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DISORTOGRAFIA Fernando Nascimento | Nayane de Souza | Núbia de Jesus | Raquel Marques |
DISORTOGRAFIA Fernando Nascimento | Nayane de Souza | Núbia de Jesus | Raquel Marques |

DISORTOGRAFIA

Fernando Nascimento | Nayane de

Souza | Núbia de Jesus | Raquel Marques | Tatiana Santos

DEFINIÇÃO

Deriva dos conceitos “dis” (desvio) + ”orto” (correto) + “grafia” (escrita)

Dificuldade de aprender e desenvolver

as habilidades da linguagem escrita.

Alguns sinais da disortografia:

Traçado incorreto da letra

Alteração no espaço

Falta de clareza na escrita

CASO CLÍNICO DE UMA CRIANÇA COM 9 ANOS, NO 4º ANO

CASO CLÍNICO DE UMA CRIANÇA COM 9 ANOS, NO 4º ANO

CAUSAS

As causas podem estar relacionadas

com aspectos

perceptivos,

intelectuais, linguísticos, afetivo-

emocionais e pedagógicos.

CAUSAS

Do tipo perceptivo estão associadas:

Deficiências na percepção, na memória visual e auditiva e/ou a

nível espaço-temporal.

Do tipo intelectual estão associadas:

Baixo nível de inteligência podendo levar a uma escrita incorreta por não dominar as operações necessárias ao conhecimento e distinção dos diversos elementos sonoros.

Do tipo linguístico:

Problemas de linguagem (pronúncia/articulação)

Deficiente conhecimento e utilização do vocabulário (código restrito)

CAUSAS

Do tipo afetivo-emocional:

Baixos níveis de motivação e atenção, que poderão

fazer com que a criança cometa erros ortográficos

(mesmo que conheça a ortografia das palavras).

Do tipo pedagógico:

Remetem para métodos de ensino inadequados

CARACTERÍSTICAS

Falta de vontade para escrever. Dificuldade em usar as pontuações. Falta de organização dos textos. Escrita com graves erros de ortografia.

CARACTERÍSTICAS

Erros de caráter linguístico-perceptivo Substituições de letras com sons semelhantes.

chocoate

ambunlancia

nacasa

auto moveis

Erros de caráter visoespacial

Substitui letras com posições semelhantes ("b"/"d"); confunde-se com fonemas que apresentam dupla grafia ("ch"/"x"); omite a letra "h", por não ter correspondência fonémica.

CARACTERÍSTICAS

Erros de caráter visoanalítico Dificuldade de associar fonema e grafema. Troca letras sem qualquer sentido.

Erros relativos ao conteúdo Une palavras e junta silabas.

ocarro

nodiaseguinte

Erros referentes às regras de ortografia Ignorar pontuação Não segue a regra do M antes de P e B Esquece de iniciar a frase com letra maiúscula.

INTERVENÇÃO

A intervenção deve estar centrada na base da escrita e da linguagem.

O profissional que for trabalhar na área deverá ter

domínio da língua.

Deve ser feita uma avaliação prévia do aluno, para verificar quais são e qual a frequência dos erros.

Observação dos erros.

feita uma avaliação prévia do aluno, para verificar quais são e qual a frequência dos erros.

INTERVENÇÃO

“o trabalho a desenvolver (…) passa, acima de tudo, por

conhecer as características individuais de cada aluno e o

seu modo de funcionamento, de forma a encontrar as respostas pedagógicas adequadas”. (Micaelo, 2005).

cada aluno e o seu modo de funcionamento, de forma a encontrar as respostas pedagógicas adequadas”.

ESTUDO DE CASO

DISORTOGRAFIA - UM MODELO DE INTERVENÇÃO

ESTUDO DE CASO

DISORTOGRAFIA - UM MODELO DE INTERVENÇÃO

Dissertação apresentada em 2013.

Análise dos dados obtidos na avaliação compreensiva.

Identificação das competências que deveriam ser treinadas.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

Relacionadas com a orientação espacial, a percepção visual e a motricidade fina e ampla.

Sobre a percepção auditiva, linguagem expressiva, leitura e escrita.

ESTUDO DE CASO

DISORTOGRAFIA - UM MODELO DE INTERVENÇÃO

ESTUDO DE CASO DISORTOGRAFIA - UM MODELO DE INTERVENÇÃO A partir das dificuldades apresentadas foi traçado

A partir das dificuldades apresentadas foi

traçado um plano de intervenção.

PLANO DE INTERVENÇÃO:

Após a prática, o aluno foi reavaliado nas áreas que teve mais dificuldade.

Resultado:

evolução da criança

eficácia das estratégias proposta

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Micaelo, M. (2005). Os alunos com baixa visão na sala de aula

in I. SIM-SIM, I. (Coord.) Necessidades Educativas Especiais:

Dificuldades da Criança ou da Escola? (pp. 47-60). Coleção

Educação Hoje. Lisboa: Texto Editores.

Frassinetti, P. ( 2013). Disortografia Um modelo de intervenção .

Recuperado de

em 02/06/2014.

Coelho, D. (2011). Dislexia, Disgrafia, Disortografia e