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NOITE

Noite onde as sombras se escondem


Fecham em conclusos de maldizer
Revoltam-se as massas na confusão
E no negrume omisso de luz e candura
Se tornam exaltados e se ferem
Com feridas profundas para eu temer
Quando me cai no esquecer da confusão
Sinto a falta de gestos de ternura
Que apenas servem
Com teu enlevo para eu reviver
E conduz-te ao caminho do meu coração
Para nele entrares com formosura
Pois mesmo na noite adormecem
No sonho de um dia te vir a ter
Com o carinho e mesmo a paixão
Que me estremece a mão na ternura
De quando teu peito e colo se reconhecem
Por vontade férrea de querer
Bem dentro de meu coração!

Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010