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Esclerose Lateral AmiotrÓfica

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ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA

Juliana Monique Lino Roseli Leal Vida

DEFINIÇÃO

A esclerose lateral amiotrófica é uma doença crônica, degenerativa e progressiva, que acomete os neurônios motores da medula espinhal, da porção inferior do tronco encefálico e do córtex motor. Sendo que sua manifestações vão depender do moto neurônio acometido.

Como diz o nome a esclerose lateral amiotrófica é o endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica)

ASPECTOS GERAIS

De etiologia desconhecida, costuma acometer o sexo masculino por volta da quinta década de vida.

FORMAS CLÍNICAS
  

Esclerose Lateral Amiotrófica (clássica); Paralisia Bulbar Progressiva; Atrofia Muscular Progressiva.

Esclerose Lateral Amiotrófica (clássica);

Leva a uma fraqueza progressiva; Inicia com fraqueza das mãos e com menos freqüência dos pés; Pode causar fasciculações; Pode causar disartria e disfagia; 50% vai a óbito 3 anos após os primeiros sintomas.

Paralisia Bulbar Progressiva;

Leva a disartria, disfagia, disfonia e dispnéia; Labilidade emocional; Óbito geralmente por complicações respiratórias.

Atrofia Muscular Progressiva.

Tem progressão mais lenta; Inicia com fasciculação, fraqueza e debilidade nas mãos, evoluindo para os braços, ombros e pernas; Sobrevida para a maioria dos pacientes é maior que 5 anos chegando até a 25 anos.

FISIOPATOLOGIA
DEGENERAÇÃO NEURONIOS MOTORES
GLIOSE DAS COLUNAS LATERAIS
DEGENERAÇÃO DO TRACTO CORTICO-ESPINHAL

REINERVAÇÃO DAS FIBRAS MUSCULARES

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Neurônio Motor Inferior:

Fasciculações, cãibras, fraqueza, atrofia e flacidez muscular. Espasticidade, hiperreflexia e Babinsk.

Neurônio Motor Superior:

Não há comprometimento visceral, intestinal, sexual ou sensitivo;

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
     

Fraqueza muscular lenta e progressiva em membros, tronco e músculos respiratórios; Perda de peso e dificuldade de deglutição; Raramente a musculatura ocular é afetada; Dor; Dispnéia; Incapacidade nas AVD’s.

TRATAMENTO

Independência;

Semi- independência;

Dependência.

OBJETIVOS GERAIS
           

Adequação de tônus Previnir a instalação de deformidades Manter ADM Manter força muscular Melhorar o controle motor Melhorar o equilíbrio Manter independencia física Ensinar técnicas de conservação de energia Previnir complicações respiratórias Manter força da musculatura respiratória Orientação familiar Melhorar qualidade de vida

OBRIGADA!! !

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