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Concordância Verbal

Concordância Verbal

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Apostila completa sobre concordância verbal, apresentando todos os casos de concordância. Ideal para concursos da FCC, ESAF, Vunesp, GV, etc.
Apostila completa sobre concordância verbal, apresentando todos os casos de concordância. Ideal para concursos da FCC, ESAF, Vunesp, GV, etc.

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PORTUGUÊS: - Compreensão e interpretação de texto, uso adequado de palavras, ortografia, ditongo, acentuação, crase, divisão silábica, hiato, numeral

, flexão de número e gênero, classes de palavras, substantivos, adjetivos, advérbio, verbos e tempos verbais, sinônimos e antônimos, concordância nominal, concordância verbal, artigo, regência, sintaxe, frases e orações, pronomes, figuras de palavras, figuras de linguagem, linguagem formal e informal, pontuação, sílaba tônica e preposições. Concordância É o mecanismo pelo qual as palavras alteram sua terminação para se adequarem harmonicamente na frase. A concordância pode ser feita de três formas: 1 - Lógica ou gramatical – é a mais comum no português e consiste em adequar o determinante(acompanhante) à forma gramatical do determinado(acompanhado) a que se refere. Ex.: A maioria dos professores faltou. O verbo (faltou) concordou com o núcleo do sujeito (maioria) Ex.: Escolheram a hora adequada. O adjetivo (adequada) e o artigo (a) concordaram com o substantivo (hora). 2 - Atrativa – é a adequação do determinante : a) a apenas um dos vários elementos determinados, escolhendo-se aquele que está mais próximo: Escolheram a hora e o local adequado. O adjetivo (adequado) está concordando com o substantivo mais próximo (local) b) a uma parte do termo determinado que não constitui gramaticalmente seu núcleo: A maioria dos professores faltaram. O verbo (faltaram) concordou com o substantivo (professores) que não é o núcleo do sujeito. c) a outro termo da oração que não é o determinado: Tudo são flores. O verbo (são) concorda com o predicativo do sujeito (flores). 3 - Ideológica ou silepse- consiste em adequar o vocábulo determinante ao sentido do vocábulo determinado e não à forma como se apresenta: O povo, extasiado com sua fala, aplaudiram. O verbo (aplaudiram) concorda com a ideia da palavra povo (plural) e não com sua forma (singular). Existem dois tipos de concordância:

Concordância Nominal e Concordância

Verbal

A concordância verbal é marcada pela relação, em geral, entre o verbo e o sujeito. É o verbo que se desloca, mantendo relação com o sujeito. Em português temos três tipos de concordância verbal: a concordância lógica ( contato físico, corpóreo, material, empírico, morfológico com todos os núcleos do sujeito), a concordância atrativa ( concordância com o termo mais próximo) e a concordância ideológica( concordância com a ideia que o termo expressa).

A Concordância Verbal é a flexão do verbo em relação ao respectivo sujeito, normalmente. Como se vê, o estudo da concordância também está centrada na sintaxe, cujo conhecimento nos proporciona condições objetivas para a compreensão do fenômeno concordância verbal. Regra Geral: O verbo concorda com o sujeito em número e pessoa. O verbo e o sujeito de uma oração mantêm entre si uma relação de mútua solidariedade chamada concordância verbal. De acordo com essa relação, verbo e sujeito concordam em número e pessoa: Ex.: a) Eu estudei. b) Nós estudamos. c) “Uns são levados pela cobra, outros pela cachaça, outros matam-se”.(G. Ramos) Quando a frase possui um verbo é uma oração, que se divide em sujeito e predicado, para sabermos quem é o sujeito fazemos a seguinte pergunta ao verbo – a) Quem estudou? – Resposta eu. (o pronome eu é o sujeito simples da oração) b) Quem estudou? - Resposta nós. (o pronome nós é o sujeito simples da oração) c) Quem são levados ? - Resposta Uns e outros nas várias orações existentes no período. Casos de Concordância Verbal I) Sujeito Simples Regra geral: o VERBO concorda em pessoa e número com o SUJEITO SIMPLES (antes ou depois do verbo) Ex.: Nós vamos ao cinema. O verbo (vamos) está na primeira pessoa do plural para concordar com o sujeito (nós). O aluno sabe tudo. Sabe tudo o aluno. 1) Sujeito representado por Substantivo Coletivo – o verbo permanece no singular, concordando com o todo. Ex.: O bando penetrou de supetão na casa do fazendeiro. O povo assistia impaciente a uma vitória inexpressiva.

A multidão reclamava providência. O mundo inteiro sofre com a guerra. Obs.: Se o coletivo vier especificado, o verbo pode ficar no singular ou ir para o plural. Ex.: A multidão de fãs gritou./ A multidão de fãs gritaram.

2) Sujeito representado pelas expressões: Um grande número de, A maior parte de, A maioria de – o verbo concorda no singular ou no plural, facultativamente. Ex.: A maior parte dos jovens tentam uma liberdade precária.(ou tenta) A grande maioria das crianças sonha com a adolescência.(ou sonham) Um grande número de pessoas vagava pelas ruas.(ou vagavam) Uma grande quantidade de frutas apodrecia no campo.(ou apodreciam)

3) Sujeito representado pela expressão UM E OUTRO – enquanto o SUBSTANTIVO que acompanhar esta expressão permanece no singular, o VERBO concorda no singular ou no plural, indiferentemente. Ex.: Um e outro amigo visitava-nos no campo (ou visitavam). Um e outra afirmação apenas confirmaria a tese inicial (ou confirmariam). Um e outro descendiam de velhas famílias do Norte.(ou descendia) UM e outro estudou.(ou estudaram) Um e outro artista gostaria de assinar tal trabalho. (ou gostariam)

4) Sujeito representado pela expressão NEM UM NEM OUTRO – o verbo concordar no singular, embora alguns autores defendam, também, o plural, com o sujeito Nem um Nem outro. Ex.: Nem um nem outro chegaria à conclusão almejada. Todos conheciam o fato, porém nem um nem outro tomou providência. Nem uma nem outra diligência se pode fazer.

5) Sujeito representado pela expressão UM OU OUTRO – o verbo concorda, apenas, no singular com o sujeito Um ou Outro. Ex.: Um ou outro chegou em tempo. Uma ou outra patrulha voltava à base. Um ou outro livro desse gênero teria consagração pública. 6) Sujeito encabeçado pela expressão UM DOS QUE – o verbo tem por sujeito o pronome relativo QUE, encabeçado pela expressão Um dos ou Um dos e substantivo, concorda de regra no plural. Ex.: Um dos que mais argumentavam era ele. Ele era um dos que mais argumentavam. Bernardo foi um dos que menos estudaram o assunto. Você será um dos que muito entenderão destas coisas. Será ela uma das que terão primazia na escolha. Um dos alunos que mais se destacaram foi o Lázaro.

7) Sujeito representado pela expressão MAIS DE , MENOS DE, CERCA DE, PERTO DE, ... verbo concorda com o substantivo. (apenas Concordância Gramatical) Ex.: Mais de um amigo procurou-o. Mais de uma viagem seria empreendida. Mais de um conselho seria esquecido inoportunamente. Cerca de cem pessoas estiveram lá. Perto de mil simpatizantes compareceram ao evento. Obs.: O verbo irá para o plural se houver reciprocidade na ação expressa. Ex.: No Natal, mais de um inimigo se reconciliam. Mais de um casal se beijavam.

8) Sujeito representado pelo pronome relativo QUE – o verbo deve concordar em número e pessoa com o antecedente do pronome relativo-sujeito Que. Ex.: Vocês, que o conhecem bem, transmitam a notícia. Há por aí volumes que cabem em quatro linhas. Tu, que consolas, que não existes, e por isso consolas... (F. Pessoa) - Quando o sujeito é o relativo "que", precedido das expressões "um dos...", "uma das...", o verbo deve concordar na terceira pessoa do plural. Exemplos: Eliane era uma das que mais desconfiavam de nossa administração. Um dos homens que mais lutaram pela soberania de nossa pátria foi Barbosa Lima Sobrinho. Observação: Por exigência lógica, existirão casos em que o singular será obrigatório. Exemplo: Chama-se "Gota d'Água" uma das peças teatrais de Chico Buarque que será encenada amanhã.

9) Sujeito Representado pelo pronome relativo QUEM – o verbo deve concordar com o pronome-sujeito Quem na 3ª pessoa do singular. Ex.: És tu quem paga hoje. Sois vós quem decide o assunto. Eram eles quem exigia o reconhecimento. Eram eles quem discusaria. Obs.: Mais por uma questão estilística que propriamente gramatical, o verbo poderá concordar com o antecedente do pronome-sujeito Quem. Ex.: Não és tu, mas eu quem pago hoje. Serão vocês quem decidirão tudo.

10) Sujeito representado pela expressão pronominal QUAL DE NÓS, QUAL DE VÓS, QUAL DENTRE NÓS, etc. - o verbo concordará, no singular, com o pronome interrogativo Qual. Ex.: Qual de nós não cairia no mesmo engano?

Qual de vós desejaria a vida tão ardentemente a ponto de superar a própria morte?

Qual detre nós já está apto para a crítica consciente?

obs.: Se o pronome interrogativo vier no plural (Quais...?), o verbo irá para a 3ª pessoa do plural ou concordará com o pronome Nós, Vós, indiferentemente. Ex,: Quais de nós estão conscientes? Quais de vós partirão primeiro ? Quais de vós sois, como eu, desterrados no meio do gênero humano? (A. Herculano)

11) Sujeito representado por pronomes de tratamento – Embora os Pronomes de Tratamento sejam empregados para a pessoa com quem falamos ( a 2ª pessoa), o verbo com eles sempre na 3ª pessoa. Ex.: Vossa Excelência permanece voltado para a sua família. Vossa Senhoria comandará as atividades.

12) Sujeito representado por nomes próprios de forma plural – verbo concordará com o número do artigo que precedo nomes próprios de forma plural como: Os Estados Unidos, os Andes, Os Lusíadas, O Amazonas, etc. Ex.: Os Estados Unidos representam o poderio ocidental. Os Andes costeiam a América do Sul. Os Lusíadas representam a epopeia portuguesa. O Amazonas é uma planície líquida no meio da floresta. Os Lusíadas, grande obra de Camões, pertencem à literatura universal.

Obs.: O substantivo próprio de forma plural não antecedido de artigo deixa o verbo no singular. Ex.: Minas Gerais esconde tesouros. Campinas é o berço de Carlos Gomes. Manaus é a zona franca.

13) A palavra HORAS como sujeito dos verbos DAR, BATER, SOAR – os verbos Dar, Bater, Soar, concordam com a palavra Horas, na função de sujeito, indo para o plural. Ex.: Deram duas horas no relógio da torre. Já bateram cinco da madrugada. No relógio da praça, já bateram dez horas. Soariam dez horas.

Obs.: Os verbos citados concordarão com a palavra relógio se esta for o sujeito, e não o adjunto adverbial de lugar. Ex.: O relógio deu (bateu, soou) duas horas.

14) O sujeito tiver por núcleo a palavra GENTE (sentido coletivo)- o verbo poderá ser usado no singular ou plural se este vier afastado do substantivo. Ex.: A gente da cidade, temendo a violência da rua, permanece em casa. A gente da cidade, temendo a violência da rua, permanecem em casa.

15) SUJEITO POSPOSTO INICIADO POR SENÃO verbo concorda gramaticalmente com o substantivo (núcleo). Ex.: Não se viam senão os pássaros. (suj.simples – Núcleos: pássaros) (pronome apassivador) Não se ouvia senão o som das baterias (suj.simples – Núcleo: som) 16) SUJEITO FORMADO POR: PRONOME SUBSTANTIVO (= núcleo) + DE + PRONOME PESSOAL. Verbo concorda com o pronome substantivo (conc. Gramatical). Ex.: Muitos de nós saíram de sala. (suj. Simples núcleo = muitos) Quais dentre vós estudaram a lição? Algum de vocês foi premiado. Obs.: Quando o núcleo está no PLURAL, o verbo pode ATRATIVAMENTE concordar com o PRONOME PESSOAL. Ex.: Muitos de nós saímos de sala. Quantos de vós estudastes ?

17) Sujeito paciente o verbo sempre concorda com o sujeito paciente das orações: Concordância com a palavra → SE: A palavra SE admite várias classificações, tais como: Pronome apassivador: é responsável pela transformação em voz passiva de uma frase ativa. Ex.: Alugam apartamentos (= voz ativa) Apartamentos são alugados (= voz passiva analítica) Alugam-se apartamentos. (= voz passiva sintética) O SE é pronome apassivador, quando o verbo é transitivo direto apresenta um “objeto direto”, que na realidade é o sujeito (paciente). Esta voz passiva chama-se PRONOMINAL OU SINTÉTICA e o agente da passiva não aparece expresso. A TRANSFORMAÇÃO PASSIVA

a) VOZ ATIVA Os alunos praticam o esporte. Sujeito agente verbo transitivo direto objeto direto b) VOZ PASSIVA 1) Verbal ou Analítica: O esporte sujeito paciente é praticado locução verbal pelos alunos sujeito sofre ação verbal

locução verbal = Verbo auxiliar SER + Particípio b) Pronominal ou Sintética Praticam se esporte. Pronome apassivador sujeito paciente.

Verbo transitivo direto Exemplo.:

Comentava-se o acidente verbo + SE + (obj. Direto)

1) 2) 3) 4) 5) Ex.:

é voz passiva pronominal ou sintética. O verbo é transitivo direto o sujeito é paciente (é o objeto direto da voz ativa) O verbo concorda em número e pessoa com o sujeito. O agente da passiva não aprece expresso. Vendem-se casas (Casa são vendidas) Compram-se garrafa e jornal velho (Garrafa e jornal velho são comprados) Dão-se entulho e material usado (Entulho e material usado são dados) Cobrir-se-iam botões (Botões seriam cobertos)

Mas: Precisa-se de empregados qualificados ( pois aqui o sujeito é indeterminado, e a expressão empregados qualificados funciona como objeto indireto) Explicando melhor a Concordância em frases com a palavra SE a) Partícula apassivadora (ou pronome apassivador). A palavra significa alguém, e o verbo é sempre transitivo direto. Ex.: Espera-se um bom resultado. Observe, meu amigo, o seguinte. É algo que vai ajudá-lo bastante. • Alguém espera um bom resultado, mas não se sabe quem. • Pode-se trocar: Um bom resultado é esperado. (voz passiva analítica)

Dessa forma, o SE é uma partícula apassivadora, e o sujeito é um bom resultado. Agora, veja abaixo como a frase fica no plural. Esperam-se bons resultados. Por quê? Porque o sujeito é bons resultados, no plural, e o verbo deve concordar com o sujeito. b) Símbolo ( ou índice) de INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO.. A palavra significa alguém, e o verbo não é transitivo direto. Ex.: Precisa-se de computadores. (verbo transitivo indireto) Estuda-se muito. (verbo intransitivo) Ficou-se feliz. (verbo de ligação)

Cuidado para não confundir com a letra a. O sujeito, nas três frases, está INDETERMINADO. Nenhuma palavra poderia atuar como sujeito. A que mais pode confundir é a primeira. Acontece que de computadores é um termo introduzido por preposição, e sujeito nunca pode ser preposicionado. Trata-se, realmente, de um objeto indireto. Obs.: Às vezes um verbo transitivo direto apresenta um objeto direto preposicionado. O SE, no caso, é símbolo (ÍNDICE) de indeterminação do sujeito, e o verbo fica na terceira pessoa do singular. Ex.: Comeu-se dos bolos. (dos bolos não pode ser sujeito, pois tem preposição)

2) INDETERMINANTE DO SUJEITO: É o responsável pela transformação de um sujeito determinado em um sujeito indeterminado. Ex.: 1 – Precisa de operários. (= sujeito simples, Oculto ELE) 2 - Precisa-se de operários. (= sujeito INDETERMINADO) Para que o SE seja INDETERMINANTE do sujeito, não pode haver nenhum “objeto direto” na oração. Caso haja, ele se transforma em sujeito e o SE classifica-se como pronome APASSIVADOR. Portanto, é necessário que o verbo seja TRANSITIVO INDIRETO, INTRANSITIVO ou DE LIGAÇÃO. A voz continua ATIVA, o sujeito passa a ser INDETERMINADO e o verbo é obrigado a permanecer na 3ª pessoa do singular.

Ex.:

Vive-se muito bem no Rio. Verbo intransitivo adj. adverbiais

INDETERMINANTE DO SUJEITO Verbo + SE + Não Objeto Direto 1) 2) 3) 4) É voz ativa. O verbo é intransitivo (ou transitivo indireto ou verbo de ligação) o Sujeito é INDETERMINADO. O verbo fica na 3ª pessoa do singular

II) Sujeito Composto: a) O VERBO concorda gramaticalmente com o SUJEITO COMPOSTO (anteposto ao verbo) Pedro e Joana estudam para o exame. ( fazendo-se a pergunta ao verbo - Quem estudou para o exame? - Resposta Pedro e Joana – Sujeito com dois núcleos – portanto, sujeito composto anteposto ao verbo concorda gramaticalmente com o sujeito.) Sujeito Composto anteposto ao verbo → Com ele concorda o verbo, normalmente, no plural. Como no exemplo acima. Ex.: “Tua mãe e tua irmã estão lá em casa sós”.(C. Neto) O velho, o menino e o burro da fábula confundiam-se com próprio povo. b) SUJEITO COMPOSTO posposto ao verbo, concorda gramatical e atrativamente. Ex.: Nada sabemos eu e o aluno. (gramatical) Nada sabemos o aluno e eu. (gramatical) Nada sei eu e o aluno. (atrativamente) Nada sabe o aluno e eu. (atrativamente)

c) O SUJEITO COMPOSTO formando uma unidade de ideia, verbo no singular. Ex.: A ira e a raiva fará dele um infeliz. A dor e o sofrimento matou-o aos poucos.

d) SUJEITO COMPOSTO FORMANDO UMA GRADAÇÃO, verbo concorda com o mais próximo. Ex.: Um gesto, um olhar, um sorriso, já o fazia feliz. Gestos, olhares, sorrisos faziam-no feliz. e) SUJEITO COMPOSTO por PRONOMES PESSOAIS. I) EU, TU e ELE = ( 1ª pessoa predomina sobre as demais) Ex.: Voltávamos da praia ela, a mãe e eu.

Nossos amigos, tu e eu formareis um belo time de futebol. II) TU e ELE = VÓS (2ª pessoa predomina sobre a 3ª pessoa) Ex.: Tereis tu e ela um futuro brilhante. Tu e teus colegas formareis um belo time de futebol. No caso acima, também é comum a concordância do verbo com a terceira pessoa. Ex.: Tu e ele se tornarão amigos.(3ª pessoa do plural) Se o sujeito estiver posposto, permite-se também a concordância por atração com o núcleo mais próximo do verbo. Ex.: Irei eu e minhas amigas. III) ELE e ELE = ELES Ex.: Mario e ele têm bons salários. Professores e alunos participam de uma mesma comunidade. 1) Os núcleos do sujeito estão coordenados assindeticamente ou ligados por e - o verbo concordará com os dois núcleos. Ex.: A jovem e a sua amiga seguiram a pé Se o sujeito estiver posposto, permite-se a concordância por atração com o núcleo mais próximo do verbo. Ex.: Seguiria a pé a jovem e a sua amiga.

2) Núcleos do Sujeito Unidos por OU . a) havendo a ideia de EXCLUSÃO de um dos núcleos do sujeito, de sorte que a ação verbal só possa ser atribuída a um núcleo, o verbo com este concordará no singular. Ex.: A criança ou o pai ficará com o refém. João ou Maria permanecerá conosco. (apenas um) Felipe ou André seria o sacrificado. Você ou Antônio será o eleito. Um ou outro fará o trabalho. b) havendo a ideia de RETIFICAÇÃO, o verbo concordará com o núcleo mais próximo. Ex.: Os filhos ou filho receberá a herança. ( por atração) Os aprovados ou aprovado assumirá o cargo. Um amigo ou amigos escreveriam. c) o verbo concordará no plural , se a ação se referir a todos os núcleos (ou EQUIVALÊNCIA).

Ex.: O irmão ou o pai perceberiam tudo. O receio ou o momento atenuaram as coisas. A distância ou a estrada atrasaram a viagem. Naquela crise, só Deus ou Nossa Senhora podiam acudir-lhe. d) VERBO no singular ou plural , quando houver a ideia de ALTERNÂNCIA (sem excluir): Ex.: Esperava que um homem ou uma mulher o ajudasse.(ou ajudassem). e) VERBO no plural , quando houver a ideia de ADIÇÃO: Ex.: O calor forte ou o frio excessivo me desagradam muito. (OU=E) 3) Núcleo do Sujeito Unidos por COM – Deve-se preferir o verbo no plural , atribuindo igual participação aos núcleos do sujeito composto. Ex.: O presidente com sua comitiva acabaram de chegar. O professor com seus alunos efetuaram a pesquisa. O pai, velho e viúvo, com os filhos menores abandonavam a casa. Obs.: Querendo-se enfatizar apenas a presença do primeiro sujeito, o verbo com este concordará, o que reduz o segundo núcleo à condição de mero adjunto adverbial de companhia. Ex.: O presidente com sua comitiva acabava de chegar. 4) Núcleo do sujeito relacionados por conjunção comparativa – o verbo permanecerá no singular quando a ideia é de mera comparação, indo, entretanto, para o plural se a ideia for de adição. Ex.: A vida, como o sonho , é passageira. (COMPARAÇÃO) O comboio como a sucessão das coisas deve ter um destino. O Sol, bem como os outros corpos celestes, não é imudável.(Cuaco-branco)

5) Núcleos do Sujeito unidos por NEM – Deve-se preferir o verbo no plural, embora o singular seja possível, sobretudo quando o sujeito composto vem posposto ao verbo. Ex.: Nem a espada nem a cruz teriam sentido sem o homem. Nem a vida nem a morte comoviam-no. Não nos atendeu nem ele nem o sócio. 6) Núcleos unidos por expressões correlativas Quando os núcleos do sujeito forem unidos por expressões correlativas (como não só...

mas também; não só... como também; não só... mas ainda; não somente... mas ainda; não apenas... mas também; tanto... quanto), o verbo concordará de preferência no plural: • Não só a enchente mas também o pouco-caso castigam Minas Gerais. • Tanto o pai quanto a mãe ficaram surpresos com o sexo do bebê. 7) Sujeito resumido pelo pronome-aposto – TUDO, NADA, NINGUÉM, ALGUÉM, TODOS, ALGO , CADA – o verbo concordará com esse aposto, estando ele no singular ou no plural. Ex.: Finanças, ações, empreendimentos, tudo representa o homem. Livros, passeios, diversões, nada o atraía. Irmãos, amigos, a família, enfim, ninguém o procurou. As autoridades, a Igreja, alguém tomaria providência. Planejamento, estudos sérios, pesquisa, algo deveria ser feito. Pai, mulher, filhos, cada um seguia seu caminho calado.

Observação: Se os núcleos do sujeito composto vierem antecedidos pelo pronome indefinido "cada", o verbo permanecerá no singular. Exemplo: Cada professor, cada aluno, cada funcionário tinha sua reivindicação.

II) Oração Sem Sujeito 1) Orações sem sujeito – nas orações em que os verbos HAVER, FAZER, CHOVER, NEVAR, etc. Aparecem impessoalidades na 3ª pessoa do singular, não há sujeito, o que também ocorre sob a forma de locução desses verbos. Portanto não há flexão – o verbo fica no singular. Ex.: Havia muitas soluções. Já faz dez anos. Choveu muitos dias. Poderá haver outras soluções? Deveria fazer dez anos. Poderá nevar ainda este ano.

a) Verbo HAVER, significando existir, não admite plural. Trata-se de um verbo impessoal, ou seja, não tem sujeito. Ex.: Havia muitos riscos. (Existiam muitos riscos) Houve inúmeras dificuldades. (Existiram inúmeras dificuldades)

Como se vê pelos exemplos, o verbo existir vai normalmente ao plural, para concordar com seu sujeito. No caso do verbo haver, não há sujeito, e o termo que se liga a ele é seu objeto direto. Veja abaixo. Haverá muitas dificuldades.

obj. direto Existirão muitas dificuldades. Sujeito Obs.: Se o verbo HAVER for o principal de uma locução verbal, seu auxiliar também ficará no singular. Ex.: Deve haver reclamações. (Devem existir reclamações)

b) Verbos HAVER e FAZER indicando tempo, não admitem plural. São verbos impessoais. Ex.: Faz dois meses que não jogo futebol. Deve fazer dois meses que não jogo futebol. Há muitos dias que não saio. Deve haver muitos dias que não saio. Obs.: Cuidado! veja esta construção: Faltam poucos dias para a prova. O sujeito da oração é poucos dias, portanto, não se trata de oração sem sujeito e o verbo faltar tem quer ser obrigatoriamente flexionado. 2) Sujeito formado por PRONOME INDEFINIDO (ou interrogativo) MAIS PRONOME PESSOAL. Ex.: Algum de nós chegará lá. Alguns de nós chegaremos lá. Alguns de nós chegarão lá.

Como se pode ver, estando o primeiro pronome no singular, o verbo obrigatoriamente concorda com ele; com o primeiro pronome no plural, a concordância é opcional. Obs.: Essa regra é perigosa. Fique atento para as frases longas, em que se afasta o verbo do sujeito. Se ocorrer isso, volte um pouco até encontrar o sujeito. Você tem condições reais de perceber e acertar a questão. IV) CONCORDÂNCIA DO VERBO SER I) Regra Geral: o verbo SER sempre concorda com a pessoa ou o pronome pessoal, não importando a ordem da frase. Ex.: Carlos era as alegrias da família. As alegrias da família era Carlos. Nós éramos as alegrias da família. As alegrias da família éramos nós.

Ele é sempre as esperanças. os soldados estavam alertas Casos Especiais: 1) Nas expressões, é muito, é pouco, é mais de, é menos de, tendo como sujeito palavra que denota quantidade, peso, medida, preço. VERBO NO SINGULAR. Ex.: Mil reais seria pouco. Duas toneladas é muito. Dez sacas é mais do que precisamos.

2) Na expressão expletiva é que. Verbo concorda com o sujeito (naturalmente). Ex.: Eles é que desconhecem o assunto. Nós é que falamos As ideias é que são superiores.

Obs.: Quando o sujeito é nome de pessoa, o verbo ser com ele concordará. Ex.: Rosária era as distrações da família. O homem é cinzas.

II) O verbo SER CONCORDA com o PREDICATIVO nos seguintes casos: 1) Nas orações interrogativas cujo sujeito é representado pelos pronomes QUE e QUEM. Ex.: Que são teorias ? Quem são os intrusos ?

2) Quando tem por sujeito um dos pronomes ISTO, ISSO, AQUILO, TUDO, O, e o predicativo é substantivo plural. → Verbo no plural Ex.: Isto são histórias populares. O que queres são ilusões. Tudo são flores. Obs.: Muito raramente, o verbo ser pode concordar com o sujeito. Ex.: Tudo é flores.

3) Quando o substantivo representa coisa, opondo-se a pessoa, e o predicativo é representado por substantivo plural. Ex.: O destino são os esforços de cada um. A vida são fragmentos de cada dia.

4) Nas frases em que o predicativo é um pronome pessoal.

Ex.;

A sociedade somos nós. A terra és tu com tuas misérias.

5) Na indicação de datas, horas e distâncias, em que não há sujeito. Ex.: São 12 de setembro. Seriam três horas da madrugada Eram diversos quilômetros arrastados na mata virgem

Observações: – Com a palavra DIA expressa, verbo no singular. Ex.: Hoje é dia cinco de agosto. – Quando o verbo ser, nas expressões que se referem às horas, vem acompanhado por uma das seguintes locuções: "perto de", "cerca de", "mais de", tanto podemos empregá-lo na terceira pessoa do singular como do plural. Exemplos: Era perto de dez horas / Eram perto de dez horas 6) Na expressão ERA UMA VEZ verbo no singular. Ex.: Obs.: Era um rei … Eram um rei e uma rainha... V ) Concordância dos Verbos PARECER e COSTUMAR Ex.: Parecem brincar as crianças. Parece brincarem as crianças. No primeiro caso, temos uma locução verbal, cujo verbo auxiliar é parecem, concordando com o sujeito as crianças. No segundo, há duas orações, sendo a oração do infinitivo sujeito da primeira. Pode-se escrever, também: "Parece que brincam as crianças", sendo a segunda o sujeito da primeira. Ex.: Não se costumam punir os criminosos. Observações: a) Fica errado colocar os dois no plural. Ex.: Parecem brincarem as crianças. b) Tome cuidado com as inversões, pois a frase continua correta. Ex.: As crianças parece brincarem. As crianças parece que brincam. VI) verbo TER com sentido de existir Notadamente, o verbo "ter", com o sentido de "existir", vem sendo usado com bastante frequência na linguagem familiar (e literária) brasileira, recebendo aprovação até mesmo Era uma vez um rei e uma rainha.

de alguns grandes poetas e escritores da nossa língua. Para demonstrar este fato, apresentamos, pelo menos, dois exemplos: "Tinha uma pedra no meio do caminho..." (Carlos Drummond de Andrade) "Tem dias que a gente se sente..." (Chico Buarque de Holanda) No entanto, este emprego do verbo "ter", ainda ausente de grande parte dos textos escritos formais cultos, causa discussões. Quase todos os dicionários insistem em ignorálo. O "Aurélio" apenas o registrou em sua última edição (Novo Aurélio - Século XXI, 1999), dando-lhe o status de "popular". Um dos exemplos do dicionário vem da música "Gente humilde": "Tem certos dias em que eu penso em minha gente...". Este dicionário grafa "tem", sem acento, ou seja, no singular. Nesse sentido, constata-se o uso do verbo "ter" à semelhança do verbo "haver", ou seja, com seu emprego invariável. Exemplos: Tinha um jogador impedido / Tinha dois jogadores impedidos É bom deixar claro, todavia, que esse uso não encontra registro no texto formal culto (textos técnicos, jurídicos, acadêmicos etc.). VII) VERBO FAZER Este verbo, assim como o verbo haver, indicando tempo decorrido ou fenômeno meteorológico, também são impessoais e, por isso, ficam na 3ª pessoa do singular. Exemplos: Faz dois anos que estive em Portugal. ("dois anos" = objeto direto) Faz invernos terríveis na Europa. ("invernos terríveis" = objeto direto) Há anos não procuro meu primo. Havia anos que não nos encontrávamos. Observação: A impessoalidade também ocorre com todos os verbos que expressam fenômenos da natureza como chover, ventar, nevar etc. Contudo, se empregarmos qualquer um desses verbos em seu sentido figurado, eles passam a fazer a concordância com a regra geral. Exemplos: Choveu vários dias em São Paulo no mês passado. Quando eu era jovem, choviam convites para festas. (Aqui, "choviam" tem como sujeito "convites", por isso a razão da concordância.) VIII) Concordância com o Verbo CUSTAR ( no sentido de SER DIFÍCIL) É unipessoal (só possui 3ª pessoa do singular) Ex.: Custa-nos entender isso. (suj. oracional)

IX) Sujeito oracional

Quando o sujeito é uma oração subordinada, o verbo da oração principal fica na 3ª pessoa do singular. Ex.: Ainda falta/ dar os últimos retoques na pintura. Todo cuidado é pouco em construções com sujeito oracional. Primeiramente, é saber diferenciar SUJEITO ORACIONAL de LOCUÇÃO VERBAL. Em locuções verbais, os dois verbos formam um conjunto, em que um deles é o principal (chefe) e o outro é auxilliar (pode até haver mais de um auxiliar). O verbo auxiliar irá se flexionar, para concordar com o sujeito, na forma que o verbo principal o faria. Quando for o caso de um sujeito oracional, o verbo correspondente deverá permanecer “neutro”, na 3ª pessoa do singular. Os verbos, nesse caso, pertencem a estruturas sintáticas distintas – um é o sujeito (oracional) enquanto que o outro faz parte do predicado. Ex.: A você compete estudar. Nesse exemplo, o sujeito do verbo COMPETIR (o que compete a você?) é ESTUDAR. Esse sujeito oracional pode se apresentar na forma reduzida (infinitivo) ou desenvolvida (acompanhado de uma conjunção integrante). Ex.: Parece que ele decidiu o que fazer. E agora: qual é o sujeito do verbo PARECER (o que parece?)? Resposta: “que ele decidiu o que fazer”. Neste caso, o sujeito oracional vem precedido de uma conjunção, designando-se uma oração desenvolvida.

X) Concordância com o infinitivo a) Infinitivo pessoal e sujeito expresso na oração: - não se flexiona o infinitivo se o sujeito for representado por oblíquo átono. Ex.: Esperei-as chegar.

pronome pessoal

- é facultativa a flexão do infinitivo se o sujeito não for representado por pronome átono e se o verbo da oração determinada pelo infinitivo for causativo (mandar, deixar, fazer) ou sensitivo (ver, ouvir, sentir e sinônimos). Ex.: Mandei sair os alunos./Mandei saírem os alunos. - flexiona-se obrigatoriamente o infinitivo se o sujeito for diferente de pronome átono e determinante de verbo não causativo nem sensitivo. Ex.: Esperei saírem todos. b) Infinitivo pessoal e sujeito oculto - não se flexiona o infinitivo precedido de preposição com valor de gerúndio. Ex.: Passamos horas a comentar o filme.(comentando) - é facultativa a flexão do infinitivo quando seu sujeito for idêntico ao da oração principal. Ex.: Antes de (tu)responder, (tu) lerás o texto./Antes de (tu )responderes, (tu) lerás o texto. - é facultativa a flexão do infinitivo que tem seu sujeito diferente do sujeito da oração principal e está indicado por algum termo do contexto. Ex.: Ele nos deu o direito de contestar./Ele nos deu o direito de contestarmos. - é obrigatória a flexão do infinitivo que tem seu sujeito diferente do sujeito da oração principal e não está indicado por nenhum termo no contexto. Ex.: Não sei como saiu sem notarem o fato. Não Pensei que eles tinhão a receberem mais pelo serviço. (???) c) Quando o infinitivo pessoal está em uma locução verbal - não se flexiona o infinitivo sendo este o verbo principal da locução verbal quando devida à ordem dos termos da oração sua ligação com o verbo auxiliar for nítida. Ex.: Acabamos de fazer os exercícios. - é facultativa a flexão do infinitivo sendo este o verbo principal da locução verbal, quando o verbo auxiliar estiver afastado ou oculto. Ex.: Não devemos, depois de tantas provas de honestidade, duvidar e reclamar dela./ Não devemos, depois de tantas provas de honestidade, duvidarmos e reclamarmos dela.

XI) SUJEITO REPRESENTADO POR UM NÚMERO PERCENTUAL a) Quando se tem um número percentual sem o seu especificador, ou seja, quando ele não possui um complemento, o verbo deve concordar com o número da porcentagem. Exemplos: Apesar das enchentes, apenas 10% querem mudar de casa. Somente 22% disseram "sim" ao plebiscito, enquanto 77% optaram pelo "não" e 1% não compareceu às urnas. Assim, se esse número for inferior a dois, o verbo deve ficar no singular. Ex.: Apenas 1,65% votou naquele candidato; 0,7% achava o candidato honesto; Apenas 1% votaria novamente neste candidato. b) Quando a porcentagem vem acompanhada de especificador, ou seja, quando se diz "x % de algo", o verbo passa a concordar com esse especificador, independentemente do número percentual. Exemplos: 15% do ELEITORADO REPROVOU O PROGRAMA DAQUELE PARTIDO. 1% dos ELEITORES optaram pelo voto em branco. 40% dos lavradores estão preocupados com a falta de chuvas. 30% da lavoura de café foi perdida. Se o número percentual vier acompanhado de um determinante (pronomes, artigos, etc.), o verbo deverá ir sempre para o plural. Exemplos: Esses 5% das ações já me são suficientes. Os 40% da produção de laranja serão exportados para os EUA. Uns 15% da população estão desempregados. Já no caso das frações, as gramáticas dizem que o verbo deve concordar com o numerador da fração, ou seja, com o número de cima. Então, quando se diz "2/3 do eleitorado", o verbo concorda com o número "2", numerador da fração. Ex.: 2/3 do eleitorado recusaram-se a votar em qualquer candidato. Se, porém, tivermos "1/3 dos eleitores", deveremos fazer o verbo concordar com o número "1". Ex.: 1/3 dos eleitores recusou-se a votar em qualquer candidato. Observação: Notadamente, é esse o padrão adotado pelos grandes e mais conceituados jornais e revistas brasileiros. EXERCÍCIOS: 01) Escolha a alternativa em que o verbo se encontra com a mesma regência do verbo da frase “O espírito olímpico morreu, ontem, em Munique.” (A) Venceu o burro. (B) Na verdade está morto. (C) O Japão sempre foi a pátria dos videogames. (D) Não duvido de nada.

02) Em “Até pouco tempo atrás, havia duas correntes de opinião sobre os videogames” , o verbo haver A) é impessoal, por isso não precisa concordar com o sujeito “duas correntes”. B) encontra-se na 3ª pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo, concordando com o sujeito “pouco tempo”. C) está empregado no sentido de existir e não concorda com seu sujeito “duas correntes” devido ao contexto coloquial utilizado pela revista. D) no sentido empregado na frase, é impessoal e não possui sujeito

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