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19477927 Relatorio de Estagio Supervision Ado I

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ADRIANA TEIXEIRA MIRANDA OLIVEIRA RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I “Educação Infantil” BELO HORIZONTE/MG JULHO/2009

ADRIANA TEIXEIRA MIRANDA OLIVEIRA RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I “Educação Infantil” Relatório de Estágio apresentado ao Curso de Licenciatura em Pedagogia/5°período , como parte da exigência da disciplina Estágio Curricular Supervisionado I FACULDADE PEDRO II JULHO/2009

FACULDADE PEDRO II CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Belo Horizonte,......../......../........ De: Adriana Teixeira Miranda Oliveira À Coordenação do Estágio Supervisionado Assunto: Apresentação de Relatório Em atendimento às determinações constantes no Plano de Estágio Supervisionado, s ubmeto à apreciação de V. S o relatório das atividades observadas e desenvolvid as no Estágio de Licenciatura em Pedagogia / Educação Infantil no período compre endido entre 23/03/09 à 17/04/09, no Colégio Diversistas, localizado na Rua Lesa ndro Rezende Franco, n° 106 Camargos - Belo Horizonte/MG. Atenciosamente, ___________________________________________________ Adriana Teixeira Miranda Oli veira

 

AGRADECIMENTOS A DEUS pelo dom da vida, pela fé e perseverança para vencer os obstáculos. Ao me u marido Júlio César, grande companheiro, pelo incentivo nessa fase do meu curso de graduação. Aos meus filhos, Artur e Igor, amores da minha vida, por compreen derem a importância deste momento. A Professora Dinéia Aparecida Domingues (PUC/ MG), grande amiga, somente com sua ajuda foi possível a realização deste trabalh o. A professora Fernanda e toda equipe do Colégio Diversistas, pelo acolhimento carinhoso e pelo profissionalismo. A professora Edith Mafra (FAPE2), um exemplo a ser seguido de garra, força e determinação. A professora Alexandra Castro de L ima (FAPE2), Coordenadora do Estágio, pela atenção e disposição sempre que preci sei de seus esclarecimentos. Aos meus pais e minhas irmãs, pela vibração e apoio em todas as minhas decisões. Enfim, a todos os meus amigos, grandes parceiros.. . Alegria, comemorações em todas as minhas conquistas...

A educação é o único meio realmente efetivo para a construção de uma sociedade m ais justa e democrática, que respeite as características individuais de cada pes soa, inserindo-o em seu grupo social com respeito à sua unicidade,mas, como part e integrante e participativa de um todo. John Dewey

SUMÁRIO INTRODUÇÃO...................................................................... ................................................... 7 1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO. ................................................................................ ...........8 2- DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR................................ ...................................9 2.1- PERFIL/CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA....... ..........................................................10 2.2- PERFIL DA TURM A............................................................................... .........................11 3- PROJETO DE ESTÁGIO............................... ......................................................................13 4- RELA TOS DA PRÁTICA DOCENTE.......................................................... ......................14 4.1- RODA.............................................. ................................................................................ ..15 4.2- JOGOS DE PÁTIO........................................................ ....................................................17 4.3- RODA DE JORNAL...... ................................................................................ ...................19 4.4- HORA DO LANCHE....................................... ................................................................ 20 4.5- HORA DO RECREIO........................................................................ ...............................20 4.6- MUSICALIZAÇÃO............................ ..............................................................................20 4.7- BIBLIOTECA DE SALA........................................................ ..........................................20 4.8- TAREFAS DE SALA............... ................................................................................ .........21 4.9- LINGUAGEM MATEMÁTICA........................................... ............................................21 4.10-T AREFAS DE CASA............ ................................................................................ ..........21 4.11-CAIXA DE HISTÓRIA............................................. .......................................................22 4.12-OFICINAS......... ................................................................................ ...............................23 4.13- PROJETO................................. ................................................................................ .......24 4.14-LINGUAGEM ARTÍSTICA.............................................. ..............................................25 4.15-ESCULTURA................. ................................................................................ ..................27 4.16-EXPERIMENTANDO........................................ .............................................................29 4.17-FAZ DE CONT A............................................................................... ...............................30 4.18-JOGOS DE MESA............................ ...............................................................................3 0 4.19-ATIVIDADES ESCRITA....................................................... .........................................31 4.20-CONFECÇÃO DE UMA AGENDA........ ........................................................................31 4.21FEIRA DE LITERATURA............................................................. .................................32 4.22-RELAÇÃO ESCOLA COMUNIIDADE............. ............................................................36 4.23-CENTRO DE FO RMAÇÃO DE PROFESSORES..........................................................3 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS.......................................................... ..........................................38

BIBLIOGRAFIA.................................................................... ..................................................39 ANEXOS..................... ................................................................................ .............................40 ANEXO I - CARTA RESPOSTA DA ESCOLA.............. .......................................................41 ANEXO II- FICHA DE AUT O-AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO...........43 ANEXO III- FICHA DE AVALIAÇÃO DO ESTAGIÁRIO..................................................45 ANEXO IV- FIC HA DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO............................47 ANEXO V- FI CHAS DE REGISTRO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO I........................50 ANEXO VICALENDÁRIO ESCOLAR 2009........................................................ ...............58 ANEXO VII-TAREFAS DE CASA..................................... ....................................................60 ANEXO VIII- TAREFAS DE SA LA.............................................................................. .........74 ANEXO IX- TAREFAS DIVERSAS.......................................... .............................................82

INTRODUÇÃO O Estágio de Licenciatura é uma exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educaç ão Nacional (n 9394/96). O estágio é necessário à formação profissional a fim d e adequar essa formação às expectativas do mercado de trabalho onde o licenciado irá atuar. O Estágio Supervisionado visa fortalecer a relação teoria e prática baseado no princípio metodológico de que o desenvolvimento de competências profi ssionais implica em utilizar conhecimentos adquiridos, quer na vida acadêmica qu er na vida profissional e pessoal. Sendo assim, o estágio constitui-se em import ante instrumento de conhecimento e de integração do aluno na realidade social, e conômica e do trabalho em sua área profissional. O presente trabalho tem por obj etivo relatar as atividades desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado I (Ed ucação Infantil) do Curso de Licenciatura em Pedagogia/5° período- FAPE2 - da di sciplina Estágio Curricular Supervisionado I, supervisionado pela professora Ale xandra Castro de Lima, como cumprimento da exigência acima mencionada. O estágio foi realizado no Colégio Diversistas, localizado na Rua Lesandro Resende Franco , n° 106- Bairro Camargos/ Belo Horizonte/ MG. Os dados relativos ao estágio ser ão apresentados seguindo a seguinte estrutura: Introdução; Dados de Identificaçã o; Diagnóstico da Realidade Escolar; Perfil/ Caracterização da Escola; Perfil da Turma; Projeto de Estágio; Considerações Finais; Bibliografia e Anexos, contend o Carta Resposta da Escola; Ficha de Auto-avaliação de Estagiário Supervisionado I; Ficha de Avaliação do Estagiário; Ficha de Identificação do Estabelecimento; Fichas de Registro das Atividades de Estágio I; Calendário Escolar; Tarefas de Casa; Tarefas de Sala e Tarefas Diversas.

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1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Os Dados de Identificação do Estabelecimento de acordo com o Anexo IV.

2- DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR A escola recebe alunos de diferentes regiões: Ibirité, Barreiro, Eldorado, Indus trial, Contagem, Santa Maria, Caiçara, Camargos e outros. Quase todas as criança s são filhos de funcionários públicos e profissionais liberais. A maioria dos al unos pertence a famílias cuja condição socioeconômica poderia se definir como cl asse média / média ou classe média / alta. A maioria dos pais conhece a linha pe dagógica da escola e está de acordo com ela. Afirmam que optaram pelo trabalho r ealizado na escola, por isso muitos se deslocam de regiões distantes. Isto repre senta um grande estímulo para todos os profissionais. Todavia esta opção familia r diminui a insegurança, mas não a elimina, já que a proposta representa uma nov idade para a maior parte das famílias. Para a escola incluir significa dar a tod os os alunos, independente de sua classe social, etnia, crença, sexo, ou de “cap acidades físicas e cognitivas” uma educação de qualidade. O objetivo consiste em não deixar ninguém fora da vida escolar e garantir que todos sejam aceitos em s ituação de igualdade, reconhecendo que cada um tem muito a contribuir com o grup o. Por isto, o Diversistas acolhe a todos os alunos que os procuram: o limite é dado apenas pelo número de vagas. Não realizam teste de seleção, nunca rejeitam qualquer aluno (exceto, é claro, no caso de ausência de vagas), nunca expulsam o u “convidam a não se matricular” nenhuma criança. Preocupam em garantir um traba lho significativo e que ofereça oportunidades de aprendizagem para todos. Neste sentido, assumem a responsabilidade por construir, avaliar e adequar o currículo de maneira que este seja coerente com as concepções de: sociedade a ser constru ída, de sujeito cognoscente, de aprendizagem e de estratégias de ensino. A escol a tem o dever de se adequar para receber a todas as crianças. Para isto, precisa m somar todos os esforços possíveis. De professores, pais e terapeutas, para jun tos conseguir alcançar a maioria dos objetivos e para que cada criança tenha pos sibilidade de se desenvolver cognitivamente, psicologicamente, socialmente e afe tivamente.

2.1- PERFIL/CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA A escola iniciou suas atividades no ano de 1995, com o nome de Escola Infantil P é-deMoleque, atendendo crianças de 2 a 6 anos de idade. Optou por transformar su a prática educativa em objeto de constante reflexão crítica, além de construir e spaços para a discussão das teorias educativas. Esse processo de formação em ser viço e continuada possibilitou uma reestruturação do seu trabalho. Aliás, pensou ser este o caminho: colocar em prática novas idéias, novas descobertas, novas p ropostas e preservar o que foi avaliado como positivo em sua experiência. Afinal , em educação esse é o processo – nenhuma ação educativa pode ser considerada co mo uma verdade definitiva, em um curto espaço de tempo. Em 1999, entrou um novo momento da escola, implementou o Ensino Fundamental e criou o Centro Formação de Professores. O nome foi alterado para Colégio Diversitas, que quer dizer divers idade, pluralidade, expressando o propósito de não só respeitar a diversidade e diferenças entre os alunos, mas também de proporcionar uma experiência de aprend izagem diversificada, significativa e abrangente. O sonho continuou sendo o de b uscar cada vez mais uma escola baseada no respeito à individualidade de cada cri ança. Enxergando-a como cidadão único, com necessidades, sonhos, desejos e ritmo s diferentes, mas com iguais direitos à aprendizagem e ao acesso ao conhecimento historicamente produzido pela sociedade. Cada criança tem um caminho diferente e a escola tem o papel de ajudá-la a encontrar o seu.

2.2- PERFIL DA TURMA A turma é organizada por idade, neste caso 5 anos, com um total de 20 crianças. A maior parte do tempo as crianças ficam juntas com seu grupo de idade. Esta org anização permite que o trabalho seja significativo, já que as crianças, em cada idade têm interesses e uma forma de enxergar a realidade muito parecida. É claro que as diferenças culturais são observadas. Esta organização também é important e para o professor. Quando agrupa por idade o professor pode criar estratégias d e ensino coerentes com o momento evolutivo de seu grupo Neste sentido, para a es cola, as crianças estarem juntas por idade não é uma mera questão de enturmação, mas um princípio do qual não abre mão - mesmo quando os pais solicitam que seu filho seja “adiantado” ou retido em determinado grupo, porque envolve o respeito a seu desenvolvimento social, psicológico, afetivo, físico e cognitivo. A impor tância está no fato de que é esta postura que sustenta a concepção de que as cri anças precisam avançar em relação a inúmeras dimensões: afetivas, sociais, psico lógicas e cognitivas. Portanto, saber mais um conteúdo ou saber menos não é moti vo para retirar a criança do seu grupo de convivência.

PROJETO DE ESTÁGIO Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-r eflexão. Paulo Freire

3- PROJETO DE ESTÁGIO Este relatório tem como objetivo descrever as atividades realizadas durante o Es tágio Curricular Supervisionado I- Educação Infantil, realizado no Colégio Diver sistas, localizado em Belo Horizonte /MG. As atividades foram exercidas durante o período de 23 de Março de 2009 a 17 de Abril de 2009. O período de estágio é u m momento de estudos práticos que tem a finalidade de colocar o aluno em contato com situações que o aproximem da realidade de sua formação. O estagiário poderá usufruir da teoria aplicando-a e melhorando-a. O estágio da FAPE2 adquire funda mental importância, porque além de ser instrumento básico e obrigatório em confo rmidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96) que e stabelece a regulamentação para o estágio supervisionado possibilita ao aluno, v ivenciar as práticas referentes à sua área de atuação. Desta forma, nesta fase d o curso de graduação, 5 período de Pedagogia, o estágio será compreendido na et apa de observação (educação infantil). Essa etapa será o eixo central para o des envolvimento e enriquecimento do estagiário, aperfeiçoando-o para o crescimento pessoal, profissional e cultural.

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4- RELATOS DA PRÁTICA DOCENTE A observação da prática docente foi realizada no período de 23 de Março de 2009 a 17 de Abril de 2009, no Colégio Diversistas, localizado na Rua Lesandro Resend e Franco, n 106 – Bairro Camargos/ Belo Horizonte/ MG, numa turma de 5 anos, no turno vespertino, sob a regência da Prof . Fernanda Lima. No primeiro dia de es tágio, meu contato inicial foi com a funcionária Cibele, posteriormente ela me a presentou para as diretoras, Lenir Pimenta Dutra e Jacqueline Pádua de Oliveira, ambas foram muito acolhedoras. Após este primeiro contato, a Diretora e Coorden adora da Educação Infantil Lenir, conduziu-me para a turma de 5 anos e fez minha apresentação à Prof . Fernanda, carinhosamente chamada pelos alunos de Nanda. E la também me acolheu de forma bem receptiva e imediatamente convidou-me para faz er parte da primeira atividade da turma, a RODA. Sala de aula da turma de 5 anos Neste momento ela fez uma pergunta para a turma: Vocês perceberam que temos uma pessoa diferente na sala hoje? Todos respondem q ue sim. Ela pediu para que eu me apresentasse para a turma. Fiz então minha apre sentação da seguinte maneira: “Meu nome é Adriana, estou aqui para aprender muit a coisa com vocês! Na Faculdade estudamos a teoria, e chegou o momento de ver co mo acontece a prática. Saber o que a Fernanda ensina para vocês, conhecer as sua s brincadeiras, as músicas que vocês cantam, enfim, quero saber como vocês estão aprendendo a fazer tanta coisa legal”. Fernanda enfatizou: “Estão vendo turminh a, como vocês são importantes! A Adriana escolheu a nossa turma para aprender,

 

 

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temos que mostrar muita coisa bacana para ela. Então ela pode contar com a gente não é? Todos respondem empolgados: Sim!!! 4.1- RODA A atividade chamada RODA, a contece diariamente no início da aula, nela é feita a escolha do ajudante do dia . Neste dia as crianças receberam um papelzinho para escrever o nome, dobraram e colocaram dentro de um balão. A professora, com a ajuda de todos, fez a contage m dos balões. Após a contagem, foi sorteado um balão, ela brincou e fez suspense : Tcham, tcham, tcham, tcham!!!! Quem será o ajudante de hoje? Todos ficaram emp olgados; Sou eu, não sou eu... Ela encheu o balão e todos cantaram e bateram pal mas e o balão foi passando de mão em mão Balãozinho que passa, passa. Balãozinho que já passou... Quem ficar com o balãozinho, coitadinho, já estourou... A cria nça que fica com o balão, vai para o centro da roda, a professora pergunta: Como você vai estourar o balão? Ela responde: Com abraço! A criança escolhe um coleg a, coloca o balão entre eles, dão um abraço bem apertado e o balão estoura. O no me que estava dentro do balão cai, a professora continua fazendo suspense e ao m esmo tempo fazendo as crianças raciocinarem: Quem Será? É um nome que tem 10 let ras. As crianças começam a arriscar um palpite. Começa com a letra A. Outros pal pites surgem. Termina também com a letra A. Muitos falam: Já sei, já sei, é a Al essandra!!! A professora parabeniza os alunos que acertaram e fala da importânci a do ajudante, da responsabilidade que ele vai ter, do exemplo que vai ter que d ar no comportamento, etc. O nome do ajudante é fixado no quadro

A primeira tarefa do ajudante é fazer a chamada. Ele fica em cima de uma cadeiri nha ao lado da professora e vai lendo os nomes da relação e os alunos vão respon dendo presente. O nome que ele tiver dificuldade para ler, os colegas ajudam. Um detalhe importante, ao lado do nome de cada criança existe um desenho para ajud ar a criança identificar os nomes. Observação: Para os alunos presentes é marcado um pontinho preto ao lado do nome e para os ausentes, um pontinho vermelho. Na seqüência a professora trabalha co m o calendário, perguntando para a turma: Qual o último dia que viemos na escola ? Eles respondem: Sexta-feira. Ela fala: Muito bem! Sábado nós viemos na escola? E domingo?Ficamos dois dias sem vir à escola, então que dia é hoje? Com a parti cipação deles, ela vai riscando no calendário o sábado e o domingo e eles chegam a conclusão que hoje é segunda-feira dia 23. Muito bem novamente! Então como se escreve o 23? As crianças sabem, porém algumas escrevem de forma espelhada.

Na RODA também é feita a rotina do dia. 4.2- JOGOS DE PÁTIO Esta atividade acontece todas as segundas-feiras. A turma é dividida em duas equipes; GAVIÃO E PIRATAS (10 em cada). O objetivo desta “brinc adeira de equipe” é estimular a capacidade num jogo com regras; alcançar em grup o um objetivo comum; desenvolver a capacidade de atenção diante da atividade do colega; estimular a velocidade de reação. Alguns tipos de jogos: Jogo 1 - Acerte o alvo valendo 2, 3 e 5 pontos. Jogo 2 - Diversos tipos de corrida: do sapo, de um pé só, do caranguejo Jogo 3 – Rouba bandeira Jogo 4 – Gatos e Ratos

A pontuação que cada equipe conquista é anotada em uma tabela com a participação de todas as crianças. A vibração das crianças é incrível, eles torcem, gritam o nome de suas equipes e lidam bem com as regras impostas, tais como; não vale empurrar o colega, não va le vaiar e outras mais. A professora explora nesta atividade a utilização de dif erentes estratégias no jogo “rouba bandeira”, investe na concentração e pontaria que exige o jogo “acerte o alvo”. A pontuação é marcada na tabela, tipo palitin hos, e as crianças vão contando em voz alta. Como a equipe “Gavião” conseguiu vi rar o jogo da semana anterior, a professora conversa sobre as inúmeras possibili dades de reverter o placar. Explora também a subtração: A equipe GAVIÃO está com 20 pontos e a equipe PIRATA com 13, qual a diferença de pontos entre as equipes ? Alguns falam 9, 8, 15. A professora com a ajuda da turma conta os palitinhos d a equipe que tem mais pontos até igualar com a outra equipe (13 pontos). A parti r daí ela para e inicia uma nova contagem a partir dos 13, a diferença então são 7 palitinhos.Todos os jogos são registrados através do desenho pelas crianças. A professora faz algumas intervenções no sentido de incentivar o registro com ri queza de detalhes e a organização espacial da representação.

4.3- RODA DE JORNAL Esta atividade também acontece todas as segundas-feiras. As crianças levam para a escola o jornalzinho Gurilândia do Estado de Minas. A roda acontece na sala de vídeo que oferece um espaço maior. Primeiramente a professo ra faz perguntas do tipo: Quem leu o jornal com o papai ou com a mamãe? Quem sab e dizer alguma coisa sobre a principal reportagem do jornal? Algumas crianças se expressam, pois já trazem informações de casa. A professora reforça as explicaç ões feitas anteriormente sobre o caderno do jornal: A primeira página traz a mat éria principal do jornal, a reportagem completa encontra-ser no meio do jornal. No dia 23/03/09 a reportagem discutida foi “Euforia no Teatro”. A professora leu a reportagem completa para as crianças, explicou o que é uma sinopse, falou sob re o teatro “Francisco Nunes”, sobre o Parque Municipal, local onde se encontra o teatro. Fez os passatempos, trabalhou outras reportagens, Dra. Sara Tudo, Seçã o de Carta, as crianças manifestam grande interesse em mandar carta para o jorna l. Após ser trabalhado, o jornal é fixado no painel dentro da sala de aula, capa e reportagem principal.

4.4- HORA DO LANCHE As crianças são bem autônomas neste momento, elas pegam suas lancheiras e colocam em suas mesas Muitas compartilham o lanche com os colegas, algumas pedem ajuda para abrir o suco ou colocar o canudinho nos sucos. Diariam ente as crianças levam frutas para a escola, elas são colocadas em uma vasilha q ue é recolhida por uma funcionária da cantina. As frutas são lavadas e cortadas e no finalzinho da tarde acontece o momento da fruta, todos comem um pedacinho d e cada fruta para experimentar. 4.5.- HORA DO RECREIO Após o lanche é formada um a fila e as crianças descem para o recreio. Ele acontece junto com a turma de 04 anos e tem duração de 30 minutos. As duas professoras e uma auxiliar de turma s ão responsáveis pelas crianças no pátio neste horário. O recreio é considerado m ais um momento da rotina de trabalho, portanto os professores devem ter o mesmo cuidado com as crianças de quando estão desenvolvendo qualquer atividade da roti na diária. Ele faz parte da carga horária do trabalho do professor. Diversos tip os de brincadeiras são oferecidos no recreio, tais como: corda, escorregador, bo la, peteca, velotrol, bambolês, casa de boneca, etc. Quando retorna do recreio a professora pede organização, cada criança vai para seu lugar e ela canta uma mú sica para acalmar a turma que volta um pouquinho agitada. 4.6- MUSICALIZAÇÃO A a ula de música com a Prof Alessandra acontece duas vezes por semana, as terças e quintas-feiras, com duração de 01 hora. As crianças são levadas para outra sala . É um momento delicioso, as crianças adoram. Nesta aula é trabalhado sequência rítmica, diversos gêneros musicais, relaxamento, parlendas, ensaios para apresen tações como; Feira de Literatura, Festa Junina, habilidades corporais e o reconh ecimento de segmentos e elementos próprio do corpo por meio da exploração das br incadeiras e a interação com os outros. 4.7- BIBLIOTECA DE SALA Dentro de sala e xiste uma variedade grande de livros. Toda sexta-feira as crianças escolhem seus livros e levam para casa. A devolução pode ser feita até a sexta-feira seguinte . Os responsáveis pelas crianças deverão ler a história para a criança, é uma ma neira de estimular o gosto pela leitura.

 

4.8- TAREFAS DE SALA Durante a rotina do dia algumas tarefas escritas são realiz adas em sala. A professora trabalha com o alfabeto, ele fica bem visível dentro da sala de aula, auxiliando as crianças no reconhecimento e memorização das letr as. (No anexo VIII, modelos de algumas tarefas de sala) 4.9- LINGUAGEM MATEMÁTICA A matemática é trabalhada da seguinte forma: Sistema d e numeração: Contagem nas diversas situações: Chamada; votações; calendário. Esc rita de números no calendário / Escrita de números e relações aditivas no jogoso mar pontos de cada equipe, comparar a pontuação geral. Exemplo: Jogo da Batalhac omparação de quantidades e números; Jogo do Dominó- fixar a imagem mental das qu antidades do dado, divisão das peças, estratégia para jogar. As noções de mediad as são trabalhadas nas atividades de Experimentando, Culinária e Projetos. 4.10TAREFA DE CASA Duas vezes por semana é dada tarefa de casa, terça e quinta-feir a. A correção é feita com os alunos em roda. A tarefa de terça-feira é corrigida na quinta-feira e a de quinta-feira é corrigida na terça-feira da semana seguin te. (No anexo VII modelos de algumas tarefas de casa)

4.11- CAIXA DE HISTÓRIA No início do mês de Março foi feita votação para eleger a história a ser trabalhada. As crianças tiveram algumas opções para escolha, a vencedora foi a História da Coca, de Bia Berdran (Anexo IX a história na íntegra ). (Gráfico para visualizar a história vencedora) A proposta deste trabalho inclui: As crianças deverão decorar a história; cada criança fazer o seu livro, a sala junta fazer outro livro para doar para biblioteca da escola, escrever a história igual a do CD e cada um fazer a ilustração do seu livro. A professora ao trabal har com a história pede para que as crianças se atentem aos personagens da histó ria, questionando: Quais são? Em que ordem eles aparecem? Qual é o personagem de maior importância para o enredo da história? Como não há imagens que possamos v ê-los como imaginamos que eles são? Neste dia de observação, após escutar a hist ória e memorizar, a turma deu início na pintura das páginas do livro com anilina e álcool, discutiram sobre a caracterização de cada personagem bem como do cená rio onde se passa a história. Durante todo o processo da confecção do livro, out ras questões são levantadas para as crianças; Qual é o problema apresentado nest a história? Qual é a estratégia do autor para solucioná-lo? Qual o desfecho dest a história? O objetivo destas perguntas é fazer com os alunos o esquema de produ ção do livro, fazer com que concentrem mais, ficando atentos quanto à ordem dos acontecimentos.

Resultado final – O livro confeccionado 4.12- OFICINAS As oficinas acontecem tod as as quartas-feiras, cada professora ministra um tipo de oficina. As crianças d e 5 anos interagem com as de 4 anos e são livres para escolherem de qual oficina querem participar. Eu acompanhei a oficina VIVENCIANDO O ESPAÇO – Prof Fernand a. Ao fazer uso do espaço, potencializamos o movimento, as sensações e a interpr etação de símbolos. Nesta oficina são testadas todas as possibilidades que o esp aço nos oferece. O espaço é explorado de maneira orientada, a utilização de mate riais, a resolução de situações em que seja necessária a organização, observação e descrição de materiais, de espaços ou lugares e de movimento.

 

Atividade: Construção de um circuito Foram disponibilizados os seguintes materia is: corda, cadeiras, bambolês, colchonetes, cabos de vassoura, tecidos. O objeti vo foi fazer o grupo pensar em uma forma de disponibilizar os materiais formando um trajeto que possibilitasse desafios a serem vencidos. Após a criação do circ uito e da competição, foi conversado sobre a organização do espaço, dos materiai s utilizados e sobre os desafios que este percurso proporcionou. Após esta ativi dade, a professora propôs o registro através de desenhos. 4.13- PROJETO O Projet o trabalhado é “POVOS DA ANTIGUIDADE”. Conteúdo do Projeto: A organização dos gr upos e modo de ser, viver e trabalhar (passado e presente); os lugares e suas pa isagens; identificação dos papéis sociais; valorização do patrimônio cultural de seu grupo social de outros; observação através de imagens e relatos das mudança s ocorridas nas paisagens ao longo do tempo. Nutrição do Projeto: Filmes, textos e imagens. Procedimentos desenvolvidos com os alunos: Formulação de perguntas, estabelecimento de relações de comparação, formulação coletiva e individual de c onclusões e explicações. Duração do Projeto: Ano letivo O livro trabalhado neste projeto é “Crianças como você” da UNICEF, que prioriza retratar de maneira didá tica e alegre o cotidiano de crianças que vivem nas variadas regiões do planeta. A professora em roda conversa sobre o fato de existirem pessoas vivendo em toda s as partes do mundo, através do mapa localiza os continentes e deixa que as cri anças falem a respeito do que observaram. Com base no livro “Crianças como vocês ”, fala sobre o menino Monhammed Abdallah e levanta várias perguntas: Vocês sabi am que este menino vive lá no Egito? Quem sabe onde fica o Egito? Ao observar es ta foto o que vocês perceberam? A forma dele se vestir é como a nossa? Olha como ele escreve o seu nome. Eles utilizam o alfabeto árabe? O que vocês acham que M onhammad quer ser quando crescer? Qual é o brinquedo que Monhammed brinca? É o m esmo que as crianças brincam no Brasil? O pai de Monhammed se chama Ahmed e sua mãe se chama Olfat. Os nomes das pessoas que moram no Egito são diferentes dos n ossos não são? Monhammed chama seu pai de “Baba” se sua mãe de “Mama”. Quem sabe qual é o lugar em que as pessoas fazem suas orações no Egito?

Monhammed faz orações na mesquita todas às sextas-feiras. Monhammed tem aulas de estudos sociais, árabe, inglês r matemática. A sua comida predileta é morango. Esta é a feira que fica próxima da casa de Monhammed. As crianças participam ati vamente da discussão, ao final colam a foto de Monhammed no Egito. Em outra situ ação, também com base no livro “Crianças como você”, outra criança é estudada, o Omar que vive no México, na cidade de Cancum. O pai de Omar trabalha levando tu ristas do aeroporto para o hotel. As belas praias de Cancum atraem turistas do m undo inteiro. A professora dá inicio a uma nova discussão: Quem aqui na roda é c apaz de descobrir qual é o divertimento predileto de Omar? Olha só este depoimen to: “Adoro a sensação de estar na água com os peixes, eles são tão coloridos. On tem vi um que era todo transparente.” Olha como é a casa de Omar. O que vocês ac ham dela? Omar chama seu pai Luis Angel, de “ papi” e sua mãe Lilia de “mami”. O mar tem um bicho de estimação, quem sabe qual é este bicho? A igreja perto da ca sa de Omar se chama San Francisco de Assis. O que vocês me dizem sobre o Omar? Q uais as diferenças entre nosso estilo de vida e o dele? E Monhammed? Qual deles tem hábitos mais parecidos com os nossos? discussão a professora cola a foto de Omar no México. Finalizando a O Projeto é desenvolvido durante todo o ano letivo, neste período serão trabalha dos outros países e consequetemente outras culturas. 4.14- LINGUAGEM ARTÍSTICA A professora trabalha com apreciação e reflexão. Neste trabalho primeiramente foi observada a imagem "Girassóis" de Van Gogh. Posteriormente foi discutido sobre as cores, as linhas, a intenção do artista, o que é uma arte bidimensional e tri dimensional. A turma

executou pinturas, depois utilizou um vaso de barro, papel cartão, papel crepom e cabos de vassouras. A família foi convidada para visitar a obra de arte, um convite foi elaborado co m a participação de todos. Querida família, Fizemos um mural muito legal e bonit o! Ficaríamos muito felizes se vocês viessem aqui, no Colégio Diversistas, para ver nossa exposição. Vocês poderão visitar no período de 27/03/09 à 03/04/09, no início e no final da aula. Esperamos por vocês! Um abraço, Turma de 5 anos

4.15- ESCULTURA Para trabalhar com escultura primeiramente a professora levantou conhecimentos prévios da turma e fez anotações, posteriormente apresentou fotos de esculturas feitas baixo e alto relevo. É importante para realização desta at ividade a apreciação e reflexão, ou seja, observar obras e imagens, discutir ele mentos presentes na obra: Bidimensional, tridimensional, linhas, materiais, core s e intenção do artista. O fazer artístico surge a partir do que foi observado, usando meios e suportes adequados à produção. Esta proposta abrange um city tour por Belo Horizonte para conhecer as obras presentes nos espaços públicos. em Esculturas em alto e baixo relevo Para compreenderem a noção de baixo relevo, as crianças fizeram desenhos nas bases de argila, depois encheram as bases com ges so para criar formas em alto relevo.

Formas em alto relevo com o gesso seco.

4.16- EXPERIMENTANDO Esta atividade tem como objetivo proporcionar a observação, pesquisa e registro. A professora deu início ao experimento NADA PODE SER VISTO SEM LUZ apresentando uma caixa preta para as crianças e fazendo as seguintes pe rguntas: O que podemos ver em uma caixa escura? Quem gosta de ficar no escuro? O que podemos fazer quando tudo está no escuro? Quais são as fontes de luz que co nhecemos e qual a função da luz? Materiais utilizados neste experimento: Lanterna pequena, caixa de sapato com ta mpa, gravuras ou foto pequena, cobertor velho e pesado e mesa. A atividade foi r ealizada com pequenos grupos, as crianças deitaram no chão e colocaram apenas a cabeça no local escuro, debaixo da mesa. Eis a caixa escura, surge um orifício e m uma das extremidades e as crianças observam através dele. A professora orienta : O que vêem lá? Agora vou modificar uma coisa, vocês poderão depois olhar novam ente o interior da caixa. Ela acende a lanterna e coloca sob a aba da tampa e ar gumenta: Conseguem enxergar alguma coisa na caixa? Estava lá antes, mas vocês nã o puderam enxergá-la. Vamos tentar descobrir a razão? Retira a lanterna e pergun ta: A gravura ainda esta lá, podem vê-la? O que acontece quando a luz desaparece ? Sempre precisamos de luz para ver as coisas. Nada pode ser visto sem luz. Após a conclusão da experiência foi feita uma reflexão sobre o que as crianças apren deram e feito o registro, passo a passo, por meio de desenho. Outros experimento s são feitos complementando este e outras novas reflexões: A luz parece viajar e m uma linha reta; As sombras são formadas quando os raios de luz são bloqueados; A noite é a sombra da terra; Tudo que vemos reflete um pouco de luz; A luz cont ém muitas cores.

4.17- FA Z DE CONTA O faz de conta acontece as segundas e quintas-feras, tem com o objetivo fazer com que o grupo estabeleça relação com o outro. São criadas div ersas situações para as crianças deixarem a imaginação fluir, tais como: Baile à fantasia, salão de beleza, oficinas, mecânico, casinha, consultórios médicos, e scritórios. Este momento é mágico, as crianças ficam bem à vontade, a professora faz algumas intervenções nas relações e colabora no enriquecimento das situaçõe s criadas. Algumas situações criadas no faz de conta: Uma viagem de navio foi si mulada onde a turma passou pelo México e encontrou com Omar (personagem do livro “Crianças como você” – conforme estudo no Projeto). Após um tour pelo México, o convidaram para visitar Monhammed no Egito. Neste percurso a professora investi ga as crianças e relaciona as características e os hábitos de cada um destes nov os amigos (Omar e Monhammed). Outra situação: Um baile a fantasia é proposto e n este baile ocorre um acidente (as crianças sugerem um incêndio). Os participante s do baile precisam de socorro e atendimento médico. Algumas crianças fazem usam de alguns acessórios de médico, como máscaras, seringas e alguns medicamentos ( caixas de remédios vazias) e começam a fazer o atendimento nos colegas. A profes sora faz algumas intermediações com o objetivo de que um grupo estabeleça relaçã o com o outro. 4.18- JOGOS DE MESA Vários jogos são trabalhados em sala de aula; batalha, dominó, jogos de encaixe, jogo da memória, trilha, quebra-cabeça. A pr ofessora divide a turma em grupos e orienta sobre as regras de cada jogo. No dom inó, por exemplo, acompanha discutindo com as crianças como iniciar o jogo, como dividir as peças, onde colocar as peças, o que fazer quando não possuímos a peç a que está nas extremidades do jogo e faz anotações. Conforme observado, as cria nças não têm autonomia para realizar o jogo sem a intervenção mais presente da p rofessora. Nos jogos de trilha a professora organiza grupos, propõe questionamen tos possibilitando as crianças pensarem no trajeto da trilha, como por exemplo: Quem está na frente, quanto falta para determinada criança alcançar a casa 10, q ual número precisa sair no dado para que determinada criança alcance a outra e e tc. A turma também confeccionou um jogo de trilha com o título: “Primeiras Compr as”, as regras e os desafios foram definidos com a participação de todos.

4.19- ATIVIDADES ESCRITAS A professora explora a parlenda fixada no cartaz, faz brincadeiras de caça-palavra e as crianças fazem atividades completando as frase s encontradas de acordo com o texto. (No Anexo VIII modelo das atividades) 4.20- CONFECÇÃO DE UMA AGENDA Trabalhando com alfabetização, a professora propõe a confecção de uma agenda para cada criança. As crianças investigam nas revista s letras do alfabeto, recortam e colam organizando a agenda em ordem alfabética e ao mesmo tempo fazem uma decoração bem criativa. Com a orientação da professor a escrevem os dados de cada colega, nome/ telefone/ aniversário/endereço. (Veja modelo no Anexo IX).

4.21- FEIRA DE LITERATURA A Feira de Literatura é um evento que o colégio promov e anualmente e reuni os trabalhos realizados pelos alunos da educação infantil e do ensino fundamental. O tema para a educação infantil (turma de 5 anos) deste ano foi sobre os “Clássicos da História Infantil”. As crianças ficaram livres pa ra escolher com qual personagem queriam trabalhar, levaram para a escola livros sobre os clássicos infantis; A Bela e a Fera, Os Três Porquinhos, Cinderela, Rap unzel, etc. A partir da escolha iniciaram o processo de criação dos personagens, primeiramente fazendo o desenho, posteriormente criando os bonecos com massinha e finalizando, confeccionaram os personagens com massa de biscuit. Inicialmente o desenho feito pelas crianças.

Na sequência os bonecos confeccionados com massinha.

Finalmente os bonecos confeccionados com massa de biscuit.

Resultado final do trabalho apresentado na Feira de Literatura (09/05/2009).

4.22- RELAÇÃO ESCOLA COMUNIDADE Apesar de terem papéis diferentes a escola e a f amília precisam interagir para garantir o acesso das crianças à educação. Nesse sentido, a escola estabelece um diálogo com as famílias considerando-as como par ceiras e interlocutoras no processo educativo, e busca: Compreender os problemas e dificuldades que as crianças porventura estejam enfrentando; Ampliar a compre ensão sobre o desenvolvimento das crianças e adolescentes; Conhecer valores, cre nças e costumes em que a criança está inserida; Compreender os valores e prática s das famílias relacionadas a procedimentos disciplinares, hábitos de higiene e a forma de se relacionar com as pessoas e com as instituições por exemplo. Para a escola, as informações obtidas a partir dessa interação representam o suporte para a elaboração de um projeto de trabalho que se consolide em uma prática que respeite e acolhe as diferenças culturais e étnicas das famílias, que valorize e reconheça a importância dos conhecimentos considerados “não acadêmicos”. E, sob retudo resulte em uma prática educativa mais coerente entre ambas. Frequetemente a comunidade é convidada para participar de palestras e eventos promovidos pela escola. 4.23- CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES Um dos grandes desafios para o Colégio D iversistas com relação a profissão docente é a atualização sobre as novas metodo logias e o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais eficientes. Nesse sentid o, possibilita que a formação seja em serviço e continuada, ou seja, a escola é o espaço para a formação docente.

Para que essa formação ocorra a escola proporciona momentos para a reflexão da p rática e, esse processo de formação em serviço e continuada possibilita: Revisão permanente dos planos de estudo para atender as diversidades de necessidades su rgidas durante o trabalho; Análise sobre o processo de ensino-aprendizagem vivid o em cada sala para avaliar os avanços dos alunos e também as dificuldades deste s. A partir dessa análise, verificar quais são as dificuldades dos alunos que es tão relacionadas a organização da escola e estratégias pedagógicas do professor; Encontros semanais para planejamento e reflexão do trabalho; Estimulo para a fo rmação de grupos de estudos; estimulo para troca de experiências; Organização de encontros de formação com professores de outras escolas ou de universidades; Em préstimos de materiais de apoio, tanto voltados para a formação quanto voltados para o desenvolvimento do trabalho em sala de aula.

CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao término do estágio exigido pela disciplina Estágio Curricular Supervisionado I, ficou a certeza da importância de conhecer a realidade de uma instituição esc olar. A interação com os profissionais foi extremamente enriquecedora, atuei em uma área com a qual nunca tive contato e durante este tempo, conforme minhas exp ectativas pude vivenciar a rotina do cotidiano escolar e realização de diversas atividades. Esta experiência proporcionada pelo estágio amplia o significado da constituição de um profissional da área da educação, complementa a formação acad êmica e confere subsídios para uma atuação efetivamente democrática e transforma dora. Diante de todo o contexto que permeia a nossa atuação profissional, esta v ivência na escola mostrou-me a importância da formação continuada e do constante aprimoramento dos conhecimentos da área, das necessidades sociais, da investiga ção da própria prática e a busca de temas atuais (professor pesquisador). Infeli zmente a disciplina acima mencionada não proporcionou aos alunos estagiários e p rofessor orientador momentos para debates, troca de experiências e reflexões. Se ria sem dúvida, uma maneira de aprimorar o nosso aprendizado tornando muito mais significativo todo este processo.

BIBLIOGRAFIA MANUAL DE ESTÁGIO, 2009 - Faculdade Pedro II- Credenciamento Portaria MEC 1.096 de 29 de Maio de 2006. __________________. Planos de Aula, turma de 5 anos – Col égio Diversistas. Período de 23/03/09 a 17/04/09. DUTRA, Lenir P. et al. Propost a Curricular e Regimento do Colégio Diversistas, Belo Horizonte, 2002.

ANEXOS “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”. Cora Coralina

ANEXO I CARTA RESPOSTA DA ESCOLA

ANEXO II FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO DE ESTAGIÁRIO SUPERVISIONADO

ANEXO III FICHA DE AVALIAÇÃO DO ESTAGIÁRIO

ANEXO IV FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

ANEXO V FICHAS DE REGISTRO DAS ATIVIDADES DE ESTAGIO I

ANEXO VI CALENDÁRIO ESCOLAR

ANEXO VII TAREFAS DE CASA

ANEXO VIII TAREFAS DE SALA

ANEXO IX TAREFAS DIVERSAS

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