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CLP Histórico

Surgido em 1968 na Divisão de Hidramáticos da GM;

Substituição aos Painéis de Relés;

Nomenclatura: CP, PLC e CLP.

CLP Controlador Lógico Programável

ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais.

NEMA (National Electrical Manufacturers Association), é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória

programável para armazenar internamente instruções e

para implementar funções específicas, tais como lógica,

seqüenciamento, temporização, contagem e aritmética, controlando, por meio de módulos de entradas e saídas, vários tipos de máquinas ou processos.

CLP Controlador Lógico Programável

Características atuais:

Menor Ocupação de espaço;

Menor potência elétrica requerida; Reutilização;

Maior confiabilidade;

Maior flexibilidade, satisfazendo um maior número de aplicações;

Número de condutores usados para interligar os sistemas de controle aos sensores e atuadores, além de

propiciar a distribuição da inteligência por todo o

processo.

CLP Controlador Lógico Programável

Características atuais:

Permite a interface através de rede de comunicação com

outros CLP’s e microcomputadores;

Menor tempo de projeto do sistema.

Capacidade de operação em ambiente industrial.

Hardware e/ou dispositivo de fácil controle e rápida

programação ou reprogramação, com a mínima

interrupção da produção.

Famílias de CLP’s DA ALLEN BRADLEY

Tipos de PLC:

Fixo:

Provê o sistema de alimentação, as entradas e saídas, e o

processador em uma única unidade.

de alimentação, as entradas e saídas, e o processador em uma única unidade. Automação Industrial -
de alimentação, as entradas e saídas, e o processador em uma única unidade. Automação Industrial -

Famílias de CLP’s DA ALLEN BRADLEY

Tipos de PLC:

Modular:

Provê cada funcionalidade em módulos separados.

BRADLEY Tipos de PLC: Modular: Provê cada funcionalidade em módulos separados. Automação Industrial - Marcos Lima
BRADLEY Tipos de PLC: Modular: Provê cada funcionalidade em módulos separados. Automação Industrial - Marcos Lima
BRADLEY Tipos de PLC: Modular: Provê cada funcionalidade em módulos separados. Automação Industrial - Marcos Lima
BRADLEY Tipos de PLC: Modular: Provê cada funcionalidade em módulos separados. Automação Industrial - Marcos Lima

ESCOLHA DA CPU

ESCOLHA DA CPU Automação Industrial - Marcos Lima 7

ESCOLHA DA CPU

*Até 960 E/S locais *Até 64K palavras *0,9 ms/K

ESCOLHA DA CPU *Até 960 E/S locais *Até 64K palavras *0,9 ms/K Automação Industrial - Marcos

PROCESSADOR - CHAVE

Posição PROG: habilita o processador a ser programado, para

qualquer execução e impede que passe para RUN

remotamente;

Posição REMPROG: permite que o processador seja

programado e que passe para RUN remotamente (LED RUN

apagado);

Posição RUN: inicia a execução do código na memória,

impede que o processador seja programado remotamente e

não permite download;

Posição REMRUN: o programa continua em execução e

permite que o processador seja programado .

ESCOLHA DOS MÓDULOS

ESCOLHA DOS MÓDULOS Automação Industrial - Marcos Lima 10
Fonte ESCOLHA DOS MÓDULOS Slot 0 Slot 1 Slot 2 Slot 3 Slot 4 Slot

Fonte

ESCOLHA DOS MÓDULOS

Fonte ESCOLHA DOS MÓDULOS Slot 0 Slot 1 Slot 2 Slot 3 Slot 4 Slot 5

Slot 0

Slot 1 Slot 2 Slot 3 Slot 4 Slot 5 Slot 6

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO

24 Vdc
24 Vdc

I:1/0

Exemplos de Entradas:

a)

Botoeira;

b)

Pressostato;

c)

Termostato;

d)

Chave de Nível;

e)

Chave de Fluxo;

f)

Fim de Curso;

g)

Status de Motor;

h)

Etc.

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO

24 Vdc
24 Vdc

I:1/0

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO O:2/0 24 Vdc Automação Industrial - Marcos Lima 14

O:2/0

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO O:2/0 24 Vdc Automação Industrial - Marcos Lima 14

24 Vdc

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO O:2/0 24 Vdc Automação Industrial - Marcos Lima 15

O:2/0

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO O:2/0 24 Vdc Automação Industrial - Marcos Lima 15

24 Vdc

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO

CJC - + TE CJC
CJC
-
+
TE
CJC

I:3.0

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17

I:4.0

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17
INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17
INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17
INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17
INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17
INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17
INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17

O:4.0

INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17
INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17
INTERLIGAÇÃO DE MÓDULO I:4.0 O : 4 . 0 Automação Industrial - Marcos Lima 17

CICLO DE OPERAÇÃO DO CONTROLADOR

CICLO DE OPERAÇÃO DO CONTROLADOR 1-Input scan 2-Program scan 3-Output scan Automação Industrial - Marcos Lima

1-Input scan2-Program scan 3-Output scan

2-Program scan1-Input scan 3-Output scan

3-Output scan1-Input scan 2-Program scan

Linguagem de Programação
Linguagem de Programação

Programação de CLP conforme norma IEC 61131-3:

Linguagens Gráficas

Diagramas de Funções Seqüenciais (Sequential Function Chart SFC);

Diagrama de Blocos de Funções (Function Block Diagram FBD);

Diagramas de Contatos (ladder Diagram LD).

Linguagens Textuais

Lista de Intruções (Instrution List IL);

Texto Estruturado (Structured Text ST).

Linguagem Ladder
Linguagem Ladder

Características:

Primeira linguagem para programação de CLP;

Linguagem Gráfica desenvolvida com o os mesmos conceitos dos diagramas elétricos que utilizam bobinas e contatos;

Regras gerais:

Linhas Verticais: linhas-mãe ou linhas de alimentação;

As saídas estão sempre na direita;

O fluxo de execução ocorre de cima para baixo e da esquerda para a direita;

A habilitação das linhas horizontais depende da lógica de acionamento à sua esquerda.

Programa em Ladder
Programa em Ladder
Programa em Ladder Automação Industrial - Marcos Lima 21
Linguagem Ladder
Linguagem Ladder

Vantagens:

Possibilidade de uma rápida adaptação do pessoal técnico

(semelhança com diagrama elétrico);

Possibilidade de aproveitamento do raciocínio lógico na elaboração de um comando feito com relés;

Fácil visualização dos estados das variáveis sobre o

diagrama ladder permitindo uma rápida manutenção do

software;

Documentação fácil e clara;

Símbolos padronizados e mundialmente aceitos pelos usuários e fabricantes;

Linguagem de programação mais difundida e aceita

industrialmente.

Linguagem Ladder
Linguagem Ladder

Desvantagens:

Uso em lógicas mais complexas e extensas é bastante difícil;

Edição mais lenta;

Programadores que não conhecem operação de relés tem dificuldades com essa linguagem.

Dados

Programa

MEMÓRIA DO SLC

Dados Programa MEMÓRIA DO SLC O0 - Saída I1 - Entrada S2 - Status B3 -
Dados Programa MEMÓRIA DO SLC O0 - Saída I1 - Entrada S2 - Status B3 -

O0 - Saída

I1 - Entrada

S2 - Status

B3 - Bit

T4 - Temporizador

C5 - Contador

0 System

R6 - Controle

1

Reservado

N7 2 Ladder - Inteiro Principal

F8 - Flutuante 3 Usuário

X9

255 X255 Usuário

MEMÓRIA (4k words ) DO SLC

Tipo Dado 15 14 13 12 11 10 9 7 8 6 5 4 3
Tipo Dado
15
14
13
12 11
10
9 7
8 6
5 4
3
2
1 0
Status
0
0
1
1 0
0
1 0
1 0
1 1
0
0
1 1
0000
Bit
0
0
1
1 0
0
1 0
1 0
1 0
0
0
1 1
0000
Temporizador
0
0
1
1 0
0
1 0
1 0
1 1
0
0
1 1
0000
Contador
0
0
1
1 0
0
1 0
1 0
1 1
0
0
1 1
0000
Controle
0
0
1
1 0
0
1 0
1 0
1 0
0
0
1 1
0000
Inteiro
0
0
1
1 0
0
1 0
1 0
1 1
0
0
1 1
0000
Flutuante
0
0
1
1 0
0
1 0
1
0
1 1
0
0
1 1
0000

ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS DE DADOS

ENDEREÇAMENTO DIRETO.

O DADO ARMAZENADO NO ENDEREÇO ESPECIFICADO É USADO NA INSTRUÇÃO.

Exemplos:

N7:0

T4:10.ACC

ESPECIFICADO É USADO NA INSTRUÇÃO. Exemplos: N7:0 T4:10.ACC I:1/1 I:4.0 O:4.0 Automação Industrial - Marcos Lima
ESPECIFICADO É USADO NA INSTRUÇÃO. Exemplos: N7:0 T4:10.ACC I:1/1 I:4.0 O:4.0 Automação Industrial - Marcos Lima

I:1/1

I:4.0

O:4.0

ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS DE DADOS

B3

15

14

13

12

11

10

 

9 8

7

6

 

5 4

3

2

 

1 0

15 14 13 12 11 10   9 8 7 6   5 4 3 2

0

0

 

1 0

1 0

   

1 1

0

0

 

1 1

0

0

 

1 1

0

0

0

 

1 0

1 0

   

1 1

0

0

 

1 X

0

0

 

1 1

1

0

0

 

1 0

1 0

   

1 X

0

0

 

1 1

0

0

 

1 1

2

 
 
0 0   1 1 0 0   1 1 2   0 0   1
0 0   1 1 0 0   1 1 2   0 0   1

0

0

 

1

 

1

 

0

 

0

1

 

1

0

0

1

 

1

0

0

1

 

1

255

 
 

B3:1/4 = B3/20

 
 

40

   

B3/40 = B3:2/8

8

 

2

ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS DE DADOS

T4

0000h

 

0000h

0

0000h

0000h

 

0000h

1

0000h

0000h   0000h 0 0000h 0000h   0000h 1 0000h
0000h   0000h 0 0000h 0000h   0000h 1 0000h
0000h   0000h 0 0000h 0000h   0000h 1 0000h

C5

0000h

 

0000h

255

0000h

0000h

 

1000h

0

0100h

0010h

 

0001h

1

3000h

0400h   0050h 255 6000h
0400h   0050h 255 6000h
0400h   0050h 255 6000h

0400h

 

0050h

255

6000h

ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS DE DADOS

N7

xxxx

0

yyyy

1

zzzz

2

tttt

3

xxxx 0 yyyy 1 zzzz 2 tttt 3 tttt 255
xxxx 0 yyyy 1 zzzz 2 tttt 3 tttt 255
xxxx 0 yyyy 1 zzzz 2 tttt 3 tttt 255

tttt

255

F8

bbbb 0 ccccc dddd 1 eeee ffff 255 gggg
bbbb
0
ccccc
dddd
1
eeee
ffff
255
gggg

ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS DE DADOS

Os

alfanuméricos

separados por delimitadores, tais como: o dois-pontos, o ponto, e a barra.

endereços

são

compostos

de

caracteres

 

:

/

I = Entrada

Slot

Bit

O = Saída

 

:

/

I = Entrada

Slot

Palavra

O = Saída

0 16 bits

0 ou 1 32 bits

Bit (0 15)

Exemplos:

I:1/5

O:1/2

I:1.0/5

I:1.1/5

ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS DE DADOS

:

/

Tipo e Número

Elemento

Palavra

do arquivo

Slot

Canal

Bit

Os arquivos de Saída e Entrada possuem elementos de 1 palavra, onde cada elemento é especificado pelo número de slot e palavra.

Os Temporizadores e Contadores possuem três de palavras.

Os arquivos de Status, Bit e Inteiro possuem elementos de 1 palavra.

E o bit pode ser substituído por letras em caso de arquivos T, C e R.

ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS DE DADOS

ARQUIVOS DEFINIDOS PELO USUÁRIO

TIPO ARQUIVO

IDENTIF.

BIT

B

TIMER

T

COUNTER

C

CONTROL

R

INTERGER

N

FLOAT

F

PID

PD

MESSAGE

MG

BLOCK TRANSFER

BT

F PID PD MESSAGE MG BLOCK TRANSFER BT SLC 500 1200/1500 CLP 5 9-255 9-255 3-999

SLC 500

1200/1500

CLP 5

MG BLOCK TRANSFER BT SLC 500 1200/1500 CLP 5 9-255 9-255 3-999 9-255 9-255 3-999

9-255

9-255

3-999

9-255

9-255

3-999

9-255

9-255

3-999

9-255

9-255

3-999

9-255

9-255

3-999

9-255

9-255

3-999

9-255

3-999

9-255

3-999

 

3-999

3-999 9-255 9-255 3-999 9-255 9-255 3-999 9-255 3-999 9-255 3-999   3-999

OBS.: QUANDO SE DIGITA UM IDENTIFICADOR COM UM NÚMERO EM UMA

INSTRUÇÃO, O APLICATIVO (RS Logix) RESERVA AUTOMATICAMENTE AQUELE

ESPAÇO DA MEMÓRIA PARA ESTE DETERMINADO TIPO DE ARQUIVO, NÃO PERMITINDO OUTRO TIPO DE ARQUIVO PARA O MESMO NÚMERO.

INSTRUÇÕES DE BIT

XIC - EXAMINE SE FECHADO (Examine If Closed);

XIO - EXAMINE SE ABERTO (Examine If Open);

OTE - ENERGIZAR SAÍDA (Output Energize);

OTL - RETER SAÍDA (output Latch);

OTU - LIBERAR SAÍDA (Output Unlatch);

OSR SUBIDA DO MONOESTÁVEL (One Shot Rising);

XIC - EXAMINE IF CLOSE

XIC Examina a condição do dispositivo de entrada ou do estado do Bit Símbolo:

do dispositivo de entrada ou do estado do Bit Símbolo: Examine se o dispositvo de entrada

Examine se o dispositvo de entrada está Fechado

 

Dispositivo de Entrada

Estado do Bit

Instrução XIC

Tempo execução (5/03)

Fechado

On - 1

Verdadeira

0.44

s

Aberto

Off - 0

Falsa

0.44

s

Modos de Endereçamento

Parâmetro

Bit fonte

Endereçamento válido

Tipos de arquivos válidos

Direto

O,I,S,B,T,C e N

Exemplos: I:1/0

O:4/3

XIO - EXAMINE IF OPEN

XIO Examina a condição do dispositivo de entrada ou do estado do Bit Símbolo:

do dispositivo de entrada ou do estado do Bit Símbolo: Examine se o dispositvo de entrada

Examine se o dispositvo de entrada está Abero

Dispositivo de Entrada Aberto Fechado Estado do Bit Instrução XIO Tempo execução (5/03) Off -

Dispositivo de Entrada

Aberto

Fechado

Dispositivo de Entrada Aberto Fechado Estado do Bit Instrução XIO Tempo execução (5/03) Off - 0

Estado do Bit

Instrução XIO

Tempo execução (5/03)

Off - 0

Verdadeira

0.44

s

On - 1

Falsa

0.44

s

Off - 0 Verdadeira 0.44  s On - 1 Falsa 0.44  s

Modos de Endereçamento

Parâmetro

Bit fonte

Endereçamento válido

Tipos de arquivos válidos

Direto

O,I,S,B,T,C e N

Exemplos: I:1/0

O:4/3

OTE - OUTPUT ENERGIZE

OTE Aciona a Saída em função da lógica da linha do programa.

Símbolo:

em função da lógica da linha do programa. Símbolo: Aviso! Nunca use a mesma saída OTE

Aviso!

Nunca use a mesma saída OTE em mais de um local

no seu programa lógico.

Energizar Saída

Lógica da linha prog.

Estado do Bit

Disp. de Saída

Tempo execução (5/03)

Verdadeira 1 Energizado 0.63  s Falsa 0 Desenergizado 0.63  s
Verdadeira 1 Energizado 0.63  s Falsa 0 Desenergizado 0.63  s
Verdadeira 1 Energizado 0.63  s Falsa 0 Desenergizado 0.63  s

Verdadeira

1

Energizado

0.63

s

Falsa

0

Desenergizado

0.63

s

Verdadeira 1 Energizado 0.63  s Falsa 0 Desenergizado 0.63  s
Verdadeira 1 Energizado 0.63  s Falsa 0 Desenergizado 0.63  s

Exemplo de endereçamento para instrução OTE:

O:2/0

B3/15

OTE - OUTPUT ENERGIZE

Lógica padrão para ligar e desligar uma saída OTE.

Lógica liga.
Lógica liga.
Lógica desliga. (
Lógica desliga.
(
Selo para manter a saída energizada enquanto não for acionada a lógica de desliga.
Selo para manter a saída
energizada enquanto não
for acionada a lógica de
desliga.
energizada enquanto não for acionada a lógica de desliga. Saída ) Saída Automação Industrial - Marcos

Saída

)

energizada enquanto não for acionada a lógica de desliga. Saída ) Saída Automação Industrial - Marcos
energizada enquanto não for acionada a lógica de desliga. Saída ) Saída Automação Industrial - Marcos

Saída

OTE - OUTPUT ENERGIZE

OTE - OUTPUT ENERGIZE Automação Industrial - Marcos Lima 38

Exercício

1) Elaborar programa em ladder para ligar e desligar uma bomba.

BL BD Bomba I:1/0 I:1/1 O:2/0 ( ) Bomba O:2/0
BL
BD
Bomba
I:1/0
I:1/1
O:2/0
(
)
Bomba
O:2/0

Exercício

2) Elaborar um programa para controlar dois relés (R1 e R2) de tal maneira que R1 pode atuar de forma independente e R2 só pode atuar se R1 estiver ligado, mas pode continuar ligado após o desligamento de R1. Os relés são ligados pelas botoeiras L 1 e L2, e são desligados pelas botoeiras D1 e D2

são ligados pelas botoeiras L 1 e L2, e são desligados pelas botoeiras D1 e D2

OTL - OUTPUT LATCH

OTL Energiza a Saída com Retenção se a lógica da linha do programa for verdadeira.

Símbolo:

se a lógica da linha do programa for verdadeira. Símbolo: Energizar Saída com Retenção Lógica da

Energizar Saída com Retenção

Lógica da linha programa

Estado Bit

1 a varredura

2 a varredura

F

F

F

V

V

F

V

V

Disp. de Saída

inicial

final

inicial

final

0

0

Cond. ant.

Cond. ant.

0

1

Cond. ant.

Ligado

1

0

Ligado

Ligado

1

1

Ligado

Ligado

Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado
Cond. ant. Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Ligado 1 0 Ligado Ligado 1 1 Ligado

OTU - OUTPUT UNLATCH

OTU Desenergiza a Saída com Retenção se a lógica da linha do programa for verdadeira.

Símbolo:

se a lógica da linha do programa for verdadeira. Símbolo: Desenergizar Saída com Retenção Lógica da

Desenergizar Saída com Retenção

Lógica da linha programa

Estado Bit

1 a varredura

2 a varredura

F

F

F

V

V

F

V

V

Disp. de Saída

inicial

final

inicial

final

0

0

Cond. ant.

Cond. ant.

0

1

Cond. ant.

Desligado

1

0

Desligado

Desligado

1

1

Desligado

Desligado

Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado
Cond. ant. 0 1 Cond. ant. Desligado 1 0 Desligado Desligado 1 1 Desligado Desligado

OTL - OUTPUT LATCH e OTU - OUTPUT UNLATCH

Exemplo de endereçamento para instrução OTL e OTU:

O:2/0

B3/15

Observações:

Caso o PLC passe do modo Operação para Programação ou na queda de alimentação, a última instrução verdadeira de Energizar ou Desenergizar Saída com Retenção continua a controlar o BIT de memória.

Ao retornar ao modo Operação ou no caso da alimentação

ser restaurada, o controlador inicialmente varre todas as

linhas como se fossem falsas. As instruções retentivas

mantêm seus estados.

OTL - OUTPUT LATCH e OTU - OUTPUT UNLATCH

Lógica padrão para ligar e desligar uma saída retentiva.

Lógica liga.
Lógica liga.
para ligar e desligar uma saída retentiva. Lógica liga. Saída ( L ) Lógica desliga. Saída

Saída

( L )

e desligar uma saída retentiva. Lógica liga. Saída ( L ) Lógica desliga. Saída ( U
e desligar uma saída retentiva. Lógica liga. Saída ( L ) Lógica desliga. Saída ( U
e desligar uma saída retentiva. Lógica liga. Saída ( L ) Lógica desliga. Saída ( U
Lógica desliga.
Lógica desliga.

Saída

( U )

OTL - OUTPUT LATCH e OTU - OUTPUT UNLATCH

OTL - OUTPUT LATCH e OTU - OUTPUT UNLATCH Automação Industrial - Marcos Lima 45

Exercícios

3) Elaborar um programa para controlar dois relés (R1 e R2) de tal maneira que R1 pode atuar de forma independente e R2 só pode atuar se R1 estiver ligado, mas pode continuar ligado após o desligamento de R1. Os relés são ligados pelas botoeiras L 1 e L2, e são desligados pelas botoeiras D1 e D2 utilizando instrução

OTL e OTU.

L2, e são desligados pelas botoeiras D1 e D2 utilizando instrução OTL e OTU. Automação Industrial

OSR - ONE SHOT RISING

A OSR é uma instrução de entrada condicional que dispara um

evento para ocorrer apenas uma vez.

Símbolo:

que dispara um evento para ocorrer apenas uma vez. Símbolo: OSR Use a OSR quando um

OSR

dispara um evento para ocorrer apenas uma vez. Símbolo: OSR Use a OSR quando um evento

Use a OSR quando um evento tiver de disparar com base em uma mudança de estado da linha de falso para verdadeiro, como disparado por uma tecla.

OSR - ONE SHOT RISING

1. Após uma varredura do programa a instrução OSR torna-se falso

mesmo se a condição da linha permanecer verdadeira;

2. O evento só será executado novamente quando ocorrer uma nova mudança de estado de falso para verdadeiro na linha;

3. O endereço usado pela instrução OSR Não é nem o endereço de referência nem o endereço de estado da instrução, é apenas um

endereço para que a instrução possa verificar seu estado anterior.

Esse endereço não deve ser utilizado em nenhum outro lugar do

programa.

OSR - ONE SHOT RISING

Aplicação:

B3:19/2 B3:19/3 B3:19/4 B3:19/5
B3:19/2
B3:19/3
B3:19/4
B3:19/5

Exercício

4) Dado um vaso separador água e petróleo, condições:

elabore um programa

que atenda as seguintes

a) Quando a chave LSH for acionada a válvula de óleo deve fechar e a de água deve abrir;

b) Quando a chave LSL for acionada a válvula de óleo deve abrir e a de água deve fechar;

chave LSL for acionada a válvula de óleo deve abrir e a de água deve fechar;

Exercícios

5) Dado um reservatório de líquido. Deve ser preenchido com o acionamento do motor de uma bomba M, segundo as condições:

a) O processo de enchimento deve iniciar quando o nível do líquido cair abaixo da LSL;

b) O enchimento deve cessar quando o nível atingir a chave LSH;

c) Incluir na lógica a possibilidade de comando manual de liga e desliga da bomba.

BL Bd
BL
Bd

Automação Industrial Ferdinando Natale (pg 90 Ex.1)

Exercício

6) Implementar lógica de controle de uma furadeira:

a) Com FC1 acionado e com um pulso do botão BL1, deve-se ligar o motor de descida M1 e o

motor de giro M2;

b) Quando FC2 for acionado, deve-se desligar o motor M1 e ligar o motor de subida M3;

c) Ao acionar FC1, devem-se desligar os motores M2 e M3.

o motor de subida M3; c) Ao acionar FC1, devem-se desligar os motores M2 e M3.

INSTRUÇÕES DE TEMPORIZADOR E CONTADOR

TON - TEMPORIZADOR NA ENERGIZAÇÃO (Timer On Delay);

TOF - TEMPORIZADOR NA DESENERGIZAÇÃO (Timer Off Delay);

RTO - TEMPORIZADOR RETENTIVO (Retentive Timer On);

RES - REARME (Reset);

CTU - CONTADOR CRESCENTE (Count Up);

CTD - CONTADOR DECRESCENTE (Count Down).

TON - TIMER ON DELAY

Use a instrução TON para atrasar a mudança de estado para

ON ou OFF de uma saída. O TON começa a contar (.ACC) de

acordo com a base de tempo a partir do instante que a condição da linha for verdadeira e enquanto se mantiver

verdadeira até chegar no valor de preset (.PRE).

REPRESENTAÇÃO NO APLICATIVO RSLOGIX:

TON

Timer

Preset

Accum

TIMER ON DELAY

T4:0

0.01

900

Timer Base

0

[EN] [DN]
[EN]
[DN]

TON - TIMER ON DELAY

TON - TEMPORIZADOR NA ENERGIZAÇÃO => CONTA INTERVALOS DE TEMPO QUANDO A CONDIÇÃO DA LINHA É VERDADEIRA.

Condição

On

de entrada

off

Bit

On

EN

off

Bit

On

TT

off

Bit

On

DN

off

Tempo

acumulado

Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
9s 3s
9s
3s

TON - TIMER ON DELAY

PALAVRAS USADAS NA INSTRUÇÃO DE TEMPORIZAÇÃO:

USO INTERNO

USO INTERNO WORD 0 EN TT DN WORD 1 VALOR PRÉ-SELECIONADO WORD 2 VALOR ACUMULADO
USO INTERNO WORD 0 EN TT DN WORD 1 VALOR PRÉ-SELECIONADO WORD 2 VALOR ACUMULADO

WORD 0

EN

TT

DN

WORD 1

VALOR PRÉ-SELECIONADO

WORD 2

VALOR ACUMULADO

15

14

13

EN - BIT DE HABILITAÇÃO DO TEMPORIZADOR => energizado quando a linha do programa é verdadeira. DN- BIT DE EXECUTADO => energizado quando o valor acumulado é igual

ao valor pré-selecionado e é desenergizado quando a linha é falsa.

TT- BIT DE TEMPORIZADO => energizado quando a condição da linha é verdadeira e o valor acumulado é menor que o valor pré-selecionado. Quando DN é energizado

ou a condição da linha é falsa, TT é desenergizado.

Preset: indica o valor que o temporizador vai contar;

ACC: indica o valor atual da contagem.

TOF - TIMER OFF DELAY

Use a instrução TOF para atrasar a mudança de estado para ON

ou OFF de uma saída. O TOF começa a contar (.ACC) de acordo

com a base de tempo a partir do instante que ocorre uma transição de verdadeiro para falso na condição da linha e enquanto se mantiver falsa até chegar no valor de preset (.PRE).

REPRESENTAÇÃO NO APLICATIVO RSLOGIX :

TOF

Timer

Preset

Accum

TIMER OFF DELAY

T4:0

0.01

900

Timer Base

0

[EN] [DN]
[EN]
[DN]

TOF - TIMER OFF DELAY

TOF -TEMPORIZADOR NA DESENERGIZAÇÃO => CONTA INTERVALOS DE TEMPO QUANDO A CONDIÇÃO DA LINHA É FALSA.

Condição

On

de entrada

off

Bit

On

EN

off

Bit

On

TT

off

Bit

On

DN

off

Tempo

acumulado

Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
Bit On TT off Bit On DN off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos
9s 3s
9s
3s

TOF - TIMER OFF DELAY

PALAVRAS USADAS NA INSTRUÇÃO DE TEMPORIZAÇÃO:

USO INTERNO

USO INTERNO WORD 0 EN TT DN WORD 1 VALOR PRÉ-SELECIONADO WORD 2 VALOR ACUMULADO
USO INTERNO WORD 0 EN TT DN WORD 1 VALOR PRÉ-SELECIONADO WORD 2 VALOR ACUMULADO

WORD 0

EN

TT

DN

WORD 1

VALOR PRÉ-SELECIONADO

WORD 2

VALOR ACUMULADO

15

14

13

EN - BIT DE HABILITAÇÃO => energizado quando a linha do programa é verdadeira. DN- BIT DE EXECUTADO => desenergizado quando o valor acumulado é igual ao valor pré-selecionado e é energizado quando a linha é verdadeira. TT- BIT DE TEMPORIZADO:

Energizado:

quando a condição da linha é falsa e o valor acumulado é menor que o valor pré-

selecionado.

Desenergizado:

DN é desenergizado ou a condição da linha é verdadeira.

RTO - RETENTIVE TIMER ON

Use

acumulado

verdadeiras.

a

instrução

RTO

o

durante

quando

qual

as

desejar

medir

condições

da

período

são

o

linha

REPRESENTAÇÃO NO APLICATIVO RSLOGIX :

RTO

T4:2

0.01

900

0

RETENTIVE TIMER ON

Timer

Timer Base

Preset

Accum

[EN]

0 RETENTIVE TIMER ON Timer Timer Base Preset Accum [ EN ] [ DN ] Automação

[DN]

RTO - RETENTIVE TIMER ON

RTO -TEMPORIZADOR RETENTIVO => CONTA INTERVALOS DE TEMPO QUANDO A CONDIÇÃO DA LINHA É VERDADEIRA E RETÉM O VALOR ACUMULADO, MESMO QUE:

A CONDIÇÃO DA LINHA SE TORNE FALSA;

O CONTROLADOR É ALTERADO DE OPERAÇÃO OU TESTE PARA PROGRAMAÇÃO;

O CONTROLADOR PERDE A ALIMENTAÇÃO (DESDE QUE A BATERIA DE BACK SEJA MANTIDA);

OCORRA UMA FALHA.

RTO - RETENTIVE TIMER ON

Condição

On

de entrada

off

Bit

On

EN

off

Bit

On

TT

off

Bit

On

DN

off

Instrução

On

de reset

off

Tempo

acumulado

DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima

9s

DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima

3s

DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima
DN off Instrução On de reset off Tempo acumulado 9s 3s Automação Industrial - Marcos Lima

RTO - RETENTIVE TIMER ON

PALAVRAS USADAS NA INSTRUÇÃO DE TEMPORIZAÇÃO:

USO INTERNO

USO INTERNO WORD 0 EN TT DN WORD 1 VALOR PRÉ-SELECIONADO WORD 2 VALOR ACUMULADO
USO INTERNO WORD 0 EN TT DN WORD 1 VALOR PRÉ-SELECIONADO WORD 2 VALOR ACUMULADO

WORD 0

EN

TT

DN

WORD 1

VALOR PRÉ-SELECIONADO

WORD 2

VALOR ACUMULADO

15

14

13

EN - BIT DE HABILITAÇÃO DO TEMPORIZADOR => energizado quando a linha do programa é verdadeira.

DN- BIT DE EXECUTADO => energizado quando o valor acumulado é igual

ao valor pré-selecionado e não é desenergizado quando a linha é falsa, apenas

quando a instrução RES for habilitada.

TT- BIT DE TEMPORIZADO => energizado quando a condição da linha é verdadeira

e o valor acumulado é menor que o valor pré-selecionado. Quando DN é energizado ou a condição da linha é falsa, TT é desenergizado.

RES - RESET

A instrução RES é usada para zerar temporizadores e contadores.

Quando as condições precedendo-a na linha são verdadeiras, RES

zera o valor acumulado e os bits de controle do temporizador ou contador.

Aviso!

Uma

RES sempre zera os bits de status e o valor acumulado. Isso pode causar

operação imprevisível da máquina ou ferimentos pessoais.

Não use a instrução RES para reinicializar uma instrução TOF.

Símbolo: ——( RES )——|

Exemplo:

reinicializar uma instrução TOF. Símbolo: —— ( RES ) —— | Exemplo: Automação Industrial - Marcos

Contador Crescente (CTU)

para

verdadeiro que ocorrem na condição lógica da linha. A cada

transição o valor do acumulador (ACC) é acrescido de uma unidade.

A instrução

CTU

conta

número

de

transições

de

falso

o

Obs.: A duração dos estados ON e OFF do sinal de entrada não deve

ser menor que o tempo de varredura do programa.

REPRESENTAÇÃO NO APLICATIVO RSLOGIX :

do programa. REPRESENTAÇÃO NO APLICATIVO RSLOGIX : CTU COUNT UP C5:0 10 0 Counter Preset Accum

CTU

COUNT UP

C5:0

10

0

Counter

Preset

Accum

[EN] [DN]
[EN]
[DN]

Contador Decrescente (CTD)

A

instrução

CTD

conta

o

número

de

transições

de

falso

para

verdadeiro

que

ocorrem

na

condição

lógica

da

linha.

A

cada

transição

o

valor

do

acumulador

(ACC)

é

decrescido

de

uma

unidade.

A duração dos estados ON e OFF do sinal de entrada não deve ser

menor que o tempo de varredura do programa.

REPRESENTAÇÃO NO APLICATIVO RSLOGIX :

do programa. REPRESENTAÇÃO NO APLICATIVO RSLOGIX : CTD COUNT DOWN C5:1 10 0 Counter Preset Accum

CTD

COUNT DOWN

C5:1

10

0

Counter

Preset

Accum

[EN] [DN]
[EN]
[DN]

Contador Crescente / Decrescente (CTU e CTD)

Elemento do Arquivo de Dados do Contador

 

15

14

13

12

11

10

9

8

7

6

5

4

3

2

1

0

Palavra 0

CU CD DN OV UN

Não Usado.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Palavra 1

Valor Predefinido

 

Palavra 2

Valor Acumulado

 

Valor Acumulado (ACC)

É o número de transições falso-para-verdadeiro que ocorreram.

Valor Predefinido (PRE)

O valor predefinido é o ponto pré-programado que você fornece à instrução contador. Quando o valor acumulado torna-se igual a ou maior que o valor predefinido, o bit de status pronto “DN” é ativado. Você pode usar esse bit para controlar um dispositivo de saída.

Contador Crescente / Decrescente (CTU e CTD)

Bits de Instrução:

11 = Bit UN (estouro negativo em contagem abaixo)

12 = Bit OV (estouro de contagem acima)

13 = Bit DN (pronto)

14 = Bit CD (ativar contagem abaixo)

15 = Bit CU (ativar contagem acima)

O valor acumulado é mantido após a instrução CTU ou CTD ir para falso, e quando a alimentação do processador é removida e restaurada. E também, o status ativado ou

desativado de bits de fim de contagem, estouro e estouro negativo é mantido. O valor

acumulado e os bits de controle são reinicializados quando uma RES é ativada.

Exercícios

7) Faça um diagrama ladder para um sistema que precisa que uma lâmpada passe 6,3 segundos ligada e 6,3

segundos desligada.

8) Faça uma partida direta de motor e coloque uma lógica de programação impeça o motor de partir duas vezes

seguidas no período de dez segundos, utilizando um

temporizador TOF.

9) Implemente um semáforo que seja ligado e desligado por uma chave retentiva. Tempos: vermelho 9s, amarelo

3s e verde 6s.

Exercícios

10) Programar um acionamento seqüencial para a partida de 4 motores a cada 5 segundos usando um botão push bottonBL para iniciar o processo e outro BD para desligá-los conforme tabela abaixo. Usar apenas um temporizador TON.

M1

M2

M3

M4

 

0

0

0

0

BL=1

1

0

0

0

1

1

0

0

1

1

1

0

1

1

1

1

BD=1

0

0

0

0

5s0 1 1 1 0 1 1 1 1 BD=1 0 0 0 0 5s 5s

5s0 1 1 1 0 1 1 1 1 BD=1 0 0 0 0 5s 5s

5s0 1 1 1 0 1 1 1 1 BD=1 0 0 0 0 5s 5s

Exercícios

11) Elabore um programa para acionar dois motores de modo que, após o Motor_1 ser ligado através da botoeira “Liga”, aguardem-se 10

segundos e o Motor_2 seja ligado. A chave “Desliga” desliga simultaneamente os dois motores.

seja ligado. A chave “Desliga” desliga simultaneamente os dois motores. Automação Industrial - Marcos Lima 71

12)

Exercícios

Um motor (M1) somente pode ser ligado após uma botoeira de

impulso (push botton) (Liga) ser acionada três vezes. Deve ser

prevista também uma segunda chave de pulso (Desliga) para zerar o contador e iniciar o processo de contagem novamente.

13) Elabore um programa para ligar uma lâmpada (L1)) quando o número de pulsos dados em uma botoeira de impulso (push botton) (Liga) for igual a três em um tempo não superior a 10 segundos. Se o tempo for maior que 10 segundos, deve-se zerar o contador automaticamente. Deve ser prevista também uma segunda chave de pulso (Desliga) para desligar a lâmpada.

Exercícios

14) Um misturador de tintas utiliza dois motores (M1 e M2) para homogeneizar a mistura das tintas, os quais devem ser ligados

alternadamente em um intervalo de 10 segundos. Deve ser prevista também uma segunda chave de pulso (Desliga) para interromper o

funcionamento.

também uma segunda chave de pulso (Desliga) para interromper o funcionamento. Automação Industrial - Marcos Lima

15)

Exercícios

Implementar o controle de abertura e fechamento do portão de

garagem.

Exercícios

16) Elaborar um programa capaz de efetuar controle de uma prensa que é manejada por dois operários. Cada um deles utiliza um atuador que exige o emprego de ambas as mãos. A operação de prensagem realiza-se quando se põe em marcha um motor que está comandado pelo contator R. Por razões de segurança dos operários, foi decidida a seguinte sequência de funcionamento:

Com somente um operador, não se pode ativar a prensa;

Com os dois operários atuando nos comandos A e B, a prensa abaixa;

Se atua um operário, mas o outro tarda mais do que cinco segundos, a prensa não deve

operar e, é necessário repetir a manobra;

Se uma vez ativado o contator R e um qualquer dos operários retirar as mãos do contato, R desativa e não volta a se ativar se o operário demorar mais do que cinco segundos, para recolocar suas mãos no contato, caso em que deverá repetir-se a manobra por ambos os operários.

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

EQU EGUAL (Equal);

NEQ DIFERENTE (Not Equal);

LES - MENOR QUE (Less Than);

LEQ - MENOR OU IGUAL A (Less Than or Equal);

GRT - MAIOR QUE (Greater Than);

GEQ - MAIOR OU IGUAL A (Greater Than or Equal);

LIM - TESTE LIMITE (Limit Test).

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

EQU - EQUAL - (Igual)

A  

B

A  

B

Lógica Verdadeira

Lógica Falsa

Modos de Endereçamento

Parâmetro Endereçamento válido Arquivos válidos Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F

Parâmetro

Endereçamento válido

Arquivos válidos

Source A

Direto e Indireto

O,I,S,B,T,C,R,N,F

Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B Direto e Indireto Valor imediato none

Source B

Direto e Indireto

e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B Direto e Indireto Valor imediato none O,I,S,B,T,C,R,N,F -32.768 a
Valor imediato none O,I,S,B,T,C,R,N,F -32.768 a 32.767 fmin - fmax

Valor imediato

none

O,I,S,B,T,C,R,N,F

-32.768 a 32.767

fmin - fmax

Exemplo:

EQU EQUAL N7:0 Source A 10 15 Source B
EQU
EQUAL
N7:0
Source A
10
15
Source B

A fonte A tem necessariamente de ser um endereço e a fonte B pode ser uma constante ou um endereço.

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

NEQ - NOT EQUAL TO - (Diferente)

A  

B

A  

B

Lógica Verdadeira

Lógica Falsa

Modos de Endereçamento

Parâmetro

Parâmetro Source A Source B Endereçamento válido Arquivos válidos Valor imediato Direto e Indireto
Parâmetro Source A Source B Endereçamento válido Arquivos válidos Valor imediato Direto e Indireto

Source A

Source B

Endereçamento válido Arquivos válidos Valor imediato Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F none
Endereçamento válido Arquivos válidos Valor imediato Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F none
Endereçamento válido Arquivos válidos Valor imediato Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F none

Endereçamento válido

Arquivos válidos

Valor imediato

Direto e Indireto

O,I,S,B,T,C,R,N,F

none

Direto e Indireto

O,I,S,B,T,C,R,N,F

none

Exemplo:

Exemplo:

e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F none Exemplo: Exemplo: NEQ N7:1 10 15 NOT EQUAL Source A Source B

NEQ

N7:1

10

15

NOT EQUAL

Source A

Source B

NEQ N7:1 10 15 NOT EQUAL Source A Source B A A de ser um endereço

A A

de ser um endereço e a fonte B

de ser um endereço e a fonte B

fonte A tem necessariamente

fonte A tem necessariamente

pode ser uma constante ou um

pode ser uma constante ou um

endereço.

endereço.

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

LES - LESS THAN - (Menor Que)

A  

B

A  

B

Lógica Verdadeira

Lógica Falsa

Modos de Endereçamento

Parâmetro Endereçamento válido Arquivos válidos Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F

Parâmetro

Endereçamento válido

Arquivos válidos

Source A

Direto e Indireto

O,I,S,B,T,C,R,N,F

Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B O,I,S,B,T,C,R,N,F Direto e Indireto Valor

Source B

O,I,S,B,T,C,R,N,F

e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B O,I,S,B,T,C,R,N,F Direto e Indireto Valor imediato none -32.768 a

Direto e Indireto

Direto e Indireto Valor imediato none -32.768 a 32.767 fmin a fmax

Valor imediato

none

-32.768 a 32.767

fmin a fmax

Exemplo:

imediato none -32.768 a 32.767 fmin a fmax Exemplo: LES N7:2 10 15 LESS THAN Source

LES

N7:2

10

15

LESS THAN

Source A

Source B

LES N7:2 10 15 LESS THAN Source A Source B A fonte A tem necessariamente de

A fonte A tem necessariamente de ser um endereço e a fonte B pode ser uma constante ou um endereço.

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

LEQ - LESS THAN OR EQUAL TO - (Menor ou Igual)

A  

B

A  

B

Lógica Verdadeira

Lógica Falsa

Modos de Endereçamento

Parâmetro Endereçamento válido Arquivos válidos Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F

Parâmetro

Endereçamento válido

Arquivos válidos

Source A

Direto e Indireto

O,I,S,B,T,C,R,N,F

Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B Direto e Indireto Valor imediato none

Source B

Direto e Indireto

e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B Direto e Indireto Valor imediato none O,I,S,B,T,C,R,N,F -32.768 a
Valor imediato none O,I,S,B,T,C,R,N,F -32.768 a 32.767 fmin a fmax

Valor imediato

none

O,I,S,B,T,C,R,N,F

-32.768 a 32.767

fmin a fmax

Exemplo:

O,I,S,B,T,C,R,N,F -32.768 a 32.767 fmin a fmax Exemplo: LEQ N7:1 10 15 LESS THAN OR EQUAL

LEQ

N7:1

10

15

LESS THAN OR EQUAL

Source A

Source B

N7:1 10 15 LESS THAN OR EQUAL Source A Source B A fonte A tem necessariamente

A fonte A tem necessariamente de ser um endereço e a fonte B pode ser uma constante ou um endereço.

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

GRT - GREATER THAN - (Maior Que)

A  

B

A  

B

Lógica Verdadeira

Lógica Falsa

Modos de Endereçamento

Parâmetro Endereçamento válido Arquivos válidos Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F

Parâmetro

Endereçamento válido

Arquivos válidos

Source A

Direto e Indireto

O,I,S,B,T,C,R,N,F

Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B O,I,S,B,T,C,R,N,F Direto e Indireto Valor

Source B

O,I,S,B,T,C,R,N,F

e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B O,I,S,B,T,C,R,N,F Direto e Indireto Valor imediato none -32.768 a

Direto e Indireto

Direto e Indireto Valor imediato none -32.768 a 32.767 fmin a fmax

Valor imediato

none

-32.768 a 32.767

fmin a fmax

Exemplo:

imediato none -32.768 a 32.767 fmin a fmax Exemplo: GRT N7:1 10 15 GREATER THAN Source

GRT

N7:1

10

15

GREATER THAN

Source A

Source B

GRT N7:1 10 15 GREATER THAN Source A Source B A fonte A tem necessariamente de

A fonte A tem necessariamente de ser um endereço e a fonte B pode ser uma constante ou um endereço.

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

GEQ - GREATER THAN OR EQUAL - (Maior ou Igual Que)

A  

B

A  

B

Lógica Verdadeira

Lógica Falsa

Modos de Endereçamento

Parâmetro Endereçamento válido Arquivos válidos Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F

Parâmetro

Endereçamento válido

Arquivos válidos

Source A

Direto e Indireto

O,I,S,B,T,C,R,N,F

Source A Direto e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B O,I,S,B,T,C,R,N,F Direto e Indireto Valor

Source B

O,I,S,B,T,C,R,N,F

e Indireto O,I,S,B,T,C,R,N,F Source B O,I,S,B,T,C,R,N,F Direto e Indireto Valor imediato none -32.768 a

Direto e Indireto

Direto e Indireto Valor imediato none -32.768 a 32.767 fmin a fmax

Valor imediato

none

-32.768 a 32.767

fmin a fmax

Exemplo:

imediato none -32.768 a 32.767 fmin a fmax Exemplo: GEQ N7:1 10 15 GREATER THAN OR

GEQ

N7:1

10

15

GREATER THAN OR EQUAL

Source A

Source B

10 15 GREATER THAN OR EQUAL Source A Source B A fonte A tem necessariamente de

A fonte A tem necessariamente de ser um endereço e a fonte B pode ser uma constante ou um endereço.

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

LIM - LIMIT TEST - (Teste de Limite)

se estabelecidos por “Low” e “Hihg”.

O

controlador

verifica

“Test” está dentro ou fora dos limite

Representação no RSLogix:

está dentro ou fora dos limite Representação no RSLogix: LIM LIMIT TEST N7:0 10 N7:1 45

LIM

LIMIT TEST

N7:0

10

N7:1

45

N7:2

50

Low Limit

Test

High Limit

10 N7:1 45 N7:2 50 Low Limit Test High Limit OBS.: SE TEST É UMA CONSTANTE

OBS.: SE TEST É UMA CONSTANTE => LOW LIMIT OU HIGH LIMIT

NÃO DEVE SER UMA CONSTANTE.

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

LIM - LIMIT TEST - (Teste de Limite) TESTE LIMITE: SE LOW LIMIT < HIGH LIMIT A) TEST >=LOW LIMIT?

B) TEST <= HIGH LIMIT?

TEST = A and B

LOW HIGH Test >= Low Limit Test <= High Limit Test dentro do intervalo
LOW
HIGH
Test >= Low Limit
Test <= High Limit
Test dentro do intervalo

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

LIM - LIMIT TEST

TESTE LIMITE:

SE LOW LIMIT > HIGH LIMIT

A) TEST >=LOW LIMIT?

B) TEST <= HIGH LIMIT?

TEST = A or B

HIGH

LOW

Test >= Low
Test >= Low
<= HIGH LIMIT? TEST = A or B HIGH LOW Test >= Low Test <= High
Test <= High Limit
Test <= High Limit
= A or B HIGH LOW Test >= Low Test <= High Limit Test fora intervalo
Test fora intervalo
Test fora intervalo
Test fora intervalo
Test fora intervalo

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO

LIM - LIMIT TEST - Aplicação

INSTRUÇÕES DE COMPARAÇÃO LIM - LIMIT TEST - Aplicação Automação Industrial - Marcos Lima 86

Exercícios

17) Faça um diagrama ladder para um sistema que precisa que uma lâmpada passe 6,3 segundos ligados e 6,3

segundos desligados usando um temporizador e instruções de comparação.

18)

Implemente um semáforo considerando os seguintes

Tempos: vermelho 9s, amarelo 3s e verde 6s. Usar

apenas um temporizador e instruções de comparação.

INSTRUÇÕES MATEMÁTICAS

ADD ADIÇÃO (Addition);

SUB SUBTRAÇÃO (Subtraction);

MUL MULTIPLICAÇÃO (Multiply);

DIV DIVISÃO (Divide);

SQR - RAIZ QUADRADA (Square Root);

SLC ESCALONAMENTO (Scale Data);

SCP - ESCALONAMENTO COM PARÂMETROS (Scale with Parameters);

CLR LIMPAR (Clear);

CPT COMPUTE (Compute).

INSTRUÇÕES MATEMÁTICAS

ADD - SOMA

Quando as condições da linha são verdadeiras, essa instrução de saída

adiciona O valor da Origem “B” a Origem “A” e armazena o resultado no

endereço de destino (D=A+B).

ADD ADD Source A N7:0 5 N7:1 Source B 45 N7:2 Dest 50
ADD
ADD
Source A
N7:0
5
N7:1
Source B
45
N7:2
Dest
50

Dest = Source A + Source B

OBS.: Origem A e Origem B podem ser valores ou endereços que contém valores, mas Origem

A e Origem B não podem ser ambos constantes.

INSTRUÇÕES MATEMÁTICAS

SUB - SUBTRAÇÃO

Quando as condições da linha são verdadeiras, essa instrução de

saída subtrai o valor da Origem “B” da Origem “A” e armazena o

resultado no endereço de destino (D=A-B).

SUB SUBTRACT Source A Source B Dest

SUB

SUBTRACT

Source A

Source B

Dest

N7:0 30 N7:1 10 N7:2 20
N7:0
30
N7:1
10
N7:2
20
Source A Source B Dest N7:0 30 N7:1 10 N7:2 20 Dest = Source A -

Dest = Source A - Source B

OBS.: Origem A e Origem B podem ser valores ou endereços que contém valores, mas Origem

A e Origem B não podem ser ambos constantes.

INSTRUÇÕES MATEMÁTICAS

MUL - MULTIPLICAÇÃO

Quando as condições da linha são verdadeiras, essa instrução de

saída multiplica o valor da Origem “A” pelo valor da Origem “B” e

armazena o resultado no endereço de destino (D=A*B).

e armazena o resultado no endereço de destino (D=A*B). MUL MULTIPLY Source A N7:5 30 Source
MUL MULTIPLY Source A N7:5 30 Source B N7:6 10 Dest N7:7 300
MUL
MULTIPLY
Source A
N7:5
30
Source B
N7:6
10
Dest
N7:7
300
Source A N7:5 30 Source B N7:6 10 Dest N7:7 300 Dest = Source A x

Dest = Source A x Source B

OBS.: Origem A e Origem B podem ser valores ou endereços que contém valores, mas Origem

A e Origem B não podem ser ambos constantes.