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io r TUNED — os ‘ne. ny ascrcaben _ Razoes diversas, todas sdnpenderian a nossa_vontade, o¢casioniram’ 0 desappa mento momehtaneo «la Revista de Ensino. 7 sim ¢ que, desde Mareo do’ anno, passado, ane mais foi ella publicada. : O desenvolvimento das nossas esco las creou" 4 novas. € prementes. necessidades, as quaes Va- ae mos tentar satislazer,»dando a Revista. outra , feicro mais pratica ¢ mais util. Nao quer isto dizer que vamos transforma-la, de alto a baixos” para apresental-a como uma entidade aoa mente nova e desconhecida. Respeitando a forma, que lhe demos att agora, aproveltande tudo que® de bom’ nella” se contém, iremos, pouco a pouco, adaptandd, aS suas paginas as ecessidades actuacs. SJ] Ha muita cosa que precisa’ de ser repeti- da, de tempos a tempos, sob jnovas formas, encérrand@ ‘0, mesmo undo. A, razio obvia, Annuafmente novas turmas de. jovens ipomeal sores sao @$calonadas a tomar parte’ no . Sic, em seguids, moles moves sobre oF varios sepector, elemesior, © rel do meeme object, occurtencs ou phenemens. E, com cada ums destas cbeervagies , a dese anteriores ve vin enbehtaindo por idéas me- fhores em elarezs, intezridade © exaerSo Comumare chamar « syct + dds foal desta marcha, come vi ells fore synthe anteriores com ms ian0- ¥aglen dot anslyaes. Preieriv eniretacte, dlepenear 9 terms, porque estas idéss melborsdas, resoliantes, mio sho, come parece 20 associacionisms, fori dos idéae anteriores mais ae sdquiridas pela analyse do meemo otjecto. Em verdaie, © verdade, 58 anteriores © a4 scslyiee preparam 9 cerebro para oms actividede conjugeds, de que resaita s idés nova, melhorada. ‘A nogio ety day Auteen cig docuira Baga ella reeusa semelhante Teite, © que deiorminn, 8 igualdade das dewals condigdes, ¢ a impressio do aseucar, Nao Ibe sendo innata a consciencin i om a tendo eentide sengo so de mistara com 0 leite, distincta de docura e6 agora the surge, masque improciss, ny dominio da conscieuels, Com Fepetigaes de phenomenos remo, Thantes, a consciencin da dogura se aclara. A morma abstroc. hem, a erianca ta-la oblide, ee, no tendo ven. fido a docura aenio eno leite, um dia Ibe deem a comer qualquer cousa dace, Neste caso, como no primero, con, sciencia ipolada da dogura come, ter a existencia propria no espirito. em formacio da erianga, No decorrer de suns expes| riencing, estas abstraccdes, como as demeis, esbogadas € obseur fe accentuam € se aclaram, } JA no primeiro cago, ee entrevé a lei; tudo O que varia om cousns semelhantes, tende 2 scr to de uma consciencia distincta. 1 « lei das varingdes un anidade, on na eemelhanga, Tambem, no segundo casn, ji se vislambra, do mesmo mado. a lel: tudo © que se Fepete em cousas varindas, tende a ser ohjecto de uma consctencia distinct». E’ a lei da unidade nas variagdes, E" por esta fGrma que vamos adquirindo ag noses idée sobre consis abstractas. Depois de as termos armazenndas us) memoria, com fucilidade as podemos reviver, em face de um e6) objecto, Gu phenomeno, eapaz de os produzir. Esta operacdo’ se submette a uma lei conbeci(a y analysam-se, na obs servacso de um objecto, tantas abstracses, quantas relacdes © aspectos deste objecto j& se tenbam percebido. £5 lei do mecanismo dit analyses, Costuma-ge roupciar esta mesma verdade, dizendo-:t que & pereepclo 6 uma rep-teepefio ou uma prepercepcao. gho-poderia, tu Considerse, nesta al substancial on mare niamo di ite ta no tt REVISTA _DE_RNSINO ao lange, da. cara Nem mais é proelso, para nos | conbecido, ‘Tanta @ tantas vezes o vimon & lo gelti 9 fall, to diferente di dar de todos, que bastou a impressiy do r, para Ihe termos a ima~ Bem incontundivel. Podemos jurar te:lo vista naquelle dia Fis uma pereepcso batancla, a todse, Qual foi 0 seu mecaniamo ? Primeiro, uma absiraecho, o viedo de um attribute, o ge do andar, Segundo, actividade ‘cerob deste attributo com tributos, nheeidos, da mestas pessda 1 communicagan & possivel, porque os varios tape, nstitutivos do referid eer, ee nos agsoclaram mental of contiguidade, na marcha descript com que Ihe wdquirimos percopcio, Entdo, mereé desta re Actividade cerebral, iniciada polo attributo de agora, se tem a comciencia de set fulano, conkecido nosto, quelle’ vulto que passa ao longe, e de que, agora, notamos claramente 0 and De sorte-que o mecanismo di percepean se comple de tres partes: uma nbstraceao actual, n actividade cerobral das ima- ens evocadas, ¢ a consciencia de que o objecto da abstraccio 6 0 abjecto dai Imagens evocadar rio ama 1 ¢ # meena lis Varine 9 eas 4 vontade. © mecanirmo dapercepcio tors, weipre, 9 mesmo. Ougo, agora, um ruide caracterittico, € affirmo que um bone pakka a pouca distancia de onde ert O twido foi uma abstraceio, € nada mais. Estara, porém asvocindo, em minhas experiencias anteriores, com 8 u impresses da mesmo objecto, Fai a reactividade cerebral dee tus impreasGes evoeadas pela impressio do raido, que me dew a conselencia de ce tratar de um bone que passa nomero e 0 valor das imagens, evocadas pela imprecsio ‘Actual, varia com os individuos, a edads ew cultura. Uma erinnga, aos quatro anaos, nio pide ter num olbar rapido sobre uma arvore, eeaiio ums percepcio falha e ‘Ans quinge ‘aunos, porém, tendo ji feito estudos especiaes de botanica, o ua percepedo, mesma numa visto ligeies, inicial, ja seri bem muis completa. A um botanico profissional, eatio, com a sim- ples impreasio geral da cdr e da térma, que xen olvar apauha de relance, a percep¢io da mesma arvore é sufficientemente completa ¢ nitida, 0 que, neste momento, mals coovem accentuar, 6 » min- gus © superficialidade das massas sperceptivas da erianes, ou JISTA DE ‘ 9 mesmo objecto, erocavels imprese: ct —$$—__EVIETADE erg Sic poucas ¢ no mui cegures as actividades cer cides i da impreesio inicial, ede eujo"eoncuree 1 pereepcdes. mente da observagia, varieda constancia aa ciencin. nova infalliv Te — Summariemos, nesta altura,'a’ marcha acquisitiva @ 9 o do raciocinio. 10 i morte rapida de um homem, victima de um tiro nuan gam eqvertado uma vez. Além no-eorigo. Mesmo que nunea me houvessem falsdo da grn- ervaram ‘em Muss opines, fae vidade de inl ferimento, do agorn em diante, a idén de tiro no em tas erer smentiram ein ins previesies. Do Goragho me suggere a idéa da morte, Sao duns cousis quo ta da hypotbew \nicial com as outras observa niko {me impressionaram em contiguidade, @ que, por isto, se asso te verifica a constan ram mentalmente, de modo qne a idén de uma dellns, que, ‘mein, se teproduza, tende a despertar a idéa da outra. Admittames, em eeguids, ter notade o acerto de um homem. elncha entre o oh de clo homem Pelo contraria, os homens jade com a gente Em qualquer hypoth ‘a marcha adquireota da generali- em uae previsdes. 0 que eill disia ir acontecer, neontecin de gage 4, primeito, uma l)potheus, depois eamparagbes 40. fat facto. Entia 0 objecio de homiem so objecto Fmfaltibi~ Pgs jy pothese com faclos somelhantes, ou du mesma especi, lidade ee ‘mentalmente, de sorte que s idéw de mo resultado desta comparagao, 0 consciencia da necesaidad@ um delles, que se reproduza. tende adespertar a idéa do outro. ‘qu contingencia, na relagto dos dois factos, a consciencia da Como a in , a8 idéas de bondade © de maldate, de co-txistencia, fatal ou fortuita, dos dois [actos em uma e6 © bedoria € de atrago, de josidade © de atheismo, de com- be ratte tele nia eisen camaro’ as eae acham jadag, por contiguidade, com s idéa de homem. — Mas a rela pnire o object .delias e o objectu homem vel ov provavel, ora é necessatia, cotta, ora & contin inevitavel. © atiributo bumanidade coexiste sempre com ¢ mesma realidade. E' a inferencia ‘Assim se adquirem. aa idéas geraes, os prineipios, of axioms. = — Pascemos, em seguids, a examinar o meganismo de ra- io. mortalidade, 10 que 0 attributo atheisme ‘Um medica, chamado yp vér um doente em artigo de morte, ou | ‘ora eoexirte, ora MMO Cooxiste, com 0 abjecto logo ao primeiro exame, ana O8 interessadon — Wao amanhece, declara, vem rodeioa, Este prognostica uo ¢ evidentemeste uma percepeio pura e simples, pois se trata de tum facto future. Eo resultado de um raciocinio, é umn con~ clusio, uma previeo. ‘ Qual devin ter sido este raciocinio ? G que © medica pereeveu, agora, fol certo symptoms. KE” ‘uma abstracelo, a consciencia' de alzums cols na realidade nate, que . Mas, gracas ans sens estudue, ©. sobre- 10, 4 tua pratics profissional, o symptoms percebido deep f idéa da morte inevitavel, dentro de horas. Nia foi 5 uma, ‘seni muitas veres, que observou, ms forma da m: o ia da morte rapids ao symptoms que 0 ‘que onde houver otal symptoma estard inevitavelmente a ‘rapida, @ que The dé ensejo no progaostica desconsoiado. ~ Q mecaniamo deste racigcinio, como o de todos, se compos ‘percepeds inicial: o symptoms do doente. EB’ o que ‘logica, #e chama premissn menor, Vem, em seguids, a evo- * ‘Como havemos de adquirir » consciencin da cantingencin ou da necessidade desta cuexistencia “Observando yma e muitas vezes, accumulando experiencins. ‘Vi qoe fulano morreu de um tiro no coragdo; era ainda moco. Vi, tambem, que sierano acerton nas sass previsdes, Formalo a8 duss bypethees: tiro mo coracao mata, o ho- REVISTA DE _ENSINO 55 i idéa pelo attributo, que iy cn a att ae orca obeore*Gominan mulor, Ema generalidade, 908. logra pq lwetyae se fuetoe tatindos, ¢ uma inferencia obtida na obeer\aegy das couane sobre quo dispoe, quando -n&o é concluefio de wim racig, ic anterior. Lotfi, wendoae a, comectencin de que o objecto gy imagem evoeada cooxiste, necessariamente, como objecto da ida evocadots, ko eubftitue no premikea menor a imagem sugger_ dora pela suggerida. FE’ n integracdo, on concluséo, coma para a scquisigsa de todos ox canbe observar os factee, para, do confronto, se mos intuitivor © anslyticos j4 descriptos, ¢ intui Tor e-decorar w lei, j4 formulada por outros, od Ser um conbecimento de segunda mis, raramente com. atiiidade pritica, ¢, de nenbuma firma, effi formacho das faculdades wi¢ho € em summa, a festa de toda a eberre por intuicSo, e raciocina-s> com o# dados. qa tuigdo fornece. © que se aprende sem intaigllo, havia de ter sida ebtido por alguem inwitivamente, para, sd depois, ve tr: pela bonto, pelo testemunho, de bocca em becca, por ‘oral ow escripta. Notemos, agora, este facto culminante para as applicacsey do ensino. A premigea menor, que abre oraciocinio, 6 um aps. nbwdo dos sentidos, uppde 0 contacto da intelligencia, que ra. clociaa, com Bs realidades, sobre que conclue. A premisen maior, ‘9 predicado da menor suggere, generalidade an: ‘de factos em contacto com a Intelligencia, que infe iti, & conclasto ¢ um desdobramento on corollario cito do que, itmplicitamente, a premisen maior contem, © por . sto, te origina, como ella, no contacto da inielligencia com as ‘Todo 0 raciocinlo, pole, tira ox weus dados da observacto ompbe de ansisees a marcha acquisitive de gh verdade zobre o methodo de exsino, onto, te Impie_ 4 A edoperaclo do professor, na realizac3o dos fine educativos, ¢ qogrerir actrvidades, com que of edacandos se formem, w bs- apreodam. dade humana de conbseer se exerce’no contacto da intelligencia, que percebe, com as dog cootas que ‘ral cophecer, isto ¢, na iotuiche constante em sta- ; aa. ), enka, a pereepeao com o raciocinin, chega« lyse. Logo 6 pele lotaig-sualytes que se ha de modelra o desta verdade: a origem p ‘epoperacho lors mene. ambos, isto ¢, de toda a si ene col intalgho-analyties € 0 methode supreme elllinico do ea- vino Tudo mais elo confuetes © al "y peciencia Bercica de ssvistir s slgamas sulse * Focin. Esta ¢ de betanics. 0 professor. ds telligencia cogmo- Tudo © que REVISTA DE ENSINO 7 ___ REVISTA DE ENSINO _— ase grammaticn. A li “ae onira wis io, Pobret eiancaa =» JA el : to # Petes, conhecem phonemas © ditongos, met ie se Prexcepcoes die genera, OUMETO 8 BTU dog Pe C.antiven, ndjectivos, regraz € Sxcencnce Me concordancia 4, jeito com. a verbo, collocacho de provomes, 180 do4 infinitgy pesennes 0 impessoacs, definicdes de adverbiog, preposicoes, oop, Pincches, figurox de syntaxe, ¢ nindo pada sabem da proposiczy que 6 no caro, 0 facto de todos of dias, a unidade psych: 7 So veoais vans aula, B’ de methodologia. O que logo notacg 40 tom peagogo da voz do professor, & a. cus asbedoria pq, Tileginda de tniciado em mysterio eabalisticos. O3 methodos Goeira elle, 60 quatro para fulato, eels para sierano, onze fata beltrano, Fala em synthetico, ean a8 olbos postos na ey These chimica. Fala em analytics sem saberem os alumons Jels de analyse. Fala em inductivo, xem desvendar 0 mecanismy a Induccto. Fala em canta ae costae estructurs jo raciacinio, s8 preoceupa com o8 factos, sobr tae ‘versam os methodor: a accaa do professor que dirige, ‘hd iamag que s0 edace, as cobdicdes, eobre que se exerce a co. ‘operagao direetora do mestte. Parece que, de proposito. todos — factos, ee materia do methodo, aio sfsstaday oe jo auditorio, para maior gloria da sua immeoss Sect gosjgeid eherractim sto 9, priilggio dal eveols pr pido crescimento, deixando um delles exposto no sol, © © outro f sombra? De dise em dias, notem os alumnos ne differe no crescimento, na elles mbos. 0 ph meno sera, por rado e para eompre fe, 0 que & mais, terd concorrido para Bituem a observar a oatureza, ndquirindo o geito ¢ a de Ihes explorar o3 regredos. ‘ ‘A aula 6. de chimica? Tende piedsde dos estadant ‘uno the cresteis em foe n disposi¢io mati fureza dos corpos, Em logar de th mythos phrassologicas, gumas. 0 ideal & nu a experienc! aprender om t6, para todos, eerve toima Tecureo de brevidade on falta de luboratorios. Supponde jue» explieagho versa sobre o que scja misturs em physica, com- Hinagio ehimica, sobre 0 que seja analyse @ syn ‘Reun! lum pouco de enkofrs gm poe fimathas de ferro: é uma mis- ura. Per mais quo a revolvaiz, cain ingrediente conservuri toa ekistencia auieooma : basta que deiteis a mistura em um ponco d/agua, para que robrenade o enxofre, e 0 ferro reponse ve funde, Para a idéa da combinacao, aquecei parte desta fistora, em éadinho, até d fusio tranquilla: o enxofre ¢ 0 ferro _ perdem a existencin proprjs, fundindo-se, combinando-se em um Porpo nove, gulphureto de ferro. E uma eypthese. Para evi denciar {ntuitivamente a nnalyse, nguecel, com um fem um tubo de vidro, um pouco de pyrite de {aero Foto ge ferro, encontradico em toda a parte; loge 0 enxofre se sprende do ferro, ndherindy ds paredes superioree do tubo fe widro fechado. “Por esta (Grma, ox alumnos jimais te esque- terse deatna nogées, comprehendidas integralmente. | O que, dle todo, nic te tolera, ¢.edte ensino absiracto de chimica, re- duzido a decorar nomencisturas, algebrizando, pa lousa, analyses ¢ ayatheses, sem uma palpitagio de vide @ realidade. Bde physics a auls? Vede osta fico aoa mestres | — s Apresente 0 professor, diz Ruy Barbors, ‘ace sens diseipuloe fim 'magoete natural ou artificial: dé-he a examinar, ponha-o Gm contacto com fragmentos de ferro, aco, um pouco de limatha, fimas ogulhas: approxime auccessivamente dos polos esias eu Mancine alasio-as, trazendo-n2 pooeo & poaco all 4 parte media, on varia bastes imanisadas, suapensas livrementé ; tacn- diatiogvir a orientagio em que todas se fixam depoi Sieur tempo; encamiohe com diserecaa aa perguntae ‘carrer deatesexercicios, 08 meninos attentos, tisteites, avidos “Heacoberto — elles mesmos — 9 propricdade attractiva , & Bua polarid: tendencia fatal para © norte. eguranga maria e 1 No, Nas escolas superiores, of estud ty at acta fae wa Gu gates excepto, ei algara ‘phrases, fondras, "vaginas quad sore hmm or esate paseo o oe ni pe factou. A pre ragmatien, ensino entre nevoeires de metaphysic®, REVISTA PD) esimentos serao sa FeIS NO. eg REVISTA DE ENSINO a9 Ade mein, « coalde Co foealdaden >. Hi crotugho educative da8 FOR Oty Em vex d ipor exemplo, da Tei de que a repeticio attencioss favorece £’ do ensino do idioma na pe ee erarhs a ecorg Peoeervacho dss idéas. Ji ba de ter acontec do que, depois de ac grimaniien, propereiane o profemar & irory (80 directs gat fexplicads certa materis, nho tenham 62 alumnos dado boss iedes- * Eran lingua, para coos, eet® base, inferir a regra, ir © professor naturalmente ha de ter reexplicado a merma materis tacion dn lingen, Ort ccunfara 0 enewntado probleme da ig. ent ‘alumnes j dio mostra de melhor eoobecer. Noma pologis pronominal. Ja se havendo 08 alumnos iniclado na ig, ferezira chamads, todos elles enuociar admiravelmente o que Prrondos elasticos da lingua, 00 manuseio dos BeUs melhor, p oUeTam. Sho factos comesinhos, de todos os dias. , chs tora, don cane Om rofenor a safle Paro 8 YORG20 dq endo s atteseho pura eller, oz slumnos se embebem ma evi- yea itonoe em relacdo nos verbed, de que elles ea0 come p acne & idade, cuja lel, ed entio deve ser enunc Momentos, Ha eoiformdade nema posicao ? | Fa regre _ Nem mesma s mathematica, que, de propotito, #6 agora ap Dlementa eee contradizarer 08 faclas clowsicon 1 reepeigs Barres, coca Gsecersidade da intuigse. Toda demonstrocao 4 Sacnin, Bt pperuaiade pa tho enna» vx. > matbemaica,é wm cecszanents ps-tenatcn de raciceivic Juco da lingua: a sua marcha vagarots eterna pata a clareza, feoiuioe, 5 premima talor co qual & co fires de, outros racock fe 4 n aumeondicio de rer, © para a bellezn que 60 seu pr, pios, ou & Beee Wer ce uma tao abun artataren mor de arte, Mone, eno, come BE venareres 80, |Sioma salmmeraecins ess products rire de ateervages anteriores. De : i 1, date o cg udliga "7 ica, @ a selects | modo que, pelo Indo da premise maior, a fonte originaria dos auellng forinaa, qué mais ae nproximarém dn clareza e da bel estudoa de mathematica é 0 communicacao ds intsigencia om lors, A telecglo feita é 3 regta, Nesse tebr, ce chega 4 |e, | as reolidades. Pelo Indo da premicea menor, em qualquer racio- to pecceite, 4 gencralkdede, pela observacio dos factos indivi. § sioio, « intuigto & jmmedisie, Sea a deers nay ide que a insta, “E porém, uma clatse piimaria? As crlancar, merq @aemms des tes sngulos interaos de um ‘angle, Toe 480. jcoela com oa muiores, ja falam com relativo aczrts,) Tome-se qualquer raciacinio, entre os encsdeados na demonstr cia, na construccao de phrares, torneios, inflexdes,¢ | S82 * eoohecem o sentido de numeroeos yocabulos. Pois apraveite 0 eet AI ds soc Te ingyhs, Baguio init mente, na convivencia com Petes kau cli tare pe amine com eligs at pepe age fos alvores da sua intelli Peace ee fall tazaloe distngely, nat saniancas, at palavra ‘staotivos, qualifieativas e eee rT 8 is aegdes: B80 08 sub cane nalaattcntivas ¢ verboa. AA enpecies de substantivos verboe, a8 demaie formas een classificago~s aubtis dos dns. relacten expretman em ae v0, a nogin da pronome, ig0ee, conjunegdes, ox adverbio’, ‘eaniprehende, 6 a € Odesenvolyimento mental ds GEprencas verbey ges eeneralizada de ve co verbal do q abstracces, Peosamento pela emai)? . COMO 80 as palayras, d r Oa vras, desarticulal® nandono da Kentenga, nt © mais entranhado eee horror nos estuto! ‘pdquiridos,ansim, evtes cont Voie que os angulos a, b, ¢, sommados, si0 todos 08 angulos, jpossivels em toroo do ponto d eobre a recta ef E’ 9 promises Thebor de um doe raciocinior, é o facto que evoca a idea do que os angulos tormados em torno de um ponto sobre uma recta, Salem 480 grios, E° a promicea maior, resultado de raciocinios anteriores, , coneluimos que os angulos a, b,c, valem dois rectos. O resto da domonstracclu ee compe de Facinch ‘cates. E qualquer que seja a demonstragho de mathem: ‘fica, ¢ toda ella baceads cm percepgoes sctuaes, que tozem de eee fe de evocagoes, que slo, ou #6 reduzem a : Natuitives, Logo, no ensino da mathematica, o contacto da cla, que oprende, com a8 realidades ensinadas, & a ¢ exito © normal Se por maior facilidade sa’ eub- * 60, rtituem 8 cousas polidos, ou figuras, que 8 repr gencia ve deixa de contagiar Cm Chegam afinal estas as yantagena do como, prineipalmente, pat pelo fecundo com Passemos, ngora, 5 Ver REVISTA DE E! sobre que veream os tbeoremas, yop tas, Npresentim, vem por is0 a intai}i, im a realidade. coneret exemplifiag0es, todas tendentes a mostray ‘nethoda intuitive, nB0 86 para faxer conhecer, a desenvolver 4 capacidade de conhocet cto com» nature = ‘og firma de apresentagao das rea. fidades an expirilo do estudante, es auccessiog natural devtay a ct fas. ey alan ts lee apresentar de dois modo ao eentidgs, ou a imaginagio. “Aog sentido: Primelaments. Nos seus iniclos, a educacts nho eupporta ontra firma de apresentacio das realidades. 4 Sadia Inlet sobre cousas augontes nfo tem quasi sentido up Principalmente, nfio Ihes attrae a siten- ‘40, nio hes interesta x curioaidade. A presenca, porém, das ‘cous sos sentidos mantem 9s meninos sob a encantads magia de um espectaculo sempre wade, Eapontanea e permanente Ga sun attengio pelos cousas animadas que a circundam. Acontece, entretanto, que nem sempre ee podem ter A mio ae reulidades em si. Por coutingeacia inevitavel a presenca del- in espiri cil, que torooris em si mesmas, ¢ de todo imporsivel, como a dos factos rieos. Outras vezes, ainda que postivel, a pres snga material 20 ito do educando acontece ser de tal maneira diti- impraticavel a intuigdo, 82 a intuigho nfo po- esse existir gem ella. Eo caso dos estudos da geographia de paizes longinquos, ou da zoologia de animes de outraa terras ® imposeibilidad ie sir ene te ac eet" Concurso de citeumetaacias inevitaveis, Neate eayo, 0 primeit® Jiguincle em estapas, gravuras, desenho®, 0- Sen nae enc Poeeroes laminoms, que aw tragan soi jar exemplo, se lanex min de cartas m0 i cncnsiogapa "Ea San Cs REVISTA DE ENSINO sentides, cumpre se sdextrem ta pl Apreniizagem destas cous do: methodo intuitivo: ella-fuckita em representagges graphicas, as re sentidos, Por melhores, comtudo, que possam vira ser realidader, munca te deve dispensar material elias, desde que hsja postibilidade. No ensino da anatomia humana, por exemplo, ha illestengies sdmis televo, fidelidade. Mas no seria jamais eapa: fudante » conscieucia auimada e palpitante. 4 servando os corpos reses em nectoter ‘Agera, em segundo log: perceptiveis apa sentidos, como a da philosophia e sclencia juridiea, Ey, digamos, um lente de direito internacional, que vai exp! & donirioa de que, com o apparecimenta doe submarin arma de combate, as lels de maraiidade e de bur genies na guerra, nao so errogam, pois nao deixom de ter a Mesias razbes de exiaiencin. Coma ha de evidenciar esta dou- Apresentanio as realidades em si na sua muaterialidade viva Ou mesmo, por illustragies ? E’ claro que nfo pode ser Mas notese bem, nem por isto pawivel 0 Contacto da intellizencia que aprende, com as realidades a conhecer. ‘As realidades ce podem apreeniar i imaginagio, evocando ‘Vemtigios do que os eentido: apanharam, vestigion capazes de por em evidencia a facto que ee expe, ee explicn ta firma admiravel, ee preeantans i + Deste que ba, entre os homens, jo meu ¢ do Lem, 2 comiderod ‘de um individuo que se apotera do ee i" wetas do proximo ao eagradas. Isto nao de hoje... Um bello din, porim, inven col ‘venior da garua,., nos vem dizer: — Realmen era, for a mio nas gavelas do proximo; mas ain inka inventsdo # gazua que ¢ incompativel com oxtn lel aus, 0 que se segue, Ha © quo a poticia deve rates prega. telligencia a abng com REVISTA DR ENSING ‘ernaolonal teria fleado obecurn tar wn raalidad® A Oapirito a, vitir tna NOgKO, Mvte ine, ihe no sol de evider vi ‘iri de hada, Ne raver me ar apn a cretaa como my ends’ gaa se teaha hoe Gear Imagens sproptladas én iniuigha supersens: © que detiny a exi,tencin dn iota GGontets da Intaltigencib. que nprendc, com ha couse a conde fF, Gala alle. eontielo por meio (oe wetlldor, ou por melo 0h feremys 1 quér fazer queatio de palayras, rs iy paroeciaieato pels Tous ee tonnes -ateaaes discuraiva a phare do up fa a uae te Nho teri, ps ita Ie: pov 8 seacal ¢ conicto ice ae fenlidades que vae wprender, ao qj bem | a bem @ nome tuleda, a6 40 nko quer inventor outro melber. z fem 6 diovern #0 npr mah ea aa," _ meamne mymane 40 maruvifhore {natrumonto semraciat Oy axamplo, « fcitan, Gb. Fallansijen © brofonne ‘nko tem & mie, Hew dl no mene, cl os prt Mal eave, avorhr, por exemple, f imingem gen gee Terry eoahecidn do. eMule, re ak lll, idion ago cerenda éitjlicar om fd van tuiber, ume salina, que seabave de visitor, #0 x: prinia msin on menos nasi: inne, deitads & belra mar, bm enixitho quadriculode de jadelln, em irvporgdes immenine, * + 6 ume salina, — Quem delxa de ver gio, em Wa @ BeU Felewo, #6 com aquelta |e. distante ? Amontada n activld nol do educanda, sem a qual s ‘A explicnpio deve poder rape da palaven talvex w eduongio 6 vinw bos he’ do educador, ‘enconteat fo mevaniemo da peréopoho: uma excite diriginde a activida watndo que, a8 manana aperceptivar, «com eam i prosengs das 4 ividade conjunete, Ore, © ew Eesae Fess Somme en ‘e enny an forme ge iu form de pa sallan! eonecienela da mea are fl do wor a (met i 6 identien do ens Aduengho jimals attingir’ vow vows pri mulnior ob ostadiae, of tramiter, 9 Ha mareha mental, com que pobre ae cote: 8 passigem, ou 9 enbstita ‘vantageny da verdade, da el ‘um ponto de partida, que & a nocie om seguida, ¢ inl for gogieg melhor, ox slre « jets, ficando as anteriores [6 toda eaquceldas, ou méror {dwcis da que ji aio é. Ha, pols, Ha marcha, com que, por intulgto, se siqulrem acertaiina 0 -vivaa, dole abjectos dignes de estado : to todos, nm ox conhecimestas, ¢ estos analy que ae ‘do‘portido. nunca pide-eer, legitimamente, um oe mine sHen 0 objecko, # COMR, grave erro comecar © ening . eto, em nome de um falao methodo ayy, uma falsa do associacionisty, sree tein ido ce uso quasi universal; OU COMCCAT O catyig oan jor genetalidades, como parallelos, meridinnos, tovimentos da terra, segundo & de uso OA quasi unanimidndg dos compendios. Ji é uma velharia, que se apregia, @ no ay cumpre, ‘lever 0 ensino ir do concrete ao abstracto. - Met onde comecamos « adquirir a idéa, que bojo fazemoy, da arvare? Ja, unter da eseals, muitas © muitas vezes- tive, toes 0 envejo de velas, comparatas, de thes notar differencay, ef de dar nomes a todas’ ds leitura pelo alphabe thetica, por inspiragiio de de bes discersir muitas de eas pat Na travegeia da escola nos ensinaram boteniea, sem, por hypo. these, pos alhearem da natarezn, Depois da ecole, ainda po. demos continaar 0 nosso eatudo sobre o mesmo objecto, cujag differengar, funcces e relagdes, se perdem no infinite, Mas sempre 0 camego dle todos os nossos estudos a respeito foi 9. primeira visio, em crianga, de uma arvore. E’ tado inicial. © que seja, exactamente, 0 todo inicial dos couhecimen- tos niio tem sido isento de imceriezas ¢ duvides, A mdr culpa da equivocidade do termo. =~ 0 se eon duas conass. © eonjuncto dos omens, dos gatos, dos clephantes, © congeneres, ¢ um todo, chamado animal. Neste caso, 0 todo tgnifica o total de mui- tas cousss, diversat entre si, mas ligades por caracteres com- mons. E , uma generatidade, faz parte de uma. doutrinaria, implica um trabalho ulterior do espi- tito. © globo terraqueo é um todo, oppagetr sas pois com- jeradas. Cada bomem, cada gato, esds el te, da, craigs ance rete, i ghey Yer, um tode. Um homem ¢ um todo de muitos orgams, Prema ee ene ree aes in. pees 0 tedo = i. ao general ee are ae ease eoeeteas REVISTA DE PNSINO elarexa, 08 pmbclass ai, om verdade Afiwati scald nen oe " weidn tohee'» wgmitonstel ae‘ a0, non mre « do ra : de analyeer, na Hae jue In i abjecto complexe, ‘Na oy 4 eentenca © todo inicial, caper do-anilyses. A marcha unnijlica decodes eae B10 40 seaxo, mas coin obscrvnneia rostricta 4s lois te nnulyor, ‘A etianga igoora s eylisha 6 a letra corraponda ne. hums realidade na vida objectiva’ A @ syiabe abstracrOes, que ella Vai adquirir, eome ® qualquer Mitwecso go curdo de sua existencia, Aprende, digamos, dado momento a dizer ease, ao deceniio calllgraphica, ou pa- Tavra, que o professor exereve na lous. &° claro propriamente aquella palav OMe 468 signaes, que fits, da mesma forma que cha Ou mrvore, uo desepho destes objector, Depois, » mos ga aprende a dizer cadeira 4 pulavra, que 0 prot reve na pedrs, Entio, do canfronto mental das 4 cusa ¢ cadeira, Mala inicial ex Mente, segundo a lei de yoo tudo o que em cousns varindas tende a ser objecto do unin consciencia distinets. For combinaciies intel . com qué a meitre prepara, ov enkeja a que oF ae ‘analysem, chegam elles a conbecer todas ss | 80 mesmo tempo que aprendam o ler tudo, sem estorco eateri- * Tisante, ¢ sem jamais te divareisrem da rignifiengio, nio eom~ mettendo o grave erro de ler, som a Imagem mental dos ob- jectos lidor,- peytacicamente, como seantece m lador o# que Aprénderam a ler pelo detesiavel methodo synthetica, vivlante daw leis paturaes. iquer lel acientifiea, intuttivamente m de qual “hurr deregeg olen 2 marca Bema ee te on a ve an per 1 eet en ponte rauenioe® producto as tile de mathematica. Ao inven de de- : enaaciada, pode 0 protemor fauar 3 diag, a rewl REVISTA DE_ENSINO se vows alamnge o pedquiram por in 26, iho Tyrotessor trazidé A nuia det ject sda equaimente pot dois alanoe ond mmaren doin groper gu : delles por dois. 0 reaultnds de object. on male gon Vari, em MORUIEN. B Oxpey . fe obimando 0 pumero ade objectos, que 80 Teparteg Tien, eugmeemenrands o numero de pease, COM quem eree or caace, a multiplicagho do numero, ‘seads um, pelo sumero de alumnor, com quem se divi, Gem ox objectos, @ rempre egual a0 numero total do objectay folace. Diane destes factos, que o profector pode torner bem varindeé, uma couse é sempre & mesma: Oo numero to. {al dae cousns, que se dividem, & Igual ag fueto do que toca igualmente a coda REVISTA DE_RNSINO 0 phis juridi vito romano, ou por nogdex do divelto positive BA terra} problemas esta eepirito meno une HMurtragdes, #, mo 4 desta primeira phase, me entre © long ha possivel, med depois, com o# resi diante imagens, Por Comm o quo v0 haja aprondido, mae de porto, como distante, Em geagraphia, por exempl comecar, ¢ qualquer ret geo © aprendiz ; a orieutacts pelo © Lada, por quer phico da logar ands we scimento do tal, a sala de aK, O8 correo, tudo o 4 who direeta ® autono har estas cousae vistas @ reprodu vel em alla releva, modslagem, ow extudos, relacionatlos ep ras, depende das nvconsidades @ capacidaden Em historia, 0 todo inicial pio pda ser a genes biblion, ou evolucionists, do genera humans, com que se cas ambular a historia, para. logo depois. divagar sobre fondo de nomes, datas, factor, oumerome dynvsting, narraghes tie portidias, proegaa gigantescas, triumphow eccasianaes do eri~ me, Kem nenhum sentiment da natu dos seus persona gens, nenhum sentimento da realidade historica, nenbura obver- yacko da alma humana, oeohuma vito da vida praticn, O todo inicial dos estudia ds historia ¢ a historia do proprio fndividao, 0 du escola quefrequents, a da cidade que habite, consultando, 0 estudante meena, documentos, certidévs de bap- tismo, mooumentos histericoy, inscripcies, confrontande te ‘hos ¢ tradighos, Depois, num encadelamento ‘ntelligente, wa (pama ao estado da historia patria, na evolugto dow kes prin: politicos, nos factos dominantes du saa formigha, deseo ‘volvimento, aspiragéor e giorias. todo inicial nia pide. legitimamente, wer e — tao pouco philosophls do diralt ‘wwadto Jonging eer, A f a REVISTA DE ENSINO = a situaglo doa pnee é uma, 9 dos ‘iy, smeminan dua cara a dos eriados. A cada qual tocs ym Geterminada espera de accle, ba regras, ainda que nfo reqy. Gaara eacripte, sobre 0 quo, compete a cada qual fazer, gg REVISTA DE ENSING © livro, qu do leitor, por il apreseotar as realidades novas ao expirite is Ou por imagens, s# sala aslo do ea: a ‘ fe eeja pomivel o vida harmonicy pirito intuitive, Do que 6 letor ja 08, por ee og eden A. w0cls, Moutrinoria e verdadeira, do qi” © livro limltaree m lembrar, mas ao que'e tence cng Pose @ Ieitor alnds aha co- Pine’ se pode derivat euaverente deata simple observacdo iq, © livre apparecea, ae ‘ait reeamo, pois, quer se trate de ensino pritario, quey iin r, 0 methada & sempre a intulcdo-analytica, w ora, nn literatura didactica aa eate profemor, que fla 00 SR:TETE. $0, Confun. dirin coma literatura commun, si nfo {Ora a sua preoecupaciy intuitive, 01 escolha dos aseumptos, © na maneira de o¥ conci. fenar e expor, Quem quer que se aventura a escrever para (nfancis, ndo lograté uma linha do seu intento, si io pautar oda a tua lingungem pelaa indicughes da intulpto analytics no seu espirito, no seu curso, @ nos seus fins. nda MG O timer de nories Intuitivas vae © ‘endo com a cedade, © livre didacticy ‘pode tr diminuindo, com a prepare de F, que-ve destinn, no emprega das lllustraches doe tran eterjo ign elle de apenas telembrar, Quaate den, © prepare do leltar, tact menos pode @ be yro didsetico fallar sem imagens, ov. illastragbes Ho ee conclun que sini hapropria @ we dng illustragcee nam velulee, me Liver de fallar a tor, @ imagem & o & ftigo, agrads mais a linguagem coustellada de inagens mess eobre cousna ji rabides, Nao obstante, w razdo wuproma das imagens & « necessida- do dé caress. Vode como nenbum eaeriptor de merito as dis penss, Ao acaso, léde cata comparacdo, usada por Coclha Net~ fo. para dar a impreeto do hemem quo, tendo elaudicade uma ‘Yer, roubanda para jogar, roubando depols, para tecaperar @ perdida e esivaree, ce ‘perde de umm ver: — © montagha Secarpada: a gloria v purezn, eatio no cimo, uo sopd alnstea-se a chelos de seducyées, de miragens, de en= ‘Quem se inclina vente a vertigem @ soffre a attracc’o, desee um paso, rervela, rola, precipi rotanda-ae. Rare ako oa que conseguem agarrarse 44 raizee do arrependi« mento, ds arcstas enotgias da vontado, sulvyauda-se dx penda imagens © Sempre que rporiche de intie fatigenc que as vai conhecer, in & menos clara © oncantadors outa imagem a eloguen- ola ruybarboreana: « A peteryins sees de sane goog ‘touans 0 la Seen te vie ran a oletade, ne erat ‘vawamte : Tonias correrist de lurs em lara, & exo~ om | Rutzubles dos soon pedicnlos oculares, 0 eaconie de ‘dos seas apperniices maxillates, o hoatil tna aggrora « ingacuie oa mordedura, aonian, rojante, ealamends, & oft do marina, ompipatencis #ncor- e——__ ee da rotina, © campo inteirg 4 beina deseoberta pela bai” 0 REVISTA DE E Pk ae REVISTA DE FNSINO agaita oe diqui vagus © ia politica se vai Ierando, come & ing, idéa de que o Se autor pratigy sion € cslervilha i euperticic as cticldade No ee aup- mer CU eae aueeniea oraz, fugindo sobre deo je ponks didactico o livro, gue € clare para @ seu actor 9 Es amphibian, predate nmencande com 8 tenazee de tea ¢ D-quem ee dealin o livia, Duh, a pecen aidade de apresentor ne realidades, sobre que dis gene, u vestiging de que antes 0 loiter sabido. facil . por ima ote, teh hiecido,, di Tages o elemento irresiativel, que daqui a pouco, NA enchemig. tho compltcato facto social, nem estygmatizar, com mals acertg @ indelebilidade o caracter doe Intrigantes, de baixa extraccag social, o@ adventicios de fachada austera ¢ conéclencts a premig, & pois, privilegio da literatura didactica 0 uso day imagens. Q que, neste particular, a differencia da commum, fn quantidede # a qualidade das suse imagens: sho mais nume. rosa e mais simples, mais triviaes, mais correnting, mais qo aleance da intelligencin do estadante a quem se fall A apresentacio daa realidades deseonbecidas, ou mal ep. trevistas, por meio de imagens de cousns conbecidas, ou mais faceia dé entender, ¢ 0 segredo supremo da clareza. o eeu me- canismo mental ga linguagem humana. Se quizerd2a explicar © que € methodo, eo que é processo, porque nao haves de usar de meios faceis, como eate: « para ir de um ponto a ou- tro, © caminho mais curto ¢ a rua tal; mas podeis ir a pé, a marcha do conhecido p: do velbo parao nova, O bom tino exté em saber utfliznrse do que provavelmente seacha aa experiencia do leltor A observacio mostrara o preparo em media, para cada phase da tofs de imagens, que repro isto, pode um livro dezerels annos, © no ‘0 er, pata o8 der. equer s adaptagio das Imagens, de que se vale, no preparo do leltor, a quem eile ee destina, De par com as imagens, quo ap tas, 08 livros da infancia se devem pri tanto e onde couberem. Send. de um ind de coutingar a iotuigdo sensorial, que prepa por outro lado, um meio de augmentar o agrado sos @lias Bio O prato appetecido de todos oz dias, Ni ‘usw. deste" prepare i aa consis ineddi- jorar di lo, de bonde, de carro, de automovel, rosinho, acompa- b) silencioea, palraudo, O caminho é 0 methodo, e os modo: “ © lnlhar #80 68 processoe >. Ou ge quizerdes expliear come No curso c fs chatuer 0 get irae) ieecmio op a Pasiomos a ver d-xarcha do methedo: a parsagem de porque nia ex; oe enn em, imprevaiies indiscriminadas ¢ obscurss parn mocOes melhores, ‘genero do que so especies 0 bh Seon por meio de ruccesrivas unalyse= mem © mcaco, 0 bl, 0 um genera d 0 2 Wicioo, Aim ba proces ‘os procersoe». Qu ainda a& sempre ba trocteiras deficidee mare ‘cientificns, nem este ee Onde a dittiacgio é impo omenta ri22 tempo. ba dia, ha tarde, ba nuile: > Experimentac major cue {2084 de ser dia, tx indecko. Asim, COM precied, este mom! clos ha que we vacilacre snaitatiactin scleatiieas «obi eas ‘objecto toicial dos conbecimentos si0 03 Lados, na sc- * cin: Tiieeta’ cowo rtnldadon compleses individeaes. tn © giagao de estados novos por abatracces ¢ um sbrurdo, porque ‘viola a ordem menial de acquisicées de conbecimentos. Neste fartioobar, o dever dos livros didacticos eet em comegorem @ ensino por todos, ¢ nia por attribute, éemento ou re- é sober quace sho enter todor, pargue eet aipicar o cen officio, “Seodo cllew sano- eraveis, deotro de cada ociencin, por qual hn de comegar, & tees Se ccise wstes problemas. Ha reali- : ete tna, ‘ereman ‘com energia, e, nio obstante, ‘ jTeolennemenie em ontra idade. Romances de sve fm, copa f eepads, comedias faofarronsa © rombetelrar, fap~ eG, por su; REVISTA DE © ee ee ee oe sihogadse ¢ polichinellos, qaa eram a nossa delicia 4 ima, at as ae ie Ro. ETaat o quad ‘Parece que declinamos pela collins do occas, emquanes trittiag covwad fam, eternamente em 401 Bascente, as olhoy eocantsdos da mocidade em perpetus renovacio, Meemo oy secatihase da vida, ofa noe agrada, ora hos eDlArs. o Tetmng gy, snpto, segundo % disposigho, do momento Mere’ destas rasbea, a Moratara didactica tem, primeira de seleccionar, entre os aseumptos possiveit, aquelles que maj, Se adaptem d'idede do leitor, a quo ce destin. Além dist forga Ibe é tratalos de modo a manter, contra as ‘indisposi¢ ogy momento, o agrado eo prazer da leiturs. gE ‘que o assumpto do livro satisfaga as Inclinacieg pryebiéat dominantes es idade. Si se falar de sciencia do ad. ministragho & uma crianca de nove amnos, ella nia poder, comprehende-is, nem escatari, com agrado dois minutos a fio, ‘emauanto, reais tarde, poder ver 0 assampto da sua maior pre. dilecgo. Por emquanto, ella prefere guvir contos de fadas, historias Wlustrades eobre a natureen viva, que a rodeia. E ‘que ettd sdequado i sus comprebeneio, ¢ se barmonizs com ‘fans preferencias em trantite. A observagho psychics ngeenta a ordem natural de succes. constante € natural REVISTA DE ENSINO ¥ que ae 01 logan gam os appetites, no Ihet despertam intere Mae, meemo' depos de aceammodado a muita vezes o prazer da leitura ae amort de momento, seja por seceura de Hn ntrene #00 oer, gem, Um disenrso, feito com monotonia e friek, darme @ suditorio mais gentil, QO mesmo aseumpto, porém, tratato recitado 4 Bilac. inflamma ¢ exalta, entre ‘applausos, o audi | torio mals commedido. 0 ssvumpto we trunsfigora soe toques a ‘arte ; 0 etthiisisemo © x eloquencis the insinuam, vas veins pulpitagies de vida, Adequada # eloqvencis 4 infancis, ma pa neira de conduzir os areumptos ono moto do ot expor, ella mMantem © cresce o interesse, enthosiaema ¢ fecunda o trabalho. Por inttusncia dynamogesicn, « emocto agradavel da etars lo quente tovifien © organism,’ concorre prodigioanmente pats a snide © 0 futuro. tigi vmpto m idade or leis Pan w many = Be e) Nas fins propostos Attendendo, ngorn, ao fins da ‘elien se ha de aprimorar em moralidade, verdade @ bellen ‘Ninguem eusaris, para a tormacde moral geraciee no yas, inoculat, no eeu cspirito, theorios subver Em que pese os divergencias sobre a nogio le mum ponto se harmonizam as opinides; ¢ no dever da confor- fm a anturera iodividual ¢ social do homem, @, cor- Telatamente, no horror ao que = powa smesquinhar, volar ox deatruir, A literatura didacties edo pod allegar deacuips de Gue 8 arte nfo tem olhos portos oa moral, mss na bellees © ns "Ella @, por destino, moralizedora, ¢, como s® dirige 4 este particular, tem de ir além do do l- ‘Coane in que nla se podem texar do We lealise moral, #6 forem bem consideradan na estructars rs toe a euas eo ‘e effcitas, Todavia, ellas mesmas, (omadae nexo Jogico qua ss erystaliza em uma #0 Tepirita incaulo, ws suggesties mals has nos bone costumes. A moralidade arin com o gro de gerersict Aaeien. exem| r, 2 Weitare do ¢ Primo que ee e40 posts arguir de immeral & de toda perniviosa para romantica @ vonbadora og iocideates, xem os rel ftaveis, determinadoras di igeate. fama seabora. trelligen Foe onde quinge primavernt, Talver, aoe eppodios, #0: consequencias inevil REVISTA DE ENSINO Reramamoes M-thodo 4 a idonridade dos meios pars 9 alcance des Gos Os meios, com gaz s alca eas edachtives, ah cooperscio do eu conperagte, se effectan prati tividates, que 08 discipaios Mos, a idoneidate de pacidade para sttingir aoe fas. com espacidade hamana de c exerce, de atures, couperacha edacadors ende da san conf Gra esta capscid: Soptacte da inteliigencia, que sprende 2 ¢, mediante a intuicse. Loge Stacatives, ou meihoda de cusiea,, €. estencia, 2 intu'chi comiseta da intelizescis com a realidade se effectiin pels Provence material, cu illucirada, das cousss, ou por meis te imagens, que reprodumm impremies peneoriaes, ‘Porque, eat Tiaras predorina a accho dos ext: abe, ¢ 8 da apresectacio mzierial, oa illastrads ides ©, & medida que, com s experiencis, 3 actividade iaterea fir erescendo, an realidades ve podes spresestar por melo de ima- geet, que s palavra suggere, De mada quc, a istuiche ¢, de umere, sensorial, ©, depois, eaperseatorial. Porque oe objectos des coubecimentos, que comeqsm, sla, Gaturalmeate, a& realiiate-, ta-s como se vncoctram ox patare- 6 depeis, ¢ que elias se decempiem, wesisimente, ex DA eoucagio 0S PROPESSORES Los DA SILVEIRA ( Continuagio ) §3°—conABORAGSO A ram yo TuABsLwo ESCOLAR, car Constante niente, ‘pas eecolas € fag failing, em virtude de mal entendidos entre isuipoles © mesires, As mais dss venes quesiOes sem a mini- fun Importancia provocam Iutas que, em certos easos, tornam-se Violentae e vio mesma até dx secgfes livres dos jornaes. bem ‘Como a cartas denuneistorias és nutoridades superiores do en- ‘tino, au ace officio de queixas contra o profestor, com todo o cortejo de seperezas @ agrorss proprias 2 esees factos, tudo can- Correndo afinal para o degpreetigio dos educadores, contrarieda- des dos chefes e sborrecimento das familias, ‘Noutros occasides, oma palavea mal ouvida, um geato eq € absolutamente edificante. De um lado, Seale Jager pirrseas ; intervem a politiqaice Incutnrels wrt.” 8 ull covet gue’. 0 degre Yello geral nates de semelhantes inconveniencias, muito mais ees do que geralmente se suppie. Considere-se que jé ples antipathin 4 tho a ao trabalho eseolar quanto E ho nosso pals, attrictos diversos surgem — infeliz, geram um estado de guerra entre — proceder acintemente, de outro o mesire 8 | * que milo excana mi "tal tuto georaliandn «re paterna filhos na escola publica, occupam adiantamento dos mesmos, que exactamente ms entre a escola publics « © credo a que esta se fil de todos, recebendo eria dendo eliminar alamuos pi em Petropolis) ou por pertencerem a partidos poll pos religioscs diversor, tem uma. diffcillima € m0 0 Investizador descuidoea ia hnver escolhido urna determinada excola pata 0 Filho denots, da parte della, certa orienlagso educativa © ama attengho ¢ tigilancia maito Tavoraveis 4 obra do educador, guodg observa o pedagosisia portuguex Albano Ramalho, 1 livro de impressbes de visgem. A escola’ privads pod , seleccionar os alumpoe, t6 mantendo ag criaacas que convierem aoeeeus intaitor, por quacs- quer motivos, © eae facto insignifiesote ms apparencia, ¢ 9 chave do problema da melhor trequenein de tees estabelecimen. tos, ¢ do exito do trabalho educative, com relaci nos ideaee, que ee pretenderent eriar no espirito dos alamace de semelhan- tex Inetitatos de ensino. Resulta disso, dewa collsboracho rauito mais sssidua dos pace dos dliscentes das escolas privadss, a apparent superior dade mumericn no resaltades das mesmas, sobre oF estabele' mentes de publica inatrucgio, isto ¢. aquellet mantidos pelo Batado e, portanto, obrigade a matriewlar discipulos de todas as ‘elasaee sociace e de todos 08 principics ¢ até oa que norma aigama prefesam. Como bem neta 0 citsde Albeno Ramalbo. » ‘Compararao ha de ser fits nfo entre oumeros brutos, « sim entre ‘parcentagens, levande-se nieda em conta o que acima fot dito De mancira quo pa Europa ( Allemaoha, Inzlsterra. France, Je nos Estados Unidos da Arferica do Norte, as insti- mm d obra eacoler, formas wariadaa te auxilio ‘excellentes scrvicos prestades, ‘iho a6 onde jiexistem, como tambem } outres partes do manda ainda ao em gono de tho grandes it prestade, forma de sstistemeia me- ReaNeee 5 wits eecetin do roupas ¢ alimeota- facto da fa 6 de erér que prohicrem, gto, ones tela Fa, Ser eaclareeneeeearing, ory cad mai uteneilios escblar ss + OF oy Irspeatura de tijetbecasexclars Infanti € ata adoleiery feciny come para adultor, ora tavorecendo se feetas excoarep passeios e mais diveredes apropriadas, © Stee anna ore. paca, afim de que as fibos possam freque laments ay clase, ete, : TE, patem, sobretudo pelo amparo i formacdo do carnctep peto patvotiais, no gue diz respelto so fortafecimento da eduegy ‘eagle moral, qué exans iigas ¢ avrocingdes prestam wm ineutimg, ee vest de vista deve ser exercida a conperseay da fomilis ou dos philsothropos na vida da escola: quanig ¢_ edueacho physics, quanto ay edueagio Intellectual, quanta 4 educacho moral 4 1.* — Relativamente i envcacio FHYsICA, vé-88 logo que, desdy © periodo de gestapic, podem ag mies concorrer paras effica. | ‘cia da trabalho escolar foturo, cumprinde 9g regras preseriptay | pelos hygienistas ; de tal maneira a erianca nascerd rohusts » & dos tempos e da autoria de duvenal (42-125) 0 preceito men sana in corpore sano, Depois, na primeira infancim, quantoa cule | dados a observar no slvitamento, na pacsagem pars a allmentagio solids, no vestusrio, no babitagio © até nos brinquedos a forne- cor 4 crisnca! Cuda assumpto testes, que se attenda.convenien- ‘vemente, ¢ om proveito immediate para a robustez do corpo, de pO dependeri o bom temperamento. 0 grio de resistencia d s REVISTA DE ENSINO 19 —__—____SEMStADEENSING) SS ampliando lemtaments o4 nodes compntivels com a perfeita saiide @ mental do edueanda (este trabalho exige mnita finara va Vida Infantil); — on entao exercitando wessoR DEDINeS, ue devam ser decenvolvides, p Ha trei ie wlequados no sgucamiento tas facu das corvervatorint © dat elnborativas, eujn 6 constitue m intelligencis, ‘Tadavia, coma taes exercicion fora da alcance de muitas pessoas ¢ exigem cettas pr da parte de quem os applies, meltior seri que col horacho, neste capitclo, v6 se manilere quande solicitada pelo dow. 3° — Com referencis 4 rowcacko wont, nho custa descobrir que © aqui que transcende a valia de cooperarem. mestrea © discipulos, nae tarefas excolares, peri o port e2volaree. Tratande-22 dda ercols publica, leiga. ox prineipioe wos preciaam ser apresentalos quotidianamente no seio do lar domestica € na continuidade da ida escolar, allo «6 por palavres, aque evidentemente na hasta tuas 6 de modo weegpsario, por exemplo, que edifiquer Joutil & prégar por polaeras, que nao por exexpl ipefficaz, como prejudiciatizgima & a contradiccBo ent eecolar e 0 mela familiar. Fara que o2 preceitoa ee gravem no subconsciente do no, @ i) ecto servem como normas de conducta, devem elles ser avides ma cag ¢ na esctin, em burmonia de vi baer jos ma vida de ambas ¢ du meio ambiente doe por imitacdo des naturaes modelers Bo si meio Sejam de ver afastados 08 commentarion deprimenter, boats malevolo: ¢ incansistontes, 4 intriga aviltante, as qu tiuneniaa de intolerancia roligioss, potitien © quejnniss > cong joe 08 eaforcos no sentido di classe, dos mesmoe optimos en elevades ideaes, = Se a familin profess slguma religite, que filhos ds igrejas catholieo-romanas, sas Sate evnngelicos, fa Fymagogas judaiess, sia mesquitae mahometanss, aoe femplos po- itivislas efs., conforme 10r 9 caso, pare, nesses melot apro~ “priados, receberem as crlnngas 08 ensinamentos desis crencaa. Pal sosiaesrsigiore completani. 0 trabalho moralizador da esc collocando ‘no Inuo dos principios universaes © leigos, para » i mais solidos caracteres ; evite a escola ataques is rdotos dae divereas seas Bere cn ry cynic ito ¥ ‘conceites gerarho o angrchis mental, moral @ Regt ‘criangad, regunda temos obsertado, 8 crianga todesda, REVISTA DE_BNSINO va por incutir bellos preceltes Wry, Mor exemplo: SAO PACARS a. 0 a Se © professor se efor pars moral ebrieth. come, 0 euro prazo dy ola, que 08 bellisej- ‘dos ng ondiucta, ‘gate sivencia Torhe do’ siumne, que vse servit de bate par 4 ne vida, porque 8 ercola prepara m vida ( felt sfsarne ca . og apererey ‘Geclarat que nada temos ainda no Brasi) a este reapette de collaboracha,ga tamilin na escola. Indagando bean, pereehese al uma certi#imdispesicho quanto 4 eieoln po. Dlica, da parte de mamervecs memibron ida nossa sociedade, mi tale ¢ do que » incomprehensio nbsoluta do é REVISTA Di. ENSINO quor que educative, Maia umm vantagem quo advird das yi rago do profemsor. Em geral, 0 proj todos sabemes que 6 acanhamonte prot panheiro do mestte Crie-ee tambem! 6 irre de opomtam fas, telitin de aiwmno on q wigo exclusive do sducdor + confinaga que seri de valor real ma et que outro nom ram foifaa @ de que maneira excripturado sem rancor mente, de parte x na Governo, uma junta de pessoas culta do easing, junta essa A qual compet tendidos entre most Wt feostume de dar cuvides a quantas invencionices ‘a erianea ysja por bem diser em casa, barcada na credulidaie pxceesita ‘ho eepirite inventive doa enthusinstas eabe escobtir ou~ a vhs, ce Jo com ms candigdes locacs, para qe aja ima realidaide, entre nis, aquillo que os povos mais civiligedos fecenheceram, ha muito, ‘como mecemario © que proticam com Wantagens digoss de uma superior imitagio. cms ease A macoLa. — camara # pA DE_ENSINO molesting COMMUDE UO mig tn edvde infantil ‘alguns eclenti#tas italiano. Bin REVISTA DE ENSINO ne 0 therapenticn di ene melo ot men ao. cxtae i oi wer pelos ¢ qos, enthuslarnadon talsed, PelOe, 14 de Novembro de i914, », phos 435 até 188, trata df tra g do artigo 530 do’ me studs eobre anthrapo fe do Cesar Lombroes. @ og. tos, enveredaram [renew ee apeccio medi : relo crio 9 tery! a ped 0. aes echo medico-pedagogico no 0 tetvica in a gin do fare, jicos do c interior do Estaa, pnvoredaram trapenmenie 7, UA future, m pe fare. med serviga contra o trachoma. Oy 1 rém, desea teotativa cre into’ werem ? «0 officio de medico da cujo termine vem, o iden! Scikatipea que, aa verdade, apenas en! ee prondo-pedagoising, & pedagogia ee ‘moe foram inteirames no pate sindg lar & um officio. mult clicado, para © qual, sine complexe ~ ontetide py - SOmente, podem ver ehamadan ‘ tea ensino, por turtar-The conteide pro. sfonde tacto, de nobres seatim mada pewoas ds cae elo was arte ete. fortaada de preceitos tiador daqul, Soeasder para semelbanie geen ieee (emanetteM expeciaes in ‘Tovceder com ais clomais artes. ‘edeixando de Iado HUMETOSAS questieg someten acs as ‘ poderiam referir, passemos 4 interesaantet, HUSa eecolar ¢ da ean beneGea tnfluencin pars g fadividuo e para a sociedade ‘Organizada paces © tues estado tam imor e ternara pelos crina at deo fal officio dove ser o'de um medica chatecs te 08 tagonismo com & direccio didacticay hain Bis amas eables polnvras do sr. prot. de. Lustig, oo seu lj- ‘wo supracitada. Nem ¢ outro 0 moto de dig der hous da materia ©, parece, tude quanto nio ecteja aferinde por cae padrio, esti mais ou menos errado f Cy, Entre née. qual devers ser a acco da medicins gia? Evidentemente 6 papel de medico escolar, no Bees 4e ter amplitude © importancin roaiores do que as que te ola moe paizee mals ndisotados, cujas normas administrativas costa. Paci tT f° ods pare 8 eriemcde det comer homers A influencia do medico-escolar, no noss0 pais, deve se exer- et desde a escolha do local onde ‘tena de ser constrvide o Predio da escola (e e6 nasim serio evitados certos erros naz ‘cometruecbet escolares ), até 4 sssistencia domiciliaris a0 alamno que delis precise, manifertonda-se, portanto, durante 0 cyclo eo. ealar ¢ procurando criar.um ambiente de saiide, de eontorts le bem atat, que ainda nio existe nse novena terraz. Nem & Fazoavel limitar, entre née, a inspeccho medica a um rapido © a0 exame ophtalmologico, com aries da Capite), apnexas a Gra- ‘POs e nos ques Ao far um tratamento odontologico ___ Ofrachoma, a opilacio, o paludismo, a syphilis, a tuber- “talaae, 0 mal do Carlos Clingses 0 alcool ove uma lists 9°. ‘gr de agentes morbidos eriam, para a quasi totalidade das cri- a Sess aust 08 Jaber Ritace # ds Hepabls, desoladora situ: M . pit Pale cous tales phiien,layrento ness esti una se- ‘Tancia bom maior do que a que ge suppde, aclle o olho do me- qeieecere nso de que maltos poros no ais Trtalho de inspecgao predetermioado wucloso ¢... falb alll, eanfarme costum: ‘na Hollanda, em 1865; ua Toglaterra, em 187 Fanie, i a Belgica, em 1878 ; na Franca, em omy is es em 4887; na Noruega, Tesi, estabelecids depois na Allemanbs, Austtia, nos Unidos, na Tusquis, Bulgaria e no Japdo ( vade por 1940, bavia 9.000 medicos excelares), conforme noticia do sr. professor dr. ‘Alexandre Lasting, 0 sea livro, + Igiene della Scuola », tamben fupdada na Argeniinn © em mais um eeiores ln ie Cegres Inrmaoaal de Hone de Be ‘sellas, em 1903; ¢ crisds entre nis, no Rio de Jangiro © em ‘Sto Psulo, tal instituigio ganba terreno em toda a parte e con atartemente v8 angmentado 0 seu jf respeitavel preatigio. «Em Sto Paulo, onde recente retorma dea origem 0 set- vigo de mediciea 'evcolsr, eubordinade & Vireetoria Geral do estd elle eob @ ebefia do abalisado or. dr, Vieira de © de trabalhos sobre 0 a ‘em bavendo aquelle ’ . st amor, de que tala 0 #: tua 16 cjentih veiteso, Mas sima desse «et pin; 0 magist ea wet é um erie, rogies, sho fancedee oairas candemnavelé CO todos, profess ree @-demonsiremos 308 tinuado @ confianca numercsos logares, nem ments mal e a mulher orem. © REVI dr, Lve 40 8 posto! encangot trabalhosor, e ngg eae one ha tantas, 00 digvs-eacolares, grande energig n mais incredalas © Que Valem 0 estore ria obra. peandes, an venes ineapar de amarnentar 95 de slimentacdo artifical, ‘pais tarde insuperarete; ounce somos fracos, afeindes, fel ig Lf [ i doentiog velbor garantia de trabalho. ygip aiado |, dite, etude quanto cresvem com deficiencias ores tara dos sntepatsadas quati ENSINO tido camo idenliemo, ue ‘Tether | hay seins de obtedos; que © povo ay rasleita no geral’& franzinn « filles que, erfdos no regi ‘alvilemos que nds, br e iristombos © que a8 g: mais tenras idades xada® a8 inais, trequemtes ‘snomain malta, segunda, ns tres phases de adniesecn herdnde post-puberiade), 'e na. ji powsivel for, av catty efficientes de iney meeng magalfice da ercsla © da. modicinaprdsgenie nia ee trado_no2 g+binemtes de authrapnen te ei ceier atenlo POF pibinetes de anthrop annexas ds escola: © encarregadas cioas e profunds da par sfim des» tornarem cank (pre-puberdaie, pu entude, hem coma, ms # repartlcoes tigagho. minu- cin tem em tialologicon oclaee, © palitico-adminlatraty Ags de lato esses tactores, ¢ empreza inutil por nio permittir coaelaviza means approxi Madar, “e petigosa por induzir em erro. Nao foram meemo outros 2: intuitos da tei que crow ae ins te chamades egabinctes de paychologia experi- m as Escolas Narmaea Sacuadrias; basta que se ex Minem az fichss adoptadas entre nis para se verificat desde Jogos grande superiovdede des dados purameats somites, fobre ns indicagoes da naturezs paycholngica, Além disso, quando o M.D. Governo de S. Paulo entea- ea convinha orientar a accio dos professores paulistes para Oma pedagogian melhor, mais efficiente palss ausa bares paychi Cus experimentace, adoptou as normas da tendeneia italiana © Contractod © sr. prof. dr. Ugo Piroli, autor de muitos trabalh oF 48 conbecidos, para dirigir um cura de « Peisgogia Scientifics > ‘A mesires primarios secundarios, direstores de epealas. et coeter by @bamada diaris, programma, exame: finsea obri- R2VIFTA DE ENSINO 7 UM PADRAO DE LivRo pIDAcTico 1 Sem o intaito de uma clmsfesrhs weistticn rgorons, apenas de ums systemstizacss otl tedarremce a tres ov shes substsacises de um bom Livro didaction . » bia linguag: S propriedade do suampls,¢ 0 metbete dz exzenick:, gue 6 rio, todo em de idéas @ sentimentoé. ia gho o minimo de guagem didacticn secisar 0 autor didact Bera-ee ve, do que precetoy Pr sceacia da. erianga, Nf ter mestre ca palayet *; sreira com a escola primaria, para ggg basta ter es de escriptor. Nio basta, pe ne Jat, Ber adquira qualidatetger an honss de autor didactico. Nem ¢, terato, para mer eonbecedor da lings. Mas escriptor © pay. Podagoge, gem yum a6 bomem, A mesiria do palavra, @ ebol0o fais de evolacao meatal, ¢ lendes gerado A capacidade fagegico. Em quem quer que minogue wm deste, de autor pesos Conirareiso autor didactico, ©, ee elle so mettcr rede erg a ialapcia, bateri em falso, fark obra de ts. ‘¢ jamais um livro primoroso, come, para ag lianas, este ineomparavel < Coracho » de Atnicis, b) A proptiedade do assumpto. Nem todas as idéas, co. nbecimentos ¢ situaghes moraes se presiam a0 trato diario das eeeolas primarias. . Jd nos nfo deteremds ma finalidade moral dos livros. Qs objectivos aupremos de toda educagdo séria ee submeticm a9 ito e d gloria de natureza humana. As leitaras dadas ¢ eae rats milsgho infantil, detem preparar as erianeas, cementeiras fecundsg para a vida ampla, sadia, productiva, dentro da Talidade bumana. Se, nas bellas artes, em geral, a obras que arredarem de si 4 intengdo moralista, devem ser condemnadas, ‘come subversivas, que se diri de livros que propinem ao eapi- ‘ito ineauta da intaneia as faleas moralidades, que seduzem ? depois da influencia moralizadora, ainda o sssumpto iF menos verdadeiras. tantil, © livro era serio mais det criancas, ¢) A didacticidade Pode um thema ser de estar inteiramente so guagem, Om que ee des e correntia, mais lima: to de modo absolutamente fantil. Por isto, 6 que. gente illustrads e a, bons & méus prof fidades profiseio jo mestre,on do autor rigam @ objectivam na intelligencia, eom au: desenvalver 08. assumptos, que exp Nao cabem, aqui, longns explanacdes eobre m didact ‘mesmo eG no que ella tem de irreductivel, de snbst: eterno. Apenas, como esboco, alguns tracks geraes ‘A didaeticldade, i pa eonveniencia psychics 2 mors mpto, abr de exposicio. © az condigdes hygienicas do’ material Quanto ds eondigbes hygiencas, ja h ute. Ox congrestos de hygiene pedazogica, © os especial @a materia deram, talver, a respeito, a ultima palavrs, mere: de observacGes conscienciosas © constantes. Ha cores, {0 @ grandezas de letra, distancias entre ti das linlas, extens Harmonia dellas, cor qualidade do papel, onde se imprimem preferidas, aconselhadas, consagradss. Os tratados de bygieue escolar os indicam, © 05 bons livros didacticos, hoje, nao ee fur- tam 4 obediencia das suas prescripgies Quanto 4 mapeira de movimentar, porém, os assamptos, ‘sinda hoje reina malgune espiritos, aliis eaclarecidos, 9 contesia, & incerteza, a innocencia. A materia ¢, de facto, das maie ‘complexas e absimcia, e, dabi, a expansio facil de opisides ot Para a ima in 00 methodo no .tratar” os i et a mais pur @ eatar, co: Para o enten: com o mesmo. programma, dactico & tabem condu: cam, Uma das convicedes, que mais extranba se deve ter por » €&.a de que a didacticidade ¢ puramente subjecti- Um livro, dizem, ¢ admiravel nas mios de um professor, @ nada vale nas mace de um sutro. ‘ ‘Nada mais enganoso, Verdade é que certos profiggeores sa~ tirar de alguns livros inestimaveis proveitos, emquanto, 08 mesmos livros, nko logram outros professores baver ee een forma, Nem por isto, porém, o livre perdeu ss qua didi que ostentava nas maos do prim ‘A con A DE_ENSINO REV on am livro, ainda vio colbe, " je de ae saat a didactic dea magalfens CO, metre, es beste cae ere ects 20 SO, Meamo sem senbura listo a om metre. 0 lero & eily Sm bom meatte & ee? UT. tencin de finura, geito © recy esmo, Ninguem negara ® SO iad, nfo se podem por em flo. profeseae, cain re ladverus, E’, por eXemplo, divides que gous wena, um BOD, outro miu, DAE miox ae a niatn exile, @ 888 de um principionte. Este nig aon © appraise, quaiguer que fei © vielino que ler paseo que, aganlle F@ sahird bem com um © ou Tod que meihor com © primeire Hs eee eee mans, itiinta de valor € Meret ea eins jeepers oo me ligades #2 um jutro didsetieo éque depende es. uctividade dos tivros € objectiva, éum corjuocto Nero tem de pour, Ea ana adapticto gs actividade cerebral dp conbecimento. Esta Siham formulades, provadas e mal conheeidas, A con- m do conbecimenta, € 0 contacto ‘com a8 realidades que 8€ vio co ‘como a existeneia merma do livro exclue a pre aencr'dne realidades em 1 503 aentidor do estudante, u ond Sr acimon referida, passa peer a apreseniacio das realidaces Segumcrnds+ 4 ivleligencia que sprende, mediante imagens evocagdes meotace convenienies, coordenaciu de iden preexistentes mo cerebro do eatudante. Todos ‘verdudeiramente vrs, fidacticos, comegam por nio ir, tanto rubstituam approximarta- pe . aos sentidos, aes filtom oo capt eg lena ees st oe aes sens leitores. Por esta forma, = €XP0- ag me- moria da eriapga de termos 0 exc The exeupn. Sera, porém, didactico n livre wolvendo & DAITagh0, encadeiondo vs facion hecesines & iotet iigencin dos teva leitores, dnodo desenvolvimento, Ualura. qu intronic © empolgando, nee frabido, $6 €xalta por forga’ meame, das Darin lin Maser’. i, euibe, per apn’ aaittae The desinca meotalmeste a hervicidade das E' neste momento opportuno que se thet Q termo vem a seu tempo. para preencher ui para 82 amocise a tna idea nov, estabillaned prendendo-s, por aisim diver, x memoria ‘do leitor uprecdl B autor do livro, nasim, se revels, a nocao vér, com qualidades de profeaior e ezcriptor. Marchou do concreto ‘para Gakatrocts doe {actos individanes par: generalidades do atiributo, das conhecidas para o dercoubecido © nave, que, enthko ip0e#, Cujo sentido exacto ° ipulo see ia, filin e eystematiza com o que jd sabe, ja aprenden, ja se Ihe estrocturoy no cerebro, © we be lecorporan mo eepitito, S6 desta forma, a leiturn ¢ oti, ¢ autor do livre te pode gabar de ver methodo didsctico. Em lishaa gerses, eis o paiirdo, por onde ce devem moldar Lingungem progressivamente enriquecida, e elegante, Assumpto accessivel a0 en: gan, endo menos caper de Thes concormer para a formacao da mentslidade e do carscter. Condigoes typagra- phieas de eplide visual, ede sgrado, Methodo ms movimentachs fos sesomptos, segundo os lels que diceiplinam o phenomeno do Conhecimento.” As obras, que nio ee subordinarem a esta orien tegao, cobre Ho. valerem o papel, em que se imprimem, slo prejudleiaes no onsino. Porque. nia x deixam de ensinat © vient com eficacia, como yao ensinando, no epirito lnfuotl, gp aborrecimento nocivo e fatal pelas boas leiturss, IL Obras adoptadas debaixo desta orientagbo pedagogies, que procedemos & exigent ‘nosso e1 RK un rigor, tisfizeste, em , _ Em Faro leria sido a que my - ste Tinguagem, maa eram incenvesientes, sano” de uinen quanto ao interesee que poder of Com. omtras ae dava ¢ invert. Em quasi todas, talbas, ig. Forga nos fol, para 840 deixar em gracde deficien- a deve, o. cin as ecole, 8 Apne revinGes futarat, Helencine, any citure, 0 «Mou Livro » dg 1) = ee peeniiesgem loltate: « Tafaalll » de Gomes «0m Tasaiore, Mriliya Avelytion-eyaibetion » de Mariang de Oliveira. feo Pam a letura no primar A302, © Primeiro Livro dy Tin Kuphe, Blo, 08 llcdee, que oe pedusion Je ta paniom veacer, €om pravell, een no d no triplo de aulae a ace ptne agg om, it agin ae, no eosin de IMRUNE TE Ty, parranda historia jopais, no exame daw palavrag ediante phrases que a: ne quadro + ordenund iia, uma leitura eilencions agen tana encnmiahand, sp 0 Veltri ox. Pieencny em que um 00 varios aluspnos lelam euccos. Mieamente trechos da moana histaris nas dinlogos, eon- * forme us necesidades ; @, por fim, trendo, com expli- cagber adequdas, todo o provelte que os ensinanentos dn licho comportarem, © tempo guato em todo eate 19 exgota, com 0 necesarie & aprendizngem da Ieliura, todo 0 aono Iwetivo, Be, comtuda, alguima clisie houver, de notavel prececidade, ow extraordinarily wdian tamento, que chegue ao fim do livre com proveito, nntow de terminnde 6 anno leetive, o recurso send langar mito de um outro livro de |. Para ent hypother, adi livros : ie Para a teiturn Kipke. Aqui e Becesearion a0 bam deeemp lista que wegue. sop plementares ® suxil fantis® dy Olavo itilee, « : de Macedo, « Leituras P guel Carnelra, « Con de Justtniana Marings de Oliveiro, Harreto \ sCouaan Drwsiteiens de Pulzgs: Paginas [ofantie » de F. de Aimeids, «Conton tie Julia » eHistaring de de Geelhe Netto ® Ow tte Octaviano de Mello, » Leitarae ra Kipke, «Leltura Manueenpta» de BP. BR. « Maral Pratiea Elementar » de Ermilia Comm, fyon't, + Mew Li ‘vio » de ‘Thoodoro de Moraes, « Livro de Leitare > ({* 2" © 32) de PuiggsM-lurgio, « Seguode e Terceura Livro» de Galhardo, « Printiro, Segundo e Terew veo» de Fronelico Vianna, « Novae Leituras » yppreaete do eosino, quand a ine protien valerem sole comprehent’o inta me cticos ; muitos pop se a scan Bho teen aie gegarmpbia, de histori, de Beometrip, ao prea te corer natural, cadernoe de eal de Ppiicraphis, eartonager, "podella de travels Ro proletsar compete © ensina lesa tors Prete! & ipiuigad, fcom 0 set. prlbeipio dg eae as jpn a cooperacho educadcra com a marcha neceesariimente srorieniader contac Sat reatidades que se pretender analytics “frangas, 0 contacio dis courte em sl, on farudanjcom a-ineligencia dos estudastes: Numerosg taoteral, para o ensino deen tnateriag,. a0 ferve pare ? ‘enfastiar o profesear e sborrecer 08 alunos. It | Algumas suggestées opportunas de, @, em verdade, deficicnte eats lista de obras didacticas, nia #0 em relagho & qualidade, como no torante a quantidede, Com ella, ainda o professor nko tem a necessaria liberdade de eelecedo, para maior proveito dow aes F i ; virse i que, para uniformizar a intruccdo publi cou- veniente dar no professor 0 ieee proceso treuiin, 8 por toda a rarton apise ttiveste uma organizagio uniforme, a8 A despeito de parecer almas, que elle riam @ sentiriam com um faida de unidade ind! vel ik eahesio nacional. Além disto, ac-j erescentar-se-4, 8 imposic¢ho do 9 livro e do mesma pro eereo de ensing a0 ré O meio pratico de evitar o (ra- iio por profecsores mal rade, ewwnidor vem gel, como win po Ueuar de bayer et Olat Sarees Ie allegagées, Onde _ aacaal A um oal oars ge ad automate mala va, elle viva que the wpe MRecrempeako da au age profes nom quanty & for a fo > de sentiment : Riise ect Woordsieeae mmas, eamiagadamente ostoe, de manein ©. por mais malearel « © Go, coma, quem s¢ os feito sobimedida, E' evidente que, gao mental e moral di Gesinria 4 cohesio nacional “eh dos progcammas fundamentaes, dos methouos de cn. livros escolares. Mas um programma fupdamepia! 1 dobramentos varios,eoh 0 influxo doa temperamentos, ¢ thodos de eosin comportam ob mais variados pracesios « ao ssbor das preferencias individuaes ¢ dos elementos aa « iio, Aseente, pole, 0 Evtado as lighas gernes dow dos methodos, dos livros didacticos, mas deixe go prot-sor, para maior elficacia mesma das methiidos © dow gn fensino, a liberdade de desenvolver, sal sun orien nal, os programmas officiaes, formulador, apenn ea; a liberdade de applicar o mi@thodo, sgunfo as suggest do au criterio pedagogico : 1s liherdude de adoptar. entre ‘vros que satisfacam os interesses. fundamentars do aq que melhor the parecay conciliar a8 necessidades do ensino publi Cignidade profissional doa professores irmasse que. ed por esta fori 4 educagio real e benefica da nierestes superiores da patrie ‘ | Conviria, para o hem deste ideal, que os #poderes. publicos imaatom, mediante concarsogspremindos, « publicncio de obras didacticns. s . _ Nada se tem, de valor real, sobré a educagto di lingvacer “te pare referenta ao mecasiemo. do peceamecto exposio em ivras. Mais do que o ensino da analyae grammatical oeasional, releva ae protestors riot nt ‘me He Pragens. seriam grandes, incorarstel “ria formando .¢ desenvalvendo, le ‘clastica do presente © do pass Tunis capax da sesimilar & aaslyee te ‘ 0 profes uss ta 6 erraria, sté. quem . gonregalrl devern oF fancia, spob a inspirache dox a. x eth qu Fe categoriaa gtammaticsies Of | M semper ue nar Bees, on milougiis £52 Precedere iva gree vp logies, geranda © aburrecimenss matical uo etude do analy: jos estudos da lingaagem. © my é at 7 bees a y ‘tnalytiea, condemn, de img en por todaaeste atte ne en nbutracedee, oa dé gonecer eporigbea. 6 conjungteaj0l aors, ave 0 facto comm de, Tomer din Tanti], idagacag’, “Mmeiamedie, Tullo f41N0, tevin ae i foatquapi obrar, que derpertem o amor a terra, Precept en to pre ea to Tivros qe suggiran a seduccio da ci. ret itn prodadiva € eaudavel dor campos, jag ae bras ¢ gm Heneficio tito ln fe habitudies com as ¢ (nzendae>, © Uma oe~ ica do agricolas, como 0 nose: ? esx indo into, pond, is ume Iacuna grave nb 1 apparelio eacalff, @-0 co te exrencin de livros. Geipreoceupagaé em atiender'is differengas somatiess, phy Jogicas e paychicas das crianead, ja para? a Loa ordem, discipl mae proveito instructive qpas classes, jd para a correccho florescimento, argenter, dot sentidos dos escolares. Hoje, nin 0a idéa doa fins educativos, ononea - dos sentides jea para maior fidelidade, exac- ‘glo os ioghewben enstines, bases “00 futuro (a= Elbo criador dg eapirito, ‘slo n grande, a quprema © mig nobre prenocupieAa da escolasprimaria ideal, @ dos jard fe pene Me Ser 6 ogre MR le hatlls Go sear vet ¢ ie eres £0 e elegancin, saber realizar em — em desenbo, ou madeira, as im: que oa eentidos edu- ‘doa apanham 90 ambiente, «, por cinm, comeear oa sous enssi0® vies @ a dadiva diving das escolag primarias. Néo ee eae ra os seus filhos, entre ee Estas suggestOos 103 didaticos, A etjaoea ge hab Z tio sactual, + mean gnaneia q ; Sfrem do pastado, nutrem ps ee Sree: * Mas j vai ultrapssando do rauva78 acexte recer. Pat iso, termlnamos aqui, caparsoie her fabedorise 0 patriotism de. eicia, gibpratin son os, an nostas fallffs, a detiaioncia de urea lnses. por, Gauen, tadevis, oR pademos day por tatigiitce! Mer ponte fodo 0 empentio em bed sctvir f patancla da, tos ito do conflicto do. interesace ‘© vaidaen a imparcialidade venha, talvez, dar eos®jo. Descont a quantas ambigdea ve digam prejudieadasg TOF mel empregndo o noeso jempo, oranda a eras dan escolaa da influencia menos bia, &..is vezrs, inashvenicnte, de alguns livror, ent que te aborteciam. A sonaciencia do dever, eumprido com pon recent pensar do erforco, com que envidaatte servir o Esindo. 8. Paulo, 12 de Janeiro de 1913. ( Aatignados : } 7 ‘A, de Sampaio Doria (relator) Americo de Moura PliniogBarreto ‘ * Sigdaveo — : REVISTA DE ENSINO 22 Anno 2° Lives — Jolie Repke. Ts Livso't Paiggani- Barreto. Coascoes ox Citancas — D. Rita Barreto, Goss Parsi Pasty © Siirs (Jeitura eupplementar j, 4 32 Anno Coceis Bearruaig— Re Poizgar' Conacten vexCeiascut— D. Rit Barreto. Set Livso — Joho "Kipke., Meas Parma —Pinto ¢ Silva (leitura eupplementar), & Anno ‘ Puiggsri- Bafreto. Afi vie 10-Beut —Bilsc ¢ Pow fim. Haron pa Noms Taxes — Jails Lopes. Pout Israsta — Olavo Bilse REVISTA DE RXaixc NOSSA GENTE Revista DE_ENSINO 400, juristae como Joto das Regras, naye, werreitos cumo Nun'Alvares, cetadistg, Malizaraw engrendecende sua pat, ‘enzo 08 eeculos em ads per oe ove Foto que danter, A bravura inexcedivel © tee commot enie, manifestadae pelos pertuguézes na actual conflagraglio européa,, aiteslam sus, pajanca crescente © a vity. Candee cuss tiadigdee, Dellas dls Sylvio, Romero: « 2 geote, em geral, fartare fellz, 86m extravagancias de tempefamento, sem ‘oridedes 46 Da Europa ¢ a terra onde tem tome menos revelugoer, obde xe do menos suicidion © one avitgadciro epavoreso pauperieme brilha pela ausencia. Eom Mavilibrado, brando de iadele, avesso a tyranniag © crue). Fo erry claeres plebens tem como divertimente predilecto » feds s jhenais ventiram prazer nas corrides de touroe, em que {erGeatripnm victe cavalios © #e io eutron accidentes terri. seis. # Sho bom differentes esins afirmacées de algumas que Teves fanem, relativas a vida e aoa costumes desea gente, |i Pela epoca do descobrimento de poses terra. Lembremo no: de Que no ee julge um individuo,eeme um povo, fora das con. dictes 46 tempo e do meio em que elle viveu, Catejil- com fos povor de hoje, com sttender sevens circumstanciss, & erat redondsmente, agir como crisnes. Qugamos ainda s opiniio de Alberto ‘Torres: « Quanto 20 portugués, die elle, que noses irovia nos habituen a ver como ia tpe llsooho — Gqure da: tedip extrarazania. 6 bizarrs, por fora do contriste que resulta do singular estabelecimento do homem do cawpo europen, no commercio ¢ nas industrias urbanos —nenbuma raga deu jamais. melhores peo », de intetligencia see coragem mos mais srro~ ‘poucas jaram tara @ na producetio Merata, & raaile ‘rare pomscn, tah, pam ite ae i . male Honesto,’ de mais eam = mais delicada, » B' raga brag REVISTA DE RNEINO ¢ 404 jp eriente, tentando © povoaments daz @ Traber foram maodndor para ca pie. E vendade spusdos @ mulheres de md vids qué intes.arae ip-igaificante, porém, nio padia infa ulerior da nacionalidade. Ey vag: namero dest p aeriedads rs B fue, vem duvida, ado impediy grandes abate , poréim, 4 liberdade foi complets, Aperar ding ett ane seeain parwugués actuon no Brosil de modo boarece pars clit, Bom duvida tinha defeitos, e nia pequencs, tem tm ss « Tagho siquell. epoca im confrente do uomo fein coms poderoso Republica da Norte-America faz remltar noms is- t devida em granite parte a vicios de origem i formacd® communitarian do fortogués, bem come a extrema faci idade no eruzamento das racas, come loge veremos, plan- taram-noa na slma habitos © sentimentos qué nos tim pendo ‘as aceOea, diffiemlinado @ marcha ascencional para o progreme Ho, ainda hoje, uma tendencin pararitaris om neass csn- dacte. © uma certa imprevidencia decerrente da confiases que hos inepiram a proteceio dos governes © 0 smparo dos pass, parentes, nmnizo: implen eOhhecidos — parasiiisme © imprevi- fiencia que nos fazem sdesearar de nossa preparsgio para a vida Nio esi com on americanes do norte: entre elles cada homem prepara-se para ser independente ¢ viver em 0 apaio dae £0- @ sem © auxilio de quem quer que ej. f° bomem + —€ wm factor de produegio, mio ¢ um simples conmmidar: © tama fora propulsara, nda é um fardo para ser arrssteio. Mas, D Ghe-eniefo Com or Kemios norte-americanoa not tbste,nh> temsn Faz para nos eutristecor, quaoda nos collacumos 90 lado "de qualqacr outra povo que aurgia pars a vids, quando sos eurgimoa. ‘Temos defeitos graves, por temos umm energice je nossa conducts. Em 18af, gaande alagio aqui crescen rapifament® eomavs apenas 2 960,000 habitaates, jt o B ; Corea de trea millises @ mein; ¢ em (S19 aliran-ee gee Tt ‘elle um panco mais de quatro milhies, doe quacs OD ‘era de brancos pures om presutnldes pars . 0a primeiros niros dos portugaases com a sear Sei els get pordim, do fesor fortune aeceace S i ‘commercial doa descobrid irra, ae caminho andado pars aitiagir Ot 102 ® REVISTA DE ENSINO dani os esas tratos que Thee Infligicam ¢ Grios dus celebres entrades. Os primi sop ae rebelaram e reagiram de todo o mode contra 9 jj Tenow Ista dew causa 4-teodn dolorosa de trahidores © bap baros, lewantadn em: 101 a gente que, come justa repules atacara os que primeiros ge caracteriza tortemente por c hima coragem physica extrsordinaria, Nao é este, entretanto, um Sreumento que prove a ferocidade e a malvadez dos indigenag Un centena de factor shi eetho a demonetrar seu espirits hos. pitaleiro, sua docura nativa, e até um certo grau de indifferenc, Ponflante pelo brance, Estss qualidades, pouco desenvolvitas, ¢ certo, moadaratn-se, por forca de circumetancias, mascarando ym funds biologieo que sé péde chamsr bom, em um povo de cx. adores, que atraveseava ainda o periodd da astrolegin. Nig fuppontiamos, porém, que esse povo tivesse a alma isenta de graves falas’; elle as tinba € muito pronanciadas. Era de ums grande iostanilidade de eepirito, que ainda boje vemoa na falta ‘ie pereeveranca de nossos homens; de um desinterease com. pleto, decorrente da incapscdnde de previeio e que é iafeliz- mente,uma carscteristica de noaa'gente ; e de uma indolencin de que sinda se acolma o nosso cabdclo é que, tl nia tivese algumes justificativas, chamariomes criminoss. Fsse clemento era numero. . (Couto de Ma: cio esteve sempre ram, Assim procedia porque e}i um anor violento 4 lioerdade ¢ REVISTA DE ENsiInG porsals tu 8 véipera, cr ahr gpaternidade desioteressads » de te fala da fidelidade dos antigos afticanas, « iad! gente rgauien eFh necettt suo yoann sere o da cares, que te Ihes punha sos hombre # pe Tmlasos até 0 ferviliemo (contrastanto tuatey fie facta com a insubmiesso indoms gazse Sade thes ern completawente Tox - jam enriquecer-se em pouco tempo (refira-me ds primeiras ox- ploragSes do noroeste paulista para oO asrentamento da estrada de ferro}, atacaram e destruiram tribus inteiras que de qualquer 1rma, diffiealtayam os fins almejados. Oppondo-se a um Kon~ don, pacificador e¢ humanitario, ha dezenas de aventureiros que, ehefiando escoltns de wssalariados, penetram em nossas mst destruindo os keus velbos habitantes. Do aborigene brasileira tambem, dentro de poueo tempo, 86 nog restard a lembrangs. OF chamados eabOclos, que diariamente encontramos, ja ei netos, bianetos ow fetranetoa dos tupys-guaranye Estilo cépathodos pelo ee inteiro, principalmente ns do norte, No sul é © gudcle « Veste 0 ponche, a bombacha, armase de rebeaiy chimarrao # come churrasco. » E' cavalbeiresco @ capecta” culos. As vaste campinas de excellentes pastagens, onde vi- = ee csr tare ihe ‘costumes de pastores. a ym carinhosa teraura, ‘e-canduz, em carrei ‘Yirtiginoss, ntraver dag eoxilhas, cle pate sbcapcer voma rez tre matbada, se)4 para perseguir um inimigo. A vida larga que leva. ‘A alma: é valente até a temeridade, jamais fugindo Perigo, @ conserea um eminente rspirito de liberdade no ave demas hata Nita particular, No ltorsl o typo exbtclo,* ‘Aeterogeneo : foram muitos og elementos que eptts- att REVISTA DE ENsIx9 aio, Nao se dea ea tata. eolado. As bande Mieixaram ficer, com mais ve be beira mar, Conservam os im ges penioruiares. A ingratieny uadiste ype. So em geral Vaqu-itos, Va fig, perasiras, joelheitas, montan se irs lado com aspecto de canss a Uieiowos, eredulog, Ignorantes. | { repeom 08 hiabites. que eeus avis 0 Ivizolae foam oh tomar — earl fo tragoeiror, astatus, viogativo ‘A vida, quasi primitive, que arros boclos, autorizou sobre elles ums térie de os x. Vivem em palhocas, cas clareiras dus mutta: des corregos, deecalcas, spilhos, frentacdo 62 miseravelmente, Pese tire, 0 mandy, » tabarana; nos jas clos cagam aa 10laa, os inhamt ire gmarncos; nce fies © miendéus apanbsm as cutis, as paca, (fapivaraé € 08 cactetiz; criam rares gsllinbue, amow os cies Yabricam faritha de mandioca, planta atsbora e jouqulsame fejuo, tceem oateiras de taquara, © de tabis, trem mutter ¢apiam wo com da vidla, dancam’o catereie, despretam a escola, dora a8 rézas, 0 trugue © 6 liizio. Porn elles oo ba pu feducacdo inutil, a vida civilizatn uma imposturs, Fu mando grandes cigirros, deixam-se ficar meditaivos, oa dore Simprevidencia de criangas, debilitados yela mbseria, soidos pelo impaludiamo e pela apkylostomiase, sa'urados de alca2l, e, por fee0, sem animo, aam aspiracdes, sem valor Furecem copdemne 08 40 aniquilamento, perdidos’ isremediavelmente. Briretaavo Brecente campanha pro-sancamento vei destszer es len la de indolesein e de imprestabilidade. A vor sutoriaida de me: lices que ectudam com escrupuloto carinhs as comlicirs @@ nosea gente, proclamon ji, com seguranca © CH Aue seu mal, seu grande mal, estd mss endemias que FM noss0s sertOes, no uso immoderady do alcool ae es Breas da alimentacno, Hygiene, clamam todos, © elucach’, oe szseemor, allimentema, eduaae 5 jencia do tune ‘que possuem, mascarado, desfizarado gore at Que a prevideneis dos gover lamas eulian ferao desapparccer. (eo? bie, 0 econo da ‘Trappn de Tremembé, nests Tom Ihentas familie de cabacior, convenienteneh® da ordem, preatam inestimareis Fer" REVISTA Da RvAIN fo vm + tm formats pale Neremars, tia & Umhictanee jtaidn dew easnee cates pear Pyar mtn man + bated, om Sha Pusan, oa eat ‘em wan quent letalitad fei at exer a0 mundo am waters +. Silo ha segee que 3 we & suet nectonalidudes Afferenter ‘avers extal om oe - oe ome cy cha vAAN + em 6 Setar i suidawiong cs ¢ aanerptioel de inrga melts cam abt flew € que fds tomy rea eaiones worepent, eae medi ne oe ume, weriio. ‘il aaa sarpene 8 meen © ft is om comers ani cherads, phen menedinin- omnis commen = ee por tates que: ths deveor slit il i te wii “huis u Ait alti HE i ie a Hit Hath ul au alae mr : ua ni a ; “a | thi Hil SINO 110 aco estiem multiplicarem-s0 8 ving im os meio’ cultos €m contacty geet agricole ¢ pastoris. este modo a ciyigrtit L ‘dos centro’ 4 peripheria, com mais rapidep ot ade. Bea gaits tare astro de inte cre = juito melhore ja, aliments duende c ndates mull ey populagan ta da poiz © exetser aun PUERICULTURA sobre 08 estrangeiros aqui aportados, que, entho, nscimilaree® ‘tne, — arngnss Ndo tetemos receive de ver formarem-se : tiniocies Mie populagio em differents pontos do territorig; 2% Not progismmas preliminares tame deeds gt aid da raca com seus caractetes somiticns e dyuamieny, qa peer compan, eate s Por inhura. Pas tuclurgaeey a bons como os melhores dag ragas européas, seri um facto, af to desea these, recommendarooa a Witura da Pyeace fon, ci el Junior, edicho da casa Alve ‘cbeervem |igeirae differenciacdes inevitavels, di * Junior,- e es, donde, em ful gue #8 Clerfoneto territorial do_ pis, ‘Teme dado sobejas proces jen, extrahimos oe priocipaes thule gos gee” fe que somos capazes de attingir as mais altas eepherss da ge Sy vstmeiin unis Silimeas, A uridade da raca coneervard w unitade da patra, Ee ee ee a teks tea ae $e fowarmes caminho opposta no que fica indicado, nia é arrgje Se esteitaa sotane oe Tapetiing ‘ffirmar-ae qué possivelmente formaremos niicleos hecterogeneas epee wile ais. concer ree pubestan de populacio, com interrsiea diferentes, °, coma coneequenciy d Ree eee ne ee ae disso, teremos a desaggregegio dos actuaes Estados em tree oy S, ge Tpuecacig:b proves pare a 7 owen, mais republiquitas. — E’ @ que peneoe o que, cdmente por dever : irar P para stua_slumooe, de oficia, exponho a teat wlumnos sobre o mais grave dos proe —— ‘Dlemss micionses que nos enfrentam, ‘Sio Carlos, outubro de 1918. PUERICULTURA Josit wscopar eral pie ss ie ‘tamento artificial. — Sea emo ou reas — Dale as ed Palo e Wiad REVISTA DE ENSENO REVISTA DE Eyaryo ww ne sj teeta do Caridade nin ee regan, g feracdes digestivas, 16 eso dey por ee este um ‘mame de morte ae que s0 considere, Sou forte ap Wares A eTraité de dépopatnts mpatere um diploma de gah conige mas deverin sere Oi verdadeira revolucin se ume conheceu © prrigo do inf (Q uso pos TASHOS 0x uw lgsrseo0 A TALANCA, » NOcT Sreonbecimento® elementares que xz eget Tam 0 DIREITO DE 1oNosue ‘Dahi decorre a impresciudive| « ‘eho tardiamente, no momento em que Go ainds meninas, 08 cerebros como um qeceber improsedes indelereis, Eno 4.° anno daz eecolas priaar @ensing da hygiene-caltora, » eslva feira infancia. Ahi é que passa o rembro de (01ST orm, em wi Page» de ein dereMeervando deede 88 ito dace ty preguMarate wats dit, 08. pTocettoe de egy siaeo de tar jug normace @ cecolas primeriae de Buego, ie decent aia (ade ouma excels Tatar) hosa euvia elses, de te, ete.) de Montivided, do Rig 4, Be ‘ Fetuamento mergulbado no estudo, se nag) t seit; Ateerpssde to cote re nosead eacolas com i form an, caligando © moet aperfeigonmento — © alleesas, extes fngics por abonarem © jo de minha presences “a8 - soficitar « preciosa e eeclarecida attencig ee ms bangs wo program as eg sormace ¢ doe lares, Tespelto a0 t3o de preg. fois eso dx puericultars. Preco gulp Jie a geate admire que 0 30 paesuam a nos qoando, com este nome ogo de materoologis srcolat em tomena on Importsacin, a iiantn do toda Em Reims, pos 0 eusino theories, iod fam as slumnas mie edoza das escola: pr ‘eféches. Assim iniciadar, tornuvam- aw preciosa para, E) suss familiss ua criagto’ dos itmaorinbos, sobre aproveitrem ‘elias mesmas quando mais tarde fortem mics he alumose dan cacclas profirsionnes ¢ primerias de Saint PGillies iam A Sociedade Belga de Pardatect snte ires me _ ‘Sprenderem pucricultura. Ao demair, visifovan os do~ fos para coubecerem as miteriae da lar operarie, compre : © perigo das mia condicdes bygienicw em que vivam Gi criangas © accim cram impelhdss » remediar em parte 38 Be Gesgracan dns vecvesitsnos. Estas. especificastes arms Te, BStem dizer que, nos Estados Unidos, as mesinas pole” © frm Com bonecos, lavando or, vestinto-o#, ca Me cue ha Argeotina ums opinite recente exige (ue » P BS re fica mesmo com st crisneat de pe) eal: ‘Sho que farte os exemplos er ea ‘equmeracio. prt pelos nfio fazer fast! — i que timo direite de uascer eho € de creecer sio:, = De feito, menos probabilidade tem ama crianga a0 naicer, 7 © menue de ax organize redacchs do ey jeu nae ara lange artigo Ce