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Prof. Eng. T.R. Rodrigo C Souza
Prof. Eng. T.R. Rodrigo C Souza
Prof. Eng. T.R. Rodrigo C Souza
Prof. Eng. T.R. Rodrigo C Souza
Prof. Eng. T.R. Rodrigo C Souza
Prof. Eng. T.R. Rodrigo C Souza
As imagens por Raios-X são formadas por diferença de atenuação dos fótons da radiação ao

As imagens por Raios-X são formadas por diferença de atenuação dos fótons da radiação ao atravessarem o corpo.

As imagens por Raios-X são formadas por diferença de atenuação dos fótons da radiação ao atravessarem
A radiografia convencional pode mostrar tecidos que tenham uma diferença de pelo menos 10% em
A radiografia convencional pode mostrar tecidos que tenham uma diferença de pelo menos 10% em

A radiografia convencional pode mostrar tecidos que tenham uma

diferença de pelo menos 10% em densidade, enquanto a TC pode detectar diferenças de densidade entre tecidos de 1 % ou menos.

de pelo menos 10% em densidade, enquanto a TC pode detectar diferenças de densidade entre tecidos

Formação da Imagem

Fatores não controláveis

velocidade e capacidade do Scanner tamanho e peso do paciente

idade, condição cardíaca e renal

Controláveis

concentração

volume duração da injeção delay(retardo pre-scan)

informação adquirida

e renal Controláveis concentração volume duração da injeção delay(retardo pre-scan) informação adquirida
Os Meios de contraste começaram a ser utilizados em 1923 na busca na realização do

Os Meios de contraste

começaram a ser utilizados em 1923 na

busca na realização do

diagnóstico certeiro e precoce, melhorando

as chances dos

pacientes obter o

tratamento preciso e

mais eficiente

do diagnóstico certeiro e precoce, melhorando as chances dos pacientes obter o tratamento preciso e mais
São substâncias que pelas suas características físico-químicas são capazes de absorver raios X (radiopacidade).

São substâncias que pelas suas

características físico-químicas são capazes

de absorver raios X (radiopacidade).

Combinam uma capacidade de absorção

satisfatória com uma tolerância suficiente pelo organismo.

X (radiopacidade). Combinam uma capacidade de absorção satisfatória com uma tolerância suficiente pelo organismo.
O Sulfato de Bário (BaSO4) é um sal insolúvel em água e em gordura. É

O Sulfato de Bário (BaSO4) é um sal insolúvel em água e em gordura. É utilizado

mundialmente como contraste em exames

radiológicos, administrado por via oral ou retal.

Os principais exames realizados com este

contraste são o enema opaco, a radiografia de

esôfago, estômago e intestino(s). A absorção desta substância, tanto por via oral quanto por

via retal, pode levar a reações tóxicas, que

surgem nas primeiras horas após o uso.

http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/180603.htm

reações tóxicas, que surgem nas primeiras horas após o uso. http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/180603.htm
Os sinais e sintomas de intoxicação por bário são: • náuseas, vômitos, diarréia, dor abdominal;

Os sinais e sintomas de intoxicação por bário são:

náuseas, vômitos, diarréia, dor abdominal;

agitação, ansiedade;

astenia, lipotimia, sudorese; tremores, fibrilação muscular, hipertonia dos músculos

da face e pescoço; dispnéia, arritmia cardíaca; parestesias de membros superiores e inferiores; crises convulsivas e coma.

http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/180603.htm

membros superiores e inferiores; • crises convulsivas e coma. http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/180603.htm
A análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz/MS detectou

A análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz/MS detectou a presença de grande quantidade de carbonato de bário e sulfeto

de bário nas amostras do Celobar Suspensão Oral.

Estas substâncias são sais solúveis de bário que, absorvidas pelo organismo, podem causar intoxicação e morte. No laudo de análise nº1.872.00/03, do INCQS, o

produto Celobar foi considerado insatisfatório e apresentou os seguintes resultados:

identificação positiva para os Íon Sulfeto, Íon Carbonato,

Íon Sulfato e Íon Bário;

http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/180603.htm

os Íon Sulfeto, Íon Carbonato, Íon Sulfato e Íon Bário; http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/180603.htm
As dosagens identificadas: do Bário Solúvel (14,4 ± 0,3) % P/P (exceto o referente ao

As dosagens identificadas: do Bário Solúvel (14,4 ± 0,3) % P/P (exceto o referente ao Sulfato de Bário); do Carbonato de Bário (13,2 ± 0,1) % P/P (pesos/peso); do Sulfeto de Bário (0,05 ± 0,2) % P/P e do Sulfato de Bário

(44,7 ± 0,2) % P/P;

Contagem Total de Bactérias Aeróbias: Resultado = 3,0 x 105 UFC/mL, Conclusão Insatisfatório e Pesquisa de

Pseudomonas aeruginosa Resultado = presença em 1

mL,

Conclusão: Insatisfatório. Além do Celobar, foram coletadas amostras dos produtos E-Z-Paque, Bário-paque e Bariogel. Os resultados da análise realizada pelo INCQS indicaram a ausência de sais solúveis de bário, sendo as amostras consideradas satisfatórias.

http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/180603.htm

de bário, sendo as amostras consideradas satisfatórias. http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/180603.htm
www.scielo.br/img/fbpe/rb/v35n5/12948f1.jpg
www.scielo.br/img/fbpe/rb/v35n5/12948f1.jpg

www.scielo.br/img/fbpe/rb/v35n5/12948f1.jpg

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www.colorretal.com.br/imagens/imgcolo/id38_2.jpg
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contém em media 60% de iodo ASPECTOS GERAIS A estrutura básica dos meios de contraste

contém em media 60% de iodo

ASPECTOS GERAIS

A estrutura básica dos meios de contraste iodados é

formada por um anel benzênico ao qual foram agregados átomos de iodo e grupamentos complementares, onde estão ácidos e substitutos

orgânicos, que influenciam diretamente na sua

toxicidade e excreção.

ácidos e substitutos orgânicos, que influenciam diretamente na sua toxicidade e excreção. http://pt.wikipedia.org/
ácidos e substitutos orgânicos, que influenciam diretamente na sua toxicidade e excreção. http://pt.wikipedia.org/
 Todos os meios de contraste iodados utilizados regularmente são muito hidrofílicos, tem baixa lipossolubilidade,

Todos os meios de contraste iodados utilizados regularmente são muito hidrofílicos, tem baixa lipossolubilidade, peso molecular inferior que 2000 e pouca afinidade de ligação com proteínas

e receptores de membranas. Distribui-se no

espaço extracelular, sem ação farmacológica

significativa

com proteínas e receptores de membranas. Distribui-se no espaço extracelular, sem ação farmacológica significativa
MONÔMERO I R1 COOH I I R2 3 á t o m o s d
MONÔMERO I R1 COOH I I R2 3 á t o m o s d

MONÔMERO

I

R1

COOH

MONÔMERO I R1 COOH I I R2 3 á t o m o s d e

I

I

R2

3 átomos de IODO

I

R1

DÍMERO

COOH

R3

I R1 COOH I I R2 3 á t o m o s d e I

I

I R1 COOH I I R2 3 á t o m o s d e I

I

I

I

I

6 átomos de IODO

I

R2

Monômeros Monômeros Iônicos • Dissociam em duas partículas, 1 ânion radiopaco e 1 cátion (Na

Monômeros

Monômeros Iônicos

Dissociam em duas partículas, 1 ânion radiopaco e 1 cátion (Na

ou Meglumina).

Fornecem 3 átomos de iodo para 2 partículas (R=1,5) Monômeros Não-Iônicos

Não se dissociam.

Fornecem 3 átomos de iodo para 1 partícula. (R=3)

Dímeros

Dímeros Iônicos

Dissociam em 1 ânion radiopaco (ioxalato) e 1 cátion (Na ou Meglumina) Fornecem 6 átomos de iodo para 2 partículas. (R=3) Dímeros Não-Iônicos

Não se dissociam.

Fornecem 6 átomos de iodo para 1 partícula. (R=6)

partículas. (R=3) Dímeros Não-Iônicos • Não se dissociam. • Fornecem 6 átomos de iodo para 1
Nomeado em homenagem ao químico Johan Gadolin é um elemento químico de símbolo Gd e
Nomeado em homenagem ao químico Johan Gadolin é um elemento químico de símbolo Gd e

Nomeado em homenagem ao químico Johan Gadolin é um elemento químico de símbolo Gd e de num. atômico igual a 64. À temperatura ambiente, o gadolínio encontra-se no estado sólido. Faz parte do grupo das terras raras.

O gadolínio é usado para a manufatura de (CDs) e

memórias de computador e seus critais tem aplicações em forno de micro-ondas. Foi descoberto em 1880 por Galissard de Marignac.

tem aplicações em forno de micro-ondas. Foi descoberto em 1880 por Galissard de Marignac. http://pt.wikipedia.org/
tem aplicações em forno de micro-ondas. Foi descoberto em 1880 por Galissard de Marignac. http://pt.wikipedia.org/
Os agentes de contrastes de RMN, particularmente os baseados no gadolínio , são extremamente seguros
Os agentes de contrastes de RMN, particularmente os baseados no gadolínio , são extremamente seguros

Os agentes de contrastes de RMN, particularmente os baseados no gadolínio, são extremamente seguros e não nefrotóxicos*

As reações incluem naúseas, cefaléia, perversão do

paladar

Nefrotóxico em altíssimas doses

e não nefrotóxicos* As reações incluem naúseas, cefaléia, perversão do paladar Nefrotóxico em altíssimas doses
Compostos químicos do gadolínio: Linear - dissocia mais facilmente e rapidamente, liberando o íon de
Compostos químicos do gadolínio: Linear - dissocia mais facilmente e rapidamente, liberando o íon de

Compostos químicos do gadolínio:

Linear - dissocia mais facilmente e rapidamente,

liberando o íon de gadolínio livre (tóxico) do quelato;

Macrocíclico é considerado mais estável e com dissociação mais lenta.

Devido à toxicidade de sua forma iônica, o gadolínio é utilizado com um quelato. O gadolínio (Gd 3+) ou mesmo a reação do quelato com íons metálicos

endógenos (fosfato, zinco) pode ser causador de

dano tecidual.

3+) ou mesmo a reação do quelato com íons metálicos endógenos (fosfato, zinco) pode ser causador
Fibrose Sistêmica Nefrogênica • Publicada primeiramente em 2000 • Não existe tratamento efetivo. • Severa,
Fibrose Sistêmica Nefrogênica • Publicada primeiramente em 2000 • Não existe tratamento efetivo. • Severa,

Fibrose Sistêmica Nefrogênica

Publicada primeiramente em 2000 Não existe tratamento efetivo.

Severa, progressiva e irreversível, comprometendo os pulmões, coração, fígado, rins, testículo, músculo e até

duramáter.

Observada em pacientes com insuficiência renal em grau moderado ou avançado e pacientes submetidos a transplante hepático.

Uso de gadolínio em pacientes nefropatas, dialíticos,

transplantados, estados de hipercoagulabilidade, trombose venosa profunda, pós-operatório de cirurgia vascular.

transplantados, estados de hipercoagulabilidade, trombose venosa profunda, pós-operatório de cirurgia vascular.
Paciente sexo feminino, 60 anos de idade, nefropata, submetida a angioRM 3Dcom gadolínio pré transplante
Paciente sexo feminino, 60 anos de idade, nefropata, submetida a angioRM 3Dcom gadolínio pré transplante
Paciente sexo feminino, 60 anos de idade, nefropata, submetida a angioRM 3Dcom gadolínio pré transplante
Paciente sexo feminino, 60 anos de idade, nefropata, submetida a angioRM 3Dcom gadolínio pré transplante

Paciente sexo feminino, 60 anos de idade,

nefropata, submetida a angioRM 3Dcom

gadolínio pré transplante renal

E. Kanal. Pittsburgh Medical Center. Chair ACR MR Safety Committee

a angioRM 3Dcom gadolínio pré transplante renal E. Kanal. Pittsburgh Medical Center. Chair ACR MR Safety
Parede de um vaso dermal com depósito de cálcio,fósforo, sódio e gadolínio E. Kanal. Pittsburgh
Parede de um vaso dermal com depósito de cálcio,fósforo, sódio e gadolínio E. Kanal. Pittsburgh
Parede de um vaso dermal com depósito de cálcio,fósforo, sódio e gadolínio E. Kanal. Pittsburgh
Parede de um vaso dermal com depósito de cálcio,fósforo, sódio e gadolínio E. Kanal. Pittsburgh

Parede de um vaso dermal com depósito de

cálcio,fósforo, sódio e gadolínio

E. Kanal. Pittsburgh Medical Center. Chair ACR MR Safety Committee

com depósito de cálcio,fósforo, sódio e gadolínio E. Kanal. Pittsburgh Medical Center. Chair ACR MR Safety
cutâneas causadas pós uso de gadolíneo Reações Radiology 2007; 243:148-157
cutâneas causadas pós uso de gadolíneo Reações Radiology 2007; 243:148-157
cutâneas causadas pós uso de gadolíneo Reações Radiology 2007; 243:148-157

cutâneas

causadas pós uso

de gadolíneo

Reações

Radiology 2007; 243:148-157

cutâneas causadas pós uso de gadolíneo Reações Radiology 2007; 243:148-157
 DENSIDADE: (g/ml) Nº de átomos de iodo por mililitro de solução;
 DENSIDADE: (g/ml) Nº de átomos de iodo por mililitro de solução;

DENSIDADE: (g/ml) Nº de átomos de iodo por mililitro de solução;

 DENSIDADE: (g/ml) Nº de átomos de iodo por mililitro de solução;
 Viscosidade - A força necessária para injetar a substância através de um cateter aumenta
 Viscosidade - A força necessária para injetar a substância através de um cateter aumenta

Viscosidade

- A força necessária para injetar a substância através de um cateter aumenta

geometricamente com a concentração da

solução e com o peso molecular;

- Não-iônicos diméricos tem maior viscosidade

que não iônicos monoméricos;

- Depende da temperatura;

peso molecular; - Não-iônicos diméricos tem maior viscosidade que não iônicos monoméricos; - Depende da temperatura;
 Osmolaridade = Num partículas / Litro  Osmolalidade = Num partículas / Kg -
 Osmolaridade = Num partículas / Litro  Osmolalidade = Num partículas / Kg -

Osmolaridade = Num partículas / Litro

Osmolalidade = Num partículas / Kg

- Os contrastes iônicos têm maior osmolalidade do que os não iônicos porque dissociam cátions e ânions na solução.

- Refere-se a graduação osmótica pressão que uma molécula exerce nas membranas das células.

na solução. - Refere-se a graduação osmótica – pressão que uma molécula exerce nas membranas das
 Osmolalidade sanguínea: 285 a 295 mOsm/kg H20 Meio Hipertônico – causa retração das hemácias
 Osmolalidade sanguínea: 285 a 295 mOsm/kg H20 Meio Hipertônico – causa retração das hemácias

Osmolalidade sanguínea: 285 a 295 mOsm/kg H20

Meio Hipertônico causa retração das hemácias e aumento do volume plasmático.

1860 diatrizoato de meglumina (iônico)

844

iohexol 350 (não iônico)

796

iopamidol 360 (não iônico)

702

ioversol 320 (não iônico)

672 iohexol 300 (não iônico)

616

iopamidol 300 (não iônico)

600

ioxaglato 300 (não iônico)

290

iodixanol (não iônico Isosmolar)

Meio Isotônico não causa retração das hemácias.

Karlsson JOG, Gregersen M, Acta Radiol.1994; 35, Supl.394:56

Meio Isotônico – não causa retração das hemácias. Karlsson JOG, Gregersen M, Acta Radiol.1994; 35, Supl.394:56
1. Via de administração = determina a quantidade de substância que chegará ao órgão 2.
1. Via de administração = determina a quantidade de substância que chegará ao órgão 2.

1. Via de administração = determina a quantidade de substância que chegará ao órgão

2. Dose de contraste

3. Velocidade de injeção

4. Calibre

do

cateter

=

em

função

da

viscosidade

 

5. Temperatura

da

substância

=

principalmente Não Iônicos

6. Retardo a tempo de scan = fases

  5. Temperatura da substância = principalmente Não Iônicos 6. Retardo a tempo de scan =
ENDOVENOSO INTRA-ARTERIAL TC – corpo e encéfalo Angiocardiografia Angiografia por subtração digital
ENDOVENOSO INTRA-ARTERIAL TC – corpo e encéfalo Angiocardiografia Angiografia por subtração digital

ENDOVENOSO

INTRA-ARTERIAL

TC corpo e encéfalo

Angiocardiografia

Angiografia por subtração digital

Angiografia coronária

Urografia excretora

Aortografia

Venografia

Arteriografia visceral e

periférica

 

Angiografia por

subtração digital intra-

arterial

 

Angiografia cerebral e

veretebral

  Angiografia por subtração digital intra- arterial   Angiografia cerebral e veretebral
Mielografia (Lipossolúvel*) Cisternografia
Mielografia (Lipossolúvel*) Cisternografia
Mielografia (Lipossolúvel*) Cisternografia
Mielografia (Lipossolúvel*) Cisternografia

Mielografia

(Lipossolúvel*)

Cisternografia

Mielografia (Lipossolúvel*) Cisternografia
Oral – TGI pielografia retrógrada Cavidades corpóreas – Uretrografia herniografia,

Oral TGI

pielografia retrógrada

Cavidades corpóreas

Uretrografia

herniografia,

peritoniografia

Histerossalpingografia

Cistografia

Artrografia

Sialografia

Colangiografia

Dacriocistografia

Colangiopancreatografia

Miscelânea exames mistos

endoscópica

Colangiografia Dacriocistografia Colangiopancreatografia Miscelânea – exames mistos endoscópica
Segundo Vergara = não-iônicos aquecidos representam melhor opção para evitar reações graves  Sugerido

Segundo Vergara = não-iônicos aquecidos representam melhor opção para evitar

reações graves

Sugerido aquecimento a 37o.C

para evitar reações graves  Sugerido aquecimento a 37o.C  temperatura = administração viscosidade = facilita

temperatura

=

administração

para evitar reações graves  Sugerido aquecimento a 37o.C  temperatura = administração viscosidade = facilita

viscosidade

=

facilita

para evitar reações graves  Sugerido aquecimento a 37o.C  temperatura = administração viscosidade = facilita
 Reações fisicoquimiotóxicas diretamente relacionadas a dose  Hiperosmolaridade e viscosidade  Reações

Reações

fisicoquimiotóxicas

diretamente relacionadas a dose

Hiperosmolaridade e viscosidade

Reações

idiossincráticas

não

consideradas dose dependente

estão

são

 Sensação de calor  Dor vascular  Hipervolemia  Lesão endotelial  Alteração da

Sensação de calor

Dor vascular

Hipervolemia

Lesão endotelial

Alteração da hemácia

Redução da função renal

Arritmia

Convulsão e paralisia

Alteração da coagulação

 Reação severa ou fatal  Hipotensão grave  Perda da consciência  Convulsão 
 Reação severa ou fatal  Hipotensão grave  Perda da consciência  Convulsão 

Reação severa ou fatal

Hipotensão grave

Perda da consciência

Convulsão

Edema pulmonar

Urticária

Edema laríngeo

Broncoespasmo

Parada cardíaca

Realçam diferencialmente tecidos normais e anormais e assim melhoram a discriminação de tumores e processos
Realçam diferencialmente tecidos normais e anormais e assim melhoram a discriminação de tumores e processos

Realçam diferencialmente tecidos normais e anormais e assim melhoram a discriminação de tumores e processos inflamatórios dos tecidos normais

melhoram a discriminação de tumores e processos inflamatórios dos tecidos normais hiperdensa, isodensa ou hipodensa
melhoram a discriminação de tumores e processos inflamatórios dos tecidos normais hiperdensa, isodensa ou hipodensa

hiperdensa, isodensa ou hipodensa

Capacidade de absorver radiação - positivos ou negativos Composição - iodados e não iodados Solubilidade
Capacidade de absorver radiação - positivos ou negativos Composição - iodados e não iodados Solubilidade

Capacidade de absorver radiação - positivos ou negativos Composição - iodados e não iodados Solubilidade - hidrossolúveis, lipossolúveis, insolúveis Dissociação - iônicos e não iônicos

e não iodados Solubilidade - hidrossolúveis, lipossolúveis, insolúveis Dissociação - iônicos e não iônicos
e não iodados Solubilidade - hidrossolúveis, lipossolúveis, insolúveis Dissociação - iônicos e não iônicos
O contraste se dilui no sangue, mas não é absorvido pelas células ele corre pela
O contraste se dilui no sangue, mas não é absorvido pelas células ele corre pela
O contraste se dilui no sangue, mas não é absorvido pelas células ele corre pela

O contraste se dilui no sangue, mas não é absorvido pelas células ele corre pela

corrente sanguínea

rapidamente. Ao ser injetado endovenoso via veia cubital, chega ao

átrio/ventrículo direito,

espalha pelas artérias pulmonares, retorna pelas veias pulmonares ao átrio/ventrículo esquerdo,

sai pela aorta ascendente que irriga o

tronco braquicefálico,

desce a descendente de onde começa a se espalhar pelo corpo, a

artéria renal em cerca

de 15 segundos de delay começa concorrer para e eliminação do contraste do organismo, enquanto o mesmo

ainda não se espalhou

totalmente pelo corpo,

concorrer para e eliminação do contraste do organismo, enquanto o mesmo ainda não se espalhou totalmente
concorrer para e eliminação do contraste do organismo, enquanto o mesmo ainda não se espalhou totalmente

a tireóide ao sentir a elevação da taxa de iodo produz

hormônio, liberando na

corrente sanguínea um agente que acelera a função renal.

O contraste penetra nos

tecidos juntamente com o sangue pelas artérias, espalha pelos capilares mas não e absorvido intracelular (parenquimograma), retorna pelas veias ao coração e será

novamente distribuído ao

organismo.

e absorvido intracelular (parenquimograma), retorna pelas veias ao coração e será novamente distribuído ao organismo.
e absorvido intracelular (parenquimograma), retorna pelas veias ao coração e será novamente distribuído ao organismo.

Os rins filtram o contraste

eliminando-o da corrente

sanguínea, diz-se nefrotóxico o contraste pelo seu alto peso molecular e

pelo volume

injetado, que sobrecarrega a função renal. Resumindo, aproximadamente 10s o MC atinge a circulação arterial sistêmica

e já chega diluído e com

algum grau de extravasamento da circulação para o interstício.

arterial sistêmica e já chega diluído e com algum grau de extravasamento da circulação para o
arterial sistêmica e já chega diluído e com algum grau de extravasamento da circulação para o
Fase arterial hepática Artéria hepática - 85% dos tumores hepáticos derivam dela. Quando o contraste

Fase arterial hepática

Artéria hepática - 85% dos tumores hepáticos derivam

dela. Quando o contraste chega à artéria hepática, chega também à artéria esplênica, mesentérica superior e

inferior

Fase venosa porta Cerca de 10s depois retorna via veias esplênicas, mesentérica superior e inferior para depois preencher a veia porta

Cerca de 10s depois retorna via veias esplênicas, mesentérica superior e inferior para depois preencher a
Via Oral - aparelho digestório Via Retal - reto, intestino grosso Via Fístula - para

Via Oral - aparelho digestório Via Retal - reto, intestino grosso

Via Fístula - para localização do trajeto

Via Dreno - localizar, estudar funcionamento Via Endovenosa - estruturas vascularizadas

Intra-articular para grandes articulações

estudar funcionamento Via Endovenosa - estruturas vascularizadas Intra-articular – para grandes articulações

Contraste

Iodado Algodão
Iodado
Algodão

Contraste

Iodado

Contraste Iodado Algodão Contraste Iodado Esparadrapo Garrote Sonda Jelco Seringa G a z e Contraste Baritado

Esparadrapo

Garrote

Sonda
Sonda
Iodado Algodão Contraste Iodado Esparadrapo Garrote Sonda Jelco Seringa G a z e Contraste Baritado Bandeja
Jelco Seringa
Jelco
Seringa

Gaze

Contraste

Baritado

Garrote Sonda Jelco Seringa G a z e Contraste Baritado Bandeja de Materiais Ê m b

Bandeja de Materiais

Sonda Jelco Seringa G a z e Contraste Baritado Bandeja de Materiais Ê m b o
Sonda Jelco Seringa G a z e Contraste Baritado Bandeja de Materiais Ê m b o

Êmbolo da Bomba Injetora

Bolo manual, Gotejamento ou Automatizado --Manual prós- simples, barato, fácil,rápido contras- inconsistente,
Bolo manual, Gotejamento ou Automatizado --Manual prós- simples, barato, fácil,rápido contras- inconsistente,

Bolo manual, Gotejamento ou Automatizado

--Manual prós- simples, barato, fácil,rápido contras- inconsistente, oscilante, requer dois

operadores

--Gotejamento prós- uso específico, melhor se utilizado como complemento (urotomografia)

contras- inconsistente, não confiável, baixo nível de

realce --Automatizado (bomba) prós- precisão, confiabilidade, melhor realce ao MC, menor tempo de infusão contras- manutenção (esterilização)

prós- precisão, confiabilidade, melhor realce ao MC, menor tempo de infusão contras- manutenção (esterilização)
10s AngioTC cerebral 15s TEP 20s Tórax, AngioTC Abdominal 25s Pâncreas 27-30sFase arterial

10s

AngioTC cerebral

15s

TEP

20s

Tórax, AngioTC Abdominal

25s

Pâncreas

27-30sFase arterial hepática

30s

40s Baco arterial, membros inferiores

Membros superiores

50s

Rim fase nefrográfica

60s

Baco Fase equilíbrio

70s

Fase portal hepática

* Apos 2min há equilíbrio de contraste nos tecidos extracelulares

4min

8min Bexiga

6-10min Fígado fase equilíbrio

Rim fase excretora

equilíbrio de contraste nos tecidos extracelulares 4min 8min Bexiga 6-10min Fígado fase equilíbrio Rim fase excretora

Gráfico comparativo de contrastação

arterial e hepática por bomba de infusão

UH 250 200 artéria 150 100 fígado 50 min 1 2 3 4 5
UH
250
200
artéria
150
100
fígado
50
min
1
2
3
4
5
arterial e hepática por bomba de infusão UH 250 200 artéria 150 100 fígado 50 min

UH

250

200

150

100

50

Gráfico comparativo de contrastação por

diferentes métodos de administração Bomba Manual Gotejamento min 1 2 3 4
diferentes métodos de administração
Bomba
Manual
Gotejamento
min
1
2
3
4
comparativo de contrastação por diferentes métodos de administração Bomba Manual Gotejamento min 1 2 3 4

Volumes médios usados

50ml - crânio, mastóides, coluna 70ml - ap.urinario, hipófise 80ml - pelve

100ml - tórax, abdome

120-150ml - angioTC

Tempos prolongados de infusão aumentam o período

no qual o contraste permanece em nível aceitável, permitindo assim maior período de corte (exemplo para TEP 90ml a 5ml/s e em seguida 60ml 2,5ml/s)

Altos níveis contraste melhoram a detectabilidade de

lesões hepáticas

para TEP 90ml a 5ml/s e em seguida 60ml 2,5ml/s) Altos níveis contraste melhoram a detectabilidade
O MC e tóxico para os tecidos, particularmente para a pele, produzindo reação inflamatória com

O MC e tóxico para os tecidos, particularmente para a pele, produzindo reação inflamatória com pico máximo 24-48h, e recomendado acompanhamento clínico nas primeiras horas. Recomenda-se elevação

do membro acima do nível do coração para facilitar

a drenagem e reduzir o edema, aplicação de compressas quentes e frias pode ser efetiva.

do coração para facilitar a drenagem e reduzir o edema, aplicação de compressas quentes e frias
Extravasamentos 50ml ou mais podem apresentar sinais de má evolução necessitando avaliação urgente como aumento

Extravasamentos 50ml ou mais podem

apresentar sinais de má evolução necessitando avaliação urgente como

aumento do edema ou dor após as 2

primeiras horas, redução da perfusão tissular,

alteração de sensibilidade, ulceração ou

presença de bolhas.

as 2 primeiras horas, redução da perfusão tissular, alteração de sensibilidade, ulceração ou presença de bolhas.

Reações aos MC

Contribuição: Eduardo Toshiyuki Moro, TSA

Reações aos MC Contribuição: Eduardo Toshiyuki Moro, TSA
Reações aos MC Contribuição: Eduardo Toshiyuki Moro, TSA
Reações aos MC Contribuição: Eduardo Toshiyuki Moro, TSA

Nível de risco

Alta segurança - nenhum outro e tão

utilizado com relação a freqüência / volume

 

Meio de contraste

Risco

Risco elevado

iônico

1 em 32 administrações

Baixo risco

iônico

1 em 251 administrações

Risco elevado

Não-iônico

1 em 718 administrações

Baixo risco

Não-iônico

1 em 1084 administrações

Palmer FJ Australas Radiol, 1988

1 em 718 administrações Baixo risco Não-iônico 1 em 1084 administrações Palmer FJ Australas Radiol, 1988

Reações Adversas

Reações Adversas   Iônicos N ão - iônicos N áuseas 4,58% 1,04% C alor 2,29% 0,92%
Reações Adversas   Iônicos N ão - iônicos N áuseas 4,58% 1,04% C alor 2,29% 0,92%
 
  Iônicos N ão - iônicos

Iônicos

  Iônicos N ão - iônicos

N ão - iônicos

N

áuseas

4,58%

1,04%

C

alor

2,29%

0,92%

Vôm ito

 

1,84%

0,36%

Prurido

2,97%

0,45%

U

rticária

3,16%

0,47%

R

ubor

1,12%

0,16%

D

or vascular

0,40%

0,05%

R

ouquidão

0,09%

0,02%

Espirros

 

1,65%

0,24%

Tosse

0,58%

0,15%

D

or no peito

0,09%

0 ,03%

D

or abdom inal

0,11%

0,02%

Palpitações

 

0,20%

0,06%

Edem a facial

0,11%

0,01%

C

alafrios

0,09%

0,03%

D

ispnéia

0,17%

0,04%

Q

ueda de PA

0,10%

0,01%

Katayama H - Radiol, 1990

O Colégio Brasileiro de Radiologia recomenda o uso de contrastes não-iônicos em pacientes de alto risco

Pacientes com história de alergia e asma

Alergia a alimentos (mariscos e frutos do mar)

Antecedente de reação prévia aos meios de contrastes Hipertireoidismo

Desidratação

ICC descompensada

Insuficiência respiratória Insuficiência renal Nefropatia diabética

Doença auto-imune Uso de beta-bloqueador Ansiedade

Idade < 1 ano e > 60 anos

renal Nefropatia diabética Doença auto-imune Uso de beta-bloqueador Ansiedade Idade < 1 ano e > 60

Quanto ao grau de severidade

· Leve: geralmente não requer tratamento medicamentoso (autolimitada), sendo necessária

apenas observação.

Náusea/vômito

Calor

Cefaléia

discreta

Tontura

Ansiedade

Alteração do

paladar

Prurido

Rubor

Calafrios

Tremores

Sudorese/leve

palidez

Exantema

Congestão

nasal Espirros Inchaços em olhos e boca

Prurido Rubor Calafrios Tremores Sudorese/leve palidez Exantema Congestão nasal Espirros Inchaços em olhos e boca

· Moderada: clinicamente mais evidente do que a reação leve requer observação cuidadosa e freqüentemente tratamento medicamentoso.

Vômitos intensos

Edema facial Hipertensão

Hipotensão

Laringoespasmo

Rigidez Dispnéia sibilos

Cefaléia intensa

Dor tórax e

abdome

Urticária intensa

Broncoespasmo

Mudança na

freqüência

Cardíaca

– sibilos Cefaléia intensa Dor tórax e abdome Urticária intensa Broncoespasmo Mudança na freqüência Cardíaca

· Severa (grave): necessita atendimento imediato, pois

apresenta maior morbiletalidade, e requer hospitalização.

Pode ter como pré reações leves/ moderadas.

Inconsciência

Convulsão

Edema agudo de pulmão

Arritmias com repercussão

clínica

Parada cardiorespiratória

Colapso vascular severo

· Fatais: As causas mais comuns de óbitos incluem colapso cardiorespiratório, edema pulmonar, coma, broncoespasmo intratável e obstrução da via aérea

(edema de glote).

colapso cardiorespiratório, edema pulmonar, coma, broncoespasmo intratável e obstrução da via aérea (edema de glote).

Reações -avaliar o risco x benefício

As reações mais comuns são: sensação de calor,

gosto metálico na boca e vontade de urinar. São raros os casos de alergia tardia, mas podem

ser: dor de cabeça, mal estar e vômitos. Nestes

casos não passados os sintomas, deve-se pedir para o paciente retornar ao Hospital.

Reações anafiláticas

vasodilatação cutânea urticária;

vasodilatação mucosa - obstrução nasal ou

laríngea; vasodilatação do leito vascular periférico - choque

e broncoespasmo;

(não dependem do volume empregado)

ou laríngea; vasodilatação do leito vascular periférico - choque e broncoespasmo; (não dependem do volume empregado)

Reações Quimiotóxicas

efeitos colaterais relacionados a neurotoxidade, depressão cardíaca, disritmia, lesão vascular e renal.

Doença renal

principalmente nos diabéticos, creatinina sérica>1,5mg/dl,

pacientes devem estar hidratados antes e apos o exame

pois podem desenvolver redução da função renal Nefrotoxidade - aumento nos níveis de creatinina possivelmente por alteração hemodinâmica, toxidade tubular direta e lesão celular tubular causando obstrução dos túbulos.

por alteração hemodinâmica, toxidade tubular direta e lesão celular tubular causando obstrução dos túbulos.

Predisposição- diabetes, insuficiência renal preexistente (creatinina>1,5), desidratação, uso de diuréticos, mieloma, hipertensão e hiperuricemia a creatinina sérica começa a subir 24h apos o exame, atinge o pico em 96h (4 dias) e retorna ao estado

inicial de 7 a 10 dias

Paciente com IR em diálise, a maior preocupação é a sobrecarga hídrica, a diálise remove as moléculas do contraste, apenas se houver insuficiência cardíaca

deve-se dialisar o paciente imediatamente, a maioria

dos casos de insuficiência renal pós exame se recuperam sem tratamento.

dialisar o paciente imediatamente, a maioria dos casos de insuficiência renal pós exame se recuperam sem

METFORMINA

(Glucofage*, Glifage*, Dimefor*, Glucoformin*) Anti-hiperglicemiante oral usado em diabéticos não dependentes de insulina e para doença de ovário policístico. Efeito adverso acidose lática.

A meia vida e de 3h, e 90% e excretada em 24h. IR e

uma situação de risco e a associação com contraste e preocupante, a Metformina deve ser suspensa 48h antes do exame e 48h após (vide bulas Shering, , desde

que a função renal esteja normal, também e

recomendável dosar a creatinina antes da re-introdução quando apresentar redução do volume urinário.

também e recomendável dosar a creatinina antes da re-introdução quando apresentar redução do volume urinário.

Lactantes

interromper a amamentação desde a administração de contraste endovenoso até

24 horas após a realização do exame.

VISIPAQUE® pode ser excretado no leite materno.

de contraste endovenoso até 24 horas após a realização do exame. VISIPAQUE® pode ser excretado no

ANTIHISTAMÍNICOS E CORTICÓIDES

Controverso Comprovadamente reduzem as reações graves

Corticóides agem após 6 horas

ANTIHISTAMÍNICOS E CORTICÓIDES Controverso Comprovadamente reduzem as reações graves Corticóides agem após 6 horas

Bibliografia:

AVR Assistência a vida em Radiologia, publicação do CBR,

patrocinada pela Schering do Brasil; 2000 Apostila do curso de Radiologia Contrastada. CETEP. 2001 Jornal da Imagem SPR. Setembro 2007 Bontrager,K. L. Tratado de Técnicas Radiologicas. 5°Ed Karlsson JOG, Gregersen M, Acta Radiol.1994; 35, Supl.394:56

Sites:

Contribuição: Eduardo Toshiyuki Moro, TSA

Rodrigo C Souza Técnico de Radiologia desde 2000, formado em Engenharia de Controle e Automação, pós graduando em Engenharia Biomédica

de Radiologia desde 2000, formado em Engenharia de Controle e Automação, pós graduando em Engenharia Biomédica