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A História do Seguro

Esta resenha terá como base teórica as apostilas e as aulas de


Contabilidade Atuarial.

O que veremos em seguida será a História do Seguro. Num primeiro


momento veremos o embrião do quem vem a ser o seguro, logo depois, o
surgimento, a necessidade devido às novas descobertas, a revolução
industrial e suas influências, a chegada do seguro no Brasil, o seguro
privado e por fim os tipos de seguro.

O seguro, nasce da necessidade do ser humano em minimizar suas


possíveis perdas. Esta prática não é nenhuma invenção do homem
contemporâneo, já que esta pratica se dá desde o século XII a.C. Um
exemplo desta pratica que podemos compartilhar é a dos mercadores que
se reuniam para ressarcir um transportador com um camelo, caso este
viesse a sofrer a perda de um animal em sua viagem pelo deserto.

Mas, o seguro tal como conhecemos nos dias de hoje, tem sua raiz no
seguro marítimo; este talvez o mais antigo dos seguros. Com as novas
descobertas e o comércio marítimo com a Índia, o que acarretava em
diversos riscos. Logo resultou e de forma natural a constituição de
banqueiros dando origem a sociedade das seguradoras.

Com a revolução Industrial e as descobertas matemáticas de Lenbintz e


de Pascal na área de estatística, temos a formação das diretrizes usadas
até hoje na atividade de seguro. O seguro no Brasil desembarca juntamente
com a corte portuguesa e tem seu grande destaque a partir do Estado Novo
no Governo de Getulio Vargas. No fim da década de 30 e começo da de 40,
é criado no Brasil o IRB – Instituto de Resseguros do Brasil, com objetivo de
fortalecer as seguradoras nacionais.

A atuação do seguro privado no país antes restrita, agora se da a partir


de um Decreto, mas somente no final da década de 60 é criado o SNSP –
Sistema Nacional de Seguros Privados, que tem como objetivo discutir as
políticas de seguro, mais a frente é criado o CNSP – Conselho Nacional de
Seguros Privados um órgão normativo, e outros dois órgãos executivos o
IRB e a SUSEP – Superintendência de Seguros Privados.

A constituição foi decisiva para regulamentação do setor, e em especial


a questão da participação de capital estrangeiro. A globalização e a
estabilização da economia com advento do plano real foram fatores
decisivos para o crescimento significativo do setor com capital estrangeiro,
que chega abocanhar hoje por volta de ¼ deste mercado. Entretanto é um
mercado a ser explorado já que somente cerca de 17,5% da população
possui algum tipo de seguro.O grande desafio deste setor certamente é a
redução da sinistralidade, que esta a 67% do valor arrecadado.

O seguro esta Dividido em três tipos:Seguros pessoais,de danos


Patrimoniais e de prestação de Serviços.

A conclusão que se pode chegar é que o seguro tem a função de


minimizar os riscos em caso de alguma sinistralidade, e em especial nos
dias de hoje. Que ainda é um mercado a ser explorado e que a diminuição
da sinistralidade esta ligada intrinsecamente a cultura de nosso país, a
famosa lei de Gerson “porque sou esperto, certo”.

Adriana Pereira Santos “Acadêmica do Curso de Ciências Contábeis” Sala


70 - Faculdade FTS – Anhanguera

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