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O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte II)

Síntese - 6ª Sessão Turma 3

Caros(as) Formandos(as)

Em primeiro lugar, queremos felicitar-vos pelo trabalho desenvolvido até à data e registar que
reconhecemos o empenho de cada um na realização das tarefas solicitadas para esta 6ª sessão de
formação.
O principal objectivo desta sessão foi o de identificar instrumentos de recolha de evidências adequados e
extrair desses instrumentos as informações (evidências) que melhor esclarecem o trabalho e os resultados
alcançados pela Biblioteca em relação com um determinado indicador ou conjunto de indicadores.
Para este efeito, usou-se como base de trabalho a estrutura dos Relatórios de Auto-Avaliação das
Bibliotecas Escolares, onde se identificam instrumentos, evidências e propostas de melhoria.

O exercício proposto nesta segunda parte da unidade sobre a operacionalização do Modelo procurou,
deste modo, que fossem estabelecidos nexos coerentes entre, por um lado, os indicadores e respectivos
factores críticos, e por outro, os instrumentos, evidências e acções de melhoria que viabilizam, traduzem e
permitem melhorar a avaliação desses indicadores em cada Domínio ou Subdomínio.

1. Actividades propostas/cumprimento das tarefas:

A actividade solicitada estruturou-se mais uma vez em duas fases.

Na primeira fase, solicitou-se aos formandos que:


- Escolhessem, à sua vontade, um qualquer Subdomínio do Domínio D do Modelo: Gestão da BE.
- Construíssem uma tabela idêntica à do exemplo produzido no Guia da Sessão escrevendo na quarta
coluna “frases – tipo” exemplificativas de evidências passíveis de serem obtidas, para cada um dos
indicadores do Subdomínio escolhido, à semelhança do realizado no exemplo dado na página 3 do Guia.
A inscrição prévia e envio da tabela para o Fórum 1, foi concretizada por 32 Formandos que se distribuíram,
na selecção dos subdomínios, da seguinte forma:
D.1, total de 11 inscritos; D.2, total de 10 inscritos; D.3, total de 10 inscritos; B.1., 1

Na segunda fase da actividade, tendo por base a sua experiência e conhecimento directo da biblioteca, ou
nesta impossibilidade, de uma qualquer biblioteca de referência, solicitava-se aos formandos que
escrevessem acerca do Subdomínio por que optaram, justificando:
 Duas Coisas a Deixar de Fazer;
 Duas Coisas para Continuar a Fazer;
 Duas Coisas para Começar a Fazer.
Esta tarefa (Fórum 2) concluída por 32 Formandos tendo a grande maioria cumprido os prazos
definidos.

2. Síntese Global1 dos trabalhos apresentados (no fórum 1 e 2)

Na primeira tarefa, constatámos novamente uma diversidade de abordagens na elaboração das tabelas,
apesar de, globalmente, terem correspondido aos objectivos propostos. No entanto, nem todos referiram
os instrumentos de recolha de evidências mais significativos/incisivos para determinados indicadores, e

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Na presente síntese, optou-se novamente por não destacar nenhuma intervenção individual. Contudo, irão
reconhecer algumas transcrições efectuadas a partir de alguns dos trabalhos apresentados.

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nem todos conseguiram efectuar uma correspondência assertiva entre determinados instrumentos que
lhes permitiriam recolher informação pertinente das possíveis acções efectuadas (visíveis nos factores
críticos de sucesso).
De igual forma, nem todos foram bem sucedidos na escolha de frases elucidativas que exemplificassem as
evidências passíveis de serem obtidas a partir dos instrumentos seleccionados. Tendo, por vezes, alguns
formandos usado os enunciados dos factores críticos de sucesso como exemplos de frases ilustrativas, não
sendo, de todo, esse o objectivo.

Acreditamos, no entanto, que muitas das hesitações/dúvidas na formulação de algumas frases tipo que
eram requeridas nesta actividade, acabarão por se dissipar com a concretização prática das tarefas
propostas nos fóruns do Workshop. Sobretudo, no que diz respeito à identificação de enunciados
descritivos e avaliativos. Consideramos, no entanto, muito oportuno e recomendável, a apreciação de
alguns trabalhos realizados nesta sessão por diferentes colegas para, a partir deles e em confrontação com
o que cada um produziu, se efectuarem algumas reformulações que serão, decerto, uma boa base para
ulterior trabalho – aquando da realização desta fase do processo de avaliação. Além de que de, como é
natural, ser uma forma de auto-formação permitida por este tipo de aprendizagem online, de
enriquecimento de reflexões individuais e de permuta de perspectivas, que não deverão descurar.

Na segunda tarefa, tal como se previa, dada a diversidade de formandos e de realidades que acabam por
representar, o conteúdo e o nível de abordagem foram bastante diferenciados: havendo acções (coisas)
que se repetem dentro das actividades a continuar e das actividades a começar, questões que foram
recorrentemente referidas e outras com raras alusões (mais invulgares) e até algumas propostas
contraditórias dentro da mesma área de intervenção e que convém serem alvo de um 2ª reflexão.
Tendo o em conta o exposto, decidimos tentar sistematizar as principais ideias apresentadas, quer por este
grupo/turma, quer por outros grupos de formação, cientes de que deste modo contribuímos para o
(re)conhecimento de um conjunto das práticas (concretizadas e/ou sugeridas) das bibliotecas para este
domínio de intervenção. Assim, apresentamos uma listagem ordenada, conforme indicações da tarefa 2,
considerando a sua diversidade e utilidade para possíveis mudanças de práticas, que deixamos à vossa
ponderação.

Coisas a deixar de fazer:

 Aceitar que a equipa que a integra seja definida no decorrer do primeiro período e não no início como
seria desejável;
 Requerer a presença da assistente operacional com funções na biblioteca, em período não lectivo, não
permitindo que seja desviada para funções secundárias (fora da BE);
 Emitir juízos de valor relativamente ao princípio intrínseco das necessidades e dos interesses dos
utilizadores;
 Inviabilizar a utilização da BE pela comunidade local;
 Deixar de ser vista como o local onde se deixam os alunos de “castigo” quando têm ordem de saída da
sala de aula;
 Deixar de programar actividades quase exclusivamente para os alunos/professores (as iniciativas para
pais, funcionários são muito reduzidas e/ou apelam para um envolvimento restrito destes elementos);
 Ser vista, por alguns colegas como um local para onde se podem enviar/”largar” os alunos que
perturbam o normal decorrer das aulas (risco de associar alunos que usam a BE a alunos mal
comportados);
 Incorporar na colecção todo o documento doado (ou seja, é urgente estabelecer ou clarificar uma
política de desenvolvimento da colecção);
 Seleccionar e adquirir os suportes que dependam de tecnologias efémeras ou ultrapassadas;
 Não investir em livros e enciclopédias científicas em fim de prazo (BE rentabilizada com o acesso ao
conhecimento científico cada vez mais disponível e actualizado online);
 Produzir em formato de papel todos guias de utilização de recursos;

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 Divulgar as actividades em suporte de papel;
 Subestimar a vantagem dos suportes audiovisuais electrónicos, na projecção de textos, de avisos, de
imagens, associados ou não a som, músicas, outros;
 Organizar, para os alunos, os “dossiers temáticos” em papel e passar a fazê-lo em formato digital;
 Aceitar uma equipa sem horário adequado ao bom funcionamento da BE e sem elementos que possam
fazer a ponte entre os vários departamentos e os vários ciclos (1ºCEB e JI);
 Aceitar sem condições todos os colaboradores que a Direcção propõe para integrar na BE;
 Aceitar na equipa ou como colaboradores da BE professores que não estejam motivados para o
trabalho na Biblioteca;
 Actividades pontuais, que se têm revelado pouco significativas para os utilizadores que resultam
normalmente, de propostas informais de outros professores;
 Apostar na quantidade e passar a apostar na qualidade, planeando actividades que a equipa possa
efectivamente concretizar e que incentivem o trabalho autónomo dos alunos;
 Deixar de funcionar como um “depósito” para alunos expulsos das salas de aula;
 Deixar de elaborar o PAA da BE apenas com a equipa;
 Elaborar o PAA da BE apenas no grupo de trabalho das coordenadoras das BE do Agrupamento;
 Utilizar na BE os equipamentos antigos retirados de outros espaços;
 Realizar tarefas que foram atribuídas aos restantes membros da equipa;
 Realizar sistematicamente tarefas rotineiras que possam ser executadas pelos assistentes operacionais
em funções na BE;
 Contactos formais sem fazer um registo do assunto e dos intervenientes envolvidos;
 Avaliação de actividades e realização de reuniões de forma informal;
 Não contabilizar, de modo mais rigoroso, a utilização, por parte dos alunos, dos materiais de apoio à
aquisição e desenvolvimento de métodos de trabalho e de estudo, guiões de pesquisa e outros
recursos auxiliares de estudo;
 Esquecer a recolha de evidências comprovativas do desempenho de cada actividade;
 Tratamento do fundo documental da responsabilidade dos funcionários;
 Bibliografias especializadas em formato papel, considerando que o catálogos informatizados (tidos
como fundamentais), o serviço de OPAC e a formação do utilizador neste tipo de pesquisa/serviço
supriria esta acção;
 Não contemplar formação para os alunos de uma escolaridade mais avançada;
 Actividades de formação de utilizadores com turmas/alunos apenas no início do ano (PAA);
 Centrar as actividades de formação de utilizadores apenas nos alunos novos na escola;
 Aceitar que os alunos pesquisem sem receberem orientações dos professores e/ou da equipa;
 Não ter como uma das prioridades o desenvolvimento de recursos digitais e actividades de formação
nessa área.

Coisas para continuar a fazer:

 Dinamizar actividades de carácter cultural e de promoção da leitura em parceria com a Câmara


Municipal, Biblioteca Municipal e ainda com a Junta de Freguesia com acções alargadas à comunidade;
 Continuar a produzir recursos pedagógicos que suportam a transversalidade e o desenvolvimento de
competências associadas à leitura, em diversas áreas curriculares (Português, Educação Visual,
Educação Musical…);
 Ter sempre presente que a elaboração do PAA deve considerar a sua função de apoio ao currículo,
articular-se com o PAE e com o desenvolvimento de outros projectos;
 Partilhar com a Direcção prioridades de actuação, de aquisição de recursos e equipamentos, de linhas
de actuação concertadas;
 Apresentar propostas de trabalho de articulação no Conselho Pedagógico;
 Aplicar os critérios definidos na Política de Desenvolvimento de Colecção, nomeadamente no desbaste
da colecção;

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 Fazer consultas aos departamentos curriculares, a docentes e alunos acerca dos fundos documentais a
adquirir;
 Promover o envolvimento de todos os Departamentos no processo de selecção dos recursos de
informação;
 Detectar os pontos fracos da colecção e reforçar as áreas com carências identificadas;
 Informatização do fundo documental, utilizando sistemas de gestão bibliográfica normalizados;
 Catalogação de qualidade: chave para uma recuperação eficaz da informação;
 Efectivar a dinâmica de partilha documental entre a BE e a BM. (para suprir lacunas no fundo
documental ainda insuficiente para empréstimo domiciliário a todos os alunos – obras para leitura
autónoma do PNL);
 Continuar a implementar a circulação de recursos no agrupamento em parceria com os Coordenadores
do 1º Ciclo e dos Jardins de Infância;
 Continuar a ter um horário contínuo adaptado às necessidades dos seus utilizadores;
 Formalizar os registos e prever instrumentos de avaliação das actividades realizadas;
 Envolver cada vez mais os professores na divulgação aos seus alunos/turmas das actividades da BE;
 Prosseguir e reforçar o trabalho articulado/planificado com os departamentos e com as diversas áreas
disciplinares;
 Apostar no desenvolvimento de actividades de apoio ao currículo na BE, em colaboração com todos os
professores;
 Desenvolver actividades de envolvimento dos alunos na vida da Biblioteca, no tempo de utilização livre;
 Realizar um trabalho sistemático de articulação com as escolas e JI, com a BE da escola sede e com a
comunidade educativa;
 Continuar a investir na divulgação regular das novas aquisições incentivando a sua requisição
domiciliária;
 Continuar a apoiar os utilizadores no acesso à colecção, aos equipamentos, à leitura, à pesquisa e ao
uso da informação promovendo a sua autonomia;
 Produzir conteúdos e instrumentos de trabalho que fomentem o acesso e uso da colecção, com recurso
a meios e suportes impressos e digitais;
 Elaborar e disponibilizar guias de acesso, de procura e produção da informação, incentivando uma
cultura de acesso e uso da BE e dos seus recursos;
 Preparar e disponibilizar materiais de apoio, em formato digital, ao desenvolvimento de competências
no domínio da literacia da informação associados a actividades com os alunos;
 Continuar a realizar a acção de formação com todas as turmas da escola para a localização e utilização
dos recursos;
 Manter, no começo do ano lectivo, as sessões de formação de utilizadores para os anos iniciais dos
ciclos de ensino;
 Explorar e difundir o uso de recursos online e incentivar o recurso de dispositivos da WEB para produzir
e difundir informação;
 Apostar na Web 2.0 para promover os recursos da BE e as actividades que realiza;
 Articular de forma sistemática com a equipa PTE, planificar actividades no âmbito das literacias;
 Manutenção da página da BE na página da própria Escola;
 Articulação entre a BE e as escolas do 1º ciclo do Agrupamento com ou sem BE integrada na RBE;
 Continuar a utilizar a plataforma Moodle para incentivar o diálogo e desenvolver processos formativos
e de produção ou criativos com os utilizadores e com o agrupamento;
 Manutenção do blogue da BE, com nova dinamização, como um verdadeiro recurso educativo;
 Manter actualizados o blogue, secção da BE na página da escola, newsletter e lista de contactos,
(essencial à promoção da própria BE, à prestação de um serviço rápido e de qualidade e a contribuir
para a sua vertente (in)formativa);
 Visitas regulares às livrarias para conhecimento das novidades editoriais;
 Promover encontros com escritores, ilustradores, contadores, outros;
 Continuar a desenvolver de forma sistemática acções de promoção da leitura e de escrita;

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 Promover a BE no apoio às actividades de ensino/aprendizagem e actividades lúdicas;
 Tratamento do fundo documental assegurado pelos técnicos de biblioteconomia da BM, de modo a
uniformizar actuações/regras no âmbito da catalogação, classificação e indexação, em todas as BE
das escolas/agrupamentos do concelho;
 Divulgar a colecção e as actividades da BE através dos meios electrónicos;
 Marketing criativo e sugestivo das propostas da BE, das suas aquisições, iniciativas e
potencialidades educativas;
 Dar visibilidade às actividades desenvolvidas pela associação de pais em prol dos alunos, da escola,
através do jornal de agrupamento e blogue;
 Continuar a trabalhar em parceria com a associação de pais na tentativa de aumentar o número de
participantes, pais/encarregados de educação, nas actividades promovidas pela escola/BE;
 Grupo de monitores/“Amigos da Biblioteca” com tarefas definidas e encontros agendados;
 Continuar a manter o funcionamento durante o período de férias escolares e divulgar esse facto à
comunidade;
 Ter um bom serviço de referência junto da comunidade educativa.

Coisas para Começar a Fazer:

 Avaliar o desempenho da biblioteca na promoção das literacias de informação, apoiando-se no


tratamento e análise da informação contida nas grelhas de registo e recolha de evidências;
 Difundir os resultados no Relatório Final da BE a apresentar aos órgãos de gestão;
 Começar a analisar em Conselho Pedagógico as estratégias e acções conducentes à melhoria, em
conformidade com o Projecto Educativo do Agrupamento;
 Desencadear, com carácter sistemático, acções para partilha e discussão da sua missão e objectivos,
em sede própria, para que sejam criadas dinâmicas que a promovam, juntamente com a escola, como
pólos de aprendizagens;
 Realizar, com carácter sistemático, reuniões com os departamentos curriculares, a fim de ser reforçada
a articulação de objectivos e de trabalho com departamentos e docentes;
 Aproveitar as potencialidades da Web 2.0 e recorrer a novos dispositivos, tais como wikis, fóruns, para
produzir, difundir e comunicar a informação;
 Organizar favoritos e recursos online devidamente catalogados;
 Melhorar o espaço e serviços da BE, dotando-a de mais lugares sentados/mesas, equipamentos
áudio/vídeo e reforçando o fundo da documental nesses suportes;
 Promover a BE com base no seu perfil de competências específico na área da informação, e o seu valor
e impacto nas aprendizagens;
 Começar a dialogar de forma mais consistente com a Direcção, de modo a poder contar com uma
influência capaz de favorecer a sua integração na escola;
 Começar a envolver os órgãos de direcção, administração e gestão no processo de auto-avaliação da
BE, de modo a responsabilizá-los e levá-los a colaborar activamente com a BE;
 Estabelecer um orçamento próprio da BE para as aquisições e outras despesas de funcionamento e
conseguir autonomia na sua gestão;
 Solicitar à Direcção uma verba anual definida para actualização das colecções;
 Interagir de forma mais sistemática e periódica com os órgãos pedagógicos, departamentos
curriculares e docentes;
 Articular actividades/projectos de forma mais sistemática com os departamentos
curriculares/conselhos de turma;
 Reforçar o papel da biblioteca perante os órgãos de gestão através da auto-avaliação;
 Exigir dos órgãos de gestão alguma influência na gestão orçamental da BE, na escolha das aquisições e
no seu timing;
 Elaborar e aprovar documentos que definam a política documental - Política de Gestão da Colecção - do
Agrupamento;
 Gerir racionalmente e avaliar anualmente a colecção;

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 Informatizar a colecção, facilitando o acesso ao catálogo e a pesquisa pelos utilizadores;
 Aperfeiçoar e criar novos instrumentos de registos do fundo documental (formato digital);
 Actividades de rotina delegadas na funcionária da BE (por ex. registo/inventário manuscrito do fundo
documental, registo manual do empréstimo domiciliário);
 Digitalização integral de algumas obras relevantes, existentes em número reduzido ou em condições
que já não permitem o empréstimo domiciliário, livres de direitos e de uso frequente;
 Aumentar a rede de partilha de documentação e recursos com BM e as outras bibliotecas escolares;
 Contactos mais frequentes com a Biblioteca Municipal;
 Encontrar parcerias com a Biblioteca Pública ou com outras instituições;
 Colocar os catálogos online com todas as vantagens inerentes nas aquisições, empréstimo colectivo e
gestão partilhada da colecção;
 Definir uma política de empréstimos no agrupamento e com outras bibliotecas, sobretudo com a
Biblioteca Municipal;
 Adoptar procedimentos comuns relativos ao tratamento documental para poder existir uma partilha
entre as várias bibliotecas do grupo de trabalho concelhio;
 Produzir materiais e desenvolver actividades e projectos em conjunto com outras escolas e bibliotecas;
 Motivar a equipa para uma formação na área das bibliotecas escolares, incluindo professores e pessoal
não docente;
 Implementar o Modelo de Auto-avaliação da BE, proposto pela RBE;
 Criação de um portefólio electrónico de apoio ao processo de auto-avaliação;
 Planear e executar a integração de formas de actuação e rotinas que permitam uma recolha
sistemática de evidências;
 Começar a integrar na planificação das actividades também o estudo de auto-avaliação/impacto nos
utilizadores;
 Sistematizar a recolha de evidências, em função de um plano pré-estabelecido, para o processo da
auto-avaliação da BE;
 Mais registos de actividades, contactos, reuniões e avaliar sistematicamente o trabalho realizado;
 Realizar actividades de benchmarking;
 Construir instrumentos de recolha de dados para avaliação das actividades realizadas em parceria com
a associação de pais/encarregados de educação;
 Apresentar os resultados da avaliação da BE e propiciar uma reflexão sobre os resultados;
 Usar o relatório da auto-avaliação para mostrar a necessidade de verba para novos equipamentos;
 Dar mais visibilidade à BE desenvolvendo estratégias de marketing mais eficazes para divulgar, junto
dos alunos (e restante comunidade escolar), as iniciativas da BE em locais diversificados da escola;
 Explorar e difundir o uso de recursos on-line e incentivar o recurso de dispositivos da web para produzir
e difundir informação;
 Utilizar a Web e outras fontes de informação na prospecção e identificação de materiais do interesse
dos alunos;
 Criar uma base de dados com sites, tendo em vista a implementação progressiva da biblioteca digital;
 Implementar a interactividade entre o blogue da BE e os utilizadores;
 Divulgar de forma mais eficaz e sistemática, o Plano de Acção da BE junto da comunidade educativa e
pais/encarregados de educação, designadamente através do recurso aos ambientes digitais;
 Continuar a colaborar com a equipa PTE na manutenção dos computadores afectos à BE;
 Articular/planificar actividades de formação e de apoio com o grupo das TIC/PTE;
 Colocar em prática um plano articulado e progressivo com os departamentos curriculares, que inclua
diferentes disciplinas e áreas disciplinares, para promover o efectivo desenvolvimento das
competências inerentes à literacia da informação;
 Operacionalizar um programa de formação para as literacias;
 Desenvolver um plano articulado e progressivo para o desenvolvimento das competências de literacia
da informação;

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 Introduzir uma política na escola/agrupamento orientada para o ensino sistemático e em contexto
curricular de competências de informação;
 Promover a Biblioteca Escolar como o pólo cultural da escola em interacção com a comunidade
envolvente.

Encerrada esta sexta sessão de formação, desejamos a todos(as) a continuação de uma boa participação e
trabalho nesta oficina de formação.

As Formadoras

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