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Quem sou eu?
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9 de Abril de 2009

Jorge Santos

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Quem sou eu?

Nesta reflexão, vou passar a citar quem eu sou. Começo por


dizer que o meu nome é, Jorge Paulo Baião dos Santos, nasci no dia
30 de Abril de 1981 em Lisboa – S. Jorge de Arroios.

Vou falar um pouco de como era a minha infância, embora não


me recorde de tudo, mas com algumas informações que os meus pais
me facultaram, posso falar um pouco de como eu era desde pequeno.
Quando eu era bebé, consta que, era uma criança muito alegre e de
poucas birras, pelo que os meus pais me contam, era também um
bebé muito observador e com muita agilidade com as mãos,
habilidade essa, que até com os meus dedinhos conseguia
desaparafusar os parafusos da cama de grades, os meus pais ficavam
abismados e interrogavam-se “como é que é possível?”. A minha mãe
também me contou que, tive um problema de saúde tal, que ia indo
desta para melhor, apanhei uma virose ao qual os melhores médicos
da zona de Lisboa, só diagnosticavam uma gastroenterite, mas o que
é certo, é que de dia para dia estava a desidratar cada vez mais, o
meu corpo já não reagia, as minhas reacções eram poucas ou
nenhumas, os médicos chegaram a receitar medicamentos para
adultos visto que, não localizavam o problema. Eu tinha meses de
idade quando isto aconteceu, mas graças a uma excelente médica
que a minha mãe encontrou, com informações de boca em boca,
conseguiu resolver o problema, não com medicação mas sim só com
comidas ricas em vitaminas e proteínas, ou seja, comidas caseiras,
mandou retirar tudo o que os outros médicos tinham receitado e
ainda comentou que quem lhe tinha receitado tais medicamentos,
não tinha competência para ser médico (médicos estes considerados
dos melhores). Posto isto, recuperei rapidamente, e voltei a ser a tal
criança alegre e cheia de energia.
Uns aninhos mais tarde, com o meu desenvolvimento, a energia
que tinha manteve-se e fez com que ganha-se rebeldia, passei a ser
uma criança bastante extrovertida e muito agitada, como exemplo,
quando saíamos para ir almoçar ou jantar fora, a minha mãe diz que
passava mais tempo de pé ou a correr atrás de mim do que sentada a
comer, e se estivesse sentada comigo ao colo, desgraçada da pessoa
que estava na mesa atrás, eu começava a bater na cabeça dela.

Quando estava na creche, a minha “santa mãe”, tinha de


comparecer quase todos os dias na escola, isto porque, recebia
queixas dos pais de vários alunos. Uma vez, aconteceu uma peripécia
engraçada, estava lá um pai de um aluno mais velho que eu que,
queria saber quem era o Jorge, porque o filho dele queixava-se todos
os dias que eu lhe tinha feito mal, quando ele viu quem eu era, sorriu
e disse para o seu filho “então, mas tu tens medo de um pirralho
destes e ainda por cima mais novo do que tu?”, resumindo, eu desde
pequeno, só arranjava confusão com os alunos mais velhos. Uma das
vezes, aconteceu uma situação menos boa, devido à rebeldia, na
creche todos os meninos e meninas, tinham um cabide com o nome
de cada um para pendurar sacos, casacos, fosse o que fosse, então,
um colega meu pensou que um cabide seria dele, foi quando ele
agarrou no cabide e eu reparei que era o meu, fui ter com ele e disse-
lhe que aquele cabide me pertencia, ele afirmava e dizia que não que
era dele, gerou-se ali uma situação do puxa para um e puxa para
outro e, então, eu rebelde puxei com mais força do que ele, mas o
cabide era feito de arame forte e grosso revestido a uma película de
borracha, mas a ponta do cabide estava descascada, ora o puxão que
dei fez com que o meu colega o larga-se de repente e então veio em
direcção da minha cara e rasgou-me a face do meu lado esquerdo,
fiquei com uma cicatriz tal, que nos dias de hoje ainda se nota.

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