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Módulo básico de som automotivo.

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Curso básico de som automotivo


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A seguir você ira aprender conceitos importantes


sobre o som automotivo.

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Apostila criada e editada por Isaac Flora para venda exclusiva autorizada somente á “SMARTJOB” e “JOBLESS” vendedores do site
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Introdução.

O setor de eletrônica evoluiu bastante nestes últimos anos e hoje é o setor que mais cresce
em todo mundo. Devido a esta grande evolução tecnológica e a rapidez com que ela vem
acontecendo, está cada vez mais difícil ficarmos completamente atualizados e sem uma
especialização em certas áreas, esta situação é ainda pior. Dentro desta grande evolução, uma
das áreas que as industrias eletrônicas mais investiu, foi na área de som automotivo e hoje
podemos ver equipamentos sofisticados, que atendem a todos gostos e necessidades,
equipando veículos como carros, aviões, navios e até motos.
Foi observando e acompanhando todo este desenvolvimento, que decidi passar meus
conhecimentos adquiridos durante estes 16 anos de trabalho e estudo na área de instalação de
som já que, desde de meus 12 anos, eu trabalho com que sonorização de veículos e ambientes.
A intenção deste curso é passar informações técnicas e “macetes” de um modo bastante
básico e compreensível, deixando um pouco de lado os termos catedráticos e informações que
não serão úteis para o desenvolvimento do aluno pois, nossa intenção é que todos,
independente de nível social ou formação escolar, possam compreender o que é som
automotivo.
Espero que vocês, depois deste curso, possam executar trabalhos nestas área ou pelo menos
olhar o manual de um aparelho e saber o que ali esta escrito.

Bom estudo !

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O Multímetro
O Multímetro é um aparelho eletrônico de medições. Com ele podemos medir vários tipos
de valores e grandezas físicas como Amperagem, Voltagem, Impedância e outros. Com o
Multímetro podemos ainda, verificar se o circuito está aberto ou fechado. Sem o Multímetro,
a possibilidade de erros numa instalação elétrica aumenta consideravelmente.
Existem dois tipos de Multímetro o analógico(com ponteiro) e o digital(com display de
cristal líquido).
Dicas:
-Verifique periodicamente, se o seu Multímetro não está com mau contato nas pontas de
provas através de seu indicador sonoro.
-Nunca deixe o seu Multímetro digital ligado depois das medições pois, o consumo de
bateria nesta situação, diferente do que pensamos, é grande.

- Sistema elétrico dos automóveis:


Basicamente ao se movimentar, o automóvel transforma energia mecânica em energia
elétrica através do alternador e acumula esta energia nas baterias. Esta energia acumulada, se
divide em dois tipos energia negativa(-) e energia positiva(+). A parte negativa(-) da bateria é
conectada na lata através do cabo fita, ficando assim toda lataria do veículos aterrada e a
parte positiva (+) da bateria é conectada na caixa de fusíveis que tem a função de proteger o
dispositivos elétricos do carro contra curto-circuito através da queima dos fusíveis e distribuir
energia ao restante do veículo através de fios de menor secção.
Fios e cabos
Cuidados iniciais:
- Conectar o fio corrente da alimentação do sistema (Ver tabela de cabos) diretamente ao
polo positivo da bateria(+) junto com um porta-fusível ligado o mais próximo desta
bateria .Este porta-fusível tem a função de proteger o sistema de som e principalmente
o veículo em caso de curto-circuito, através da queima do fusível
- Ultilize fusíveis adequados para seu sistema. Para saber qual a amperagem do fusível
que você deve usar, faça o seguinte cálculo:
P= Potência RMS do sistema
Af= P x 2/12(Amperagem do fusível é igual a Potência RMS vezes dois divido por 12)
- Assegure-se de um bom contato, lixando todos os pontos de contato dos terminais.
- Os cabos de corrente e terra, devem ter a mesma bitola para um melhor fluxo de
corrente.
- Nunca passe os cabos RCA perto de cabos RCA para evitar ruídos .
- Conectar o fio Terra dos aparelhos diretamente á lataria do veículo. Para um melhor
aterramento e diminuição de ruídos o cabo deverá ser aterrado o mais próximo possível
- Evitar puxar qualquer fio relacionado a instalação elétrica original do veículo pois, os
veículos modernos possuem sistema elétrico mapeado e qualquer ligação irregular pode
prejudicar o veículo através de um mau desempenho da injeção eletrônica e até a
falsos alertas através do Check Control. Deve-se deixar a fiação do som totalmente
isolada e distante do sistema de injeção eletrônica do veículo para evitar interferências
no som.
- Se for possível, usar conectores banhados a ouro pois, o ouro é um dos melhores
condutores de energia que existe e além de melhorar a estética da instalação, evita
também a oxidação e consequente mau contato.
Cabos RCA
São cabos coaxiais, geralmente emborrachados, responsáveis pela condução do sinal de
áudio da fonte(CD/MD/tape) para aparelhos periféricos como os amplificadores,
equalizadores, crossover’s e outros. São cabos de alta sensibilidade e os grandes
responsáveis pela causa de ruídos e interferências em sistemas de som automotivos. Por
isso é importante considerar os seguintes cuidados com os cabos RCA:
1) Nunca passe os cabos RCA perto de cabos de tensão por isso, se possível, passe os
cabos RCA pelo centro do veículo ao lado do túnel do câmbio
2) Posicione os aparelhos de modo que ao conectar os cabos RCA, os mesmos não
cruzem ou passem próximos a cabos de tensão e seus pinos fiquem livres de contato
com qualquer superfície.

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3) Utilize sempre pinos RCA de boa qualidade para que se possa evitar mau contato e
curto circuitos.
4) Teste sempre os cabos RCA, antes da instalação, contra curto circuito através do
Multímetro.
5) Tenha preferência por cabos de dupla ou tripla blindagem.
6) Evite passar os cabos próximos a superfícies pontiagudas ou cantos afiados.
7) Aterrar o fio periférico que acompanha os cabos RCA pois, eles funcionam como
uma blindagem magnética e nunca ligá-lo ao fio da antena elétrica, como é comum a
muitos instaladores.

Tabelas.de.cabos.de.força
Verifique a corrente (em Ampères) que irá passar pelo cabo e o comprimento do mesmo a ser utilizado, depois é
só cruzar a linha do consumo com a coluna do comprimento do cabo para descobrir a seção do cabo.
Cabos de Alimentação
Corrente Elétrica Comprimento do Cabo (metros)
Seção do Cabo (mm²)
Consumo (Ampères) até 1 m 1a2m 2a3m 3a5m 5a7m 7 a 10 m
1 a 20 A 4.00 4.00 4.00 4.00 6.00 6.00
20 a 30 A 4.00 4.00 6.00 6.00 13.30 13.30
30 a 40 A 4.00 4.00 6.00 13.30 13.30 13.30
40 a 60 A 6.00 6.00 13.30 13.30 13.30 21.20
60 a 100 A 13.30 13.30 13.30 21.20 21.20 33.60
100 a 125 A 13.30 13.30 13.30 21.20 33.60 33.60
125 a 150 A 21.20 21.20 21.20 21.20 33.60 54.40
150 a 175 A 33.60 33.60 33.60 33.60 54.40 -
175 a 200 A 33.60 33.60 33.60 54.40 - -
200 a 225 A 33.60 33.60 54.40 - - -
225 a 300 A 33.60 54.40 - - - -
acima de 300 A 54.40 - - - - -

Caso seja utilizada bitola de seção inferior ao exigido, o cabo pode esquentar e até derreter. Se for utilizado
bitola maior, o projeto sairá mais caro portanto consulte a tabela e verifique qual é o cabo ideal:

Cabos para falantes


Potência do canal Impedância no condutor (ohms)
2 ohms 4 ohms 8 ohms 16 ohms
Watts RMS Corrente (A) Corrente (A) Corrente (A) Corrente (A)
20 / 40 5 3 2 1.5
40 / 60 6 4 3 2
60 / 80 7 5 3 2
80 / 100 7 5 3.5 2.5
100 / 120 8 6 4 3
120 / 140 8 6 4 3
140 / 160 9 6 4.5 3
160 / 180 9.5 7 5 3
180 / 200 10 7 5 3.5
200 / 220 11 8 5 4
220 / 240 11 8 5 4
240 / 260 11.5 8 6 4
260 / 280 12 8.5 6 4
280 / 300 12 9 6 4
300 / 400 14 10 7 5
400 / 500 16 11 8 5.5
500 / 600 18 12 9 6

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Após descobrir a corrente no condutor, verifique na tabela a baixo para descobrir a seção do cabo a
ser utilizado.

Cabos para alto-falantes


Corrente no Seção dos cabos
condutor (A) (mm²)
1 / 1.5 0.50
2 / 2.5 0.75
3 1.00
3.5 / 4 1.30
4.5 / 5 1.50
6/7 2.00
8 2.50
9 3.00
10 / 11 3.50
12 / 13 4.00
14 / 15 5.00
16 / 17 6.00

Tabelas.sobre.a.convenção.AWG
Consulta rápida AWG vs. mm²
AWG mm²
1/0 42 / 53
2 33.6
4 21.1
6 13.3
8 8.3
10 5.2
11 4.1
12 3.3
14 2.0
16 1.3
18 1.0
20 0.5
22 0.3

Baterias e alternadores
Muitas pessoas possuem o hábito de ouvir música, com o veículo desligado e em alto
volume por períodos prolongados. A conseqüência pode ser o descarregamento precoce da
bateria e sua posterior danificação, prejudicando assim o funcionamento do veículo.
Se o veículo possuir uma boa aparelhagem de som(acima de 350Watts), os cuidados
com o sistema elétrico devem ser redobrados. O mais aconselhável é a instalação de uma
super bateria e de um bom alternador que possua capacidade de recarga de no mínimo 2/3 da
capacidade máxima da corrente da bateria. Por exemplo: Se a bateria possuir 100 Ampéres
o alternador deve possuir aproximadamente 70 Ampéres/hora.

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Em casos extremos com potências acima de 600Watts RMS é necessária a instalação de


baterias suplementares, considerando sempre o uso de cabos de qualidade e bitola coerentes
ao sistema(ver tabela de cabos)
Veja abaixo os principais cuidados com sua bateria:
- Na hora de dar a partida no motor desligue o som, lanternas, faróis e ar condicionado
para não forçar a bateria.
- Não acione o motor de arranque por mais de cinco segundos. Se ele não pegar no
primeiro contato desligue a chave espere por mais dez segundos para que a bateria se
recupere.
- Verifique sempre o nível de água dos eletrólitos e use somente água destilada
para completá-los(em caso de baterias não seladas)
- Ficar sempre atento ao comportamento da luz-espia de ignição no painel do
veículo. Se ela acender a todo instante e seu brilho aumentar na mesma proporção da
rotação do motor, o problema pode ser o regulador de voltagem. Se ela piscar
constantemente, o problema pode estar na correia ou em alguma conexão frouxa.
- Solte periodicamente os terminais, lixe suas conexões e passe vaselina ou mel
para evitar eventuais oxidações.

- O Pre-pack:
É a fiação elétrica para instalação de som, original de fábrica, que acompanha os veículos
atuais. O Pre-Pack facilita muito a instalação de som nos veículos, evitando assim que muitas
partes do veículo venha a ser desmontada no momento de passar a fiação do som. Para
verificar a presença do Pre-Pack, basta retirar a tampa plástica do compartimento do tape nos
veículos e logo será visualizado um conector(geralmente preto ou marrom) com mais ou
menos uns 20 fios de diversas cores e sem nenhuma conexão.

Alto falantes: São os responsáveis pela resposta de som em um sistema. Sua função é
e transformar energia elétrica em energia acústica e sem eles seria imposs

IMPEDÂNCIA.
É a resistência que a bobina móvel oferece ao sinal de áudio, ou seja, o enrolamento da
bobina do alto-falante exerce uma resistência à passagem de corrente elétrica, dependendo do
material, do diâmetro e do comprimento do fio. Essa resistência é medida em Ohms. Quanto
mais fino e comprido o fio sua resistência será maior.

A impedância é importante para a adaptação do alto-falante à saída do amplificador, sendo


que as impedâncias de ambos devem ser iguais para evitar a perda de eficiência ou
danificação do aparelho.

Abaixo, seguem exemplos de “casamento” de impedância.


Neste tipo de ligação temos um amplificador alto-falante
perfeito casamento de impedância, 8 Ohms
com isso teremos um rendimento 8 Ohms
ideal do sistema.
amplificador alto-falante
Neste tipo de ligação temos o alto-
4 Ohms
falante com a impedância maior que 8 Ohms
a do amplificador, com isso
teremos um rendimento deficiente
do sistema, com perda de potência.

Aqui, temos o alto-falante com amplificador alto-falante

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impedância menor que a do
4 Ohms
amplificador. Teremos um 2 Ohms
rendimento comprometido do
sistema com danificação do
sistema.
Ligações de aparelhos
Quanto a ligações os aparelhos podem ser classificados basicamente em dois tipos, os de
conexão “Terra comum” e os de conexão “Terra Flutuante”. Os de “Terra comum” são os
mais simples pois, todos os fios convencionados negativos(-), como o terra e os negativos de
alto falantes, são unidos e ligados no fio terra do aparelho(geralmente preto).
Cabo positivo: A maioria dos aparelhos modernos vem com dois fios de conexão 12
Volts. Geralmente um laranja, que alimenta o circuito de memória, que deve ser ligado
diretamente ao polo positivo da bateria e um vermelho, que alimenta o funcionamento do
aparelho e deve ser ligado a um ponto 12Volts pós-chave de ignição. Mas em muitos casos o
cliente pede para ligar o fio de alimentação do aparelho(vermelho) a um ponto 12v direto da
bateria para que assim, ele possa funcionar seu aparelho sem ligar a chave do veículo.
Cabo Negativo:
Cabo Remoto: Geralmente de cor azul ou amarelo este fio é o responsável pelo
acionamento de aparelhos periféricos como módulos, equalizadores, antenas elétricas e
outros.

CaixasAcústicas
A primeira função da caixa acústica é isolar a onda frontal da onda posterior, no alto-
falante, que estando defasadas, tendem a se cancelar, principalmente nas freqüências baixas,
que possuem maior comprimento de onda.
A Segunda função que deve cumprir uma caixa acústica é dar ao alto-falante melhores
condições de trabalho, como um menor deslocamento do cone, e permitir que seja obtida uma
resposta de freqüência mais adequada.

A Caixa Acústica
Woofers e Subwoofers requerem para seu correto funcionamento, instalação dentro de
caixas acústicas adequadas às suas características eletro-mecânicas. A caixa acústica
permite ao alto-falante trabalhar em condições ideais, reproduzindo sons com eficiência e
qualidade, sem riscos de danos por excesso de excursão.
Uma caixa acústica corretamente calculada e construída, realça a performance do
woofer/subwoofer, aumentando a intensidade do som, a potência aplicável e a resposta de
transientes.
A Caixa acústica isola a parte dianteira da parte traseira de um alto-falante. Toda fonte de
áudio emite radiação sonora para frente e para trás, simultaneamente, mas com
polaridades diferentes, isto é, a onde que sai por trás do falante é inversa à onda que sai da
frente do falante ou simplificando, defasagem de 180 graus. Portanto como as polaridades
das propagações são opostas, fica impossível, sem a caixa, evitar o cancelamento de
ondas.

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Nas baixas freqüências, o cancelamento de ondas é ainda mais prejudicial à qualidade


final do áudio porque a propagação das ondas é extremamente difusa, superior a 180
graus. Portanto é o volume da caixa que determina a frequência de sintonia do sistema
"caixa-falante". Uma caixa acústica pequena demais jopga a frequência de sintonia para
cima, deformando a resposta fazendo o sistema gerar distorções e aumentando o risco de o
falante queimar
O cálculo da caixa acústica deve levar em conta os parâmetros Thiele Small do alto-
falante, bem como o resultado final que se deseja. Se você está procurando graves bem
pronunciados e até um pouco retumbantes, o tipo e o tamanho da caixa acústica e sua
sintonia são diferentes do que os adequados a uma resposta de graves potente porém mais
bem definida.

Além disso a performance de uma caixa acústica instalada dentro de um veículo, difere
substancialmente de seu comportamento em uma sala residencial. Por este motivo, caixas
acústicas calculadas utilizando softwares convencionais, apresentam resultados bastante
diferentes dos esperados, quando instaladas dentro de um veículo.

O interior de um automóvel pode ser considerado como um campo de pressão, cuja


tendência é de reforçar os sons graves, sendo este reforço tanto maior, quanto menores
forem o volume interno do veículo e a frequência reproduzida.

Os parametros básicos que você vai precisar pra calcular o volume de uma caixa são:
- Fs
- Qts
- VAS

- Xmax
- SPL
Saiba o significado de cada abreviação na página de Parâmetros.
Verifique os programas disponíveis na Internet para calcular o volume de sua caixa.
Existe vários tipos de caixas acústicas, a escolha de uma caixa acústica depende de sua
utilização. Para tanto deve-se levar em consideração as características de cada caixa.

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Closed Box (Selada)

 Excelente resposta a transientes

 principalmente para valores de Qtc inferiores a 0,7 situação em que a resposta de


graves é prejudicada ( F3>Fc )

 Resposta de frequência plana

 Baixa distorção em toda a faixa

 Pouco reforço em baixa frequência

 Utiliza alto-falantes de alta excursão. (por ter volume interno fixo a caixa evita
excursões exageradas do falante, diminuindo o volume em 15% é possível aplicar
até 30% a mais de potência)

 Suportam altas potências sem que se aumente o risco de danificar o alto-falante na


mesma proporção.

 Ideal para quem deseja um grave puro e profundo

 Bom para Pop, Dance, Heavy Metal e Rock.

 O volume da caixa Closed podem variar com os seguintes resultados:


- Volume menor:
Frequência de sintonia sobe;
Resposta de graves menos estendida, menos plana;
Graves mais acentuados;
Potência aplicável maior;
Som mais "duro", grave de ataque;

- Volume maior:
Frequência de sintonia desce;
Resposta de graves mais estendida (baixas frequências);
Resposta mais plana;
Potência aplicável menor;
Graves mais profundos e mais natural;

Vented Box (Dutada)

 Resposta de graves estendida

 Alto SPL

 Boa resposta a transientes

 Baixa distorção na frequência de sintonia

 Para quem deseja graves reforçados

 O duto permite acentuar a resposta de graves em torno da frequência de sintonia


Fb

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 Possui resposta transitória inferior à da caixa fechada.

 Permite muita frexibilidade de projeto, justamente pela variação de sintonia do


duto. Este tipo de sistema promove um ganho de cerca de 3 dB a mais que uma
caixa selada. Pode ser alinhada para uma resposta mais agressiva em baixa
frequência, atuando também no controle de excursão do alto-falante. O duto pode
possuir qualquer formato. A sintonia é feita através do volume total do duto,
também chamado de pórtico.

 Bom para Jazz, MPB, Clássico e Pop.

 A excursão do cone na frequência de sintonia Fb fica extremamente reduzida, e


cresce para frequências abaixo de Fb.

 O duto funciona como uma espécia de emissor sonoro, contribuindo de forma


significativa nas respostas de baixas frequências . O duto também faz com que o
deslocamento do cone seja reduzido, permitindo o uso de falantes de maior
sensibilidade ( cone de menor massa e bobina com enrolamento de menor altura =
conjunto móvel mais leve e eficiente).
Caixa Vented e Bandpass

Nas caixas vented e bandpass, tanto os volumes quanto as dimensões dos dutos são
críticas e não devem ser alteradas, sem cuidadoso recálculo. O diâmetro dos dutos pode
ser alterado, desde de que seu comprimento seja ajustado proporcionalmente. Quanto
maior for o diâmetro do duto, tanto maior deverá ser o seu comprimento.

BandPass

 Resposta de graves extendida

 Banda de frequência definida

 Boa resposta a transientes

 Alto SPL

 Alta potência

 Esse tipo de caixa acústica comporta-se como um filtro acústico passa faixa, sendo
do tipo radiador indireto ( o alto-falante não transmite diretamente).

 Possibilita a obtenção de rendimentos superiores ao de referência do alto-falante,


o que não acontece com as caixas do tipo radiador direto (caixa fechada, refletor
de graves, etc).

 Utiliza duas câmaras, onde a primeira envolve a parte de depressão do alto-falante


(traseira) e possui 2/3 do volume total da caixa. A segunda envolve a parte de
pressão (frente) e utiliza 1/3 do volume total. A primeira câmara estabelece o corte
FL (frequência de corte inferior) e a segunda o corte FH (frequência de corte
superior). Este sistema acústico possui uma resposta muito definida e agradável
nos graves, controlando muito bem a excursão do cone do alto-falante.

 Bom para todos os tipos de música.

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Isobaric Push Pull

 Neste tipo de caixa acústica dois alto-falantes trabalham com suas zonas de
pressão fechadas um contra o outro, ligados em oposição de fase. Enquanto o cone
de um dos falantes puxa, o do outro empurra.

 Possui resposta agressiva nas baixas frequências e utiliza alto-falantes de alta


fidelidade

 Esse sistema consistem em uma associação em série, acusticamente falando, de


dois alto-falantes idênticos. O alto-falante resultante terá os mesmos valores de Fs
e Qts, mas apenas metade do Vas, O resultado disso é que o volume Vb, exigido
pela caixa, cai pela metade, assim como o rendimento, que é a grande
desvantagem desse sistema. No caso da montagem isobárica push pull, a distorção
diminui, devido ao cancelamento proporcionado pela ação complementar das
bobinas, deslocando-se no campo magnético.

 Bom para Pop, Dance, heavy Metal e Rock.

Isobaric Pull Pull

 Dois alto-falantes trabalham, um "olhando" para a parte posterior do outro,


fechados entre si por uma pequena câmara, mas ambos em outra câmara selada ou
com duto. Este sistema promove ganho de SPL (nível de pressão sonora).

 Possui as mesmas propriedades do Iso Push Pull, exceto quanto a distorção. Alto-
falantes com orificio de ventilacao traseira não são recomendados para essa
aplicação.

 Bom para Pop, Dance, Heavy Metal e Rock.

Construção da caixa acústica

 - Volume: Calcular as dimensões da caixa, levando em conta suas dimensões


internas e também o volum eocupado pelo alto-falante. A fórmula para o cálculo
do volume de um cubo: Volume (litros) = [ altura (cm) x Largura (cm) x
Profundidade (cm) ]/1000
Para uma caixa trapezoidal : Primeiro deve-se calcular a área de um dos lados
paralelos trapezoidais, depois multiplique pela largura da caixa e depois divida por
1000

 Área do trapézio = [ ( base maior + base menor)/2 ] * altura


Volume da caixa trapezoidal (litros) = ÁreaDoTrapézio * largura / 1000

 - Forma: A forma geométrica de uma caixa acústica pode influenciar em sua


resposta de frequência e rendimento. Isto ocorre devido à formação de ondas
estacionárioas, as quais provocam defasagens e cancelamentos de frequências.
Para evitar a formação de ondas estacionárias, devem ser evitadas medidas iguais

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ou múltiplas para a altura, largura e profundidade e se possível utilizar paredes não


paralelas. Podemos citarr como exemplo uma caixa do tipo cubo. Esta não seria
uma boa caixa, já que possui ângulos iguais e paredes paralelas. Já na caixa
trapezoidal estaria próxima ao ideal.

 - Reforço: Para funcionamento adequado, as paredes da caixa acústica devem ser


rígidas não devendo vibrar devido às altas pressões internas geradas pelo alto-
falante O uso de materiais antiruídos e reforços internos unindo painéis opostos
ajudam a manter a boa estrutura da caixa. Assim a caixa acústica final deve ser
extremamente sólida.

 - Madeira: Recomenda-se utilizar aglomerado de média densidade (MDF) ( ou


aglomerado ou compensado) com espessura mínima de 15mm. Uma caixa ideal
deve ser construída com material que tenha bons níveis de absorção,
amortecimento e isolamento acústicos. Caixas moldadas em fibra de vidro ou
qualquer outro tipo de resina, além de faltar amortecimento, elas vibram com mais
facilidade.

 - Vedação: A vedação da caixa é um dos ítens mais comprometedores para um


bom funcionamento da caixa acústica. Para que isso possa ser evitado, deve-se
utilizar silicone nos cantos onde possam existir vazamentos. As juntas devem ser
colocadas e aparafusadas e deve-se aplicar internamente um filete de borracha de
silicone para obter perfeita vedação. Deve-se também utilizar massa de calafetar
ou guarnição de espuma de borracha entre o alto-falante e a caixa acústica para
evitar vazamentos de ar.

 - Forração: Objetivando minimizar reflexões do som internamente e ressonâncias


internas, pois estes aumentam o fator de amortecimento da caixa, ela deve ser

 totalmente revestida em seu interior com lã de vidro de baixa densidade ou espuma


de poliester.
A função do revestimento interno é aumentar o fator de amortecimento do gabinet,
para que não sejam introduzidas colorações e distorções provocadas por ondas
estacionárias. O revestimento interno melhora muito a condição de filtro da caixa
acústica, para algumas frequências, mas cada sistema acústico possui as suas
peculiaridades, quanto ao tipo e quantidade de material fono-absorvente. O
revestimento interno também contribui para graves mais perfeitos e timbres mais
suaves, mas introduzem perdas de energia acústica.

 - A superfície externa da caixa pode ser pintada ou revestida com carpete.

 - Devido ao alto peso de alguns alto-falantes, a fixação à caixa acústica deve ser
feita com parafusos auto-atarrachantes de diâmetro e comprimento adequados e
em número igual aos furos existentes na carcaça.

 - A caixa de um SubWoofer pode ser colocada em qualquer lugar do veículo


devido à propriedade não direcional das baixas frequências. No entanto o alto-
falante ( ou duto, no caso de caixas vented ou band-pass) deve manter uma
distância mínima de 5cm de qualquer material que possa obstruir a passagem de
som

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GLOSSÁRIO
 Excursão: - Movimentação positiva e negativa da bobina/cone.

 Resposta a Transientes: - Capacidade do alto-falante em retornar a sua posição


anterior, o mais rápido possível após a interrupção do som.

 Thiele-small: - Parâmetros de um alto-falante necessários para a construção de


uma caixa acústica. Esse é o nome de duas pessoas que criaram estes parâmetros
para alto-falantes o Thiele e o Small.

 MDF: - Aglomerado chileno, madeira de composição rígida.

 Ondas Estacionárias: - São ondas qe se formam devido ao uso de paredes


paralelas e ângulos iguais, as quais causam defasagens e inversões de fase, dentro
da caixa acústica.
Amplificadores
São aparelhos destinados a aumentar a potência do sinal de áudio. Sem eles o som se torna
indefinido e
Booster: São módulos amplificadores convencionais

EM QUE CONSISTE A LIGAÇÃO em BRIDGE?


- Consiste em ligar o positivo do SubWoofer na saída positiva do canal esquerdo e o
negativo do SubWoofer na saída negativa do canal direito, ou vice-versa.
- Essa ligação não é aceita em módulos do tipo Booster.
- Em alguns amplificadores é necessário mover chaves e configurar crossovers. Verifique
sempre seu manual.
- Assim você tem uma saída mono com cerca de 3 vezes mais do que numa ligação comum.
- A maioria dos amplificadores aceita uma mínima impedância de 4 Ohms nesta ligação,
mas em alguns amplificadores, chamados de alta corrente, podemos ligar uma associação
de SubWoofer com 0,5 Ohms podendo chegar até 10 vezes mais de potência fornecida
pelo amplificador comparado a uma ligação comum em 4 Ohms (caso do Áudio Art.
100HC).
- Em alguns amplificadores como o 4.6x da Rockford Fosgate é necessário inverter a
polaridade do SubWoofer caso esteja utilizando crossover pass-alta para os falantes da
frente e passa-baixa para o SubWoofer.
- Verifique sempre o manual do amplificador para se certificar se ele aceita este tipo de
ligação e como fazer a correta ligação em modo Bridge.

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O Som e o Alto – Falante


Definição de som
Define-se como som qualquer variação de pressão do ar capaz de sensibilizar o ouvido
humano, excitando os nervos auditivos, causando-nos a sensação que conhecemos por
audição.
Produção e Propagação
Qualquer elemento em vibração pode produzir som, que se propaga através de meios
elásticos (sólidos, líquidos e gases), capazes de transmitir as vibrações físicas da fonte sonora.
Essas vibrações se espalham por todas as direções, a partir do ponto de onde são produzidas,
Os sons de freqüência agudas são mais direcionais que os de freqüências graves

Mecanismo de Audição
O ouvido humano é o órgão responsável pelos sentidos do equilíbrio e da audição. As
vibrações do meio elástico que incidem em nossos tímpanos são transmitidas através de um
sistema de ossos (martelo, bigorna e estribo), que excitam uma membrana que comprime e
descomprime um fluído dentro da cóclea. Este órgão é dividido em três seções, responsáveis
pelo reconhecimento das diferentes freqüências. A movimentação do fluído causa a excitação
de várias células, chamadas de células ciliadas, que geram impulsos ao nosso cérebro,
causando-nos a sensação do som.

Velocidade de Propagação do Som


No meio ar e com temperatura normal (22º C), o som se propaga com a velocidade de 343
metros/seg. A velocidade aumenta com a temperatura.
Propriedades Físicas do Som
FREQUENCIA: É o número de ciclos que ocorrem em 1 segundo. A freqüência é o que
determina se o som é mais grave ou mais agudo, ou seja, é ela que determina o tom. Quando
maior a freqüência, maior é o tom. A freqüência pode ser medida por um frequencímetro e o
valor é medido em Hz.
INTENSIDADE: Está relacionada com a amplitude das vibrações que atingem nossos
tímpanos. Quanto maior a intensidade, maior a pressão sonora e maior a sensação de som.
Pode ser medido com um decibelímetro e o valor é dado em D.B. (decibel).

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Freqüência de Refração
Quando o som encontra uma superfície, parte de sua energia é refletida de volta, parte
é absorvida e outra parte atravessa a superfície pelo efeito de transmissão. Quanto mais lisa a
superfície, maior o grau de reflexão, e inversamente, quanto mais porosa, maior a absorção.
Para o isolamento acústico, conhecido tecnicamente por perda de transmissão, é necessário
material de alta densidade para se conseguir bons resultados em baixa freqüência, onde a
energia acústica envolvida e o comprimento de onda são maiores.

Quando a onda sonora atravessa uma determinada superfície, esta pode mudar de
direção. Este fenômeno é chamado de refração.

Freqüência Audíveis
As fontes sonoras podem produzir freqüências muito baixas e muito altas, mas só
podemos ouvir os sons contidos entre 20 Hz e 20000 Hz.

Sensibilidade Auditiva
Nossa sensibilidade varia com a freqüência e com a intensidade. Nosso sistema
auditivo é menos sensível com freqüência muito baixas e muito altas.

Efeito Binaural
É a propriedade que nos permite determinar a direção do som que ouvimos. Deve-se
ao fato de termos dois ouvidos, atuando de duas maneiras: pela diferença de tempo da
chegada da onda sonora em cada ouvido, e pela diferença de intensidade do som recebida em
cada um. A primeira maneira funciona melhor para freqüências abaixo de 3000 Hz. A
segunda maneira é preferível para freqüências altas, pois a cabeça consegue bloquear essas
freqüências, fazendo com que a onda sonora entre apenas pelos nossos ouvidos, ao contrário
das freqüências baixas, que se transmitem através dos ossos da cabeça, e conseguem
movimentar o fluído dentro da cóclea, excitando assim as células ciliadas, impossibilitando o
reconhecimento da direção, principalmente das baixas freqüências, que contém maior energia
e possuem maior comprimento de onda.

Ondas Estacionárias
Quando uma onda sonora incide perpendicularmente sobre um plano sólido, esta é
bruscamente bloqueada, e uma onda é refletida e devolvida no sentido oposto. Esta Segunda
onda, por sua vez, poderá repetir o efeito na parede oposta, resultando em uma onda
estacionária
Este efeito é mais prejudicial em ambientes pequenos e médios, sendo o principal motivo
determinante para que ambientes com atividade sônica, tais como estúdios de gravação e salas
de audição, não devam possuir paredes paralelas.

Acústica
Acústica é a ciência que estuda a interação e o comportamento do som com os meios,
edificações, objetos, ar, etc. O conceito de boa e má acústica está relacionado principalmente

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com o tempo de reverberação, levando-se em consideração o tipo de atividade sônica que será
praticada.
Tempo de Reverberação (Rt60)
Tempo de reverberação de um ambiente fechado é o tempo que o som leva para
decrescer em 60 D.B., a partir do instante em que a fonte de som cessa, sendo o tempo que um
determinado som persiste em um ambiente fechado. Tempos de reverberação longos levam a
sons confusos e pouco inteligíveis, e quando muito curtos os sons ficam extremamente
desarticulados e sem vida. Existem valores ideais de tempo de reverberação para diferentes
tamanhos de ambientes, levando-se em consideração a atividade, música, locução, etc.

Distribuição da Energia Acústica/de Potência


A energia acústica deve ser distribuída de forma homogênea e deve haver equilíbrio
entre as freqüências ao longo do espectro audível. As baixas freqüências necessitam de mais
potência elétrica do que as freqüências médias e altas.

EQUIPAMENTOS
Mesa de Mixagem
Unidade que reúne controle de nível e controles tonais. Este aparelho processador é
muito importante, pois é responsável, também, pelo timbre do som, influenciando,
sensivelmente, na qualidade final. Esta reúne vários canais de entrada, com saídas de grupo e
subgrupo. Possuem equalizadores de vários tipos, entradas para efeito geral e individual. Sua
função principal é controlar cada programa individualmente e mixar todos da forma mais
equilibrada possível.
Equalizadores
Equalizar significa tornar igual. Em áudio é a técnica de atenuar ou reforçar faixas de
freqüências que sofreram alterações provocadas pela acústica do ambiente ou por deficiência
do sistema.
alto-falante Eletrodinâmico
O alto-falante eletrodinâmico é um transdutor que transforma energia elétrica em
energia acústica. O alto-falante é um equipamento elétro-mecâno-magnético, que possui um
bobina móvel feita por um fio condutor, geralmente de cobre, a qual fica imersa em um imã
de polaridade permanente. Ao circular a corrente alternada pela bobina, gera-se uma força
dinâmica, provocando o deslocamento de conjunto móvel, bobina e cone, que originam
pressões e depressões no ar. Essas variações de pressão chegam aos tímpanos de nossos
ouvidos, causando-nos a sensação da audição. As freqüências baixas são melhor reproduzidas
por alto-falantes de maior diâmetro, que requerem maiores níveis de potência para serem
excitados plenamente, deslocando grandes volumes de ar; já as freqüências altas utilizam alto-
falantes de pequeno diâmetro, que exigem menor potência e deslocam diminutos volumes de
ar.

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Resposta de Freqüência .

É a curva característica da pressão sonora do alto-falante em relação às freqüências


audíveis, medida com a mesma potência nominal, nas freqüências de 20 a 20000 Hz.
Analisando-se a curva de resposta de freqüência, pode-se determinar qual a melhor faixa de
trabalho para um determinado alto-falante.
-

SOM AUTOMOTIVO
Tipos de Alto-falantes Eletrodinâmicos.
SUBWOOFER:
Os alto-falantes do tipo subwoofer são projetados para reproduzir as freqüências
extremamente baixas (de 20 Hz a 120 Hz). Suas características são as seguintes:
- Borda flexível (espuma, borracha, etc.)
- Alta excursão
- Freqüência de ressonância baixa
- Bobina mais longa que do woofer

TIPOS DE SUBWOOFER:
SUBWOOFER FREE AIR: Para utilização em sistema de bafle infinito, ou seja, instalação típica
em tampão, onde a carga acústica aplicada é pequena ( grandes volumes ), excursão bem
controlada e Qts alto. O subwoofer do tipo Free Air também permite a utilização em caixas
acústica.

WOOFER:
Estes alto-falantes são projetados para reproduzir freqüências graves (de 20 Hz a 500 Hz),
mas na faixa de 20 Hz a 120 Hz, os woofers não possuem tanta eficiência, daí a necessidade
dos subwoofers. Normalmente os woofers respondem além dos 500 Hz, e a grande maioria
chega aos 3.000 Hz e são muito utilizados em sistemas de duas vias, em estúdios de gravação
e caixas “High End”, no sistema Vented Box. Suas características variam muito, como
seguem:
- Utilizam todos os tipos de borda (espuma, borracha, tecido resinado,
papel, etc.).
- Possuem excursão variada, desde baixa até média excursão.
- Comprimento da bobina, normalmente, menor que a do subwoofer.
MID BASS: Para ser utilizado em tampão ou lateral. Possui Vas baixo, excursão
controlada e freqüência de ressonância mais alta que os subwoofers. Podem utilizar borda
flexível ou “borda-seca”.

MID RANGE: São destinados à reprodução das freqüências médias, compreendidas


entre 250 Hz e 5.000 Hz. São fabricados em três tipos:
- FECHADO: utilizam cones de diversos materiais, e possuem a carcaça
fechada, geralmente com resposta de freqüência de 700 Hz a 5.000 Hz, em 4 e 5
polegadas de diâmetro.
- ABERTO: utilizam, também, cone de diversos materiais e possuem
carcaça aberta, resposta de freqüência de 150 Hz a 5.000 Hz, em 3, 4 e 5 polegadas
de diâmetro, e possuem um timbre mais agradável que os do tipo fechado.
- DOMO: este tipo utiliza, ao invés do cone, um diafragma que varia de 1
até 3 polegadas de diâmetro. Seu material pode ser mylar, borracha, poliéster ou
tecido resinado, e não conseguem respostas baixas como a do médio aberto.
Respondem de 700 Hz a 7.000 Hz e possuem dispersão sonora menos direcionais
que os médios de cones. Sua utilização maior se dá em caixas acústicas
residenciais de quatro vias.
TWEETER: São destinados à reprodução dos agudos, de 3.500 Hz a 20.000 Hz, e para uso
automotivo, possuem três tipos:

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- CONE: É o mais comum. Utiliza cone de papel, possui dispersão sonora


bastante direcional.

DOMO: Utilizam diafragma de mylar, borracha, poliéster, alumínio, titânio, etc. São
menos direcionais que os de cone e possuem um timbre melhor.
PIEZO: Utilizam diafragma geralmente de mylar e não são do tipo eletrodinâmico. Utilizam as
propriedades físicas do cristal piezo para excitar o diafragma, são mais sensíveis, possuem um
timbre mais agressivo e menor definição.

Cuidados Gerais com Caixas Acústicas.


CUIDADOS GERAIS:

- Os parafusos utilizados para a fixação devem ser os do tipo Philips, pois ao escapar a
chave, estraga-se a cabeça do parafuso e não o cone do alto-falante.
- O toque final nos parafusos deve ser dado de forma oposta entre si, para não
provocar empenamento na cabeça.
- Deve ser utilizado algum tipo de desacoplamento entre a carcaça e o painel de
fixação do gabinete, tais como, massa de calafetar, espuma adesivada, etc.
- É necessário certificar-se de que quando forem instalados conectores de ligação na
caixa acústica, estes não provoquem vazamento, para tanto, recomenda-se o uso de massa de
calafetar, por dentro, na região do conector.
- Ler atentamente o manual do fabricante do alto-falante e em caso de dúvidas,
consultar o fabricante, antes de iniciar a construção do seu sistema.

Domínio das Freqüências.


As freqüências audíveis podem ser divididas em quatro faixas, e são nelas que
devemos trabalhar em sistema de som automotivo. O automóvel é um “ambiente” muito
ingrato, acusticamente falado, possui baixa perda de transmissão acústica, promovida através
da lataria e seus agregados, ou seja, parte do som produzido dentro do automóvel é
transmitido para fora, principalmente as baixas freqüências, e internamente possui excessiva
quantidade de materiais absorventes acústicos, que trabalham na faixa de freqüência de 125
Hz a 20.000 Hz. O efeito da absorção é a troca de energia acústica em calor, promovendo
perda de pressão sonora. Estes problemas, somados aos ruídos do veículo e aos ruídos de
fundo externos, fazem do automóvel um ambiente de difícil sonorização.

INFLUÊNCIA DA ACÚSTICA DO AUTOMÓVEL NOS ALTO-FALANTES:


DOMÍNIO DAS FREQUENCIA :
de 20 Hz a 120 Hz Subwoofer Faixa A
de 120 Hz a 250 Hz Mid Bass Faixa B
de 250 Hz a 5.000 Hz Mid Range Faixa C
de 5.000 Hz a 20.000 Hz Tweeter Faixa D
Para a separação dessas faixas de freqüência são necessários divisores de freqüência
do tipo passivo ou ativo.

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Divisores de freqüência Passivos
São aqueles que utilizam Capacitores e indutores, e não são energizados por rede
externa. Utilizam os princípios físicos dos componentes para realizarem a filtragem. São
ligados entre a saída do amplificador e aos terminais de entrada dos alto-falantes.
TIPOS DE DIVISORES DE FREQUENCIA PASSIVO
Low Pass – Passa Baixa : aplicados em subwoofer.
-

High Pass – Passa Alta: aplicados em mid ranger tweeter.


Band Pass – Passa Banda: aplicados em mid bass e mid range
-

Divisores de Freqüência Ativos


São aqueles constituídos por um circuito eletrônico. Trabalham com a rede VCC do
automóvel. Possuem os pontos de corte variáveis e controles de nível de saída em cada via de
freqüência, são ligados entre a saída de sinal do toca-fitas ou CDs e o amplificador de
potência. Necessitam de um amplificador para cada via de freqüência.
Parâmetros de Sistemas de Som Automotivo
LOCALIZAÇÃO DOS ALTO-FALANTES:
Existem princípios básicos para a localização dos alto-falantes como se segue:
- Os Tweeter e Médios devem ficar o mais próximo possível entre si, pois a parte da
voz e de alguns instrumentos, são produzidos pelo Tweeter e pelo Médio, e portanto se
estiverem muito separados fisicamente, seria como se uma cantora estivesse cantando ao
mesmo tempo em dois lugares, tecnicamente se diz, neste caso, que a imagem acústica é
pobre.
- Nos automóveis não é possível obter os graves da faixa de subwoofer na frente do
veículo, com raríssimas exceções. Esta particularidade se deve ao fato dos automóveis não
possuírem habitáculos com grandes volumes, nas suas áreas frontais e pequenos volumes
geram F3 alto, no que poderíamos chamar de sistema acústico final formado através do
habitáculo original do veículo, fazendo com que o alto-falante trabalhe muito acima de sua
freqüência de ressonância, não conseguindo reproduzir os graves abaixo de 120 Hz.

Portanto, na área frontal do carro (portas, laterais, etc) deve-se utilizar medidas de alto-
falantes iguais aos originais, buscando as faixas de freqüências de Mid Bass, Mid Range e
Tweeter.
- Quando o local de instalação dos alto-falantes na área frontal do veículo for
utilizada para as faixas de freqüências médias e altas (Mid Range e Tweeter), estes
devem ser direcionados para o centro geométrico do teto, pois estas são freqüência
direcionais, e portanto, devem ser voltadas para o ouvinte.

- A faixa de Subwoofer deve ser coberta por alto-falantes adequados, instalados geralmente
na região traseira do veículo, em caixa acústicas no porta-malas ou em tampão. Desta forma
se instalados corretamente, as baixas freqüências se espalham por todo o carro, sem “puxar”
para trás a imagem acústica, pois as freqüências contidas na faixa de Subwoofer não são
direcionais

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jetivo do curso: Formar o aluno de forma teórica e prática para que ele possa montar
sistemas de som em veículos com segurança em qualquer circunstâncias, sempre que atingir
de uma forma ou de outra o que fora passado no programa.

Conteúdo do curso:
- O Multímetro.
- Sistema elétrico dos veículos.
- Componentes de sistemas sonoros:
- Tapes,
- CD’S,
- Magazines,
- Equalizadores,
- Módulos de Potência,
- Crossover,
- Processador de Sinal,
- Subwoofer,
- Tweeter’s,
- Mid ranger,
- Mid Bass,
- Coaxiais
- Triaxiais
- quadriaxiais,
- Tipos de emendas, tomadas, conectores
- Alimentação de aparelhos: Terra, corrente
- Ligações de alto falantes: Soldar corretamente, terminais, paralelo, série
e série-paralelo, curto-circuito, mau contato
- Ligações de tweeter’s
- Instalação do tape: Terra comum, saídas BTL, fio antena
elétrica/remoto, fio de iluminação(Night desing), Alarme(Pioneer),
- Tipos de antena:
- Ligação da antena
- Secção de cabos: Tabela
- Cabeação: Separação RCA X Corrente,
- Instalação de módulos Booster
- Instalação de módulos Mosfet: Ligação Bridge, estéreo, Mixing mono
- Tipos de vedantes e colas
- Fixações: Parafusos, pregos, arrebites, colas
- Tipos de materiais e seus usos: Carpete, corino, courvim vidro, acrílico,
MDF, compensado, duratex, fibra de vidro, massa plástica
- Caixas acústicas
- Laterais
- Tampões
- Porta-malas
- Dutos de Transmissão
- Dicionário Técnico
- Filtros
- Capacitores
- Crossover
- Iasca
- Usac
- Campeonatos
- RMS X SPL

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Tabela para uso de capacitores e bobinas

Freqüência 2 ohm 4 ohm 8 ohm


Hertz L C L C L C
80 4.1mH 1000uF 8.2mH 500uF 16mH 250uF
100 3.1mH 800uF 6.2mH 400uF 12mH 200uF
125 2.5mH 640uF 5.0mH 320uF 10mH 160uF
150 2.0mH 530uF 4.0mH 260uF 9.0mH 130uF
200 1.6mH 400uF 3.5mH 200uF 6.8mH 100uF
260 1.2mH 300uF 2.5mH 150uF 5.0mH 75uF
400 0.8mH 200uF 1.6mH 100uF 3.3mH 50uF
600 0.5mH 140uF 1.0mH 70uF 2.0mH 35uF
800 0.4mH 100uF 0.8mH 50uF 1.6mH 25uF
1000 0.3mH 80uF 0.6mH 40uF 1.2mH 20uF
1500 0.2mH 50uF 0.4mH 25uF 0.8mH 13uF
2000 0.15mH 40uF 0.3mH 20uF 0.6mH 10uF
3000 0.10mH 25uF 0.2mH 13uF 0.4mH 6.6uF
4000 0.08mH 20uF 0.15mH 10uF 0.3mH 5uF
5000 0.06mH 16uF 0.12mH 8uF 0.25mH 4uF
6000 0.05mH 13uF 0.1mH 6.6uF 0.20mH 3.3uF
8000 0.04mH 10uF 0.8mH 5uF 0.16mH 2.5uF
10000 0.03mH 8uF 0.06mH 4uF 0.12mH 2uF
L = Indutor (bobina) ; C = capacitor despolarizado
valores dados em "miliHenry" e "microFarads"

Entendendo um teste de sistema sonoro:


(Um breve resumo utilizando o CD de teste da Iasca) - Revista Som&Carro

- Ruído do sistema. O teste é feito com o volume no mínimo e no máximo, usando CD (faixa 26 do
CD Iasca) ou fita cassete com um sinal de 0dB, ou seja, sem gravação nenhuma.
- Ruído do motor. Com o motor ligado, é usada a mesma faixa do CD ou fita cassete. Também são
testados vidros, elétricos, faróis, piscas, antena elétrica, teto solar elétrico, buzina e qualquer outro
dispositivo que use energia elétrica e possa interferir no sistema de som.
- Qualidade de Instalação. neste teste são analisados três aspectos: segurança da instalação na
parte de fiação de áudio, integração (combinação) de acabamento entre a instalação com o veículo e
a praticidade no uso do carro.
- Qualidade de som. Entre 87dB e 90dB, são ouvidas as músicas oito, nove, dez, onze, quatorze e
quinze do CD da Iasca. Leva-se em consideração os seguintes aspectos:
Largura, altura e profundidade de palco. Na largura, o som deve se propagar de uma coluna à
outra, de acordo com o tamanho do carro. Na altura, o som deve atingir o nível da pessoa, no
nível do ouvido. Na profundidade, o som deve sair na altura do painel ou na frente do pára-brisa,
como se uma orquestra estivesse sobre o capô. Quanto mais profundidade melhor;

Imagem acústica. Ter a sensação de que todos os instrumentos estão diante de si, posicionados
como indica o mapa do Cd da Iasca;

Linearidade de som. Uma faixa do CD tem voz feminina contando até dez. Um dos consultores
conta simultaneamente, e o outro regula o som no mesmo volume da voz do companheiro. Daí é
feito o teste, com o CD tocando em três volumes diferentes. Em seguida, é verificada a harmonia
do sistema e se há distorção. O som deve ser estável nos três níveis;

Separação de freqüências. Como trabalham o subwoofer, o mid bass, o médio, o tweeter, etc.
Verifica-se o desempenho de cada tipo de alto-falante, se estão cumprindo suas funções.

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LIMPEZA
- CD Players: Sua lente deve ser limpa a cada cinco mil horas ou em média a cada um ano.
Utilizando apenas um cotonete seco, sem nenhum produto químico, tome cuidado pois é
um componente muito frágil.
- CDs: Não manuseie se estiver com as mãos sujas ou transpirando, Para limpá-los é
aconselhável usar apenas uma flanela seca.
Sabe aquela cola que ficou do adesivo de papel que você arrancou do seu CD? Para tirá-lo,
use um algodão embebido no óleo vegetal, aquele da cozinha, isso mesmo, aquele óleo que
sua mãe ou esposa utiliza para frituras. Vá esfregando que a cola vai desgrudando do seu CD,
depois é só limpar com um papel o excesso de óleo.
- Toca-fitas: Quando o som ficar abafado, limpe o cabeçote com um cotonete embebido em
álcool isopropílico. (álcool com baixo teor de água). O álcool comum pode oxidar as
partes metálicas.
- Frente dos aparelhos: É recomendado não usar produtos químicos na parte externa do
rádio. A limpeza deve ser feita apenas com flanela, cotonetes ou pincel, sempre secos.
Utilizando essas dicas seu aparelho terá uma vida mais sadia.

Espero que você tenha gostado do nosso projeto!


Muito obrigado pela preferência, e fique atento, pois sempre
estaremos lançando novas apostilas, cursos e tutoriais
para vocês, Valeu!

Tutorial desenvolvido por Isaac Flora.


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