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At onde os nossos atos so ticos

Analisando o texto, v-se que o que tratado nele no s o de saber o


que tica, mas, sim em saber se uma pessoa se conduz em um comportamento tico na forma
em que conduz a vida.
Mas, saber se algum conduz uma vida tica saber se esta pratica boas
aes e se capaz de justificar aquilo que faz como sendo um bem.
No entanto, uma justificao de uma ao como um bem por respeitar os
interesses de uma pessoa ou de um grupo de pessoas no eticamente aceitvel.
Assim, ao justificar uma ao como um bem, temos de ter em
considerao no apenas os nossos interesses, mas os interesses de todos os afetados,
considerando alternativas e adaptando a ao que trar as melhores conseqncias.
Com base no princpio de igualdade na considerao de interesses, por
vezes, defendemos atos ante ticos, como o aborto, sob a alegao que h muitos abortos
clandestinos e por isso deve ser moralmente aceito o aborto provocado por qualquer mulher,
desde que ela decida e queira. Ato como este pode ser at moralmente aceito, dependendo da
cultura de cada povo, mas, universalmente ante tico, uma vez que no visa o bem de algum
que tem total condio de nascer viva e viver uma vida saudvel.
Assim, perguntamos: qual ser o mal maior, ceifar a vida de um nascituro
saudvel ou dar o direito dele nascer mesmo sem a vontade da me que, muitas vezes,
irresponsavelmente engravida? Ser razovel defender que se deve abortar um feto ou defender o
direito da me mat-lo mesmo quando ela no corre risco de vida ou foi violentada, estuprada? A
resposta tica, em nosso entendimento no.
Portanto, este o tipo de afirmao que tem chocado muita gente que diz
ter um comportamento tico e moral, mas que se caminha por linha torta.