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APOST. DE VESICULA

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TÉCNICAS CONTRASTADAS DA VESÍCULA BILIAR

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Algumas formas de apresentação da vesícula biliar.
Barreto Frígio. Oito

Saxofone

COLANGIOGRAFIA PRÉ-OPERATÓRIA OU INTRA-OPERATÓRIA.

COLANGIOGRAFIA OPERATÓRIA OU IMEDIATA: É feita durante a cirurgia, geralmente uma colecistectomia, com a injeção de contrate no ducto cístico e radiografias convencionais são realizadas com o uso de unidades de raios-x portáteis (com mA baixo).

O Fígado é se localiza n do abdome comunica co c através do C COLÈDOC a ele, encon
Cachimbo Pêra 3

INDICAÇÃO CLÍNICA:
Estenose biliar: É um estreitamento de um dos ductos biliares e alongamento do ducto biliar comum. Cálculos biliares PARA ESTE PROCEDIMENTO, DEVEMOS: - Usar roupas adequadas ao bloco cirúrgico; - Obter radiografias logo após o cirurgião ter injetado o contraste (de 8 a 15 ml) e dar o sinal de que o procedimento pode ser realizado. Não tocar nos “campos fenestrados”, pois os mesmos são estéreis. Peça ajuda ao médico ou à enfermeira que esteja usando luvas esterilizadas para levantarem os mesmos e coloque o chassi no local adequado (algumas mesas de cirurgia possuem os suportes de filmes ou no mínimo um espaço para colocá-los); Usar aventais de chumbo e se possível, fornecê-los à equipe de sala. - Fazer pelo menos 03 radiografias (cada uma após a injeção de contraste), uma em AP, outra em OPD ligeira (sendo a mais útil para afastar os ductos biliares da coluna vertebral) e uma em OPD.

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COLANGIOGRAFIA PÓS-OPERATÓTIA PELO DRENO DE KEHR (Dreno em T).
CONCEITO: É o exame contrastado das vias biliares, através da injeção de meio de contraste pelo dreno de KEHR. INDICAÇÕES: • Possíveis cálculos biliares a pós cirurgia.

CUIDADOS IMPORTANTE:
• • • • • • Causar luvas estéreis. Antes de injetar, drenar a bile. Ter o cuidado de para não injetar “ar” (para não se confundir com cálculos). Injetar lentamente. Geralmente se injeta uma faixa de 10 a 15 ml de contraste iodado hidrossolúvel. O exame está concluído, quando se observa toda as vias biliares e o duodeno contrastados.

POSICIONAMENTO.
• • • • REALIZAR UMA RADIOGRAFIA SIMPLES. INJETAR, E RADIOGRAFAR EM AP. INJETAR, E RADIOGRAFAR EM OPD. ATENTAR PARA CONTRASTAR TODA A ÁRVORE BILIAR E O DUODENO.

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COLANGIOGRAFIA TRAS-HEPÁTICA PERCUNTÂNEA. (CTP)
CONCEITO: A colangiografia Trans-hepática Percutânea (CTP) é outro tipo de colangiografia, que revela os ductos biliares. Ela também é geralmente realizada no departamento de radiologia, sendo mais invasiva do que as outras formas de colangiografia. Entretanto, dá ao radiologista mais opções no diagnóstico e ao tratamento de condições Biliares. RISCOS: Os principais riscos incluem. 1. Hemorragia hepática: Pode ocorrer hemorragia hepática ou extravasamento da bile para a cavidade peritoneal. 2. Pneumotórax: Como o fígado está próximo do hemidiafragma direito, a punção com agulha pode resultar em pneumotórax. Portanto, após esse procedimento, uma radiografia de tórax deve ser solicitada. 3. Escape da bile: Pode escapar bile para dentro da cavidade peritoneal, contaminando o tecido adjacente. Além do estudo dos duetos biliares, a CTP pode servir como um procedimento terapêutico para extrair cálculos ou descomprimir ductos dilatados.

PROCEDIMENTO: A Colangiografia, envolve a punção direta dos ductos biliares com uma agulha passando através do fígado. Uma vez dentro do ducto, é injetado contraste iodado sob controle fluoroscópico. Radiografias exploradoras fluoroscópicas e radiografias convencionais são feitas durante o procedimento. SUMÁRIO DO PROCEDIMENTO DA CTP. Embora a punção trans-hepática percutânea seja realizada pelo radiologista, o técnico de radiologia tem responsabilidades específicas. Essas incluem o seguinte: 1. Preparar o conjunto fluoroscópico. 2. Estabelecer a bandeja estéril e incluir a longa e fina agulha usada para o procedimento. (A agulha é do tipo Chiba ou "Skinny". Ela tem uma haste flexível que permite a fácil manipulação durante a punção.) 3. Selecionar e preparar o contraste. Determinar se o paciente é hiper sensível ao contraste iodado. 4. Providenciar aventais de chumbo para as demais pessoas na sala durante a exposição. 5. Tomar as imagens exploradoras apropriadas para verificar a posição e a técnica. 6. Monitorizar o paciente durante o procedimento. 7. Trocar os filmes fluoroscópicos conforme necessário. 8. Tomar radiografias do tórax após o procedimento se necessárias.

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