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Universidade Federal Rural do Semi-Árido Departamento de Ciências Animais – DCA Disciplina: Clínica Cirúrgica de Grandes Animais

Universidade Federal Rural do Semi-Árido Departamento de Ciências Animais – DCA Disciplina: Clínica Cirúrgica de Grandes
Universidade Federal Rural do Semi-Árido Departamento de Ciências Animais – DCA Disciplina: Clínica Cirúrgica de Grandes
Universidade Federal Rural do Semi-Árido Departamento de Ciências Animais – DCA Disciplina: Clínica Cirúrgica de Grandes
Universidade Federal Rural do Semi-Árido Departamento de Ciências Animais – DCA Disciplina: Clínica Cirúrgica de Grandes

SÍNDROME NAVICULAR

Conceito

INTRODUÇÃO

Síndrome degenerativa envolvendo o osso navicular, o aspecto palmar da articulação interfalangiana distal, a bursa do navicular, o aspecto distal do tendão do músculo flexor profundo e os ligamentos sesamoidianos colaterais e impar.

• Conceito INTRODUÇÃO Síndrome degenerativa envolvendo o osso navicular, o aspecto palmar da articulação interfalangiana distal,
• Conceito INTRODUÇÃO Síndrome degenerativa envolvendo o osso navicular, o aspecto palmar da articulação interfalangiana distal,

Fonte:http://www.magopaco.com/wp-conten

t/uploads/2009/01/sorte-ferradura-a-1.jpg

Buzzoni, 2005

2
2
• Conceito INTRODUÇÃO Síndrome degenerativa envolvendo o osso navicular, o aspecto palmar da articulação interfalangiana distal,
• Conceito INTRODUÇÃO Síndrome degenerativa envolvendo o osso navicular, o aspecto palmar da articulação interfalangiana distal,

INTRODUÇÃO

Sinônimos:

Síndrome Podotroclear Doença do Navicular Dor Digital Palmar “Dor de Talão”

Moreira - ABQM, 2006 Fonte:http://www.saudeanimal.com.br/imagens/mini_cob.jpg
Moreira - ABQM, 2006
Fonte:http://www.saudeanimal.com.br/imagens/mini_cob.jpg
3
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INTRODUÇÃO • Sinônimos: – Síndrome Podotroclear – Doença do Navicular – Dor Digital Palmar – “Dor
INTRODUÇÃO • Sinônimos: – Síndrome Podotroclear – Doença do Navicular – Dor Digital Palmar – “Dor

INTRODUÇÃO

Enfermidade específica dos equinos Desenvolvimento progressivo Um terço das claudicações crônicas Principalmente membros torácicos

Uni ou bilateral

4 Peixoto, 2008 Fonte:http://www.fort.usgs.gov/resources/spotlight/hors e/images/legs/legsall.gif
4
Peixoto, 2008
Fonte:http://www.fort.usgs.gov/resources/spotlight/hors e/images/legs/legsall.gif

ANATOMIA

Canela Boleto Quartela Casco Talões Fonte: http://s3.images.com/huge.96.481231.J PG
Canela
Boleto
Quartela
Casco
Talões
Fonte: http://s3.images.com/huge.96.481231.J PG
5
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ANATOMIA Canela Boleto Quartela Casco Talões Fonte: http://s3.images.com/huge.96.481231.J PG 5
ANATOMIA Canela Boleto Quartela Casco Talões Fonte: http://s3.images.com/huge.96.481231.J PG 5

ANATOMIA

ANATOMIA 6
6
6
ANATOMIA 6
ANATOMIA 6

ANATOMIA

Sesamóide Falange Proximal Proximal Falange Média Falange Distal Sesamóide Distal ou Navicular
Sesamóide
Falange
Proximal
Proximal
Falange
Média
Falange
Distal
Sesamóide Distal
ou Navicular

König, 2002

7
7
ANATOMIA Sesamóide Falange Proximal Proximal Falange Média Falange Distal Sesamóide Distal ou Navicular König, 2002 7
ANATOMIA Sesamóide Falange Proximal Proximal Falange Média Falange Distal Sesamóide Distal ou Navicular König, 2002 7

ANATOMIA

Falange Proximal Falange Quartela Média Fonte:König, 2002
Falange
Proximal
Falange
Quartela
Média
Fonte:König, 2002

König, 2002

8
8
ANATOMIA Falange Proximal Falange Quartela Média Fonte:König, 2002 König, 2002 8
ANATOMIA Falange Proximal Falange Quartela Média Fonte:König, 2002 König, 2002 8

ANATOMIA

  • 1 – Bursa do Navicular

  • 2 – Tendão Flexor Digital Profundo

  • 3 – Ligamento Sesamóideo Colateral

  • 4 – Ligamento Sesamóideo Ímpar

3 2 4 1 Peixoto, 2008
3
2
4
1
Peixoto, 2008

Fonte:http://www.equisport.pt/fotos/noticias/as a.gif

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ANATOMIA 1 – Bursa do Navicular 2 – Tendão Flexor Digital Profundo 3 – Ligamento Sesamóideo
ANATOMIA 1 – Bursa do Navicular 2 – Tendão Flexor Digital Profundo 3 – Ligamento Sesamóideo

ANATOMIA

Fonte:http://www.thehorse.com/images/content/vessel s_uga.jpg
Fonte:http://www.thehorse.com/images/content/vessel s_uga.jpg
Fonte:http://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Innervation_pie d.PNG
Fonte:http://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Innervation_pie d.PNG

König, 2002

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ANATOMIA Fonte:http://www.thehorse.com/images/content/vessel s_uga.jpg Fonte:http://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Innervation_pie d.PNG König, 2002 10
ANATOMIA Fonte:http://www.thehorse.com/images/content/vessel s_uga.jpg Fonte:http://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Innervation_pie d.PNG König, 2002 10
11 ETIOPATOGENIA • Desconhecida – Hereditária – Vascular – Estresse biomecânico – Remodelamento ósseo – Ferrageamento
11
ETIOPATOGENIA
• Desconhecida
– Hereditária
– Vascular
– Estresse biomecânico
– Remodelamento ósseo
– Ferrageamento inadequado
Fonte:http://visual.merriam-webster.com/animal-kingdom/ungulate-mammals/horse/gaits_2.php
Buzzoni, 2005

Fonte:http://www.alexbrollo.

com/alexandra/image002.jpg

PREDISPOSIÇÃO

Fonte:http://www.alexbrollo. com/alexandra/image002.jpg PREDISPOSIÇÃO Appaloosa Peixoto, 2008 • Animais mais velhos • Dígitos – Estreitos 1 –
Appaloosa
Appaloosa

Peixoto, 2008

Animais mais velhos Dígitos

Estreitos

1

Cu

bó d

i

es

Pequenos

Verticalização

Cascos rasos

Talões baixos

3

2 4 Fonte: The Horse, 2006
2
4
Fonte: The Horse, 2006
12
12
Fonte:http://www.alexbrollo. com/alexandra/image002.jpg PREDISPOSIÇÃO Appaloosa Peixoto, 2008 • Animais mais velhos • Dígitos – Estreitos 1 –
Fonte:http://www.alexbrollo. com/alexandra/image002.jpg PREDISPOSIÇÃO Appaloosa Peixoto, 2008 • Animais mais velhos • Dígitos – Estreitos 1 –

PREDISPOSIÇÃO

1 PSI
1
PSI
2 Quarto de Milha
2
Quarto de Milha
Paint Horse 3
Paint Horse
3
Appaloosa 4
Appaloosa
4
  • 1 - Fonte:http://www.localriding.com/mage-files/thoroughbred-horse-4.jpg

2- Fonte:http://www.abqm.com.br/Pelagens/Baio.htm

  • 3 - Fonte:http://media-2.web.britannica.com/eb-media/94/1294-004-31E02BB9.jpg

4 - Fonte:http://1.bp.blogspot.com/_pfG- nw8k7NQ/SNmePEF F6qI/AAAAAAAAAIA/9mAG1JSIopU/s320/appaloosa2.jpg

Peixoto, 2008

13
13
PREDISPOSIÇÃO 1 PSI 2 Quarto de Milha Paint Horse 3 Appaloosa 4 1 - Fonte:http://www.localriding.com/mage-files/thoroughbred-horse-4.jpg 2-
PREDISPOSIÇÃO 1 PSI 2 Quarto de Milha Paint Horse 3 Appaloosa 4 1 - Fonte:http://www.localriding.com/mage-files/thoroughbred-horse-4.jpg 2-

SINTOMATOLOGIA

Claudicação intermitente Apoia primeiro a pinça Dor crônica

Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=kG5kKTyvPPk
Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=kG5kKTyvPPk

Buzzoni, 2005

14
14
SINTOMATOLOGIA • Claudicação intermitente • Apoia primeiro a pinça • Dor crônica Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=kG5kKTyvPPk Buzzoni, 2005 14
SINTOMATOLOGIA • Claudicação intermitente • Apoia primeiro a pinça • Dor crônica Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=kG5kKTyvPPk Buzzoni, 2005 14

EXAME CLÍNICO

• Anamnese • Exame físico – Teste com a pinça de cascos Fonte:http://equisearch.com/resou rces/expert/hoof_abscess_800.jpg – Flexão
• Anamnese
• Exame físico
– Teste com a pinça
de cascos
Fonte:http://equisearch.com/resou
rces/expert/hoof_abscess_800.jpg
– Flexão e extensão
digital
• Bloqueios anestésicos
Fonte:http://www.abqm.com.
br/SecaoTecnica/navicular.htm

Peixoto, 2008

Fonte:http://www.my horse.com/assets/Health/Preventative/asset_u pload_file919_6337.jp g

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EXAME CLÍNICO • Anamnese • Exame físico – Teste com a pinça de cascos Fonte:http://equisearch.com/resou rces/expert/hoof_abscess_800.jpg
EXAME CLÍNICO • Anamnese • Exame físico – Teste com a pinça de cascos Fonte:http://equisearch.com/resou rces/expert/hoof_abscess_800.jpg

EXAMES COMPLEMENTARES

Raios – X

EXAMES COMPLEMENTARES • Raios – X Fonte:http://www.abqm.com.br/SecaoTecnica/navicu lar.htm 16
EXAMES COMPLEMENTARES • Raios – X Fonte:http://www.abqm.com.br/SecaoTecnica/navicu lar.htm 16
Fonte:http://www.abqm.com.br/SecaoTecnica/navicu lar.htm
Fonte:http://www.abqm.com.br/SecaoTecnica/navicu lar.htm
16
16
EXAMES COMPLEMENTARES • Raios – X Fonte:http://www.abqm.com.br/SecaoTecnica/navicu lar.htm 16
EXAMES COMPLEMENTARES • Raios – X Fonte:http://www.abqm.com.br/SecaoTecnica/navicu lar.htm 16

EXAMES COMPLEMENTARES

Ultra-som

Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008
Peixoto, 2008
Fonte: Peixoto, 2008
Fonte: Peixoto, 2008
Fonte: Peixoto, 2008
17
17
EXAMES COMPLEMENTARES • Ultra-som Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008 17
EXAMES COMPLEMENTARES • Ultra-som Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008 Fonte: Peixoto, 2008 17

EXAMES COMPLEMENTARES

Cintilografia nuclear

Fonte:http://www.abqm.com.br/Secao Tecnica/navicular.htm
Fonte:http://www.abqm.com.br/Secao Tecnica/navicular.htm
18
18
EXAMES COMPLEMENTARES • Cintilografia nuclear Fonte:http://www.abqm.com.br/Secao Tecnica/navicular.htm 18
EXAMES COMPLEMENTARES • Cintilografia nuclear Fonte:http://www.abqm.com.br/Secao Tecnica/navicular.htm 18

EXAMES COMPLEMENTARES

Tomografia Computadorizada

EXAMES COMPLEMENTARES • Tomografia Computadorizada Moreira - ABQM, 2006 19
EXAMES COMPLEMENTARES • Tomografia Computadorizada Moreira - ABQM, 2006 19

Moreira - ABQM, 2006

19
19
EXAMES COMPLEMENTARES • Tomografia Computadorizada Moreira - ABQM, 2006 19
EXAMES COMPLEMENTARES • Tomografia Computadorizada Moreira - ABQM, 2006 19

DIAGNÓSTICO

Exame Clínico

Anamnese

Exame Físico

Exames Complementares

Raios – X

Ultra-som

DIAGNÓSTICO • Exame Clínico – Anamnese – Exame Físico • Exames Complementares – Raios – X

Peixoto, 2008

Fonte:http://www.katia.vet.br/Equideocultura.asp

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DIAGNÓSTICO • Exame Clínico – Anamnese – Exame Físico • Exames Complementares – Raios – X
DIAGNÓSTICO • Exame Clínico – Anamnese – Exame Físico • Exames Complementares – Raios – X

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

Afecções reumáticas Traumatismos Distensão de ligamentos

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL • Afecções reumáticas • Traumatismos • Distensão de ligamentos Fonte:http://www.humorbabaca.com/upload/ilusoes/ilusoes_104_cavalos.JPG http://chestofbooks.com 21

Fonte:http://www.humorbabaca.com/upload/ilusoes/ilusoes_104_cavalos.JPG

http://chestofbooks.com

21
21
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL • Afecções reumáticas • Traumatismos • Distensão de ligamentos Fonte:http://www.humorbabaca.com/upload/ilusoes/ilusoes_104_cavalos.JPG http://chestofbooks.com 21
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL • Afecções reumáticas • Traumatismos • Distensão de ligamentos Fonte:http://www.humorbabaca.com/upload/ilusoes/ilusoes_104_cavalos.JPG http://chestofbooks.com 21

TRATAMENTO CLÍNICO

• Não existe tratamento efetivo • Paliativo – Analgésicos • Tratamento preventivo Fonte:http://www.teclasap.com.br/blog/wp-content/u ploads/2008/01/medicine.jpg
• Não existe tratamento efetivo
• Paliativo
– Analgésicos
• Tratamento preventivo
Fonte:http://www.teclasap.com.br/blog/wp-content/u ploads/2008/01/medicine.jpg

Buzzoni, 2005

22
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TRATAMENTO CLÍNICO • Não existe tratamento efetivo • Paliativo – Analgésicos • Tratamento preventivo Fonte:http://www.teclasap.com.br/blog/wp-content/u ploads/2008/01/medicine.jpg
TRATAMENTO CLÍNICO • Não existe tratamento efetivo • Paliativo – Analgésicos • Tratamento preventivo Fonte:http://www.teclasap.com.br/blog/wp-content/u ploads/2008/01/medicine.jpg

Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/fe

TRATAMENTO PREVENTIVO

Manejo dos cascos Ferrageamento

Font e:http://en.wikipedia.org/wiki/File:Haras _nat ionaux_Farrier_at_work.jpg
Font e:http://en.wikipedia.org/wiki/File:Haras
_nat ionaux_Farrier_at_work.jpg
Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/fe TRATAMENTO PREVENTIVO • Manejo dos cascos • Ferrageamento Font e:http://en.wikipedia.org/wiki/File:Haras _nat ionaux_Farrier_at_work.jpg Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/ferrageamento/sindrome_domesticacao.asp Buzzoni, 2005

Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/ferrageamento/sindrome_domesticacao.asp

Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/fe TRATAMENTO PREVENTIVO • Manejo dos cascos • Ferrageamento Font e:http://en.wikipedia.org/wiki/File:Haras _nat ionaux_Farrier_at_work.jpg Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/ferrageamento/sindrome_domesticacao.asp Buzzoni, 2005

Buzzoni, 2005

rrageamento/sindrome_domesticacao.asp

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Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/fe TRATAMENTO PREVENTIVO • Manejo dos cascos • Ferrageamento Font e:http://en.wikipedia.org/wiki/File:Haras _nat ionaux_Farrier_at_work.jpg Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/ferrageamento/sindrome_domesticacao.asp Buzzoni, 2005
Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/fe TRATAMENTO PREVENTIVO • Manejo dos cascos • Ferrageamento Font e:http://en.wikipedia.org/wiki/File:Haras _nat ionaux_Farrier_at_work.jpg Fonte:http://www.hipismobrasil.com.br/ferrageamento/sindrome_domesticacao.asp Buzzoni, 2005
24 TRATAMENTO CIRÚRGICO • Neurectomia – Ressecção de parte da inervação do digito – Perda da
24
TRATAMENTO CIRÚRGICO
• Neurectomia
– Ressecção de parte da inervação do digito
– Perda da sensibilidade dolorosa
• Indicação mais frequente
– Fraturas do osso navicular
– Apêndice lateral da terceira falange
Buzzoni, 2005
25 Buzzoni, 2005
25
Buzzoni, 2005

TRATAMENTO CIRÚRGICO

Neurectomia

Paliativa

Pode prolongar a

vida atlética

Última alternativa

terapêutica

PRÉ-OPERATÓRIO

Anestesia

Local

Injetar o anestésico por cima dos nervos palmares

Anestesia geral

Conveniente Cobertura epineural

Fonte: Massone, 20 03
Fonte: Massone, 20 03

Turner,

26
26
PRÉ-OPERATÓRIO • Anestesia – Local • Injetar o anestésico por cima dos nervos palmares – Anestesia
PRÉ-OPERATÓRIO • Anestesia – Local • Injetar o anestésico por cima dos nervos palmares – Anestesia
27
27
27 PRÉ-OPERATÓRIO • Região cirúrgica – Tosada – Raspada • Cobrir os casco com plástico –
27 PRÉ-OPERATÓRIO • Região cirúrgica – Tosada – Raspada • Cobrir os casco com plástico –

PRÉ-OPERATÓRIO

27 PRÉ-OPERATÓRIO • Região cirúrgica – Tosada – Raspada • Cobrir os casco com plástico –

Região cirúrgica

Tosada

Raspada

Cobrir os casco com plástico

Evitar contaminação

Turner,

TÉCNICA CIRÚRGICA

Métodos utilizados

Guilhotina

Epineural

Fonte: http://nathanhorses.ifrance.co m/cheval_saute.gif
Fonte: http://nathanhorses.ifrance.co m/cheval_saute.gif

Turner,

28
28
TÉCNICA CIRÚRGICA • Métodos utilizados – Guilhotina – Epineural Fonte: http://nathanhorses.ifrance.co m/cheval_saute.gif Turner, 28
TÉCNICA CIRÚRGICA • Métodos utilizados – Guilhotina – Epineural Fonte: http://nathanhorses.ifrance.co m/cheval_saute.gif Turner, 28

TÉCNICA CIRÚRGICA

Guilhotina

Realiza uma incisão de 2 cm

TÉCNICA CIRÚRGICA • Guilhotina – Realiza uma incisão de 2 cm borda dorsal dos tendões flexores

borda dorsal

dos tendões flexores

TÉCNICA CIRÚRGICA • Guilhotina – Realiza uma incisão de 2 cm borda dorsal dos tendões flexores

Turner,

29
29
TÉCNICA CIRÚRGICA • Guilhotina – Realiza uma incisão de 2 cm borda dorsal dos tendões flexores
TÉCNICA CIRÚRGICA • Guilhotina – Realiza uma incisão de 2 cm borda dorsal dos tendões flexores

TÉCNICA CIRÚRGICA

Relação veia, artéria , nervo e ligamento do esporão

Auxilliam a orientação do cirurgião

Nervo digital palmar

TÉCNICA CIRÚRGICA • Relação veia, artéria , nervo e ligamento do esporão – Auxilliam a orientação

Turner,

30
30
TÉCNICA CIRÚRGICA • Relação veia, artéria , nervo e ligamento do esporão – Auxilliam a orientação
TÉCNICA CIRÚRGICA • Relação veia, artéria , nervo e ligamento do esporão – Auxilliam a orientação

TÉCNICA CIRÚRGICA

Identificação,

dissecação

e

liberação

do

 

tecido subcutâneo

 

Corta

o

nervo

na

extremidade

distal

da

TÉCNICA CIRÚRGICA • Identificação, dissecação e liberação do tecido subcutâneo • Corta o nervo na extremidade

incisão um hemostato é colocado sobre o nervo Corta com um bisturi na linha proximal da incisão

TÉCNICA CIRÚRGICA • Identificação, dissecação e liberação do tecido subcutâneo • Corta o nervo na extremidade

A porção proximal desapareça no interior dos planos e fora do campo visual

Turner,

31
31
TÉCNICA CIRÚRGICA • Identificação, dissecação e liberação do tecido subcutâneo • Corta o nervo na extremidade
TÉCNICA CIRÚRGICA • Identificação, dissecação e liberação do tecido subcutâneo • Corta o nervo na extremidade

TÉCNICA CIRÚRGICA

TÉCNICA CIRÚRGICA Turner, 32

Turner,

32
32
TÉCNICA CIRÚRGICA Turner, 32
TÉCNICA CIRÚRGICA Turner, 32

TÉCNICA CIRÚRGICA

Epineural

Realiza uma incisão de

3

a

4 cm continuada

através do tecido subcutâneo

O nervo é cortado distalmente e erguido

da

incisão

A extremidade do nervo é preso por uma pinça

→ epineuro puxado para trás

Turner,

33
33
TÉCNICA CIRÚRGICA • Epineural • Realiza uma incisão de 3 a 4 cm continuada através do
TÉCNICA CIRÚRGICA • Epineural • Realiza uma incisão de 3 a 4 cm continuada através do

TÉCNICA CIRÚRGICA

TÉCNICA CIRÚRGICA Turner, 34

Turner,

34
34
TÉCNICA CIRÚRGICA Turner, 34
TÉCNICA CIRÚRGICA Turner, 34

TÉCNICA CIRÚRGICA

O epineuro é refletido por 2 – 3 cm incisões é realizada através da metade do

TÉCNICA CIRÚRGICA • O epineuro é refletido por 2 – 3 cm incisões é realizada através

2

nervo e em cada lado

TÉCNICA CIRÚRGICA • O epineuro é refletido por 2 – 3 cm incisões é realizada através

Turner,

35
35
TÉCNICA CIRÚRGICA • O epineuro é refletido por 2 – 3 cm incisões é realizada através
TÉCNICA CIRÚRGICA • O epineuro é refletido por 2 – 3 cm incisões é realizada através

TÉCNICA CIRÚRGICA

O nervo é cortado distalmente

TÉCNICA CIRÚRGICA • O nervo é cortado distalmente corte e epineuro é recolocado acima da extremidade

corte e

epineuro

é

recolocado

acima

da

extremidade cortada

TÉCNICA CIRÚRGICA • O nervo é cortado distalmente corte e epineuro é recolocado acima da extremidade

ligada com seda 2-0

TÉCNICA CIRÚRGICA • O nervo é cortado distalmente corte e epineuro é recolocado acima da extremidade

Turner,

36
36
TÉCNICA CIRÚRGICA • O nervo é cortado distalmente corte e epineuro é recolocado acima da extremidade
TÉCNICA CIRÚRGICA • O nervo é cortado distalmente corte e epineuro é recolocado acima da extremidade

TÉCNICA CIRÚRGICA

Fecha-se o tecido subcutâneo com suturas de material sintético absorvível

TÉCNICA CIRÚRGICA • Fecha-se o tecido subcutâneo com suturas de material sintético absorvível • A pele

A pele é fechada com suturas interrompidas de material inabsorvível.

Turner,

Fonte:http://www.walmur.com.br/site/adminv1/upload/i dProduto_337_foto1.jpg

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TÉCNICA CIRÚRGICA • Fecha-se o tecido subcutâneo com suturas de material sintético absorvível • A pele
TÉCNICA CIRÚRGICA • Fecha-se o tecido subcutâneo com suturas de material sintético absorvível • A pele

TÉCNICA CIRÚRGICA

TÉCNICA CIRÚRGICA Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=t9PZxS1xOOI&feature=related 38

Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=t9PZxS1xOOI&feature=related

38
38
TÉCNICA CIRÚRGICA Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=t9PZxS1xOOI&feature=related 38
TÉCNICA CIRÚRGICA Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=t9PZxS1xOOI&feature=related 38
39
39

PÓS-OPERATÓRIO

Não faz uso de antibióticos Curativo compressivo, no mínimo 10 dias Defenilbutazona 2g Retira as suturas Descanso por 4 a 6 semanas Higiene dos casco

39 PÓS-OPERATÓRIO • Não faz uso de antibióticos • Curativo compressivo, no mínimo 10 dias •

Turner,

COMPLICAÇÕES

Formação de neuroma doloroso Ruptura do tendão flexor digital profundo Reinervação Persistência da sensação Perda de parede do casco Regeneração do segmento seccionado

Fonte:http://bacaninha.uol.com.br/home/mensagens/engracada

s/2003/08/coral_afinado/bacaninha_peao_cavalo_lg_wht.gif

Turner,

40
40
COMPLICAÇÕES • Formação de neuroma doloroso • Ruptura do tendão flexor digital profundo • Reinervação •
COMPLICAÇÕES • Formação de neuroma doloroso • Ruptura do tendão flexor digital profundo • Reinervação •

PROGNÓSTICO

Reservado a mau

PROGNÓSTICO • Reservado a mau Fonte:http://www.myhorse.com/assets/Health/Preventative/asset_upload_file239_5908.jpg Buzzoni, 2005 41

Fonte:http://www.myhorse.com/assets/Health/Preventative/asset_upload_file239_5908.jpg

Buzzoni, 2005

41
41
PROGNÓSTICO • Reservado a mau Fonte:http://www.myhorse.com/assets/Health/Preventative/asset_upload_file239_5908.jpg Buzzoni, 2005 41
PROGNÓSTICO • Reservado a mau Fonte:http://www.myhorse.com/assets/Health/Preventative/asset_upload_file239_5908.jpg Buzzoni, 2005 41
OBRIGADA! 42
OBRIGADA! 42
OBRIGADA! 42
OBRIGADA! 42
OBRIGADA!
OBRIGADA!
OBRIGADA! 42
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OBRIGADA! 42
OBRIGADA! 42