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CINCO COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A RELAÇÃO EUA-ISRAEL COM O PRESIDENTE OBAMA

Por Bernadette Meehan 1º de março de 2015 Casa Branca

Desde a fundação de Israel, em 1948, os Estados Unidos colocaram-se firmes como seu aliado mais próximo no Oriente Médio. O primeiro país a reconhecer Israel, os Estados Unidos forjaram um laço profundo e inabalável com Israel através de uma relação multifacetada que reflete a profundidade e a amplitude dos laços entre nossos povos e os valores que compartilhamos.

Sob a liderança do presidente Obama, o engajamento americano com Israel cresceu e fortaleceu-se em níveis inéditos. Desde reuniões frequentes com líderes israelenses até a garantia de que Israel continua sendo o maior recipiente da assistência exterior dos Estados Unidos, o presidente está profundamente comprometido a ajudar Israel a manter sua força e sua segurança.

Aqui estão cinco fatos essenciais que você precisa saber na relação EUA-Israel, no governo Obama:

1)

Um defensor firme: O presidente Obama fortaleceu a defesa de Israel de formas concretas e inéditas:

Israel continua sendo o maior o país que mais recebe financiamento militar exterior dos EUA, recebendo mais de US$ 20,5 bilhões desde 2009.

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O Ano Fiscal de 2014 dos Estados Unidos deu a Israel mais fundos de assistência securitária do que nunca antes. No Ano Fiscal de 2016, que marca o oitavo ano do Memorando de Entendimento de US$ 30 bilhões em 10 anos entre os EUA e Israel, pedimos ao Congresso US$ 3,1 bilhões em fundos militares exteriores para Israel.

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O presidente encaminhou US$ 2,9 bilhões em financiamento para programas e sistemas de

mísseis de defesa. Desde 2011, os EUA deram a Israel mais de US$ 1,3 bilhões apenas para

o sistema Cúpula de Ferro [Iron Dome], inclusive US$ 225 milhões em financiamento imediato no verão passado 1 .

Os EUA e Israel conduzem regularmente exercícios conjuntos para melhorar nossas capacidades militares e fortalecer nossa segurança bilateral.

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2)

Um aliado internacional: Com o presidente Obama, os EUA lideraram esforços globais para defender a legitimidade de Israel no cenário mundial:

No ano passado, os EUA opuseram-se a 18 resoluções na Assembleia Geral da ONU que eram parciais contra Israel;

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Em cinco ocasiões no ano passado, os EUA deram o único “não” contra medidas injustas anti-Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU; 2

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1 Durante a operação Margem Protetorade Israel contra a Faixa de Gaza, entre julho e agosto de 2014. [N.T.] 2 Ler Direito Internacional é a estratégia da Palestina, diz ex-chanceler. Disponível em http://www.vermelho.org.br/noticia/255448-9 [N.T.]

- Os EUA trabalharam com Israel e com a União Europeia para organizar a primeira sessão

da Assembleia Geral da ONU sobre antissemitismo na história da ONU, realizada em janeiro

de 2015.

3)

Um promotor da paz: O presidente apoiou firmemente Israel em sua busca por paz com seus vizinhos:

O presidente Obama colocou-se reiteradamente a favor de uma solução de dois Estados que garanta a paz e a segurança a israelenses e palestinos;

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Sob a direção do presidente, o secretário [de Estado John] Kerry iniciou um esforço

intensivo e colaborativo para facilitar as negociações por um acordo de paz abrangente entre israelenses e palestinos;

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O presidente priorizou a segurança de Israel ao pedir a um dos nossos mais proeminentes

especialistas militares que ajudasse a desenvolver arranjos securitários que garantisse uma

solução de dois Estados que deixasse os israelenses mais seguros, e não menos. 3

4)

Um parceiro econômico: Com o presidente Obama, os EUA têm uma relação comercial forte e robusta com Israel:

Este ano marca o 30º aniversário do Acordo de Livre-Comércio Estados Unidos-Israel, que foi o primeiro Acordo de Livre-Comércio ao qual os EUA aderiram.

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A exportação de bens dos EUA a Israel em 2014 era de US$ 15,1 bilhões, um acréscimo de 9,6% (US$ 1,3 milhão) em comparação com 2013, e de 64% em comparação com 2004. As exportações dos EUA a Israel aumentaram 587% desde 1984 (antes do Acordo de Livre- Comércio).

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A importação de bens de Israel era de US$ 23,1 bilhões em 2014, um aumento de 1,1%

(US$ 242 milhões) desde 2013, e de 58% desde 2004. As importações estadunidenses de Israel aumentaram 1.203% desde 1984.

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Os EUA continuam a investir na Fundação BIRD, uma parceria EUA-Israel entre setores

privados para expandir as indústrias privadas de tecnologia avançada. Desde sua fundação, em 1977, os US$ 295 milhões em financiamentos foram dedicados a 800 parcerias, gerando

mais de US$ 10 bilhões em vendas de produtos.

5)

Um sistema de apoio para refugiados e imigrantes: Com o presidente Obama, os EUA investiram milhões ajudando imigrantes israelenses:

3 Ler Palestina-Israel: Diálogos encerram-se com aumento da ocupação. Disponível em http://www.vermelho.org.br/noticia/241044-9 [N.T.]

- Nos últimos seis anos, a assistência humanitária dos EUA para refugiados e migrantes viajando para Israel totalizaram US$ 140 milhões. Este fundo é usado para ajudar a transportar migrantes elegíveis para Israel, para abrigos transicionais, programas intensivos da língua hebraica que focam em imigrantes recém-chegados ou em programas para a juventude em Israel.

Desde a fundação de Israel, os EUA forneceram a Israel mais de US$ 120 bilhões em assistência bilateral e, sob a liderança do presidente Obama, os EUA continuarão a ser o aliado mais firme e o apoiador mais leal de Israel em sua busca pela paz e a segurança no Oriente Médio.

Tradução: Moara Crivelente