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ESPECIAL ESPECIAL MOMENTOS INESQUECÍVEIS GIN & TONIC BY SCHWEPPES GIN TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER
ESPECIAL
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ESPECIAL ESPECIAL MOMENTOS INESQUECÍVEIS GIN & TONIC BY SCHWEPPES GIN TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER
ESPECIAL ESPECIAL MOMENTOS INESQUECÍVEIS GIN & TONIC BY SCHWEPPES GIN TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER
ESPECIAL ESPECIAL MOMENTOS INESQUECÍVEIS GIN & TONIC BY SCHWEPPES GIN TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER
ESPECIAL ESPECIAL MOMENTOS INESQUECÍVEIS GIN & TONIC BY SCHWEPPES GIN TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER

MOMENTOS

INESQUECÍVEIS

GIN & TONIC BY SCHWEPPES

GIN

TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER SOBRE ESTA BEBIDA QUE ESTÁ NA MODA E TEM SIDO O MOTE PARA DIVERTIDOS ENCONTROS ENTRE AMIGOS

ESPECIAL ESPECIAL MOMENTOS INESQUECÍVEIS GIN & TONIC BY SCHWEPPES GIN TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER
ESPECIAL ESPECIAL MOMENTOS INESQUECÍVEIS GIN & TONIC BY SCHWEPPES GIN TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER

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ESPECIAL
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Editorial

O Gin está na moda. Exatamente por isso decidimos publicar este especial no Diário de Notícias e no Jornal de Notícias. Queremos dar a conhecer a história desta bebida espirituosa, as suas característi- cas, a melhor forma de a preparar e degustar, os locais mais fashion onde é a personagem principal. E para melhor informar os nossos leitores nada melhor do que “ouvir” os experts. Ou seja, fomos falar com “os Gins Lovers”. Quem são eles? O projeto surgiu no início de 2013 através de uma página de Facebook criada por Carlos Alves. Depois entrou Frederico Patrício, também ligado à indústria farmacêutica, e Daniel Carvalho, gerente de projectos. Cláudio Cruz brand ambassador convidou Miguel Somsen, jornalista. Mais tarde chegaram Miguel Veiga Miranda, economista, José Lázaro, designer, e o empresário João Fernandes, O sucesso imediato deu para per- ceber que havia uma comunidade de apreciadores em Portugal que estavam interessados em saber mais sobre os gins que começavam a surgir de Espanha e a entrar no mercado nacional. Alguns des- ses apreciadores encontraram-se um dia num jantar à esquina e, a partir daí, começaram a dinamizar a página de Facebook. Hoje, um site, uma APP, uma revista e um bar ,no Vestigius Wine & Gin, fazem parte da estratégia da empresa Gin Lovers. Agradecemos, desde já, todo o apoio que nos deram no desenvolvimento deste projeto.

Sumário

  • 06 História do Gin

  • 08 Geografia do Gin

  • 10 Tipos de Gin

  • 12 O que fazer e o que não fazer

  • 13 Os 10 botânicos

  • 14 Gin Lovers

  • 15 Schweppes

  • 16 El Corte Inglês

  • 17 Hendricks

  • 18 Pernod Ricard

FICHA TÉCNICA

ESPECIAL Editorial O Gin está na moda. Exatamente por isso decidimos publicar este especial no Diário

PUBLICAÇÃO DA UNIDADE DE SOLUÇÕES COMERCIAIS MULTIMÉDIA DA CONTROLINVESTE MEDIA • Coordenação e Edição LARA LOUREIRO • Textos LARA LOUREIRO e VERA GALAMBA • Fotos D.R. • Direção Comercial Diretos LUÍS BARRADAS, Direção Comercial Agências Sul REINALDO CAPELA e FREDERICO DIAS, Direção Suplementos JOSÉ ANTÓNIO CARAJOTE, Gestora coordenadora diretos Sul ANA LUISA RUELA e Diretor de contas agências Sul JOÃO SANTOS, BackOffice Suplementos PATRÍCIA DANTAS • Design e Coordenação de Arte SOFIA SOUSA • Paginação PATRÍCIA COELHO, SOFIA SOUSA e DEPARTAMENTO DE PUBLICIDADE SUL

ESPECIAL Editorial O Gin está na moda. Exatamente por isso decidimos publicar este especial no Diário
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O ROMANCE ENTRE O GIN E A TÓNICA

E

Esta é uma história de duas bebidas que nasceram, como tantas outras, da busca por remédios. E não fosse um militar inglês a casá-las provavelmente ainda hoje estaríamos a contar a história de ambas em separado.

A MENINA TÓNICA

Comecemos por conhecer a menina Tónica, ou melhor, a sua mãe, a sra. Chinchona. A sra. Cinchona, também conhecida lá na terra por Árvore da Febre, guardava um segredo a sete-chaves, que apenas os índios Incas conheciam: curava as febres altas, a que hoje chamamos malária. A sra. Cinchona há muito guardava este segredo, mas os ocidentais apenas no século XVII conheceram tão especial senhora. Após várias tentativas falhadas de tra- zer o segredo para a Europa, um holandês, comerciante de café, consegue contrabandear as sementes da sra. Cinchona e várias experiências depois consegue fazer com que a sra. floresça na Indonésia. A sra. Cinchona estava, agora, por todo o lado. Já em pleno século XVIII era habitual misturar casca da árvore da febre com água gaseificada e açúcar. Procurava-se um tónico capaz de prevenir e curar a malária. E com a invenção de uma má- quina capaz de engarrafar água gaseificada foi um salti- nho até começar a ser engarrafada a água tónica, perdão, a menina Tónica, filha da sra. Chinchona. O primeiro a fazê-lo foi o sr. Johann Jacob Schweppe, o fundador da famosa Schweppes. E a menina Tónica ainda hoje é o refrigerante engarrafado mais antigo do mundo.

O SENHOR GIN

Deixemos a menina Tónica e procuremos as origens do outro protagonista, o sr. Gin. Este cavalheiro é um indivíduo simples mas de gostos requintados. É um destilado e tem obrigatoriamente de ter zimbro. Sim- ples. Mas hoje veste-se de tantas botânicas diferentes e exóticas, como olho-de-dragão, salicórnia, baobá, bau- nilha, flor-de-lótus, para além das mais tradicionais, passadas de geração em geração, como a semente de coentro, raiz de angélica, cardamomo e alcaçuz. Re- quintado, portanto. A árvore genealógica deste sr. é vasta, dando con- ta do seu pedigree: antepassados tão longínquos como os egípcios, que já usavam o zimbro em infusões, tipo chá, na tentativa de aliviar e curar más disposições. Os gregos e romanos continuaram esta tradição. No século XIII uns monges italianos faziam licores e entre os vários aromas estava o zimbro. No século XVII uns tios ingleses e holandeses do sr. Gin trouxeram para o Velho Mundo um leque variado de especiarias, até então desconhecidas, e aos destilados de zimbro foram sendo adicionados estes aromas exóticos. Nascia na Holanda a mãe do sr. Gin, o sra. Genebra (que ainda hoje se mantém em excelente forma nos Países Baixos). Peripécias à parte, importa saber que ingleses e holandeses deram as mãos na Guerra dos 80 anos e, regressados a casa, os ingleses levaram nos lábios e na memória a Genebra.

ESPECIAL 6 O ROMANCE ENTRE O GIN E A TÓNICA E Esta é uma história de

Não tardou até nascer na ilha uma crian- ça com os traços fortes e inconfundíveis da sua mãe, mas à qual os ingleses emprestaram outra exuberância de aromas. O nome escolhido para a criança foi genièvre (zimbro em francês). Nome horrível, como se constata, e e por isso rapidamente abreviado para Gin. Temos então o menino Gin, filho da sra. Genebra. E porquê o zimbro? Porque desde tempos imemoriais que se acredita ter propriedades curativas de ma- leitas do estômago e intestinos, bem como do reumático (gota). E o que os antepassados do sr. Gin sempre tentaram fazer foi extrair estas propriedades curativas com os vários métodos de infusão e, mais tarde, destilação. Apenas nos dias de hoje, com o sr. Gin em plena maturidade, se produz gin sem buscar um remédio. Aroma acima de tudo!

Não tardou até nascer na ilha uma crian- ça com os traços fortes e inconfundíveis da
ESPECIAL
ESPECIAL

O casamento

Na Índia do século XIX morava a menina Tónica e o sr. Gin, mas não se conheciam, embora ambos fossem presença assídua nos copos dos militares ao serviço de Sua Majestade. Mas enquanto o sr. Gin era amado por todos, a menina Tónica era um caso de amor-ódio: se era verdade que mantinha a malária afastada, o seu gosto amargo e aspecto barrento tornavam-na difícil de ingerir. Naquela altura a menina Tónica não era tão doce como a conhecemos hoje e a quantidade de quinino era bem mais elevada. Estava na adolescên- cia. Um oficial anónimo armado em Cupido decidiu apresentar ambos: calculou que o temperamento amargo da menina ligaria bem com a personalidade e alguma doçura do bem-amado sr. Gin. Foi amor à primeira vista. Selaram esta paixão com uma rodela e algum sumo de lima para que juntos pudessem também com- bater o escorbuto. Este casamento continua até aos nossos dias. Como todos os casamentos teve os seus altos e baixos, mas desde o início deste século tem ganho nova vida, com a proliferação de excelentes Gins e Tóni- cas premium. Que sejam felizes para sempre. Nós cá estaremos para testemunhar e, sobretudo, para provar.

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ESPECIAL
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GEOGRAFIA DO GIN

DE ONDE VÊM AFINAL OS GINS QUE HOJE CONHECEMOS?

Aviation Iceberg Seagram´s NAO Tanqueray VL92 Studer Monkey 47 Broken San Miguel Old Tom Heart
Aviation
Iceberg
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San Miguel
Old Tom
Heart

PORTUGAL

Há dois anos não havia nada em Portu- gal que nos levasse a suspeitar poder vir a ser este um dos países mais estimulan- tes para se beber gin na Europa. Mas em dois anos, tudo mudou. Não só os hábitos de consumo, como os locais de qualidade, o serviço de bares, de restau- rantes, a hotelaria e as garrafeiras. O que mudou também? Portugal come- çou a produzir gin. Primeiro na região centro, com o Big Boss. Depois no Alen- tejo, com o Templus. Finalmente no Porto com o NAO. Na primavera passada, o Alentejo voltou à carga com o Sharish, de Reguengos de Monsaraz. Até final de 2014, esperamos por novidades. Uma delas? O Amo.te do empresário Pedro Miguel Ramos. Gins portugueses que deveríamos conhecer? Big Boss, Templus, NAO, Sharish, Gina, Amo.te.

ESPANHA

Se não fossem os espanhóis a interessar- -se por gin de forma absolutamente apaixonante há cerca de sete anos, nada desta revolução teria acontecido em Portugal. Muitos dos produtores espanhóis começaram por trabalhar receitas clássicas de London Dry Gin, outros recriaram os conteúdos, agarra- ram nos botânicos tradicionais do seu país e fizeram composições ousadas

que se popularizaram na Península Ibéri- ca e resto da Europa através dos restau-

rantes gourmet (a começar pelo El Bulli). Espanha consome atualmente cerca de 3 milhões de litros de gin por ano. Gins espanhóis que deveríamos conhe- cer? Gin Mare, Nordés, Platu, Ginself, Blanc Salicornia, Gin Chic, Tann’s, Sikkim, Ginbratltar, Macaronesian.

FRANÇA

O facto de França produzir dos melhores vinhos do mundo leva a pensar que o gin seria sempre uma escolha de segun- da ordem. Isso não é verdade. Desde o reinado de Luís XVI que França produz gin. A marca Citadelle, atualmente a produzir gin na região de Cognac, traz uma receita descoberta na cidade por- tuária de Dunquerque (onde existe uma citadela). É também da região centro o popular G’Vine, feito com uva Ugni Blanc. Gins franceses que deveríamos conhe- cer? Citadelle, Magellan, N.º 0, G’Vine, Saffron, Farenheit.

INGLATERRA

A base do gin é uma receita de holan- deses (a genebra ou genever) que os ingleses levaram para as ilhas britânicas no final do século XVI. Foi transformado em gin, em obsessão nacional e em sím- bolo de decadência cem anos depois (cerca de 1700), na chamada Gin Craze,

ESPECIAL
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San Miguel Riverside África do Sul Broken Heart Suíça Studer Alemanha Monkey 47 França Cognac VL92
San Miguel
Riverside
África do Sul
Broken Heart
Suíça
Studer
Alemanha
Monkey 47
França
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Inglaterra
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Porto
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Seagram’s
Portugal
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Portland
New York
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NAO
EUA
EUA

uma altura em que facilmente se obtinha licença para destilar e o gin, por ser mais salubre que a água, era bebido por toda a gente, incluindo crianças. Hoje o gin volta a ser premium na Europa e em Inglaterra. Em Plymouth reside um dos poucos gins da Europa com denomina- ção de origem. Os outros são o Xoriguer, das ilhas Baleares, e o Vilnius, da Lituânia. Gins ingleses que deveríamos conhe- cer? Martin Miller’s, Bulldog, Beefeater, Plymouth, Bombay, Bloom, N.º 3, Fifty Pounds, Brockman’s, Sipsmith, Oxley, Tanqueray, Hayman’s, William’s Chase.

ESCÓCIA

A geografia, a história, e o terroir têm contribuído para transformar a Escócia num dos maiores e melhores produ- tores de gins premium do mundo. Por razões de mercado, muitas destilarias de uísque estão a apontar também para a

produção de gin. Hoje as marcas falam por si. E o papel da Hendrick’s na criação de um consumidor de gin elite não pode nem deve ser negligenciado. Sem a Hendrick’s isto não tinha metade da graça. Caorunn, The Botanist, Hendrick’s, Blackwoods, Edinburgh, Gilt, Darnley’s View.

HOLANDA E BÉLGICA

Embora o gin tenha oficialmente nascido na Holanda, nasceu sob a

forma de genebra (ou genever), um destilado de zimbro com vinho-de- -malte. É essa genebra que ainda hoje se bebe na Holanda e na Bélgica, e que os ingleses transformaram no gin que hoje conhecemos. E por que razão roubaram os ingleses a receita aos holandeses? Quando as províncias dos Países Baixos se viraram contra o domínio espanhol no final do século XVI, os soldados holandeses eram muitas vezes encorajados a beber genebra antes das batalhas. Daí o título dado pelos ingleses ao gin: a coragem holandesa (dutch courage). Gins ou genebras holandesas que de- veríamos conhecer? Nolet’s, Damrak, Zuidam, Bols, Boomsma, Bokma. E o gin belga Fillier’s Dry Gin 28.

ALEMANHA

Depois da Inglaterra, de Espanha e de Portugal, a Alemanha é um dos mer- cados mais estimulantes de produção gin do século XXI, muito contribuindo as centenas de microdestilarias que du- rante anos produziram apenas schna- pps e agora se viram para a destilação de gin premium. Mas a exceção do Gin Sul deve ser mencionada, porque nasce de um projeto de Stephan Garbe produzir um gin português com produtos portugueses no Alentejo. A habitual dificuldade burocrática nacio-

ESPECIAL San Miguel Riverside África do Sul Broken Heart Suíça Studer Alemanha Monkey 47 França Cognac

nal levou-o a desenvolver o mesmo projeto em Hamburgo. Gins alemães que deveríamos conhe- cer? Monkey 47, Elephant, Ferdinand’s Saar, Gin Sul, The Duke.

EUA

Os americanos nunca deixaram de consumir gin e foram aliás os principais impulsionadores da cultura de gin atra- vés dos cocktails nos loucos anos 1920. Mas é curiosa a forma como no século XXI têm regressado à produção de gin clássico com o new western gin, que se traduz numa redução do zimbro na destilação para fazer sobressair outros sabores, como os citrinos. Parece que funciona. Gins americanos que deveríamos conhecer? Gin 209, Aviation, Bluecoat, Death’s Door, Seagram’s.

E DAS FILIPINAS?

Verdade: e das Filipinas. O maior consumidor do mundo de gin é das Filipinas. Resultado da influência cas-

telhana do país asiático e da “coloni- zação” da Ginebra S. Miguel no século XIX. Hoje a marca continua a dominar o mercado filipino, que consome mais de 400 milhões de litros por ano. Gins filipinos que deveríamos conhe- cer? Ginebra San Miguel. Com alguma prudência, claro.

ESPECIAL San Miguel Riverside África do Sul Broken Heart Suíça Studer Alemanha Monkey 47 França Cognac

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ESPECIAL OS GÉNEROS DE GIN GENEBRA, O GIN HOLANDÊS PLYMOUTH GIN Este estilo representa o primeiro
ESPECIAL
OS GÉNEROS DE GIN
GENEBRA, O GIN HOLANDÊS
PLYMOUTH GIN
Este estilo representa o primeiro dos gins (Genever ou ge-
nebra) produzidos na Holanda desde o séc XVII. A genebra
incorpora as infusões em espirituosos neutros, próximos
do gin dos dias de hoje. A percentagem de vinho-de-malte
utilizado no gin determina a sua designação dentro desta
categoria. Estilo Jonge (novo) utiliza um máximo de 15%
de vinho-de-malte. O estilo Oude (velho) um mínimo de
15% de vinho-de-malte. Korinwijn, um estilo rico e raro
de gin holandês, utiliza mais de 50% de vinho-de-malte.
SLOE GIN
OLD TOM GIN
Old Tom Gin pode ser considerado o resultado do cruza-
mento da genebra com o atual new western gin america-
no. Os Old Tom incluem a adição de açúcar ou água de flor
de laranja, e surgiram após a primeira criação da genebra
para esconder impurezas transmitidas por práticas de des-
tilação pobres.
NEW WESTERN GIN
OS GINS AMARELOS

São chamados de amarelos pela cor que ganham através do seu envelhecimento. Ao contrário dos gins tradicionais, que habitualmente estão prontos a beber após a sua destilação, há agora uma série de marcas de referência que começa a apostar numa gama mais requintada de gins envelhecidos. Vale a pena experimentá-los de forma mais pura – sem gelo.

LONDON DRY GIN

Este espírito neutro infundido com botânicos, principal- mente zimbro, é o tipo mais comum de gin que conhece-

mos. Os botânicos desempenham um papel secundário em comparação com o zimbro em gins como o Bombay, Beefe- ater, Gordon’s e Tanqueray, mas trabalham com o zimbro dentro do próprio processo de re-destilação. Por lei, o teor alcoólico mínimo do London Dry Gin deve ser 37.5 ABV (al- cohol by volume). Ao contrário do Plymouth, o London Dry é apenas um processo de destilação, não uma denominação de origem (são escassas as destilarias em Londres). O dry significa que tem menos açúçar.

Legislação europeia determina que este estilo de gin apenas possa ser feito em Plymouth, Inglaterra, daí a denominação de origem controlada (DOC). É destilado com um espírito-base neutro à base de trigo onde são adicionadas as bagas de zimbro e os restantes botâni- cos. É, por isso, também considerado um gin com mais terroir.

Quando a um destilado neutro de cereais, adicionamos bagas de abrunho, ameixas bravas ou outros frutos silves- tres depois da destilação, conseguimos este licor verme- lho que define o carácter de um gin curioso, flamejante e açucarado que, para os puristas, nunca deveria fazer parte da categoria oficial dos Gins.

Também designado de new american gin, corres- ponde à revitalização dos gins americanos atuais em que alguns dos elementos da composição do gin são alterados. A saber: redução da presença do zimbro ao mínimo essencial para fazer acentuar frutas ou outros botânicos. Muitas destilarias europeias também aderi- ram ao western gin.

DISTILLED GIN

O distilled gin é quando os botânicos adicionados ao álcool neutro são redestilados e difere do compound gin, que é resultado de novos botânicos terem sido adicionados a um gin neutro sem nova destilação.

ESPECIAL
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ESPECIAL
ESPECIAL

TO DO AND NOT TO DO

to do not to do Use gelo de grandes dimensões e feito com água mineral. Em
to do
not to do
Use gelo de grandes dimensões e feito com água mineral. Em
casa, procure comprar cuvetes de grande dimensão e nunca
use água da torneira. Se preferir comprar o gelo, procure blocos
grandes, de preferência sem perfuração (aumenta a superfície
de contacto).
Use um copo com boa capacidade. Sempre mais de 600 ml.
São 50 ml de gin, 200 de tónica, 250 a 300 de gelo, mais
botânicos. Um copo pequeno vai obrigar a alterar as doses,
normalmente com maus resultados. Ainda se lembra quando
depois de colocar o gin quase não sobrava espaço para a
tónica?

Use, sempre que possível, água tónica vinda do frigorífico. A temperatura a que esta é adicionada ao copo é um dos fatores mais importantes para evitar a perda de gás. Deve também adicioná-la de forma suave para otimizar os resultados.

ESPECIAL TO DO AND NOT TO DO to do not to do Use gelo de grandes

Use a casca dos citrinos para aromatizar o seu gin tónico. Com a ajuda de um zester ou de uma faca corte uma tira de casca (sem a parte branca que é bastante ácida) e aromatize o copo apertando-a sobre este. São os óleos presentes na parte exterior da casca que queremos na bebida.

Use fruta fresca ou desidratada na aromatização do seu gin. Certas frutas são difíceis de obter frescas pelo que as desidratadas são uma boa solução. A ausência de água vai concentrar o sabor.

Use copo medidor para o gin (um copo de shot é uma alternativa para quem não tem um jigger). Desta forma, ao juntar 20 ml de tónica, capacidade mais comum nas tónicas premium, terá um gin tónico segundo a regra de ouro, 5 para 20. E garantirá que o segundo sairá igual ao primeiro.

GELO GRANDE E DE ÁGUA MINERAL

COPO GRANDE

TÓNICA

PREVIAMENTE

REFRIGERADA

CASCA DOS

CITRINOS: SIM,

CLARO

FRUTA FRESCA

OU DESIDRATADA

REGRA DE OURO

Não poupe no gelo. Quanto maior for a quantidade de gelo dentro do copo, menos tendência haverá para este derreter. Não deixe também de retirar a água que resulta do arrefecimento do copo (com a colher de bar, fazer girar as pedras para que estas arrefeçam as paredes do copo).

Não deixe de beber um gin tónico por não ter o copo perfeito. Na ausência de um copo de gin, um copo de vinho tinto ou um copo grande de água podem ser a solução. A capacidade do copo é o fator-chave. Uma boca larga é igualmente importante para facilitar o olfato

Não verta a água tónica pela espiral da colher de bar, a menos que queira destruir o gás da água tónica. Apesar de ser vulgar ver barmen a fazê-lo, a queda abrupta destrói o gás da tónica. Opte por verter sobre uma pedra de gelo ou entre a colher e o bordo do copo.

Não use sumo de citrinos para aromatizar um gin tónico. O ácido cítrico que contém vai destruir o gás da água tónica. O uso de botânicos congelados também deve ser evitado. A água da congelação com os “aromas” adquiridos na arca são suficientes para destruir qualquer gin.

Não use botânicos em excesso. Estes servem para potenciar o perfil de sabores do gin. Misturar demasiados tipos diferentes vai mascarar o gin, impedindo o reconhecimento da sua verdadeira essência.

Não se restrinja às indicações dadas. São mesmo isso, apenas indicações. Ouse experimentar e arriscar. O gosto é pessoal. Ninguém melhor que você leitor para saber o que quer beber.

OS UTENSÍLIOS DO GIN

PREPARAR UM GIN TÓNICO EM CASA ESTÁ AO ALCANCE DE TODOS E É BEM MAIS FÁCIL DO QUE MUITOS PENSAM. SE TEMOS O GIN , O GELO E A TÓNICA, SÓ NOS FALTA SABER QUE INSTRUMENTOS USAR ADEQUADA - MENTE. SUGERIMOS ESTES

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JIGGER (COPO MEDIDOR 5 CL) Senão indispensável, muito útil. A proporção gin e tónica é um dos aspeto mais importantes na preparação do Gin tónico.

ESPECIAL TO DO AND NOT TO DO to do not to do Use gelo de grandes
CANELADOR STRAINER (COADOR) COLHER DE BAR O canelador serve para cortar as cascas dos citrinos. Corta
CANELADOR
STRAINER (COADOR)
COLHER DE BAR
O canelador serve
para cortar as cascas
dos citrinos. Corta fatias
estreitas, normalmente
longas, que muitas vezes
são chamadas de zest
por libertarem os óleos
Facilita o processo de
escoar a água que
habitualmente se acumula
no copo depois de o
fazermos gelar.
É uma colher comprida,
fina e roscada, ou seja,
com o corpo em forma de
parafuso. O mito urbano
de apenas se servir tónica
pela superfície roscada
não passa disso mesmo,
essenciais que exigimos
ao nosso gin.
de mito urbano.
ESPECIAL A ELITE DE DEZ BOTÂNICOS NO GIN A MAIORIA DOS GINS DO MUNDO PRODUZ RECEITAS
ESPECIAL
ESPECIAL

A ELITE DE DEZ BOTÂNICOS NO GIN

A MAIORIA DOS GINS DO MUNDO PRODUZ RECEITAS COM UMA BASE DE BOTÂNICOS E ESPECIARIAS QUE SÃO DEPOIS COMBINADOS COM ELEMENTOS CÍTRICOS OBTIDOS ATRAVÉS DA CASCA DE LARANJA, LIMÃO, LIMA E TORANJA. MAS QUAIS SÃO OS ELEMENTOS ESSENCIAIS QUE PODEMOS ENCONTRAR NO PERFUME E NA COMPOSIÇÃO DOS NOSSOS GINS ?

Alcaçuz
Alcaçuz
ESPECIAL A ELITE DE DEZ BOTÂNICOS NO GIN A MAIORIA DOS GINS DO MUNDO PRODUZ RECEITAS
ESPECIAL A ELITE DE DEZ BOTÂNICOS NO GIN A MAIORIA DOS GINS DO MUNDO PRODUZ RECEITAS

Canela ou cássia

Canela para versão mais doce, ou cássia para sabores mais picantes, muitas das receitas de gin optam pelas duas versões na sua composição. Foram os portugueses que trouxeram a canela para a Europa. O gin agradece.

Chamado de liquorice em Inglaterra ou regaliz em Espanha, eis o alcaçuz em Portugal. É um
Chamado de liquorice em Inglaterra
ou regaliz em Espanha, eis o alcaçuz
em Portugal. É um dos elementos
essenciais para adocicar o gin, pela
familiaridade que tem com o anis e
funcho. É uma raiz doce.
Gengibre
Cardamomo
O gengibre faz parte da linha da
frente de quase todos os gins e
também pode ser servido fresco
num perfect serve de gin tónico que
solicite esse contraste. É uma das
mais antigas especiarias na Europa.
Apesar de ser elemento comum na cozinha
asiática, o maior produtor de cardamomo
do mundo é a Guatelamala (por culpa de
um alemão). O sabor é fresco e picante,
como se misturasse citrino e malagueta. É
a terceira especiaria mais cara do mundo,
depois da baunilha e açafrão.

Noz-moscada

Está na cozinha de todos os portugueses a noz da moscadeira, cujo comércio nos anos 1500 também passou por mãos portuguesas. Hoje o gin não passa sem a noz. E nós sem ela.

ESPECIAL A ELITE DE DEZ BOTÂNICOS NO GIN A MAIORIA DOS GINS DO MUNDO PRODUZ RECEITAS
Pimentas
Pimentas

As cores das pimentas determinam as suas fases de amadurecimento: branca, preta, verde. Mas é a preta que mais vezes aparece nas receitas de gin. Outras essenciais? A cubeba e a pimenta-da- -Jamaica. Diz-se que os portugueses impediram a entrada de cubeba na Europa para garantir o negócio da pimenta-preta.

ESPECIAL A ELITE DE DEZ BOTÂNICOS NO GIN A MAIORIA DOS GINS DO MUNDO PRODUZ RECEITAS
ESPECIAL A ELITE DE DEZ BOTÂNICOS NO GIN A MAIORIA DOS GINS DO MUNDO PRODUZ RECEITAS

Zimbro

Gin sem zimbro não é gin – é álcool neutro ou vodca. O zimbro é a base de todos os gins. É uma baga doce que nasce da árvore Juniperus, e a única especiaria de origem conífera. Em Portugal prolifera na Beira interior, mas o melhor zimbro é encontrado em Itália e Balcãs.

Coentro

A semente seca de coentro ajuda a realçar o lado cítrico do gin, mesmo sem a presença de limões ou laranjas na receita (o que é raro). Um dos maiores produtores de coentros do mundo é Marrocos.

ESPECIAL A ELITE DE DEZ BOTÂNICOS NO GIN A MAIORIA DOS GINS DO MUNDO PRODUZ RECEITAS

Angélica

Mais do que um elemento, a raiz de angélica é um elo de comunicação e harmonia entre os vários botânicos do gin. Faz parte da primeira linha das receitas de gin.

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ESPECIAL O Gin está na moda
ESPECIAL
O Gin está na moda

OITO SÓCIOS FAZEM PARTE DESTA EMPRESA CRIADA EM OUTUBRO DE 2013

C arlos Alves, Frederico Patrício, ambos ligados à indústria farmacêutica, e Daniel Carvalho, gerente de projetos, estão na Gin Lovers desde o início.

Fomos saber como tudo começou e quais os planos para o futuro.

Como surgiu o Gin Lovers? Há quanto tempo? O projeto Gins Lovers surgiu no início de 2013 através de uma página de Facebook criada por Carlos Alves. O sucesso imediato da Gin Lovers no Facebook deu para perceber que havia uma comunidade de apreciadores em Portugal que estavam interessados em saber mais sobre os gins que começavam a surgir de Espanha e a entrar no mercado nacional. Alguns desses apreciadores decidiram encontrar-se um dia num jantar à esquina e a partir daí dinamizar a página de Facebook. Que entretanto desenvolveu para aquilo que somos e temos hoje: um site, uma APP, uma revista e até um bar no Vestigius Wine & Gin.

Quantos são e de onde são os fundadores? Neste momento somos oito sócios de uma empresa criada em outubro de 2013 (portanto estamos a celebrar um ano). Carlos Alves, Frederico Patrício, ambos ligados à indústria farmacêu- tica, e Daniel Carvalho, gerente de projetos, estão na Gin Lovers desde o início. Cláudio Cruz brand ambassador convidou Miguel Somsen, jornalista. Mais tarde chegaram Miguel Veiga Miranda, economista, José Lázaro, designer, e o empre- sário João Fernandes, através da entrada da Gin Lovers no Vestigius. Dois dos ele- mentos iniciais da Gin Lovers saíram em 2013: Eduardo Ascensão e Maria Cunha.

Têm organizado eventos ...

têm tido muita adesão? A Gin Lovers não

é uma empresa de eventos, mas de iniciativas. Já estivemos em muitos lados, já trabalhámos em muitos eventos, mas não somos propriamente uma empresa de eventos. Desde o início o nosso projeto foi de informação, conhecimento, divulgação, know how e aprendizagem do gin. Isso permite-nos estarmos na vanguarda da informação em tudo o que se trata de gin. Fazemos desde há um anos as Gin Lovers Experience, workshops de quatro horas com tudo sobre o mundo do gin. Em 2014, lançámos a primeira revista de Gin do mundo (Zest em edição online e papel). Este Natal lançamos o primeiro livro de gin em Portugal (a convite da Leya). Tudo com jornalistas, fotógrafos e autores nacionais. Depois de termos estado em alguns eventos gastronómicos de realce, como todos os Gin Tastings organizados pela Essência do Vinho, e até o Peixe em Lis- boa, começámos a fazer festas temáticas dedicadas sempre a uma marca de gin:

são as nossas Gin Lovers Party. Fizemos três este verão. Dizer que foi um sucesso é pouco. Acontecem sempre na última sexta-feira de cada mês no Vestigius Wine & Gin e o objetivo é servir sempre uma média de 500 a mil gins por noite. Vamos continuar. A próxima é no dia 31 de outubro, noite das bruxas.

ESPECIAL O Gin está na moda OITO SÓCIOS FAZEM PARTE DESTA EMPRESA CRIADA EM OUTUBRO DE

ESTAMOS MUITO FOCADOS NO NATAL DE 2014 PORQUE NÃO QUEREMOS DESILUDIR OS GIN LOVERS QUE JÁ ESTÃO AÍ A PENSAR NAS COMPRAS DE NATAL

A loja online é muito procurada? Quais o produtos que mais vendem? A loja online é sempre muito procurada e funciona sempre bem, felizmente. Há um ano começou a vender os nossos vouchers para as pri- meiras Gin Lovers Experience de início de 2014. Depois serviu para vender a primeira revista de gin do mundo (Zest by Gin Lovers). Mas o essencial este ano tem sido o merchandising: os copos, os instrumentos, os botâ- nicos, e as nossas Selections: caixas com botânicos e utensílios que este Natal vai desenvolver para versões de luxo e algumas mais portáveis (e mais pequenas). O Natal para nós vai ser muito importante porque sabemos que os portugueses apreciam muito o gin, querem saber tudo sobre o assunto e estão interessados nos produtos de excelência que vamos ter para oferecer na loja da ginlovers.pt. Uma das nossas Selections vai ser uma caixa com miniaturas. Ou seja, garrafitas pequenas das marcas mais vendidas em Por- tugal. São lindas de morrer. No fundo a loja online pretende ter todos os produtos que queremos estar a vender nas lojas físicas também. Apesar da revista Zest ser agora vendida em lojas físicas de todo o país, continua a vender muito online. Estamos muito felizes por isso.

Será um Gin uma moda para se estabelecer? É verdade que o gin está na boca de toda a gente, mas também é verdade que apenas deixou de estar porque ao longo dos anos perdeu qualidade e serviço. Na verda- de nunca desapareceu, apenas ficou adormecido. O regresso agora é feliz porque reúne uma grande quantidade de consumidores nacionais que não se revia nos outros destilados e espirituosos (que tal como o gin durante anos têm sido mal servidos). Por isso, sabemos que a permanência do gin estará sempre dependente da qualidade com que vier a ser oferecido. É por isso que a Gin Lovers trabalha a excelência e a qualidade, não o excesso e a linha de montagem. Queremos agradar. Aquilo que acontece no Vestigius Wine & Gin prova que esse agrado é recíproco: se as pessoas forem bem servidas, regressam. Se não forem, passam para outra moda. E elas têm sempre voltado.

Qual o próximo passo da Gin Lovers? O nosso próximo passo é sem- pre o dia de amanhã. É verdade que já temos muitos projetos e ideias para 2015, mas estamos muito focados no Natal de 2014 porque não queremos desiludir os gin lovers que já estão aí a pensar nas compras de Natal. Tiran- do isso, o nosso maior objetivo é manter o gin na moda, renovando as suas qualidades, valências e sabores. Até porque para 2015 já temos uma série de ideias para o Dia Nacional do Gin Tónico, uma celebração criada por nós em 2013 e que junta bares, restauração e garrafeiras em todo o País.

GIN & TONIC

BY SCHWEPPES

DESTACA-SE PELO SEU TOQUE AMARGO E SABOR SOFISTICADO, QUE ATRAVESSOU COM ELEGÂNCIA MAIS DE DOIS SÉCULOS DE HISTÓRIA, PROVANDO QUE O CLÁSSICO REALMENTE NUNCA SAI DE MODA

Como surgiu e como tem evoluído?

Criada em 1783, por Jacob Schweppe, Schweppes foi o pri- meiro refrigerante do mundo. Schweppes está presente em quase todos os países e a sua forte personalidade é espe- cialmente indicada para consumidores adultos e sofisticados. Com mais de 230 anos de existência, Schweppes é um ícone cuja qualidade e carácter único a tem mantido como líder em Tónica e Ginger Ale, categorias que ela própria criou, sendo sempre uma marca original e autêntica. Toda a sua estratégia e linguagem ao longo do tempo foi coerente com estes valo- res, bem como a oferta de produtos diferenciadores.

O Gin está na moda e veio para ficar. Como se tem adaptado a Schweppes a este fenómeno? Sendo o Gin, em particular o Gin Tónico uma bebida que se tem renovado e surpreendido com criativos cocktails para todo o tipo de paladares, Schweppes tem sido a combinação perfeita e de sucesso. A nossa gama “Premium Mixers” desenhada para combinar com os destilados de qualidade superior – Tónica Original, Tónica Pimenta Rosa, Tónica Gengibre e Cardamomo e o recente lançamento da Tónica Flor de Laranjeira e Lavan- da – enaltece os aromas do gin, ajudando a criar uma bebida glamorosa, refrescante e trendy. Também os novos sabores Schweppes Lemon Dry e Laranja, que se apresentam de forma inesperada, original, bem humorada e com muito sabor, estão a ter uma excelente aceitação junto dos portugueses. A par das várias novidades, a marca não poderia deixar de es- tar presente nos locais e momentos mais emblemáticos, como vários eventos temáticos que elevam o Gin Tónico em Portugal.

GIN & TONIC BY SCHWEPPES DESTACA-SE PELO SEU TOQUE AMARGO E SABOR SOFISTICADO, QUE ATRAVESSOU COM
ESPECIAL
ESPECIAL
GIN & TONIC BY SCHWEPPES DESTACA-SE PELO SEU TOQUE AMARGO E SABOR SOFISTICADO, QUE ATRAVESSOU COM

Mário Batista,

Marketing Manager

A tónica Schweppes é hoje uma das bebidas mais emblemáticas no mundo. Qual o segredo da marca para se manter no ”topo” durante tantos anos?

O segredo está na qualidade dos produtos, ponto essencial na filosofia da marca desde a sua criação, e no facto de nun- ca ter traído os seus valores, originalidade e autenticidade. A marca tem efetuado um esforço ao longo da sua história, com particular ênfase na segunda metade do século XX, prolongando-se até aos dias de hoje, de se manter atual e próxima. Este esforço visa o aproximar dos valores da marca aos valores da sociedade contemporânea sem nunca trair as suas origens. Schweppes possui hoje uma força invejável e o estatuto de marca ícone.

Quais as perspetivas da marca para o futuro?

A marca Schweppes tem grandes planos para o futuro. A marca vai encarar os anos vindouros da mesma forma como tem pautado a sua vida até agora, com ambição e inovação. Vamos continuar a apostar na qualidade dos nossos produ- tos e manter uma ligação ao nosso riquíssimo passado não esquecendo as necessidades e desafios que o mercado e os consumidores nos vão colocando a cada dia que passa.

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ESPECIAL
ESPECIAL

EL CORTE INGLÉS OFERECE MAIS DE

80 GINS

CADEIA DE SUPERMERCADOS PROCURA CORRESPONDER À PROCURA DO MERCADO E DISPONIBILIZA OPÇÕES NACIONAIS E INTERNACIONAIS, EXPLICA PEDRO ALMEIDA, RESPONSÁVEL DO SUPERMERCADO EL CORTE INGLÉS DE LISBOA.

Qual é atualmente a oferta de gin disponível no El Corte Inglés? No El Corte Inglés fazemos um esforço permanente para oferecer aos clientes a maior variedade, exclusividade e especialização em todas as áreas e catego- rias de produto. O Gin é exemplo desse nosso esforço. Sempre tivemos uma variedade apreciável, que amplificámos com dezenas de marcas novas e de complementos extraordinários. Neste momento, é possível encontrar no Bar de Gin do Supermercado El Corte Inglés mais de 80 refe- rências de marcas nacionais e internacionais e enriquecê-las com dezenas de botânicos e opções de marcas de águas tónicas.

Além do gin, que outros produtos complementares podem os clientes encontrar aqui?

Junto ao Bar de Gin estão disponíveis cerca de 45 referências de águas tónicas, de-

zenas de botânicos, uma extensa variedade de frutas e legumes frescos, acessórios para preparar e servir, como copos, medidores.

Existem cursos de gin ministrados no ou pelo El Corte Inglés? Onde e a quem se destinam?

Não existe propriamente um curso, mas oferecemos ações de demonstração e degustação. Por outro lado, os nossos vendedores têm formação específica e frequente, o que lhes permite serem verdadeiros assessores personalizados e oferecer aos clientes explicações informadas.

ESPECIAL EL CORTE INGLÉS OFERECE MAIS DE 80 GINS CADEIA DE SUPERMERCADOS PROCURA CORRESPONDER À PROCURA

O CONSUMO DESTA BEBIDA CRESCEU BASTANTE AO LONGO DESTE ANO E ESTA TEN- DÊNCIA TEM-SE MANTIDO

Em que eventos relacionados com o gin tem estado envolvido o El Corte Inglés e como?

O Gin tem sido um grande protagonista nos eventos desenvolvidos no supermer- cado, designadamente a criação e inauguração do Bar de Gin e a apresentação das revistas ZEST do projecto Gin Lovers, ao qual o El Corte Inglés se associa desde a primeira hora. Trata-se de um projeto singular, criado por um grupo de aprecia- dores e apaixonados pelo Gin, que decidiu reunir opiniões, factos e curiosidades e desvendar tudo sobre o gin. Aliás, estes amantes do Gin criaram a única revista do mundo sobre esta bebida, que foi, de resto, apresentada no nosso espaço do Gin. No próximo dia 6 de novembro o supermercado de Lisboa será palco da apresen- tação do livro Vamos beber um Gin?, publicação que é também fruto deste projeto Gin Lovers. O livro é da autoria de Miguel Sommsen e Daniel Carvalho. Na ocasião, será possível degustar diferentes gins e as infinitas misturas que lhes conferem distintos sabores.

Como tem sido a procura do público em relação a esta bebida?

O consumo desta bebida cresceu bastante ao longo deste ano e esta tendência tem- -se mantido, designadamente com a vontade de conhecer novas marcas e de expe- rimentar novas combinações. É muito interessante perceber que, após a explosão de consumo do gin e da descoberta das várias tónicas e botânicos, se assista agora à experimentação e criação de uma infinidade de cocktails com Gin. Aliás, esta bebida é tão versátil e tem tanta personalidade ao mesmo tempo que pode ser misturada com outros sabores, sem perder identidade.

ESPECIAL
ESPECIAL

HENDRICK’S

A MOST UNUSUAL GIN

DEFINIDO COMO UM “GIN DESTILADO” PELA UNIÃO EUROPEIA, O GIN SUPER-PREMIUM HENDRICK’S É FEITO COM UMA SÉRIE DE INUSITADOS INGREDIENTES PARA RESULTAR NUMA COMBINAÇÃO MUITO CURIOSA

  • D esde os meados do século XIX, com o início do gin gen- trificado, a criação da variedade “London” sem açúcar,

que tem havido uma grande agitação entre os amantes desta maravilhosa bebida. O que confere ao Hendrick’s o seu sabor distintivo? Entre as 11 botânicas diferentes encontra-se as sementes de corian- dro altamente aromáticas – evocando o gengibre, limão e sál- via – que adquirimos da Europa do Leste e Marrocos. As bagas de zimbro da Itália fornecem um sabor exótico, picante e agri- doce. As sementes suaves de angélica, importadas de França e da Bélgica, que são consideradas por muitos por terem poderes curativos e protetores. A ajudar a ligar todos estes sabores para criar uma mistura complexa está a raiz de íris, que é envelheci- da até três anos. Casca de limão, camomila, pimenta-de-cubeba, casca de laranja, flor de sabugueiro, ulmária e sementes de alcaravia também estão entre as 11 variadades botânicas. Dois ingredientes curiosamente maravilhosos são me- ticulosamente infundidos na bebida de um lote de cada vez. O primeiro é um lindo toque de rosa, que é extraído por pres- sionar suavemente o óleo das pétalas. Em seguida, vem o golpe de misericórdia - pepinos, cuja essência é obtida pela mistura

ESPECIAL HENDRICK’S A MOST UNUSUAL GIN DEFINIDO COMO UM “ GIN DESTILADO” PELA UNIÃO EUROPEIA, O

de fruta fresca e, em seguida, de misturar a polpa com água. O que há de tão especial na forma como o Hendrick’s é feito? HENDRICK’S é o único gin feito através de uma combina- ção de alambique Carter-Head com alambique de cobre. Apesar de usarem a mesma palete de botânicas, os dois alambiques produzem bebidas bastante diferentes. Os alambiques foram adquiridos num leilão pelo Sr. Charles Gordon em 1966 e fica-

ESPECIAL HENDRICK’S A MOST UNUSUAL GIN DEFINIDO COMO UM “ GIN DESTILADO” PELA UNIÃO EUROPEIA, O

ram por utilizar até que a família decidiu começar a produzir HENDRICK’S em 1999. Um dos poucos remanescentes no mundo, o alambique Carter-Head foi originalmente construído em 1948, mas foi cuidadosamente restaurado pelos caldeireiros residentes na destilaria do HENDRICK’S. Ao “banhar” gentilmente os ingre- dientes em vapores, produz uma bebida maravilhosamente leve e suave. O nosso alambique de cobre, datado de 1860, é um dos mais antigos na indústria e ferve as botânicas para pro- duzir uma bebida de maior profundidade de sabor e carácter. Ao combinar as bebidas dos dois alambiques - em proporções conhecidas apenas pela Master Destiller - criamos um gin com uma suavidade, carácter único e equilíbrio de sabores. Porque é feito na Escócia? HENDRICK’S é feito pela multi- premiada destilaria do Ano, William Grant & Sons - mais co- nhecidos pela sua produção de whisky – em Girvan, nas costa sudoeste da Escócia. A água suave da planície fornece um meio perfeito para a bebida de cereais e paletes botânicas. A fonte de água é partilhada com uma destilaria de whisky vizinha, e os produtores de whisky têm em elevada consideração o seu abastecimento de água.

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ESPECIAL
ESPECIAL

GIN BEEFEATER 24

INSPIRADO EM COMO SE FAZ UM BOM CHÁ

O CRIADOR DO HISTÓRICO GIN BEEFEATER TAMBÉM ERA UM FAMOSO COMERCIANTE DE CHÁ E FOI EXATAMENTE DO CHÁ QUE VEIO A INSPIRAÇÃO PARA ELABORAR O BEEFEATER 24.

  • C omo diz o nome do Gin, bastam apenas 24 horas para

que as exóticas botânicas usadas no Beefeater 24 – que inclui plantas raras usadas em chás da china – sejam mergulhadas juntas, sob o cuidado e inspeção rigorosa de Des- mond Payne, um dos master distil- lers mais experientes do mundo. Para além de um Gin equili- brado e saboroso, apresenta-se em uma bela garrafa com decorações que retoma o design das garrafas do inicio do séc. XX.

BEEFEATER 24 COM CHÁ DE ANDALUZIA AROMATIZADO COM TORANJA INGREDIENTES: • 5 cl de Beefeater 24
BEEFEATER 24 COM CHÁ DE ANDALUZIA
AROMATIZADO COM TORANJA
INGREDIENTES:
• 5 cl de Beefeater 24 • 2 cascas de toranja • 1 colher de chá de Andaluzia
• 20 cl de água tónica • Gelo
Aromatizar o bucal de um copo de balão com as cascas de toranja.
Colocar 5 cl de Beefeater 24 e com um infusor de chá efetuar a infusão
agitando o mesmo no Beefeater 24 durante 30 segundos. Acrescentar
gelo até ao topo do copo e finalmente verter cuidadosamente a água
tónica para que perca a menor quantidade de gás possível.
BEEFEATER 24 AROMATIZADO COM CHÁ MAÇÃ E CANELA INGREDIENTES: • 5 cl de Beefeater 24 •
BEEFEATER 24 AROMATIZADO
COM CHÁ MAÇÃ E CANELA
INGREDIENTES:
• 5 cl de Beefeater 24 • 1 colher de chá de maçã e canela • 2 gomos de maçã
• 1 Pau de canela • 20 cl de água tónica • gelo
No fundo de um copo de balão colocar o Beefeater 24 e fazer
a infusão diretamente por 30 segundos. Acrescentar gelo e água tónica
cuidadosamente para que perca a menor quantidade de gás possível.
Finalmente raspar com uma faca o pau de canela de forma
a aromatizar a bebida.

BEEFEATER 24 COM TORANJA E SALSA

INGREDIENTES:

• 5 cl de Beefeater 24 • 2 cascas de toranja • 20 cl de água tónica • 1 raminho de salsa • Gelo

Aromatizar o bucal de um copo de balão com as cascas de toranja. Esta operação faz-se comprimindo a parte laranja no bucal do copo, deixando depois cair para dentro do copo. Acrescenta-se Beefeater 24, gelo até topo. Finalmente verter a água tónica cuidadosamente de forma a que perca a menor quantidade de gás possível. Decore com salsa.

ESPECIAL
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ESPECIAL 19
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Gin Lovers, Lda
Espaço Amoreiras - Rua D. João V, 24 - escritório 1.03 - sala 11, 1250-091 Lisboa
tel. 210 415 920 | geral@ginlovers.pt
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