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OXIDOS E SAL

Óxidos são compostos binários em que o oxigênio é o elemento mais eletronegativo.

Fórmula geral:

Ey+O2- → E2Oy

O composto OF2, por exemplo, seria um óxido?

Como o flúor é o único elemento mais eletronegativo que o oxigênio, concluímos que o
composto OF2 não é óxido de flúor, mas sim o fluoreto de oxigênio.

Em um óxido, a ligação entre o oxigênio e outro elemento pode ser iônica ou covalente.
- Óxidos iônicos são compostos nos quais o oxigênio está ligado a um metal de baixa
eletronegatividade, isto é, alcalinos e alcalinoterrosos, que fornecem elétrons para o oxigênio.

Exemplos: Li2O e MgO

- Óxidos moleculares, ou covalentes, são compostos nos quais o oxigênio está ligado a um
elemento de grande eletronegatividade.

Exemplos: CO2 , SO2 e NO.

Nomenclatura dos Óxidos

Nomeamos os óxidos de acordo com os grupos de divisão:

Óxidos moleculares: “óxido de elemento“; antes da palavra óxido e do nome do elemento,


colocamos os prefixos mono, di, tri, tetra, penta, etc. para indicar a quantidade de átomos de
oxigênio e do elemento existentes na fórmula:

Exemplos:

CO2: dióxido de carbono

N2O5: pentóxido de dinitrogênio

Cl2O7: heptóxido de dicloro

O uso do prefixo mono é facultativo:

CO: monóxido de carbono ou óxido de carbono.

Óxidos iônicos: escrevemos a palavra óxido seguida da preposição de e do nome do elemento


associado ao oxigênio.

Exemplos:

Na2O: óxido de sódio

CaO: óxido de cálcio


Caso o elemento, metal, forme dois cátions diferentes, a distinção é feita da mesma forma que
para as bases e para os sais:

Exemplos:

FeO: óxido de ferro II ou óxido ferroso

Fe2O3: óxido de ferro III ou óxido férrico

Classificação dos Óxidos

Podemos classificar os óxidos em:


Básicos: reagem com água, formando uma base, e reagem com ácidos, formando sal e água.
Para formar uma base, é necessário um cátion, portanto estes óxidos são todos iônicos.
Exemplos:

K2O + H2O → 2KOH

K2O + 2HCl → 2KCl + H2O

Ácidos: reagem com água, formando ácido, e reagem com base, formando sal e água; estes
óxidos são todos moleculares. Exemplos:

Os íons que formam os sais podem ser monoatómicos (como o ânion fluoreto, F-, ou o cátion
cálcio, Ca2+) ou poliatómicos (como o ânion sulfato, SO42-). Podem ainda ser inorgânicos (como
o já referido sulfato) ou orgânicos (como o ânion acetato, CH3COO–).

Em geral, os sais formam cristais. São frequentemente solúveis em água, onde os dois íons se
separam. Os sais em geral têm um alto ponto de fusão, reduzida dureza e pouca
compressibilidade. Se fundidos ou dissolvidos em água, conduzem electricidade, pois
dissociam-se nos seus íons constituintes, passando estes a funcionar como electrólitos.

O sal mais popularmente conhecido é o cloreto de sódio, vulgarmente conhecido como "sal
comum" ou "sal da cozinha", por ser largamente utilizado na alimentação humana.

A neutralização dos ácidos pelas bases pode ser total ou parcial, dando origem a sais ácidos ou
básicos.

Podemos considerar os óxidos ácidos como ácidos que perderam água; por isso eles são também
chamados de anidridos (sem água):

Anfóteros: reagem tanto com ácido como com base. Exemplos:

Pb, ZnO, Al2O3 …

ZnO + H2SO4 → ZnSO4 + H2O

ZnO + 2NaOH → Na2ZnO2


Neutros ou Indiferentes: não reagem com água, nem com ácido, nem com base. São os óxidos:

CO , NO e N2O
REAÇOES DE ADIÇÃO
As reações de adição ocorrem com a entrada de novos átomos na molécula, sem que esta perca
nenhum dos átomos constituintes de sua estrutura. Tais reações podem ocorrer com a quebra de
ligações nas cadeias insaturadas ou com a ruptura de cadeias cíclicas de três ou quatro carbonos.

Essas reações ocorrem, principalmente, com ALCENOS, ALCINOS, ALCADIENOS,


CICLANOS, CICLENOS, ALDEÍDOS e CETONAS.

As reações de adição estão limitadas a compostos químicos que contenham ligações múltiplas:
Moléculas com ligações duplas ou triplas carbono-carbono.

Moléculas com ligação múltipla carbono-heteroátomo como C=O, C=N ou C≡N.

Existem três tipos principais de reações de adição:


Adições eletrofílicas

Adições nucleofilica

Adições de radicais livres

Mecanismo da adição em Alceno

Devido à instauração nos alcenos é possível a união da molécula a outros átomos.

A adição em alcenos é do tipo adição eletrofílica.

Grupos que fornecem agente eletrofílico:

Cl2, Br2,

I2, HI,

HBr, HCl,

H2SO4, HOCl

Adição de Haletos de Hidrogênio

Adição em aldeídos e cetonas

A única adição comum à ligação C = C e à ligação C = o é a hidrogenação catalítica. Os


reagentes que se adicionam aos alquenos não se adicionam aos compostos e vice-versa.

Regra de Markovnikov

“Nas reações de adição, a porção positiva a adicionar, geralmente H, dirige-se para o carbono
mais hidrogenado da insaturação.”
REAÇAO DE SUBSTITUIÇAO
Numa reação de substituição, um grupo funcional numa molécula é substituído por outro. Em
química orgânica, as reações de substituição são de grande importância. O conhecimento
pormenorizado dos vários tipos de substituição possíveis permite prever o resultado de uma
reação química, assim como escolher a temperatura e o solvente correctos para a sua ocorrência.

Essas reações podem ocorrer de diversas maneiras, mas os tipos mais comuns são halogenação,
sulfonação, nitração, alquilação e a acilação.

REAÇAO POR HALOGENAÇAO

Halogenação é uma reação química onde um átomo de hidrogênio é substituído por um átomo
de halogênio. Uma descrição mais específica pode ser feita de acordo com o halogênio
substituído: fluoração, cloração, bromação e iodação.

Numa reação que siga a regra de Markovnikov, um halogênio como o bromo reage com um
alceno, quebrando a dupla ligação presente e formando um alcano halogenado.

Um exemplo de halogenação pode ser encontrada na síntese orgânica do anestésico halotano a


partir do tricloroetileno, que envolve uma bromação em alta temperatura no segundo passo do
processo[1]:

Outro exemplo muito simples de ser realizado é a preparação do Brometo de n-butila feita a
partir da bromação do álcool n-butílico. Neste experimento são utilizados o Ácido bromídrico e
Ácido sulfúrico para a reação inicial com o álcool n-butílico. Esta reação é uma substituição
nucleofílica bimolecular.

Para a purificação do produto final desejado faz-se diversas lavagens da fase orgânica na
seguinte ordem: Ácido clorídrico, água, Bicarbonato de sódio e Água. em seguida faz-se a
secagem e separação com Sulfato de magnésio para só então ser feita uma filtração a vácuo a
destilação do produto final.

Objetivo das lavagens:

- com Ácido clorídrico: O ácido terá a função de reagir com qualquer excesso de ácido
bromídico ou ácido sulfúrico para que estes estejam diluídos na solução (isso porque a parte
orgânica nas lavagens é reservado a e parte líquida é descartada).

- com Bicarbonato de sódio: Este sal terá a função de garantir que não reste vestígios de ácido
clorídrico usado anteriormente (também estarão diluídos na fase líquida que será descartada).

-com Água: A água tem a função de limpar a fase orgânica do produto utilizado anteriormente.
No caso do ácido clorídrico é necessário uma outra lavagem com o bicarbonato de sódio pois
pode não haver ocorrido reação total com o a lavagem da água.

Propriedades físicas e toxicológicas dos reagentes e produtos:


- Ácido bromídrico: MM= 80,92 g/mol; P.E ( C)= 126; d= 1,49. Corrosivo, causa queimaduras e
irritação da mucosa pelo vapor.

- Ácido sulfúrico: MM= 98,079 g/mol; P.F ( C)= 10,31; P.E ( C)= 337; d= 1,83. Corrosivo.

- Álcool n-butílico: MM= 74,12 g/mol; P.F ( C)= -79,9; P.E ( C)= 117,7; d= 0,810. Irritante para
a pele ou para os olhos.

- Ácido clorídrico: MM= 1,600 g/mol; P.F ( C)= -114,48; P.E ( C)= -85. Corrosivo.

REAÇÃO POR SULFONAÇAO

Sulfonação é a reação química de substituição que ocorre entre moléculas halogenadas cíclicas,
como o combustível a óleo.

Equação Química

A reação se apresenta da seguinte forma:

H³PO² + HNO > H2PO + X

Sendo X um elemento como uma ligação de hidrogênio ou um cicloalcano.

REAÇAO POR NITRAÇÃO

A nitração é a introdução irreversível de um ou mais grupo nitro (NO2) em uma molécula


orgânica. O grupo nitro pode atacar um carbono para formar um nitrocomposto (alifático ou
aromático), um oxigênio para formar éster nitrado ou um nitrogênio para obter N-nitro
compostos.

O sistema ácidosulfúrico/ácido nítrico, denominado mistura sulfonítrica, é o reagente mais


comum em nitração.

Por exemplo, a nitração da glicerina seria da seguinte maneira: Aquecer o ácido sulfúrico (
catalizador da reação ) juntamente com o composto que se quer nitrar, por exemplo, glicerina
(para formar nitroglicerina). Após acrescenta-se lentamente, por gotejamento, o ácido nítrico.

A nitração aromática consiste na substituição de um hidrogênio do anel aromático pelo NO2,


oriundo do ácido nítrico.

As etapas de nitração do benzeno são:


(1) 2H2SO4 + HNO3 → 2HSO41- + NO2+ + H3O+

(2) C6H6 + NO2+ → C6H5NO2 + H+

(3) H+ + H3O+ + 2HSO41- → H2O + 2H2SO4

Características da nitração

• Temperatura: Processos de nitração na grande maioria são reações exotérmicas e a


temperatura influencia diretamente o curso da reação. Ao elevar a temperatura aumenta-
se o grau de nitração, obtendo maior quantidade de produto nitrado, principalmente
compostos supernitrados.

• Agitação: A reação de nitração pode ocorrer tanto na fase aquosa como na fase
orgânica. Com agitação é possível que cada fase esteja sempre saturada pela outra, e,
nestas condições, a velocidade de reação em cada fase é constante.

• Solubilidade: A medida em que se aumenta a temperatura, cresce a solubilidade dos


nitrocompostos no ácido sulfúrico, e esta diminui com a diluição do ácido.

Um exemplo é a nitração da Acetanilida para a formação da p-nitroacetanilida.

Acetanilida.

Neste experimento utiliza-se ácido acético glacial, ácido sulfúrico e ácido nítrico (as duas
últimas substâncias devem ser adicionadas em um recipiente que esteja em banho de gelo de sal
para não elevar a temperatura demasiadamente). O ácido sulfúrico garante um meio fortemente
ácido que irá favorecer a formação do íon nitrônio na adição do ácido nítrico e inclusão deste no
anel da acetanilida.

A purificação do composto é feita através de filtração a vácuo com água.

Propriedades físicas e toxicológicas dos reagentes e produtos:

- Acetanilida: MM= 135,17 g/mol; dt= 1,2 mol/l; P.F (oC)=115; P.E (oC)= 304. Causa irritação
na pele ou nas mucosas nasais. Pode causar cianose se ingerido.

- Ácido acético glacial: MM= 60 g/mol; dt= 1,0520; P.F (oC)= 6,6; P.E (oC)= 255,8; nt= 1,372010.
Causa o escurecimento da pele; se inalado é corrosivo e se ingerido causa vômito.

- Ácido sulfúrico: MM= 98,1 g/mol; dt= 1,84; P.F (oC)= 10,31; P.E (oC)= 8337. É tóxico se
inalado.

- Ácido nítrico: MM= 63 g/mol; dt= 1,40; P.F (oC)= -41,6; P.E (oC)= 83. Quando em contato
com a pele é corrosivo e irritante e se inalado pode causar edema pulmonar.
- P-nitroacetanilida: MM= 180,17 g/mol; dt= 1,08; P.F (oC)= 215. Causa irritação em contato
com a pele, é tóxico se inalado e se ingerido causa náusea.

REAÇAO POR ALQUILAÇAO

Alquilação é a transferência de um grupo alquila de uma molécula para outra. O grupo alquila
pode ser transferido como um carbocátion alquídico, um radical livre, um carbânion ou um
carbeno (ou seus equivalentes).

Agentes de alquilação são largamente usados em química porque o grupo alquila é


provavelmente o mais comum grupo encontrado em moléculas orgânicas. Muitos moléculas
biológicas objetivo ou seus precursores compreendem cadeias alquila, com grupos funcionais
específicos e, uma ordem específica. Alquilação seletiva, ou adição de aprtes à cadeia com os
grupos funcionais desejados, é usada, especialmente se não há precursor biológico normalmente
disponível.

No contexto do refino de petróleo, alquilação refere-se a particular alquilação de isobutano com


olefinas. É um aspecto principal do tratamento do petróleo para obtenção de moléculas maiores
(mais complexas) específicas.

REAÇÃO POR ACILAÇAO

O termo acilação cobre todas as reações que resultem na introdução de um grupo acila em um
composto orgânico. O composto que proverá o grupo aila é chamado agente de acilação.

Na acilação podemos utilizar diversos reagentes. Dentre eles estão o ácido acético glacial que
possui grande utilização por ter menor custo mas requer longo tempo de aquecimento; o cloreto
de acetila (cloreto de etanoíla, CH3COCl), que não é recomendado principalmente por reagir
vagarosamente liberando ácido clorídrico, que converte metade do reagente em sal tornando-o
incapaz de participar na reação; e o anidrido acético, que é muito utilizado em laboratórios pois
sua velocidade de reação é ideal para a acetilação em soluções aquosas, além de formar um
produto de alta pureza e com bom rendimento.

A acetilação é frequentemente utilizada para "proteger" grupos funcionais primários e


secndários, tornando-os menos suscetíveis a oxidações e menos reativos em reações de
substituições aromáticas.

FORMAÇAO DE UMA AMIDA PRO ACILAÇÃO


Por causa dos agentes de acilação formarem um forte eletrófilo quando tratados por alguns
metais catalisadores, haletos de acila são comumente usados como agentes de acilação. Por
exemplo, na acilação de Friedel-Crafts usa-se cloreto de acetila (cloreto de etanoíla), CH3COCl,
como o agente e cloreto de alumínio (AlCl3) como um catalisador para adicionar um grupo
etanoíla (acetila) ao benzeno:

O mecanismo desta reação é a substituição eletrofílica.

Haletos de acila e anidridos de ácidos carboxílicos asão também comumente usados como
agentes de acilação para acilar aminas para formar amidas ou acilar álcoois para formar éteres.
As aminas e álcoois são nucleófilos; o mecanismo é adição-eliminação nucleofílica. O ácido
succínico é também comumente usado em um tipo específico de acilação chamada succinação.
Sobresuccinação ocorre quando mais que um succinato é adicionado a um único composto. Um
exemplo industrial de acilação está na síntese de aspirina, na qual ácido salicílico é acilado pelo
anidrido acético.

Uma equação química está correta quando ela apresenta um fenômeno químico que
realmente ocorre através de formulas corretas aspecto qualitativo; e coeficientes
corretos aspecto quantitativo.
Numa equação química, os átomos permanecem praticamente “intactos.”
Acertar os coeficientes ou balancear uma equação química é igualar o numero total de
átomos de cada elemento, no primeiro e no segundo membro da equação.

MÉTODOS DE BALANCEAMENTO E EQUAÇÕES QUÍMICAS

Método Direto ou “por tentativas”

Método Algébrico

Método da oxirredução

MÉTODO DIRETO OU “POR TENTATIVAS”


Este método permite o balanceamento de uma equação química através de observações e do raciocínio. É
um método muito útil para as equações químicas mais simples como a síntese, análise, deslocamento
(troca simples) troca dupla e reações de combustão.

Raciocinar com o elemento que apareça apenas num lugar no primeiro membro e apenas num lugar no
segundo membro da equação química;

EXEMPLOS:

NH3 + O2 → N2 + H2O

Preferir o elemento que possua índices maiores;

Escolhido o elemento, transpor sues índices de um membro para outro, usando-os como coeficientes;

Raciocinar com o elemento que apareça apenas num lugar no primeiro membro e apenas num lugar no
segundo membro da equação química;

EXEMPLOS:

NH3 + O2 → N2 + H2O

Preferir o elemento que possua índices maiores;

Escolhido o elemento, transpor sues índices de um membro para outro, usando-os como coeficientes;

Prosseguir com os outros elementos usando o mesmo raciocínio, até o final do balanceamento.

Raciocinar com o elemento que apareça apenas num lugar no primeiro membro e apenas num lugar no
segundo membro da equação química;

EXEMPLOS:

NH3 + O2 → N2 + H2O

Preferir o elemento que possua índices maiores;

Escolhido o elemento, transpor sues índices de um membro para outro, usando-os como coeficientes;

Prosseguir com os outros elementos usando o mesmo raciocínio, até o final do balanceamento.

Raciocinar com o elemento que apareça apenas num lugar no primeiro membro e apenas num lugar no
segundo membro da equação química;

EXEMPLOS:
NH3 + O2 → N2 + H2O

Preferir o elemento que possua índices maiores;

Escolhido o elemento, transpor sues índices de um membro para outro, usando-os como coeficientes;

Prosseguir com os outros elementos usando o mesmo raciocínio, até o final do balanceamento.

Raciocinar com o elemento que apareça apenas num lugar no primeiro membro e apenas num lugar no
segundo membro da equação química;

EXEMPLOS:

NH3 + O2 → N2 + H2O

Preferir o elemento que possua índices maiores;

Escolhido o elemento, transpor sues índices de um membro para outro, usando-os como coeficientes;

Prosseguir com os outros elementos usando o mesmo raciocínio, até o final do balanceamento.

Raciocinar com o elemento que apareça apenas num lugar no primeiro membro e apenas num lugar no
segundo membro da equação química;

EXEMPLOS:

NH3 + O2 → N2 + H2O

Preferir o elemento que possua índices maiores;

Escolhido o elemento, transpor sues índices de um membro para outro, usando-os como coeficientes;

Prosseguir com os outros elementos usando o mesmo raciocínio, até o final do balanceamento.

Observação: Os coeficientes devem ser os menores números inteiros que tornem verdadeira a igualdade
de átomos ou íons nos dois membros.

Raciocinar com o elemento que apareça apenas num lugar no primeiro membro e apenas num lugar no
segundo membro da equação química;

EXEMPLOS:

Al4C3 + H2O → CH4 + Al(OH)3

Preferir o elemento que possua índices maiores;

Escolhido o elemento, transpor sues índices de um membro para outro, usando-os como coeficientes;

Prosseguir com os outros elementos usando o mesmo raciocínio, até o final do balanceamento.

METODO ALGÉBRICO
Esse método pode ser aplicado a qualquer tipo de equação química não iônica. Contudo, ele é evitado
sempre que possível, pois é muito trabalhoso (pouco usado).

Considerar os coeficientes da equação química como equações algébricas (x,y,z,...);

EXEMPLOS:

Pb3O4 + Al → Al2O3 + Pb

Estabelecer uma equação algébrica para cada elemento, traduzindo a igualdade que deve existir entre o
número total de átomos desse elemento no primeiro e no segundo membros da equação;

Resolver o sistema algébrico. Como o sistema algébrico obtido será sempre indeterminado, somos sempre
obrigados a atribuir um valor arbitrário a uma das incógnitas (somente uma). Isso pode ser feito porque os
coeficientes de uma equação química não são números fixos, mas apenas números que obedecem a uma
proporção fixa.

Introdução
Nesse trabalho falaremos sobre os vários tipos de Óxidos. Ex:

Óxidos moleculares, ou covalentes

Óxidos iônicos

Básicos

Ácidos

Anfóteros

Neutros

Sobre As Reações Químicas De Adição e Substituição e sobre o Balanceamento de Equações


Químicas.

Colégio Estadual Hugo Lobo


Nomes: Luana Lay

Daniel Neto

Disciplina: Química

Professor (a): Ana

Ano: 1º Turma: “F”

Química

Data: 10/12/2009