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Conselho Geral – Agrupamento de Escolas de Taveiro

Linhas de Orientação Estratégica

(nos termos do n.º 1 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril)

--- Proposta de Trabalho ---

I – Linha Geral – Incrementar/Implementar o conceito de Agrupamento de Escolas mais do que Escolas


Agrupadas

II – Objectivos – Acentuar uma imagem de Escola/Agrupamento atractiva e mobilizadora – que cative e


proporcione um aumento progressivo do número de alunos – através de:

1. Qualidade/Rigor – ao nível do currículo formal, procurar uma imagem de exigência e excelência


que seja capaz de preparar os jovens para os novos desafios impostos pela sociedade actual e,
simultaneamente, responder às expectativas das famílias que pretendem uma educação e um percurso
“formal” para os seus filhos .

2. Oferta diversificada – apostar nos CEF e PCA como oferta alternativa e como resposta às famílias
e alunos que pretendem uma formação mais concreta que os prepare para a vida activa.

3. Oferta Motivadora – disponibilizar um conjunto de actividades paralelas, nomeadamente no plano


do enriquecimento pessoal e curricular – que seja uma oportunidade para que os alunos possam
desenvolver as suas capacidades e o espírito de iniciativa – que promova laços de pertença à Escola.

4. Segurança – promover uma escola onde tendencialmente não haja comportamentos e atitudes
violentas, oferecendo aos alunos e respectivas famílias um clima de segurança e tranquilidade.

5. Articulação

Interna – aprofundar a articulação entre os JI e os três ciclos (articulação horizontal e


vertical), nomeadamente no âmbito das actividades de enriquecimento curricular, no sentido
de reforçar uma cultura de agrupamento (estabelecer laços de identidade com o
grupo/turma/escola/agrupamento).

Externa – promover uma política de parcerias com as Instituições da Comunidade


(Associações Culturais, Juntas de Freguesia, Centro de Saúde, Instituições de Ensino Superior,
entre outras).

III – Concretização: promover o envolvimento de todos e da comunidade.


Ao nível dos profissionais que prestam serviço no AET, deve ter-se como princípio orientador que, para se
obterem bons resultados e resultados reais, é necessário que os intervenientes estejam motivados e se
sintam envolvidos. Neste sentido, deve dar-se prioridade a uma distribuição de serviço que contemple e
aproveite as potencialidades de cada um.
Também, procurando aproveitar da melhor forma os recursos disponíveis, deve apostar-se numa cultura
que vise minimizar as funções burocráticas e a duplicação de tarefas para, assim, libertar os profissionais
para as actividades que realmente importam, orientando todo o trabalho para a eficiência, suportado pelas
inovações tecnológicas disponíveis.
Por outro lado, não obstante o envolvimento solicitado a todos, garantir sempre o respeito pelos direitos e
condições de trabalho dos profissionais envolvidos.