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Introdução à
Sabedoria Hiperbórea


Baseado na Obra de
Nimrod de Rosario








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Introdução à
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Baseado na Obra de
Nimrod de Rosario
 
 
 
 
 
 
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meio eletrônico, mecânico, inclusive por processos xerográficos, sem permissão
expressa do Autor (Lei 9610 de 19.02.98)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Nota Introdutória
Este texto está dirigido, SOMENTE, para aqueles que possuem uma trajetória
de “busca da verdade”. Aqueles que, todavia duvidam das explicações que eles
mesmos tem-se dado, longo de uma vida de investigação de quem somos, de nossas
origens e destino; e que através de escolas Esotéricas, experiências “para-normais” e
centenas de livros, continuam buscando respostas, pois o que aprendeu não o satisfaz.
Para os que sabem que estamos de passagem, QUE SOMOS ESTRANGEIROS neste
mundo, porém não conseguimos ainda montar o QUEBRA-CABEÇAS DA HISTÓRIA;
DO DRAMA MILENAR no qual estamos inseridos. Para aqueles que sem DÚVIDA se
sentem ÚNICOS em todo o UNIVERSO.
O propósito deste pequeno texto, é apontar uma série de “lacunas” faltantes do
Quebra-Cabeças que todos temos incompleto; ou seja, informação e sabedoria não
apenas conhecimento intelectual.
Se você NÃO É UMA PESSOA com PREDISPOSIÇAO GNÓSTICA (assim o
chamaremos), o destino destes lixos, é o depósito de lixo. Assim não perca seu tempo,
vá e “gaste” ele com os “homens reais do mundo real”, os divertidos, modernos,
palpáveis e científicos que tanto aprecia ou detesta.
Se for uma pessoa preguiçosa intelectualmente, não tem muito o hábito da
leitura, se deseja tudo de pronto ou acha difícil demais de superar seus limites até
mesmo físicos e mentais, fique fora desta leitura. Também uma pessoa regada a vícios,
negativa e que busca algo para encontrar uma válvula de escape para suas frustrações
(acredite que aqui não ira achar nada), volte aos seus comprimidos, bebidas e televisão
que são melhores remédios nestes casos. Viva como um Homer Simpson, que é muito
mais confortável. Procure se divertir na noite e encarar a vida como um jogo, pois é o
melhor a se fazer neste caso.
Se buscas palavras amigáveis, de carinho, amor, afeto, verdades lindas e cheias
de beleza, não encontrará aqui, pois esta sabedoria é ácida às vezes cruel, insana, e
muitas vezes nos remete a revisão de diversos conceitos.
Isto não é RELIGIÃO, ou culto, ou sociedade esquisotérica, e ainda algum
grupinho social de amigos. Se procura amizades e pessoas que pensam igual, procure
na internet em rede de relacionamentos fadadas a ilusão e a futilidade extrema, pois lá
é o seu lugar.
Desejas compartilhar experiências? Sentimentos, lirismo, e coisas do tipo?
Procure um grupo de alto ajuda, ou estas casas de entidades que tratam de deficientes
mentais, lá encontrarás todo o amparo, com pessoas qualificadas que atenderão suas
necessidades.
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Porque as palavras que aqui encontrarás são ácidas, diretas e longe de
moralismos, dogmas e preceitos culturais, contudo, senão tens coragem de progredir,
pare aqui para depois não voltar chorando como uma garotinha do ginásio.
Não encontrarás conforto e sim uma proposta de Guerreiros, que possuem esta
Sabedoria Oculta, muito antes de qualquer alusão acadêmica. E aos céticos e fanáticos
religiosos, desistam aqui antes que isto volte contra si mesmos.
Somos lobos, não ovelhas e nossa única diferença para os loucos é que não
somos loucos.
WARRIOR THAROS


"A Sabedoria Hiperbórea não esta apta para naturezas débeis; o Iniciado Hiperbóreo deve exibir
um coração de gelo e uma vontade de fogo”
Nimrod de Rosário (Luis Felipe Moyano) - "Carta aos Eleitos"


“Olhemo-nos de frente. Somos Hiperbóreos, e sabemos muito bem como vivemos distantes.
"Nem por terra nem por mar encontrarás o caminho que conduz aos Hiperbóreos" -
como já dizia Píndaro de nós. Para além do Norte, dos gelos, da morte - a nossa vida, a nossa
felicidade... Descobrimos a felicidade, conhecemos o caminho que a ela conduz, encontramos a
saída após milhares de anos de labirinto.”
Friederich Nietzsche em O Anticristo, 1888.








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INTRODUÇÃO À SABEDORIA HIPERBÓREA

INÍCIO INTRODUTÓRIO

O Nacional-Socialismo do NS (DAP) foi uma aplicação meramente política,
dentro de uma estratégia psicossocial que envolvia uma série de conjuntos voltados à
ancestralidade e o resgate primordial do povo germânico, mas que serviria para
qualquer outro. Era uma doutrina METAPOLÍTICA (além da política, mais próximo de
uma espiritualidade) É Metafísica (além do mundo físico) pura e aplicada, muito mais
rica, complexa e essencialmente diferente da “metafísica” marxista, se é que existe
alguma nas teorias de Marx.

Essa doutrina Metapolítica (tomando por Metapolítica uma política orientada
com fins transcendentais ou místicos) era originada na Thule e na Vril-Gesellschaft
(também entre outras como a Germanenorden), que por sua vez se baseavam em fontes
de antigas sociedades secretas e círculos esotéricos ancestrais, com nomes conhecidos
como Guido Von List (1848 - 1919), Rudolf Freiherr von Sebottendorff (1875 - 1945),
Karl Maria Willigut (1866 -1946); também como Dietrich Eckart, Gottfried Feder, Hans
Frank, Rudolf Hess e Alfred Rosenberg; e que era professado pelos antigos Germanos,
Íberos, pelos Cátaros medievais, e pelos gnósticos, Maniqueus e entre outros povos tão
antigos e ancestrais a todos estes. Tal Sabedoria Hiperbórea era sustentada, no Terceiro
Reich, pela Ordem Negra-SS (Schutzstaffel) e os Cavaleiros do Sol Negro (tais nomes
podem ser facilmente pesquisados e consultados a posteriori, e sendo verificado no
castelo de Welvesburg algumas evidencias que corroboram tais afirmações contidas
neste texto), a Ahnenerbe (Instituto para a Investigação e Ensino sobre a Herança Ancestral
Alemã) e a Totenkopf Orden.

Existia então toda uma simbologia, conceitos, idéias e estratégia endossada numa
revitalização dos verdadeiros cultos e ritos dos deuses germânicos antigos, desta forma
esvaziando o que o Cristianismo fez com a ancestralidade dos povos Indo-Arios em
sua totalidade. Assim como pode ser verificado, a runa suástica e diversas outras
runas tomaram lugar a símbolos sagrados cristãos, substituindo-os. Um novo conceito
de cultura mítica e espiritual estava sendo aplicada. Mais uma vez, assim como na
Grécia Dórica ou em Roma, o povo estaria engajado, em contato com os deuses, seus
mitos e símbolos eternos. Sob o olhar de um líder carismático, levantando um povo
caído em escravidão e usura, usurpado de seus direitos e plenitude em essência, além
das riquezas materiais, afastados de sua verdadeira missão e de suas origens bárbaras
ancestrais, regadas de valores virginais e matriarcais.

Também existia o "NS pragmático" (meramente político adotado por pessoas
comuns em sua maioria aqueles carentes de espiritualidade, no entanto, mesmo assim,
envoltos em uma estratégia psicossocial, que deram sua contribuição), apenas como
véu estratégico e como o meio de cultura onde proliferavam aqueles cuja Voz de
Sangue (conceito de ancestralidade do sangue astral, voltado à voz do espírito, do EU)
os integrava a seus Kameraden, mesmo assim não possuíam uma visão mais avançada.
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Nem todos conheciam os fundamentos da Thule Gesellschaft, ou mesmo o lado oculto
do Terceiro Reich, pois era algo para naturezas mais avançadas, espíritos plenos e
infelizmente nem toda a massa estava preparada AINDA para o esclarecimento total
de uma nova Atlântida renascida. E por isso muitas vezes, tais slogans, propagandas, e
símbolos, eram usados e direcionados ao inconsciente coletivo, onde que nem todos
deveriam saber diretamente seu conteúdo, a fim de evitar desenrolar paradigmas
meramente CULTURAIS. Somente uma ELITE tinha a Sabedoria plena.

Portanto, todo o modus operandi do NS e seus mecanismos psíquicos são
carismáticos, não culturais, não racionais, residem no que C. G. Jung (psicologia
analítica) chamou de Esfera de Sombra (inconsciente) da Psique humana - deixando
carente de significado qualquer estruturação epistemológica pragmática que resida na
compreensão racional do NS, pois se tratam de arquétipos, símbolos e mitos que
sustentam símbolos eternos (símbolos hiperbóreos, deuses, arquétipos universais
apenas localizados na esfera de sombra ou inconsciente, a serem compreendidos
noologicamente – com o Espírito - e lançados a consciência). A identificação é
automática dependendo do desenvolvimento da Esfera de Sombra (Sol Negro) e da
pureza sincrônica do Sangue.

Segundo C. G. Jung (lembrando que muitos até hoje negam sua contribuição ao
Nacional Socialismo de Hitler, e que tenha sido um entusiasta do mesmo) em sua
psicologia analítica podemos entender por arquétipos:

“Se falam do conceito original, formulado por Jung (mas deturpado e distorcido por todos
que quiseram dar um certo ar "científico" aos seus credos), os Arquétipos são as tendências
estruturais invisíveis dos símbolos. Os arquétipos criam imagens ou visões que
correspondem a alguns aspectos da situação consciente. Jung deduz que as "imagens
primordiais", um outro nome para arquétipos, se originam de uma constante repetição de
uma mesma experiência, durante muitas gerações. Funcionam como centros autônomos que
tendem a produzir, em cada geração, a repetição e a elaboração dessas mesmas experiências.
Eles se encontram isolados uns dos outros, embora possam se interpenetrar e se misturar. É
como o buraco da forma de gelo. Há portanto arquétipos universais, invertidos e entes em
seus níveis de significação e contexto, que estão presentes no inconsciente coletivo da
humanidade, e que fará qualquer povo de qualquer lugar, mesmo se isolado numa ilha ou
planeta, daqui há algum tempo conseguir adotar os mesmos mitos e sabedoria (de forma
intuitiva, desde que os mesmos pertençam a linhagens dos cro-magnon) para compreender
esta lacuna deixada pela ausência de compreensão na esfera de luz (consciência) do espírito
e o EU.

O núcleo de um complexo é um arquétipo que atrai experiências relacionadas ao seu tema.
Ele poderá, então, tornar-se consciente por meio destas experiências associadas. Os
arquétipos da Morte, do Herói, do Si-mesmo, da Grande Mãe e do Velho Sábio são
exemplos de algumas das numerosas imagens primordiais existentes no inconsciente
coletivo. Embora todos os arquétipos possam ser considerados como sistemas dinâmicos
autônomos, alguns deles evoluíram tão profundamente que se pode justificar seu
tratamento como sistemas separados da personalidade. São eles: a persona, a anima (lê-se
"ânima"), o animus (lê-se "ânimus") e a sombra. Chamamos de instinto aos impulsos
fisiológicos percebidos pelos sentidos (esfera afetiva). Mas, ao mesmo tempo, estes instintos
podem também manifestar-se como fantasias e revelar, muitas vezes, a sua presença apenas
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através de imagens simbólicas. São estas manifestações que revelam a presença dos
arquétipos, os quais as dirigem. A sua origem não é conhecida (até certo ponto pelo cérebro
arquetípico), e eles se repetem em qualquer época e em qualquer lugar do mundo - mesmo
onde não é possível explicar a sua transmissão por descendência direta ou por "fecundações
cruzadas" resultantes da migração.”
Um dos arquétipos mais conhecidos é o do Herói, e evidencia - dentre mil outras
coisas - o gosto de muitos por filmes de ação, o acompanhamento de sagas olímpicas e
torneios, elementos que exaltem o espírito do guerreiro e a atenção inconsciente da
visualização da runa Suástica e Evástica, que não foi apenas usado pelo NS. Tal Vox
faz ferver o sangue e estimula ainda mais o conhecimento e o entendimento de tal
sensação e atuação de sua Voz do sangue ou Memória de Sangue (Minne). Assim, foi
confeccionado através de diversas formas a exaltação direta a voz do sangue do povo
germânico, em oposição direta ao cristianismo vigente e seus conceitos, e
excelentemente aplicada por Joseph Goebbels (1897-1945), ministro da propaganda do
Terceiro Reich. Tal resposta foi o espantoso número de voluntários ESTRANGEIROS as
SS (Schutzstaffel) em armas. Pessoas do mundo inteiro, até mesmo os que os racistas
neonazis de hoje chamariam de “inferiores”, responderam ao carisma do Führer e a
guerra contra o inimigo maior.
O Terceiro Reich fazia vários desfiles, encorajados por Alfred Rosenberg (1893-
1946), com estrelas, cetros e indumentárias tipicamente babilônias, gregas, teutônicas,
romanas, etc., pois seguindo a missão iniciática as SS desejavam ser a "Nova Babel",
“Nova Roma”, “Nova Grécia”, “Nova Esparta”, o “Terceiro Reich”. Mas essa “torre”
de Babel a que se referem os Iniciados tem um teor bem diferente do judeo-
cristianismo e os relatos de suas respectivas bíblias ou a Torah. Também era possível
notar a riqueza de elementos simbólicos ressaltando as fileiras dos soldados como
Espartanos da Grécia Dórica antiga e ou também os soldados Pretorianos de Roma. A
Saudação “Sieg Heil” (aplicada com um dos braços esticados para frente, formando um
ângulo reto com o corpo, visto de perfil) é uma saudação mágica muito antiga, desde a
Atlântida, usada por diversos outros povos ao saudarem o rei do sangue. Mais recente
temos como exemplo, Roma com a saudação feita ao César. Mas o mais importante
mesmo é a palavra dita (bija – termo que os hindus usam para distinguir palavras
pronunciadas que possuem efeitos “mágicos” na acústica correta, muito usada para os
mantras), pois é dela que se emana o comando de voz, e o movimento corpóreo
representam uma runa; existindo toda uma energia criada em torno disto, muito mais
além do que pessoas comuns e céticas possam imaginar.

Um erro típico dos racionalistas e céticos, daltônicos gnósticos, é o de pensar que
o Nacional Socialismo sem seus termos místicos é apenas uma ideologia partidária,
leiga e temporal. A elevação básica de uma visão mais profunda é ver o Nacional
Socialismo sob a ótica de sua origem central, ou seja, dentro dos conhecimentos da
Sociedade Thule Gesellschaft e das SS. Todos os historiadores que tentam decifrar os
enigmas do Terceiro Reich caem sempre no deducionismo, nos achismos e
esquisoterices para tentar adjetivar como demoníaca a proposta do Führer. Assim
sendo, ao menos admitem que jamais compreenderão perfeitamente como tal
simbolismo, signos, sinais e a suástica podem expressar tanta força e valor em seu
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povo; sincronizados em um único objetivo e doando suas vidas em guerra. A resposta
mais próxima que estes historiadores simplistas chegam é de que o povo foi
“hipnotizado”, idéia que a principio já se torna digna de muitas gargalhadas. Afinal o
Führer conseguia fazer da política com sua oratória, um discurso de uma tarde inteira;
manter em euforia uma multidão pela tarde toda, atenta e escutando, como em um
sonho mágico que se torna realidade; sem ser tedioso.

O Nacional Socialismo não "inventou" do nada sua parte esotérica, mas essa o
precedeu em milênios através de uma estratégia e sabedoria muito antiga, legada por
diversas civilizações. As referências mais recentes são o Catarismo medieval, a
doutrina dos monges tibetanos Kâulikiyas (Muitos deles defenderam o Bunker de
Hitler na batalha de Berlim, causando mais de 600 baixas no exército soviético; por
conta disso a existência da pequena divisão tibetana das SS foi totalmente encoberta,
os vestígios arrasados pela URSS, mas constam de seus documentos mantidos em
sigilo e em algumas fotos raras de se encontrar), entre outras contribuições, de
Armanen e seu sistema rúnico, Von Sebottendorf (1875-1945), Guido von List (1848-
1919), Nietzsche (1844-1900), Edmund Kiss (1886 – 1960, onde foi em expedição pela
Ahnenerb para a Bolívia) e de outras influências, facilmente verificado lendo os livros
publicados OFICIALMENTE pela SS no período do Terceiro Reich. Também Heinrich
Himmler (1900-1945) e Rudolf Hess (1894–1987), ambos altos iniciados, deram suas
contribuições teóricas e mágicas para criar a difusão carismática da identidade
germânica.

Dietrich Eckart, que descobriu Hitler em setembro de 1919, tornou-se mais tarde
um amigo e professor. Ele com os seus pontos de vista nacionalistas e anti-sionistas foi
o exemplo ideológico de Hitler. Dietrich Eckart já estava convencido em 1920, que o
sionismo tinha de ser destruído. Rudolf Hess também viu Adolf Hitler, discursando e
logo sentiu sua predisposição gnóstica para se tornar o futuro Rei do Sangue da
civilização hiperbórea alemã, sendo Hess o encarregado de encontrá-lo. Quando o
reconheceu, foi de imediato sua frase “É ele, é ele mesmo, tenho certeza” disse seu filho
Wolf Rüdiger Hess em depoimentos posteriores. Hess era um dos grandes Iniciados
bem como Martin Bormann (1900-1945) e Dietrich Eckart (1868 - 1923), naturalmente.
Hess foi então o Taufpate (padrinho da iniciação) de Hitler na Thule e logo foi passado
a Dietrich Eckart, mentor direto de Hitler na Thule, passou a ele toda a sabedoria e viu
nele, e todos da ordem, tremenda energia interior: todos os Iniciados então viram nele
o futuro Rei do Sangue, aquele que governa por direito nato de seu extremo poder
espiritual, eleito por seu carisma e não por nenhuma democracia política. Ele recebeu a
Iniciação e foi posto na liderança de um pequeno partido (DAP); a partir daí, iniciou-se
a estratégia psicossocial (NS), formando então o conhecido NSDAP
(Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei - Partido Nacional Socialista Alemão dos
Trabalhadores).

Não só Hitler, mas Hess (seu padrinho na Thule), Eckart (seu mentor), Himmler e
um círculo de quase 300 SS faziam parte da secretíssima sociedade Einherjar, que se
formou há mais de 600 anos com um ramo da milenar família de Tharsis que deu
seguimento à cadeia iniciática hiperbórea no interior da Áustria (mais detalhes
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descritos na Novela Mágica “O Mistério de Belicena Villca”). Daí que tantos outros SS
tenham sido iniciados (mas nem todos das SS em armas ou outras divisões eram
iniciados ou pertenciam a Thule, basicamente a maioria fazia parte da Ordem Negra da
SS), em especial aqueles que participaram das expedições esotéricas como a do Tibete,
China, Bolívia, Amazônia, Escandinávia, Antártida e etc.

A retórica da "Deutschland Erwache!" ("Desperte, Alemanha!") despertar para o
Valor do Espírito foi criado por Eckart. Dedicava envolver as pessoas numa atmosfera
carismática de União absoluta e sincrônica do Sangue, para que a Voz de Sangue
comum do povo, a Voz do Espírito, pudesse se manifestar (Aura Cátena). Todos os
símbolos espirituais usados, a Águia que é o símbolo máximo do Guerreiro Sábio, do
homem viril e altivo, à Suástica que é um fragmento do Signo de Thule (signo da
origem), tudo era propício a este fim esotérico do despertar coletivo e da tentativa de
transmutação coletiva do Vyria perdido (Vyria, do sânscrito, “homem desperto”) para
um Domini Canis (Cão domado ou Alma domada), um Homem Espiritual onde sua
alma criada (do criador) é dominada e controlada pelo Espírito eterno (livre, não-
criado), e esse exprime seu Valor Honorífico Absoluto. É de onde vem o lema da
Ordem Negra da SS: Meine Ehre heißt Treue - Minha Honra se chama Valor (fidelidade)!

Adolf Hitler, o Führer, ele o Rei do Sangue, foi uma personalidade sem igual
assim como também o antigo rei mesopotâmio Nimrod. Tinha muita energia. Saiu do
meio do quase nada - um camponês dedicado a oratória e a ser líder desde muito cedo,
mesmo nas rodas de brincadeira, era ele quem ditava as brincadeiras - e conseguiu
alçar ao mais alto grau de existência apenas com sua FORÇA VOLITIVA (força de
Vontade).

Passou fome várias vezes para gastar dinheiro com instrução e arte, vendia
quadros para ganhar um mínimo de sustento afim de não se submeter ao sistema
salarial escravagista existente, e se ninguém lhe ajudou - nem a Thule (ajudou muito
depois, dado sua instrução e iniciação na Sabedoria Hiperbórea) - conseguiu a
imortalidade pelos seus feitos, sem ajuda, ainda mais, pelo TRIUNFO DA VONTADE.
E quando soldado, seus atos de bravura apenas evidenciaram seu potencial heróico,
tendo conquistado a cruz de ferro merecidamente, tornou-se admirado até mesmo
pelos seus oficiais superiores que futuramente se juntaram em sua estratégia.

Mesmo sabendo que não podia vencer uma guerra, e não a queria (desejava
apenas ganhar tempo para estender a atuação de sua estratégia para mais indivíduos),
mas se preparou para ela e a lutou, por questões estratégicas além do que generais, ou
pessoas comuns podem deduzir e fantasiar. Nunca freqüentou escolas militares, no
entanto, venceu batalhas e criou estratégias de dar inveja a muitos generais
conceituados, por mais que hoje critiquem esta ou aquela ação, tudo foi ponderado e
muita das vezes, alguns generais omitiam informações, pelo simples fato de que
tinham o EGO maior que a própria certeza da vitoria. Combatia-se não apenas um
sistema cruel e facínora, mas toda a Sinarquia (união de poderes) e suas ramificações
nos anais de todos os governos e economias políticas. E se a Alemanha resistiu tanto,
foi graças ao valor inquebrantável do Espírito que foi inspirado pelo exemplo e pela
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presença energética de Hitler, sua determinação e posição da Guerra Essencial (Guerra
dos deuses). Desde Atlântida, nenhum outro combate, guerra ou batalha, foi tão atroz
quanto esta que resultou na aliança do MUNDO INTEIRO contra a Alemanha de Hitler
(Japão deixou Alemanha na mão de pronto, apesar de muitos guerreiros samurais
terem feito seu papel, ao contrario de seus superiores; Itália era fraca e Mussolini não
tinha o mesmo carisma de Hitler, assim tendo que deslocar ajuda ao vizinho amigo; em
contrapartida houve voluntários do mundo todo a ajudar o Reich Alemão).

Como todos os Grandes Espíritos que expressam nessa vida um valor extremo,
ele se livrou das cadeias da existência material e se incorporou ao mundo dos Espíritos
Livres, Hiperbórea, onde se torna um DEUS (assim como todos os Viryas podem
chegar a ser) ou KSHATRIYA (termo usado em sânscrito para definir “Casta de
Guerreiros”), e desde onde se manifesta cada vez que uma pessoa declara, com todas
as suas forças, a Guerra espiritual (Guerra Essencial) contra as forças do Karma
(conjunto de deméritos acumulados que visa atingir uma meta evolutiva ou Dharma
para cumprir a vontade do Criador).

Em termos mais históricos, podemos ver Hitler exatamente nos termos do filme
da Leni Riefenstahl (1902-2003): O TRIUNFO DA VONTADE. Sabia do caráter suicida
de sua missão, e jamais voltou atrás por conta da consciência imanente de que era uma
luta em nome da Honra, uma nova revolta em nome de todos os povos Hiperbóreos
que foram arrasados pela Sinarquia, na Europa, na Ásia, nas Américas e entre outros.
A missão exotérica (algo que está fora, externo) de Hitler era expor a Sinarquia nas
suas bases e em seu pleno funcionamento - a aliança que afundou o mundo na guerra
total foi concebida para apagar a Voz do Sangue do povo alemão que então se
aproximava da transmutação coletiva em homens espiritualmente despertos (a canção
DEUTSCHLAND ERWACHE!).

Todo o alto comando SS estava comprometido com a Sabedoria Hiperbórea, por
isso do circo e linchamento de Nuremberg - os inimigos aliados a partir dali tomaram
uma série de providencias e criaram leis internacionais, desrespeitando as já existentes,
para que proibisse veementemente qualquer que seja a simbologia adotada que faça
menção ao Nacional Socialismo e todas suas vertentes. Assim para que jamais o mundo
novamente tenha sequer o nome de Hitler citado nos anais da história. Trabalho este
em vão, porque nenhum poder terreno político ou sinárquico tem autonomia ou força
para destruir o espírito inquebrantável e eliminar a estratégia dos Deuses Leais, sendo
estas leis apenas para amedrontar os mais fracos e confundir os mais débeis.

Em suma, fica evidente que o Nacional Socialismo é uma GNOSIS (conhecimento
superior, interno, espiritual, iniciático), um estudo mais profundo das origens
espirituais e ancestrais aplicados em uma estratégia e uma postura diferente diante de
toda a sociedade ocidental.

Qualquer pretenso entendido do Nacional Socialismo deve ter lido o "Mein
Kampf" de Hitler, mas isso não é recomendado como uma leitura inicial. Este livro
expressa as linhas políticas adotadas naquele contexto histórico, período de seu exílio
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na prisão, foi confeccionado com a ajuda de Rudolf Hess dentro de uma estratégia
psicossocial; frases de efeito com simbolismos que passam por alto aos desentendidos,
a partir daí que surgem erros grosseiros de interpretação e imputam falso; frases
desconexas e fora de sentido real conotativo. Exatamente por este mau uso de parte da
propaganda aliada, o Führer ordenou que fosse retirado de circulação o livro.

Vejamos a seguir, em entrevista concedida em 1936 ao jornalista francês Bertrand
de Jouvenel (Paris Midi) o que Hitler disse: “Meu livro é um desafio à luta, recheado de
insolências e imprecações, pois foi escrito na prisão. Eu o redigi com a indignação do apóstolo
perseguido, mas entre os programas políticos do livro e os do chanceler do Reich alemão existe
uma diferença fundamental. Ocorreram mudanças e compromissos, como sempre, quando uma
oposição assume o governo. Deveria eu me corrigir e eliminar do livro as passagens que hoje são
ultrapassadas? O político não se corrige com palavras, mas sim através do seu comportamento,
de suas ações. Eu retifico o que disse em Mein Kampf sobre a França da melhor maneira
buscando com todo empenho um entendimento alemão-francês.”

Tendo isto claro, ao pobre cidadão alemão de hoje, não lhe é permitido estudar
sua própria história.

Desta forma podemos identificar que:

• O NS e a Doutrina Oculta da Ordem Negra da SS não são um privilégio da
Raça Branca, mas virtualmente qualquer ser humano pode aceder à Iniciação
Hiperbórea e formar um povo de Sangue Puro desde que se purifique seu
sangue astral, aplicando sua força volitiva (Vontade) de seu Espírito (o mais
profundo do EU).

• A Pureza do sangue não é simplesmente genética, é muito mais complexa.
Sempre que pensamos Sangue pensamos não só na genética, mas no SANGUE
ASTRAL. A Pureza de Sangue se mede pelo grau de desenvolvimento da
Esfera de Sombra e pela ORIENTAÇÃO demonstrada pelo indivíduo em
direção a sua Voz do Sangue, a Voz dos ancestrais hiperbóreos. Quem
consegue melhor ouvir (a canção dos deuses), mais Puro e transmutado é seu
sangue.

• O NS não recomenda a miscigenação porque acarreta em grande confusão
espiritual, dificultando (não impossibilitando) a visualização do signo de
origem primordial, do qual é objetivo para se ter a libertação do espírito
aprisionado. A retórica do nordicismo, de que somente loiros de olhos azuis,
são argumentos dos que não compreende a ancestralidade como um todo,
mesmo entre os povos indo-arios existem variações fenotípicas, bem
detalhadas pela Ahnenerbe em seus estudos arqueológicos e esotéricos.
Somente os que levam o NS como algo cultural, palco para um subterfúgio de
ódio e instinto agregário é que podem se amparar nisto. Porque o NS prega
justamente o fortalecimento de cada raça, de cada cultura que possa criar uma
vinculação carismática através do Sangue. A preservação racial é um
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movimento estratégico que permite em certas ocasiões da História a aplicação
de uma transmutação coletiva, uma sincronia completa do Sangue. Mas isso
não se aplica somente à raça Branca, mas a qualquer povo e raça que, num
certo momento da História, deseje se mover coletivamente em direção à
Origem, e dentre estes casos temos vários povos no decorrer da História.

• Jamais um verdadeiro estudante da Ordem Negra da SS e sua sabedoria,
pregaria "supremacia branca" nem o racismo cultural puro e simples, mas sim a
preservação de cada raça e a beleza de cada uma em sua Pureza Primordial,
sem o detrimento de outras.

Poderíamos descrever aqui de forma acadêmica e forense todas as nuances
políticas da Estratégia NS. Porém, não se faz necessário, já que é verificável em
qualquer fonte histórica séria, mesmo que o autor negue tal roupagem espiritual e
passe a fazer uma mistura de “esquisoterice” como vemos por ai em muita literatura
com fins lucrativos.

Desta forma podemos compreender melhor a ORIGEM GERADORA do
Nacional Socialismo que é a Sabedoria Hiperbórea. Toda a política seria informação
meramente cultural e intelectual, já bem conhecida e resenharia apenas de forma
superficial o verdadeiro NS oculto - o mais profundo conhecimento anterior dentre os
anais da história. O grande objetivo por trás dessa política é contra-atacar num ato de
Honra, mesmo sem chance de vitória (e Hitler era ciente disto) a Sinarquia, expondo
sua força e modo de operação, movimentando em oposição até mesmo cultural ao Kali
Yuga (Era do Ferro, para os Hindus nossa era atual de maior degradação do homem, a
última era de existência deste mundo), freando a roda de decadência do mundo e dos
homens.

Não foi a primeira vez na Europa, que se aplicou tal estratégia (não no tamanho e
neste raio de alcance global tão recente que foi a Segunda Guerra Mundial, enfrentando
a Sinarquia e deixando exposta sua união escusa e como se coadunavam, desde
Atlântida), mas em boa parte do mundo, houve guardiães da Sabedoria Hiperbórea, da
Gnosis Primordial anteriores ao Nacional Socialismo. O Nacional Socialismo resgatou
diversos símbolos eternos de Roma, de César Augusto (um dos mais altos iniciados
Pontífices da Sabedoria Hiperbórea) revivendo o esplendor e o apogeu de uma
estratégia altamente honorífica e transformadora de homens adormecidos em Homens
de Pedra. Também existem outros relatos de diversas linhagens germânicas e nórdicas,
cujas algumas serão resenhadas aqui.

Muitos pesquisadores e historiadores, erroneamente (ou não) associam os
Druidas aos Celtas constantemente, ou qualquer monumento Megalítico relacionado a
estes. De tal modo que façam crer que tais sacerdotes eram na verdade de origem indo-
aria, quando bem sabemos que não é bem assim. Deste modo, no Manuscrito de Oera
Linda (livro encontrado no acervo de pesquisas do Instituto de Pesquisa Ancestral Alemã
Ahnenerbe, durante o Terceiro Reich e entre outros escritos antigos recuperados)
contém relatos da família de nobres Overlinden, na então Frísia, hoje território
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holandês, com milênios de idade e como o culto dessa região foi degradado por uma
casta de Sacerdotes que se chamavam a si “treuwidden” (“os que tudo sabem”, mais
conhecidos Druidas “celtas). Os Overlinden sabiam através de Dácios, Trácios e
Búlgaros que os treuwidden provinham da Judéia e eram vistos constantemente entre
os assírios e fenícios, em um porto na rota próximo a “terra prometida”. Os celtas, por
ter tido influencia direta dos Druidas, foram os primeiros povos a caírem, e não
oferecer resistência alguma a conversão ao cristianismo, ao contrario de outros povos
nórdicos e bárbaros. Também Armanen relata a história de sua própria família
germana, as guerras que enfrentaram por causa de seu culto, e o seu sistema rúnico dos
mais antigos, podendo verificar diversas divergências atuais com o dito sistema rúnico
contemporâneo.

Karl Maria Willigut conta a história dos Saxões, povos valorosos e bárbaros,
sua religião que defendiam de seus próprios irmãos germânicos que adotaram uma
versão deturpada do Odinismo, em meados de 3.000 a.C.

Todos estes relatos são semelhantes. São todos relatos de casas de linhagens e
povos de idade muito antigos. De tal modo que fica evidente a correlação dos mitos em
si, em cada povo, e como que cada qual adotou um sincretismo peculiar através de tais
“sacerdotes” implementando, ou tentando, confundir o real SENTIDO dos mitos.
Todos estes povos tinham a missão de defender uma religião que aparentemente
revoltava seus vizinhos, incomodava diversos inimigos antigos em sua maioria
nômades e comerciantes. Contam de um artefato sagrado, que envolvia
invariavelmente uma gema verde, pela qual seus vizinhos e inimigos cobiçavam a todo
custo e proporcionavam guerras de custos exorbitantes para sua posse. Foram todos
perseguidos e exterminados de forma violenta e tiveram muito de seu sangue
derramado quando perdiam uma guerra, num ódio muito ignorante. Fica evidente a
influencia de sacerdotes, que mesmo deturpando conceitos míticos, ainda a muito
custo, tiverem êxito em alguns casos e outros não. Fica evidente uma ligação ancestral
muito mais antiga primordial, datada da formação do mundo, onde que se
assemelham em vários fatores.

Podemos perceber que nessas religiões e povos, aparentemente diferentes entre
si, sempre evidenciava a figura de um Wotan (Old High German), às vezes chamado
Na-Wotan, Wōden (Anglo-Saxon), Wodan, Wōđanaz (Proto-Germanic), Óðinn (Old
norse) e etc. Senhor Wotan (Navutan), num idioma muito antigo, como o nórdico
arcaico, germânico arcaico e entre outras línguas arcaicas de origem indo-ária.

A ligação comum entre tais povos era sem dúvida o inconsciente psíquico e a
herança hiperbórea do signo da origem (espiritual e transcendental, não apenas no
sentido cultural), diferente de racional e amansadora, era voltada a guerra, ao bárbaro
(assim como o famoso personagem Conan o Cimério, podemos ver o mito de tal
personagem apresentado nestes povos), netamente insana. Não era uma religião
comum, nem uma “doutrina oculta”, mas simplesmente um código de conhecimentos
intuitivos baseados no Orgulho Guerreiro e na Honra (longe de ser moral e psicológica
ou ética, muito diferente do conceito psicológico de Honra atual) que todos diziam ter
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recebido de um povo ancestral de gigantes que lhes legou tal Sabedoria, juntamente
com as Ciências Lítica, o cerco Amuralhado de Pedra, as Armas, a Agricultura, antes
de migrar sempre para o Leste e construir tais monumentos líticos sempre próximos a
rios ou costas marítimas. Tais relatos podem ser consultados em diversos livros, de
forma bem tímida e às vezes errônea, o que faz mister uma revisão histórica, desde a
Grécia Dórica e ou Roma de Cesar Augusto, e em outros povos isolados até mesmo
entre índios norte-americanos, Japão com os Ainos, os Kassistas da Babilônia, os
Sumérios e até os Mongóis.

Não só na Europa, mas em boa parte do mundo, houve os que ostentaram a
Sabedoria Oculta da Libertação do Espírito cativo como se pode verificar.

Gengis Khan, por exemplo, era um destes. Possuía como seu símbolo a Suástica.
Jamais estará detalhado afundo sua origem, principalmente quando o mesmo passou
pelo exílio do deserto de Gobi e o que ali ocorreu, a historia “oficial” jamais entrara em
detalhes, mesmo que conheça. Tal signo era o símbolo do exército mongol de Temüjin
(Gengis Khan), justamente porque foi tudo destruído (entretanto no parlamento
Mongol, até hoje pode se notar no monumento a Gengis Khan, a evástica adornada),
proibido e oculto dos anais da historia de forma deliberada e planejada desde séculos.
Afinal a historia é contada pelos vencedores ou seus sucessores. O mesmo pode ser
dito sobre Roma, todas as mentiras que contam e imputam a Roma grandiosa, seus
símbolos e seus templos, todos discretamente deixados de lado, principalmente os que
possuem as evásticas e as runas suásticas, como o templo de Ara Pacis, onde que o
próprio Führer, fez questão de visitar primeiramente quando esteve na Itália.

Na América, houve diversas tribos norte-americanas (alguns artefatos possuíam
a suástica e muitos relatos se assemelham aos dos outros povos já citados) que
construíram cidades de pedra de acordo com a Sabedoria Hiperbórea. Na América do
Sul os Incas cultuavam um deus chamado VIRACOCHA, semelhante ao
QUETZALCOATL Asteca, que não eram senão ODIN, WOTHAN ou NA-VUTAN. Sua
figura era a de um homem branco, com longa barba, idade avançada e uma túnica
cinza ou negra, e que sempre aparecia para dar conselhos nos momentos de pior
dificuldade (semelhante ao personagem Gandalf, da saga épica do século XX de J. R.
R. Tolkien). Outro exemplo são os povos da Lua, situados na Ilha da Lua (destruída e
hoje conhecida como Ilha do Sol, mais detalhes podem ser obtidos da novela mágica
“O Mistério de Belicena Villca”) no Lago Titicaca, na Bolívia (Edmund Kiss visitou, em
expedição promovida pelo Instituto Ahnenerbe, este território e pode verificar a
presença de vários monumentos de pedra com runas incrustadas), que foram
liquidados por tribos rivais. Outros relatos que podem ser lidos nas Crônicas de
Akakor, das tribos de povos germânicos na Amazônia e na região fronteiriça com
outros países.

Tais relatos formam um grande quebra-cabeças, que unidos, encontram uma
sincronia mítica, uma relação mais intrínseca ao Espírito do que meramente racial (com
exceção das questões estratégias de transmutação coletiva e entre outros fatores em que
o sangue puro genético pode influenciar beneficamente). Assim observamos, sempre,
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uma sabedoria antiga, de construtores de pedra com Cromlechs e Monólitos,
Megalitos e etc., sempre descritos como povos sábios em diversos relatos míticos e
religiosos. Tais povos sábios eram os Atlantes Brancos (sobreviventes da Batalha de
Atlântida, guerreiros da origem; fizeram o Pacto de Sangue com os Iberos; eram os
homens de Cro-Magnon, iniciados que ajudaram com suas construções de pedra a
influenciar povos ali próximos, neutralizando a energia do Kali Yuga; significam a
Eternidade do Espírito e se retiraram para Agharta), de Atlântida, ou como alguns
nórdicos e povos indo-arios chamavam, Povos Hiperbóreos de Hiperbórea ou Thule.



















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SABEDORIA HIPERBÓREA
(GNOSIS HIPERBÓREA)

Por volta da década de 80, o argentino Sr. Luis Felipe Cires Moyano Roca, (alto
Iniciado e Pontífice Hiperbóreo, supõe-se de uma linha de sucessão, na América do
sul, da Ordem Negra desde Martin Bormann), toma contato com a história da Casa de
Tharsis (linhagem dos antigos Tartessos da península Ibérica), uma família de nobres
espanhóis com mais de quatro milênios de antiguidade. Suas obras são fruto de
estudos de mais de 20 anos, retirado de diversos livros raros e proibidos (em torno de
cinco mil livros) e compilados de todos estes relatos e fragmentos escritos da Sabedoria
Hiperbórea. Assim termina suas obras que são nada mais que uma compilação
didática, de máxima “ciência” gnóstica hiperbórea nunca antes tão excelentemente
escrita. São estas: a Novela iniciática mágica intitulada “O Mistério de Belicena Villca”
(onde estão todos estes fragmentos dos relatos da Casa de Tharsis e a sabedoria
hiperbórea no decorrer da história, explicando seus conceitos e como foi mantida por
diversos povos no decorrer do tempo), também os livros fundamentais de estudos
didáticos, par excellence em estudos profundos da sabedoria hiperbórea e sua
aplicação gnóstica intitulado de “Os Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea” (obra
bem detalhada, com 14 tomos/livros com todos os conceitos descritos como nunca
antes, sobre a estratégia dos Deuses Leais, os conceitos da gnosis hiperbórea e suas
aplicações) e outros ainda não divulgados por questões estratégicas. Totalizando são
quase duas mil paginas de materiais mais complementos a serem lidos, pelo menos por
quem deseja uma melhor compreensão da estratégia primordial dos Siddhas Leais
(Deuses Leais) para fins de Orientar-se na Guerra Essencial, que está acontecendo e
que a partir de agora deseja possuir de força volitiva suficiente para tornarem-se mais
um soldado e estudante da Gnosis Primordial.

Então iremos introduzir e resenhar em alguns conceitos da Gnosis Primordial,
para poder se ambientar melhor no que estas obras escritas por Luiz Felipe Moyano
explicam.
Explicando de modo simples, existe um conflito de Deuses (Leais e Traidores)
desde a Origem do ser humano. Este conflito vem orientando os grandes conflitos da
humanidade desde os tempos mais remotos do mundo Criado.
O Homem (fala-se homem no sentido de gênero/espécie) possui uma tríplice
natureza: o corpo físico, uma Alma ou Mônada (O Uno emana de si raios, alentos ou o
sopro divino que é chamado de Mônadas, que são a essência imortal da alma do
animal-homem) que é igualmente material (criada pelo Deus Criador e pertence ao seu
Uni-verso) e um Espírito NÃO MATERIAL, APRISIONADO À ALMA, INFINITO EM
SI E ETERNO (não imortal de existência, mas eterno em presença). Esse Espírito
provém de HIPERBÓREA, um local fora/além do Uni-verso Criado, onde lá ele era
infinito e indeterminado, plenipotente e onipresente como um Deus.
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Segundo as várias correntes esotéricas ocidentais, o sete é o número fundamental
da manifestação, freqüentemente encontrado em diferentes cosmogonias (origem do
cosmo, estudo de), assim como nos dogmas de diversas religiões e na tradição de
muitos povos antigos. Assim como a natureza, chamam o Homem de saptaparna
(planta de sete folhas), simbolizado geometricamente por um triângulo sobre um
quadrado. Nesta constituição setenária, podemos entender a Mônada como a coroa (ou
aureola) que esta acima da constituição humana (a ponta superior do triângulo),
fornecendo-lhe a sua alma (criada) “imortal”.
Diz-se que a Tríade superior é a parte “imortal” da natureza humana, o "espírito"
(usado erroneamente como sendo a mesma coisa que a alma) e alma da terminologia
Cristã, enquanto que o Quaternário inferior é a parte mortal, o "corpo" (Sthula Sharira
- o corpo físico, corpo denso), do Cristianismo. A mônada tem o objetivo de
individualizar-se, emana de si um princípio mais denso chamado Budhi (da raiz verbal
do sânscrito, budh, despertar, iluminar, saber; a alma criada, o fino vaso onde dentro arde a
Mônada é o raio individual que emana da Alma Universal ou anima mundi).
São conceitos da Teosofia, que mesmo ela sendo fruto da confusão estratégica,
agentes sinárquicos e shambalicos (Chang Shambalah – centro da Fraternidade Branca,
dos Deuses Traidores) nos mostram partes desta tríplice composição humana material,
sem segredos. Corpo, alma e Espírito é a tríplice natureza original (ou trindade) do
homem, depois de seu aprisionamento a matéria, através do engano original. Até
mesmo hoje em dia a Igreja Católica, admite tal tríplice natureza. Logo é mister ter em
mente tal diferença entre ALMA e ESPIRITO dentro dos conceitos da Sabedoria
Hiperbórea para não cair em CONFUSÃO, como muitas seitas esotéricas, espíritas, e
budistas dizem ser fruto da evolução, que estão baixo alguma missão karmica, de fato é
verídico, no entanto tal evolução concerne meramente a ALMA, a MÔNADA do
Demiurgo. Em contrapartida o Espírito não precisa de evolução porque ele é PLENO e
é onde a Alma se alimenta de sua energia infinita, alma tal que age como um parasita.

Esta trindade ocorre quando o aprisionamento do Espírito à Matéria é gerado e o
Criador (ou Demiurgo extraído do grego, da corrente Platônica, que significa Criador)
juntamente com seu bando traidor, aprisiona estes espíritos, que eram livres, nessa
estrutura corpo e alma do homem, a fim de obter uma máxima evolução do seu
“homem de barro”, e sua estrutura psíquica. Desta forma surge a consciência, o EU
SOU, e se afirma sua existência no Universo Criado. Atraídos por uma ilusão e
enganos gerados pelo Demiurgo, os espíritos foram caindo neste universo, gerando o
grande mistério original do aprisionamento. Afinal o Demiurgo necessitava destes
espíritos (usados como “pilhas” de energia infinita para alimentar a alma do animal-
homem) para evoluir seu plano mestre e dar sentido ao seu mundo recém criado, como
um pintor observando sua obra de arte, usando o que for preciso para se alimentar de
sua satisfação e adoração como Único Deus. Então o Espírito foi aprisionado à Alma do
animal-homem (Pasu, ou o conhecido Neanderthal), para que sua força volitiva
ajudasse na evolução da estrutura psíquica da criatura humanóide que até então era o
PASU, o homem primitivo de dupla natureza formado de corpo e alma.
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O alojamento do Espírito de fora do Universo Material (criado) dentro da Alma
material (mônada) do homem causou uma RÁPIDA EVOLUÇÃO DO NEOCÓRTEX
(sua Esfera de Consciência, que era ate então primitiva), aonde se aloja em boa parte a
ESFERA DE LUZ: essa evolução é o que os antropólogos e arqueólogos, tentam
identificar como o HOMEM DE CRO-MAGNON.

Após tal aprisionamento, os Deuses Leais vieram em auxílio e para dar
instruções a estes espíritos aprisionados, que em seguida, formaram uma civilização
chamada "Atlante", JAMAIS VISTA EM TODA A SUA RIQUEZA DE
CONHECIMENTOS NATURAIS, ENERGÉTICOS, PSÍQUICOS E ESOTÉRICOS ATÉ
OS DIAS DE HOJE, DE TAL MODO QUE UM ATLANTE USAVA 100% DE SUA
CAPACIDADE CEREBRAL, ENQUANTO QUE HOJE O HOMEM COMUM USA
APENAS NO MAXIMO 8% DE SUA CAPACIDADE.

A partir daí começa então a Guerra Essencial entre os Deuses Leais (vêm em
ajuda aos espíritos aprisionados a fim de libertar os mesmos para que consigam ser
novamente livres na Origem) e os Deuses Traidores (Deuses de mesma origem, que
foram os inventores deste “sistema” de aprisionamento dos espíritos, para salvar a
obra da criação que estava fadada ao fracasso) liderados pelo Criador (Demiurgo) do
mundo, o deus hebraico Jehova-Satanás (Satanás que em hebraico significa adversário,
inimigo, para os Deuses Leais). A Bíblia sagrada cristã, juntamente a Torah ou
Talmude judaico (ambos compartilham da mesma linha simbólica e espiritual), escrita
apenas milênios depois para distorcer e deturpar a Sabedoria Hiperbórea refere-se a
Lúcifer como Satanás, mas nem Lúcifer, ou Nawothan são um demônio, nem Satanás
significa demônio e sim “inimigo” – Jehova, o Inimigo dos Espíritos Livres; o bem e o
mal (dualismo) são faces da mesma moeda do Mundo da Ilusão, mas Jehova (também
pode ser verificado como no judaísmo por Elohim, YHVH, Deus e etc.) está mais
próximo de ser um “demônio” (mesmo o termo demônio, vem do grego Daemon, e
não havia nenhuma conotação maligna, apenas o cristão da idade media deu tal
significado maléfico por se tratar de um conceito pagão de deidade espiritual), uma
essência maligna, um traidor nato, porque enganou seus iguais pautando-se na tirania,
traição e desonra e o Amor a sua obra como meios de IMPOR o seu domínio.

Tais homens foram o objeto da Guerra entre Deuses Leais e Traidores; divididos
em dois bandos (Siddhas – provém do sânscrito de Siddhi que significa perfeito em si,
completo, puro espírito), eles guerrearam até que sua pátria Atlântida fosse totalmente
desolada. Forçados a migrarem, atravessaram a Europa liderados por Wotan (o
verdadeiro Kristus-Lúcifer, Na-Wotan, Wōden, Wōđanaz, Óðinn) e sua corte (os 12
Drotnar ou Deuses de Asgard, que depois viraram os 12 Cavaleiros da Távola
Redonda de Arthur ou Arcturus, Arctus, Iniciado Hiperbóreo Berserker) trazendo a
agricultura e toda uma série de desenvolvimentos para os povos europeus, depois de
outros continentes. Eram os construtores de pedra, e seus Cromlechs, Monólitos,
Megalitos podem ser observados, alguns, até os dias de hoje em diversos pontos do
globo, pois foram construídos de forma estratégia e com o uso da energia telúrica da
energia fluente da terra. Tais monumentos, os arqueólogos tentam amputar como
sendo de povos marinheiros, um erro, pois foram construídos sempre próximos de
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rios, mares e lagos porque é destas “veias da terra” que flui a energia telúrica do Kali
Yuga; podendo ser assim criando espaço/tempo diferenciados e influenciar povos a
fim de anular o efeito destrutivo e degenerativo ao sangue que tem o Kali Yuga. Com
esta influência estratégica, surgiram povos mais envoltos na estratégia da sabedoria
hiperbórea e que deram cabo de suas missões encorajados por estes.

Então ficou conhecido por diversos destes lugares onde passou, e seu mito foi
passado por todos estes povos. Assim, Navutan em outras mitologias e contos é Wotan
ou Odin, Zeus, Apollo, Teseu, Prometeus, Lúcifer, Luci Bel, Phosphoro, Eosforós,
Héspero, Quetzalcoatl, Shiva, Rudra ou também outra entidade dos mongóis. Todos
têm a essência do Líder Guerreiro, o Deus da Guerra, o sábio que orienta os homens a
saída do labirinto e que desafia o Criador e a realidade de sua criação, o Deus Justo que
renega o Sacrifício Ritual de sangue, imposto pelo uno; é também o guia velho que
aparece para aconselhar nas horas difíceis (o corvo da tempestade, ou o Viracocha dos
Incas, que é a mesma figura). Também de igual modo, Frya, sua esposa, é Atena, Freya,
Ariadne, Pyrena ou Belisana (a Medusa, que os íberos cultuavam e que depois os
fenícios deturparam), Artemis, Lilith, Kali, Persephone, Ishtar, e entre tantos outros
nomes que seria extenso relatar. A Deusa da Guerra já nasce armada, é selvagem e
livre, domina plenamente a Estratégia e orienta tecendo o cordão dourado que liga a
todos os viryas em sua saída do labirinto da ilusão (como no mito do labirinto com o
minotauro), e é senhora do Olhar de Â-mort (o olhar da Medusa) que transmuta o
homem em Iniciado, em homem de pedra, e de todos os outros mistérios femininos e
Virginais.

De acordo com a evolução experimentada e dado o resultado obtido com as
raças Cro-magnon através do Pasu (Neanderthal), novamente se implementou a chave
KALACHAKRA e novas raças espirituais extraterrestres foram enganadas e
arremessadas a matéria com o propósito de gerar uma mescla genética com ele para
assim poder adicionar maior VONTADE agora ESPIRITUAL aos povos do pacto
cultural. Dentro destas raças caídas, estiveram certos grupos como os ASSÍRIOS,
HITITAS, CASSITAS, que foram assimilados aos povos do pacto cultural EGÍPCIOS,
NÚBIOS, ACÁDIOS, SUMÉRIOS, JUDEUS, PERSAS, ETC. Ainda que estas raças
provenientes de um sistema espiritual pertencentes à outra criação; sendo as mesmas
arrastadas a este engano com os propósitos antes mencionados, mas devemos
considerar que não foi fácil sua incorporação ao plano, porque alguns grupos tentaram
retornar e combater, caso concreto é a historia do povo CASSITA desenvolvido por
NIMROD o caçador, narrada no livro “O Mistério de Belicena Villca”.

A sua vez, na EUROPA e ASIA, novas raças foram aprisionadas e pegas ao
mundo da ilusão, porém já a ousadia dos SIDDHAS TRAIDORES era muito grande,
porque estas raças já não eram provenientes de um sistema evolutivo senão que eram
de estirpe HIPERBÓREA, OU SEJA, DE UMA ORIGEM NOTADAMENTE DIVINA;
de tal maneira que aparecem os primeiros grupos ARIOS INDO-EUROPEUS e INDO-
ARIOS que rapidamente foram tomados pelos GUIAS Sinarquicos; se bem que estas
raças POR SEREM DE ORIGEM DIVINA, tinham gravado em seu espírito a recordação
da ORIGEM, geraram determinados grupos, estratégias diferentes aos do pacto
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cultural, por exemplo: a cultura CRETENSE E MICÊNICA, os IBEROS, PELASGOS,
ETC; rapidamente foram reduzidos pelos povos do pacto cultural e incorporados a
suas estratégias, contando entre estes grupos especificamente os CELTAS, como os
primeiros a serem arrebanhados pelos GUIAS (DRUIDAS) do pacto cultural. Vendo
isto, é quando intervêm os deuses de AGARTHA (ou Valhalla) convocando a Kristus-
Lucifer (ou Odin, Wotan, Navutan); o motivo era ver como deter a caída das raças
espirituais ao mundo do terror e poder resgatar aos espíritos caídos.

Nesse momento da história, onde tudo muda porque os SHIDDAS desde
AGARTHA com o aval de NAVUTAN decidem implementar uma estratégia para
combater o terror e deter o sacrifício das raças extraterrestres, caídas ao mundo de dor;
para isso planificam e descem da ORIGEM as raças PURAS HIPERBÓREAS que
penetram rapidamente, intrepidamente desde o pólo, as raças do MAR chamadas,
AQUÉIAS, JÓNICAS E ESPECIFICAMENTE A DOS GUERREIROS DÓRICOS os
quais penetram invadindo a chave KALACHAKRA. Quando afirmamos que estas raças
invadem a chave kalachakra – ciência demiurgica que incide na metempsicoses ou
reencarnação e fundamentalmente tem a missão de apagar o signo da origem e afirmar
os desígnios ontológicos – sustentamos que um ASPECTO da kalachakra foi invadido
ao momento do aprisionamento destas raças espirituais graças a ação dos SIDDHAS
LEAIS; a neutralização desse aspecto da chave, ficou aberto no espírito destas raças e a
MISSÃO encomendada pelos SIDDHAS e o signo da origem com o qual os HERÓIS
caídos valentemente ao morrer podiam retornar a ORIGEM ou a AGARTHA; de tal
forma que em seu ser levavam implícito o poder do SIGNO DE ORIGEM TENDO A
MISSÃO DE DETRUIR AOS POVOS DO PACTO CULTURAL.

Por isso afirmamos que estas raças ingressaram desde o INFINITO (A Sabedoria
Hiperbórea sustenta: penetraram desde a escada infinita pelo ponto TAU) e
desenvolveram genialmente a estratégia guiada desde AGARTHA. É assim que
surgiram as “culturas” HIPERBÓREAS como ESPARTA e especificamente ROMA que
detiveram e destruíram os povos do pacto cultural afirmando definitivamente no
mundo as RUNAS e os SIMBOLOS ETERNOS HIPERBÓREOS; durante 500 anos
detiveram ao avanço das culturas sinarquicas e cercaram e isolaram MEIO mundo das
estratégias do Uno.

Podemos identificar através de diversos mitos, e símbolos arquetípicos de cada
povo, fragmentos não tão deturpados de guias hiperbóreos, pois cada mito e/ou
símbolo eterno, preserva uma verdade gnóstica, um aspecto do mito real e da verdade
do que aquilo representa. Um erro é compreender tais mitos através do aspecto
racional e literal, ignorando a simbologia e o aspecto verdadeiro da simbologia. Daí
surge-se religiões, apesar de pagãs, literalistas e que as pessoas fazem culto, ritos e até
mesmo sacrifícios físicos de morte e sangue. Jamais nenhum guia hiperbóreo ou Deus
Leal, ira aceitar o sofrimento sádico e deliberado, sem uma via honorifica que o
justifique, para adoração do mesmo. Todos estes rituais de sangue estabelecidos no
decorrer da historia destes povos, são puramente fruto da deturpação sinárquica e a
infiltração de agentes do mesmo, a fim de desvirtuar, confundir e anular a verdade
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gnóstica destes mitos. Poucos foram os que conseguiram manter a verdade por trás do
mito, tirando os tapa-signos e VENDO com os OLHOS DO SANGUE.

Temos que ter claro que isso é apenas uma VIA INICIÁTICA que leva à
compreensão de Frya e dos demais "deuses", Guias Hiperbóreos, não são senhores nem
exigem culto nem temor, mas são guias que num ato honorífico vêm resgatar seus
pares. Deixando para nós os meios de conseguir-se orientar, não nos dando de graça
ou induzindo-nos a servir um culto ou formar templos em adoração. Existiam sim,
“templos” em estratégias psicossociais, mas envolviam outros fatores estratégicos para
massas mais débeis e uma experiência de transmutação coletiva desde o inconsciente e
símbolos apolíneos e virginais.

Algo que podemos notar, é que em todas as religiões nórdicas o ato de se ajoelhar
perante um Deus era proibido, ultrajante e ridículo, uma verdadeira falta de Honra.
Devia-se sempre responder ao contato de um ser divino de cabeça erguida e armas em
mãos, de Krista (Arista, o V).

Para podermos identificar tal confusão estratégica, temos que compreender os
conceitos ocultos de tudo, VER o fogo gnóstico e extrair dele sua compreensão, tirando
os tapa-signos culturais. Assim desde muito tempo, no mundo tem se manifestado o
confronto de duas Estratégias: a Sinárquica e a Hiperbórea.

Como já foi abordado, Wotan, conhecido na Origem como Lúcifer, declarou
guerra a Jehova-Satanás, assim desde fora da criação, aceitou descer ao Mundo Criado
encarnado em um humano mortal (chamado de Wotan, Wodan, Odin e etc., como já
verificamos) para provar que é possível abandonar este mundo, onde se é escravo, e
retornar para a Origem, a Pátria do Espírito, Hiperbórea, Thule. Nasceu de uma
Virgem (daí os inúmeros relatos de deuses nascidos sempre de uma virgem, mas tal
termo esta mais além do que meramente o de não violada sexualmente, e sim de
pureza espiritual, pois não tem ligação com a moral cristã), que por vontade própria
pariu seu filho de pedra.

Amma era o nome da Virgem vinda de Agartha. Por isto alguns povos faziam
culto a Virgem da gruta, Virgem de Agharta, Virgem da Thule, entre outras, e que a
sinarquia corrompeu para o mito da mãe de Jesus com o vulgo de Nossa Senhora.

Wotan, descido da árvore em que se sacrificou para adquirir o conhecimento
oculto da morte e das runas, descobriu as armas secretas nesta Guerra Essencial: a
Sabedoria Hiperbórea. Então peregrinou grande parte do mundo ensinando
abertamente tal segredo aos homens, para os que possuíssem a Honra de declarar
guerra ao Criador e ao Mundo Criado juntarem-se aos Deuses no Valhalla (nome
germânico para o Reino de Agartha, um local, fora do espaço/tempo em algum lugar
do Universo Material onde alguns Deuses Leais ainda lutam pela humanidade e
auxiliam os que morrem com Honra e Valor e os que despertam, buscando aguardar e
retornar para a batalha final, o oposto de Chang Shambalah e não é o mesmo como
alguns erroneamente intitulam). Foi conhecido pelos humanos mais antigos como
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“Grande Chefe Branco”, levantou bons povos guerreiros por onde passou, instituiu
famílias de nobres, a aristocracia do sangue, que deveriam resistir ao tempo e
aperfeiçoar a Sabedoria (o chamado Pacto de Sangue), e criou um novo estilo de vida
baseado em fortes amuralhados, agricultura de auto-subsistência, e aperfeiçoamento
da arte da guerra; do qual surge os preceitos básicos de uma Estratégia Hiperbórea em
contrapartida à Sinarquia, que foi instituída para degradar o Pacto de Sangue e
aperfeiçoar ao material, o inútil e a vida fácil e geradora de cultura.

O pacto de sangue consiste em manter uma sociedade linear, tendo o máximo
possível de sangue comum, a fim de sincronizar este através da memória do sangue
(voz do sangue) e identificar seu líder comum do sangue, que é eleito de forma
CARISMÁTICA e não democrática (tal processo nada tem a ver com tirania e ditadura
política, é um líder tribal eleito por sua linhagem, seu sangue e poder espiritual, como
qualquer outro modelo antigo milenar, anterior a hipócrita democracia). Geralmente
são povos Sedentários, voltados ao trabalho produtivo, a ancestralidade e o cerco no
sentido étnico e nacional, trabalhando a terra tirando sua auto-suficiente e
independência de outros povos ou modos de subsistência. Quando este processo
coletivo, no qual o sangue comum é mais linear e possuem ancestrais comuns, ocorre o
fenômeno chamado de AUREA CÁTENA, o reconhecimento carismático do líder do
sangue, o Führer de seu povo. Sempre entre povos tidos como hiperbóreos o processo é
o mesmo, bem como podemos verificar na antiga Babilônia, os Kassitas escolheram
Nimrod e Ninurta, os Tartessos na Ibéria escolheram a linhagem da Casa de Tharsis,
os Franceses elegeram Felipe, o Belo, os Mongóis à Gengis Khan, os Espartanos à
Leônidas, os Macedônios à Alexandre Magno, os Romanos à Cesar Augusto, os
Paraguaios à Solano Lopez, a Germânia elegeu Adolf Hitler e entre outros povos e
líderes que seria extenso demais aqui colocar.

O que identifica um rei do sangue, justamente é seu olhar gélido, serene e
inspirador, sua energia ao se apertar a mão e em decorrência, a admiração e um
carisma inigualável. Sempre um tom de mistério e sabedoria estão presentes e podem
ser sentidos por aqueles que possuem tal predisposição. Ocorre uma sincronia de
sangue através do conteúdo mnemônico (que a “ciência” nega a todo custo, mas está
mais que correto dizer que se carrega memória histórica, como bem afirmava C.G.
Jung) e todos participam do pacto de sangue. Um exemplo muito claro disto é Esparta.

Possuíam um código rígido de conduta do guerreiro, pautado na Virtude, Valor,
Vicissitude, Veemência, Vontade, Virilidade, etc., na construção de homens de pedra.
Desde recém nascidos eram eleitos a guerrear, era questão de orgulho, não de
obrigação e imposição. Não era uma sociedade determinada a evoluir
tecnologicamente através do progresso, eram voltados ao aperfeiçoamento do combate
e arte da guerra e nem por isso fariam menos intelectuais e sábios, pois conhecimento
não é sabedoria; Sócrates era um entusiasta deste pensamento bem como Platão,
ambos, não acreditavam na democracia ateniense como sistemas eficazes para a
sociedade (mas isto é palco para vários debates até hoje entre pseudo-acadêmicos e
filósofos). Tal sociedade sequer necessita de muitas leis, pois são códigos de honra
intrínsecos a cada um, naturalmente colocam o Valor e a Honra de forma clara (sua
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única ética e moral era a do Espírito e não pautada e conjecturas psicológicas e
conceitos baseados em idéias culturais), tendo assim poucos problemas com questões
superficiais, pois era uma aristocracia do sangue. Sua economia é simples, mas muito
cooperativista e suficiente, despertando a cobiça de povos do pacto cultural
(sinárquicos), que subsistiam na necessidade de viver do comercio e aperfeiçoar formas
materiais de fazer da vida algo confortável e aceitável, as facilidades, comprar algo
pronto e não se ter a vontade de trabalhar o ente desde sua origem e sentido. A melhor
forma que adotam é um sistema de trocas ou sustentação através do trabalho e das
matérias primas de suas terras. O comércio é uma característica típica dos povos do
pacto cultural que necessitam comprar externamente suas matérias-prima, pois são
incapazes de viver sem um sistema financeiro voltado a especulação capital ou o ouro.

Por isto que a Sinarquia regem os bancos internacionais, o sistema financeiro
global, o ouro e a moeda, e acima de tudo, incentiva a miscigenação e o fim do
tradicionalismo de algumas tradições, desde que se misturem com a de outros, pois em
sua MAIORIA são povos Nômades, que vão ali e aqui adquirindo bens de produção,
objetos culturais já prontos, usando apenas o ouro como seu trabalho. Assim temos
países dependentes de uma ilusão que é o ouro e o dinheiro internacional, e qualquer
país que tente outorgar uma independência financeira (a não ser os países lacaios
servos da sinarquia como EUA, Israel, Inglaterra e grande parte da União Européia)
serão boicotados e sofridas as diversas retaliações da Sinarquia, vide o caso do
Paraguai e da Alemanha no III Reich.

Quando uma sociedade do pacto de sangue é erguida, em esplendor, próspera e
guerreira, completamente unida na sincronia carismática da voz ancestral do sangue
ASTRALMENTE purificado (Sangue Puro é um sangue capaz de ouvir aos ancestrais e
Deuses Leais, não tem exatamente a ver com o conceito de raça, embora seja um dos
fatores determinantes, porém não exclusivo); deixando assim um passo a ser dado
rumo a tarefa de combater a Sinarquia, as grandes religiões e todas as tendências
ALTAMENTE ENTRÓPICAS de unificação; todos os povos do pacto cultural ou
aliados da Sinarquia se coadunam para a destruição deste “perigo” iminente. Todas as
raças e culturas ancestrais do mundo podem ser belas, fortes e puras se mantidas e
preservadas a aristocracia do sangue em seu estado original e com o seu espaço vital
mantido. Protegidas da mistura e da ilusão sinárquica do "progresso" das facilidades
que tornam o homem cada vez mais apático, conformado e covarde; sob uma estratégia
essencial chamada de cerco, fortalezas de pedra, salvas e isoladas da degradação do
mundo, do seu tempo e destruição natural que provem do Kali Yuga. Por isso tal
sociedade é pautada no retroceder do tempo, na luta contra-o-tempo, no passado, suas
origens e sua verdadeira pátria do espírito. Não neste mundo cujo sabemos ser o palco
do campo de batalha (Valplads). Eis que surge a suástica (pode ser dextrógira ou
levógira, ou seja, pode rodar para direita (neste caso é associada ao sol) ou para
esquerda (associada a lua) contra o tempo, mas a adotada pelo Führer foi a levógira),
rodando inversamente ao tempo sucessivo ilusório e deste modo, fazendo-nos
regressar a ORIGEM.

Contudo, os Deuses Traidores aprisionaram o espírito com sua Paixão, para usar
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sua força na evolução do animal-homem (como pilhas infinitas para a alma evoluir e
dar sentido e energia em toda matéria, como um parasita), desta forma, era
fundamental que o espírito NÃO se manifestasse ou acordasse desta ilusão que é o
mundo criado (Maya – termo hindu para mundo da ilusão, também podemos chamar
de Matrix, como o filme de mesmo nome aborda de forma bem simples e resumida).
Obtêm-se hipnotizando, adormecendo ainda mais o Espírito na ILUSÃO DA
EXISTÊNCIA MATERIAL no VEIO DE MAYA, deixando ele ainda mais fraco e
confuso a cada ciclo de encarnação, incapaz de reconhecer a si mesmo e incapaz de se
libertar, assim apagando paulatinamente o signo de origem. Embebedando o homem
de vícios, entretenimento, sonhos e esperanças mentirosas de uma imortalidade que
bem sabe que terá um fim. Tal fim será o próprio engolir do Demiurgo ao seu ventre,
sugando a todos para dentro de si, ou como os Hindus chamam: noite de Brahma. É
como se todos nós (nosso corpo orgânico físico e a alma) fossemos partes de um
imenso organismo VIVO (Universo) e estamos inseridos neste organismo do próprio
Demiurgo.

É senão através da Cultura, razão de sentido do mundo, que se sustenta esse
objetivo a partir da SINARQUIA, que é o Governo Mundial por parte do Povo Eleito
(eleitos pelo Criador a fim de monitorar e controlar todos os “gentios” para que não
atrapalhem seus objetivos e isto é verificável até mesmo em sua própria Torah e na
Bíblia Cristã, o povo eleito por Deus) do criador, que é Israel. Todas as tendências de
aculturação, miscigenação cultural e racial, unificação de religiões, costumes e
conceitos, todo engodo multicultural e igualitário; tudo o que faça necessário
prescindir de uma identidade nata para unir numa escala maior, aponta à Sinarquia.
Deste modo, se ensinam as pessoas a contemporizar e relativizar, a serem acomodadas
e passivas, a evitarem confrontos sempre que possível, a valorizar a paz mesmo que
covarde, retirando assim toda capacidade de transcender a matéria até sua essência
espiritual. A finalidade da Sinarquia é reunir uma humanidade exausta e abatida como
uma grande e amorfa casta igualitária sob uma tirania de ferro dos Israelitas, um povo
que o Demiurgo tirou dentre os mais primitivos que existiam da Terra e lhes favorece
para que reinem, assim afirmando seu Poder e sua Vitória colocando a nobreza dos
Guerreiros espirituais de joelhos, sacrificando seu sangue purificado. Em suma, a
Sinarquia é o Sacrifício da humanidade em troca da “Perfeição” desse “Povo Eleito”, e
com isso Jehova afirma seu poder sobre o dos outros Deuses.

Desde muito, a Sinarquia em desenvolvimento vem tentando os povos com
promessas de progresso, poder e conforto material, para que guerreiem contra os
portadores da Sabedoria Hiperbórea e os reprimam. Por isso todas as famílias dos
relatos antigos foram quase exterminadas, às vezes totalmente exterminadas e seu
sangue profusamente derramado, até a última gota e os que não foram destruídos,
sofreram muita lavagem cerebral, aplicação de remédios, drogas e tudo que possa
DESTRUIR a VONTADE PROPRIA do ESPIRITO LIVRE. De tal modo que se exista
uma sociedade de zumbis, viciados e anestesiados, sem vontade sequer de acordar ou
fazer o mínimo esforço, assim definhando como o personagem Gollum da saga Épica
de J.R.R. Tolkien.
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Então temos o trabalho astuto da Sinarquia, que é principalmente confundir
aqueles que buscam uma gnosis ou verdade do espírito, respostas a suas inúmeras
dúvidas transcendentais, gerando sempre engodos e embustes como bem podemos
notar. Trabalha-se, portanto, a idéia de que tudo que é em prol da guerra, da escuridão,
da noite, do não temer a morte, a dor física ou não aceitar a submissão é algo
proveniente do “mal”, do “diabo”, demoníaco e maligno e em si falta-lhe o amor. Tais
conceitos encabeçados diretamente pela Igreja Cristã (suas vertentes tanto o
protestantismo e qualquer doutrina que culmine em simbologia judaico-cristã) são
intensificados quando os povos pagãos (já bem trabalhados pelos agentes da sinarquia,
deturpando todos os símbolos hiperbóreos, como podemos notar entre os Celtas -
menos os Tuatha De Danann) convertem-se automaticamente ao cristianismo e é
quando começa a se trabalhar as estruturas coletivas de igualitarismo, tolerantismo e
leis globais tanto econômicas como financeiras, incluindo até mesmo a contagem do
tempo e da história. Entao surge a Banca Mercantilista, os banqueiros originais, os que
criaram a moeda o ouro e a ganância: Ordem dos Cavaleiros Templários, a
judeomaçonaria. Começando o trabalho de traduções de pergaminhos cristãos (ditos
sagrados e intocáveis assim como as escrituras sagradas dos judeus da Torah ou
Primeiro Testamento). Toda uma farsa começa a ser elaborada minuciosamente por
monges beneditinos para aplicar o cristianismo a nível global como estratégia única do
Cristo Nazareno, que é cópia mal feita e malignamente concebida desde Chang
Shambalah, do verdadeiro Kristus-Lúcifer.














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ETIMOLOGIA DA PALAVRA LÚCIFER
Lúcifer não é o Diabo
"Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra
tu que prostravas as nações!" Is. 14:12

Por conta de um erro do tradutor da septuaginta, Estrela da Manhã foi traduzida por
Eosforos.
Notem que o Eosforos é uma divindade grega relacionada com a Estrela da Manhã.
Observem que nitidamente o texto bíblico está se referindo ao rei da Babilônia, ou seja,
não havia nada de céu, de inferno e muito menos de Satanáz, e por conta desse erro,
Jerônimo ao traduzir a vulgata, o fez adotando não o original hebraico e sim o texto da
septuaginta e ao encontrar o Eosforos o traduziu como Lúcifer.
"Quomodo cecidisti de caelo, Lúcifer, fili aurorae?
Deiectus es in terram, qui deiciebas gentes"
Liber Isaiae 14:12
Até aqui temos um erro primário de tradução que não teria a menor
conseqüência (como tantos outros erros) se não fosse o fato de que a Igreja Cristã tinha
agora a necessidade de combater o Paganismo (religião praticada pelos camponeses),
esse Pagãos (Pagus = Campo), tinham como uma das suas principais divindades
Lúcifer; até ai tudo bem, o grande problema é que esse culto tinha uma forte conotação
sexual e isso era insuportável para uma igreja castrada e castradora, onde o corpo é
mal, a vida é mal, tudo é pecado e esta relacionado ao sofrimento constante que apenas
uma entidade cordeira pode confortar. Vejam o que Paulo fala sobre o corpo:
"Miserável homem que eu sou!
Quem me livrará do corpo desta morte?"
Rom. 7:24

Podemos observar, o caráter sacralizante e dogmático que a Igreja Cristã tenta
intensificar no homem com sua confusão estratégica. Então como eles sabiam quem era
Lúcifer, o Kristus-Lúcifer autêntico, demonizaram qualquer menção ao mesmo, por
menor que fosse, mesmo não tendo nada a ver com o cristianismo e nem o judaísmo.
Lúcifer nunca foi o diabo e muito menos Lúcifer é Satanáz (adversário/inimigo
em hebraico). Ele nunca foi anjo de Jeováh (este sim Satanáz), não é demônio e não tem
nada a ver com a cultura judaico/cristã. Finalmente como Lúcifer, como não é o
demônio e muito menos Satanáz, nada tem a ver com o Satanismo, seja ele tradicional
ou moderno. Se alguém quer ser satanista, estará caindo em um engano terrível, pois
Lúcifer não se presta para reafirmar a verdadeira egrégora do mal que é Jesus, o
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cordeiro de Jeováh, estes sim são extremamente perniciosos e representa o máximo da
castração do espírito e do guerreiro, convertedores de águias em pombas, de lobos em
ovelhas. E enganam todos com sua promessa ilusória e sua piedade e misericórdia
digna de fracos e Pasus submissos com seus joelhos calejados. São tão piedosos e
bondosos que é fácil verificar sua estratégia APLICADA e ver quantas pessoas foram
mortas in nomine dei, oferecidas em Holocausto de Fogo, em sacrifício de sangue para
agradar o Deus Uno sádico genocida. Basta ler a Bíblia “Sagrada” do inicio ao fim, e
fazer uma breve contagem de quantas pessoas Jeovah matou, fora os como já citei, em
nome dele.
Podemos nos perguntar, já que a palavra Eosforós, foi inadequada para a
tradução da palavra hebraica Heylel, razão pela qual surgiu o mito de que Lúcifer seja
o nome do de Satanáz, então qual seria a palavra grega adequada a ser utilizada na
tradução da septuaginta?
Vamos colocar primeiro o texto em português:
"Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva!
como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!"
Is. 14:12

Na LXX o texto está assim:
"πῶς ἐξέπεσεν ἐκ τοῦ οὐρανοῦ ὁ ἑωσφόρος ὁ πρωῒ ἀνατέλλων;
συνετρίβη εἰς τὴν γῆν ὁ ἀποστέλλων πρὸς πάντα τὰ ἔθνη"
Is. 14:12

Como podes ver, ἑωσφόρος, substitui a Estrela da Manhã e como sabemos Hêylêl ben
Shachar quer dizer FILHO DA AURORA, é só lembrar de Ben Hur que quer dizer filho
de UR.
Então surge alguns problemas, do ponto de vista de uma exegese rigorosa da bíblia.
Vejamos:
• O autor dessa tradução, certamente que foi um judeu helenizado, ou quando
muito um grego que conhecia o hebraico.
• Por que se colocou o ἑωσφόρος? ἑωσφόρος é associado na mitologia grega
com a AURORA, ou seja, ἑωσφόρος é o filho da AURORA e ἑωσφόρος era
para os gregos a ESTRELA DA MANHÃ. Ou seja, ἑωσφόρος, um nome
próprio.
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• Deveria ter sido traduzido diretamente como ESTRELA DA MANHÃ.
Vejam o texto do Apocalipse 22, lá com todas as letras, Jesus se identifica como sendo a
estrela da manhã e o autor do texto grego não colocou ἑωσφόρος e sim estrela da
manhã. Por que será?
Texto do Apocalipse:
"Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas.
Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã."
Ap. 22:16

Conclusão:
"Ἐγὼ Ἰησοῦς ἔπεµψα τὸν ἄγγελόν µου µαρτυρῆσαι ὑµῖν
ταῦτα ἐπὶ ταῖς ἐκκλησίαις. ἐγώ εἰµι ἡ ῥίζα καὶ τὸ γένος ∆αυίδ, ὁ
ἀστὴρ ὁ λαµπρὸς ὁ πρωϊνός."
Apoc 22:16

Se é lícito se traduzir estrela da manhã por ἑωσφόρος, então:
Por que não se usou o mesmo critério neste texto?
Se agora o ESTRELA DA MANHÃ de Is. 14 é uma referência a Lúcifer, qual o critério
que não podemos fazer a mesma interpolação para Jesus?
Os gnósticos cristãos nos primeiros séculos fizeram exatamente isto e mesmo
sendo cristãos foram considerados heréticos pelos patriarcas da igreja, porque desta
forma, não estaria colaborando com toda a estratégia de confusão em si. E mesmo antes
destes, vários outros, assim como os Cátaros conheciam a verdadeira historia do
verdadeiro Kristus-Lúcifer e também foram exterminados completamente.

Ainda temos este texto de II Pe.:
"E temos ainda mais firme a palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos,
como a uma candeia que alumia em lugar escuro,
até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações;"
II Pe. 1:19

Em grego nós temos (destacando a palavra Eosforos):
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"καὶ ἔχοµεν βεβαιότερον τὸν
προφητικὸν λόγον, ᾧ καλῶς ποιεῖτε προσέχοντες ὡς λύχνῳ φαίνοντι
ἐν αὐχµηρῷ τόπῳ, ἕως οὗ ἡµέρα διαυγάσῃ καὶ φωσφόρος ἀνατείλῃ
ἐν ταῖς καρδίαις ὑµῶν·
ΠΕΤΡΟΥ Β 1:19

Agora vamos ver a mesma tradução em LATIM (e veja o nome em destaque):
"Et habemus firmiorem propheticum sermonem, cui bene facitis attendentes quasi lucernae
lucenti in caliginoso loco, donec dies illucescat, et lucifer oriatur in cordibus vestris,"
II PETRI I:XIX
Por que isso aconteceu?
Certamente que se está argüindo nesse nível é porque no mínimo deve ter noções de
grego e de latim (ainda que nos seminários evangélicos não se ensine o Latim), mas já
se perguntaram por que todas as citações de Jesus no livro grego foram tiradas da
LXX?
É mais do que óbvio que as escrituras cristãs foram escritas tendo como base não o
texto hebraico e sim a LXX, daí as muitas confusões estratégicas e o acobertamento da
verdadeira farsa do Jesus de Nazaré, um mestre ascenso da Fraternidade Branca.
Podemos também nos perguntar, por que ao enumerar 45 cidades na Galiléia, Josepho
se esqueceu de listar entre elas Nazaré?
Por que não há uma única referência histórica séria a cidade de Nazaré antes do IV
século da era comum?
Por que não há uma única referência em toda a Tanach a cidade de Nazaré?
Porque fazem parte da confusão estratégia dos agentes da Sinarquia e de Chang
Shambalah (Sede da Hierarquia Branca dos Siddhas Traidores). Por isto usamos o
termo Kristus-Lúcifer e como sabemos Estrela D'alva é Vênus (planeta), de onde
atravessaram de Thule os Espíritos livres.





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31
 
O CRISTIANISMO E SUA FARSA

Cristo (Kristus) é um título e não um nome como muitos interpretam. Significa o
Ungido (sua etimologia também é palco para diversas origens diferentes). E no
ocidente ficou mais conhecido como Cristo o Nazareno, Jesus.

Jesus de Nazareth foi um mestre ascenso da Fraternidade Branca que veio para
confundir os povos SUBSTITUINDO POR SEU CULTO A MEMÓRIA DO
VERDADEIRO KRISTUS, QUE VIVEU HÁ MAIS DE 11 MIL ANOS ANTES DELE.
Navutan, o real Kristus, veio de Hiperbórea e aceitou descer ao Inferno (esta realidade,
nosso mundo também chamado de Valplads, o campo de batalha) para ensinar a
Sabedoria Hiperbórea aos primeiros homens; dele surgiu o Mito de Odin (ou Wotan,
Na-Wotan, Navutan, etc.) do deus caolho que pendeu nove dias e noites da Columna
Universalis (ou a Árvore mágica do jardim do Criador, que os judeus chamam de
Rimmon, Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, Árvore Sephiroth, e conhecido no
Odinismo como Yrminsul, a Árvore do Terror), no mistério da crucifixão milênios antes
da cópia Cananéia para adquirir o conhecimento da morte e a sabedoria das runas não-
criadas. Adquiriu a chave e o mistério da libertação do espírito, com a ajuda de sua
esposa-irmã-mãe (que seduziu e se prostituiu aos traidores que possuíam as peças que
compõem a chave do segredo: a chave Kalachakra) Frya (ou Freya mesma, mas
erroneamente os Odisnistas associam como sendo diferentes).

Conseguiu descer da Árvore, voltou dos mortos e, Frya dançou (ginástica
rúnica, yoga, etc.) para expressar as peças da chave em seu sangue, assim ele descobre
e entende por si mesmo o aprisionamento. Comunica aos homens o segredo da Krista
(o ângulo reto, o V, a Arista) e sai com seus mais próximos da corte atravessando o
mundo legando a vida pautada pelo Valor Guerreiro e a busca pela Liberdade do
Espírito, desta forma ficou assim conhecido como Deus da Guerra e outros mitos, por
vários povos, pois assim declarou guerra a criação deste universo e reuniu diversos
exércitos e seguidores. Como já observamos antes, existem traços de sua passagem até
mesmo nas Américas onde foi conhecido por Quetzalcoatl, Viracocha e outros deuses
toltecas e sioux, hopi e navajos. Na Europa ele aparecia sempre como alguma variação
de Odin, mas foi também conhecido como Phosphoro, Eosforós, Héspero, Lúcifer,
Lucibel, o Zeus pré-clássico e tantas outras variações de acordo com cada linguagem
dos respectivos povos onde passou.

Em contrapartida, o Cristo de Nazaré veio pregar o amansamento pela via do
amor à criação, a passividade cordeira na confiança plena no deus do destino e seus
sacerdotes, a penitência e a remissão dos pecados, a vida através do sofrimento na
punição do Karma através da promessa ilusória de uma esperança ao céu. Todos os
valores entorpecentes que são o contrário do que a Sabedoria Hiperbórea tem como
saudável ao espírito.

Em decorrência do surgimento de “culturas” hiperbóreas como ESPARTA e
especificamente ROMA que detiveram e destruíram os povos do pacto cultural
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afirmando assim, definitivamente no mundo, as RUNAS e os SIMBOLOS ETERNOS
HIPERBOREOS; durante 500 anos detiveram o avanço das culturas sinarca e cercaram
e isolaram meio mundo da estratégia do Deus Uno.

Este ato de guerra realizado pelos grandes guerreiros construtores,
PONTIFICES HIPERBOREOS como ALEXANDRE MAGNO O GRANDE, JULIUS
CAESAR, AUGUSTUS e tantos viryas de sangue puro guerreiro da estirpe hiperbórea
como os BERSERKERES Vikings, horrorizou aos deuses demônios (Siddhas Traidores)
que sentiram como o GRANDE ROSTO DO ANCIAO HAVIA LANÇADO UM UIVO
de pranto ao ver como seus povos eleitos e seus planos eram exterminados e sua obra
fracassava; é por isso que desde SHAMBALAH ele se precipitou e encarnou em seu
próprio mundo de dor, desta vez com seu rosto e poder - Jesus, Cristianismo -
PODENDO DESSA MANEIRA DETER SEU PROPRIO FIM.

O cristianismo foi um golpe terrível contra as doutrinas secretas e povos que
ainda mantiveram parcialmente a Sabedoria Hiperbórea, apesar de todas as guerras e
resistência da Sinarquia e as potencias da matéria. Foi covarde e atroz, pois usou a Voz
de Sangue dos povos despertos contra eles mesmos; enganando-os com um engodo,
uma farsa copiada do Kristus-Lúcifer primordial e espalhando a Sinarquia do povo
eleito (então infiltrados pela ordem dos beneditinos, que guiaram a Igreja cristã por
mais de mil anos) numa Europa subjugada e cordeira. E depois porque muito diferente
com o que se relata nas escrituras sagradas do cristianismo, Jesus não morreu
fisicamente, e sim Kristus-Lúcifer que praticou o sacrifício próprio descendo ao inferno
(não por Deus algum) a fim de descobrir o sistema de aprisionamento deste mundo
criado, tudo por sua própria vontade.

Alguns rabinos hoje em dia já reconhecem este “Messias”. Jesus, Mestre
Ascenso da Fraternidade Branca treinado em Cabala acústica pela nata dos sacerdotes
levitas, que ainda vive depois da Cruz e foi acolhido por sua Ordem (Melquisedec);
retornou a Shambalah e ainda está lá, cumprindo sua missão manifesta, de pronto
retornara para reeguer o templo de Jerusalem. Sua energia é emanada como o
Metatron, o Homem Arquetípico, e isso tem como efeito que O PRÓPRIO IMPULSO
EVOLUTIVO DA CULTURA HUMANA QUE CAMINHA, A PARTIR DE JESUS, NA
DIREÇÃO DE METATRON, O HOMEM DE BARRO, O JUDEU ARQUETÍPICO.
Através do Logos Solar e seus argumentos planetários emana sua ação através de
símbolos sagrados e superestruturas, sistemas reais e etc. Chamado também como
Deus de uma Idade, um mito ou símbolo sagrado, e neste caso, que foi a Era de Peixes.

E dentro desta estratégia do cristianismo, implica automaticamente com a quase
universal crença na igualdade, na democracia, no sentimentalismo dos direitos
facilitados, nas histórias e dogmas que o Povo Eleito impôs àqueles que eles mesmos,
os judeus, chamam de Gentios. Tornou-se então um impulso natural na razão humana
a partir de Jesus.

Na Sabedoria Hiperbórea, Israel é chamado ANAHATA CHAKRA (o Chakra do
Coração ou o Coração da Terra, porque todos os seus argumentos se dão a partir da
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esfera sentimental, da piedade, da comiseração, da fraternidade pacifista, do amor a
todas as coisas criadas). Os sacerdotes cabalistas chamam tal fenômeno aplicado aos
gentios de TROCAR A ÁGUIA PELA POMBA: da ave altiva e orgulhosa dos
guerreiros, à frágil e servil pomba da paz dos cordeiros obedientes. Por isto a pomba
branca esta simbolizando universalmente a Paz, e também a presença de Deus e o
Espírito Santo e ou a Shekinah (um dos 10 aspectos da árvore sephirótica de YHVH,
representando a manifestação física do Demiurgo).

Mas houve os que resistiram, e a exemplo dos Cátaros, mesmo se dizendo
crentes em Kristus, excluíram toda a Bíblia, e chamavam a Igreja Cristã e o Vaticano de
"o trono de Satanás". Para os Cátaros Jeovah era Satanás, e Kristus era o verdadeiro
portador da luz não-criada, não é para menos que cada vez mais, pessoas estavam
envoltas nessa estratégia cátara de conversão coletiva, e incomodando a Sinarquia,
mais uma vez ela agiu, aplicando o genocídio e a Cruzada Albigense, contra os
Cátaros, com a ordem de matar a todos e queimá-los sem distinção por heresia.

E neste período também, por sustentar tal culto é que ocorreu o desastre de
Teutoburger Wald e que os Cinco Mil de Verden seriam ritualmente assassinados. A
casa real dinamarquesa dos Kollman fugiu com metade de seu povo para a América,
onde foram conhecidos pelos Incas como Atumurunas, o Povo da Lua. Também foram
organizadas cruzadas pelos papas beneditinos para destruir a igreja de Nossa Senhora
de Thule em Garðar, Groelândia. De igual modo os cavaleiros Teutônicos ajudaram a
escapar alguns Cátaros para a região hoje conhecida como o Paraguai, assim trazendo
o Graal a salvo.

Assim ocorreu com todos que se opuseram ao Cristo falso e ao judeo-
cristianismo.



















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34
 
JESUS, A TENTATIVA DESESPERADA DO ENGANO


“Porque de tal maneira amou Deus ao Mundo”…
Ou seja: como resultado lhe agradou a sua maneira…

Jesus veio ao mundo para silenciar a fúria adquirida do sangue de Caim. A fim
de redimir o sangue “impuro”, o “pecado”, que corre em nosso sangue herdado da
Serpente. “Veneno” que caso não se corta, seria a morte da alma.

Veio para combater esse “veneno”, nosso signo da origem, com o bálsamo de
seu Amor, o Poder de seu Amor que enche os corações da mentira e ilusão e adormece
a fúria justa, que consola de pouco a pouco e se vai acalmando, amansando,
ovelhizando, “purificando” e “convertendo” em sangue de SERVO, sangue de
TEMOR, sangue de PASTOR, sangue AMOROSO, sangue de ABEL, sangue de um
FRACO. Sangue do Redentor grato ao Criador.






























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A GNOSIS PRIMORDIAL


A Gnosis Primordial é um conhecimento que se remonta a proto-história da
humanidade. Seu quase total desconhecimento, irrisoriamente, se deve a enorme
distância de tempo que nos separa dos fatos, senão a tenacidade com a qual foi
combatida pelos sistemas religiosos e sociais antagônicos, que tem submetido a uma
degradação permanente: destruindo documentos milenares, mutilando os símbolos
que a sustentavam e deturpando a história do ser humano, em prol de seus interesses
contrários ao direito para a ETERNIDADE DO HOMEM POR SUA LINHAGEM
ESPIRITUAL E SEU LIVRE-ARBÍTRIO QUANTO AO SEU DESTINO (eternidade, não
imortalidade).

NÃO É UMA RELIGIÃO, é Conhecimento deixado pelos Hiperbóreos: A RAÇA
DA ORIGEM; para ser usado como uma eficaz e INFALÍVEL ESTRATÉGIA de
LIBERTAÇÃO para os ESPÍRITOS APRISIONADOS e para o ser humano; perdido no
mundo da ilusão da matéria e ignorante de sua origem e destino.

Se hoje ficam VESTIGIOS desta Ciência, é porque tem se sobrevivido no seio de
antigos Agrupamentos Gnósticos terrivelmente herméticos. Informações,
conhecimentos e símbolos se conservaram, até o presente e através deles, a MEMÓRIA
DA ORIGEM, DO ETERNO.

Podemos reconhecer muitos aspectos desta Sabedoria no Gnosticismo em geral,
no Maniqueísmo, Catarismo, Teosofísmo, Rosa-cruzes, Maçonaria, Budismo,
Hinduísmo, Judaísmo, Cristianismo, Sofismo, Xintoísmo, Taoísmo, Artes Marciais de
cunho esotérico e outras tantas escolas de Conhecimento do Oriente e Ocidente;
conhecimento IMCOMPLETO E, EM MUITÍSSIMOS DETALHES, DETURPADO.

Através do tempo e mediante o medo, o terror, a astúcia, o assassinato, a traição,
a substituição, o engano e a mentira; os INIMIGOS DA ORIGEM, com a finalidade de
confundir, têm enterrado e cortado o fio dourado, DA AURA CÁTENA, A GNOSIS
PRIMORDIAL que leva a VERDADE DA ORIGEM, em um labirinto do qual nada
consegue sair por si mesmo. Conhecimento que hoje, a medida de disfarces, tem se
convertido em outras RELIGIÕES QUE SE AJOELHAM E CURVAM SUAS CABEÇAS
DIANTE DO CRIADOR E SEU UNI-VERSO, POR AMOR AO HOMEM DE BARRO E
AO MUNDO ILUSÓRIO DA MATÉRIA, CAMINHANDO ESPERANÇADO PELA
PROMESSA DA IMORTALIDADE, FILHA PREDILETA DA ILUSÃO DO TEMPO,
QUE TERMINARÁ INEVITÁVELMENTE EM SEU PRALAYA (PERÍODO DE TEMPO
DO CICLO DE EXISTÊNCIA DOS PLANETAS EM QUE NÃO OCORRE ATIVIDADE),
QUANDO O UNO RECOLHE EM SEU SEIO, UMA VEZ MAIS, SEU ALENTO, SEU
VERBO CRIADOR E SUA DEMENTE OBRA E TUDO QUE HÁ NELA.



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O ESQUECIDO

“A idéia de que os homens, partindo da bestialidade e do selvagerismo, evoluíram lentamente até
a civilização, é recente. É um mito judeu-cristão, imposto nas consciências, para expulsar um
mito mais antigo, vigoroso e revelador. Quando a Humanidade era mais nova, mais próxima de
seu passado, nos tempos em que nenhuma conspiração bem sucedida tinha sido expulsa ainda de
sua própria memória, sabia que descendia de deuses, de gigantes dos quais haviam aprendido
tudo. Recordava uma idade de ouro em que os superiores, nascidos antes que ela, lhe ensinaram
a agricultura, a metalurgia, as artes, as ciências e o manejo da Alma.”
Louis Paules e Jaques Bergier em “Retorno dos Bruxos”

Estas novas correntes religiosas e esotéricas, sustentam que a origem de nossa
espécie e da inteligência, esta unicamente na alma, na matéria, nos antropóides e o
tempo; repetimos, é um mito judeu-cristão sustentado pela cultura a qual se dirige
para eclipsar a lembrança de outro mais antigo, vigoroso e verdadeiro.































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ALMA E ESPÍRITO


Somos reflexos caídos, projeções de espíritos revertidos e aprisionados na
substância animada por almas, e esta sustentada pela vontade de um espírito
animalesco, que em estado de fantasia tem se precipitado sua potência ordenando a
matéria, e se tem convertido em um demiurgue (criador), de uma versão (latim:
universus) de um mundo bestial, plasmado por seu verbo formador (Logos), e dirigida
até sua perfeição, porque é imperfeita. Um mundo, no qual suas criações necessitam se
destroçar entre si para poder saciar a fome, motor de sua existência animalesca.

Levamos conosco um fator, que não é criado, que não tem princípio nem fim, que
é reflexo de mais além do infinito, fora do criador; isto é, da Eternidade, da Pátria do
Espírito, o “lugar” desde o qual nossos Espíritos enganados, olham até nós, e seu olhar
se reflete no sangue causando o fator que chamamos “EU”, que nos faz inteligentes,
individuais, voluntariosos, aristocráticos e verdadeiramente estrangeiros no universo
da comunidade animalesca das almas, absolutamente inferiores, ante a Aristocracia de
nossos Espíritos.




























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PAGANISMO E MONOTEÍSMO


Nosso Eu, ao ser reflexo do espírito que vive na eternidade, é intuitivamente
pagão, porque recordara Aristocracia de sua existência na Pátria do Espírito junto a
Corte dos Não-criados, dos Deuses e da Liberdade.

Nosso Eu, é pois: Leal, Aristocrata, Voluntarioso, Imperial, Nacionalista. A alma, ao ser
como uma gota que cai aventurada entre milhões na tormenta da criação, busca
desesperadamente agrupar-se em multidões, para cobrar força e regressar em
comunidades ao oceano da substância, na que dormiam, e dormirão quando ao final
regressem a seu criador.

Lágrima esperançada, confiado ao cordeiro, marcha através da “boa aventura” até o
final, agrupada na Red-il do bom pastor.

Um criador, uma substância, um Red-entor, uma Bem-aventura, um final.

A Alma é, pois, gregária, comum em todos os seres criados, é verdadeiramente
comunista, confiada, tem fé em seu Pastor e em seu destino, é “internacional-
comunista”, “global”.

























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LIBERTADOR E SALVADOR


Fala-se de libertação: quem se liberta é um Prisioneiro, um Escravo, um Encarcerado,
ou seja, alguém privado de Liberdade.

Se fala de Salvação:

Salvarmos de que?

Da morte, da enfermidade, da fome, da dor, do trabalho, da ilusão, da insatisfação, da
não retribuição, da pobreza, do sofrimento, etc.?

Porém, não é isso, ser um “bem-aventurado”?

Não é esse, o calvário de todos nós nesta Criação?

Não é Verdadeiramente Enigmático, que o criador pretenda “salvarmos” de sua
própria criação?

Não é irônico que se faça apologia da debilidade, do sofrimento da fome, do pranto,
da pobreza do Espírito como faz o Cristianismo Jesuístico dirigido ao ocidente em suas
“bem-aventuranças”?























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SITUAÇÃO REAL, ATUAL DO VIRYA


Para adquirir a Sabedoria Hiperbórea, é necessária a paciência. Ter paciência de
onde se pode ter não é o verdadeiro, porém ao ter de onde habitualmente não se pode
tê-la então diremos que adquiriu a paciência. É a paciência uma das maiores virtudes
humanas que distingue o homem verdadeiro do homem comum. Poderia dizer que ela
determina o grau de domínio de si mesmo, e dizer as capacidades de conhecimento
ontológico que tem o homem sobre si mesmo. Deste modo podemos afirmar que desde
um ponto de vista filosófico e ontológico o SER pode chegar a pertencer plenamente
ao indivíduo, sempre e quando ele havia chegado a dominar inteiramente a sua
paciência, pois a mesma é a chave interna para o conhecimento de si. Ontologicamente
(onto = ser; estudo do ser e de todas suas possibilidades) podemos afirmar que o
indivíduo deve orientar seu EU NOOLÓGICO (Noo = Via do Espírito) até sua própria
realidade psicológica e anímica, posto que esta seja a única forma de conhecer-se e
chegar à máxima aspiração noológica, ontológica e gnosiológica que é a
INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA. O caminho e o estudo contidos neste tratado que
especifica como concretizar a realização das três vias iniciáticas que deve recorrer o
Guerreiro Hiperbóreo, imprescindíveis para despertar e converter-se em um
GUERREIRO SÁBIO, em um homem auto-eleito e deificado por sua própria vontade
egóica livre e orientada nas linguagens hiperbóreas e nos símbolos eternos.

O homem vive ocupado em uma estrutura cultural e social que o mantém
atomizado, confinado a certas pautas morais que o hão convertido em um ser
totalmente coletivo e gregário; esta situação tem desagregado seu EU em uma
pluralidade de Eus e Egos que estruturados em complexos o tem levado a viver em
uma constante TENSÃO DRAMÁTICA, que lenta, porém paulatinamente o vai
destruindo em seu ânimo e em seu espírito. Mas no homem existe uma possibilidade
de ser, um destino que transcende os estágios de consciência ordinária. neste caminho,
a GNOSIS HIPERBÓREA o chama de A VIA DA INDIVIDUALIZAÇÃO.

Individualização significa chegar a ser um ente singular e absoluto, com pleno
conhecimento de si mesmo e fundamentalmente ORIENTADO, afirmado no EU
ETERNO e em uma sabedoria que o permite conhecer e compreender profundamente
a REALIDADE.

Lamentavelmente, a comédia da vida se tem transformado em um drama que
lentamente nos leva à tragédia e isto se deve em forma particular a perda que houve no
homem do CENTRO, DE SEU SER. As tensões dramáticas tem criado um conflito
interno e externo que nos tem levado a uma crise existencial de onde estamos imersos
em uma nebulosa de desejos que somente nos criam um estado de perdição e confusão.
Desta forma somos desbordados por nossos complexos que são o fruto de nossos
desejos que, ao não poder consciencializar-los, controlá-los por falta de conhecimentos
e sabedoria nos levam irremediavelmente em uma crise moral e social da qual cada vez
é mais difícil sair. Neste desespero apelamos a pedir assistência em certas instituições
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religiosas ou científicas, para que nos dêem a solução e nos permitam recuperar a
perda volitiva e anímica.

Assim, estamos perdidos dentro de um labirinto psicológico, interno e pensamos
que a realidade de nosso ser se encontra em uma TENSÃO DRAMÁTICA por nossa
culpa, nossa incapacidade, nossos ''pecados'' de tal maneira que recorremos a
psicólogos, médicos psiquiatras e se não dão resultados apelamos a estruturas
religiosas como o catolicismo, igrejas protestantes, budismo, hinduísmo, ou sistemas
esotéricos como teosofia, maçonaria, rosacruzes, yoga, etc., crendo que neles está a
panacéia, as soluções a todas nossas dores, nossos males. A verdade é que o princípio
de nossos males não radica dentro de nós mesmos senão no destino que nos tem
enganado, somente neste mundo, a esta ordem material que é dirigida por uma
SINARQUIA (união de poderes) MUNDIAL QUE SOMENTE PRETENDE DESTRUIR-
NOS MATERIAL E ESPIRITUALMENTE.

É por ela que se distribuíssem equitativamente as riquezas se eliminaria a
pobreza e a miséria, desta maneira o homem recuperaria sua dignidade e se elevaria a
um nível de espiritualidade de onde se desenvolveriam as melhores qualidades
humanas. Elevando o nível de vida da humanidade, combatendo a ignorância e
destruindo o que obstaculiza o crescimento da consciência recuperaremos a honra e o
valor que sempre tivemos e que por culpa de uma ambição desmedida, uma corrida
desenfreada pelo dinheiro e o poder tem perdido.

A mudança se deve realizar profundamente, o homem deve despertar em seu
outro ser outro nível de compreensão e de entendimento, somente desta forma surgirá
o guerreiro eterno que existe no mais profundo do espírito humano.

Um dramatismo se enquista na existência humana e um grito interior do mais
profundo de seu espírito clama por uma existência mais digna e justa em todas as
ordens. A vontade humana ante o drama existencial trata imperiosamente de elevar-se
por sobre a dor e a angústia de uma existência submetida a um materialismo absoluto,
a sistemas carregados de conotações de onde o homem e o destino estão sujeitos a
''predestinação'' e ''predeterminação'', conceitos muito afins aos expressos no
HINDUÍSMO, BUDISMO, JUDEU-CRISTIANISMO, ISLAM, etc. Desta maneira,
lamentavelmente, o homem deixa seu destino livrado a deus e assim a personalidade
se vai constituindo em base a parâmetros formais constituídos por modelos
arquetípicos estruturados em uma axiologia moral e religiosa onde o estético, o formal
é determinante sobre o ético; onde a consciência se massifica no coletivo, perdendo
autonomia volitiva e intelectiva, caindo em um grau ontológico onde o humano
meramente humano é determinado por um mecanismo inconsciente onde o homem é
alimento dos deuses.

Porém na existência, a vida está constantemente oferecendo-te alternativas de
desenvolvimento espiritual, posto que ao ser tu mesmo um ser intrínseco ao espírito
eterno ainda que determinado em uma ontologia finita e relativa, assim mesmo no
homem, na alma humana subjaz a realidade eterna do espírito. É através dela que mais
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além das incertezas da realidade distribuídas nas diferentes ordens econômicas,
políticas, sociais e culturais, sempre no homem está a possibilidade de ser um homem
desperto, livre das premissas deste materialismo aberrante e de religiões dogmáticas;
essa realidade de uma compreensão espiritual e intelectual que não permita ver a
mentira só é possível se temos em nós mesmos uma predisposição gnóstica de ânimo e
de espírito, que nos oriente a um conhecimento superior, diferente, a uma verdade
absoluta, a VIA DE INDIVIDUALIZAÇÃO que nos prepara para sermos iniciados na
Gnosis hiperbórea.

É por isso que é imperioso compreender que um poder internacional político,
religioso e financeiro estruturado em uma SINARQUIA MUNDIAL determina o
homem com pautas culturais que em formas preeminentes são vertidas em nosso ser,
através da cultura e da educação e vão assim determinando nossa complexão
ontológica e noológica, limitando nossas capacidades de apreensão e compreensão,
caindo o nível do ser e de consciência em um limite axiológico onde o EU é reduzido a
sua mínima expressão. Desta forma somos massificados, dormidos e presos em um
mundo exterior onde servimos como escravos a essa sinarquia internacional, a qual é
um poder mundial que só quer que sejamos servos dela mesma e de seu plano de
domínio universal.

É por isso que é imprescindível reorientarmos e despertarmos do sono ilusório
desta cultura materialista regida por um neoliberalismo capitalista ou um marxismo
pseudo-socialista e nos percatemos que existe realmente um inimigo exterior, às vezes
visível (governos imperialistas como Estados Unidos, Rússia, Israel) no mundo e
outras vezes invisível (sinarquia mundial, sociedades secretas, organizações esotéricas,
etc.) aos quais devemos combater com todas as nossas forças e para isso devemos
recuperar nosso espírito, sendo imprescindível aceder a uma libertação contida na
INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA. Porém, para nos reorientarmos internamente é
imperioso desvelar e desmascarar o inimigo real e o mesmo está enquistado nesta
realidade, estruturado em uma sinarquia religiosa, política, financeira e econômica que
opera no mundo desde o início da história, conspirando e destruindo tudo o que é
espiritual e praticamente não há cultura ou nação que não tenha sido acometida por
ela, por suas premissas culturais, religiosas ou atéias, materialistas, capitalistas e
liberais.

Por isso afirmamos enfaticamente que estar despertos é não somente
consciencializar o ser de aceder à individualização senão que principalmente consiste
em analisar fria e objetivamente todos os acontecimentos, feitos e sucessos da extensa
rede cultural do mundo em todos seus conteúdos e realidades passadas, presentes e
futuras. É imprescindível discernir e compreender o complô internacional deste super-
governo mundial que desde as sombras constantemente manipula as consciências
coletivas e DAR-SE CONTA de que o verdadeiro inimigo é o MATERIALISMO e sua
CONTRA-CULTURA NEO-LIBERAL (a denominamos contra-cultura porque a
verdadeira cultura radica em princípios totalmente opostos aos do capitalismo) e
compreender que sua ideologia, sua filosofia econômica e política, seus conceitos e
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premissas, escondem puras intenções destrutivas de tudo o que seja nacional,
tradicional e espiritual, é o primeiro passo para DESPERTAR.

Devemos resistir e sustentar com vontade e honra, dentro de nossa verdadeira
cultura, dentro dos valores espirituais do sangue

Mas, o que é que acontece? Ele caminha pelas mais diversas sendas, chama a todas as
portas, estuda todas as ciências, se realiza em sua profissão, cumpre ao pé da letra com
os dogmas morais e religiosos, pratica todos os ritos e cerimônias impostos por seus
sacerdotes, pelos ''mestres de sabedoria''. Assim, o buscador da verdade transita por
todas as escolas de aprendizagem, desde o acadêmico ao esotérico cumprindo todos os
condicionamentos e lineamentos, sem questionamento algum, aceita seus dogmas e
premissas como verdades absolutas seguindo os instintos e desígnios impostos na alma
humana pelo seu criador. Mas analisemos previamente o PASÚ (denominaremos
assim desde agora o homem dormido; conceito extraído do sânscrito que significa
'agulha') o homem massificado e sometido às linhas cronológicas e desígnios
ontológicos de sua existência com o qual os deuses da matéria tecem a trama cotidiana
da vida.

Primeiro, ele se desenvolve como indivíduo afirmando seu ser com base em uma
personalidade estruturada em sua idiossincrasia racial, nacional e cultural que o dota
de um ego psicológico; segundo, o Pasú trata de realizar todas as pautas sociais,
culturais e religiosas que o impõem a sociedade e seu ser cultural: Ter uma família,
filhos, progressar material e economicamente, triunfar no mundo do dinheiro e do
amor, obter nome, fama, status social, etc. Desta forma transcorre toda a sua vida
sentindo que se tem êxito é ''feliz'' e se não cumpre as exigências da pauta a realidade e
a cultura liberal é simplesmente um homem comum, é um simples ''fracassado'' desta
trama, deste labirinto existencial e sofre as conseqüências dele, caindo
psicologicamente em um poço depressivo que o arrasta inexoravelmente à ruína e
perdição.

Indubitavelmente, se isto não é suficiente a cultura NEOLIBERAL oferece outras
alternativas para dissolver o DRAMA EXISTENCIAL como ser a PERVERSÃO, pelos
vícios em álcool, drogas, o sexo indiscriminado (Homossexualismo, sodomia e a
perversão sexual), a música Techno (Lúdicas ou sem conteúdo que expressa a
hostilidade essencial do espírito), etc. Agora, se o pasú é um afortunado no mundo das
circunstâncias e os acontecimentos azarados cheios de sentido o favorecem obtendo
dinheiro, amor e status social, sentirá que triunfou. Também o destino tem suas
armadilhas e o pasú burguês sofrerá as conseqüências de uma vida hedonista,
sensualista, sendo preso na ilusão do poder do dinheiro e do consumismo aterrador.

Porém, se o homem é um VIRYA (termo extraído do sânscrito que significa
'homem desperto') e tem em seu ser um princípio anímico diferenciado, existindo
dentro de si mesmo algo espiritual, se despertará a uma segunda intenção religiosa e
poderá dar um salto ontológico reorientando seu EU até uma mística, geralmente no
princípio buscará de acordo com seu grau de Vontade intelectual e de consciência
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relacionando-se com determinados grupos religiosos esotéricos: maçonaria, rosacruzes
(cadeia espírita de um modo geral), teosofia, yoga, budismo, zen, etc., aderindo a eles
com convicção e lealdade, já que estas instituições o prometem resolver o dilema
espiritual ''ensinando-o'' nos ''segredos'' de alguma sabedoria milenar.

Assim transcorrem os anos dentro destas organizações e o discípulo começa a
perder ''fé'', exigindo e suplicando maior conhecimento aos ''mestres'', argumentando
eles que ainda é um discípulo e que não está preparado para receber as ''iniciações'' que
lhe permitirão ''evoluir'', ''limpar seu karma'', e assim aceder aos superiores
conhecimentos. O exigem maior fé, seguir suplicando já que o rogo é insuficiente, que
deve ser ainda mais rigoroso consigo mesmo, que lhe falta trabalho interno, maior
desintegração do ego, do EU, etc. Lamentavelmente, como a maior vítima da
fatalidade, o homem se submete a estes desígnios doutrinais sujeito as suas ideologias,
às estruturas hierárquicas verticalistas que o impõem às mais duras condições para
aceder as suas pseudo-iniciações e às migalhas de conhecimentos.

Neste estado de situação se encontra o GUERREIRO LUCIFÉRICO quando se
submete a um sacerdote, um guru, a um mestre de uma doutrina esotérica ou religiosa,
exatamente igual se sucede nas formas acadêmicas; para conseguir uma gota de
sabedoria que jamais chega, que nunca se outorgou ainda que lhe corresponda.

Desta forma o buscador acaba enganado, submetido as pautas culturais destas
estruturas religiosas esotéricas de características estritamente DEVOCIONAIS e
premissas conceituais de escasso nível de conhecimento. Sua Vontade usurpada e sua
consciência alienada por esses mercadores, ''intermediários'' do divino, o incorporam
ao discípulo, homem ou mulher, a seus dogmas, a prestar serviço e obedecer aos
mestres e gurus; esta é a premissa fundamental: o AMOR à suas hierarquias superiores
visíveis ou invisíveis. É tão aterradora a subjugação a que se submete que inclusive
seus bens lhe são arrebatados, obrigados a desprender-se ou a doá-los a seus mestres
como uma amostra de ''amor''. É-lhe isolado, reclusa-se em claustros, em conventos,
lumiciales, ashrams, etc., exigindo-lhe romper com suas famílias, abandonar à seus
pais, irmãos, amigos porque o dever essencial é o culto (no sentido sacralizante de
forma imposta), o amor a seus deuses e mestres de sabedoria; tudo deve ser
abandonado se quiser receber uma escolha, uma gota de conhecimento, ele deverá
pagar com crescimento de dor e sofrimento.

A realidade e a verdade é que estas ideologias filosóficas, religiosas, esotéricas,
de origem oriental ou ocidental estruturadas em seitas, lojas, instituições, etc., somente
enganam o homem buscador da liberdade espiritual e somente buscam detê-lo em seu
caminho ao conhecimento, à liberdade; este cedo ou tarde o conduzirá a nada,
produzindo no buscador um esgotamento, um desperdício de tempo, perdendo
lentamente a FÉ e a esperança, chegando inexoravelmente ao desengano e a decepção
pela mística e ocasionando o abandono da busca.

É por isso que ele deve despertar, dar-se conta da verdade, compreender que
essas seitas, lojas ou instituições religiosas que prometem tudo, ''INICIAÇÕES'',
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''SABEDORIAS'', ''IMORTALIDADE'', respondem a uma sinarquia mundial religiosa e
política que somente responde aos seus interesses, a seu PLANO e nele mesmo o
homem é simplesmente uma ferramenta, um meio e não um fim, é por ele utilizado,
descartável, em definitivo e prescindível.

Esta sinarquia religiosa dirigida metafisicamente desde os céus pelos ''mestres''
da denominada ''LOJA BRANCA'' chamados Hierarquia, mestres que se mostram com
figuras ou imagens angelicais ou de santos e que na realidade são uns hipócritas que se
disfarçam de iluminados, de profetas ou de messias, e que portam tanta malícia e
dogmatismo, na realidade são verdadeiros demônios disfarçados de anjos.

Estes seres, emanações ''divinas'' do demiurgo que se denominam deuses
menores que a escatologia cristã divide em tronos e potestades, serafins, nefilins,
arcanjos, e por último anjos, os representa com uma imagem de seres bondosos que
ajudam ao pasú, na realidade são deuses traidores que servem estritamente no plano
do demiurgo e tem em si mesmos um grau de crueldade e de frieza tais que não
duvidam em sacrificar o que seja necessário se o plano do grande arquiteto o requer. E
tal é o engano no qual se encontra o homem que crê firmemente nestes seres e que
devido as pautas que em forma preeminente tem adquirido através da cultura religiosa
e da educação, que não é possível ver a realidade destes ''seres celestiais'',
VERDADEIROS DEMÔNIOS VESTIDOS DE CORDEIROS.

Estes e seus partisans da sinarquia mundial a serviço de seus planos unicamente
se propõem enganar ao espírito para submetê-lo a seus desígnios, a seus planos, tê-lo
capturado na matéria, no mundo, no plano e seus projetos. O homem espiritual é
VÍTIMA destes deuses traidores ao espírito eterno e o mantém dormindo, sujeito a este
plano de criação, a este demente mundo de ilusão onde o DEMIURGO, ESTE DEUS
ATERRADOR IMITADOR DO ETERNO é o principal inimigo do espiritual.

O GUERREIRO TEM UMA OPORTUNIDADE DE ESCAPAR, DE ROMPER
COM AS CADEIAS QUE O SUJEITAM AO MEDO, À IGNORÂNCIA E
MEDIOCRIDADE ATRAVÉS DA SABEDORIA HIPERBOREA E A VONTADE EM
SI MESMO.

CAMARADAS de busca da liberdade e da eternidade, direitos divinos herdados
em nosso SANGUE E ESPÍRITO, PRÓPRIOS DOS HOMENS GUERREIROS E DE
CORAÇÃO FIRME, tens o direito natural e espiritual ao mais alto conhecimento, às
verdades eternas, e desde este momento abrirás estes conhecimentos que são as chaves
do TEMPLO DE VESTA e as chamas da sabedoria queimarão dentro de vós; se fores
ousado e valioso como cavaleiro na contenda tens o direito NOOLÓGICO a começar
com o estudo destes mistérios. Este é apenas o começo.

SE CHEGOU A LER ATÉ AQUI E COMPREENDEU OS CONCEITOS, ESTÀ
DISPOSTO A DESCOBRIR E SE APROFUNDAR; E NÃO É APENAS UM CURIOSO,
UMA PESSOA SEM UM MÍNIMO DE PREDISPOSIÇÃO GNÒSTICA, SEM
VONTADE E TEM MEDO DE RESPIRAR ESTE AR GÉLIDO DA NOITE, O AR
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SOMBRIO DA VERDADE DE SI MESMO; NESTE ULTIMO CASO, VOLTE PARA
SUA VIDA COMUM E ESQUEÇA O QUE ACABOU DE LER. MAS SE ESTÁ
ENQUADRADO NO PRIMEIRO CASO; É UM GUERREIRO QUE BUSCA SUA
VERDADE INTERNA, SUA GNOSIS, TEM O PODER EM MÃOS, OS TEXTOS,
LIVROS E MATERIAIS PARA QUE CONSIGA POR SI MESMO, NÃO POR
SACERDOTE OU PASTOR, PADRE, LÍDER RELIGIOSO, MAS TUAS PRÓPRIAS
BUSCAS QUE TE INICIARÃO NO MISTÉRIO HIPERBÓREO DA GNOSIS ETERNA;
ASSIM ESTÁ APTO A CONTINUAR E SE APROFUNDAR NA SABEDORIA
HIPERBÓREA. QUE AS BRISAS DO SUL, TRAGAM A HERANÇA DO SANGUE DE
OUTRORA.



“Deixo claro isto para lhe advertir que, desde agora, os partidários da Sabedoria Hiperbórea
deverão definir a qual realidade se referem: se a da realidade do Führer morto na Chancelaria-
bunker de Berlim ou da realidade do Führer vivo, sempre jovem em seu Refugio Mágico, onde
aguarda os tempos históricos da Batalha Final. E te antecipo desde já que os que elegem viver na
primeira realidade, serão considerados traidores, por mais que se proclamem “Nacional-
socialistas” ou “nazis”.”
Capítulo 42 do Livro 4 "Da Historia de Kurt Von Suberman" de "O Mistério de
Belicena Villca”























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REFERÊNCIAS

Excertos de textos acerca da Sabedoria Hiperbórea em fóruns relacionados confiáveis.

Excertos de textos de kamaradas de diversos países da América do Sul, oficiais.

Livro O Mistério de Belicena Villca – Nimrod de Rosário

Livro Os Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea - Tomo I a XIII - Nimrod de Rosário

Livro O Tratado da Gnosis Hiperbórea – Gustavo Brondino

Entre outras referências restritas.


















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