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Escola Secundária de Leal da Câmara

C u r s o E FA / S e c u n d á r i o – 2 0 0 9 / 1 0

CULTURA LÍNGUA e COMUNICAÇÃO - CLC


Núcleo Gerador 6 – Urbanismo e mobilidade
Unidade de Competência 6: Intervir em questões relacionadas com mobilidade e urbanismo, mobilizando recursos
linguísticos e comunicacionais no reconhecimento das funcionalidade dos diversos sistemas de ordenamento, da
existência de planeamento urbano, das oportunidades de trabalho em contextos rurais e urbanos e do
enriquecimento cultural que os fluxos migratórios geram, interpretando-os como factores que reforçam a qualidade de
vida.
RA1 – Contexto Privado - Participar no processo de planeamento e construção de edifícios recorrendo
a terminologias próprias e procurando garantir condições para as práticas de lazer

TEMA: Construção e arquitectura: as obras


Ficha

A minha casa ideal


A ideia de casa não se esgota na noção primária da necessidade dos seres humanos de abrigo e protecção contra
as intempéries e perigos de vários tipos. A nossa casa é muito mais o espaço, o lugar onde nós centramos muitos
dos nossos mais importantes significados, sentimentos, valores e
comportamentos. Quem já não ouviu a expressão ou até disse: “Lar, doce
lar!”.

A casa e a identidade pessoal

Texto 1 – “Minha casa, minha cara.”


“Quando penso na casa dos meus sonhos a primeira pergunta que eu me
faço é: O QUE FAZ BEM À MINHA ALMA?
Esta questão levanta sempre outras perguntas, que também se vão
construindo, dentro da minha cabeça, o imaginário do meu lar ideal. O que
realmente me emociona? O que me faz vibrar e sentir prazer? Que tipo de acontecimentos íntimos eu valorizo dentro
da minha vida? Quais os objectos, móveis, utensílios com os quais me sinto à vontade e me identifico?
Parar e pensar sobre estas questões aparentemente tão simples, fazem-me tomar consciência de mim mesmo e
de tudo o que eu realmente dou importância na vida. Aquilo que me acciona emocionalmente de uma maneira
positiva, aqueles acontecimentos, objectos e coisas que tem maior significado para mim, terão com certeza poder
para ajudar-me nesse contínuo processo de auto-transformação que é a vida.
Pode ser morar em prédio histórico ou ter um espaço para desfrutar do sol, pode ser uma árvore no quintal ou
quem sabe ter um espaço agradável para estar sempre a receber os amigos. Pode ser ter uma vista magnífica, mas
também, aquela mesa que eu estou a namorar há algum tempo e que parece fazer sentido aqui na minha sala de
jantar... Pode ser tudo isso e com certeza muito mais!
O que interessa é que eu consiga fazer o inventário completo daquilo que realmente me motiva. Dos aspectos
mais gerais e conceptuais, até os mais específicos e objectivos. Demoradamente, detalhadamente...
Daí para frente tudo começa a ficar mais claro. Parece que todas as coisas que importam na minha vida, saem de
um território nebuloso para colocarem-se num mapa onde consigo visualizá-las juntas. De uma só vez.
Passo a olhá-las então de uma outra perspectiva e finalmente começo a conseguir estabelecer relações criativas
entre elas, percebendo que agora fazem sentido porque estão umas com as outras, bem na minha frente e fui eu que
as coloquei ali.
O resto, são pequenos detalhes que vão acontecendo naturalmente de uma maneira espontânea. Cada coisa vai
achando o lugar onde quer estar. Tomar decisões difíceis como escolher a cor da sala por exemplo, passa a ser um
exercício quase óbvio de intuição explícita porque estará baseado no conjunto de referências que conseguimos reunir
sobre nós mesmos, sobre as nossas vidas.”
(adaptado) – texto escrito por George Martins, em 17/11/2008

Cultura, Língua e Comunicação UC6/DR1 – 2009 / 2010 Formador: Pedro Vitória 1/8
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PROPOSTA 1: Depois de ler o texto 1, acima apresentado, pense sobre o que é nele referido, através das
seguintes questões:
1. – O que nele foi novo para si?
2. – Tem alguma discordância quanto ao que nele é dito?
3. – Qual é a afirmação que considera mais relevante?
4. – Aumentou em que aspectos a sua compreensão do conceito de casa?
Resposta:
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Arquitectura e construção

Para se compreender bem o que está em jogo numa casa, perceber a sua importância e projectar a possibilidade de
conceber uma casa ideal de um modo correcto e equilibrado, teremos de introduzir alguns termos retirados das
áreas da construção civil e da arquitectura.

PROPOSTA 2: De seguida serão apresentados uma série de termos que deverão ser organizados num
glossário técnico para as áreas da construção civil e da arquitectura. As definições poderão ser distribuídas
por pequenos grupos.

GLOSSÁRIO – ARQUITECTURA E CONSTRUÇÃO


Alicerce
Alvará de construção
Alvenaria
Andaime
Ante-projecto
Aplique
A

Aquecimento central
Ar condicionado
área coberta
área total
Argamassa
Arquitecto
Barrote
Betão
B

Betão armado
Betoneira
Caderno de encargos
Caiar
Caixilho
Calafetar
C

Calha
Canalizador
Carpinteiro

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Cimento
Contraplacado
Cromado
Croqui
Demão
Deferimento Tácito
D

Drenagem
Edificação
Empreitada
Engenheiro Civil
Engenheiro eléctrico
E

Esmalte
Estrutura
Estudo preliminar
Estuque
Fachada
Ferreiro
F

Fissura
Fossa séptica
Galvanizar
Gesso
G

Granito
Habitação
H

Iluminação
Impermeabilização
Infiltração
I

Inoxidável
Isolamento
Junta de dilatação
J

Ladrilho
Laje
Levantamento topográfico
L

Licença de construção
Lote
Maquete
Marceneiro
Mármore
M

Metro quadrado
Massa
Nailon
Nível
N

Nivelar
Norma técnica
Obras de Alteração
Obras de Ampliação
Obras de Conservação
Obras de Construção
O

Obras de Demolição
Obras de Reconstrução
Operações de Loteamento
Oxidação
Parquet
Pavimento
P

Pé-direito

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Piche
Pilar
Pintor
Plaina
Plano Director Municipal
Plano de pormenor
Planta
Policarbonato
Pré-fabricado
Projecto de construção
Prumo
Queimadores
Q

Reboco
Remate
R

Revestimento
Rodapé
Sapatas
Servente
Sifão
S

Silicone
Soalho
Taco
Telha
Telhado
Terracota
Terraplanagem
T

Terreno
Textura
Tijolo
Topógrafo
Urbanismo
U

Usocapião
Vala
Verniz
Viga
V

Vinil
Volumetria
Zarcão
Z

Habitação e sustentabilidade

Actualmente, a humanidade enfrenta problemas globais, ou seja, de uma dimensão planetária. Vivermos num
ecossistema com recursos finitos e com os emergentes problemas resultantes dos fenómenos de mudanças
climáticas. Uma das formas de tentarmos, racionalmente, encontrar soluções para essas adversidades passa
também pela forma como elaboramos políticas de habitação sustentáveis.

PROPOSTA 3: Depois de visionarem alguns excertos de algumas vídeo-reportagens, integradas nos


programas Biosfera, da RTP, e Terra Alerta, da SIC, deverão fazer um relatório dos conteúdos mencionados. A
cada formando será atribuído uma parte do conjunto total.

Como elaborar um relatório

O relatório deve ser redigido de forma impessoal, num tempo verbal passado e indicar com clareza todo o
desenvolvimento do trabalho, todas as observações, conclusões e críticas.

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A estrutura de um relatório - num relatório deverá constar as seguintes partes:

Título - deve explicitar o assunto.


Identificação - nome do aluno ou dos alunos; identificação da turma.
Data - ____ / ____ / _____
Índice – Identificar as partes em que o relatório se encontra organizado, bem como o número das páginas em que
essas partes se iniciam.
Introdução - deve indicar o objectivo do trabalho e qual sua importância.
Registo de observações - deve apresentar um resumo detalhado de tudo o que foi observado, de modo coerente e
sequencial.
Discussão - Nesta parte deve ser feita uma análise crítica do Registo de observações, devendo explicitar claramente
as razões e fundamentos das objecções encontradas.
Conclusões - referem-se as ideias principais que gostariam de reter de todo o processo.
Fontes utilizadas – todos os recursos utilizados para consulta.
Anexos – Fotografias, textos, planos de trabalho, etc.

Como construir uma casa ecológica?

Comprar, construir ou arrendar uma casa é uma decisão que envolve muitas questões. Se pretende mudar de casa, é
a altura certa para olhar para o futuro espaço de forma sustentável, para que seja social, económica e
ambientalmente equilibrado.

A Quercus apresenta uma


proposta para tentar ajudá-lo
nesta decisão, de forma a
torná-la social, económica e
ambientalmente equilibrada.
Apresentando 25 sugestões,
vamos tentar contribuir para
que a sua decisão seja o mais próxima dos seus padrões de conforto, “poupando na sua carteira” ao mesmo tempo
que “poupa no ambiente”!

Aline Delgado - QUERCUS A.N.C.N.

1. A localização de um
edifício é muito
importante no que
respeita às necessidades térmicas do espaço interior.
Estas necessidades estão contempladas no
Regulamento de Características de Comportamento
Térmico dos Edifícios (RCCTE), onde se apresentam
estratégias que contribuem significativamente para a
melhoria do desempenho térmico dos edifícios. Procure
aconselhamento especializado para verificar se a casa
que vai habitar cumpre este Regulamento tanto para a
situação de Verão como para a situação de Inverno.

2. Prefira um local arejado com pouco trânsito


automóvel, o que se traduz em menos poluição e, bem
servido de transportes públicos, para que os possa usar
em alternativa. Se lhe for possível habitar próximo do
seu local de trabalho, desloque-se a pé. Far-lhe-á bem à saúde e contribuirá para um ambiente mais saudável.

3. O Sol é a nossa maior fonte de energia. Tire disso o melhor proveito escolhendo
uma casa maioritariamente orientada a Sul de molde a minimizar consideravelmente

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as necessidades de aquecimento durante a estação de Inverno. A radiação solar incide nas


janelas de vidro e aquece de forma natural o espaço interior.

4. Durante a estação de Verão, há que impedir o sol de incidir nas janelas voltadas a Sul,
verifique se as janelas possuem uma protecção pelo lado exterior: uma pala, persiana ou
até vegetação (de folha caduca no Inverno).

5. Se a casa que vai habitar tiver janelas orientadas a nascente (Este) ou poente (Oeste) necessita obrigatoriamente
de persianas exteriores, pois é nestas orientações que o sol incide mais horizontalmente. É imperativo, durante a
situação de Verão, correr estas persianas, protegendo o vidro, pela manhã a Nascente e ao final da tarde a Poente.

6. O lado Norte da casa deve ser reservado a W.C.s, arrumos, ou outras divisões que necessitem de poucas
aberturas (ou mesmo nenhuma) para o exterior. É nesta orientação que se originam grandes perdas térmicas através
do vidro durante a estação fria. Se for impossível a escolha de uma casa sem divisões orientadas a Norte, então
tenha sempre presente esta questão.

7. As fachadas envidraçadas originam grandes ganhos térmicos na estação quente e perdas térmicas muito
consideráveis durante a estação fria, o que implica sistemas de climatização adicionais para corrigir este efeito. A
área de envidraçado de uma divisão não deve ultrapassar 15% da área de pavimento dessa divisão.

8. Devemos também tirar partido do sol no que respeita a


iluminação. Prefira divisões iluminadas naturalmente para
minimizar a necessidade de iluminação artificial. Existem no
mercado equipamentos de transporte de luz natural para divisões não iluminadas. Este
“transformador de luz natural” canaliza a luz do exterior para o interior.

9. Sempre que necessária a iluminação artificial, opte por lâmpadas de baixo consumo e por
iluminação localizada (só apenas onde é de facto necessária). Esta iluminação deverá ser provida de dispositivos
para regulação do ambiente luminoso.

10. Se a casa que vai habitar ainda não possui equipamentos electrodomésticos, prefira, sempre que possível, os de
Classe A, mais eficientes no que respeita ao consumo de energia e ao contrário do que se pensa não são
necessariamente mais caros.

11. A localização e orientação solar, bem como a construção do edifício, é


determinante para se ter uma casa confortável, do ponto de vista térmico. Verifique
na Ficha Técnica da Habitação (FTH) como são as
paredes exteriores do edifício. Deverá optar por
soluções de parede dupla com isolamento ou parede simples com isolamento pelo
exterior da parede.

12. O isolamento térmico adequado é determinante para evitar perdas de calor no


Inverno ou ganhos de calor no Verão, mantendo assim uma temperatura constante no
interior de sua casa. Prefira um material de isolamento com um baixo índice de
condutibilidade térmica (U-value), mas com baixo teor de energia incorporada (energia consumida desde a extracção
da matéria prima até ao produto final).

13. Verifique as caixilharias e o vidro. Aquelas com corte térmico (são fabricadas de
forma a promover uma redução da transmissão térmica entre 40% a 60%) e vidro
duplo são as mais indicadas do ponto de vista de conservação de energia. No
entanto, deverá optar por caixilharias com grelhas de ventilação, para facilitar a
renovação do ar.

14. Dê especial importância aos materiais utilizados, preferindo os de baixo impacte


ambiental, não só na sua produção, mas também ao longo da sua vida útil. Informe-se sobre o poder de reutilização
ou reciclagem dos materiais utilizados na sua casa.

15. É importante escolher materiais homologados e/ou com marcação CE e, nos casos mais importantes, solicitar os

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certificados de conformidade de acordo com as especificações aplicáveis, emitidos por entidades idóneas e
acreditadas, seguindo as instruções dos fabricantes para a aplicação dos mesmos.

16. Verifique se a cobertura do edifício (terraço ou telhado), está adequadamente isolada (poderá fazê-lo através da
FTH). Prefira um isolamento imputrescível e resistente à água, preferencialmente colocado sobre a laje e sobre a
camada de impermeabilização.

17. Se o pavimento de sua casa estiver em contacto com o solo, opte por isolantes térmicos imputrescíveis e
resistentes à água, ou pavimentos com caixa-de-ar e devidamente impermeabilizados para evitar perdas térmicas ou
outras patologias associadas através do solo (estas soluções construtivas devem vir explicadas na FTH)

18. A renovação do ar interior é muito importante para que se mantenham as condições de salubridade interior nos
edifícios. Uma casa insuficientemente ventilada poderá gerar humidade através dos vapores que se formam,
afectando o conforto ou mesmo a saúde dos habitantes. Verifique se as caixilharias possuem dispositivos que
permitem a ventilação.

19. As cores utilizadas nas fachadas e coberturas também influenciam o conforto térmico. Seja selectivo na escolha
da cor de sua casa, considerando que, as cores claras não absorvem tanto o calor como as cores mais escuras
(enquanto uma fachada branca pode absorver só 25% do calor do sol, a mesma fachada, pintada com cor preta,
pode absorver o calor do sol em 90%).

20. Se a casa que pensa habitar está provida


de equipamentos que funcionam à base de
energia renovável, tanto melhor! Se vai
construir é altura de os aplicar. De entre os vários existentes no mercado
destacam-se:
Colectores solares térmicos
Estes equipamentos captam a energia do Sol e transformam-na em calor,
permitindo poupar até 70% da energia necessária para o aquecimento de água.
O RCCTE diz que todos os edifícios novos com condições de exposição solar
adequada serão obrigados a ter, sempre que seja tecnicamente viável.
Painéis solares fotovoltaicos
Estes painéis constituem uma das mais promissoras formas de aproveitamento
de energia solar. Por meio do efeito fotovoltaico, a energia contida na luz do Sol
é convertida em energia eléctrica. Estes sistemas podem ser utilizados em
locais isolados, sem rede eléctrica, ou como sistemas ligados à rede.
Bombas de calor geotérmicas
São sistemas que aproveitam o calor do interior da Terra para o aquecimento do ambiente. Actuam como máquinas
de transferência de calor. No Inverno, absorvem o calor da Terra e levam-no para sua casa. No Verão, funcionam
como ar condicionado, retirando o calor de sua casa para arrefece-lo, no solo.
Mini-turbinas eólicas
A energia do vento acciona estes sistemas para fornecer electricidade a uma micro-escala. Embora as micro-turbinas
eólicas mais comuns sejam colocadas no terreno, existem umas de pequena dimensão que podem ser colocadas no
topo das habitações. Podem significar uma redução do consumo de electricidade de 50% a 90%.
Sistemas de aquecimento a biomassa
A biomassa pressupõe o aproveitamento da matéria orgânica (resíduos provenientes da limpeza das florestas, da
agricultura e dos combustíveis resultantes da sua transformação). Em casa, este tipo de matéria pode ser utilizada,
por exemplo, em sistemas de aquecimento, representando importantes
vantagens económicas e ambientais.

21.Existem no mercado torneiras de regulação do


fluxo de água, que permitem reduzir o caudal
estimulando a poupança deste recurso. Se a casa
que vai habitar não possui estas torneiras, existem peças acessórias redutoras de
caudal.

22.Verifique se os autoclismos são providos de dispositivos de dupla descarga que induzem poupança de água.
(Poderá ainda colocar quando possível, uma ou duas garrafas de água com areia no interior, dentro do depósito do

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seu autoclismo. Isso significa poupar até 3 litros de água por descarga).

23.Se vai construir a sua casa e tem terreno disponível, tem a possibilidade de a equipar com mini estações de
tratamento de água ou mini cisternas de armazenamento de águas pluviais, para posteriores utilizações em
descargas não potáveis (como regas de jardim, autoclismos ou lavagem de automóveis).

24. No caso
de vir a
habitar um
edifício de vários condóminos, verifique se no
prédio existe espaço destinado a contentores
adequados à separação de resíduos
domésticos.

25. Dentro de sua própria casa opte sempre


por um depósito de resíduos domésticos com
pelo menos três divisões para estimular a
separação destes resíduos.

Para terminar, se tiver oportunidade de


reabilitar em vez de construir de novo, e se
essa opção for economicamente viável, está
desde logo a ter uma atitude mais
sustentável. Reabilitar um edifício existente
possibilita a diminuição dos impactes
resultantes da energia associada à produção
de um novo e da extracção das respectivas
matérias-primas, para além de contrariar a
tendência do crescimento urbano excessivo e
a ocupação e impermeabilização de novas
áreas de solo importantes para a conservação
dos valores e equilíbrios naturais e para as
várias actividades humanas!
Retirado de. Naturlink

Como construir a minha casa ideal?

PROPOSTA 5:
Pesquise e escolha uma solução para a construção de habitação que considere excelente para um equilíbrio
ambiental. Elabore uma apresentação sobre esse exemplo para que possa ser divulgado.

Iremos agora par uma etapa mais pessoal, mais directamente ligada às experiências vividas por cada um.
PROPOSTA 6:
Escreva um texto que será como que uma memória descritiva da sua casa ideal, tal como a sonha, sem
restrições de qualquer tipo.

PROPOSTA 7:
Propõe-se agora que faça um esboço
gráfico ou um desenho dessa sua casa
ideal.

Poderá fazer recurso a um programa


informático - Sweet Home 3D que é uma
aplicação de design interior que ajuda
você colocar suas mobílias em sua casa
em um plano 2D, com uma visualização
em 3D. http://www.sweethome3d.eu/pt/

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