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~ 4 ~ a 4 * % s Hews our © Grol os Hew Unveidade Federal de Ubetinds -UFU J) corence ines nase es CEIAR Departente de Miss e Rites Cras DEMAC eben Es da es de Uguagnn Earargfe Mrcns Teoria da Harmonia na Masica Popular tha nin ds ages combat aos acre xo nl Prefiicio se volume é uma publicarSo de minha dissertago de mestrado Loire rh oun angen primeiramente — e de uma determinada maneita em especial — inwodueir, em nossos cursos, ese tipo de conhecimento, Esse experimento de publicagdo visa primeiramentesubsidia, enquanto texto de fundamentagio, uma capacitagio de nivel universtiro de nosso ficenciado e bachatel, nesse campo do offcio musical, Assim, sea sbordagem dos fen8menca da harmonia em uso na misica popul ‘contemporinea, tm aqui cardterreflexivo, investigatério,histérco, exitco, estéice,abrangentee universal, tm também, per euro lads, Ertendides mot Maio. Trample 36: 0 uso seqiencal de “Sub!7 Extenda intrslados com“! Extondidos” modo Menor. Exempla 36 rimo hamsnico de “Sub!7 Estero Exempla 31 uso do “7d como Domnante Seeundira” Extmple_2f: 0 wo do “1714s como Dominant Eton Fxomala3 Exemple 40: 0 ws0 do “Subi7sus4 como Dominante Secundiris”, ‘to do “SubV7sus4 como Dominante Ertendida Oitava Unidade: Meios de Preparaco- Subdominante Exempla $1; o uso do (iim? #7) —+1 xemplo 42: smo harménico do (lfm? #7) a. Fsemplo 43; a Subominante Esti (lim? 7 somplo.£4: dmonstasS0 do uso do aconds “Interpol em seqiénias de 2079 7” si 8 85 o "9 oy 34 95 95 97 98 oe 99 or 01 102 03 04 10s 106, BESS SSFSSEKCE SS SS Oso Ss se sees sssvssavvzvass {im 77} como vnva derivasso do ws seqiencal de (V7) Estndidas Exempla 48: imo harmnico do acorde "Ynterpokado™ Exemglo 46:0 uso do Subl/ em preparagbes ipo (Un? V7} > {Mex7 SubVT}-s1 {Subtim7 V7] [Sublin7 SubV7}-s1 modos Maior e Menor Exemplo 47: 0 uso do Susi em prepara: secundras para dileremtes graus do ‘Campo Hamenico Diatdnico - modos Maior e Menor. Exempla 48; simo harméniso do acorde SubI? enquanto Subdominante Sec Exemplo 49° 0 t80 do Subi/ em prepares extendas para diferentes graus do sna Campo Harménico Dia ‘Exemple 50: imo harménico do Sui! Estendido Exemplo $1: © uso do F7sus4 como Subdominante em preporaydes secundiris - ‘moos Maiore Menor. 20 - modes Maior ¢ Menor. Exempla $2: 0 uso do !7sus4 como Subdominante em preparsyies estendidas = ‘mods Major ¢ Menor, vo sos Exempla $3 0 uso do Sub¥7sus4 com Subdoftnante eth prepares secundiias - ‘motios Maior ¢ Menor. Exempla $4: 0 uso do Subt7eus4 como Subdominante em preparayées estendidas ~ ‘mouios Maior e Menor. Nona Unidade: Empréstime Modal Exemplo_55: demonstragio das opsies de escolha funcional dentre os acordes do ‘Campo Harméniso Maior = gravs Diaténicos + graus de Empréstimo Modal Exempla 56: 0 uso dos acordes de Empréstimo Mods! comonovss regides da tonaidade Maior. sents Exemplo 57: dus stuagbes de emprego de acondes de Empréstimo Modal Exempla $8: 0 uso de acordes de Emprésino Modal de fungio $ enquanto Mio de Prepatagio, ses Exemplo 59: fire combinagio dos graus do conjunto de acordes Maiores do Carnpo Harminico Maior . Exemplo 6: progressdo estabelecida a partir do modelo cadencialc) da Tabela 25... Exempla 61: 0 wo do conjunto de acordes Maiores do Campo Hlamnico Maior com Pedal em T. na us 116 us “19 120 20 2 nm rn Br mm My Exemplo 62: uso do conjunto de acordes Maiores do Campo Harminico Maior com Pedal em D. Exemplo 63:0 uso do conjunto de acordes Maiores do Campo Harménica Maior com sma menor no baixo Exemplo 68:0 emprego do Campo Harmnico de acords ipo X7sust em DB Maior Exemplo 65: combinagio das possibiidades anteriores. be empl 66:0 uso dos acordes de Mediante como novas reps da toalidade Mor. Unidade: Tépicos Especiais, Exeimplo 67: as rlagies de terga Mair ente 0s acerdes Maiores do modo: Maine Esxemplo 68: interpretago funcional de “Giant Stepe” (1959), d John Coltrane Exemplo 69: stuagSes de uso do “Diminuto Awsthar “sobre 01 grau do modo Maior Exerplo Exemplo 11: 0 uso de “177Bives™ para diferentes gras do Carnpo Harmdnico” ) 10:0 uso dos "Diminutce Aunliares” na tonlidade Msior Exempla 72 :0 uso do “#IVm7(b5)" como S principal da tonaidade Maio. Exempla 73:0 modelo matrz para a gencralizagSo da Cadéncia de Engano ~ VP» Vin 1a M5 14s 16 130 131 132 153 134 136 158 160 Indice de Quadros Primeira Unidade: Acordes Baisicos ‘Qundio 1: demonstragio grifica da permutagS0 ds intervalos de tera, ‘Quaito 2: demonstra grifca do process de alteraydo comaiica descendent das des bisa, Quadio 3 comparagio vocabular ent 08 “Acordes Bisicos” e as eonfigurasdes seondais em ws. ots que geram as diferengatipoigicas ere as cinco ‘Segunda Unidade: Fungées Harménicas ‘Quo 4: tstrasio demonstraiva das reaps de “dominio / conteadominio™ entre as fungéce de repouso” “movimento” . sen Quadeo $; HustrasS0 conceitual meta-ocabulr das reagGes funciona (Quadio 6: 28 tts "ProgressBes Harmdnicas Beas" Terceira Unidade: Campo Harménico Diaténico - Modo Maior ‘Quadie 7: demonstasio grifca da conciséncia das nots consttutvas e das elagdes © de Viinangas deers ente as ttades na tonsidae de D6 Maioe fiutrasdo demonswativa das rlgfes entre os nveis da “Combincyito de anges” ¢ da *Selego de wm Acorde usd Quarta Unidade: Campo Harménico Diaténico - Modo Menor ‘Suan 2: demonsraSo grifca da coineidéncia das nota consttivase das clases 4 vicnhanga de trea entre a trades da tonafdade de Dé Menor ‘Sexta Unidade: outros acodes sobre 0 V7 grau ‘Quadro 10: demonstrog50 das capacidades de inversio do acorde “Dimmu... ‘Quadro 11: epras de resolosio do “Diminuto™ sobre Iau Quadko 12: demonsteagio dos 3 inicos acordes “Diminuias™ posivis no toa cromitin vs ssn o ‘Quaito 13: demonsiagio das capacidades de resolugo de um tnico. acorde “Dimimuto" em 8 tonsidades efou acodes diferentes 7 ‘Quadra M4: localizao das tensdes disponives paca X7 a partic das notas de sua” tétade bic, 2 2 33 36 44 37 38 39 63 Quadeo 15:0 estabelecimenio do SubV7 a parr da dupia interpetagio dae notas de uy Tritono Quadio 16 + demonstragio da comespondéncia geométsa ene as notas de um V7 & seu respectivo SUV. Sétima Unidade; Meios de Preparagao -Dominante Quadso_17: wansferéncia funcional do cixo de refernsin “TY ma peosresio “SDT, para 0 cixo de referencia “84x na progressio ro 18:0 acorde “Dimimuto como Dominante Secunda”, sua dsivagSo de um (7) Secundiro suas quatro inverse posses, sc Quada_19: seqiéncias de cromatiomo descendente provocadss pelo uso do “Diminuio como Dominante Estendida” (Gusdvo 20: sequéncias de quinta stax elow de cromatiomo descendenteprovocadas elo uso do "SuBV7 como Deminante Extends Oitava Unidade: Meios de Preparagio- Subdominante ‘ado 21: demonstragzo das rlaes de preparagio exten save Décima Unidade: Tépicos Especiais (Quadro 2 etado do Campo Harménico a tonaidede Mor (Quadea 23 + origem e castiasao funcional dos acondes do Campo HarmGnico na tonaidade Maior (Quadro 24: demonstasSo das nots em comurn ene In, TVinaj7e #IVm7(b5) 61 1 9 cy 100 no 130 SIRI SIIP PPPS IPOS ESET RSH TPFF FISD Indice de Tabet Primeira Unidade: Acordes Bésicos Tr! ca 1: “Acorles Bésicos” - designayio dos acordes, defini de sus estatras inervalares¢ ciffagens correspondents Tereeira Unidade: Campo Harménico Diaténico - Modo Maior ‘Tabela2 pologia das tetades Uo Campo Hanmdaico Distnico na Tonabidade” Nair. Tat 3 clasticayio funcional dos acordes do Campo Harménico Distnico do modo Maior. ‘Tabela; demonstragio das reas de abrangéncia funcional de T, $e D na tonalidade Dé Maior.. ‘Quarta Unidade: Campo Harménico Diaténico - Modo Menor Tabet ‘ipologa das tétrades do Campo Harménico Diatinico na Tonalidade Menor. ‘Tabela 6: conjunio de acordes diatinisos em uso no modo Menor. Tabels 7: clasifcaydo funcional dos acordcs do Campo Harmdnico Disténico do ‘modo Menor, Tabela$: demosntragio das areas de abrangZncia funcional de'T,S e D na tonaidade de DS Menor. oe Quinta Unidade: procedimentos cadénciais tipicos ‘Tabela 2 siuagSes de wso do avord calencia de ‘Dominante Quarta e Sexte® ‘Tabela 105 situagdes de so da “Cadtncia Pagar” ‘Sexta Unidade: outros acodes sobre o V7 grau ‘Tabela LI: tensDesdisponiveis para o score de X7 ‘Sétima Unidade: Meios de Preparago - Dominante 1 12 : “Dominantes Secundinas™ do Campo Harmbnico Distinico - modos MBaior e Menor. os ‘Tabela 13: acordes “Diminutor como Dominantes Secundiriasdes graus do Campo Hiarmdnico Diatnico - modos Maior ¢ Menoe 1s 30 3h a 45 od 3 62 80 o Tabela 14: ‘Dommantes Subsbintas Secunstiria” dos graus do Campo Harménico rmodos Maior ¢ Menor. Citava Unidade: Meios de Preparagio- Subdominante ‘Tabela 15: esti de distonismo relaivn & "X" para a escolha do tipo asordal do “10 erm um (2m? FT] > Tabela 16: /1ln” 17-01 do Campo Hasrwinico Disnico - modes Maior e Menor. {ahela 17: combinatvia das preparagies (m7 i ¢ [Sui Sub 7} Tabela 18: as preparagdes tipo /Subllm? ID] flln™ Sub!) 2¥ (Suhilo? SwbE7]-—> ¥ do Campo arminico Diatnica - modos Msior e Menor. Nona Unidade: Empréstimo Modal fimo Modal com funglo de $ corde de Empréstimo Mods! com Fungo de D ‘Tabela 21: acordes de Empréstimo Modal com fungo de T Tabeta2 mpliagSo do vocabubiio de S na Empréstimo Modal ‘ania Plaga” através de acordes de Tabela 23; 0 uso de acordes dsténicos + “Enpréstimo Mods!” + SubIl + VTauct ~ SubV7aust, conio S em preparagdes tipo [mn V7] -»X para os scordes maiores do Campo Hannizo ~ modes Major © Menoe "abela.24: 0 conjunto de aeordes Maiores do Campo Harménico Maior = acordes itinicos + acordes de Empeéstio Modal Tahela 25: a combinagio dos eraus do conjunto de acordes Maiores do Campo Hamdnico Maior segundo 48s modelos eadencisis epics... "ahela 26: formalayio dos acordes Maiores Jo modo Mbior em acordes tipo X7sus8 Décima Unidade: Tépicos Especiais Tala 27: os acordes que mantém correspondéncias de texga com oT grat do modo ‘Tabla 28: acordes“Diminutos Ausires” de aproximas3o croms Tabet 29: os aordes dS do modo Maior Taela_30 pot descendents. de combinagdes de graus fincionalmente disponiveis na ‘ooalidade como wn todo » no 1m 136 ns we M3 45 st Lista de Simbolos TYénica Subdomnanie saconies wobre cada grau da an so indicados por algarsmos romans —Jacorde dininato corde menor com sétina menor € quia Gavia lou acorde meiordiminato, facorde de La acorde de Si Jacarde de Dd corde de RE acorde de Mi ee veaercreeeasaesaaana corde de Fa [ncorde de Sol sia menor seima maior ona sumeniads 27x, eae iim primeira Sumeniads décima terceira menor quinta aumentada quina diminsts 1 ie °K" €a Fundamental do scorde ¢“Y" @ a nota que ad no baizo. arses reese indicaeio pot eteno en mali Inicasio por exterso em miieeula INTRODUGAO © estude da Harmenia, entendido onquanto uma abordagem as montagens © configuragées dos acordes, bem como o tratamento das maneiras pelas quais esses ‘scordes 30 conectam se relacionam na Tonalidade, & uma tema maior dentro do ‘universo musical, Esse tema capital, do modo de ser e de se comportar dos acordes centre si, aparece novemente aqui, desta vez formatado em uma dissertagao do mestrads. Frente a grandeza aberta pelos assuntos dessa disciplina, o eonvite & uma oimitagae do problema do pesquisa, a ser sujeito dessa investigarse, se impo. Interossa primeiramente & presente dissortaglo, um direcionamonto as questtes das ‘éenicas envolvides no alo de se fazer Harmonia. mperta a manufatura, 0 artesanato @ © uso elefivo da Harmonia para a realizap4o musical, Neste sentido, estames buscando a5 respostas para um ‘como se fez isso”. Recortando ainda mais, sinalizamos quo, des ainda muito variades detalhos \Gcnicos envelvidos numa realizado pratica da Harmonia, o que especificamente nos ccabe aqui investigar sto quais das maneiras pelas quais os acordes se relacionam, ‘ve pormitem uma normatizeeto sistemice, Fovalizamee a pritica, pole abordamos a ago do se levar a efolte, Como a pratica onvolve sampre procossos de escolha, esta Pesquisa procura localiza a razfo da decisio de quem age. Procura fermalizar, em um Serpe tesrice, aquelas regras e condutas gorais que, no exerccio da prétice harménica, Giigem © processo pelo qual um possivel acorde determinads, preferentemente a outros, @ excolhido e inseride numa combinaglo seqUencial de acordes, Esse [ulzo pratco da opdo, ¢ justamente o que aproxima o tema desta pesquisa 80 Ambito da musica popular. Pois al, a Harmonia Tonal so mantim como técnica, ‘ssidea 6 arto em apo, No corpus da misica popular, a porgunta “qual ecarce pode Ser colocade aqui” @ da rotina, @ necossdria ¢ tem sentido claramente aplicatvo, E ‘uma questte que, 20 ser colocada, eminentemente prétice da escolha Pode ser respondida com ecto carttor ——_— SFFFSEFSEFFEFESESLESESETE RESELL ASIFSSISIIAIza Innotgio 2 essa investigago 8 pritice, resulta uma dissertagao de natureza priortaridmente descritiva pois, 0 quo fazemos aqui, 6 uma exposicSo circunstancioda das relogbes de combinagdo entre os acordes, na perspective do usuario da Harmonia, Tonal. E um relato minudente, que observa @ formaliza o funcionamento destas relagdes, @ partir da pratica exercida por uma consciéncia colativa em um determinado momento epoca ‘Ao procurar descrever o estado da Harmonia em uso na miisica popular, essa Investigagdo toma caractersticas da ser também de natureza sinerénica. Pois, procura tetas aa relagtes entre ws colaas exstantos @ sistmatizar as rlagSes entze tomos quo atuaimente, sto coexistentes. Em detimento de uma pesquisa histbrica, onde © cectudo do fendmene harménico so d pela relago com os fates que o precederam ou © sucederam ae longo das transformap6es do percurso da cultura, este trabalho se preocupa menos com 0 processe polo qual a Harmonia se estabelece © se modifica, ara tentar saber 6 modo como, neste momento, ela funcional Esta aplicagie de uma abordagem sinerénica © descritiva na investigagao de ‘uma pratica da Harmonia, se fundamenta em dois argumentos principals. Primoiro porque de fato, para o individuo que usa a Harmonia como volculo de Comunicagto e de atuagSo profssional, os aspectos diacrOnices, de uma consciéncia histérica da sucesso dos fatos da Harmonia, sto menos urgentes, Uma etimologia que trate das origens dos acordes, ndo the 6 uma preocupago contral no momento da ago. ‘©-que conta, no memento da escolha, ¢ 0 conjunto de acordes e de suas aplicagSes quo © sujeto conhece © domina de pronto, Como a énfaze desto trabalho recal justamento ‘sobre o momento espectico dessa escolha, a abordagem sinerénica ganha pertinéncia por ser uma observacdo que respeita a qualidade principal dessa ago, que nfo 6 a Preccupapdo coma fillogia da Harmonia, e sim, a effciéncia no dominio @ atualzago de um repertério de procecimentos harménicos. * Em um sentido contro « complemertar a6 qua astimos proponde nessa discanago, ua éica historca sebve a Teoria da Harmonia nos é ofrecia pox La Mote. no apresentagie 0 cou ts ‘esezeve que “La importancia de est i reside undammertaimente en su vison hecrica, 0 seuss Betcore as tancformagies que a Harmenia vem soften a0 longo dor times quavocentos anos em lum reer que vai de "Lasso y Palestina hata Messiaen, pzeando pov Bachy Moca Beethoven, Wagner, Debussy y Schoonberg” LA MOTTE, D. Armania Batesiona, Labor, 1°98, p VE | ‘Segundo porque, a presente conceprdo fundamenta-se na nope de que o sistema harménico tonal 6 arbitario. As rolagSes enlve accides, seus usos © capacidades expressivas, justamonto por sorom da ordem da convene, estio continuamante sondo afetadas pelas contingéncias do tir historico, estéica, estilistco € técnico que se processa ao longa do tempo. Fessem essas relagses de kei natural, ¢ no attics e construldas, a arte da Harmonia teria como resistir a ago transformadora da historia. No ontanto, as relagées entre 08 acordes s8o radicalmenta incapazes de so defender dos fatores que deslocam, a0 longo do uso, suas configuragées, suas pettinéncias © seus valores expressives. Porque sto atbirtrias e convoncionais, as relapSes entre os acordes esto fotalmento sujeltas & cultura. Assim, ‘quando tentamce estabelecer uma logica para as relagSes acordais, doparame-nos com © fato do que elas nfo so fheam, antes, confrontam-so em estades diferentes, Enifo, se desejamos normatizar sistemas conolavels e estivels para as FelagSes entre os acotdes, somos obrigados @ trazar um corte que, por assim dizer, ‘brequo em alum momento a historia da Harmonia, € exatamente por ser uma entidade eminentemente histérica, que uma descrifo da pritica da Harmonia exige Priortariamente (mas nto exclusivamente) uma abordagem a - histérica, Isto 6: sincrénica?. A questo de pesquisa e seus termos Posio as dolimitagSes desta investigagto a questo da pesquisa que se coloca & essa frente, pode ser assim formulada: Na Harmonie Tone’, em uso na mitsica Popular, quais as relagdes de combinacdo entre acordes que sdo passivels de definigio? {lentes ro entarto que, entandemos que 0 descrtvatinerinica @@ NsticoNiacinico no £40 Rottagens exxiudertes do ponto de sta do nosso objet de estico, repebnce,w ati! plan do Tonal ne misica populr, Sto apenas. toes de cperaqies dstiias exectndae, polo Exsivisacor Oeste mode, no os poupamos em infedure conakeragtes hstiicolaacrnicay na (Biiets to estado da Harmonia, quand estas so importantes para 3 funcamertacso de agua eat maniZs atuais, Mas, que no se espere encontar agul uma namaiva da hstsia da Harmonia da ca popular, Estamos considerando endo que, a deseo vincrinca do estado das relagoes do {Sminagoes ente os acordes, nfo # radicalmente esta, Pois nelacoevstem relacoes antsas que ‘mantém,reiaeSes atu, relates que vao caindo em deruno reacties em ectado nascent FIFYIIVFPPPIYIVFIVIFPYIIVIVH HY PYI VIPS iodaeso 4 "Nesta questio, enttondemos por “definigdo", a descri¢to conceptual das relagses, do cambinsgao entre os acordes que podem ser normatizadas por uma regra geral de uso @, 2 demonstragtio de quais dessas relagdes, podem ser racionalmente controladas ‘© explcades frente @ uma lei? Sobre 0 termo “relagdes de combinayo", existe na disciplina Harmonia, um ‘cuplo entondimento possivel, © ambes principals. Por um lado, quando um acorde ‘antacede ou sucede um outro, entre as notas constitutivas de ambos se estabelecom conexbes e enlaces. Este é um entendimento que se poderia ter do terme “relates de combinacSo". Seria 0 que, no jargto técnico da disciplina, 6 chamado comumento do “conduge de vazes", ou seja: aquale dominio da Harmonia que trata das éenicas de lencadeaments dos acordes no que tange aos movimentos melécicos (lineares) que as ‘notes constiutives desses acondes executam quando se combinant Salientamos de ante mae que, para os efeitos da presonte investigartio, nfo 6 esse 0 entendimento que ‘S0 tem do termo “relacdas de combinago”, Em nossa questio de pesquisa, por outo lado, 0 quo esté se entendendo per “relacées de combinagéo" entre acordes, so as caracteristicas transitvas existentes na Passagem do um acorde (observado como um bleco, como uma unidade hanénica minima @ inctvisive) para um outro acorde, Atontos aos ensinamentos de Schoenberg, datados jf de 1920, de que *..um tratado de harmonia deve falar s6 de sucessdes harmenicas © ndo de condupao de vozes..% , © que aqui ests sande focado 6 aquilo que 2 © term “defini” esta sando entencido como um principio ganéico, uma tetatna de precisa © {eclrar objetvamente quai as principals maneias de se conectat os acordes, € uma opinsg sob ‘somo’, “quando” “porque” as mais Hequenies equinciae de acordes acontecem, & na eteminada compteensio deste fenemene Uma expictacio formal do unt fe paral de ensameni, que se tem sobre esse assunte. A "defingdo" & um madslo de slag que perme ‘rzetgar © que pode acontacer no wacionamento ene os acotdes, Procura inicar sis Goss relsgées podem ser tatadas como simplieartes ou wealzagaes das mumerss possiinindee oe combinardo esters no fo musical Eana li goal, esses males de eer¥na, £30 cbdos nose leva ao lente as caractarstieas de uso prepias dos acer, como se pltende demonanat 30 longo osie tabalo, A "dengsio"& uma artecipadera, uma feramanta de preva € na eleiness aoe 08 ui @ escolher © aplicar deteminata progessio de acotdes, 8 luz das pregressées j2 Cepermentadas 4 Neste dominio ort includes as tematicas de ‘posisSo", Uspoaipiot Tnverséot auceriento “Wotramento, “tincia ent as voces’, Tmovinenlos pamicin, drets, cbiquas © conus’ ‘proper 6 esclvgso de detwrninades ols” “rola einres, "Wssondncias’ "unkes 6 otaras araioias*e outos conceits similares, ormatizados plas reqras de esciuta sa Harmona tora 1 SCHOENBERG, A. Traago de Armonia. Madd: Real Musical, 1920. reaps dap. 129 Se, om seu “Tratado.", Schoenberg ndo consegue ser taimente fel 20. seu pope ken naan ee osteroménte, em SCHOENDERS, A Funchones Estucturies de La Armonia Bateson: Late, 1900, as quesiées de cc idugdo de vozas eto racicalmente exclulsan 3 1o jargto da disciplina comumente se chama de “progress4o harmOnica"® Iso &: © que hes cabe aqui investigar, s8o apenas os tipos de rolacionamentos que padem se processar, quando se deseja combinar seqlencialmente os acordes.na musica popular. Embora seja possivel polemizar sobro os limites © as validades do term “musica ‘popular’, no ha intencZo alguma do abrir ossa discussfo nesse trabalho? . Sabedores das dficuldades que um termo assim pode causar a um trabalho académico, coremos ‘no entanto 0 r'sco de pedir a devida licenga para uso, também aqui, daquele sentido ccoloquial que comumente fazemos do termo “miisica popular”. Peis, acreditames que ‘esse entendimento (malgrado ser um tanto imprecise, genético, 0 se mostre sempre enite limites tenues @ ambiguos) & bastante sufciente para as intengSes de um trabalho {ue sborda no 2 "mdsica popular” em si, e sim, as relagSes de combinagto entre acordes na Harmonia Tonal que se processam na pritica da “mésice popular”. Ent8o, ‘quaisquer entendimentos que se tenha sobre “misica popular” (ditamos até do termo “misica’) que resguarde © haménico, 0 fonal, e em especial, a possibilidade da Intervengao pessoal na escothe des harmonias, é compativel as abrangéncias dosta issertagdo, Em nossa questo da pesquisa 0 termo “em uso" procura sinaizar 2 validade {Pecal do corte que pretendemos om nossa invesigagto, Nesse sontido, o “em tiso", Proterde dalimitar © contemportneo, ou seja, pretande dar conta des empregos que se ‘a2 dos procedimentos da Harmonia Tonal na misica popular de nossa época . Desca forma, se fossemes delimitar 0 espago de épeca, do lugar @ do suieitos agentos, que ‘Ou de “eoneatenago hatménica’, ou de “seqitncia de aconest 1.2 nat em foco aqui no #2 questo de ce eater o ue & misca popu €0 que nto & Ese § {ialho sobre 0 como 6 que se lax Harmonia, © que new intresea ha miske precog ao popula’, ® sim, o que ela tern de fora, do harmicco eetiude, danueie espaco de opeio #nterencto que 3 "misice poplar hos dd pars eso ok neue sobre um fazer sequeneiae de acodes, que pode set maniseade, gende's adineede ea, 1 AEames ae etabelcer om eto alo de contempacaneldade para ease “em uot bar censigo Shcaade de ave, por mais que se ectabelocam valores cbjevo, 6 eoiade de Nhenene Teese STEE sinplesmenteestio a» podem se: vsadas. Muto wmbor,recaia nda abies larne eo user Sari nissS0 de, a um 3d tempo, dlineat nessa pesquisa o “quando ta lea" 0 onde sé cea oo satya" gostaforos de, se possive, manter aqu também. @ sigifcado ecloqal ceste wie, ienamde apenas © essencial para a concetiacao especiiea desta expressao ne cecunscrts & ems us 5 bar uae especies desa express 4 -ewwenvenvevesveeeaeneeeeeewwer"eneren eo Inecsheso ‘ pretendemos mais especiicamente fecalizar nesta pesquisa, poderlamos indicar, a rosso modo, tras gigantescos fondmenos artistices © culturais que, em linhas gorais, ‘meldam a presente concapeao da Harmonia da misica popular contempordnea: Brine, 2 Harmonia centro-europtia, notadamente dos poves nérdicos, ‘Sormaniees ¢ estaves,caractrisicamento urbana, do fundo cléssice-tomantico, que nos Primeirs vinto ou tinta anos do nesso seculo, ditibul a erudita radio tonal eucpia ‘em um conjunto de procedimentos haménices que agora, esto totalmente dispeniveis, Para © wulgo, Eases misicos “mestios" do ofiio harménico, se entranharam na indéstia Cultural emergente (disco, rio © cinema) distibuindo © extaquizando este gosto ‘musical @ esto saber atamento elaborado, para todo @ novo mundo, onde justamento, © conceito contampordneo de musica popular vem nascere se astabelecer Segundo, a Harmonia norte americana, noladament daquela parcola da Populagdo ligada a0 Jazz, a0 Gospel, 20 Blues, ao Rock @ a0 Pop. Também Ccaracteristicamente urbana, essa convulsto técnica, artstica e cultural manteve durante ‘esse eéculo ativas relagtes com aquele fazer harménico eentro-eurcpeu, ¢ estabeleceu uma pratica harmonica prépria e singular. Terese, a Harmonia da miisica popular feita no Brasil, nctadamente daquela Parcela da populagdo ligada a seresta, a marchinha, ao choro, & valsa, ao saniba, a bossa, e do uma forma geral, & musica popular brasileira. Mais uma vez, também ‘caractoristeamente urbana, a inteigancia tonal @ harménica que aqui se desenvolvou 20 longo de steulo XX, soube dialogar com autonomia com a tradigte harmbnica europtia © com a paraela pritica harménica norteamericana, © alcangou, por sua vez, notiveis ‘ualidades musicais om suas proprias realzagées. De uma mansira simples direta, mas no falsa, podetiamos entto sinttizar ‘ue: @ validade epocal do tormo “em uso", presente em nossa questo de pesquisa, ‘engloba aqueles misicos que atiam ofou atiaram a0 longo deste nosso século, no vetho € no nove mundo, 50 dedicam e/ou se dedicaram a aplicago da Harmonia Tonal '@ miisica popular , numa vise de quem pensa essa prtica a patti da segunda motade dda década de otonta | | ! + [eet | Definir © termo “Hermonia Tonal" 6 to simples quanto complicado, 80 desnecessério quanto fundamental, Simples 0 desnecessArio porque, esse terme indica tum detorminado tipe do fazar musical que ¢ conhecido e ublizado por todos. Nesse ‘sentido cemum, tanto para os milsicos quanto para os nfo msieos, 0 termo “Harmonia Tonal se confunde até mesmo com © proprio terme “misica"?. N&o fesse © problema {da metonimia, ecorrents em praticaments todas as definigSes sobre esse tetmo (que é © habito que se tem de falar da “Harmonia Tonal’, atavés das “dataslugates" lou através dos “nomes das pessoas/misicos") esse sentido que usamos no dia a dia, por ser to simples © comum, seria aqui também, tetaImente suffcionle. No ontanto, 6 exatamento por esse habito de definir os sons por “simbolos", “rlagdes", “datas” & ‘nomes dos "homens", que & t8o complicado e fundamental tonar, mais uma ver aqui, efinir © termo “Harmonia Toner. Especiaimonte aqui porque, para a presente coneepgto, a "dade" da “Harmonia Tonal, no 6 aquela comumente delimitada pelos scrtes sobre a materia, Estamos discordando das principais bareias delimitadoras, simbolizadas pelos nomes dos musicos maiores que “fzeram* a “Harmonia Tonal” (por ‘exempl “Monteverdi -+ Debussy“; ou "Bach -> Wagner. Sendo assim, um pequeno, ‘mas fundamentaimente importante, esclarecimento sobre o ambito da validade histérica, ‘enica ¢ esttica do termo, ainda tem que ser feito aqui Considera-se que © periods historico onde a ‘Harmonia Tonat pode ser ‘entendia como uma pratica comum e portanto, « perlodo para o qual este conceito & ‘lide, 6 a época quo abrange des inicios do Barroco até os finais do século passado (/u inleios do nosso séculol . Essa opinio sobre a idade tonal marca todo o cfscurso ‘modemo sobre a miisica. Para os modernos a "Harmonia Tonal & uma etapa historica ‘encida @ superada. Como reflete Vattimo, a aguda conscidncia dos modemos do {Ligie 2 ovas inincae, qu escapam 2 cologuainerte celia plo hace plo tna " Sempre termos, complementores @ expicatwor Tas coma mises “anige “reas Aemreenbee “ston, dodecatonca’, “sea, “elnto-actshoat aletona, "oonaes, “meneeal to 8 Conerecia na Jullan em CAGE, J. De segunch 8 um ano, So Paulo: Hustee. 1985. p se modi sua Nentava de eesumit uma dfriedo geal de trait” Wienk coca que a NES"? G2 Wrsaidade “emonta em seas pimelias confgaacces a0 seeulo XV. fi eatseanasse at ca, {ane fm que Rameau publica sua obra teen # bach o Claro bom tenperaso ) @ eo wegieatamerto 8 dazoiuese vemos processar ae plo ska XE. ash 9 comega Seta: WISN L [0.52 dos Conosrios:» Maca em tomo do Semana de 22 Sto Pass buss Cuaces p 15S) a analsta La Re araca una delmitacso mals peciae chega actor as dots da oraldage TED SIS TBED em LA RUE, J ative del Estie Musical Barcelona Later, 1380 p40) POSPEVEBFLT EPP PELE EPEDEDIORPE HORE EPID SE Indio 8 “consumar-se" das linguiagens e "do impossiblidade de dizor ainda algo em estruturas '80 carrégadas do histéria"! (como 0 6 a gramética harmBnica da tonalidade quo hherdamos da tradige) marcou em demasia 0 pensamento sobre a “Harmonia Tonal” om rosso séeulo. A tal ponto que, hoje esta arto 6 até considerada como um tipo de ‘manufatura sonora muito importante enquanto decumento cutural @histbrice; enquanto Produto de uma época passada em um ‘cutro lugar”, mas que em si mosma, esqotou-se. Revsalvamos que, a concepeSo da validade histrica, técnica, estolica e erativa a"Hamonia Tonal’, presente nessa dissertaglo, conironta.se abertamente com esse Ponto de vista acima dolineado: acreditames que, para aqueles que mantém abertos ‘seus ouvides para a masica popular, a épeca historica da “Harmonia Tone”, ainda nto ‘abou, Aqui, nossos ouvides do apés a modernidade, podem se manter atentos para musica que se faz hoje e faciImente constatar que a "Harmonia Tonal" se ecloca logitimamente como arte para oliic, como prética artesanal viva 6 atualizada. Como um fato técnico, profissional, mercadolégico @ cultural; © como objeto estético instigante, Vili ¢ relevant Pesto esta ressalva (para nés fundamental) podemos enfim, tentar dfinir otormo “Harmonia Tonal". Estamos usado 0 terme “Harmonia Tonal" com aquele mesmo significado que todo mundo usa. Cu soja, estames falando da formagio © do ‘encadeamento dos acordes dentro do Sistema Tonal: ito "Harmonia", porque trata da dispesi¢o bem erdenada das partes de um todo, Trata do estabelecimento de retagdes dispostas fnalistieamente, e portanto aticuladas em “progressic" e no amontoadas em "sucesso". “Harmonia™ Porque, as relagSes ontre os acomdes, slow aquolas constitutivas intemas 20s accrdes, cbedecem a ciitérios ético-hierarquices de uma estética fundada no ~ axdoma de quo: 0 belo 6 a ordem e a ordem 6 a bolezalé; 1: VATTMO,G. Métodos ercos @ nermendutesfloséfica p 2 (uaduo er fase de ea ‘ret: Or. Reais Ouprat wlzado em suas alas na iscipina “Ethos, Alloa © Ponca UNeP SS, semeste de 1994), 1 "ima sucess60 no tem wm propésito fi, uma progressio pretende um objeto deinide* SCHOENBERG, A Funciones Esburtiales de La Armonia p 2 “Ou, coms eszieveu Schoenberg, sto parse mitenoxow am Cvida 06 que sa fag algo porque a necessiade nos obriga 9 dal, sem que o qusessemes, supa o belay e vce-wra que ae eae o {ersacdo de fazor algo belo 9 este a0 mesira tempo satslaga copiosamente uma necesecae™ SCHOENGERG, A Tratado de Armonis 55) | ; : | | f dito “Sistema”, para indicar uma ordem, efou um modo de diseurco, que constitu seu todo apenas quando suas partes constiuivas exercem infuéncia reciproca entre si. “Sistema”, pois trata-so de um conjunto constitulde de elementos, olou ticulago, acontuagao, dinamica, rtm, timbre, ote), que implicam-so e doixam-se alforar uns pelos outros. A *Hermonia® Pardmotros musicais (forma, melodia, pettence 20 “Sistema, € como que um sub-sistema, pis seu efeito ¢ impacto ‘expressive plene, & resuttante dependonte de uma série de mituas rolag60s para com os demais parametios do Sistema’, no caso, o“Tonar. dito “Tonal” porque, esses elementos elou parametos musicals 36 se ligam ‘onite si, 6 se harmonizam e S6 se tomam um “Sietema* - ou seja, um todo completo nas suas partes © perfeito na sua etdem - posto a condicso de que, todes esses parametrs so remetam a um tnice principio, que aparece como fundamento tonico do *Sistoma’. *Tonat’ porque todos 0s dados musicals se organizam 2 volta de um tnico cent, culturalmente simbolizado polo terme “Tonalidade". De (tonal + i + dado|®. Onde oF & uma letra que, “ha légica formal eristotdica 6 usada como simbelo da propesigo particular afimativa™™. E ‘onde 0 |i + dade}, formam "dade", tormo que diz respoito 8 validade tomporal, em que um determinado eixo tnico [tonal], ou seja de apoio, vigor, acento e releroncia, exerce poder de atragto sobre todes os membios do "Sistema". Poder “Tonal” este que ¢ finito e delimitado, pots possui ua “idade", quo perdura até ue se mude de tom (¢ so estabelega uma outra “idade para um outro cixo *enico) ou até que 2 pega musical, que € universa de vigencia do “tonos* (© forga) de um Tom, termine, A hipotese a veriar Cabe indicar entto, a hipétese que sera objeto de verificago a0 longo dessa ‘ssortagao, A saber: na Harmonia Tonal, 6 possivel o estabelecimento do uma ‘efinigio, onde as relocées de combinacio entre os acordes, so normatizades fi Wettete Tonsidade” erm Al enter, 1900, ‘Novo Dice da Lingua Poraigueea. Rio de Jans Nova " Verte een ABAGHANO,N.Dictondrio de Floto Sp Paulo Mestie Jou, 1082 SPSSSSSFSTCPC GCs sTC sts etsse ses sesesesestetTazaase independentemente das questées de conducio de vozes. Essa & a hipétese central desta pesquisa pois, antes de mais nada, © que se exporimenta aqui 6 uma radical 28, 1 Una referencia tcica que ajuda a sustontar essa conjectua, 8a analog’ postive ene os termes de nossa oposicdo bindiia para com aquela ectomia prebesta pels Inglcies de Stee ‘ssseclamos 9‘endurio de vases" ao caneno de "Patol, 32 Stas "erties de conten ag ne “Langue” As “reiagies de combinagio (= LangueLngua) atam de una feaidace abetans tornas Fer sgriteados (= funedes) @ imagens acistoas (= c= acordesljavs que postin secur eevee forgoes): A “condurdo de vere” (* Parte ala) extabelee uma fala ere, sate ans tealaaglo (= autiveis) de fotos acusicos. Ndo abstane & distneto dectimes fore nee Sempre hnterepencincia desses dow consttuntes da Inguagen ©" eases acts sees ee, ‘scrocameneigacos@ se mplcam mutuamenta a Langue © teligoes ease seater ye ness am soe a Paci (“conduc doves) sea inegivel ¢paduea bios os seus theioe in a Parole (= “eondugdo do vatos), @ necessaia para quo a Langue (= “elapies aate serie sa Srhbnesa. O aur ainda avers, "hisorisarrte ofa da Pace cond ee wses) von serge artes! pos & fala Pare = "condurdo de vores} que faz evlu angus (2 Langues eure (0 aeordes), As tas “reaptes ene acordes"s30\a um $6 tempo "wetuverio eset ae ‘Eprwueto de azes" SAUSSURE agud CARVALHO, C. Para compreender Sassatne forse once Rio p 61/83, P.carando oso de deta ross hodtese demasiadanenteontasad no ieio estukraita que ¢ um fala, embora nos pretncamos perém. nfo ser mute radeaie”” poicianen ovarente pot analog, vinta nossa tinaiedade ao que Chomsky e Gremas dewgueny soe ‘mado de enstncia"("ielapo ente acoree’ @ modo de manlesigke (2 corde Jarglo da Inguisicafala-se também em “forma do corte ‘ptessdo" (= “conduc de vates), Falase ainda em un “nel marerte ou de ganicca pontee “iordo onto acoraes) aue ce dstngue de un nivel aparente ou gamdica de sopetce ts ‘Gerd de ozes) CHOMSKY E GREIMAS apud SILVA, |.A Esrunuagso ae unwerse mpaeoes, Sie Paulo: Cute, 1972 p28. Je que: uma atunngen expositva onde as “progressdes do acordes* cejam ‘stucladas independentemente das “regras tradicionais de escrite” pode beneticiar em ceficiéncia 0 programa de ensino da disciplina Harmonia, A intengSo & observar se essa dissoclagto titica, seré capaz de ofetecer uma visto globalizanto @ uma linha mesta geral sobre o comportamento do fenémeno tonal harménico. Esse experimente de dissociagto, fundamenta-se ho entendimento que se tem do que: A tematica da "eondupto de vores" trata daquilo que em Harmonia, consideraramos como a parte *méveF™ desta arte: Nossa definigdo das ‘relagdes de Combinagte entra os acordes", trata daquilo que consideramos como a parte “Toa? desta arte: + tata dos elementos de | trata dos elementos de unidade, Civersidade, da ofimizaglio de um de otimizagéo de uma competéncia ‘desempenho e de uma realizacto: © de uma instiuiéo; trate do trata do ocasional, do variével e do permanente, do constante e do ‘momentineo. duracouro, + A "conduete de vozes” trata da concretuce de um esti, & conjunturel, tocalizade @ datada. ‘Seus assunios abordam os niveis 20 eparécia (= auxtiveis) do fata harménico. + Nossa ‘definicto das relacses de combinagéo entre as acordes na hharmonia tonal” trata da abstracéo de um sistema, & ectutural, supra. focal @ otravessa as épocas. Sous assuntos aboram os niveis da cesséncia (= sob a esenitura) do fat harménico. Quo fique claro de antomto que, evidentemente © experimento de um programa ‘Positive baseade nessa hipStese, nto se pretende como "substitute, ou “tenovador", SY Sines “atualizader" dos atvais métodes de ensino da Harmonia. Qualquer misico Sato quo precios do domino des varios sspectos da aro, e que, em isolado, nem Lim dees 6 sufciente para © fazer musical. © que tomes aqui 6 mais uma opinido, que Prelonde ser cuidadosa e vit ase alar ao dilogo académico em tomo desta discptina 48, de fato possui um imenso e requintado detalhamento dé Pormenores, mas que Bodo também (se a deesa dessa hipotese de pesquisa so confma) sr obsenada pela “ticaredutiva de um sistema macro, << memes vt @ ho" alo empegados aqui com agile rend elaberado por FOUND, E Abe ‘BMeraura Sto Paulo, Curae 1855 188 voy EPH SF VED EO EOOEKDEPED ERO OH REFER PES eso ” Objetives Enquanto ebjetivo geral, essa dissortagto pratende formalizar um modelo expositivo teérico, que permita, no Ambito da pratica atual da misica popular de feitura harmonica e tonal, 0 estabelecimento de um controle efetivo, no exercicio das relagées de combinagio entre os acordes. Atelavancia desse to de objetivo, diferente da uma grandicsa, revoluciondria © ‘nova feeria da Harmonia, toma importaneia por sua capacidade de favorecer a uma tlstrbuigdo mediana do conhecimento nesta area, Se o supostes @ a hipétese desta ‘suest2o ostiverom corretos © os resultados desta investigagto lorem positives, poderto Vir & contribuir para uma desmitiicagl © para uma libertagto da uma parcela do \esconhecido que, ainda hoje, ronda o ambiente do ensino e da aprendizagern musical, Prone Uae: Actes seas B 1. ACORDES BASICOS 1.1. Tétrade como acorde ba: De uma mancita geral, 0 termo “acorde* & definido em Musica como um “conjumto de sons que so executa simultaneamente” Monos genericamento 0 , propos pe uta lea hanna? NATTIEZ.op. et p. 248 “bel 1 Acordes Basco” desea doe esd, erg de eet leales etgensconespondenes (6u'Meie Cimino") 5 | Resrde Omnia Essa tpolagia pode ser descrita grafcamente, como no Quadro 1, onde 2s superposigSes das tergas jlustram a espacializagto de cada um dos cinco tipos de acordes, Note-se também, no| dro 2, 0 caminho da atoragao cromatica descendent, pporcorrde por cada uma das netas om cada categoria de acorde. Quo 1 denenstao gia da peat dx eras deta Mma 2) Mmm ymin) 5) men Xmayr x7 pus / yt M se 5 5 wal om -3 3 F (ato 2 deccneeagio pain do proces 6 aleragio comics dmarente ____ essa ae gram as irs pias eas ceo ade bases = as no i Fendaeta | oe b a rine Unie Acard Biscot i Este conjunto fnito de apenas cinco “Acordes Bésicos", possui a qualidade de se reduzir # uma pequona, Unica © fa tipologia de acordes quo, atraves de processas de ‘utza ordem$ do fazer harménico, so tora de grandaza lmitada, (© aparente paradoxo manifesto entre a evidéncia expliita de um sem numero de ‘acordes em uso ne prética musical © a presente colocagto da que “sé existoni cinco ecordes’, se explica pelos processes de escritura’, derivage, omamentagso claberagtct apiicados & esse niimero tao minime de tipos de acordes, Essos “Acordes Bisicos” sto apenas modelos que sintetizam toda a realizaglo diversificada que se esdobra infnitamente na pritica musical, Essa redugo drastica 6 uma tipologia fochada que objetiva permitir uma compreensie macro da Harmonia 6 um dominio racional deste oftio musical. ‘Quando se passa da abstragdo fedrica (= aqui, a representagdo teorética de um ‘estoque de apenas cinco tétrades-tipo), para a manifestagso concreta (= 0 fato real do {que na pratica musical, esto em uso um ndmero som fim de configuragées acordals, {ue se diferem claramente destes cinco modelos basicos) 6 que a regra gramatical se letva, se vali passa a importar ao fazer musical. Poderiamos astabolecer, a tito de exolanagdo vocabular comparativa, que: ‘Sudo 3 compargiovoeabulr ent ws codes Birt conics sears 0 ‘Conjunto fits dos cinco “Acordes 0 pamoro sem fin de coniguagis acardas ‘Bierces"- enendido comma maelo tetenddo come manfestae em use no foto Concept eo smusical~ esta para a Hamonva aguante (st para 3 Harmonia enquano Sistematzario + ralcagdo poteneaicade fealoge bermanente cational Feaundanca intact essencia enamenta insttiego ado cowsencia aparéneia Competdncia desempeni Da ode da condugdo de voces. 1 Estamos anlendando temo “escitira como aque conn de receimertos téenicos que se processam sobre as ncas cersttuivas de um acode (ais como a mutanea de posto ¢ sete s ‘azréscine ce nets adres, o uso de dsconancias «ale mesine a instunentagag). £ 0s termoe'darrarsa"e‘laborasio" aparece aqui com seus sigritcades Kc wular. Assi, nfo se cove com events sgntiados que exses ees possam lee arn CUPS aga laces (Os "Acordes Basicos” slo supra individuals e gonéricos, as formatagdes acordais fexistontes sto individuals e dedicadas, Esse conjunto tpolégico, por sor limitado, conservador ¢ controlavel, 6 necesstirio para a inteligiblidade 0 execugdo da Harmonia. Aconstiuicdo acordal manifesta, se desvia da norma fix, ¢ ilimitada, inovadora «© imponderdvel; assim, 6 fundamental para o estabelecimento, qualificagdo da Alte, Essas cinco tébades-ipo dizem respeito ao que existe de fio @ constanle na constugo os acordes, inversées do acorde!!* ‘As varidvois do escritura? Cmudanga de posigtio'®*, “notas ausiiares'?", “tenses disponiveis!?* 0 “instrumentago™") dizem respeite a0 * Em ALDWELL, E © SCHACHTER, C. Harmony and volee lading NY: Harcout Brice Jovanovich College Publishers, 1084, p. 89; os autores dferem ene “Esta” (onde se encata 0 papel que © carjunio de “Azorées Bisicos" cumpre aqu) © "Tezu" (analogo 30.390 relergo como papel $3 “eaertun = prcedimentos de condugao de rates" = Voee Leading). 2 Estamos nos reerindo a0 processo pelo qual umn dnico acu se conigura em incentives formatoe (também chamado de "ésposigao", “dsbibuio" ou “aberbra) onde, conquanlo que @ Fundarmenta Mo deie de ser a ncta mais grave do acose, a demais notae podem spareesr em qualquer irdenag30. Em HINDEMITH, P. Harmonia Trodesonal $30 Paulo: Vile. 1040, p20 ator fla em “cstriiedo das woues’, cstngue ene “posigio ceada’e “Positao aber © cassis ainda 9 ‘oslo de ata, “de quits" "de trea’ a pari da nema 9 soprano” (ou €a nota mate agua werd) ' Sopie a cimensto,importincia @ cities para uso da “inverse vero tpice “mvrsion de Los ‘eatdes Tiadas" em SCHOENEERG. Tratado de Armonia op ip. §5. Nests wit @ aur apohands 3 tematica« em sua argurrentacto, logo de sala, alma que #knereio "Es na de eect mistanoe ‘we haeem que la via 808 ign de vo" As Notas Auslawes (Non de Passage: Berdadurn Apcetirm Antocpacdo, Relado, Escapade, ‘tse nos tratados de Harmonia so chamadas também de “Netos Esrarhas a0 Acoide™ Notas de Omamentaplo’, "Notas Acdontais, "Nous do Jogo Melésco" “Notes Melodicas Estanhas Harmonia’ «de cas de Figuragdo Meldiea"eSo algoras as mare mpotantes tages Lsemeas ‘ue poriiltan desdabramarto desis cinco acordes bcos erm linda mimeo de etre ‘conénciaa mucieae Var + ‘Notas Estranhas ao Azowda" em HINDEMITH. op tp. 40. + ‘Reta, Dobe etato, ete." em SCHOENBERG, A Tratado de Armonia. co ct 295. Arircinags. Apowetul, Passage (ntas dee Retardos"veretes em CANOE R.A Musca Lngaagem « Estruture Lisboa, Edies 70, Nols e que todos os verbetes present stages ‘om exemple do repertio, "Notas Malésieas Eatanhas a Hamenia” em OCTAVIANO, J. Curso de Andie Harménica Rio de Jane. EArt Napoledo, 1660. p53. * “EiguragSe Medica" em RIMSKY-KORSAKOV, N. Tratado Price de Armonia & Ate: Ror, 1840p ot “Maladie Inhamenic" em DELAMONT, G. Modem Harmonie Technique . Volumes I Mew York Keneor Mase: 5, ‘Natas Ecranat a los Acordes" em ZAMACOIS, J Trade de Armone, 2 volume. Barelons (Boor 195 p 110. + “Nontamanie Tones” em PISTON. op cit p:100, 2 “Tenses Disporiveis" = "Dssondncas” (0 temo "Dissonincia & evita no aval ago Werico da ‘misica popular, pelas conclagbes que The slo pejocatramente atbadas. 2 welcracio das na ‘maou muta #o ferme "Teno Dicponivel” aceits com mas facikdada para att de sons absorides ‘sssimladose porart, choos de qualiades niment “cons: nantes" na aval rasea harmon). A s eeeepeeeeeseeesveseneneseevsevearveree PimeraUnihde Acordes isos 8 ‘que existe de mével e momentineo no uso des mesmos. Essas qualidades vardvets da “condugo de vazes" atuam sobre 03 acordes, sho os procedimantos, possiblidades © estratégias que, segundo @ conjuntural, aumentam o nivel do novidade @ dotonam as ‘parentes lmitagSos deste pequano canjunta de “Acordes Basicos” © so de um detorminado estoque de acordes faz parto de um conjunto de Caracteristicas que unem a produgio musical dita “ona” ©, ¢ um dos responsciveis pola ‘Bxagao de convencionalismo qua, por ser de Uso comum entre os musicos, extrapola 0 pessoal ese toma linguagem, apleagdo de Tensdes a Harmonia € um bom exemplo da fudncia que secondo pode er re © pensisal, demonsra a importncia que a dersicade da supericie do uot sserna pote oa ke eo estabalecimento das unidads fias e normatvas de sua grams de indo © gece stone oe wate de Terao Diaponive potato, de nats lbaada para @ uso. eu o% toon the pstatce bp score aura, ze proceasou. aa longe de um prlodo aegatefleg, ob putea Ninna g {lcunstoncil onde as nots autores foram ganharco espa, amertarain se duraebe ee asontocer cam mai freqléncia ecusadia hos tempos teen, dcharnm Ge ast penance Peace {foxam, novadoramente, feando no acorda. Hoy, confrmando a pewoso se Schonberg swe (SCHOENBERG, A ‘Dssonancias” ests nomatizado # estabeecio, 08 acorces ja pressupde sa ‘Dasoninct" aparito, 0 de tio ‘mesmo quando néo indiadas, as Tenses 230 utizadas sem munion rshipioe ay coertncia do medsmo, 0 ert tsriea 8 © gests ‘como um weno detantve (LA RUE, Ars a Tenalo ast para a FuneSo apenas Comm ure ‘io atera cu modfca, uma stibvicte ‘et esto musical Barcelona: Labor, 1950, p8 ‘complement, um adiconal que intnsiica & devtaca, Se ———— ane a Pattee [pigrite Sapte Lesa Shey Toe —_—— THs BiS 0 inca) Os Ry — [See sano art sr ce — ‘inca Diode Acordes Bisiooe » © uso dos recursos mutaveis, factuais, opcionais, imponderaveis e abertos de condugto de vozes", conferem ao dado musical aquelas caracterlsticas estéticas mais individualizadas © especificas. & a pritica de trucagens do eseritura qua aibuem solnque pessoal & obra e que, a0 resvalar constantementa os limites da convenglo, ‘acabam por contribuir para o desenvolvimento do sistema No entanto, fol a nessa hipétesa de pesquisa, de qué na Harmonia Tonal, & possivel 0 estabelecimento de uma defini¢ao, onde 2s relagdex de combinagio ‘entre 03 acordes, séo normatizadas independentemente das questées de conducdo de vores, apesar desta fundamental impertaneia do dominio da arto da “condugto de vozos", estamos experimontando excWir esses recursos de escritura da presente defnigte tesrica, peis, acreditamos que a “conducto de vozes" nfo tem valor 7a logiea sistémica da concatenarso das funcbes harménicas. Aqui, acreditamos quo, lima soquénels do neordes tipo “L/V./T* graue, por exemple, apresentars s mesma ‘azdo fedriea, eontando ou nao com a partcipagte de qualsquer destes recursos de seria. S cesempento © auibuicio musical dos vecusas de “condugso de veges" so da e1dem do Sarena ero do extra, do embelazamerts« nfo do estabaiscmerta, Sando assim, oe pidar AEBS sobre esses Bipicus (mudanga de posgda, imersées de acide” “rolas guclares”, ered SSeesios 9 astumentylo) aparece ys Ho sponse pars agen he torecnerto 3 feteto Ieaca de qe 25 easton cnes aera pats amon Var eqoe os comers Sto yom 20S. aspecios essenciais cesses assunios que, ioressam, FVII RG , ’ vypy > yy ey YY we PH BY owen Sezunda Unite: Fane Hasire » 2FUNCOES HARMONICAS © sistema harménico 6 baseado na combinaglo de unidades que, uma apis a outa, se sucedem finearmenta, Essa & uma condigSo primolia porque a Harmonia ‘eentece no tempo e, no decorrer do tempo, como se sabe, nBo importa 6 que se fay, 8 celsas so sempre subseqUontes, Alam dessa condigSo, por assim dizer, “raturalmente imposta’, para a Harmenia o compromisso com a linearidade 6 também uma promissa cultural © exteica pois, fel aquelas normas morais @ étcas quo nes ‘ensinam que um ferme no pode aparecer a mesmo tempo que um outto, os nunciados harménices excluem toda © qualquer possiildade de duas de suas Uunidades se manifestarem ao mesmo tempo. AS unidades bésicas do sistema harmdnico so chamadas de “Fungées Hameoics" Essa3 unidades, ou FungBes, come pretndemes demonstat 20 longo Gest feo, estdo para a Harmonia ome classes gramaticas, como ips de categoria ue $9 dferenciam sogunde suas caractersticas pariculares de soncridade 0 de suas ‘SsPseidades de expressdo no desenvolar do fata hamnice, Na defnigae, abut, SBtematizagdo @ entondimnte des apicagtes destas Fungbos Hanménicas, um entero. Pesshel, @ ¢ de uma organizagSo embasada na dualdade conceptual da “Tepeusaimoviments. Ou sea, ¢ possivel uma noraticagdo tpolsgicafundamentads 1s relegao maniesto entre um par de unidades distin que, 20 mesmo tempo, =8o Gpostoras @ complementares, Uma classicapo dcotimica onde, 6s dois pcs se ‘omespondam e onde um no vale sento pelo out, A distngdo entre duas categoras funcionais fundamen, ctuadas cada ume Sm um dos dois poles desta binariedade modelo, 6 uma possblldade tea o comidatva Porque, tanto fenomenologicamente quanto culturatmente, esse par “repouscimovimentot ‘entendide como uma relagao que implica em transigses de um temo & outro sempre de maneiia seqtencal, linear © subseqlente ¢ ue, SReviavelments, se manifesta 20 longo de um decurto do tampo.Ietada polo pinkie 32 simplcade, = tarata do so enquadtar as muss esplcies do sonordades ¢ “SSpeeiades harménicas em um deste dois pois, 6 uma slugdocanfortvelo que dm Fyreerae ‘esimento capaz do nos susiar no establacimonte das “Fungces Harmonicas” e de nos oferecererterios para seu uso. 2 2.1.06 tes classes funcionais:“T8niea", “Dominania’ e*Su A Teoria Funcional, para a qual "sé existem tes clasces de fingtes harménicas", entende que para © polo concoptual “repouso" a fung3o harménica cotrespondente é a da *Ténica* (7), termo de dominio que implica na auséncia do “movimento. No outro extreme - em contradominio que implica no abandon de um estado de “repouso” - apts uma cuidadesa @ histériea observagto sobre as «oractertstieas principais do ‘movimento, estabelacou-se a subdivisdo em dois sub- ‘movimentos. Um prim 0 “afastamento do repouso’, correspondents & funcso harménica de “Subdominante" (S) @ um segundo, de “aproximagse do repouso"* correspondente a fungdo harmBnica de “Dominante* (0) (Quato 4 dussao demonstrat das riage de “i eontaderi’ ete ages de "epee oom ‘A expresso dramatica do discurso da Harmonia & decorrdneta do confito entwe Sx lermos, A Harmonia ¢ um jogo do rolagées ene esas es fungSes. Nest jogo, a Serves de que as unidades indviduais do sistema so tm significado em vise do “SSS elagGes mutuas, 6 primiae principal. Partes de um todo notivelnonte dintiico 5 fing harmonicas £80 unidados que no lim um papel substancal @aproitica * Sm um valor expressivo totalmente relacional © contertuel. Para @ concepes0 ‘rcionat 0 que eomanda a agto 6 0“onte lo 0 "em si. O sentido harménico se Siislece gras a uma relate de cferengas compadas onde, osignfeade de ume “slominada classe funional nd 6 imanente, mas sin, 1sutante de oposigto desta 1EUAW.H yo Cifage. Bacelona Ed Later, 127 p30 LHS eteatments « “apoinesbo 40 amu vlcadoe segundo ©. pepo. por “SREUTTER, HJ. Harmonia Funciona! Sto Paulo. Rico Brenions, 1600 6 15, yIVYIIIVFIIIFVIFF IPI FPF HS#ss#e#srwrwxerwrr # Sepunds Unite: Funes Huns 2 classe &s qualidades caracteristicas daquelas outras. Funcionalmente, 0 que quer que percebames, sé 0 fazemos gragas aos nis de contaste © das diferengas estabelecidas. Essas trés fungées harménicas se combinam e se compersam ‘mutuamenta, cada qual com sou conjunto caracterlstico de sonorkdades possiveis desenvolve aquele papel convenionte © necessirio, © por tanto também bale, no decorrer do acentecimento musical ‘As relagées entre essas fungSes se manifestam sempre em sucessées do Componentes que se encadeiam conseqUentement, So elagSes que se fundamentam fom processes narratives de causafeeito; de preparagtotiesolugdo; do tonstio/relaxsments ¢ de tantos outros possiveis pares da conceitos onde os termes ‘mutuamente se implicam @ ondo, cada fungSo particular possua qualidades proprias, caractristicas e nitdamente dstintas da outa, antecedento ou subseqdenta, fungSo ‘pestora complementar. Entondendo as fungSes de Subdominante @ de Dominants como subdivisbes interas da categoria “movimento, propos a seguir um quadro comparative que pretende resumir as concapetas meta-musicals mais comune que e0 tém das fungbes hharménicas. S80 concsitos estéticos, adjetives, afetos, qualidades, elogios, idaias © baow ou nenhum rel de sxpocatv exoecata 7 fosece 0 aumento dom aig 7 Sipe rive de compiewttace {nbs ProgressSes Harménicas Bisicas Como vimos, as fungdes so as unidades ditinas do sistema harménico, so ‘omitides sueessivamente, do s80 cencomitanas nfo sto simutaneas; sto seadenciais , por isso, 3 podemes escttr uma fungdo de cada vez, Hrearmente. Essas sucess6es lineares de unidades hamménicas sSo denominadas aqui de “Progmssées Harménicns"™. As mats concizas das tlagteslnsares one as fungSos 4e Tenica, Subdominante © Dominarte sto chamadas do “Progmasséns Harménicas Asicas. Sto tpos primarios do combinagto onve as 6s claszes funciona que tam ome modelos. sintticos que alimentam todo 0 sistema haménico. As multas = Fungées de Movimento Possibidades as do acordes sto detvadas = seguintes| an i p do soquencias do acordes so derivadas das tes sequinte waa ess — |. aera epee — fs Proaresséas Harmenicas Bésicas’ “ies omapesnarss |p ans) Seimpoue Dou Cain a ‘Prope Home Binar™ = es de ange”) alan ae conte” sama are Gripe Geeriekaatinsete |" georitesanticesce |" Seer de moae TS oT 2.25 qualidades: ‘@ as qualidades de S dade WT aa ase Ser 5 TOT {ase Saat inns aac saaaaae a desavatiade = ditere + iqualdade 1 ist E dade ‘tensio + estabiidade {seers cua : 5 ee = Seta i ‘© conesta de Frogrsston Marménins tor aq serio anatgo 9 de “paces cadena, ot EEE 2 Essa conlagto ene ‘convenifacia"e “oleza funda.se ne penzaments Soci, segundo 0 gual “eteiooconnnerta” SOCRATES gud AVAGO, Tero Ge EatSdony ee sen Barcelona: Labor, 1975. p. 5. seat yee store ge 128 “canduo de uma sucesso de aces", POPES po ZAMACOIS, J Tatas ae Harmonia SESE ele p 126 Ouse eerencaleoico para enotega d ema “Poprsoes Hamers" # ‘ecto de‘ecuzo Tool” defo com na sendcin de unzes dpoatos no soepe 0a! Ext tmeti sonar propono por SCHURMANN, EFA Musica como Lmgsogem. 880 Pav her, 1080 198. Sepunda Unidate Fangs Hardens conde: 18) A progressio T § D T, sugere um plano retérico discursive do tipo ‘repouso ~ movimento ( = afastamento do repouso + aproximagéo do repouso)- repouso™, 6 um gio comploto pelas trés fungBes @ compara-se 1 um episéetio dramético com comage meio e fim. 1) Em T D T 2 fungho de “movimento fica somente a cargo da Dominant. eJEmT'S T, esse ofeit contrastivo 6 atribuldo a Subdominante. Cada um dessos tits tipos de combinagae das fungSes harménicas trabalha como uma unidade autonoma, © por mais sintbtico que sea, qualquer um deles 6 capaz de fazer sentido sazinho dentro do sistoma. Esses tts formatos de progressito 80 a mais simples relagtes harmonicas existentes na tonaidade, sAo 03 resumes minimos do sistoma, so aquelas menores arficulagSes funcionsis capazes de estabelocer a tonaiidade, Aavas da seqincia, combinaede, repetigdo @ variagto destas pequenas tunidades & que secgdes formas mais longas (as frases, sentengas, periods, temas, introdugdes, codas, movimentes, etc.) so estabelecem. £ © conceito da "Prograssfio™ ‘que nes permite entander uma obra musical come uma grande sucessio linear ‘composta por varias poquenas unidades de sucessio linear. A capacidade que esse inimero to reduzido _de apenas UOs "Progressdes Harmonicas Bésicas "_ tem de erat um the varlado e distinto universo de manifestagBes musicals se dave aos fatores ‘a seguir comentados. 2.2.1. a dilerenga espectica ent os tarmes “tungSc"@ “acorde” E preciso notar claramente que, para o presente sistema expositiv, 0 terme Tungio" nfo se confunde com 0 terme “ecorde". No sto termos sinfnimes, no se lequivalom @ sob todes os aspectos sto coisas muito diferentes. A funcio esti para o , sistema harménico como uma categoria que congroga aqueles acorwes que por suas caractariticas constiutvas @ expressivas se fllam a esta ou aquela detorminada classe funcional, © acorde & uma manifestagao do uma classe funcional, ¢ aponas uma 5 anaiogo a concalo da “Snlagrs” om SAUSSURE, F, Curso de Ingileuc ger. Séo Pavia: Cubic USP, 1868, p42. As rolacSos srlagraticns Bazasam-te no eater near do sgno Inguisio, ‘ge exclaa psstadade de (ee) proncnea ols elemarzs fo mesma tempo” A ingua fo é, na "ha cadela da fa" Essa reac %e sep Unidad FugSes Hairs 3 cescalagto dentre algumas dzs possiblidades existentes nesta espécie de banco do rosorva harmGnico que é a fungao.® Nesto sentido, entendemos aqui que, os termes T, $ @ D nfo so apenas simbolos gréficos equivalantes aes 1, TV @ V graus. Nao podem também ser entendidos ‘apenas como uma cutra maneira dee grafar 0s acordes de C, F, @ G em Dé Maicr. No so apenas nomes novos para os bons e velhos algarismes romans @ nto signifcam a mesma coisa que uma letra de cfra do acordes. Os signs T, $ 0 D representa ts classes funcionais onde 0 1 grau 6 aponas © mais importante representanta da classe paradigmatica da T; 0 IV um representante da classo da S 0, 0 V, uma das possibilidades de D. As fungdes sfo tds classes gramaticais dlstintas, cada uma rotine em tomo de si 1aqusle conjunto de graus, ou aquele grupo de acordes que, por suas caractersticas otruturas, qualidades funcionais © convengtes esttico-cuturais, se filam a uma estas tes Unieas elasses? Esso procedimenta de abibuigho de varios @ distintes graus Unica determinada fungo, 6 uma possibilidade de equivaléncia ao nlvel do sintitico @ acordes) 8 uma Io necessariamente 20 nivel do semAntico!. Estes diferentes nlveis de equivaléncia {A tuneSe @ uma categoria aaa, © acrde & uma escoha cancreta A Lingo # da orem do ‘scontacimento” acorde ¢ um to de ecla".Afurdo cracterzase pelos qualdades di a er oie por sus parculandades dese. A hncdo &expernarada 9 vverciada como Um "vero selonso de um tempo e no como una “enidade’préeniabnincia como 0&0 aca. hice do neio depande do contaposinio dnarica do mods do “bined” & evades de “mobihade" smotea em mudangas,e2ge 5780, crocs se pot aa en process do connidade {LAist se como a simpiidade deste entondmern 6 ecient, pode ica mais cara com @ ato do (i walepa "apenas para ns Ge siumertacto lesa ene o sstema funciona famonce © © ‘lena predicatwo a tnguagem. A losce doo Varbos, por emwnsio, conti mut verbose SEM Sram ct a nose crn cim i b epis hema manta 25 clases funciona T, Se D ns (Com LIV 8 pos, ale desses,pederSo estat SSS ras 18 cntundem com 1.1¥ © V pos, alam desses, poder aie SRB por um lado (ao set do grail frase “0 mundo & uma ment # ica & ‘tata"e For eis eel seal, wo nl 60 as daw hase) Tt Sepa Unita: Pugs Harriss 6 fete 05 dlistintos acordes de uma mesma classe funcional sto potencialidades primarias do sistema harménico, esto disponlveis jf ne memento da concopsto do uma iddla musical @ s8o escolhides © atibuldos na fase da composigte sogundo critrios esteticos,estilsticos, de época, do intengto © do escolha pessoal 2.2.2. Melos de Preparagao™ (Outros importantes recurses técnicos que permitem um alto grauide elaborace © luma grande margem de variagdo destas ts "Progressées Hamménicas Bésicas", sto ‘aqueles recursos de preparagio, ligagdo e conexo que servem de aproximagso 308 ‘acordes principaio!* Bxemplo2 demons do so de “Meio de PrpareeSo"coneundo 1s nga, SD tT + s = > + ts 1 Loe. AT Dm o7_| cG | G7 jc F c a a 2.23, transferéncia funcional dos tipos de ‘Progresso Harménica™ ‘As “Progressées Harménicas Bésicas* shuam como padrées transteriveis, ou ‘come tipos moldavels, Funcionam como modelos rlacionais de combinagées de duas ‘ou mais classes funcionais que podem se manifestar sobre varios pontos do sistema, Sto formats extabelecidos, “lches", que possuem a capacidade de passar de um aixo ‘erunciade 2 ritdamerte dierenios De moo smi, para a Havana, o Vig pode cer abibide 4 T tant quanto in I gran Gaza equvalenca 20 nivel classe funcional no gue eso sane {00 ©VE esltars compre no mesma apa de eopreanse etcica qua 01 evcwrere, 9 As tinicas de “Substuiio" » de "Rearmenizarso" larnoe que vee por ota sé infomalments usizados para designar ests proconsos de atnoucd de dreretes gras ae ensees funerals 3 "igor sto outas eotas, 0 seven ser pracsarente eoenddac Suswgtencer una A. proccoate cotta de grau que agora sera "subsido’. cu) uma harmonzsgio em uso Que agent Set “iearmentzada. So Heit popioas @ Upeas do amano, da reves, da adaplario a fetocto ue podem aparecer timber nas Teespesies, recapiulacSes. dosemivmnetae, © Coos eas omposizes origina. Mas que demonsram tam a grande capacidace gu uma lea nga th ‘ee for opreerty por cforentes gras, 18 0s "Mai do Preparordo" cardo tatades em unidades especifeas. Apaiscem aqui apenas engusrto sigumentos que pecuran éemeonstor comm um PUmero Ho Teaiakda de ‘Progieseet ‘Harmonicas Bisicas" se Warstoa em infisias posiblidades de mantertacdes museais, hinds em analog, podelamcs caer onto que, da mesma forma que em ur verso de pa “O meu er um ogo peguipase” (AZEVEDO, Ain Poora do Fate” apud TAVARES, H. Teor Marka Belo Hezonie Ed ata La, 1869. p.€9) a estuturabsica do “ej predicaso™ pode sparc resheada por clases gramatcals aualates, ae “PogiessGes Harmenizas Basics trrbar poser paren enriquecidas pot rcateos carelhates. Estes preceding #30 sonics «pom gett ‘nimens mierpolacSes, elabragies e vriagbes sobre a cadres Disioes, como neces Exe 2, 42 po: Ome bea bondoso ast Sum more dengosa. ie Ye prequigesd. de referSncia para outro sem mudar suas relagSes infomas, som no entanto, chegar a estabolocer de fato uma outra tonalidade (= modulaga0). © Exemplo 3 demonstra esse principle de transferéneia funcional do tpe de “Progresso Harménics ‘em a) na tonalidade principal de D6 Maior, uma meema articulardo cadencial se transfore do exo de referdncia da T (compasses 1 8 4) para 0 eixo do referencia da D (compasses 5. 8). Na primeira metade a progiessto “T S D,T" esta em fungo da regio da T (acorde de C); na segunda metade © mesmo tise de progressto agora acontece tendo como referéneia a D (acorde de G) que ¢ aqui, a regito harménica destacada dentro da tonalidade principal. ‘em b) 0 mesmo e6 dt em relagto a § tendo oT grau (acorde de Dm) como exo de reterencia'® ‘Beamer do prin ds uaa incon do po de Progessto Harmen «! ramserincafinctonal do centre onal de Dé Maer par req dee Dminante~V gre “lc ire jer Je Je tes foro s D T eno 1 Mow 4 vo 6 wmv omsot 7 s ° r ' Meow oF ote nos dors casos desse exemilo o uso da Tensia fou desondncia acescentada} enquarto Tso ae destaque e intensticacdo da qualidade Tunconel airbuds 20 accide A Wanedo T 13 3derza-0 porno eoaber Teraio agua, acrescentrse aé. © 7 Essas dnt s80 ‘etaries porque ndos os aclaes ag enovicor to parleton © mares, orto Wdenices & 9 Zo stones que con pars aterenlsion Exea Qaeroncardo eas neceseig co enendemoe (725 NL aguns aercon podem possl dpla terete Raconal em a) ©e #91 (7) se 30 Moe 3.2,1¥ 18 oe Sot Mora dterenciagto funcrnal e menstica pel artccaro da sara scbve © area ee assume a taneao Ge 5 (vet 3 0% 13) 0G $0 V(D) d2 DS Malar eo (1) Sel Maso -a “Etnengio Acionat so itensiica pets aueincla da. 7 sob 2G quando cle arsume *oreramente afin de T. Nolese aida qu igo semate 20 em rlseSo ao caso de 8) ZONE 0 conhecito de "acco de I sce siontin de Ramcau” gue & denice pelo ppc ator 2279 wm acoidecissonana ormadofelo arescimo do ma sera 20 acon pelo” ( RAMEAU, EPSP Ess sua, claquitmate coated ‘sera da amen’ ena toned steers SO Biks 8 snondade do V grav (ue, com o acescima da tea, fea com as tae “FE LSDSRE [7 O:Mator 9 F5.L46-06.R6" em D3 mens) a0. grau (gn com abla —acorde que Rares 0 SP 2, admite« incorpora’ fea “REFSLEDS" em Os Mat REFSLID DS” em Oo Nene ¢ sevte 172, conceptuaineste esizbance 2 equlvaleaa luncoeal ene ox 1 gras aos ‘Zetiente efcientes enquanto acotdes de Subdominante. Esta sexta ncayprou-oe aa seria de Ziie he podee consderr a sx fo careteristca pare a Sbomirante Guano sare nara EUyiole- ver GRISOLLA, Ct Prmeipios ae harmon uncial SP. Novas Mean 1279p. 58 Bexomos der quo, quando se dena sunt er um aed, vu papel da Subdomin tae asexia de Rarneos_E justmente pot so aus, heste emp, todos 0 BOOTIES 'enham © papel do Subsominare aparece com 3 cae aeescos| Sep Unde Fares Mamie 1 renfrnco fncona do contre tonal de Dé Maio pare agi de a Subdominant =U ra ic im tore [om Jomo 07 Lom} ons FS Te Pn am wm we ts DT Esse & um expediente fundamental do sistema harmérice, um etificio rmultiplicador que expande esses tr6stipos de “Prograsstes Harménicas Bésicas” para incentiveis situages musicals, Dependendo de eixo de roferbncia adotado uma mesma ‘atticulage cadencial co transforma em um novo, expressive e surpreendente acentocimento musical As ‘ProgressSes Harménicas Bésicas" sto assim, combinagdes do classes Juncioneis que, por sua vez, se comportam também como unidades funcionais. S80 ‘modelos que tomam sentide dependendo do onde estie colocades, de como so relacionam com as demais unidades harménicas © quo variam de sonoridade © de feito expressive musical sogundo © obxo de roferéncia adotado. 2.2.4, outas varivols Recapitilando, at aqui tomes que, do ponto de vista estitamente harmbnico, feta modasta tipologla de apenas tts formatos de "Progrusséos Harménicas BAsicas” ‘0 muliplica em inumeras outras manifestagses cadeneiais porque: = primelro, cada funglo esti sando entondida como um conjunto ‘composto por stints graus ou acordes disponiveis, © ndo, como um datorminade grau, ou um acorde espectfice segundo, porque interligando estas bs fungBes que comptem as “Progresstes Haménicas Bésicas’, podem aparecer varios” “techoios", varios recursos auxifares de ligagtio © conexdo, que transformam estes tpos cadonciais basicos em pares de sustentagto para elaboradas seqUéncias de acordes, ¢ ainda; ‘cond iad Pages Mais » terceito, pela capacidade que cada tipo cadencial tem de se ompottar como um “cliché” disponlvel para uso em qualquer regi ou eixo de referéncia interna de uma mesma tonalidade, [No entanto, ecotte ainda que: 0 estabelecimento do efeito musical de ume -Progressilo Hamdnica” extrapola 0 &mbito do estrtamente harménica. A “Progresso HarmBnica” & um fendmeno que envolve iguaimente todos os outros parametzos do sistema tonal: envolva a diversidade caractorstica da condugto de vazes ( mudanga de posigde, disposielo, inversdo,..); envolve as soneridades tipicas do uso das tensées (nonas; décimas primeiras; décimas terceiras..); envolve as figuragdes da ritmica; 2 construge doe contornes melédices; a omamertagto advinda do uso das notas uxliares; 08 tipos caractaristcas de articulago; a capacidad expressiva dos matizes dintmicos; 0 timbre de orquestragto afou de instrumentagao; enfin. A grande combinatéria de toda esta diversificada somatbria de pardmetros ontra também no joge quando da concretizagso do acontecimento de uma “Progresso Harménica”. Esta quarto fator 6 decisive; 6 a grande variével que permite que estas Unicas tras formulas de prograselo, soando compre de maneira diferente, se repitam 0 tempo todo. “eri Ui: Campo Harnnizo Dinténco- Modo Maiot, ~ 3. CAMPO HARMONICO DIATONICO - MODO MAIOR A cconstrugte de acordes sobre cada um dos graus da escala diatonica, através da sistematica da superposiglo de torgas, é o procedimento gerador do primeiro © mais basico repertorio de acordes da tonalidade. Esse repertério, aqui denominado de “Campo Herménica DiatBnico", 6 um tipo de banco de reserva de acordes do sistema hharménice. & um vocabuldrio, um conjunto do unidades acordais que podem aparecer @ ‘efetivar a tonalidade om um aconteciment musical. & um estoque que dispoe os acordes @ permite epee de escolha; 6 uma meméria que armazena toda uma paleta de sonoridades de acordes dispontvets para o uso. © "Campo Harménico Diaténico” ser’ dito “Maior quando a escala adotada ‘come base para a sua construgo for uma escala diatOnica maior. Na tonalidade maicr, 0 “Campo Harménico Diaténice” estabolece-se através da constructe de tétradet sobre ‘cada um dos graus de uma escala diatonica maior. smal Campo Haminizo ieee na Tele de D8 Mair Imai? m7 lm? Winai7 V7 Vim Vilmr(b5) © conjunto de acordes diatonicos disponiveis para uso numa tonalidade maior configura-se da seguinte maneica: ‘Tote? Tiel das ads do Cargo Harsco Diao na Tone Mae ‘Campo Harmbrice Diatonico - Modo Major a Viin7b5)_ ‘eoise | ~Aeerea | —Acerde | — Acero ‘corde Wiser | ewer | Meret | ar ute con com cn om con Monet ier | ritror | pittmor | ior am | ines |_| 3.1. classficaeto funcional do Campo Harménice DiatBnico - Modo Maior Cada um destes sete acordes diatOnicos do modo maior, recebe uma destinagso specifica para uma daquolas trés dnicas classes funcionais de Tonica, Subdominanta cou Dominante, © estado atual da pratica e da sistematizag30 da Harmonia em uso na ‘musica popular, permite sugerir uma normatizagao bastante simples © oficionte nesta classificagdo funcional des acordes do “Campo Haménico Diaténico do Modo Melor' “Tbe 3 asad facial dos asd do Canpo laménio Danco do modo Mor vaciinagio wns Tscia da quarts ret da otc (oat se) Treva da auata nota da coca ols Sem D8 Mover) @ uséncia 6a sem ___| ne a escata (ota Siem 0 Maia) _ recareas da quarto no da eeala (oot Fi ar DS Masa) oa stra a da exes (rola Sem 08 Moo) rowea_ Loaf, Vim ken sunoownrire Wea: ta? "Kecanma de snboloa gies para designe dos asses cna et um citi import pass wsbelscnanta ses reclo de couseace Ancona edurde 4 P00 Unece nas Co “Sime pr sting, expen na Tabata 3 Mako ppl tan proce sano ambit Set ts peat ites do ina como nes esta nanfesaplo conan A frosence den'mutos umos, sai gafecn «torn ects fo tts os © mans wre # Famers cna pode a exc hers s Suse corso pipe 2) rn: pen ever sonst prcedimenn vari de ext (qestes de contig be raek: pon, tras, denen, acestne 68 aesonanee ls | pas co © serena Castes Stemas (us FeogensFaricn. he persian rub Gomes ‘seal no afaram 2 signfcaeso unciral Por expe sar de gu cents condo Scmwarte ncopendane denne mate cordgueesPsskals se apace ie. om ta no ‘Sra, cam esonanaonsresconados. som hndoret #914 9 veces, etn no met ries ual contin "tn © allo engender da sun Fungso na ery ‘indncn € i a eat cose nemear cada nae posses magi efguagtes ce ‘ovine ade Aina mosta aue ta ao postramereineceoines pence ise “2'5e Fangs nao, pot sup undates strse sep, 0 coction abebuse etre ‘Ptcramare single, constvesenomaizoe [pan exenpo. dara “confsse™ ene ‘stu! ecertinr we KOFLLREUTTER pet Em sua eras co esta flea 9S Lotte um empleo stem Se tmos © aur Yel smears dem forties sana ies dtr 9 barane prs smear and mals poleragae das wera. Ae rae dos ovat 58 $0 popoe ura tates de neds com 25 snboosgrice unconas,Sorsre Faso ‘ets "bomrnte Kosriny pose 1 vanases gras ce cha Essa chess copraete se Sndarents na mcrae dono aot vi daca wm igo onsale pave agua dor "rts de? gras coniguasae pa Pungo] se gl indo pola corespondincaunieea de uma clssefacioa praca Grice aco {te htt, pert na nora Ga amona”¢conparsel sere angered ve eae, fermi uma nova eategoia amas pas cass" ae aparece Cor ean exp eh ‘him odes der ain 9 Que acotece com a Hamona ® arangs a0 gue aornce orn» Lu Alsse grata ob etn sma gunned i anes posse, tars co,» GEE de “Subsorinante” eva a quansaae Go seoées qe boueido sau ea Farce "nan rae ala pst inteabtrutsensest deco, a Fung ae resnest {nea scorc, a Fano dam corr caer gue Soe pare em ira rrestng See £ a eategona que tune aausles gus fue posim er wieadoe sm wm mesmo, entre ‘aminco, Nea sion ening a cossa hncenat- um anc ems de ca sles 2a cena a conan Ramon arn farm confece” um ipsa dee Rito Sa so {EES uma cra incon para cada seade eur spur, we SCHOENBERG. h Funcores Exructres cos Armonis op ct > 10, Onde @aier popin eunonse Wes sas cos Se ‘ncaa! somenn pares aba ie Regine ma Tne War” A mena Sane Morea 25 pre ae es nce Gr Schoenbe' noa freoral es ere ‘artim Una visio sstimica muto mais sintctea © una popes metedologics ncilmente mas ro de apenas aos uncon “ers iid: Campo Hamnizo Dati - Mode Mair As razbes explicativas desta catagorizago funcional dos graus do "Campo Harménico Diatonico do Modo Maior", justiicam-se frente a dois argumentos Principais® @) pela coincidéncia de suns potas consttutives, porque: 1) no ambito da Tonia: as tetrades do Imaj7 e Tm7 graus, mantém entre siti6s notas em comum > a terga, a quinta e a sétima do Imaj7 sto respectivamente a Fundamental, atorga @ 2 quinta do tlm? +36 trades do imaj? e Vim7 graus, mantém entre sis notas em comum -> a Fundamental, a terga @ a quinta do Imaj7, s80 respectvamente a trea, a quinta @ ‘a s6tima do Vim7> 122) no ambito da Subdominante: as tetrades do llm7 @ IVmaj7 graus, mantém entre si tes notas om comum > a terga, a quinta e a sétima do In? so respectvamente a Fundamental, atorga oa ‘quinta do IVa, 23) no ambito da Deminante: «as tbtades do V7 6 Vilm7(bs) graus, mantém entre si r@s notas em eomum -» 2 torea, a quinta @ a sétima do V7, sfc respectivamento a Fundamental, a torga o ‘a quinta diminuta do VBim?(b3) 5) sequnde suas relagées de vizinbanca de terca, porque: as relagbes entre os graus atibuldos para cada eategeria funcional, se manifestam sempre em vizinhangas de terga ‘entre si. Assim # € importante dstzca no entanto que, oeetabelecimento de canvencionaismes sirtico-semdnticos desta orem de grandeza sio, antes do tude, resides de processos cutuais extrermamnte complexcs. Assim per mais que ot atgumentos légleo expats fojaos pelo toias ea Farmers Seiam consncertas,intresnantesoueis na explagae sta mati, seea urna gerade Ntorea ® no acer apionsteamente, gue esta heroin fneional dos grasa excl, tem oigem piel fm um acordo teenico @ estitco que se astabeleceu ao longo a Nita da pies de micca armani. A tacsificacda fundonal des scores do campo harménica datéica # uma gems, cutural, Se esbibeleceu nouso, possui uma etmologia Walmente eiiia, wvendata eoverimentada, E tesutado - nje femmaizada metedologeamente eaboiado de uma iiedo fazer coetwos, exeitados polos risieos ao longo dos mon anos da prsiea tral 2 Note-se que, enre olin? #o Vimo manifesta: a concincla de apenas dias nots em comin + Note que o expste aqui no dilere mato da razio funcional propsta em GRISOLLA, op ct. 62. gs se 16 ra “Segunda Lei Tonal” gue “Todas acodes da shure harmemen so relecenodos ‘uo Tenicn Subdoninante e Demnante da quai sto veins de nga” 0 ave dete a presente ‘stematzarso teria daque' propsts por Brisolaé que agus sintetza-e ae calagoas de “TT 13 S, St, Sa.eD. Or, Da em apenas T, 5, D com seus respectioe grave corespondertes (0 que da rt ‘mesma porno ser uma dfeenea concesuele sim, apenas de convenjdo da remerelaira) 8 em felaeSe 8 concetuaeso funcional dos Vil @ Il graus da escala Mair, tanto eas proposigio de Bisa ‘arto a proposigso de KOELLAEUTTER, op. Gt p.28- sere acicalmente Go aau colorado: Sobre o Vil emu: para os autores, “as acoes” am Koslkauter “as biedes* em Biscts “ratnos ¢ anieletvor sto sempre consonantes; um acxde (ou Bode) danuto cu euro no Pate ser relabvo rem ant reltvo. Assim a Domnanie anbriaiva em Dé May no 6 Se R6Fa mas ‘im Si-RE-FaW"” Nesta Spica, cosso VIEuTs)- que é um acoce menot com seta menet€ 8 guts ‘mite, nota Fala, pant “acorde nao perets, pols se martem fal 30 datonsmne do Do Naor fea exchido do sistema desses autores. No plesente extn, o VIL 705) ndo & pert” nern 8 Farlelo as demats vzintancas de trea obseradas, mas & 0 acode qua se enconta no iso. (Basta ‘experimentar a sonanade de um aco de “Em” na tonaidade de Dé Main para cemnsay a rags Beteeptica cultural e “wemperads" do osse gosto peo mpertete” acorde se VUseTQ) eu ainda se Stapor a procurr uma drica manfetago comprovada deur Vln? om uso ne epertone de tonakdade Maton, bt) no Bmbito da Tania © Vim? Se encontza uma terga menor ababxo do Inj? e; © Um?, se encontaa ‘uma terea maior acima do Imai7 2) no Ambito da Subdominanta: = 0 fim? s@ encontra uma terca menor ababx do IVmi7 3) no mbito da Dominant: (0 Vilm7(bs) se enconira uma terea mencr abaixo do V7. ‘uo? eronstapo ifn da okuideni da ots conse «dc eae de vias de tea cate stead ene es Ma 3.2.41ea de abrangénia funcional mode Major ‘A coluna da *caracterizago funcional" aponta, na Tabet 3, pata uma diresio bastante aberta e abrangente na interpretagto funcional do material diatbnico. A rigor, quer dizer © seguinte: ualquer agrupamento acordal de notas diatdnieas, ou diaténicamento Telacionadas, que ndo tenha a querta nota da escala & de fungdo Ténica: 4p S2UE lL a atrbuigdo feta pelos autores, de valor funcional de ‘Dominantevelava ao it Ex ee totalmente da iia que ag se tem de que, olin? & ur scene que ae asiona ao abo dita © mio ao do Ocminante Pois aqui, actedta.se que a tace sotie ese gra, nlo posse! o a7? ie de alr « expresso tuncionl da categoria one so enconam ©) 0 Vinmt) Cue SAD Sue se caracterizam pela presenca do ntorao da ‘ioe Que no sa sd s5b4e oe, poe 74 nao admit a quarta nota dates nla "Fa bt0 un en em Ds Ma) So RECM!S ono por Brine Koc SS de t,he mais sindbis e gromdtccs SRS ee nomataaco a, not sua ve, ¢ um aoaonlasobe'osstera qu ace ae po SERPS a amon ee eca, am Set nos paraie, Ablatona€ aaeae $ cmcona’s cata! Stee cv, ene ofVaa eo Vin tem dh a ccna de snk. Eve at sien 9 ISIE tabocs « de ves pitas hamaseas etn o qs eames deseo. ree 23 Vin ben ua erertua funca da SubdosteEmtrao mesa soot ni 0 Cardi 8356 V7. como do. no anes va Comin 20 Ti pla m8 Sisco con rere «goa aust ca hom FH un, a lcbo 8 mata “St gh 8 do uttono, iniervala defor © carsetetenee de sopet ie Beene = — == Capo Hlaminca atic Mo Mat o + qualquer agrupamento acordal de notas diatbnicas, ou diatdnicamente + felacionadas, que fenha a quarta nota da escala ¢ de fungao ‘Subdominante + qualquer agrupamento acordat de nota diatOnicas, ou diatOnicamonte relacionadas, que possua as quarta e sétima notas da escala & de fungdo Dori Essa interprotagdo do diatonismo interessa aqui pois, tanseande a costumeira nnormatizagdo funcional exclusivamente dedicada acs graus, ¢ consegue alcangar @ ‘tribuir valor funcional para as notas da triade, da tétrade, chegando até a uma atribuigSo de valor funcional as chamadas notas da tense disponivels, Nesta ética, se fom Dé Maior, observarmes os graus avibuldos 4s Funes, mais suas netas reais © ‘mais ainda, suas relagSes para com as respectivas notas de tenstio, podemos entrever ome esse raciocinio, uma funcionalidade global que trata de Todas” as notas (nem ‘Sempre dietdnicas) dos acordes dialénices pertoncantes a cada fungo espectica. Essa Goneralizagio convida ao estabslecimento de uma, por assim dizer, drea de labrangéncia funcional, ou seja: © conjunto funcional foal resutante ca somatvia das “notes da tiade"*'sétima"+'demals tensées cisponiveis” ‘ily. demons ds nes de brant factor, ma toad de DS Malor TETRAGE Tats | Ta se gf mut feo} mi erfa fu] - |e | |r ceanginse oo “| dF T | mmr | mi | oot} si | we Jas | -|- — #| i ja a ar — esincaco | vim | is feo] mijovla| fs]. Jw] - - fe}. " cal ® . es eg] tar fel] afar} s |. foi] - fsa! - -fe engin eo | = s weseyace | ear | ta |e | a6 | mile] = [sor] a em w feijsfela}-fifalal] | a atergtrca | ELAS ¢ pecemage| vue [si feel as fis! | - fa]. fam ot Thea s # Tereya Usa Capo Harmonic Latino “Moco Mice, % 33. aselogto do acorde ‘A patr desse levantamento dos acordes do Campo Hatmdnico Diattnice do modo Naior ©, da sua devida classiticagte funcional, se faz necessério ainda uma \iscussto sobre a ago da escolha: sobre a razSo de opeto por um Unico acorde,viste que, 25 muitas unidades deste conjunto, nto podem aparecer todas ao mesmo tempo. Neste ponte, © sistema harménico mosta claramente dois ‘de seus principals ¢ insepardvets niveis de ariculagaoe + @ Combinacdo das Functes’ 6 0 nivel que tata das manciras come as classes de T.S e D se sucedem, se alinham ¢ estabelecem as seqdeneias hharmonicas. € 0 nivel da cadoia herizental, onde uma categeria funcional ‘egU8 ou procode uma outta. Aqui, os termes mutuamento ce implcam. Nesta combinagae, © valor expressive de uma Fune4o 6 atribuido pola epesigdo contrastiva a outra Funpdo que the @ anlecedente ou conseqttente. Aqui importa a beleza da contigdidade, zelo pela viainhanga adjacente e o exeicicio das relagBes com o préximo; & 0 nlvel 0 processo cadencial onde as trases, perledos, partes @ segSes formais 32 estabelocam, + 8 Selegdo de_um Acoide: 6 © nivel qua trata da opse por um acorde cspectico, Da escolha daquele grau que de fato representara uma Fungo a situaydo concrete do acontecimento musical. Eo nivel do estoque verbal, ondo um acorde escoihide excluio outro. Aqui, se um termo est Prosente 03 outros esto ausentes, Nesta selogto, o valor expressivo do lum Acorde & atrbuldo pela oposiglo distinva aos outros acordes ausentes. Aqui importa a etferenga na similaidade, 2 variagto ne semelhanca e 0 oxercicio da desigualiade enti sindnimos; é 0 nivel do destaque de um grau, dentro os vitios graus potenciaimente disponiveis, Para ocupar uma classe funcional GEIRISec ro eaniecines dass ne ae uname na pss (nti ert ‘Stage (consponenie a 0 me! ea combinaio eae engbeg s Paeaes acpi at 30m ea elrio do Sea enninde soe tng nace Cases Et SPSU919) 0 Giada 8 demensiatie eas eagses ene estes dou cock ee tron os eee gag om SAUSSURE apd CARVALHO. © “Par Compreanet uasore® os Somes Ea ai FSSFSFSFFFSFESSFSFFFFFFAAFAAL3Z4B3IIIIIII4I “Teresa Unite: Campo Hamninio Dic - Mao Mae 36 Qauto # Metagto demonstrat das eS ene ot tis dh *Combinao de Fader" da “Sele deam score eons nivel da combinseo de tunes | Se “Progessiee Harsnces © “nivel da combinagdo de fungtes" 6 onde as “Progressées Harménicas" ‘acentecem. O conjunto de acordes, advindos do estabelecimento do Campo Harménico Diaténico, nde altora aquelas possibilidades de combinagto entre as classes funcionais, ‘Assim, alégica discureiva das relagies entre as de Tonica, Subdominante © Cominante ‘se mantém a mesma, © Campo Harménico DiatOnico adiciona tlqueza de sonoridades & {de expressio 20 vocabuldrio harmdnico, mas nao acroscenta nenhuma classe funcional ‘ova. © “nivel da selegdo de um acorde” é menos normatizavel, & mais circunstancial, bastante varidvel e totalmente telatve. Dopende dos propésites estiuturais e formais(introdugae, exposigao, tansipto, coda...; depende de consideragtes de estilo de época, de lugar © de autor e depende muito também, do gosto pessoal. No Exemplo 5 demonstramos a potencialidade do opebes de escolha de um acorde pata cada uma dae fungées envolvidas numa progressae tipo ST DT, conforme 0 esquematizado polo Quadro 8: xempl 5 demons ds opps de ech frond ene o codes do Campo Hain Data Jo Ma Maio ols T > it . Opesesente “Lin? ima? Vi laa? 1Vmaj7 Mma? Viv) wn? Vim? Vim? A experitncia de uma execugao sistemstica das possiveis combinaeses do acordes dal decorrentes, pode ilusvar melhor essa capacidade de diversidade de intengdes © objetives que a atribuipso de diferentes graus confere a uma mesma sequéncia de Fungges. quate Unidas Can Ha 4.CAMPO HARMONICO DIATONICO - MODO MENOR 'Na tonalidade Menor, © Campo Harménico Diaténico estabelece-se atiavés da construgao de tétrades sobre cada um dos graus das escalas “mener natural hharmonica” e “menor melédica’. O material harménico diatbnico do Menor & assim, resuttante da soma dos acordes proveniontes destas tr#s escalas pols, em uma 'onalidade Mencr, aparecom concomitantemente tétrades advinds das notas ciatdnicas especiicas do menor natura! lerga menor e sétima menor); do menor herménico (sétima maior = sensival) @ do menor metédizo (sexta maior’). Exemala 6 Campo Haménico Dtnzo na Tobe de D8 Menor iow nants oon Fe mest na ‘mer w a \ © conjunto de acordes da tonalidade Menor configura-se da seqiinte maneira ‘Tcl spotoia ds erdes do Capo HamtecoDistiniconatoraade Menor tr gaites @ Seria Malet como a pincpalcaraterasele da eccala menat meléca, posto que a rego a seta rola desta escala f earactenza o male harménice de teeals tera * Oe at ————————— pv vv evr rereer reer aerearerzrerersrer eee errene (us Unite: Campo Hnmnénio Piatra - Modo Blot Zz Eaeala Menor Meisdiea 4A. Restig6es especticas 4) Escale Menor Natural: + Sobre 0 Vm7 - no ambito especifico e restito da Harmonia Tonal, 0 acorde de m7" no @ entendido e nem to pouco empregado como Dominante. Por ‘vezes este grau aparece com a designagao de “Acorde de Deminante Menor’, ‘© que com rigor, padece de sentido para o contexto da tonalidade, ondo um V rau, para poder assumir o papel de Dorrinante, deve eer necessariamente um corde perfeito maior @ com sétima mencr (0 que sugere © emprego deste temo em contextos nao tonais e sim, “modais"). Com esse entendimento, ne presente sistoma expositve da Harmonia Tonal, a possiblidade deste acorde m7" aesumit 2 b) Escala Menor Meiédica: + Sobre o Tim? - pela presenga da quiniajusta (nota "LA natural” na tonalidade de Dé Monet) 0 uso deste acorde fica restito ds situagses onde a condugio molédica, e/ou a condugto de vozes intomas, exigam a prosenga da sexta maior earacterizante da escala menor melédica (altaragao que evita o intorvalo ‘melédico de segunda aumentada entre a sexta @ a sétima nota da escala ‘menor harmonica). Porque entenderos a eventual apariglo deste acorde como uma decomréncia de escritura, no medo Menor, 0 “Im?” enquanto corde em si, fica excluido do Campo Harménice, Sua aparigto sé dara Sele quando uma exigéncia melédica elou de conduche de vazes a tomar necesséria, Sobre © Vimi0bs) - Na tonalidado de 06 Menor, entendemos esta tétiade do “La naturaltD6+Mib+Scl", como uma configurago acordal especial do “Im, conde 0 La natural” é a sexta, o "D6" a fundamantal, o “Mib" a terga @ 0 “Sol” a Quinta de Cm6. Assim, 0 “Vim7(bSF fica exctuldo do Campo Harménico Menor fenguanto acorde em si, peis sua aparigdo & eventual, «a ordom da escritura ‘eno da estrutura do sistema, + Sobre o bVIImai7 - © “bVLmaj7" 6 um acorde que respeita a alteragto da ‘sexta nota da escala Menor Melédica (nota “La natural" em Dé Menor) © esconsidora a alteragdo sobre a sétima nota desta mesma escala (nota “SI Natura” que se mantém como “Si bomol" em Db Menor) teafirmando a importancia caracterizadora da sexta alterada da escala menor melbdica em dobimento da afteragae sobre a sétima, quo j fol privilogiada na escala menor harmonica, © uso deste acorde roquer um cuidado especial para com a # Na Tonaidade de D6 Meno, interpreta 0 grupo nota “SolKSbHREVFS" como uma confgurago acerdl especial do “ini7 (onde 0 "SoF'€ a quia, 0 “Say # a sama, eRe € a nona oO TH" So Sica prmeire de Cn? ata uppo Haticy Dito «Mode Menor » soncridade tipica da sétima maior (nota “LA natural” em Dé Menoi). Nao ‘exclulmos do sistema, porém alertamos que seu emprego deve ser cquteloso ‘sompre comparado 29 bVIIT". No entanto, andiogo 8 restrigR0 fela 20 "m7", ® aparigao da nota L4 natural pode se dar por exigéncia melédica e/ou de condugto de vozes, dal que a op¢to por um “bY IImaj7" poderé se impor. Quando nao, a escolha por um desses dois acordes de sélimo grau (erie bViImaj7 ou bVIIT) dovers ser uma cuidadosa opgie de propriedade estética, estilstica e de gosto pessoal 42. as earacterizagSes do I grau do modo Menor © 1 Grau do modo menor pode aparecer caracterizado para cada um des ambientes de soneridade especticos das escalas menor natural - que o configura como ‘um “Im7"; meaner harméniea - que 6 configura como “Im(Maj7)" 0, menor melédica - ‘Wo © configura como “Imé". A opeto por uma destas sonctidades elou a apariglo seqQencial destes configuragSes acordais 6 da otdem omemental e no estrtural, pois ‘om todos os formatos, 0 papel funcional do I grau de mado menor serd o mesmof ‘xemplo 7 Cactiages espe 6 ga do ooo menor ®) Menor 1) Menor Han ©)MenorNitursl Menor Medica cm Cmimen cm se menor da escala menor natural (ota LA bem" em O6 Mere) se aptesenta come uma 'stnica ede apleaede mais compativel com sue tonalsoce cattinntames ainda que, a peringncia do BVilmalT. ae M4 » Onde ot ga inporsinia © perde esa resticto a 33 clocade, quando acade de Emptsime Mos os avando © Winaly cove ne ' sdontaco mao Wena, aparece tern parse mo mode Maer $n .9Shamaco “scarde de Cxcoado (primes scar da cangio de Tom Jobim que imotaizou {12 eo de sonondade para acre mene) ms gla oko ou Musien None cont eclencal estas leteias sonoridades do Y gran gera uma das mas rincidentes « Glvesposesstes pas, ou eiches, em uso sobre Ge acedes etares tm mises paul {mth nt a ” a a " 4 a 4 4 4 s a a a a a a a a 4 a a a a a * 4 * a a a (usta Unidad Campo Hameo Distrizo- Mode Menor « 4.3.0 "bilmai7” do modo menor - acorde de Sexta Napolitana Recebe © nome de acorde de Sexta Napolitana aquele acorde maior, com fundamental sobre © segundo grau da escala menor altorado um semitom para baix; dal termo de eifta"bilimaj7", Na tonalidade de Dé Menor, por exemplo, 0 “Acorde de ‘Sexta Napoltana’, ou" blimaj7, & 0 acorde de Ré bemol maior com sétima maior. Esse movimenta eromAtico descendente expande o diatonismo e adiciona ao Campo Harménico Menor _até aqui limitado & somatéria dos acordes provenientes das excalas ‘menor natural, harménica e molédica,, mais um grau de escala: uma outra fundamental de U grau que nfo se encontra em nenhuma destas escalas, © “Acorde de Sexta ‘Napoltana”é um acorde rove que, por ser tho antigo, tradicional e experimentado como 4 propria tonalidade Menor, é totalmente capa de proporcionar novas senoridades e de ‘adicionar um outro matiz harménice a tonalidade, (© termo "Napolitana’ & explicado por Koelreuter’ como um apelide “devido 20 femprego fraglents deste accide pola escola napelitana de épera, no século XVII (Alessandro Scariatt)".J& Alain’ usa a cifragem "DI" atribui aos falianos 0 use dessa ‘leunha “Napoltana’. Em sou rastroamento da histéria da Harmonia, La Motte? indica ‘como “inventoviautor” deste acorde © musico italiane Giacomo Carissimi (1605/1674) @ data sua primeira aparigdio em 1645 no oratoiio “Jef, “um acorde astranho para a pera napolitana, denominado por esse motivo de acorde de sexta napoltana”. Menos Preecupado com as razbes de origem de uma tradicto frmementa estabolecida © que ja atravessa quatro séculos de emprego deste acorde, Piston'* simplesmente sintetiza © afirma que “o fato 6 que este nome tem aceitaco universar. 7 KOELLREUTTER oped p29 + ALAIN,© Quesas-je? harmonic. Pas: Procses Unverstaves de France 1905 9, 96. Esse ator ropde ainda (ret 0 exemplo 27 do aut) uma sferecioeso one “cadence NAPOLITANE comp (ea) imrects* (a tanalidade manet=bl-+ V1) « cadence NAPOLITAINE Phyginue fo) store a onaldade menor = bil») 7 LAMOTTE, Dept p80, Esse autor, sempre euidadaeo em demonsrar a5 razées relécas, ramancas, extistcas e expessias responsivels pelo aparecmento strlen dos procosimentoe hharménicos, exciove que. °O juz italia Jette havea promo, antes da bata, quey se a ganas, seerfcara to Sener pime'o que Ie salese a0 encore a0 chegar em casa, Hic memento em ge, 20 regress para cas, sua inca fa a primeira que Ihe sai 30 encont, apaace no eats Jo (au até este porto se fimitava a um sébro curso narratvo) pela mea vez, por ett, densamente ‘scurmuada, uma fmagao Raranica até eto ate eno economzada urna subdorrinante no mca ‘menor com ua sea menor no lugar da qua, em sua ongem, uma Bea menor come tcarda Sa Guin "9 PISTON, Wop tp. 400 Por sua vez, as explicagtes para o emprege do termo “Sexta" respeitam, principalmente, duas logicas de argumentago 29) ILgrau em primeira invers4o: aqui, esto 6 um acorde de Nl grau que aparece em primeira inverso (em Dé Menor netas: £4 - Ib: réb) dai tomo “sexta” que, no sistema de notagdo do baixo citrado, significa primeira inversto, pois indica que centre 9 nota quo esté no baixo (nota f8) © a fundamental do acorde (nota réb) ‘existe 2 distancia de um intervaio de sexta, Argumenta-se que, como acorde de I frau, a Fungae deste acorde 6 de Subdominants, portanto, um acorde que antecede a Dominante, Sendo assim, 0 intervalo de tittono, eriginalmente ceistonte ne acorde de I grau da escala menor natural (entie as notas ré e lab), tiplcamente um intorvalo da fungo Dominante, deve ser evitado © substituldo pola quinta usta do acorde partite maior sobre o bil grau''. ») IY grau com sexta “napoitar rescontada: equi, este & um acorde de IV rau (Fa menor em Dé mencr) que, como tal, ¢ uma Subdominante. O hébito de ‘se acrescentar uma sexta sobre o IV grav, intensificande e caractorizando 0 papel 1a Subdominante é usual ¢ normatizado desde Rameau’? © acréscimo de uma [6 menor sobre este acordo menor (nota r&b actescentada a0 acorde de Fé Menor) Unica sexta menor sobre acorce menor dentro do sistema tena, justifiea lum apelido especial, dato termo “sexta napolitanat Essas duas explicativas so justiiedveis o totalmente accitas por uma prética ‘musical onde, 8 diferengas de sonoridade entre estes I! ou TV graus no chegam a Importar do ponto de vista funcional pois, por um grau ou por outto, © que do fato ‘almente conta, ¢ que este 6 mais um acorde de Subdominante disponive para 0 uso Fiel a postura teorica onde uma cnica classe funcional & entendida como um “sloqua de alguns acordes funcionalmente similares, como um conjunte composto de 595 igualmente disponivets para 0 desempenho de um mesmo papel na trama Rem #23 ceo deste ipo enrages ver Trfomacores de! Saguno Gado (em SRIORNBERG!A'Funcones ectueaee del armen opt pao ° ‘sro ocomeanes rasa 3 Wee eee dete Wo de topcase eli ver BRISCLLA, och pos «A Ver sn 'S.U. Atlas da misiea. Madrid: Akanta Edional 1908 ne oe cee VYFOPFFEPYFOFOOOOESSPIBIIS ‘Guat Uniade: Campo Hanno Datiaico Mod Ment 2 hnarmnica, Zamaccis"* afirma que estes “acordes que se podem constrir sobre o IL (9F2u abaixado de um semitom (.) s80 acordes importantissimes (pois) desempenham a fungBo de Subdominente com a mesma forga tonal (..) €am que os fazem os acordes corespondentes a0 TI gravy natural. © autor emprega 0 termo “It giado rebajade"; prefere nfo usar o tetma "Napoltana poi ‘seu ver, “a malotia dos tebricos trata doste corde exclusivamente em 1*inversdo (que 6 a denominada “sexta napaltana") como se sou estado fundamental e sua 2" inverse ndo existissem"tS 4.4, classiicagto funcional do Campo Harmon ico - Modo Menar Feitos esses destaques sobre as especificidades do Menor, pocemos por fim, estabelecer na Tabela 6 © conjunto total de acordes em uso nessa tonalidade. Jd a ‘Tabela 7 estabelece a classificagdo funcional deste conjunto, ‘Tibsl 6 conjnto de codes alias em 0 no mado Mence _— ne ce int sums | oratoay? | rv |v | sym | wey mata nh v a a TING? | sume) | ort) ‘ivr , vue ‘ila? classe funcional ds sends ds Campo HaménicoDstiizo do cnodo Menor SSUBDOMNANTE DoumvaNTE, view | UU (1a Fé em Ds ener e | ea seus nota desea | ota Sinatvatem 8 tan) AZAMACO'STraado de Armonia * volume. op cit 168 Por az desta pamicasotie 0 temo, 0 totais demonsva caramente que, a etssticagdo tpeigica de um acer nao pode eet 4 mace e un prccecimento do escita como a inversd0'e,deruneia anda, eo de mteitigae Coes EngImus do. meta vesns de cance dees na itu e carotene cases, funcienss. Se o nome “sexta napcitana” exthigado tio somenta 4 ua deletnnada seeieae ao s22t8e, sora necesnaio iment cutis mores para O metre acarde quando oale nao mene inmrio, ou em alguma outa inversio? affmands que 9 inversio nao aera © sgnflease hang Simtel do avorde, Zamaccis se coloca, mass uma vex, como um dos ledteos Kensene Se Fensamenta funcional 1 O largo da musica popular, tarde poltmicas sobm a8 crigens ideologias da nomencatua, Bele chamar esto acoiéesimplesmente de “llnaj7. Seu uso armpia 0 Satosmo do mado Mey Grande ura nov opzio de seneidade para a Subdominante dessa modo. Para alem ace iproine ntin¢tie de m pocearro apse nde rose ers ont Sta [Bmbém perinéncia © eontemporaneitade por seu uso no modo Maier (englante seowle na Ermpestrna Moda) onde toma um expessiva recurso de trina pagal, ua aicn spi haménica ¢ uma op¢io de rearmonaagae da Subdominarte cranio mee de peparaghe (Que hdd Capo HamsnieaDikizn Modo Menor ‘As razies desta categotiznrte funcional dos giaus do “Campo Hatménico Ditonica do Modo Menor’, justicamse frente aos mesios dois afgumentes princpais «ve justficam a caraterizagao funcional do Medo Maior. Ou soja 9) pela coinciclencia de porque 4) no ambito da Tenia: + astétrades de fm? e billmaj?, mantém 8 guinta e a sétima do Im7, S80 1 uinta do bitimaj7 as telrades de lnimaj7) ¢ bilinyj7(H5), mantém entre si trés netas em comum a forse: 2 quinta e a sélima maior do Imi(mnsj7), sto respectivamente s Fundomental, a terga ea quinta aumentada do ilinajn5), entie si tt8s notas em comum > a terga, respectivamente a Fundamental, a toga € 42) no Ambito da Subsominante: Ge etacies de lim7(bs)-elow do bina? - © 1Vin7, mantém ent sits notas fm comum -» a terpa, a quints © a sétima do lini(bs)-elou do bun respectivamente a Fundamental, a torga e a quints do tvin? as tetrades de TVm7 © bVimaj7. mantam entie =| terga ea quinta do bViaj? as tetrades de Hin7(bs) © BVI, Fundamental, a quinta e a sétin ‘uinta ea sétima do bVIN7 Se tades de tn7(bs) - efou do bina « @ V7, mantém entre si duas nolas ecpesteatarte’ {8% & 9 s6tima do tnmbs) - e/ou do bmg? as Fespectivamente a Fundamental ea quinta de I> 35 trades de limbs) - elou do tims ~ e b\tim7, nolas em comum -> a quinta @ a sétma do tin7(bs) © fespectvamente a Fundamental e a trea do bVina}? 28 tétrades do tim7(b5) e bVIimaj7, mantém entre 2d tuas notas em comum ~» de venamertal ea trea do Tin7@5, sto espectvamerte a tere ee quinta 40 bVimaj7 mantém entre si te notas em comum 1 do limitbs) , sdo respectivamente a terga, a mantém entre si duos leu do bilmaj7 - so 49) no ambito da Dominant: Gaines Saye S01 ant ena si tes notas em comum sa toga, a ‘undamental, a terga e a Gvinta @ a sétima do V7, sto respectivamente oF Quinta do var, # vicinhanca de torca, porque: ghia uo tn74)-0 oncom una tera menor aca do bn - Oro do tena) wo ance fone SEBVESFESSSSEEETETEHESETTCETIA svi Mica - Modo Meet qantas Cp 12) no ambito da Subdominante: aytva- elou 0IV7 so encontram uma ferca menor cima do tim7(0S)¢- eu ferga maloracima do bina _ SRR ou o bViina\7- se encontram uma terea maior abaixo do thn7(5) ¢- ‘jou terca menor abaixe do biimaj?, «_ obvimajT se eneoriva uma terga menor acima do IVin - lou 17 159) ne Ambito da Dorninante: 0 Vil'ge encontra uma terea maior acima do V7. haves demons plea enna asta cones ples de nln Sete eae erodes da tude de Do Menor 0 Sow Menor 6 ‘Tbe & demonstra ds ies de trang fancionl de, $< Dna toad de BS Menor ca ine Sal = Seana sors Denninar| semaine | yy | aa %D we] [el e]o % a cia funcional - ‘Anélogo a0 estabelecido para a area de abrangéncia funcional do Modo Maior'® 2 coluna da “caracterizagao funcional” da Tabela 8, sugere que, em Dé Menor: = qualquer agrupamento acordal de notas diaténicas, ou diatOnicamente telacionadas, que nao tena a nota “La bemol"& de fungao Ténica; qualquer agrupamento acordal de notas diatbnicas, ou diat6nicamente relacionadas, que tenha a nota “La bemol" @ de fungdo Subdominante; qualquer agrupamento acordal de notas diatbnicas, ou diatonicamente relacionadas, que possua concomitantemente as notas “Fa” “SI natural” 6 o funge Dominant. Yer er 22 eto a Tate eswen ee | owe foo] ala lal. [ae tn ee: RSE Ses Fa psa #0 vena eas ax oan on Sones Ga FPSO, cane ‘rt ema Conant anne 48.2 Selegao do Acorde ‘nslogo a0 estabelecide para a salegto do acotde no moo Mir, no Exempla 8 omonstramo: "ramos a potencialidade de opeb0s de escolha de um acorde para cada uma d: funges en '76es envolvidas numa progresste tipo $ TD T- xen denon se ‘ ops de ec fan sea ork de Canpo anne Dats a eee ee $ Jt « Petes enue: TnT(eS) ip —— — i =J Suni? mn) Pai) Ww imo Imé iim? a i bVimaj7——bitmayrcs) tna ova imai7(45) tna FPFFPPFEF EPO FPO HOOP EHO DOO DP PP PTO PROPS qua Unita % 5. PROCEDIMENTOS CADENCIAIS TIPICOS Essa quinta unidade bata de algumas progress6es de acerdes que se destacem cenguante categerias aspeciais por seu uso tipice, S8o recursos que, pot seu grau basieo de complexidade técnica, por sua génese histbrica @ pelo seu nivel de diatonismo, requentemente aparecem assaciados, tanto na teoria quanto na pratica, aos acordes do Campo Hermtnico Diaténico Major efou Menor. Sto eles, 0 acorde cadencial de ‘Dominante Quarta e Sexta”, 2 "Cadéncia Plagal” e a "Cadéncia Frigia’ Usames 2 expresso “procedimentos cadencia” e/ou “acorde cadencial” porque ‘rata-se de estudo de acardes que se manifestam sempre em progress6es sequencisis de duas ou tits unidades; so acordes que, necessariamente, pré-estipulam seu acorde ‘antecedente efou o seu subsequent Aiguns destes assuntos atualmente so considerados procedimentos datados © qualifcades de “radicionais" e “antigos"; a tal ponto que, comumente nfo aparecem mais nos escites @ estudes da disciplina, Schoenberg! afirma que "As cadéncias plagais © frigia so s6 um meio de expressao estilstica @ carecem de importancia cestutural™ No entante, para © presente sistema expositive, so tépicos importantos ecessatios pois servitdo enquanto pressupostos historices @ técnicos na interprotagto dde trucagens hatménicas que esto em uso e que, segundo = presente visto tedrica, ‘so desdobramentos @ atualizagtes destes mesmes recurses harmenicos ‘SCHOENEERG. Funciones esiucturates de armonia op ct » 35 © acorde de “Dominante Quarta e Sexta" é um recurso de Harmonia que funde © coneeite de accrde com 0 conceito de processo cadencial, Por um lado, ¢ um acorde de fate, ¢ ura conjunto de notas simultaneas com tercas superpostss © devidamente posicionado. No entanto, por outto, sua inovitavel demanda de continuidade (pois sempre implica em mais um ou dois movimentos harménices subseqUentes) demonstra ‘que este atifcio & claramonte um tipo de Cadéncia.? Pode-se dizer que este acorde cadencial ¢ uma condita de condugio de vozes ‘Que a0 longo use, se tansformou em um tipe espectico de cadéncia, Segundo Schoenberg, "0 tio conhecide efeito deste acorde pessibiita (.) empregé-lo cstereetizadamente (e sua) aparigto provoca a expectativa de uma sucesso prevista"® Essa possibiidade de uso estereotipado com certeza fez deste acorce um dos mais, ntigos, mois eficientos e mais querides “clichés da historia da musica, ‘A fungto estrutural deste acorde cadencial 6 notadamente conclusive, seu uso Sparece sempre nos finals das roses, periodcs © segges. No entanto, se ndo restam stividas do que, na pratica, este “cliché” pode terminar qualquer coisa, sua situagSo {eorica, no que tange ao estabelocimento de sua classe funcional, @ bastante ‘esconfortavel, Segundo as diferentes posieses tebticast recebe interpretagSes de: 2) Funct ¢ ‘Toniga - A estrutura interna do acorde, suas notes constitutivas, Indica claramente que este é um acorde de I grau, pettanto, um acorde que Em miisica, essa “Cadéncia do Amém" se tomou um procedimento comum no ‘epertirio sacro e que hoje, se aplica as mais variadas fung6es socials da Harmonia, De ‘maneita semelhante & expressao litigica, a “Cadencia Plagal” 6 empregada ne final da ‘musica, como uma confirma a0 estabelesimento definitive da Tonica, © ofeite expressive da "Cadéneia Plagal’é tanto mais eficionte quanto mais este “repouso" final sobre o I grau, que antecede a “Plaga, for contundente © definitive, A “Cadéncia Plagal" ¢ uma ratfcagle que se usa apbs 0 ponto final, um apoio que se ‘adiciona as coisas que esto definitvamente concluldas. Para Piston¢ a Plagal 6 usada ‘apos uma Cadéncia Autentica (..V7 -1), ou seja, ads uma saisfatoria conclusdo sobre or. A fungi $ earacteristica do movimento Piagal pode ear: @) no tempo fraco em ‘relagdo & sua respectiva T predecessore, acentuando 0 efeito de confimacto desta + Vevbee “Amt em HAAG, H.@ BORN, A Dicelonio de a Bik Barcelona, Etro Merde, 963, © PISTON, epi p.180 Pn cadencia; cu b) eair em tempo forte em relegdo a T fra? tomandoshe o lugar & atrasando um pouco a concivsl defnitva sobre 0 fgrau ‘Tab 10: smapéer de soda “Cadies Pag Fungoes Gaus ~ Em Do Maioe Em 08 Menor ) Antecedendo e atrasando @ aparigto da T final Fungoes B s — _ (antecedendo aT fina) rue WF Em D6 Maige, ———— Em Menge —-— ” Siuaedo da uso tp . 1 Sto cous tcamente "Pope poco encod no tepmtns So“SarocesRermngeat: premissa teérica de que uma classe funcional ni i Gdiante, no estudo di i ‘on > comesponde & um inico acorde pennies ese a6 questées os acodes de Emprésting Wecat ‘ueroniments dos eopacidodes orp = Emarsiia Mods uma grande elcaraa rome Thane Seeides expressivas Gx Cadtnca Papa, “per hear cone oa ata ‘ {AU ea fangdo T apenas. grav Neste aso a) stnbvimos a ) atnbuimes & O 2 pragtessto de "V 3 "vi" somente pars eafalizar 0 card choc Potties 4 B= ng somante pare enlatta 0 carkter 48 legressdo, Em) esse mesmo expatiant taribem povera ee onsee peueeueweererr rrr ui Unidad pocenento cans pion 2 53.0 Cadéncia Frlgia ‘A *Cadéneia Frigia” 6 um bem exemple de como as fungées estruturais (roses, codas, pontes, tomas...) esto intimamente ligadas © 80 periodes, intredugses determinantes das fungSes harmonicas, Existe uma situagdo estrutural comum @ totalidade das Formas Musicais que & 0 momento onde a terminagao de uma fiase, ou segdo, se dé sobre a Deminante; mais precisamente sobre o V grat, Esco € um recurso narrative que demanda continuidade, € um truque de persuasdo, 6 uma cadéncia suspensa que supe que a misica ainda vai prosseguit, & algo come o dois pontos ou como © panto de interrogaglo: um estratagema que convida ‘a atengo do ouvinte ao desfecho e a sequenca. E um attficio que the prende a alenglo, que direciona sua percepgao © que conduz sua audiglo. AS vantagens © necessidades deste procedimento retérico discursive s2o muitas, @ 0s musicos as utlizam desde a muito tempo. ‘Quando, na tonalidade Menor, este repouso sobre o V grau, & precedido de um ‘corde da Subdominante que se encontra meio tom acima deste V grau, portanto 0 bVI ‘rau, dé-se o nome de *Cadéncia Frigia” No Exemplo 9 o estabelocimento da tung formal precede a escola da fungo harmonica, Note qu traa-se de una pequena Forma, mas que tm a caracterstica do ‘tole sobre 0 itimo compasco do * verso (compassa 8). exatamento a, no meio da forma, no lugar onde se supe um relome ao prmeiro verso, & que um truque de conexdo cai bem @ que um recurso de emonda so faz propio. A forma india esta necessidade e solicita um processo cadencial que demande continuidade, exatamente neste tipo de stuagdo que se usa 8 Cadéncia Fria, Not também «v0, neste exemple, por questées de estabelecimente do uma estilstca mais tradicional, optou'se por indicar es acordes sem suas respoctvas séimas ou sem suas respectivas tenabes dspontvas, ‘Acxpertncia de uma execugto adiclonando-se estas notas pode comprovar que, assim como a auseneia ou presenga das sétimas eleu demais tenses, nfo ateram 0 signifeado harmonico funcional dos acordes, a presenga de outas netas, além das netas do trade bésica, numa CadéneiaFrigia, Yom impertancia apenas emamental @ ro esta Note ainda que, a importancia da Cadénecia Frigia & the somente retérica e tio puramente da ordem de uma sonoridade tpica, visto que, do ponto de vista estritamente funcional, a progresso S > D, nto representa nenhum acréscimo ou novidade pare 6 sistoma, Exenplo® exenplo de zo da "Conte Fria (em jer T D tw vw ____| Bb Ss bv c— bes - e _ ou i vt (som (Cominante Napottana) uate e Sea) PEELTITPLEVIAL rz TIi cdi dida 6 OUTROS ACORDES SOBRE O V7 GRAU 6.1. o.acorde "Diminuto" como Dominant © acorde *Diminuto’ 6 um tipo Unico dentro do sistema harménico tonal, sua caracteristica arumagdo interna de intervales de tereas menores simetvicamente dispostas ¢ singular pois, nenhum outro acorde basico admite esta qualidade de possuir todos intervales equidistantes. Essa simetia permite muitas intrprelaySes e & por isso que a quantidade de entendimentos teéricos ¢ do sistemas elaborades para explicar © "Diminuto" e seu uso 6 tio numerosa. A teoria tradicional da Harmonia! intorpreta © acorde “Diminute’ sempre coma um acorde de Deminante. Tanto per sua carga de tense intervalar (pois este & um acorde que possui dois trtonos) quanto pelos aspects do sou uso histerico (pcis a eficioncia deste expediente sobre a Dominante & uma das mais tradicionais estratégias usadas na intensificago da carga de tonsdo dessa fungi). (© "Diminuto” ¢ entendido, analisado e aplicado como urn V grau com sétima,, ‘ona menor e sem a fundamental. Em Dé Malor, por exempla: @ V7 giau & um G7, 0 “Diminuto* corespondente a este grau, e que portanto, se equivale ao V7 grau no desempenho da mesma fungde de Dominante, é © acorde de 6°. Um acoide formado pelas notas si (= terga do G7), r6 (= quinta do G7), f4 (= sétima do G7) e lab ‘menor do G7); note que a nota sol (fundamental do acorde) ests ausente.? ‘Example [0 desonsiago denvao do “Dimmu de seu V7 ont {Vera bostante completa interpreted do acode Diminito feta pox PISTON. op ct ps 209 2 333, £ Baseando-se no ponte de vista da hictia da Harmenia, La Mate agumenta que essa exBicado por és acai, de que “o Diminuto 6 V7 com bo e sem hndamental € uma “aeita¢ao levy Soe lucionalisias pos, sdverte que o Diminuto aparece na praca hominis mato antes do que 0 searde 7169) do al 6 Diminuto seria wm demado. Assim, cobeo pela Tazdo dacrOnea, 2 ule sions {8A respeto do sua (do Ome) greta apargda na spoca ve Bach, temo de dice no enna, Rb tte 2 deve defer como abrewatura de afg0 = do Vit)- que todavia bo ensta em abst” LA MOTTE. op of p 62 vin Urea oboe sad bie 0 V7 ga ss A tetrade diminuta se encontra originalmente, sobre © VII giau da escala menor harmonica’, onde se apresenta como possuidora de duas das principais carecteristicas desta escala,a sexta menor ( neta tt bomol em D6 Menor) © a sétima maior (nota si em 106 Menor). Essas notas confetem a esta op¢o acordal de Dominante uma ambi¢ncia Upica da tonalidade Mener. No entanto, essa escala de origem nao testingo os uses fempreges deste acorde, que & to importante recorrente na tonalidade Menor quanto na Maior. Esse uso do acorde “Diminuto” na tonalidade Malt, waz consigo a novidade da ‘sexta menor (intredugSo da nota lé bemol na tonalidade de Dé Maiot), e & uma das ‘manifestag8es dos empréstimes que 0 mado Menor faz 20 Maior de seus tecursos © ‘sonoridades. o ponto de vista estritamente funcional o Acorde Diminuto nde significa nada de "ovo, ¢ apenas uma variag8o de senoridade de um V7. & uma determinada solugio de formatagio para a fungte Dorrinante © como ta}, este acorde 6 uliizado nas mesmas situagSes que qualquer Dominante, 6.1.1. as capacidades de im 10 do acorde Diminuto © Diminuto demonstra como os procedtimentes da eseritira musical influenciom "No ostabelecimento des conceitos funcionais pols, tudo o que caracteriza este acorde, & ‘fa ordom da concupto de vazes: trate-se de um acordle meior, com sétima menor, em uma determinada inversBo 4 qual se aciciona ume determinada tensa e se omite uma e suas notas ‘Assim, poderiames dizer que o Diminuto no ¢ exatamente um outo spo de corde @ sim, 0 mesmo V7 grau processado e modelado em uma doterminada Configuragae acordalt » Ver Quarta Unidade: Campa Harméace Diatnice- Mado Menor pehiB0t © acorde Diminato nio devecia guar em sberdagens que se pietendam Kncionas © gue Bisleem no miturat as quesiCes de “conducso de vases: eom a4 de “cambinagto we scores" Seare que aqui a forga da tadiego deste none lala mais aloe mute cote e Overaters se ache [Rhaivente cortemplado no ambto das defy ses e caractezagées do gr, oe tsseRaedo sobre "Harmonia que no considers 0 Ominito anda fears mat gy ESEEEELYFUVPssesveevavaeeeercerrr~ www ~~ ‘ext Uidde: tos acrdes sie © VT EOE tustrondo este argumento de que © Diminuto nfo & propriamonte um novo acerde ‘¢ sim o resuitado de um procedimento de condugio de vazes sobre © V7 grat, & importante notar as capacidades de Inversae quo este acorde post Este, come todos os domais acordes, pode aparecer inveride. A partcularidade notivel & que, © Diminuto a0 se inverter a uma terga menor acima (pois este acordo s® possul Intervals de 2's menores), resuita em um outio corde de configurago intervalar exatamente igual ac de origer, que possul também a estrutura de D6 Maior u seja, a lnversto do Diminuto gera uma tetra Intervalar do 3'm#3'ma4m, Como © Quadro 10 demonsira na tonalida Jss0 procedimente de Inversdo visbiliza para 0 us (alido igualmente para 06 Mener), lum conjunto de quatio_acordes Diminutos que, funcionaimente no entanto, $30 ‘exatamento a mesma coisa: posicées @ inversées de um V7grau acrescide da nona ‘menore sem a fundamental. ‘S80 quatro novas configurages especiais para um Gnice e mesmo V7 gray de origem. Vale dizer entio que, para cada acorde de resolute (Do Maior, ou Menor, no Quadro 10.) 0 V7 grau de preparagao (G7) possul quatro opeées de acordes Diminutos, 0", Fe Ab), di. ements aprile de eso do acre “Dim Fug 98 7 8 3 8 7 o7 (sa [ai ee] cenmunannn ¥7#M D8 Maio (ou 6 Manes) Be nu. [si fre Te fab | G7 sem Fund. com b9 € 3 ne bao De ome Le [8 [ab |i "G7 sem Fund. com8 eS ro bate FP a [lab [si [16, sem Fund, cm 88 7 no bao Abt a [ab [si [16 [fa] 67 sem Fund, com 89 n0 ban ‘As regras tradicionals de resolugto das notas de um V7grau sobre as notas de 1 ‘grau’, sto igualmente vilidas para quando este V7 grau aparece configurado como um ‘corde Diminuto. 5 Sobre a realise ge V7-» rau ver BRISOLLA op et p 50 HINDENITH op fp. 19 KOELLREUTTER op ct p 21 [tiie tos acne sme 0 V7 gs 0 Esse procedimento de escrita permite um bom movimento melédico na conduto {das vozes ¢ aqui, serve para demonstrar come um nice acorde (0 V7 grau de origem) pode assumir variadas feigdes e formatos. (Qnco 1 tepas de eatto do “Dimmu” sobreo tat saya dermecote (em 06 Mair ou Menor = 67) Vicon tember "aT s3wa i ronamens| Abe fesete | x "ete souensco! > cane seen Fare Smale] es tate setesdio1 + coven _ |" ae Sasmv chal? wae] ieee sabe co | Reamer setae atunianensisi >| car =|, a eenahed eV | — Gal] Eas reste cn [Fearne eee | sobre 8 Fundamentat dol > om Fersorenta a ars A utlidade deste entendimento sobre as inversBes de um Diminuto pode ser ‘demonstrada no Exemplo 11, onde numa simples inter-troca de G7->Cmaj?, 208 G7 sao atribuldes invereses do Dimi ‘buldos inversses do Diminuto, provocando todo um resultado de movimentagZo na Hinha do baixe e por conseguinte, nas demals vozes da harmonia Exerpln 1: mons ds serve ds ives tn “Dimo™ Sr Lemaiz_|¢7 | cmaj7 | cr | cmaj? | 67 | cma |_o7 Cmajti@ F* — GmajtiE cma? B® mal? be ' v 1 w ' v 1 w ‘Seta nid, oe aon sore 0 VT pa * 6.1.2. as capacidades de resolupdo de um acorde Diminuto intervalares do Uma outa inorpretagto bastante eomum que se faz das simt corde Diminuto, ¢ aquela que dz respeito &s suas multplas capacidades de resolugdo: como 0 acorde Dininute, ao se inverter, gera a distancia de um tem e meio acima, um ‘outra acorde exatamente igual, constatamos que (como 0 Quedio 12 thista), no total cromilico sie possiveis apenas tits acordes Diminutos originals, pois os cuties nove, ‘so inversBes e possuem as mosmas notas destes trés primeies, (ito demonaraga co 3 ric scotdes “Dima poss no tet omits sca lmitagdo sistemica, da exiatincia real de apenas tres Acordes Diminutos otiginais no total cromdtico, traz consigo 0 fato de quo, logiesmento, um nico acorde Diminuto tem que se resolver em mais de um lugar (pois © ndmoro de tonalidades, ofou de acordes, possivels no total cromatice 6 bem maior do que trés). Para dat conta deste numero maior de resolugdes do que de preparagdes, umm ‘mesmo acorde Diminuto possuio potencial de podor ser interpretado como mais do que lum Gnico V7 grau, Isso 6 posstvel porque as notas do Diminito, em qualquer de suas Inversdes, sdo sempre equidistantes, ‘Assim, quando se tenta superpor essas notas em orem de torgas (como © fazemos com todos os domais acordes) nde se pode determinat €om certeza qual neta & 2 terga, a quinta, a sétima ou a nona menor em retagao a um V7grau, pois qualquer nota do Diminuto pode assumir qualquer um destes quatro papéis A Interpretapo de um acorde Diminuto <6 se resolve frente a um contexto. Os aptis de suas nolas, que determinam a sua telagto com um Vigrau, dependem totalmente da referoncia que se adota ‘Come quatro references podem ser adotas: primeira: Diino pode ext sobre a erga do um Yaa esunda: oDiminuts pode estar sobre a quite de um V7grau Jurca: 0 Diminuto pode era sobre a sétima de um Vigra, conn © Diminvto pode estar sobre a nona menor de um V7 gus odemos dizer que um Unico acorde Di iferentes acordes de VT graus. © 04 lo pode ser entendido como quatro ro_13, tomando por exemplo o acorde de B, Procura iustrar essas capacidades de resolugd funcional do Diminuto ‘unto 13: demonsogi i apcads de she dim ico sede “Dimi” om Aton lu seores dents, fone | course, | “sme | aang | Sesinan = B07 bmi? Vale dizer entto que: pata cada um dos és acordes Diminutos eriginais temos ‘watto diferentes V7 graus. Cada um dos trés acordes Diminulos criginis pode se ‘esclver em até cito tonalidades elou acordes diferentes (quatio moiotes + quatto ‘menotes) Computando os totais, ebservaos que este entencimento das capacidades de ‘esolugdo do Diminuto, da conta do total cromstice pois: se temos daze acordes do V7 2r2Us (resultado da soma dos quate diferentes V7 graus potencialmente disponivels em ‘Seta Unidad ous aoe sche 0 V7 a ccada um dos tr8s acoides Diminutos originas) temos vite © quatio tonalidades ou acordes de resolugte (daze maiores mais deze menores) Ressalvames no entanto que, essas somatérias arilméticas todas caer por terra ce padecem de sentido, frente a um dos mais simples e basices conceitos da Tonalidade: 14 em um outro. mas nunca se est em 24 tonalidados Esse principio basice (valido até mesmo para quando se processam as Modulagées) torna um pouco desnecessdria toda essa falagSo sobre as capacidades smatematicas de resclugde do Diminuto No entanto, elas aparecem aqui porque desconhecemos concepeses formalizadas © ecctitas sobre esta questo nos tratados © manuais que abordam a femdtica ¢, porque este fato siet8mico, sempre incomoda © aluno que se inicia no Diminuto ¢ nto tem uma fonte tedrica onde se esclarecor dessa problematica Seanad ois nds sobee 0 V7 gu a _0 acorde de Dominante Substitute - Sub7 Duns das principals propriedades que caracterizam, distinguem e enfatizam o ‘corde maier com sétima menor (X7), ¢ que, decisivamente, determinam e definem sua _apropriada eapacidade de assumir a fungao de Dominante, #80 também, netavelmente, justamente aquelas duas propriedades que mais atrbuem qualidades ambiguas 8 este tipo de tetrade, Aquelas duas caracteristicas que mais favorecem 209 muliplos enlendimentos que se tem sobre os varios ipes de formatos que este accrde pode assumir, e que mais favorecem ainda, a grande diversidade de uso que se faz deste acorde, Assim, (enguanto énfase na caracterizeefo de uma coisa que, quanto mais se define, mais admite também, que pode ser outra coisa), essas duas propriedades ddomonstram que para a Harmonia, tanto as maneiras de se combiner os acordes entre |, quanto © préprio modo de ser de um acorde em si, she sempte valores funcionais, onde: as grandezas nunca so absolutas, sfo sempre suscetiveis de variar, s6 se dofinem frente ao caso, frente 20 fechamento de um contexts especifico e frente a uma siluagho de foto eolocada, Uma primera, destas duas propriedades do acorde tipo X7, © uma das principals na caracterizaglo, définig2o @ distingo deste acorde como uma Dominante, & 2 rvalo de tr6s tons entve a sua teres ea sua sétima (Triton). presena do, ‘A outa, segunda propiedade, § a dversdade de atragées que podem conlecer sobre fundamental ea quinta do acarde tipo X7, que tem 0 claro preposito de, através do acréscime das tonsSes, enfaizar, acentuar © destacar o papel da Domina © que, por dotar este acorde de tantas e to diferentes opedes do ‘configuragSes, acabam por confundl-lo, Comparando estas duas propriedades, podertamos dizer quo! | prasenca do itone @ uma propiedad mais | aeréscimo de esti escancal @ constarte € pate eto & uma prpredade m3 snenle | ative), apaente @ momentires. € tointrenie bigatia, tanlo nae coniguiagées mas | opcinal na defcio das confgurarsesaue © XT ‘Sea Unite: omoracadesleeo VT pan simples, quarts ras mais elisicadas que o 7 assume © titore & uma initviego supra: India, da ordre da competenia poten fo score, & um ito socal adotado pelos sudsios da Harmenia que eso suboddinades 8 a pode assumir © uso de tensSo & uma p indivduaiante, € 4 ordom do. desempento cctsional do aeoide, € um ste do estio do pace, de lugar ou de autor, onde o veto um ‘niu conor, capaz do escother uma sokigso inpottarte condo de unidade do | de dherHade raealzagio éa Homonia. 6.2.1. tens8es disponivels para o acorde de V7 grau Embora nao sela objeto deste trabalho o tratamento destas variiveis do eserita, nos dateremes um pouco sobre © uso de tensSes para o acorde tipo X7, dado a Importincia que esta temstica tom para o estabelecimento de nossa posiglo teérica sobre © acerde de “Dominante Substivia - SubV7". A Tabela 11 inden © fetal das tonstes disponiveis para o acorde tipo 7. corde do x7 ‘Tensées Disponivels 9513; #11 (=b5) (Quando prepara ° ‘acorde Meior| (em empéstimo da propa'aco para accide Ment ba; #9 ; 13 ; (= #5) Quando prepara ‘ecorse Menor (© Quadro 14 cferece um modelo grafico de como as TensBes se encontram a partir das notas da tevade basica de um x7, £ uma sintese genérica e normativa onde, ®terga e a sétima s8o consideradas como notas thas © inalterdveis (pois sdo essenciais {0 corde; sdo elas que the definem 0 po e a Fungae). As Tensées se localizam a partir {da Fundamental (de onde se derivam as nona menor; nona @ nona aumentada) e a partir da quinta (de onde se dertvam, para baixo, 25 décima primeira aumentada, ou quinta diminuta, ©, para cima, as quinta aumentada, ou décima tercoira menor, e décima terceira ‘Sea ide exes acordo ste 0 V7 rat o ny + Ey dee Fundamental —! E 4 part do carster ambiguo e aber inerente& estas duas proptiedades (a ‘presence do Titone @, 0 uso de Tensées) que o emprego e a conceituagte do acorde do ‘Dominante Substituta - SubV7" sero aqui definidos, 8.2.2. a dupla interpretacto das notas do Tritono de um V7 © intervalo de Trtono pede ser duplamente interpretado por sua caracterletica ‘Singular de, 20 se inverter, gerar um outa intervalo de Titono. Nesta inversdo, como a ietancia entre as as nota, em qualquer ordem, continua sendo sempre dotés tons, 40 Pedemes, apenas pela relagao interval entre ac duos nelas,delinitar com certeca (ual @ 2 tergae qual @ a sétima de um acerdo tipo X7. Pois, em qualquer ordem, ambos 55 helas podem assumirleatimamente qualquer um dos dois papéis. A part desta Possibilidade de duptainterpetarao des notas de um Titono, 0 Quadro 15 demonstra para 38 netas do Tittono "si", existem entde, dol acordes tipo X7, um para cada Possibildade de interpretagte: + Dependendo da referencia que se fixa, a nota “si* pede ser entendia eomo a tesa, ©.2 nota fa como a sétima de wm X7. © que resuta na determinagdo do acorde de G7, V7 grau de D6 Maicr ot de B6 Menor. Se areferéncia adotada 6 outa, a nota" vai ser entendida como terga, ea nota SF (ed6 bernal) como a sétima de um X7, determina-se um outto acorde, 0 Db7, SubV7 de D6 Maior cu de Dé Menor Sota id cuter cords sabre 0 VI ga NNote-se que este acardo de Db7 6 também © V7 grau diatonico da tonalidade do ‘Sol Bemo! Maior A questo de ume eventual disputa de quem @ 0 cent tonal principal {entre © 0 Maior ¢ ¢ Sol Bemol Maior) € uma questio que nio se coloca, pois para o sistema tonal necessariamenta, ou se esth em um fom ou no outro, Todas as relagdes hharménicss gerantem a preponderdncia de um Unico tom, © contrério disto, € um considerado como um etto de Harmonia, Pedamos dizer que, em Dé Maior, Db7 & 0 acorde de Derinante que substtul © G7, assim como, em Sol Bemol Maior, © G7 6 © ‘corde de Dominante que subettui o Db7. Mas nao existe a situngto tonal onde’ Db7 (eu 067, prepare para as dusstonakdades 20 mesmo tempo. Cn 1 scien do 7p di et em ne (apis epremeta aan 7 ajadeVis| | 8 le ima deV73 [fa [P| © sbtma de VF pamper a L V7 1 acorde, que passui a Witono em comum com o V7 srau.da tonatidade Principal, # © acarde aqui. denominade de: Dominante Substtuta - SubV7. Este acorde de Deminante Substtuts - SubV7, por ser idBntico 20 V7 naquilo que ele tem de mais proprio, delerminanta, caracteristico e singular, passa a pertencer ao idioma dos acordes {da Harmonia numa situagdo privilogiada, que confere ao acorde de SubV7 0 estatute de ‘ser de um acorde que se iguala totalmente 26 V7 grau, em todas as suas capacidades, atribuiges e uses na de fungde Dominante, 162.3. a duplainterpretagao das demais notas de um V7 (© SwV7 se torna um verdadelro espelho simttice do V7 grau, quando, para ‘lem desta presenga em comum do mesmo Tritono nes deis acordes, observamos fambem que, qualsquer das outras notas de um V7 pode também ser duplaments interpretada, pois existe uma correspondéncia exata e geomética, onde todas as notes do um V7 sto compartlhadas pelo seu respective SubV7 [A quantidade de TensBes Disponiveis ¢ bastante genetosa para o acorde de V7 1 1 maj? | Frajz | _Em7 | pb? | Gmair | cma | i i Sait 17 8) em Dé Menor em eg Lonr_|_pbr_| ona | fm? [ebm | o87_| on? | tT ‘Suv ‘ima? 1Viraji—bilimaj7— SubVT im? ion 7 6.3.0 acorde de Dominante com Quarta Suspenss © acorde sobre © V grau diatbnico, com sétima menor © quarta, & aqui denominade de V7sust e entendide como uma variagto estilstica do acerde tipo X7. 0 ‘Vrsus4 @ um determinado maneitismo, um efeito, um tipo especiice de alteragdo que permite mats uma opto de sonoridade pora 0 V7 grau ‘A suspeneio da terea pela quarta, que caracteriza © dé nome a este acorde, ‘most também que © V7sus4, € mais um daqueles eases onde, o uso tecorente © Constante de um procedimento de condugde de vozes se consolida em um acorde Propriamente dito, (© V7sus 6 resuitonte da praticahistorica do uso da apojaturat (que 6 uma nota ‘uxiia, ornamental opeional) que faz soar a quatta sobre 0 V7 grau em destaque de tempo forte, essa quarta apojatura 6 uma dissontncia que dove se resolver subseqdentemente sobre a terea deste acorde Dette entendimento, pedemos concluir que o Vsust 4 uma veisto do corde ‘adeneial do Dominante Querta e Sexta, som a Sextae com a Sétima. De falo, 9 V7suct uma espécie de atualizagao da Dominante Quarta ¢ Serta, a semelhanga ento estes ois tps espectficos de variagSo sobre © V grou, & bastante notivel. No entanto, Preferimos situar o acorde Cadencial de Dominante Quarta © Sexts como @ maltiz Fistérica do V7sue4, e no como uma versio do mesmo acorde, pelas propriedades ‘especiicas pelas caracteristicas funcionals um tanto diferentes que © V7sust pode adquicr no use, 6.3.1. oso de tensdes sobre 0 Visit Enquanto tipo acordal, uma primeira grande especifcidade que distingue ‘Vioust, € © use quo este acorde faz do estoque das tens6es disponiveis, O acorde da \Viaw4 @ um acorde de V7 onde a toga esti suspensa pela quaita, No entanto, {A Apoiaura 6 uma nota estranha que recede a urna nota da acide por win detnca de segunds, E tescvida por monmento de grau terjnt, descendente no mar des veres 3 muta Se segs orespondente. A "Apoatar ecore em posiao meica mas fre que sua rescusta HINGE TT, pet pge al 2, ‘Seva Unie: ets nese sabe V gat independente desta suspensio propria ao acorde, @ preciso destacar que, © VTsust & antes do tudo, um V7 grau. Come tal, € um acorde que pessul um bom numero de tons6es disponiveis. O conjunto resultante da soma das notas constittivas do acorde (= fundamental; quarta, no lugar da terga: quinta e sétima), mais as tenses éisponiveis para 0 V7 grau & bastante grande, © que dota o Vs de uma grande capacidade de ‘assumir configuregées © formatos totalmente singuiares no conjunto do acordes da Harmonia A attbuigSo de tenses para VTaust obedece acs mesmes principies que a satrbuigde do tenses ao V7 convencional, assim, quando o Visust prepara acordo maior as tansdes disponivels sfo a sélima, nona, décima teresa ¢ décima primeira aumentada (=quinta diminuts) ¢, em empréstime da preparagdo para menor, nona menor, nona aumentada e décima terceira menor (= quinta aumentada), Quando 0 ‘Visus4 prepara acorde menor as tensBes disponivels sto a sétima, nona menor, nona aumentada, décima tereeira menor e décima primelra aumentada (=quinta diminuta). © Exomplo 13 absixo ilustram alguns formatos que o V7su, acrescido de tensées, pode semnio deems confguondee waisySesde ages pao Vind » 9 cay? Ove! Cay? Chat Ph | [st ty te ar Favs © caso a) mostra uma preparaede para aco ‘aparece adicionada a0 ¥7usJ. Note que, dado a este tipo de configuragao, ‘este acorde pode aparecer também cifado come Dm7/6. ide maior, onde a tensde nona ‘© caso b) mostra uma preparsee para acorde maior, onde as tenses nona e décima tercelra aparecem adicionadas 20 #7sus4. Note que, dado a este tipo de configuragto, este acorce pede apatecer também cifado come FmajZ/G, et20 ©) mosta uma preparacSo para acorde menor, onde a tenso nona ‘menor aparece adicionada 20 Y7su:d. Noto que, dado 4 este tpo de Configuragto, este acorde pode aparecer também eirade como Dm7(b5}G. © case d) mostra uma preparacdo para acorde menor, onde as tenses nona ‘mener, décima torceita menor @ riona aumentada aparecem acicionadas ao '7sus4, Note que, dado a esto tipo de configuragto, este acorde pode aparecer também cittade como Fmt 1/6. Funcionaimente, a diferenga especifica que justifea a classificago © um ttatamento normative ao acorde de V7sust, 6 0 fato de que este acorde possul total Autonoma enquanto ta © V7eus4, como qualquer acorde, pode esta- envolvido em processes cadenciais, mas no so confure com um tipo unico e fixo de processo cadencial, como acontece, Per exemplo, com 0 acorde cadencial de Dominante Quarta o Seva, (© Visas é um acorde que pode também ser usado por si proprio, independente do sua resoluedo sobre 0 V7. Essas duas situagées diferenciadas de uso ¢ que definem ‘também dupa atibuigso funcional do V7aued 82.2, 0 acorde de Visuss como Subdominante ‘Quancte imelica em um processo cadencial, de resolucto d ‘sstume © papel de Subdominante, de acorde que antecede 0 V7, spofeture.o Visust ‘ste sim, com fungao ie Dominante, Este emprego do V7sust 6 0 que mals o aproxima do tacigdo do acorda adencial de Dominante Quaita e Sexta, A auséncia da sensivel, nota caracteristica da Dominante, aliada a0 fale de que este acorde se configura de forma bastante semethante aos fl elou TV graus eiatbnices (Como se viu no Exemplo 13), que sdo graus tipicos da Subdominante, intensifcam @ ‘aracterizam © papel de Subdominante do V7zust E 0 que se dé no Exemplo 14: 0 Visust como Subdominante antocede ac V7 Pominante. isto significa que a quarta resolver sua apojature sobre aterga do V7, Note ‘Sew Unidad oto cords bre V7 em ‘que, 20 assumiro papel de Subdominante, 0 V7sust se localiza em posigio métrica mais forte do que o V7 grau que the sucede. xml Lo odo Yat come Subdoinate oeDiise a 1 8 os cr 2 7 Femi? Em7 m7. G7sus4_| Cmaj call J seat | frat | fer | oer Lee es Yo Dittaw . so 1 6s os 1 em?_|_Fn?_| ebmai7 Lomiss)| o72us4 2_| en a a 633, a acarde de V7at como Domiarte Quand no mola em sroesso cadena, coisa scicho da apiatura ina : ume o papel de Dominante, de opgo de do ser entendida come cbrigatiria,o V7sus4 assume 0 papel de Dominante, soneridade de V7 grau, acorde que pode suceder, eu nfo, uma Subdominante, Esto & lum entondimonto mais modemo, que cere tal, dependeu de um tompe histbrico para te estabolecer. Ao longe do uso desta apojatura, a quarta se tornou um gom eoriqueito & habitual. De nota auxiiar, opcionat e omamental, essa nota sobre o V7 grau diatorice, adquiru o status de nota real, ndo dissonante e nao auxiiar e sim, de nota constitutiva & to pertencente ao acorde quanto a prépriaterga, que entio se viu em condo de ser exclulda, De dissenancia que implica em resolugSo, a quara se viu como nota jutonoma e principal na caracterizagdo de uma nova opgto esilstica para a funco de Dominanto.€ © que se dé no Exemplo 15: 0 V7aust como Dominante assume de fato 0 papel de V7 grou, isto significa que @ quarta nto se resoNverd. Note que, a0 assumir 0 papel de Dominante, 0 Visust se localiza em posigao métrica mais aca do que o Imaj7 (92u que the sucedo, -acotde de Dominante Substtuta com Quarta S Ispensa -SubVToust ‘Adela interpre das notas do Trtono de um V7 grau diatico, bem como, a também dupla interpretagte que todo © conjunto de suas notas admit, introduriu na Prética harmonica © acorde de Dominante Substtuta, SubV7: um acorde tipo X7 que se localiza @ distancia de tntono do V7 grau diatonico © que possui com ele ‘enarmonicamente, 0 mesmo titono e as mesmas notas, Essa lgualdade de netos, que igual funcicnalmente 0 V7 a0 SubV7, traz eonsigo ® decorréncia sistemitica de quo, se a adigdo da variante VTaust 6 possiel a0 V7, 6 ‘Pereue uma variante andloga deve ser também possivel a0 SubW7. Este outro acorde de Domirante, ue ¢ uma variante de SubV7, ¢ dencminado aqui de Oominante Substinta com_Quarta Suspensa - SubVTsuet. © SubVisust, como seu complexo eitado procura T 1 s 2 . Lem? _| i lcm? _| it | bm raed |_cn7_| cm? | m7 |_Fn?_| Ebmai7 | Ones) | Ds7sus4 | 067 _|_on7_|_om Lon? [aru | cn? | ema |om7(es| Gtsust| cn? |_ cn i Nin tamer ee GLC we entation acres be V7 ma 6.42.0 acorde de SubVisust como Dominant ‘Quando nde implica em processe eadencial, pols a resolueao da quarta apojatura deixa do sor entendida como cbiiqatéria,o SubW7sus4 assume o papel de Oominante, de dina de cor entondida como nie copgBe de conoridade de SubV7 grau. € o que se dé no Exemplo 17: 6 SubVTsust Dominante assume de fato o papel de V7 grau, isto significa que a quarta apojatura no se retolverd, Note que, a0 assumir 0 papel de Dominante, o SubVTsus4 so localiza em jposigto mtica mais fraca do que o Imaj7 grau que the sucede. Exempia12: outdo Subd com Domine endo door 7 * maiz (Cmaj7_| 0 euss | Gmaj? rat grat ore vst | cos | evar | Tay? S0bVinost fra Wem doNener (Lom7_| poteuss cnr Lora om? t7_|Devest| on?_|_ ont ‘Sts! iT cus? Dteust Om Sein Unidad Meio de Prpungi Dominant a 7.MEIOS DE PREPARAGAO - DOMINANTE Na combinag30 seqvencial des graus diaténices. aparecem permeados alguns outtes acsrdes, no pertencentes a6 Campo Hatménico Diaténice, que tem por finalidade © estabetecimento de relacdes de conexdo, ce implicagao e de aproximacto centre estes graus, ‘essa categoria funcional, que provoca uma expressiva tilatago do conceito de Campo Harménice Diatonico (acordes restritos a0 ciatonismo do suas escalas de ‘oFigem) para um conceite de Campo Harmonico (conjunte de acordes cisponiveis para o ‘so em uma determinada tonaliade), damos a designagao de "Meios de Preparagdcr, Os "Moios de Preparagio" so enti, aqueles procedimentos tecnicos que, Imanifestos através da escolha de um determinado acerde, ou de uma determinada {combinagdo de acordes, s8o eapazes do indicar com antecedéncia, de pradispor © de directonar a Progresso Harménica para uma meta especiica, Essas capacidades de propensto, de priovizago, de inclinagao e de atragdo, que caracterizam os "Meios de PreparagSo", so uma e=pécie de tansferéneta funcional das “Progressbes Bésicas’ onde, o eho de refertncia (0 lugar de chegada) doixa de ser Unieamente o 1 grau e passa a poder ser também, algum outro acarde do Campo Harménico, Os procedimentos que visam alcangar a Tonica se tomam agora ajustivels e ‘sponiveis para as domais Fungdes, de tal forma que, aquelas articulagdes de “movimento -> repouso" (onde ao tormo “repouse" & sempre atribulde um 1 grau de Fungo “T) se vém agora, potencialmente moldévels & outros graus e outras fungées. Com 2 utilizago dos “Meios de Propaiagio", o termo “tepousot passa a possuir um Valor relative, contextual e momentaneo, ou seja: um valor de “repousa* funcional. © Quadro 17 procura iustar este principio de que, 0 conceits de “Meios de Preparagdo” ¢ andlogo a0 modelo cadencial que se estabelaceu em relagdo 4 meta Tonica [SDT], onde as mesmas articulagées funcionais [(5)(D)>X]. dizem sien ie Mise aparo-Domite 8 uma oulva fungdo, ou a um out acorde. Um cut “ugar de chegada respeito & uma cuba fungS0, simbolzado pela ineégnita X, 4 peda" 1 nasi fai soe nin “T-naprpeio"S SE roca cat mete AON Para os “Melos de Preparagio", a articulagte cadencial de “movimento” que -pousa” relative, contextual e de valor funcional, pode também induz a um ponto ote ‘ser subdivida em dois submovimentos: 0 de “afastamento de um repcuso" atrbuido & fung8e Subdominante, © © de “aproximagdo de um repouso atribulda a fungdo Dominant Estas duas subdivisses genéricas agrupam em torno de si 25 duas princi: pécios de Melos de Preparago, uma primeira (abordada nesta Sétima Unidade) que ‘envolve somenta a articulagse (Deminante)>X @, uma segunds (abordada na Oltava ta esta primeira ao envoler os termes funcionas Unidade) que comple (Subdominante)> (Cominanto}->X. Este 6 0 mals importante Moio de Preparag8o da Tonalidade, Todos os demals. Podem ser entendides como derivagtes, variagées © desenvolvimentos deste recurso bisles que, sompre presente nos tratados ¢ manuais de Harmonia! recebe também a3 Gesignagees de “Dominantes Indvidueis", “Dominantes Auiiares", “Cominantes Intermecidrias" @ do "Dominantes Aricais” Andloge 90 que acontece na artculagSo cadencial VPI, 2 ‘Secunda A designasde "Deminante Secundia" parece apropiada pois, esth & ume Preperafae subjugada 2 uma rea¢ao principal. O (V7) Secundaro aponta para um X 86,02 Heroin funcional do Campo Harménico, no ¢o principal (x80 & oI gra) @ fit. lm e2orde encontrado & partir do estabelecimento deste principal a herarquia {onal podemes dizer quo'a relagdo principal, 6 a da derendéncia funcional diets oo Stave do Campo Harménico para com o seu I grau de fungdo Ténica; 6 nesta intancia Ave Um acorde assume © I gra ¢ se imps, estpula suas relagées com os outtos Acordes, define os graus e estabelece a tonalidade, Aquolas relagses de preparagdo e de estabolecimento de cutos acordes que nie © | grat, mas tombém porencentes 3 essa tonaldade de teloitncia, ade Sirsierades como relapses. secunctias, pols passam a exis to somente aps 4 era definigao da relagto principal, Assim, a relagdo V731 & biorarquicamente ‘onsiderada como principal. 0 * € um acorde que esta contide no ambito de Campo Harmorico © possuialguma cara conexde funcional com 0 sou 1 gray. 0 (v7) Sscundiio € um acorde que inaugura uma nova rlagde intena (ou “nchduar, 1 “swe, ou “ntrmediara) de domino de ato¢80. 8 queicramente dedeads a0 BRISOLLA op ett pgs Tha7e FQRREA. SO. immecuie 4 namona SP Risort, 1887 p 140 HINDER op ct poe B14 60 LAMOTTE op ct p t1a KOELLREUTTER op ct 995273 290 PISTON op. pge 246 «300 SCHOENBERG Trorago de Armonia op et pqx 100.8202 wewewewe PITT TTT seta Unita: Mie de repute - Deiat sae, © (07) Secu ent, s0relacina Indiotamente com 01 grau, ote ces OF GX Pols & este "X", que # um acore subsequonte eto do (V7) sundaes SHE cetabelece algum tipo de reiaghe principal com oT grau come todo V7 grau com fungdo de Dominant, © (7) Secundario 6 um aces sempre maior @ com stima menor, que so enconka 8. hai ¢ ublizada também como preparacao para o lm?ibs) (em D4 Menor Ab73120) Assim, uma versto de Exemplo 19 , na tonalidade de Dé Menor, poderia apresentar duas solugées. slo 19 ode “Dominates Seeds” no modo Menot si peprae pare lin) tS ssp se ts Lcm_|_abr_| p2_| 07 | ome | G7 _| cmem | cm] inl aT Tina INA TT nt? 4) 0 Iin7(5), DO, designado para a fung3o S (compasso 3) aparece anunciado i (-Dbmaj7), 0 Ab? um acorde maior e com sétima menor, este AB7, que ¢ acorde que se encontra pela Dominante Secundaria do bi NNote-se que, para ser a distnc de um tritona do DO, exige a intodugdo da nota solb, sétima menor do Ab7, sem a qual o acorde perderia sua diferenga espociica do Abmoj? (Vimaj7_ da tonalidade) e fcatia descaracterizado enquanto acorde de Dominant t + s > © sors ot [om | #o7_| Db | _o7_| cms | _G7_|cmFm| cm | Wri Vimy wT Ves Bin a yo bitmaj7 Ob, designado para a funedo S (compasso 3) aparece anunciado por sua Dominante Secundsria, © Ab7 que traz consigo a neta neva solb. Agora, 0 salto de tutone entre fundamentais (Ab f D) foi evtado, através de uma das principals utilidades do acorde de Sexta Napoltana, a slugo vealmente dgna de nota pvt, demons que 9 sistema harmnico vespeta mute tmas as ales do uso'e do eimpucma eetiahco” do quo 3 egea facohal nuretca © sta Aaulas Guae facdes que “poiven 9 uso de Domiaries Secundaras para acordes com quer “mints, que podenam paratamente Set apicadas em relagio a0 lin?) aq, simplesmerte dleram Se ce valéas © que at nota com esta copia @ que, par alem dos citenos Wecris iebeamenie estselecdos, gave mance mesma 9 bom goats ¢ Bone do juzeesitea, Se ests ‘reporagae de Ab? Som7@5, em Bo lena esta spaniel pra uo, & porque ese juz subjeto 40 foto, a exert 30 fnge das apoear@caneaglu atl exceza0 come uma slugso gue soa Sem s sama Ute: Mean Dornan 7.1.3. Dominantes Secundarias do Campo Hatmanico Diatonice ‘A Tabola 12 demonstra as rlagses de proparagse para os acordes do Compe nico nos modoe Moior e Menor atiavés de suas respectias Harménico Diat © em D6 Mener, Deminantes Secundérias, Paralelamente exemplfica, em 05 Moir ‘como essas rolagSes efetivamente se dio nestas tonaliades. pounder too More Menor ‘Tite 2: “Dominates Seundiries” 0 Ca VUES o ssi sis —Wedo taior 7 vii ones "| iii) Wit} wun) | | be Wainy Girona yeu | BOT] Eons ot 1 (3 euaes))_| waa Ca 08 WV (CaKal — 2a re ‘waive Wirvinas STE RFT rv aa _ i | garg _ __ ‘OVP aio pond * PETA 7.1.4 rte harménice ¢ Dominantes Secundérias ‘Quanto 20 timo harménico, podemes dizer que, usualmente, a Dominant “secundaria acupa a posi¢&e métrica mais fraca em relagio @ posigfo métrica de seus respective lugar de chegada, ssa posigdo, caractersica da fungdo de Dominante, em qusisquer do suas rmanifestagses, dosempentia sempre o papel de anunciaro préximo term funcional, ‘A Dominante, via de reg, inicia no tempo fraco um movimento de instabilidade @ de divida, que se precipita om diregdo a sua resolugdo, que ocore sobre o tempo fete (© Exemplo 20, onde o sinal F diz reapeito a0 tempo forte © @ f 20 tempo fraco, ilstra este principio em compasso quaternario, 481020 sw harmo ds "Demet Seana on Sram L2aF om ev lam) [SSA om Ler am} LEK tom Pref PPA Ge bom ee Dac a ie Lar Lom 7 F #—l? © caso a) & mals indicado que © b) quando © valor minimo das intertocas de hharmonia ¢ de um acorde por tempo, cu de quatro accrdes por compasso; © caso ¢) & mais indicado que © d) quando o valor minimo das inter-trocas de harmonia € de um acord para cada dois tempos, ou de dois acordes por eompasso; (caso ¢) & mals indicado que ©) quando © valor minimo das inter-trocas de hharmonia 6 de um acorde para cada quatro tempos, ou de um acorde por compass, ‘ca Unie: Neos de Pears - Donna 12.Daminante Estendida via traz consigo noves acordes que, Uma VEZ nes Conia Suit fetes dilatam o Je sua tetrade e quanto acs seus uses & fungSes. ceapaeceos atin 0t906 et i" is amplo: de acordes Conjunto retiio de acordes dietonicos para um conjunte mst fatonicos par acordes nfo dattnices isponivels er ura tonacade rho se fazer pertencr lgimamante 4 ete conjunto mais ample, = Dominant sertvatada (come fodos os demais acorces do Campo Hermonico ‘Secundatia passa a por uma Dominate “eo tratados) come um acerde que pode também ser preparade ropa, Desta forma, 2 Dominante Secundaria, enquarto sts ome Moio de Preparagdo para um acarde, pode também ser precede por um aorde de preparagao que he ¢ individualized, jenomineda_de fEsta_Dominante_de_uma_Dominantc. Secundéria_¢_adtl Dominate Eaten. ssa posliidade de una Dominate prose espesisimenie edicada a um (V7) Seeundiio, 3 manifesta através do uso de un (¥7) Estendde .quele modelo de progressto cadoncial V7-21, ja tansferido para (V7) desta forma, 2 se volta agora sobre © préprio (V inaugura mais um nivel de preparage: (V7)9(V7) 2X -7) Seeundatio e, novamente transposto © moldando, “Junto 2 essa capacidade de aluar como um Meio de Preparagte que pode se ar lugares de chegada mais distantes do que aquoles ante Estendida” pode também s& paragbes onde, as “Dominantes estender e aleang preparados polas Dominantes Secundarias, o concsito de “Domin ‘yoltar para si prépric, provecande uma série de pre} Estendidas", sto também precedidas por outras “Dominantes Estendas. esta generalizagto do conceito de preparagte, que s¢ tansfere para nivels ETPOTPIOTIOTAPS, far; onde 0 acorde de salda (0 cada vez mais afastados, decorrem sequéncias do tipo ‘onde, © nimero de “Dominantes Estendidas” pode vari primelro (V7) Estendde) nto & o mais importante defines da progressio que, pelo mi " 1 pois, podemes considerar que a idtia aap aii ge eon mope ng mgr contriris, se define por cus finalizago, em um iltimo acordo de (1%) gue, necessariamente, 6 sempre uma Dominante Secundéna de um "X"da tonalidade. Da mesma forma que (V7) Secundéio, ¢ que todo V7 grau com fungte de Dominanta, 0 (V7) Estendide 6 um acorde mejor @ com sétima menor, que se encontra 8 distancia de wma quinta justa acima (ou de uma quattajusta ababee) do (V7) Secundrio, 04 Estendido que este (V7) Estendide prepara Esta ttrade to M+ 3'n+5%m, exigida para desempenar o papel de “Dominante Estendids’, implica na inttodugto de ainda outras attraghes cromaticas no Campo Harmenico. © Exemole 21 usa estes principios da preparago dedicada a Dominante Secundaria; da sequencia de “Dominantes Estendidas" que preparam outias “Dominantes Estendidas"; e da obrigatéri uso destas "Dominates Estendidas" Introduglo de novas ateragdes cromaticas no Exempla 21:0 sa “Dominanie Extend” no mode Meir 3 2 ar_|_or_| sr ay WIV as fungdes T © D, assumidas por acodes do Campo Harménico Diatonico, ‘estabelecem as relagses de crdem principal e aibuem ao C o papel de 1 grau da tonalidade de 06 Maior; (© V7 grau G7, designado para a Fungao D (compasse 6), aparece anunciado por ‘ua Dominante Secundaria - a “Dominante de Dominante* - 0 D7. Note-se que ‘este D7 taz consigo a nota neva fo; (D7 (compasso 5) aparece precedido por sua *Dominante Estendida’, 0 A7. Para set um acorde maior e com sétima menor, este AT, que € 0 acorde que se lencontra a distancia de uma quintajusta acima do D7, exige a introdugao da nota 60, erga maior do A7, sem a qual 0 acorde seria Am? e parderia a eondlgso de ‘acorde Dominant. (©.A7 (compasso 4) aparece precedide por sua "Dominante Estendida’, 0 E7. Para ser um acorde maior © com sétima menor, este E7, qua 6 © acorde que se Si Uda Bos oe ep conve a strc de uma quia jsta aca do A, evige not de nota £7, som a qual o acorde seria Em? © perdetia a condizte de sol terga maior do acorde Dominante, £7 feompesso ) aparece precedido po su “Dominante Estenda’ 087, Pate sélima menor, este B7, que & 0 acorde que se eer um acorde maior @ com introdugde das encontra a distancia de uma 7.0 fi, quintajusta do B7, quinta justa acima do E7. exige 9 nota ref, trea maior do com as quais© acorde seria ‘Bm7(bs) ¢ perderia 2 condlgao de acorde Dominante 7 2.1.sobre 0 uso sequencial de Dominantes Estendidas Este Exomplo 21 llstra uma situagdo de uso seqdencial de Dominantes Estendidas em eadeias tipo... VD-2WTAWTICWTRAX. & importante nla ave. de Dominantes, todos 08 acordes envolvides s@ igualam por intermédio estas cadias Mises). das ateragdes, que visam conseguir sempre tétrades do tipo X7 ssas alferagSes, 20 Intoduzit notas de outios centios tonai, tender 2 $2 last progressivamente © cada vez mais do universo eatenica, dotenco 9 spominantes Estendidas’ de um potencial capaz de colocor em divida a propria refertneia sonora de quem é a tonalidade principal. 1gto contra esta homogeneidade de (0s principals mecanismos de defesa @ precauy tipos de acordes, ¢ de eventual divida quanto a quem efetivamente & o centro tonal principal, s80 dois: fas seqdtneias de Dominantes Estoncidas, necessariamente, sempre se claramente pertencente © ficmemente Cconcluem sobre um ditimo acor cestabelecido na tonalidade principal (como no caso do Exemple 21 , que conelil a sequeneia de dominantes sobre a propria Dorsinante principal do Tom). Lum acorde de (V7) Estendide sempre se direciona para o proximo acorde, como 0 este préximo acorde, no estivesse alterado, Ou seja, uma “Dominole Estonia’ le Estee” semote repre» ards segue, cespetan caracteristicas que este acorde sequinte po: ra asc mt © rau diatonico_ muito jembora, quando te acorde sequinte, apareca alterado am Secundario Um (V7) Estendido onta @ confiquragio da tetrade natural que seu acorde = configuragao de tétrade alterada com que este acoide subseqilent: famee apresenta nesta cadeia de dominantes, momen 7.2.2. a Deminante Estendida de Dominante da Dominante no modo M ominante ne medo Menor ee respaito 20 diatonismo preponderante, mas implicit, (pois de fato, nto i aparece) que direciona todes os procedimentos de escotha defnigdo da © defines sc “Donate cndste toca to ander cna s&h eta oped Eso ae per» Dantas Seana ca Devons modo Menor: (V7)->(V7)->V7-> m7. om risesine ‘A medida de protegao a tonalidade, que prediz que um acerde de (37) Estendio lidace, que pr u 0 ‘sempre se direciona para 0 préximo acorde como se este proximo acorie, no . sstese sent faz com que, aqui (na preparagio da Cominente da Dorinante d modo menor) a "Dominante Estendida’ se dtecione para acorde de Mt grau diatonica au dint orignal (um acorde meio diminuto), muito embora, va se tesclver sobre um accide quo, cio diminuto), muito embora, vi se resclver sob eat, se encentra atrado para acorde maior & com sétima menor (pela condi 4 ‘tua come Dorinante da Deminante) © Exemplo 22 § uma Example 22 & uma versdo, na tonalidade Menor, daquele Exemplo Procura demonsirar na prtica a especificidade deste caso, Fem one Donna nd ps rot 7 Wireiima colon! 0 fi ‘a Dominante da Dominante, 0 D7 (compasso 5), aparece preparada por urna “Deminante Estendida” que 0 encontra elstincia de tritore, 0 Ab?. A Dominante Estendida (Ab?) se manté-n diecionada para DO (lim7(bs) grau 0). diaténice)* muito embera, $6 resclva de fato, sobre 0 D7 (It grau Esse direcionaments para 0 grau original da escala diatBnica ¢ importante porque evita um afastamente demasiado do ambito da tonalidade No caso deste Exempla 22, nos afastarlamos perigosamente da tonalidace de D6 Menor se preperdssemos 0 D7 com um A7 (que introduziia as notasalteradas de 1d natural’, “d6#" e “mi natural” no Ambito diatbnico de Db Menor), tanto mais porque, este A7 seria preparado por um E7 (que introduiris a5 netas “solt” ¢ “si natura” em 06 Meno!) que por sua vez seria também preparado por um B7 (que intreducira as notas “s natural, "ré#” - enarmonia do “nib, “fa” © 14 natural” em D6 Menor), Note-se que, para ser um aeorde maior © com sétima mener, © Ab7, que & 0 acorde que se encontra & distancia de um tntono do D7, exige a introdugdo da nota “solb", sétima menor do AB7, sem a qual © acorde perdetia sua diferenga especifica do Abmaj7 (bVimaj7 da {tonalidade) e ficatia descaractrizado enquanto acorde de Dominante ‘© Ab7 (compasso 4) aparece precedido por sua "Dominante Estendida’, 0 Eb7, Para ser um acorde maior ¢ com sétima menor, este Eb7, que ¢ acorde ‘que se encontra & distancia do uma quinta justa acima do Ab7, exige a Introdugae da nota "réb",sétima menor do Eb7, sem a qual o acorde perderia ‘sua diferenga do Ebmaj7 (bilimsj7 da tonalidade) ¢ fearia descaracterizado ‘enquanto acorde de Dominants © Eb7 (compasse 3) aparece precedido por sua "Dominant Estendida’, 0 Bb7, que & um acorde aetonicamente dispontvel e que portant, ndo exige a introdugto de nolas cromaticas novas, Note-se que, muito embora este Bb7 ‘soja exatamente © mesme Bb7 que se manifesta sobre © BVIIT grat do Campo Harménico Diaténico, 0 uso funcional ¢ bastante diferente nas duas situagbes, ‘Aqui o BOT faz papel de "Dominante Estendida” de Eb7; no Campo Hatménico © A Dominante Estendida que propara © DO & Ab? (e nfo AZ) porque como fos, por set acordo ‘meio imine, exe i sv"05) grav datirea do made menor Ado possu una Doranacte propa, © & reparado pela Dominate a Bima (lm 94), que lhe empresa a sua separaso, {este mesmo acorde pode assumir a fung’o de Subdominante, Portanto, este & um acorde que possui dupla fungao, 7.2.3. imo harménico e Dominantes Estendidas ‘A acentuagdo métrica des acordes de ‘Dominate Estendida’, dependem sempre da posigdo métrica do acorde que encerra a sequéncia de Dominantes, onde esta Dominanto Estendida” aparece. Este acorde, sobre © qual a ultima Dominante da adeia repousa, enquanto lugar de chogada funcionalmente importante e defindor, & {ue deve se localiza, necessariamente, sabre um tempo ferte do compasso, A pattt do estabelecimento deste acorde meta em tempo forte, o (V7) Secundrio ‘ue imediatamente Ihe antecedo so lcaliza em um tempo fraco em rlagde & posiglo de ‘ua resolugto, © primeiro (V7) Estendido, que prepara o (V7) Secundario, ce lcalizaré ‘om tempo forte em relagdo a este (V7) secundatio, O segundo (V7) Estendido se localizara em tempo fraco em rolago a0 primeito (V7) Estendido. O terceto (\7) Estondido se ocalizaré om tempo forte em relaga0 ao segundo (V7) Estendido. E assim, Sueessivaments, O Exemplo 29 tustia este principio em compasse quatornario seco 2} sto sea dt “Daminaries Eula Le carer FIPS Le" ror Lore ep re ee! cei (8 cases 2), ©) € €) s80 mais indicadas que os casos ; by. d) €. porque sa0 cases onde as ulimas Dominantes, das sequéncias de Dominantes Estendidas, se localizam sempre sobre os tempos cos dos compassos, enquanto que, suas respectivasresolugées, se localzam sempre sobre os tempos fortes 7.3.0 acorde Diminuto come Dominante Si (© eniendimente funcional de que o Acorde Diminuto ¢ um V grau Dominante (ainda que especialmente caracterizade pela auséncia de sua fundamental, pela presenga da sue sétima menor e pelo acréscimo da tenso nona meroy) atribui a este tipo de tétrade exatamente os mesmos uses © papsis atribuldos & qualquer accrde de ‘VT Dominate. ‘Assim, se 0 concelto de Dominante adnite 2 transferéneia funcional de seu etxo de referéncia e, atavés de um abandono temporério de sua exclusividade para com 0 1 ‘grou, passa a atvar também come Mele de Preparagao para os demais acordes do ‘Campo Harménice"; © Acorde Diminuto, por razBes idénticas, também 0 poder faz¢-to. ‘Come uma das opeées de sonoridade do acorde de V7, 0 Acorde Diminute pode ‘entao set empregado como um Micio de Preparacto do mesmo tipo e espécie que a Dominante Secundaria, Desta forma, todo acorde que pode ser precedido por um (V7) Sccundario poders igualments ear precedio por um Diminuto, que na verdade, n8o & ‘eutra coisa, sento uma coniguragto especial para este mesmo (V7) Sacundério, Este Acorde Diminuto que atua como Dominante Secundéria, se encontra& partir das notas de um (V7) secundério, que passa a ser utiizado como um acorde sem fundamental, com sétima e nona menor. € sobre a terga, ou a quinta, ou a sétima, ou a rnona menor deste (V7) Secundario, que a tétrade Diminuta se instala e assume sua fungdo de Dominante Secundéria Desta forme (como @ Quadro 18 demonstra na preparagto para o Il grau de D6 Meior) um mesms e Unico acorde de (V7) secundario, possui um conjunto de quatro invers8es de Diminutos, disponiveis na preparagao de seu respective lugar de chegada. (Ou seja, como cada uma destas quatto inversdes do acorde Diminuto derivadas dde um Gnico (V7) Secundéro, também se configura como uma trade diminuta, tomes que, na prepatagio de um delerminado X (acorde do Campo Harmonico) sto possiveis, até quatro versbes do mesmo Diminuto. 7 Salvo a encege id obsenadas em eaqSo 208 acondes com quinta dinuta tatto 1 0 a8 ‘ious como Daminane Senin sda dew (V7 Stead esse uate nsees poses (V7) Secundario Writ) 7 iminuo sobre 23 do (V7) Secundiio Diminuto sobre a5 do (V7) Secundiio Diminto sobre a7 do (V7) Secundiio Diminutosobxe 3 69 do (V7) Secundcio (Como o Acorde Diminuto é um tipo de Dominante que, por definigae, se utiliza de uma tensdo a mais do que o acorde convencional de X7,€ preciso notar que agora, com 4 presenca da nena menor, a intodugio de notas ctomaticamente alteradas se Intensifca alnda mais ‘Se 0 uso de Dominantes Secundarios intteduaiu no ammbito diaténico de uma fonalidade, aqueles notas ciomsticas necessarias para qua, nestes eccrdes, as trea fossem sempre matores ¢ a5 stfimas sempre menotes, agora, com o uso dos acordes “Diminutes come Dominantes Secundérias", outas alterapdes so. igualmonte ecessirias, como garantia de que as nonas sejam sempre menores, ustiando esse ovo nivel de abrangéncia que © Diminuto adquite, a0 atuar como uma espécie de variante da Dominante Secundatia, observemos o Exemple 24 Fxemplo 24 oseonde “Dimas come Dominate Sends” Moa Li > 1 > s D fl se | am | cH | om? | ee ina” via iste ae | = aa @ © grau Om, (compasso 5), aparece preparado pelo acorde C#*. Esse Acorde Dimminuto assume a fungdo de Cominante Secundéiia pois 6 a tetade iminuta que se localiza a parti da terga de um A7 (Cominante Secundaria do Di). Para que este A7 sem fundamental seja um acorce maior, a introdugae a nota 6H ¢ obi toria © para que sua nona seja mencr, a inodugto da ‘ota si bomel & obrigatéria ste ei de Pepa Dowie seso 3), aparece preparade polo acorde tra pois @ a tevade Ge, Esse ‘0 Vi grau Am, (compa: sosumme 2 fungde de Dominante Secund ae {Dominante Secundaria de * icda terga de um E7 que ee localiza a parti da tor tal seja um acc ta f4 natural, @ ume nota dirinuta ‘Am). Pata que este ET sem fundament de D6 Maior © portanto, m8 ide maior, #intredug3 da nota soit & obrigatéra, sua ree a 15 maneiras diferentes, De qualquer forma, ‘ado Exemplo 24, poderia ser resolvida de dua ™ porta sau do modo mener, 6 sempre um ‘importante 6 notar que a preparagao para oT me il, Os mesmes trios jt anteinmente adokaos pas 9 P20 deste grou, sicia apenas pelo us que veo igualmente vidos agi, quando a preparagto se diferencia apons® Ps {2 do Diminuto, rode Menor eotde ‘minut como Domi xen a) thn? 85) oor ft _c7_|om| cm} Ta (compasso 5), aparece preparado ea fungdo de Dominante ra primeira solugdo, 6 Hin7(bs) gra D2, Esse Acorde Dirninuto assunt Jo se localiza 2 partir da terga de um Cocunhigos ea ae dri - ae casas co Dera) Pr cu sti tH an ‘ : rado bemol € que su nona soja menot, a intodueto da nota si db cobrigatbria re segunda solug&o, © billnsi? grau Db, (compasse 5), aparece prupunde pelo acorde C*. Esse Acorde Diminuto assume a funge de Dominante Secundatia pots é a titrade diminuta que se caliza @ patir da terga de um Ab7 (Dominante Secundéria de Dbmaj7), Para que a sétima deste Ab sem fundamental soja menor, a inrodug3o da nota sel bemol ¢ ebrigatéria e, para ‘que sua nona seja menor, a inteduslo da nota, si dobrado bemol ¢ obrigatéria fem ambas solugées, 0 bVimsj? grau Ab, (compasso 3), aparece preparado polo acorde G*. Esse Acorde Diminuto assume a fung8e de Dominante Secundaria pois ¢ a tétrade diminuta que se localiza a partir da terga de um Eb7 (Dominante Secundaria de Ab). Para que a sétima deste Eb som fundamental seja menor, a intodusSo da nata ré bemol é obrigatbria @, para {que sua nona seja menor, a intiodugdo da nota f4 bomel 6 obrigatéria, 7.3.1. acotdes Diminutos como Dominantes Secundérias dos giaus ditonicas A Tabola 13, demonstra as rolagées de preparagte por meio de scordes Diminutos para cada um dos acordes do Campo Harmdnico Diatnico, nos modos Maior © Menor. Paralelamente exempliica, em Dé Maior e em Ob Menor, como estas relagSes 12 sendes“Dimundar come Do 3) Mode Major ~~ w ‘Biminets partir da (vminny | evs cima | 2eRreeie Faerie | item | Eotteare ~ ein De Mion 87) Diminutes [RAE secncive | [Ae Dav v | la be Te y Fis view wn Po (VTpsecunsirio v7 | toc (707) wa wh | _secundare | i ae seaaiio | ai? —= an Te itecea | oy a cortinai) int _ (vTroimai7) — we «vv | oy ony = Hegre | yvingi? or (vr pvima7) | Sie Grrecmaie | re _ wee Vee ae £ Soevtmematte | hy B correvan | Petree | tir |__o# secundaria 7.32. rime herménico do Diminuto enquanto Dominant $+ ide Diminuto que atua Quanto 20 timo harménico, sallentamos que, este acorde Diminuto a) = ms ‘ocupa a mesma posigao métrica que um (V7) Secun como Dominante Secunda, ica mais rene tesolugao. canvencional vo acorde de fraca em relagte # posigSo métvica de sou respectivo acord ominantesSecundivie xe 2 ito famines d ccd “Dima com s 3°Setom | 18 Lor om | so | (g-Selpe | lees Martine < om J tg te le pm 12 Domninante Estenida Bo jé visto sobre o acorde Diminuto até aqui lea facil deduair que este acorde Pde também (por sua condigso de V com sttima, non menor e som fundamental -2scumir a funeéo de Dominante Estencida, Desta forma, tudo 0 que notmatiza os uses @ sentidos de um acorde de Dominante Estendida, se mestta vali pata quando, este mesmo acorde, se apresenta configurado como um Diminuto. + ‘Quando © Diminuto assume esse papel de Dominant Estendlda, alguns recursos > > io oor ot a co 0 ane (iwVvima ty Gv) oF cs ae” “on an ide de B* (compasso 6) ¢ 0 G7, 88 damental que (compasso 6) ¢ @ G7, b9 e sem fun ‘ tal uma colugdo, ¢ usar alguma de suas outras tres versées. (© C* (compasso oe e ne 4), desempenha © papel de um Ab7, bo e sem E um Diminuto, conseguide a partir da terga de seu V7 de origem, que assume a fungle de Dominant Estendida do 1 grau do i780 de De ida do 0 7.4.4, sto harm ime harménico de Diminute enquante Deminante Estendida Quande fr s ‘mesma © corde Diminuto at . tua como Dominante Estendida, 0 i en cupa @ mes xempe 2: tno hanced sade “Ds bom le = = c# | Om. Sum ED 1A (cc_pe ot Jor rrr F ot _Lom_pm 5 ‘ rp eG Ps _ ential nosisettnecegapan areca ane AUTSOT te nis AT SET con Bored pees in wise cen et get ame Seis avgut coupe toan tna tseuOma tater eet tne seis Bes enous so OT een 88D sre po) fan ase ah it cncictccenena cas eae imma Ta YT 5 © o cm | ct | ee | cle oc) oT GF YOR f ey ay ND F Ls , f . L e £ |. 65.cas0s 2), c) @ ) s80 mais Indicados que os casos b}, d) ef), porque s8o casos conde os limes Diminutes, das seqitncias de cromatsmo descendente, se focalizar sempre sobre os tempos fiacos dos compassos, enquanto que, suas respectvas resclugées, se localizam sempre sobre os tempes fortes, ‘ibs fe Prepuegia- Doras " te Substituts como Dominante Secundaria ‘A aparecimente historico do acorde de Dominants Substitute parece ter origem ‘em seu uso como Dominante Secundatia, mais precisamente como uma oppao de senoridade para a Dominante da Dominante.€ valioso considerar que este, hoje, acorde {de SubV'7, na sua ctigem foi um procedimanto de condugte de.vazes © nBo um bloco ‘acoidal estabelacio por si prépria como o estamos tratando aqui Um rastreamento da etimologia do acorde de Dominante Substiuta demonstia © proceso de interdependencia existente entre o uso coloquial dos procedimentos de condugte de vozes, © estabelecimento dos acordes, © a decorente sistematizagdo tedrica de modelos de rolagées de combinagdo entra oxtes acordes. Segundo Piston’ foi na realzagio da condugto das vozes de um (V7/V7) para seu respective V7, que & passagem cromatica descendente de quinta para quinta diminuta de (V7/V7), que se resolve sobre a fundamental do V7, provocou “de passagem” um acorde de sexta ‘aumenia, que deu origem ao *SubV7" como Dominante Secundaria, Example 3 aprige do “SAY7*come Darian Seeundaa nnn 3 Esse movimento de “nola de passagem cromética descendent, caracterlstico dos procedimentos de conduglo de vozes, se emancipou e, de nota ausiiar © + vero Capitulo 27 “Augrnented Sith Choice" de PISTON pct p95. 414 2 490 que, embora 9 senna devote, eratarente © mesma acorde que agi chamamos de SvbV7 Nests capi {utor svn com exernloe da Ivara a engens hstiiese cesta score como Cominate ‘Secunda itm do tuo basco “Acar de Savin Aumentada” dene ana 08 segues limo= pttelren “Acar de Sevta Avmentass Hauans” (para quand @ ogi Sub eso com sata e se Sunt), "Acorze de Sexta Aumeriada Alomar (pa quando 0 aga SubY esta com sétma & com {umtje “hese de Soma Aumentads Francesa” [pas quando 9 aqui SubY esti com selina e com ‘déoma pimara aumentads, que 3 jostamente a ndamental so acors 3 fo "susttuco7) ‘ua ds Meo Pepa - Doma al, que acidenaimente resulta numa simuitaneidade acords, se Wonsformou independent e dispontvel. ‘em um acorde prépri de uma forma geral 0 estado da Harmonia na musica popular, entende que, Hole, ido do “SubVT" pode tambem por suns coractrsticas de acorde de Deminante, 0 aeor ‘esumir todos os papéls da fungle de Dominante, © Exemple 31 Husa emprege do ‘acordes de "SubV7" come Deminante Secunda sumala I ous de "Su'7 cm Dominonte Secunda Baa Maier 1 > Y soo tT TF i Am? m7 | Db7 | Cmaj7_| oma? | Lemar Sar tea q or = © Exemplo 32, detaha as particularidades das duas opgBes que pederiam ser temadas no cave da preparagto para o It grau do modo Menor através do "SubV7" xomple 1 oun Su come Dominant Scinirt-modo est sl preporecio para Init) Y > s > s eo ort lon? _ar__[abmajr|__o7 | per | ent | ent | at BaP Wray! TNH SVT bat ea = guapins) 16 Goubvbtinai? (abr) bi proprogopara Minai? 1 > s > (oT lom7|__a7_| Abmaj? |_07 | ob7_| cm? | cm? J Ta? avian Bima? CV SAV i? 107 * depois) (071 saving won 7.5.1. Dominantes Substitutas Secundarias do Campo Harmdnice Diatonico A Tabela 14 demonstra as relagSes de propatagte secundéria para todos os graus do Campo Harménico Diatinico nos modes Maior e Menor através de suas respectivas Dominantes Substitutas Secundarias. Paralelamente exempllica, em Dé “Maior © em Dé Menor, como essa relagSes ofetivamente se dio nestas tonalidades ibe Lf Dominant Suttinics Seca" do gid Cay Hane -edoe Mace Menor jade Walor | om Bo Walor | Mode Menor ~ SubV7>Inai7| DoT > Cnai? SubVI-nt ov] DBT _ lien (M7) ow in | G7) ‘SuaVTSTinT | ETS Da SubV7> blina? ou | DI > | tary Tin7(8) | [ab3]__ Debs _ BuBVTSitinT | F7> Em? | SubV-Pbinaj7 ox [ET Ebay, ey ‘mimaj7(¢5)| p67] Ebmaj7#5) GbI> Fei? | ~SUVISIwI ov V7] Gb7 > FT, Saas |e {3} SaBVISWT | Ab? SOF TAVEST] ao? SGT ~~ (ot. a pa SOBVIS Vint | 807 SAF iNT Sonat AT > — er nn Eb - SOV TSWAT og | BT BOT. BT L___ pvt per) 7.5.2. ritmo harménico do (Sub\'7) enquante Dominante Socundaria (© (Sub) Secundario, como todos as demals acordes de V7, também ecupa a pposigdo métrca mais aca em relagto 8 pesigdo métrica de sua respectiva reselugae, onl 3: tno dco oS) Semdina ahem sym (6 "E07 om B67 [Am J [¢'C" Ebr Dm [267 Am Py Pop Prey FT ton Seve (¢__eb7_ | Dm lc —[eo7_om___} ay FT FF FT hm Decne Wo" eprom ee feb fom F rt ry Py — — —_ — — = = ony = 1.6.c.acoide de Dominante Substivia come Dominante Estonia ‘Como o acoide de SubV7, por suas propriedades de acorde tipo X7, pode assumit todos 08 papéis desempenhades pela funglo de Dominonte,€ preciso obrervar 25 caracterleticas especifias que este SubV7 assume quando Dominante Estencia Como 0 SubV7 ¢ um acorde que se encontra & distancia de melo tom acima do ‘corde de sua respectiva resoluglo, 0 uso seqencial de Dominantes Estendidas que Intercale acordes de V7 com acordes de SubV7, em cadelas po (SubV7)>(V7)> (GubV7V9(V7)9X, OU vice versa, oferece uma importante oped tHenica @ estiistica 20 movimento de quintas justasresultante daquelas cadatas sequenciais tipo (V7) >(¥7)> (eD>TX pois, com o use do SuBVT, torna-se também pessivel, o movimento cromética de segundas menores descendentes, © Quadio 20 demonstra esta principal particulardade do uso do Acorde de Dominante Substtuta como Dominante Estendid ‘Como as setas indicam, varias opgdes de combinapSes estto dispontveis, desde as mais radieaia, onde todes os acordes de V7(orincipal, Secundario © Estendidos) cstdo substtuldes polos seus reepectives SubV7, quanto as mais brandas, onde os V7 se inlercalam com os SubV7, ou ainda, onde um ou outre V7, se v8 alterado pare SubV7. (uta 20 soutnis de quitter cloud cromaton descendete oe a aomplo3 0 wo scans de SHOP Entdor” teres oF Bes ade Main 1 > > > so oF r Lomajz|_F7_ | e7_ | eer Db7_| cma? | omoj7 J Ing? GobV7) WAT) abv) Tal (B7Em7] [EVAm7] [A7/Dm7] ° |, N® modo Menor, esse movimento eremétco de segurdss menores descendentes. provocado pela inter-tieca de acorde de SubV7 com acordes de V7, se ve interrompido sobre o It grav, pois © acotde que prepara a Dominante da Deminante no ‘modo mener, quando substitulde por seu SubV7, resulta ne mesmo acorde que pretende prepara. ‘Ou soja, como © Exempla 25 demonstra, no mode Menor, quando substituimos © Ab7, (V7) secundatio que prepara 0 D7(Do de Ab?, = Entdo, podemos conciderar que, n pod idorar que, no medo Menor, a proparagao pata a Dominante {da Dominante por um corde de Sub¥7, esta mais para uma mudanga de posigdo de um ‘mesmo acorde (Abi 7) do que para uma ‘substitulgde" propriamente dita, "amples o wo seqincl de Sul!7 Bendidos” leeds com 17 Eaten So irene bonnn inet sos mob Me See —— 1 3 > > s D tot - + +t (emzL_ser | {pr | pe7_| cm? | cmr J e—fs ar}, o7 | c7_| Omar | ~ se , Or sorter tanto _ ‘Apos este entendimento conceitual do SubV7 come Dominante Estendida, © Exemplo 34 demonstra 0 uso seqlencial de “Dominantes Substtutas Estendidas” intercaladas as “Dominantes Estencias’. 7.6.1. ritmo harmonico do SubV7 enquanto Dominante Estendida A acentuag3o métrica dos acordes de SubV7 que essumem a fungso de Dominantes Estendidas, dependem sompre da posigde mévica do acorde que encetra a sequcncia de Dominantes onde este SubV7 aparece, Sendo assim. este SubV7 obedece 20 ja normatizado para a posigao mettica do (V7) estendide, ‘sri idee Mens de Prepon ~ Danae el 36 ta rm de SAV? Exon bom Lo" eor_[07 pe? Lc. jevr__p7__|pe7_c Ep ORT FF 7 roy (0 ca50s a), ¢) €) sto mais indicades que os eases b), d) €), porque se casos onde as uitimas Dominantes, das seqiéncias do Dominentes Estendidas, se Jocalizam sempre sobre 08 tempos fracos dos compassos, enquanto que, suas respectiva resolugSes, se localzam sempre eobre os tompos fortes. .7.0acorde de Dominante com Quaita Suspense como Dominante Secundaria ‘Ao entendenmes 0 VTsust come uma variagde do acorde tipo 7 ¢, 20 admitiemos que esto acorde possul autonomia ostlistica para assumir a fung3e de Dominant, estamos consequentemente entendendo @ admitindo tambem que, este acorde pode ter tusado como Meio de Preparagao, Desta forma, © concalto de VTsust come Domina! pede se aplcar também para a preparacao Secundaria e Estendida ‘Sendo assim, da mosma maneira que a relagte cadencial V7->I toma possivel 9 vatiante V7sus4-91, tanto re modo Maor quanto no Menor temos agora que, a relagso de preparagdo Secunda (V7)>X tomna possivel a variante(V7sus4) 3X: (© Exomplo_37, ilustia © uso do Visit come Oominante Secundéria, nas tonalidades de Dé Maior © de 08 Menor Examplo 3? owed “Vaid a) modo Maer 1 > 1 = so 1 1 Lema? | B7suss9) | Em? | ATeustio@) | Om? | GTsus4 | Cmaj7_| cmaj7 iy? (Wiel) Hin 0 in ina? ing? Coy? Blast Ent Aus! Dw? ast ay? ay mods Men ent | sore 2ye)|_ Avast | Go| Graeets) | on? | cur | in? | ee7oust_[evmays)|_avrausd | _09_| Glusate) | ch? | cnr asta 6a Tso San Tat sl i Cat Wiast inal aut al) Gs! CS las 1.8 oacorde de Dominante com Quarta Suspensa como Dominante Estendida (© uso do Visust come Dominante Estondida se deriva do fato de que esse corde pode ascumit © papel de Dominante Secundéria. Sendo assim, da mesma rmaneira que a relagte cadencial (V7)3X toma possivel 2 variante (Vsust)>X: temos, agora que, a cadeia sequenctal de Dominantes Estendidas tipo (VNS(VN3(V> (VTIRYDX toma possivel uma cadela sequencial variante de. (V7sus4)->(V7sush)> (vTap > (V Tous) 9X (© Exemplo 38 liustra 0 uso do Visust como Oominante Estondida, nas ‘tonalidades de D6 Malor e de Dé Menor. Exaale 35 wo do “Prat camo Dominate Euendda” neon 3 crop Lpreneesy qe. azeusinoy | orice et (mea ‘Whaat ~The ‘weve fonnen (oasien > rset | enol? | ore) eros Cus? Bist Beas! Atos! Dsus! Gees! Casi? Cg? 2) meso Manor 1 + 3 Lom? | _eereuee | enrauce A ovecaee Lc? ruse gn Lee | 2) sean Uae Neo de ropa Homme 10s 79.0 scorde de Dominante Substiuia com Quarts Suspensa ci Dominant ‘Secundéria ‘Ao enlendeimos © SubVTeust como uma variagde do acorde tipo N7, © 30 ‘admitimes que este acorde possui autenomia estilstica para assumir a fungdo de Dominante, estamos conseqdentemente entendende e admitindo também, que este corde pode ser usade como Meio de Prepatagao. Destafomia, o conceito de Sub\7su ‘como Dominante pode se apliear também para a preparagdo Secundiria e Estendide, (©.uso do Sub'v7sus como Dominant Secundaria se baceia no fato de que este & lum acorde tipo XT que pode assumit © papel de Dominante. Sendo assim, da mesma ‘maneira que a relagao cadencial SubV7->T torna possivel a variante SubVTsus4-1, tanto ‘no modo Maior quanto no Menor; temos agora que, a relagae de preparagdo Secundéria (SuoV7}>X toma possivel a varante (SubV7eust}9X, © Exemplo 39 ilustra 0 uso do ‘SubW7sus4 como Dominante Secundaria, nas tonalidades de D6 Maior e de Db Menor. arms ae Loy Lp wei nt es é swt Blau! AM Dinut iat Cal) jo FS CoP Alessi? Diet athe ‘seize Uniade, Mio de Popa orion 710. 2 acorde de Dominante Substivia com Quorta.Suspensa_come Donn Estendida . © uso do SubV7euet como Dorrinante Estendida se deriva do fato de que este corde pode assumir 0 papet de Dominante Secundiria, Sendo assim, da mesma imaneira quo a relago cadencial (SubV7)3X torma possivel a variante (SubW7s¥s4)>X; temos agora que, cadeia sequeneial de Dominantos Estendidas ipo (SubV7)-(SubN7) ->¢sub'v7)9 (Sub) 9X torna possivel uma cadeia seqdencal variante de (Sub 7sus4) > GubVTausty>(SubV7sus4)>(SubV7aBUX}>X, © Exemples 40 ttustra o uso do ‘SubV7ous4 come Dominante Estendida, nas tonalidades de D6 Maior ¢ de Dé Mener. xa 0 wo do “Sab/7ae! como Dominate endo 2) mod Mair 1 > > 2 2, Pugs Lema Loe | ‘cmsiy |_Fvsust_|_phievet | _enrauet_|_avreuet | ob/eunt Lem | oot Sree estan “Tame Baie} eae 9 | bg2 | abet | tg == EE a cma? Flewt Bout Gust Aust Deas! Cm? Cn? mode Menor ont | _ crows rte | aeftee_| 99 tes | cn a ee cal Rt ln eat ails) tal ‘ae Undated par Suboinate wo 8 MEIOS DE PREPARAGAO - SUBDOMINANTE 8.1, Subdominante Secunda -a estrutura eadencial [in? V7 -> X A idia do uma Subdominante Secundaria complementa o conceite de Meio de Proparagdo, adicionando & progress cadencial ipo (Dominante)-»X, o outro termo de Preparagac funcional: a Subdominante relacionada a essa meta °X". Aqui, 0 modelo ccadencial bésico “S.+D-»T" que trata da preparagdo pare o acorde de I grau, se vert Itansferid para “(8)-r(D)-rX", que & um movimento cadeneial completo que cuida da Preparagdo para os demais acordes do Campo Harmndnico. AA primeira, © mais basica progressdo harménica, que se utiliza destes dois termos funcionais (Subdominante + Deminante) para indhiduslizar, ou dedicar uma Preparagae para uma meta secundaria, ou seja, uma prepaagae que se destine para ‘lgum outro acorde do Campo Harmanico, que nio o 1 grau de funglo Ténica, & a Cologuialmente chamada estrutura eadencial do “doic cinco”, aqui simbolizada pola expresso [lin? V7] +X, onde © llm7] € © grau que desempenha o papel da Subdominante. Dita “Secundaria’ ou “Individual” ou ainda “Acficial" pois, nto se tata necessariamente do “Il grau diatnico’, @ sim de um [i] grau iatonicamente relacionado a meta " Trata-se de um [Ul] grau de valor funcional relative, que se estabelece contextvalmente, e que tem sua validade apenas enquanto Subdominante testita e particularizada 20 Ambit diatonico dessa meta “X" determinada’ + 9 [V7] € a Dominante Secundaria de "x", em alguma de suas formas de ‘manitestagdo (V7 com e/ou sem tensées, 6 acotde Diminuto, 0 SubV7, 0 Visust e ainda, © SubV7suet):& conde a meta “X" 6 algum dos acordes do Campo Harménico. | Adartamos que. ese i] Send pont ova asta da case func de Subdominante ‘ois, alo de se manitesias concitamente como aguele Scar qua se encovin uma segue et ‘ima da meta "X%,podesa tambem so laze teproeerat por outs aus, de valor necnal Subdominame, ditoriamente slaionades. 20 "X" Ou seja, como se vets pela eta, [I Securza poderstambern so a2e Tepreserta pot culos acurcengraus capares de eriablece! Detigdo de “fasiamento do vepouso%. unconalmente equalenies ae ll, ra expesete ender Uta? v7) x