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VOCABULARIO DE ARISTOTELES Pierre Pellegrin CCoordensdor de pes do ‘Cente National de Recor Sintique a wn/martinsfontes ‘Acidente, por acidente i: SmbebekdsiovnBe Br, kata symbebehisixard ‘ovnBeinxbs Fe: Accident par ocident * 0 termo symbeukts £0 puicipio do verbo symbn, gue signeavir com”. Um acidente€ o que ver cam una sobe, ‘inci, ito €, que percence a uma mbstacia ou que € dito de una substincia, Num primeto sentido acidete no lgado @ aubtincia de maneiraeencl, ently "por ace dente" se ope 2“por 3 (kath ha} "Senomina sedan te o que pertence verdadezamente uma cosa mar qu no Ihe pertence nem necesarizmente nem 1 maior paste do tempo” (Mafia 8, 30, 1025218) 8 por sia que nfo at snado de um outro sujet alm desi mesmo:“homem” a0 armada de outra cola 20 paso que “branco"é afemado, ds home, * Esa dingo entra sabstnca seus acide iz parte si csratégia amtsfisica de Aral, Asin, um acidente pode desiparecer sem que a substincis ace (a0 pener Irancurao homer nfo pede a id), nem cado 0 que pode ser dito de um aidente pode er dito da substi 0 pase {ue os softs zim que, se Corto & ferent de States 2 Sécratsé um homem, Corso é diferente de um homer) A liga causal entre a sustincia eo aidene es mtn acidenal~ Aristéecles ils de "eats poracdente™ 2 Plame, tala & causa por acience da descoberts do tesour gue tse sea procurnd, °** Mash também um emprego mis forte de “cident” ‘em Arisdtles:so of “acidentes por 8, os propiedades qu so pris por si substncia, mat que nig fem parts desun einen Te soma de seus Snguls igual «das ng los rexos & proprio por si do trizngal, masa dfinigio do trfngulo io € “uma figura caja rom dos ingules¢ il ois ingulos eos” pritica indica aitotlica conse cot ‘rane medida na identcagio dessesaidents por por. ue ligaio dels com seu seo € conte e pode, portat= ‘9, ctr mum discurso cieaiic, Por exemple proprio 2 todas aes de pina ter ares es propotigio pode en tsar num slogimo cientico para estabelecer que det ido piaro€ uma ave de pin, Metafie ,30. Alma (Ge: Paythapua Fe: Ame * Aries muito certamenteaereditow ma imoraidde da sna 02,20 menos, de uma parte da sma, Patoce st que eves nz mocidade um diflogo, Eadomo ov da alms gu sisia oto nes imeraidade que,aee Astle aprsencaea 2 vide da alma encarmada ex uit corpo como um tine epi dio que coavinha torr o mits bere possel No ent, longe de ear no ceatuo dor excite aoc sobre sams, 2 questo da imoralidade nem meso €abordath eles ¢ apenas evocadh mim comentrio incidental O tratado De na de ftom ental de bilogia gral Nee sna & defini <4 como a forma do corpo vivo sn como aslo & fore 'ma do olho on a"inachadeaa forma do machado. Als © corpo formam, pos uma subsea fnict, ala nfo pods ‘nex fora do corpo, mat nio €qualquce corpo que serve de matéria para qualquer alma. corpo tem de pos Tides, que chamavtmor de fico unica, que o trea: pt para leva 3 vida correpondente salina, ‘Hi, portato, virios pos de alma corespondentes acs di ‘eros pos de se vivo, Artal dtingue na ala es grate des spaces, fculdades~ que, neimente, chars por ‘ene de “partes” que marcam a etpat de en desenalvie ‘mento da alma Tod alma te una fc matin. E cae racteritica esiencil ou sj, ado se vito: tado set vivo & capaz de asimilr eta subseacis exteriors A faculdade hutiva € embém fculdae de reprodio endo 9 repro. sdugio 2 outa carctrinica defiitria do ser vivo. De, concepeio aiotlica da fecundagio fr do smen uma for- ma eliboreda do alimento alguns srs vivos tm, stn dt Faculdade muitva e eproduia, a facldade seni e dis ‘ou hesoizaim, os invencres de sbi bem com of Fands- dores decades. Mas esa hina di descoeres den! ‘em um seatido: os homens iveram aoesto primes i ates reatvass"necesdades da vida em seguia iguels que vi- ‘am 3 fuigio ~ que compreendem, enge outas, que cha- smanios a "belas-artes"~ ©, por fi, depos dest tinal spaecem sere: como 3 matemitica, que no vim nem 3 Ualade nem a0 pracy mas pends 3 especulgiosneectal desinereiads © que Arindtcles denomina “cieacia” (pit ‘a, Poreanto na anise arta» thne & 9 meio ~ 08 fam dos meios ~ de autorrealzario da naureaarcional da Thumanidade, "59 A oposgio flosficamente mai fecenda concernente i arte € aquels que a compara 3 nataress A raters mantém Unido o que a arte separ. Nos sere natura, ndo exe d= tino eae o objeto eats Mai erste, oe ees = tury, a casas moron, formal final chegamcoineide Por ‘so, alada que se sir de companies fons pata coat preeader os process natura, é meno matter que Ati (Seeles sribul 9 porgio fandamental Donde sua fanons formulafio segundo a qual" are imi a naraens” (lie 2.19421). Metsfic , ;ia M,1. Ato Gre Enérgiovépyece,entleneialévee era — Fe: Ace * Annoglo de a ¢iseparvel ds nogfo de ponds, O ao & consierado de dos poatos de vista difeentes, Primelrmen= te, 0 at € uma avidade de stalizaio de algoma colt = substncia oa propeedide que pana de um ewido pencil 2am enado ata AitStls fils eno de mea Quando 0 tsa de pena atualidade €alangao cle fs de enliha, suits vezes taduzido pelo declgue francés enti [en- teléguia. E digno de nou que, so texto que se prope ms cexplctamente a uatar do ato (Merge 8,6), este sea de- sido em reapio 1 potéaca:denominamos cinta em 5o= ‘inci aguele que ilo eerce su eiénca embora tena pos- siblidade de fato,"do out ado ho 20" (1048134). Tan ‘im no livo da Mecca hi um epiao deciado 3 pone, sas nenbum tata do at, 10 ato ea amaldade tm gran, Para comet poténca, quando mio é efetivamente exerci, no pode ser considers «hi verdadeirumenre auiads Por Ariel ies 9 ‘lent que exece su cigncadaguele que fo ofa, qua fo, por exemple, et dormindo, Por out ado, Artes Astingue 0 so propramente dito do movimento que con dz ao fim. "Todo movimento & inpereo:o emigrecimen= to, cada, o anda, comstrugdo (.).De fit, se pode aedare ter andado, construe ter contalda” (Meta ©, 6, 1098029). Na stalidade yedadeta, fim & oppo exer io do ato: pode-e tr id lie cortinuas fet vivo © ontinse a vives: Prtnto € cl entender por gue po ‘énci est doo do substrata ou sj, da mara 0 0 se realize ma forma, na quiidade na estén, substi 9° Por iso uma dat doris mais hem estabelecidas de Aiteles 2 daamtrioridade do to em relcdo pone “termes eit em poténcia no memo, tem de et primcico ‘mato a deta que o escltor tem del;se a eran et poténcta no men de seu pai, tem de exe primeio um ge ‘aor em ato. Esa € uma ds verposta de Ariel 3 cise pirmenidana que torna o movimento e 0 devi inspos!= ‘eis. Um proceso de consiuilo de uma realidad no cot segura poduai sorinho es realidad forma csmica & suprea da anteciovidade do ato em rag & poténcia pode ser vista ma doutsinaaritotlica do “primero motor mre", ‘gu, enguanto orgem de toda mudanga, nSo comport = ‘hua pote, oe € st par, Meta A, 12:0, 1-9 Bem rs AgothsnfayaBy Fr: Ben * Desde comogo da La niomsgula percebe-se que ope sament ico de Aristcles ae contitisem reago wo de Ps o, numa contetacio dh exitencia de tm Bem nie cana todos os bens particulars, Cond, Aristecesconcebe enocia de um bem acima de odor of outos na mes em que os outros acl so subordinados Bn crane dos bens corrsponde i hernia dis ster, Asin o bem do ek "zategnta subordinado ao bem do palticn pois ae «get "8 vinndo a0 bom goveene da cade, ao paso que goto ‘overa viando fzer a gsr, exeeto una edade detec ‘minhada. Hi, poranto, um bem supremo, que se bara Proprio e que diz Aries, 2" felidade”eudimen 2‘? Porém, too bem se define com religfo wma “obra” én 4m) 0 bem da medicna com relgda 3 eta dos pacientes A flicidae, hem supremo para os homens define poi, Pela obra propria do homens, ou es agusls que ocaacte, "zs absoluamente ise €o ead do home wrtuona (cb irae, qu 6 pode angi o ead de plenitude repre ado pela iicidae realizando sun natures, que € se an “animal politico”. Cidade Ox bens externescomo 4 boa sade, foreaa et, bem como os bens do corp coi rater, so tes complementor paca flicidade, man ako constituem sta eéncia, a0 conrtio do que mora dat Pessous pen, ‘* Desde 3 Antigudide, uma querela divin os intéepetes Arise sobre 2 questo de aber se a lcdadehutaana onsta ma vids pte, o €.naexclénca cco poles oa ‘avid contemplatva ou vids “corte” Esta parece pone 2 caacterisicas da excelent: ela concerne ino prt ais. clevad,o intlecto (wd) els exige 2 menor quae de bens exterioes, ela nos aim ao se hi de mt ving to ‘univers oprimeizo motor inne No lve Vl das uli (capulo 3), Aristéelesprocurs econcia sid” te ‘a contemplative dizendo que ex tint nfo vem neces TANINT ‘arimenteacompanhath de inatvdade. Mat es spot nfo Grime completamente a queso, Bi roma Categoria Ges Kategoviabuerenyoota - Fe: Catégorie * 0 ser deer & a rede mss universal porque pode set auibudo a qulgoer abide mano tum goer ae Po. des ser a em pets Attlee come ge ss mpromes ee qo pod raenae ore wm ses Felden poder se buds mama seo a lead. As Capris, pont frm ade Baio Kegon hats ror gaa“ algas cosa 2 agua con" No juzo0 home ¢ ance" home fre kins tin stgor ds eb u ‘0 qu"anco ena de quae Ato gerient ‘enbecda deer concen ernst no “abet em ge slg gue eer tin nimer co © Activ, Si cla inca (omen), > quaniade Se i Si uae rc) eh, on (toc) otenpo (ont) pos (nda pout com sas ests). aro (ara) ps eer). ** Alomouse ques bs site ds ctor ee ua spc de reo sobre rain goa, Pei Te sclenburg conserva que a gait peels cegoria (ubtne, quae gen ls) coreponi 20 ome «so aetos, gua ims pose os ab) sr verbo a des ter ugar emo) lio Tamir de Agung a contrac ques congo, fo gers deer Et td na ener conor joe acter os nena cea nae isso ‘Eco. tm dcompoin cles dead ee ‘omponests elements ete tar rb one un pee sero como ode Atte oe fore moto to elisa"~ nfo pode spre frm Ge spaticagionem des gee dwn or tip dee do conn [Nese sents sobtinci se opde a tod as utas ategorias, pois ear do stribtos ou afeegdesdagula ‘6 dourina ds categoria 6 fundamental no penamnento de ‘Arineces,o que tor sinds mas lamentivel 0 fto de no dspormos de nenfiums informagio sobre o modo com efi chborad. Aristteles sempre considera com dada Por mcio del € posivel responder is ceca ds outs fosotas. Be {gee ocoree com or elestco comego da Fi (12-3) expli- ques les desemiboearam na ides de gue oer em de et ‘sno we foram levads a recur madara ea nome des ‘micdade, @ porque nio inham entendide que o ente “pode Ser duo de viens forms" Anis também com oF 3 ge seam todas as categoras no mesmo plano (Aad), Causa Ge: Aitigfatia,otionfattuow Fr: Couse * 0 substantive cia ¢ 0 adetivo neuso substansvado aon vim do adjetivo aia, ge,em gregoesobretudo ma lingua em jurdia, signa eesponsitel por” ou mesmo “clpado fe". etiologa aistoetica&, portant, a procure do que & responsive porta cois, uma propriedade, um estado de fo ete O conbecimenta da cats én da caries fandumenras da cic: ter um aber cient de um obje- to conhece ta cause Mas preciamente no slog n= tifico qu, a sua concusio, df o conheciment centiice da fois, 0 termo medio deve ser 3 exten dee cis, Tomemos por exemple 0 silogimo:todo corpo edate que ste uma n= terponiao da tra ene ele «0 01 Bsn expand, «hn sfc ‘ese tipo de inerposigo,poranto ala & elpsads 0 term :néio fer uma inerposgi) causa do endmeno ets ido, a aber, eclipse dala. ° Mas o que methorcaaceriza a exclogiaartoatica& que cla € plural causa pode Ser dita de vias formas, mais ek2- tamence de quate formas Ea fanose tora ds quuso caus FE causa responsive ~ de uma cota ail de que ea cosa 6 fein, por exempla.o bronze € cans dati é 0 que digo cams de “causa materia” rambém caus eséncts «aco, por exemplo.a lio namica enue 2e 1 eau dt ‘oitajes causa, que tem um patente coms Kei pla is, chamadn ec fora” pla trai “Agul spc ‘irdo que i principio de maudanga os de pose” segundo ‘expres vis vas epeta por Aries, 0 que dena. ‘minamos a "eiusa metora ou efcente)"o lego ai, 4 causa dale on do deceto.A parti dos eons, acai {ecient sera caualdade por exec, oso que tt ‘dua at época moderna Porn, ial” o fi fa) oa aque “em viva de ques side€ causa do paseo, ome, quando se perguss = slgiém por que et paseande, cle esponde que & para adgiir ow comerat de, ‘As quar cass podem se relacionar entre side divers it~ eis. Do mesmo objet hi viras aus ee, 0 bon 20 € 0 esausro So caus, mat ale como eats ater, este como casa motor, Pode haverrecprocidade:o ext io ema motor dase, de cata final do rerio. ‘Aviles acecent asim, xt obserapio desconcertant “a mesma coisa € por vezes casa dos contro” send © exemple que" plloto &, por sa presen, casa da sae uur do navio,aopasio que por sa auséncs,& caus de sua pend” (Fie 3, 19511). Ceres ea sh anteriores tou trasmacadeia alse a elago ene 2 © | @ causa (oral) ota. o mero também & cam mas ais anterioe Ari s6ieles dsingue também as caus por si das caus por ace ent: é por acideate que Policleto caus da ettu, 2 paso «que "exatirio”&caua por dido ser aciental gue o toe ‘also sea Polit, aa rites, descoberts das qua casas marca 0 pon te calminate da hia da lose segundo ele cata as quatro caus aritoedicas que os anges Buscavam de forma mais ou menos conscente. Essa devcoberta progressive das ‘gat cuss €apesenads num quad snpreendete no pri ‘ei lio da Mega, ‘6 Deis apes panicle imports dln sods deve er ainhados im poi agro os tae ins rms mim ge ea ance eto statement tes one Tanaee Deiter Semeeeg arene Cutreramenner matOgetah eccues esr mate Sadie mre os, Piirecheeeeet agree ee ee Sit mate ety eae earpiece eee Sree eres ie msc oe peepee eee tee ee Soar eee eee Secs ll ene aimee inne cee seeeariiteen ner r eee ee Rope eterhemeeae cer Sia iea ns me a eo pon panes se anism cos Siete ee ena fi, Ripe nanan erceaiemerr nmi meets See mara ek ere Sih ieee sae eee Site suetevntecier ro Pye eepeerartal rot rte Geta cage et Aristecleschama de“o port ito” (Psa 7, 198016), ‘ames iso no cso do eclipre edo sot ia 3 Cidade 6s Pilg — Fre Oe 1 A cidade & forma supra das socedades humans nat ‘as. Do ponte de visa "material ela €fornuda de povoudos, ‘ler meamos contd de aii, fm, que € us fe Tidade mis de linhager do que fia no sentido moderna do termo~ ela € ding por um chee que €2 um 6 tempo ‘pote, pa senhor de esevos~ sate a “necesidades de todos os dis, fndadas tod elas em dss necesdades nai "is fundumentasarepodueto ~ necesidade decria como uma tendéncia natura debar depos de si alguém seme~ Thane a"~e 2 altaguanla™ Eas xfer "conti" m0 seat emolégico do temo ~ ikon que ver de eka 2 familia, sigiia“relcionado com 2 administra fami lise” nfo represent por 56a ttalidade das tennis da racereza humans Hi, deft, ete os hamens, ums tend (a4 realzaio complet de sua humanidade angindo wn sao de pleninde que Aritétes corn ribs ous chara fe faidade eudanord) ou "bem vse” elt) (cf Ben). ** A xe reipeito,Arstees ado uma porgo que far dele © primeiro, sem diva 0 timo, verdadero pensador do pelio:os homens s6 podem obter ese bem veer no ibis ‘de uma cidade bem gorernads. Deft 0 homem mio &so- mente um ser de necesiades, Ele cr Arse, um ani~ imal politic por narrez.” (Polis |, 2, 125322) Por iso = cidade, que posible 3 reaizago completa da umanidade os homens, fn de todas a outes axociagbes humana Fim que 16 ve torma consent dle proprio depois de sas reslnago: Aruttcles nor mortra homens edifeando wma ‘dade como Gnico duno de satzer mahor suns necesi~ Sees (Yr ter” 1252429), que, de quebr, se eer int ride exer da felicdade A fide vem do exerci de uma virtade epecil a virode pollica, que 96 pode ser ‘ferwnda na vida comma de cdados gus mesmo que com ‘mandem ¢ obedesam akernadamente ~ a9 mbit dein ‘uigdes politica, Mas nem todos os homens relizam nua nacre politica So- ‘mente os gregostém ese prvi, or ono Scam sn ‘gio anterior do dsemotvment imac. Asteles scree ‘xo em termos de menor desenvalvimento Exc! o isbaros, assim como as mulheres eas cians, no dpem da exce- Fenci dis cpacidaes de dalibers ede decd O fundamen to timo do que soa para nés como ums tei de tom rita geogrifca No lvroVl das Pala, de aondo no, com ‘dele que podemos encontat em Pao e Hipsters ‘eles explica que o cla expe, ia insti, as di otis ios ds individson Or orienta por vivre nan ‘ima quent, eo intelectualmente sui mat corde «por tant, feitos para a eseravidfos ox acento corjosos mss ‘tipidos. Somente os gregostém a intliginca combinada ‘com coragem que os predispdem pana chan, ‘Sto ales que, quando boas, dseavovem a virade no compo os cidados. Or, as leis 6 serio Bouse a consuigdo or rea. De ft 2 leis depender da constiuigo, nio © coe tenio:determinada lei ~ que, por exemplo natu tna par= tha equitativa dos bent ert boa erm tm regime popular © ‘aim em um regime aristoeriico, Or, 2 mesina forma de vimento consderad tém um fon intantinen mas no tn omega. A continue Fundamental, no nivel conic 4 do movimento uniforme, eterno «crcl do primeite cu rodusido pelo prineito moor inva. Fiaea\.Vt Definigdo Gt: Horismés{Squo pds - Fe: Definition "A desing pn Aiaales uma esc de principio. Por= ‘amo para dedzir as propredadesexencins ¢ neces ( Aidt) dos objetos que esd ciaci se apo, ente OU. teas coissjem defined. ** Exstem, em Aritteles,visios tpot de definigio, © pri meio € o da definigi pursmente nomiaal,"por exempla, 0 que sgnicao trmo‘eriingulo™ (Squndos anal I, 10, 93530 filosofcamente fan, ee tipo nio Erato interes sant, Os outs tips cajo némero exit & dtd pelos co- rmentadors, tém um lence rotdatntediferene:adefinigio eno uma espe e em divide a principal especie de pin ‘pis da citi, 0 ad dos axionase dor posaudo. A se- nds “defnicio da defniio" €o dixcrso que mos 0 Porque” Aguia defini se apron muito de ua demons. ttaio~“como uma demorstapio" iz Artes, al ne ‘medida em que a demozstagso mona por que hi um clip se porque aterm se aterpie ene is ew sl 0 paso ques etna di o que elpe €~“o depaecnnento da lin devido3iterpsiio der. Mat existe um out po de defn, que € 2 concusio do Sogimo que demons 9 {que a cosa é0 slogiemo & por exemplossextingo do foe provoca um ruldo mar nuvens tovia 1 extingo de um foo nas muvens conclu, que érambéms define dese tipo. 9 wovdo é um rudo mas mavens. 5, por im, uma especie de Aefngio que se aplica a1 “edison hh enti formas «a exdncn sem demonstragin, Texts dh definite dos pit mek principe dat demonstagdes De certo modo, abuses das deinigdes & principal ato 4a céneia arittdin Em wm mand comporo dessin ‘ss ontolopiamenteasténomis a defini exbe a esénca o defnid, qu, coincdentemente, tab ta cvs prin ipa, 0 "porque Gkimn”, ‘Segundsanlbis1,10. Diatética Fes Dialectinue * Com Arinbelsa dsc pene a dignidade que ia al- {uid em Plato, No comeg® dos Tipo oat que Aris- ‘Gels dedicow 3 dale, embora el nfo sea imeditamente nomeads asim & defini" metodo que petits ne = logos part de opiniesaceitas sobre qualquer tera po otto, e também no dizer nada de contiio ana afimasio {que temos de defender” (, 100318). Anim eencoata defini 0 o quado formal ds dialcarobre wn prolera (pb na) excolhido, dos proagonias se enfrentam, gelaents Aine deterceizos que poderio ser tomados como thiton do bate O defndente prope uma tee qu osmicate post refit exabelecendo ima tee incompativel com aguels po ost pelo defendente Sea tes nial for posite, AriStles kz que o arguene “nf Se a tee incl for nega, cle “etabelece”. © micio de refitar esabeleer¢ 9 slog ‘ili, pois somente erica ula raiocnios ividon O ‘ciocinio erica 6 um rcioinio roti que elimi 3 téeia mum ponto particu, 2 pao que a sfitica pretends Passar por uma “sbedoria™. Ma a dedugtessiogicas da alca no se apoiam em premins verdad, coma # 0 «280 do logo centco, mas em opnides nodes po {ue compara por todo o manda, ou pea toaliade 0 imaiors dos flsofos, ou porque slo defentides por pe. _gueno mero de pensadores nodes por un 35 dele A Anca evar conto, parte depress parade “* Op contentadoreshesiara sobre o stats da diltics em ‘Aisles. Un viram nela una dpa de segunds ate- bora, até mesmo indigaa do lbsofoAlgins teas do staph ea levam dua pan moinho dele, come aqule que Els “os datos e dos sofa que adoram aspartic Sl sofia” (Meas F,2, 1004517). Ness eadigo # que Kant = inser consderando a dalétca uma lgica da taréncs, Ma outros imtérpreteseneegaram-sea una renvalagio da dle a, dando-the um lugar ceneal no ecto epaterolbgico ‘stoilico,Apoiamse, ene out extos, no Segundo ca tuto do lvo I dos Tepe, qu se pengunta para que serve 3 laléten Astle: Ihe designs es arf clase I ‘elect a rlagées com o outro ¢oF"ccahecmentos de cas ter ilosfieo”,sendo et ima fg asim expliesds por Acisttele“ quando form capaze de devenvaler ama di