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resumo de hamlet

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05/06/2014

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Hamlet é uma das peças de teatro mais famosas de Shakespeare.

Foi escrita entre 1600 e 1602 e impressa pela primeira vez em 1603. Para Hamlet a existência tornara-se insuportável desde que o espectro do seu pai recentemente morto apareceu-lhe numa noite assombrada no alto da torre do castelo. O fantasma, tétrico, reclamava desforra. Contou ao filho que um crime ignominioso o vitimara. Seu próprio irmão, o rei Cláudio, o matara. Atordoou-se o príncipe. Seu lar abrigava a traição e a maldade! A serpente acoitara-se na sua própria família. O mundo era injusto. O assassino, seu tio, não só usurpara o trono como arrastara sua mãe, a rainha Gertrudes, para um casamento feito às pressas, onde, suprema ignomia, serviram-se "os manjares" que, um pouco antes, "ainda mal esfriados", tinham sido oferecidos "na refeição fúnebre". Algo deveria ser feito. Faltava porém a Hamlet o talento para a ação. O máximo que conseguiu de imediato, além de aferrar-se ao luto e ao mau humor, foi entregar-se especulativamente à vingança. A Mais bem sucedida da História Hamlet é certamente a mais bem-sucedida história de vingança levada aos palcos. Ela, desde o início, coloca o público ao lado do jovem príncipe porque o ato da vingança, que Francis Bacon definiu como uma "forma selvagem de fazer justiça", sempre seduziu o a todos. Hamlet sente-se pois um reparador de uma injustiça, um homem com uma missão. A ela irá dedicar todos os momentos da sua vida, mesmo que tenha que sacrificar seu amor por Ofélia e ainda ter que tirar a vida de outras pessoas. Talvez seja essa obsessão, essa monomania que toma conta dele desde as primeiras cenas do primeiro ato, que eletrize os espectadores e faça com que eles literalmente bebam todas as palavras do príncipe vingador (Hamlet é o personagem que mais fala na obra de Shakespeare, recita 1.507 linhas). Há alguns séculos atrás, sobre as ameias do castelo de Elsinor, na Dinamarca, os guardas reais viram o fantasma do rei Hamlet, que tinha sido morto poucos meses antes. O rei Hamlet, depois de ter vencido em duelo Fortimbrás, rei da Noruega, ficou senhor de alguns territórios que pertenciam ao monarca norueguês. Agora o jovem Fortimbrás, filho do velho rei vencido, andava pelos Fiordes da Noruega reunindo homens e navios para poder recuperar essas terras. Os guardas resolveram pôr o príncipe Hamlet, filho do falecido rei Hamlet, a par da situação. O infante decidiu então ficar de vigília com os soldados para ver o fantasma do seu pai. Ao chegar ao local, o fantasma do rei apareceu e revelou que não tinha sido morto por uma serpente venenosa, mas sim pelo veneno que o seu irmão Claudius, que agora se sentava no trono da Dinamarca, lhe tinha colocado na cavidade do ouvido, enquanto ele dormia no jardim. O motivo do crime era claro: permitia a Claudius casar com a mulher do rei e subir ao trono. O príncipe Hamlet promete ao pai punir o seu tio Claudius pelo assassinato. Hamlet decide simular que está louco como estratégia para descobrir se, de facto, o seu tio Claudius assassinou o velho rei. Todos pensam que o príncipe tinha enlouquecido: a sua mãe, o tio, Ofélia (a jovem que ele ama) e o pai desta, Polónio. Hamlet comporta-se como um louco na corte da Dinamarca. A certa altura, Hamlet mata Polónio, confundindo-o com um rato, porque o pai de Ofélia estava a espiar o príncipe, a mando do rei. A morte de Polónio chegou aos ouvidos de Claudius, e este, indignado com o sucedido, decide mandar o príncipe para Inglaterra. O rei escreveu uma carta para o rei de Inglaterra pedindo que este matasse Hamlet mal este chegasse. Mas o príncipe descobriu a missiva e resolveu alterá-la. No terceiro dia de viagem, o barco onde ia foi atacado por um navio de piratas. Hamlet ofereceu dez mil coroas para os piratas o levarem de volta a Elsinor. Entretanto, o filho de Polónio, Laertes, regressou à Dinamarca com a intenção de se vingar do homem que matou o seu pai. Quando lá chegou teve a notícia de que a sua irmã tinha morrido ao tentar subir a um ramo para pendurar grinaldas de flores. O ramo partiu-se, e Ofélia morreu afogada. Com a chegada de Hamlet ao castelo, o rei mobilizou Laertes para matar o príncipe Organizou, então, um torneio de esgrima, preparando o momento para Laertes matar Hamlet. Durante o combate, Hamlet é ferido pela espada envenenada do seu adversário enquanto a sua mãe bebe uma taça de vinho com veneno, que lhe era destinada. A rainha, que estava prestes a morrer, grita para o seu filho que o copo estava envenenado, e morre! De seguida o filho do rei Hamlet fere mortalmente Laertes. Este confessa que a sua espada estava envenenada e que Hamlet também iria acabar por morrer. Além disso, diz que tinha sido o rei a planear tudo para poder matar o príncipe. Hamlet avança para Claudius e trespassa-o com a sua espada envenenada. Quando o Horácio (um grande amigo do príncipe) vai ter com o filho do rei Hamlet, para lhe anunciar que o jovem Fortimbrás tinha chegado ao castelo, reparou que Hamlet estava prestes a morrer. Foi então que o príncipe decidiu que quem iria subir ao trono era o jovem Fortimbrás, e logo de seguida morre. Por fim é o jovem Fortimbrás que sobe ao trono e são disparadas salvas de artilharia pelo filho do rei Hamlet.

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