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0084788_VALE_ PCA ITM Pellet Feed Conceição

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Plano de Controle Ambiental (PCA) da Instalação de Tratamento de Minério (ITM) Pellet Feed Conceição, Complexo Minerador de Itabira (MG

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Companhia Vale do Rio Doce – Vale

Referência: 0084788

www.erm.com.br

RELATORIO

Companhia Vale do Rio Doce - Vale

Plano de Controle Ambiental (PCA) da Instalação de Tratamento de Minério (ITM) Pellet Feed Conceição, Complexo Minerador de Itabira (MG)
Novembro, 2008

Referência: 0084788 Data: 14/11/2008
Verificado por: Anna Paula Costa Santos Cargo: Gerente Técnica Assinatura: __________________________________

Aprovado por: Paulo Stuckenbruck Cargo: Diretor do Projeto Assinatura: __________________________________

Autorizado por: Jair Rosa Claudio Cargo: Sócio Responsável pelo Projeto Assinatura: __________________________________

RELATÓRIO

Companhia Vale do Rio Doce - Vale

Plano de Controle Ambiental (PCA) da Instalação de Tratamento de Minério (ITM) Pellet Feed Conceição, Complexo Minerador de Itabira (MG)
Janeiro, 2009

Referência: 0084788 Data: 15/01/2009

Coordenado por: Cibele Teixeira Paiva Cargo: Coordenadora Técnica Geral CREA: 65543/D MG Assinatura: __________________________________

PCA ITM PELLET FEED CONCEIÇÃO – VALE

ÍNDICE I 1.0 2.0 3.0 4.0 5.0 II 1.0 APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO DADOS DO EMPREENDEDOR DADOS DA EMPRESA DE CONSULTORIA AMBIENTAL EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PCA ESTRUTURA DO PCA PROJETOS DE CONTROLE AMBIENTAL ETAPA DE IMPLANTAÇÃO 1.1 1.2 1. 3 2.0 SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS OLEOSOS SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS SANITÁRIOS SISTEMA DE CONTROLE DE ÁGUAS PLUVIAIS 3 3 4 4 4 5 6 6 6 11 22 23

ETAPA DE OPERAÇÃO 2.1 SISTEMA DE DISPOSIÇÃO DE REJEITO DO PROCESSO DE BENEFICIAMENTO 2.2 2.3 2.4 2.5 SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS OLEOSOS SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS SANITÁRIOS SISTEMA DE CONTROLE DE ÁGUAS PLUVIAIS PROCEDIMENTOS EM CASO DE EMERGÊNCIAS

23 24 26 28 35 36 36 37 37 57
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III 1.0 2.0

PLANOS E PROGRAMAS DE CONTROLE AMBIENTAL SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL – SGA PLANOS E PROGRAMAS DE MONITORAMENTO AMBIENTAL 2.1 2.2 MEIO FÍSICO MEIO BIÓTICO

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2.3 IV

MEIO SOCIOECONÔMICO

63 77

BIBLIOGRAFIA ANEXOS ANEXO I

Anotações de Responsabilidade Técnica – ARTs / Cadastro Técnico Federal – IBAMA Rota de Drenagem do Rejeito Ofício SUPRAM Rota de Efluentes Sanitários e Tanques de Efluentes Drenagem Pluvial Plano de Emergência e Plano de Contingência Certificado – SGA

ANEXO II ANEXO III ANEXO IV ANEXO V ANEXO VI ANEXO VII

ANEXO VIII Planta de Terraplenagem ANEXO IX Procedimentos de Gestão de Resíduos – Vale

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I
1.0

APRESENTAÇÃO
INTRODUÇÃO Neste documento é apresentado o Plano de Controle Ambiental - PCA elaborado como parte integrante do Relatório de Controle Ambiental – RCA, para compor o processo de licenciamento de instalação da Instalação de Tratamento de Minério - ITM Pellet Feed Conceição, de propriedade da Companhia Vale do Rio Doce -Vale, em Itabira/MG. O projeto prevê a implantação de uma ITM com capacidade instalada de produção de 12 milhões de toneladas por ano (Mtpa) de produtos finais. A ITM beneficiará os itabiritos dos tipos compacto e semi-compacto, com teor médio de ferro de, aproximadamente, 42,58%; provenientes de pilhas de estéril temporárias, e eventualmente das minas do Complexo de Conceição. Simultaneamente ao projeto da ITM Pellet Feed Conceição a Vale prevê a Modernização Tecnológica do Sistema de Beneficiamento atual. A referida modernização é apresentada pela Vale em estudo complementar. Os planos e programas que integram o presente PCA foram indicados no RCA como forma de monitorar, mitigar ou compensar os impactos ambientais negativos e potencializar os impactos positivos por ele causados. A equipe responsável pela elaboração do RCA concluiu que o empreendimento é viável, tendo sido a mesma responsável pela geração deste PCA. Por se tratar de um empreendimento inserido em um Complexo Minerador licenciado e em operação, a elaboração deste PCA levou em consideração os Planos/Programas já implementados e aprovados pelo órgão ambiental. Ressalta-se que, o Sistema de Gestão Ambiental se mostra com capacidade de absorver a maioria dos impactos causados pela implantação e operação desta unidade. Sendo sugerida a manutenção das atividades de controle e mitigação já desenvolvidas. Este documento atende às exigências estabelecidas pela legislação brasileira no que diz respeito ao processo de licenciamento ambiental, bem como o Termo de Referência para elaboração de Plano de Controle AmbientalGER001 - FEAM, que apresenta os requisitos necessários para a elaboração deste documento. O PCA subsidiará a análise do pedido de Licença de Instalação à Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – SUPRAM -Regional Leste Mineiro; e apresenta como item principal os projetos básicos dos sistemas de tratamento que serão adotados pelo empreendimento para controlar ou mitigar os seus impactos ambientais.

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2.0

DADOS DO EMPREENDEDOR
Razão Social Endereço Telefone/fax CNPJ Responsável e-mail Companhia Vale do Rio Doce - Vale Rua Inconfidentes, 1190 – 7º Andar Funcionários – CEP 30140-120 – Belo Horizonte/MG (31) 3279 3889 / (31) 3279 3894 No 33.592.510/0164-09 Daniela Scherer daniela.scherer@vale.com

3.0

DADOS DA EMPRESA DE CONSULTORIA AMBIENTAL
Razão Social Endereço Telefone/fax CNPJ Responsável e-mail ERM Brasil Ltda. Av. dos Carinás, 635 – 04086-011 – São Paulo/SP 11-5095.7900 / 5095.7945 65.456.832/0001-62 Yanko Guimarães Júnior yanko.guimaraes@erm.com

4.0

EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PCA O Relatório de Controle Ambiental (RCA) e o Plano de Controle Ambiental (PCA) foram realizados pela empresa de consultoria ERM Brasil Ltda. e sua equipe técnica de consultores. A relação dos profissionais desta equipe e seus respectivos números de registro de classe são apresentados no Quadro I.4-1.

Quadro I.4-1 Equipe Técnica
Profissional Formação/Atividade no Projeto Geóloga / Coordenação Geral / Planos e Programas Meio Físico Economista / Planos e Programas Meio Socioeconômico Geógrafo / Planos e Programas Meio Socioeconômico Engenheiro Metalúrgico / Medidas de Controle Bióloga / Planos e Programas Meio Biótico Engenheiro Florestal / Programa de Controle da Supressão de Vegetação Registro em Conselho de Classe CREA MG 65543/D CORECON 4634 10ª Região CREA MG 91245/D CREA MG 75798/D CRBio 27.046-5D CREA-MG 81411

Cibele Teixeira Paiva

Monica Moreira Rocha

Alessandro Souza Lopes Gustavo Tetzl Rocha Luciana Bacaicoa Rodrigo Nascimento Hernandez

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As respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica e Certificados de Registro no IBAMA são apresentados no Anexo I. 5.0 ESTRUTURA DO PCA Este PCA foi organizado em um único volume impresso. O primeiro capítulo refere-se à Apresentação do PCA. O segundo capítulo compreende os Projetos de Controle Ambiental propostos para as fases de implantação e operação da ITM. No terceiro capítulo são apresentados os Planos e Programas nos quais deverão ser gerenciadas as ações de gestão dos impactos das fases implantação e operação da ITM. Adotou-se uma itemização básica para cada plano e programa ambiental, relatando, quando for o caso, o plano, programa ou procedimento já implementado no Complexo Minerador de Itabira. Os Planos e Programas aqui apresentados foram ordenados de acordo com as atividades previstas para as fases de implantação e operação da ITM, e seus respectivos impactos sobre os meios físico, biótico e socioeconômico, conforme identificados no RCA; são eles: • • • • • • • • • Programa de Controle de Supressão da Vegetação; Programa de Monitoramento da Qualidade da Água; Programa de Monitoramento de Efluentes; Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar; Programa de Monitoramento de Ruídos; Programa de Controle de Erosão e Sedimentos; Plano de Gestão de Resíduos; Programa de Comunicação; Programa de Contratação, Qualificação e Desmobilização da Mão-de-obra local; Programa de Sinalização e Conscientização para o Tráfego; Programa de Educação Ambiental.

• •

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II

PROJETOS DE CONTROLE AMBIENTAL
Neste item são apresentados os projetos de controle ambiental que serão implementados durante as fases de implantação e operação da ITM Pellet Feed Conceição. Tais projetos são considerados como premissas fundamentais para a implementação dos Planos e Programas de Monitoramento Ambiental apresentados no capítulo III desse PCA. Os itens a seguir são apresentados na forma de respostas ao Termo de Referência PCA-GER001 disponibilizado pela SEMAD em seu site.

1.0 1.1 1.1.1

ETAPA DE IMPLANTAÇÃO SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS OLEOSOS Tipo de sistema proposto Sistemas separadores de água e óleo

1.1.2

Caracterização quantitativa e qualitativa do efluente líquido a ser tratado Nas instalações do canteiro de obras serão construídos 04 sistemas separadores de água e óleo - SAOs, com a finalidade de permitir o reuso integral dos efluentes tratados no próprio processo que os gerou ou o condicionamento para lançamento em corpos receptores. Foi considerado que cada sistema terá a capacidade de tratar até 1,3 m3/h, tendo como referência a vazão atual da oficina existente em Itabira.

1.1.3

Justificativa técnica da concepção de tratamento proposta Os sistemas separadores de água e óleo propostos foram considerados por apresentarem a tecnologia adotada pela Vale durante a realização de obras civis e montagens eletromecânicas.

1.1.4

Critério de seleção da área destinada à implantação do sistema O critério de seleção das áreas destinadas à implantação dos sistemas separadores de água e óleo foi a proximidade com as instalações dos canteiros de obras.

1.1.5

Memória de cálculo, plantas e dados dos equipamentos A unidade de tratamento será composta por câmaras que têm a função de separar o efluente bruto nas fases sólidas, aquosa e oleosa. Os detalhes deste sistema são apresentados a seguir.

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1.1.5.1

Câmara 1 A primeira câmara foi dimensionada de maneira análoga a um desarenador. Considerando uma vazão máxima de 1,3 m3/h e uma taxa de aplicação de sólidos de 25 m3/m2/h, determina-se a área superficial mínima necessária para sedimentação das partículas como graxas e sólidos. A = Q/ V sed. = 1,3 m3/h/25 m3/m2/h = 0,052 m2 A área teórica necessária obtida para a sedimentação das partículas, 0,052 m2 , é muito pequena, tendo em vista a vazão do efluente. Por questão de segurança e práticas, será adotada uma câmara com 0,8 m2 de área superficial (1,0 m de comprimento, 0,8 m de largura e 0,5 m de altura).

1.1.5.2

Câmara 2 A segunda câmara foi dimensionada com base na velocidade ascensão de um glóbulo de óleo de 0,015 cm de diâmetro. Esta velocidade é determina pela lei de Stokes.
2 V = (ρa – ρo) x d x g

18 µ

Onde: V = velocidade ascencional ρa = densidade da água, considerando temperatura de 25°ºC; ρo = densidade do óleo, considerando temperatura de 25°C; µ = viscosidade da água; d = diâmetro da partícula oleosa; g = aceleração da gravidade V = 0,18 cm/s = 6,48 m/s Para cálculo da área horizontal necessária para flotação do óleo, deve ser acrescido um fator F, segundo critério da American Petroleum Institute que considera a influência da turbulência e do curto circuito na separação. Para este caso, o fator F é igual a 1,45. Ah = (Q x F) / V

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Onde: Ah = área horizontal, em m2 Q = vazão média da oficina de 1,3 m3/h V = velocidade ascencional Ah = (1,3 x 1,45) / 6,48 = 0,30 m2 Por questão de segurança e práticas, será adotada uma câmara com 0,8 m2 de área superficial (1,0 m de comprimento, 0,8 m de largura e 0,5 m de altura). Para coleta de óleo será introduzido um mecanismo que permita coleta em vários níveis da caixa separador ao longo da seção da câmara. A tubulação de saída do efluente tratado será posicionada de forma a evitar coleta de óleo sobrenadante que ainda estiver presente no efluente final. 1.1. 6 Existência de canalização de desvio by-pass para isolar a unidade de tratamento Não é prevista a instalação de desvio by pass para isolamento do sistema separador de água e óleo. 1.1.7 Medidores de vazão - montante e jusante Não são previstos medidores de vazão à montante e jusante do sistema separador de água e óleo. 1.1.8 Pontos de amostragem Os pontos de amostragem estarão localizados à jusante de cada um dos sistemas separadores de água e óleo, com o objetivo de avaliar suas eficiências. 1.1.9 Desenhos do sistema de tratamento proposto A Figura II.1-1 apresenta um croqui da câmara 2.

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Figura II.1-1 Croqui da câmara 2

Projeto: Vale

1.1.10

Reações químicas Não se aplica. A concepção básica de um separador de água e óleo é um tanque simples que reduz a velocidade do efluente líquido oleoso, de forma a permitir que a gravidade separe o óleo da água. Como o óleo tem uma densidade menor, ele flutua naturalmente, se tiver tempo, para então se separar fisicamente. A Lei de Stokes evidencia a taxa de separação. Os principais fatores que afetam a taxa de separação são: o tamanho da gota de óleo, a densidade e a tempera do óleo. Os outros fatores também importantes são: vazão, turbulência e o tamanho das partículas óleo/contaminantes.

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1.1.11

Taxa de geração de lodo decorrente da operação do sistema de tratamento proposto Não foi estimada a taxa de geração de lodo de fundo decorrente da operação do sistema de tratamento proposto. A operação de retirada óleo sobrenadante e do lodo, assim como o acondicionamento em tambores de tampa removível, serão de responsabilidade da empresa CONTRATADA pela Vale, inclusive fornecimento dos tambores. O lodo de fundo será encaminhado para co-processamento em fornos cimenteiros e o óleo sobrenadante para re-refino ou também para coprocessamento, conforme definido no Guia EPS-0101-GAMBS - Guia para Destinação de Resíduos Sólidos das Minas do Sistema Sudeste e Sul – Vale.

1.1.12

Destino final do efluente tratado Os efluentes finais, após o tratamento nos sistemas separadores de água e óleo serão lançados na barragem Conceição.

1.1.13

Rotina operacional do sistema de tratamento A concepção básica de um separador de água e óleo é a de permitir que a gravidade separe o óleo da água. Como o óleo tem uma densidade menor que a da água, ele flutua naturalmente em determinado tempo, para então se separar fisicamente.

1.1.14

Rotinas de manutenção preventiva e/ou preditiva A rotina de manutenção preventiva será constituída por procedimentos de inspeção, com freqüência semanal, sendo verificados seus funcionamentos. Além disto, será feita a limpeza periódica destes sistemas para evitar acúmulo de óleo. Cabe ressaltar que as manutenções serão de responsabilidade das empresas CONTRATADAS envolvidas nas obras de implantação da ITM.

1.1.15

Garantias de atendimento aos padrões de lançamento Os sistemas propostos operarão em conformidade com os padrões de lançamento de efluentes estabelecidos na Deliberação Normativa Conjunta COPAM-CERH 01/08 (Capítulo V, artigo 29), Resolução CONAMA 357/2005 (artigo 34), e CONAMA 397/2008.

1.1.16

Proposta de monitoramento Serão realizados monitoramentos dos parâmetros pH, óleos minerais, fenóis totais e surfactantes nos efluentes tratados dos SAOs, antes do lançamento na
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barragem de Conceição. 1.1.17 Cronograma de implantação A implantação dos sistemas separadores de água e óleo ocorrerá na fase de construção do canteiro de obras. Após a desativação dos sistemas propostos, as empresas CONTRATADAS farão o descomissionamento das áreas. Serão desenvolvidas ações de esvaziamento, retirada e descontaminação das estruturas dos sistemas e o reaterro compactado dos locais recuperando as características da área anteriores ao início das obras. 1.1.18 Bibliografia Projetos similares da Vale: • Companhia Vale do Rio Doce. Gerência Geral de Desenvolvimento de Projetos Capital. Sistema Separador de Água e Óleo da Mina de Conceição; CVRD. Sistemas de Tratamento de Efluentes Líquidos Oleosos – Especificação Técnica. Complexo das Minas Sistema Sul.

1.2 1.2.1

SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS SANITÁRIOS Tipo de sistema proposto Na fase de implantação, todos os efluentes sanitários provenientes das áreas geradoras, tais como escritórios, restaurante, etc., serão direcionados para 03 tipos de sistemas distintos: • • • Sanitários móveis com reservatório (banheiros químicos); Tanques sépticos e filtros anaeróbios; Estações de tratamento de esgoto (ETE) compactas.

1.2.1.1

Sanitário móvel com reservatório (banheiros químicos) Serão necessários 50 banheiros químicos nas frentes de serviços de implantação da ITM. Estes banheiros serão utilizados para atendimento exclusivamente dos trabalhadores de campo em situações de grande mobilidade ou dispersão das frentes de trabalho, tais como serviços de topografia, supressão de vegetação e terraplanagem.

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A Vale exigirá das Contratadas que os dejetos coletados/descartados nestes sistemas sejam encaminhados para uma Estação de Tratamento de Esgoto ETE licenciada. Prevê-se que sejam enviados para a Estação de Tratamento de Esgoto - ETE Laboreaux em Itabira/MG ou outra ETE licenciada próxima do empreendimento. Cabe ressaltar que será exigido ainda das Contratadas que sejam estabelecidos procedimentos que permitam evidenciar, de forma documentada, que as quantidades enviadas foram efetivamente recebidas pela ETE. 1.2.1.2 Tanque séptico e filtro anaeróbio Serão instalados 02 sistemas distintos, compostos por tanques sépticos e filtros anaeróbios, com capacidade para tratar os efluentes líquidos sanitários gerados por até 100 pessoas no canteiro de obras da Gerenciadora e 50 pessoas no canteiro da Vale. Na entrada, estes sistemas possuirão uma caixa de gradeamento, seguida de caixa de inspeção, e, na saída, uma caixa cloradora. Uma caixa de inspeção será empregada para atendimento às instalações cujas interligações, no momento da execução das obras, não sejam viáveis e cujas contribuições totais diárias resultem em volumes que não possam ser absorvidos pelo solo (sumidouro ou vala de infiltração) ou lançados na rede de drenagem pluvial e/ou barragem de Conceição, logicamente após os tratamentos nos tanques sépticos e filtros anaeróbios. Cabe ressaltar que os tanques sépticos, filtros anaeróbios e, em caso de infiltração no solo, os sumidouros ou valas de infiltração serão construídos e operados conforme os critérios e condições preconizadas pelas normas técnicas da ABNT NBR 7229/1993 e NBR 13969/1997. A Vale exigirá das Contratadas que os efluentes tratados em tanques sépticos e filtros anaeróbios estejam em conformidade com os padrões estabelecidos na Deliberação Normativa Conjunta COPAM-CERH 01/08 (Capítulo V, artigo 29) e Resolução CONAMA 357/2005 (artigo 34). Cabe ressaltar que a previsão inicial da Vale é a de se utilizar sistemas préfabricados, de preferência em fibra de vidro, e adquiridos na região de inserção do empreendimento e que atendam todas as especificações técnicas das Normas da ABNT supracitadas. Observa-se que a instalação e desativação destes sistemas são mais rápidas e seguras, fazendo com que o custo final seja menor. Estes sistemas poderão ser enterrados ou instalados sobre o piso. De acordo com as especificações técnicas apresentadas pelas empresas que fabricam esses sistemas em fibra de vidro, verificam-se as vantagens descritas a seguir. • Tanque séptico: funciona como reator anaeróbio, trata os sólidos em

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suspensão e dissolvidos, mantém o lodo fluidizado e possui eficiência mínima de 60%; • Filtro anaeróbio: possui um dispositivo de entrada interno, não permitindo vazamentos. Aconselha-se que seja moldado em PRFV (plástico reforçado em fibra de vidro), não existindo emendas, o que garante a estanqueidade; Caixa clorada: para desinfecção, chegando a uma redução de coliformes fecais em 99%, com a utilização de pastilha de hipoclorito de cálcio com aplicação máxima de 3 ppm e tempo de detenção de 320 minutos, o efluente deverá ter menos de 2 ppm de cloro livre.

Os tanques sépticos são sistemas para tratamento em nível primário, com compartimentos hermeticamente fechados, onde os efluentes líquidos sanitários são retidos por um período previamente determinado. Suas câmaras são convenientemente construídas para reter as águas residuárias por um período de tempo especificamente estabelecido, de modo a permitir a sedimentação dos sólidos e a retenção do material graxo contido nos efluentes líquidos sanitários, transformando-os bioquimicamente em substâncias mais estáveis. O funcionamento do tanque séptico é descrito a seguir. • Retenção: o efluente líquido sanitário é retido na fossa por um período racionalmente estabelecido, que pode variar de 12 a 24 horas, dependendo das contribuições afluentes; Decantação: simultaneamente à fase de retenção, processa-se uma sedimentação de 60 a 70% dos sólidos em suspensão contidos nos efluentes, formando-se o lodo. Parte dos sólidos não decantados, formados por óleos, graxas, gorduras e outros materiais misturados com gases é retida na superfície livre do líquido, no interior do tanque séptico, denominados de escuma; Digestão: tanto o lodo como a escuma são atacados por bactérias anaeróbias, provocando uma destruição total ou parcial de organismos patogênicos; Redução de Volume: da digestão, resultam gases, líquidos e acentuada redução de volume dos sólidos retidos e digeridos, que adquirem características estáveis capazes de permitir que o efluente líquido do tanque séptico possa ser lançado em melhores condições de segurança do que as do efluente bruto.

A Figura II.1-2 mostra um esquema de funcionamento de um tanque séptico.

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Figura II.1-2 Esquema de funcionamento do Tanque Séptico

FONTE: NBR 7229/1993.

A disposição do lodo retido nos tanques sépticos deverá ser renovada periodicamente, de acordo com o período de armazenamento estabelecido no cálculo destas unidades. A falta de limpeza no período fixado acarretará diminuição acentuada da sua eficiência. Pelo fato dos tanques sépticos serem tanques de sedimentação (sem reações bioquímicas na fase líquida), a remoção de DBO é limitada. Portanto, o efluente será direcionado para filtros anaeróbios, ainda com elevadas concentrações de matéria orgânica, onde ocorrerá a sua remoção complementar, também em condições anaeróbias. O filtro anaeróbio consiste de um reator biológico onde o efluente líquido sanitário será depurado por meio de microorganismos não aeróbios, dispersos tanto no espaço vazio do reator quanto nas superfícies do meio filtrante. Sendo assim, esse componente atua mais na retenção dos sólidos. A seguir é apresentado o croqui de um sistema típico de tratamento composto por tanque séptico e filtro anaeróbio (Figura II.1-3).

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Figura II.1-3 Sistema de tratamento de esgoto sanitário dos canteiros de obras

LEGENDA: CGR - Caixa gradeamento, CIN - Caixa de inspeção e CCL - Caixa cloradora. FONTE: Biofibra Saneamento - 2008.

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1.2.1.3

Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) Compacta Serão instaladas 02 ETEs compactas distintas, sendo: • Uma para atender até 1.000 pessoas no canteiro de obras da Terraplanagem e; Outra com capacidade para atender até 2.500 pessoas no canteiro da Montadora e Obras Civis.

As Estações de Tratamento de Esgotos serão constituídas por uma unidade compacta de tratamento biológico composta por Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente e Manta de Lodo (Upflow Anaerobic Sludge Blanket - UASB), seguido de Biofiltro Aerado Submerso (BAS), seguido por decantador secundário (DS) e leito de secagem. Os componentes/unidades dos sistemas de tratamento serão fabricados em chapas de aço com tratamento anticorrosivo ou em polipropileno com aditivo anti-UV (ultravioleta) e IV (infravermelho), como película de proteção, ou em plástico reforçado com fibra de vidro com aditivo anti-UV e IV (infravermelho). Os sistemas apresentarão uma remoção de carga orgânica de, no mínimo, 90%, em termos de DBO5, 20ºC, e os efluentes finais, depois de tratados, obrigatoriamente, apresentarão as características de forma a atender os limites estabelecidos na Deliberação Normativa Conjunta COPAM-CERH 01/08 (Capítulo V, artigo 29) e Resolução CONAMA 357/2005 (artigo 34). Todas as unidades das ETEs serão modulares e removíveis, podendo vir a ser mantidas para a fase de operação ou realocadas, conforme a necessidade da Vale. As ETEs possuirão os seguintes componentes/ unidades: • • • • • • • Gradeamento; Caixa de desarenação; Calha Parshall; Caixa de gordura Estação elevatória; Tanque de acumulação, equalização e bombeamento; Bomba(s) de alimentação e de recirculação e respectivos motores elétricos; 16
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• • •

Reator UASB; Biofiltro Aerado Submerso; Decantador Secundário: os efluentes provenientes do reator chegam por gravidade ao seu interior. O comportamento biológico e similar ao de lodos ativados; Compressores de ar e respectivos motores; Leito de secagem de lodo; Quadro de comando elétrico; e Queimador de gases.

• • • •

O gradeamento, caixa de desarenação e a calha Parshall, receberão o efluente e removerão as partículas sólidas grosseiras, permitindo o monitoramento da vazão de entrada no sistema. A caixa de gordura removerá óleos e gorduras não solubilizados do efluente, por densidade. Em seguida, a estação elevatória bombeará o efluente para o reator UASB. No equalizador, antes de alcançar os reatores, o efluente deverá ser equalizado, de forma a garantir a distribuição eqüitativa de volume de efluente para todas as unidades. No reator RAFA UASB o fluxo será ascendente e a matéria orgânica será convertida anaerobiamente por bactérias dispersas em uma manta de lodo formada no interior do reator. A parte superior do reator apresentará zona de sedimentação e de coleta de gás (gás carbônico e metano). A zona de sedimentação permitirá a saída do efluente clarificado e o retorno dos sólidos (biomassa) ao sistema, aumentando a sua concentração no reator sendo realizada a separação por sedimentação. O Biofiltro areado submerso será um filtro biológico constituído por um tanque com um leito de material poroso por meio do qual o efluente proveniente do reator UASB e o ar fluirão permanentemente. O fluxo de ar será ascendente e o efluente, em fluxo descendente, percolará pelo leito, formando uma película de bactérias que absorverá a matéria orgânica, fazendo sua digestão. O efluente liberado será clarificado pelo dreno de fundo do sistema. Este processo é considerado um processo aeróbio uma vez que o ar circula entre os vazios do leito fornecendo oxigênio para as bactérias Os efluentes provenientes do tratamento escoarão até um tanque de decantação ou decantador secundário, onde será homogeneizado e a maior parte dos sólidos em suspensão irá decantar. No decantador, o efluente escoará por meio de uma canaleta e será introduzido sob as lâminas paralelas inclinadas a 60 graus, onde ocorrerá a sedimentação do lodo. O efluente, após
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a decantação, sairá pela parte de cima do decantador. O leito de secagem será destinado a realizar a desidratação do lodo estabilizado. O leito será composto por duas câmaras onde, no seu fundo, será promovida a remoção do líquido intersticial, através de material drenante constituído por uma camada de areia e uma de brita. Sobre a camada de areia, serão colocados tijolos recozidos resistentes à operação de remoção do lodo. Um esquema do sistema de tratamento de efluentes sanitários das ETEs é apresentado na Figura II.1-4.

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Figura II.1-4 Sistema de tratamento de efluentes sanitários – ETEs compactas. Fonte: Vale

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1.2.2

Memória de cálculo A memória de cálculo dos sistemas de tratamento propostos é apresentada a seguir.

1.2.2.1

Tanque séptico e filtro anaeróbio Os dimensionamentos do tanque séptico e filtro anaeróbio foram realizados de acordo com as instruções normativas da ABNT (NBR 7229/1993 e NBR13969/1997). Os parâmetros de projeto utilizados para o dimensionamento do sistema do foram: Número de Funcionários: • • N1 = 100 (gerenciadora); N2 = 50 (escritórios da Vale).

Contribuição de despejos: • C= 50L/funcionário x dia (escritórios)

Contribuição de lodo fresco (Contribuição diária de esgoto (C) e de lodo fresco (Lf) por tipo de prédio e de ocupante): • Lf= 0,20 L/funcionário.

Período de detenção dos despejos (T), por faixa de contribuição diária: • T = 1,0.

Taxa de acumulação total de lodo (k), em dias, por intervalo entre limpezas e temperatura do mês mais frio: • K= 57 (1 limpeza anual e t>20ºC).

A partir dos parâmetros apresentados acima, dimensionam-se os sistemas utilizando a formula a seguir. V = N (C.T + K.Lf) Desta forma, para a Gerenciadora, o volume necessário será de 7,8 m3, e para os Escritórios da Vale, 4,5 m3. Serão adotados tanques cilíndricos de diâmetro de 2,0 e 1,7 m, e profundidade 2,5 e 2,0 m, respectivamente.

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Para o dimensionamento do filtro anaeróbio, foram utilizados os mesmos parâmetros do tanque séptico. A fórmula utilizada foi a seguinte: V = 1,6 + N.C.T Desta forma, para a Gerenciadora, o volume necessário é de 8,8 m3, e para os Escritórios da Vale, 4,4 m3. Serão adotados tanques cilíndricos de diâmetro de 2,5 e 1,8 m, respectivamente, e profundidade de 1,8 m para ambas. As definições sobre a destinação que será dada ao efluente final tratado nos tanques sépticos e filtros anaeróbios serão feitas, pela Vale, no início das obras de implantação, visto que existe a possibilidade de se promover o lançamento dos efluentes tratados na barragem de Conceição. Caso não seja possível, serão construídos sumidouros ou valas de infiltração. 1.2.3 Destino e freqüência de remoção do lodo biológico O lodo biológico do tanque séptico será removido no intervalo de 1 ano e encaminhado para disposição em pilha de estéril ou encaminhado diretamente para uma ETE licenciada, próxima ao empreendimento. O lodo proveniente das ETEs compactas serão encaminhados diariamente para os leitos de secagem e destes, da mesma forma, para a pilha de estéril ou para uma ETE licenciada. Estas destinações estão definidas no Guia EPS-0101-GAMBS - Guia para Destinação de Resíduos Sólidos das Minas do Sistema Sudeste e Sul – da Vale. 1.2.4 Pontos de amostragem dos efluentes bruto e tratado Caixas de coleta de amostras na entrada e na saída dos sistemas de tratamento propostos permitirão que, periodicamente, sejam feitas análises para monitoramento da eficiência e avaliação dos efluentes finais que serão encaminhados para o sistema de drenagem natural e/ou barragem Conceição. Como última alternativa os efluentes tratados serão infiltrados no solo (sumidouro ou vala de infiltração). 1.2.5 Cronograma de implantação A implantação dos sistemas de tratamento dos efluentes líquidos sanitários ocorrerá na fase inicial, especificamente, na etapa de construção dos canteiros de obras. 1 2.6 Bibliografia Projetos similares da Vale.

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PROGEN. Sistemas de Tratamento de Esgoto Sanitário - Especificação Técnica. Complexo das Minas Sistema Sul. Julho de 2006; Companhia Vale do Rio Doce. Gerência Geral de Desenvolvimento de Projetos Capital. Sistema de Tratamento de Efluente da Mina de Conceição; ABNT NBR 7229/1993. Projeto, construção e operação de tanques sépticos. ABNT NBR 13969/1997. Tanques sépticos: Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos. Projeto, construção e operação.

1. 3 1.3.1

SISTEMA DE CONTROLE DE ÁGUAS PLUVIAIS Tipo de sistema proposto Dispositivos provisórios de drenagem superficial.

1.3.2

Descritivo do sistema Os dispositivos provisórios de drenagem pluvial serão implantados no período de movimentação de terra para a execução das plataformas, canteiro de obras e acesso, de forma a assegurar o correto escoamento e deságüe das águas pluviais, além de conter eventuais carreamentos de sólidos decorrentes destas atividades. Os dispositivos que serão adotados são descritos a seguir: − Durante as obras, serão implantadas leiras de proteção e sarjetas, posicionadas nas bordas das plataformas em execução de forma a impedir o escoamento das águas pluviais; As leiras serão formadas com o solo local removido na terraplanagem, e terão dimensões mínimas de 0,6 m de altura e 1 m de largura na base; As sarjetas não necessitarão de revestimento e terão inclinação de 1%, direcionando as águas coletadas nas soleiras de dispersão, posicionadas nas extremidades das sarjetas, para pequenas bacias de contenção provisórias; As soleiras serão escavadas no terreno, na forma de caixas, com dimensões de 1,0 x 1,0 m e altura de 0,5 m. A superfície destas caixas será revestida com pedras de mão encravadas no terreno. Tais estruturas têm com o objetivo diminuir a energia de águas pluviais durantes o período das obras; As bacias de decantação serão instaladas a jusante dos lançamentos da drenagem terão a função de contenção de sedimentos carreados e 22
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melhoria da infiltração das águas no solo. Elas poderão ser escavadas no solo, com retroescavadeira, ou mesmo conformadas na forma de diques, com trator de esteira. Nessas bacias ocorrerá a retenção e a sedimentação das partículas sólidas carreadas pelas chuvas durante a operação da estrada. Além dos dispositivos, será realizada a manutenção periódica dos dispositivos de drenagem implantados nos acessos, utilizando-se procedimentos como: − Verificação das condições de revestimento da estrutura e reaplicação de camadas de cascalho em seu leito; Verificação das condições das estruturas de drenagem e, caso necessário, desobstrução das mesmas.

Esta manutenção será sempre realizada antes do período das chuvas (meses de outubro-novembro). 2.0 2.1 ETAPA DE OPERAÇÃO SISTEMA DE DISPOSIÇÃO DE REJEITO DO PROCESSO DE BENEFICIAMENTO Na fase de operação, o efluente de maior volume, será o rejeito do processo de concentração da ITM; o qual será encaminhado, sob a forma de polpa, para a barragem Itabiruçu. A estimativa de geração e as principais características deste rejeito são mostradas no Quadro II.2-1. Quadro II.2-1 Principais características do rejeito
Características Granulometria t/h de sólidos (base seca) % de sólidos t/h sólidos + água Peso específico dos sólidos m3/h de água m3/h de sólidos m3/h de sólidos + água Densidade aparente/polpa Teor de ferro Teor de SiO2 % massa % distribuição do ferro Rejeito dos espessadores de lama - 0,15 1623,66 38,58 4.208,66 2,83 2.585,00 573,87 3.158,88 1,33 16,50 73,20 50,19 19,45
Fonte: Projeto ECM
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A barragem Itabiruçu está em processo de alteamento. Em princípio, a mesma será utilizada para o recebimento dos rejeitos da ITM. Na barragem Itabiruçu, as frações sólidas do rejeito se sedimentarão, enquanto a fração sobrenadante (água) será recuperada, por bombeamento, para ser reutilizada nos processos de beneficiamento existentes no Complexo Minerador de Itabira. O sistema de descarga do rejeito do processo de beneficiamento para a barragem é mostrado no desenho 1000CC-B-0061 do Anexo II. Este sistema terá uma inclinação de 6,67%, extensão de 1150 m, seção trapezoidal com largura superior de 2,0 m e vazão de 0,4 m3/s. Em caso de falta de energia e em situações de emergência, os efluentes do processo de beneficiamento serão direcionados para a barragem Conceição, com o objetivo de promover o esvaziamento da ITM; conforme pode ser visualizado também no desenho 1000CC-B-0061, apresentado no Anexo II. 2.1.1 Desenho O desenho 1000CC-B-0061 do Anexo II mostra o sistema de descarga do rejeito do processo de beneficiamento na barragem Itabiruçu e, em caso de emergência, na barragem de Conceição. 2.2 2.2.1 SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS OLEOSOS Tipo de sistema proposto Estação de Tratamento de Efluentes Oleosos – ETEO. 2.2.2 Descritivo do sistema Na Mina de Conceição está prevista a implantação de uma Estação de Tratamento de Efluentes Oleosos - ETEO, até outubro de 2009, que terá a capacidade de absorver o efluente líquido oleoso gerado na ITM Pellet Feed Conceição. O ofício GAMBS IT/MG/1061/2008, datado de 08/10/2008 e apresentado no Anexo III, cita o prazo de implantação do referido sistema conforme informado à SUPRAM LM. A ETEO, com capacidade para tratar 20.000 L/h, será constituída por unidade compacta de tratamento físico-químico de efluentes líquidos, através dos processos de coagulação, floculação, flotação por ar dissolvido (FAD) e filtração em areia e em carvão ativado granulado (CAG). Integrarão a ETEO, no mínimo, os seguintes componentes/ unidades: • Gradeamento; 24
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• • •

Calha Parshall; Tanque de acumulação e bombeamento (*); Bombas de alimentação e filtragem/retrolavagem e respectivos motores elétricos; Tanques de preparo de reagentes (*); Tanques de armazenamento de reagentes; Bombas dosadoras de reagentes; Coagulador hidráulico; Tanque de floculação mecânica com mistura lenta; Tanque de flotação com raspador de superfície; Sistema de geração de água saturada: vaso saturador com controle automático de nível, válvula de despressurização e bomba de reciclo; Filtro de areia; Filtro de carvão ativado (*); Leito de secagem de lodos ou processo mecanizado de desidratação de lodos (*).

• • • • • • •

• • •

Os efluentes brutos a serem tratados pelos sistemas, possuem as características apresentadas no Quadro II.2-2. Quadro II.2-2 Características dos efluentes brutos que serão tratados na ETEO Conceição Parâmetro
Óleos e graxas (mg/L) pH Surfactantes (mg/L) Índice de fenóis (mg/L)

Valor médio
116 9,6 6,9 0, 04
Fonte: Vale

Os efluentes finais, depois de tratados pela ETEO, deverão obrigatoriamente apresentar as características apresentadas no Quadro II.2-3.

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Quadro II.2-3 Características dos efluentes tratados na ETEO Conceição
Parâmetro Óleos e graxas (mg/L) pH Surfactantes (mg/L) Índice de fenóis (mg/L) Valor máximo < 20 mg/L 8,5 <2 < 0,2
Fonte: Vale

Valor mínimo 6,5 -

O efluente gerado pela ITM será lançado em um tanque de armazenamento próprio. Tal tanque, em função da previsão de vazão média de 1,3 m3/h de efluente, terá capacidade de cerca de 20 m3 e será moldado in loco, em concreto revestido por argamassa impermeabilizante. Após a implantação, serão realizados testes quanto à estanqueidade, conforme critérios de aceitação estabelecidos na norma ABNT NBR 7229/1993. O efluente armazenado no tanque será periodicamente coletado por caminhões tanques, disponibilizados pela Vale e serão transportados para sistema físico-químico de tratamento de efluentes oleosos - ETEO cujas principais características foram apresentadas acima. A ETEO será operada pela própria Vale. 2.2.3 Desenho A figura apresentada no Anexo IV, mostra a localização do tanque de coleta de efluentes líquidos oleosos (20 m3). 2.3 2.3.1 SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS SANITÁRIOS Tipo de sistema proposto Estação de Tratamento de Efluentes – ETE. 2.3.2 Descritivo do sistema Na Mina de Conceição está prevista a implantação de uma Estação de Tratamento de Efluentes - ETE, até outubro de 2009, que terá capacidade de absorver o efluente gerado na ITM Pellet Feed Conceição. O ofício GAMBS IT/MG/1061/2008, datado de 08/10/2008 e apresentado no Anexo III, cita o prazo de implantação do referido sistema conforme informado à SUPRAM LM. Para isto, será instalada uma conexão que irá conduzir o efluente da ITM para
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a rede coletora de efluente sanitário, que conduzirá o mesmo para a ETE. A ETE deverá ser constituída por unidade compacta de tratamento biológico de esgotos sanitários, composto por Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente e Manta de Lodo (Upflow Anaerobic Sludge Blanket - UASB), seguido de Biofiltro Aerado Submerso (BAS) ou Lodos Ativados (LA), seguido por decantador secundário (DS). Integrarão a ETE, no mínimo, os seguintes componentes/ unidades: • • • • • • • • • • Gradeamento; Caixa de desarenação; Calha Parshall; Tanque de acumulação e bombeamento; Bomba(s) de alimentação e de recirculação e respectivos motores elétricos; Reator UASB; Biofiltro Aerado Submerso ou Lodos Ativados; Decantador Secundário; Compressores de ar e respectivos motores; Leito de secagem de lodo ou processo mecanizado de desidratação do lodo; Quadro de comando elétrico; Queimador de gases.

• •

O controle das condições de operação e monitoramento da ETE será manual, porém as bombas submersíveis e de recirculação terão seus acionamentos automatizados por bóia de nível e temporizadas. A ETE e seus componentes deverão operar sob temperaturas variando entre 5 e 45 ºC, em ambiente externo, sujeito a intempéries. Os efluentes brutos a serem tratados na ETE, possuirão as seguintes características apresentadas no Quadro II.2-4.

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Quadro II.2-4 Características dos efluentes brutos que serão tratados na ETE Conceição
Parâmetro DBO5, 20ºC (mg/L) pH Sól. Sedimentáveis (ml/L)
Fonte: Vale

Valor médio 650 6,6 9,0

Os efluentes finais, depois de tratados na ETE, deverão obrigatoriamente apresentar as características apresentadas no Quadro II.2-5. Quadro II.2-5 Características dos efluentes tratados na ETE Conceição
Parâmetro DBO5, 20ºC (mg/L) DQO (mg/L) pH Sól. Sedimentáveis (ml/L) Sólidos suspensos totais (ml/L) Óleos vegetais e gorduras animais (mg/L)
Fonte: Vale

Valor máximo < 60 < 90 < 8,5 < 1,0 < 100 < 50

Valor mínimo > 6,5 -

A ETE apresentará uma remoção de carga orgânica de, no mínimo, 90%, em termos de DBO5, 20ºC. 2.3.3 Desenho A figura apresentada no Anexo IV mostra a conexão para lançamento do efluente líquido sanitário da ITM na rede que fará o encaminhamento para a ETE Conceição. 2.4 SISTEMA DE CONTROLE DE ÁGUAS PLUVIAIS O projeto do empreendimento considera que todas as águas pluviais incidentes sobre a área da ITM serão coletadas por uma rede de drenagem independente das redes de coleta dos efluentes oleosos e sanitários. As águas pluviais poderão conter material sólido e em vista disso, as mesmas serão direcionadas para bacias de retenção de sólidos, antes de serem lançadas em curso d’água Para melhorar a eficiência dos dispositivos de drenagem todos os taludes de corte e aterro e as áreas remanescentes não ocupadas serão revegetadas, conforme programa estabelecido pela Vale.

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2.4.1

Dispositivos hidráulicos do sistema de drenagem As vias de acesso e áreas da ITM serão dotadas de dispositivos de captação e condução de forma a assegurar o correto escoamento e deságüe das águas pluviais incidentes sobre suas plataformas e sobre as áreas de terraplenos adjacentes. Para isto foram projetados dispositivos padronizados pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes – DNIT levando-se em consideração, principalmente, a proteção ambiental, principalmente para se evitar erosões, procurando-se implantar medidas preventivas, tais como: • • Declividade adequada, evitando velocidade excessiva à jusante das obras; Correto posicionamento dos dispositivos de drenagem.

A conformação das plataformas de terraplenagem e o plano de drenagem superficial destas áreas são apresentados no desenho 1000CC-B-10291 do Anexo V. 2.4.1.1 Sarjetas de concreto As sarjetas são os primeiros coletores de águas pluviais funcionando como canais abertos. Captam as águas que se precipitam e as conduzem longitudinalmente até o ponto de transição entre o corte e o aterro, para que saiam lateralmente no terreno natural, na valeta de aterro, ou na caixa coletora de um bueiro de greide. 2.4.1.2 Canaletas de concreto As canaletas de concreto deverão apresentar dimensões de 0,60 x 0,30 x 0,08m. O concreto deverá apresentar traço 3 :1 (areia :cimento) e serão implantadas de forma a conduzir o fluxo d’água para estas canaletas que efetuarão as descargas nas descidas de água.

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Figura II.2-5 Canaleta de concreto

Fonte : Vale

2.4.1.3

Valetas de aterro ou corte Nas cristas dos taludes de aterro e entre as áreas serão implantadas valetas de proteção de forma a direcionar o escoamento das águas pluviais para os dispositivos de dissipação de energia.

2.4.1.4

Descidas d’água As descidas d’água têm o objetivo de receber toda a água captada nas estruturas de drenagem, dissipar sua energia e conduzi-la até os locais de dissipação protegendo o corpo dos taludes dos processos erosivos. Esta estrutura deverá ser feita em degraus em concreto armado conforme Figura II.2-6. Na parte superior deverá ser feita uma ala com objetivo receber e conduzir a água proveniente das estruturas de drenagem, protegendo suas laterais e direcionando o fluxo de forma adequada até a descida d’água. No caso das descidas que farão o deságüe das sarjetas, ou valetas de proteção, elas serão em calhas de concreto. Já no caso dos lançamentos dos bueiros e/ou redes tubulares nos taludes, estes deverão ser feitos através das descidas d’água em degraus.

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Figura II.2-6 Descida d’água em degraus

Fonte: Vale

2.4.1.5

Caixas de dissipação Estas estruturas, feitas em concreto, são dispositivos que têm por finalidade de coletar as águas drenadas pelas canaletas, sarjetas ou valetas e descidas d’água, dissipá-las diminuindo sua energia e conduzi-las através dos bueiros para fora da área dos platôs e dos acessos, até locais onde não haverá mais risco de erosão.

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Figura II.2-7 Detalhes das caixas de dissipação

Fonte: Vale

2.4.1.6

Bacias de amortecimento ou captação As bacias de captação tem por objetivo receber as águas provenientes das estruturas de drenagens, dissipá-las e armazená-las temporariamente permitindo, em um segundo momento, sua infiltração de forma lenta alimentando o lençol freático. Devem ser construídas com o auxílio de um trator de esteira com suas dimensões variando de acordo com o volume de água a ser captado. São constituídas de pedras de mão de 30 cm assentadas sobre geotêxtil tipo manta Bidin OP40 ou similar.

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Figura II.2-8 Detalhe das bacias de captação

Fonte: Vale

2.4.1.7

Bacias de decantação Para contenção de sedimentos carreados e melhoria da infiltração das águas no solo, a jusante dos lançamentos da drenagem serão projetadas bacias de contenção. Essas bacias são estruturas definitivas indicadas para reter sedimentos imediatamente à jusante dos locais de deságüe do lançamento da drenagem superficial. Elas poderão ser escavadas no solo, com retroescavadeira, ou mesmo conformadas na forma de diques, com trator de esteira (Figura II.2-9). Nessas bacias ocorrerá a retenção e a sedimentação das partículas sólidas carreadas pelas chuvas durante a operação da estrada.

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Figura II.2-9 Detalhe da bacia de decantação

Fonte: Vale

2.4.1.8

Bueiros Transversalmente aos acessos deverão ser implantados bueiros com o objetivo de conduzir as águas coletadas pelas estruturas de drenagens. Os bueiros deverão ser de manilha de concreto e apresentar diâmetro de 0,40 m (Figura II.2-10). A escavação da vala, bem como a base para assentamento das manilhas devem ser feitas conforme detalhe abaixo.

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Figura II.2-10 Detalhe dos bueiros

Fonte: Vale

2.4.1.9

Desenho O desenho 1000CC-B-10291 do Anexo V mostra a rede de drenagem pluvial da área da ITM.

2.4.2

Ponto de lançamento das águas pluviais As águas pluviais geradas na área da ITM Pellet Feed Conceição serão direcionadas para a barragem Conceição, conforme mostrado no desenho 1000CC-B-10291 do Anexo V.

2.5

PROCEDIMENTOS EM CASO DE EMERGÊNCIAS Conforme já citado, a ITM Pellet Feed Conceição operará dentro do Complexo Minerador de Itabira e, por este motivo, estará associada com a infra-estrutura existente e em operação neste local, com destaque para aquelas referentes à Mina de Conceição. A Mina de Conceição já possui um Plano de Emergência que estabelece os mecanismos para atender as emergências ambientais nas unidades operacionais, bem como para prevenir e mitigar os aspectos / impactos ambientais e os perigos / danos de segurança e saúde ocupacional e danos aos ativos da Vale, que possam estar associados a elas. Em caso de emergências na ITM, serão adotados os procedimentos definidos nos seguintes documentos da Vale: • PGS-20-GAMBS – Atendimento a Emergências Ambientais – Plano de Contingência – DIFS; PRO 00601 – GASSS - Plano de Emergência - Mina Conceição.

Estes documentos são apresentados no Anexo VI.

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III
1.0

PLANOS E PROGRAMAS DE CONTROLE AMBIENTAL
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA O Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Vale foi implementado pela Diretoria de Ferrosos Sul (DIFS) que é responsável pela operação das minas de ferro que compõem o Sistema Sul. A última certificação da DIFS, no que se refere ao SGA, foi realizada pela Bureau Veritas, de acordo com os requisitos estabelecidos pela NBR ISO 14.001:2004, em 15/03/2007, e com validade até 24/11/2009. Após a certificação, a manutenção e verificação do SGA incluem inspeção, ensaios, monitoramento dos processos produtivos, de controles ambientais, manutenção preventiva dos equipamentos e auditorias externas que verificam constantemente o desempenho ambiental das unidades operacionais para controle dos indicadores e melhoramento da qualidade ambiental. As principais ações do SGA, no que se refere aos monitoramentos e controles ambientais, no Complexo Minerador de Itabira são: • • • • Programa de Monitoramento da Qualidade da Água; Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar; Programa de Monitoramento de Ruídos; Plano de Gestão de Resíduos.

No Anexo VII são apresentadas as cópias do certificado do SGA em vigência. Os Programas de Monitoramento da Qualidade da Água, da Qualidade do Ar, de Ruídos e Plano de Gestão de Resíduos Sólidos, propostos para as etapas de implantação e operação da ITM, serão fundamentados em um conjunto de diretrizes, regulamentos e procedimentos operacionais que constituem a estrutura do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Vale. Estes programas e planos são descritos nos próximos itens.

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2.0 2.1 2.1.1

PLANOS E PROGRAMAS DE MONITORAMENTO AMBIENTAL MEIO FÍSICO Plano de Gestão de Resíduos Sólidos O plano de gestão dos resíduos será adotado tanto na fase de implantação, quanto na operação da ITM Pellet Feed Conceição.

2.1.1.1

Etapa de Implantação O adequado gerenciamento dos resíduos gerados, envolvendo procedimentos para controle e diminuição da geração, classificação, segregação, acondicionamento, transporte e disposição final adequada já estão definidos no Plano de Gestão de Resíduos da Vale, que se encontra implantado no Complexo Minerador de Itabira. Este programa tem os seguintes objetivos: − − − Minimizar a geração de resíduos; Inventariar os resíduos; Promover a segregação dos resíduos em função das características e destinação a ser adotada (coleta seletiva); Classificar e separar os resíduos para disposição adequada à sua classificação; Adotar a estocagem temporária como procedimento de controle a ser seguido até que sejam identificadas alternativas viáveis de reuso e/ou reprocessamento e/ou disposição final; Garantir a disposição final adequada.

O Plano de Gestão de Resíduos implantado no Complexo de Itabira encontrase fundamentado em um conjunto de diretrizes, regulamentos e procedimentos operacionais que constituem sua estrutura, sendo parte integrante do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Vale. Desse modo, o seu estabelecimento e cumprimento sofrem auditorias internas e externas e todos os registros inerentes ao plano são controlados e arquivados por um período previamente definido; com o objetivo de manter a rastreabilidade e a confiabilidade dos dados. Os resíduos sólidos gerados na etapa de instalação da ITM serão armazenados em um Depósito Intermediário de Resíduos - DIR, que será instalado no canteiro de obras e construído de acordo com as normas técnicas aplicáveis. Os resíduos armazenados no DIR serão posteriormente encaminhados à Central de Materiais Descartáveis - CMD do Complexo Minerador de Itabira.

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Os principais resíduos que serão gerados na etapa de instalação são: resíduos metálicos, plásticos / polímeros sintéticos, papéis, papelões, resíduos mistos, sucatas de PVC, madeiras, lâmpadas com mercúrio, sucatas metálicas de transformadores e capacitores, cabos elétricos, baterias, material isolante, bobinas, painéis elétricos e componentes eletro-eletrônicos, resíduos de solda, pneus. O DIR possuirá as seguintes estruturas: cobertura, piso impermeável, bacia de contenção, canaletas de drenagens, identificação, caçambas semiestacionárias e sistemas de combate a incêndio e atendimento a emergências. Esse depósito será localizado na área do canteiro de obras. Os resíduos oleosos ali armazenados serão encaminhados para a CMD, onde serão estocados temporariamente no Galpão de Resíduos Perigosos para posterior envio a empresa especializada na realização do co-processamento de resíduos perigosos. 2.1.1.2 Etapa de Operação Conforme já citado, a ITM operará dentro do Complexo Minerador de Itabira e, por este motivo, estará associada à infra-estrutura existente e em operação neste local. O Complexo Minerador de Itabira já possui um Plano de Gestão de Resíduos, no qual estão definidos e consolidados os procedimentos de gestão dos resíduos sólidos gerados atualmente e válidos para a ITM. Desta forma, os resíduos gerados na área operacional da ITM, também serão armazenados temporariamente em um Depósito Intermediário de Resíduos, onde serão recolhidos periodicamente e levados para a Central de Materiais Descartáveis – CMD existente no Complexo de Itabira. Portanto, o Plano de Gestão de Resíduos apresentado neste item foi elaborado de acordo com as definições e procedimentos vigentes no Complexo Minerador de Itabira, além das diretrizes corporativas da Vale e sua Política Ambiental. Como base para elaboração deste Plano de Gestão de Resíduos pode-se citar os seguintes documentos da Vale: − EPS-0101-GAMBS - Guia para Destinação de Resíduos Sólidos das Minas do Sistema Sudeste e Sul. REG-0001-DIFS - Manual do Sistema Integrado de Gestão - Gestão de Resíduos Sólidos nas Minas da DIFS.

Estes documentos são apresentados no Anexo IX. 2.1.1.3 Objetivos O Plano de Gestão de Resíduos da ITM tem como objetivo geral garantir a gestão adequada dos resíduos gerados por meio do desenvolvimento de

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ações de segregação, coleta, transporte e destinação final. A seguir, são listados alguns objetivos específicos: − − − minimizar a geração de resíduos; inventariar os resíduos; promover a segregação dos resíduos em função das características e destinação a ser adotada (coleta seletiva); classificar e separar os resíduos para disposição adequada à sua classificação; adotar a estocagem temporária como procedimento de controle a ser seguido até que sejam identificadas alternativas viáveis de reuso e/ou reprocessamento e/ou disposição final; garantir a disposição final adequada.

− 2.1.1.4

Justificativa A mitigação dos impactos causados pela geração dos resíduos sólidos, durante as fases de implantação e operação da ITM, consistirá na implementação de um programa de gestão baseado no estabelecimento de medidas operacionais de acondicionamento, armazenamento temporário e destinação final. Como premissa básica, todos os resíduos serão coletados nas fontes de geração e separados em recicláveis e não recicláveis, levando-se em consideração a infra-estrutura existente na região e também aquela já existente no Complexo Minerador de Itabira.

2.1.1.5

Legislação ambiental pertinente Para a elaboração deste Programa de Gestão de Resíduos Sólidos - PGRS, foram observadas as seguintes Resoluções do CONAMA em vigor e a Norma Técnica NBR 10004/2004 - Classificação de Resíduos: − Resolução CONAMA Nº 009, de 31 de agosto de 1993: que estabelece e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo óleo lubrificante usado ou contaminado; Resolução CONAMA Nº 257, de 30 de junho de 1999: que estabelece que pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos tenham os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final adequados; Resolução CONAMA Nº 283, de 12 de julho de 2001: que dispõe sobre o tratamento e destinação final dos resíduos de serviço de saúde; Resolução CONAMA Nº 307, de 5 de julho de 2002: que estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para gestão dos resíduos da 39
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construção civil; − Resolução CONAMA Nº 313, de 29 de outubro de 2002: que dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais;

Além das Resoluções do CONAMA, neste trabalho foi considerada também a Deliberação Normativa COPAM 117, de 28 de junho de 2008. Esta deliberação determina que os empreendimentos que desenvolvem atividades minerárias apresentem anualmente, à Fundação Estadual do Meio Ambiente - FEAM, o Inventário de Resíduos Sólidos da Atividade Minerária, contendo informações sobre geração, volume, características, armazenamento, transporte, tratamento e destinação de seus resíduos sólidos. 2.1.1.6 Metodologia O Plano de Gestão de Resíduos da ITM considerará o desenvolvimento das seguintes atividades: − mobilização e treinamento dos funcionários envolvidos nas fases de implantação e operação; caracterização qualitativa e quantitativa dos resíduos gerados; implementação da infra-estrutura e operacionalização dos procedimentos de segregação, armazenamento temporário, transporte e destinação final; avaliação dos resultados.

− −

− 2.1.1.7

Mobilização e Treinamento No início das fases de implantação e operação da ITM serão definidos os responsáveis pela gestão ambiental do empreendimento. Estes profissionais, por sua vez, definirão grupos estratégicos de funcionários responsáveis pela correta implementação e também pelo gerenciamento do Plano de Gestão de Resíduos, considerando logicamente as duas fases do empreendimento, ou seja, implantação e operação. Estes grupos terão a responsabilidade de sensibilização da mão-de-obra envolvida na implantação e operação sobre a importância de se promover a gestão adequada dos resíduos. A sensibilização da mão-de-obra envolverá a realização de treinamento e a distribuição de materiais informativos e também a realização de palestras. Durante estas atividades serão enfatizados aspectos de organização e limpeza e como isto poderá influenciar na qualidade do ambiente de trabalho e do meio ambiente em si. Serão apresentados também os conceitos de redução, reutilização, reciclagem e recuperação de resíduos (4 R’s). Em resumo, a etapa de mobilização e sensibilização da mão-de-obra envolverá as seguintes sub-etapas: − Definição dos responsáveis pelo gerenciamento do Plano;

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Estabelecimento das áreas de armazenamento, fluxo de resíduos, áreas de coleta, formas de identificação e sinalização e equipamentos necessários. Apresentação do Plano aos funcionários envolvidos na implantação e operação da ITM; Conscientização dos funcionários da importância do Plano para o meio ambiente e cumprimento da legislação ambiental; Definição de campanha interna de disseminação do Plano; Realização de atividades capazes de estimular os funcionários para o cumprimento do Plano.

− −

2.1.1.8

Caracterização Qualitativa e Quantitativa dos Resíduos A caracterização qualitativa dos resíduos será baseada na NBR 10004/04 e na Resolução CONAMA 307/05. Em termos quantitativos, será feito o controle da quantidade gerada e o registro destas informações em planilhas de controle. Estas informações serão consolidadas e registradas em Planilhas de Acompanhamento e no Inventário de Resíduos.

2.1.1.9

Segregação Com o objetivo de assegurar a qualidade dos resíduos gerados e com isso potencializar suas reciclagens, os procedimentos de coleta serão baseados no estabelecimento da coleta seletiva e será priorizada a segregação na fonte geradora, durante as atividades operacionais relativas às fases de implantação e operação da ITM. A segregação será feita de acordo com a potencialidade de reutilização e reciclagem dos resíduos. Em relação aos tipos de recipiente que serão utilizados serão seguidas as definições do Guia EPS-0101-GAMBS. Uma equipe de funcionários devidamente treinados ficará responsável pela coleta periódica dos resíduos a serem gerados nas instalações do empreendimento e encaminhamento aos locais de armazenamento temporário / destinação final. Estes funcionários passarão por treinamentos específicos, visando o esclarecimento dos objetivos, importância e rotinas do procedimento da coleta interna.

2.1.1.10

Armazenamento temporário Inicialmente, os resíduos serão armazenados no Depósito Intermediário de Resíduos - DIR. O DIR será utilizado para o armazenamento temporário e de forma seletiva dos resíduos gerados nas fases de implantação e operação da ITM. Os resíduos serão armazenados em contenedores específicos para cada tipo de
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resíduo e de acordo com o definido no Guia EPS-0101-GAMBS. O DIR possuirá as seguintes estruturas: cobertura, piso impermeável, bacia de contenção, canaletas de drenagens, identificação, caçambas semi estacionárias e sistemas de combate a incêndio e atendimento a emergências. Na fase de obras o DIR será localizado na área do canteiro de obras e na fase de operação na área da ITM. O controle do estoque de resíduos no DIR será realizado por meio de planilha de acompanhamento similar à apresentada no item de avaliação de resultados deste Plano. 2.1.1.11 Transporte de Resíduos Os resíduos armazenados no Depósito Intermediário de Resíduos - DIR serão recolhidos periodicamente e levados para as Centrais de Matérias Descartáveis - CMDs existentes no Complexo de Itabira. Conforme já mencionado no item de segregação, uma equipe de funcionários devidamente treinados ficará responsável pela coleta periódica dos resíduos gerados nas instalações do empreendimento e o encaminhamento para os locais de armazenamento temporário / destinação final. Estes funcionários passarão por treinamentos específicos, visando o esclarecimento dos objetivos, importância e rotinas do procedimento da coleta interna. A periodicidade de coleta e destinação dos resíduos será definida e ajustada de acordo com as necessidades do empreendimento, em suas fases de implantação e operação, para evitar a acumulação excessiva no DIR e nas CMDs. As atividades de transporte dos resíduos, tanto internas ao empreendimento quanto externas para destinação final, serão realizadas de forma a evitar a ocorrência de situações com potencial de geração de contaminação ambiental. O transporte de resíduos será realizado por empresas devidamente licenciadas, principalmente no caso do transporte rodoviário de resíduos classe I. 2.1.1.12 Destinação final As destinações finais serão realizadas de acordo com o estabelecido na Guia EPS-0101-GAMBS. 2.1.1.13 Avaliação dos Resultados Os resultados serão avaliados por meio de Relatórios e Planilhas de Acompanhamento da geração de resíduos, conforme o estabelecido no Termo de Referência PCA GER 001 da FEAM. O modelo da Planilha de Acompanhamento que será adotada é mostrado na figura a seguir.

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Figura III.2.1 Planilha de Acompanhamento de Resultados. Fonte: FEAM (PCA GER 001)

Além disto, na fase de operação, a ITM encaminhará para a FEAM o Formulário do Inventário de Resíduos Sólidos. Este formulário será apresentado até o dia 31 de março de cada ano, relativo ao ano civil anterior, contendo a identificação do responsável legal pela empresa e do responsável técnico devidamente habilitado. A Planilha de acompanhamento e o Inventário de Resíduos serão as ferramentas utilizadas pela Vale para a definição de metas específicas para a ITM. 2.1.1.14 Responsabilidade pelo Plano A própria Vale será responsável pela execução e cumprimento deste plano. Especial atenção será dada para a fase de implantação, uma vez que nesta etapa serão envolvidas empresas terceirizadas nas obras civis e montagem eletromecânica. 2.1.1.15 Equipe Técnica No início das fases de implantação e operação da ITM serão definidos os responsáveis pela gestão ambiental do empreendimento. Estes profissionais serão responsáveis também pela gestão dos resíduos sólidos gerados pelo empreendimento. Estes profissionais, por sua vez, definirão grupos estratégicos de funcionários responsáveis pela correta implementação e também pelo gerenciamento do plano, considerando logicamente as duas fases do empreendimento, ou seja, implantação e operação. Estes grupos terão a responsabilidade de sensibilização da mão-de-obra envolvida na implantação e operação sobre a importância de se promover a gestão adequada dos resíduos. 2.1.1.16 Cronograma O Plano de Gestão de Resíduos será desenvolvido durante toda a fase de obras da ITM e na fase operacional.

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2.1.2 2.1.2.1

Programa de Controle de Erosão e Sedimentos Objetivos Este programa visa o controle dos processos erosivos e o carreamento de sólidos pela ação das águas pluviais nas áreas que estarão expostas, através da execução de taludes de acordo com estudos geotécnicos e da implantação de dispositivos provisórios e permanentes de drenagem. Os procedimentos para o controle dos processos erosivos e do carreamento de sólidos serão realizados concomitantemente com o desenvolvimento das obras de terraplanagem. Os taludes de corte/ aterro previstos para as plataformas da ITM e acessos serão previstos de acordo com estudos geotécnicos elaborados e de acordo com os critérios de estabilidade e de suporte de cargas do terreno. A conformação das plataformas de terraplenagem, bem como de seus taludes e o plano de escoamento da drenagem superficial destas áreas são apresentados no desenho 1000CC-B-00060 do Anexo IX e no desenho 1000CC-B-10291 do Anexo V que mostra a rede de drenagem pluvial. Para melhor eficiência dos dispositivos de drenagem todas as áreas remanescentes da necessidade operacional serão revegetadas, conforme programa estabelecido pela Vale.

2.1.2.2

Justificativa As atividades relativas a movimentação de solos e escavações durante a fase de implantação e a descarga dos sistemas de drenagem definitivos na fase de operação poderão conduzir a um desencadeamento de processos erosivos, cujos efeitos poderão se manifestar principalmente na área limite da ITM e acessos internos não pavimentados.

2.1.2.3

Metodologia e Atividades a serem desenvolvidas As principais atividades a serem desenvolvidas para monitorar a geração de sedimentos estão previstas no Sistema de Controle de Águas Pluviais, no Projeto de Terraplenagem e Projeto dos Taludes de Plataformas e Via de Acesso, estes dois últimos descritos a seguir. Alem destes, estão previstas as seguintes atividades e medidas. Algumas já foram apresentadas no item II (Projetos de Controle Ambiental). • Implantação de estruturas de contenção de material, respeitando a área de preservação permanente da drenagem, para evitar carreamento de partículas e materiais; Priorizar a execução das obras de terraplenagem na época de seca do ano; 44
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Minimização do tempo de exposição das áreas sem cobertura vegetal e com solos incoesos e permeáveis; Aplicar a cobertura vegetal nas superfícies expostas de forma progressiva, o mais breve possível após a liberação de determinada área pela obra; Manter a vegetação das encostas do terreno e talvegues, que são as vias preferenciais de escoamento pluvial.

Projeto de Terraplenagem Na implantação das instalações da ITM, serão realizadas obras de terraplanagem e executados taludes de corte/ aterro para configuração da plataforma, construção da estrada de interligação das diversas unidades de tratamento de minério às estradas existentes. Nos cortes do terreno, estima-se a geração de cerca de 1.193.801 m³ de material. Nos aterros, serão necessários 98.856 m³ de material. Além disso, será necessário o empréstimo de 38.000 m³ de materiais agregados para execução de base, sub-base e ou revestimento primário. O material excedente da movimentação de terra será disposto nas pilhas de estéril em operação no Complexo de Itabira. Cabe ressaltar que estas pilhas já estão licenciadas para este fim. Os substratos resultantes da alteração da estrutura do solo destas áreas (rochas filíticas alteradas, solos coluvionares e aterros) são susceptíveis à instalação de processos erosivos. Assim, de forma a conter o desenvolvimento de erosões e instabilidade e, por conseguinte, carreamento de sedimentos para áreas a jusante, as obras de execução dos taludes de corte/ aterro serão realizadas contemplando a estabilidade dos taludes. Conjuntamente com a execução da terraplanagem serão implantados dispositivos de drenagem superficial definitivos. Além disso, há a necessidade de revegetação das áreas degradadas e permanentemente expostas, como os taludes de corte e aterro. O projeto de terraplenagem é apresentado no desenho 1000CC-B-00060, Anexo IX. Projeto dos Taludes da Plataforma e Via de Acesso Para execução dos taludes de corte e da plataforma dos acessos e dos taludes de corte/ aterro da plataforma da ITM, serão adotadas as seguintes medidas: • O leito das estradas, que terá uma largura total de 12,0 m, será abaulado evitando a transposição e o escorrimento da enxurrada no centro e terá pavimento asfáltico; Os taludes de corte da estrada e das plataformas da ITM terão uma inclinação compatível com o substrato local (1V: 1H), conforme os 45
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projetos de terraplanagem, sendo adequados às condições geológicas e geotécnicas locais e previamente definidos nos estudos geotécnicos e por experiência dos demais empreendimentos implantados no entorno do projeto em questão; • Os taludes de aterro previstos para as plataformas da ITM terão inclinação (1V: 1,5H) compatibilizada com o estudo de estabilidade e por experiência dos demais empreendimentos implantados no entorno do projeto em questão; Os taludes de corte das plataformas da ITM preferencialmente terão altura máxima de 8,00 metros e, quando ultrapassarem essa altura, terão bermas de equilíbrio intermediárias de 4,00 metros de largura; Conforme os projetos de drenagem apresentados, as águas superficiais precipitadas serão escoadas por sarjetas triangulares, canaletas retangulares e valetas trapezoidais de proteção, todas revestidas por concreto; Na base dos taludes de corte, serão implantadas sarjetas de concreto trapezoidais com inclinação de 1% do centro para as bordas permitindo o escoamento das águas superficiais. Nas saídas destas sarjetas, serão implantadas bacias de dissipação de energia, que correspondem a pequenas bacias quadradas e com piso revestido com pedras de mão, objetivando a diminuição da energia das águas superficiais; Nas cristas dos taludes de corte serão implantadas sarjetas de proteção (valas que não necessitam de revestimento de concreto), com inclinação de 1% do centro para as bordas. Nas saídas destas sarjetas, também serão implantadas bacias de dissipação de energia; Nos lançamentos das drenagens, principalmente nos locais de maior declividade, serão implantadas estruturas com caixas de passagem d’água em degraus, revestidas em concreto; Nas cristas dos taludes de aterro e entre as áreas, serão implantadas leiras de proteção de forma a direcionar o escoamento das águas pluviais para os dispositivos de dissipação de energia; Toda a área da ITM terá inclinações variáveis (conforme indicação no projeto de terraplenagem e drenagem) permitindo o escoamento das águas pluviais do centro para as bordas da plataforma. Este escoamento será realizado através da implantação de sarjetas (canais) retangulares revestidas em concreto, com o objetivo de coletar e direcionar as águas pluviais incidentes para o sistema de drenagem a jusante da ITM.

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2.1.2.4

Estimativa de Custos Os custos estão inseridos nos custos de implantação da ITM.

2.1.2.5

Cronograma Físico Conforme cronograma de implantação da ITM, ou seja, 30 meses.

2.1.2.6

Responsável pela Execução / Implementação A responsabilidade deste programa é da Vale.

2.1.3 2.1.3.1

Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar Introdução Os impactos na qualidade do ar, associados às atividades de construção da ITM, resultarão das emissões fugitivas de material particulado associadas às operações de movimentação de terra (principalmente corte e escavação), às obras civis, montagem de estruturas eletromecânicas, ao manuseio de insumos e materiais pulverulentos, formação de pilhas, emissões veiculares da frota que irá trabalhar na construção, e também, à ação dos ventos locais. Na fase de operação as emissões oriundas do beneficiamento serão baixas, uma vez que o minério será beneficiado a úmido, espera-se que ocorra apenas um pequeno aporte em relação ao material particulado, vinculado ao transporte de insumos e do produto final, além da movimentação de veículos na área de influência. Em relação ao material particulado e emissões gasosas, o aporte mais significativo é esperado em relação ao impacto indireto ocasionado pelo transporte do ROM via caminhões fora-de-estrada até as instalações de britagem.

2.1.3.2

Justificativa A gestão da qualidade do ar de uma região de interesse requer o monitoramento dos níveis de poluentes na atmosfera, e também a adoção de medidas de controle, caso as concentrações medidas indiquem alteração da qualidade do ar. Todas as informações obtidas devem ser tratadas e avaliadas em conjunto para sua melhor compreensão.

2.1.3.3

Metas As principais metas deste programa referem-se ao controle das emissões atmosféricas de forma a não comprometer a qualidade do ar, de acordo com os padrões estipulados pela legislação ambiental vigente e a situação atual da
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área. E também manter a concentração de partículas e outros poluentes na área do empreendimento, durante a construção da ITM, dentro dos limites ocupacionais vigentes. 2.1.3.4 Público Alvo Durante a fase de construção da ITM, o público alvo serão os trabalhadores que permanecerão mais tempo no local onde serão desenvolvidas as atividades relacionadas à construção e à movimentação de terra. Na fase de operação, o publico alvo serão os operários e comunidades mesmo que distantes do local do empreendimento. 2.1.3.5 Métodos A seguir é apresentada metodologia adotada no Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar implementado no Complexo Minerador de Itabira, o qual deverá atender as fases de implantação da ITM. Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar – Complexo Minerador de Itabira Em Itabira, o monitoramento da qualidade do ar é realizado pela Rede Automática de Monitoramento (RAMQAI) instalada no município, que é composta por 4 estações de monitoramento, além de uma estação meteorológica que mede a pressão barométrica, radiação solar, precipitação pluviométrica, temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade dos ventos. As estações operam 24 horas por dia e disponibilizam dados horários para os parâmetros Partículas Totais em Suspensão (PTS) e Partículas Inaláveis (PM10), que deverão atender ao disposto pela Resolução CONAMA nº. 03 de 1990. Ressalta-se que os relatórios com os resultados do monitoramento são enviados periodicamente para a FEAM. Os resultados apresentados por este programa demonstram que a qualidade do ar no entorno do Complexo de Itabira tem se mantido satisfatória, portanto é proposta a continuidade sem a necessidade de ampliação da rede monitoramento e/ou parâmetros amostrados. Programa de monitoramento de emissões gasosas Nos veículos e equipamentos movidos a óleo diesel é prevista a implementação de um programa de monitoramento de fumaça preta por escala Escala de Ringhelmann, a ser realizado conforme procedimento interno Vale PRO 0053 – GAMBS -Monitorar Emissões Provenientes do Escapamento de Equipamentos com Motor a Diesel.

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2.1.3.6

Ações de Controle O controle dos aspectos relacionados à emissão de material particulado e de gases durante a fase de implantação e de operação seguirá, além das diretrizes do Programa de Monitoramento, aquelas já adotadas no Complexo Minerador de Itabira, tais como: Fase de implantação • • • Umectação das vias não pavimentadas com caminhões pipa; Revegetação de áreas expostas à ação do vento; Manutenção adequada da frota de veículos, evitando emissões excessivas de fumaça preta provenientes dos motores de combustão interna dos veículos e máquinas móveis.

Fase de operação: • • • Umidificação/irrigação com caminhão pipa nas vias internas de acesso; Aspersão e nebulização com caminhão pipa da pilha de estéril; Manutenção adequada da frota de veículos e caminhões fora-de-estrada, evitando emissões excessivas de fumaça preta provenientes dos motores de combustão interna dos veículos e máquinas móveis; Aspersão em vagões ferroviários carregados com pellet feed visando evitar o arraste eólico do minério durante o percurso; Realização de hidrossemeadura na revegetação de taludes e revegetação de taludes inoperantes em pilha de estéril.

2.1.3.7

Estimativa de Custos A estimativa de custos não se aplica neste caso, uma vez que o Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar já foi implementado e possui capacidade para absorver as alterações decorrentes das fases de implantação e operação da ITM.

2.1.3.8

Cronograma Físico Deverá ser mantida mesma periodicidade de amostragem do Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar já implementado.

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2.1.3.9

Responsável pela Execução / Implementação A responsabilidade de manutenção deste programa é da Vale.

2.1.4 2.1.4.1

Programa de Monitoramento de Ruídos Introdução Os níveis de ruído de um determinado local são diretamente relacionados com o tipo e a densidade de ocupação do solo. No Brasil a legislação pertinente aos níveis de ruído é a Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA nº 1/90, que determina que sejam atendidos os critérios estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, em sua norma técnica NBR 10.151 (revisão de 2000) – “Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas, Visando o Conforto da Comunidade”, para ruídos emitidos em decorrência de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas.

2.1.4.2

Justificativa Os efeitos dos ruídos na saúde humana podem tanto comprometer o desenvolvimento de certas atividades, como provocar a perda parcial ou total da audição dos receptores. O diagnóstico da área de influência do empreendimento mostrou que o nível de ruído noturno foi ultrapassado em duas vezes no período de dois anos para área industrial, porém, de acordo com a distância do ponto medido à comunidade, provavelmente o ruído na comunidade seria inferior ao limite.

2.1.4.3

Objetivos Acompanhar os níveis de ruído junto aos receptores mais próximos ao empreendimento para verificar se a implantação e operação da ITM acarretarão em aumento nos valores de referência, capaz de comprometer o bem-estar da população e então e propor medidas adicionais de controle. Garantir que os níveis de ruído fiquem nos limites adequados do padrão acústico.

2.1.4.4

Métodos A seguir é apresentada a metodologia adotada no Programa de Monitoramento de Ruídos implementado no Complexo Minerador de Itabira.

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Programa de Monitoramento de Ruídos – Complexo Minerador de Itabira O monitoramento é realizado pela Vale mensalmente, no período diurno e noturno, em nove pontos de medições. É feita a avaliação de forma contínua, por tempo mínimo de 20 minutos por ponto amostrado, avaliando o nível de pressão sonora equivalente (LAeq). O procedimento de amostragem em campo prioriza avaliar somente os ruídos propagados por fontes exclusivas das atividades do Complexo de Itabira, sendo desconsideradas as fontes externas, como por exemplo, veículos leves e ruídos provenientes das atividades urbanas. Porém, em alguns casos ocorrem interferências no ruído, sendo estes denominados ruídos transitórios. Foi selecionado um ponto representativo da área de implantação, cujos resultados foram analisados no diagnostico ambiental do empreendimento. Este ponto permitirá o monitoramento do nível de ruídos emitidos durante a fase de implantação e de operação da ITM, através da medição do nível de pressão sonora equivalente (LAeq). 2.1.4.5 Público Alvo Durante a fase de construção da ITM, o público alvo serão os trabalhadores que permanecerão mais tempo no local onde serão desenvolvidas as atividades relacionadas à construção e à movimentação de terra. Na fase de operação, o publico alvo serão os operários e comunidades mesmo que distantes do local do empreendimento. 2.1.4.6 Ações de Controle O controle dos aspectos relacionados à emissão de ruídos durante as fases de implantação e de operação seguirá as diretrizes do Programa de Monitoramento de Ruídos do Complexo Minerador de Itabira. 2.1.4.7 Estimativa de Custos A estimativa de custos não se aplica neste caso, uma vez que o Programa de Monitoramento de Ruídos já foi implementado e possui capacidade de monitorar as alterações decorrentes das fases de implantação e operação da ITM. 2.1.4.8 Cronograma Físico Deverá ser mantida mesma periodicidade de amostragem do Programa de Monitoramento de Ruídos já implementado.
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2.1.4.9

Responsável pela Execução / Implementação A responsabilidade deste programa é da Vale.

2.1.5 2.1.5.1

Programa de Monitoramento da Qualidade da Água Introdução O ecossistema aquático, caracterizado pelo córrego Conceição e ribeirão do Peixe é um sistema aberto, sujeito às interferências externas como os fatores climáticos, as condições geológicas, geomorfológicas, edáficas e de cobertura vegetal, que contribuem para as características hidrológicas e ecológicas desses corpos d’água. Esses cursos d’água apresentam-se barrados em grande parte da superfície drenante do empreendimento, estando alterados pelo lançamento de efluentes provenientes das instalações de beneficiamento do Complexo de Itabira. Além desses aspectos, há a interferência de outras atividades antrópicas por meio de lançamento de esgotos domésticos, construção de projetos lineares como estradas e ferrovias, que ao cruzarem esses corpos d’água podem interferir em suas características naturais.

2.1.5.2

Justificativa O projeto de construção da ITM prevê o lançamento de rejeitos gerados no beneficiamento na barragem Itabiruçu, assentada no ribeirão do Peixe. Está previsto ainda a implantação de um sistema de drenagem que será direcionado para a barragem de Conceição, por sua vez assentada do córrego de mesmo nome. Posto isso, o monitoramento da qualidade da água superficial ao longo destes cursos é fundamental na fase de implantação e operação deste empreendimento.

2.1.5.3

Objetivos Este programa visa apresentar os procedimentos para a realização das análises de qualidade da água para a manutenção da qualidade da água dos cursos d’água naturais. Decorrente do possível aporte de sedimentos advindos, principalmente, da etapa de implantação do empreendimento, além do lançamento de rejeitos na fase operacional.

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2.1.5.4

Público Alvo Sendo este um programa voltado a atividades de monitoramento, portanto de concepção eminentemente técnica, a participação do publico / comunidades não é necessária na sua formulação e execução.

2.1.5.5

Métodos A metodologia proposta será a mesma adotada no Programa de Monitoramento da Qualidade da Água implementado no Complexo Minerador de Itabira. O monitoramento é realizado mensalmente pela Vale, em diversos pontos, localizados nos corpos d’água sob influência da atividade operacional. Metodologia de coleta e preservação de amostras A coleta e a preservação das amostras serão realizadas conforme as recomendações da norma técnica da ABNT NBR 9898/1987 – Preservação e técnicas de amostragem de efluentes líquidos e corpos receptores. Metodologia analítica Os métodos analíticos utilizados serão os preconizados pelo "Standard Methods for the Examination of Water and Wastewate 21th r" (APHA, AWWA, WPCF, 2005). Não é proposta a inserção de novos pontos de monitoramento. Foram selecionados 03 pontos dentre os presentes no Programa de Monitoramento da Qualidade da Água do Complexo de Itabira. Estes pontos se localizam no ribeirão do Peixe, a jusante da sua confluência com o córrego Conceição; e serão os receptores diretos dos efluentes gerados pelas atividades de implantação e operação da ITM. É proposta a continuidade dos parâmetros já monitorados, adotando-se a mesma periodicidade e os mesmos parâmetros que vem sendo analisados, os quais são apresentados no Quadro III.2-1.

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Quadro III. 2-1 Pontos e Parâmetros monitorados

Ponto

Localiza ção
Ribeirão do Peixe vertedou ro da barragem Rio do Peixe

Coordena das
685. 036/ 7.823.733

Periodicida de
Mensal

Parâmetros monitorados

ITA 01

Cor Verdadeira (parâmetro atualmente trimestral), Manganês Total, Oxigênio Dissolvido, Fenóis Totais (parâmetro atualmente trimestral), Nitrogênio Amoniacal (parâmetro atualmente não monitorado), Demanda Bioquímica de Oxigênio, Ferro dissolvido, Nitrato, Nitrito, pH, Sólidos Dissolvidos Totais Temperatura da Água, Coliformes Termotolerantes Sólidos Dissolvidos Totais, (parâmetro atualmente não monitorado) e Turbidez.

Trimestral
Ribeirão do Peixe – jusante da barragem do Rio do Peixe medidor de vazão

ITA 34

685.009 / 7.823.890

Mensal

ITA 43
Córrego Conceição

683.012 / 7.825.989

Mensal

Condutividade elétrica, Ferro dissolvido, Ferro Total, Fenóis totais, óleos e Graxas Totais, pH, Sólidos Dissolvidos Totais, Sólidos Sedimentáveis, Sólidos Totais, Turbidez

2.1.5.6

Inter-relação com outros programas O presente programa ambiental mantém inter-relação com o Programa de Gestão Ambiental do empreendimento, o qual é responsável pelo monitoramento contínuo das questões ambientais relativas ao empreendimento. Também manterá relação com o Programa de Monitoramento de Efluentes e Programa de Controle de Erosão e Sedimentos.

2.1.5.7

Atendimento a Requisitos Legais Os parâmetros analisados devem atender aos limites estabelecidos pela Resolução CONAMA 357/2005 para águas doces de classe 2 e DN COPAM/CERH 001/2008, também para águas doces de classe 2.

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2.1.5.8

Estimativa dos Custos A estimativa de custos não se aplica neste caso, uma vez que o Programa de Monitoramento da Qualidade das Águas já foi implementado e possui capacidade de monitorar as alterações decorrentes das fases de implantação e operação da ITM.

2.1.5.9

Cronograma Físico Deverá ser mantida mesma periodicidade de amostragem do Programa de Monitoramento de Qualidade das Águas, já implementado.

2.1.5.10

Responsável pela Execução / Implementação A responsabilidade deste programa é da Vale

2.1.5.11

Referências APHA, AWWA-WEF. 2005. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater, 21st edition, Denver, USA.

2.1.6 2.1.6.1

Programa de Monitoramento de Efluentes Introdução Na fase de implantação da ITM os efluentes sanitários serão tratados por sistemas do tipo ETEs compactas e fossa- filtro- sumidouro. Além disso, serão implantados banheiros químicos nas frentes de obra. Os efluentes oleosos serão tratados em caixas separadoras de água e óleo – SAOs. O efluente das SAOs também será direcionado para a barragem de Conceição. Na fase operacional os efluentes sanitários serão encaminhados para a estação de tratamento de efluentes- ETE que será implantada em Conceição, já apresentado. Os efluentes oleosos serão direcionados a estação de tratamento do tipo ETEO, que também será implantada em Conceição.

2.1.6.2

Objetivos O presente programa de monitoramento visa apresentar os procedimentos para a realização das análises dos efluentes gerados nas fases de implementação e operação da ITM, com o objetivo de se monitorara a qualidade para atendimento ao disposto na legislação e ainda avaliar a eficiência dos sistemas propostos.

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2.1.6.3

Público Alvo Sendo este um programa voltado a atividades de monitoramento, portanto de concepção eminentemente técnica, a participação da sociedade não é necessária na sua formulação e execução.

2.1.6.4

Métodos A metodologia proposta é a mesma adotada no Programa de Monitoramento da Qualidade da Água do Complexo Minerador de Itabira. Metodologia de coleta e preservação de amostras A coleta e a preservação das amostras foram realizadas conforme as recomendações da norma técnica da ABNT NBR 9898/1987 – Preservação e técnicas de amostragem de efluentes líquidos e corpos receptores. Metodologia analítica Os métodos analíticos utilizados são os preconizados pelo "Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater, 21th Edition" (APHA, AWWA, WPCF, 2005). O programa de monitoramento de efluentes do Complexo de Itabira é parte do Programa de Monitoramento de Água. É proposta a inserção de novos pontos localizados nos seguintes locais: • • Fase de implantação: saída dos SAOs, entrada e saída das ETEs; Fase de operação: saída da ETEO e entrada e saída da ETE.

A localização das SAOs, ETEO e ETEs é mostrada no RCA. No Quadro III.2-2 são apresentados os parâmetros que deverão ser contemplados neste monitoramento. Quadro III.2-2 Pontos e Parâmetros monitorados Ponto
Saída dos SAOs e ETEO

Periodicidade
Mensal

Parâmetros monitorados
pH, óleos minerais, fenóis totais e surfactantes DBO DBO e sólidos sedimentáveis

Entrada ETEs Saída ETEs

Mensal Mensal

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2.1.6.5

Inter-relação com outros Programas O presente programa ambiental mantém inter-relação com o Programa de Monitoramento da Qualidade da Água.

2.1.6.6

Atendimento a Requisitos Legais Os parâmetros analisados devem atender aos limites estabelecidos pela Resolução CONAMA 357/2005 e CONAMA 397/08 para lançamento de efluentes e DN Conjunta COPAM/CERH-MG 001/2008, também para lançamento de efluentes.

2.1.6.7

Estimativa dos Custos A estimativa de custos não se aplica neste caso, uma vez que o Programa de Monitoramento da Qualidade da Água contempla o monitoramento de efluentes. Deve apenas ser incorporados os novos pontos apontados no Quadro III.2-2.

2.1.6.8

Cronograma Físico Deverá ser mantida mesma periodicidade de amostragem do Programa de Monitoramento de Qualidade das Águas, já implementado.

2.1.6.9

Responsável pela Execução / Implementação A responsabilidade deste programa é da Vale.

2.1.6.10

Referências • APHA, AWWA-WEF. 2005. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater, 21st edition, Denver, USA; ABNT NBR 9898 – Preservação e técnicas de amostragem de efluentes líquidos e corpos receptores (ABNT, 1987).

2.2 2.2.1 2.2.1.1

MEIO BIÓTICO Programa de Controle da Supressão de Vegetação Introdução A área diretamente afetada pelo projeto de instalação da ITM Conceição caracteriza-se por ser uma área em plena atividade minerária, com presença de estradas, vias de acesso e estruturas de suporte à atividade. Neste cenário verifica-se a existência de pequenos fragmentos florestais em diferentes estádios de regeneração.

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No Quadro II.2-3 é apresentada a divisão do espaço estudado, segundo o uso e ocupação. No somatório geral das áreas a serem suprimidas, 2,90 ha encontra-se em área de preservação permanente. Quadro III.2-3 Cobertura vegetal e uso do solo na área de projeto
Cobertura vegetal e uso do solo Floresta estacional semidecídua, estagio intermediário Plantios de Pinus sp. Vegetação herbácea Vias, acessos, áreas construídas Campos antrópicos Total Áreas de preservação permanente Fração da supressão em área de preservação permanente Área (ha) 7,16 6,54 25,28 6,61 0,91 45,59 2,90 1,62 13,69 * 6,54 Área a suprimir (ha) 7,16

2.2.1.2

Justificativa Para a instalação da ITM Conceição está prevista a supressão de cerca de 13,70 hectares de vegetação. A cobertura vegetal original da área objeto do estudo era originalmente, classificada como “Floresta Estacional Semidecidual” (Floresta Tropical Subcaducifolia). A paisagem é caracterizada por topografia ondulada e rampas não muito alongadas, atualmente desprovidas de vegetação florestal devido às interferências antrópicas, como desmatamento para formação de pastagens de Brachiaria decumbens e Mellinis minutiflora, reflorestamento e atividades de extração mineral. Embora a paisagem da área de inserção da ITM e seu entorno imediato seja caracterizada pela dominância de ambientes antrópicos (reflorestamento e pastagens), identifica-se a presença de remanescentes de formações de floresta estacional semidecidual, incluindo as formações vegetais existentes em Área de Preservação Permanente – APP, definida pela drenagem existente. Deve-se garantir, também, o destino adequado para a biomassa disponibilizada. A supressão da cobertura vegetal, ainda, deve ser conduzida de modo a aumentar as chances de fuga de espécimes da fauna que possam estar associadas aos fragmentos florestais a serem suprimidos, mesmo que tenha sido constatada a presença de um pequeno número de espécies.

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2.2.1.3

Objetivos • Garantir que a supressão de vegetação não seja realizada sem a autorização do órgão ambiental competente; Planejar o desmate para que seja sempre restrito às áreas onde será instalada a ITM; Favorecer a recuperação das áreas de preservação por meio do aproveitamento dos nutrientes da serrapilheira e dos horizontes superficiais dos solos removidos das áreas desmatadas; Destinar de forma oportuna o material lenhoso removido da área; e Contribuir para o afugentamento dos vertebrados terrestres que vivem ou utilizam os recursos disponíveis na área. Realizar um Resgate de Flora para obtenção de sementes e mudas de espécies nativas para utilização no Projeto de Compensação Ambiental.

• •

2.2.1.4

Metas • Orientar a supressão vegetal, visando o menor impacto à flora remanescente; Promover o recolhimento de material vegetal para a recomposição nas áreas a serem recuperadas no âmbito do Projeto de Compensação Ambiental; Orientar o aproveitamento econômico do material lenhoso proveniente da supressão vegetal; Mitigar/compensar os impactos da supressão, como perda de habitat, e diminuição da conectividade da paisagem; Promover treinamento dos trabalhadores envolvidos na implantação e execução das atividades de instalação da ITM; Proibir a caça e a captura de animais silvestres; A atividade de supressão não necessitará do acompanhamento de uma equipe especializada em afugentamento de fauna, dada a pequena diversidade de espécies constatadas, no entanto, deverão ser previamente identificadas árvores ocas e mortas, pois durante o dia é onde animais de hábitos noturnos costumam se abrigar; O afugentamento da fauna, quando necessário, deverá acontecer sempre 59
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• •

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na direção da área de relocação, dando especial atenção ao tempo de locomoção dos animais mais lentos; 2.2.1.5 Público Alvo Trabalhadores envolvidos nas obras de instalação da ITM. 2.2.1.6 Métodos São descritos, abaixo, os métodos a serem empregados no Programa de Supressão de Cobertura Vegetal. Ressalta-se que os trabalhadores envolvidos em atividades relacionadas a este procedimento deverão passar por um treinamento prévio de modo a garantir que as orientações constantes deste programa sejam cumpridas. Supressão da Cobertura Vegetal A supressão da vegetação deverá seguir as etapas escritas a seguir. • Corte: com utilização de motosserras, com vistas a minimizar a compactação do solo por maquinário de maior porte; Toragem: após o corte, ainda no local, realizar o desgalhamento e toragem em pedaços entre 1,5m e 2,0m. Efetuar o empilhamento prévio das toras, de forma organizada, ainda nos locais de derrubada; Baldeio: As toras deverão ser baldeadas para as vias de acesso com utilização de tratores equipados com cabos ou carretas ou diretamente dos locais de supressão com utilização de gruas. Organizar as leiras nas beiras das vias de acesso para posterior transporte à destinação final.

Considerando o tamanho reduzido das áreas onde será realizada supressão, não haverá necessidade de veículos específicos como o Skidder ou retroescavadeiras modificadas para derrubada e desgalhamento. Coleta de Propágulos e Beneficiamento das Sementes Pelo período que anteceder a supressão da cobertura vegetal, serão coletados frutos e sementes do maior número possível de espécies arbóreas e arbustivas nas áreas de cobertura vegetal nativa que serão suprimidas. Sementes e frutos, íntegros e maduros, serão recolhidos do chão ou coletados com tesouras de poda alta diretamente das copas. Serão priorizados propágulos de espécies zoocóricas, que em geral produzem menos frutos que aquelas de dispersão abiótica. Uma vez que tanto a freqüência e duração da frutificação, como o ponto de maturação das sementes, além de influenciados por fatores abióticos, variam
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de acordo com a espécie e fenofase do indivíduo, as coletas serão contínuas até a execução da supressão da vegetação. Todos os propágulos coletados na área, se possível identificados ao menos no nível genérico, serão imediatamente conduzidos ao viveiro do Centro de Biodiversidade da Mina de Córrego do Meio, em Sabará/MG, para beneficiamento. Produção de Mudas de Espécies Nativas As sementes serão classificadas e separadas considerando as características ecológicas de cada espécie de modo a facilitar o manejo das mesmas para a produção de mudas. Serão utilizados para classificação critérios como: grupo ecológico (pioneira, secundária ou climácica) e ambiente de ocorrência (ex. solos argilosos e mal-drenados das planícies fluviais ou terrenos bem drenados). Com base nas características ecológicas de cada espécie serão definidas as condições de manejo. As mudas serão mantidas em viveiro do Centro de Biodiversidade na mina de Córrego do Meio em Sabará/MG até que sejam introduzidas nas áreas da Vale destinadas à recuperação. 2.2.1.7 Inter-Relação com outros Programas O presente Programa apresenta relação com o Projeto de Compensação Ambiental, que utilizará as mudas produzidas a partir das coletas de propágulos e plantas. 2.2.1.8 Responsável pela execução/implementação do programa A responsabilidade de implementação deste programa é da Vale. 2.2.2 2.2.2.1 Programa de recomposição da vegetação Objetivos e Justificativa Para a instalação da ITM Conceição está prevista a supressão de cerca de 13,70 hectares de vegetação. Esta área será recoberta por estruturas da ITM em quase toda a sua extensão, ou seja, os remanescentes de áreas descobertas são poucos e em áreas bastante reduzidas. Visando minimizar os impactos decorrentes da supressão vegetal, que irá expor a totalidade da área de implantação da ITM, propõe-se a reabilitação da área de entorno da ITM, com a formação de cortina arbórea, com o objetivo principal de dificultar a dispersão de material particulado.

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É proposto um programa simplificado, e baseado em procedimentos padrão do empreendedor para recuperação de áreas degradadas. 2.2.2.3 Metodologia e Atividades a serem desenvolvidas Recomenda-se que a recomposição se inicie com a cobertura do terreno com o solo e serrapilheira armazenados na etapa de supressão, conforme previsto no Programa de Supressão da Vegetação. Por se tratar de uma cortina arbórea, é sugerido o plantio inicial de espécies de porte arbóreo, e de crescimento rápido. É sugerido o plantio de Eucalyptus grandis, espécie de crescimento rápido e com formação rápida de copa; apesar de se tratar de uma espécie exótica, já foi introduzida na ADA, sem constatação de maiores transtornos. No entanto, deverá ser verificada a possibilidade de inserção de espécies nativas na área, que atendam aos requisitos de crescimento e formação rápida de copa. Após o estabelecimento e crescimento das espécies, com o conhecimento das necessidades especificas do local, deverá ser verificada a possibilidade de inclusão de espécies herbáceas, objetivando o completo adensamento. A seguir são apresentadas as principais ações: - Recomposição do solo; - Transferência de mudas para o local definitivo; - Limpeza da área; - Combate a formiga; - Preparo do solo e adubação; - Distribuição das mudas de espécies arbóreas e plantio; - Replantio; - Plantio de espécies herbáceas; - Manutenção. 2.2.2.4 Responsável pela Execução A vegetação será executada pela Vale, com base nas diretrizes descritas e de acordo com os seus procedimentos.

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2.3 2.3.1 2.3.1.1

MEIO SOCIOECONÔMICO Programa de Comunicação Social Introdução O Programa de Comunicação Social deverá estabelecer um canal de comunicação contínuo e interativo entre a Vale e a população do município de Itabira considerando que: • Os cidadãos devem ter acesso às informações e o direito de emitir opinião, seja individualmente ou por meio da representação coletiva, tais como associações de moradores, sindicatos e organizações não-governamentais; As informações sobre o empreendimento devem ser disponibilizadas de forma objetiva e de fácil acesso às diversas partes interessadas ao empreendimento; e Os canais de comunicação devem atender as demandas dos diversos segmentos da comunidade, de acordo com as necessidades e particularidades de cada grupo, de modo a garantir adequado retorno às demandas das partes envolvidas.

O processo de comunicação social deverá ser executado nas fases de implantação e operação do empreendimento, atendendo às demandas e expectativas de todos os grupos de interesse envolvidos com o projeto. Atualmente a Vale já desenvolve ações e atividades relacionadas a este programa, que estreitam o relacionamento com a população de Itabira, tal como reuniões mensais nos bairros que sofrem maior influência das atividades da empresa para que a população aponte, discuta e busque soluções em conjunto com a Vale para os principais problemas detectados. 2.3.1.2 Justificativas A implantação do Programa de Comunicação Social justifica-se por configurar o principal meio de relacionamento, troca de experiências e equilíbrio de interesses entre o empreendedor e os diferentes públicos ligados ao empreendimento. É necessária a construção ordenada do diálogo entre empreendedor, poder público, sociedade civil organizada e comunidade, de forma constante e racional, buscando atingir os objetivos propostos. 2.3.1.3 Objetivos Estabelecer um canal de comunicação entre o empreendedor e a população de Itabira de forma a construir um processo interativo e contínuo entre as partes,
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para criar condições para que os problemas comuns possam ser discutidos com transparência e solucionados de forma conjunta. Este processo de comunicação permitirá o conhecimento, por parte dos públicos afetados, da evolução do projeto e seus reflexos no município, além de fornecer ao empreendedor subsídios para a adoção de ações que atendam aos anseios de tal público. 2.3.1.4 Público alvo O público alvo das ações do Programa de Comunicação Social é constituído pelo poder público municipal, organizações não-governamentais, associações, cooperativas, sindicatos, imprensa, empresas privadas, principalmente aquelas contratadas para as obras de implantação do empreendimento e seus funcionários, além dos funcionários da Vale e toda a população do município de Itabira. 2.3.1.5 Ações Durante a implantação do empreendimento, as ações de comunicação deverão acompanhar as transformações que possam ocorrer na área de interesse e promover os ajustes necessários. De maneira geral, as ações deste Programa de Comunicação Social são: • Estabelecer estratégias de comunicação voltadas para solucionar os conflitos em relação ao empreendimento, principalmente com a população residente na cidade, de forma que as possíveis interferências negativas possam ser identificadas antecipadamente, evitando situações de conflito; Divulgação de medidas para prevenção de acidentes, informando também acerca dos recursos emergenciais para combatê-los em caso de ocorrência; Realização de palestras para os trabalhadores, abordando as ações e os cuidados de proteção ambiental e de respeito à sociedade; Organizar encontros entre o empreendedor e as diversas partes interessadas identificadas para difusão das informações, principalmente aquelas ligadas à contratação de mão-de-obra local, possíveis transtornos à população e riscos de acidentes durante as obras de implantação do empreendimento; Utilizar recursos e meios de informação para estabelecer uma comunicação eficaz com a divulgação de ações técnicas e ambientais, de forma contínua, permanente e seqüencial, durante a fase de implantação do empreendimento; 64
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Acompanhar as ações propostas, de forma a avaliar sua eficácia, contribuindo para que os gestores responsáveis pela execução do Programa possam fazer as correções e ajustes necessários, em consonância com os objetivos propostos; Manter um canal aberto de diálogo junto às partes interessadas de modo que possam estabelecer um relacionamento próximo com o empreendedor para esclarecimento de quaisquer questões; Promover o conhecimento, entendimento, envolvimento e valorização mútua de questões e iniciativas da Vale e das partes interessadas.

2.3.1.6

Equipe • • 01 profissional da área de comunicação/coordenador geral; 01 assistente (áreas de comunicação social e/ou engajamento de partes interessadas).

2.3.1.7

Inter-relação com outros programas • Programa de Contratação, Qualificação e Desmobilização da Mão-deObra Local; Programa de Sinalização e Conscientização para o Tráfego; Programa de Gestão de Resíduos Sólidos; Programa de Educação Ambiental.

• • •

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2.3.1.8

Cronograma físico A seguir é apresentado o cronograma de execução do programa para as fases de implantação e operação do empreendimento. Ressalta-se que as ações previstas para este programa serão realizadas ao longo dos 30 meses previstos para implantação e também durante toda a fase de operação do empreendimento.
Ações/Meses Organização de módulos informativos Criação e distribuição de informativo A cada 3 meses. Freqüência No 10 meses inicias, a cada 2 meses. Após a cada 3 meses.

Organizar encontros entre o empreendedor e as partes A cada 4 meses interessadas Assessoria de imprensa e comunicação Realização de palestras sobre prevenção de acidentes Realização de palestras sobre conservação ambiental Relatórios de Acompanhamento Mensal 03 meses seguidos com intervalo de 4 meses A cada12 meses A cada 6 meses

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2.3.1.9

Responsável pela execução/implementação do programa A responsabilidade pela implementação das ações proposta neste Programa será da Área de Comunicação da Vale.

2.3.2

Programa de Contratação, Qualificação e Desmobilização da Mão-de-Obra Local Introdução Sob a ótica econômica, a geração de empregos é um dos impactos positivos que implantação do empreendimento pode gerar, devendo-se, sempre, internalizar seus efeitos, maximizando seus benefícios. Desta forma, este programa visa estabelecer procedimentos para ordenar e potencializar os impactos positivos devido à necessidade de contratação de mão-de-obra para a implantação do empreendimento. E também contribuir para melhoria da qualificação profissional da mão-de-obra contratada.

2.3.2.1

2.3.2.2

Justificativas Durante a fase de obras serão gerados, em média, 2.057 empregos diretos ao longo dos 30 meses previstos para execução de terraplenagem, obras civis e montagens eletromecânicas do empreendimento. No pico das obras, estimase que serão alocados, simultaneamente, 3.200 trabalhadores por cerca de 05 meses, conforme cronograma de obras abaixo. Também serão gerados empregos indiretos, principalmente no setor de serviços.

Figura III.2-1 Cronograma de obras da ITM Pellet Feed Conceição

3500

3000

2500

Efetivo

2000

1500

1000

500

0 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 Meses 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

Os empregos diretos a serem gerados pelo empreendimento exigem, para algumas funções, especialização técnica, demandando, portanto, a

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disponibilidade de mão-de-obra com perfil adequado para responder a essa oferta. Conforme política adotada pelo empreendedor, para os empregos diretos previstos na fase de obras, será preferencialmente contratada mão-de-obra local, como forma de internalizar os efeitos positivos da geração de emprego. 2.3.2.3 Objetivos Esse Programa tem como objetivo o maior aproveitamento possível da mãode-obra local, por meio da contratação e de treinamentos que contribuirão para aumento da qualificação dos trabalhadores. Para tal, visa estabelecer mecanismos para se proceder à mobilização, habilitação e desmobilização da mão-de-obra contratada para implantação do empreendimento. 2.3.2.4 Público alvo • • Mão-de-obra disponível no município de Itabira; Trabalhadores e empreiteiros contratados para as obra de implantação do empreendimento.

2.3.2.5

Ações Processo Seletivo Divulgação das Vagas Ofertadas Através do Programa de Comunicação Social e utilizando-se dos meios de comunicação disponíveis localmente, o empreendedor deverá promover a divulgação das vagas oferecidas, indicando pontos de referência para o cadastramento de trabalhadores; Cadastramento O empreendedor deverá promover o cadastramento dos candidatos às vagas ofertadas, através de ficha contendo, no mínimo, as seguintes informações: • • • • • Nome completo do candidato; Endereço de residência; Documentação (carteiras de identidade e de trabalho, PIS, CPF, etc); Nível de escolaridade; Profissão atual;

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• •

Indicação da função pretendida; Tempo de experiência na função indicada.

Registra-se que o fato do trabalhador residir em Itabira deverá ser condição para priorização a seleção dos candidatos. Observa-se que, deverá ser facultado, também, o cadastramento de pessoas portadoras de deficiência, conforme o disposto pelo Artigo 36, do Decreto Federal n° 3.298, de 28 de dezembro de 1999, que versa sobre a regularização de percentual de vagas dos empregos criados pelo empreendimento, para esse público. Seleção Os candidatos cujos currículos apontarem a adequação aos perfis estabelecidos de acordo com a vagas definidas serão selecionados e participarão da próxima fase. Convocação para Testes Neste momento os candidatos selecionados passarão por testes admissionais, os quais determinarão quais os candidatos serão contratados. É importante que os candidatos que não forem selecionados sejam posicionados quanto à esta situação. Formalização do Processo de Contratação Nessa etapa serão desenvolvidas as atividades administrativas e legais relativas à contratação do pessoal selecionado. Registra-se que os procedimentos nesta fase estarão de acordo com os dispositivos legais trabalhistas. Treinamento As atividades de treinamento deverão ser contínuas de forma a se otimizar os resultados. A mão-de-obra contratada deverá passar por treinamento inicial, com o intuito de promover a integração do pessoal ás diretrizes do contratante. Ao longo da implantação treinamentos de aperfeiçoamento deverão ser ministrados permitindo, não só a especialização dos trabalhadores, bem como a capacitação de contratados a outras funções de forma a otimizar a alocação da mão-de-obra selecionada.

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Destaca-se que este processo de treinamento e capacitação assume papel de grande importância quando se considera o regime temporário de contratação da maioria dos trabalhadores da obra, na medida em que favorece a sua recolocação no mercado de trabalho e permite elevar o nível salarial dos contratados. Os treinamentos poderão ocorrer no local da obra, com turmas entre 15 e 20 alunos, prevendo-se a realização dos cursos necessários para integração e capacitação dos contratados para o início das obras imediatamente após a seleção, ou em até 30 dias antes do início das obras. Desmobilização A mão-de-obra contratada durante a implantação, não será desmobilizada em massa e sim, a partir do fim de cada etapa de acordo com o cronograma da obra. E quando possível, a mão-de-obra desmobilizada será reaproveitada nas diversas fases das obras de implantação. 2.3.2.6 Equipe Deverá ser formada uma equipe multidisciplinar composta por profissionais com experiência e, de preferência, com especialização nas áreas de recursos humanos, psicologia, administração e comunicação. 2.3.2.7 Inter-relação com outros programas Programa de Comunicação Social. 2.3.2.8 Cronograma físico Este programa deverá ser iniciado na fase de implantação e se estender até a fase de operação do empreendimento. O cronograma detalhado deverá ser definido pelo setor de recursos humanos do empreendedor e dos terceirizados, de acordo com o cronograma de execução das obras e com o histograma de mão-de-obra apresentado anteriormente. 2.3.2.9 Responsável pela execução/implementação do programa A responsabilidade pela implementação das ações proposta neste Programa será da Vale. 2.3.3 2.3.3.1 Programa de Sinalização e Conscientização para o Tráfego Introdução Este Programa refere-se à sinalização e gerenciamento do tráfego nas vias de que serão utilizadas para o acesso aos locais das obras de implantação do

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empreendimento, bem como as vias internas do Complexo Minerador em suas fases de implantação e operação. A principal via que será utilizada para o acesso ao local das obras é a MG-129 que é pavimentada, com pista dupla, apresentando boas condições de sinalização e tráfego. Para acesso às frentes de obras, serão utilizadas as estradas existentes no Complexo que também apresentam sinalização adequada e boas condições de tráfego. 2.3.3.2 Justificativas A implementação deste programa justifica-se pela necessidade de se adotar medidas que garantam a continuidade do tráfego e a segurança dos usuários da MG-129, durante a implantação do empreendimento. As atividades de transporte de materiais e de pessoal, na fase de obras, implicarão no aumento da circulação de veículos leves e pesados, o que pode trazer riscos à segurança das pessoas. Além das medidas a serem tomadas pelo empreendedor, a comunidade também deve zelar pela própria segurança, adotando posturas preventivas. 2.3.3..3 Objetivos Este Programa tem por objetivos: • Evitar a ocorrência de acidentes rodoviários durante as obras de implantação do empreendimento, cujas causas possam estar relacionadas ao incremento do tráfego em virtude do empreendimento; Introduzir na comunidade posturas de prevenção a acidentes; Garantir a fluidez do tráfego nas vias de acesso ao empreendimento.

• • 2.3.3.4

Público alvo • • Usuários das vias de acesso às obras; Motoristas dos veículos leves e pesados envolvidos nas obras.

2.3.3.5

Ações A execução do Programa seguirá as seguintes atividades/métodos: • Instalação de sinalização: consistirá na instalação de placas indicativas e de advertência nas vias de acesso às obras dentro do Complexo Minerador, indicando cruzamentos, tráfego de veículos pesados, velocidades máximas permitidas, pontos de travessia de pedestres, 71
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condições das vias, entre outras; • Palestras sobre regras de direção: deverão ser ministradas palestras para os motoristas de veículos leves e pesados envolvidos nas obras, abordando temas ligados à educação para o trânsito, tais como respeito aos limites de velocidade, respeito à sinalização, direção defensiva, respeito ao pedestre; Palestras sobre manutenção de veículos: deverão ser realizadas palestras sobre a importância da manutenção preventiva dos veículos, proporcionando o bom funcionamento e, conseqüentemente, evitando-se quebras nas vias de tráfego, emissões de poluentes e acidentes; Os materiais gerados no Programa de Comunicação Social durante o período das obras também deverão abordar os temas das palestras;

2.3.3.6

Equipe A equipe deverá ser formada por pelo menos um profissional da área de comunicação e outro da área de engenharia de trânsito.

2.3.3.7

Inter-relação com outros programas Programa de Comunicação Social.

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2.3.3.8

Cronograma físico
Mobilização 1 X 2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Implantação 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

Ações/Meses Instalação de sinalização Palestras sobre regras de direção Palestras sobre manutenção de veículos Material informativo

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

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2.3.3.9

Responsável pela execução/implementação do programa A responsabilidade pela implementação das ações proposta neste Programa será da Vale.

2.3.4 2.3.4.1

Programa de Educação Ambiental Introdução A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) prescreve que compete às empresas: “Promover programas destinados à capacitação dos trabalhadores, visando melhorias e ao controle efetivo sobre o ambiente de trabalho, bem como a repercussão do processo produtivo no meio ambiente.” Este programa aplica recursos na capacitação dos trabalhadores envolvidos na implantação e operação do empreendimento para aumentar a sua consciência ambiental em relação ao ambiente natural, patrimônio edificado e diminuir os incômodos e interferências no cotidiano das pessoas, gerados pela presença de máquinas e veículos em função das obras. O programa contempla também atividades dirigidas às comunidades, em especial a comunidade escolar do município, contribuindo para o aumento da conscientização ambiental. Vale destacar que o Programa já se encontra implantado no Complexo Minerador de Itabira com a participação dos contratados terceirizados, funcionários próprios e comunidade. Assim, o programa será ampliado para atender aos trabalhadores envolvidos nas obras de implantação e operação do empreendimento.

2.3.4.2

Justificativas Para a implantação do empreendimento será necessária a contratação de mão-de-obra, sendo imprescindível que os contratados adotem atitudes de preservação do meio ambiente e respeito à cultura local. O Programa irá aproveitar a oportunidade criada pela contratação para divulgar os valores e conceitos de meio ambiente, além de incentivar a prática dessas atitudes também fora do ambiente de trabalho.

2.3.4.3

Objetivos Os objetivos do Programa de Educação Ambiental são: − Conscientizar e informar os trabalhadores para que reflitam e possam adotar posturas e atitudes em conformidade com a gestão ambiental sustentável, ao executar os serviços ou em suas relações com os grupos sociais das comunidades impactadas pelo projeto;

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Disseminar, junto aos trabalhadores, informações sobre a preservação dos recursos naturais e patrimônio edificado, bem como sobre a conservação e uso adequado do espaço físico das obras, destinação do lixo e saneamento básico, sempre dentro de uma visão sistêmica e reflexiva, sobre a interação e composição desses espaços; Sensibilizar as lideranças comunitárias e as escolas públicas do município reforçando valores que fomentem e incentivem atitudes voltadas à compreensão sistêmica, valorização e conservação dos recursos naturais e do patrimônio histórico; Difundir junto às comunidades envolvidas, os processos de gestão de responsabilidade socioambiental e sustentável, como preservação e compensação ambiental, bem como de responsabilidade social, praticados pela Vale; Apoiar os programas de controle ambiental, já implantados no Complexo Minerador, buscando o alinhamento entre as temáticas e públicos trabalhados.

2.3.4.4

Público alvo − Trabalhadores diretos e indiretos envolvidos nas obras de implantação do empreendimento; Corpo docente e discente das escolas municipais; e Lideranças comunitárias e moradores do município.

− − 2.3.4.5 •

Ações Público Interno (funcionários do empreendedor e terceirizados) − Treinamento introdutório visando à sensibilização e conscientização dos contratados e funcionários, quanto às temáticas e valores que envolvem a gestão ambiental, bem como possibilitar a reflexão quanto a conduta e atitudes necessárias para o adequado relacionamento com a população do município; Realização de atividades educativas, privilegiando a metodologia interativa e reflexiva sobre a preservação e conservação ambiental.

Público Externo (lideranças comunitárias e comunidade escolar) − Realização de palestras e/ou oficinas sobre temas relacionados ao meio ambiente, sempre relacionados à atitude e aos valores coletivos, discutindo a responsabilidade de cada um no processo de conservação do ambiente natural e de melhoria na qualidade de vida da comunidade; realização de visitas ao Complexo Minerador de Itabira para conhecimento dos processos e procedimentos de controle ambiental e 75
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responsabilidade ambiental. 2.3.4.6 Equipe Equipe multidisciplinar, que deverá ser formada por profissionais envolvidos na execução dos diversos programas, a serem definidos em função dos temas a serem desenvolvidos. 2.3.4.7 Inter-relação com outros programas − 2.3.4.8 Programa de Comunicação Social.

Cronograma físico O cronograma será de acordo com o plano de ação do PEA já implementado.

2.3.4.9

Responsável pela execução/implementação do programa A responsabilidade pela implementação das ações proposta neste Programa será da Vale.

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IV

REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9898: Preservação e técnicas de amostragem de efluentes líquidos e corpos receptores. Rio de Janeiro, ABNT: 1987. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7229: Projeto, construção e operação de tanques sépticos. Rio de Janeiro, ABNT: 1993. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13969: Tanques sépticos: Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos: Projeto, construção e operação. Rio de Janeiro, ABNT: 1997. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10.151: Níveis do ruído para o conforto acústico. Rio de Janeiro, ABNT: 2000. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10004: Resíduos Sólidos – Classificação. Rio de Janeiro, ABNT: 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas de Gestão Ambiental – Especificações e Diretrizes para uso. Rio de Janeiro, ABNT: 2004. AMERICAN PUBLIC HEALTH ASSOCIATION - APHA. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. 21 ed. Denver, USA. Denver: APHA. 2005. CARVALHO, N. M.; NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. Campinas: Fundação Cargill. 1980. CARVALHO, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. Brasília: Embrapa. V. 1. 1039 p. COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD. Gerência Geral de Desenvolvimento de Projetos Capital. Sistema de Tratamento de Efluente da Mina de Conceição. Brasil: CVRD, (s.d). COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD. Gerência Geral de Desenvolvimento de Projetos Capital. Sistema Separador de Água e Óleo da Mina de Conceição. Brasil: CVRD, (s.d). COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD. Sistemas de Tratamento de Efluentes Líquidos Oleosos – Especificação Técnica. Complexo das Minas Sistema Sul. Brasil: CVRD, (s.d). CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. Resolução
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Conama n° 001 de 8 março de 1990: Estabelece critérios, padrões, diretrizes e normas reguladoras da poluição sonora. Brasília, Conama. 1990. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. Resolução Conama n° 003 de 28 de junho de 1990: Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar. Brasília, Conama. 1990. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. Resolução Conama n° 357 de 17 de março de 2005: Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências. Brasília, Conama. 2005. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. Resolução Conama n° 397 de 3 abril de 2008: Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes. Brasília, Conama. 2008. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. Resolução Conama n° nº 009 de 31 de agosto de 1993: Estabelece as normas para descarte, industrialização e comercialização de óleos lubrificantes e proíbe a industrialização e comercialização de novos óleos lubrificantes não recicláveis, nacionais e importados (Brasília, Conama. 1993. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. Resolução Conama n° 257 de 30 de junho de 1999: Estabelece que pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, tenham os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequados. Brasília, Conama. 1999. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. Resolução Conama n° 283 de 12 de julho de 2001: Dispõe sobre o tratamento e a destinação final dos resíduos dos serviços de saúde. Brasília, Conama. 2001. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA. Resolução Conama n° 307 de 5 de julho de 2002: Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Brasília, Conama. 2002. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE- CONAMA. Resolução Conama n° 313 de 29 de outubro de 2002. Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais. Brasília, Conama. 2002. Deliberação Normativa Conjunta COPAM/CERH - MG nº 01, de 05 de maio de 2008. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências. Conselho de Política Ambiental – COPAM. COPAM n° 117 de 27 de junho de 2008: Dispõe sobre a declaração de informações relativas às diversas fases
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de gerenciamento dos resíduos sólidos gerados pelas atividades minerárias no Estado de Minas Gerais. Brasília, Copam. 2008. FERNANDES, A. 2000. Fitogeografia brasileira. 2ª. ed. Fortaleza: Multigraf. 340 p. FOGLIOLA, M. B.; AGUIAR, I. B. Colheita de Sementes. In: AGUIAR, I. B.; PIÑA-RODRIGUES, F. C. M. & FIGLIOLA, M. B. (coord.) Sementes de Florestas Tropicais. Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. Brasília, Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. 1993. p. 275 – 302. MORI, S. A.; SILVA, L. A. M.; LISBOA, G. et all. Manual de Manejo do Herbário Fanerogâmico. Ilhéus:, CEPLAC. 1985. PROJETOS, GERENCIAMENTO E ENGENHARIA - PROGEN. Sistemas de Tratamento de Esgoto Sanitário - Especificação Técnica. Complexo das Minas Sistema Sul. (s.l.) Progen. 2006. RIZZINI, C.T. Tratado de Fitogeografia do Brasil: Aspectos Ecológicos, Sociológicos e Florísticos. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural Edições Ltda. 1997.

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ANEXO I
ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA (ART) E CADASTRO TÉCNICO FEDERAL (IBAMA)

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ANEXO II
ROTA DE DRENAGEM DE REJEITO

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ANEXO III
OFÍCIO SUPRAM L.M.

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ANEXO IV
ROTA DE EFLUENTES SANITÁRIOS E TANQUES DE EFLUENTES

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ANEXO V
PROJETO DE DRENAGEM PLUVIAL

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ANEXO VI
PLANO DE EMERGÊNCIA E PLANO DE CONTINGÊNCIA

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Atendimento a Emergências Ambientais – Plano de Contingência - DIFS

Nº: PGS-20-GAMBS Classificação: Uso Interno

Pág.: 87 de 163 Rev.: 07-26/05/2008

Responsável Técnico: Celso G. Medeiros – GAMBS / GEMPS / DIFS

Código de Treinamento: 1QL0529

Público-alvo: Gerentes Gerais, Gerentes de Áreas, Palavras-chave: Plano de Emergencia Ambiental Gerência de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho, Plano de Contingencia. Saúde Ocupacional, Coordenadores de Simulados, Supervisores, demais empregados.

1. OBJETIVO Estabelecer mecanismo para atender as emergências ambientais nas unidades operacionais da VALE, bem como para prevenir e mitigar os aspectos / impactos ambientais e os perigos / danos de segurança e saúde ocupacional e danos aos ativos da Empresa, que possam estar associados a elas.

2. APLICAÇÃO
Todas as unidades operacionais da Diretoria de Ferrosos Sudeste – DIFS.

3. REFERÊNCIAS As referências estão com link diretamente do SISPAD, bastando clicar na descrição das mesmas.
REG 00001 – DIFS - MANUAL DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO PRO 00011 -- DECG - PLANO DE EMERGÊNCIA PRO 00001 – DECG - IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E DANOS E CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS PRO 00032 – DIAT - DIRETRIZES E CRITÉRIOS GERAIS PARA A IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E AVALIAÇÃO DE RISCOS. PRO 00003 – GAHIF - PLANO DE CONTINGENCIAS INTERNAS DE BARRAGENS - DIFS PRO 00218 -- GASSS - PLANO DE EMERGÊNCIA - COMPLEXO MARIANA PRO 00103 – GASSS - PLANO DE EMERGENCIA - GONGO SOCO PRO 00105 – GASSS - PLANO DE EMERGÊNCIA - MINA DE BRUCUTU PRO 00062 – GAALS - PLANO DE EMERGÊNCIA - ÁGUA LIMPA PRO 00600 – GASSS - PLANO DE EMERGÊNCIA - MINA CAUÊ PRO 00601 – GASSS - PLANO DE EMERGÊNCIA - MINA CONCEIÇÃO

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Atendimento a Emergências Ambientais – Plano de Contingência - DIFS

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4. DEFINIÇÕES • Acidente: É todo evento não planejado que origina morte, danos à saúde, lesão, danos materiais, danos ao meio ambiente ou outras perdas (OHSAS 18.001:1999 – Occupational Health and Safety Assessment Series);

Cenário de acidente – Conjunto formado pelo evento perigoso identificado, suas causas e cada um dos seus efeitos (MIL-STD-882);

Emergência: é uma combinação de fatos, decorrente de defeitos em equipamentos, falhas no controle do processo, fenômenos naturais (tempestades, raios, enchentes), ou falhas humanas, que podem resultar em incêndio, explosão, derramamento ou vazamento de produtos químicos, emissão atmosférica acidental, descarga acidental na água e no solo, ou qualquer acidente com lesão, dano à propriedade, ao meio ambiente e até mesmo à comunidade.

Plano de Emergência: é o conjunto de medidas a serem adotadas no caso de uma emergência. O Plano de Emergência contém as diretrizes gerais adotadas pela VALE; definição de responsabilidades; lista de contatos; identificação dos principais riscos da Gerência; procedimentos para abandono de área; paradas de emergência; derrames/vazamentos de produtos; incêndio; explosões; enchentes e outros tipos de emergência; comunicação interna e externa; e treinamento.

Exercícios Simulados: Os exercícios simulados internos às áreas VALE, são treinamentos práticos de campo que objetivam criar maior realidade ao evento, que deverão ser avaliados sistematicamente todas as ações de atendimento a emergências.

Dano ambiental – Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; a qualidade dos recursos naturais (Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais – Thex Ed./2002 – Art. 1º da Resolução CONAMA 1, de 23/01/1986);

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RESPONSÁVEIS
CECOM, Sala de Controle, Portaria e / ou Qualquer pessoa UGB
Meio Ambiente

GAMBS

INÍCIO
Detectar e informar a situação de emergência e / ou ocorrência de acidente Acionando a Equipe da GAMBS, Responsável Técnico – RT, do Complexo . (A)

Atuar sobre a situação de emergência

Avaliar inicialmente o cenário da emergência
Implementar as medidas de controle aplicáveis a situação, requisitar o (Kit de emergência) da área. (B). Cumprir o atendimento aos PRO – Procedimentos de Ações Emergenciais, pertinentes, listados neste documento. (C)

Comunicar aos órgãos ambientais e outros que forem pertinentes. ‘ (D)

Não

Ações Cumpridas? Emergência Controlada?

Sim
Realizar limpeza da área, recolher e destinar os resíduos gerados, de acordo com a EPS 101 GAMBS. Liberar a área

Analisar o acidente, registrar a ocorrência e as ações corretivas no SISCOM para a UGB (E). Acompanhar a implementação das ações corretivas necessárias.

FIM

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LISTA DE ACIONAMENTO DA EQUIPE DA GAMBS:
Iniciar o acionamento pelo Responsável Técnico – RT, não ocorrendo, acionar o Facilitador Ambiental da Unidade Operacional e o Responsável pela Preparação de Emergências Ambientais da GAMBS. NOME Afonso Majewski Ana Cristina Anastácio MINA/CARGO Responsável Técnico do Complexo Itabira Itabira / Facilitador ENDEREÇO Rua Dona Eleonora, nº 33, Apto 302, Centro, Itabira - MG R. Marcos José de Almeida, 153 - Jd dos Ipes - Itabira/MG. Rua: José Faria Júnior, n° 15, Panorama – Itabira / MG TELEFONES 845-4729 – Interno 3839-4729 - Externo 9923-9953 - Vale 845-4322 - Interno 3839-4322 - Externo 9963-5613 - Vale 845-4703 - Interno 3839-4703 - Externo 9733-4953 – Vale 3831-8754 - Residência 841-6318 - Interno 31-3833-6318 - Externo 31-9733-9953 - Vale 841-6318 – Interno 3833-6318 – Externo 3852-3910 Residencial 9823-5001 - Vale 847-4338 - Interno 3854-4338 - Externo 3851-4653 – Residencial 9733-6953 - Vale 842-5298 – Interno 3837-5298 - Externo 9823-0713 - Vale 849-6193 - Interno 3557-1036- Externo 9822-1560 - Vale 849-4287 - Interno 3559-4287 - Externo 9921-8482 - Vale 849-6340- Interno 3559-6340 - Externo 9795-7903 – Vale 849-6293- Interno 3559-6293 - Externo

Sueli Silva

Itabira / Facilitador

Alexsandro Cota

Responsável Técnico das Minas Centrais

Rua Padre Melo Matos, nº 128 – Sagrada Família – Barão de Cocais - MG Rua São Marcos, 162, Apto. 401 – B. Aclimação - João Monlevade - MG

José Roberto Jr.

Brucutu / Facilitador

Geraldo Machado

Água Limpa / Facilitador

Av. Getúlio Vargas, nº 4716 - Centro João Monlevade - MG

Leandro Ribeiro Pires

Gongo Soco / Facilitador Responsável Técnico do Complexo Mariana Timbopeba / Facilitador Fazendão / Facilitador Alegria / Facilitador

Rua Emboabas, 29-B – José Brandão Caeté / MG Rua Cerejeira, 168- Bairro Rosário Mariana / MG Rua Bom Jesus, nº 98, Centro – Mariana - MG Rua Luci de Morais, nº 200- Santana – Mariana - MG Rua Geraldo Quirino Ribeiro, nº 306, Bauxita – Ouro Preto - MG

Carlos Vieira

Edil Souza

Geovane Pereira Camila Pantuzza

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Atendimento a Emergências Ambientais – Plano de Contingência - DIFS

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NOME Celso Medeiros

MINA/CARGO Preparação Emergência Ambiental

ENDEREÇO Rua Rio de Janeiro, nº 613, Apto 102 - Amazonas - Itabira - MG

9765-2498 – Vale TELEFONES 9733-2953 - Vale

RECURSOS MATERIAIS (KIT´S DE EMERGÊNCIA)
Segue a relação de recursos materiais (Kit Tipo1), que podem variar de acordo com os riscos associados a atividade operacional, que deverão estar disponíveis em cada área operacional para atendimento a emergências ambientais, conforme a seguir: -(02) Pás, -(02) Enxadas, -(02) Vassouras, -(04) Tambores vazios, -(01) Rolo de manta absorvente, -(01) tambor contendo absorvente de hidrocarbonetos disponível nos Armazéns. -EPI´s (capa de chuva, luvas, botas, mascaras, óculos, etc.). O Kit de emergência (Kit Tipo2) para atendimento às emergências ambientais em caso de derramentos de líquido imiscíveis em águas (óleos em barragens), deverá ser composto pelos seguintes materiais: - Skimmer Package; - Compressor de ar; - Bomba pneumatica de sucção; - Mangueiras, tubos em alumínio e conexões; - Barreiras absorventes de contenção; - Peneira plástica, tipo de limpeza de piscina; - Absorventes de hidrocarbonetos em pó. Deverão disponíveis por complexos, conforme abaixo:

Complexos Minas de Itabira

Unidade Cauê Gongo Soco

Responsável Marcio Moraes

Gerência GATNS

Abrangência do Kit tipo 2 Cauê e Conceição

Juvenil Ribeiro Washington Evangelista Danilo Goldoni

GENOS

Brucutu e Gongo Soco

Minas Centrais Água Limpa Minas Mariana Alegria GAALS GANTS Água Limpa e Andrade Alegria, Fazendão, Fabrica Nova e Timbopeba

O procedimento de operação dos Kits de emergência está com link a seguir:

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Atendimento a Emergências Ambientais – Plano de Contingência - DIFS

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"Operação Kit de Emergencia.doc"

Na aquisição dos recursos materiais para o atendimento a emergencias, caberá a GAMBS sob consulta ou não, a emissão da especificação técnica que poderá ser realizada via email, para a Gerência Geral e / ou Gerência de Área, com a indicação de quantidade estimada que irão compor os kits relacionados. É de responsabilidade das áreas operacionais, a aquisição, armazenamento e preservação dos kits de emergência, para tanto, estas deverão verificar suas condições, através de inspeções mensais através de check list, contendo informações sobre a disponibilidade de utilização dos mesmos.nas áreas.

RELAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE ATENDIMENTO EM AÇÕES EMERGENCIAIS
Segue abaixo, a lista dos procedimentos com link nos SISPAD, basta clicar na descrição das ações dos mesmos.

Eventos Tecnológicos PRO 00200 GAMBS PRO 00201 GAMBS PRO 00202 GAMBS Ações Emergenciais em Caso de vazamento de Óleo Diesel e/ou lubrificantes em Área Operacional Ações Emergenciais em Caso de Derramamento de Produto Químico Sólido em Área Operacional Ações Emergenciais em Caso de Pequeno vazamento de gases em cilindros em Área Operacional

Ações Emergenciais em Caso de vazamento de Produtos Líquidos PRO 00203 GAMBS Corrosivos, Oxidantes, Tóxicos, Inflamáveis, Resíduos e Fluidos Oleosos em Área Operacional PRO 00204 GAMBS PRO 00205 GAMBS Ações Emergenciais em Caso de Vazamento de Gases Tóxicos e Asfixiantes estocados em Tanques em Áreas Operacionais Ações Emergenciais em Caso de Vazamento ou Derramamento de Combustíveis Automotivos em SASCs Ações Emergenciais em Caso de Incêndio e/ou Explosão em Paios de Explosivos e em Fabrica de ANFO Ações Emergenciais em Caso de Vazamento de Ascarel em Área Operacional

PRO 00207 GAMBS PRO 00208 GAMBS

DIFS - DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

Atendimento a Emergências Ambientais – Plano de Contingência - DIFS

Nº: PGS-20-GAMBS Classificação: Uso Interno

Pág.: 93 de 163 Rev.: 07-26/05/2008

Eventos Geológicos e Geotécnicos (Pilhas de Estéril e Barragens) PRO 003 GAHIF Plano de Contingências Internas de Barragens - DIFS PRO 00210 GAMBS PRO 00211 GAMBS PRO 00212 GAMBS Ações Emergenciais em Caso de Liquefação e/ou Movimento de Rejeito Ações Emergenciais em Caso de Desenvolvimento de Movimentos Gravitacionais de Massa do Tipo Corridas ("Flows") Ações Emergenciais em Caso de Precipitações Pluviométricas e Cheias Excepcionais nas Bacias de Drenagem dos Reservatórios

Ações Emergenciais em Caso de Ocorrência de Eventos Sucessivos PRO 00213 GAMBS Envolvendo os Processos de Escorregamento, Liquefação e/ou Movimentação de Rejeito e Desenvolvimento de Corridas de Massa Ações Emergenciais em Caso de Ocorrência de Movimentação do PRO 00214 GAMBS Corpo e/ou Ruptura Localizada no Talude de Depósitos ou Pilhas de Estéreis Eventos Incêndios Florestais PRO 00215 GAMBS Ações Emergenciais em Caso de Incêndios Florestais PRO 00216 GAMBS Ações Preventivas em Caso de Incêndios Florestais

Obs.: É recomendado que o CECOM – Controle de Emergências e Comunicações, e / ou Sala de Controle e as áreas operacionais estejam com os PRO´s impressos, com o devido cuidado de estarem (ATUALIZADOS), em função do SISPAD apresentar-se “off line”.

COMUNICAÇÃO DE ÓRGÃOS AMBIENTAIS E OUTROS QUE FOREM PERTINENTES
A comunicação aos órgãos ambientais e outros, da ocorrência da emergência ambiental é de responsabilidade do gerente da GALSF – Gerência de Licenciamento Ambiental de Ferrosos. Todo acidente impessoal, a área de Segurança deve informar ao facilitador do Comitê de Seguros da Gerência Geral, para que as ações necessárias sejam providenciadas junto à Seguradora.

ANÁLISE E EMISSÃO DO RELATÓRIO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA AMBIENTAL
A análise, registro no SISCOM e a emissão do relatório final do atendimento da emergência, deverão ser realizados em até 5 dias úteis após ocorrência.

Check List do Kit (tipo 2) de Atendimento Emergencial
Unidade:

DIFS - DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

Atendimento a Emergências Ambientais – Plano de Contingência - DIFS

Nº: PGS-20-GAMBS Classificação: Uso Interno

Pág.: 94 de 163 Rev.: 07-26/05/2008

Data: Gerencia: Responsável (Nome legível / matricula):

Hora:

Recursos Materiais Disponíveis Quantidade Relação de Materiais Pa Enxada Vassora Tambores Vazios Manta Absorvente Absorvente de Hidrocarbonetos em Po’ Skimmer Package Compressor de Ar Bomba Pneumática de Sucção Mangueiras (Lances) Tubos em Alumínio Barreira Absorvente de Contenção Manta Absorvente Prevista no Kit Atual

Peneira plástica, tipo de limpeza de piscina;
Epi’s (Capa de Chuva) Observações / Condições de Teste para operação 1) O compressor e bomba, em teste realizado, apresentam condições de funcionamento? ( ) Sim ( ) Não Obs.: Em caso de não funcionamento, encaminhar para manutenção e realizar reparo do mesmo. 2) Em caso de uso de um dos itens, descrever o atendimento realizado: Responsável pelo Check List:: Matricula: Gerência:

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Plano de Emergência – Mina Conceição

Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

Pág.: 95 de 163 Rev.: 10-04/07/2008

Responsável Técnico: Cleiber Campos (Gerência Segurança do Trabalho - GASSS) Público-alvo: Supervisor / Gerente de Área / Gerente Geral / Segurança do Trabalho / Recursos Humanos / Médico do Trabalho / Meio Ambiente / Segurança Empresarial / Bombeiros / CECOM

Código de Treinamento: 5QU1379

Palavras-chave: Plano de Emergência

1. OBJETIVO
- O plano de atendimento a emergências estabelece procedimentos e ações gerais, a serem aplicados para melhor aproveitamento dos recursos disponíveis, visando minimizar o impacto da ocorrência dentro e fora da empresa, definindo responsabilidades para os diversos setores e pessoas envolvidos no atendimento. - Cada Gerência deve possuir o seu plano de emergência, descrevendo informações e procedimentos específicos, visando informar suas particularidades em consonância com este plano geral. - A implementação deste plano, propiciará a formação de um espírito de cooperação entre os empregados que atuam e/ou atuarão no planejamento e execução das operações de atendimento a emergências, visando sempre, desenvolver uma consciência prevencionista em todos os ocupantes da área. - Informação à imprensa só poderá ser repassada por pessoa devidamente autorizada pela empresa.

2. APLICAÇÃO
Nas dependências e atividades da VALE no Complexo Minerador Itabira Mina Conceição.

3. REFERÊNCIAS
PRO 0011 – DECG, PRO 0001 – DECG, RG 0001 - DECG – Mina Conceição

4. DEFINIÇÕES E CONCEITOS
• Emergência: é uma combinação de fatos, decorrente de defeitos em equipamentos, falhas no controle do processo, fenômenos naturais (tempestades, ráios, enchentes), ou falhas humanas, que podem resultar em incêndio, explosão, derramamento ou vazamento de produtos químicos, emissão atmosférica acidental, descarga acidental na água e no solo, ou qualquer acidente com lesão, dano à propriedade, ao meio ambiente e até mesmo à comunidade. Plano de Emergência: é o conjunto de medidas a serem adotadas no caso de uma emergência. O Plano de Emergência contém as diretrizes gerais adotadas pela VALE; definição de responsabilidades; lista de contatos; identificação dos principais riscos da Gerência; procedimentos para abandono de área; paradas de emergência; derrames/vazamentos de produtos; incêndio; explosões; enchentes e outros tipos de emergência; comunicação interna e externa; e treinamento. Procedimento de Parada de Emergência: prevê todas as atividades que o empregado deve realizar, ao ouvir o sistema de comunicação de emergência (Alarme de Emergência, alta voz e contatos telefônicos, entre outros), referentes ao uso de máquinas, equipamentos e produtos químicos por ele utilizados. CECOM: O Centro de Controle de Emergências e Comunicação é responsável em subsidiar com informações o Principal Coordenador do Plano de Emergência nos cenários, acionar os recursos internos e externos, manter comunicação aos AEM’s (Agente de Emergências Médicas) bem como prestar suporte nos atendimentos. SEM: Sistema de Emergências Médicas, tem como objetivo preservar vidas e visa à adoção de protocolos e práticas mundiais na área de prevenção como forma de reduzir acidentes. Após os eventos gera relatórios sobre os tipos de atendimentos, permitindo que situações de perigo sejam estudadas em busca de melhorias nos processos.

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Plano de Emergência – Mina Conceição

Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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AEM: Agente de Emergência Médica, é formada por empregados voluntários constituído das áreas operacionais, treinados / qualificados nos protocolos mundiais de atendimento a Emergências Médicas “First Responder” em prestar o Suporte Básico de Vida. VOE: Veículos de Operações de Emergências, são veículos das áreas Operacionais que tem como objetivo transporte de vitimas que não existe a necessidade de transportes especiais (deitado / imobilizado). Procedimento de Abandono de área: prevê os passos para o abandono seguro da localidade / setor, pelos empregados, contratados e visitantes de modo que não ocorram atropelos e conseqüentes acidentes, o que pode agravar a situação de emergência. A evacuação será geralmente decidida e ordenada pelo monitor do prédio, quando a gravidade da situação o justificar. Essa decisão poderá ser tomada de imediato pelo coordenador de Resposta a Emergências ou pela Brigada de Emergência. Procedimento de Contingência: prevê as ações que devem ser tomadas quando houver vazamento ou derrame de produtos químicos, de forma que danos aos empregados e ao meio ambiente sejam evitados ou, pelo menos, minimizados. Derrame: Qualquer liberação, súbita ou não, de produto químico, normalmente no estado líquido ou sólido, para o solo, subsolo, água, superfícies ou atmosfera que possa colocar em risco a integridade física das pessoas e/ou causar danos ambientais. Riscos relativos à segurança, saúde e ao meio ambiente: é a probabilidade de ocorrerem danos à saúde e a integridade física dos trabalhadores da VALE e contratadas, ao meio ambiente, ao patrimônio acarretando multas, interdição e/ou suspensão de atividade, que possam ser causados por atividades, produtos ou serviços. Meio Ambiente: Avaliar anualmente a situação de árvores para possível poda ou corte, evitando a queda das mesmas em vias ou equipamentos. Central de Bombeiros: Unidade de apoio dotada de recursos materiais e formada por profissionais treinados para desenvolver atividades de atendimento a emergências no complexo de Itabira. Central de Brigadas: Unidade de apoio às atividades dos brigadistas, localizadas em alguns setores/gerências do complexo de Itabira, dotadas de recursos para atendimento às principais emergências dos respectivos setores. Brigadas de emergências: Equipes formadas por voluntários, empregados VALE, treinados, com objetivo de zelar pela segurança e integridade física dos empregados e do patrimônio da empresa. Pontos de encontro: Locais devidamente sinalizados e destinados ao encontro dos empregados, após a evacuação de uma instalação, para conferência, facilitar controle e remoção.

• •

• • • • •

5. ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS É um conjunto de ações / procedimentos do conhecimento das pessoas que atuam nas situações de emergências e seguirão os seguintes critérios:

5.1. PREVENÇÃO São medidas adotadas com o objetivo de prevenir improvisos e preparar para a ocorrência das situações consideradas de emergência, tais como: treinamentos das pessoas que irão atuar no atendimento, inspeções e manutenções em equipamentos e acessórios usados no atendimento, simulações e definição das responsabilidades de cada membro da equipe de atendimento.

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5.2. CONTROLE
Na identificação da emergência: as pessoas que estiverem na área devem comunicar ao CECOM (Centro de Controle de Emergências e Comunicação), informando com rapidez e precisão a real situação, além de isolar e sinalizar a área, evitando que outros se exponham a riscos ou dificultem o atendimento. Coordenadores de área: se informar da situação e estar a postos para agilizar as tomadas de decisão e coordenar as ações a serem tomadas. Segurança do trabalho: tomar atitudes necessárias de acordo com a situação que se apresenta, levando-se em consideração as particularidades de cada ocorrência. Segurança Empresarial: Controlar fluxo de veículos e pedestres, isolando e interditando vias de acesso e outras ações necessárias de acordo com o local.

5.3. ATUAÇÃO
Brigadas: cumprir o procedimento operacional definido para a situação de emergência e acionar o corpo de bombeiros, prestando as informações necessárias aos mesmos. CECOM: O Centro de Controle de Emergências e Comunicação é responsável em subsidiar com informações o Principal Coordenador do Plano de Emergência nos cenários, acionar os recursos internos e externos, manter comunicação aos AEM’s (Agente de Emergências Médicas) bem como prestar suporte nos atendimentos. AEM: Os Agentes de Emergências Médicas devem prestar o Suporte Básico de Vida e munir de informações o CECOM durante a ocorrência. VOE: Veículos de Operações de Emergências tem como objetivo transportar vitimas que não existem as necessidades de transportes especiais (deitado / imobilizado). Corpo de Bombeiros: cumprir o procedimento operacional definido para a situação de emergência, manter o controle da situação até o risco seja totalmente eliminado e prestar as informações necessárias aos mesmos.

5.4. REGISTROS
São todos os documentos que comprovem as ações tomadas ou que contenham informações sobre a ocorrência e/ou situações que possam ter contribuído para o fato, tais como: check-list, relatórios de inspeções, de quase acidentes, ROS, termo de notificação e de interdição.

6. COORDENAÇÃO E RESPONSABILIDADES
6.1. Principal Coordenador de Resposta a Emergências: Gerente Geral da Mina

Responsabilidades:
Responsabilidade de definição junto a equipe de emergência de liberação para aquisição ou contratação de recursos emergenciais. a) Viabilizar o Plano de Emergência; b) Coordenar as ações em situações de emergências c) Comunicar ao Supervisor do Setor de Patrimonial a necessidade de auxilio externo caso seja necessário; d) Coordenar as atividades de relacionamento com os órgãos externos a VALE; e) Orientar os membros da Brigada de Emergência em situações de emergências; f) Requisitar junto às gerências, equipamentos que se fizerem necessários ao atendimento da emergência; g) Designar grupos para investigação e análise das causas que provocaram a emergência;

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h) Convocar o pessoal especializado que se fizer necessário ao atendimento a emergência; i) Viabilizar treinamentos para os membros da Brigada de Emergência e de simulações periódicas envolvendo todos os empregados do Complexo Minerador Itabira

6.2 Coordenadores Suplentes de Resposta às Emergências: Gerentes de Áreas

Responsabilidades:
a) Buscar definição dos recursos externos juntos a Gerencias Gerais de apoio GEIDR ou diretoria DIFS. b) Assumir as responsabilidades do Principal Coordenador de Resposta às Emergências em caso de ausência deste e em outras situações específicas; c) Auxiliar o Coordenador em todas as fases do desenvolvimento e da aplicação de Resposta à Emergência.

• Supervisor de Segurança Empresarial:
a) b) c) d)

Isolar a área/local; Manter vigilância para evitar a invasão de pessoas estranhas nas áreas com situações de emergências; Auxiliar a Brigada de Emergência; Contatar as autoridades policiais em caso de acidente fatal;

CECOM
Acionar os AEM’s para atendimento as ocorrências envolvendo vitimas; Determinar prioridades quanto ao atendimento de acidentados; Acionar profissionais de acordo com a relação dos empregados a serem avisados em caso de emergência; Assessorar com informações o principal Coordenador de Resposta a Emergências ou seu Suplente; Solicitar auxílio ou reforço a entidades externas, tais como Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Militar e Defesa Civil caso seja necessário em acordo com o Principal Coordenador de Resposta a Emergências ou seu Suplente; Contatar hospitais e/ou IML;

a) b) c) d) e) f)


a) b) c) d)

AEM
Prestar atendimento de Suporte Básico de Vida aos acidentados; Determinar prioridades quanto ao atendimento de acidentados; Determinar prioridades quanto à remoção de acidentados; Manter comunicação com CECOM durante todo atendimento;

• Supervisor de Radioproteção
a) b) c) Elaborar e manter o Plano de Radioproteção; Coordenar as ações em situações de emergências radiativas; Comunicar a CNEN em situações de emergências radiativas;

• Setor de Comunicação:
a) Coletar todos os dados corretos necessários e repassá-los ao gerente geral ou porta-voz da empresa no caso de entrevista para jornais; b) Informar sobre o acidente à mídia, quando solicitado.

• Brigada de Emergência:
a) b) c) d) Isolar a área; Eliminar prováveis focos de incêndio; Solicitar desligamento de energia elétrica; Prestar socorro às vítimas;

e) Auxiliar no resgate de vítimas. f) Emitir relatório registrando as situações presenciadas durante o evento.

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• Gerente/supervisor de Manutenção Elétrica
a) Assegurar a continuidade operacional (sempre que possível); b) Manter equipamentos e pessoal disponível para auxiliar na aplicação do plano.

• Segurança do Trabalho
a) b) c) d) Indicar medidas de Segurança visando proteger os empregados e os bens da VALE; Coletar, registrar e analisar informações referentes a emergências; Emitir relatório sobre a emergência e suas prováveis causas; Analisar / Investigar Acidente;

• Saúde ocupacional
a) b) c) d) Apoiar AEM’s nos Atendimentos a Emergência, quando solicitado; Coletar, registrar e analisar informações referentes a emergências; Emitir relatório sobre a emergência e suas prováveis causas; Providenciar documentação de vítima(s), se for o caso.

• Demais áreas envolvidas:
Prestar auxílio ao Principal Coordenador de Resposta às Emergências (transporte, alimentação, Segurança Empresarial, entre outros), quando solicitado.

6.3 - Relação dos empregados a serem avisados em caso de emergência:

NOME
Antonio Daher Padovezi Cleiber de Melo Campos Fleming Simões Letícia Campos José Ricardo Guerra Lage Dr.ª Rosa Mônica Oliveira Dr.ª Lorena Mauricio Lemes Maria Marta Regina Duarte Lílian Simões Marlene Machado Marcone Andrade Lúcia Maria Aline Costa Afonso Majewski Celso Medeiros Margarete Kovac

CARGO
Coordenador do plano Engenheiro de Segurança Engenheiro de Segurança Engenheiro de Segurança Bombeiros Médica do Trabalho Médica do Trabalho Coordenador do CECOM Enfermeira do Trabalho Assistente Social Advogada Gerente de Comunicação Assessor de Imprensa Analista de Comunicação Analista de Comunicação Analista de M. Ambiente Analista de M. Ambiente
Coordenadora Trabalhista de Relações

RAMAL 4433 4622 / 4693 5432 4693 4709 / 4333 4947 / 4271 5233 6602 4384 / 4271 4381 / 4385 4862 844 - 4281 844 - 4280 4778 4228 4729 4685 4853

CELULAR 031-9963-5443 031-9962-6385 031-9963-0270 031-9636-7700 031-9963-5262 031-9963-8842 031-9963-5630 031-9903-5500 031-9962-9324 031-9611-3457 031-9619-8860 031-9959-2916 031-9954-0937 031-9963-5684 031-9955-3386 031–9923-9953 031-9733-2953 031–9825-9833

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TÉCNICOS EM SEGURANÇA NO TRABALHO DIVIDOS POR ÁREA DE ATUAÇÃO

Energia e Telecomunicações
Alexandre de Moura Ferreira Técnico de Segurança 4033

Engenharia de Manutenção
Cíntia Pires Duarte Técnica de Segurança 5136

Oficinas / Alx. / Laboratório / Refeitório / Escritório e Transp. Leve - Cauê
Samuel Henrique Gomes Vauxléia Siqueira Costa Wallisson Macedo Técnico de Segurança Técnica de Segurança Técnico de Segurança 4027 4027 6165

Mina / Oficina / Refeitório / Alx. / Fábrica de Explosivos / Escritório e Transp. Leve de CE
Luis Cláudio Rioga Silvio Alves Ferreira Welbert Fernandes da Costa Wellington Santana Reis Wellington Gervásio de Oliveira Técnico de Segurança Técnico de Segurança Técnico de Segurança Técnico de Segurança Técnico de Segurança 5245 5432 5432 4189 / 4489 / 5432 5245

Tratamento Cauê
Giovani Nunes Junio Moreira Rodrigues Mario Afrânio de Carvalho Técnico de Segurança Técnico de Segurança Técnico de Segurança 4971 4971 4176

Tratamento Conceição
Edson Costa Regina Mara Freitas Richard Costa Silva Técnico de Segurança Técnica de Segurança Técnico de Segurança 5400 5642 5400

Atividades Externas
Ernane Nonato Costa Sidiney Aparecido Melo Técnico de Segurança Técnico de Segurança 4489 4489

SESMT CT
Maria Luciene Renivalda Cardoso Técnica de Segurança Técnica de Segurança 4284 4489

Apoio
Thiago Almeida Willian Duarte Geraldo Gomes Moraes Regina Célia Silva Técnico de Técnico de Técnico de Técnica de Segurança Segurança Segurança Segurança 4189 4284 4416 4916

Higiene Ocupacional
Nélio Silva Paulo Israel Técnico de Segurança Técnico de Segurança 6175 6175

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Técnicos de Enfermagem

NOME
Adriana Ribeiro Santos Denilza Silva Coelho Cibely Fernandes Silva Cristiane Valéria Alves Pereira Grazielle Santos Silva Helenise Cunha Lage Heveline Patrícia Souza Junia Araújo Macieira Kátia Helena Ribeira Sebastião Ronaldo Ferreira Márcia Cunha Ribeiro Queila Aparecida Cunha Rosélia Ribeiro Bomfim Rosemary Gonçalves Mendes Raquel Cristina Rocha

CARGO
Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnico de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem Técnica de Enfermagem

RAMAL
5233 5233 4271 5233 4008 4271 4271 4008 4271 5233 4271 4271 5233 4008 4271

6.4. TELEFONES PARA SITUAÇÕES DE EMERGENCIAS

TELEFONES ÚTEIS INTERNOS:
LOCAL
Emergência – Acidentes pessoais CECOM Emergência - Incêndio Ambulatório Médico Conceição Corpo de Bombeiros Brigada de Emergência Conceição Segurança do Trabalho - Conceição Supervisor de Radioproteção - Conceição Portaria Central – Conceição Sala de Controle – Conceição Manutenção Usina Elétrica - Conceição

TELEFONE
193 193 / 6602 / 4718 193 5322 4333 / 4532 5050 5400 / 5432 / 5245 / 5642 5622 / 9955-1870 5211 5305 5408 / 5318

Transporte Leve – Conceição Comunicação Interna
Geotecnia Meio Ambiente

5357 4778
4831 / 4547 4631 / 4673 / 4229

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LOCAL
Instituto Médico Legal Hospital N. Senhora das Dores - Itabira Pronto Socorro – Itabira Hospital Carlos Chagas – Itabira Corpo de Bombeiros Militar - Itabira Polícia Militar – Itabira Polícia Civil – Itabira Polícia Rodoviária Estadual DETRAN – Itabira DETRAN / MG CEMIG Prefeitura Municipal – Itabira Defesa Civil - Itabira Instituto Estadual de Florestas – IEF - Belo Horizonte DRT - Belo Horizonte CNEN – Emergência

TELEFONES EXTERNOS: ENDEREÇO
Rua Nícias Continentino, 1291 – Nova Gameleira – BH. Av. João Soares Silva, 135 – Penha Av. João Soares Silva, 135 – Penha Chácara – Fernanda Jardim, s/n Praça Acrísio 777, Centro – Itabira R. Sérgio Elisemberg, 250 – Fênix R. Mister Charlton, 22 – Campestre Central BH Itabira ------------R. Topázio, 45 – Areão Av. Carlos de Paula Andrade, 135 – Centro Av. Carlos de Paula Andrade, 135 – Centro Rua Paracatu, 304 – Barro Preto – Belo Horizonte. Rua Tamóios, 596 / 5º Andar - Centro - Belo Horizonte. Rua Prof.Mário Werneck s/nº Cidade Universitária Pampulha - Belo Horizonte

TELEFONE
31 3379-5060 31 3379-5000 31 3839 1400 31 3839 1436 31 3839 1600 193 / 3839-2253 190 / 3834-1900 31 3834 6161 31 3834 6677 (031) 3332 4988 31 3834 1900 31 3839 2107 031 3236 3500 0800-310196 3839-2000 199 / 3839-2147 031 3219-5000 31 3270 6100 31 3441 1055 31 3491 5047

6.5 - CHAMADA DE RECURSOS EXTERNOS
Em situações de emergência, deve-se comunicar imediatamente ao Principal Coordenador deste Plano, e na sua ausência a algum substituto imediato, afim de que este acione as autoridades competentes utilizando a lista telefônica acima conforme necessário. Em caso de dano Ambiental deverá ser aplicado o Plano de Contingência Ambiental.

-

6.6 - MAPA DO COMPLEXO MINERADOR DE ITABIRA (Cauê / Conceição)

C au ê M in a s d o M e io C o n c e iç ã o
P / O E S T E M IN E IR O C ó rr e g o d o M e io D o is Ir m ã o s G o ng o S o c o G ra lh o s B ru c u tu

C O M P L E X O IT A B IR A
N o v a E ra

P / P O R T O D E T U B A R Ã O (E S )

S a b a rá P ia c ó

M IN A S C E N T R A IS
Á g u a L im p a

B aú F azend ão
O u ro F in o

C o s ta L a c e rd a

F e r te c o / F e ijã o

C a p anem a (M S G ) T im b o p e b a

A le g r ia / F á b r ic a N o v a

C O M P L E X O M A R IA N A

A n tô n io P e r e ir a D el R e y M a r ia n a

L E G E N D A
C V R D F E R T E C O M B R / O U T R O S F E R R O V IA C V R D F E R R O V IA F C A F E R R O V IA M R S Jec eaba F e rte c o / F á b r ic a P a tra g

C O M P R A S
M S

G O M IN A S G E R A IS E S

S P
P / V O LT A R E D O N D A (R J ) P / S E P E T IB A / G U A IB A (R J )

V itó r ia P o rto d e T u b a rã o

R J

O C E A N O A T L Â N T IC O

O Departamento de Ferrosos Sudeste( DIFS ) da Vale é responsável pela extração, tratamento e embarque de todo o minério de ferro produzido nas minas localizadas no quadrilátero ferrífero.

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07. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Principal Coordenador de Resposta a emergências Suplente do Coordenador Assessoria de comunicação Assessoria Jurídica

CECOM
Grupo de Combate

Grupo de Apoio

SESMT

M. Ambiente

Segurança Empresarial

Brigada de Emergência s

Bombeiro

8. CENARIOS DE EMERGENCIAS Cenário 01 Cenário 02 Cenário 03 Cenário 04 Cenário 05 Cenário 06 Cenário 07 Cenário 08 Cenário 09 Cenário 10 Cenário 11 Cenário 12 – Cenário 13 Cenário 14 Cenário 15 Cenário 16 Cenário 17 – Acidente Pessoal e mal súbito; Acidente Impessoal; Incêndio Predial e Industrial; Incêndio em Equipamentos Móveis; Incêndio Florestal; Incêndio de material combustível e inflamável; Incêndio na fábrica de explosivos; Vazamento/derrame de produtos químicos; Vazamento de água de processo e polpa de minério; Rompimento de Barragem / Dique de Contenção; Acidentes com Fontes Radioativas; Deslizamento de Talude e Pilha de Estéril; Acidente com Eletricidade (Choque Elétrico) Explosões Acidente no Transporte Coletivo de Empregados Acidente de Transito - Interno; Acidente de Transito - Externo;

Cenário 18 - Acidente em viagem – a serviço – fora de sua jurisdição Cenário 19 Cenário 20 Intoxicação Alimentar Maciça; Vendaval;

Cenário 21 - Pessoas Privadas da Razão. Cenário 22 - Afogamento Cenário 23 - Assalto a mão armada

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8.1 - CENÁRIO 01: ACIDENTE PESSOAL e/ou MAL SÚBITO

AÇÃO
TRANSEUNTE

CONTATOS
Emergência............193

-

Comunicar a ocorrência CECOM Isolar e sinalizar a área

Acionar AEM Prestar suporte / assessoria ao AEM Acionar o Coordenador de Resposta a Emergência Avisar empregados em caso de emergência (item 6.3) - Providenciar parada imediata do equipamento e proibição de nova movimentação. - Certificar se a Brigada de Emergência / Segurança do Trabalho e Gerência de Área foram acionados. - Coletar, registrar e analisar informações referentes a emergências e suas causas; - Indicar medidas de Segurança visando proteger outros empregados e os bens da VALE; - Auxiliar no atendimento à(s) vitima(s); - Colher informações referentes a emergências, suas causas e participar das investigações.

Relação dos empregados a serem avisados em caso de emergência (item 6.3) Relação dos empregados a serem avisados em caso de emergência (item 6.3) Segurança do Trabalho VERIFICAR NO ITEM 6.3

SEGURANÇA EMPRESARIAL

SEGURANÇA DO TRABALHO

SUPERVISO R

CECOM

- Controlar fluxo de pessoas e veículos no local.

Segurança Empresarial 5211

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Prestar primeiros socorros e remover a vítima para o Ambulatório Médico e/ou Hospital. - Encaminhar a vítima para o Hospital

CECOM ACIONARÁ O AEM / BRIGADA LOCAL

SAÚDE oCUPACI ONAL
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

- Informar sobre o estado de saúde da vítima aos familiares, colegas e gerentes.

- Informar sobre o acidente a imprensa (TV, rádio, jornais), sindicato, etc. quando solicitado.

Observações: * SEGUIR FLUXOGRAMA ABAIXO DE ACIDENTE PESSOAL * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG – Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes.

Recolher materiais acondicionando-os conforme guia de resíduos do Meio Ambiente.

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INÍCIO

OCORRE O ACIDENTE COLETA INFORMAÇÕES AVALIA A GRAVIDADE E AUXILIA NO ATENDIMENTO AO EMPREGADO

ACIONA AEM/ BRIGADA EMERGÊNCA

COMUNICA IMEDIATAMENTE 193 E A CHEFIA DO EMPREGADO
Resp. Transeunte (PSPA)

Resp. Chefe imediato / responsável

Resp. CECOM

PRESTA SOCORRO

COMUNICA AO TÉC. DE SEGURANÇA DA ÁREA Resp. Chefia imediata / responsável e CECOM

Resp. AEM

ENCAMINHA E ACOMPANHA ACIDENTADO AO HOSPITAL / PRONTO SOCORRO (até a transferência / acompanhamento do Hospital) Resp. Técnico de Enfermagem ACOMPANHA ACIDENTADO NO HOSPITAL / PRONTO SOCORRO (até liberação/internação) Resp. Chefia imediata / responsável

INICIA LEVANTAMENTO DE DADOS P/ ANÁLISE Resp. Técnico de Segurança

2

EMPRESA PROVIDENCIA CAT

ACOMPANHA ACIDENTADO DURANTE TRATAMENTO Resp. Designado pela Empresa

Irá para o INSS?
SIM

NÃO

ENCAMINHA PARA AVALIAÇÃO DO MÉDICO DO TRABALHO NO 1º DIA ÚTIL SE POSSÍVEL, PARA AVALIAÇÃO MÉDICA Resp. Supervisor ou Designado por ele

EMPRESA PROVIDENCIA DOCUMENTAÇÃO PARA O INSS

Teve Afastamento?

SIM

EMPRESA ACOMPANHA ATÉ A ALTA E ENCAMINHA PARA MEDICINA DO TRABALHO VALE

NÃO EMPREGADO RETORNA P/ ÁREA APÓS AVALIAÇÃO MÉDICA

1

COMUNICA À ENGENHARIA DE SEGURANÇA Resp. Saúde Ocupacional (VALE), SESMT (Contratada)

SIM

Concorda com a alta?
NÃO

PROVIDENCIA RECURSO PARA O INSS

FIM

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INÍCIO 1
ENCAMINHA RG – 11 DECG PREENCHIDO PARA ENG. DE SEGURANÇA COMUNICA À ENGENHARIA O RETORNO DO EMPREGADO PARA ÁREA Resp. Saúde Ocupacional (VALE), SESMT (Contratada) ENCAMINHA RG – 11 DECG PREENCHIDO PARA GASSS E CORPORATIVO (prazo máximo de 24 h após ocorrência)

Resp. Téc. de Segurança da área FLUXO –

Resp. Engenharia de Segurança da área

2

COMUNICA OCORRÊNCIA A GERENTE GASSS, RELAÇÕES TRABALHISTAS E PRESIDENTE CIPAMIN - VALE

Resp. Eng. de Segurança

ACIDENTE PESSOAL

INVESTIGA O ACIDENTE CONFORME TABELA 5.3 PRO – 008-DECG FORMAÇÃO DE EQUIPE DE INVESTIGAÇÃO

Resp. Supervisão/chefia Imediata e Gerente/ Gestor de Contratos
REGISTRA ACIDENTE NA ESTATÍSTICA
Resp. Téc. Segurança da área

ARQUIVAR INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTE Contratada→ SESMT próprio e 01 cópia no arquivo da GASSS VALE→ (arquivo da GASSS)

DIVULGAR ACIDENTE E ANÁLISE AOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA, ACOMPANHAR PLANO DE AÇÃO

Resp. Téc. Segurança da área
SUPERVISIONAR, ACOMPANHAR E IMPLEMENTAR O PLANO DE AÇÃO E DIVULGAR ANÁLISE AS ÁREAS DE MESMO RISCO

Resp. Supervisor / Chefia imediata FIM

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8.2 - CENÁRIO 02: ACIDENTE IMPESSOAL

AÇÃO
- Isolar e sinalizar a área com fitas e/ou cones; - Comunicar o acidente ao supervisor, ao plantonista e à segurança do trabalho; - Não alterar o local do acidente até que o supervisor ou a segurança do trabalho chegue ao local para avaliação; - Comunicar a brigada de emergência quando o acidente for grave. Acionar AEM
Prestar suporte / assessoria ao AEM Acionar o Coordenador de Resposta a Emergência Avisar empregados em caso de emergência (item 6.3)

CONTATOS
Emergência..........193

TRANSEUNTE

Corpo de Bombeiros..... 4333 Relação dos empregados a serem avisados em caso de emergência (item 6.3)

CECOM

SUPERVISOR

- Contactar com o principal coordenador de resposta à emergência.

- Certificar se a brigada de emergência foi acionada, quando o acidente for grave; - Fazer avaliação do acidente; - Colher dados sobre a ocorrência com os envolvidos. Quando possível, fazer registro fotográfico. - Fazer avaliação do acidente; - Colher dados sobre a ocorrência com os envolvidos. Quando possível, fazer registro fotográfico.

BRIGADA SEGURAN DE ÇA DO EMERGÊNCI TRABALH A O

VERIFICAR NO ITEM 6.3

- Auxiliar nos trabalhos de correção da anomalia; - Estar prontos para agir em qualquer circunstância.

ACIONAR A BRIGADA LOCAL

SEGURANÇ A EMPRESARI AL

- Controlar fluxo de veículos e pessoas no local e redirecionar trânsito caso necessário.

5211

Observações:* SEGUIR FLUXOGRAMA EM ANEXO. * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes.
Recolher materiais acondicionando-os conforme guia de resíduos do Meio Ambiente.

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FLUXO – ACIDENTE IMPESSOAL INÍCIO OCORRE O ACIDENTE NÃO
DENTRO DA ÁREA VALE ?
SOLICITA PRESENÇA DA POLICIA LOCAL TEL. 190 E OU BOMBEIRO TEL. 193

Resp. Envolvido no Acidente ou Testemunha

SIM
COMUNICA Á SEGURANÇA DO TRABALHO Resp. Supervisor / Chefia Imediata COMUNICA IMEDIATAMENTE SUPERVISOR / CHEFIA IMEDIATA Resp. Quem identificar ocorrência ou envolvido COMUNICA AO GERENTE DE ÁREA E OU GESTOR DE CONTRATO Resp. Supervisor / Chefia Imediata

PREENCHE RG-0011 DECG
Resp. Técnico de Segurança

COLETA INFORMAÇÕES, AVALIA A GRAVIDADE COM BASE NO QUADRO 5.3 DO PRO-08-DECG E PREENCHE RG-0010 DECG (OCORRÊNCIA GRAVE), se aplicável

COMUNICA AO PRESIDENTE CIPAMIN
Resp. Engenheiro de Segurança

Resp. Gerencia da área
INVESTIGA O ACIDENTE CONFORME QUADRO 5.3 DO PRO-08-DECG FORMAÇÃO DE EQUIPE DE INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES Resp. Supervisão/chefia Imediata e Gerente/ Gestor de Contratos REGISTRA O ACIDENTE

Resp. Téc. de Segurança da área
SUPERVISIONAR, ACOMPANHAR E IMPLEMENTAR O PLANO DE AÇÃO E DIVULGAR ANÁLISE AS ÁREAS DE MESMO RISCO DIVULGAR ANÁLISE DE ACIDENTE AOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA, ACOMPANHAR PLANO DE AÇÃO

Resp. Supervisor / Chefia Imediata, Gerente e Fiscal / FIM

Resp. Téc. de

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8.3 - CENÁRIO 03: INCÊNDIO PREDIAL E INDUSTRIAL

AÇÃO
- Comunicar CECOM - Ao detectar o princípio de incêndio, alertar ocupantes da instalação e supervisor; - Acionar alarme e brigada de emergência; - Utilizar extintores de incêndio adequados caso tenha treinamento para combate a princípio de incêndio. - Isolar e sinalizar a área. Acionar AEM Prestar suporte / assessoria ao AEM Acionar o Coordenador de Resposta a Emergência Avisar empregados em caso de emergência (item 6.3) TRANSEUNTE

CONTATOS
Emergência 193

Corpo de Bombeiros.. 4333

Relação dos empregados a serem avisados em caso de emergência (item 6.3)

CECO M
SEGURANÇA DO TRABALHO SUPERVISOR

- Contactar com o principal coordenador de resposta à emergência. - Orientar os empregados no desligamento de seus equipamentos e o abandono de área por rádio, alta-voz, telefone e/ou verbalmente; - Indicar a melhor rota de fuga em direção ao ponto de encontro; - Verificar a desocupação total da área, inclusive banheiros e vestiários; - Orientar a brigada de emergência quanto à presença de materiais combustíveis e inflamáveis da área.

- Acompanhar e dar apoio à brigada e supervisor; - Colher informações após o controle do incêndio.

VERIFICAR NO ITEM 6.3

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital; - Solicitar a presença da ambulância. ACIONAR A BRIGADA LOCAL

MEDICIN A

- Ficar de prontidão para atendimento a possíveis vítimas.

- Dar apoio ao Supervisor e brigada; - Conferir isolamento da área; - Afastar curiosos; - Desviar trânsito de veículos se necessário.

SEGUR ANÇA EMPRE SARIAL

5211

Observações:* Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes.RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.4 - CENÁRIO 04: INCÊNDIO EM EQUIPAMENTOS MÓVEIS
AÇÃO - Comunicar CECOM - Ao detectar o princípio de incêndio, alertar ocupantes da instalação e supervisor; - Acionar alarme e brigada de emergência; - Utilizar extintores de incêndio adequados caso tenha treinamento para combate a princípio de incêndio. - Isolar e sinalizar a área. - Parar o equipamento em local seguro acionando freio de estacionamento e/ou apoiando lâmina ou pá no chão; - Desligar o motor; - Utilizar o extintor de incêndio do equipamento para apagar o princípio de incêndio; - Comunicar via rádio o ocorrido ao despacho solicitando a presença da brigada de emergência e do Supervisor; - Comunicar CECOM - Caso não consiga apagar o incêndio afastar do equipamento aguardando a brigada de emergência para fornecer informações; - Isolar e sinalizar a área. Acionar AEM Prestar suporte / assessoria ao AEM Acionar o Coordenador de Resposta a Emergência Avisar empregados em caso de emergência (item 6.3) - Contactar com o principal coordenador de resposta à emergência. - Certificar que a brigada foi acionada - Fazer avaliação da ocorrência; -Colher dados sobre a ocorrência com os envolvidos. - Quando possível, fazer registro fotográfico; TRANSEUNTE CONTATOS

Emergência................ 193

OPERADOR

Corpo de Bombeiros........... 4333

Relação dos empregados a serem avisados em caso de emergência (item 6.3)

SEGURANÇ A DO TRABALHO

SUPERVISOR

CECOM

- Acompanhar e dar apoio à brigada, supervisor e operador; - Colher informações após o controle do incêndio.

VERIFICAR NO ITEM 6.3

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Comparecer ao local ficando de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital;

ACIONAR A BRIGADA LOCAL

SEGURA NÇA EMPRES ARIAL

- Dar apoio ao Supervisor e brigada; - Afastar curiosos; - Desviar trânsito de veículos caso seja necessário.

5211

Observações: * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes.RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.5 - CENÁRIO 05: INCÊNDIO FLORESTAL
AÇÃO CONTATOS

TRANSEUNTE

- Comunicar a ocorrência à brigada de emergência / Corpo de Bombeiros.

Corpo de Bombeiros.. 4333

ACIONAR A BRIGADA LOCAL

BRIGADA DE EMERGÊNCIA

Corpo de Bombeiros.. 4333 - Contactar com o principal coordenador de resposta à emergência. - Avaliar incêndio e traçar plano de combate; - Solicitar apoio de caminhões pipa caso necessário e/ou possível; Segurança do Trabalho - Verificar a desocupação total da área; - Comunicar ao meio ambiente; VERIFICAR NO ITEM 6.3 - Inspecionar a área após o controle do incêndio.

-

Acionar AEM Prestar suporte / assessoria ao AEM Acionar o Coordenador de Resposta a Emergência Avisar empregados em caso de emergência (item 6.3)

Segurança Empresarial Relação dos empregados a serem 5211 avisados em caso de emergência (item 6.3)

SEGURANÇA DO TRABALHO

CECOM

Dar apoio à brigada de emergência; Colher informações após o controle do incêndio.

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SEGURANÇA EMPRESARIAL

Dar apoio a Brigada de emergência; Desviar trânsito de veículos se necessário; Isolar e sinalizar a área.

Observações: * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.6 - CENÁRIO 06: INCÊNDIO DE MATERIAL COMBUSTÍVEL E INFLAMÁVEL
AÇÃO TRANSEUNTE - Ao detectar o princípio de incêndio informar abastecedor do posto de combustível, almoxarife ou responsável pelo depósito de combustível e também usuários do mesmo. - Colaborar no combate ao incêndio; - Abandonar a área caso incêndio esteja fora de controle. - Comunicar CECOM - Contactar com o principal coordenador de resposta à emergência. - Desligar chave geral de alimentação elétrica; - Fechar registros de combustível ou inflamável; - Convocar brigada de emergência; - Comunicar ao CECOM - Iniciar combate do princípio de incêndio; - Afastar curiosos; - Verificar a desocupação total da área inclusive banheiros e vestiários; - Comunicar ao meio ambiente. - Isolar e sinalizar a área. Acionar AEM Prestar suporte / assessoria ao AEM Acionar o Coordenador de Resposta a Emergência Avisar empregados em caso de emergência (item 6.3) Corpo de Bombeiros..... 4333

CONTATOS

ABASTECEDOR / ALMOXARIFE

Relação dos empregados a serem avisados em caso de emergência (item 6.3)

SEGURANÇA DO TRABALHO

CECOM

- Dar apoio à brigada de emergência; - Colher informações após o controle do incêndio.

VERIFICAR NO ITEM 6.3

BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Avaliar a situação; - Combater o fogo e acionar os bombeiros; - Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

ACIONAR A BRIGADA LOCAL

SEGURANÇA EMPRESARIAL

Dar apoio à brigada de emergência e a segurança do trabalho; Desviar trânsito de veículos se necessário.

SEGURANÇA EMPRESARIAL 5211

Observações: * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.7 - CENÁRIO 07: INCÊNDIO NA FÁBRICA DE EXPLOSIVOS
AÇÃO - Percebendo princípio de incêndio na fábrica ou veículo transportando explosivos, comunicar com vigilante da fábrica ou motorista do caminhão e à brigada de emergência; Afastar-se do local. Comunicar CECOM TRANSEU NTE CONTATOS

Emergência............... 193

- Contactar com o principal coordenador de resposta à emergência. - Evacuar a área de risco; - Isolar área em um raio superior a 500 m; Brigada de emergência - Acionar brigada de Emergência; ACIONAR A BRIGADA LOCAL - Verificar a desocupação total da área inclusive banheiros e vestiários de construções vizinhas; - Comunicar exército e fabricante do explosivo; - Aguardar pelo menos uma hora após a última explosão para dar início ao combate ao incêndio; Corpo de Bombeiros...... 4333 - Acompanhar ocorrência verificando se extrapolou para a vegetação providenciando o combate; - Ao final do combate ao incêndio na fábrica, inspecionar as áreas atingidas avaliando criteriosamente os riscos, principalmente quanto à sobra de explosivos e embalagens; - Comunicar ao meio ambiente. Acionar AEM Relação dos empregados a Prestar suporte / assessoria ao AEM serem avisados em caso de Acionar o Coordenador de Resposta a Emergência emergência (item 6.3) Avisar empregados em caso de emergência (item 6.3) Segurança do Trabalho - Dar apoio ao Blaster, supervisor, vigilante do paiol e a Brigada de Emergência; VERIFICAR NO ITEM 6.3 - Colher informações após o controle do incêndio.

SEGURANÇA EMPRESARIAL

SEGURAN ÇA DO TRABALH O

CECOM

SUPERVISOR / BLASTER

- Dar apoio ao Blaster, supervisor e Brigada de Emergência; - Controlar fluxo de pessoas e veículos no locaI e desviá-lo se necessário.

Segurança Empresarial 5211

MEDICINA

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNC IA

- Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

- Ficar de prontidão para atendimento a possíveis vítimas.

Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL

Observações:Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes.RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.8 - CENÁRIO 08: VAZAMENTO/DERRAME DE PRODUTOS QUÍMICOS
AÇÃO TRANSEUNTE CONTATOS

-

Comunicar ao supervisor ou responsável pela área do vazamento; Isolar e sinalizar a área Comunicar CECOM

Emergência......... 193

Ambulatório...... 4271 / 4381 - Contactar com o principal coordenador de resposta à emergência. - Utilizar os EPI específicos para o risco conforme orientação da ficha de emergência do produto derramado; Corpo de Bombeiros.. 4333 - Parar imediatamente o equipamento; - Convocar Brigada de Emergência; - Eliminar ou conter o vazamento de acordo com a indicação da ficha de emergência do produto; - Comunicar ao gerente de área; - Comunicar ao meio ambiente. Acionar AEM Relação dos empregados a Prestar suporte / assessoria ao AEM serem avisados em caso de Acionar o Coordenador de Resposta a Emergência emergência (item 6.3) Avisar empregados em caso de emergência (item 6.3)

SEGURANÇA DO TRABALHO

CECOM

SUPERVISOR / OPERADOR

- Dar apoio ao supervisor e Brigada de Emergência; - Colher informações após o controle do derramamento. Segurança do Trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3

SEGURANÇA EMPRESARIAL BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Dar apoio à Segurança do Trabalho, supervisor e Brigada de Emergência; - Conferir isolamento da área; - Controlar o fluxo de veículos e pessoas no local.

- Auxiliar nos trabalhos de contenção, utilizando os EPI específicos para o risco conforme orientação da ficha de emergência do produto derramado; - Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

Segurança Empresarial 5211

MEDICIN A

ACIONAR A BRIGADA LOCAL Ficar de prontidão para atendimento a possíveis vítimas.

Observações:* Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. • RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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AÇÕES ESPECÍFICAS

DIÓXIDO DE CARBONO – CO2 • INALAÇÃO: Pessoas ainda conscientes devem ser removidas rapidamente para uma área não contaminada para respirar ar fresco, aplicando oxigênio em caso de dificuldade respiratória ou inconsciência. Manter a vítima em repouso, sob observação médica. • QUEIMADURA PELO FRIO: Lavar com água morna (não usar água quente). Um médico deve ser chamado imediatamente se a queimadura resultar em ferida na pele ou congelamento dos tecidos. • CUIDADOS EM CASO DE VAZAMENTO OU RESPINGOS: Retirar todo o pessoal da área. Usar equipamento de proteção adequado. Se o vazamento ocorrer no equipamento do usuário, analisar a purga da tubulação com um gás inerente antes de iniciar os reparos. Se for no cilindro ou na válvula contactar o fornecedor mais próximo. CONTATO FABRICANTE: AGA – (0xx21) 2546 – 1014

AMINA • VAZAMENTO: Absorva ou cubra com terra, areia seca ou outro material não combustível e coloque em recipiente apropriado. Elimine todas as fontes de ignição. Não fume. Mantenha as pessoas afastadas. • FOGO: Utilize pó químico; CO2; jato ou espuma para álcool. Equipamentos autônomos de respiração com pressão positiva deve ser utilizado. • ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Contato com a pele: lave a pele em água corrente pelo menos 20 minutos. Contato com os olhos: lave em água corrente e procure o auxilio oftalmológico. Inalação: remova a vítima para o ar fresco. Solicite assistência médica de emergência. Ingestão: solicite assistência médica.

CONTATO FABRICANTE: Clariant S.A 0800 – 193 190

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SODA CÁUSTICA • VAZAMENTO: Isole a área e evite molhar o produto. Use o equipamento de proteção individual: Luvas, Botas e Avental de Borracha ou PVC, Óculos de Proteção e Capacete de Segurança. Procure sem correr riscos, recolher o produto vazado em recipiente seco. Evite que ele atinja esgotos d’água. Recuperar o produto em recipiente de emergência em ferro. Evite o contato do produto com metais: alumínio, cobre, estanho, zinco, chumbo (liberação de hidrogênio). A dissolução do produto com água libera bastante calor. • FOGO: Não é inflamável. • POLUIÇÃO: Se o produto atingir um curso d’água, acompanhar a alcalinidade (ph). A neutralização de soda cáustica residual em acido clorídrico só é possível em casos particulares muito bem controlados (área aberta, soda muito diluída, pessoas protegidas contra projeções de líquidos...) A reação entre soda caustica e acido clorídrico é muito violenta se não estiver suficientemente diluída com água podendo ocorrer de líquidos perigosos. • ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Contato com a pele ou olhos: lave imediatamente as partes atingidas com bastante água por um período de 15 minutos no mínimo. Contato com a pele, após a lavagem se ainda houve resíduo, neutralize-o com ema solução aquosa de acido acético ou similar, prosseguindo-se na lavagem. Contato com os olhos, também após a lavagem de 15 minutos, neutralize com uma solução diluída de acido bórico a 2% movimentandoos em todas as direções. Mantenha as pálpebras abertas. Remova roupas e calçados contaminados. Mantenha o paciente aquecido e chame um médico. • CONTATO FABRICANTE: TRIKEM S A: 0800 – 82 1660 / PABX (82) 218 – 2100 / Fax (82) 218 – 2248 / Emergência 24h (0xx82) 326 – 6828 - CLARIANT S/A 0800 – 193 190

ÁCIDO ACÉTICO GLACIAL DIFS - Departamento de Operações Ferrosos Sudeste

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SODA CÁUSTICA • VAZAMENTO: Isole a área e evite molhar o produto. Use o equipamento de proteção individual: Luvas, Botas e Avental de Borracha ou PVC, Óculos de Proteção e Capacete de Segurança. Procure sem correr riscos, recolher o produto vazado em recipiente seco. Evite que ele atinja esgotos d’água. Recuperar o produto em recipiente de emergência em ferro. Evite o contato do produto com metais: alumínio, cobre, estanho, zinco, chumbo (liberação de hidrogênio). A dissolução do produto com água libera bastante calor. • FOGO: Não é inflamável.

• POLUIÇÃO: Se o produto atingir um curso d’água, acompanhar a alcalinidade (ph). A neutralização de soda cáustica residual em acido clorídrico só é possível em casos particulares muito bem controlados (área aberta, soda muito diluída, pessoas protegidas contra projeções de líquidos...) A reação entre soda caustica e acido clorídrico é muito violenta se não estiver suficientemente diluída com água podendo ocorrer de líquidos perigosos. • ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Contato com a pele ou olhos: lave imediatamente as partes atingidas com bastante água por um período de 15 minutos no mínimo. Contato com a pele, após a lavagem se ainda houve resíduo, neutralize-o com ema solução aquosa de acido acético ou similar, prosseguindo-se na lavagem. Contato com os olhos, também após a lavagem de 15 minutos, neutralize com uma solução diluída de acido bórico a 2% movimentandoos em todas as direções. Mantenha as pálpebras abertas. Remova roupas e calçados contaminados. Mantenha o paciente aquecido e chame um médico. • CONTATO FABRICANTE: TRIKEM S.A 0800 – 82 1660 / PABX (82) 218 – 2100 / Fax (82) 218 – 2248 / Emergência 24h (0xx82) 326 – 6828 CLARIANT S/A 0800 – 193 190

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VAZAMENTO: Isolar a área. Manter afastado as pessoas sem função no atendimento à emergência. Sinalizar o perigo para trânsito. Avisar as autoridades locais competentes. Eliminar todas as fontes de fogo ou calor. Não fumar, não provocar faíscas. No caso de transferência do produto para recipientes de emergência, usar somente bombas a prova de explosão e aterrar eletricamente todos sos elementos do sistema em contato com o produto. Não efetuar transferência sob pressão de ar ou oxigênio. Evitar o contato com olhos e pele. Não inalar os vapores FOGO: Espuma polivalente, água sob a forma de neblina, pó químico seco e dióxido de Carbono (CO).

ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Contato com a pele: retirar a roupa contaminada, lavar a pele com água em abundância, por pelo menos 20 minutos, preferencialmente sob chuveiro de emergência. Procurar assistência médica imediatamente, levando o rótulo do produto, sempre que possível. Contato com os olhos: Lavar os olhos com água em abundância, por pelo menos 20 minutos, mantendo as pálpebras separadas. Usar de preferência um lavador de olhos. Procurar assistência médica imediatamente, levando o rótulo do produto, sempre que possível. Ingestão: não provocar vômito. Se a vítima estiver totalmente consciente, dê 1 a 2 copos de água para beber e lavar a sua boca com água limpa em abundância. Não dê nada para beber se a vitima estiver inconsciente. Procurar assistência médica imediatamente, levando o rótulo do produto, sempre que possível. CONTATO FABRICANTE: Manchester Chemical Produtos Químico Ltda.: (0xx11) 6905 – 1522 Emergência Pró-Química: 0800 111 767

FLOCULANTE
• VAZAMENTO: Não use jatos d’água. Limpe imediatamente com uma pá ou aspirador. Mantenha em recipientes adequados e fechados para disposição. Após limpeza, remova o restante com água. FOGO: Utilizar água, spray de água, espuma, dióxido de carbono (CO2), pó seco. ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Inalação: remover a vitima para ambiente ventilado. Contato com pele: lavar com água e sabão. Em caso de irritação cutânea persistente, consulte um médico. Contato com os olhos: lavar profundamente com muita água, também sobre as pálpebras. Em caso de irritação persistente, consultar médico. Ingestão: o produto não é considerado tóxico com base em estudos com animais de laboratório.

• •

CONTATO FABRICANTE: SNF do Brasil Ltda. (0xx11) 6480 – 2122 / FAX (0xx11) 6480 - 3112

DIFS - Departamento de Operações Ferrosos Sudeste

Plano de Emergência – Mina Conceição

Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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AGLOMERANTE
• VAZAMENTO: Isole a área. Recolha o excesso do produto com material absorvente e o reutilize se possível. O resíduo não reaproveitável deve ser disposto de acordo com legislação regional. FOGO: Em caso de incêndio, apague com pó químico, CO2 ou água na forma de neblina. POLUIÇÃO: Isole e sinalize a área, remova todo o material que teve contato com o produto para posterior tratamento ou disposição adequada. ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Inalação: remova a vítima para local não contaminado. Contato com a pele: lavar as partes atingidas com água e sabão, remover as roupas contaminadas. Ingestão: não provocar vômito. Contato com os olhos: lavar com água corrente por 15 minutos. Manter pálpebras abertas durante a lavagem e encaminhar ao oftalmologista.

• • •

CONTATO FABRICANTE: Aglopar - Biotecma Biotecnologia e Meio Ambiente (0xx31) 3637 – 7184 Asper 1000 – Rotcel 0800 – 3000 66 / (0xx31) 3621 – 4233 / (0xx31) 9615 - 4233 •

NITRATO DE AMÔNIO

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Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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VAZAMENTO: Sinalize, isole e evacue a área. Se posicione de forma que o vento sopre em suas costas. Avisar imediatamente à brigada, aos bombeiros, a defesa civil e a transportadora. Evite contaminação com produtos orgânicos, materiais oxidantes e líquidos inflamáveis. Elimine fontes de ignição: chama aberta, fósforos, isqueiros e cigarros..etc. Não permita que veículos circulem sobre o produto e providenciar a remoção o mais rápido possível. FOGO: Sinalize, isole e evacue a área. Em caso de incêndio no veículo ou na carga, usar preferencialmente água em forma de neblina. POLUIÇÃO: Sinalize, isole e evacue a área. Remova todo o material que teve contato com o produto para posterior tratamento ou disposição adequada. ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Inalação: remova a vítima para local não contaminado, arejado e administre oxigênio sob máscara ou cateter nasal. Contato com a pele: lavar as partes atingidas com água e sabão, remover as roupas contaminadas. Ingestão: não provocar vômito. Nos olhos: lavar com água corrente por 15 minutos. Manter pálpebras abertas durante a lavagem e encaminhar ao oftalmologista. Fertilizante Fosfatados S/A - Fosfértil CONTATO FABRICANTE: PRÓ – QUÍMICA / ABIQUIM 0800 11 8270 Complexo Uberaba: (34) 3319 2100, Cubatão (13) 3362 9500 ORICA BRASIL LTDA: (0xx12) 3153 3111 ou 0800 172505 /

0800 118408

DETONADORES CONJUNTOS MONTADOS, NÃO ELÉTRICOS

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Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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VAZAMENTO: Isole a área e mantenha as pessoas afastadas num raio de 800 m. Elimine ou mantenha longe todos os focos de ignição (motor, lanterna, cigarro, fósforos, isqueiros). Recolha CUIDADOSAMENTE o produto ou peças espalhadas, impedindo saque ou roubo. Informe a ORICA e ao EXÉRCITO. FOGO: Em caso de incêndio o veículo, use ÁGUA em abundância, extintor de pó químico ou CO2. Evacue a área antes que o mesmo atinja a carga e não combata o fogo se ele atingir a carga. POLUIÇÃO: Não polui. ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Retire as pessoas do local e aplique os primeiros socorros d acordo com a natureza dos ferimentos. Fertilizante Fosfatados S/A - Fosfértil CONTATO FABRICANTE: PRÓ – QUÍMICA / ABIQUIM 0800 11 8270 Complexo Uberaba: (34) 3319 2100, Cubatão (13) 3362 9500 ORICA BRASIL LTDA: (0xx12) 3153 3111 ou 0800 172505 / 0800 118408

• •

REFORÇADOR SEM DETONADOR
• VAZAMENTO: Isole a área e mantenha as pessoas afastadas num raio de 800 m. Elimine ou mantenha longe todos os focos de ignição (motor, lanterna, cigarro, fósforos, isqueiros). Recolha CUIDADOSAMENTE o produto ou peças espalhadas, impedindo saque ou roubo. Informe a ORICA e ao EXÉRCITO. FOGO: Em caso de incêndio o veículo, use ÁGUA em abundância, extintor de pó químico ou CO2. Evacue a área antes que o mesmo atinja a carga e não combata o fogo se ele atingir a carga. POLUIÇÃO: Somente em caso de incêndio e explosão. ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Retire as pessoas do local e aplique os primeiros socorros d acordo com a natureza dos ferimentos. Fertilizante Fosfatados S/A - Fosfértil CONTATO FABRICANTE: PRÓ – QUÍMICA / ABIQUIM 0800 11 8270 Complexo Uberaba: (34) 3319 2100, Cubatão (13) 3362 9500 ORICA BRASIL LTDA: (0xx12) 3153 3111 ou 0800 172505 / 0800 118408

• •

CORDEL DETONANTE FLEXIVEL

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Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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VAZAMENTO: Isole a área e mantenha as pessoas afastadas num raio de 800 m. Elimine ou mantenha longe todos os focos de ignição (motor, lanterna, cigarro, fósforos, isqueiros). Recolha CUIDADOSAMENTE o produto ou peças espalhadas, impedindo saque ou roubo. Informe a ORICA e ao EXÉRCITO. FOGO: Em caso de incêndio o veículo, use ÁGUA em abundância, extintor de pó químico ou CO2. Evacue a área antes que o mesmo atinja a carga e não combata o fogo se ele atingir a carga. POLUIÇÃO: Não polui.. ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Retire as pessoas do local e aplique os primeiros socorros de acordo com a natureza dos ferimentos. Fertilizante Fosfatados S/A - Fosfértil CONTATO FABRICANTE: PRÓ – QUÍMICA / ABIQUIM 0800 11 8270 Complexo Uberaba: (34) 3319 2100, Cubatão (13) 3362 9500 ORICA BRASIL LTDA: (0xx12) 3153 3111 ou 0800 172505 /

• •

0800 118408

EXPLOSIVO GRANULADO DE USO INDUSTRIAL - ANFO

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Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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VAZAMENTO: Recolher o produto para ser utilizado novamente ou para sua destruição. Se cair em terra, contendo água de chuva, escorregar bem da água mediante um dique de terra ou outra barreira. Se cair em água, utilizar uma presa ou dique, ou separador de água para evitar contaminação. Recolher o solo contaminado e a água para sua destruição. Notificar às autoridades do governo se o recolhimento é reportado porque poderia afetar o meio ambiente. • FOGO: Não combater o fogo havendo material explosivo. Evacuar imediatamente todo o pessoal da área. Manter longe do calor, faíscas, fogo, impacto ou fricção. POLUIÇÃO: Pode ser perigoso em caso de permitir entrar em bebedouros de água. Não contamina a irrigação doméstica nem provisões de irrigação, lagos, riachos, lagoas ou rios. ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Inalação: Mover a vítima a um lugar fresco. Dar respiração artificial ÚNICAMENTE havendo parada respiratória. Ressuscitar pela forma cardiopulmonar (CPR) se não houver respiração nem pulsação. Administração de oxigênio deve ser ministrada nesta situação, mas deve ser dado apenas por pessoal treinado para este caso. Obter atenção médica de imediato. Contato com a pele: Lavar as partes atingidas com água e sabão. Em caso de irritação, sensação de queimadura, ou apresentação avermelhada, consultar um médico de imediato. Ingestão: Se a vítima estiver consciente e (até aqui) não convulsionando. Nos olhos: lavar com água corrente por 15 minutos. Manter pálpebras abertas durante a lavagem e encaminhar ao oftalmologista. Fertilizante Fosfatados S/A - Fosfertil CONTATO FABRICANTE: PRÓ – QUÍMICA / ABIQUIM 0800 11 8270 Complexo Uberaba: (34) 3319 2100, Cubatão (13) 3362 9500 ORICA BRASIL LTDA: (0xx12) 3153 3111 ou 0800 172505 / 0800 118408

POWERGEL (EMULSÃO ENCARTUCHADA)

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Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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VAZAMENTO: Evitar uso de ferramentas metálicas contendo ferro e cobre. Ter cuidado para evitar choque e fricção ao contato com a pedra. Recolocar o produto para sua respectiva disposição ou recuperação. Para deixar em terra, descarregar o conteúdo em diques construídos ou aplicar absorvente inerte; para deixá-lo em água, utilizar diques e/ou outro de solução a fim de minimizar o aparecimento de contaminação. Recolher restos do solo e água e absorvente para sua devida disposição. Notificar ás autoridades governamentais correspondentes em caso de ser notificado algum vazamento que possa afetar o Meio Ambiente. Detergentes desativam as emulsões se misturados com estas. • FOGO: Não combater o fogo havendo material explosivo. Evacuar imediatamente todo o pessoal da área. POLUIÇÃO: Pode ser perigoso em caso de permitir entrar em bebedouros de água. Não contamina a irrigação doméstica nem provisões de irrigação, lagos, riachos, lagoas ou rios.

ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Inalação: Mover a vítima a um lugar fresco. Dar respiração artificial ÚNICAMENTE havendo parada respiratória. Ressuscitar pela forma cardiopulmonar (CPR) se não houver respiração nem pulsação. Administração de oxigênio deve ser ministrada nesta situação, mas deve ser dado apenas por pessoal treinado para este caso. Obter atenção médica de imediato. Contato com a pele: Lavar as partes atingidas com água e sabão. Em caso de irritação, sensação de queimadura, ou apresentação avermelhada, consultar um médico de imediato. Ingestão: Se a vítima estiver consciente e (até aqui) não convulsionando. Nos olhos: lavar com água corrente por 15 minutos. Manter pálpebras abertas durante a lavagem e encaminhar ao oftalmologista.

CONTATO FABRICANTE: ORICA BRASIL LTDA: (0xx12) 3153 3111 ou 0800 172505 / 0800 118408

DETONADORES ELETRONICOS i-Kon (PBS 2000 / Globaldet)

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Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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VAZAMENTO: Se não estiver danificado, pegue o equipamento com a mão. Use as precauções normais usadas para manusear explosivos. • FOGO: Não combater o fogo havendo material explosivo. Evacuar imediatamente todo o pessoal da área. Impeça a reentrada. POLUIÇÃO: Pode ser perigoso em caso de permitir entrar em bebedouros de água. Não contamina a irrigação doméstica nem provisões de irrigação, lagos, riachos, lagoas ou rios.

ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: Gerais: Não se aplica, este é um artigo manufaturado que não resultara em exposição aos componentes químicos sob condição normais de uso. Na ocorrência de contato causando ferimento, administrar os primeiros socorros apropriados para queimadura, laceração e machucados. Inalação Na ocorrência de os trabalhadores sofrerem super-exposição a gases e vapores resultantes de detonação, remova a vitima da exposição e providencia respiração artificial caso ela não esteja respirando.

CONTATO FABRICANTE: ORICA Canadá Inc. Canadá 1-877-561-3636; Estados Unidos – Chemtrec (800) 424-9300. BATF (800) 424-9555.

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Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

Pág.: 127 de 163 Rev.: 10-04/07/2008

8.9 - CENÁRIO 09: VAZAMENTO DE ÁGUA DE PROCESSO E POLPA DE MINÉRIO
AÇÃO CONTATOS

TRANSEUNTE

- Comunicar ao supervisor ou responsável pela área do vazamento; - Isolar e sinalizar a área. - Comunicar CECOM

Emergência.........193

SUPERVISOR / OPERADOR

- Solicitar a parada imediata do equipamento ou instalação; - Convocar Brigada de Emergência caso necessário; - Eliminar ou conter o vazamento de acordo com a indicação da ficha de emergência do produto; - Comunicar ao gerente de área; - Comunicar ao meio ambiente.

Corpo de Bombeiros... 4333

SEGURANÇA DO TRABALHO

Dar apoio ao supervisor e Brigada de Emergência. Segurança do Trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3 - Dar apoio à Segurança do Trabalho, ao supervisor e Brigada de Emergência; - Controlar o fluxo de pessoas e veículos no local. - Desviar o transito se necessário.

BRIGADA DE EMERGÊNCIA

SEGURANÇA EMPRESARIAL

-

Auxiliar nos trabalhos de contenção; Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

Segurança Empresarial 5211

Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL MEDICINA

Ficar de prontidão para atendimento a possíveis vítimas.

Observações:* Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. • RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.10 CENÁRIO 10: ROMPIMENTO DE BARRAGEM / DIQUE DE CONTENÇÃO
AÇÃO TRANSEUNTE CONTATOS

Comunicar a Segurança Empresarial ou Supervisão / chefia imediata.

Emergência........193

- Avaliar situação de emergência; - Solicitar a parada imediata de lançamento de rejeito na barragem; - Isolar e sinalizar a área; - Convocar Brigada de Emergência caso necessário; - Comunicar Geotecnia, Segurança do Trabalho e CECOM (se necessário); - Comunicar ao meio ambiente.

Corpo de Bombeiros...... 4333

SUPERVISOR

Geotecnia ............4831

SEGURANÇA DO TRABALHO

Dar apoio à Geotecnia, Meio Ambiente, Supervisor e Brigada de Emergência. Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3

SEGURANÇA EMPRESARIAL

- Dar apoio à Segurança do Trabalho, Geotecnia, Meio Ambiente, Supervisor e Brigada de Emergência; - Controlar e desviar fluxo de pessoas e veículos no local.

BRIGADA DE EMERGÊNCIA

-

Auxiliar nos trabalhos necessários; Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

Segurança Empresarial 5211

MEDICINA

Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL Ficar de prontidão para atendimento a possíveis vítimas.

Observações:* Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.11 - CENÁRIO 11: ACIDENTE COM FONTES RADIOATIVAS
AÇÃO TRANSEUNTE CONTATOS

- Percebendo qualquer irregularidade com fontes radioativas comunicar imediatamente com o supervisor da área; - Comunicar Segurança do Trabalho; - Afastar-se do local.

Emergência........193

SUPERVISOR

- Evacuar a área de risco; - Isolar área em um raio mínimo de 40 m; - Chamar supervisor de Radioproteção; - Acionar brigada de Emergência.

Corpo de Bombeiros...... 4333

SUPERVISOR DE RADIOPROTEÇÃO

- Realizar os procedimentos necessários para regularização da situação conforme procedimentos da CNEN.

SEGURANÇA DO TRABALHO

Segurança Empresarial 5211 - Dar apoio ao Supervisor de Radioproteção e a Brigada de Emergência.

Corpo de Bombeiros...... 4333

SEGURANÇA EMPRESARIAL

Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3 - Dar apoio ao Supervisor de Radioproteção e a Brigada de Emergência; - Isolar a área com a orientação do Supervisor de Radioproteção. Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Auxiliar o supervisor de Radioproteção; - Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

Observações: * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.12 - CENÁRIO 12: DESLIZAMENTO DE TALUDE E PILHA DE ESTÉRIL
AÇÃO TRANSEUNTE CONTATOS

Comunicar ao supervisor de operação da mina, Segurança Empresarial, Segurança do trabalho.

Emergência............193

Corpo de Bombeiros...... 4333 - Avaliar situação de emergência; - Solicitar a parada imediata de trânsito de equipamentos pesados no talude superior e inferior; - Isolar e sinalizar a área; - Convocar Brigada de Emergência se necessário; - Comunicar Geotecnia; - Comunicar ao meio ambiente. SUPERVISOR

Geotecnia................ 4831

SEGURANÇA DO TRABALHO

Dar apoio à Geotecnia, Meio Ambiente, Supervisor e Brigada de Emergência. Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3

SEGURANÇA EMPRESARIAL

- Dar apoio à Segurança do Trabalho, Geotecnia, Meio Ambiente, Supervisor e Brigada de Emergência; - Isolar a área e controlar fluxo de veículos e pedestres.

BRIGADA DE EMERGÊNCIA

Segurança Empresarial 5211 Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital. Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL

MEDICINA

Ficar de prontidão para atendimento a possíveis vítimas.

Observações: * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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7.13 - CENÁRIO 13: Acidente com eletricidade (Choque elétrico)
AÇÃO TRANSEUNTE CONTATOS

- Comunicar ao supervisor, acionar a brigada de Emergência, a medicina e a segurança do trabalho.

Emergência.......... 193

Corpo de Bombeiros...... 4333 SUPERVISOR - Providenciar o desligamento da chave / bloqueio da eletricidade do equipamento; - Certificar que a brigada foi acionada; - Auxiliar no atendimento às necessidades no local; - Coletar dados sobre o ocorrido e se possível fotografar.

Elétrica.......... 4340

SEGURANÇA DO TRABALHO

- Dar apoio à Elétrica, Supervisor e Brigada de Emergência.

VERIFICAR O ITEM 6.3

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Auxiliar nas atividades que se fizer necessário no local e estar preparado para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

ACIONAR A BRIGADA LOCAL

SGURANÇA EMPRESARIAL

- Dar apoio à Segurança do Trabalho, Supervisor e Brigada de Emergência; - Isolar a área.

5211

Observações: * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.14 - CENÁRIO 14: EXPLOSÕES
AÇÃO TRANSEUNTE CONTATOS

- Comunicar ao supervisor da área, brigada de emergência, à segurança do trabalho e a Segurança Empresarial. - Isolar e sinalizar a área.

Emergência.........193

- Avaliar situação de emergência; - Solicitar a parada imediata de trânsito de equipamentos pesados no talude superior e inferior; - Certificar-se sobre convocação da Brigada de Emergência; - Certificar-se que nenhuma pessoa encontra-se em situação de risco e evacuar a área; - Comunicar Geotecnia; - Comunicar ao meio ambiente. - Coletar dados para a investigação e se possível fotografar. - Dar apoio à Geotecnia, Meio Ambiente, Supervisor e Brigada de Emergência. - levantar riscos para pessoas e patrimônio, evitando maiores conseqüências.

SUPERVISOR

Geotecnia .......4831

SEGURANÇA DO TRABALHO

VERIFICAR O ITEM 6.3

BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Aplicar ações de controle que se fizer necessárias; - Levantar riscos para empregados e patrimônio; - Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

ACIONAR A BRIGADA LOCAL

SEGURANÇA EMPRESARIAL

- Dar apoio à Segurança do Trabalho, Geotecnia, Meio Ambiente, Supervisor e Brigada de Emergência; - Isolar a área.

5211

Observações: * Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

DIFS - Departamento de Operações Ferrosos Sudeste

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Nº: PRO-0601-GASSS Classificação: Uso interno

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8.15 - CENÁRIO 15: ACIDENTE NO TRANSPORTE COLETIVO DE EMPREGADOS
AÇÃO CONTATOS

TRANSEUNTE

- Sinalizar e isolar a área; - Comunicar a SEGURANÇA EMPRESARIALe a Segurança do trabalho ou Brigada de Emergência; - Parar imediatamente o trânsito local, se necessário.

Emergência..........193

- Avaliar situação de emergência; - Certificar-se que a brigada de emergência foi acionada; - Solicitar auxilio no transporte, se necessário; - Comunicar Geotecnia; - Comunicar ao meio ambiente. - Coletar dados e fotografar. - Acionar CECOM, se necessário

SUPERVISOR

Transporte leve... 4427 / 5357

SEGURANÇA DO TRABALHO

- Dar apoio a equipe e resgate e auxiliar nas atividades no local. - Avaliar o risco de outras ocorrências e Coletar dados para a investigação.

VERIFICAR O ITEM 6.3

BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

ACIONAR A BRIGADA LOCAL, se necessário

SEGURANÇA EMPRESARIAL

- Dar apoio à Segurança do Trabalho, ao Supervisor e Brigada de Emergência, Geotecnia, Meio Ambiente. - Isolar e sinalizar a área e controlar o fluxo de veículos e pessoas no local.

5211

Observações: - Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.16 - CENÁRIO 16: ACIDENTE DE TRANSITO - INTERNO;
AÇÃO TRANSEUNTE - Sinalizar local, - Buscar auxilio para evitar outras complicações. - Havendo vítima comunicar à medicina, brigada de emergência, ao supervisor e a Segurança do trabalho; Desligar máquinas e equipamentos se possível. Acionar CECOM, se necessário - Avaliar situação de emergência; - Isolar, sinalizar, fotografar e colher dados para análise; - Havendo vítimas, certificar que a medicina e brigada de emergência foram acionados. - Providenciar remoção de máquinas / equipamentos; - Auxiliar na remoção e acompanhar acidentado ao hospital; - Comunicar ao gerente da área. CONTATOS

Emergência........193

SUPERVISOR

Corpo de Bombeiros...... 4333

SEGURANÇA DO TRABALHO

- Avaliar a situação que se apresenta e auxiliar nas ações que se fizerem necessárias; - Dar apoio ao Supervisor, AEM / Brigada de Emergência / bombeiro; - Colher dados para a análise;

Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3

SEGURANÇA EMPRESARIAL

- Dar apoio à Segurança do Trabalho, Supervisor e Brigada de Emergência; - Controlar e desviar fluxo de pessoas e veículos no local.

Segurança Empresarial 5211

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Auxiliar nos trabalhos necessários; - Prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital. - Buscar dos bombeiros.

Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL

Observações: - Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.17 - CENÁRIO 17: ACIDENTE DE TRANSITO - EXTERNO;

AÇÃO
TRANSEUNTE - Sinalizar local a fim de evitar complicações de tráfego; - Buscar auxilio em tempo hábil. - Comunicar com a polícia militar;
- Comunicar a Supervisor e a Segurança do Trabalho;

CONTATOS

- Desligar máquinas e equipamentos se necessário e possível; - Avaliar situação de emergência; - Isolar, sinalizar, fotografar e colher dados para análise; - Havendo vítimas, certificar que Profissionais de Emergência foram acionados. - Providenciar remoção de máquinas / equipamentos / veículos; - Auxiliar na remoção e acompanhar acidentado ao hospital; - Comunicar ao gerente da área.

Emergência........193

SUPERVISOR

Corpo de Bombeiros...... 193

SEGURANÇA DO TRABALHO

Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3 - Avaliar a situação que se apresenta e auxiliar nas ações que se fizerem necessárias; - Dar apoio ao Supervisor; - Colher dados para a análise;

Segurança Empresarial 5211 ACIONAR A BRIGADA LOCAL

Observações: - Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.18 - CENÁRIO 18: ACIDENTE EM VIAGEM - A SERVIÇO - FORA DE SUA JURISDIÇÃO

AÇÃO
- Sinalizar local a fim de evitar complicações de tráfego; - Buscar auxilio em tempo hábil. - Comunicar com a polícia rodoviária ou militar; - Comunicar ao supervisor do transporte leve, ao supervisor do empregado, à medicina e a Segurança do trabalho; - Desligar veículos se necessário e possível; - Encaminhar ao hospital mais próximo. TRANSEUNTE / MOTORISTA /PASSAGEIRO

CONTATOS

Emergência........193

SUPERVISO R

- Principal coordenador do Plano de Emergência

SEGURAN ÇA DO TRABALH O

SUPERVISO R TRANSPOR TE LEVE

- Disponibilizar adesivos contendo: nome, telefones das pessoas que deverão ser acionadas em caso de acidentes, juntamente com as orientações necessárias.

- Orientar e dar apoio ao Supervisor; - Colher dados para a análise; Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3

SAÚDE OCUPACION AL

- Orientar e apoiar no atendimento á vítima e certificar junto ao hospital/médico do tratamento ministrado.

Observações: - Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes.

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8.19 - CENÁRIO 19: INTOXICAÇÃO ALIMENTAR MACIÇA;

AÇÃO
INFORMANTE

CONTATOS

- Ao sentir sintomas como diarréia, náuseas e/ou palidez comunicar ao supervisor e a Saúde Ocupacional.

Emergência........193

SUPERVISOR

- Encaminhar o empregado à medicina; - Evidenciado um elevado índice de reclamações e atendimento pelo mesmo motivo, informar ao restaurante para reter amostras; - Acompanhar o atendimento e tratamento dos empregados.

Ambulatório...... 4271 / 4381

SEGURANÇA DO TRABALHO

- Dar apoio aos supervisores e à medicina do trabalho.

NUTRICIONISTA

Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3 - As amostras recolhidas deverão ser encaminhadas a laboratório para análise.

Observações: - Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. • RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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8.20 - CENÁRIO 20: VENDAVAL;
AÇÃO TRANSEUNTE - Ao identificar ventos fortes com possibilidades de derrubar árvores e ou destelhas instalações, comunicar ao supervisor da área, meio ambiente, brigada de emergência e à segurança do trabalho. - Havendo árvores tombadas ou quebradas, e destelhamento comunicar ao supervisor da área e ao meio ambiente. - Comunicar CECOM CONTATOS

Emergência........193

Corpo de Bombeiros...... 4333

SUPERVISOR

- Avaliar situação de emergência; - Isolar, sinalizar e evacuar a área; - Convocar Brigada de Emergência caso necessário; - Comunicar ao meio ambiente. - Providenciar junto ao meio ambiente a desobstrução de vias.

Meio ambiente........4685

SEGURANÇA DO TRABALHO

- Dar apoio ao Meio Ambiente, Supervisor e Brigada de Emergência.

SEGURANÇA EMPRESARIAL

Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3 - Dar apoio à Segurança do Trabalho, Meio Ambiente, Supervisor e Brigada de Emergência; - Controlar e desviar fluxo de pessoas e veículos no local.

MEIO AMBIENTE

Segurança Empresarial 5211 - Providenciar remoção de árvores quebradas ou com risco de quedas.

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNCIA

Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL - Auxiliar nos trabalhos necessários; - Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

Observações: - Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. • RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

8.21 - CENÁRIO 21: PESSOAS PRIVADAS DO USO DA RAZÃO

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AÇÃO
TRANSEUN TE

CONTATOS

Comunicar ao Supervisor da área, Segurança e a Medicina do Trabalho.

Emergência........193

SUPERVISO R

- Avaliar situação de emergência; - Solicitar apoio da Brigada de Emergência e da Segurança Empresarial, se necessário;

Corpo de Bombeiros...... 4333

SEGURAN ÇA DO TRABALH O

- Dar apoio ao Supervisor, Medicina e Brigada de Emergência. Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3

BRIGADA DE EMERGÊNCI A

SEGURANÇ A EMPRESARI AL

- Controlar a situação;

- Controlar e desviar fluxo de pessoas; - Dar apoio à Segurança do Trabalho, Supervisor e Brigada de Emergência Segurança Empresarial - Auxiliar nos trabalhos necessários; - Ficar de prontidão para prestar socorro a 5211 possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital. Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL

MEDICINA

- Ficar de prontidão para atendimento a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

Observações: - Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes.

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8.22 - CENÁRIO 22: AFOGAMENTO
AÇÃO TRANSEUNTE - Acionar CECOM - Usar recursos existentes no local para resgatar a vítima, caso esteja ainda com vida. Em caso negativo: - Acionar a brigada de emergência local. - Comunicar à SEGURANÇA EMPRESARIAL e / ou ao Supervisor da Área.

CONTATOS

Emergência........193 Corpo de Bombeiros...... 4333

SUPERVISOR SEGURANÇA DO TRABALHO

- Avaliar situação de emergência; - Solicitar apoio dos Bombeiros; - Acompanhar vitima ao Hospital ou IML

- Dar apoio ao Supervisor, Medicina e Brigada de Emergência.

SEGURANÇA EMPRESARIAL

Segurança Empresarial 5211 - Dar apoio à Segurança do Trabalho, Supervisor, Brigada de Emergência e Bombeiros; - Controlar e desviar fluxo de pessoas.

Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL

AEM / BRIGADA DE EMERGÊNCIA

- Auxiliar nos trabalhos necessários; - Ficar de prontidão para prestar socorro a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital.

Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3

MEDICINA

Brigada de emergência ACIONAR A BRIGADA LOCAL - Ficar de prontidão para atendimento a possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório Médico ou Hospital. - Encaminhar ao IML.

BOMBEI RO

- Manter recursos disponíveis para este tipo de emergência;

Observações:Fazer análise do Acidente conforme PRO - 0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes.RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

8.23 - CENÁRIO 23: ASSALTO A MÃO ARMADA

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AÇÃO
VÍTIMA SUPERVISO R Não reaja em hipótese alguma; Cumpra as solicitações dos assaltantes sem movimentos bruscos; Haja com calma e segurança; Acionar a Segurança Empresarial (assim que possível); Aguarde no local para as devidas providências; Comunique com seu supervisor. Comunicar CECOM (se necessário)

CONTATOS

Emergência........193

Corpo de Bombeiros...... 4333

- Avaliar situação de emergência; - Solicitar apoio ou encaminhar apoio, se necessário;

SEGURAN ÇA DO TRABALH O

- Dar apoio ao Supervisor e Saúde Ocupacional.

Segurança do trabalho VERIFICAR O ITEM 6.3

SEGURANÇ A EMPRESARI AL

- Comunicar imediatamente à Polícia Rodoviária Federal ou Estadual ou Municipal; - Dar apoio à Segurança do Trabalho, Supervisor e Brigada de Emergência (se necessário); - Controlar e desviar fluxo de pessoas.

Segurança Patrimonial 5211

BRIGADA DE EMERGÊNCI

- Auxiliar nos trabalhos necessários; - Ficar de prontidão para prestar socorro a Brigada de emergência possíveis vítimas encaminhando-as ao Ambulatório ACIONAR A BRIGADA LOCAL Médico ou Hospital.

Observações: - Fazer análise do Acidente conforme PRO-0008 - DECG - Comunicação, investigação e análise de acidentes e quase acidentes. RECOLHER MATERIAIS ACONDICIONANDO-OS CONFORME O GUIA DE RESÍDUOS DO MEIO AMBIENTE.

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9 - LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE ENCONTRO
Definidos em cada área pelas Brigadas de Emergência. PONTO DE ENCONTRO DA BRIGADA – USINA CONCEIÇÃO

SALA DE CONTROLE – CONCEIÇÃO ( ACIONAMENTO DO ALARME)

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PONTO DE ENCONTRO DA BRIGADA DE EMERGÊNCIA – GATPS

CENTRAL DO CORPO DE BOMBEIROS – CAUÊ

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10 - DISPOSIÇÕES GERAIS
10.1- Limpeza e Disposição de Resíduos gerados em acidentes

Recolher matérias / resíduas de acordo com o guia de resíduos do meio ambiente.

10.2- Identificação dos Principais Riscos da Localidade
Os principais riscos relativos a Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional associados às áreas estão determinados na planilha “Identificação de Perigos e Danos e Classificação de Riscos”, RG 01- DECG, de cada Gerência.
10.3 - Localização dos principais produtos químicos perigosos utilizados

GERENCIA
GAIAS – USINA Conceição GAIAS – USINA Conceição GAIAS – USINA Conceição GAIAS – USINA Conceição GAIAS – USINA Conceição GAIAS – USINA Conceição GAIAS – USINA Conceição GAPTS – Suporte Operacional GAPTS – Suporte Operacional GAPTS – Suporte Operacional GAINS – IINFRAESTRUTURA DE MINA GAINS – IINFRAESTRUTURA DE MINA GAINS – IINFRAESTRUTURA DE MINA GAINS – IINFRAESTRUTURA DE MINA GAINS IINFRAESTRUTURA DE MINA GAINS – IINFRAESTRUTURA DE MINA

PRODUTO
Soda Cáustica (Hidróxido de Sódio) CO2 Amina Ácido acético Floculante Aglomerantes Óleos Lubrificantes Óleo Diesel Óleo Diesel Gasolina Explosivo Granulado de Uso Industrial Anfo Nitrato De Amônio, Detonadores Conjuntos Montados, Não Elétricos Reforçador Sem Detonador Cordel Detonante Flexível Powergel (Emulsão Encartuchada)

LOCAL
Planta de reagentes e Flotação Planta de reagentes e Flotação Planta de reagentes e Flotação Espessamento de rejeito Espessamento de rejeito Carregamento Depósito na Britagem e Oficina Mecânica Usina Tancagem (próxima Subestação Conceição) Posto de abastecimento Posto de abastecimento Fábrica de Explosivos Fábrica de Explosivos Fábrica de Explosivos Fábrica de Explosivos Fábrica de Explosivos Fábrica de Explosivos

10.4 - Treinamento do Plano de Emergência
A tabela a seguir apresenta os treinamentos a serem realizados, a freqüência de realização e os métodos indicados para a sua execução.

Treiname nto
Incêndios e Vazamentos Simulação de emergência

Freqüênc ia mínima
Semestral

Método Indicado
Prática de manejo de equipamentos de combate a incêndio e práticas de primeiros socorros Abandono de área, remoção de vítimas, teste de equipamentos,

Área de Aplicação
Membros da Emergência Brigada de

Coordenador
Coordenadores das brigadas de emergência / Corpo de Bombeiros Coordenadores das brigadas de emergência / Corpo de Bombeiros

Semestral

Todas as áreas e contratadas das VALE

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disponibilidade de recursos, entre outras. Plano de Emergência Semestral e por ocasião de revisão Explanação do conteúdo do Plano Vigilantes, Membros da Brigada de Engenheiros e Técnicos Emergência e Diretores, Gerentes, de Segurança do Supervisão Trabalho

10.5 - Testes e Manutenção do Sistema de Comunicação
O sistema de comunicação (rádio e telefones) é usado diariamente e a manutenção é periódica;
10.6 – Alarmes

O alarme é usado para acionar a brigada, bem como para a desocupação do local da ocorrência. Em cada setor ou gerência é testado em dia e hora predefinido, considerando o horário de menor fluxo de pessoas que são avisadas previamente sobre o teste, afim de não provocar especulação/tumulto. Havendo falha do alarme convencional, usamos alta voz para acionar a brigada na usina. Nos locais que não possuem dispositivos de alarmes ó acionamento é feito via telefone. Será estudado cada caso para verificar a viabilidade de instalação de outros recursos. Para controle de pessoal e transmissão de ordens no local da ocorrência, usamos o megafone.
10.7 - Relação de líderes das Brigadas de Emergência: USINA DE BENEFICIAMENTO Turma A Turma B Turma C Turma D Turma E

Líder

Líder Restaurante

Líder Laboratório

Líder Almoxarifado 28

Líder
Oficina Caminhões

Escritório

Líder

Líder -

Líder -

Líder -

Líder
-

10.8 - Ambulância e acessórios

A ambulância fica estacionada no ambulatório médico com os acessórios: 1- Oxigênio com umidificador, fluxometro e máscara; 2- Aparelho para medir pressão; 3- Luvas de procedimentos; 4- Cobertores e Lençóis. 5- Maca; 6-Talas; 7- Prancha longa (em madeira) com tirantes

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8- Prancha curta (em madeira) com tirantes 9- Caixas de medicamentos de emergência;
Observação

- Inspeção diária pelo bombeiro que é o motorista da ambulância, em conjunto com o técnico de enfermagem do trabalho conferindo o funcionamento da mesma. - Encontra-se na mesma uma pasta com o cronograma de manutenção periódica.

10.9 - Kit de Primeiros Socorros e bolsa de Emergência

07 Ataduras de crepom; Pacote de papel alumínio; Colar cervical (P / M / G) Compressa cirúrgica; Compressa de gaze; Esparadrapo; Máscara de ressuscitação - Pocket Mask; Ressuscitador manual (Ambú); Soro Fisiológico 500 ml; Água Bi-destilada 11. Lanterna para avaliar pupila (Pupil Gouge) Aspirador de secreção (manual) Protetor de queimaduras e evicerações Luvas cirúrgicas Cânula de Guedel (manter boca aberta) Equipo macrogotas Bachal (protetor de cabeça) Máscaras descartáveis Tala tipóia Cateter nasal 11 – REVISÃO E COMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE EMERGENCIA Este plano deverá ser revisado conforme necessário, para satisfazer ou determinar as seguintes condições: • Atualizações julgadas necessárias após a ocorrência de uma situação real de emergência ou de um simulado; • Alterações de procedimentos em função da “Identificação de Perigos e Danos e Classificação de Riscos” e outros tipos de análises de risco;

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• • • • • •

Modificações no projeto, construção, operação ou manutenção das instalações que impliquem na alteração do potencial de acidentes; Mudança de coordenadores e de outras pessoas envolvidas na administração desse Plano; Alterações de contatos, telefones e entidades de apoio. Cada unidade contém dispositivos para combate a incêndios (extintores, hidrantes com abrigos e respectivos acessórios). Os locais de armazenamento de produtos químicos estão dotados de dispositivos para contensão de derrames ou vazamentos. Os equipamentos Autônomos de Respiração estão instalados nas áreas sujeitas a contaminação por gazes, assim como os de primeiros socorros. Plano de abandono - Cada gerência / setor desenvolveu seu plano de acordo com suas particularidades.

PCA ITM PELLET FEED CONCEIÇÃO – VALE

ANEXO VII
CERTIFICADOS - SGA

VALE – 0084788 – JANEIRO, 2009

ERM BRASIL LTDA.

PCA ITM PELLET FEED CONCEIÇÃO – VALE

VALE – 0084788 – JANEIRO, 2009

ERM BRASIL LTDA.

PCA ITM PELLET FEED CONCEIÇÃO – VALE

ANEXO VIII
PROCEDIMENTOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS

VALE – 0084788 – JANEIRO, 2009

ERM BRASIL LTDA.

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Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni (GAMBS, GEMPS, DIFS) Público-alvo: Todos empregados CVRD e Contratadas (incluindo estagiários)

Código de Treinamento: 5QL8236 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

RESÍDUO
Areia ou solo contaminado com óleos e/ou graxas Barra de grelha (aço)

TIPO DE COLETOR
Tambor (tampa larga/colar de pressão) -

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
Inclui: Solo contaminado com óleo/graxa. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c). Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Incluem: Baterias automotiva, e as de nobreak que contêm solução ácida. Evitar perder as tampas ou virar as baterias, de forma a minimizar o risco de vazamento de sua solução ácida. Estocar em local coberto e impermeabilizado, é necessária bacia de contenção como forma de reter eventuais vazamentos de sua solução ácida. OBS.: Referem-se as categorias de pilhas e baterias não enquadradas como comuns (a). Incluem as pilhas e baterias recarregáveis utilizadas em celulares, aparelhos portáteis de radiocomunicação, máquinas fotográficas e filmadoras, palms, notebooks e integrantes de circuitos Eletro-eletrônicos. Não danificar a identificação do fabricante.

DESTINAÇÃO INTERNA
CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

DESTINAÇÃO FINAL
Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros) Venda para reciclagem/Reutilização

Bateria chumbo ácida

-

Venda para reciclagem/Devolução ao fabricante.

Baterias diversas

-

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Devolução ao fabricante, importador ou distribuidor para reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequada.

Big Bags

-

Refere-se a um resíduo não perigoso que acondiciona bentonita, bola de moinho, nitrato de amônio, minério e amido.

Caso seja impermeabilizado, reutilizá-lo para acondicionar resíduos diversos contaminados com óleos/graxas/solventes e tintas sem excesso. CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Caso não seja possível a reutilização, este resíduo deverá ser destinado para a Pilha de Estéril.

Bombonas plásticas não contaminadas

Caçamba de recicláveis Plástico

Evitar a contaminação com graxa, óleo, produtos perigosos ou lixo comum. Perfurar/cortar as embalagens para evitar uso indevido.

Reciclagem/Doação/Pilha de Estéril

Borracha em mantas

Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Caçamba coletora de Borracha Obs 1: Quando o peso em aço for maior que a Borracha, considerar como sucata de ferro e destinar como tal. Obs 2: Anéis e roletes de borracha, magueiras, correias em V, não são recicláveis, portanto devem ser destinadas como Lixo Comum. Caçamba coletora de Borracha Tambor (tampa larga/colar de pressão). Embalagem Embalagem Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c). Acondicionar o cartucho usado na embalagem do substituto. Proteger a cabeça de impressão do cartucho usado com a fita adesiva do cartucho novo, para não danificá-lo Acondicionar o cartucho usado na embalagem do substituto. Proteger a cabeça de impressão do cartucho usado com a fita adesiva do cartucho novo, para não danificá-lo Evitar a quebra dos componentes. As baterias, pilhas, lâmpadas, fios e cabos, eventualmente integrantes dos circuitos deverão ser destinadas conforme orientações específicas para estes resíduos, contidos nesta EPS. Inclui: Sucatas de micro computadores, reatores, disjuntores, sucatas de ar condicionado ( Caso contenha gás CFC, o mesmo deverá ser retirado pela érea de manutenção de refrigeração, antes de ser destinado à CAR). Recolher as peças enroladas em bobinas e amarradas. Recolher as peças enroladas em bobinas e amarradas. Separar a parte de cobre da do carvão/grafite. Descartar o cobre como sucata de cobre e o carvão/grafite como Lixo Comum. O Filtro de Ar deve ser destinado como sucata de ferro. Drenar o máximo possível o material, antes de descartá-lo. Acondicionar os resíduos em embalagem plástica de alta resistência que deverá ser colocada dentro do tambor, impedindo o contato dos resíduos com a parte interna do tambor. Não acondicionar no mesmo tambor, resíduos contendo substâncias incompatíveis, que possam interagir e provocar reações explosivas, combustão ou emissões tóxicas. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda para reciclagem

Borracha em tiras Borra oleosa (limpeza de SAOs, oficinas) Cartuchos de tinta p/ impressora Tonner de impressora/copiadora

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda para reciclagem/Pilha de Estéril Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros) Venda/Doação Venda/Doação

Componentes eletroeletrônicos

-

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda

Correia transportadora com alma de aço Correia transportadora sem alma de aço Escova de motor Estéril de mineração de ferro Filtros usados não contaminados com substâncias perigosas

Caçamba -

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda para Reciclagem. Venda para Reciclagem. Venda/Disposição em Pilha de Estéril Disposição em Pilha de Estéril Venda para Reciclagem

Filtro de papel, trapo e papel toalha contaminados com produtos químicos (reagentes de laboratório)

Tambor (tampa larga/colar de pressão).

DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materiais Descartáveis)

Incineração

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TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

RESÍDUO
Entulho Misto

TIPO DE COLETOR
Caçambas de Lixo Comum (Abertas) e Caminhão

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
Inclui restos de demolição/escavação/construção: gesso,concreto, tijolo, lã de rocha, resina para revestimento de britadores -TEC BOND e outros.

DESTINAÇÃO INTERNA
-

DESTINAÇÃO FINAL
Disposição em Pilha de Estéril

Bentonita

Reutilizar o fluido, tanto quanto for possível. Sendo necessário o seu descarte, acondicioná-lo em bombonas plásticas com tampa roscável, ou succionar com bomba para o caminhão pipa adequado e descartar em valas Baia e caminhão pipa adequado impermeáveis localizadas nas pilhas de estéril determinadas pela CVRD. Solicitar orientação do do responsável para transporte. pela operação da Pilha de estéril, quanto ao local mais adequado para disposição do resíduo na pilha de estéril (frente de disposição em atividade) para que ele possa ser coberto em seguida. O local de disposição deverá ser afastado da beira da berma e sem acúmulo de água.

-

Disposição controlada em Pilha de Estéril

Graxa

Tambor (tampa larga/colar de pressão).

Evitar derramamentos na parte externa do tambor (d). Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros).

Lâmpadas Fluorescentes

Embalagem de papelão

Inclui as lâmpadas fluorescentes dos tipos tubular, compacta (em formato “U” ou de anel). Acondicionar as lâmpadas nas embalagens e evitar ao máximo a quebra destas.

DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materiais Descartáveis) DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materias Descartáveis) DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Local de desmate

Descontaminação (destruição controlada e reciclagem dos elementos constituintes). Descontaminação (destruição controlada e reciclagem dos elementos constituintes). Descontaminação (destruição controlada e reciclagem dos elementos constituintes). Venda

Lâmpadas com vapor metálico (sódio ou mercúrio), e iodo

Embalagem de papelão

Acondicionar as lâmpadas nas embalagens e evitar ao máximo a quebra destas.

Lâmpadas com vapor metálico e iodo quebradas

Caixas de papelão

Inclui: Lâmpadas Vapor Metálico e Lâmpadas Fluorescentes

Lenha não contaminado

-

Empilhar a madeira próximo ao local de desmate.

Lixo Comum

Caçamba de lixo comum

Inclui lixos de varrição, guardanapo, pilhas comuns (a), embalagens ou guardanapos com restos de alimentos, restos de lanche, galhos, lã de vidro, EPI's diversos (não contaminados por produtos químicos, óleo e graxa), papéis plastificados, carbonos, encerados ou aluminizados, lâmpadas incandescentes (comuns de filamento), papel higiênico, material refratário, carvão ativado, manga de filtro, cadinhos de porcelana (p/ análises de minério), papel e plástico (sujos ou contaminados com resíduos não perigosos), vidro (para as unidades que não reciclam),anéis de borracha, filtros para água, plástico de plastificar crachá, vidro de óculos, máscara de soldador, farol de veículos, borrachas não enquadradas no item borrachas em tiras, tela de filtro vertical, barbante, isopor (para o complexo de Itabira, é considerado plástico), carneira, pasta de alumina, eletrodo de grafite,disco de lixadeira, rebolo de esmeril, saquinho de leite, lacre metalizado da embalagem de manteiga e iogurte, envelopes contendo minério de ferro (p/ análises de minério), pacote do pão do desjejum, tecidos, vaselina, massa de calafetação, teflon, CDs e DVDs, PVC, Pó químico de extintor de incêndio - bicarbonato de sódio (Reutilizar tanto quanto possível em treinamento de brigadas), dentre outros. Minimizar a sucção do sobrenadante (líquido sem lodo) dos tanques sépticos. Evitar o derramamento do material recolhido no entorno dos sistemas de tratamento e no trajeto até o local de disposição. Deixar um residual de lodo (cerca de 10%) no tanque séptico de forma a permitir a continuidade do processo biológico. OBS.: O descarte na Pilha de Estéril deverá ser realizado pelo Técnico do laboratório. Quando o resíduo for caracterizado como Classe I deverá ser destinado para Incineração, senão deverá ser destinado a Pilha de Estéril. Incluem: Dormentes não contaminados, pallets não contaminados, carretel de madeira, peças de fibra de madeira e embalagens de madeira. Sempre que possível, deve-se desmontar as caixas grandes e retirar os pregos. As madeiras não recicláveis, serão destinadas à Pilha de Estéril. ex: Termômetro de mercúrio quebrado/inutilizado OBS.: Incluem o material recolhido das bacias de sedimentação (desarenador) dos separadores de água e óleo, sem presença visível de óleo ou graxa. Inclui: óleos combustíveis BPF e diesel contaminados ou adulterados. Resíduos de BPF serão armazenados nos galpões de resíduos classe I e resíduos de diesel serão armazenados em áreas de armazenamento de óleo usado ou áreas externas das CMDs em tambores sob e sobre mantas impermeáveis.

-

Disposição em Pilha de Estéril

Lodo de Fossa Séptica

Recolhimento por caminhão Limpa - fossa

Leito de Secagem

Disposição em Pilha de Estéril/ETE

Lodo da ETEI – Estação de Tratamento de Efluentes Industriais Madeira – resíduos de embalagens

Bombonas com tampa roscada

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Áreas de Armazenamento de óleo usado/CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Disposição em Pilha de Estéril/Incineração Venda/Pilha de Estéril Descontaminação (destruição controlada e reciclagem dos elementos constituintes). Disposição em Pilha de Estéril

Caçamba

Material de laboratório contaminado com mercúrio Material de dragagem

Embalagem de papelão Armazenamento no local

Óleo combustível usado

Tambor/Tanque

Co - processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

RESÍDUO
Óleos e gorduras vegetais

TIPO DE COLETOR
Acondicionar em tambor de óleo (tampa pequena e roscada)/containers

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

DESTINAÇÃO INTERNA
Tanque/Containers de armazenamento de óleos minerais

DESTINAÇÃO FINAL
Rerrefino/Reutilização interna como insumo na fabricação de sabão

Óleo lubrificante usado

Nos boxes de lubrificação das oficinas centralizadas, estes resíduos são bombeados diretamente aos tanques Tambor de óleo (tampa pequena de óleo usado. Evitar derramamentos na parte externa do tambor. Avaliar condições de estanqueidade (vedação e roscada)/ Bombonas / da tampa e vazamentos) do tambor e, caso necessário, substituí-lo. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta Frascos/Tanque EPS (c). Nos laboratórios, onde a geração é pequena, o resíduo deverá ser armarzenado em bombonas/frascos em local adequado e destinados à área de lubrificação.

CMD (Centrais de Materiais Descartáveis)/(Áreas de Armazenamento de óleo usado)

Reutilização interna como insumo para fabricação de ANFO ou venda para Rerrefino

Óleo lubrificante usado contaminado com minério e outros

Tambor de óleo (tampa pequena e roscada)

Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materiais Descartáveis)

Venda para Rerrefino/Coprocessamento

Óleo usado contaminado em isolação ou na refrigeração

Tambor de óleo (tampa larga/colar de pressão).

Óleo Mineral (Super Cort Smf VC e Superes ATL) utilizado como resfriador nos tornos na área da Tornearia. Para manuseio utilizar a FISPQ e seguir suas orientações. As embalagens deverão ter o mesmo tratamento.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Co - processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

Mistura de diferentes tipos papel e papelão

Coletores identificados

Evitar a contaminação com graxa, óleo, lixo comum ou amassar o papel. Os papéis a serem destinados à hidrossemeadura deverão ser picados ou inteiros, as folhas não poderão ser amassadas. Incluem: papel branco de escritório, sucata de papelão, lacre do malote (sem o metal), papel com mistura de cores e embalagens "longa vida" (ITA,FAB,FEI,BRU), como o achocolatado do desjejum.

-

Venda/Doação para reciclagem

Pastilhas de análise de minério de ferro ou manganês

Tambores

Evitar a fragmentação das pastilhas. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Incineração

Plástico em geral não contendo resíduo perigoso

Coletores identificados

Vasilhames plásticos de reagentes deverão ser submetidos a tríplice lavagem e perfuração/corte (para evitar uso indevido / proliferação de vetores). Os efluentes gerados na lavagem dos vasilhames são tratados por processo físico-químico das próprias ETEI. Capacetes plásticos deverão ser dispostos como plástico. Não descartar vasilhames plásticos (ex: copos descartáveis, embalagens de margarina) contendo restos. Inclui: Espiral de plástico, copos descartáveis, tubos de PEAD, canudinho do achocolatado, vasilhames plásticos limpos (inclusive de material de limpeza), isopor (Somente para o complexo de Itabira), faquinha e potinho de margarina (limpos: s/margarina) e outros.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda/doação para reciclagem

Pneus veículos diversos

-

Se acondicionados ao tempo, cobrir os pneus com manta impermeável ou anteparo rígido, de forma a evitar acúmulo de água. Se acondicionados ao tempo, cobrir os pneus com manta impermeável ou anteparo rígido, de forma a evitar acúmulo de água. Destinar para a CAR em Tambores identificados de acordo com o Anexo 1 desta EPS (c).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Pátio das Oficinas centralizadas CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Pilha de Estéril/CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda para reciclagem

Pneus caminhões fora de estrada

-

Venda para reciclagem Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros) Pilha de Estéril/Venda

Pó do exaustor de solda

Caçambas

Poliuretano – peças

Caçambas

Inclui resíduos contendo vermiculita e manta absorvente utilizados para absorsão de reagentes eventualmente derramados no laboratório, após o seu acondicionamento em frasco ou embalagem plástica. Inclui reagentes de laboratório vencidos. Acondicionar os frascos contendo reagente em embalagem plástica de alta resistência que deverá ser colocada dentro do tambor, impedindo o contato dos reagentes entre si e com a parte interna do tambor. Não acondicionar no mesmo tambor, produtos incompatíveis, que possam interagir e provocar reações explosivas, combustão ou emissões tóxicas. Quando em menor quantidade, pode-se acondicionar em caixas de papelão. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

Produtos químicos / reagentes de laboratório

Tambor (tampa larga/colar de pressão.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)/DIR (Depósitos intermediários de resíduos)

Incineração

Rejeito de Usina de Beneficiamento de Ferro

-

-

-

Barragens de rejeitos

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

RESÍDUO
Rejeito de jigue

TIPO DE COLETOR
-

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
-

DESTINAÇÃO INTERNA
1) Pilha de Jigue 2) Pilha de produtos

DESTINAÇÃO FINAL
1) Utilização como material de construção de drenos / pavimentação de vias. 2) Incorporação aos produtos À definir Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

Resíduo de Amianto

Caçambas

O armazenamento destes resíduos, deverá ser obrigatoriamente realizado em construções fechadas e impermeabilizadas ou em local aberto com piso impermeabilizado e com cobertura de manta impermeável. Dispor em pilha de estéril após drenagem sobre a caixa de gordura, tomando o cuidado de recolher o sobrenadante das caixas de gordura com tela apropriada, deixando drenar a água contida de forma a minimizar o aporte de líquidos para disposição em pilhas de estéril. Inclui entre outros EPIs, serragem, trapos, absorventes, estopas, papéis, papelões, plásticos, elemento filtrante de filtro de óleo e mantas contaminados com óleo, graxas, tintas ou solventes. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Resíduo contendo TBE, iodeto de metileno, MIBK

-

Resíduo de caixa de gordura

-

-

Pilha de Estéril

Resíduos diversos contaminados com óleo, graxa, tinta ou solvente (d)

Tambor (tampa larga/colar de pressão).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

Resíduos de embalagens de agroquímicos

No caso de produto a ser diluído, lavar a embalagem (tripla lavagem) despejando a água de lavagem no próprio Embalado em Caixa de Papelão recipiente de preparo da solução e acondicioná-la em saco plástico de alta resistência que deverá ser colocada dentro de tambor de aço com tampa. Queimar na mina logo após a geração destes resíduos.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Devolução a empresa prestadora de serviços para posterior devolução ao fabricante. Queima na Mina 1) Compostagem p/ aplicação na manutenção de áreas verdes 2) Disposição em pilha de estéril Incineração controlada em Instalações de Incineração de Resíduos Industriais. Incineração controlada em Instalações de Incineração de Resíduos Industriais.

Resíduos de explosivos em geral

-

Resíduo de limpeza/manutenção de áreas verdes

-

Refere-se a resíduos provenientes de capinas, roçadas, podas em áreas verdes.

1) Áreas de compostagem 2) Pilhas de estéril (ramos e folhas)

Resíduos contaminados com PCBs, carcaças metálicas de transformadores e capacitores

-

Inclui componentes (Trafos e capacitores) contendo PCB (Askarel). O transporte destes resíduos deverá ser realizado pela Central de Bombeiros.

Galpão de Ascarel – Central de Bombeiros em Itabira

Resíduos de PCBs (ascarel) em geral, inclusive solos contaminados Resíduos de serviços de saúde – ambulatórios médicos, clínicas odontológicas, hospitais, laboratórios de análises clínicas- CLASSE A - Resíduos com possível presença de agentes biológicos.

-

Inclui óleos dielétricos contendo PCB (Askarel), EPIs, serragem, tapos, mantas e estopas, contaminados com esta substância. O transporte destes resíduos deverá ser realizado pela Central de Bombeiros. Acondicionar objetos cortantes e perfurantes em invólucros protetores de forma a evitar acidentes no manuseio do resíduo. Atender aos requisitos da RDC 306 da ANVISA para acondicionamento dos resíduos. Inclui: Medicamentos vencidos ou impróprios para uso Incluem: Material/minério misturado com outros materiais não perigosos, recolhido nas áreas industriais através de processos de limpeza . OBS.: Inclui - 1) resíduos contaminados com resina e catalizador que são gerados na preparação de pastilha mineralógica; 2) minério de ferro descartado após análise de laboratório, que é retornado ao processo/Pilha Pulmão, conforme orientação da área de controle de qualidade. OBS.: Solução de sistemas de arrefecimento de veículos leves, utilitários, caminhões e equipamentos de mina e motores estacionários. Inclui: Solventes, tintas, vernizes e colas industriais. Obs 1: Evitar derramamentos na parte externa do tambor. Avaliar condições de estanqueidade (vedação da tampa e vazamentos) do tambor e, caso necessário, substituí-lo. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c). Obs 2: Se as latas vazias do produto estiverem secas (sem sobras apenas com a película), poderá ser destinada como sucata aço (sucata de ferro), depois de perfurada/cortada).

Galpão de Ascarel – Central de Bombeiros em Itabira

Saco plástico branco leitoso especial

Coleta e armazenamento temporário na unidade

Incineração em empresa ambientalmente habilitada

Resíduos de varrição de fábrica (exceto oficinas)

Caçambas de lixo comum (abertas) -

1) Compostagem (onde houver instalação para tal) 2) Pilha de estéril

Pilha de Estéril 1) Aplicação como adubo em áreas de plantio 2) Disposição de Pilha de estéril 1) Pilha de Estéril 2) Disposição em Pilha de alimentação/Pilha Pulmão Retorno ao processo de tratamento do minério/Separadores de água e Óleo (SAOs)

Resíduo de alimentação

Sobra de minérios não perigosos diversos

Tambor/ Caçambas

2) Laboratório Reutilização como água de abastecimento das ITM's nas Minas de Alegria e Timbopeba e descarte nos SAOs nas demais unidades

Solução de Radiadores

-

Solução de desengraxante usada

Tambor (tampa pequena e roscada)

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) (Centrais de Armazenamento de Resíduos)

Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

RESÍDUO
Aço Inox Sucata de manganês Aço ligas

TIPO DE COLETOR

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
Sucatas metálicas contendo filme de resíduos perigosos (latas vazias -Tintas, solventes, fluido de freio, graxas, óleos etc) deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Armazenar peças de forma a não acumular água. Inclui: escória de solda, Sinter Ball, mangueiras de alta pressão com trama e terminais de aço, mangotes, latão, grampos, ponta de eletrodo, tambores metálicos vazios (se o tambor for de graxa e óleo, deve-se lavá-lo em lavador dotado de Separador Água / Óleo), pois os tambores sujos (assim como quaisquer peças metálicas contaminadas) serão devolvidos à área remetente. Os filtros de óleo deverão ter o óleo drenado. Quando abertos, deve-se, separar o elemento filtrante e destiná-lo como resíduo diversos contaminado c/ óleo/graxa/tinta ou solvente, o óleo drenado conforme especificação deste guia e a carcaça como sucata ferrosa, após lavagem em lavador de peças ou outra instalação dotada de sistema de controle de efluentes. Sucata de cobre inclui: cobre encapado e desencapado.

DESTINAÇÃO INTERNA

DESTINAÇÃO FINAL

Sucata de Bronze

Sucata de Cobre Coletores específicos (c) Sucata de ferro Sucata de aço

Aço ligas: Ni / Cr / Mo Sucata de aço também inclui: Embalagens (latas) vazias de aerossois de gases inflamáveis, que devem ser dispostas em caçambas ou tambores. Cuidados Especiais: As embalagens antes de sua disposição, devem ser despressurizadas de modo eliminar todo gás residual e não devem ser perfuradas, amassadas e ou expostas a alta temperaturas. Ex: Desengripante. CMD (Centrais de Materias Descartáveis)/Pátios de Sucatas Venda para reciclagem/Reutilização

Sucata de Alumínio

Pode ser subdivido em Sucata de Alumínio Duro - Peças, que inclui carcaças, peças maciças de alumínio, suas ligas, formas de amostras de minério (pastilha prensada p/ análise no Raios - X) após a remoção das amostras, esquadrias, papel de alumínio e latinhas de refrigerante ou Sucata de Alumínio - Fios/Cabos. Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Armazenar peças de forma a não acumular água.

Sucata de chumbo

Inclui peças de chumbo utilizadas na regulagem de britadores. Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Armazenar peças de forma a não acumular água. Tambor(tampa larga/colar de pressão). Caixas de papelão Outros resíduos classificados através da FISPQ e anexos da NBR 10004 como perigosos não inclusos nas demais categorias desta EPS. Acondicionar nas embalagens de papelão, identificando o resíduo de acordo com o anexo 1, desta EPS (c). 1) Inclui vidros de (pára-brisa, temperados, não inclui pára-brisas laminados) e planos, lentes de faróis(apenas a parte de vidro), garrafas e outros vasilhames claros e coloridos. 2) Vidros de reagentes químicos ou vidrarias de laboratório deverão ser neutralizados e após trilpice lavagem, destinados como os demais vidros. Os efluentes desta tríplice lavagem em locais que não possuem ETE, deverão ser armazenados e destinados ao co - processamento. Nos locais onde possuem ETE, este efluente é tratado por processo físico-químico da própria ETE. Para Fragmentos (cacos) destes vidros, quando puderem ser neutralizados, deverão ser introduzidos em vidros de boca larga ou sacos plásticos de alta resistência e destinados com os demais vidros. Fragmentos que não puderem ser neutralizados deverão ser destinados juntamente com os reagentes químicos. Obs: Não inclui espelhos, faróis espelhados (sealed been), lentes escuras de óculos de soldador, lentes de cristal, nem lâmpadas incandescentes, que deverão ser destinados como Lixo Comum. CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Laboratórios Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)/ Incineração Incineração

Outros resíduos classificados como perigosos

Tubos de raio X exauridos / válvulas contendo Berílio

Vidros em geral não contaminados com resíduos perigosos

Coletores específicos

Coleta Seletiva/Pilha de Estéril

Doação para reciclagem/Pilha de estéril

OBS.: (a) Pilhas e baterias comuns: Pilhas dos tipos alcalina-manganês ou zinco-manganês (1,5 à 6 V, incluindo as de 6V para lanternas - em forma de paralelepípedo) e baterias dos tipos miniatura ou botão, fabricadas após 01/01/2001 e que apresentam, portanto, teores de mercúrio, cádmio e chumbo inferiores ao limite máximo estabelecido pela RESOLUÇÃO CONAMA n.º 257/1999. (b) Caçambas identificadas (áreas de maior geração) e coletores - caixas ou ½ tambor e aço (áreas de menor geração). (c) A identificação dos tambores, conforme modelo do Anexo 1, deverá ser feita através de folha em formato A4 fixada à lateral do tambor com plástico adesivo transparente (tipo “contact”), juntamente com o respectivo símbolo de risco do resíduo. (d) Não misturar em um mesmo tambor resíduos oleosos como graxas, óleos contaminados, trapos ou outros resíduos, borras, tintas e solventes. (e) Até que seja operacionalizada o sistema de devolução instituído na RES CONAMA Nº 283 / 2001. (f) As consultas dos códigos do PRO 003 DIAT para preenchimento do MID e MTR poderão ser realizadas diretamente nesta EPS.

DIFS –DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

Nº PGS 0101 GAMBS

Pág.: 1 de 4 Rev.: 17 -26/05/2008

TÍTULO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS MINAS DA DIFS REF.: REG-0001-DIFS (MANUAL DO SISTEMA
INTEGRADO DE GESTÃO) Classificação: uso interno

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni (GAMBS, GEMPS, DIFS) Público-alvo: Todos empregados Vale e Contratadas (Incluindo estagiários)

Código de Treinamento: 5QL8237 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

RESPONSÁVEIS UNIDADES GERENCIAIS BÁSICAS
INÍCIO Realizar tarefas conforme padrões específicos

ÁREA DE APOIO

GERÊNCIA DE MEIO AMBIENTE

PADRÃO DE REFERÊNCIA E/OU REGISTROS

OBSERVAÇÕES

Gerou Resíduo? Sim

Não FIM

S A GAMBS, uma vez solicitada, terá 30 dias para alterara EPS 0101 GAMBS, caso não necessite realizar a caracterização do resíduo.

Identificar o resíduo gerado

Sim

O resíduo consta no Guia de Resíduos

EPS 0101 GAMBS

Não Consultar a GAMBS

Definir destinação para o resíduo e inserí-lo na EPS 0101 GAMBS Consulta através de e-mail

Segregar e acondicionar o resíduo conforme o Guia de Resíduo EPS 0101 GAMBS

O controle é realizado pela UGB?

Não

Recolher/Pesar/Registrar(*) Destinar para local de armazenamento adequado de

RGs 0023 e 0024 GISAR PRO 001 GISAR

Sim Sim Há movimentação de resíduo? Não Sim

acordo com a EPS 0101 GAMBS.

É para local Externo?

Não

2
Analisar os dados disponibilizados Fazer Gráficos de Indicador Ambiental Consolidar Inventário de acordo Preencher a planilha de Controle de Resíduos diariamente, com uma defazagem máxima de 5 dias. A GAMBS informa anualmente ao órgão ambiental, o inventário consolidado de resíduos no dia 31 de Março. Antes da apresentação do Inventário ao órgão ambiental, o mesmo é analisado criticamente pela sub-comissão de resíduos. PRO 001 GISAR RGs 0023 e 0024 GISAR

1
Recolher Estocar o resíduo temporariamente no DIR.

Enviar RG 0023 GISAR para controle Preencher Planilha de Controle de Resíduos

Quando da retirada do resíduo, preencher e enviar RG 0024 GISAR para controle.

Disponibilizar no Drive I para GAMBS.

RES.CONAMA 313/2002 no site da FEAM www.feam.br FIM

OBS.: MIR - O Manifesto Interno de Resíduos deverá ser emitido sempre que houver movimentação interna de resíduo (Recolhimento e transporte para o seu armazenamento ou disposição final interna)

DIFS –DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

Nº PGS 0101 GAMBS

Pág.: 1 de 4 Rev.: 17 -26/05/2008

TÍTULO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS MINAS DA DIFS REF.: REG-0001-DIFS (MANUAL DO SISTEMA
INTEGRADO DE GESTÃO) Classificação: uso interno

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni (GAMBS, GEMPS, DIFS) Público-alvo: Todos empregados Vale e Contratadas (incluindo estagiários)

Código de Treinamento: 5QL8237 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

RESPONSÁVEIS UNIDADES GERENCIAIS BÁSICAS ÁREA DE APOIO GERÊNCIA DE MEIO AMBIENTE
Providenciar homologação de empresas Armazenar em local específico Sim Empresa homologada? Não na CAR. Atualizar as planilhas de Disponibilizar resíduo para venda/disposição final Providenciar venda Disponibilizar planilha para a GAMBS e GATPS (#) Emitir RG 0024 GISAR empresas homologadas para resíduos Classe I e II

PADRÃO DE REFERÊNCIA E/OU REGISTROS

OBSERVAÇÕES

Promover a venda do resíduo

1

PRO 006 e 007 DIAM

Os veículos que transportarão os resíduos VALE externamente deverão ser inspecionados para verificação de adequação dos mesmos quanto à legislação.

Preencher Planilha de Controle de Resíduos

Disponibilizar dados para a GAMBS

2

DIFS –DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

TÍTULO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS MINAS DA DIFS

Nº PGS 0101 GAMBS Classificação: interna

Pág.: 3 de 4 Rev.: 17 -26/05/2008

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni Público-alvo: Todos empregados Vale e Contratadas ANEXO 01- ORIENTAÇÕES GERAIS

Código de Treinamento: 5QL8237 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

1.1) Ao executar qualquer tarefa, deve-se ter o cuidado de não misturar os diferentes tipos de resíduos, seguindo-se as orientações contidas na EPS 0101 GAMBS, de forma a: - não comprometer a segregação; - não danificar os recipientes; - evitar vazamentos/derramamentos. - respeitar a compatibilidade entre os resíduos; Obs.: Todas as tarefas que envolvem o manuseio de resíduos, devem ser realizadas com a utilização de EPI's adequados. 1.2) a área para manuseio de resíduos oleosos deve estar protegida e devidamente sinalizada para evitar acidentes e deve ser mantida de forma a assegurar: - que não haja contaminação do solo e/ou drenagem pluvial com os resíduos ali existentes; - que todos os tambores (se for o caso), ou bombonas /conteiners, estejam adequadamente fechados e cobertos para evitar derramamentos e/ou vazamentos, a retenção de água de chuva e a proliferação de insetos. 1.3) os coletores utilizados para o acondicionamento de óleo ou graxa ou outro resíduo contaminado, devem estar em bom estado de conservação, sem ferrugem, não amassados, com lacre de pressão e com identificação adequada com o tipo de resíduo e símbolo de risco (anexo EPS 0101 GAMBS), de forma a evitar vazamento/derramamentos. O empilhamento deverá ser feito com o uso de pallets, máximo de 3 tambores. 1.4) Resíduos Classe II B - se em forma de pó, grãos ou flocos, deve-se evitar o arraste eólico (pelo vento) e/ou arraste pela chuva; - se em tambores, big bag´s: proporcionar empilhamento seguro e cobrí-los com plásticos resistentes, de forma a se evitar empoçamento (caso seja em área aberta). - pneus e outros resíduos que possuem cavidades, devem ser estocados em local fechado ou aberto (nesse caso, cobrir com lonas ou plásticos resistentes. 1.5) Resíduos Classe II A (não inertes) - são objetos de procedimentos específicos. 1.6) Resíduos Classe I (perigosos) - estocar em local coberto e impermeabilizado; no caso de resíduos líquidos, é necessária a bacia de contenção como forma de reter eventuais vazamentos e/ou derramamentos. - sólidos: estocar em local coberto e impermeabilizado; - líquidos: é necessária bacia de contenção; - inflamáveis ou combustíveis: além da bacia de contenção é necessário extintor de incêndio, iluminação adequada, sinalização de segurança e de comunicação de risco; - tanques aéreos: necessita bacia de contenção impermebilizada, sem rachaduras, com volume suficiente para reter eventuais vazamentos/derramamentos; a bacia deve ser estanque e provida de dreno com registro para retirada da água de chuva; o registro deve ser mantido fechado. - tanques enterrados: deve ser evitado sempre que possível; caso existam, periodicamente devem ser feitos testes de estanqueidade e monitoramento do solo e/ou do lençol freático na área do entorno; 1.7) Os resíduos contaminados com minério, óleo e graxa, devem ser limpos antes de serem enviados para a Central de Armazenamento de Resíduos (CAR).

1.8) Para serem recebidos nos Depósitos Intermediários de Resíduos (DIR´s) e na Central de Armazenamento de Resíduo (CAR) e Central de Materiais Descartáveis (CMD), os resíduos devem estar rigorosamente em condições adequadas de separação e acondicionamento conforme orientação constante no Guia para Controle de Resíduos (EPS 0101 GAMBS).

DIFS –DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

TÍTULO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS MINAS DA DIFS

Nº PGS 0101 GAMBS Classificação: interna

Pág.: 4 de 4 Rev.: 17 -26/05/2008

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni Público-alvo: Todos empregados Vale e Contratadas

Código de Treinamento: 5QL8237 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

ANEXO 02- ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 2.1) MANUTENÇÃO NO CAMPO (Mecânica e/ou Elétrica): - no planejamento de uma manutenção no campo, fazer uma avaliação do número e tipo de coletores que serão necessários, considerando os diferentes tipos de resíduos que poderão ser gerados; de materias e equipamentos para emergências ambientais, tais como: bandejas para coleta de óleo, serragem para recolhimento de óleo em piso, em casos de derramamentos/vazamentos e outros. - para execução dos serviços no campo, providenciar e levar os coletores necessários. - recolher todos os resíduos gerados, nos coletores apropriados e levá-los para o Depósito Intermediário de Resíduos. 2.2) COLETA DE ÓLEO/GRAXA DE EQUIPAMENTOS (Lubrificação e/ou Manutenção): - fazer a drenagem do óleo ou graxa do equipamento sempre com o auxílio de um recipiente sob o ponto de drenagem, com o objetivo de evitar que eventuais vazamentos de óleo ou graxa caiam sobre o piso, solo, drenagem pluvial, etc; - caso ocorra vazamentos fora do recipiente, recolher imediatamente, usando: * serragem, se possível, quando for em piso; * raspagem da terra contaminada, quando for em solo; * material absorvente, quando for na água (drenagem). - o resíduo resultante do recolhimento de derramamentos deve ser colocado em tambor. Seguir item 1.3. - o óleo ou graxa recolhido durante uma drenagem normal deve ser imediatamente acondicionado em recipiente apropriado (Seguir item 1.3.) 2.3) TROCA DE PEÇAS CONTENDO ÓLEO/GRAXA (para Manutenção): - p/ peças que necessitam drenagem no local: seguir orientações do item 2.2, antes de realizar a manutenção. durante a retirada e transporte da peça, deve-se tomar os cuidados necessários para evitar vazamento/derramamento, tais como: evitar abertura de drenos, rompimento de mangotes, queda da peça, etc. * encaminhar para o lavador para complementação da limpeza; efetuar a lavagem (em máquina de lavar peças ou em instalações providas de separador de água e óleo); 2.4) LIMPEZA DO SEPARADOR ÁGUA E ÓLEO (SAO): - o óleo sobrenadante deve ser retirado do tanque de coleta, antes que transborde e caia sobre o solo; o óleo recolhido deve ser colocado em tambores ou outro coletor adequado. Após o acondicionamento do óleo, o coletor deve ser devidamente tampado e identificado. - o resíduo de fundo do SAO (Borra Oleosa) deve ser retirado por sucção e acondicionado em tambores ou outro coletor adequado, devidamente tampado e identificado (Seguir item 1.3).

ANEXO IX
PROJETO DE TERRAPLENAGEM

VALE – 0084788 – JANEIRO, 2009

ERM BRASIL LTDA.

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni (GAMBS, GEMPS, DIFS) Público-alvo: Todos empregados CVRD e Contratadas (incluindo estagiários)

Código de Treinamento: 5QL8236 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

RESÍDUO
Areia ou solo contaminado com óleos e/ou graxas Barra de grelha (aço)

TIPO DE COLETOR
Tambor (tampa larga/colar de pressão) -

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
Inclui: Solo contaminado com óleo/graxa. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c). Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Incluem: Baterias automotiva, e as de nobreak que contêm solução ácida. Evitar perder as tampas ou virar as baterias, de forma a minimizar o risco de vazamento de sua solução ácida. Estocar em local coberto e impermeabilizado, é necessária bacia de contenção como forma de reter eventuais vazamentos de sua solução ácida. OBS.: Referem-se as categorias de pilhas e baterias não enquadradas como comuns (a). Incluem as pilhas e baterias recarregáveis utilizadas em celulares, aparelhos portáteis de radiocomunicação, máquinas fotográficas e filmadoras, palms, notebooks e integrantes de circuitos Eletro-eletrônicos. Não danificar a identificação do fabricante.

DESTINAÇÃO INTERNA
CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

DESTINAÇÃO FINAL
Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros) Venda para reciclagem/Reutilização

Bateria chumbo ácida

-

Venda para reciclagem/Devolução ao fabricante.

Baterias diversas

-

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Devolução ao fabricante, importador ou distribuidor para reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequada.

Big Bags

-

Refere-se a um resíduo não perigoso que acondiciona bentonita, bola de moinho, nitrato de amônio, minério e amido.

Caso seja impermeabilizado, reutilizá-lo para acondicionar resíduos diversos contaminados com óleos/graxas/solventes e tintas sem excesso. CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Caso não seja possível a reutilização, este resíduo deverá ser destinado para a Pilha de Estéril.

Bombonas plásticas não contaminadas

Caçamba de recicláveis Plástico

Evitar a contaminação com graxa, óleo, produtos perigosos ou lixo comum. Perfurar/cortar as embalagens para evitar uso indevido. Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Obs 1: Quando o peso em aço for maior que a Borracha, considerar como sucata de ferro e destinar como tal. Obs 2: Anéis e roletes de borracha, magueiras, correias em V, não são recicláveis, portanto devem ser destinadas como Lixo Comum. Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c). Acondicionar o cartucho usado na embalagem do substituto. Proteger a cabeça de impressão do cartucho usado com a fita adesiva do cartucho novo, para não danificá-lo Acondicionar o cartucho usado na embalagem do substituto. Proteger a cabeça de impressão do cartucho usado com a fita adesiva do cartucho novo, para não danificá-lo Evitar a quebra dos componentes. As baterias, pilhas, lâmpadas, fios e cabos, eventualmente integrantes dos circuitos deverão ser destinadas conforme orientações específicas para estes resíduos, contidos nesta EPS. Inclui: Sucatas de micro computadores, reatores, disjuntores, sucatas de ar condicionado ( Caso contenha gás CFC, o mesmo deverá ser retirado pela érea de manutenção de refrigeração, antes de ser destinado à CAR). Recolher as peças enroladas em bobinas e amarradas. Recolher as peças enroladas em bobinas e amarradas. Separar a parte de cobre da do carvão/grafite. Descartar o cobre como sucata de cobre e o carvão/grafite como Lixo Comum. O Filtro de Ar deve ser destinado como sucata de ferro. Drenar o máximo possível o material, antes de descartá-lo. Acondicionar os resíduos em embalagem plástica de alta resistência que deverá ser colocada dentro do tambor, impedindo o contato dos resíduos com a parte interna do tambor. Não acondicionar no mesmo tambor, resíduos contendo substâncias incompatíveis, que possam interagir e provocar reações explosivas, combustão ou emissões tóxicas. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

Reciclagem/Doação/Pilha de Estéril

Borracha em mantas

Caçamba coletora de Borracha

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda para reciclagem

Borracha em tiras Borra oleosa (limpeza de SAOs, oficinas) Cartuchos de tinta p/ impressora Tonner de impressora/copiadora

Caçamba coletora de Borracha Tambor (tampa larga/colar de pressão). Embalagem Embalagem

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda para reciclagem/Pilha de Estéril Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros) Venda/Doação Venda/Doação

Componentes eletroeletrônicos

-

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda

Correia transportadora com alma de aço Correia transportadora sem alma de aço Escova de motor Estéril de mineração de ferro Filtros usados não contaminados com substâncias perigosas

Caçamba -

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda para Reciclagem. Venda para Reciclagem. Venda/Disposição em Pilha de Estéril Disposição em Pilha de Estéril Venda para Reciclagem

Filtro de papel, trapo e papel toalha contaminados com produtos químicos (reagentes de laboratório)

Tambor (tampa larga/colar de pressão).

DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materiais Descartáveis)

Incineração

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

RESÍDUO
Entulho Misto

TIPO DE COLETOR
Caçambas de Lixo Comum (Abertas) e Caminhão

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
Inclui restos de demolição/escavação/construção: gesso,concreto, tijolo, lã de rocha, resina para revestimento de britadores -TEC BOND e outros.

DESTINAÇÃO INTERNA
-

DESTINAÇÃO FINAL
Disposição em Pilha de Estéril

Bentonita

Baia e caminhão pipa adequado para transporte.

Reutilizar o fluido, tanto quanto for possível. Sendo necessário o seu descarte, acondicioná-lo em bombonas plásticas com tampa roscável, ou succionar com bomba para o caminhão pipa adequado e descartar em valas impermeáveis localizadas nas pilhas de estéril determinadas pela CVRD. Solicitar orientação do do responsável pela operação da Pilha de estéril, quanto ao local mais adequado para disposição do resíduo na pilha de estéril (frente de disposição em atividade) para que ele possa ser coberto em seguida. O local de disposição deverá ser afastado da beira da berma e sem acúmulo de água.

-

Disposição controlada em Pilha de Estéril

Graxa

Tambor (tampa larga/colar de pressão).

Evitar derramamentos na parte externa do tambor (d). Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros).

Lâmpadas Fluorescentes

Embalagem de papelão

Inclui as lâmpadas fluorescentes dos tipos tubular, compacta (em formato “U” ou de anel). Acondicionar as lâmpadas nas embalagens e evitar ao máximo a quebra destas.

DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materiais Descartáveis) DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materias Descartáveis) DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Local de desmate

Descontaminação (destruição controlada e reciclagem dos elementos constituintes). Descontaminação (destruição controlada e reciclagem dos elementos constituintes). Descontaminação (destruição controlada e reciclagem dos elementos constituintes). Venda

Lâmpadas com vapor metálico (sódio ou mercúrio), e iodo

Embalagem de papelão

Acondicionar as lâmpadas nas embalagens e evitar ao máximo a quebra destas.

Lâmpadas com vapor metálico e iodo quebradas

Caixas de papelão

Inclui: Lâmpadas Vapor Metálico e Lâmpadas Fluorescentes

Lenha não contaminado

-

Empilhar a madeira próximo ao local de desmate.

Lixo Comum

Caçamba de lixo comum

Inclui lixos de varrição, guardanapo, pilhas comuns (a), embalagens ou guardanapos com restos de alimentos, restos de lanche, galhos, lã de vidro, EPI's diversos (não contaminados por produtos químicos, óleo e graxa), papéis plastificados, carbonos, encerados ou aluminizados, lâmpadas incandescentes (comuns de filamento), papel higiênico, material refratário, carvão ativado, manga de filtro, cadinhos de porcelana (p/ análises de minério), papel e plástico (sujos ou contaminados com resíduos não perigosos), vidro (para as unidades que não reciclam),anéis de borracha, filtros para água, plástico de plastificar crachá, vidro de óculos, máscara de soldador, farol de veículos, borrachas não enquadradas no item borrachas em tiras, tela de filtro vertical, barbante, isopor (para o complexo de Itabira, é considerado plástico), carneira, pasta de alumina, eletrodo de grafite,disco de lixadeira, rebolo de esmeril, saquinho de leite, lacre metalizado da embalagem de manteiga e iogurte, envelopes contendo minério de ferro (p/ análises de minério), pacote do pão do desjejum, tecidos, vaselina, massa de calafetação, teflon, CDs e DVDs, PVC, Pó químico de extintor de incêndio - bicarbonato de sódio (Reutilizar tanto quanto possível em treinamento de brigadas), dentre outros. Minimizar a sucção do sobrenadante (líquido sem lodo) dos tanques sépticos. Evitar o derramamento do material recolhido no entorno dos sistemas de tratamento e no trajeto até o local de disposição. Deixar um residual de lodo (cerca de 10%) no tanque séptico de forma a permitir a continuidade do processo biológico. OBS.: O descarte na Pilha de Estéril deverá ser realizado pelo Técnico do laboratório. Quando o resíduo for caracterizado como Classe I deverá ser destinado para Incineração, senão deverá ser destinado a Pilha de Estéril. Incluem: Dormentes não contaminados, pallets não contaminados, carretel de madeira, peças de fibra de madeira e embalagens de madeira. Sempre que possível, deve-se desmontar as caixas grandes e retirar os pregos. As madeiras não recicláveis, serão destinadas à Pilha de Estéril. ex: Termômetro de mercúrio quebrado/inutilizado OBS.: Incluem o material recolhido das bacias de sedimentação (desarenador) dos separadores de água e óleo, sem presença visível de óleo ou graxa. Inclui: óleos combustíveis BPF e diesel contaminados ou adulterados. Resíduos de BPF serão armazenados nos galpões de resíduos classe I e resíduos de diesel serão armazenados em áreas de armazenamento de óleo usado ou áreas externas das CMDs em tambores sob e sobre mantas impermeáveis.

-

Disposição em Pilha de Estéril

Lodo de Fossa Séptica

Recolhimento por caminhão Limpa - fossa

Leito de Secagem

Disposição em Pilha de Estéril/ETE

Lodo da ETEI – Estação de Tratamento de Efluentes Industriais

Bombonas com tampa roscada

-

Disposição em Pilha de Estéril/Incineração

Madeira – resíduos de embalagens

Caçamba

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Áreas de Armazenamento de óleo usado/CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda/Pilha de Estéril Descontaminação (destruição controlada e reciclagem dos elementos constituintes). Disposição em Pilha de Estéril

Material de laboratório contaminado com mercúrio

Embalagem de papelão

Material de dragagem

Armazenamento no local

Óleo combustível usado

Tambor/Tanque

Co - processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

RESÍDUO
Óleos e gorduras vegetais

TIPO DE COLETOR
Acondicionar em tambor de óleo (tampa pequena e roscada)/containers

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

DESTINAÇÃO INTERNA
Tanque/Containers de armazenamento de óleos minerais

DESTINAÇÃO FINAL
Rerrefino/Reutilização interna como insumo na fabricação de sabão

Óleo lubrificante usado

Tambor de óleo (tampa pequena e roscada)/ Bombonas / Frascos/Tanque

Nos boxes de lubrificação das oficinas centralizadas, estes resíduos são bombeados diretamente aos tanques de óleo usado. Evitar derramamentos na parte externa do tambor. Avaliar condições de estanqueidade (vedação da CMD (Centrais de Materiais tampa e vazamentos) do tambor e, caso necessário, substituí-lo. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS Descartáveis)/(Áreas de Armazenamento (c). Nos laboratórios, onde a geração é pequena, o resíduo deverá ser armarzenado em bombonas/frascos em de óleo usado) local adequado e destinados à área de lubrificação. DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materiais Descartáveis)

Reutilização interna como insumo para fabricação de ANFO ou venda para Rerrefino

Óleo lubrificante usado contaminado com minério e outros

Tambor de óleo (tampa pequena e roscada)

Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

Venda para Rerrefino/Coprocessamento

Óleo usado contaminado em isolação ou na refrigeração

Tambor de óleo (tampa larga/colar de pressão).

Óleo Mineral (Super Cort Smf VC e Superes ATL) utilizado como resfriador nos tornos na área da Tornearia. Para manuseio utilizar a FISPQ e seguir suas orientações. As embalagens deverão ter o mesmo tratamento.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Co - processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

Mistura de diferentes tipos papel e papelão

Coletores identificados

Evitar a contaminação com graxa, óleo, lixo comum ou amassar o papel. Os papéis a serem destinados à hidrossemeadura deverão ser picados ou inteiros, as folhas não poderão ser amassadas. Incluem: papel branco de escritório, sucata de papelão, lacre do malote (sem o metal), papel com mistura de cores e embalagens "longa vida" (ITA,FAB,FEI,BRU), como o achocolatado do desjejum.

-

Venda/Doação para reciclagem

Pastilhas de análise de minério de ferro ou manganês

Tambores

Evitar a fragmentação das pastilhas. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

DIR (Depósitos intermediários de resíduos) e CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Incineração

Plástico em geral não contendo resíduo perigoso

Coletores identificados

Vasilhames plásticos de reagentes deverão ser submetidos a tríplice lavagem e perfuração/corte (para evitar uso indevido / proliferação de vetores). Os efluentes gerados na lavagem dos vasilhames são tratados por processo físico-químico das próprias ETEI. Capacetes plásticos deverão ser dispostos como plástico. Não descartar vasilhames plásticos (ex: copos descartáveis, embalagens de margarina) contendo restos. Inclui: Espiral de plástico, copos descartáveis, tubos de PEAD, canudinho do achocolatado, vasilhames plásticos limpos (inclusive d material de limpeza), isopor (Somente para o complexo de Itabira), faquinha e potinho de margarina (limpos: s/margarina) e outros.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Venda/doação para reciclagem

Pneus veículos diversos

-

Se acondicionados ao tempo, cobrir os pneus com manta impermeável ou anteparo rígido, de forma a evitar acúmulo de água. Se acondicionados ao tempo, cobrir os pneus com manta impermeável ou anteparo rígido, de forma a evitar acúmulo de água.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Pátio das Oficinas centralizadas

Venda para reciclagem

Pneus caminhões fora de estrada

-

Venda para reciclagem

Pó do exaustor de solda

Caçambas

Destinar para a CAR em Tambores identificados de acordo com o Anexo 1 desta EPS (c).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Pilha de Estéril/CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros) Pilha de Estéril/Venda

Poliuretano – peças

Caçambas

Inclui resíduos contendo vermiculita e manta absorvente utilizados para absorsão de reagentes eventualmente derramados no laboratório, após o seu acondicionamento em frasco ou embalagem plástica. Inclui reagentes de laboratório vencidos. Acondicionar os frascos contendo reagente em embalagem plástica de alta resistência que deverá ser colocada dentro do tambor, impedindo o contato dos reagentes entre si e com a parte interna do tambo Não acondicionar no mesmo tambor, produtos incompatíveis, que possam interagir e provocar reações explosivas, combustão ou emissões tóxicas. Quando em menor quantidade, pode-se acondicionar em caixas de papelão. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c).

Produtos químicos / reagentes de laboratório

Tambor (tampa larga/colar de pressão.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)/DIR (Depósitos intermediários de resíduos)

Incineração

Rejeito de Usina de Beneficiamento de Ferro

-

-

-

Barragens de rejeitos

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

RESÍDUO
Rejeito de jigue

TIPO DE COLETOR
-

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
-

DESTINAÇÃO INTERNA
1) Pilha de Jigue 2) Pilha de produtos

DESTINAÇÃO FINAL
1) Utilização como material de construção de drenos / pavimentação de vias. 2) Incorporação aos produtos À definir Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

Resíduo de Amianto

Caçambas

O armazenamento destes resíduos, deverá ser obrigatoriamente realizado em construções fechadas e impermeabilizadas ou em local aberto com piso impermeabilizado e com cobertura de manta impermeável. -

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Resíduo contendo TBE, iodeto de metileno, MIBK

-

Resíduo de caixa de gordura

-

Dispor em pilha de estéril após drenagem sobre a caixa de gordura, tomando o cuidado de recolher o sobrenadant das caixas de gordura com tela apropriada, deixando drenar a água contida de forma a minimizar o aporte de líquidos para disposição em pilhas de estéril. Inclui entre outros EPIs, serragem, trapos, absorventes, estopas, papéis, papelões, plásticos, elemento filtrante de filtro de óleo e mantas contaminados com óleo, graxas, tintas ou solventes. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c). No caso de produto a ser diluído, lavar a embalagem (tripla lavagem) despejando a água de lavagem no próprio recipiente de preparo da solução e acondicioná-la em saco plástico de alta resistência que deverá ser colocada dentro de tambor de aço com tampa. Queimar na mina logo após a geração destes resíduos.

-

Pilha de Estéril

Resíduos diversos contaminados com óleo, graxa, tinta ou solvente (d)

Tambor (tampa larga/colar de pressão).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

Resíduos de embalagens de agroquímicos

Embalado em Caixa de Papelão

CMD (Centrais de Materias Descartáveis)

Devolução a empresa prestadora de serviços para posterior devolução ao fabricante. Queima na Mina 1) Compostagem p/ aplicação na manutenção de áreas verdes 2) Disposição em pilha de estéril

Resíduos de explosivos em geral

-

-

Resíduo de limpeza/manutenção de áreas verdes

-

Refere-se a resíduos provenientes de capinas, roçadas, podas em áreas verdes.

1) Áreas de compostagem 2) Pilhas de estéril (ramos e folhas)

Resíduos contaminados com PCBs, carcaças metálicas de transformadores e capacitores

-

Inclui componentes (Trafos e capacitores) contendo PCB (Askarel). O transporte destes resíduos deverá ser realizado pela Central de Bombeiros.

Galpão de Ascarel – Central de Bombeiros em Itabira

Incineração controlada em Instalações de Incineração de Resíduos Industriais.

Resíduos de PCBs (ascarel) em geral, inclusive solos contaminados Resíduos de serviços de saúde – ambulatórios médicos, clínicas odontológicas, hospitais, laboratórios de análises clínicas- CLASSE A - Resíduos com possível presença de agentes biológicos.

-

Inclui óleos dielétricos contendo PCB (Askarel), EPIs, serragem, tapos, mantas e estopas, contaminados com esta substância. O transporte destes resíduos deverá ser realizado pela Central de Bombeiros. Acondicionar objetos cortantes e perfurantes em invólucros protetores de forma a evitar acidentes no manuseio do resíduo. Atender aos requisitos da RDC 306 da ANVISA para acondicionamento dos resíduos. Inclui: Medicamentos vencidos ou impróprios para uso Incluem: Material/minério misturado com outros materiais não perigosos, recolhido nas áreas industriais através de processos de limpeza .

Galpão de Ascarel – Central de Bombeiros em Itabira

Incineração controlada em Instalações de Incineração de Resíduos Industriais.

Saco plástico branco leitoso especial

Coleta e armazenamento temporário na unidade

Incineração em empresa ambientalmente habilitada

Resíduos de varrição de fábrica (exceto oficinas)

Caçambas de lixo comum (abertas)

1) Compostagem (onde houver instalação para tal) 2) Pilha de estéril

Pilha de Estéril 1) Aplicação como adubo em áreas de plantio 2) Disposição de Pilha de estéril 1) Pilha de Estéril 2) Disposição em Pilha de alimentação/Pilha Pulmão Retorno ao processo de tratamento do minério/Separadores de água e Óleo (SAOs)

Resíduo de alimentação

-

OBS.: Inclui - 1) resíduos contaminados com resina e catalizador que são gerados na preparação de pastilha mineralógica; 2) minério de ferro descartado após análise de laboratório, que é retornado ao processo/Pilha Pulmão, conforme orientação da área de controle de qualidade. OBS.: Solução de sistemas de arrefecimento de veículos leves, utilitários, caminhões e equipamentos de mina e motores estacionários.

Sobra de minérios não perigosos diversos

Tambor/ Caçambas

2) Laboratório Reutilização como água de abastecimento das ITM's nas Minas de Alegria e Timbopeba e descarte nos SAOs nas demais unidades

Solução de Radiadores

-

Solução de desengraxante usada

Tambor (tampa pequena e roscada)

Inclui: Solventes, tintas, vernizes e colas industriais. Obs 1: Evitar derramamentos na parte externa do tambor. Avaliar condições de estanqueidade (vedação da tampa e vazamentos) do tambor e, caso necessário, substituí-lo. Identificar tambor conforme Anexo 1 desta EPS (c). Obs 2: Se as latas vazias do produto estiverem secas (sem sobras apenas com a película), poderá ser destinada como sucata aço (sucata de ferro), depois de perfurada/cortada).

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) (Centrais de Armazenamento de Resíduos)

Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

RESÍDUO
Aço Inox Sucata de manganês Aço ligas

TIPO DE COLETOR

DESCRIÇÃO/CUIDADOS ESPECIAIS
Sucatas metálicas contendo filme de resíduos perigosos (latas vazias -Tintas, solventes, fluido de freio, graxas, óleos etc) deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Armazenar peças de forma a não acumular água. Inclui: escória de solda, Sinter Ball, mangueiras de alta pressão com trama e terminais de aço, mangotes, latão, grampos, ponta de eletrodo, tambores metálicos vazios (se o tambor for de graxa e óleo, deve-se lavá-lo em lavador dotado de Separador Água / Óleo), pois os tambores sujos (assim como quaisquer peças metálicas contaminadas) serão devolvidos à área remetente. Os filtros de óleo deverão ter o óleo drenado. Quando abertos, deve-se, separar o elemento filtrante e destiná-lo como resíduo diversos contaminado c/ óleo/graxa/tinta ou solvente, o óleo drenado conforme especificação deste guia e a carcaça como sucata ferrosa, após lavagem em lavador de peças ou outra instalação dotada de sistema de controle de efluentes. Sucata de cobre inclui: cobre encapado e desencapado.

DESTINAÇÃO INTERNA

DESTINAÇÃO FINAL

Sucata de Bronze

Sucata de Cobre Coletores específicos (c) Sucata de ferro

Aço ligas: Ni / Cr / Mo Sucata de aço também inclui: Embalagens (latas) vazias de aerossois de gases inflamáveis, que devem ser dispostas em caçambas ou tambores. Cuidados Especiais: As embalagens antes de sua disposição, devem ser despressurizadas de modo eliminar todo gás residual e não devem ser perfuradas, amassadas e ou expostas a alta temperaturas. Ex: Desengripante. CMD (Centrais de Materias Descartáveis)/Pátios de Sucatas Venda para reciclagem/Reutilização

Sucata de aço

Sucata de Alumínio

Pode ser subdivido em Sucata de Alumínio Duro - Peças, que inclui carcaças, peças maciças de alumínio, suas ligas, formas de amostras de minério (pastilha prensada p/ análise no Raios - X) após a remoção das amostras, esquadrias, papel de alumínio e latinhas de refrigerante ou Sucata de Alumínio - Fios/Cabos. Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Armazenar peças de forma a não acumular água.

Sucata de chumbo

Inclui peças de chumbo utilizadas na regulagem de britadores. Peças c/ excesso de graxa ou óleo deverão ser previamente lavadas em máquinas de lavagem de peças ou em lavador dotado de Separador Água / Óleo. Armazenar peças de forma a não acumular água.

Outros resíduos classificados como perigosos

Tambor(tampa larga/colar de pressão). Caixas de papelão

Outros resíduos classificados através da FISPQ e anexos da NBR 10004 como perigosos não inclusos nas demais categorias desta EPS. Acondicionar nas embalagens de papelão, identificando o resíduo de acordo com o anexo 1, desta EPS (c). 1) Inclui vidros de (pára-brisa, temperados, não inclui pára-brisas laminados) e planos, lentes de faróis(apenas a parte de vidro), garrafas e outros vasilhames claros e coloridos. 2) Vidros de reagentes químicos ou vidrarias de laboratório deverão ser neutralizados e após trilpice lavagem, destinados como os demais vidros. Os efluentes desta tríplice lavagem em locais que não possuem ETE, deverão ser armazenados e destinados ao co - processamento. Nos locais onde possuem ETE, este efluente é tratado por processo físico-químico da própria ETE. Para Fragmentos (cacos) destes vidros, quando puderem ser neutralizados, deverão ser introduzidos em vidros de boca larga ou sacos plásticos de alta resistência e destinados com os demais vidros. Fragmentos que não puderem ser neutralizados deverão ser destinados juntamente com os reagentes químicos. Obs: Não inclui espelhos, faróis espelhados (sealed been), lentes escuras de óculos de soldador, lentes de cristal, nem lâmpadas incandescentes, que deverão ser destinados como Lixo Comum.

CMD (Centrais de Materias Descartáveis) Laboratórios

Co-processamento (queima controlada em fornos cimenteiros)/ Incineração Incineração

Tubos de raio X exauridos / válvulas contendo Berílio

Vidros em geral não contaminados com resíduos perigosos

Coletores específicos

Coleta Seletiva/Pilha de Estéril

Doação para reciclagem/Pilha de estéril

OBS.: (a) Pilhas e baterias comuns: Pilhas dos tipos alcalina-manganês ou zinco-manganês (1,5 à 6 V, incluindo as de 6V para lanternas - em forma de paralelepípedo) e baterias dos tipos miniatura ou botão, fabricadas após 01/01/2001 e que apresentam, portanto, teores de mercúrio, cádmio e chumbo inferiores ao limite máximo estabelecido pela RESOLUÇÃO CONAMA n.º 257/1999. (b) Caçambas identificadas (áreas de maior geração) e coletores - caixas ou ½ tambor e aço (áreas de menor geração). (c) A identificação dos tambores, conforme modelo do Anexo 1, deverá ser feita através de folha em formato A4 fixada à lateral do tambor com plástico adesivo transparente (tipo “contact”), juntamente com o respectivo símbolo de risco do resíduo. (d) Não misturar em um mesmo tambor resíduos oleosos como graxas, óleos contaminados, trapos ou outros resíduos, borras, tintas e solventes. (e) Até que seja operacionalizada o sistema de devolução instituído na RES CONAMA Nº 283 / 2001. (f) As consultas dos códigos do PRO 003 DIAT para preenchimento do MID e MTR poderão ser realizadas diretamente nesta EPS.

DIFS – Departamento de Ferrosos Sudeste
Nº: EPS-0101-GAMBS Pág.: 1 de 6 Rev.: 22-26/05/2008

TÍTULO: GUIA PARA DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DAS MINAS DO SISTEMA SUDESTE E SUL
Classificação: USO INTERNO

ANEXO 1

Identificação de Resíduos Industriais
DESCRIÇÃO DO RESÍDUO: SÍMBOLO DE RISCO:

UNIDADE DE MEDIDA: DATA DE ENVIO À CMD: CÓD. DO RESÍDUO ABNT:

GERÊNCIA GERADORA:

CÓD. DO RESÍDUO PRO 3 DIAT:

DIFS –DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

Nº PGS 0101 GAMBS

Pág.: 1 de 4 Rev.: 17 -26/05/2008

TÍTULO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS MINAS DA DIFS REF.: REG-0001-DIFS (MANUAL DO SISTEMA
INTEGRADO DE GESTÃO) Classificação: uso interno

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni (GAMBS, GEMPS, DIFS) Público-alvo: Todos empregados Vale e Contratadas (Incluindo estagiários)

Código de Treinamento: 5QL8237 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

RESPONSÁVEIS UNIDADES GERENCIAIS BÁSICAS
INÍCIO Realizar tarefas conforme padrões específicos

ÁREA DE APOIO

GERÊNCIA DE MEIO AMBIENTE

PADRÃO DE REFERÊNCIA E/OU REGISTROS

OBSERVAÇÕES

Gerou Resíduo? Sim

Não FIM

S Identificar o resíduo gerado A GAMBS, uma vez solicitada, terá 30 dias para alterara EPS 0101 GAMBS, caso não necessite realizar a caracterização do resíduo.

Sim

O resíduo consta no Guia de Resíduos

EPS 0101 GAMBS

Não Consultar a GAMBS Segregar e acondicionar o resíduo conforme o Guia de Resíduo

Definir destinação para o resíduo e inserí-lo na EPS 0101 GAMBS Consulta através de e-mail

EPS 0101 GAMBS

O controle é realizado pela UGB?

Não

Recolher/Pesar/Registrar(*) Destinar para local de armazenamento adequado de acordo com a EPS 0101 GAMBS.

RGs 0023 e 0024 GISAR PRO 001 GISAR

Sim Sim Há movimentação de resíduo? Não Sim

É para local Externo?

Não

2
Analisar os dados disponibilizados Fazer Gráficos de Indicador Ambiental Consolidar Inventário de acordo Preencher a planilha de Controle de Resíduos diariamente, com uma defazagem máxima de 5 dias. A GAMBS informa anualmente ao órgão ambiental, o inventário consolidado de resíduos no dia 31 de Março. Antes da apresentação do Inventário ao órgão ambiental, o mesmo é analisado criticamente pela sub-comissão de resíduos. PRO 001 GISAR RGs 0023 e 0024 GISAR

Recolher Estocar o resíduo temporariamente no DIR. Quando da retirada do resíduo, preencher e enviar RG 0024 GISAR para controle.

1

Enviar RG 0023 GISAR para controle Preencher Planilha de Controle de Resíduos

Disponibilizar no Drive I para GAMBS.

RES.CONAMA 313/2002 no site da FEAM www.feam.br FIM

OBS.: MIR - O Manifesto Interno de Resíduos deverá ser emitido sempre que houver movimentação interna de resíduo (Recolhimento e transporte para o seu armazenamento ou disposição final interna)

DIFS –DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

Nº PGS 0101 GAMBS

Pág.: 1 de 4 Rev.: 17 -26/05/2008

TÍTULO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS MINAS DA DIFS REF.: REG-0001-DIFS (MANUAL DO SISTEMA
INTEGRADO DE GESTÃO) Classificação: uso interno

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni (GAMBS, GEMPS, DIFS) Público-alvo: Todos empregados Vale e Contratadas (incluindo estagiários)

Código de Treinamento: 5QL8237 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

RESPONSÁVEIS UNIDADES GERENCIAIS BÁSICAS
Promover a venda do resíduo

ÁREA DE APOIO

GERÊNCIA DE MEIO AMBIENTE
Providenciar homologação de empresas

PADRÃO DE REFERÊNCIA E/OU REGISTROS

OBSERVAÇÕES

1
Armazenar em local específico

PRO 006 e 007 DIAM

Sim

Empresa homologada?

Não

na CAR. Atualizar as planilhas de Disponibilizar resíduo para venda/disposição final empresas homologadas para resíduos Classe I e II

Providenciar venda Disponibilizar planilha para a GAMBS e GATPS (#) Emitir RG 0024 GISAR

Os veículos que transportarão os resíduos VALE externamente deverão ser inspecionados para verificação de adequação dos mesmos quanto à legislação.

Preencher Planilha de Controle de Resíduos

Disponibilizar dados para a GAMBS

2

DIFS –DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

TÍTULO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS MINAS DA DIFS

Nº PGS 0101 GAMBS

Pág.: 3 de 4

Classificação: interna

Rev.: 17 -26/05/2008

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni Público-alvo: Todos empregados Vale e Contratadas ANEXO 01- ORIENTAÇÕES GERAIS

Código de Treinamento: 5QL8237 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

1.1) Ao executar qualquer tarefa, deve-se ter o cuidado de não misturar os diferentes tipos de resíduos, seguindo-se as orientações contidas na EPS 0101 GAMBS, de forma a: - não comprometer a segregação; - não danificar os recipientes; - evitar vazamentos/derramamentos. - respeitar a compatibilidade entre os resíduos; Obs.: Todas as tarefas que envolvem o manuseio de resíduos, devem ser realizadas com a utilização de EPI's adequados. 1.2) a área para manuseio de resíduos oleosos deve estar protegida e devidamente sinalizada para evitar acidentes e deve ser mantida de forma a assegurar: - que não haja contaminação do solo e/ou drenagem pluvial com os resíduos ali existentes; - que todos os tambores (se for o caso), ou bombonas /conteiners, estejam adequadamente fechados e cobertos para evitar derramamentos e/ou vazamentos, a retenção de água de chuva e a proliferação de insetos. 1.3) os coletores utilizados para o acondicionamento de óleo ou graxa ou outro resíduo contaminado, devem estar em bom estado de conservação, sem ferrugem, não amassados, com lacre de pressão e com identificação adequada com o tipo de resíduo e símbolo de risco (anexo EPS 0101 GAMBS), de forma a evitar vazamento/derramamentos. O empilhamento deverá ser feito com o uso de pallets, máximo de 3 tambores. 1.4) Resíduos Classe II B - se em forma de pó, grãos ou flocos, deve-se evitar o arraste eólico (pelo vento) e/ou arraste pela chuva; - se em tambores, big bag´s: proporcionar empilhamento seguro e cobrí-los com plásticos resistentes, de forma a se evitar empoçamento (caso seja em área aberta). - pneus e outros resíduos que possuem cavidades, devem ser estocados em local fechado ou aberto (nesse caso, cobrir com lonas ou plásticos resistentes. 1.5) Resíduos Classe II A (não inertes) - são objetos de procedimentos específicos. 1.6) Resíduos Classe I (perigosos) - estocar em local coberto e impermeabilizado; no caso de resíduos líquidos, é necessária a bacia de contenção como forma de reter eventuais vazamentos e/ou derramamentos. - sólidos: estocar em local coberto e impermeabilizado; - líquidos: é necessária bacia de contenção; - inflamáveis ou combustíveis: além da bacia de contenção é necessário extintor de incêndio, iluminação adequada, sinalização de segurança e de comunicação de risco; - tanques aéreos: necessita bacia de contenção impermebilizada, sem rachaduras, com volume suficiente para reter eventuais vazamentos/derramamentos; a bacia deve ser estanque e provida de dreno com registro para retirada da água de chuva; o registro deve ser mantido fechado. - tanques enterrados: deve ser evitado sempre que possível; caso existam, periodicamente devem ser feitos testes de estanqueidade e monitoramento do solo e/ou do lençol freático na área do entorno; 1.7) Os resíduos contaminados com minério, óleo e graxa, devem ser limpos antes de serem enviados para a Central de Armazenamento de Resíduos (CAR).

1.8) Para serem recebidos nos Depósitos Intermediários de Resíduos (DIR´s) e na Central de Armazenamento de Resíduo (CAR) e Central de Materiais Descartáveis (CMD), os resíduos devem estar rigorosamente em condições adequadas de separação e acondicionamento conforme orientação constante no Guia para Controle de Resíduos (EPS 0101 GAMBS).

DIFS –DEPARTAMENTO DE FERROSOS SUDESTE

TÍTULO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NAS MINAS DA DIFS

Nº PGS 0101 GAMBS Classificação: interna

Pág.: 4 de 4 Rev.: 17 -26/05/2008

Responsável Técnico: Robson Antônio Lorenzoni Público-alvo: Todos empregados Vale e Contratadas

Código de Treinamento: 5QL8237 Palavras-chave: Resíduos, Gestão de Resíduos.

ANEXO 02- ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 2.1) MANUTENÇÃO NO CAMPO (Mecânica e/ou Elétrica): - no planejamento de uma manutenção no campo, fazer uma avaliação do número e tipo de coletores que serão necessários, considerando os diferentes tipos de resíduos que poderão ser gerados; de materias e equipamentos para emergências ambientais, tais como: bandejas para coleta de óleo, serragem para recolhimento de óleo em piso, em casos de derramamentos/vazamentos e outros. - para execução dos serviços no campo, providenciar e levar os coletores necessários. - recolher todos os resíduos gerados, nos coletores apropriados e levá-los para o Depósito Intermediário de Resíduos. 2.2) COLETA DE ÓLEO/GRAXA DE EQUIPAMENTOS (Lubrificação e/ou Manutenção): - fazer a drenagem do óleo ou graxa do equipamento sempre com o auxílio de um recipiente sob o ponto de drenagem, com o objetivo de evitar que eventuais vazamentos de óleo ou graxa caiam sobre o piso, solo, drenagem pluvial, etc; - caso ocorra vazamentos fora do recipiente, recolher imediatamente, usando: * serragem, se possível, quando for em piso; * raspagem da terra contaminada, quando for em solo; * material absorvente, quando for na água (drenagem). - o resíduo resultante do recolhimento de derramamentos deve ser colocado em tambor. Seguir item 1.3. - o óleo ou graxa recolhido durante uma drenagem normal deve ser imediatamente acondicionado em recipiente apropriado (Seguir item 1.3.) 2.3) TROCA DE PEÇAS CONTENDO ÓLEO/GRAXA (para Manutenção): - p/ peças que necessitam drenagem no local: seguir orientações do item 2.2, antes de realizar a manutenção. durante a retirada e transporte da peça, deve-se tomar os cuidados necessários para evitar vazamento/derramamento, tais como: evitar abertura de drenos, rompimento de mangotes, queda da peça, etc. * encaminhar para o lavador para complementação da limpeza; efetuar a lavagem (em máquina de lavar peças ou em instalações providas de separador de água e óleo); 2.4) LIMPEZA DO SEPARADOR ÁGUA E ÓLEO (SAO): - o óleo sobrenadante deve ser retirado do tanque de coleta, antes que transborde e caia sobre o solo; o óleo recolhido deve ser colocado em tambores ou outro coletor adequado. Após o acondicionamento do óleo, o coletor deve ser devidamente tampado e identificado. - o resíduo de fundo do SAO (Borra Oleosa) deve ser retirado por sucção e acondicionado em tambores ou outro coletor adequado, devidamente tampado e identificado (Seguir item 1.3).

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