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AUXILIANDO-TE, AUXILIARS

Indispensvel no esquecer que podes auxiliar a ti mesmo, atravs do amparo que


dispenses aos outros.
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Ocasies aparecem, nas quais um simples grito ou uma queixa velada podem ser os
dispositivos abertos a tumultos e sofrimentos sem conta.
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Se a nossa agressividade suscetvel de exageros, aprendamos a corrigi!la para que no
ven"amos a desencadear exploses de a#edume ou de c$lera naqueles que amamos.
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Se consegues suportar a molstia que te aflige, no l"e dramati#es os sintomas para que a
pa# no se perca no ambiente em que vives.
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%odo estado mental contagioso, atravs da palavra em que se expressa.
&omunicamos o que sentimos, tanto quanto nos possvel doar do que somos e temos.
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'uitas ve#es, a criatura na %erra implora o Socorro (ivino, derrubando os apoios "umanos
que a (ivina )rovid*ncia l"e ergueu no camin"o para que l"e sirvam de escora em momento +usto.
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,uxilia a ti mesmo para que os outros te possam auxiliar.
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-m nossa condi.o evolutiva, ainda no sabemos medir a resist*ncia, uns dos outros.
-m ra#o disso, guardemos a nossa dor ou a emenda que positivamente nossa e
exportemos alegria e esperan.a onde estivermos.
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/uantos te estimem a presen.a, compartil"am!te o modo de ser.
0alam do que di#es, condu#em para a frente os sentimentos que nutres e reagem aos teus
impulsos, conforme as tuas pr$prias a.es.
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/uando pedires a (eus determinado tipo de amparo, no te esque.as de que (eus se
manifestar por aqueles com os quais te cercou as tril"as da exist*ncia.
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&onserva os cora.es amigos por b*n.os do &u, seguindo!te os passos.
1o l"es cries problemas para que no se perturbem, nem l"es impon"as inquieta.es
capa#es de indu#i!los ao desespero.
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2,+uda!te e (eus te a+udar2 ! ensina a antiga sabedoria, mas, na maioria de nossas peti.es
e requerimentos, imperioso a+udar aos outros, em nome de (eus, para que, em nome de (eus,
tambm os outros nos possam auxiliar.
Referncia Bibliogrfica:
3,4I-5, 0rancisco &. 6 -sprito -mmanuel. In!ira"#o$ So 7ernardo do &ampo, S)8 9--'
:9rupo -sprita -mmanuel;, <=>?. p.@?!AA.