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AJUDA

CADERNETA DE CAMPO
INSERIR DADOS
CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO
VISUALIZAÇÃO
GERAR RELATÓRIO

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UFV Antônio Calazans Reis Miranda Fernando Falco Pruski Danilo Paulúcio da Silva Eloy Lemos de Mello Informações: Graduando em Engenharia Ambiental Pós Doutorado em Hidrologia Mestrando em Engenharia Agrícola e Ambie Doutorando em Engenharia Agrícola e Amb gprh@gprh.CRÉDITOS AJUDA Desenvolvido pela equipe do Grupo de Pesquisa em Recursos Híd da Universidade Federal de Viçosa .ufv.br .

GPRH de Viçosa .S uisa em Recursos Hídricos .UFV ngenharia Ambiental m Hidrologia genharia Agrícola e Ambiental ngenharia Agrícola e Ambiental SAIR .

pode-se proceder ao levantamento da seção transersal dos terraços (Figura 1). F1 e F2 são cotas do fundo. C – F2 e C – FT as distâncias horizontais a cada ponto.LEVANTAMENTO DOS DADOS EM CAMPO CONTEÚDO PRÓXIMO >> Metodologias Foram desenvolvidas metodologias que tornassem os levantamentos em campo mais práticos e rápidos. Representação dos dados da seção transversal de terraços. FT a cota do fim do terraço. onde C é a cota da crista. uma mira estadimétrica e uma trena. Com a utilização de equipamentos simples como um conjunto de um nível ótico (que pode ser substituído por um teodolito. uma estação total ou outro equipamento topográfico disponível). . utilizando-se de métodos topográficos tanto para a obtenção do perfil da seção transversal dos terraços a serem avaliados quanto da Área de Contribuição (Ac) a este. Terraço de base trazezoidal Terraço de base triangular Figura 1. apresentados a seguir. C – F1. além dos outros dados de campo necessários.

.

.

>>O comprimento longitudinal do terraço analisado. >>As distâncias perpendiculares entre terraços Veja Também Pontos Representativos Lâmina de Escoamento Superficial (LES) .LEVANTAMENTO DOS DADOS EM CAMPO << ANTERIOR CONTEÚDO Devem ser levantados ainda: >>Cota do bigode. assim como as distâncias e ângulos entre eles. >>Cotas da crista. >>Pontos delimitantes da Área de Contribuição (Ac). além daquelas levantadas no perfil das seções do terraço.

SAIR .CAMPO eles.

c pontos da crista. Esquema de levantamento dos dados de um terraço. pontos de rebaixamento da trânsito de animais ou problemas na construção. . pontos de curvatura dos limites da área de contribuição.LEVANTAMENTO DOS DADOS EM CAMPO CONTEÚDO << VOLTAR Pontos Representativos Todos estes dados devem ser coletados em pontos representativos para as feições a serem avaliada forma das seções do canal seja mais predominante ao longo do mesmo. ponto mais baixo ao longo do bigode nas duas extr (Figura 2). bi e bf os pontos do bigode. incluindo pontos de curvatura do Figura 2. onde S representa pontos onde foram seções transversais.

causado por o do bigode nas duas extremidades do terraço do pontos de curvatura do próprio terraço avaliado. tais como: locais onde a ontos de rebaixamento da crista. SAIR . resenta pontos onde foram feitos os perfis das e.OS EM CAMPO s feições a serem avaliadas.

onde bi e bf os pontos do bigode.LEVANTAMENTO DOS DADOS EM CAMPO CONTEÚDO << VOLTAR BIGODES Os Bigodes são os pontos das extremidades do terraço. . Esquema de levantamento dos dados de um terraço. que são os pontos bloqueado extravasamento preferencial do terraço em caso de volumes de escoamento superficial supe capacidade de armazenamento necessária. Figura 2.

SAIR .M CAMPO os pontos bloqueados e de amento superficial superiores à ntos do bigode.

onde d i são as distâncias entre ter e o limite a montante de Ac e Lt é o comprimento do terraço. assim como as distâncias C – F1. vinte e cinco metros (25 m) de com as grandes dimensões características da maioria dos terraços. Esquema de levantamento dos dados de um terraço.LEVANTAMENTO DOS DADOS EM CAMP CONTEÚDO CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO << VOLTAR O comprimento Lt. C – FT e d i. . sendo recomendada uma de. Figura 4. C – F2. podem ser ob uma trena. no mínimo.

DADOS EM CAMPO F2. podem ser obtidos sempre com e e cinco metros (25 m) de comprimento. SAIR . C – FT e d i. dadas aços. e d i são as distâncias entre terraços ou entre o terraço o.

. d a e x° os ângulos entre eles. Esquema de levantamento dos dados de um terraço. O ângulo de giro horizontal deve ser observado no aparelho à partir do ângulo z primeira visada.LEVANTAMENTO DOS DADOS EM CAMPO CONTEÚDO CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO << VOLTAR ENTRADA DE DADOS No método topográfico da irradiação para estimativa de Ac podem ser levantar os dados das d equipamento até os pontos delimitantes da área através da leitura do fio médio (FM) e fio supe FM e fio inferior (FI) ou mesmo FS e FI. onde a são pontos delimitantes da Ac. Figura 5. de acordo com a possibilidade de visualização pelo eq ótico utilizado.

ou e visualização pelo equipamento ho à partir do ângulo zero. da delimitantes da Ac.M CAMPO vantar os dados das distâncias do médio (FM) e fio superior (FS). d as distâncias SAIR .

Esquema de levantamento dos dados de um terraço. Devem ser levantados necessários para se reconhecer dentre eles o de cota mais baixa.LEVANTAMENTO DOS DADOS EM CAMPO CONTEÚDO ENTRADA DE DADOS << VOLTAR Este levantamento de pontos da crista ao longo do terraço é importante para se verificar algum ponto de cota mais baixa que os pontos do bigode. onde c pontos da crista. . Figura 3.

SAIR . Devem ser levantados quantos forem is baixa.DADOS EM CAMPO aço é importante para se verificar a ocorrência de bigode. e c pontos da crista.

d3. que podem ser medidas com o auxílio do equipamento topográfico utilizado ou simples trena. .LEVANTAMENTO DOS DADOS EM CAMPO CONTEÚDO CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO << VOLTAR ENTRADA DE DADOS Método para estimativa de Ac para casos em que o formato da área pode ser considera aproximadamente retangular. onde C do terraço de montante. Representação de uma Ac em formato aproximadamente retangular. Figura 6. As figuras a seguir mostram o limite de Ac como sendo o terraço a monta poderia ser algum outro elemento o limitante de Ac como uma estrada ou um topo de morro. Esquema do levantamento das distâncias em relação ao terraço localizado a montante. Figura 7. d2. d4 e d5 r as distâncias medidas entre terraços e Lt o comprimento do terraço avaliado. possibilitando assim a obtenção de uma média representativa distâncias. onde d1.

do a montante. d3.M CAMPO SAIR a pode ser considerado como média representativa entre as opográfico utilizado ou de uma do o terraço a montante. mas u um topo de morro. d2. d4 e d5 representam . onde C é a crista Ver caderneta de campo e d1.

(1997).br/dea/gprh. Este software está disponível gratuitamente em: www.CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO CONTEÚDO LEVANTAMENTOS CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO Lâmina de Escoamento Superficial . Contudo adotados os mesmos parâmetros de cálculo utilizados na ocasião do dimensionamento e terraço avaliado como: a Declividade do terreno. .ufv.LES O valor de LES pode ser obtido de maneira simples com a utilização do software ®TERRA já contém em seu banco de dados todas as informações requeridas sobre a região n realizado o estudo e processa o modelo desenvolvido por Pruski et al.. o mé cálculo do espaçamento entre terraços e o período de retorno para a chuva. a Taxa de infiltração estável (Tie).

SAIR . o método para o a.MENTO LES software ®TERRAÇO 3.. (1997). Contudo. que sobre a região na qual será .ufv.br/dea/gprh.0. devem ser imensionamento e locação do estável (Tie). ww.

TÓPICOS DE AJUDA CRÉDITOS Levantamento dos dados em campo Preenchimento da Caderneta de Campo Identificação do terraço Entrada de dados Capacidade de Armazenamento Visualização das seções transversais do terraço Relatório final da avaliação do terraço .

AJUDA SAIR .

Logradouro): COORDENADAS (GPS): LATITUDE: LONGITUDE: PROPRIETÁRIO: TELEFONES: ALTIMETRIA Perfil seções transversais SEÇÕES crista (C) fundo 1 (F1) Distância (C-F1) fundo 2 (F2) Distância (C-F2) fim terraço (FT) OBSERVAÇÕES Distância (C-FT) 1 2 3 4 5 Perfil Altura da Crista FS crista Vante Ré FM FI Ânguloo .UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Grupo de Pesquisa em Recursos Hídricos GPRH CADERNETA DE CAMPO LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO TERRAÇOS RESPONSÁVEL: DATA: Nº DE IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO INSTALADO: MUNICÍPIO: LOCALIZAÇÃO TERRENO: (Distrito. Comunidade.

PREENCHIMENTO DA CADERNETA DE CAM CONTEÚDO << VOLTAR A caderneta de campo possui os campos para anotação de todos os dados a serem configurada de maneira similar à tela de entrada de dados do TERRALTIM 1 transferência dos dados coletados para a planilha eletrônica. Ela já está configurada para impressão em folha A4. podendo o usuário configura acordo com sua preferência atrevés dos comandos da barra de ferramentas do Ela é dividida em quatro partes fundamentais: .

.

para facilitar a ica.ERNETA DE CAMPO SAIR de todos os dados a serem levantados e está dados do TERRALTIM 1. dendo o usuário configurar sua impressão de rra de ferramentas do EXCEL.0. DADOS DADOS DE DE IDENTIFICAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO DO TERRAÇO AVALIADO AVALIADO DADOS DADOS DO DO LEVANTAMENTO DA DA SEÇÃO SEÇÃO TRANSVERSAL TRANSVERSAL DADOS DADOS DO DO PERFIL PERFIL DA DA ALTURA ALTURA DA DA CRISTA CRISTA DADOS DADOS DO DO LEVANTAMENTO LEVANTAMENTO DA ÁREA ÁREA DE DE CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO E E DO DO COMPRIMENTO COMPRIMENTO DO DO TERRAÇO TERRAÇO .

.

IDENTIFICAÇÃO DO TERRAÇO Nº IDENTIFICAÇÃO: MUNICÍPIO: ESTADO: LOCALIDADE: PROPRIETÁRIO: DATA (dd/mm/aaaa): RESPONSÁVEL: OK CANCELAR AJUDA .

Exemplo: Na caderneta de campo existem campos adicionais de coordenadas Latitude e Lon auxiliar os trabalhos de campo. não portanto. sendo nece prévia de todos os dados em campo para seu preenchimento completo. mas fica a definir os dados relevantes a serem coletados nesta etapa da avaliação. .IDENTIFICAÇÃO DO TERRAÇO << VOLTAR CONTEÚDO Esta corresponde à tela de entrada de dados iniciais de identificação do projeto contém os campos similares aos do início da caderneta de campo. a inserção destes dados adicionais no TERRALTIM 1. no caso de uso de GPS na localização dos terraço anotação do telefone do proprietário para o contato com o produtor rural.0.

não sendo necessário.0.O TERRAÇO SAIR de identificação do projeto de avaliação. sendo necessária a anotação mento completo. Ver caderneta de campo oordenadas Latitude e Longitude apenas para na localização dos terraços. mas fica a critério do usuário a da avaliação. TIM 1. . Ela ta de campo. e o campo para om o produtor rural.

ENTRADA DE DADOS SEÇÕES Fundo 1 (F1) Crista (C) Fundo 2 (F2) Distância (C-F1) Distância (C-F2) Ré FS Distância (C-FT) Fim do Terraço (FT) 1 2 3 4 5 Vante FM FI Ânguloº OK CANCELAR AJUDA .

deve-se preencher a cota do ponto de Ré. o últ cota do ponto de Vante àquele ponto. portanto na escolha pelo de canal triangular apenas o dado de uma cota de fundo e preencher os campos relativos ao fundo 1. PERFIL DAS SEÇÕES TRANSVERSAIS O TERRALTIM 1. incluindo a co do terraço e as cotas de levantamento das próximas seções transversais do t subtraídos da diferença entre estas leituras de Ré e de Vante. é excencial um correto levantamento dos dados em ao transferí-los para este módulo. como por exemplo. c bigode e da área de contribuição do terraço.0 e um diagnóstic capacidade de armazenamento. que deve ser anotada para se fazer as corre próximas seções medidas à partir daquele ponto. PERFIL DA ALTURA DA CRISTA Estes campos de preenchimento possuem as partes dos pontos de Ré e de Va campos de Ré devem ser preenchidos somente na ocorrência de mudanç equipamento topográfico usado no levantamento. Para o correto processamento dos dados pelo TERRALTIM 1. deixando os campos F2 e C-F2 em branco. F1. Exemplo: Na caderneta de campo estão disponíveis os campos adicionais para anotação acerca de cada uma das seções transversais medidas. Portanto. Os próximos pontos medidos. ou seja.0 permite a avaliação de terraços de retenção de seção transv formato triangular ou trapezoidal. Estas correções são feitas com base na diferença entre a Ré e a Vante do ponto conforme abordado no próximo item. dadas no ponto de m Exemplo: Ver Caderneta de Campo .ENTRADA DE DADOS << VOLTAR CONTEÚDO Esta é a tela principal de entrada dos dados levantados da seção transversal. no ponto onde hou posição do equipamento. no ca posição do equipamento topográfico.

ÁREA DE CONTRIBUIÇÃO Os dados da área de contribuição podem ser inseridos para dois casos: quando o levantamento é feito com equipamento topográfico. FS e/ou F Exemplo: casos em que Ac se aproxima da forma retangular. ou seja. Exemplo: . FM.

DA CRISTA os pontos de Ré e de Vante. ou seja. F1 e a distância C- Ver caderneta de campo adicionais para anotação das observações como por exemplo. devem ser ante. e a os medidos. incluindo a cota do bigode do fim seções transversais do terraço. no caso de mudança de ada para se fazer as correções das cotas das e a Ré e a Vante do ponto da crista medido. . no ponto onde houve a mudança de ponto de Ré. dadas no ponto de mudança de posição.DADOS SAIR s da seção transversal. o último ponto lido.0 e um diagnóstico preciso sobre a evantamento dos dados em campo e atenção RANSVERSAIS retenção de seção transversal do canal em pelo de canal triangular. sendo que os a ocorrência de mudança de posição do anto. cotas da crista e do ALTIM 1. deve-se fornecer mpos relativos ao fundo 1.

ou Ver caderneta de campo .BUIÇÃO ara dois casos: fico. FS e/ou FI e os ângulos entre as visadas. FM. ou seja.

CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO DO TERRAÇO Seções 1 2 Ar (m2) LES (mm) 3 Ac (m2) 4 5 MÉDIA* Ve (m3) Vn (m3) Ve/Vn (%) AVALIAÇÃO: Crista: OBSERVAÇÃO: cm LES estrada (mm) .

.

00 .000 0.000 0.000 VISUALIZAR AJUDA PLANILHA DE CÁLC Perfil seções transversais SEÇÕES crista (C) fundo 1 (F1) Distância (C-F1) 1 2 3 4 5 Perfil Altura da Crista crista Ponto mais baixo 0.O Insira o valor de LES calculado no programa MÁXIMO FUNDO 0.00 Distância Média entre Terraços Área de Contribuição 0.000 OK 0.000 0.

.

3 6.00 0.3 6.3 6.00 0.3 6.00 F2 .3 6.3 6.00 0.PLANILHA DE CÁLCULOS fundo 2 (F2) Distância (F1-F2) fim terraço (FT) Distância (F2-FT) 0.3 6.3 6.3 6.00 0.3 6.3 6.00 nto mais baixo stância Média ntre Terraços Contribuição Para o gráfico Distância Ânguloº 6.3 6.3 Área Ac (m²) 0.

3 6.3 soma Ac 0 .6.

.

.

ÁREA DE CONTRIBUIÇÃO (Ac)
CONTEÚDO

<< VOLTAR

Estimativa pelo método topográfico da irradiação

UIÇÃO (Ac)

gráfico da irradiação

SAIR

CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO
CONTEÚDO

<< VOLTAR

LES

Área média da seção do canal do terraço

A área de cada perfil da seção transversal medida é calculada com base nas cotas
distâncias C-F1, F1-F2 e F2-FT e ponto mais baixo identificado entre as cotas do
medidas. Com estas são formadas figuras geométricas regulares, triângulos, retâng
das quais são obtidas as áreas por cálculos geométricos simples e somadas pa
molhada (Ar) de cada seção do canal. Portanto, Ar pode ser calculada pela seguinte

Ar = A1 + A2 + A3
em que

Figura 14. Ilustração das áreas calculadas de uma seção do canal de um terraço.

Assim, as áreas da seção transversal do terraço são aproximações das figuras geo
que mais se assemelham, ou seja, triangular caso a seção transversal do terra
aproximar mais da forma de um triângulo, ou trapezoidal caso aproximar-se de um t

Estas áreas são sempre delimitadas pelo ponto mais baixo medido que correspond
entre as cotas da crista e do bigode medidas.
Com o cálculo da área da seção transversal em três a cinco seções medida, pode-s
que seria a representativa da seção transversal de todo o canal do terraço.

Capacidade de armazenamento efetiva (Ve)

Obtendo-se a área média da seção transversal do canal e de posse do comprime
(Lt), estima-se a capacidade efetiva de armazenamento pelo terraço avaliado pela e
Ve = Ar * Lt

(1)

em que
Ar = Área molhada média do canal do terraço, m 2; e
Lt = Comprimento total do terraço, m

Este corresponde ao volume de água proveniente de escoamento superficial que o
comportar. Qualquer excedente a este volume deve extravasar pelo “bigode” do terr

m². ou di = (FS – FM) 200. m. e Ac = área de contribuição.Área de contribuição (Ac) Quando se estima a área de contribuição com o levantamento dos dados pelo mé irradiação. ( . ou di = (FM – FI) 200. 2 di = (FS – FI) 100. m. m. m. da seguinte forma: Ac = ΣAi = A1 + A2 + . Capacidade de armazenamento necessária (Vn) A capacidade de armazenamento necessária é obtida a partir do produto entre a LE descrito no item anterior.. m. xi = ângulo entre as visadas dos pontos de Ac. em metros e a área de contribuição ao mesmo. considera-se a área total (Ac) como a soma de várias subdivisões da triangulares (Ai). Ao considerar a área de contribuição como sendo de formato aproximadamen medida é calculada pela equação a seguir: Ac = d Lt (7 em que d = média das distâncias medidas entre o terraço e o limite de Ac.. m. Vn = LES Ac em que LES = lâmina de escoamento superficial. Lt = comprimento total do terraço. (2 em que Ai = di di+1 sen xi°.

. mento efetiva (Ve) l e de posse do comprimento total do terraço elo terraço avaliado pela equação 1: (1) coamento superficial que o terraço é capaz de vasar pelo “bigode” do terraço. xo medido que corresponde à cota mais baixa nco seções medida. triângulos. F2 e FT. nas ntificado entre as cotas do bigode e da crista egulares. retângulos e/ou trapézios. oximações das figuras geométricas regulares seção transversal do terraço de retenção se caso aproximar-se de um trapézio. pode-se obter uma média canal do terraço.AZENAMENTO SAIR canal do terraço ulada com base nas cotas C. F1. os simples e somadas para se obter a área ser calculada pela seguinte equação: do canal de um terraço.

(8) . e formato aproximadamente retangular. m. obtida conforme ção ao mesmo. sua (7) rraço e o limite de Ac.ção (Ac) mento dos dados pelo método topográfico da de várias subdivisões da mesma em áreas (2) (3) (4) (5) (6) Ac. nto necessária (Vn) partir do produto entre a LES.

20 0.90 0.60 0.30 0.50 Distância (m) 0.40 0.VISUALIZAÇÃO DAS SEÇÕES TRANSV Cota mais baixa da CRISTA VOLTAR SAIR 0.10 0.10 0.40 0.00 0.00 0.30 0.70 0.00 Seções do canal do Terraço Cotas (m) 1.70 .00 0.50 0.20 0.60 0.80 0.

80 0.00 anal do Terraço ) Seção 1 Seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 5 Cota mais baixa da crista Cota mais baixa do bigode 0.60 0.00 .70 0.SEÇÕES TRANSVERSAIS Cota do BIGODE AJUDA 0.90 1.

assim como as cotas mais baixa bigode identificadas.VISUALIZAÇÃO DAS SEÇÕES TRANSVERSAIS << VOLTAR CONTEÚDO As informações sobre todas as cotas calculadas. são interpoladas em um gráfico reproduzindo visualmente o quê campo. permitindo assim a avaliação visual sobre a capacidade de armazenamento do Exemplo: .

SAIR .S TRANSVERSAIS m como as cotas mais baixa da crista e do produzindo visualmente o quê foi medido em cidade de armazenamento do terraço.

70 NECESSÁRIA: m3 0.40 MEDIDA EM CAMPO: m3 0.20 0.30 0.50 CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO 0.00 0.10 0.60 0.90 1.40 0.00 0.00 AVALIAÇÃO: 0.AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO DO TERRAÇO MUNICÍPIO Nº IDENTIFICAÇÃO ESTADO PROPRIEÁRIO LOCALIDADE DATA DO LEVANTAMENTO LES Projeto (mm) ÁREA DE CONTRIBUIÇÃO (m2) RESPONSÁVEL Altura do Terraço (m) Seção 1 Seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 5 Ponto mais baixo da crista Cota do bigode Seções do canal do Terraço Cotas (metros) 0.20 RELAÇÃO ENTRE VOLUMES: % 0.70 0.50 0.80 CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO 0.00 0.90 0.60 Distância (metros) Seç ão 3 Seç ão 1 Seç ão 2 Cota m ais baixa da c rista Cota mais baixa do bigode 0.00 OBSERVAÇÃO: Seç ão 4 Seç ão 5 Crista: cm .10 0.30 0.00 Média 1.00 0.80 0.

Distância (metros) Seç ão 3 Seç ão 1 Seç ão 2 Cota m ais baixa da c rista Cota mais baixa do bigode Seç ão 4 Seç ão 5 .

Os comandos salvar e imprimir são acessados pela própria barra de ferramentas do O usuário também pode configurar a página de impressão de acordo com sua prefe comandos das barras de ferramentas do Excel. Exemplo: .RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO << VOLTAR CONTEÚDO Este relatório já está configurado para ser impresso no formato paisagem.

.

E AVALIAÇÃO rmato paisagem. o de acordo com sua preferência através dos SAIR . ia barra de ferramentas do Excel.