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serves A€sséncia dluminagdo Page 1 A esséncia da iluminagaio James Swartz Inglés Traducio 2014 hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f 118 serves A€sséncia dluminagdo Page 2 A esséneia da iluminago Capitulo 1 - A visto da ni James Swartz, Capitulo 1 io da nao-dualidade Motivagdes A vida é como um quebra-cabega grande, que cada um de nés possui todas as partes ¢ ainda muito poucos sabem como construir isso. Porque 0 clevado niimero de varidveis, quando voe# tentar resolvé-lo por si mesmo, como falha provavel. Se a vida era fécil, teriamos mais frequentemente as pessoas felizes. No entanto, nao faz muito sentido para tentar entender tudo esta questio por si mesmo, quando esse trabalho foi feito, Vedanta ele assimilou todas as pegas do quebra-cabega da vida e sabia que também & 0 local para cada, Por que reinventar a roda quando ele jé foi inventado? Porqué Por que simplesmente ndo usi-lo? Imagine-s em um vale entre montanhas na primavera. Flores bonitas abrir na frente de vocé. Escolha uma flor para cada tipo, vocé levé-los para «casa e organizé-lo na mesa da cozinha, Cada um destes tem flores uma beleza e integridade possui. No entanto, agora que juntos eles formam um buqué, cada flor individual atingiu um novo nivel de significado. O todo € algo ‘mais do que a soma de cada uma das suas partes. Vedanta leva todas as suas experiéncias ¢ ‘© conhecimento que vocé adquitiu-los e organiza-los de modo que voeé pode ver claramente a realidade, Ble revela como voce se encaixa em toda ¢ oferece-he apreciagdo perfeito de sua verdadeira natureza e seu verdadeiro propésito na vida. ‘Nenhuma pessoa inventou o avio, A idéia de voar é etema, Depois de originario, ha um século, centenas de milhares de mentes, talvez muitos mais, pensei que milhées de pensamentos que levaram a agées por parte da miriade hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f 28 serves Pagina 3 ‘A€sséncia ol uminago que foi desenvolvido tecnologia de aviago. Hoje, 500 pessoas podem voar Pelo céu 12 mil metros, a uma velocidade de 800 quilémetros por hora, ‘enuanto 0 consumo de vinho, eles comem cames ¢ assistir a um filme. (0s chineses inventaram os séculos abaco, Desde entio, a idéia Ele fez cécogas na imaginagdo humana e tomou-se o ébaco um computador ‘modema, Muitas coisas maravilhosas (arranha-céus e pontes, aparelhos celulares Internet) sfo o resultado do conhecimento coletivo da humanidade. A esséncia da iluminagio Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade James Swartz, ‘Da mesma forma, a nossa experiéncia espiritual e conhecimento coletivo tem fundidas em um buqué perfeito de ensinamentos que tem o poder de nos libertar de nossa dependéncia de objetos. Embora as pessoas procuram continuamente colocar sua marca sobre ele, ninguém é dono dela, porque ela pertence a todos, Este bouquet veiculo perfeito, mais refinado que foi, é Vedanta, | conhecimento termina a busca de sentido na vida, Se vocé quer entender quem vocé é ¢ qual o seu papel no vasto campo da vida, se vocé quer ser livre ¢ feliz, ¢ esto dispostos a confiar que Vedanta pode revelar sua verdadeira natureza, voc@ precisa se ater a logica deste ensinamento como Ele se desdobra neste livro. Se vocé ndo puder pagar a educagao priméria (a alegri nao no objeto), voce no pode se beneficiar de ensino secundario (apenas conhecimento, e nenhuma experiéncia, pode liberar). Se vocé no pode tomar censino secundario, o terceire é sem sentido, 0 coragao humano ndo vai descansar até entender quem ele & Sem quadro completo da visdo de ndo-dualidade, ¢ forgado a seguir olhando, Um quebra-cabega é completa somente quando todas as pegas se encaixam, ‘Como a realidade & uma consciéncia e Vedanta é a ciéncia, cada um dos Seu ensino & acoplado a perfeigdo. Para o beneficio maximo, que deveria ser paciente, porque a idéia de ndo-duatidade & um desafio, O conhecimento pode ‘vém em um flash ou uma epifania, mas nunca petmanecem sem exposigd0 censinamentos constantes. A medida que avangamos, vou apresentar, uma e outra vez, rever 0 que foi dito, a fim de ajudar a manter 0 ‘grande imagem na mente. Aos poucos, a visio de nio-dualidade vai estabel cido em sua compreensio. E muito importante ver a realidade como ela é, nao como vocé pensa que ¢ ou. como vocé quer. Todos so orgulhosos de seu conhecimento espiritual e hitpe:translate googeusercortert.comfranslate_f an serves Page 4 Ac.ssncia diluminago que vocé tem a tendéncia de julgar de acordo com a Vedanta suas proprias idéias, ‘mas ¢ importante saber que isso ndo & assim que funciona, Se vocé & tao brilhante, por que Por que vo inda deve 4 procurando? Uma vez que vocé jé ouviu os ensinamentos, vo avaliar o que vocé sabe com referéncia ao que vocé ja ouviu falar, endo vice-versa. Se ‘oo avaliar ensino com referéncia as suas crengas e opinides, nada vai funefonar. ‘A sensagiio de incompletude, separagiio e limitago permanecem. fim". Palayra 1 Em sinscrito Veda significa "conhecimento", ¢ anta signifi composta Vedanta tem dois significados: 1) 0 conhecimento que termina com a pesquisa conhecimentos e 2) 0 conhecimento no final de cada um dos quatro vedas. O Vedas sao 0s mais antigos textos existentes sobre o tema da consciéneia, sim A esséncia da iluminagao Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade James Swartz A légica nao examinada sua propria experiéncia Para este trabalho de ensino, vocé precisa de uma mente aberta. Se quer entender ou nao entender o que esta dizendo nao Vedanta discussio, Vedanta é um comprovado conhecimento do proprio meio. A Depois de aceitaro fato de que a consciéncia & um e que é a sua natureza ‘ais intimo, vocé esta espantado e comovido com a beleza inegavel deste educagao. 114 uma légica que Vedanta & introduzi-lo desde fora. f simplesmente a revelagdo da logica nao examinada seu proprio experigneia. Vedanta tem sofrido por milhares de anos, porque & 0 verdade. A verdade é sempre maior do que a minha verdade. v estigio é ouvir com uma mente aberta, deixando de lado o seu sdanta 6 um método impessoal de inquérito sobre o auto, A primeira opinides pessoais. Em sinserito € chamado shravana, Baseia-se em escuta sem julgamento, o que & dificil, mas no impossivel. Se vocé esta decidindo se vor# gosta ou no estes ensinamentos, vocé ndo esté ouvindo. Nao hé nada para voce gostar ou no gostar, apenas algo de saber. Se vocé ouvir sem preconceito, palavras Estou totalmente de fazer sentido, mas se vocé esti apenas & procura de uma explicago do realidade que se encaixa a sua visio, Vedanta nao é para voc®. Depois de ter ouviu todo o ensino, como ele é, voc pode retomar suas crengas © opinides para deixd-los interagir com a verdade., Esta & a segunda fase de no processo de inguérito em sie € chamado de amanhé, ou seja, a reflexio ou contemplagdo, Se voce se render a esse processo, vocé nao vai se decepcionar. hitpe:translate googeusercortert.comfranslate_f ane serves Page 5 ‘A€sséncia ol uminago Serd que vocé entende um ensino particular; No entanto, para a liberagio ‘vooé precisa entender a cadeia da verdade que une todos os ensinamentos em um. sentido colar sofisticados, bem como com pérolas em um colar. Visio de nio-dualidade nao é obtida por sintese de varios ensinamentos tradiges. No entanto, ¢ facilmente obtida quando é exposto a mente, de consistentemente com os ensinamentos do Vedanta, Em algumas partes do texto, vou apresentar alguns termos em sinscrito, com 0 a fim de que ele pode ser entendido que este nao é "minha" ensinamento, Eu ndo tenho ceducagi Eu sou apenas uma pessoa que tem sido ensinado. Eu estou iluminado ou ndo nio estou. Eu no quero acreditar em mim ou vocé confia em mim, Eu sé que perguntar ouvir com uma mente aberta. Vocé nao vai se decepeionar. Quando eu ficar na frente para voeé, eu sou como um traficante de cartdo de Las Vegas que exibe letras, assim vocé pode ver que ninguém esté te traindo. Ouga ensino A esséncia da iluminagao Capitulo 1 - A visio da James Swartz ‘com base apenas na experiéneia de ser uma pessoa esti sendo enganado. O pessoas, incluindo honesto, no sao confiaveis como guias para a verdade porque s6 eles conhecem uma pequena parte da realidade e, geralmente, t objetivos pessoais. Alguns mais, eles tém a vaidade que vem de sucesso definido por eles mesmos: eles sentem que seu modo de entender a realidade & a somente. Se vocé ouvir a Vedanta, vocé nao vai obter um conhecimento parcial ou voeé sera seduzido por alguém "iluminados" porque é uma tradigdo biblica, Sabendo a fonte este grande conhecimento ¢ uma vantagem para vocé, porque vocé pode verificar se eu sou indo a verdade. O dizendo-Ihe o que penso ou sentir ou pensar... ou se cu estou en: Eu ensinar a eserever me protege também. Se voeé tem qualquer escripulo em Eu ouvi a discussfo serd com o ensino, ndo a mim. Vocé ouve coisas vvocé néo vai gostar, Isso é inevitavel, Por favor, nfo me culpe. Eu sou um bom pessoa e eu nfo quero incomoda-lo, mas as vezes eu tenho que mostrar o que parecem ‘mis noticias. Ouvir a verdade nem sempre ouvir coisas que nos fazem feliz imediatamente, ‘0 que eu quero? Seguranga, prazer e virtude A primeira pergunta de Vedanta é: 0 que eu realmente quero na vida? hitpe:translate googeusercortertcomfranslate_f 518 serves Page 6 Ak-séncia dé luminagio E evidente que eu no quero ser miseravel. Se a miséria vem (¢ as vezes 6) nio & porque eu quero. E provavelmente porque eu sou incompetente ou nna minha busca ineficiente devido & falta de entendimento sobre mim mesmo ‘ mundo em que eu vivo. Todos nés queremos ser livres e felizes, para se sentir pleno e completo, Se vocé acha que hd uma outra razao para estar na Tetra neste corpo, o inquézito sobre a ‘em si ndo € para vocé. Quando as pessoas querem ser felizes ¢ livres, procurando coisas, imagine, fard livre ou feliz ‘A primeira coisa que buscamos é a seguranga. Isso é l6gico, porque a vida é inseguro. Voe@ no pode esperar que nada dura. Hé muitas formas de seguranga, ‘a mais dbvia das quais é a soguranga financeira, Muito poucos sentem que tém 0 dinheito suficiente. Claramente, todo mundo quer ter mais dinheiro, porque 0 desejos so incontiveis e dinheiro é necessério para satisfazer esses desejos. ‘6 natural a acreditar que quanto mais dinheiro vocé tem, mais confiante vocé vai se sentir. Mas ndo €a verdade. ‘Acesséncia da iluminago Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade James Swartz, A pesquisa vem de um sentimento de inseguranga, que tem muitas faces. Se poseyeras seguranga financeira total, por favor, a certeza de que vocé iria seguir sentindo inseguro em outras éreas da vida, Talver.voc® esteja inseguro ou social ‘moralmente, Quando uma classe Eu quero saber quem tem amor suficiente, muito poucos imiios so levantadas, Sempre que vocé acha que voc poderia amar a si mesmo mais e mais Ame aquelas em tomo de voe8. Se voc® quer atengdo, que significa que voe@ esta inseguro emocionalmente, Algumas pessoas procuram poder ou prazer. E antes de continuar listando as coisas que procuramos, vocé deve saber que todos eles sssariamente se aplicar a vocé. Esta é apenas uma lista geral, com base no qual Discutimos alguns fatos sobre a realidade dos interesses mundanos. Hé um famoso (ou infame, dependendo do seu ponto de vista) livro na tradigao \Védica, que lida com a obtengao de prazer, o Kama Sutra, Ela existe porque Prazer € algo que as pessoas assumem que voc€ precisa saber. Assim que tiver 0 seguranga financeira, voc€ quer aproveitar a vida, por isso varias formas de prazer tomar-se seu objetivo. As nossas sociedades sdo bem sucedidos financeiramente e, Portanto, estamos obcecados com entretenimento, A seguranga & um precisa; prazer, um luxo, La voeé encontrar p soas dormindo nas ruas, como na india, onde luxos sio praticamente inexistentes e as pessoas ndo fazer hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f are serves Pagina 7 ‘A€sséncia ol uminago ‘Tem tempo para buscar o prazer. Em nosso mundo, tomaram-se luxos precisa, Quando voc# esté emocionalmente inseguro, vocé quer ter um bom tempo. Observar ‘empregam muita energia entretenimento: internet, esportes, jogo, viagem, miisica, sexo, drogas, etc. Na verdade, néo pr ‘mas como eles estdo disponiveis, o desejo, Sundari, minha esposa chama de "armas de distracdo em massa ". Eu sempre ir para o aeroporto e eu tenho que isamos de nenhuma dessas coisas, através de um conjunto de lojas que oferecem todos os tipos de itens tentadores: bolsas il délares, montanhas de chocolate e inimeros brinquedos eletrénicos. A pessoa sauivel ndo precisa mesmo de um desses itens. Ontem eu comprei um pequena balanca digital para pesar a bagagem da aeronave para que eu nao seré cobrado tomar minhas inéteis luxos adicionais de um pais para outro, Eles impresso um recibo pequeno computador. 0 prazer no ¢ um objetivo para entregar felicidade, porque os momentos de prazer Trés fatores no precisa sempre disponivel: (I) um objeto capaz de dar prazer: as vezes eu estou no meio de uma bela paisagem natural ‘mas cercado por mosquitos; (2) um instrumento adequado e eficaz para a apreciacaio do objeto: as vezes ha bela misica tocando, mas eu tenho dores de ouvido, (3) a presenca do clima adequados para o entretenimento: iss vezes eu A esséncia da iluminagdo Capitulo 1 - A visio da n James Swartz, jogo contra uma mulher muito atraente dispostos a ficar comigo, mas eu preocupado em perder meu emprego. Vamos dizer que vocé tem a seguranga financeira e vocé ndo se importa prazer, porque sua vida € geralmente boa, de acordo com os critérios habituais. No entanto, vocé nfo sente que ‘bom 0 suliciente pessoa. Vo como egoista, srucl ou desonesto. Tem um vaidoso, arrogante ¢ auto-indulgente; Talvez vocé problema moral e vocé se sentir culpado, Conseqiientemente, vocé estaria mais honesto, mais puro, mais santo, mais generoso e amoroso. Que é 0 que Voeé vai? Vocé deve procurar a virtude Nas culturas cristd, eles ensinam que vocé é um "pecador" quase imediatamente depois de sair do itero, Claro, ha um periodo de caréncia em que pai e ‘Mamie acha que vocé ¢ um dom de Deus para a raga humana e vocé dedicar a toda 2 sua afei¢o, mas néo tarde demais para comecar a dizer algo "errado" com voce Isso 6 novidade para voeé, um despertar rude. Antes que voeé possa dar hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f me serves Page 8 ‘A€sséncia ol uminago conta, voc8 desenvolyen um complexo. Vocé pode imaginar, embora sem um pingo de provas, Voce hao é bom o suficiente, Actualmente, existem empresas repletos Pessoas com baixa auto-estima de trabalho duro para se tornar puro e bom, Este esforgo para ser virtuoso é muito triste, porque, na verdade, nada ha de errado com voce. Algumas pessoas se sentem fracos ¢ falta de energia, por isso eles pretendem ir procurando esse poder. Em geral, eles tendem a tomar a vida miseravel para os outros, Por causa da miséria que eles tém dentro, Hé muitas outras coisas que as pessoas querem, ‘mas o tiltimo que cu vou mencionar ¢ a fama ¢ reconhecimento, Vocé se sente minisculo, sem importineia, porque ndo & uma pessoa pequena no interior (uma crianga interior nnunea eresceu) que voe8 quer ser notado e apreciado. Portanto, voeé se toma um Ele € necessétio, sempre & procura de atencdo, e talvez ira desenvolver sofisticado estratégias para levar as pessoas a observé-lo, Portanto, nio & necessério discutit cada pesquisas humanos; estes sdo fundamentais. Todos tém objetivo ¢ fazer vocé se sentir bem, cheio, cheio, feliz ¢ livre. Vamos ver se trabalho. ‘Chegimos agora a um ponto muito importante da nossa primeira pergunta. A ‘uma parte de vocé nao vai gostar do que vocé esté indo para dizer aqui, mas tentar levar isso em. conta, Examina a légica de que, com extremo cuidado, Nao entendendo o seguinte educagdo pode desqualificar para a iluminagai A esséncia da iluminagao Capftulo 1 - A visio da ndo-dualidade James Swartz, Existe felicidade? Estamos todos felizes por um minuto ou dois, até mesmo por uma hora, uma semana ou um més. Isso prova que a felicidade existe. Mas de onde ela vem? ‘Vocé encontra nos objetos? ‘Quando vocé consegue o que quer, vacé se sente livre, feliz, pleno e completo. Que Isso significa que o sentimento de felicidade / satisfac / plenitude / liberdade ¢ o objeto? ‘Vocé no quer as coisas para tomé-lo infeliz. Voeé quer o que vocé quer porque vocé pensa Bliss esta de algum modo contido no objeto. hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f are serves Page 9 ‘A€sséncia ol uminago Mas isso & verdade? Existe felicidade em objetos? Se assim for, o mesmo objecto centrogar toda a felicidade. A avé meias de tric6 e I chapéus para seu neto ndo necessariamente desfrutar de bungee jumping. Vocé pode ver a ave que esta na borda de uma ponte com cabos elisticos ligados as suas pernas? E seu neto adolescente que adora pular de pontes, o qudo feliz eu seria tecelagem meias? A alegtia nfo esté no objeto, mas, para ser justo, ele se parece como se fosse. Porqué parece que a felicidade é encontrada em objetos? Se fosse assim, seria razodvel para olhar as coisas do mundo. Mas o que realmente acontece quando eu conseguir o que quero? Se vocé olhar com cuidado, voc® vai descobrir que, quando voed quer algo, ou quando vocé no quer algo, ¢ obté-lo ou evitar, alegria Ele vem de vocé, Por exemplo, vocé tem fumado por um longo tempo e pensar agora vocé tem encer. Vocé se sente terrivel. Vo ‘ai ao médico, ele te faz alguns testes depois prescrever alguns comprimidos, ele diz que vocé tem pneumonia sozinho, Agora vocs Vooé encontra feliz. em ter pneumonia, porque o medo do cdncer se foi ‘Ou tomar o lado positive. Vocé tem uma fantasia bem desenvolvida sobre pessoa perfeita para vocé, sua alma gémea. Vocé pode imaginar se essa pessoa aparece em sua vida, sua solidio vai acabar e ser feliz. Vocé vai a uma reunido. Vocé olha para alguém que se encaixa com essa fantasia, Seus olhos se encontram na sala. Vocé sente 0 impeto emocionante da quimica de trabalho. "Love" comega a fluir. E 0 que acontece com a fantasia quando na verdade vocé entrar em contato com a pessoa? Desaparece. Por qué’ ? Porque o objeto esté presente. Grande sentimento de amor, alegria, paz ¢ felicidade aparece. Vooé veio apenas no caso de o sujeito ou objeto? Accsséncia da iluminago Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade James Swartz, Eu nfo posso ajudar, mas enfatizam a importincia de compreender 0 mecanismo inconsciente qu sperado, porque a realidade no é assim, sobre a superficie, que parece ser. A andlise mostra que 0 mecanismo inconsciente alegria ndo é no objecto. Ele reside em voe€. Por que 0 objeto veio? ‘Quando, na presenga do objecto desejado, o desejo desaparece, 0 amor / alegria / paz, que é a natureza do mesmo, imediatamente as inundagies - Mente com uma experiéncia positiva O objeto ndo & a fonte da experiéncia; 6 apenas um catalisador que libera sua alegria inata, A tinica conclusiio razodvel que se pode tirar desse fato esta se perguntando: se hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f one. serves Page 10 ‘A€sséncia ol uminago felicidade / amor & a minha natureza, por que estou olhando para objetos? Se vocé nao pode aceitar este fato agora, vocé ainda pode ensinar. Povo para o bem sua afirmagdo de que a alegria esti nos objetos. Antes de continuar Mais tarde, deixe-me the fazer uma pergunta: que tipo de felicidade que € isso? Nao Voce pode dizer que & « felicidade permanente, Quando a experiéncia termina, © seu sentido de ser retomos incompletos e, novamente, tentar contacter ‘Vocé esti procurando ou outro bem para te fazer feliz. Que tu argumentaris felicidade objetivo s6 funciona se vocé pode ficar em contato com objetos que eles parecem fazer vocé feliz. Mas os objetos vém e vio. Nenhum objeto é constante na vida, A ‘nica constante na vida & me, 0 assunto! Vedanta Sustenta que a minha natureza é felicidade, Provamos essa afirmago muitos ‘maneiras, uma vez que € mais do que uma instrugdo. F um feito. No entanto, se continuar ligado a erenga no valor de objetos como doadores de felicidade, Por favor, aceite provisoriamente nosso ponto de vista como uma hipdtese trabalhar e ouvir estes ensinamentos. Voeé pode mudar sua mente, 0s objetos no funcionam por uma razio simples: eu estou indo atrés deles, porque eu procuro completude, mas cu ja estou completo, Eu fago isso porque eu sei quem eu sou. Devemos levar em conta um fato triste mais sobre objetos: embora se 0 objeto que vocé quer, vocé ndo se livrar da pesquisa, porque o esforgo lo, Sem Ele usado para obter esse objeto agora ¢ usado para tentar mant Mas tudo sempre acontece de forma diferente do que o esperado. Apesar de vocé ter um bom trabalho, os seus problemas esto apenas comegando, porque vocé tem que trabalhar duro para manté-lo, Se voc8 tiver sorte o suficiente para ter alguém tem sido no amor com voeé, vocé precisa retribuir esse amor tanto constante; caso contrario, o amor vai ir para outro lugar Finalmente, os objectos no so apenas inerentemente defeituoso em termos da sua Contetido de clicidade, mas 0 campo em que estes objetos aparecem & Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade configurados que a felicidade perpétua tal é impossivel. O campo da minha experigncia, isso & apenas minha opinido, é uma dualidade, Isto significa que, devido as Eu ignorar a ndo-dualidade da natureza de minha realidade, eu acho que em termos de opostos. Para cada aumento hi uma diminuigao. Cada ganho implica uma perda, Por exemplo, vocé cair e voeé encontrar intimidade, No entanto, também sofrem anexo. Vivendo na casa dos seus somthos te faz feliz, mas para fazer isso, vocé deve ter uma hipoteca ¢ desistir de sua moeda de um centavo por trinta anos, 0 que ndo faz de voce hitpe:translate goog eusercortert.comfranslate_f ra serves Page 11 ‘A€sséncia ol uminago feliz. A vida 6 assim, Nao ha nenhuma maneira de vene, © sistema e ficar s6 tem a ganhar sobre as experiéncias de vida, Como diz o poeta, a vida é “alegria ¢ tristeza tecida *. & uma multiplicagao por zero. Definindo um objeto ‘Um objeto & qualquer coisa que no & assunto. Meu corpo aparece como um ‘Oponho-me. Meus sentimentos so mostrados em mim e me conheces. Também, eles so objetos, como so os meus pensamentos, erengas e opinides. Absolutamente todos que a exper futuro, A experiéncia em si é um objeto conhecido para mim. Lembre-se disto definigdo, porque ¢ a esséncia da investigagdo do ser; a necessidade de acabar sua pergunta ¢ além, Ele é 0 fundamento da pritica que vos libertard ncia é um objeto, incluindo o passado, presente € Eu nao sou um objeto Se algo ¢ conhecido por mim, nao pode ser. Objetos fisicos, pensamentos € objetos emogdes ¢ as minhas experiéncias no mundo, séo conhecidos Sou separar objetos? 1Nés aprofundar nossa investigago. Onde eu termino e onde comegar objetos? Existe um fosso? Se sim, que tipo de separagdo &? Se vocé olhar percepedo, vocé vai notar que os objetos ndo esto realmente separados oassunto ,. A luz atinge os objetos, viaja através dos olhos ¢ experiéncia conhecimento do objecto ocorrer na mente. O conhecimento do objeto Acesséncia da iluminagé James Swartz, Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade esse objeto, Se um edo esté andando na frente de voce, vocé ndo vai ver um gato, O que & ‘ez esta experigneia um cdo? F feito de sua mente, o instrumento percepgdo. A mente &a sua consciéneia tomando a forma de virios objetos. Pode sei de nada, porque nenhuma forma e os limites. Se vocé pensar sobre © hitpe:translte googeusercortert.comfranslate_f ne. serves Page 12 ‘A€sséncia ol uminago Experiéneia do co, vocé vai ver que, do ponto de vista da experiéncia, 0 cdo cencontra, de fato, em sua mente, néo fora andando na rua. E Eu estaya do lado de fora, mas se voeé tentar esta experiéncia para fora, é impossivel. Nao importa, quiio perto voe® esta do corpo do co sera sempre um objeto. Vocé nao pode, por cexemplo, deixando seu corpo e sua mente a experiéneia de seus objetos importa, porque os abjetos ndo sdo o que parecem, nem so localizados onde Eles parecem cair. Sempre eles olham como se fossem longe de nés, mas no E assim, Aqui estd uma das declaragdes contra-intuitivas Vedanta atrés: 0 objetos nio sdo reais. Quando dizemos que nio so reais, nos referimos ‘munca 0 mesmo a partir de um segundo para outro e que sao feitos de pegas. O que parte de um cdo & 0 cdo? F a pele, dentes, pemas, focinho? Se 0 cdo fora de seu nariz, o que ¢ 0 nariz? F um agregado de particulas regidas pela varias leis naturais. Assim, o qual das particulas & 0 das particulas do nariz? Quando voc@ investigar, todos os objetos so mantidos a um espaco em que o particulas aparecem eo observador desse espago. O observador esté consciente espago ¢ objectos que permanecem na mesma; caso contrario, eles ndio podem ser conhecido, A consciéncia do observador ¢ a consciéneia que sabe tudo. Definigao de real Algo é real ou nunca muda. Os objetos no sio reais, eles mudam. Se pense com cuidado, este fato incomoda-lo, porque vocé sabe que os objetos Eles sto irreais, nao perseguirias. Em qualquer caso, tentamos detetminar onde os objetos esto localizados ¢ quais, €0 seu relacionamento comigo. Aqui outra andlise minuciosa da relagdo ocome Este inquérito mostra que os objetos identificados ¢ assumimos experiéneia através entre 0 sujeitoe os objetas aparecem para mim. percepgdes sensoriais so essencialmente nada, mas sentimentos especificos criado pelos érgios dos sentidos. As sensagées experimentadas constituem 0 objeto com o qual nos associamos, Por exemplo, a dureza nos sentimos em nossas costas quando estamos sentados em uma cadeira de madeira, no é 0 conhecimento completo da cadeira. A ideira” $6 se torna cadeira A esséncia da iluminago Capitulo 1 - A visio da James Swartz, porque nds fazemos uma inferéncia baseada na idéia de que uma cadeira. © que hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f wane. serves Page 13, ‘A€sséncia ol uminago experiéneia distintas no corpo, o que, por sua vez, sdo interpretados como algo para a mente °, significa” que, como o corpo, aparece como um objeto em mim a consciéncia, Esses sentimentos ¢ conhecimento que vem com eles nio faz a experiéncia da cadeira e da conhecimento da cadeira so os mesmos. Tudo o que experimentamos 6, em primeiro lugar, dureza ou suavidade (se uma cadeira estofada) e, em seguida, a idéia de uma cadeira, O livro Greg Goode, o caminko direto, apresenta muitas experiéncias concretas Eles provam que os objetos parecem estar fora, mas na “realidade” ndo so localizado onde eles parecem ser Se vocé investigar mais, vocé vai ver que a cadeira é nada, mas a experigneia de um ‘6rgio sensorial em particular através do qual é percebida, Além disso, 0 ‘uma sensagao de existéneia independente nao pode ser confirmada por outra corpo diferente do corpo que experimentou. Assim que a cadeira pode ser objetivada ¢ sujeito a um conhecimento comum, que teria de ser verificada por esse outro Stgio de percepedo do que a registada, Mas somente quando um & certo sentimento aparece em mim que eu experimentar o que chamamos de visdo, audigao, paladar, tato ou olfato, Para continuar a investigagdo, descobrimos que os érgios Essencialmente, eles so nada mais do que eu, que vé a conscincia, Eu néo fazer experigncia como instrumentos que estdo sentados Ié fora, esperando para ser utilizado. Fu nfo acho que: "Sinto o cheiro de uma rosa. Gostaria de saber onde eu vou ter deixado o meu nariz. Ele teve que ontem, mas hoje parece perdido. Eu chamo minha esposa, talvez ela estivesse que trocaram de lugar." A anélise revela que cada érgio é uma caracteristica tnica de consciéncia, em que um tipo particular de pereepgdo ocorre, Finalmente, uma ver. que exige a consciéncia ou, caso contritio, o drgi0 sensério nao pode sentir, & claro que os sentidos dependem da consciéneia para existem, mas a consciéneia nao depende deles. Voeé, a consciéncia existe se hi ou ndo sao coisas sensiveis, como no sono ptofundo, por exemplo. Se eles ndo tém existéncia independente, objetos que aparentemente detecta relatério (que € a base do nosso conhecimento sobre cles) ndo tém existéncia sem mim, a consciéncia testemunha, sobre o qual ‘Vai dizer-lhe mais ¢ mais 4 medida que continuamos. Se os objetos existem ape sensagdes ¢ sentimentos so como cu, a alegria na aparéncia causada pelo contato com objetos, s6 que vem de mim, Se fomos um pouco mais, tomna-se claro que nio se pode separar de mim, o sujeito, felicidad ‘Acesséncia da iluminagio Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f rae. serves ‘A€sséncia ol uminago James Swartz, Olea" do Eu me sinto, Como uma onda nunca é separada do oceano, em qu alegria que vem quando eu tenho o que eu quero é s6 comigo, consciéncia, Entdo, agora nos vemos que os objetos nao estéo longe de nés em um mundo “além fora. " Bles so experientes e conhecidos "em" nés. Se tomarmos 0 nosso pergunta um pouco mais, vamos encontrar um fato que é a base da Vedanta, © conhecimento que nos libertaré da dependéncia de objetos: [Nos descobrimos que a realidade é ndo-dual e no pode invocar objetos porque os objetos sto nés. Se nossa andlise é verdade (c 6), ‘em seguida, os objetos que experimentamos no so separados de consciéncia Ele torna possivel experimenti-los, 2 Objetos sio I Deixe-me fazer uma pergunta do milho de délares: até onde voe® & vor’ consciéncia de que voe€ experimenta? A resposta €: vocé nao est longe de tudo, Na verdade, no ha nenhuma diferenga entre o verdadeiro vooé e no a testermunha experimentador, experiéncia livre e consciéneia com o qual vocé experimentar, 0 pessoa que vocé pensa que &. Embora a pessoa que vocé acha que ¢ um objeto a ser conhecido vooé, bem como objetos fisicos so conhecidos por ele, esse objeto € ndo separado ‘vooé, a testemunha nao experimentador (0 verdadeiro vocé), bem como um anel de ouro no (0 ouro é separado, Se isso for verdade (¢ 6), 0s objetos sto vocé! Isto é 0 que queremos dizer quando usamos 0 termo ndo-dualidade, Dualidade, distingdo entre sujeito e objeto, a natureza dos colapsos quando vocé investigar percepeao, ‘Mas eu niio sou um objeto ‘A mosea na sopa € essa dualidade: 0 corpo nao pode ser voeé, porque & uum objeto conhecido para voeé, da mesma forma como qualquer outro objeto & Ele € conhecido por voe8. Tal como acontece com 0 corpo, vooé no & suas emogdes ou o seu pensamentos ou qualquer outra coisa que acontece em vo @, porque estes so 2 By the way, eu decidi evitar o uso de termos sanscritos “Brahman” ¢ "Atman” porque ndo temos forma de avaliar fora da tradigao snscrito. Ambas as palavras referem-se a consciéncia (Chaithanyam, chetena) visto de diferentes angulos. E Vedanta diz que nio ha diferenga entre eles. A mente ocidental tende a ver a conscit objetos como subjetivas que aparecem na consciéncia, o que cria um problema porque 0 © objetivo do inquérito ¢ distinguir estar ciente dos objetos nele. hitpa:translate goog euser corer. comfranslate_f sae. serves Page 14 ‘A€sséncia ol uminago A esséncia da luminagdo Capitulo 1 - A visio da nio-dualidade james Swartz, objetos conhecidos para voc8, Minha mao esta, mas eu nao sou minha mao. Se a minha mao para fora climinado, eu permaneceria a mesma. Claro, se eu fosse 0 corpo no, Ele permaneceria a mesma, Seria um corpo com uma mao. A valorizago deste fato é algo incrivel, porque so significa que eu nunca encontrar conflito com objetos ¢ estou livre deles (particularmente a desagradavel) simultaneamente. Definigao de nio-dualidade No inicio do ensino de Vedanta, é vital para compreender © significado de nao-dualidade. F facil de entender quando vocé se comprometeram inquérito sobre a percepsdo, mas & dificil de aceitar, porque contradiz ‘© que tomamos como nossa experiéncia, Na verdade, nds ndo pensamos profundamente sobre o processo de experiéneia como nds 0 experimentamos, ‘mas 0 que nds experimentamos ¢ exibida (isto é, 0 sujeito eo objeto ‘onstruir as nossas vidas Eles so separados) como se fosse realidad na erenga de que, quando, na verdade, nada ¢ separado Faz uma grande diferenga para entender que tudo é realmente vocé e no alguém ou alguma coisa. © conflito ¢ praticamente desapareceu e pequenos contlitos que surgem sdo resolvidos facilmente, Além disso, outra grande diferenga implica saber que vocé esta livre de objetos. Finalmente, a cereja no topo do bolo da vida é o fato de que vocé é a felicidade mesma, Se a felicidade nfo reside em objetos e existem apenas duas categorias no existéncia, sujeito e objeto, entio a felicidade s6 pode ser voo8. Quando vocé apreciar a si mesmo como sujeito, vocé seré abengoado, porque vocé est sempre presentes, Reiterando o que foi dito: @ perseguir objetos nio terd felicidade duradoura, porque objetos vém e vdo. Se vo 1c encontra preso na crenga da dualidade, vocé pode ser feliz por um tempo quando vocé est em contato com objetos indesejados, ‘mas voc@ nio vai ser feliz perpetuidade, E é um fato que ninguém esté satisfeito com a felicidade temporiria, Entio, se eu niio estou feliz que meu erro é devido a mim me distinguir mesmos objetos que aparecem em mim, Vedanta é um método viavel Entdo descubra sua unidade com tudo, como toda a sua liberdade. hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f 1518 serves Page 15, ‘A€sséncia ol uminago A esséneia da iluminagao Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade James Swartz ie d dualidade nao significa que vocé vai entrar lé sob uma esp ase ‘orgasmo espiritual, incapaz de distinguir entre vocé e objetos e conscientizagaio experimentador (0 "pequeno" voce), Nao quer dizer que a pessoa que acredita-se ser tanto tempo "ndo esti li", Nos ouvir as pessoas espirituais dizem que um ‘Ele ¢ iluminado ¢ nao esté li", como se alguma virtude residia em ser inexistente. Deve ficar claro que essa pessoa (a partir do qual voc€ esté tentando se libertar) & também mantida quando vocé sabe quem voce um objeto nao esté separado de vocés, a consciéncia, a testemunha nao experimentador. Que pessoa, o que nos dé tanto trabalho, & apenas um probleme porque nds . S6 entdo é conhecido como 'Nés nos identificamos com ele. Quando vocé percebe claramente que vocé nio & essa pessoa e se identifica com quem vocé realmente 6, que a pessoa aparece como uma boa parcciro, um inimigo sem dentes ou, na pior das hipéteses, como um engragado ‘empacotar tendéncias irracionais. Talvez vocé se sinta um pouco tolo quando vocé pereebe que foi enganado pela dualidade e que, de fato, sfo a consciéneia, a testemunha ndo experimentador, livre cexperigneia. Nao se julgue severamente por ter levado tanto tempo cia experimentando. Todo mundo esté ens ado pela dualidade. ‘Até agora tenho equiparado a compreensGo da ndo-dual natureza da realidade com a palavra "felicidade”. Talvez ndo seja um termo muito preciso para des resultado da discriminagdo entre sujeito e objeto, porque a "felicidade" falamos nao € o resultado de um evento ou de conseguir 0 que vocé quer ou evitar 0 que vocé nao faz, Nao é uma felicidade e felicidade tir estilo "Bu ganhei na loteria e eu cai." O tipo de felicidade que € a natureza do eu um sentido sutil e simples de totalidade e plenitude, uma aceitagdo tranquila nascido de um inegavel sentido de auto-confianga: 0 conhecimento que ndo importa o que acontece, bom ou 1, eu estou sempre certo, porque, consciéncia, eu sou um todo, sem partes. Nao ha divisdes em mim, sem vinculos ou limites ‘me separando nada Assim, o processo de investigagao é reduzida para determinar se estou total e completamente (e, Assim, livre) ou soja para incompletos (e, portanto, ndo ¢ livre), Se eu estou cheio, ‘ent eu nao precisa procurar por objetos. Se eu estiver incompleta, eu continuar procurando objectos. A investigacdo da propria é um nio filoséfico, questio existencial, intelectual, religiosa ou mistica, A questo bisica é: O que estou fazendo aqui na terra esta came tubo? Quem sou? © que é vida? Se eu pudesse deseobrir hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f 1618 serves Page 16 ‘A€sséncia ol uminago no meu proprio, eu teria feito, No entanto, o problema é demasiado ‘Acesséncia da iluminago Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade James Swartz complicada. Preciso de ajuda, Eu preciso de um meio de conhecimento de si. ‘Vedanta 6 um meio de conhecimento de si. Revela a légica oculta nossa propria experiéncia nos convence de que, se somos racionais, nés deve abandonar a busca de objetos e ir diretamente apés a liberdade. Estamos perto do final do primeiro ligdo. Se acontecer de voc censino secundétio, voce deve ter levado os fundamentos ligicos para agora, Se vocé nio pode aceité-la, a proxima instrugdo sentido porque feliz. S ‘vooé ainda esperando algum tipo de objeto que faz vo. ssa logica nfo & © suficiente para vocé (e muitas vezes ndo é, por causa da insisténcia teimosa que ego objetos sdo a fonte da felicidade), por favor considere um iiltimo fato. A vida 6 uma multiplicagio por zero ‘Como mencionado anteriormente, o iltimo prego no caixdo da idéia de a felicidade da sua proveniéneia dos objectos é o triste fato de que a vida é um multiplicagao por zero. E porque o mundo dos objetos & uma dualidade. Nao ‘voce pode ganhar sempre. Vocé perde tanto quanto queria. Eu exijo para 0 meu dinheiro seguranga, mas 0 meu desejo de passat (0 que & bom dinheito se eu no puder gasté-lo?) Isso me deixa insegura, O mais prazer eu recebo mais prazer desejo. E desejavel doloroso. Quer ser capaz de ser livre do meu sentimento de inadequagio e pequenez, mas o poder depende das circunstncias que ndo estdo sob meu controle, que cu Ele sentiu falta no poder. Gostaria de ser perfeito, mas quanto mais eu me tomar perfeito, mais imperfeigs ocultas vir & luz. Eu quero aproveitar a intimidade de um relacionamento; no entanto, para té-Io, devo respeitar um objeto, e depois perder minha liberdade. Se eu quero ser livre, eu tenho que sacrificar a minha privacidade. A lista & intermindvel. ‘A quarta pesquisa Podemos dividir a experiéncia de trés busca basica: seguranga, prazer e virtude. objetos pode nos dar os dois primeiros, ¢ do jeito que ir atras desses objetos o que pode nos dar o terceiro, No entanto, na realidade, hé apenas um hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f ame serves Page 17 ‘A€sséncia ol uminago pesquisa, a busca pela liberdade. Por qué? Porque quando cu desejo um objeto ¢ liberdade que vem quando o desejo de que objeto se foi. Eu nfo quero seguranga, Eu desejo a liberdade de inseguranga. Nenhum prazer desejo, Fu desejo a liberdade soffendo. Nenhuma virtude desejo, Eu desejo a liberdade do pecado, A esséncia da iluminagao Capitulo 1 - A visio da ndo-dualidade James Swartz, hd nada "errado" com os préprios objetos. Mas cles so apenas um meio indireto para a felicidade, Desde o verdadeiro alvo na busca de objetos & 0 felicidade, o que eu preciso ¢ uma maneira direta, Desta forma, eu ir diretamente para o felicidade. Eu entendo claramente que os objetos no ajudar. Em nossa tradigao, pessoas que vo diretamente apés liberdade so chamados Mumukshus, os Raiz sinscrita muc, o que significa liberdade. Vocé & uma saudivel, maduro € qualificados para o inquérito, a menos que vocé entender a légica deste censinando sobre os objetos. Espiritualmente, este ¢ o momento da verdade. Todo mundo quer liberdade, E ‘muito bem, mas eles querem liberdade mais objetos. Bles querem manter tudo coisas chamado objeto e adicionar a felicidade a sua pilha de objetos. Isso nunca Ele funciona, mas eles ndo param para pensar que ele faz, Ele ndo funciona porque © A liber € um objeto que pode adquitir como exper cia. Se pudéssemos, centdo ndo seria liberdade em tudo, porque todas as experiéncias sdo limitados, Eles esto concluidas. A pereepgao de que hi um caminho direto para a liberdade &, talvez, o momento ‘mais importante na vida de um ser humano, Para ser corretamente atrés qualquer coisa, se a seguranga, prazer ou virtude, € preciso comprometer-se completamente. Quanto mais coisas vocé prosseguir, a menos provavel que vocé esté a chegar Nada. Vocé s6 pode avangar com um desejo particular antes conilitos com outro desejo. A proxima meta parece mais acessivel, assim que um descartada primeiro, Pessoas saltar de um lado para outro, sem encontrar sempre sucesso em uma coisa, porque eles acreditam que alguma coisa vai funcionar melhor ou mais rapido, Se vocé é, na realidade, a consciéneia e nao a criatura pobres e necessitados que pensa que esté (e dual consciéncia nem sempre € livre de objetos conhecida por seu), encontrar outra coisa nao vai funcionar. Se vocé deseja buscar seguranga, prazer ou virtude, ou poder ¢ fama, ou o que quer, entio va para lo. No entanto, nunca havera substincia nessas coisas. Eles podem the dar, de intermitentemente, prazer ¢ dor, mas ndo a felicidade confiante vinda seu conhecimento da natureza, que ¢ a liberdade. hitpe:translate goog eusercortertcomfranslate_f rat