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Ano V • Nº 52 • Dezembro 2003 • R$ 6,00

www.embalagemmarca.com.br

Apelo das edições de alta temporada favorece projetos de embalagem no mercado de higiene e beleza

Ano V • Nº 52 • Dezembro 2003 • R$ 6,00 www.embalagemmarca.com.br Apelo das edições de

tendências e perspectivas 2004

entrevista: nelson Barrizelli análise das oportunidades mais promissoras

Nada muda: sejam quais forem as taxas de juros e de crescimento do país em 2004,

Nada muda:

sejam quais forem as taxas de juros e de crescimento do país em 2004, as empresas terão de achar rumos para vender e crescer

Apontando oportunidades

A re por ta gem so bre Ten dên cias e Pers­

pec ti vas na área de em ba­

la gem, veicu la da sem pre nas edi ções de de zem bro

de E m ba la g E m m ar ca , já

se con so li dou como uma peça au xi liar útil no pla­ ne ja men to do exer cí cio se guin te, que nor mal men­ te ocu pa as em pre sas nes­ ta épo ca do ano. Esse é o re su mo de apu ra ção que fi ze mos jun to a inú me ros lei to res com vis tas a tor­ nar mais pre ci sas as in for­ ma ções con ti das nes se tra ba lho, que che ga à sua quin ta edi ção anual. Des­ ta vez, partin do das su ges­ tões re ce bi das, mu da mos um pou co a abor da gem

que vi nha sen do dada a essa ma té ria.

Dei xam de ser fei tas pre­

  • vi sões so bre gran des

nú me ros ma croe co nô mi­

cos, como ín di ces de cres ci men to do PIB, va lor

do dó lar, taxa de ju ros e suas im pli ca ções. Isso fica para eco no mis tas e

  • vi den tes. Nada muda:

seja qual for o re fe ren cial

de de sen vol vi men to do país e do mun do no pró­

  • xi mo

ano, as em pre sas

te rão de en con trar ca mi­

nhos para so bre vi ver, ven der e cres cer. Fren te a essa rea li da de, que se re pe te sem pre, en ten de­ mos ser mais pro vei to so para os lei to res se, em

lu gar de re pro du zir pro­ fe cias mui to a ­bran gen­ tes, apon tar mos opor tu ni­

da des para a ca deia de em ba la gem, per ce bi das pela equi pe da re vis ta ao lon go de um ano in tei ro de con ta to com os me lho­ res pro fis sio nais do se tor. Com base na ex pe riên cia

diá ria de tra ba lho e de ob ser va ção aten ta do mer ca do, sen ti mo ­ nos se gu ros para ofe re cer

uma sín te se des sa per­ cep ção. Es pe ra mos que con tri bua para o cres ci­ men to dos pro fis sio nais, das em pre sas e do país. Boas fes tas a to dos.

Wilson Pa lha res

foto de capa: studio ag

foto de capa: studio ag Diretor de Redação Wilson palhares palhares@embalagemmarca.com.br Rua Arcílio Martins, 53 •
Diretor de Redação Wilson palhares palhares@embalagemmarca.com.br Rua Arcílio Martins, 53 • Chácara Santo Antonio - CEP

Diretor de Redação

Wilson palhares

palhares@embalagemmarca.com.br

Rua Arcílio Martins, 53 • Chácara Santo Antonio - CEP 04718-040 • São Paulo, SP Tel. (11) 5181-6533 • Fax (11) 5182-9463

filiada à

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o con teú do edi to rial de Em ba la gEm mar ca é res guar da do por di rei tos au to rais. Não é per- mi ti da a repro du ção de maté rias edi to riais pu bli ca das nes ta re vis ta sem au to ri za ção da Blo co de co mu ni ca ção Ltda. opi niões ex pres sas em ma té rias as si na das não re fle- tem ne ces sa ria men te a opi nião da re vis ta.

dezembro 2003

Reportagem Making of redacao@embalagemmarca.com.br 30 flávio palhares davene estréia no mercado de fragrâncias com embalagens alusivas
Reportagem
Making of
redacao@embalagemmarca.com.br
30
flávio palhares
davene estréia no
mercado de fragrâncias
com embalagens
alusivas à arte
do origami
flavio@embalagemmarca.com.br
guilherme Kamio
guma@embalagemmarca.com.br
Leandro Haberli silva
leandro@embalagemmarca.com.br
Colaboradores
Josué Machado e Luiz antonio Maciel
Diretor de Arte
carlos gustavo curado
arte@embalagemmarca.com.br
Assistente de Arte
José Hiroshi taniguti
EntrEvista
8
Administração
o economista Nelson
Barrizelli discute o
cenário econômico
para 2004 e as pos-
síveis implicações para
o varejo e a indústria
Marcos palhares (diretor de Marketing)
eunice fruet (diretora financeira)
Departamento Comercial
comercial@embalagemmarca.com.br
Karin trojan
Wagner ferreira
Circulação e Assinaturas
EvEntos
32
análisE
14
oportunidades que não
deverão passar em
brancas nuvens para
usuários e fornecedores
de embalagens em 2004
cadeia de rótulos
auto-adesivos se
reúne para discutir
oportunidades e
aproximar parceiros
Marcella de freitas Monteiro
assinaturas@embalagemmarca.com.br
Assinatura anual: R$ 60,00
Público-Alvo
Capa: sazonais
Em ba la gEm mar ca é di ri gi da a pro fis sio nais
que ocu pam car gos téc ni cos, de di re ção,
ge rên cia e su per vi são em em pre sas for ne ce-
do ras, con ver te do ras e usuá rias de em ba la-
gens para alimentos, bebi das, cos mé ti cos,
me di ca men tos, ma te riais de lim pe za e home
ser vi ce, bem como pres ta do res de servi ços
re la cio na dos com a cadeia de em ba la gem.
22
Lançamentos de verão
estimulam inovações de
embalagem no mercado
de cuidados pessoais
filiada ao
2
im pres sa em image art 145 g/m
(capa) e
BiodEgradávEis
couché Mate 115g/m 2 (miolo) da Ripasa
36
embalagens baseadas
em plástico amigo da
natureza estréiam no
mercado nacional
impressão: Congraf
EmbalagEmmarca é uma publicação
mensal da Bloco de comunicação Ltda.
  • 3 Editorial

em vez de ilações macro- econômicas, um olhar específico

  • 44 Display

Lançamentos e novidades – e seus sistemas de embalagens

  • 6 Agradecimentos

  • 48 Panorama

Menção àqueles que colaboraram

Movimentação na indústria de

com EmbalagEmmarca em 2003

embalagens e seus lançamentos

40

Painel Gráfico

  • 50 Almanaque

Novidades do setor, da criação ao acabamento de embalagens

fatos e curiosidades do mundo das marcas e das embalagens

agradecimentos

Apoio precioso

N es ta épo ca de re fle xão e pla ne ja men to para os pró xi mos 365 dias,

agradecimentos Apoio precioso N es ta épo ca de re fle xão e pla ne ja

agra de ce mos o apoio dos leito res e anuncian tes que tor­ na ram pos sí vel a traje tó ria vito rio sa de E m ba la gEm m ar ca. Este mo des­ to agrade ci men to traduz em fatos esse êxito: a revis ta veicu lou mais de 250 pági nas de anúncios em 2003 e, em di ver si da de de anun­ cian tes, a am plia ção foi espe cial­ men te expres si va. Acre di ta mos que isso se deve à cres cen te cons cien ti­ za ção, por parte das em pre sas, da cre di bi lida de e da eficá cia de E m ba­

la gEm m ar ca como mídia. Em bo ra o fa tu ra men to te nha sido re la ti va men te me lhor, cabe re gistrar que o lu cro não acom pa­ nhou o rit mo. Não se tra ta de quei­ xa, mas de uma in for ma ção. As sim ocor reu por que, em pri mei ro lu gar, foi ne ces sá rio que nos per fi lás se­

mos com uma rea li da de fa mi liar ao mun do em pre sa rial no ano que ter­ mi na: os pre ços de ta be la fo ram man ti dos, en quan to os cus tos de mão ­de ­obra, in su mos e servi ços tei ma vam em su bir. Além disso, fiel ao com pro mis so de fa zer a cada mês uma edição me lhor que a an te rior, a Bloco de Comunicação in ves tiu tudo que pôde no im ple­ men to da re da ção, do aten di men to, da dis tri bui ção e de uma das mais

re co nhe ci das ca rac te rís ti cas de

E m ba la g E m m ar ca : a

ino va ção.

Ilus tran do este últi mo as pec to, so ma das as edi ções re gu la res de

fe ve rei ro de 2001 a de zem bro de

  • 2003 (a edi ção sis te má ti ca em

ja nei ro só co me ça ria em 2003), o nú me ro de ações es pe ciais de amos tra gem che ga a 49. Isso dá a ex pres si va mé dia de 1,44 por mês. Fi ca ram de fora des te cálcu lo os Es pe ciais Al ma na que nº 1 e Luxo,

com o que o nú me ro de edi ções da re vista em 2003 che gou a ca tor ze, ou três mais que no ano an te rior. Es pe ra mos que este su cin to ba lan ço não seja visto como jac­ tân cia, mas ape nas como um re gis­ tro do aval dos anun cian tes e da re cep ti vi da de dos leito res a E m ba ­ la g E m m ar ca . Es te jam certos de que per ma ne ce re mos fir mes no com pro mis so de fa zer da re vis ta, cada vez mais, uma ferra men ta de tra ba lho útil, que con tri bua para o aper fei çoa men to e o cres ci men to da ca deia de em ba la gem. De se jar mos a to dos um 2004 ple no de fe li ci da de pes soal e êxi to

nos ne gó cios e na pro fis são, rei te­ ran do nos sa cren ça no tra ba lho e na éti ca, ala van cas que cer ta men te aju da rão o país a tor nar­se prós pe­ ro e jus to.

agradecimentos Apoio precioso N es ta épo ca de re fle xão e pla ne ja

A equipe de E m ba la g E m m ar ca

Anunciantes que nos apoiar-

Cliart

Lu xeS how La tin Ame ri ca

Relevo Araújo

am em 2003:

Coim

M

De sign

Ri ge sa

Abi vi dro ABPO Aisa Pack Al can Al can ta ra Ma cha do Al coa Alu sa Em ba la gens Fle xí veis An ti lhas Ápice Ar tes Grá fi cas

3M

Com print Con graf DKK Co mu ni ca ção Em ba la gem San ta Inês E-Pac king Grá fi ca Rami Hei del berg Hen kel In com Pac king In dex flex

Ma si pack Mazz De sign Me tal grá fi ca Igua çu MLC Fa cas de Pre ci são Mol tec No vel print Pac ka ging De sign & Marketing Pac king Design Pan de sign Pe tro quími ca Triun fo

Rio Po lí me ros Ri pa sa Ri ver wood Rohm and Haas Sala 21 Sérgio Abreu Design SIG Be ve ra ges SIG Combi bloc Sim bios-Pack SI MEI

Aro Baum gar ten Box Print Grupo graf Bra ga Produ tos Ade si vos Brasilata Bra sil co te Bra sil gra fi ca Bra sil Rio Bras kem Bri tish Airways

InkJett In Lab De sign Ino ve De sign & Co mu ni ca ção Ins ti tu to Ar gen ti no del En va se Itap Be mis Jo fer Em ba la gens Keen work Kro nes La vo ro Ligh tHou se

PMMI Po lie ti le nos União Po li te no Polo Poly-Vac PP Pay ne PR Even tos Pra da Pra ko lar Pro des maq

Smart Pac ka ge Cen ter Sografe So no co For-Plas Stu dio AG Sunny va le Su za no Te tra Pak TSI Vi to pel VNU Bu si ness Me dia

Ce bal

Li

mer-Cart

Pro pack

Whea ton Brasil

Cis per

Lin graf

Quest De sign & Pro pa gan da

A todos, muito obrigado

tendências e perspectivas 2004

entrevista

“Será um ano melhor”

divuLgação
divuLgação

Nelson Barrizelli, economista e professor da USP, antevê um 2004 mais generoso para o comércio varejista e para o setor produtivo

U m pri mei ro se mes tre ex tre ma men te di fí cil para o Bra sil re traiu o con su­ mo, o que oca sio nou um aba lo sen sí­ vel nos ne gó cios do co mér cio va re­ jis ta e, por con se qüên cia, re pri miu

os in ves ti men tos das in dús trias. Em bo ra o aper to na ren da da po pu la ção e o pro ble ma do de sem pre go per ma ne çam, a ten­ dên cia é que, pas sa do o pe río do de res sa ca, o aque ci men to na tu ral do con su mo no se gun do se mes tre, prin ci pal men te no pe río do de fes tas,

irá amor ti zar os pre juí zos e abri rá ter re no para um pró xi mo ano mais fa vo rá vel, po rém ain da lon ge do “es pe tá cu lo do cres ci men to” aven ta do pelo pre si den te da Re pú bli ca. A lei tu ra é de Nelson Bar ri zel li , eco no mis ta, pro fes sor da Uni ver si da de de São Pau lo e con si de ra do um dos maio res es pe cia lis tas em va re jo no Bra sil. “Não po de mos es pe rar nem gran des de pres sões nem gran des pi cos em 2004. Va mos fi car numa si tua ção de cres ci­ men to, mas de cres ci men to con ti do”, ele en ten de. Além de fa zer pro je ções do ce ná rio eco nô mi co para 2004, Bar ri zel li apro vei tou para abor dar, como mes tre ­ dou tor em ad mi­ nis tra ção com ên fa se em mar ke ting, ma nei­ ras de as em pre sas se por ta rem dian te do qua dro re ces si vo, aten tan do es pe cial men te ao pa pel im por tan te que a em ba la gem pode ter nos lan ça men tos de pro du tos.

O se tor va re jis ta so freu uma gran de re tra ção de ne gó cios no pri mei ro se mes tre, a qual o se nhor clas si fi cou, em co men tá rios an te rio res, como “um tom bo de uma gran de es ca da ria”. A ten dên cia, se gun do suas pro je ções, se ria a re cu pe ra ção de de graus na se gun da me ta de do exer cí cio. Já exis­ tem, na pon ta do va re jo, si nais de rea que ci men to da ati vi da de?

Ain da não re ce bi os da dos de ou tu bro, mas até se tem bro não ha via si nais de re to ma da. No en tan­ to, acre di to que co me ça re mos a su bir os de graus de vol ta e pro va vel men te ou tu bro será o pri mei ro mês

des sa re cu pe ra ção, que será mo ti va da pela sa zo na­ li da de na tu ral da ati vi da de eco nô mi ca, já que ne nhum ou tro fa tor de or dem ma croe co nô mi ca jus­ ti fi ca efe ti va men te uma forte re to ma da do va re jo. A que da no con su mo é um re fle xo da que da da ren­ da da po pu la ção e do au men to do de sem pre go, ou seja, é uma con se qüên cia mais dis tan te dos pro ble­ mas ma cro, como a taxa de ju ros. Ao ana li sar mos es pe ci fi ca men te a re la ção en tre con su mi dor e va re­ jo, o que está ocorren do é mes mo falta de di nhei ro para con su mir. E a ren da não está sen do re pos ta por ne nhu ma me di da que o go ver no está to man do. Pelo me nos não ain da.

Le van do em con ta o aque ci men to na tu ral dos ne gó cios no fim do ano, ou seja, o com por ta men to sa zo nal da eco no mia lem bra do pelo se nhor, qual será o ba lan ço mais pro vá vel do va re jo ao fi nal de

2003?

Se tudo cor rer bem en tre no vem bro e de zem bro, de ve re mos ter um re sul ta do fi nal do va re jo muito pró xi mo àque le con se gui do no ano pas sa do, o que se apro xi ma do ín di ce de cres ci men to do país que se es pe ra para 2003, ou seja, 0,5% ou algo pró xi mo do zero. Num ba lan ço fi nal, ire mos re cu pe rar uma par te das per das, mas fi ca re mos no mes mo lu gar em que es tá va mos no fim de 2002. Se hou ver cres­ ci men to, ele será me ra men te ve ge ta ti vo – o que, diga ­se de passa gem, já se ria uma gran de vitó ria, por que ti ve mos um primei ro se mes tre ab so lu ta­ men te anor mal em termos ne ga ti vos. A pro fun di da­ de dos pro ble mas no iní cio do ano nos fa zia pre ver um 2003 pior do que ele efe ti va men te será.

Do pon to de vista do va re jo, que ce ná rio o se nhor tra ça para 2004? É crí vel a pos si bi li da de de cres­

8 – embalagEmMarca dez 2003

tendências e perspectivas 2004

ci men to real dos ne gó cios?

Acre di to que sim. Acho que 2004 será um ano me lhor. Te re mos um cres ci men to do PIB, per ca pi­

ta, po si ti vo. O PIB cres ce rá mais que o cres ci men­ to da po pu la ção e isso ob via men te de ve rá im pul­ sio nar a ati vi da de va re jis ta. É muito pro vá vel que as ati vi da des va re jis tas cres çam de 3% a 4% no pró xi mo ano, cla ro que de pen den do do se tor, mas acom pa nhan do mais ou me nos a ten dên cia do PIB. Vale lem brar o efeito sa zo nal da eco no mia. Num ano “nor mal” te mos ge ral men te 45% da ati vi da de con cen tra da no pri mei ro se mes tre e 55% no se gun do. Acho que isso vai se re pe tir em 2004. De ve re mos ter uma ati vi da de mais con ti da até maio para, a partir daí, cres cer. E o ano vin dou ro tem um fato ex cep cio nal, as elei ções, que deve

Em termos ma cro, não há dú vi da. Nos úl ti mos dez anos o en di vi da men to pú bli co mul ti pli cou vin te ve zes, pois, como não con se gui mos pa gar to dos os ju ros to dos os anos, par te de les é ca pi ta li za da. É

um moto per pé tuo. Nas atuais cir cuns tân cias, a pro ba bi li da de de a dí vi da cair é muito pe que na, e esse é o gran de pro ble ma. Nos pró xi mos me ses ela che ga rá mui to per to de 1 tri lhão de reais, e o go ver no terá de con ti nuar a fi nan ciá ­ la, ofertan do taxa de ju ros atra ti va para quem está apli can do. Se

a taxa de ju ros for me nos atra ti va

do que aqui lo que o in di ví duo pode ob ter em ati vi da des pro du ti­ vas, ele sai do mer ca do fi nan cei ro e vai para a pro du ção. Ob via men­ te esse se ria o me lhor dos mun dos para o Bra sil, pois te ría mos uma

re to ma da do em pre go, me lhor dis tri bui ção de ren da, re tor no do

ci men to real dos ne gó cios? Acre di to que sim. Acho que 2004

in cen ti var o cres ci men to do país. A ati vi da de eco nô mi ca se mo vi­ men ta muito mais em anos de elei ções. Isso deve ocorrer a par­ tir de ju nho. Creio, en fim, que 2004 tem tudo para ser um bom ano.

Nes sa me di da, se ria o pró xi mo

ano o iní cio do pe río do de cres ci­ men to pro lon ga do do país anun­ cia do pelo go ver no e sua equi pe eco nô mi ca ou se tra ta de uma pers pec ti va in con sis ten te?

Acre di to que nos pró xi mos três anos não de ve re mos ter nem gran­ des re ces sões nem gran des ar rou­

É mui to pro vá vel que as ati vi da des va re jis tas cres çam de 3% a 4% no pró xi mo ano, acom pa nhan do mais ou me nos a ten dên cia do PIB. De ve re mos ter uma ati vi da de mais con ti da até maio para, a par tir daí, cres cer

con su mo etc. Mas tudo de pen de do equa cio na men to da dí vi da, que te ria de ser feito atra vés de um enor me alon ga men to. Ela te ria de ser jo ga da para dez, vin te, trin ta anos à fren te, para não pressio nar a pou pan ça in ter na do jeito que pres sio na hoje. Em suma, o pro­ ble ma bra si lei ro está aí, mui to bem diag nos ti ca do, mas a so lu ção é ex tre ma men te com ple xa. Não se faz isso es ta lan do os de dos. É um pro ces so que veio sen do mon­ ta do atra vés dos úl ti mos vin te anos, e ago ra te re mos de amar gá ­ lo.

bos de cres ci men to. O país vai se com por tar de ma nei ra es tá vel, po rém com cres ci­ men tos con ti dos. A taxa de ju ros vai con ti nuar ele va da. Se a in fla ção se man ti ver no pa ta mar atual, em tor no de 6% ao ano, a taxa de ju ros bá si­ ca difi cil men te será me nor que 14%, 15%. Isso para ge rar um juro real no país de 9%, 10%, o que pa re ce ser, numa per cep ção pes soal, o ní vel mí ni­ mo que jus ti fi ca in ves ti men tos em fi nan cia men tos da dí vi da pú bli ca. Abai xo des se ní vel, os in ves ti­ men tos se riam diri gi dos à área pro du ti va, e o go ver no fi ca ria com o mico da dí vi da na mão.

Aliás, esse pon to, o da dí vi da pú bli ca, pa re ce ser o prin ci pal gar ga lo para des fru tar mos de um cres­ ci men to real e con sis ten te da eco no mia, não?

Mes mo com o garro te se apertan­ do so bre a ren da e o alto ín di ce de de sem pre go, pes qui sas têm mos tra do que a po pu la ção está mais oti mis ta com a eco no mia e pre dis pos ta a con su mir. Esse fa tor psi co ló gi co já não re pre sen ta um si nal im por tan te para a eco no mia em ge ral?

Não há a mí ni ma dú vi da. Quan to mais as pessoas acre di tam no fu tu ro, mais isso re per cu te no con su­ mo, que é o que no fun do mo vi men ta todo o pro­ ces so mi croe co nô mi co – as in dús trias, os ser vi ços, a agri cul tu ra etc. Se nós realmen te con se guir mos de sen vol ver um es pí ri to mais otimis ta, po rém não ir res pon sá vel, com um oti mis mo cal ca do em fa tos reais, isso será muito po si ti vo.

No iní cio do ano, o se nhor acon se lha va à in dús­

10 – embalagEmMarca dez 2003

A máquina de produção de tubos de plástico de velocidade media da Aisa oferece uma maior
A máquina de produção de tubos de plástico de velocidade media da Aisa oferece uma maior

A máquina de produção de tubos de plástico de velocidade media da Aisa oferece uma maior produtividade e uma gama maior de tamanhos e formas de tubos. Com uma automação aperfeiçoada e procedimentos de alteração e manutenção simplificados, a nova PTH-80s representa um menor investimento por tubo que a PTH-80: a máquina de tubos de plástico mais vendida em todo o mundo desde 1985!

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tendências e perspectivas 2004

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tria pen sar em lan ça men tos mais se le ti vos e com

va lor agre ga do, pois, num ce ná rio de ren da aper­ ta da e de te mor de des con tro le da in fla ção, se ria ne ces sá rio o con su mi dor re co nhe cer ne les ca rac­ te rís ti cas que não viu em ou tros pro du tos, para ser le va do a ex pe ri men tá ­ los. Como a si tua ção não mu dou mui to, e seu con se lho ain da vale, a em ba­ la gem pode ser esse di fe ren cial?

Sim, a em ba la gem pode ser esse fa tor di fe ren cia­ dor, des de que real men te agre gue va lor, que se per ce ba nela algum tipo de utili­ da de. Como as pessoas es tão com me nos ren da, a ten dên cia é que com prem pro du tos nos quais en xer guem be ne fí cios maio res do que o va lor des pen di do. É o ve lho con cei to do custo pe sa do com o be ne fí cio. Não se deve lan çar pro du tos só por lan çar, só para

pos ses aca bam dan do aten ção à mar ca, ao pro du to que está sen do ven di do, ao ní vel de ser vi ços e as sim por dian te. Há da dos de que no Bra sil 25% da po pu la ção fo cam ex clu si va men te o pre ço. É aque le su jei to que gasta tem po, pro cu ra, com pra

fun da men tal men te pro mo ções. Mas isso não é um tra ço eco nô mi co, é um tra ço psi co ló gi co, que se en con tra na clas se A, na B, na D, en fim, em to das. Con tra ria men te às cren ças atuais, as clas ses C e D não prio ri zam pre ço. Elas prio ri zam perfor man ce

do pro du to. Como elas têm pou­

cos re cur sos, es tes têm de ser bem apli ca dos, em pro du tos que não fa lhem, se jam alimen tos, se jam ele troe le trô ni cos. Bus car re sul ta­ do ex clu si va men te com pre ço pode ofe re cer re sul ta do em curtís­

si mo pra zo, mas pode afe tar subs­ tan cialmen te a ima gem do pro du­

tria pen sar em lan ça men tos mais se le ti vos e com va

co piar o con cor ren te. Pri mei ro por que não há es pa ço nos pon tos ­ de ­ ven da para pro du tos que se jam me ras có pias e, se gun do, o con su­ mi dor não vai dei xar de com prar o pro du to A para com prar o B se este úl ti mo é ri go ro sa men te igual ao pri mei ro. Al gu mas em pre sas op tam por co piar e fa zer a dife­ ren cia ção atra vés do pre ço. Se a per for man ce for igual e o pre ço for mui to bai xo, tal vez a em pre sa te nha su ces so. Se não for, não terá. É mais ló gi co e mais se gu ro lan çar pro du tos com al gum di fe­ ren cial, e ele pode sim ser a em ba la gem.

Não se deve lan çar pro du tos só por lan çar, só para co piar o con cor ren­ te. É mais ló gi co e mais se gu ro lan çar pro du tos com al gum di fe ren cial, e ele pode ser a em ba la gem, desde que se per ce ba nela al gum tipo de uti li da de

to num pra zo maior. É pre ci so ha ver uma do sa gem, um mix ade­ qua do: um pou co de mar ca, um pou co de ex po si ção no PDV, um pou co de ima gem, en fim, um pou co de cada coi sa para atin gir re sul ta dos.

Não há como con se guir ven der mais, a pre ço bai xo, e ao mes mo tem po man ter a ima gem de mar ca pre mium?

Essa com bi na ção não exis te. Há três ma nei ras de se firmar no mer­ ca do em termos de es tra té gia. Se se quer ven der con ti nua men te a pre ços bai xos, é pre ci so criar uma

Ul ti ma men te, mui tos pro fis sio nais de mar ke ting têm aler ta do para a ne ces si da de de se dar aten ção às clas ses me nos abas ta das, pois se riam elas as mais sus ce tí veis às mi grações de mar cas em pe río­ dos de que da de ren da. A con se qüên cia é o au men­ to da dis pu ta de mer ca do via pre ços bai xos. Isso não traz o ris co de o pro du to, mes mo que con quis­ te mer ca do, vir a ser ca rac te ri za do como “de se gun da” quan do a si tua ção se nor ma li za?

Vol ta mos a um pon to bá si co do mar ke ting: di fi cil­

men te se con se gue man ter por lon go tem po uma do mi nân cia de mer ca do ba sea da em pre ço, pois ele é um dos fa to res que le vam as pes soas a com­ prar, mas não o fa tor de ter mi nan te. To das as pes­ qui sas mos tram que mes mo as pes soas de pou cas

li de ran ça de custos, ou seja, os pre ços baixos têm de ser re sul ta do de um pro ces so de do mi nân cia de cus tos que só sua em pre sa tem e que ne nhum con cor ren te con se gue. Esse pro du to nun ca terá uma ima gem pre mium, mas po de rá man­ ter um con su mo es tá vel ao lon go do tem po. A se gun da ma nei ra é ter dife ren cia ção: o pro du to é tão di fe ren te que jus ti fi ca esse ape lo premium. Aí, as pes soas pa gam por essa di fe ren ça. A ter cei ra hi pó te­ se é a de ope rar ni chos de merca do, onde só você está, e aí você co bra o pre ço que qui ser. Es sas três coi sas per mi tem que a em pre sa ope re com pre ço jus to para o con su mi dor fi nal e con si ga uma lu cra­ ti vi da de maior que a de seus con cor ren tes. Ago ra, a hi pó te se de ven der cons tan te men te a pre ços bai xos man ten do uma ima gem pre mium não existe.

tria pen sar em lan ça men tos mais se le ti vos e com va
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12 – embalagEmMarca dez 2003

iLustRações: pHiLipp Mai – Mai 3d

tendências e perspectivas 2004

iLustRações: pHiLipp Mai – Mai 3d tendências e perspectivas 2004 análise Aproveitar o ano Sejam quais

análise

Aproveitar o ano

Sejam quais forem os indicadores macroeconômicos para 2004, o consumidor continuará exigindo tudo das embalagens

Pela Equipe de EmbalagEmmarca

Aproveitar o ano Sejam quais forem os indicadores macroeconômicos para 2004, o consumidor continuará exigindo tudo

N a ten ta ti va de pro je tar ten dên cias e pers pec ti vas para 2004 no se tor de em ba la gem, pro cu rou ­se de tec tar

aque las que, não im por ta para onde es te jam apontan do os in di ca do res, preva le cem sem­ pre, mas se apresen tam a cada vez de forma dife ren­ te. Des se modo, pon tos rela ti vos ao ce ná rio ma croe­ co nô mi co para o pró xi mo ano são con tem pla dos na En tre vis ta des ta edi ção, com o eco no mis ta Nel son Bar ri zel li.

Para falar de modo mais espe cí fi co so bre opor­ tu ni da des para em ba la gens, considerou ­se que, acon te ça o que aconte cer nos próxi mos meses, os con su mi do res con ti nua rão, como sem pre, exi gin do cada vez mais dos pro du tos que com pram e das em ba la gens em que es tão acondi cio na dos. E o que

es pe ram eles das em ba la gens? A res pos ta é: TUDO – con ve niên cia (faci li da de de uso e trans por te), pro­ te ção, se gu ran ça, pos si bi li da de de reci cla gem, bele­ za e, para com ple tar, preço jus to. Recomenda­se en tão que, ao pla ne jar o pró xi mo pe río do, seja le vada em conta a neces si da de de satis fa zer esse per­ so na gem, que conti nua rá di tan do as re gras. Im por tan te é com preen der que o aten di men to de suas exi gên cias é fei to na for ma de di fe ren tes atri bu­ tos a ser ofere ci dos pe las em ba la gens e, claro, pela qua li da de in trín se ca dos pro du tos. O en si na men to que profis sio nais de mar ke ting, vendas, design e pro du ção de vem ti rar daí é que, em ter mos prá ti cos, tudo isso se traduz con cre ta men te em reci pien tes de fá cil abertu ra, res se lá veis, fá ceis de em pi lhar, segu­ ros – en fim, do jeito que o consu mi dor quer.

Exportar, uma boa saída

Quan do se anali sa o setor de emba la gem, aqueles grandes nú me­ ros e gráfi cos que os econo mis tas cos tu mam exibir são inte res­ san tes ape nas na me di da em que mos tram como o compor ta­ men to ge ral da econo mia se refle te na área. Nesse caso, vale re gis trar que 2003 não foi um ano ge ne ro so, no que pe sou o pri­ mei ro se mes tre ex tre ma men te com pli ca do para o país. A pro du­ ção da in dús tria nacio nal de emba la gem apresen tou que da de 5,2% nos pri mei ros seis me ses do ano, de acor do com a As so cia­ ção Brasi lei ra de Emba la gem (Abre). Para se ter idéia, o segmen­ to de pape lão ondu la do, so bre o qual o atribu to de indi ca dor da ca dên cia da econo mia recai mais forte men te, pelo fato de pro du­ zir caixas de despa cho, “as emba la gens das emba la gens”, acusou que da de 12,3% nas vendas em rela ção a 2002, como infor ma a As so cia ção Bra si lei ra do Pape lão On du la do (ABPO). O que se gu rou o de sem pe nho do se tor, em gran de me di da, foi o cres ci men to das ex por ta ções. Hou ve maio res pe di dos por em ba lagens com valor agrega do, já impres sas, em detri men to de cha pas para a con ver são de cai xas. Nes se sen ti do, apa re ce cer ta ten dên cia para 2004. A certe za de que as ex por ta ções con ti nua­ rão em aclive irá render opor tu ni da des reais e imedia tas para di ver sas in dús trias e, por con se guin te, para as em ba la gens em ge ral. Aliás, se gun do a Abre, que criou um co mi tê pró prio para in cen ti var as ex por ta ções do se tor, as re mes sas de em ba la gens bra si lei ras va zias para o exte rior ten dem a crescer em 2004.

Por ções me no res, um ca mi nho

Re du zir cus tos sem per der qua li da de e bai xar pre ços uni tá rios per ma ne ce rão como pa la vras de or dem em 2004. Em bo ra pa re­ ça pa ra do xal, vá rios pro fis sio nais de fen dem a ex plo ra ção de em ba la gens in di vi duais, com por ções me no res de pro du to, como uma for ma de al can çar tais ob je ti vos. O ar gu men to do pre ço fi nal é cla ro, e o da re du ção de cus tos ba seia­se aci ma de tudo na re du ção do des per dí cio em com pa ra ção com em ba la­ gens de volu mes maiores. Do lado do con su mi dor, vale lem brar que fa to res com por ta­ men tais tam bém con fluem para trans for mar em bola da vez os pro du tos em fra ções me no res. Além das pes soas que mo ram sós, as fa mí lias vêm mos tran do gran de re cep ti vi da de a esse tipo de re ci pien te, prin ci pal men te em ali men tos e gu lo sei mas. Eles evi tam des per dí cios e aten dem às ro ti nas di fe ren tes dos fa mi lia res. O cres ci men to do há bi to do “con su mo nô ma de”, aque le fei to em trân si to, no tra ba lho, na es co la, em viagens, tam bém é um impul sio na dor des sa dri ving for ce. Num cote jo com merca dos in ter na cio nais, ob ser va­se que a indús tria nacio nal pare ce ainda não ter acorda do para o fato de que emba la gens de menor vo lu me não têm boas opor tuni da des so men te em ali men tos, como bis­ coi tos e pra tos pron tos e se mi pron tos. Seg men tos como os de hi gie ne pes soal e de cos mé ti cos re ve lam­se nichos ain da não muito ex plo ra dos por essa es tra té gia.

tendências e perspectivas 2004

Pro du tos mono­dose tam bém são uma boa arma para a pre mên cia das in dús trias pela re com po si ção de mar gens. Isso pelo fato de suas carac te rís ti cas se rem de fato per ce bi das como be ne fí cios, e o pú bli­ co con su mi dor, que con cor da em pa gar um prê mio por isso, per tence em sua maioria a classes fi nan cei­ ra men te bem si tua das.

Maior “ho ri zon ta li za ção”

Um fato de or dem maior, que con cor re para essa ten­ dên cia de busca de em ba la gens me no res, é que a in fla ção difi cil men te volta rá a se descon tro lar em cur to pra zo. Por isso, só ten de a re cru des cer o cos tu­ me das com pras pe que nas, fra cio na das, em detri­ men to das com pras do mês, que privi le gia vam gran­ des em ba la gens e da vam a sen sa ção de pro te ção con tra o dra gão infla cio ná rio. Convém emen dar, neste ponto, que a indús tria vem dando maior im por tân cia aos ca nais de me nor por te como for ma de re com por suas mar gens e res pi­ rar fren te às im po si ções se ve ras dos gran des ca nais va re jis tas. Tal “hori zon ta li za ção” da distri bui ção é in du bi ta vel men te uma ve de te do se tor pro du ti vo. Além de abrir espa ço para o traba lho de desig ners e for ne ce do res na adequa ção de em ba la gens a esses ca nais, ela reve la opor tu ni da des para os ma te riais de apoio para o ponto ­de­ven da – dis plays, faixas, car­ ta zes, mó bi les e con gê ne res. Nem tudo, porém, cami nha para a redu ção dos ta ma nhos. O se tor de food servi ce, cuja carac te rís ti ca de consu mo é ba si ca men te a de gran des do ses, pre ci­ sa jus ta men te do con trá rio. Trata ­se de um se tor em fran­ co cres ci men to no país – e ain da lon ge de es tar sa tu ra do de so lu ções con ve nien tes. Aqui há es pa ço sig ni fi ca ti vo para a profu são de boas so lu ções em em ba la gens plásti cas, tan to rígi das quan to flexí veis, me tá li­ cas, car to na das mul ti fo­ lha das e “sis te mas hí bri­ dos”, como bag ­in ­bo xes. Há, no segmen to, queixas ge ne ra li za das de aten di men to pre cá rio no to can te às em ba la­ gens. Um exem plo gri tan te é do não­for ne ci men to de pro du tos em do ses con ve nien tes e tam bém com be ne fí cios prá ti cos agre ga dos. Um olhar so bre o vare jo mostra uma ten dên cia que cer ta men te não dei xa rá de dar o ar de sua gra ça caso

haja me lho ra eco nô­ mi ca: a agrega ção de va lor aos pro du tos atra­ vés de apre sen ta ções mais bu ri la das, o que, para citar uma só conse­ qüên cia, pode rá sor rir às em ba la gens de vi dro.

Migrações

Em con tra par ti da, o iní cio do ano brasi lei ro, que ocorre “de pois do Carna val”, tam­ bém po de rá tra zer migra ções de pro du tos como maio ne se e ato ma tados para em ba la gens plás ti cas, em espe cial potes de PET e flexí veis como os stand­ up pou ches (SUP). Nos úl ti mos anos es tas vêm rece ben do mui tas fi chas na apos ta de seu cres ci­ men to no Bra sil. Por se tra tar de uma so lu ção de maior valor agre­ ga do que a maioria das flexí veis, a maior es ta bi li da de da eco no mia deve fa zer es coar mais em ba la gens des se tipo. Como mostra do em repor ta­ gem de Em ba la gEm m ar ca no ano que se encer ra, a ca deia de pro du ção en vol vi da com esse tipo de em ba­ la gem prevê um salto em seu consu mo nos pró xi mos dois anos. A ten dên cia de cresci men to do uso de SUP, bem como uma es pe ra da am plia ção do con su mo de re ci­ pien tes in di vi duais – in cluin do águas e re fri ge ran tes –, são vis tas com oti mis mo pela ca deia de su pri men to de re si nas. Elas po dem au men tar a de man da de ma té­ rias­pri mas para a fabri ca ção das em ba la gens fle xí­ veis pri má rias e dos fil mes stretch de agre ga ção e de trans por te (mul ti packs). No lado das pe tro quí mi cas, me re ce regis tro que as prin ci pais em pre sas cer ta men­ te bus ca rão, a exem plo do que já acon te ceu em 2003, agre gar va lor às suas re si nas, mes mo as po lio le fi nas. É plau sí vel es pe rar cada vez mais lan ça men tos de ma te riais de di ca dos à con ver são de em ba la gens para apli ca ções espe cí fi cas, que tragam bene fí cios di re ta­ men te li ga dos às ca rac te rís ti cas de pro ces so ou ao uso do pro du to acaba do. Mas o mar não es ta rá para pei xe para to dos. Como o nú me ro de trans for ma do res é re la ti va men te ex ces­ si vo (cer ca de 5 000), podem ser es pe ra das fu sões e ab sor ções. Em tal ce ná rio, o que a his tó ria mos tra é co nhe ci do: algu mas in dús trias se jun tam, para ser com pe ti ti vas; ou tras de sa pa re cem, com pra das por

16 – embalagEmMarca dez 2003

SIG Combibloc – Eras siderais na tecnologia de embalagem

2003

SIG Combibloc é a primeira a dar forma exclusiva às embalagens cartonadas (combishape)

1930

SIG Combibloc é a primeira fornecedora européia de embalagens cartonadas para bebi- das (Perga)

1993

SIG Combibloc

  • 1978 introduz a primeira tampa para embalagens cartonadas assépticas (combiTop)

SIG Combibloc introduz a primeira máquina de envase asséptica, de alta produção, com

  • 1962 capacidade para 10.000 embalagens/hora

SIG Combibloc introduz a primeira embalagem cartonada pré-formada (Blocpak)

1985

SIG Combibloc envasa os primeiros produtos alimentícios com pedaços em embalagens cartonadas assépticas

Como uma das líderes mundiais na fabricação de embalagens cartonadas assépticas, há décadas estabelecemos, continuamente, padrões através das nossas soluções em embalagem. Uma nova era sideral se inicia com a inovadora embalagem cartonada combishape, que oferece uma diversidade de formas exclusivas e quase ilimitadas. Com ela nasce uma nova estrela no universo das embalagens, criando possibilidades e oportunidades de mercado totalmente novas. Confira você mesmo: www.sigcombibloc.com

SIG Combibloc – Eras siderais na tecnologia de embalagem 2003 SIG Combibloc é a primeira a

SIG Combibloc

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con cor ren tes ou por não resis ti rem à pres­ são do mer ca

con cor ren tes ou por não resis ti rem à pres­ são do mer ca do.

Es pa ços para ró tu los

No se tor de rótu los, espe ra­se um re cru des ci men to da compe ti ção en tre o sis te ma que mais cresceu nos últi­ mos anos, o auto­ade si vo, com os ró tu los ter moenco lhí veis. E não ape­ nas pelo fato de es tes se rem re la ti va­ men te no vos no país. Ocor re que vem cres cen do o nú me ro de for ne ce do res des sa tecno lo gia no merca do na cio nal, e a maior ofer ta na tu ral men te de ve rá tor ná­la mais acessí vel às empre sas. Uma boa opor tu ni da de para o se tor de ró tu los aproveitar, já no início de 2004, re si de na ca deia de produ ção de frutas e hor ta li ças fres cas, uma das poucas que ain da não obe de cem a exigên cias le gais de ro tu la gem. Uma Instru ção Nor ma ti va do go ver no, pu bli ca da em 12 de no vem bro úl ti mo, veio es ta be le cer, de fi ni ti va e ex pli­ ci ta men te, a exigên cia de rotu la gem para os pro du tos hor ti gran jei ros a partir de 16 de mar ço do pró xi mo ano. Pro du tos hor tí co las que não con ti ve rem eti queta com infor ma ções como proce dên cia e data de fa bri ca ção serão barra dos nos en tre pos tos ataca dis tas ofi ciais de abas te ci men to. Mais adiante no ano, as Olimpíadas abrem caminho para os rótulos (e para todo tipo de embalagens) promocionais Ou tro pon to que pro me te agi tar o merca do de ró tu­ los, e mui to pro va vel men te a área grá fi ca em ge ral, é a impres são di gi tal, impul sio na da pelo avanço téc ni co dos equi pa men tos, que via bi li zam qua­ li da de pre mium de impres são, e pela tendên­ cia de fragmen ta ção cada vez maior do mer­ ca do, que exige dos for ne ce do res de emba­ la gens flexi bi li da de para atender pedi dos de lo tes cada vez me no res. Du ran te a Dru pa, feira que aconte ce em maio em Düs sel dorf, na Ale ma nha, a tecno lo gia di gi tal, in te gran do pré ­im pres são, im pres são e pós­impres são deverá ser a gran de ve de te. Numa es pe ra da me lho ra do qua­ dro eco nô mi co, o setor gráfi co prevê tam bém maior pro pa ga ção das im pres so ras flexo grá fi cas de ban da es trei ta (nar row web), tan to para a con ver são de ró tu los quan to para pe que nos car tu chos, princi pal men­

te para remédios. Por con tem pla rem ti ra gens fle xí veis, a impres são di gi tal e a flexo gra fia de banda es trei ta, aliás, também po derão ser beneficia­das pelo aumento do volume de pedidos de embalagens promocionais com o tema das Olimpía das.

Di fe ren cia ção x co mo di ti za ção

Nes se que si to, há boas opor tu ni da des tam bém para as em ba la gens me tá li cas. Avan ços nas tec no lo gias de de co ra ção de latas de duas peças para bebi das – de aço ou alu mí nio – abrem as por tas para esse tipo de em ba­ la gem em edições li mi ta das ou come mo ra ti vas. A fo lha­de­flandres, ain da nes sa sea ra, pode co lher bons fru tos com emba la gens de alto valor agrega do em ali­ men tos e em ou tros campos. A propósito, recorda­se que em 2003 uma mar ca no tó ria de sa bões em pó se va leu de latas es pe ciais. Tam bém não se pode es que cer, como tendên cia, de artigos que, a despei to do momen to re ces si vo, só cres­ cem em consu mo: os cha ma dos pro du tos de pres tí gio. Cer ta men te há opor tu ni da des para a pros pecção de to dos os ti pos de ma te riais nes sa área. Trans for­ ma do res de PET, por exem plo, bus­ cam ob ter so lu ções para atender mer ca dos como o de cos mé ti­ cos, após en tra rem de ca be ça no de medi ca men tos. Essa ten­ dên cia já rendeu bons frutos em 2003, no lan ça men to de per fu mes e ou tros itens de be le­ za,. E pode ren der mais, não só para o setor plásti co, mas tam­ bém para aque les mais ín ti mos des se mer ca do, como o vidro e os me tais. Porém, acaba men tos de maior no bre za não de ve rão cres cer somen­ te em itens de luxo. Isso transpa re­ ceu na ma nei ra como o se tor de em ba la gens lidou com as difi cul da­ des econô mi cas do ano que finda. Apos tan do no forne ci men to para itens de me nor va lor agre ga do, a par tir do qual o alto giro pode compen sar ren ta­ bi li da des mais bai xas, for ne ce do res de fil mes e de papéis me ta li za dos mos tra­ ram ser possí vel contor nar turbu lências mes mo quan do as apre sen ta ções mais so fis ti ca das são pres sio na das pela queda da ren da dos con su mi do res. As sim, ainda que as va rian tes ma croe co nô mi cas com pro me tam o desem pe nho de 2004, não há moti vos para crer que cartu chos lami na dos ou rótu los auto­ade­

18 – embalagEmMarca dez 2003

tendências e perspectivas 2004

si vos do tados de efei tos bri lhan tes, para ficar em ape­ nas duas ten dências de dife ren cia ção si tua das no cam­ po da sofis ti ca ção, enfren ta rão grandes crises em 2004. É claro que, con si de ran do as hi pó te ses mais som brias, não se deve des car tar a su po si ção de que da nas en tre gas. Mas tudo in di ca que a es tra té gia com pro du tos de alto giro pode rá ga ran tir, junto com o es pa ço ca ti vo con quis ta do en tre os mais di fe ren tes itens de pres tí gio, um ho ri­ zon te favo rá vel para os chama dos aca­ ba men tos de alto nível.

Rigor no vi sual

Nes se sen ti do, é inte res san te avaliar onde es tão as oportu ni da des mais la ten tes. As gôn do las de be bi das al coó li cas, por exemplo, têm se des­ ta ca do pela cres cen te uti li za ção de ró tu los la mi na dos a subs tra tos me ta li za dos, num pro ces so que já não se mos tra res tri to às mar cas mais cele bra das. Na verda de, tais acaba mentos se popu lari za ram nos úl ti mos anos, de modo que be bi das de me nor va lor agre ga­ do, como vinhos de mesa pro­ du zi dos em gran des vo lu mes e até bebi das ice, também se tor­ na ram po ten ciais adeptos dos auto­ ade si vos com acaba men tos di fe ren cia dos. Já os car tu chos de pa pel cartão com aparên cias no bres, que também podem ser obti das a partir de la mi na ções me ta li za das, de ve rão con ti nuar en con tran­ do boas pers pec ti vas no mer ca do de hi gie ne e be le za, onde, além das anima do ras ta xas de cresci men to, a uti liza ção de sis te mas de deco ra ção dife ren cia dos se jus ti fi ca pelo próprio dis cur so de ven da ado ta do pela maioria das marcas. Em ou tras pa la vras, os fa bri can­ tes do setor sa bem que não é reco men dá vel rela xar no vi sual de produ tos que prome tem bele za e reju ve nes­ ci mento. Assim, também é perti nen te es tar atento às opor tu ni da des do se tor, que, como no merca do de be bi das al coó li cas, po dem se reve lar nas prate lei ras de pro du tos de menor va lor agre ga do.

Con ve niên cia, um im pe ra ti vo

Na área ali men tí cia, a pra ti ci da de de con su mo se trans for mou num dos gran des ar gu men tos de ven da, atra vés do home meal re pla ce ment (HMR). A subs ti­ tui ção das re fei ções pre pa ra das em casa por alimen tos pron tos e se mi pron tos cer ta men te conti nua rá cres cen­ do e geran do boas chances para a cadeia de emba la­

gem. Com a hipótese de nova crise ener gé ti ca a prin­ cí pio fora de co gi ta ção, o merca do de ali men tos con­ ge la dos con ti nua rá sendo um grande con su mi dor de em ba la gens di fe ren cia das em 2004. Além da deman da de sis te mas com maior valor agre ga do, como as em ba la gens que po dem ir di re ta­ men te do free zer ao for no de microon das, a con ve­ niên cia no prepa ro das refei ções pode operar ou tras trans for ma ções. Mui tos pe que nos for ne ce do res de em ba la gens plás ti cas rí gi das e semi­rígi das de po si tam fi chas em nichos hoje pouco con si de ra dos en tre a maioria dos fa bri cantes de emba la gem. As gôn do las de verdu ras dos su per mer ca dos são um bom exem plo des sa bus ca de al ter na ti vas. Pode pa re cer um seg men to de baixo po ten cial, mas a agre­ ga ção de valor a esses ve ge tais, via pré­sele ção e lava­ gem das fo lhas, au men tou o uso de no vos sis te mas de acon di cio na men to. Nele pre do mi nam as ban de jas plás ti cas, nas quais a com bi na ção de le gu mes e ver du­ ras já vem pronta. Para consu mi do res que preferem mon tar os pra tos, uma das tendên cias é o uso de sacos plás ti cos in fla dos de modo a pro te ger os ma ços. Ain da em alimen tos fres cos, convém obser var o seg men to de pro du tos or gâ ni cos, que vem ga nhan do es pa ço nos úl ti mos anos, e em 2004 de ve rá am pliar as pos si bi li da des para for ne ce do res de em ba la gens para grãos, su cos, ge léias, fru tas e açúcar. Com ta xas de cres ci men to su pe rio res a 20% nos úl ti mos anos, o se tor de ro tis se ria dos su per mer ca dos é ou tro que mere ce a atenção. Ofere cen do va rie da de de op ções cada vez maior, esse nicho não de ve rá so frer re vi ra vol tas num eventual pano ra ma de contra ção da ren da, pois, além da pra ti ci da de, as ro tis se rias dos su per mer ca dos se apóiam em pre ços com pe ti ti vos. Em termos de emba la gem, a grande ten dên cia na área é a ven da de ali men tos em ban de jas plás ti cas com tam­ pas trans pa ren tes e divi só rias in ter nas, para os ali men­ tos po de rem ser aqueci dos e con su mi dos. Na impossibilidade de conden sar aqui todas as opor tu ni da des que 2004 trará, Em ba la gEm mar ca bus ca rá, como faz regularmente, infor mar aos lei­ to res, em doses men sais, o que de inte res­ san te aconte ce nos mer ca dos e o que se pode ex plo rar, atra­ vés da apresen ta ção de pro du to, para ga nhar es pa ço e vender mais. Afi nal, se os anos pas­ sam rá pi do, mais ainda é assim com as opor t u n i d a d e s . Aproveitemos.

si vos do tados de efei tos bri lhan tes, para ficar em ape­ nas duas

20 – embalagEmMarca dez 2003

studio ag

reportagem de capa

Férias lucrativas Por Leandro Haberli Se tor de hi gie ne pes soal aproveita verão com
Férias lucrativas
Por Leandro Haberli
Se tor de hi gie ne pes soal aproveita verão com edições especiais

E m bo ra exer ça in fluên cia reco­ nhe ci da men te po si ti va no mer­ ca do de hi gie ne pes soal, o

studio ag reportagem de capa Férias lucrativas Por Leandro Haberli Se tor de hi gie ne

au men to da trans pi ra ção não é o úni co fa tor que tor na o ve rão um pe río do de eu fo ria e de am plia ção de ne gó cios no se tor. Em pa ra le lo ao com pro va do cres ci­ men to das vendas de de so do ran tes e sa bo­ ne tes, as ativi da des de lazer e os cuida dos que a pele e o ca be lo exi gem em dias en so­ la ra dos vêm es ti mu lan do um pai nel cada vez mais amplo de opor tu ni da des sazo nais nas pra te lei ras de per so nal care. Atraídas por vendas tradi cional men te as cen sio nais nes se pe río do, as edições es pe­ ciais e os lança men tos de ve rão se mul ti pli­ cam em di ver sas ca te go rias, ex pan din do o mar ke ting do calor para muito além das gôn­ do las de pro te to res so la res e de re pe len tes de mos qui to. En tre as dis tin tas ca te go rias em que os adep tos da táti ca se fazem notar, os hidra tan tes cor po rais e as li nhas de tra ta men­ to ca pi lar me re cem des ta que não ape nas por pro me ter pro te ção en tre um mer gu lho e ou tro. Na ver da de, os produ tos de alta tempo­ ra da vêm tor nan do o se tor de per so nal care, que já é um dos mais reco nhe ci dos por in ves tir em boa apresen ta ção, ainda mais atraente para a ca deia de em ba la gens. “O

22 – embalagEmMarca dez 2003

au men to do consu mo de fras cos de xam pus e de con di cio na do res sem pre foi per cep tí­ vel nes sa épo ca”, co men ta Ri car do Da vid, ge ren te de en ge nha ria da Si nim plast, uma das prin ci pais for ne ce do ras de em ba la gens plás ti cas do merca do de cosmé ti cos e de hi gie ne pes soal. “Nos úl ti mos três anos, po rém, a tendên cia de itens sazo nais ven di­ dos com apre sen ta ções di fe ren cia das foi acentua da, trazen do um novo apelo de ne gó cios para o se tor”, ele rela ta.

Calor vende

A pro gres si va cons ciên cia dos consu mi do­ res quan to aos cui da dos que a pele e o ca be­ lo exigem no ve rão aju da a ex pli car essa ten dên cia, que, apesar de crescen te, ainda pa re ce des pro vi da de re co nhe ci men to. Ocorre que os lan ça men tos es ta cio nais do se tor de hi gie ne pes soal ra ra men te são men­ cio na dos como fa tor de au men to de ven das nos le van ta men tos do merca do. É difí cil tam bém desco brir a parti ci pa ção dos produ­ tos sa zo nais na dinâ mi ca indús tria de perso­ nal care, que se gun do a Abih pec (As so cia­ ção Brasi lei ra das In dús trias de Higie ne Pes soal, Per fu ma ria e Cos mé ti cos), mo vi­ men tou 5,78 bi lhões de reais em 2002. No en tan to, para os fa bri can tes não res­ tam dú vi das de que a ani ma do ra mé dia de

fotos: divuLgação

cres ci men to de ven das no se tor, que su pe rou a mar ca de 10% ao ano nos úl ti mos três exer cí cios, de pen de em grande me di da das ven das feitas du ran te os meses de calor. Dona da marca Sun down e, por tan to, anti ga ex plo ra do ra dos apelos das altas tempe ra tu­ ras, a John son & Johnson exempli fi ca como a crescen te predi le ção dos fa bri can tes por pro du tos de ve rão pode re ver ter boas opor­ tu nida des para o setor de emba la gem. A em pre sa co lo cou no merca do a linha Ve rão John son’s baby, com posta por itens como xam pu com pro te tor so lar, spray de sem ba ra çan te, lavan da e hidra tan te pós­ sol. De co ra dos pela agência M Design, com te mas que fazem lúdi cas refe rên cias às fé rias de verão, os fras cos e as bisna gas plás­ ti cas da linha são da Glo bal pack, e os ró tu los auto­adesi vos, da Prodes maq. “É a primei ra mar ca in fan til de trata men to de pele e ca be lo que inves tiu em produ tos es pe cí fi cos para o ve rão”, ga ran te An dré Men des, ge ren te de gru po da Johnson & John son. In te res sa da em um pú bli co bas tan te di fe­ ren te, mas que não dei xa de con su mi r pro­

fotos: divuLgação cres ci men to de ven das no se tor, que su pe rou

Johnson’s baby:

público infantil

também atrai

lançamentos

de estação

du tos de cui da do pes soal, a John son & John son tam bém as so ciou sua marca de pre ser va­ ti vos mas cu li nos à esta ção. Com o lan ça men to da li nha Jon tex Ve rão 2004, que é acondi cio na­ da em emba la gens conver ti das pela Inapel, com design da agên­ cia RW, a empre sa es pe ra con­ solidar o su ces so de ven das das edi ções espe ciais do pro du to. No úl ti mo in ver no, por exem­ plo, a mar ca Jon tex in ves tiu em em ba la gens co me mo ra ti vas do dia de São João, numa ação bem recebida no merca do nor des ti­ no.

fotos: divuLgação cres ci men to de ven das no se tor, que su pe rou

Depois de comemorar São João, linha Jontex vai de sol e praia

Mas as gran des ve de tes do mer ca do sa zo nal de hi gie ne pes soal são mes mo os pro du tos de trata men to capi lar. Cientes dis­ so, os prin ci pais fa bri can tes de xam pus e condi cio na do res já pos suem em seus port­ fó lios di fe ren tes ar mas para apro vei tar as opor tu ni da des da esta ção. Além de au men­ tar os vo lu mes de pro du ção, tal táti ca di re­

cio na à ca deia de em ba la gem a chan ce de de sen vol ver pro je tos in di vi dua li za dos, como mos tra a es tra té gia de uma das mar­ cas da gi gan te an glo­ho lan de sa Uni le ver.

Quentes e vibrantes

Pelo ter cei ro ano con se cu ti vo a empre sa co lo­ cou nas gôn do las a li nha Seda Ve rão In ten so, que é uma das lí de res en tre os pro du tos ca pi­ la res de alta esta ção, com picos de parti ci pa­ ção de 3% no mer ca do de xam pus e de 5% no de condi cio na do res no ano pas sa do. Para esse ve rão, a Uni le ver op tou por uma repa gi na ção da marca, que está presen te em quatro dife­ ren tes produ tos (xam pu, con di cio na dor, cre­ me para pentear e creme de trata men to). O novo pa drão de co res das em ba la gens tal vez seja o que mais cha mou a aten ção

cio na à ca deia de em ba la gem a chan ce de de sen

Nova linha Seda optou por frascos com cores que diferenciam a edição de verão

da que las con su mi do ras já fiéis à mar ca. Ver me lhos até o ano pas sa do, os fras cos plás ti cos da linha Seda Verão In ten so as su­ mi ram uma to na li da de ama re la de fi ni da pela Unile ver como “quente e vibran te”. “A idéia é di fe ren ciar a li nha dos pro du tos tra­ di cio nais e fazer refe rên cia a deta lhes como o bron zea men to dos raios so la res”, as si na la Pa trí cia To net ti, ge ren te da mar ca Seda na Uni le ver Hi gie ne e Be le za. O uso de fras cos com pig men ta ções cha ma ti vas, às ve zes em subs ti tui ção a mo de los trans lú ci dos, é uma ten dên cia que se con so li da a cada dia na vi são de Ri car do Da vid, ge ren te de en ge nha ria da Si nim­ plast, em pre sa que for ne ceu par te das em ba­ la gens da linha Seda Verão Inten so. Se gun­ do ele, esse mo vi men to vem ocor ren do por que “a co lo ra ção dos fras cos se tor nou um atri bu to de iden ti fi ca ção das di fe ren tes ca te go rias de pro du tos de per so nal care”. Além de ter os fras cos for ne ci dos pela Si nim plast, a linha Seda Ve rão In ten so con­ ta com bis na gas de po li pro pi le no (PP) da Al pla e com sis te mas de fe cha men to da Sea quest Va lois e da Cá ria. Fei tos em fil me trans pa ren te, os ró tu los e con tra­ró tu los fo ram de sen vol vi dos pela Baum gar ten. O for ta le ci men to dos auto ­ade si vos trans pa ren tes en tre os cos mé ti cos de ve rão é, aliás, outro indi ca ti vo das oportu ni da des que se abrem para a indús tria de em ba la­

cio na à ca deia de em ba la gem a chan ce de de sen

Niasi ingressou no filão da alta temporada com linha dotada de auto ­ adesivos transparentes da Baumgarten

Fim do amadorismo nas embalagens de clareadores

Es tig ma ti za das como pro du tos po pu la res, as lo ções cla rea do ras de ca be los e pê los ga nha ram nes te ve rão apre sen ta ções que pou co lem- bram as di le tan tes em ba la gens de cos mé ti cos de bai xo va lor agre ga do. A Naz ca Cos mé ti cos, por exem plo, lan çou o Kit Ma xi co lor Blon de, que se di fe ren cia da maio ria dos con cor-

ren tes por con tar com car tu chos de pa pel car tão como em ba la gem se cundá ria. A li nha tam bém ino vou apos tan do em ró tu los ter moen co lhíveis. Im pres- sos pela Uni fle xo, os slee ves de co- ram os fras cos plás ti cos do Kit Ma xi- co lor Blon de, que são forne ci dos por duas em pre sas (Vi bra ço e Iga ra ti ba).

Fim do amadorismo nas embalagens de clareadores Es tig ma ti za das como pro du
Fim do amadorismo nas embalagens de clareadores Es tig ma ti za das como pro du

O vi sual só brio é com ple men ta do pe los gra fis mos da mar ca, cria dos pela agên cia De zign com Z. Além de cla rear, os no vos pro du tos da Naz ca, tam bém ven di dos em sa chês da Shell mar, pro me tem pre ve nir o res- se ca men to dos ca be los e pê los ex pos tos ao sol. Ou tra mar ca que ilus tra a bus ca por me lhor apre sen ta ção das lo ções de cla rea men to é a Doura Pê los, da flu- mi nen se Aro ma do Cam po. Com fór- mu la que pro me te ação gra dual e se gu ra, o pro du to, en con tra do em fras cos da Bras fran, do ta dos de tam- pas flip-top da Rio-Plás, é o princi pal lan ça men to da em pre sa nes te ve rão. A mar ca é ven di da ain da em sa chês de 50ml pro du zi dos pela Ina pel.

24 – embalagEmMarca dez 2003

gens. Lan ça da pela Nia si em fras cos pro du­ zi dos pela Iga ra ti ba em mol des da Mol tec, a re cém ­lança da linha Bio re ne Ve rão tam­ bém re cor reu à Baum gar ten para con fe rir o efei to no la bel look às suas em ba la gens.

Requinte do brilho

Ou tra conhe ci da usuária de rótu los transpa­ ren tes é a L’Oréal, que com o lan ça men to da li nha El sè ve So lar tam bém in gres sou na dis pu ta pe las vendas de ve rão. Feitos de fil­ mes de po lie ti le no (PE) transpa ren te im pres­ sos em fle xo gra fia e em se ri gra fia, os ró tu­ los da nova li nha fo ram for ne ci dos pela Pro des maq. Ex plo ran do o re quin te dos efei tos bri lhan tes, o aces só rio con ta tam­ bém com apli ca ções de hot stam ping doura­ do fei tas com fil mes da FRM. A uti li za ção de no bres aca ba men tos de em ba la gem mostra que as edições es pe ciais de ve rão vie ram para fazer a fe li ci da de não apenas dos fa bri can tes de cosméticos. Con­ si de ran do o cli ma bra si lei ro e o já so li di fi ca­ do incre mento de con su mo do ve rão, a in dús tria de em ba la gens tam bém deve rá ter bons mo ti vos para es fre gar as mãos a cada

vez que os ca len dá rios acu sa rem a apro xi­ ma ção das eleva das tem pe ra tu ras. Afi nal, os itens de alta tempo ra da e suas co res e gra fis mos alu si vos à tría de praia­sol­ pis ci na já deram boas pro vas de que po dem am pliar a deman da por apre sen ta ções no bres no se tor. Como lembram os fa bri can tes, as con di ções capa zes de acele rar esse pro ces so es tão reuni das. “O ve rão mo bi li za nos sas vidas em vários as pec tos, e os produ tos pes­ soais po dem e de vem acom pa nhar essa mu dan ça de com por ta men to”, ar re ma ta An dré Men des, ge ren te de grupo da John son & John son.

gens. Lan ça da pela Nia si em fras cos pro du­ zi dos pela Iga
Com rótulos da Prodesmaq, linha sazonal da L’Oréal reforçou visual sofisticado
Com rótulos da Prodesmaq, linha sazonal
da L’Oréal reforçou visual sofisticado

Hidratantes completam ciclo de proteção

Pro te ger a pele do exces so de raios sola res é um man- da men to-cha ve nos con sul- tó rios der ma to ló gi cos, e a cada verão se ouve falar mais nis so. Mas os bloquea - do res dei xa ram de ser a úni- ca ca te go ria de produ tos de cui da do pes soal fa vo re ci da por essa or dem mé di ca. Para com ple tar o ci clo de pro te- ção, os hidra tan tes cor po- rais também são re co men- da dos nos dias de hoje para uso fre qüen te du ran te a es ta ção. Apro vei tan do a dei- xa, as edi ções es pe ciais de ve rão se pro li fe ram tam bém nas pra te lei ras de hidra tan- tes, pro me ten do não ape nas o tra di cio nal com ba te ao res se ca men to da pele, mas tam bém man ter o bron zea do por mais tem po. Ven di da como uma es pé cie de item de cui da do pós-sol, a

li nha de hi dra tan tes Dove Ve rão, que é um dos trun fos da Unile ver Hi gie ne e Bele za na es ta ção, evi den cia essa ten dência. Fei to a par tir de óleo de gi ras sol en ri que ci do com be ta ca ro te no, subs tân- cia defi ni da pela empre sa como a “pró-vi ta mi na do ve rão”, o pro du to in ves tiu num vi sual dife ren cia do para não em pa li de cer e pas sar de sa per ce bi do nas gôn do las. Em bo ra o molde dos frascos plás ti cos seja tam bém usa- do na li nha tra di cio nal de hi dra tan tes da mar ca, Dove Ve rão con ta com gra fis mos cria dos es pe cial men te para a oca sião. For ne ci das pela Si nim plast em PEAD, as tra- di cio nais em ba la gens de om bros lar gos são ador na- das com auto-ade si vos trans pa ren tes im pres sos com co res ala ran ja das e

do ta dos de uma pe que na apli ca ção de hot stamping dou ra do em for ma de pom bo da paz sobre o logo ti po. Ale- gan do “ques tões es tra té gi- cas”, a Unile ver não infor - mou o nome dos forne ce do- res des ses aces só rios de em ba la gem.

Hidratantes completam ciclo de proteção Pro te ger a pele do exces so de raios sola

26 – embalagEmMarca dez 2003

 

Al pla

www.al pla.com.br

(11) 4141-5535

Baum gar ten

(47) 321-6666 www.baum gar ten.com.br

Bras fran

(21) 3371-1076

bras fran2@uol.com.br

 

Cá ria

(11) 3872-3122

www.ca ria.com.br

FRM Bra sil

(11) 6914-6336

frm@frmbra sil.com.br

Glo bal pack

(11) 5641-5333 www.glo bal pack.com.br

Iga ra ti ba

(19) 3821-8000 www.iga ra ti ba.com.br

 

Ina pel

(11) 6462-8800

www.ina pel.com.br

 

Mol tec

(11) 5523-4011

www.mol tec.com.br

Pro des maq

(19) 3876-9300 www.pro des maq.com.br

Rio-Plas

(21) 2560-4691 rio plas@ve lox mail.com.br

Sea quist Va lois

(11) 4141-4344

www.va lois.com

Shell mar

(11) 4128 – 5200 www.shell mar.com.br

Si nim plast

(11) 4061-8300 www.si nim plast.com.br

Uni fle xo

(11) 4789-5946 www.uni fle xo.com.br

Vi

bra ço

(21) 2592-1999

vi

bra co@open link.com.br

making of

Nasce um perfume

Da ve ne lança colô nias com car tu chos ins pi ra dos no ori ga mi

N o mundo do vare jo cos tu ma­se di zer que uma empre sa só deci­ de explo rar novas gôn do las ao

making of Nasce um perfume Da ve ne lança colô nias com car tu chos ins

vi ver uma de duas situa ções an ta gô ni cas: quando tudo vai mal e é preci so re ver ter prejuí zos, ou quan do a en gre na gem cor po ra ti va está lubri fi ca da e os riscos de um lan ça men to não in ti mi dam. Esse modo de ver pode fazer al gum sen ti do quan do se ana li sa a estra té gia de uma das princi pais fa bri can tes de hidra tan tes cor po rais do mer­ ca do bra si lei ro, a Da ve ne, num seg men to do se tor de higie ne e bele za em que nun ca ha via atuado antes, o de perfu mes. A es tréia se deu com o recen te lança­ men to da linha de co lô nias fe mi ni nas Alma Viva, que pas sou a fa zer com pa nhia a pro­ du tos con sa gra dos da em pre sa, como o Lei te de Aveia Dave ne – aliás, fonte de ins­ pi ra ção do próprio nome Dave ne, que vem da ex pres são fran ce sa d’avoi ne, ou de aveia – e a linha de hi dra tan tes Cor po a Cor po. Com se vê pela força das marcas sob seu co man do, nada indi ca que a Dave ne am pliou o foco produ ti vo como forma de contor nar ma lo gros. Invocando a di co tô mi ca linha de ra ciocí nio cita da no iní cio, o lan ça men to das fragrân cias pare ce muito mais rela cio­ na do à pros pe ri da de conquis ta da no merca­ do bra si lei ro de hi dra tan tes, que se gun do a con sul to ria ACNiel sen mo vi men tou cerca de 321 mi lhões de reais em 2002.

Con graf (11) 5563-3466 www.con graf.com.br Em sar (11) 4195-5566 www.em sar group.com/por tu gue se
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Em sar
(11) 4195-5566
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In com
(11) 4174-3210
www.in com.com.br
Whea ton
(11) 4355-1800
www.whea ton.com.br
Fornecidas pela
Congraf, embalagens
secundárias das
colônias Alma Viva
não têm pontos de
cola e só podem
ser montadas
manualmente

Estojo­flor

Ou tro in dí cio de que a mu dan ça de rota, ou me lhor, “o au men to da parti ci pa ção no mix de pro du tos vol ta do ao mer ca do de higie ne e be le za”, como de fi niu a pró pria Da ve ne, pas sa lon ge da ale go ria de uma bóia sal va­ vi das lan ça da em mar re vol to apa re ce no bem aca ba do con jun to vi sual do pro du to. De início, chamam atenção os car tu chos de papel cartão, que têm grafis mos criados pela pró pria Dave ne, e são pro du zi dos na Con graf. Sem pon tos de cola, as em ba la­

30 – embalagEmMarca dez 2003

fotos: studio ag

gens se cun dá rias fo ram inspi ra das numa an ti ga tra di ção ni pô ni ca, o ori ga mi. “É um tra ba lho qua se ar tís ti co, que só pode ser mon ta do ma nual men te”, con ta Fá bio San­ ches For tes, en car re ga do do de sen vol vi­ men to de em ba la gens da Con graf. Numa obser va ção mais atenta, o re sul ta­ do final de fato traz refe rên cias do meti cu­ lo so es pí ri to da arte orien tal. Essa im pres­ são ga nha for ça no mo de lo de sus ten ta ção da em ba la gem: des tra van do as abas do sis­ te ma de fe cha men to, o esto jo se de ses tru tu­ ra num movi men to que lem bra o desa bro­ char de uma flor. Den tro do car tu cho, ou tro har mo nio so con jun to de acondi cio na men to. São frascos da Whea ton com capa ci da de de 50ml e fornecidos em duas cores (azul para a colô­ nia Con quis ta, e ver me lho para a Se du ção). A varie da de de tons ade re ao vi sual das tam pas plás ti cas for ne ci das pela In com (mo de lo Bri lhan te). O siste ma de fe cha­ men to conta ainda com válvu las da Em sar. Ta ma nho cuida do quanto ao acaba men­ to e à apre sen ta ção de seus novos pro du tos dei xam claro que a Davene não en trou às pressas no mer ca do de co lô nias. Prova disso é que, no que de pen der de em ba la­ gens criati vas, a empresa tem chances de se es ta be le ce r no mercado de per fu mes com a mes ma for ça há muito demons tra da nas pra telei ras de hi dran tes cor po rais.

fotos: studio ag gens se cun dá rias fo ram inspi ra das numa an ti

eventos

Setor em debate

Cadeia de rótulos auto-adesivos reúne-se para discutir tendências

U m dos in dí cios de que o se tor de
auto­adesi vos tem cresci do no mun do é o in te res se das em pre­ sas do se tor – dos for ne ce do res

de in su mos aos usuá rios fi nais – em dis cu tir ten dências e apresen tar inova ções tecno ló­ gi cas. So men te em novem bro últi mo foram rea li za dos em São Pau lo dois even tos com esse ob je tivo. No dia 18, o La bel Bra sil’04 reu niu no Gran de Ho tel Mercu re pro fis sio nais da ca deia de auto­adesi vos (princi palmen te con ver te do res) para dis cu tir ten dên cias para o se tor. Rea li za do pela Sala 21, o evento foi pa tro ci na do pela Avery Den ni son, pela HP e pela Com print, que detém a exclu si vi da de na re pre sen ta ção da Di vi são In di go da HP no Bra sil. Nove dias de pois, o En con tro Co la cril de Ro tu la gem jun tou, no Ho tel So fi tel, vários dos prin ci pais usuá rios fi nais

de ró tu los auto­adesi vos no país. Or ga ni za­ do pela Co la cril, em pre sa 100% bra si leira que afir ma ser a maior e mais mo der na in dústria de ma te riais auto­ade si vos da Amé ri ca La ti na, o en con tro foi apoia do pe los prin ci pais par cei ros da em pre sa: a Basf, a Rho dia, a Voto ran tim Celu lo se e Pa pel e a Vito pel. Co mum aos dois even tos, além do mer­ ca do em si, foi o apoio insti tu cio nal dado pela re vis ta Em ba la gEm m ar ca. A se guir, um re su mo do que ocor reu.

Co la cril

www.co la cril.com.br (44) 518-3500 (11) 6982-6900

Com pac ta

www.com pac ta.com.br (11) 6909-0908

Sala 21 Even tos

www.sala21.com.br

(11) 3812-2801

UmA FEIRA PARA tODO A CADEIA PRODUtIVA

Con ce bi da para se tornar a mais comple ta fei ra do se tor de eti que tas ade si vas no Bra sil, a La bel La ti noa me ri ca pre ten de reu nir toda a ca deia de ró tu los e eti que tas auto-ade si vas en tre os dias 9 e 12 de mar ço no Mart Center, em São Paulo. Or ga ni za da pela Com pac ta, a fei ra ins pi ra-se na já con sa gra da La bel Expo, co nhe ci da prin ci pal men te pe las ver sões de Chi ca go e Bru xe las.

Fórum consagrado

eventos Setor em debate Cadeia de rótulos auto-adesivos reúne-se para discutir tendências U m dos in

O teor das pa les tras apre sen­
ta das no La bel Bra sil’04,

ter cei ra edi ção do even to que vem se con sa gran do como im por tan te fó rum de dis cus são do se tor de auto ­ade si vos no Bra sil, foi bem diver so, mas man te ve a li nha se gui da nos anos an te rio res:

de ba ter opor tu ni da des e pers pec ti­ vas para o se tor. O ci clo de pa les tras foi aberto pelo pro fes sor Flo ria no do Ama­ ral Gur gel, da Fun da ção Van zo li­

ni e da Es co la Po li téc ni ca da Uni­ ver si da de de São Pau lo, que apre­

fotos: divuLgação
fotos: divuLgação

A terceira edição do Label Brasil valorizou o tempo para contatos

sen tou

o con cei to de pro du to

au men ta do como forma de criar va lor aos clien tes. De pois, foi a vez de Fer nan do Al pe ro witch, ge ren te de mar ke ting

e de sen vol vi men to de ne gó cios­ Amé ri ca La ti na, da Di vi são In di go da HP, dis cor rer so bre o gran de po ten cial de cres ci men to da im pres­ são di gi tal no Brasil e no mun do.

Na se qüên cia, fa lou John Wurz­ bur ger, vice ­pre si den te e ge ren te ge ral da divi são ma te riais Améri ca do Sul da Avery Den ni son. Ele ana li sou o mer ca do la ti no ­ame ri­

32 – embalagEmMarca dez 2003

ca no e, espe ci fi ca men te, o brasi lei­ ro, para mos trar as gran des opor tu­ ni da des dis po ní veis para o auto ­ ade si vo. A apre sen ta ção se guin te foi fei ta por An to nio Car los Dantas Ca bral, ge ren te de de sen vol vi­ men to de em ba la gens da Uni le ver, que fez uma aná li se criti ca de ca deias pro du ti vas de ali men tos,

com foco em em ba la gem. O ge ren te de de sen vol vi men to de em ba la gem da Avon, Ál va ro de Oli vei ra, usou o tem po que lhe foi re ser va do para mos trar três ca sos da em pre sa em que o auto ­ ade si vo apre sen tou ­se como so lu­ ção ideal de de co ra ção, e para aler tar os con ver te do res pre sen tes so bre al gu mas opor tu ni da des de

ne gó cios, como a ro tu la gem de bis na gas. Por fim, Da niel Ma cha do, ge ren te de pro du tos da Sara Lee Ca fés, usou a em ba la gem a vá cuo do ta da de selo fecha ­fá cil, desen­ vol vi da para o Café Pilão, para mos trar que é possí vel agregar va lor à marca por meio de em ba la­ gens mais con ve nien tes.

Foco na integração

ca no e, espe ci fi ca men te, o brasi lei­ ro, para mos trar
ca no e, espe ci fi ca men te, o brasi lei­ ro, para mos trar
  • V ol ta do ao usuá rio fi nal, o En con tro Co la cril de

Ro tu la gem foi um va lio­ so es for ço de in te gra ção da ca deia de rotulagem, muito de se ja da em teo ria mas es cas sa men te vis ta na prá ti ca. “Foi im por tan te, nes se tra ba lho de apro xi ma ção de for­ ne ce do res e clien tes finais, ter mos re ce bi do em pre sas tão sig ni fi ca ti­

vas”, de cla rou Val dir Ar jo na Gas­ par, dire tor­ pre si den te da Co la­ cril. “Esta vam pre sen tes os res­ pon sá veis finais por cer ca de 50% a 60% do con su mo bra si lei ro de auto ­ ade si vos.” A Co la cril con vi dou tam bém re pre sen tan tes de ins ti tui ções fi nan cei ras, com o in tui to de mos­ trar aos ban cos o po ten cial, o cres­ ci men to e a se rie da de do se tor de ro tu la gem auto ­ ade si va no Bra sil. Para dar uma vi são dos avan­ ços tec no ló gi cos na área de auto ­ ade si vos e da im por tân cia da par­ ti ci pa ção de to dos os elos en vol­ vi dos na ca deia de su pri men tos no de sen vol vi men to de pro du tos apro pria dos às dife ren tes situa­ ções de con su mo, em pre sas par­ cei ras da Co la cril ti ve ram a opor­ tu ni da de de apre sen tar o seu tra­ ba lho. Pri mei ro fa lou Sil ney Szyszko, ge ren te co mer cial da Vo to ran tim Ce lu lo se e Pa pel, que for ne ce pa péis para li ners e fron tais. Em

ca no e, espe ci fi ca men te, o brasi lei­ ro, para mos trar

No almoço, oportunidade para clientes e fornecedores se aproximarem

se gui da, dois pro fis sio nais da Basf – Ed son Cou to, ge ren te de mar ke­ ting e ven das, e Fá ti ma Do min­ gos, coor de na do ra de ne gó cios da Basf Po lí me ros – mos tra ram os di fe ren tes ade si vos da Basf para o seg men to. De pois, apre sen tou ­se Gil mar Ta deu Ne gri, ge ren te re gio nal de merca do para a Amé­ ri ca La ti na da Rho dia, forne ce do­ ra do si li co ne. Re na to Pilon, coor­ de na dor de no vos ne gó cios da Vi to pel, em pre sa que for ne ce fil­ mes BOPP, veio na se qüên cia. Fá bio Fon se ca, ge ren te de mar­ ke ting téc ni co da Co la cril, in te­ grou os ar gu men tos apre sen ta dos pe los pa les tran tes que o an te ce de­ ram para dar uma vi são mais ho lís­ ti ca da ro tu la gem auto ­ ade si va. A

idéia cen tral era mos trar aos pre­ sen tes o grau de tec no lo gia que está por trás do auto ­ ade si vo, e demonstrar que, na hora de tra ba­ lhar com esse tipo de ro tu la gem, é fun da men tal sa ber onde e como será fei ta a apli ca ção, e que se rea­ li zem sem pre tes tes pré vios. A pro fes so ra Vi vian Iara Streh­ lau, da ESPM, enu me rou, de um pon to de vis ta mais teó ri co, ra zões para que as em pre sas, numa épo­ ca de ex tre ma com pe ti ti vi da de, se preo cu pem com a boa apre sen ta­ ção de suas em ba la gens. Na últi­ ma pa les tra do dia, o de pu ta do fe de ral Celso Rus so man no aler­ tou os pre sen tes so bre as im pli ca­ ções le gais da ro tu la gem de má qua li da de.

ca no e, espe ci fi ca men te, o brasi lei­ ro, para mos trar

34 – embalagEmMarca dez 2003

tecnologia Ações de Natal de O Boticário permitirão ao consumidor o contato com embalagens degradáveis, produzidas
tecnologia
Ações de Natal de O Boticário permitirão
ao consumidor o contato com embalagens
degradáveis, produzidas pela Antilhas
Bio­agradáveis
studio ag

Plás ti co eco lo gi camente correto de bu ta em em ba la gens nacio nais

Por Guilherme Kamio

  • D ita a sabe do ria popu lar que vir­ tu des e de fei tos ca mi nham de mãos dadas. Trazi da à obser va­

tecnologia Ações de Natal de O Boticário permitirão ao consumidor o contato com embalagens degradáveis, produzidas

ção de em ba la gens, essa idéia en con tra providencial respal do nos re ci­ pientes e envol tó rios plás ti cos. Afi nal, a sé rie de con ve niên cias que eles pro por cio­ nam, tan to para a in dús tria quan to para o con su mi dor, nasce de as pec tos que tam bém lhes im pu tam o inde se já vel fardo de vilões am bien tais. Por se rem ma jo ri ta ria men te ba ra tos, des car tá veis, re sis ten tes, le ves e te rem baixa densi da de, eles ocupam grande vo lu me em aterros, flu tuam em rios e ocea­ nos e de mo ram a de gra dar na tu ral men te. Na tu ral mente, essa vi si bi li da de os torna réus constantes do libe lo eco ló gi co. Exis te, po rém, a perspec ti va de que num fu turo não muito dis tan te essa gangor ra pos sa pen der só para o lado be né fi co. Isso por que vêm se de sen vol ven do, no mun do in tei ro, formas de atenuar bas tan te a agres­

36 – embalagEmMarca dez 2003

são dos plás ti cos à na tu re za. No tí cias ain da me lho res: algu mas delas já marcam presen­ ça no Bra sil, e utili za ções de vanguar da, na área de em ba la gens, co me çam a pi po car no mer ca do. Tra ta­se de uma mo vi men ta ção banca da pela RES Brasil, em pre sa se dia da em Ca ja mar (SP) que im por ta e li cen cia o uso de tec no lo gias com pro me ti das com a “cau sa ver de”. En tre elas, uma em es pe cial, a D2W, vem sen do bem re ce bi da pelo setor de con ver são de em ba la gens na cio nal.

Ligações enfraquecidas

Con for me ex pli ca Eduar do Van Roost, di re tor su pe rin ten den te da RES Bra sil, a tec no lo gia em questão, desen vol vi da pela in gle sa Symphony, é a base para a ob ten ção de um aditi vo que, acrescen ta do aos pro­ ces sos con ven cio nais de trans for ma ção de po lie ti le no ou de po li pro pi le no, numa pro­ por ção de em média 3% da maté ria­pri ma bru ta, pos si bi li ta a produ ção de peças plás­

ti cas com acele ra do proces so de de gra da­ ção e de biode gra da ção. “En quan to um plás ti co con ven cio nal pode le var até 100 anos para se decom por na natu re za, o plás­ ti co com o adi tivo pode se de gra dar em ques tão de me ses, numa ve lo ci da de que pode ser regu la da de acordo com o produ­ to”, ilustra o em pre sá rio. O adi ti vo, de nome EMc, é for ne ci do na for ma de pel lets, à gui sa das re si nas ter mo plás ti cas co muns. Sob o cri vo cien tí fi co, a ação do pro du to é sim ples. Ele co me ça a tra ba lhar quan do o plás ti co é descar ta do, fra gi li zan do, sob con­ di ções co muns do am bien te, as li ga ções en tre as mo lé cu las de car bo no e hi dro gê nio que for mam o ma te rial. Luz ul tra vio le ta, ca lor, umi da de e stress da em ba la gem (ma ni pu la ção exces si va e fric ção) es ti mu­ lam o pro ces so. “O plás ti co vai se de com­ pon do em frag men tos mo le cu la res fa cil­ men te dige rí veis por fun gos e bacté rias, que quebram as cadeias de carbono e hidrogênio. Os áto mos li vres, re sul tan tes dessa quebra, se li gam ao oxigê nio da atmos fe ra, for man­ do dióxi do de carbo no e água, ou seja, aqui­ lo que exala mos na respi ra ção”, expli ca Van Roost. “As sim, o material so me sem dei xar re sí duos no ci vos.” Uma fabri can te de em ba la gens que está apos tan do alto no impac to posi ti vo dos plás ti cos de gra dá veis é a An ti lhas. Os con­ su mi do res po de rão travar conta to com a no vi da de já neste fim de ano, através das em ba la gens de presen te que a em pre sa de sen vol veu para as ações de Na tal da rede de cosmé ti cos e per fu ma ria O Bo ti cá rio. São sa cos de po lie ti le no la mi na do, fe cha dos por uma tira plásti ca, dispo ní veis em três ta ma nhos. De acordo com Mau rí cio Gro ke, di re tor co mer cial da Anti lhas, elas são as pri mei ras em ba la gens de gra dá veis e bio de gra dá veis pro du zi das em grande es ca la in dus trial, na casa dos mi lhões de uni da des, no país. “Pelo o que sa be mos, é tam bém a pri­ meira vez no mundo que uma rede de lojas de perfu ma ria e cos mé ti cos utili za tal tecno lo­ gia em suas em ba la gens nessa

Após algumas semanas exposto ao ambiente, filme acusa os sinais da degradação acelerada

divuLgação
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proporção”, ele adicio na. Ou tra atuante de peso da área de emba­ la gens fle xí veis com si nal ver de para en tre­ gar pro du tos com a tecno lo gia D2W é a No bel plast, que se vale de uma marca, a Bio plast, para a sua li nha de saco las de gra dá veis. Em re la ção a tra ba lhos já con­ so li da dos com esse tipo de so lu ção, Beni Adler, dire tor exe cu ti vo da empre sa, aponta para enve lo pes de se gu ran ça re cen te men te for ne ci dos para o Ins ti tu to Ayr ton Sen na. “E um bom volu me de nossas sa co las degra dá­ veis está na iminên cia de entrar no merca do, pois re cen temen te fe cha mos um con tra to com a Natu ra”, an te ci pa o exe cu ti vo.

Sem restrições de processo

Tan to a Anti lhas quanto a No bel plast res sal­ tam que a adi ção do agen te ace le ra dor de de gra da ção não al te ra as pro prie da des como a re sis tên cia dos ma te riais, e tam pou co im pli ca em res tri ções quan to à de co ra ção da em ba la gem. “São ne ces sá rios ape nas alguns cui da­ dos na ar ma ze na gem por lon gos pe río dos, evitan do que haja ex po si ção exces si va das em ba la gens aos fa to res es ti mu lan tes da de gra da ção”, diz Gro ke. “Po rém é pre ci so dei xar claro ao cliente que a saco la não vai se es fa ce lar na mão do con su mi dor se ela to mar chuva ou fi car no sol, pois a de gra da­ ção ocorre a partir de uma expo si ção contí­ nua e prolon ga da a es ses fa to res”, ele escla­ re ce. Adler, por sua vez, lem bra ain da que o adi ti vo em nada com pro me te a re ci cla gem. “Tan to é que esta mos pres tes a lançar uma li nha de em ba la gens fei ta a par tir da re ci­ cla gem do plás tico aditi va do”, ele afirma.

Como o adi ti vo tec ni ca men te se com­ por ta como uma re si na co mum, se ade­ quan do aos mais diver sos ti pos de proces­ sa men to do plásti co – e não somen te ao de ex tru são, ma nan cial das flexí veis –, se ria de se es pe rar que fabri can tes de em ba la gens rí gi das tam bém se in te res sas sem por ele. Nes se cam po, a cata ri nen se AB Plast é pio nei ra no mer ca do nacio nal: ela já detém o know­how para a fa bri ca ção de pe ças so pra das, em po lie ti le no, e in je ta das, em po li pro pi le no, com as pro prie da des de gra­ dá veis e biode gra dá veis da D2W. An dré Borns chein Sil va, di re tor exe cu ti vo da AB Plast, conta que seus fras cos e tam pas aditi­ vados des per ta ram for te in te res se de uma gran de in dús tria nacio nal de cosmé ti cos e per fu mes. A con so li da ção de um con tra to de for ne ci men to aguar da ape nas o re tor no de lau dos in ter na cio nais. “Pelo fato de os

studio ag
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Acima, exemplo estrangeiro mostra que embalagens rígidas também podem ser aditivadas. Ao lado, envelope e sacola degradáveis da Nobelplast, outra empresa que procura interessados na solução

Ou tras possibilidades de “plásticos verdes” à mão

Além da tec no lo gia D2W, que tor na po lie ti le no e po li pro pi le no de gra dá- veis e bio degra dá veis, a RES Bra sil im por ta e dis tri bui ou tras so lu ções para a produ ção de emba la gens am bien tal men te cor re tas. En tre elas, o Ma ter-Bi, da ita lia na No va mont, uma re si na bio de gra dá vel e com pos tá vel fei ta a par tir de ami do de ce reais e tu bér cu los, pro teí nas, ce lu lo se e óleos ve ge tais. “Com esse ma te rial é pos sí- vel ob ter um plás ti co 100% na tu ral e que se de com põe ra pi da men te, dan do

lu gar a um com pos to or gâ ni co que pode ser apro vei ta do como adu bo”, diz Eduar do Van Roost, di re tor da RES Bra sil. Igual men te ino va do ra é a re si na hi dros so lú vel, que ori gi na em ba la- gens que se dis sol vem ra pi da men te no con ta to com a água, sem deixar re sí duos no ci vos. Van Roost afirma que se trata de um mate rial com base em ál cool po li vi ní li co que já é em pre- ga do com su ces so no ex te rior, em em ba la gens fle xí veis de itens como

de ter gen tes em pó para rou pas e para la var lou ças. Não é pre ci so rom per es sas em ba la gens; elas vão di re to para as má qui nas e lá se de sin te gram na água. Um uso inte res san te des sa re si na vem de uma em pre sa ita lia na:

uma em ba la gem de papel hi giê ni co para ser des car ta da no vaso sa ni tá rio, onde se desin te gra, e não no lixo. “To dos os pro du tos que re pre sen ta- mos são ino fen si vos à saú de e ao am bien te e são cer ti fi ca dos por ór gãos in ter na cio nais”, enfa ti za Van Roost.

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STUDIO AG

fras cos fi ca rem em con ta to perma nen te com aqui lo que acon di cio nam, ne ces si ta­ mos de to tal preci são quan to ao tem po de de gra da ção das em ba la gens, que, ob via­ men te, deve ser maior que a va li da de do pro du to”, de ta lha o dire tor. “De pos se dos pa re ce res cien tí fi cos, po de re mos es tu dar com o clien te quais as li nhas apro pria das a uti liza rem es sas em ba la gens.”

Vale o acréscimo?

Ob via men te, ter esse atri bu to eco ló gi co in cor po ra do às em ba la gens re quer um de sem bol so maior do usuário. Para as flexí­ veis, calcu la­se um aumen to de preços na casa dos 20% ou 30%, no caso das em ba la­ gens degra dá veis em 18 meses, como as que por ora são pro du zi das. Na vi são de Van Roost, esse adi cio nal não con fi na a so lução so mente a utili za ções pon tuais ou a pro du tos com algum va lor agre ga do. “Até re des de su per mer ca dos po dem ado tar sa co­ las plásti cas degra dá veis, o que prome te acon te cer em bre ve por aqui”, ele adian ta. “Com pa ra do ao que conhe cía mos até

Sacola degradável para supermercado, como a da foto, tem aparência idêntica à das comuns e pode estrear em breve no Brasil

en tão nes sa área, como os plás ti cos or gâ ni­ cos, deri va dos de ami do, o cus to des sa tec­ no lo gia é bai xo, uma que bra de pa ra dig ma. Porém, como no nosso mer ca do muitas ve zes briga ­se por cen ta vos, não será fá cil con se guir mos to tal sim pa tia de ime dia to”, diz Sil va, da AB Plast. “No fun do, o em pre­ sa ria do preci sa re fle tir so bre a van ta gem que é ter suas mar cas com pro me ti das com a ecologia e des li ga das do pro ble ma do lixo”, su ge re Gro ke, da An ti lhas.

STUDIO AG fras cos fi ca rem em con ta to perma nen te com aqui

AB Plast

(47) 451-9103 ven das@ab plast.com.br

An ti lhas

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RES Bra sil

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Reci cla do no mun do pop

o cd “in time: the best of R.e.M.

1988 – 2003”, da banda ame ri ca-

na R.e.M., che gou às lo jas bra si- lei ras com todo o mate rial grá fi co im pres so em pa pel reci cla do fei to pela cia. su za no de pa pel e ce lu lo se. a pró pria ban da exi giu que o mate rial uti li za do na capa e no en car te fos se re ci cla do no mun do todo. prin ci pal pro du to ra de pa pel re ci cla do em es ca la in dus trial no Bra sil, a su za no foi es co lhi da para o proje to pela War ner Mu sic, gra va do ra do gru- po. a ti ra gem ini cial do cd é de 80 000 có pias.

Linha Adobe mais barata

a ado be fe chou acor do com a as so cia ção Bra si lei ra da in dús tria grá fi ca (abi graf) para fa ci li tar a com pra de seus softwa res grá fi- cos pe los as so cia dos da en ti da- de. vol ta da prin ci pal men te a pe que nas e mé dias em pre sas, a par ce ria con gre ga des con tos e pla nos es peciais de pa ga men to na com pra dos aplica ti vos grá fi- cos da ado be.

Dru pa na fai xa

a spp-Nemo acres cen tou um po de ro so atra ti vo ao seu progra - ma de fi de li za ção. É a campa nha dru pa/su per par ce ria de prê mios, que le va rá um clien te da em pre sa àque la que é consi de ra da a mais im por tan te fei ra do setor grá fi co mun dial. a cada 10 000 pontos acu mu la dos em com pras, o par- cei ro da spp-Nemo ga nhará um cu pom para con cor rer a uma via- gem de seis dias a düs sel dorf, ale ma nha, onde a dru pa será rea-

li za da entre os dias 6 e 19 de

maio de 2004. a tro ca dos cupons vai até o dia 26 de março do ano que vem e o sorteio da via gem, que está pre vis ta para acon te cer en tre os dias 14 e 20 de maio, acon te ce em 5 de abril.

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Ti pos e fontes sob con tro le che gou ao Bra sil a atua li

Ti pos e fontes sob con tro le

che gou ao Bra sil a atua li za ção de uma das mais conhe ci das fer ra men- tas de ge ren cia men to de fon tes ti po- grá fi cas do mer ca do de soft wa res, o ex ten sis suit ca se. ven di da no Bra sil pela Ka ta lo go soft ware, a nova ver- são foi ba ti za da de X1, e prome te re sol ver com mais eficiên cia con fli- tos como os gera dos por fon tes com ar quivos cor rom pi dos. “além de evi- tar pro ble mas com li cen ças das fon- tes em gran des gru pos de tra ba lho e de im pe dir que seu uso tor ne o sis- te ma len to ou ins tá vel, o pro du to ofe re ce no vas fer ra men tas su ge ri das

pe los usuá rios”, diz Luiz fer ra re zi, ge ren te de pro du tos da Ka ta lo go. pré-vi sua li za ção de múl ti plos ti pos lado a lado sem neces si da de de car- re gá-los no sis te ma e ati va ção de fon tes de di ver sos lo cais no am bien- te de rede são outros cha ma ri zes do pro du to. para os usuá rios de com- pu ta do res da apple, o X1 permi te ainda a auto-ati va ção de fon tes a par tir das cha ma das a vá rios apli ca- ti vos do Mac os X, no vi da de vá li da para o QuarkX press 6.

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Reci cla do no mun do pop o cd “in time: the best of R.e.M. 1988

Re for ço que vem de fora

con tando com em pre sas como Hei- del berg, Bobst, sun che mi cal e agfa, o qua dro de só cios-co la bo ra do res da con la tin graf (con fe de ra ção La ti no- ame ri ca na da in dús tria grá fi ca) aca ba de ga nhar um novo compo nen te. É o gru po sap pi Li mi ted, de Johan nes- bur go, Áfri ca do sul. tam bém co nhe-

ci da por pro mo ver o prê mio sap pi in ter na tio nal prin ter of the Year, que na edi ção de 2003 teve mais de 6 000 tra ba lhos ins cri tos, a em pre sa fa bri ca ma te riais para im pres são vol ta dos aos mer ca dos edi to rial, de em ba la- gens e de etique tas.

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Lin guagem fo ca da em con su mo

sob a meta de dina mi zar suas tran- sa ções B2B (bu si ness-to-bu si ness), a cia. su za no de pa pel e ce lu lo se e sua contro la da Ba hia sul es trea ram no vos web si tes. in te gra das, as pá gi- nas dão aces so a in for ma ções so bre seis dis tin tas li nhas de pro du tos:

re ves ti dos, não-re ves ti dos, pa pel car- tão, cut to size Reci cla to, cut to size Re port e ce lu lo se. “a pro pos ta foi ino var na forma e na nave ga ção”, sin te ti za Mar ta vas con cel los, ge ren te

de mar ke ting da em pre sa. “de mos pre fe rên cia a uma lingua gem fo ca da em con su mo”, com ple ta a executiva.

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Reci cla do no mun do pop o cd “in time: the best of R.e.M. 1988

Heidel berg promove avant-première da Drupa 2004

a Hei del berg adiantou algumas das novidades que serão expostas em seu estande durante a dru pa 2004, que acon te cerá em düs sel dorf (ale-

ma nha), entre os dias 6 e 19 de

maio de 2004. en tre os equi pa men- tos, os destaques são a speed mas- ter cd 102-6+LX para folha in tei ra,

a speedmas ter sM 74 para forma to meia fo lha, além da speed mas ter sM 52-5+LX para um quarto de fo lha. para este último forma to, a empresa exi bi u ain da a gto 52-2p. No even to, de no mi na do “Warm-up dru pa 2004”, tam bém fo ram mos- tra dos re cur sos de pré-im pres são,

tec no lo gia com pu ter-to-pla te (ctp), in te gra ção de flu xos de tra- ba lho com o soft wa re pri nect, além de soluções de impres são di gi tal em pre to e bran co para pequenas e grandes tiragens.

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Vence dores do Prê mio Fer nando Pini

ocorreu dia 26 de novembro último, em são pau-

Vence dores do Prê mio Fer nando Pini ocorreu dia 26 de novembro último, em são

Vencedor: efei to Clien te: in fo gra mes do Bra sil Em ba la gens semi-rí gi das con ven cio nais com efei tos es pe ciais Pro du to: car tu cho esti lo Vencedor: con graf Clien te: se be co Em ba la gem de mi croon du la dos Pro du to: em ba la gem Ma le ta Vencedor: La bor print Clien te: Mo to ro la Em ba la gens sa zo nais Pro du to: em ba la gem san tis ta ou ter wear Vencedor: pan crom Clien te: san tis ta têx til Em ba la gens im pres sas em su por tes rí gi dos não ce lu ló si cos Pro du to: Óleo ali men tí cio gi ras sol/Mi lho/ca no la Vencedor: companhia Me ta lúr gi ca pra da Clien te: cia. Me ta lúr gi ca pra da Em ba la gens fle xí veis Pro du to: Ruf fles 120g – soma da sor te Vencedor: em pax em ba la gens Clien te: pep si co Sa co las Pro du to: sa co la pre sen te Vencedor: car to na gem Hega Clien te: Le tras & con cei tos

IM PRES SÃO DI GI TAL E SOB DE MAN DA

lo, a cerimônia de entrega da 13ª edi ção do

Prê mio de Exce lên cia Grá fi- ca Fer nan do Pini, na qual foram inscritos 1 570 trabalhos. a edi ção Es pe cial LUxO de

EmbalagEmmarca, produzi-

da em parceria com a congraf, a dil Brands e a suzano, foi uma das cinco fi na lis tas

na ca te go ria “Re vis­ tas pe rió di cas de ca rá ter va ria­

do com re cur sos grá fi cos es pe ciais”. veja a seguir a lista dos vence do res na área de em ba la gens:

PRO DUTOS PARA IDEN TI FI CAÇÃO

Ró tu los con ven cio nais Produ to: Ba va ria pre mium 355ml Vencedor: grá fi ca Rami Clien te: cer ve ja rias Kai ser do Bra sil Ró tu los com efei tos es pe ciais Pro du to: Ró tu los Mar ti ni Bian co, Ros so, Rosé e dry Vencedor: Brasil grá fi ca Clien te: Bacar di Mar ti ni do Bra sil Eti que tas, ade si vos e decal ques Pro du to: fi gu ri nhas auto-ade si vas dis ney Vencedor: pra ko lar Clien te: si mas in dus trial de ali men tos

ACONDI CIO NAMEN TO

Em ba la gem semi-rí gi das con ven cio nais Pro du to: cai xa Nic ke lo deon party Blast

Im pres são Ctpress ou Compu ter to Press Pro du to: cam pi no so leo frisan te Vencedor: pro des maq Clien te: L.c. Mar con

42 – embalagEmMarca dez 2003

John son´s Reach com no vas em ba la gens a Li nha de hi gie
John son´s Reach com no vas em ba la gens a Li nha de hi gie
John son´s Reach com no vas em ba la gens a Li nha de hi gie
John son´s Reach com no vas em ba la gens a Li nha de hi gie

John son´s Reach com no vas em ba la gens

John son´s Reach com no vas em ba la gens a Li nha de hi gie

a Li nha de hi gie ne oral John son& John son Reach che ga ao mer ca- do com no vas em ba la gens, de sen vol vi das pela M de sign. a li nha ga nhou uma iden ti da de úni- ca, que con fe riu uni for mi da de aos 22 pro du tos que a compõem, como es co vas den tais, en xa gua- tó rios, fios e fitas den tais. o azul é a cor predo mi nan te nas em ba la gens, em di fe ren tes nuan ces e o fundo re pro duz um am bien te aquá ti co. a lo go mar ca muda de John son´s Reach para John son&John son Reach. para aten der a de man da in ter na cio nal, o la yout apre sen ta in for ma ções em por tu guês, es pa nhol e in glês.

SLC Ali men tos lan ça ado çan te

O novo ado çan te die té ti co da li nha Free For Life, pro du zi do pela SLC Ali men tos, che ga ao mer ca do de pois de uma pes qui sa que re ve lou, se gun do a em pre sa, que a com bi na ção que mais sa tis faz o con su mi dor é uma com po si ção que une as par ta me, ci cla ma­ to de só dio e sa ca ri na.

A em ba la gem de 80ml traz ró tu lo auto­ade si vo da No vel print, com la yout cria do pela Rie ger Brand Mar ke ting. O con cei to do pro du to, de que ele é tão sa bo ro so quanto o açú car, é de monstra do pela ilustra ção de uma abe lha pou sa da em uma flor.

John son´s Reach com no vas em ba la gens a Li nha de hi gie
Smir noff Ice agora também em lata A Dia geo lan çou em no vem bro

Smir noff Ice agora também em lata

A Dia geo lan çou em no vem bro a ver-

330ml é pro du zi da pela La ta sa. A

275ml.

são lata de Smir-

Dia geo acredi ta

noff Ice. A

que a nova

ini cia ti va aten de uma de man da do con su mi dor que, se gun do pes qui sas da em pre sa, de mons trou o de se jo de con tar com essa ver são de em ba la gem. A lata de alu mí nio de

em ba la gem de ve rá re pre sen tar cer ca de 30% das ven das to tais de Smir noff Ice no país. A be bi da tam bém é co mer cia li za da em gar ra fas de vi dro long-neck de

Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner

Ho me na gem à mu lher

O de ter gen te em pó Mi ner va lan ça uma Edi ção Es pe cial com as deusas gre gas Afrodi te, a deu sa da be le za e do amor, da se xua li da de, da in tri ga, do ro man ce; e Ar te mis, a deu sa da caça e da lua. O sabão “Deu sas Gre gas” traz ino va ções na em ba la gem que va lo ri za a mu lher:

ros tos fe mi ni nos, co res sua ves (rosae pês se go) e tons doura dos ga nha ram des ta que. A Edi ção Es pe cial Mi ner va “Deu sas Gre gas” es ta rá dis po ní vel nas ver sões de 1kg e 500g. As em ba la gens fo ram cria das pela Rex De sign e são fa bri ca das pela Di xie Toga.

Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner

bar reira anti-UV para ração

A li nha Ag Mix de ra ções e con cen­ tra dos para a nu tri ção de suí nos da Agroce res Nu tri ção Ani mal está com nova em ba la gem. Não só o vi sual do pro du to foi mo di fi ca do, mas o ma te rial da em ba la gem tam bém. A nova em ba la gem plás ti ca, que subs­ ti tui a de pa pel, pos sui a tec no lo gia co nhe ci da como XF, re sul ta do de um pro ces so de co­ex tru são, co­la mi na­ ção e bio rien ta ção de vá rios ti pos de po lie ti le no e adi ti vos es pe ciais. Re ci­ clá vel e mais re sis tente, a nova em ba la gem pro por cio na maior con­ ser va ção do produ to, por que possui ca ma das com agentes anti­UV. As em ba la gens, fabri ca das pela Itap Be mis, foram de senvol vi das pela Seg men to Co mu ni ca ção & De sign.

bar reira anti-UV para ração A li nha Ag Mix de ra ções e con cen­

Em busca da nata da embalagem

a ccL – coo pe ra ti va cen tral de La ti cí nios do e s ta do de são pau lo – aca ba de mu dar a em ba la gem do creme de lei te pas teu ri za do paulis ta. as an ti gas cai xi nhas car to- na das fo ram subs ti tuí das por gar ra fas plás ti cas, com mol de ex clu si vo, tam pa abre-fe cha e lacre in vio lá- vel. No novo rótu lo, a preo- cu pa ção foi des ta car a cre- mo si da de do pro du to, além de de mons trar al gu mas

Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner

das

pos si bi li da des de uso

cu li ná rio do cre me de lei te.

as gar ra fas plás ti cas têm ca pa ci da de de 500 gra - mas e de 1 qui lo e não dis pen sam a re fir ge ra ção do pro du to, que, de pois de aber to, deve ser con su- mi do em até 24 horas. as em ba la gens são fa bri- ca das pela plas tir ri co, as tampas pela i Mg e os rótu - los pela sil flex. o de sign é da art3.

Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner
Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner
Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner
Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner
Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner
Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner
Ho me na gem à mu lher O de ter gen te em pó Mi ner

Scooby Doo no pa net to ne

A Vil la ge apre sen ta para este Na tal duas no vi da des: o pa net to ne light com fru tas e o Scooby Doo nas ver sões do panet to ne Mont Ne gro, com mas sa e gota de cho co la te e o tra di cio nal com go tas de cho co la te. O Scooby Doo Mont Negro está dis po ní vel em em ba la gens de car to li na e em potes plás ti cos, ambos de 80 gra mas. O pro du to light é co mer cia li za do em em ba la gens de car to li na de 500g. As em ba la gens de cartolina são fa bri ca das pela grá fi ca Nova Pá gi na e os potes pela Poly Vac, com de sign da agên cia Ph2.

Scooby Doo no pa net to ne A Vil la ge apre sen ta para este

Coco em litro

De olho no cres ci men to do mer ca do de be bi- das iso tô ni cas, a Ama co co – joint ven tu re for ma da pelo gru po mi nei ro Re gon e pela ala goa na So cô co – está in ves tin do três mi lhões de reais para lan çar as águas de coco Kero Coco e Trop Coco em em ba la gens de um li tro. As em ba la gens car to na das são for ne ci das pela Te tra Pak e o dese nho é da New Design.

Scooby Doo no pa net to ne A Vil la ge apre sen ta para este
Pep si re no va vi sual o Bra sil é o pri mei ro país

Pep si re no va

  • vi sual

o Bra sil é o pri mei ro país a co nhe cer o novo vi sual de pep si. Nas novas em ba la- gens de pep si e pep si Light, o glo bo que re pre sen ta a mar ca da be bi da ga nhou uma apa rên cia tri di men sio- nal e de den tro dele saem cris tais alu si vos a gelo. aci- ma, na ho ri zon tal, vem a mar ca de pep si. após pes qui sas nos es ta- dos uni dos, a pep si pro du- ziu uma nova emba la gem pet de dois litros. o forma - to anatô mi co faci li ta “a pe ga da”, ape li do dado à nova gar ra fa. a no vi da de vai se es ten der para os re fri ge- ran tes do port fó lio da am Bev (gua ra ná an tarc ti ca, su ki ta e soda an tarc ti ca).

Scooby Doo no pa net to ne A Vil la ge apre sen ta para este
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Qua li da de pre mia da 1

Pe los car tu chos que de sen vol ve para de ter gen tes em pó, a

Di xie-Toga re ce beu o prê mio

Me lhor For ne ce dor 2003, na ca te go ria Em ba la gem, da di vi são de hi giene e be le za da Uni le ver.

Qua li da de Pre mia da 2

A As so cia ção Bra si lei ra das

cias (Abi ma) tam bém di vul gou os

seus For ne ce do res do Ano

2003.

Na ca te go ria Cai xas de pa pe lão, ga nhou a Kla bin; em Em ba la gens fle xí veis, a Can gu ru Em ba la gens; e em Má qui nas para em ba lar ma car rão, a Fa bri ma.

Eco lo gia dá Top

Pelo pro je to Re ci clan do na Es co la,

uma par ce ria com a co mu ni da de e 143 es co las es pa lha das pelo país que fe cha rá 2003 com 600

to ne la das re ci cla das

de lixo, o

Gru po Orsa ga nhou o prê mio Top de Eco lo gia 2003 da ADVB (As so cia ção dos Di ri gen tes de Ven das e Mar ke ting do Bra sil).

Tro ca de co man do

Jean-Paul Meau soo ne, vice-pre si den te e ge ren te ge ral da Ce bal Ame ri cas, foi elei to

pre si den te do Tube Coun cil,

as so cia ção ame ri ca na que des de

  • 1914 re pre sen ta a ca deia de

pro du ção de bis na gas plás ti cas.

Ele su ce de Da vid Stir ling, da Am cor Plas tu be.

Em alta

Previsão da Associação Brasileira de Alumínio (ABAL): a produção

brasileira de alumínio primário deverá fechar este ano em 1 375 mil toneladas, um volume 4,3% superior ao produzido em 2002.

de alumínio primário registrou aumento de 4,8% em relação ao mesmo período de 2002.

48 – embalagEmMarca dez 2003

Lei tes com aber tu ra mais prá ti ca

Fle xi Cap é a nova tam pa para em ba la gens as sép ti cas car to­ na das que a Te tra Pak está

lan çan do no mer ca do. Vol ta da

es pe cial men te a lei tes, ela aten de a um pe di do dos con­ su mi do res por um sis te ma mais fá cil de aber tu ra das em ba la gens e, ao mesmo tem­ po, diz a Te tra Pak, tem cus to bai xo e é fá cil de ser im plan ta­ da pe las in dús trias. A Fle xi Cap é hi giê ni ca e prá ti ca: além de po der ser aber ta com um úni co mo vi men to, sem o uso de fa cas ou tesou ras, ela per mi te que a em ba la gem, uma vez

aber ta, seja no va men te fe cha­ da. “Ela aten de a uma ne ces si­

da de de mer ca do com pro va da

por pes qui sas fei tas por nós”,

ex pli ca Eduar do Eis ler, di re tor de de sen vol vi men to de ne gó­ cios da Te tra Pak. Se gun do ele, 88% dos consu mi do res de lei te lon ga vida pre fe rem a caixinha com Fle xi Cap à tra di cio nal. O

fechamento pode ser apli ca do di re ta men te na má qui na de

en va se e já está dis po ní vel para par te das em ba la gens Te tra Brik Asep tic.

(11) 5501-3200 www.tetrapak.com.br

Qua li da de pre mia da 1 Pe los car tu chos que de sen
Web­no vi da de para má qui nas Como par te de seu proces so de
Web­no vi da de para má qui nas
Como par te de seu proces so de
mo der ni za ção, a As so cia ção Bra si-
lei ra da In dús tria de Má qui nas e
Equi pa men tos (Abi maq) lan çou
uma nova ver são de seu site. Ela
res sal ta a am pla gama de ser vi ços
ofe re ci dos pela as so cia ção de
ma nei ra mais atra ti va e fun cio nal e
fa ci li ta a na ve ga ção. Uma das no vi-
da des é a criação dos Ca nais Abi-
maq, um menu que dire cio na o
usuá rio para apro xi ma da men te 40
as sun tos di fe ren tes, como Apex-
maq, B2B Abi maq, Cen tral de Ne gó-
cios e Da ta maq, en tre ou tros. Ser vi-
ços como a recém-lan ça da Bol sa
de Em pre gos, Equi pa men tos para
Pe que nos Ne gó cios, Fei ras no Bra-
sil e Ex te rior e Clí ni cas de Ges tão
es ta rão des ta ca dos na home page
para iden ti fi ca ção ime dia ta.
www.abi maq.org.br

Alta per for man ce para rótulos roll fed

de sen vol vi da para aplicar ró tu los de Bopp do tipo roll fed em emba - la gens de pet, de pvc, de vi dro ou me tá li cas em li nhas de alta perfor - man ce, a ro tu la do ra Roll La bel é a no vi da de que a Nari ta está lan çan do neste fim de ano. se gun do a fa bri- can te, tra ta-se de um equipa - men to ro bus to, de ope ra ção sim ples e com baixo cus to de ma nu ten ção. pos sui tela com co man dos sen sí veis ao to que e tra ba lha com re ci pien tes com diâ me tro de até 127mm. a

Na ri ta diz ser a única in dús tria em toda a amé ri ca La ti na a fa bri car ro tu la do ras desse tipo.

(11) 4352-3855 www.na ri ta.com.br

Qua li da de pre mia da 1 Pe los car tu chos que de sen

Es cu do in cor po ra do

A Vo ri dian, di vi são da Eas tman Che-

  • mi cal Com pany, aca ba de lan çar

uma nova re si na PET que garan te pro te ção à luz ultra vio le ta (UV), a Vi ti va PET PC715. Indi ca da para a pro du ção de em ba la gens para os mais va ria dos seg men tos de mer ca- do, ela con tém um ab sor ve dor que pro te ge co res de li ca das, sa bo res, vi ta mi nas e nu trien tes dos pro du tos acon di cio nados dos efei tos de gra- dan tes da ex po si ção à luz UV. “Pro- du tos da ni fi ca dos por luz UV podem re sul tar em ape lo re du zi do ao con- sumi dor e per da de ven das”, aler ta La von na Bueh rig, ge ren te de mer ca- do da Améri ca do Nor te da Vo ri dian. “A Viti va PET aju da a for ta le cer a ima gem de mar ca ao ofe re cer shelf life pro lon ga da, a cla ri da de cris ta li- na do PET e vanta gens de pro ces so sig ni fi ca ti vas.”

vi ti va@vo ri dian.com www.vo ri dian.com

Es cu do in cor po ra do A Vo ri dian, di vi são da
Novo site da CIV a com pa nhia in dus trial de vi dros (civ) está
Novo site da CIV
a com pa nhia in dus trial de vi dros
(civ) está lan çan do seu novo web-
si te. fa zen do uso de mo der nos
re cur sos grá fi cos, ele tem visual
ins pi ra do nos qua tro ele men tos
da na tu re za (ar, água, fogo e ter ra),
e des ta ca um “quin to ele men to” –
o vi dro. por ser natu ral e 100%
re ci clá vel, o ma te rial é mos tra do
como par te in te gran te do am bien-
te. Na área de pro du tos o in ter-
nau ta pode co nhe cer as em ba la-
gens de vi dro fa bri ca das pela civ,
que aten dem os segmen tos de ali-
men tos, de be bi das e o far ma cêu-
ti co, além das uti li da des em vi dro,
como co pos, jar ras, ti ge las e
po tes. ou tras áreas do site enfo -
cam ações pro mo cio nais, a histó -
ria e a tec no lo gia da civ. Há tam-
bém um espa ço de di ca do à ecolo -
gia, que abor da o pro je to de re ci-
cla gem da em pre sa, o “aqui vi dro
vira vida”, en tre ou tros as pec tos
li ga dos ao tema. o novo site é
uma cria ção da ca sul lo co mu ni-
ca ção e e-La bo re so lu ções.
www.civ.com.br

Gra va ção em PEt faci li ta da

Para mar car e co di fi car com pre ci são em ba la gens de PET, a Sunny vale está tra zen do ao Bra sil a im pres so ra Do mi­ no S200B. A di fe ren ça para o mo de lo S200, já co nhe ci do do mer ca do, é que a S200B vem com um tubo Blue La ser, que propor cio na mar ca ções mais cris ta li nas, mais bem de fi ni das e sem ris co de per fu ra ção de su per fí cies fi nas. No to can te à qua li da de, a Sunny va le diz que, mes mo na in ser­

ção de um có di go de até duas li nhas na ve lo ci da de máxi ma de 76m/mi nu­ tos (o que, na prá ti ca, cor res pon de à mar ca ção de 30 000 gar ra fas por hora), o có di go é mui to bem vi sí vel.

(11) 3048-0147 www.sunny va le.com.br

Gra va ção em PEt faci li ta da Para mar car e co di fi
Es cu do in cor po ra do A Vo ri dian, di vi são da
Es cu do in cor po ra do A Vo ri dian, di vi são da
Almanaque Origi na li da de, uma du re za criar iden ti da des vi

Almanaque

Almanaque Origi na li da de, uma du re za criar iden ti da des vi
Origi na li da de, uma du re za criar iden ti da des vi suais
Origi na li da de, uma du re za
criar iden ti da des vi suais com ple ta-
men te ori gi nais é hoje uma tare fa di fi-
cí li ma, pela quan ti da de de las em uso
no mun do in tei ro. “pes qui san do, sem-
pre va mos en con trar pro je tos que se
as se me lham. al guns pe ri go sa men te
perto do plá gio, ou tros coinci den te-
men te pa re ci dos”, co men ta gil ber to
strunck, em seu livro “como criar
iden ti da des vi suais para Mar cas de
su ces so” (Rio Books), do qual extraí -
mos os exem plos abai xo.
Centro Georges
Fotoptica
Pompidou

Fim do lam be ­ lam be ma nual

Da tam do sé cu lo 19 os pri mei ros re gis tros de paten tes de equipa­ men tos para etique tar gar ra fas. Eram, na verda de, dis po si ti vos que não ro tu lavam, mas sim faci li ta­ vam a mani pu la ção manual das eti que tas. A partir do início do sé cu lo pas sa do co me çou a sur gir um gran de nú me ro de má qui nas semi­au to má ti cas, ge ralmen te mo vi das pelo chama do “pra to gi ra tó rio”, nas quais os ró tu los eram aplica dos em gar ra fas deita­ das. Em 1956 se ria lança da, pela ale mã Kro nes, a primei ra aplica do­ ra de rótu los total men te au to má ti­ ca, a Super. Ro ta ti va, ela proces sa­

Almanaque Origi na li da de, uma du re za criar iden ti da des vi

va no co me ço 2 000 e, mais adian­ te, 4 500 gar ra fas por hora. Tais ní veis de ren di men to, iné di tos até en tão, fo ram ob ti dos com o prin cí­ pio do po si cio na men to em pé: as gar ra fas eram ro tu la das na po si ção ver ti cal, e não mais deita das.

Almanaque Origi na li da de, uma du re za criar iden ti da des vi
Almanaque Origi na li da de, uma du re za criar iden ti da des vi

A cerveja pilsen na era do gelo

Em 1870, cer ca de 560 cer ve ja rias já ope ra vam na Ho lan da. Mes mo as sim, Jon kheer de Pes ters e J. H. van Mar wijk Kooy, em pre sá rios de Ams ter dã, re sol­ ve ram en trar no ne gó cio, e fun da ram uma cer ve ja ria que le vou o nome do rio que cor ta a ci da de e às mar gens do qual a fá bri ca se loca li za va, Ams tel. Como di fe ren cial, a nova em pre sa de di­ cou­se à fa bri ca ção de cer ve ja tipo pil­

sen, cuja produ ção tra zia uma compli­ ca ção téc ni ca que re du zia o nú me ro de fa bri can tes a me nos de uma de ze na: o produ to preci sa va ficar arma ze na do por dois me ses sob tem pe ra tu ras pró­

  • xi mas de 0º C. Para isso, a Ams tel re ti­

ra va gelo dos ca nais de Ams ter dã du ran te o in ver no, e o ar ma ze na va em

lo cais cer ca dos por mu ros du plos para uti li za ção no res to do ano. A cer ve ja ria

  • li vrou­se da de pen dên cia do ri gor do

in ver no só uma déca da de pois, quan do

ins ta lou sua primei ra má qui na de gelo.

Mais uma da sé rie “A na tu re za é sá bia”

No início do sé cu lo 18, ao ob ser var ves pas su gan do ma dei ra, trans for man do­a em pol pa com a sa li va e es pa lhan do­a nos ninhos, o fí si co fran cês René de Reau mour des co briu o mé to do de fa zer pa pel. Expos ta ao ar, a pol pa se ca va e ad qui ria apa rên cia de um ma te rial se me lhan te ao que viria a ser o pa pel. Mas a idéia só foi pos ta em prá ti ca em 1852, quan do um te ce lão ale mão, Frede ric Kel ler, cons truiu a pri mei ra má qui na para tri tu rar ma dei ra não seca, para fa bri car pa pel­jor nal.

Almanaque Origi na li da de, uma du re za criar iden ti da des vi

50 – embalagEmMarca dez 2003