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TREINAMENTO DE RIGGER SINALIZADOR
TREINAMENTO DE RIGGER
SINALIZADOR

Gerência de Treinamentos

Paschoal da Silveira Nunes Filho

Carlos Dell Nery

Coordenação Editorial

Márcia Nunes

Paschoal da Silveira Nunes Filho

Carlos Dell Nery

Elaboração

Paschoal da Silveira Nunes Filho / Especialidade em Guindastes e Instrutor

Carlos Dell Nery / Técnico Segurança do Trabalho / Instrutor

Claudinei da Silveira Nunes / Técnico em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente)

Instrutores Credenciados

Carlos Dell Nery

Paschoal da Silveira Nunes Filho

Edição

Centro de Treinamento e Consultoria CENTERCABO & GUINDASTE BRASIL

AV. Dona Francisca , 799 Vila Rezende -Piracicaba SP - Fone/Fax : (19) 3421-8000

APOIO:

CRANE INSTITUTE OF AMERICA

HAND SIGNAL COMMUNICATION

®2001 CENTERCABO & GUINDASTE BRASIL Treinamento e Consultoria SP

É vedada a reprodução total ou parcial desta obra sem a autorização expressa da CENTERCABO.

Crime Editorial.

GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO

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Sumário

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Tipos e Componentes de Guindastes

Tecnologia do Guindaste

Terminologia

Conceitos: C.G. (centro de gravidade), peso, braço de alavanca, momento de carga

Cabos de Aço

Amarração de Lingadas

Acessórios manilhas

Planejamento c/ Guindaste : força na sapata

Passadas de cabo de aço

LEGISLAÇÃO

NR 6: Norma regulamentadora que Rege equipamentos de proteção

individual.

NR 11: Norma regulamentadora que Rege a movimentação, transporte, manuseio e armazenamento de cargas diversas.

NR 12: Norma regulamentadora que Rege os tipos e características dos

equipamentos adequados para esta atividade.

NR 17: Norma regulamentadora que Rege adaptar o homem de forma segura e confortável ao seu local de trabalho e lazer. (Ergonomia)

NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

Direção Defensiva: Conscientizar o condutor quanto a disciplina em dirigir,

evitar acidentes ou diminuir as conseqüências de um acidente inevitável, apesar dos erros, das condições adversas e da responsabilidade de outros condutores e pedestres.

É importante saber que, em qualquer acidente, ocorre pelo menos uma desta três falhas humanas.

NEGLIGÊNCIA

IMPRUDÊNCIA

IMPERÍCIA

RIGGER SINALIZADOR

Requisitos para o RIGGER

A operação do Rigger sinalizador requer perícia, habilidade e experiência. Por isso deve ser confiada apenas a pessoas que:

estejam física e mentalmente capazes de efetuar o trabalho(tranqüilos, não

sob a influência do álcool, drogas ou medicamentos);

Trabalhem como Rigger de forma responsável e com segurança;

Estejam devidamente qualificadas (cursos de operação, certificado de de rigger );

Possam provar que receberam à necessária informação para orientar o

operador de guindaste aqui descrito e estejam familiarizado com o conteúdo

destas instruções de operação. Isto também se aplica aos acessórios utilizados.

RIGGER REQUISITOS

Serenidade nas decisões

Calma em momento conturbados

Maturidade nos seus atos

Liderança com seus comandos

Preparo intelectual

Visão espacial

Meticulosidade no trabalho

Realização profissional

Espírito de equipe

Modelos de Guindastes

GUINDASTES SOBRE CHASSI DO CAMINHÃO

GUINDASTES TELESCÓPIOS RODOVIÁRIOS

GUINDASTES TRELIÇADO DE ESTEIRAS

GUINDASTES EMBARCADOS BALSAS OU NAVIOS

GUINDASTES DE TORRE / PORTUÁRIOS

GUINDASTES AUTO-PROPELIDO -

GUINDASTES (GRUAS)

GUINDASTE 1954

GUINDASTE 1954 GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 9
GUINDASTE DE ESTEIRA GUINDASTE AUTO PROPELIDO CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 10

GUINDASTE DE ESTEIRA

GUINDASTE DE ESTEIRA GUINDASTE AUTO PROPELIDO CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 10

GUINDASTE AUTO PROPELIDO

GUINDASTE PORTUÁRIO ( ONSHORE) GRUA – Usado na construção civil
GUINDASTE PORTUÁRIO
( ONSHORE)
GRUA – Usado na construção civil

GUINDASTE TIPO RINGER

GUINDASTE TIPO RINGER GUINDASTE OFFSHORE CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 12

GUINDASTE OFFSHORE

GUINDASTE TIPO RINGER GUINDASTE OFFSHORE CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 12

GUINDASTES

VEICULARES

GUINDASTES VEICULARES GUINDASTE NACIONAL – ARGOS Obs. Somente fabricado no Brasil . Único país a fabricar

GUINDASTE NACIONAL ARGOS

Obs. Somente fabricado no Brasil .

Único país a fabricar e utilizar este

tipo de guindaste.

GUINDASTE EUROPEU HYVA

. Único país a fabricar e utilizar este tipo de guindaste. GUINDASTE EUROPEU – HYVA CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL

Guindaste Telescópico Rodoviário

Guindaste Telescópico Rodoviário GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 14

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO

Recomendamos operar sempre com a máxima

prudência pois a distração e o descuido são freqüentes

causas de acidentes.

a máxima prudência pois a distração e o descuido são freqüentes causas de acidentes. GUINDASTE BRASIL/

GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO

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Liderança / Coordenação

Não iniciar manobra alguma, sem receber ordem

daquele que coordena os trabalhos.

• Não iniciar manobra alguma, sem receber ordem daquele que coordena os trabalhos. GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO

GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO

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Sinalização da Área de Trabalho

Isolar a área de movimentação (raio de ação da lança e contrapeso,) com fita e placas

indicativas de advertência de movimentação de

cargas pesadas;

com fita e placas indicativas de advertência de movimentação de cargas pesadas; CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 17
com fita e placas indicativas de advertência de movimentação de cargas pesadas; CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 17

CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL

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CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 18

SINALIZAÇÃO E ISOLAMENTO

SINALIZAÇÃO E ISOLAMENTO GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 19

TRABALHANDO COM SEGURANÇA

Para cabos aéreos de alta tensão e cabos de contato elétricos para linhas férreas, aplicam-se as seguintes mínimas:

Até 1.500V

1,0

m

Acima de 1.500v

1,5

m

Entre 1.000V e 10.000V

3,0

m

Entre 11.000 e 220.000V

4,0

m

Entre 220.000V e 380.000V

5,0

m

Voltagem desconhecida

5,0

m

• Entre 220.000V e 380.000V 5,0 m • Voltagem desconhecida 5,0 m 20 GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO
• Entre 220.000V e 380.000V 5,0 m • Voltagem desconhecida 5,0 m 20 GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO

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GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO

SINAIS/Comunicação

Confirmar o inicio da manobra, usando sinal. Os sinais devem ser usados conforme norma universal de instruções, relacionado abaixo.

O operador de grua ou guindaste deve ser orientado para evitar:

a) Choques das lanças, caçamba ou situações suspensa contra estruturas, torres, plataformas de proteção, etc.; b) Aproximação do cabo, caçamba ou carga a menos de 1 metro de redes de alta tensão, devido ao risco de descarga elétrica por indução. • Deve ser escalado um sinaleiro, sempre que houver obstáculos que dificultem a visibilidade do Operador .

SINAIS/COMUNICAÇÕES

Confirmar o inicio da manobra, usando sinal. Os sinais devem ser usados conforme norma universal de instruções, relacionado abaixo.

O operador de grua ou guindaste deve ser orientado para evitar:

a) Choques das lanças, caçamba ou situações suspensa contra estruturas, torres, plataformas de proteção, etc.; b) Aproximação do cabo, caçamba ou carga a menos de 1 metro de redes de alta tensão, devido ao risco de descarga elétrica por

indução.

• Deve ser escalado um sinaleiro, sempre que houver obstáculos que dificultem a visibilidade do Operador .

Rigger Sinalizador Homem de campo

Vantagem do uso dos sinais

Clareza. O “vocabulário limitado” dos sinais padrões evita um duplo

entendimento, enquanto a comunicação verbal pode apresentar hábitos

regionais como sotaque, gírias e termos diferentes o que dificulta o entendimento. Um “Sinaleiro” só pode utilizar um sinal, ou uma combinação de sinais, para orientar um determinado movimento da máquina.

Velocidade. A velocidade que viaja uma imagem é similar a velocidade da

luz. Mais importante ainda, com a prática, a mão humana pode formar um sinal complexo mais rápido do que a língua possa emitir uma única sílaba.

Distância. Os guindastes geralmente são utilizados quando se necessita

de um raio maior de alcance ou a carga deve ser manuseada sobre de

obstáculos. Instruções verbais se tornam mais difíceis de interpretar entre o locutor e o ouvinte, mesmo o uso do rádio que pode sofrer interferência e chiados com isto aumentando o risco de desentendimento e movimento errados.

Barulho. Em um ambiente industrial ou de construção existe muito

barulho, o que pode interferir em uma comunicação verbal, quando utilizamos sinais este barulho não interfere em nada.

Sinalização manual para guindastes NBR11436

O Rigger sinalizador se torna aos olhos do operador de guindaste.

Muitas vezes, o operador não pode ver a carga, seja ao longo de um

telhado plano ou do outro lado de uma parede, etc.As vezes mesmo a carga bem a sua frente dele, o operador não pode ver através dela e prever onde possa haver um obstáculo. O Rigger sinalizador deve ter conhecimento de cada movimento que a carga fará a cada sinal. Os sinais para guindaste destinam-se a dizer ao operador do guindaste o que ele deve fazer e em qual direção a carga irá. Um sinal faz com que o guindaste se mova, gire suba e desça carga. Certifique-se que seus sinais sejam visíveis para o operador. Existe

um sentimento de que o mantendo um contato visual com o operador

este estará vendo seus sinais. Errado E esta é uma falsa percepção que um bom sinaleiro tem que trabalhar duro para mudar, pois um bom sinaleiro deve saber quando seus sinais estão sendo visto, interpretados

e executados pelo operador. Muitos operadores ignoram os sinais por

acreditarem que já sabem o que deve que ser feito, isto é uma prática ariscada, pois o sinaleiro que deve orientar o operador e não o contrario. Um bom operador sabe que ele não pode executar nenhum movimento

de seu equipamento sem que lhe seja dada uma orientação

CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL

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LIDERANÇA / COORDENAÇÃO

Não iniciar manobra alguma, sem receber ordem

daquele que coordena os trabalhos.

• Não iniciar manobra alguma, sem receber ordem daquele que coordena os trabalhos. CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 25
CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL
CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL

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GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 27

GESTÃO DE RISCO

Movimentação de Carga Riscos envolvidos

1.

Dimensões , Peso e Centro de Carga .

2.

Elevação de Carga (Altura de montagem).

3.

Equipamento ou peça a ser transportada /

movimentada ou montada.

4.

Local de operação.

5.

Peso total a ser movimentado.

6.

Peso dos acessórios .

7.

Velocidade do vento. (aproximado)

GRUA

GRUA GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 29

GRUA

CARRINHO DA LANÇA MOITÃO GANCHO TRAVA DE SEGURANÇA
CARRINHO DA
LANÇA
MOITÃO
GANCHO
TRAVA DE
SEGURANÇA
AUSÊNCIA DE GUARDA-CORPO
AUSÊNCIA DE GUARDA-CORPO
ESCADA INRREGULAR
ESCADA
INRREGULAR
31
31
ATERRAMENTO ELÉTRICO – MEDIÇÃO ÔHMICA SEMESTRAL
ATERRAMENTO ELÉTRICO –
MEDIÇÃO ÔHMICA
SEMESTRAL

GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO

GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 32
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 33
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 34

ERROS DE OPERAÇÃO

ERROS DE OPERAÇÃO GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 35
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 36
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 37
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 38
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 39
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 40
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 41
GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 42

Acessórios

Cabo de Aço

Manilhas

Lingas

Grampo de Fixação

Cintas de Cargas

Laços

CABO DE AÇO

Construção de cabo de aço entende-se o número de

pernas e o numero de fios de cada perna.

Exemplo: Cabo 6 x 19 : compõe-se de 6 pernas de 19

fios cada.

fios de cada perna. • Exemplo: Cabo 6 x 19 : compõe-se de 6 pernas de

Estrutura de cabo de aço ALMA

AF = Alma de fibra Naturais

Normalmente de sisal ou rami

AFA = Alma de Fibra Artificiais

Geralmente de polipropileno (vantagem contra a corrosão interna do cabo)

AA = Alma de Aço (quando formada por perna)

Maior resistência aos amassamentos e maior resistência à tração

AACI = Alma de aço com Cabo Independente

GRAMPOS : NBR11099 NBR 3 - NORMA BRASILEIRA

GRAMPOS : NBR11099 NBR 3 - NORMA BRASILEIRA CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 46

Substituição de cabos de Aço

Substituição de cabos de Aço GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 47
Substituição de cabos de Aço GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 47
Substituição de cabos de Aço GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 47
Substituição de cabos de Aço GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 47

GANCHO

Construção Forjado de aço carbono

GANCHO • Construção Forjado de aço carbono GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 48
GANCHO • Construção Forjado de aço carbono GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 48
GANCHO • Construção Forjado de aço carbono GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 48

GANCHO

Importante

Inspecionar visualmente os ganchos.

Boca curvada para fora, desgaste visiveis, pequenas fendas, comprometem seriamente a sua resistência .

pequenas fendas, comprometem seriamente a sua resistência . Atenção : A ABERTURA DO GANCHO NÃO PODE
pequenas fendas, comprometem seriamente a sua resistência . Atenção : A ABERTURA DO GANCHO NÃO PODE
pequenas fendas, comprometem seriamente a sua resistência . Atenção : A ABERTURA DO GANCHO NÃO PODE

Atenção : A ABERTURA DO GANCHO NÃO PODE SER SUPERIOR A 15%

GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO

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ELEVAÇÃO DE CARGA

ELEVAÇÃO DE CARGA GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 50
MANILHAS As manilhas com certeza é o principal acessório de ligação entre estropo- estropo, olhal
MANILHAS As manilhas com certeza é o principal acessório de ligação entre estropo- estropo, olhal
MANILHAS As manilhas com certeza é o principal acessório de ligação entre estropo- estropo, olhal
MANILHAS As manilhas com certeza é o principal acessório de ligação entre estropo- estropo, olhal

MANILHAS

As manilhas com certeza é o principal acessório de ligação entre estropo- estropo, olhal e gancho . E as que tem pino roscado são as mais utilizadas no dia a dia da obra , por serem fáceis de usar . As manilhas do tipo U são como elos de corrente e devem ser usados como corrente, ou seja , tracionada em apenas uma direção. As manilhas, assim como os ganchos, não devem ser utilizadas com estropos com ângulo maior de 45° na vertical. Alguns fabricantes inclui marcas estampadas na parte curva da manilha para

indicar a posição do ângulo máximo de 45° para cada lado da linha

da manilha para indicar a posição do ângulo máximo de 45° para cada lado da linha

CINTAS DE CARGA TIPO ANEL

FATOR DE SEGURANÇA 5.1

CINTAS DE CARGA TIPO ANEL FATOR DE SEGURANÇA 5.1 GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 52

CINTA DE CARGA

TIPO BAG

CINTA DE CARGA TIPO BAG GUINDASTE BRASIL/ CENTERCABO 53

CINTA DE ELEVAÇÃO DE CARGA 7.1

CINTA DE ELEVAÇÃO DE CARGA 7.1 VIOLETA 1,0 TON VERDE 2,0 TON AMARELA 3,0 TON CINZA

VIOLETA

1,0 TON

VERDE

2,0 TON

AMARELA

3,0 TON

CINZA

4,0 TON

VERMELHA

5,0TON

MARROM

6,0 TON

AZUL

8,0 TON

LARANJA

10,0 TON

LINGA DE CORRENTES

Sistema de Classificação em Grau

A classificação do grau da corrente é conferida de acordo com a

tensão de ruptura, ou seja, a capacidade da corrente.

A corrente grau 8 é aquela que suporta de 800N/mm2 ou mais.

A corrente grau 10 é a corrente que suporta 1000N/mm2 ou mais.

A corrente grau 12 é a corrente que suporta 1200N/mm2 ou mais.

suporta 1000N/mm2 ou mais. A corrente grau 12 é a corrente que suporta 1200N/mm2 ou mais.
suporta 1000N/mm2 ou mais. A corrente grau 12 é a corrente que suporta 1200N/mm2 ou mais.
suporta 1000N/mm2 ou mais. A corrente grau 12 é a corrente que suporta 1200N/mm2 ou mais.

Manual de operação

Procurar Ter um perfeito conhecimento da capacidade do equipamento: portanto, leia atentamente e procure

observar rigorosamente todas as instruções do presente

manual.

atentamente e procure observar rigorosamente todas as instruções do presente manual. CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 56

Fim

LEMBRE- SE

Não é o grande que devora o pequeno. É o veloz que devora o lerdo ou ignorante.

Obrigado por você ter acreditado

na gente .

Boa Sorte

REFERENCIAS

O Almirante da Real Marinha Britânica Sir Francis Beaufort, em 1805, organizou uma tabela de faixas de velocidade do vento, relacionando com seus efeitos visíveis, criando assim a Tabela Beaufort, utilizada até hoje.

Normas ABNT NBR (Nacionais)

NBR7500:2007 – IDENTIFICAÇÃO PARA O TRANSPORTE TERRESTRE, MANUSEIO, MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAMENTOS DE PRODUTOS.

• NBR-10070:1987 GANCHOS HASTES FORJADOS PARA EQUIPAMENTOS DE LEVANTAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS DIMENSÕES E PROPRIEDADES MECÂNICAS.

• NBR-11436-1988 SINALIZAÇÃO MANUAL PARA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA POR MEIO DE EQUIPAMENTOS MECÂNICOS.

• NBR-13129:1994 CÁLCULO DA CARGA DE VENTO EM GUINDASTE.

• NBR-13545: 1999 MOVIMENTAÇÃO DE CARGA MANILHAS.

• NBR-15466:2007 QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO.

• NBR ISO 04309:1998 – GUINDASTE CABOS DE AÇO CRITÉRIO DE INSPEÇÃO E DESCARTE.

• NBT-13595:1996 CÁLCULO PARA VERIFICAÇÃO DA ESTABILIDADE DE GUINDASTES AUTOMOTORES.

• P-NB-153:1967 CÓDIGO DE SEGURANÇA PARA VEÍCULOS INDUSTRIAIS AUTOMOTORES CLASSIFICAÇÃO, CAPACIDADE DE CARGA E ESTABILIDADE.

• NBR 15637-2:2010 CINTAS TÊXTEIS PARA ELEVAÇÃO DE CARGAS

NBR-ISO2408:2008 CABOS DE AÇO PARA USO GERAL REQUISITOS.

NBR-ISO3108:1998 CABOS DE AÇO PARA USO GERAL DETERMINAÇÃO DA CARGA DE RUPTURA REAL.

NBR EB2200:1991 – EXTREMIDADES DE LAÇOS DE CABO DE AÇO.

NBR-5940:1996 CONSTRUÇÃO NAVAL AMARRAS REQUISITOS.

NBR-10015:1987 MOITÃO E CARDENAL PARA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA EM EMBARCAÇÕES ENSAIOS DE CARGA.

NBR-10852:1989 GUINDASTE DE RODAS COM PNEUS.

NBR-13541:1995 MOVIMENTAÇÃO DE CARGA LAÇO DE CABO DE AÇO ESPECIFICAÇÃO.

NBR-4768:2001 GUINDASTE ARTICULADO HIDRÁULICO REQUISITOS.

NBR-1084:1987 CÁLCULO DE ESTRUTURAS DE SUPORTE PARA EQUIPAMENTOS DE LEVANTAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS.

NBR-7557:1982 GUINDASTES DE PNEUS.

NBR-8400:1984 CÁLCULO DE EQUIPAMENTOS PARA LEVANTAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS.

NBR-10014:1987 MOITÃO E CARDENAL PARA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA EM EMBARCAÇÕES.

Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho

NR 11 – TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS.

o

o

o

NR 18 – CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

18.22 MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS DIVERSAS

18.16 CABOS DE AÇO E CABOS DE FIBRA SINTÉTICA

ANEXO III PLANO DE CARGAS PARA GRUAS

Normas ASME (Normas Americanas)

• ASME B30.1-2009 JACKS, INDUSTRIAL ROLLERS, AIR CASTERS, AND HYDRAULIC GANTRIES

• ASME B30.2-2005 OVERHEAD AND GANTRY CRANES (TOP RUNNING BRIDGE, SINGLE OR MULTIPLE

GIRDER,TOP RUNNING TROLLEY HOIST)

• ASME B30.3-2009 CONSTRUCTION TOWER CRANES

• ASME B30.4-2010 PORTAL, TOWER, AND PEDESTAL CRANES

• ASME B30.5-2007- MOBILE AND LOCOMOTIVE CRANES

• ASME B30.6-2010 DERRICKS

• ASME B30.7-2006 BASE-MOUNTED DRUM HOISTS

• ASME B30.8-2010 FLOATING CRANES AND FLOATING DERRICKS

• ASME B30.9-2006 SLINGS

• ASME B30.10-2009 HOOKS

• ASME B30.11-2010 MONORAILS AND UNDERHUNG CRANES

• ASME B30.12-2006 HANDLING LOADS SUSPENDED FROM ROTORCRAFT

• ASME B30.13-2003 STORAGE/RETRIEVAL (S/R) MACHINES AND ASSOCIATED EQUIPMENT

• ASME B30.14-2004 SIDE BOOM TRACTORS

• ASME B30.16-2007 OVERHEAD HOISTS ( UNDERHUNG)

• ASME B30.17-2006 OVERHEAD AND GANTRY CRANES ( TOP RUNNING BRIDGE, SINGLE GIRDER,

UNDERHUNG HOIST)

• ASME B30.18-2004 STACKER CRANES (TOP OR UNDER RUNNING BRIDGE, MULTIPLE GIRDER WITH TOP OR UNDER RUNNING TROLLEY HOIST)

• ASME B30.19-2005 CABLEWAYS

• ASME B30.20-2006 BELOW-THE-HOOK LIFTING DEVICES

• ASME B30.21-2005 MANUALLY LEVER OPERATED HOISTS

• ASME B30.22-2005 ARTICULATING BOOM CRANES

• ASME B30.23-2005 PERSONNEL LIFTING SYSTEMS

• ASME B30.24-2008 CONTAINER CRANES

• ASME B30.25-2007 SCRAP AND MATERIAL HANDLERS

• ASME B30.26-2010 RIGGING HARDWARE

• ASME B30.27-2009 MATERIAL PLACEMENT SYSTEMS

Matéria alta tensão extraída da REVISTA CRANE BRASIL

CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL

Qualificação Profissional

Qualificação Profissional CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 60
Qualificação Profissional CENTERCABO/GUINDASTEBRASIL 60