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Sida

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A SIDA DOENÇA E MORTE DO SÉCULO

XX

SIDA – QUEM CONHECE OS RISCOS PODE PROTEGER-SE (Da versão inglesa de 1987. Trabalho elaborado e adaptado por Francisco da Graça, professor aposentado do Ensino Preparatório)

Segundo o Dr. Mike Smith, até há pouco tempo, na Grã-Bretanha, todos os doentes com sida pertenciam a grupos de alto risco, tais como homossexuais e toxicodependentes que se injectam. Já é tempo de as pessoas em geral se quererem informarem sobre os riscos e formas de prevenção desta doença, para travar a sua propagação. PROTEGER – PARAR – SALVAGUARDAR – LUTAR – PENSAR SIDA – PENSEM BEM Depoimento de um jovem com sida: «O meu nome é John. Tenho 22 anos e diagnosticaram-me sida o ano passado. Pensem bem e tenham muito cuidado. É o vosso futuro, já não é o meu. Sofro de sarcoma de Kaposi, que é um cancro de pele e também de diarreia crónica, que é muito difícil de tratar. Nas últimas semanas não tenho aguentado nada no estômago. Cada vez que como ou bebo, vomito. Dez minutos após ter comido volta tudo à boca. Pensem sobre a sida, no que a provoca, porque o cancro da pele é mesmo mortal». Devido à sida, diz o Dr. Mike, o futuro do John estava comprometido, pois logo morreu, após esta entrevista. O problema da sida coloca questões a todos nós. Já se ouviu falar muito sobre sida. Até se pode estar farto do assunto, ou pode-se pensar que nada se tem a ver com isso, o que pode significar que se tem dado ouvidos às pessoas ou aos factos errados. No entanto, podem ainda existir perguntas sobre sida, que nunca teve oportunidade de fazer e de ver respondidas. A sida é uma das maiores doenças que o mundo enfrenta actualmente. O problema não tem solução imediata e não pode ser ignorado. Esta doença pode afectar qualquer um de nós, apenas o conhecimento sobre os factos vos poderá proteger, assim como aos que vos rodeiam.

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O QUE É A SIDA?

O corpo humano é formado por vários aparelhos diferentes. Por exemplo, o aparelho digestivo digere a comida que se ingere, para que possa ser transformada em energia. O sangue transporta várias substâncias importantes, como o oxigénio, para todas as partes do corpo que dele necessitam. Se qualquer um destes aparelhos parasse por completo, morria-se. Outro aparelho muito importante é o sistema imunitário, que ajuda a proteger contra os pequenos organismos que causam as doenças. As bactérias e os vírus estão por todo o lado constantemente. Estão no ar que se respira, na comida e até nos líquidos que se bebem. Se não fosse o nosso sistema imunitário, cuja função é combater as bactérias e os vírus constantemente, as pessoas estariam sempre doentes e ameaçadas de contraírem doenças mortais. Hoje em dia, existe uma ameaça de um vírus totalmente novo, que é diferente de todos os outros, porque ataca e destrói o sistema imunitário, o mesmo sistema que nos protege das doenças. Uma vez danificado o sistema imunitário, o corpo fica sem defesas contra uma vasta gama de infecções mortais. O novo vírus chama-se vírus da imunodeficiência humana (HIV) e pode causar a sida, que quer dizer síndroma de imunodeficiência adquirida. A palavra mais importante para lembrar é imunodeficiência, porque o vírus da sida causa estragos e deficiências no sistema imunitário do corpo: o sistema de defesa. Até agora, apenas 1/3 das pessoas que têm o vírus no sangue, ou seja, as seropositivas, desenvolveram sida, mas uma vez que o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus e o aparecimento de sintomas pode ser de vários anos, é possível que com o tempo um maior número dessas pessoas seropositivas desenvolvam a sida. Uma vez desenvolvida causa a morte em apenas dois ou três anos. A Dra. s Suie Forster é uma investigadora especialista em sida e diz: «Pensa-se que na Grã-Bretanha cerca de 50.000 pessoas estão infectadas. Parte do problema consiste em não termos uma ideia precisa, devido ao facto da maioria dos doentes não apresentarem sintomas. Acumulam-se provas de que os doentes que apresentam sintomas presentemente, foram infectados há 6, 7, ou mais anos, porque existe um período muito longo de incubação do vírus. Portanto, o número de doentes com sida, no momento, reflecte o que se passou na Grã-Bretanha há 5 ou mais anos atrás.

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Muitas pessoas pensam que, desde que só se tenham contactos sexuais com alguém que não pareça doente, estão seguras e não é esse o caso, infelizmente. As pessoas podem estar infectadas e parecerem que estão bem». MAS PARA OS DOENTES QUE DESENVOLVERAM SIDA... A Dra. Susie explica: «Geralmente, não há dúvidas de que o doente está muito mal. Apresenta-se com uma grave pneumonia, tosse, problemas respiratórios, ou uma dor no peito. Podem ter diarreia acentuada e contínua, que pode durar mais de 3 ou 4 semanas e dores no estômago. Por vezes, dores de cabeça, problemas no sistema nervoso, fraqueza dos membros e ataques epilépticos. Outras vezes, os doentes desenvolvem um problema de pele muito característico, chamado sarcoma de Kaposi, em nódulos azuis e muito duros se desenvolvem na pele. Este pode ser o primeiro sinal de que se tem sida».

SINTOMAS DA SIDA Existe uma diferença entre ser infectado com o vírus e ter sida, que leva à morte. A maioria das pessoas que ficam infectadas continuam aparentemente saudáveis, embora possam ter pequenos sintomas. Podem não se aperceber que algo está errado e sentirem-se bem, mas podem infectar outras pessoas com o vírus, através de contactos sexuais ou de sangue. Tanto quanto sabemos, são portadores do vírus toda a vida. Vamos agora tentar compreender como é que o vírus desenvolve o seu trabalho mortífero no corpo humano. O nosso corpo tem meios de defesa contra as bactérias e vírus que nos rodeiam, para onde quer que vamos. A pele é a primeira linha de defesa, é uma barreira eficaz e eficiente contra os germes. Mas, por vezes, os germes podem entrar dentro da pele, através de um corte ou arranhão. Existem outras maneiras para as bactérias e os vírus entrarem no corpo: as suas aberturas. Os germes da constipação que flutuam no ar podem ser inalados através das narinas, por exemplo, e os germes da comida podem entrar pela boca.

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É quando os germes que entram dentro do corpo que uma segunda linha de defesa entra em acção: é o sistema imunitário. No nosso sangue existem umas células especiais, cuja função é reconhecer as bactérias ou vírus, que podem ameaçar a saúde. Uma vez identificados os germes perigosos, estas células avisam outras células para produzirem os chamados anticorpos, que são substâncias que destroem os invasores perigosos. Este processo de protecção é o sistema imunitário, ou de defesa do corpo. Vejamos o que acontece quando o vírus da sida entra no corpo; são produzidos anticorpos durante semanas, mas não conseguem destruir o vírus. A princípio, o efeito pode ser tão suave, que o sistema imunitário pode continuar a trabalhar de um modo normal. Mas quando a sida se desenvolve, o vírus começa a destruir as células especiais do sistema imunitário. Com o tempo, a capacidade do corpo de reconhecer invasores perigosos torna-se mais fraca e perde a capacidade para iniciar a produção de anticorpos protectores. Uma pessoa com sida fica exposta à infecção pelo primeiro germe que aparecer. Essa pessoa estará sempre doente, com uma doença ou outra. Algumas destas doenças podem ser tratadas, mas não demorará muito que com a quebra do sistema imunitário uma doença mortal se instale. Mesmo com ajuda médica, essa doença levará à morte. As pessoas que desenvolveram sida morrem com maior frequência de doenças, tais como: infecções pulmonares, doenças dos intestinos e cancro; problemas cerebrais, com perda de memória e dificuldades de raciocínio, também podem surgir. Haverá quem pense: «Qual é o problema? Se eu tiver sida, ia ao médico, ou ao hospital e tratava-me». Mas não é assim. A Dra. Susie uma vez mais nos explica: «Infelizmente, não podemos falar em termos de um medicamento, que possamos dar a estes doentes, para erradicar o vírus do seu corpo, tal como tratamos uma infecção por bactérias com antibióticos. Penso que estamos muito longe de encontrar um medicamento desse tipo». Mas que tipo de comportamentos se podem ter, em grupo, sem correr o risco de infecção? Eis alguns exemplos: fazer ginástica, nadar, tomar banho, ir à discoteca, beijar, tocar o mesmo instrumento musical, comer, beber, usar a mesma sanita, etc.

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COMO É TRANSMITIDO O VÍRUS? COMO É QUE SE PODE CONTRAIR A SIDA? O vírus da sida é relativamente frágil. De facto, não consegue viver muito tempo fora do corpo humano. Por isso, não existe quase risco nenhum de apanhá-lo, a não ser com certos tipos de contacto com uma pessoa infectada. Não é fácil apanhar o vírus da sida, porque ele só está presente em quantidades perigosas em dois tipos de fluidos humanos: no sangue das pessoas infectadas e nos fluidos que se produzem durante o acto sexual. Não existem provas de que o vírus seja transmitido através da urina, do suor, ou da saliva. Assim, os veículos do vírus HIV são: o sangue, o sémen (fluido sexual masculino) e o fluido produzido na vagina da mulher. É fácil, portanto, perceber porque é que o vírus da sida só pode ser transmitido de três maneiras específicas: 1 - Através do contacto sexual com uma pessoa infectada; 2 - Pela partilha de agulhas ou seringas, que podem estar contaminadas pelo sangue de uma pessoa infectada; 3 - De uma mãe infectada para o seu bebé, durante a gravidez ou parto; As transfusões de sangue já não representam um risco verdadeiro de infecção, porque todas as doações de sangue são cuidadosamente examinadas e as pessoas com um alto risco de estarem infectadas não dão sangue. O sangue utilizado para tratar as pessoas com hemofilia, uma doença hereditária na qual o sangue não coagula normalmente, é tratado pelo calor, para matar o vírus. Nalguns países, o sangue ainda não é examinado, mas na Grã-Bretanha as hipóteses de apanhar sida por uma transfusão de sangue são menores que uma num milhão. No entanto, algumas pessoas na Grã-Bretanha foram infectadas desta forma, antes de se saber como tratar e examinar o sangue. Um pequeno número de bébés nasceu infectados com sida, de mães que também estavam infectadas. Mas uma das primeiras formas de ficar infectado com o vírus da sida, é partilhando seringas e através do contacto sexual. Uma vez que o vírus da sida é transportado no sangue, qualquer pessoa que se injecte com uma agulha que outra pessoa utilizou, corre um risco sério. Pode ter ficado algum sangue de um utilizador anterior na agulha, ou na seringa. Se essa pessoa estiver infectada, o vírus pode ser injectado directamente na corrente sanguínea do próximo utilizador.

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Não constitui surpresa que muitos dos toxicodependentes que se injectam, tenham apanhado sida por partilharem seringas e agulhas com pessoas infectadas. Aqueles que se injectam enfrentam um risco muito maior de ficarem portadores do vírus HIV. O uso de drogas de qualquer tipo é arriscado, mas injectar drogas, ainda que uma só vez, com a seringa de outra pessoa, pode ser fatal. Não é só injectar drogas que é perigoso. Qualquer objecto que rompa a pele e entra no sangue, se foi utilizado por uma pessoa infectada, pode ser perigoso. Por exemplo: as agulhas utilizadas para furar orelhas e fazer tatuagens, podem ser perigosas, se não forem devidamente esterilizadas. Por fim, chegamos ao maior de todos os perigos: a propagação do vírus da sida, através do contacto sexual. Lembrem-se que o vírus não é só transportado pelo sangue, mas também pelo sémen e pelos fluidos vaginais. Durante o acto sexual, estes fluidos podem levar o vírus da pessoa infectada para o seu parceiro sexual. Quando o pénis entra na vagina da mulher durante o acto sexual, entra em contacto com o seu fluido vaginal. Da mesma forma, quando o sémen do homem entra em contacto com a vagina da mulher durante o acto sexual, se ele estiver infectado com sida, o vírus pode passar do sémen para a corrente sanguínea da mulher. Na penetração anal, em que o pénis penetra no ânus, é ainda mais arriscado, se o parceiro estiver infectado. COMO É QUE ISTO VOS AFECTA? Uma maneira óbvia de evitar a infecção através do contacto sexual, é não o praticar. De facto, algumas pessoas escolheram viver abolindo o sexo. Por causa da sida, todos temos de pensar com mais cuidado e responsabilidade sobre o nosso comportamento sexual e sobre as possíveis consequências dos nossos actos. Estejam preparados para pensar, antes de se decidirem fazer amor com alguém que conheceram. Lembrem-se que só um encontro sexual ocasional com um parceiro infectado pode ser fatal. O estilo de vida mais seguro é, certamente, permanecer fiel a um parceiro que também vos é fiel. Podem pensar que não têm necessidade de se preocupar, que conseguem distinguir quem é seguro e em quem confiar.

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Mas, conseguirão? Lembrem-se que as pessoas infectadas com o vírus da sida podem parecer de boa saúde e podem elas próprias não saberem que estão infectadas. Vejamos esta situação: dois jovens vivem juntos há seis meses. Ele tem 19 anos e ela tem 16. Nenhum deles ainda fez amor. Quando ele tinha 16 anos envolveu-se na heroína. Partilhou agulhas numa ou duas ocasiões e foi infectado com o vírus da sida. Ele ainda não sabe disto. Quer esquecer o passado e nunca disse nada à namorada. Eles estão a pensar fazer amor. Se o fizerem, ele passará o vírus à namorada. Que questões devem eles colocar a si próprios? Como reduzir o risco? Existem algumas precauções que possam ser tomadas para reduzir o risco de uma possível infecção? Sim. O risco de infecção através do contacto sexual pode ser reduzido consideravelmente, utilizando preservativos. O preservativo é uma membrana de borracha muito fina, que vem dentro de um pacote próprio. Abre-se o pacote, retira-se o preservativo, e coloca-se no pénis em erecção antes do início do acto sexual. Embora o preservativo não elimine totalmente o risco de infecção, torna o acto sexual consideravelmente mais seguro para ambos os parceiros sexuais. Para o homem, actua como uma barreira entre o pénis e os fluidos vaginais, que podem conter o vírus HIV. Protege a mulher, porque retém o sémen do homem que pode conter o vírus na bolsa da ponta do preservativo. O sémen fica dentro do preservativo, o que o impede de entrar em contacto com a vagina. Se os preservativos não forem utilizados correctamente, não podem impedir a propagação do vírus da sida. As pessoas que os utilizam têm de ter um cuidado especial. O pénis tem que estar em erecção. O preservativo só se desenrola numa direcção, por isso, tem de ser colocado na posição correcta. Quando estiver colocado, antes do acto sexual, o ar tem de ser tirado da bolsa, para haver espaço para o sémen. Se não se fizer isto, aumenta o risco de o preservativo se rasgar. Após o acto sexual, o pénis pode perder alguma da sua erecção. Tem que se ter muito cuidado para manter o preservativo no sítio, quando se retira o pénis. Se o preservativo sair antes, ambos os parceiros correm o risco de infecção.

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Quando o acto sexual terminar, o preservativo deve ser removido com cuidado e deitado fora, para um sítio seguro, de modo que o sémen não se escape. Se o vírus da sida estiver presente, estará vivo e perigoso por algum tempo. Tudo o que acabaram de ler é importante. A protecção que o preservativo pode oferecer contra a transmissão do vírus da sida. O preservativo é utilizado por algumas pessoas para fins contraceptivos, mas mais nenhum método contraceptivo protege da sida. Nem mesmo a pílula protege as mulheres da infecção. E as outras práticas sexuais, para além do acto em si? Do que já sabem como é transmitida a infecção, já devem poder distinguir que tipos de actividades são perigosos e quais não são. Não se apanha sida por masturbar, acariciar ou beijar alguém na boca e não existem provas de que se apanhe o vírus da sida por beijar com a troca de saliva. Não se apanha sida a fazer nada, a não ser que o sangue entre em contacto com o sangue, ou que o sangue entre em contacto com fluidos sexuais. Tocar nos órgãos sexuais não acarreta risco. Tocar no pénis ou na vagina do parceiro, não acarreta nenhum risco, a não ser que existam cortes ou arranhões nas vossas mãos. Sexo oral, em que existe o contacto da boca com o pénis ou com a vagina, é perigoso, especialmente se existirem cortes ou arranhões na boca. Para terminar, vamos ouvir algo mais sobre a experiência de pessoas que aprenderam sobre a sida tarde demais. Depoimento de um doente: «A doença comigo não se mostra propriamente. Eu só transporto o vírus. Ainda não se demonstra totalmente. Já não pratico o acto sexual, mais por minha causa do que pelos outros e se fizermos alguma coisa, são só carícias mútuas e coisas do género. Joguem pelo seguro, pensem no que vão fazer, aprendam sobre a sida. Façam o que os médicos, os professores e até o que acabaram de ler vos dizem. Pensem no assunto, a escolha é vossa». Depoimento de uma doente: «Disseram-me há cinco anos que era seropositiva. Na realidade, disseram-me que tinha sida. Na altura, não sabia muito sobre o assunto. Disseram-me que só tinha o vírus e não a sida, propriamente dita. Eu era viciada em heroína e naquela altura, na Escócia, era muito difícil arranjar agulhas e seringas próprias, por isso, partilhávamos. Foi assim que eu contraí o vírus da sida. Tive que, obviamente, fazer algumas alterações. Pratico o sexo seguro e não posso ter filhos. Existe a ameaça da sida. Não seria justo para com a criança e eu, provavelmente, morria.

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Não posso ter uma vida promíscua, porque não posso arriscar ter uma doença venérea, o que me mataria. Além disso, tenho de pensar nos outros. Brincar com drogas é sempre perigoso. De qualquer modo, se tiverem relações sexuais, se forem mulheres, não pensem só na pílula, ou em não engravidar, porque existe outra preocupação e se forem rapazes, também se devem preocupar, pois não sabem o que é que a vossa namorada andou a fazer. Tenham cuidado e usem preservativos.» Não se esqueçam de que é o vosso futuro que está em causa, já não é o do John. E se tiverem relações sexuais ocasionais, isto é, se não se conhecerem bastante, ou se houver desconfiança, a única forma de prevenir a sida é usar o preservativo. Esta prática é válida tanto para as mulheres, como para os homens em qualquer idade: usar sempre preservativo.

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