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IIII SEMINÁRIOSEMINÁRIO DEDE ACÚSTICAACÚSTICA ARQUITETÔNICAARQUITETÔNICA CONTEMPORÂNEACONTEMPORÂNEA
IIII SEMINÁRIOSEMINÁRIO DEDE ACÚSTICAACÚSTICA
ARQUITETÔNICAARQUITETÔNICA CONTEMPORÂNEACONTEMPORÂNEA
ACÚSTICAACÚSTICA && ARQUITETURAARQUITETURA
ConsultorConsultor:: ArqtoArqto NelsonNelson SolanoSolano ViannaVianna
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Arq. Nelson Solano Vianna
O CONCEITO DE CONFORTO
O CONCEITO
DE CONFORTO
COMO A ARQUITETURA MANIPULA AS VARIÁVEIS DO MEIO AMBIENTE? POR MEIO DO PARTIDO ARQUITETÔNICO !
COMO A ARQUITETURA MANIPULA AS
VARIÁVEIS DO MEIO AMBIENTE?
POR MEIO DO PARTIDO ARQUITETÔNICO !
PARTIDO ARQUITETÔNICO É UM CONJUNTO DE DIRETRIZES GERAIS
DE PROJETO QUE CONFORMAM A IDÉIA INICIAL DO MESMO, OU
SEJA, JUSTIFICAM E EXPLICAM O ESTUDO PRELIMINAR.
Tipologia arquitetônica e formal
Tecnologia construtiva
Relação exterior/interior, cheios e vazios
Implantação e Orientação
Relação funcional / espacial entre as diferentes atividades e espaços
QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DAS DECISÕES RELATIVAS AO PARTIDO ARQUITETÔNICO PARA OS ESPAÇOS, DO PONTO
QUAIS SÃO AS
CONSEQUÊNCIAS DAS
DECISÕES RELATIVAS AO
PARTIDO ARQUITETÔNICO
PARA OS ESPAÇOS, DO
PONTO DE VISTA DO
CONFORTO AMBIENTAL?
CONCEITO DE CONFORTO MEIO AMBIENTE (CLIMA) e MEIO EXTERNO (Objetivos, quantificáveis) SENSAÇÕES 1º Nível de
CONCEITO DE CONFORTO
MEIO AMBIENTE
(CLIMA) e MEIO
EXTERNO
(Objetivos, quantificáveis)
SENSAÇÕES
1º Nível de Conforto:
ESTÍMULOS
Quantidade de luz: Lux
Temperatura do ar: ºC
Umidade Relativa: %
Ventos: m/s
Nível de Ruído: dB(A)
com determinadas
características
A RESPOSTA
FISIOLÓGICA AOS
ESTÍMULOS
AMBIENTAIS
Fonte: Arqto. Nelson Solano
CONCEITO DE CONFORTO Conforto é quando fazemos o mínimo de esforço fisiológico em relação ao
CONCEITO DE CONFORTO
Conforto é quando fazemos o
mínimo de esforço fisiológico
em relação ao som (e à luz, ao
calor e à ventilação) para a
realização de uma determinada
tarefa
PRODUTIVIDADE X TEMPERATURAS (ºC) Dados obtidos da ADD Eletronics
PRODUTIVIDADE X TEMPERATURAS (ºC)
Dados obtidos da ADD Eletronics
Nível de Ruído em dB (A) Máxima Exposição EFEITOS DO RUÍDO Diária Permissível 85 8
Nível de Ruído em
dB (A)
Máxima Exposição
EFEITOS DO
RUÍDO
Diária Permissível
85
8
horas
86
7
horas
87
6
horas
88
5
horas
4
h e 30 m
89
90
4
horas
3
h e 30 m
91
92
3 horas
2
horas e 40 minutos
93
2
horas e 15 minutos
94
95
2 horas
1 hora e 45 minutos
96
1 horas e 15 minutos
98
100
1 hora
45
minutos
102
35
minutos
104
105
30 minutos
25
minutos
106
20
minutos
108
110
15 minutos
Fonte: NR-15 Atividades e Operações
Insalubres, Anexo nº 1
10 minutos
112
8 minutos
114
115
7 minutos
CONCEITO DE CONFORTO Mas será que podemos e devemos interpretar o conceito de CONFORTO somente
CONCEITO DE CONFORTO
Mas será que podemos e
devemos interpretar o conceito
de CONFORTO somente com
estes parâmetros ?
Como vocês definem
conforto ?
BEM ESTAR É ALGO ACONCHEGANTE SE SENTIR BEM É VOCÊ GOSTAR DO AMBIENTE SENSAÇÃO AGRADÁVEL
BEM ESTAR
É ALGO
ACONCHEGANTE
SE SENTIR BEM
É VOCÊ
GOSTAR DO
AMBIENTE
SENSAÇÃO
AGRADÁVEL
QUANDO NOSSAS
NECESSIDADES
SÃO ATENDIDAS
É QUANDO V. NÃO SE
SENTE INCOMODADO
ESTAR EM HARMONIA
COM O AMBIENTE
CONCEITO DE CONFORTO A Arquitetura pode ser entendida como meio de se trabalhar a relação
CONCEITO DE CONFORTO
A Arquitetura pode ser entendida como meio de se trabalhar a
relação Homem - Meio Ambiente, produzindo-se ESTÍMULOS e
colhendo-se SENSAÇÕES
(Físicos, Objetivos, Quantificáveis)
(SUBJETIVAS, dif.quantificáveis)
ESTÍMULOS
SENSAÇÕES
+ EMOÇÕES
Quantidade de luz: Lux
Nível de Ruído: dB(A)
Temperatura do ar: ºC
Umidade Relativa: %
Ventos: m/s
Avaliação que depende, não só da resposta
fisiológica, mas:
da experiência anterior
da personalidade
do estado de ânimo
da faixa etária
do gênero
de aspectos culturais e estéticos
O grau de perturbação ou conforto depende da relação MENTE – MEIO
O estímulo é objetivo
A sensação é subjetiva
Capela de Ronchamp, França – Le Corbusier COMO AVALIAR ESTA LUZ ?? Decidi “ fazer
Capela de Ronchamp,
França –
Le Corbusier
COMO AVALIAR ESTA LUZ ??
Decidi “
fazer a beleza pelo contraste. Acharei os complementares e estabelecerei um
jogo entre o bruto e o acabado, entre o espaço e o intenso, entre a precisão e o acidental.
Farei as pessoas pensarem e refletirem. Esta é a razão da violenta, clamorosa e triunfante
policromia das fachadas” – Le Corbusier
Gustavo Áviles – arq. e light designer (México) “A luz não ilumina só o objeto,
Gustavo Áviles – arq. e light designer (México)
“A luz não ilumina só o objeto, ilumina o significado
E ESTA ??
Conceito de conforto Para atividades que tenham caráter produtivo/ laborativo podemos definir conforto da
Conceito de conforto
Para
atividades
que
tenham
caráter
produtivo/
laborativo
podemos
definir
conforto
da
seguinte
maneira:
“Conforto é quando fazemos o mínimo de esforço do
ponto de vista fisiológico em relação ao som (e à luz e
ao calor) para realização de uma determinada
atividade”.
Devemos agregar aspectos mais subjetivos a esta
definição principalmente para atividades que tenham
caráter de estar, lazer e não laborativo.
O HOMEM APREENDE DO AMBIENTE ESTÍMULOS
FÍSICOS E OS TRANSFORMA EM SENSAÇÕES E EMOÇÕES
MAS PARA ACÚSTICA COMO PODERÍAMOS DEFINIR UM
POUCO MELHOR ESTES CONCEITOS DE CONFORTO
OS DOIS TIPOS DE PROBLEMAS ACÚSTICOS E OS OBJETIVOS DA ACÚSTICA
OS DOIS TIPOS DE
PROBLEMAS
ACÚSTICOS E OS
OBJETIVOS DA
ACÚSTICA
Os dois tipos de problemas acústicos 1. OS QUE VISAM A ABTENÇÃO DE BOAS CONDIÇÕES
Os dois tipos de problemas acústicos
1. OS QUE VISAM A ABTENÇÃO DE BOAS CONDIÇÕES DE
SOSSEGO E TRABALHO
Objetivo: a obtenção de níveis de ruído internos máximos aceitáveis - L em
dB(A) - estipulados pela norma NBR 10152
A redução de L se dá predominantemente pela adoção de medidas de
ISOLAMENTO acústico
Passos:
•determino os níveis de ruído fora do ambiente estudado (fonte externa)
•determino os níveis de ruído internos máximos aceitáveis (norma)
•determino a diferença entre ambos (é o quanto a envolvente deverá isolar)
A acústica está no âmbito do urbanismo e do edifício (neste caso quando as
fontes são internas)
Exemplo: ESCRITÓRIOS, locais de trabalho em geral, habitação,
restaurantes, etc.
Os dois tipos de problemas acústicos Variáveis internas: Volume e tipo de tráfego, velocidade e
Os dois tipos de problemas acústicos
Variáveis internas:
Volume e tipo de tráfego,
velocidade
e características da via
• Dimensões do ambiente
• Materiais e acabamentos de
Todas as superfícies
R envolvente em dB
L fachada
Em dB (A)
L interno em
dB (A)
Equipamentos:
Distância
liberação ruído
Fontes de ruído externo:
USUÁRIO
tipo, potência, intensidade, freqüência
Ruído
FUNÇÃO
Exigências humanas e
funcionais (Norma)
índices de conforto
Mobiliário
L EXT em dB (A)
quantidade/área
e acabamentos
Os dois tipos de problemas acústicos 2. OS QUE VISAM O BOM CONDICIONAMENTO ACÚSTICO DOS
Os dois tipos de problemas acústicos
2. OS QUE VISAM O BOM CONDICIONAMENTO ACÚSTICO DOS
AMBIENTES, OU SEJA, A BOA AUDIÇÃO
Objetivo: a obtenção de boas condições de audibilidade (inteligibilidade) para
a palavra falada ou música
Nestes casos a preocupação básica é com a ABSORÇÃO, portanto, com a
reverberação e a reflexão dos sons (boa distribuição dos sons pelo
ambiente).
Isto estaria ligado ao uso dos materiais e com a própria forma e dimensão do
local.
A acústica é essencialmente projeto do edifício.
Exemplos: Teatros, Auditórios, Cinemas, Salas de Espetáculo
PARA “AUDITÓRIOS EMPRESARIAIS” O CRITÉRIO DE DESEMPENHO ACÚSTICO DE SE EVITAR NÍVEIS SONOROS MÁXIMOS DE
PARA “AUDITÓRIOS EMPRESARIAIS”
O CRITÉRIO DE DESEMPENHO
ACÚSTICO DE SE EVITAR NÍVEIS
SONOROS MÁXIMOS DE FUNDO É,
OBVIAMENTE, O PRIMEIRO DOS
CRITÉRIOS DE PROJETO A SER
VERIFICADO. PORTANTO, A QUESTÃO
DO ISOLAMENTO É A PRIMEIRA A SER
RESOLVIDA.
A PARTIR DAÍ, O “PROJETO ACÚSTICO
DE TEATROS” COMEÇA
AS VARIÁVEIS DE CONTEXTO E PROJETO RELATIVAS À ACÚSTICA
AS VARIÁVEIS DE
CONTEXTO E PROJETO
RELATIVAS À ACÚSTICA
PRINCIPAIS VARIÁVEIS DO CONFORTO ACÚSTICO Fonte: Arqto. Nelson Solano TIPOLOGIA • Ventos: direção, velocidade e
PRINCIPAIS VARIÁVEIS DO CONFORTO ACÚSTICO
Fonte: Arqto. Nelson
Solano
TIPOLOGIA
• Ventos: direção, velocidade e frequência
ARQUITETÔNICA
CLIMA
• Pluviosidade
• Acidentes geográficos
• Vegetação
ENTORNO
Formas de transmissão do ruído:
• por impacto(por vibração)
Elementos de proteção externos:
• e pelo ar
Elementos de proteção externos:
• dimensão
Iluminação artificial:
Barreiras acústica (material, tamanho, posição)
Quebra-sois (tamanho, posição
e tipo de material);
Vegetação (tipo, dimensão e posição)
Aberturas:
Zona de sombra acústica
• localização
barulho dos reatores
• tipologia
• tipo de vidro
• tipo de caixilh
• manutenção
Obstrução:
Tempo de
dimensão, posição e material
reverberação
L Edifício :
dB(A)
Ruído (propagação)
atividade, partido
dimensões
ORIENTAÇÃO /
IMPLANTAÇÃO
Fontes de ruído externo:
USUÁRIO
Equipamentos:
tipo, potência, intensidade, freqüência
•atividade
liberação ruído
Distância
•exigências humanas e funcionais
MATERIAIS
•índices de conforto
Hora do dia
Elemento de
proteção interna
(tipo e material)
Propriedades Acústicas dos Materiais
e Componentes (externos e internos):
Mobiliário
quantidade/área
i incidência
Reflexão
e acabamentos
internos
r
t Absorção
Transmissão
Coeficiente de resistência acústica(isolamen
O PROJETO É SÍNTESE E COMO TAL DEVE SER CONCEBIDO
α
CONCEITOS BÁSICOS
CONCEITOS BÁSICOS
O QUE É SOM E RUÍDO? Som é uma sensação auditiva causada por uma onda
O QUE É SOM E RUÍDO?
Som é uma sensação auditiva causada por uma onda acústica.
Esta onda resulta de uma vibração do ar devido a uma série de
expansões e compressões. Esta vibração se transmite desde a
proximidade da fonte até o ouvido – órgão receptor.
O fenômeno acústico é um fenômeno mecânico, ou seja,
mudanças de partículas. Portanto, a matéria é condição
necessária para a propagação do som.
VELOCIDADE DO SOM Meio Velocidade do som (m/s) Ar úmido (70%) a 20 ºC 347
VELOCIDADE DO SOM
Meio
Velocidade do som (m/s)
Ar úmido (70%) a 20 ºC
347
Ar seco a 20 ºC
345
Vapor d’água
405
Água líquida
1.434
Água do mar
1.504
Rochas, alvenaria
2.500
Madeira
4.000
Aço
4.990
Vidro
5.000
ConceitosConceitos BásicosBásicos -- UnidadesUnidades ee GrandezasGrandezas Produção Propagação Audição Fonte
ConceitosConceitos BásicosBásicos -- UnidadesUnidades ee GrandezasGrandezas
Produção
Propagação
Audição
Fonte
Som (Fenômeno
Objetivo) físico
Som (Fenômeno
Subjetivo)
Pressão
Sonora*
Potência
Intensidade *
Altura*
Timbre*
(1)
Sonora
* Aspectos físicos do som
(1) Aspectos fisiológicos do som
(qualidades gerais do som)
CAPACIDADE DE FALA E AUDIÇÃO HUMANAS Cachorro até 70.000 Hz Capacidade de Ouvir Morcego até
CAPACIDADE DE FALA E AUDIÇÃO HUMANAS
Cachorro até 70.000 Hz
Capacidade de Ouvir
Morcego até 90.000 Hz
Infra-sons
Graves
Médios
Agudos
Ultra-sons
100
8.000
20
250
2.000
20.000
Hertz (Hz)
λ = V / f
Tambor de
Triângulo de
orquestra
Capacidade de falar
orquestra
1000
Hz = 1K
2000
Hz = 2K
D0 o
DO 1
DO 2
DO 3
DO 4
DO 5
DO 6
DO 7
FREQUÊNCIAS
F
32
64
128
256
512
1024 2048
4096
Hz - Frequência
λ
10,8
5,4
2,7
1,35
0,68
0,34
0,17
0,085 m - Comprimento de onda
para vel. do ar = 345 m/s
O som puro contem uma só frequência, porém em geral os sons que percebemos são
O som puro contem
uma só frequência,
porém em geral os sons
que percebemos são
complexos, soma de
várias ondas
superpostas.
A análise espectral
informa sobre as
frequências que contem
um som e os níveis de
pressão sonora de cada
uma delas.
Fonte.Rer. Tectonica, nº 14, p.6
INTENSIDADE OBJETIVA DO SOM (Nível Logarítmico de Intensidade Sonora) Recordação: a c = b log
INTENSIDADE OBJETIVA DO SOM
(Nível Logarítmico de Intensidade Sonora)
Recordação:
a c = b
log a b = c
L = 10
log I
dB
Sendo I 0 = 10 –12 W/m 2 , então:
L = 10 (12 + log I) dB
I 0
Propriedades
Relações Logarítmicas:Qdo. I é igual a:
Logarítmicas:
Log 10 = 1
Log 1 = 0
Log 10 n = n x log 10 = n
Log ab = log a + log b
Log a / b = log a – log b
I 0 = 0 dB
10 I 0 = 10 log I / I 0 = 10 dB
100 I 0 = 10 log I / I 0 = 20 dB
1000 I 0 = 10 log I / I 0 = 30 dB
10.000 I 0 = 10 log I / I 0 = 40 dB
2 x I 0 = 10 log 2 I / I 0 = 10 log 2 = 10 x 0,3 = 3dB
DIFERENÇA LOGARÍTIMICA DE L ∆L = 10 Log I 1 / I 2 resposta em
DIFERENÇA LOGARÍTIMICA DE L
∆L = 10 Log I 1 / I 2 resposta em dB
Diagrama para a composição de níveis sonoros
Fonte: JOSSE, Robert. La Acústica em la Construcción, p.24
DIFERENÇA LOGARÍTIMICA DE L ∆L = 10 Log I 1 / I 2 resposta em
DIFERENÇA LOGARÍTIMICA DE L
∆L = 10 Log I 1 / I 2 resposta em dB
SOMA LOGARÍTIMICA DE L
QUANDO A DIFERENÇA DE DOIS NÍVEIS SONOROS
FOR DE:
L 1 E
L 2
0 A 1 dB = acrescentar 3 ao maior deles
• 2 a 3 dB = + 2
• 4 a 8 dB = + 1
• ≥ 9 = 0
DIFERENÇA LOGARÍTIMICA DE L • 0 A 1 dB = + 3 EXEMPLO: • 2
DIFERENÇA LOGARÍTIMICA DE L
• 0 A 1 dB = + 3
EXEMPLO:
• 2 a 3 dB = + 2
Qual é o valor da soma dos seguintes níveis
sonoros: 34, 41, 43 e 58 dB?
• 4 a 8 dB = + 1
• ≥ 9 = 0
• 34
42
• 41
E o valor resultante para 82 + 101 +
106 + 102 + 90 + 78 dB ?
58
• 82
• 43
101
58
• 101
• 58
• 106
108 dB
107
• 102
107
• 90
90
• 78
PERCEPÇÃO HUMANA E EFEITOS DO RUÍDO
PERCEPÇÃO HUMANA
E EFEITOS DO RUÍDO
EFEITOS DO RUÍDO • Desde desconforto até situações mais graves tais como: • Enjôos e
EFEITOS DO RUÍDO
• Desde desconforto até situações mais graves tais como:
• Enjôos e sonolência
• Dor de cabeça
• Perda da concentração
• Baixa da produtividade
• Absenteísmo
• Insônia e estresse
• Perda parcial ou total da audição
• Consequências no sistema nervoso central
• Consequencias no sistema gastro-intestinal
• Consequências no sistema circulatório e coração
PERCEPCÃO HUMANA O umbral da dor não é o nível de pressão acústica acima do
PERCEPCÃO HUMANA
O umbral da dor não
é o nível de pressão
acústica acima do
qual se fica surdo.
Podem produzir-se a
surdez por exposição
prolongada a ruídos
de intensidade
inferiores a 120 dB
O umbral da
audibilidade é a
curva que representa
para cada frequência
o valor mínimo de
nível de pressão
acústica susceptível
de provocar uma
sensação auditiva
EFEITOS DO RUÍDO Fonte: MARTINS, João Alcino. Ruído Urbano – Aspecto Industrial, FAU USP/IPT, 1975.
EFEITOS DO
RUÍDO
Fonte: MARTINS, João Alcino.
Ruído Urbano – Aspecto
Industrial, FAU USP/IPT, 1975.
CURVAS ISOFÔNICAS Ou seja, de igual sensibilidade (Fon = nível subjetivo). A capacidade de percepção
CURVAS ISOFÔNICAS
Ou seja, de igual sensibilidade
(Fon = nível subjetivo).
A capacidade de percepção o
ouvido humano é variável
com a frequência e o nível
sonoro. Ele é mais sensível a
frequências médias e altas.
A zona da palavra está situada na região de
melhor sensibilidade do ouvido humano
(vai de 100 Hz a 8 K, portanto, pega 500
Hz a 5 K
Filtro A de ponderação Para corrigir o Nível de Intensidade Sonora Físico (dB) para o
Filtro A de ponderação
Para corrigir o Nível de Intensidade Sonora Físico (dB) para o
Nível de Intensidade Sonora percebido pelo ouvido humano
(dBA) precisar fazer correções para mais e para menos
dependendo da frequência.
O chamado Filtro A de ponderação é:
• 125 Hz – (-) 16
• 250 Hz – (-) 9
• 500 Hz – (-) 3
•1000 Hz – 0
•2000 Hz – (+) 1
•4000 Hz – (+) 1
Filtro A de ponderação Quando vou ter de usar o filtro A de ponderação para
Filtro A de ponderação
Quando vou ter de usar o filtro A de ponderação para níveis
sonoros??
Resposta: Toda vez que tiver de avaliar problemas de
ISOLAMENTO ACÚSTICO de materiais e componentes,
pois estes dados são fornecidos em dB
R envolvente em dB
L fachada
Em dB (A)
L interno em
dB (A)
Percepção Humana a Diferenças de Intensidade Sonora Diferenças em dB (A) Mudanças na Percepção do
Percepção Humana a Diferenças
de Intensidade Sonora
Diferenças em dB (A)
Mudanças na Percepção do Som
1
Imperceptível
3
Muito pouco perceptível
6
Claramente perceptível
10
Cerca do dobro (ou metade)
20
Cerca de 4 vezes
Fonte: EGAN,David. Architectural Acoustics, McGraw Hill, 1988,, p.21
RespostaResposta EstimadaEstimada dada ComunidadeComunidade aoao RuídoRuído Valor em dB(A) pelo qual o Nível sonoro
RespostaResposta EstimadaEstimada dada ComunidadeComunidade aoao RuídoRuído
Valor em dB(A) pelo
qual o Nível sonoro
Corigido Ultrapassa
o nível-critério
Resposta Estimada da Comunidade
Categoria
Descrição
0
Nenhuma
Não se observa reação
5
Pouca
Queixas esporádicas
10
Média
Queixas generalizadas
15
Enérgicas
Ação comuniotária
20
Muito Enérgicas
Ação comunirária vigorosa
Fonte: Norma NBR 10151 da ABNT
EFEITOS DO RUÍDO – INTELIGIBILIDADE • Quando há o fenômeno do mascaramento (sobreposição de 2
EFEITOS DO RUÍDO – INTELIGIBILIDADE
• Quando há o fenômeno do mascaramento (sobreposição de 2 sons) há
uma maior necessidade de aumento da intensidade para que a compreensão
ocorra. Na realidade o ruído de fundo reduz a sensibilidade do ouvido a
outros sons. (Tecnicamente o mascaramento é o deslocamento do limiar da
audição em dB do som mascarado em função da presença do som
mascarador).
• Para a compreensão da palavra falada, as bandas de frequências úteis a
sua compreensão, de uma maneira simplificada, são as de 500, 1k e 2k
• Se o ruído de fundo for igual ou maior que 12 dB em relação ao nível de
conversação a compreensão é nula, ou seja, a Inteligibilidade é zero.
Abaixo de 16 dB a inteligibilidade é total (I = 1). Entre esses dois valores
ela teria um valor intermediário, ou seja, haveria perda de parte da
compreensão.
• Interferência na comunicação. Existem vários índices para classificar esta
interferência. Normalmente acima de 50 dB para o ruído de interferência já
é perturbador. Um dos mais utilizados é o SIL – Speech Interference Level.
INTELIGIBILIDADE Esta significa a porcentagem de articulação, ou seja, o quão bem as pessoas ouvem
INTELIGIBILIDADE
Esta significa a porcentagem de articulação, ou seja,
o quão bem as pessoas ouvem o que é falado ou o
quanto em porcentagem elas entendem do que foi
dito. Ela pode ser avaliada da seguinte forma:
• 85% ou mais – condições muito boas de audição
• 75% - condições satisfatórias de audição
• 65% - condições aceitáveis de audição, porém, o
escutar já se torna fatigante
• 55% ou menos – condições insatisfatórias de
audição.
Ela é função do tempo de reverberação interno e da
distância entre a pessoa que fala e a que ouve.
INTELIGIBILIDADE Exemplo: •Para uma distância de aproximadamente 0,90 - 1,0 m que seria uma distância
INTELIGIBILIDADE
Exemplo:
•Para uma distância de aproximadamente 0,90
- 1,0 m que seria uma distância normal de
conversação entre pessoas num escritório ou
entre os supervisores e os atendentes ou entre
estes últimos, num Call Center, o limite máximo
de ruído interno aceitável é de 55 dB (A), valor
este fixado, portanto, em função do fator
“inteligibilidade”.
• Para AUDITÓRIOS a inteligibilidade estará
em função:
• Do tempo de reverberação
• Dos níveis sonoros que chegam a cada fileira
FONTES DE RUÍDO
FONTES DE RUÍDO
NíveisNíveis dede RuídoRuído dede DiferentesDiferentes FontesFontes Nível Fonte Sonoro em dB(A) • Farfalhar de
NíveisNíveis dede RuídoRuído dede DiferentesDiferentes FontesFontes
Nível
Fonte
Sonoro
em dB(A)
• Farfalhar de folhas, laboratório de acústica e prova de ruído
5 a 10
• Cochichos, jardim muito tranquilo, estúdio de rádio isolado
10
a 20
• Residência de campo, auditórios escolares, interior grande igreja
20
a 30
• Conversa em voz moderada, escritório ou residência tranquila
30
a 40
• Rádio de cabeceira, residência barulhenta
40
a 50
• Escritórios comuns, conversa a um metro, ruas residenciais
50
a 60
• Rua de tráfego médio, conjunto de câmara, escritório barulhento
60
a 70
• Orquestra sinfônica, rádio caseiro com excesso de volume
70
a 80
• Buzina de automóvel próxima, rua muito barulhenta
80
a 90
• Passagem de trem subterrâneo, calderaria
90
a 110
• Motor de avião, trovão muito forte, rebitagem de chapa de aço
90
a 110
• Limiar da dor
130
NíveisNíveis dede RuídoRuído dede DiferentesDiferentes FontesFontes XX NíveisNíveis SubjetivosSubjetivos Nível
NíveisNíveis dede RuídoRuído dede DiferentesDiferentes FontesFontes XX NíveisNíveis SubjetivosSubjetivos
Nível
Nível
Fonte
Sonoro
Subjetivo
em dB(A)
• Rua de barulho médio; pessoa falando a um metro
70
Moderado
• Escritório de barulho médio, rádio com volume
médio
60
• Restaurante tranquilo; escritório aberto com
tratamento acústico
50
Tranquilo
• Sala de aula (ideal); escritório privado (ideal)
40
• Teatro vazio
30
Silencioso
• Movimento de folhagem; estúdio de rádio e TV
20
• Deserto ou região polar (sem vento); respiração
normal
10
Muito
Silencioso
• Laboratório de acústica (Câmara anecóica); limiar
da audibilidade
0
NívelNível dede RuídoRuído dede TráfegoTráfego UrbanoUrbano Tipo de Tráfego Nível Sonoro dB(A) • Tráfego
NívelNível dede RuídoRuído dede TráfegoTráfego UrbanoUrbano
Tipo de Tráfego
Nível Sonoro dB(A)
• Tráfego Intenso
> 80
• Tráfego Médio
65 - 80
• Tráfego Fraco
< 65
Como posso fazer para obter o valor do ruído produzido pela minha fonte? • Ou
Como posso fazer para obter o valor do
ruído produzido pela minha fonte?
• Ou adoto o valor estipulado pela literatura técnica
• Ou meço
• Ou calculo matematicamente
Medições de Acústica - Ponto 1 Medição Obra: Fábrica da Cultura Vila Nova Cachoeirinha Ponto
Medições de Acústica - Ponto 1
Medição
Obra:
Fábrica da Cultura
Vila Nova Cachoeirinha
Ponto 1
Rua Franklin do Amaral, 1575 - São Paulo / SP
Data
16/04/05
TEMPO EM SEGUNDO
10
20
30
40
50
60
1
74
76
74,5
63
69
60
2
61,5
67
67
68
69,5
63
3
78,5
73
68
63,5
62
64
4
65
76,5
78
69,5
72
76,5
5
65,5
68
61
62
63
65
6
58
68
65
70,5
72,5
64,5
7
68
65,5
58
66,5
69,5
65,5
8
75
77
64,5
66,5
65,5
72
9
70,5
67,5
68
68,5
66
63,5
10
68
72,5
69,5
73,5
69
74,5
Pico
85
Obs: Asfalto liso com buerio ao lado do ponto de ônibus
Critério de medição: 10
minutos, de 10 em 10
segundos, ou seja, 60
medições ao todo.
Matematicamente o jeito correto seria
converter cada L em I, somar todos os
60 valores, dividir por 60, achar o
Imedio e converter novamente para L
PONTOS
Medição Valores de níveis sonoros para Produção (PONTO 2) 88,0 86,0 84,0 82,0 80,0 78,0
Medição
Valores de níveis sonoros para Produção (PONTO 2)
88,0
86,0
84,0
82,0
80,0
78,0
Valores de níveis sonoros em
dB(A)
76,0
74,0
Leq em dB(A) =
72,0
80
70,0
1
11
21
31
41
51
segundos*10
dB(A)
FORMAS DE TRANSMISSÃO DO RUÍDO
FORMAS DE TRANSMISSÃO
DO RUÍDO
FenômenosFenômenos AcústicosAcústicos emem RecintosRecintos 1. Incidente ou Direto Fonte 2. Refletido 3. Absorvido
FenômenosFenômenos AcústicosAcústicos emem RecintosRecintos
1. Incidente ou Direto
Fonte
2. Refletido
3. Absorvido por tratamento
superficial
4. Difuso ou Disperso
5. Difratado
6. Transmitido
7. Dissipado dentro
da estrutura
8. Conduzido pela estrutura
NÍVEIS MÁXIMOS DE RUÍDO ACEITÁVEIS
NÍVEIS MÁXIMOS DE
RUÍDO ACEITÁVEIS
NíveisNíveis dede RuídoRuído AceitáveisAceitáveis -- NormaNorma NBRNBR--1015210152 ABNTABNT Nível de Ruído
NíveisNíveis dede RuídoRuído AceitáveisAceitáveis -- NormaNorma NBRNBR--1015210152 ABNTABNT
Nível de Ruído Máximo Aceitável
dB (A) - NC
Bancos
60
Escritórios (datilografia, escrita, diretoria, cálculos, projetos,
leitura de plantas, sala de reuniões, contabilidade)
Saguão principal e sala de espera
57
60
Mercados
75
Restarantes, bares e confeitarias:
Refeitório
Copas e cozinhas
60
65
Lojas
60
Auditórios e anfiteatros
Salas de espetáculos
Sala de espera
38
60
Gabinetes dentários
Sala de espera
Sala de tratamento
60
40
Hospitais e consultórios médicos
Enfermarias e quartos
Sala de operação
Lavanderia
40
35
65
Curvas de Avaliação de Ruído (NC) Fonte: Norma 10.152 ABNT
Curvas de
Avaliação de
Ruído (NC)
Fonte: Norma 10.152
ABNT
Fonte: Norma 10.152 ABNT Curva 63 Hz 125 250 500 1K 2K 4K 8K Hz
Fonte: Norma 10.152 ABNT
Curva
63 Hz
125
250
500
1K
2K
4K
8K
Hz
Hz
Hz
15
47
36
29
22
17
14
12
11
20
50
41
33
26
22
19
17
16
25
54
44
37
31
27
24
22
21
30
57
48
41
36
31
29
28
27
35
60
52
45
40
36
34
33
32
40
64
57
50
45
41
39
38
37
45
67
60
54
49
46
44
43
42
50
71
64
58
54
51
49
48
47
55
74
67
62
58
56
54
53
52
60
77
71
67
63
61
59
58
57
65
80
75
71
68
66
64
63
62
70
83
79
75
72
71
70
69
68
Níveis de Pressão Sonora em dB (A)
correspondentes às curvas de avaliação NC
(com tolerância de + - 1 dB)
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS
ClassificaçãoClassificação dosdos MateriaisMateriais • Absorvedores • Isolantes Têm características opostas
ClassificaçãoClassificação dosdos MateriaisMateriais
• Absorvedores
• Isolantes
Têm características opostas em função de suas dimensões, densidades, rigidez,
etc
Absorvedores
• materiais macios, leves, flexíveis
• são aqueles que ao receber o som não o refletem, mas obsorvem-no
• geralmente são maus isolantes
• nos porosos: o som penetra nos poros abertos e é refletido inúmeras vezes, e
cada reflexão corresponde uma absorção. Ex.: carpete
• nos fibrosos a absorção se dá pelos movimentos das fibras. Ex.: lã de rocha
• parte da energia sonora atravessa o material
Isolantes
• materiais rígidos, compctos, pesados
• dificultam a passagem do som através dos fechamentos, refletindo-o
• geralmente são maus absorvedores
• o som não “atravessa” os fechamentos; estes é que vibram, comportando-se
como fontes secundárias
• comportam-se melhor para altas frequência; quanto mais alta, maior a dificuldade
para o fechamento vibrar (as altas frequências exigem grandes acelerações, e a
massa é um obstáculo à vibração)
ABSORÇÃO SONORA Esta avaliação tem de ser feita, obviamente, por frequência Fonte: EGAN, D. Architectural
ABSORÇÃO SONORA
Esta avaliação tem de ser feita,
obviamente, por frequência
Fonte: EGAN, D. Architectural Acoustics, 1988,p.42
ClassificaçãoClassificação dosdos MateriaisMateriais -- ExemplosExemplos Rígido Pesado Ex.: concreto:
ClassificaçãoClassificação dosdos MateriaisMateriais -- ExemplosExemplos
Rígido Pesado
Ex.: concreto: caracteriza-se pela grande refletância e baixa absorção em todas as
frequências.
Freq (Hz)
125 250
500
1000
2000 4000
α 0,01
0,01
0,02
0,02
0,02
0,03
Rígido Leve
Ex.: vidro: caracteriza-se pela transmissão em baixas frequências e reflexão em
altas.
Freq (Hz)
125
250
500
1000
2000
4000
α
0,35
0,25
0,18
0,12
0,07
0,04
Porosos
Ex.: feltro, lã de vidro: caracteriza-se pela absorção em altas frequências.
Freq (Hz)
125
250
500
1000
2000
4000
α
0,15
0,30
0,70
0,85
0,90
0,90
ABSORÇÃO SONORA COEFICIENTES DE ABSORÇÃO ESPESSURA FREQUÊNCIAS (Hz) DESCRIÇÃO DO MATERIAL (5 mm) 125 250
ABSORÇÃO SONORA
COEFICIENTES DE ABSORÇÃO
ESPESSURA
FREQUÊNCIAS (Hz)
DESCRIÇÃO DO MATERIAL
(5 mm)
125
250
500
1000
2000
4000
FONTE
CARPETES E TAPETES
Tapete de 5 mm sobre base de feltro de 5 mm
10
0,07
0,21
0,57
0,68
0,81
0,72
I
Simpósio Brasileiro de Acústica
Carpete 9 mm sobre concreto
0,09
0,00
0,21
0,26
0,27
0,37
PRADO, Luis Cintra do. Acústica Arquitetônica
CORTIÇA
Placa sobre superfície sólida
4
0,02
0,04
0,05
0,05
0,10
0,05
Parkin, P.H.: Acoustic Noise and Building
CORTINAS E TECIDOS
Cortina de algodão com dobras de 75% de sua área
0,04
0,23
0,40
0,57
0,53
0,40
SILVA, Conrado: Elementos de Ac.Arquitetônica
Cortina de algodao esticada (0,5 kg/m2)
0,04
0,13
0,32
SILVA, Conrado: Acústica
FIBRAS MINERAIS
Fibra de vidro sobre parede
30
0,32
0,46
0,66
0,70
0,69
0,68
MINHANA, Jose P.Compêndio Prático AC Aplic.
FORROS E TELHAS
Eucatex - Travertino
12,7
0,3
0,3
0,25
0,25
0,18
0,46
I
Simpósio Brasileiro de Acústica
Hunter - Amstrong Ultima RH 90
19
0,32
0,34
0,76
0,87
0,86
0,84
Hunter Douglas
Telhado fibrocimento
0,01
0,01
0,01
0,01
RIBA
MADEIRA
Compensado de 5 cm
6
0,60
0,42
0,35
0,12
0,08
0,08
MINHANA, Jose P.Compêndio Prático AC Aplic.
Compensado 3 mm a 5 cm da parede,enchimento la mineral
53
0,61
0,65
0,24
0,12
0,10
0,06
I
Simpósio Brasileiro de Acústica
PLACAS ,PAINËIS E DIVISÓRIAS
Aço perfurado 22% com 4,5 cm de lã mineral
0,38
0,87
0,93
0,86
0,84
0,85
SILVA, Conrado: Elementos de Ac.Arquitetônica
Eucatex sobre superfície sólida
19
0,15
0,20
0,64
0,70
0,76
0,77
RIBA
PISOS
Borracha sobre superfície sólida
5
0,04
0,04
0,08
0,12
0,13
0,10
MINHANA, Jose P.Compêndio Prático AC Aplic.
Cerâmica
0,01
0,01
0,01
0,02
0,02
0,02
PRADO, Luis Cintra do. Acústica Arquitetônica
POLTRONAS E CADEIRAS (VAZIAS)
Poltrona de teatro de madeira
0,01
0,01
0,02
0,03
0,05
0,06
SILVA, Conrado: Acústica
Poltrona c/ assento móvel e encosto de molas, forrada de veludo
0,20
0,29
0,28
0,31
0,32
0,34
SILVA, Conrado: Acústica
PÚBLICO - ASSENTOS
Adulto em pé
0,19
0,33
0,44
0,42
0,46
0,37
SILVA, Conrado: Elementos de Ac.Arquitetônica
Adullto sentado
0,09
0,18
0,19
0,17
0,06
0,05
PRADO, Luis Cintra do. Acústica
REBOCOS
Argamassa de areia
0,04
0,05
0,06
0,08
0,04
0,06
PRADO, Luis Cintra do. Acústica
SUPERFÍCIES REFLETORAS (Vide tb.Reboco)
Alvenaria lisa ou pintada
0,05
0,04
0,02
0,04
0,05
0,05
Parkin, P.H.: Acoustic Noise and Building
Azulejo
0,01
0,01
0,02
RIBA
VÁRIOS
Água (piscina)
0,01
0,01
0,01
0,01
0,02
0,02
SILVA, Conrado: Acústica
www.usp.br/fau/disciplinas/tecnologia - SOFTWARES DE CONFORTO, Banco De Dados De Acústica
ABSORÇÃO SONORA DIFERENÇA DO COEF. DE ABSORÇÃO α EFEITOS PARA A MAIORIA DAS SITUAÇÕES <
ABSORÇÃO SONORA
DIFERENÇA DO COEF. DE
ABSORÇÃO α
EFEITOS PARA A MAIORIA
DAS SITUAÇÕES
< 0,10
Pouco (normalmente
não perceptível)
0,10 < α < 0,40
Perceptível
α > 0,40
Considerável
α 250 + α 500 + α 1000 + α 2000
O NRC adota as freqs. ao
lado porque privilegia a fala
humana e a inteligibilidade.
NRC =
4
(Noise Reduction Coefficient)
O α w a seguir é mais
abrangente.
Fonte: EGAN, D. Architectural Acoustics, 1988,p.43 -44
O α w é um coeficiente de absorção pela norma ISO enquanto o NRC é
O α w é um coeficiente de absorção pela norma ISO enquanto o
NRC é norma americana.
AUMENTO DO NÍVEL SONORO POR REFLEXÃO ISOLAMENTO SONORO E DIMINUIÇÃO DO L INTERNO POR ABSORÇÃO
AUMENTO DO
NÍVEL SONORO
POR REFLEXÃO
ISOLAMENTO
SONORO E
DIMINUIÇÃO DO
L INTERNO POR
ABSORÇÃO
Fonte: EGAN, D. Architectural
Acoustics, 1988,p.42
1 2 Tratamento das Sups. Redução NR em 500 Hz Duas 5 dB Quatro paredes
1
2
Tratamento das Sups.
Redução NR em 500 Hz
Duas
5
dB
Quatro paredes e Piso
8
dB
3
NR = 10 log A2 /A1
ISOLAMENTO SONORO e m ISOLAMENTO ESPECIFICAÇÃO Frequências Graves Médias Altas cm kgf/m2 VALOR MÉDIO 125
ISOLAMENTO SONORO
e
m
ISOLAMENTO
ESPECIFICAÇÃO
Frequências
Graves
Médias
Altas
cm
kgf/m2
VALOR MÉDIO
125
250
500
1000
2000
4000
FONTES
ALVENARIA DE TIJOLO FURADO
7,50 cm de tijolo cerâmico furado com
revestimento de 1,3 cm de ambos os lados
10,1
105
36
British Standard Institute - BRI
ALVENARIA DE TIJOLO MACIÇO
Tijolo maciço 20 cm + argamassa 2 cm 2 lados
24
340
xxx
46
50
53
57
xxx
CONCRETO E CIMENTO
Parede de concreto
8
195
47
37
46
61
Centre Scientifique et Tecnique du Batiment - CSTB
GESSO
5,0 cm de argamassa de gesso
5
100
35
British Standard Institute - BRI
Chapas ocas de gesso
10
24
Centre Scientifique et Tecnique du Batiment - CSTB
LAJES
Laje em concreto maciça
12
CTS 37
62
64
66
66
66
xxx
1
- DOW PROD.QUÍMICOS LTDA
MADEIRA
Madiera
1,27
18
US Department of Transportation in RAMOS, Sueli
Madeira Compensada
2,54
23
US Department of Transportation in RAMOS, Sueli
METAIS
Aço - cha pa plana ou corrugada
0,06
18
US Department of Transportation in RAMOS, Sueli
VIDROS
Vidro de janela
1,8 a 3,8
20-24
Centre Scientifique et Tecnique du Batiment - CSTB
Tijolo de vidro
8
25
31
37
44
44
xxx
OUTROS MATERIAIS
Div. TERMOPLAC TP-660-RDP-2 revestida
19
CTS 31
22
19
28
32
38
35
1
- ASBERIT S.A
c/ Eucaplac ou Duraplac
O TL na literatura inglesa = Transmission Loss é = ao nosso R e significam
“Coeficiente de Isolamento Acústico” (perda de transmissão) e são dados em dB, por
frequência ou num valor médio, por uma média ponderada. Ambos pressupõem a
incidência das ondas acústicas mais perpendicularmente à superfície. O Rw a seguir
pressupõe um campo mais difuso e está sendo mais usado atualmente.
Fonte: Guia de Referência Acústica, ISOVER
Fonte: Guia de Referência
Acústica, ISOVER
EXEMPLOS DE DIFERENTES ISOLAMENTOS
EXEMPLOS DE
DIFERENTES
ISOLAMENTOS
Consultoria: Geros Arquitetura PISO FLUTUANTE SALA DE DANÇA FABRICA DE CULTURA - SP
Consultoria:
Geros
Arquitetura
PISO FLUTUANTE SALA DE DANÇA FABRICA DE CULTURA - SP
J O O N G B O
J
O
O
N
G
B
O
ForrosForros AcústicosAcústicos
ForrosForros AcústicosAcústicos
ForrosForros AcústicosAcústicos
ForrosForros AcústicosAcústicos
Forros Acústicos Luxalon
Forros Acústicos Luxalon
PAINÉIS ACÚSTICOS
PAINÉIS ACÚSTICOS
MateriaisMateriais absorventesabsorventes SONOFLEX
MateriaisMateriais absorventesabsorventes
SONOFLEX
Materiais Absorventes ILLBRUCK
Materiais Absorventes
ILLBRUCK
ABSORÇÃO DE MATERIAIS POROSOS 100mm 50mm 25mm O α AUMENTA COM A ESPESSURA (ACIMA) E
ABSORÇÃO DE MATERIAIS POROSOS
100mm
50mm
25mm
O α AUMENTA COM A ESPESSURA (ACIMA) E COM A DENSIDADE
(ABAIXO – de 20 a 60 Kg/m 3 ). Exemplo: fibra de poliester
60 Kg/m 3
CURVA DE ABSORÇÃO TÍPICA DE UM
MATERIAL ABSORVENTE INDEPENDENTE-
MENTE SE ELE É COLOCADO JUNTO OU
AFASTADO DA PAREDE
20 Kg/m 3
Fonte: Revista Tectonica,nº 14, p.10
ABSORÇÃO DE MATERIAIS POROSOS Fonte: Revista Tectonica,nº 14, p.11 QUANDO UM MATERIAL POROSO É REVESTIDO
ABSORÇÃO DE MATERIAIS POROSOS
Fonte: Revista Tectonica,nº 14, p.11
QUANDO UM
MATERIAL POROSO
É REVESTIDO COM
UMA
SUP.IMPERMEÁVEL
LEVE SUAS
CARACTERÍSTICAS
DE ABSORÇÃO
SOFREM
ALTERAÇÕES
CONSIDERÁVEIS,
PODENDO SE
COMPORTAR COMO
UM ABSORVERDOR
DE MEMBRANA.
Acima: Painel de lã de vidro recoberto com uma lâmina de PVC ou com
uma capa de alumínio Kraft reforçado.
ABSORVEDORES ESPECIAIS
ABSORVEDORES ESPECIAIS
PlacasPlacas VibrantesVibrantes parapara oo TratamentoTratamento dede ParedesParedes • Geralmente constituídos por
PlacasPlacas VibrantesVibrantes parapara oo TratamentoTratamento dede ParedesParedes
• Geralmente constituídos por painéis leves, que atuam como membranas, provocando
reflexões em sentido contrário; mesmo funcionamento de surdos e tambores
• Energia incidente
•Deformação da membrana
• Resposta à deformação produzindo uma onda
sonora em sentido contrário
• Funcionam melhor para baixas frequências
ABSORVERVEDORESABSORVERVEDORES ESPECIAIS:ESPECIAIS: RessoadoresRessoadores parapara oo TratamentoTratamento dede
ABSORVERVEDORESABSORVERVEDORES ESPECIAIS:ESPECIAIS:
RessoadoresRessoadores parapara oo TratamentoTratamento dede ParedesParedes
• O termo “ressoador” aplica-se de modo particular a todo sólido ôco dotado de um
gargalo de comunicação com o exterior (garrafas); o ar interior funciona como uma
mola absorvedora.
Volume por furo
L
V
V
V
Fonte: JOSSE, R. Acustica em la
Construcción, p.282
PROJETO DE TEATROS E AFINS Obtenção de níveis máximos aceitáveis pela norma: 35 - 38
PROJETO DE TEATROS E AFINS
Obtenção de níveis máximos aceitáveis pela norma: 35 - 38 dB (A)
Isolar bem do meio externo
Eliminação dos defeitos da forma (formas curvas e pararelas)
Determinação do Tempo Ótimo de Reverberação por Frequência
Equalização do som definindo tudo que está dentro do espaço (revestimentos
de pisos, paredes, forros, mobiliário, pessoas, etc.) com seus respectivos
coeficientes de absorção
Boa distribuição do som pelo local
• Facilmente obtido para locais pequenos
PROJETO ACÚSTICO DE AUDITÓRIOS 2,5 2 1,5 Totimo mínimo T real com tratamento Totimo máximo
PROJETO ACÚSTICO DE AUDITÓRIOS
2,5
2
1,5
Totimo mínimo
T
real com tratamento
Totimo máximo
1
T
sem tratamento
0,5
0
125 Hz
250 Hz
500 Hz
1 K
2 K
4 K
Consultoria:
Frequência Hz
Geros
Arquitetura
Tempos de Reverberação - Auditório IBM
Tempo de Reverberação (s)
AUDITORIO IBM Consultoria: Nelson Solano
AUDITORIO IBM
Consultoria: Nelson Solano
Auditório Bank of Boston, São Paulo Projeto: Saturno Arquitetura Consultoria Acústica: Arq.Nelson Solano
Auditório Bank of Boston, São Paulo
Projeto: Saturno Arquitetura
Consultoria Acústica: Arq.Nelson Solano
BIBLIOGRAFIA ARIZMENDI, Luis Jesus. Tratado Fundamental de Acustica em la edificacion, Pamplona, Universidad de Navarra,
BIBLIOGRAFIA
ARIZMENDI, Luis Jesus. Tratado Fundamental de Acustica em la edificacion, Pamplona, Universidad de Navarra, 1980.
BARING, João Gualberto de Azevedo. Desempenho acústico de caixilhos de fachada no contexto do controle de poluição
sonora urbana. São Paulo, tese de doutoramento pela FAUUSP, 1990.
BASCHUK, Bernardo & DI MARCO, Silvia. Manual de acústica para arquitetos, Espaço Editora, Buenos Aires, sd,s/p.
BRADSHAW, Vaughn. Building Control Systems, New York, Wiley, 1985.
BURRIS. Meyer Harold. Acoustics for architect, Reinhold Publishing Corporation, New York, 1957.
DE MARCO, Conrado Silva. Elementos de Acústica Arquitetônica,
DEL CARLO, Ualfrido. Acústica dos escritórios panorâmicos, tese de doutoramento pela FAU USP, 1972.
EGAN, M. David. Concepts in Architectural Acoustics, McGraw Hill, New York, 1972
JOSSE, Roberto. La acustica en la construccion, Editorial Gustavo Gili SA., Barcelona, 1975.
KNUDSEN, Vern O.& HARIS, Cyril M. Acoustical design in Architecture, Chapman & Hall ltd, London, 1950.
LAMORAL, R. Problemes d’acoustique des salles et des studios.
MEISSER, MATHIAS. Acustica de los edifícios, ed. Tecnicos, Barcelona, 1973.
MEHTA, Madas & alli. Architectural Acoustics, Merril Prentice Hall, New Jersey, 1999, 446 p.
NEPOMUCENO, Lauro Xavier. Acústica Técnica, Etegil, São Paulo, 1968.
PÉRIDES, SILVA. Acústica arquitetônica & Condicionamento de ar, Ed. Edtal, Belo Horizonte.
PRADO, Luiz Cintra. Acústica. FAUUSP, 1962, 128 p.
ROUGERON, Claude. Aislamento acustico y termico en la construcción, Ed. Tecnicos Associados, Barcelona,
1977, 301p.
SILVA, Pérides. Acústica Arquitetônica, ed. Engenharia e Arquitetura, Belo Horizonte, 1971.
VIANNA, Nelson Solano. Arquitetura e Acústica, São Paulo, 2003.
WEISSE, Karlhans. Acústica de los locales: compendio para arquitetos e inginieros, Ed. Gili, Barcelona, 1956.