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A antropofagia humana como condensação única

Fusis quebrados. O homem tende a ser encaminhado pelo outro. Um lado a lado com a
miséria do outro. A inversão do erro não se dá. O espírito da discussão crítica das
sonoridades interiores não se dá. A transmissão acontece na periferia do nojo. Roupa
suja. Mental. Variações sem sentido do amor-próprio que mata o único condensamento
possível: a irrealização atómica, supra-sonho, e além túmulo. Queimaduras? Nem por
isso. Colocações senis e aprofundamentos ligeiros. No assombramento da consciência
única que tornada Kitsh se manda “daqui” para “mim”. Anulamentos nada subtis.
Periferias da zona. Um comércio das sensações básicas. Contratatempos fracos.
Misérias condensadas.

Burning Inside é uma música de Ministry.

Andamentos na lógica. E sem ela. Um arremesso inconcreto. A aranha hiperbárica


confunde-se com a sombra do que é, e do que nunca poderá vir a ser. Aquilo que nunca
foi desejado. Mas que não deixa de ser a única coisa possível para o homem. A miséria
da condensação. Da única possível. Da miserável.

A expulsão dos segredos é moradia.

Femme Fatale é uma música de Velvet Underground.

LSN