grosso.
SEMAM-RJ/IEF-SAE-PR - 1996
Consultor/assessor técnico
para o Zoneamento Econômico-
Ecológico do Estado do Rio de
Janeiro ZEE/RJ-Baía de Sepetiba.
MIN. DO MEIO AMB. E DA
AMAZÔNIA LEGAL - PNMA/
PNUD – 1994
Consultor/coordenador parcial
do projeto (Atlas) “Cenários para
o Planejamento da Gestão Ambi-
ental” no Brasil.
ISPN/IBAMA - BIRD/CEE -
PPG7 - 1994
Consultor dos Estudos de Pré-
investimento TOR 06: Impactos
Ambientais de Atividades Econô-
micas nas Unidades Demonstrati-
vas I - Pará e Maranhão 2 - Pará
e Amazonas, 1994.
ISPN/IBAMA/CEE - PPG7 -
1994
Consultor dos Estudos de Pré-
investimento TOR 07: Sist. de
Monit. e Vigilância Pará, Mara-
nhão e Amazonas.
ISPN/IBAMA - BIRD/CEE -
Programa Piloto para Proteção das
Florestas Tropicais Brasileiras - 1993
Consultor responsável pelo meio
natural no Estudo de Impacto Ambi-
ental - Subprojeto Reservas Extrati-
vistas - Acre, Rondônia e Amapá.
Consultor responsável pelo
meio natural no Estudo de Impacto
Ambiental - Subprojeto Florestas
Nacionais - Pará e Amazonas.
PNUD/OMM - Projeto BRA
87/008 – Secretaria Nacional de
Irrigação - 1990/92
Consultor em efeitos ambien-
tais dos projetos de irrigação e
educação ambiental para o agricul-
tor irrigante.
NAÇÕES UNIDAS - PNUD/
IBAMA/PNMA - 1991
Consultor responsável pela
“Avaliação Técnica dos Projetos
do Subcomponente 32 do
PNMA” - Floresta Atlântica -
Serra do Mar - Fase I, Estados
dos ES, RJ, SP, PR e SC.
SPEC – Planejamento Enge-
nharia e Consultoria Ltda. – 1989
Consultor na elaboração de
propostas de relatórios de Impac-
to Ambiental.
ORGANIZAÇÃO DOS
ESTADOS AMERICANOS –
OEA – 1989
Responsável pelo relatório do
PLANVASF “Programa de
Gestão do Meio Ambiente do Vale
do Rio São Francisco”.
ENGEVIX Engenharia SA -
1986 a 89
Departamento de Meio Ambi-
ente - Brasília: Chefe de Divisão
de Ecossistemas Terrestres.
Centralizador de Estudos Ambi-
entais das Áreas de Influência da
Usina Hidrelétrica de Tucuruí - Pará.
Centralizador dos Estudos do
Meio Natural do Projeto Pantanal -
Governo do Mato Grosso do Sul.
Departamento de Meio Ambi-
ente - Rio de Janeiro: Centraliza-
dor dos Estudos Ambientais da
Usina Hidrel. de Barra do Peixe,
Estados de Mato Grosso e Goiás.
Estudos Ambientais da Bacia
do Rio Cubatão - SC - Celesc.
Coordenador dos Estudos
Ambientais do Programa de Recons-
trução e Defesa Contra Inundações
do Estado do Rio de Janeiro - IEF/
Serla/Emop/Cedae/Sedur, a ser
apresentado ao Banco Mundial.
Participação no Plano de
Recuperação de Áreas Degrada-
das da Mineração de Fosfato -
GOIASFERTIL – Catalão – GO.
FUNATURA – Fundação
Pró-natureza - 1988 a 90
Membro do Conselho de
Administração.
ECOTEMA Consult. e Ass.
em Ecologia e Tecnol. de Meio
Ambiente - 1987 a 88
Análise ambiental dos projetos
de irrigação de componentes do
Projeto Nordeste IV: Convênio
IICA/PRONI.
Zoneamento Ambiental da
Área de Proteção Ambiental -
APA de Petrópolis - SEMA.
JARDIM BOTÂNICO DE
BRASÍLIA - 1985 a 86
Diretor
SECRETARIA ESPECIAL
DE MEIO AMBIENTE – SEMA
- 1983 à 88
Consultor ad-hoc em Zonea-
mento Ambiental,
FUNDAÇÃO ZOOBO-
TÂNICA DO DISTRITO FEDE-
RAL – FZDF - 1984 a 85
Coordenador do Projeto para
a implantação do Jardim Botânico
de Brasília.
PRODIAT - Projeto de De-
senvolvimento Integrado da Bacia
dos Rios Araguaia – Tocantins -
1983 a 85
Consultor em estudos da
vegetação, planejamento regional e
zoneamento ambiental.
AGRÍCOLA SORRISO
LTDA. – BA - desde 1983
Sócio gerente – Plano de
ocupação integrada com a definição
de áreas de preservação e implanta-
ção de Sistemas Agro-Silvo-Pastoris
em Ambiente de Floresta Tropical
Pluvial no sul da Bahia.
ORGANIZAÇÃO DOS
ESTADOS AMERICANOS/OEA
– Depto. de Desenvolvimento
Regional - 1981 a 83
Consultor em trabalhos de
Zoneamento Ambiental e Potencial
Agro-Silvo-Pastoril das Terras da
Bacia do Araguaia - Tocantins.
Consultor do PROYECTO
CHACO” – Paraguai.
COMPANHA ÁRABE E
BRAS. DE INVESTIMENTOS –
ÁBICO – 1981
Consultor
COPASA – Lúcio Gomide –
1981
Consultor.
BANCO DE DESENV. DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO
– BR/RIO – 1981
Consultor em Planejamento
Ambiental. Elaboração do Zonea-
mento Ecológico do Estado do
Rio de Janeiro.
SONDOTÉCNICA ENG. DE
SOLOS S/A – Agropec. Sondo-
técnica SA – 1970 a 80
Planejamento da Implantação
de Culturas de Ciclo Longo, sul
da Bahia.
Definição de regiões fito
ecológicas e planejamento florestal
do estado de Bendel – Nigéria.
PROSPEC SA – 1971 a 78
Técnico da Divisão de Recur-
sos Agrícolas e Florestais, reali-
zando mapeamento de vegetação
e inventário florestal nos estados
do Maranhão, Rio Grande do Sul,
Santa Catarina e Paraná.
HONRARIA
Por serviços prestados ao
Distrito Federal, recebeu a “Or-
dem da Alvorada” do governador
José Aparecido de Oliveira..
Dom Pedro Carlos, primogênito de Dom Pedro Gastão, que
assume a chefia da Família Imperial, destaca-se pela militância
ecológica, sendo desde 1994 presidente da ong Ecotema
(Instituto de Ecologia e Tecnologia de Meio Ambiente)
Petrópolis, 28 de dezembro de 2007 4
UM ADEUS AO ÚLTIMO DOS CAVALEIROS
Numa das salas
do Palácio do
Grão-Pará D.
Pedro e Dona
Esperanza na
“hora da
leitura” com os
filhos. D. Pedro
Gastão apre-
sentando seu
primogênito D.
Pedro Carlos.
Dona Esperan-
za com os
filhos diante do
presépio.
Pesquisa e texto de Sylvio de Carvalho
.
Fotos: arquivo de família e Museu Imperial