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PRIMEIROS SOCORROS

PRIMEIROS SOCORROS

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PRIMEIROS SOCORROS

Hospital Veterinário do Porto

Objectivos
Preservar a vida Evitar o sofrimento Aliviar a dor Prevenir que a situação se agrave Avaliar a gravidade das lesões

Regras
Nunca entrar em panico Transmitir calma A linguagem corporal é muito importante Estar preparado Contactar o veterinário e informar que vai a caminho e qual a situação do animal.

Emergencias mais comuns
Mordeduras Hemorragias Dificuldades respiratórias Engasgado Fracturas Golpes de calor Picaduras de insectos Envenenamentos Convulsões Queimaduras Prolapsos oculares Distocia

Kitt 1os socorros

Examinar um paciente ferido
Verificar a respiração Desobstruir as vias respiratórias Verificar a circulação Verificar os reflexos ( corneal , pupilar e a sensibilidade) Ver cor da mucosa da boca

RESSUSCITAÇÃO
-

A ( airway) – via respiratória funcional B ( breathing) – respiração assistida C ( circulation) – batimentos cardiacos

CPR – ressuscitação cardiopulmonar
Verificar se o animal respira ( olhe, escute e sinta) Não respira – puxar um pouco a lingua e estenda um pouco a cabeça para abrir a via respiratória. Fazer respiração boca a nariz ( 4 – 5 resp). Cuidado com o tamanho do cão Não dar demasiado ar Se existirem corpos estranhos a dificultar a respiração fazer a Manobra de Heimlich

Manobra de Heimlich
Colocar o animal com a coluna encostada ao seu peito Com ambas as mãos dar 5 compressões fortes Parar e verificar se o corpo estranho saiu Verificar se respira. Se não, passar ao CPR

Circulação
Ver se o coração bate , verificar o pulso O melhor local é na veia femoral ( parte interna da coxa) Massagem cardiaca Animal deitado sobre o lado direito Dobrar o membro anterior e onde o cotovelo tocar o tórax é o local onde fazer as compressões

Cães grandes – 1 respiração para cada 10 compressões Cães médios – 1 respiração para cada 5 compressões Cães pequenos – 1 respiração para cada 5 compressões Gatos ou cães muito pequenos – 1 respiração para cada 3 compressões. Ao fim de 1 min confirmar sempre se já há pulso

Atropelamento
Prevenção – trelas Retirar o animal da estrada Verificar se respira Verificar se tem pulso Controlar hemorragias Cuidado com as fracturas

Maneio e transporte de animais feridos
Paciente Doloroso Assustado agressivo Atitude Calma Voz tranquila Aproximação calma mas segura Não mostrar medo

Gatos Agressivos quando magoados Toalha Manta Transportadora Caixa

Cães Açaime Trela

Transporte
O objectivo é transportar o animal para o hospital com o minimo desconforto e sem correr o risco de agravar alguma lesão. Tendo o cuidado de não sofrer nenhuma lesão ao manipular o paciente.

Animal ambulatório: Trela Ajuda a entrar no carro

Não ambulatório: Cães pequenos ou médios – levar ao colo ou numa caixa ou cesto Cães grandes – duas pessoas Macas

“ Macas”
Suspeita de fractura de coluna Colapso Dificuldades em respirar forte Inconsciencia Lesões graves ( lacerações severas, fracturas multiplas)

Durante o transporte
Observar sempre o paciente Cuidado com a condução Ao chegar ao hospital ter os mesmos cuidados de manipulação ou pedir ajuda

Mordeduras
Cuidado para não ser mordido Açaime Lavar feridas abundantemente com agua Desinfectar Proteger a ferida Hemorragia – compressão Veterinário : Infecções ( abcessos) Lesões profundas não visíveis Problemas respiratórios

Hemorragia
Perda de sangue por uma lesão ou uma afecção do sistema de coagulação Abundante – pode causar a morte

Classificação
Arterial – mais dificil de controlar. Sangue claro e brilhante e em jacto. Venosa – grave se for uma veia grande ou se não for controlada. Sangue mais escuro e flui em toalha. Capilar – o sangue flui de multiplos pontos Mista Externa – feridas, nariz, boca, urina, etc. Interna - sangue perdese para os tecidos ou uma cavidade. Trauma muscular, de um orgão ou tumores. Mais dificeis de detectar.

Como parar a hemorragia ?
1. 2. 3.

4.

Natural Pressão digital directa – aplicar a pressão no local da hemorragia. Uso de compressas ou de um penso compressivo – cuidado para não fazer garrote ( penso até à extremidade) Torniquete – em ultimo caso. Usar uma borracha , um elático ou um cinto. Não deixar muito tempo.

Sufocação
Sintomas: Dificuldade em respirar Salivação excessiva Tentativa em expulsar o corpo estranho Animal muito aflito Verificar na boca ou garganta se é visível um corpo estranho Manobra de Heimelick Levar imediatamente ao veterinário

Fracturas
Açaime Controlar a hemorragia Verificar outras lesões Não tentar reduzir a fractura Transportar o animal para o hospital - quente - confortável - calmo

Golpe de calor
Exposição a temperaturas elevadas Respiração rápida e dificil Vómitos Hipertermia Colapso e mesmo morte Baixar a temperatura corporal Molhar o animal Toalhas molhadas Não baixar demasiado depressa – hipotermia Levar o mais depressa possível ao veterinário

Picadas de insectos
Alguns animais são alérgicos Sinais agudos - Inchaço - Prurido - Dor Urgencia: - Inchaço intenso na zona da garganta e lingua

Envenenamento
Veneno: é uma substancia que quando entra no organismo em quantidade suficiente tem efeitos adversos ou mesmo letais. Envenenamento: quando um veneno causa sinais clinicos. Antidoto: é uma substancia que especificamente contraria e acção de um veneno.

Porta de entrada
Ingestão Inalação Através da pele Induzir vómito - ingestão há menos de 1 hora - substância não caustica - animal consciente - levar amostra do vómito para análise

Sintomas
Vómitos Convulsões Diarreia Salivação Fraqueza Depressão Dor Hemorragias Colapso Morte

O que fazer?
Identificar qual o veneno ( alguns têm antidoto) Remover a fonte de veneno Que quantidade ingeriu? Pedir ajuda ao veterinário Há quanto tempo? Se o pelo está contaminado, lavar bem principalmente nos gatos. Induzir o vómito após falar com o veterinário

O que não fazer?
Não dar azeite Não dar leite Não induzir o vómito sem falar com um veterinário ( substancais corrosivas)

Venenos mais comuns
Produtos de limpeza Medicamentos ( ex. sedativos) Drogas ilegais Insecticidas ( convulsões) Raticidas ( hemorragias) Estricnina

Queimaduras
CAUSAS: Calor seco ( aquecedores) Frio excessivo Quimicos corrosivos ( ex. Ácidos) Corrente electrica CLASSIFICAÇÃO: Superficial Profunda ( afecta a epiderme e tecidos subcutâneos

Sinais clinicos
Vermelhidão Calor Edemaciação Dor Perda de pelo

Queimaduras por calor
Arrefecer a zona queimada Àgua corrente Manter o paciente quente Proteger a ferida Limitar os movimentos +++ agua a ferver ou oleo

Queimadura electrica
Cuidado – não tocar num animal electrocutado sem desligar a fonte de electricidade Tratar como uma queimadura por calor

Queimaduras quimicas
Raramente profundas mas geralmente extensas Lavar o produto quimico com muita água corrente

Convulsões
Uma série de espasmos violentos e descontrolados dos musculos com perda parcial ou total de consciencia. Salivação, micção involuntária Olhos abertos e fixos Quando recupera o animal fica confuso e desorientado

Causas
Envenenamentos Tumores cerebrais Trauma craneano Meningites e encefalites Tetano Hipoglicemia Hipocalcemia – eclampsia Epilepsia

Afastar o animal de coisas em que se possa magoar Evitar ser mordido Enrolar num cobertor Levar ao veterinário

Lesões oculares
Entrada de material estranho no olho Ferimentos palpebrais Lesões de córnea Lavar abundantemente com soro ou água Levar á consulta uma vez que muitos problemas oftalmológicos agravam se não tratados correctamente

pragana Pico de um cacto

trauma

ulcera

Prolapso do globo ocular
+ em raças braquicefálicas Urgencia Agravamento rápido Lesões da córnea e do nervo optico Atropelamentos Trauma directo no olho Lutas Braquicefálicos – contensão forte

Recolocar o mais rápido possível Nunca forçar Lubrificar com parafina liquida ou azeite Abrir as palpebras e puxar sobre o globo ocular Levar á urgencia o mais rápido possível

Torsão gástrica
Raças predispostas Brincadeiras após as refeições Salivação Ofegante Colapso Muito urgente Informar o veterinário que vai a caminho Ir o mais rápido possível

Distócia
Levar ao veterinário: » 2h após rebentamento das águas sem nascer nenhum cachorro » 1h entre cada cachorro Apresentação de patas Cachorro preso que não sai com ajuda

Assistir ao parto
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Ajudar cachorro a nascer se necessário Retirar a membrana e limpar os líquidos do focinho Partir o cordão umbilical ( dar um nó) Esfregar vigorosamente Logo que respire mante-lo aquecido No final do parto apresentá-lo á mãe e vigiar

OBRiGADO

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