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Comentário ao Trabalho do Módulo 3, Tarefa 1, realizado pela

colega Ema Lima Aires

Começo por dar os parabéns à colega na medida em que para mim me


foi muito difícil, neste trabalho, ser sucinta e reconheço que a Ema fez uma
apresentação integral, cumprindo todos os objectivos propostos, de uma
maneira directa e objectiva.

Ao mesmo tempo pretendo realçar o facto do trabalho começar


exactamente com a importância que uma avaliação deste tipo traz para a
Biblioteca Escolar, citando mesmo que esta “Origina mudanças concretas na
prática”, numa alusão implícita ao novo paradigma que se pretende para as
Bibliotecas Escolares.

Seguidamente a Ema mostra mais uma vez os domínios a desenvolver e


que serão sujeitos a uma auto-avaliação e ao dizer isto quero significar que, em
comparação com o trabalho que realizei, talvez fosse uma falha da minha parte
não falar nestes aspectos, reflectindo só agora analisando o trabalho da Ema,
que talvez fosse necessário (é sempre necessário!) uma nova alusão ao que
vai ser avaliado.

Mais uma vez e de uma maneira directa a Ema indica de que forma o
processo e Auto-avaliação se vai processar mostrando os instrumentos de
recolha de evidências e a importância do seu tratamento. Na realidade só
interpretando o que foi avaliado se poderá tirar conclusões e se poderá
implementar uma mudança nas práticas e ao mesmo tempo só divulgando os
resultados numa escola esta poderá ter a noção exacta do que poderá ser feito
ou continuado ou mudado no sentido da qualidade.

Aqui percebe-se imediatamente o quão necessário é o envolvimento de


toda a comunidade educativa neste processo pois por um lado deve constituir
um meio que permita a todos aprenderem a aprender face aos desafios que as
mudanças evidenciam, por outro lado constituir uma oportunidade de reflectir

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os caminhos que se têm percorrido, os efeitos que se têm gerado para, a partir
deles, reconstruir esses caminhos. A necessidade da integração desta Auto-
Avaliação na Avaliação Geral da Escola deverá existir para que e como diz a
Ema se poder “avaliar o impacto da BE na escola”. Talvez o único
constrangimento encontrado por mim seja o achar que esse impacto poderia
estar mais visível e desenvolvido no que diz respeito aos impactos esperados
no trabalho dos professores e nas aprendizagens dos alunos.

Por fim quero agradecer à Ema o trabalho realizado que me fez reflectir
no meu próprio trabalho.

Maria Clara do Vale


18 de Novembro de 2009