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A vista afaga as letras finas do alfabeto dessa cidade que se

reinventa em cima das coisas que no vive e das saudades que no sente e
ns, morto-vivios, nessa insepulta caridade do dia, olhamos para o rio, com
velhaca nobreza, correr por mar sem rumo, sem sumo, sem prumo.

Vamos fazer um acordo pra salvar as possibilidades. Um acordo


que de to livre no precise ser respeitado. Nesse acordo o respeito
desaparece por no ser necessrio.
A palavra d lugar a amizade e no existir a ideia do ontem, nem
a angustia do amanh e a culpa do presente sera diluda nos atos
inconsequentes e ser igual para todos.
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Com o medo do tempo que passa passa por mim o tempo do
medo dura presena e afiada lembrana desperta o que h melhor na tua
essncia mesmo dentro do teu desejo fio e desfio o tempo que passa.
O satlite a volta do mundo, abismo de coisas medonhas, pessoas
que ladram seu sono enfeites de cores errantes