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Inteligências Múltiplas e Prática Escolar

Inteligências Múltiplas e Prática Escolar

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No quadro das inteligências múltiplas, no universo do ser humano, você pode considerar, até mesmo, que um indivíduo possua, nos mais variados graus, todas elas. Pode ser que haja uma tendência (ou predominância) para uma ou outra forma, mas, quando se trata de analisar a inteligência, além do contexto, sempre há de se considerar o conjunto, de modo que uma pessoa considerada inteligente tende a possuir todas as formas de inteligência, só que, naturalmente, umas serão mais desenvolvidas que outras, de acordo com as inclinações, experiências de vida e preferências particulares do indivíduo.
No quadro das inteligências múltiplas, no universo do ser humano, você pode considerar, até mesmo, que um indivíduo possua, nos mais variados graus, todas elas. Pode ser que haja uma tendência (ou predominância) para uma ou outra forma, mas, quando se trata de analisar a inteligência, além do contexto, sempre há de se considerar o conjunto, de modo que uma pessoa considerada inteligente tende a possuir todas as formas de inteligência, só que, naturalmente, umas serão mais desenvolvidas que outras, de acordo com as inclinações, experiências de vida e preferências particulares do indivíduo.

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Published by: Elias Celso Galveas on Aug 23, 2007
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INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E PRÁTICA ESCOLAR Entrevista com o professor Elias Celso Galvêas.

(1) Ao considerar a "Teoria das Inteligências Múltiplas", quais são, basicamente, os tipos de inteligência que você, como profissional, é capaz de detectar? Logo que eu tomei conhecimento da existência de "Howard Gaardner", passei a entender que, na formulação de sua "Teoria das Inteligências Múltiplas", ele inicialmente considerava sete diferentes inteligências. Eram elas: a) Lingüística (que é verbal): refere-se às pessoas voltadas para a fala, para a escrita, de maneira geral, para as áreas de Humanas. b) Lógico-Matemática que, como o nome diz, trata das pessoas numéricas – que possuem facilidade em lidar com os números e, de maneira geral, com o raciocínio lógico. c) Espacial: diz respeito ao indivíduo que tem facilidade em se colocar e se deslocar no espaço; está muito relacionada, por exemplo, ao jogador de futebol e ao esportista, de forma geral. d) Sinestésico-Corporal: que também está ligada à coordenação motora, aos sentidos, à expressão corporal... e) Musical: refere-se a pessoas que, muitas vezes, pensam cantarolando. Sabe aquele aluno que tem o hábito de estudar fazendo uma “musiquinha” para poder decorar o tema de estudo? Este aluno certamente possui uma inteligência musical. f) Intrapessoal: diz respeito ao indivíduo voltado para si mesmo, e sua habilidade para resolver suas questões interiores. g) Interpessoal: refere-se ao indivíduo com grande capacidade de comunicação – o que apresenta características de grande comunicador. Um presidente do Grêmio Estudantil (ou o seu relações públicas), por exemplo, precisa muito deste tipo de inteligência. Obs.: as letras (f) e (g) correspondem às "inteligências pessoais". Esta foi a classificação primeira da qual tomei conhecimento. Como este conceito é dinâmico, hoje, eu já sei que Gaardner considera nove inteligências, e não mais as antigas sete. Atualmente, ele considera as seguintes espécies de inteligências. (a) Existencial: do ser como pessoa integral. Uma visão que, de certa forma, abrange, de maneira contingencial, as demais inteligências, bem como todo contingencial existencial da história de vida do aluno. (b) Naturalista: do indivíduo que revela maior inclinação pela natureza, pelas Ciências Naturais. Aquele aluno que gosta de colecionar objetos, pesquisar a vida animal e dissecar animais. (c) Pictórica: da pessoa voltada para a parte artística. Esta vocação que a pessoa possui para a música, para as artes Cênicas, ou para as artes Plásticas. (d) Inter e Intrapessoal: aquela que Gaardner continua chamando da mesma forma – que são as "inteligências pessoais". (e) Espacial: também com a mesma denominação anterior. (f) Corporal: que diz respeito, mais especificamente, às habilidades sensoriais e motoras. (g) Verbal: que corresponde à lingüística. E, enfim: (h) A Matemática: que se refere à inteligência lógica e numérica. Estas são as nove inteligências que Gaardner considera atualmente, pelo que tenho notícia. Como isto muda muito, e os estudos vão sendo cada vez mais aprofundados e avançados, pode ser até que, hoje, ele já considere quinze inteligências; mas ainda não se tem conhecimento sobre este fato. Você me pergunta como sou capaz de detectar, como profissional, os tipos de inteligência. Quando já se

exerce há algum tempo esta profissão, ou seja, quando se convive, na prática, diretamente com os mais variados tipos de alunos, lidando com estes conceitos há muitos anos, nós, professores, vamos, aos poucos, nos familiarizando com as tendências dos alunos. Desta forma, ficamos aptos a reconhecer o aluno que tem a inteligência lingüistica mais aguçadas - que são os alunos que procuram, no segundo grau, normalmente a área de Humanas; ou outro que tenha a inteligência Lógico-Matemática mais apurada, mais desenvolvida que vai procurar a área de exatas. Nós, pedagogos, certamente somos pessoas que possuímos uma inteligência muito forte na área da lingüistica, que é a verbal. Com certeza, por isto, sou pedagogo e, pelo mesmo motivo, vocês escolhera estudar "Pedagogia". Vocês se encontram mais nessa área, porque têm mais facilidades para matérias que estejam relacionadas com a área de Humanas, ou seja, História, Geografia, Filosofia, etc. Via de regra, as pessoas que procuram um curso de pedagogia, são, de modo geral, pessoas que se afinam com a área de Humanas. Conseqüentemente, são indivíduos que têm a ver com as matérias, com as disciplinas que requerem leitura, interpretação, escrita, oratória – e que, por outro lado, não precise calcular (ou raciocinar analiticamente) com muita freqüência. Contudo, nada impede que a pessoa tenha duas ou mais inteligências mais apuradas - mesmo que em áreas aparentemente antagônicas, ou seja, humanas e exatas. Outro aspecto que se percebe com clareza diz respeito ao aluno que apresenta uma inteligência musical muito desenvolvida. Normalmente, são alunos que, no colégio, gostam de participar de festivais de música, de compor músicas e formar bandas. Isto não significa, portanto, que toda pessoa com uma inteligência musical desenvolvida está destinado ser no futuro necessariamente um grande músico. Por exemplo, eu não sou músico (mas tenho a música como hobby), mas, mesmo assim, eu e alguns amigos meus somos pessoas que temos a inteligência musical bastante desenvolvida: temos bom ouvido, temos ritmo, gosto bastante refinado para músicas, etc. Particularmente, toquei guitarra por muitos anos (e, de vez em quando, ainda “arranho” um som), mas não me dediquei à música como profissão. Então, a questão da inteligência múltipla não quer dizer que a pessoa, pelo resto davida, só vá fazer aquilo. O que mostra isto na prática é que, muitas vezes, você só costumamos valorizar um aspecto do aluno – onde ele é realemente bom – para que, dessa forma, sua auto-estima cresça para que ele se sinta interiormente motivado a obter, também, um bom desempenho em outras questões – onde ele, provavelmente, poderia ter um pouco mais de dificuldade. 2. Como ocorre na prática o tratamento, por parte da escola, das diversas manifestações da inteligência do aluno, num ambiente de diversidade e pluralidade étnico-culturais? Creio que, na prática, tanto a escola quanto o educador, assim como eu, juntamente com toda minha equipe técnica, tentamos valorizar e respeitar as múltiplas inteligências de um indivíduo, de um aluno – mesmo quando a grade curricular do aluno tenda a ir contra este processo. Infelizmente, em plena era do conhecimento, da informação, nós pertencemos a um sistema educacional que ainda não nos permite trabalhar plenamente o assunto das "Inteligências Múltiplas". Porém, enquanto a escola for uma instituição ideologicamente formada por educadores que realmente encarem o processo de "ensino-aprendizagem" como um processo muito mais amplo, ou seja, que vai muito além do conteúdo de um currículo, sempre tenderemos a valorizar, no aluno, todas as suas aptidões, para que o mesmo tenha um desenvolvimento holístico harmonioso, sempre visando a formação de indivíduos equilibrados - no tocante ao desenvolvimento cognitivo e emocional. Entretanto, principalmente a partir do final do ensino fundamental, este processo de tentativa de respeito às inteligências múltiplas deixa de ser privilegiado, não sendo prioritariamente propiciado, por dois motivos básicos: 1. pela própria fragmentação do conhecimento gerado pela própria organização didática de uma grade curricular que, além de privilegiar excessivamente disciplinas de natureza científicas, faz com que as mesmas sejam apresentadas como saberes “impostos” aos alunos que, por sua vez, passam a assimilá-las como conteúdos isolados do conhecimento, privilegiando apenas um tipo de inteligência (geralmente o LógicoMatemática), em detrimento das demais; e 2. quando chega o temido “Vestibular”, este mesmo aluno - que já foi bombardeado com uma série de

conhecimentos inúteis e fragmentados - passa a ser cobrado de uma forma básica, genérica, padronizada, fato que irá contribuir para que o aluno, “adestrado” pela escola, fique muito ocupado (alienado) no sentido a realizar uma escolha profissional mais “acertada”, deixando de se levar em conta, naquele momento importante de sua vida, a sua formação integral, ou seja, toda a bagagem existencial que o aluno porta como pessoa, como ser humano, etc. - pois tudo isto tende a ser ignorado. Portanto, com certeza, o "Vestibular" não está aí para avaliar o aluno segundo as "Teorias das Inteligências Múltiplas": ele precisa ser mais prático a fim de dar conta da análise da cultura geral fragmentada, assimilada por uma massa de alunos “formada” em um determinado instante. Na hora do aluno fazer o Vestibular, ele tem que dar conta da Matemática, da Física, da Química, da Biologia, da Língua Portuguesa... Desta forma, no sistema em que vivemos, a análise individual do aluno, segundo uma ou outra vertente teórica, geraria um problema, posto que temos que seguir as orientações básicas do sistema educacional brasileiro - com currículos ainda muito conteúdista e pouco flexíveis. Assim, ainda é utópico dizer que a "Teoria das Inteligências Múltiplas" é inteiramente aplicada em todas as escolas, pois na prática, não é assim que acontece. Tenta-se aplicar, mas temos que nos dar conta de uma coisa maior que é a realidade prática, ou seja, o que acaba sendo o objetivo principal do aluno: a preparação para o “Vestibular”. Mas ainda acho que a escola pode auxiliar na questão do desenvolvimento das potencialidades dos alunos, tanto em nível de ensino fundamental quanto de ensino médio, trabalhando os pontos onde eles podem render mais, a fim de que possam crescer integralmente, dentro de um ambiente adequado e harmonioso que a escola é capaz de proporcionar. Por tudo isto, quando você me pergunta sobre como se trabalhar os alunos dentro de um ambiente de diversidades étnicas e culturais, eu não vejo problema algum. Creio que a escola, ao lidar com este ambiente onde imperam as diferenças, ainda pode trabalhar tentando desenvolver as áreas onde o aluno pode render mais, a fim de que ele possa, no final, desenvolver-se de maneira integral e global. Porém, infelizmente, mesmo que se chegue a fazer um trabalho brilhante neste sentido, o ensino médio - que desemboca no “Vestibular” -, pelas próprias razões práticas já especificadas, não tenderá a acompanhar este processo. O que acontece se a gente consegue trabalhar o aluno puxando por onde ele pode nos dar mais? Certamente, ele vai lucrar adiante, pois, pelo menos, será um indivíduo mais centrado e ciente de suas capacidades, pois já trabalhou com pessoas que souberam valorizar o seu potencial - ao invés de impor a ele conhecimentos estranhos ao seu universo interior. Acredito que, como pessoa, ele se encontrará mais pronto a interagir com o mundo. Mas, na verdade, este tipo de tratamento diferenciado (personalizado) ainda não é totalmente considerado no nosso sistema, pois é muito mais fácil (e mais cômodo) deixar as coisas como elas já estão estruturadas. 3. O que deve fazer o professor, na sua prática docente, para evitar a possibilidade de estereotipação do aluno, como, por exemplo, conferir ênfase àquele que possui um tipo de inteligência “Lógico-Matemática” mais desenvolvida? Na prática docente, é um verdadeiro crime pedagógico quando se estereotipa, de qualquer forma que seja, um aluno. O professor deveria evitar se dirigir especificamente a um aluno, em detrimento aos demais. Por exemplo, um professor de matemática não deve ter preferência por um aluno, ou um grupo de alunos, e dar aula somente para aquele aluno ou aquele grupo de alunos. Ele não pode, em hipótese alguma, menosprezar o aluno que não tem a mesma habilidade matemática, comparando-o com outro que, porventura, a tenha. Então, na prática, no seu dia a dia, o professor tem que ser suficientemente cuidadoso, a fim de dar, a cada aluno - seja qual for o tamanho da turma - a atenção individual que cada um necessita. Mesmo isto sendo difícil de ser feito, este é o verdadeiro mérito e desafio de um educador. Isto é tão difícil que o professor capaz de fazer isto estará desempenhando um papel muito além que de professor propriamente: ele estará agindo, em todos os sentidos, como um verdadeiro educador. Por isto, acho que o país necessitava possuir professore-educadores muitos bem preparados e socialmente valorizados - não apenas no sentido da remuneração. Isto por que o papel do educador, dentro

do grupo, deve ser o de conferir, indiscriminadamente, a cada um dos alunos, a atenção que o mesmo particularmente necessita. Muitas vezes, um aluno, na disciplina de Matemática, não consegue trabalhar o conteúdo que o professor está dando ali, naquele momento, por que ele tem um hiato, um atraso, ou seja, um problema de falta de base conceitual que precisaria ser tratado, trabalhado. Se o professor perceber isto e for trabalhar com o aluno este hiato, ele pode vir a se tornar um dos melhores alunos naquela disciplina, simplesmente pela atenção conferida pelo professor, exatamente naquele momento em que ele precisava. Isto é delicado, complicado, mas o professor (tampouco a escola) devem evitar estereotipar seus alunos, pois cada um deles é um universo em si, ou seja, cada aluno é um indivíduo, um ser completo, com características diferentes uns dos outros, e, por isto, merece – por parte do educador e da instituição escolar - o mesmo cuidado e respeito que os demais. 4. Quais os fatores que levam à escola - que visa o aprimoramento do ensino - a se preocupar mais com as abordagens que dizem respeito a inteligências múltiplas? Uma escola, primeiramente, tem que ter definida muito claramente a sua proposta (missão) e filosofia, bem como os seus objetivos básicos quanto à formação do aluno, dentro da sua proposta pedagógica. Dentre os principais fatores que observo, são eles: - quando, voltada para o aluno, uma escola consegue estabelecer uma filosofia de trabalho preocupada com o seu desenvolvimento, não só da sua parte cognitiva, mas, também, da sua parte afetiva e relacional; - quando faz com que este aluno respeite o outro, promovendo o autoconhecimento individual como meio de respeitar e conhecer o outro, a fim de que todos possam viver socialmente tranqüilos e integrados; Assim, quando a escola promove continumente estas atitudes em suas atividades, ela já esta pensando em "inteligências múltiplas". Sempre que, utilizando-se de sua filosofia, cria-se oportunidades dentro do espaço escolar para que o aluno possa se desenvolver de forma completa, harmoniosamente; para que ele cresça como pessoa; para que ele adquira princípios éticos de cidadania; para que ele seja um aluno responsável; etc. Com todos estes cuidados, acredito que a escola que assim age já está preocupada com o desenvolvimento das inteligências múltiplas, mesmo que sem querer ou se dar conta. Então, creio que, muitas vezes, você pode encontrar escolas que nem se preocupam em utilizar o termo “inteligências múltiplas”. Mas se tais escolas possuem educadores que estão verdadeiramente preocupados com a formação integral do aluno, com a formação humana e cidadã, com certeza, essa escola já está valorizando e considerando a possibilidade de um aluno poder sobressair das mais variadas maneiras: um mais na escrita, na linguagem; outro nos números; outro como relações públicas ou presidente do Grêmio; outro na educação artística; outro com sua Banda de Rock; outro nos esportes; e assim por diante. Desta forma, uma escola que disponibilize a todos (e a cada um) o espaço, a liberdade e a autonomia necessários para, de alguma forma, expressar e exercer suas qualidades e potencialidades (cada qual com as suas), estará contribuindo para a geração de um ambiente onde todos se sentirão incluídos no corpo escolar, ao invés de “estranhos no ninho” em relação ao mesmo. 5. Quais as estratégias que o colégio adota para lidar com casos onde há a predominância viciosa de apenas um tipo de inteligência por parte do aluno? Para início de conversa, é difícil imaginar uma pessoa com apenas um tipo de inteligência predominante, pois neste caso, estaríamos negando a própria teoria sobre inteligências múltiplas. Se tal caso existe, podese dizer que beira o patológico, e, portanto, já não cabe mais à escola lidar com isto. O aluno que apresenta esta configuração é o caso típico do “idiot savant”, ou seja, aquele que é um gênio em apenas um aspecto do conhecimento (como informática, ou eletrônica, ou música, etc.), e um completo "ignorante" em matéria de qualquer outro assunto que se venha dialogar com ele. Isto existe, mas, além de bastante problemático, são casos isolados e muito raros. O aluno, por exemplo, que só compreende a realidade através de sua musicalidade, ou seja, que só possui a inteligência musical, pode estar, por alguma razão, negando as outras inteligências que poderia ter, pois é muito incomum que uma pessoa tenha apenas um tipo de inteligência. No quadro das inteligências múltiplas, no universo do ser humano, você pode considerar, até mesmo,

que um indivíduo possua, nos mais variados graus, todas elas. Pode ser que haja uma tendência (ou predominância) para uma ou outra forma, mas, quando se trata de analisar a inteligência, além do contexto, sempre há de se considerar o conjunto, de modo que uma pessoa considerada inteligente tende a possuir todas as formas de inteligência, só que, naturalmente, umas serão mais desenvolvidas que outras, de acordo com as inclinações, experiências de vida e preferências particulares do indivíduo. Então, não creio nesta forma radical de ver uma predominância viciosa de apenas um tipo de inteligência. Isto, na minha opinião, é algo patológico, não cabendo diretamente à escola dar conta deste tipo de problema, mas, sim, encaminhar este aluno a um especialista que tentará analisar, juntamente com o mesmo, o que poderá estar acontecendo com ele. A escola pode até perceber que um determinado aluno se utilize mais de um tipo predominante nele. Ótimo! Vamos ajudá-lo a utilizar este tipo de inteligência predominante no sentido de desenvolver os outros tipos de inteligência que ainda se encontram adormecidas. - Autoria: professor Elias Celso Galvêas, 38 anos, ex-aluno do Colégio São Bento, formado em Pedagogia pela Universidade Santa Úrsula e pós-graduado em "Docência do Ensino Superior" pela UFRJ, com Especialização em Psicopedagogia pela Universidade Cândido Mendes. Atualmente, trabalha no SENAC Adm.Regional do Rio de Janeiro, junto às Assessorias de Planejamento e Educação, onde se encontra envolvido com pesquisas que auxiliam os setores de projetos especiais e planejamento estratégico da empresa. • Entrevista: "A Teoria das Inteligências Múltiplas". • Entrevistado: Professor Elias Celso Galvêas, Consultor Técnico do SENAC-ARRJ. • Entrevistador(a): Professora Alessandra Belfiore da Nóbrega (USU). • Local e Data: Rio de Janeiro, 22/03/2004.

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