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A FORMIGA NO CARREIRO

Letra e Msica de Zeca Afonso


A formiga no carreiro
vinha em sentido contrrio (bis)

Buliu, abriu as gambias, buliu, abriu as gambias


para trepar s varandas,
para trepar s varandas

Caiu ao Tejo, caiu ao Tejo


ao p de um septuagenrio (bis)

Refro

Larpou, trepou s tbuas, larpou, trepou s tbuas


que flutuavam nas guas, que flutuavam nas guas

A formiga no carreiro
andava roda da vida (bis)

Refro:
E de cima de uma delas
virou-se pr formigueiro:
mudem de rumo, mudem de rumo
j l vem outro carreiro (bis)

Caiu em cima, caiu em cima


de uma espinhela caida (bis)
Furou furou brava, furou furou brava
numa cova que ali estava,
numa cova que ali estava

A formiga no carreiro
vinha em sentido diferente (bis)

Refro

Caiu rua, caiu rua


no meio de toda a gente (bis)

A FORMIGA NO CARREIRO
Letra e Msica de Zeca Afonso
A formiga no carreiro
vinha em sentido contrrio (bis)

Buliu, abriu as gambias, buliu, abriu as gambias


para trepar s varandas,
para trepar s varandas

Caiu ao Tejo, caiu ao Tejo


ao p de um septuagenrio (bis)

Refro

Larpou, trepou s tbuas, larpou, trepou s tbuas


que flutuavam nas guas, que flutuavam nas guas

A formiga no carreiro
andava roda da vida (bis)

Refro:
E de cima de uma delas
virou-se pr formigueiro:
mudem de rumo, mudem de rumo
j l vem outro carreiro (bis)

Caiu em cima, caiu em cima


de uma espinhela caida (bis)

A formiga no carreiro
vinha em sentido diferente (bis)
Caiu rua, caiu rua
no meio de toda a gente (bis)

Furou furou brava, furou furou brava


numa cova que ali estava,
numa cova que ali estava
Refro