Você está na página 1de 40

Semanário Regional de Informação Director: João Campos www.jornalnordeste.

com
nº 700. 30 de Março de 2010 . 0,75 euros

Centro Escolar de Santa Maria


esbarra nos acessos
Câmara de Bragança não chegou a acordo
com proprietária e tribunal impede entradas das
máquinas em terreno contíguo à escola

MIRANDÊS

Agricola
Rock Band
Derrotados de
Regressamos ontem são os
a 13 de Abril. vencedores hoje
Boa Páscoa! Vitória de Pedro Passos Coelho reforça
influência de Telmo Moreno e Paulo
Xavier na estrutura do PSD

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 


ENTREVISTA

“Guardião de memórias”
6 @ Actu-
FACTOS almente, mo-
Nome – Paulo Jorge Fernandes dernizam-se
Rodrigues os museus
Idade – 40 anos no sentido
Data de nascimento de atrair um
– 22 de Abril de 1969 maior núme-
Nascido em - Bragança ro de visitan-
Profissão/Patente tes. Pensam
– Militar / Major de Artilharia percorrer
Ofício – Director do Museu esse mesmo
Militar de Bragança trilho?

R: Esse é,
BRUNO MATEUS FILENA precisamente,
outro projecto.
1 @ Descreva o seu percurso O de moder-
até chegar ao cargo de director nizar a forma
do Museu Militar de Bragança. como apresen-
tamos a nossa
R: Licenciei-me em Ciências exposição aos
Militares – Artilharia, na Academia visitantes, com
Militar, entre 1988 e 1994. Ao lon- recurso à adap-
go da minha carreira, entre outras tação das no-
subunidades, fui Comandante da 1ª vas tecnologias,
Eis o expositor preferido do major Paulo Fernandes, no Museu Militar de Bragança
Bataria de Bocas de Fogo e poste- com as quais
riormente da Bataria de Comando e visitantes; e tornar as visitas o mais ção de uma candidatura à Rede Por- estamos cada vez mais habituados
Serviços do Grupo de Artilharia de agradáveis possível, de forma a mos- tuguesa de Museus? a contactar, com vista a continuar a
Campanha da Brigada Aerotranspor- trar às pessoas que nos visitam que acompanhar a evolução dos tempos e
tada Independente. Passei, também, são bem-vindas para que se sintam R: Sim! De facto, estamos muito a conseguir transmitir a informação
pelas seguintes unidades: Regimento bem recebidas. empenhados na preparação da nos- da forma mais clara. O facto de nos
de Guarnição Nº 3 no Funchal, Regi- sa candidatura, pois irá trazer várias encontrarmos instalados na Torre de
mento de Artilharia Nº 4 em Leiria, 4 @ E projectos, a curto pra- vantagens, não só ao Museu Militar Menagem deste magnífico Castelo
Regimento de Artilharia Nº 5 em Vila zo? de Bragança e à Direcção de Histó- desafia-nos a isso mesmo, a continu-
Nova de Gaia, e pelo Centro de Re- ria e Cultura Militar, onde nos en- ar a fazer por estar o mais à frente na
crutamento de Vila Real. Depois, vim R: Projectos a curto prazo são contramos integrados, mas também tecnologia tanto quanto possível. Na
para Bragança chefiar o Gabinete de vários. No ano passado os museus à cidade de Bragança. Por exemplo, época medieval, os castelos e fortale-
Atendimento ao Público. Além disso, militares tiveram as suas temáticas a divulgação que teremos será mais zas recorriam aos avanços técnicos e
frequentei alguns cursos após ter- organizadas e aprovadas de modo a abrangente, alcançando um maior saberes mais actuais para uma maior
minar a Academia Militar, dos quais não haver sobreposição de temas e número de pessoas, o que acabará por eficácia. Seria um grande desprestí-
destaco o Curso de Promoção a Capi- assuntos expostos. As temáticas atri- atrair mais visitantes. Além da liga- gio da nossa parte se não mantivés-
tão e o Curso de Promoção a Oficial buídas ao Museu Militar de Bragança ção com as várias entidades e museus semos esse mesmo espírito e vonta-
Superior. são: a Fortificação Medieval; Peças que, de uma forma ou de outra, estão de. Assim, estamos neste belo museu
de armaria até ao Séc. XVIII; História interligados com a rede portuguesa como guardiães e conservadores das
2 @ Como surgiu a oportuni- Militar do Nordeste Transmontano; de museus, será uma mais valia para memórias do passado militar desta
dade de se tornar no director do Invasões Francesas; e Moçambique todos os intervenientes. nossa gloriosa Nação.
museu? (Batalhão de Caçadores Nº 3). Desta
forma, um dos projectos que temos a
R: Surgiu pela conjugação de vá- decorrer é a adaptação da nossa expo-
rios factores. Desde a minha forma- sição a essas temáticas, que têm mui-
ção, passando pela disponibilidade to a ver com a região em si. Por isso,
para o desempenho desta função e sentimos uma grande vontade de as
vontade de continuar o trabalho que conseguir apresentar de forma mais
os meus antecessores realizaram nes- clara possível. Os intervenientes na
ta bela cidade. história local e nacional, ou seja, os
nossos antepassados, merecem ver o
3 @ Como director do Museu trabalho da sua vida e as suas acções
Militar empossado recentemen- reconhecidas. Nós apresentamos
te, quais são as suas priorida- uma parte da história que faz parte da
des? história de Portugal, e isto é apenas
mais uma forma de prestar homena-
R: O Museu Militar de Bragan- gem a quem fez parte dela. Pois que
ça é um guardião das memórias do maior homenagem podemos prestar
passado para as gerações presentes a alguém senão aquela de reconhe-
e vindouras, com a particularidade cer o que fizeram com o seu esforço
de ter uma exposição de cariz mili- e a sua vontade para podermos estar
tar. Assim, as nossas prioridades são: aqui, hoje, como estamos, orgulhosos
guardar da melhor forma possível e reconhecidos perante os nossos an-
os artigos e as memórias do passado tepassados.
para as poder apresentar nos dias de
hoje e nos de amanhã; manter a ex- 5 @ É correcto afirmar que há um
posição interessante para os nossos empenho da vossa parte na prepara-

 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


Acessos dificultam
novamente no terreno, obrigando
a co-proprietária a interpor uma
providência cautelar no tribunal de
Bragança, o que fez os trabalhos pa-

abertura de Centro Escolar


rarem pela segunda vez. Resultado:
o Centro Escolar está pronto, mas a
questão dos acessos ainda continua
por resolver.

JOÃO CAMPOS Em Dezembro do ano passado,


Jorge Nunes tentou escamotear
Proprietária não autoriza o diferendo com a proprietária
abertura de acesso ao Cen-
O assunto é considerado incómo-
tro Escolar de Santa Maria do e, em declarações à Rádio Brigan-
tia, a 17 de Dezembro de 2009, Jorge
A Assembleia Municipal do pró-
Nunes tentou contornar a questão e
ximo dia 30 de Abril pode ser deci-
omitiu o diferendo entre a autarquia
siva na resolução do problema dos
e a co-proprietária. “Temos uma difi-
acessos ao futuro Centro Escolar de
culdade com a construção do acesso,
Santa Maria, em Bragança.
pois as condições climatéricas não
A obra está concluída, mas a co-
nos permitem construir um acesso
proprietária de um terreno da zona
em tempo útil. Por isso, o centro es-
envolvente interpôs uma providên-
Abertura do acesso poderá ter que ser decidida em Assembleia Municipal colar ficará concluído, mas só mais
cia cautelar no Tribunal de Bragança
tarde é que irá abrir”, afirmou o au-
para impedir o avanço das máquinas
construídos o mais depressa possível, pertencente a mais 4 familiares. tarca.
naquela parcela.
viabilizando a abertura já no próximo Surpreendido por esta atitude, a O certo é que na passada sexta-
Agora, o presidente da Câmara
ano lectivo. dona da parcela alertou a autarquia feira, quando confrontado pelo Jor-
Municipal de Bragança (CMB), Jor-
O verniz estalou em Julho passa- para a necessidade de recuar, dado nal NORDESTE com esta situação,
ge Nunes, quer declarar a Utilidade
do, quando as máquinas entraram no não existir um acordo para a cedên- Jorge Nunes já admitiu que o casal
Pública e avançar para a posse admi-
terreno para desbravar o caminho, à cia do terreno, pelo menos subscrito está a obstaculizar a abertura do novo
nistrativa da propriedade, para que
revelia da co-proprietária do terreno, pelos 5 proprietários. Centro Escolar, pelo que a autarquia
os acessos ao Centro Escolar sejam
Ao que foi possível apurar, trata- terá que partir para a posse adminis-
se de um prédio rústico indivisível, trativa da parcela. A co-proprietária
20 Ciclo em perspectiva pelo que a alienação de qualquer área
implica o acordo de todos os fami-
do terreno já foi notificada da deci-
são, tendo recebido, inclusive, uma
O presidente da Junta de Santa Maria, Jorge Novo, defende a criação do 2º Ciclo liares. A CMB terá chegado a acordo proposta de compra do terreno, que
do Ensino Básico no Centro Escolar que vai abrir portas na freguesia, paredes-meias com 4 dos co-proprietários, mas ig- até à data não obteve resposta.
com a Escola Secundária Miguel Torga (ESMT). norou as pretensões do casal que se A derradeira decisão, contudo, só
O autarca considera incorrecto o facto das crianças frequentarem o novo esta- diz lesado. poderá ser tomada na sessão ordiná-
belecimento, desde o Pré-Escolar até à 4ª classe, para depois terem que mudar de Após acordo entre ambas as par- ria da Assembleia Municipal de Bra-
escola por causa do 5º e 6º anos, já que no 7º ano regressam à Escola Secundária tes, a obras foram suspensas, mas gança, caso seja aprovada a declara-
Miguel Torga. em Setembro as máquinas entraram ção de Utilidade Pública do terreno.
O problema, contudo, é que o futuro Centro Escolar de Santa Maria pertence
ao Agrupamento de Escolas Augusto Moreno, onde já funciona o 2º Ciclo, e só se o
número de alunos o justificar é que o Ministério da Educação autorizará a abertura
do 5º e 6º anos no novo estabelecimento.
Mesmo assim, Jorge Novo promete avançar com um requerimento à Direcção
Regional de Educação do Norte e, nesta matéria, conta com o apoio dos pais das
crianças que vão frequentar o Centro Escolar de Santa Maria.

Licença Nº. 1330 AMI

Invista com confiança


Apartamento T3 - € 82.500 Apartamento T1 – Espanha T- 3 e T- 4 em construção
Usado, garagem fechada, dupla caixi- - € 90.000
lharia, bom isolamento, perto do centro A dois minutos do centro, ex-
Em zona turística, com bons
posição solar excelente, vistas
acabamentos
Apartamento T2 - € 78.000 panorâmicas, grandes áreas,
Excelente local, cozinha equipada c/ Rica Fé - Habitações de qualida- Acabamentos modernos etc.
móveis modernos, aquecimento central
completo. Óptimos acabamentos e vistas
de a preços imbatíveis
Últimos para venda – T-2 / T-3 /
panorâmicas para o Parque Natural de Escritório - Sá Carneiro
Montesinho T-4 / T-3 Duplex
Com 32 m2, venda € 32.000 /
arrendamento € 220/ mês
Apartamento T4 - € 135.000 Terreno - € 138.000
Com 182 m2, acabamentos de Av. Abade de Baçal, área 600
qualidade, junto ao Jardim da m2, com projecto Loja Comercial €
Braguinha
Apartamentos T1 - Porto 65.000
Apartamento T3 - € 90.000 Ao bairro Santa Isabel
Ao Eixo Atlântico, último andar, Acabamentos de qualidade,
perto de tudo, mobília de cozinha, junto ao Hospital de S. João, a (antigos escritórios
grandes áreas. Como novo partir de € 90.000 Cisdouro)

R. Abílio Beça (Zn Histórica) • Tel: 273324569 • Fax: 273329657 • Bragança - www.predidomus.pt

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

De derrotados a vencedores Bragança


JSD de regresso
JOÃO CAMPOS Fernando Gomes Alves e Márcio
Pires são, desde o passado dia 20 de
Março, os novos representantes da
Telmo Moreno e Paulo Juventude Social-Democrata (JSD)
Xavier foram os grandes no distrito de Bragança.
Dos 62 delegados do colégio elei-
vencedores das eleições do toral, apenas um não participou na
PSD no distrito de Bragança votação. No rescaldo, Fernando Go-
mes foi eleito presidente da Comis-
Pedro Passos Coelho venceu em são Política Distrital, com 32 votos,
todas as Concelhias do distrito de ao passo que Márcio Pires foi condu-
Bragança, à excepção de Alfândega zido para a Mesa do Conselho Distri-
da Fé, Freixo de Espada à Cinta e Mi- tal, com 33 votos.
randela. A lista B, encabeçada por Pedro
A vitória mais folgada do novo lí- Fernandes (Comissão Política Distri-
der do PSD teve lugar em Mogadou- tal) e Lídia Tavares (Mesa do Conse-
ro, por uma diferença de 133 votos, lho Distrital), mereceu a confiança de
ao passo que Mirandela deu a maior 29 e 28 militantes da Jota, respecti-
margem a Paulo Rangel, à razão 146 vamente.
votos. Telmo Moreno e Paulo Xavier falharam a corrida à Distrital, mas venceram na liderença nacional Recorde-se que a JSD não tinha
Ao todo, Paulo Rangel mereceu a qualquer órgão eleito no distrito de
confiança de 613 militantes, um nú- Júlio de Carvalho, que nas últimas Coelho, que também teve o apoio Bragança, há vários anos.
mero muito abaixo dos 892 obtidos directas apoiou Pedro Passos Coelho, da concelhia liderada pelo vereador
pelo recém-eleito presidente do PSD. mas desta vez decidiu ficar ao lado de Carlos Barroso. O mesmo sucede em S.C.
A leitura dos resultados, contudo, Nunes e Silvano. Mogadouro, onde o vereador António
não se esgota nos números. Há venci- Em terreno inverso está Telmo Pimentel marcou pontos na estrutura
dos nas eleições para a Comissão Po- Moreno, outro histórico do PSD, que partidária, numa altura em que passa
lítica Distrital que na noite de sexta- poderá tirar partido desta vitória nas a pasta da Concelhia para José Fran-
feira passaram a vencedores. É o caso próximas eleições para a Comissão cisco Branco.
de Telmo Moreno e Paulo Xavier, que Política Distrital, tentando refazer-se Por outro lado, os resultados de
apoiaram Passos Coelho desde a pri- da derrota frente a José Silvano, em Vimioso atestam bem o protagonismo
meira hora, mesmo quando o novo lí- Janeiro passado. que o líder concelhio, Jorge Fidalgo,
der enfrentou Manuela Ferreira Leite Em Macedo de Cavaleiros, veri- tem vindo a ganhar nos últimos anos
nas eleições directas de 2008. fica-se a influência do edil Beraldino no interior do partido, à semelhança
Na situação inversa estão José Pinto e do deputado Adão Silva na do que acontece com o edil José Luís Márcio Pires e Fernando Alves
Silvano e Jorge Nunes, que se posi- expressiva votação em Pedro Passos Correia, em Carrazeda de Ansiães.
cionaram a favor de Paulo Rangel e
saem enfraquecidos na estrutura la-
ranja. E se o presidente da Comissão
Política Distrital conseguiu ganhar a C.P. Concelhia Passos Coelho Paulo Rangel Aguiar Branco Castanheira Barros
aposta na Concelhia de Mirandela, já
Jorge Nunes perdeu terreno na sec-
ção de Bragança que, recorde-se, é li- Alfândega da Fé 17 18 1 0
derada por Paulo Xavier. O presiden- Bragança 229 211 5 2
te da Junta de Freguesia da Sé pode, Carrazeda de Ansiães 57 5 0 0
por isso, partir reforçado para as Freixo 18 21 3 0
próximas eleições da Concelhia bra-
Macedo cavaleiros 131 20 3 0
gançana, em Junho deste ano, quer
avance como cabeça-de-lista, quer Mirandela 75 221 2 0
como apoiante duma candidatura da Miranda do Douro 12 12 1 0
sua confiança. Mogadouro 155 22 5 0
Torre de Moncorvo 44 26 2 0
Júlio Carvalho retirou apoio a Vila Flor 53 12 4 1
Passos Coelho e foi arrastado Vimioso 60 12 0 0
na onde de derrota Vinhais 41 33 0 0

Quem também sofreu um forte


revés nas eleições internas foi o man- TOTAL 892 613 26 3
datário distrital de Paulo Rangel,

FICHA TÉCNICA
Fundador: Fernando Subtil - Director: João Campos (C.P. Nº 4110) - Secretária de Redacção e Administração: Cidália M. Costa
Marketing e Publicidade: Bruno Lopes - ASSINATURAS: Sandra Sousa Silva
REDACÇÃO: Bruno Mateus Filena, Orlando Bragança, Sandra Canteiro (C.P. Nº 8006), Teresa Batista (C.P. Nº 7576) e Toni Rodrigues
Correspondentes - Planalto Mirandês: Francisco Pinto - Mirandela: Fernando Cordeiro e José Ramos - Torre de Moncorvo: Vítor Aleixo
email:geral@jornalnordeste.com FOTOGRAFIA: Studio 101 e RC Digital
Propriedade / Editor: Pressnordeste, Unipessoal, Lda - Contribuinte n.º: 507 505 727 - Redacção e Administração: Rua Alexandre Herculano,
Nº 178, 1º, Apartado 215, 5300-075 Bragança - Telefone: 273 329600 • Fax: 273 329601
Registo ICS N.º 110343 - Depósito Legal nº 67385/93 - Tiragem semanal: 6.000 exemplares
Impressão: Diário do Minho - Telefone: 253 609 460 • Fax: 253 609 465 - BRAGA
Assinatura Anual: Portugal - 25,00 €; Europa - 50,00 €; Resto do Mundo - 75,00 €

 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Corpo de Leandro
encontrado na margem do Tua
Pescador residente blico e o Delegado de Saúde de Mi-
randela estiveram no local da Aze-
em Frechas encontrou nha da Saldanha, entre Frechas e o
criança de 12 anos Cachão, onde um pescador avistou o
corpo, tendo confirmado tratar-se do
que desapareceu cadáver de Leandro.
nas águas do Tua Segundo informações avançadas
pelo JN, o relatório que está a ser ela-
borado pela PSP aponta para morte
O corpo de Leandro, a criança de acidental, afastando a hipótese de
12 anos que desapareceu no passado suicídio.
dia 2 nas águas do Tua, foi encontra- Já o inquérito do Ministério da
do, na passada quinta-feira, por um Educação denuncia uma falha grave
pescador residente na freguesia de no sistema de segurança da escola
Frechas, no concelho de Mirandela. Luciano Cordeiro, onde a criança es-
O corpo foi retirado do rio pelos tudava.
Bombeiros Voluntários de Mirande- Apesar de ainda não serem co-
la, ainda antes das 10 horas, tendo nhecidas as conclusões dos inquéri-
sido encaminhado, de imediato, para tos que estão a ser elaborados pelas
Centenas de pessoas estiveram no último adeus a Leandro
a morgue da Unidade Hospitalar de autoridades, o JN avança que foram
Mirandela, para ser autopsiado. confirmadas falhas no controlo das de ensino, o que responsabiliza a ins- durante o período de aulas.
O procurador do Ministério Pú- entradas e saídas do estabelecimento tituição, visto que as crianças saíram
PSP afasta tese de que a crian-
ça era vítima de “bulling” na

…Em flagrante
escola e aponta para morte
acidental
No entanto, o relatório interno
elaborado pela própria escola, con-
siderado inconclusivo pela Direc-
ção Regional de Educação do Norte
No balanço da campa- (DREN), indiciava que Leandro teria
saído da escola pelas grades que cir-
nha Limpar Portugal cundam o recinto e não pelo portão
principal.
vale a pena focar esta Já a PSP, responsável pela con-
dução do inquérito judicial, tem em
autêntica lixeira, que cima da mesa a hipótese de Leandro
resiste a 1km da aldeia ter entrado nas águas do Tua com a
intenção de sair, tendo sido traído
de Conlelas (Bragan- pela forte corrente que acabou por
ser fatal.
ça), muito próxima de Depois de ouvir o testemunho de
um pequeno ribeiro… vários colegas, familiares e professo-
res, as autoridades também começam
a afastar a ideia de que a criança de
12 anos fosse vítima de “bulling”, até
porque de acordo com o perfil traça-
do pelos inquiridos, tratava-se de um
Envie-nos as suas sugestões para geral@jornalnordeste.com rapaz “muito irreverente e reguila”,
que era vítima de violência escolar,
mas também agredia colegas.

Tlm:
966830231

Lavagens
MARQUES
Parque do Feira Nova
BRAGANÇA

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Uma actividade integradora


BRUNO MATEUS FILENA todos os seus professores das várias
disciplinas, onde, em cada uma, de-
sempenharam várias tarefas que cul-
Alunos fazem desfile para minaram com a concepção dos fatos.
assinalar dias da Árvore, “Em todas as disciplinas, as crianças
tinham tarefas específicas que contri-
Floresta e Água celebradas buíam para o desfile. Por exemplo, em
Português, Cidadania e Matemática
A Escola EB 2,3 Augusto Moreno, fizeram os fatos, nas áreas da compo-
em Bragança, comemorou, em si- nente tecnológica, fizeram panfletos
multâneo, o Dia Mundial da Árvore e e desdobráveis. Noutras disciplinas,
da Floresta e o Dia Mundial da Água fizeram a apresentação das imagens
com um desfile de 14 fatos elaborados mostradas alusivas ao dia e, também,
com material reciclado. Apesar de te- músicas para o próprio desfile”, afir-
rem sido as crianças da 3ª classe a ma a responsável. Segundo Elizabete
percorrer a passerelle, os fatos foram Martins Diegues, este desfile é “uma
concebidos por alunos do Curso de actividade integradora”, pois procura
Educação e Formação (CEF) de Pré- integrar os CEF nas actividades da
Impressão. No entanto, esta inicia- Escola.
tiva começou quando os estudantes Desfile 100% amigo do Ambiente Os Cursos de Educação e For-
se mostraram interessados em par- mação (CEF) são uma oportunida-
ticipar numa actividade programada cionar caso conseguíssemos arranjar ofereceu-se para desfilar”, revela Eli- de para os alunos poderem concluir
pelo Departamento de Matemática e fatos ecológicos. Eles acharam piada zabete Martins Diegues, docente e a escolaridade obrigatória, através
Ciências Experimentais. e disseram que sim, que gostariam, coordenadora de curso. de um percurso flexível e ajusta-
“Eu perguntei aos miúdos se eles não de desfilar, mas antes de compor No total, integraram o desfile 20 do aos seus interesses, ou para po-
gostariam de participar, eles mos- e elaborar os fatos. crianças. 14 com fatos e 6 com carta- der prosseguir estudos ou forma-
traram-se interessados e fiz-lhe a Então, eu fiz a proposta à pro- zes. Os fatos foram feitos pelos alunos ção que lhe permita uma entrada
proposta do desfile, que poderia fun- fessora do 1º Ciclo, e uma turma sua dos CEF, em parceria e com a ajuda de qualificada no mundo do trabalho.

Bragança
Caminhar em prol da humanidade Piratinhas solidários
Sob o lema Educação para o De- solidário” são um projecto de nome
senvolvimento e para a Saúde, um “Comunidade Saudável” em Timor-
número esmagador de alunos de to- Leste, para onde irá metade dos fun-
das as escolas de Bragança participou dos angariados, que servirá para duas
na Corrida Solidária, levada a cabo unidades móveis que abrangerão per-
na passada quarta-feira, por entre as to de 59 mil pessoas, essencialmente,
várias artérias da cidade. Resultante mulheres e crianças. Já os restan-
de uma proposta realizada pelos Mé- tes 50 por cento serão aplicados em
dicos do Mundo, esta iniciativa vi- projectos nacionais dos Médicos do
sou, sobretudo, angariar fundos para Mundo, nomeadamente a aquisição
alguns dos projectos idealizados por de uma carrinha adaptada para pro-
esta Organização Não Governamen- moção da saúde entre os mais jovens,
tal (ONG) de ajuda humanitária e alertando-os para questões nutricio-
cooperação para o desenvolvimento, nais e doenças sexualmente trans-
através da comparticipação de 0,50E missíveis.
por estudante.
Os beneficiários do “patrocínio BMF Crianças entregaram donativos nos CTT de Mirandela

Crianças de jardim-de-in- Os brinquedos, que muitas das


crianças já não usavam, foram arma-
fância de Mirandela ajudam zenados no infantário para, depois,
ilha da Medeira serem levados para os meninos da
ilha da Madeira.
Uma das salas do jardim-de-in- Além de contribuir para mino-
fância “O Miminho”, da Santa Casa rar os efeitos da tragédia, a iniciativa
da Misericórdia de Mirandela, asso- também teve como objectivo ensinar
ciou-se às acções de solidariedade os meninos a serem solidários e a
para com a ilha da Madeira. partilharem o que têm, colocando no
Os meninos da sala os “Pirati- rosto de outras crianças um sorriso
nhas”, com apenas com 3 anos, pu- de felicidade.
seram mãos a obra e, com a ajuda A esta iniciativa correspondeu a
dos pais, encarregados de educação e maioria dos pais e encarregados de
da educadora Paula Costa, consegui- educação, que fizeram questão de
ram angariar mais de 50 caixas com acompanhar os seus filhos até a Esta-
vários géneros de produtos alimen- ção dos Correios de Mirandela, onde
tares, roupa para todas as idades e, se procedeu ao envio dos donativos
Longa marcha reforça meios dos Médicos do Mondo também, vários brinquedos. para a Madeira.

 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

De olhos postos na política Alfândega da Fé


Município
SANDRA CANTEIRO ausculta jovens
Jovens “deputados” de Bra- A manhã de sábado passa-
do marcou a primeira reunião do
gança apresentam medidas Conselho Municipal da Juventu-
de (CMJ) de Alfândega da Fé, que
A Regionalização e a introdução
de uma disciplina de Educação Cívica coincidiu com a instalação deste
foram as medidas apresentadas pelos órgão consultivo.
“deputados” que, na passada terça- Com a criação do CMJ preten-
feira, deram vida e voz ao Parlamen- de-se garantir a representação de
to dos Jovens – Secundário, no Salão todas as organizações de juventude
Nobre do Governo Civil de Bragança. do concelho, ao nível académico,
No total, foram 11 as escolas do social, cultural, desportivo, parti-
distrito de Bragança que avançaram
dário e recreativo. Daí que, para
com propostas para serem levadas à
além da constituição do conselho,
Assembleia da República (AR), numa
iniciativa organizada pelo Instituto vão estiveram em análise e discus-
Português da Juventude, do Ministé- são assuntos geral directamente
rio da Educação e da AR. Regionalização foi o tema proposto no Parlamento dos Jovens relacionados com os jovens e a ac-
“Depois das eliminatórias nos es- tividade municipal.
tabelecimentos de ensino, as equipas “É uma imitação daquilo que se nalização para que o interior possa O emprego para fixar a juven-
vencedoras reuniram-se para o jogo faz na Assembleia da República e dar o salto e corte com as assimetrias tude, a criação e remodelação de
da cidadania, em que os estudantes esperamos que a ideia apresentada relativamente ao litoral”, explicou o
vários equipamentos desportivos,
lançam temas para serem debatidos”, sensibilize os deputados, para que ve- subdirector.
como é o caso de um novo pavilhão
informou o subdirector regional do jam que os mais novos também têm Um jogo que, na óptica do res-
ideias”, sublinhou o responsável. ponsável, pode vir a formar futuros gimnodesportivo, foram alguns dos
Norte do IPJ, Vítor Prada.
Depois de conhecidas as medidas Vítor Prada mostrou-se “admira- políticos. temas em debate.
propostas, os participantes seleccio- do” com a proposta dos jovens relati- “Espero que, além de cidadãos, No que respeita à actividade tu-
nam uma e elegem os jovens deputa- vamente à regionalização. tenhamos políticos e deputados, pois rística, houve jovens que falaram
dos que vão representar o distrito de “Os miúdos, que têm pouco mais são novos e têm ideias de qualidade”, da necessidade de criar bares com
Bragança na AR. do que 15 anos, já defendem a regio- acrescentou. uma decoração atractiva e restau-
rantes típicos capazes de promover
a gastronomia da região.
A presidente da Câmara Mu-
nicipal de Alfândega da Fé, Ber-
ta Nunes, ouviu as aspirações dos

Juventude fiel
mão – Bota-te ao Monte!”. A celebra- mais jovens e deixou respostas.
ção do Dia Mundial da Juventude e Para contornar a questão do gim-
do Domingo de Ramos contou, ainda, nodesportivo, a autarca defende a
com a plantação de árvores e a insta- remodelação do pavilhão da Escola
lação de sinalética naquele santuário,
EB 2,3, de modo a servir a activi-
S.C. O convite, que parte, todos os uma iniciativa de cidadania, através
anos, dos Marianos da Imaculada da qual se pretende aproximar os dade escolar durante o dia e a co-
munidade em horário pós-laboral.
Jovens concentram-se no Conceição, pretende levar ao cresci- mais novos da natureza.
mento interior dos jovens “na Fé e O Santuário de Balsamão rece- A edilidade já manifestou esta pre-
Santuário de Balsamão da Fé”, desafiando-os a descobrirem beu, ainda, um retiro espiritual nos tensão ao Ministério da Educação,
para celebrar Domingos respostas paras as suas dúvidas, as- passados dias 26 e 27 de Março. aguardando-se, agora, uma respos-
de Ramos sumindo-se como evangelizadores e A iniciativa, promovida pelos ta da tutela.
colocando-se à disposição da comu- Centros Sociais Paroquiais de Santa Recorde-se que a criação do
Esperança, Caridade e Fé serão as nidade. O dia começou logo pela ma- Comba de Rossas, Santo Estevão de CMJ nasce da vontade da autarquia
palavras de ordem para os jovens que, nhã, com o acolhimento dos grupos Pinela, São Roque de Salsas, Santo
em envolver activamente os jovens
anteontem, se reuniram no Santuário de jovens, seguido de um debate e a António de Coelhoso, Izeda e a Santa
procissão de Ramos, que lembrou a Casa da Misericórdia de Macedo de na vida do município, assegurando
de Balsamão, no concelho de Mace-
do de Cavaleiros, para celebrarem o entrada de Jesus em Jerusalém até Cavaleiros, visa fomentar o espírito desta forma, um espaço de debate
Domingo de Ramos, data em que se ao adro da igreja do Santuário. De- de grupo e sensibilizar os participan- crítico, global e independente so-
comemora, também, o Dia Mundial pois da missa campal, os voluntários tes para a importância de ajudar e bre o desenvolvimento da política
da Juventude. participaram no desafio “Viver Balsa- cuidar dos mais necessitados. municipal de juventude.

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Bragança planta árvore Oferta de reduto-


res de consumo
no Dia da Água
do centenário A Câmara Municipal de Bragança
(CMB) ofereceu, na passada segun-
da-feira, cerca de 400 redutores de
consumo de água, para sensibilizar
TERESA BATISTA a população para a importância de
poupar este líquido precioso.
Crianças do Jardim-de-In- Esta acção inseriu-se nas come-
morações do Dia da Água, que tam-
fância da Estação ajudaram bém contaram com a distribuição de
a plantar a espécie autóc- panfletos informativos sobre as me-
didas para poupar água.
tone que vai representar a Com o pequeno aparelho que se
República coloca nas torneiras, o vice-presiden-
te da CMB, Rui Caseiro, garante que
As comemorações do Dia Mun- é possível reduzir o consumo na or-
dial da Árvore, em Bragança, culmi- dem dos 60 por cento.
naram com a plantação da árvore do “Vamos continuar a oferecer este
centenário, no espaço envolvente à dispositivo a todas as pessoas que fa-
estação rodoviária. zem contratos de abastecimento de
As crianças do Jardim-de-Infân- água no município”, realça o autarca.
cia da Estação associaram-se à inicia- Numa altura em que a construção
tiva, para ajudar a plantar a espécie da barragem de Veiguinhas continua
autóctone associada ao centenário da “encravada”, Rui Caseiro realça a im-
República. Crianças ajudaram a plantar a árvore do centenário portância deste tipo de acções para
Os mais pequenos puseram mãos alertar as pessoas para o facto da ca-
à obra e fizeram questão de participar resse florestal e económico. plantação desta árvore e esperemos pacidade de abastecimento das reser-
na plantação do carvalho negral, que, “Quisemos também associar esta que sejam eles os futuros continua- vas ser reduzida.
daqui a uns anos, vai dar sombra na- árvore ao Dia Internacional da Biodi- dores da plantação de mais árvores”,
quela zona do centro da cidade. versidade, que se assinala este ano, acrescenta.
Para o vice-presidente da Câmara atendendo que o ambiente é funda- Quanto à espécie, o vice-presi- Rui Caseiro.
Municipal de Bragança, Rui Caseiro, mental para a sustentabilidade do dente da CMB realça que o carvalho No âmbito das comemorações do
a plantação tem um significado espe- planeta”, salienta Rui Caseiro. negral é uma árvore autóctone, que Dia da Árvore foram plantadas cerca
cial, visto que foi, precisamente, no O autarca lembra, ainda, a impor- representa a maior expressão do co- de 150 espécies no concelho, que con-
último século que a árvore teve maior tância de associar os mais pequenos berto arbóreo do concelho. “Temos taram com a participação das crian-
preponderância em termos de inte- a esta causa. “São testemunhas da cerca de 20 mil hectares”, enaltece ças das escolas.

Vinhais ensina crianças


ddy-paper, limpeza de matas, planta-
ção de árvores e um lanche no parque
de merendas.
A presença dos Bombeiros Volun-

a cuidar da Natureza
tários de Vinhais com uma ambulân-
cia e com uma viatura de desencar-
ceramento despertou muito interesse
às crianças que observaram e manu-
searam algum material e equipamen-
to de combate a incêndios e de auxílio
Dezenas de crianças das Fontes, Ervedosa, Agrochão, Pe- receber cada vez mais visitantes.
em situações de catástrofes naturais
nhas Juntas, Celas, Moimenta) onde
envolvidas em actividades foram distribuídas árvores, para se- No domingo, as entradas ou acidentes de viação.
O dia terminou com uma visita à
de carácter ambiental rem plantadas pelos alunos nos re- no Parque Biológico exposição de trabalhos escolares alu-
cintos das respectivas instalações, foram gratuitas sivos ao tema, na Casa da Vila – Cen-
O Município de Vinhais prestou tendo-lhes sido oferecidas, a todas as
tro de Interpretação do Parque Natu-
homenagem à natureza e ao ambien- crianças, mochilas e outros brindes Segunda-feira foi a vez da escola
ral de Montesinho, onde continuará
te, associando-se às comemorações alusivos à floresta e à árvore, para do 1.º CEB e dos Jardins-de-infância
patente até final do mês.
do Dia Mundial da Floresta e da Ár- transportarem os lanches nos pique- de Vinhais visitarem o Parque
vore e ao projecto Limpar Portugal. niques que realizem no campo. Biológico onde, durante todo
A iniciativa realizou-se numa No sábado, às nove em ponto, o dia, se realizaram diversas
colaboração conjunta entre o Muni- um grupo de mais de 50 voluntários actividades de sensibilização
cípio, o Agrupamento de Escolas de aderiram ao projecto Limpar Portu- para a importância que todos
Vinhais e a Turimontesinho, EEM gal, através da limpeza de três pontos devemos ter na preservação
– Parque Biológico e Centro de Inter- identificados no concelho, de onde da natureza.
pretação do PNM, com os apoios dos foram retiradas mais de 2,5 tonela- Neste dias as mais de 250
Bombeiros Voluntários de Vinhais e das de lixo. crianças presentes participa-
da ARBOREA. No domingo, as entradas no Par- ram em ateliers de pintura,
No passado dia 19 Março, 6ª fei- que Biológico foram gratuitas e os vi- separação de lixos, jogos lú-
ra, foram visitadas as escolas do 1.º sitantes puderam plantar uma árvore dico-pedagógicos, descoberta
CEB e Jardins de Infância do conce- contribuindo, assim, para a reflores- da idade das árvores, análise
lho (Vilar de Lomba, Rebordelo, Vale tação daquele espaço que continua a microscópica de folhas, pe- Plantação de árvores no Parque Biológico

 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


IPB cria Provedor
do Estudante

Provedor do Estudante e pró-presidentes tomaram posse

TERESA BATISTA de Saúde, Augusta Mata, assume o


papel de provedora do estudante, as-
O Instituto Politécnico de Bra- sumindo-se como mediadora entre
gança (IPB) nomeou, na passada os alunos e o IPB. “Vai ser uma tarefa
quarta-feira, o provedor do estudan- difícil, mas também vai ser desafia-
te e os pró-presidentes que ficarão dora”, confessa a responsável.
responsáveis por áreas consideradas Foram, ainda, nomeados quatro
relevantes para o funcionamento da pró-presidentes que vão ficar res-
instituição. ponsáveis por áreas específicas im-
O presidente do IPB, Sobrinho portantes para o funcionamento da
Teixeira, explica que a figura do pro- instituição. Anabela Martins conti-
vedor é de grande relevância acadé- nua responsável pelo Gabinete de
mica, visto que vai analisar as quei- Imagem e Apoio ao Estudante, José
xas e sugestões dos estudantes, com o Adriano pelo Gabinete de Promoção
objectivo de melhorar a qualidade do ao Empreendedorismo, Dina Messi-
ensino e do atendimento aos alunos”, na assume a área dos Assuntos Aca-
realça Sobrinho Teixeira. démicos e Albano Alves fica respon-
A professora da Escola Superior sável pela Informática.

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 


CULTURA

“Lost Angels” com a Miguel Torga


para “reflectir” sobre o massacre de
VOZES Columbine (Estados Unidos da Amé-
rica), perpetrado por dois jovens as-
Ana Luísa – 13 anos sassinos a 20 de Abril de 1999.
“Eu pertenço ao É esta relação entre a Ilíada e a
grupo de teatro da Es- mortandade que teve lugar no liceu
cola Miguel Torga e te- americano que subiu a palco, já que
mos sempre bastantes a obra de Homero fala, na generali-
ensaios para subirmos dade, de crimes e crueldades, através
a um palco. Esta é uma
das quais se pretende assinalar a con-
história complicada, mas adorei par-
dição e natureza humana.
ticipar na peça”.
Recorde-se que este é o segundo
projecto que o Teatro da Garagem
Lina Alexandra – 14 anos promove em Bragança e que resulta
“Faço parte do gru- de uma parceria com o TMB, esta no
po de teatro da minha âmbito do Vinte e Sete – Festival In-
escola. Os ensaios têm ternacional de Teatro. Já no ano pas-
corrido muito bem. Te- sado, os dois organismos produziram
mos actores profissio- em conjunto a comemoração dos 20
nais e experientes que
Alunos de Bragança deram vida ao palco
anos do Teatro da Garagem, com o
nos ajudam e ensinam.
projecto “Odisseia Cabisbaixa”, que
Aprendemos muito com eles, mas
SANDRA CANTEIRO Escola Secundária Miguel Torga ao integrava a peça “A Bela e o Menino
acho que também aprendem con-
nosco”. palco do Teatro Municipal de Bra- Jesus”, que contou com a participa-
ção do Teatro dos Estudantes de Bra-
Mais de 40 alunos sobem a gança (TMB), na noite de sábado.
gança.
Sons, cores, gente, movimento,
Lia Montanha – 13 anos palco ao lado da companhia técnicas de parkour e imagens desfo-
“Já participei em ou-
tros espectáculos, mas Teatro da Garagem cadas foram alguns dos ingredientes
que fizeram as delícias dos especta-
esta é a primeira peça de
teatro. Mostrei-me logo
Uma multiplicidade de histórias.
Foi assim que o encenador da peça
dores que assistiram ao espectáculo
que resulta de uma parceria entre o
Teatro e poesia
disponível para integrar
este espectáculo, porque e director artístico do Teatro da Ga-
ragem, de Lisboa, Carlos J. Pessoa,
TMB, Câmara Municipal de Bragan-
ça e o Teatro de Garagem.
em mirandês
adoro artes e teatro, mas
ainda não sei se quero seguir uma descreveu o projecto “Lost Angels Em cena estiveram, assim, mais
carreira nesta área”. – A Project to Kill Mankind”, que na de 50 actores que se serviram de ex-
estreia levou cerca de 40 alunos da certos da obra Ilíada, de Homero,

Uma flor e um poema


S.C. Nunca a poesia e o teatro haviam
estado tão próximos em Miranda do
Junta de Freguesia da Sé Douro, como no passado sábado, em
que representações, declamação de
celebrou Dias da Poesia e poemas e diálogos em mirandês fize-
do Pai ram as delícias do público.
A segunda língua oficial de Por-
Bocage e outros escritores “saí- tugal esteve, assim, em destaque
ram” à rua, na passada terça-feira, através de iniciativas que pretende-
para celebrarem os Dias da Poesia e ram celebrar os Dias do Teatro e da
do Pai, em conjunto com os habitan- Poesia e sensibilizar a sociedade em
tes de Bragança. geral para a importância da cultura e
Para comemorar as datas, a Jun- do mundo das artes.
ta de Freguesia da Sé (JFS) distribuiu Assim, a par das declamações de
uma flor e um poema a quem passa- poesia, diálogos de Bernardo Fer-
va. nandes Monteiro e a peça de teatro
“Decidimos juntar os Dias da Po- “La Pinga yê la culpada”, a Câmara
esia e do Pai, para promover a leitu- Municipal de Miranda do Douro dis-
ra e escrita e assinalarmos as datas tribuiu postais elaborados pelos alu-
junto do público”, explicou Fernanda Flores e poemas nos Dias do Pai e da Poesia nos, professores e pais das escolas do
Silva, vogal da JFS. concelho. A iniciativa visa sensibili-
Segundo a responsável, apesar podem ficar confinados às escolas”, ruas mais movimentadas da capital zar os mais pequenos para a escrita,
do Dia da Poesia ainda não ser do sublinhou Fernanda Silva. de distrito. que “têm uma enorme capacidade de
conhecimento de toda a população, a A par da distribuição de poemas “Os alunos das escolas imagina- criação. Basta uma palavra, um sím-
iniciativa foi bem recebida pelas pes- e flores, a JFS associou-se à Câmara ram, executaram, coloriram e de- bolo ou uma mensagem e de imediato
soas que passavam. Municipal de Bragança e a alguns es- coraram tubos plásticos, conforme há disponibilidade e vontade de fazer
“Esta celebração teve muito sig- tabelecimentos de ensino da cidade excertos de poemas à sua escolha, e arte”, explicou a vereadora da autar-
nificado, uma vez que o acto de ler e que criaram “verdadeiras obras de enfeitaram a via pública”, adiantou a quia, Anabela Torrão.
a promoção de hábitos de leitura não arte e poesia”, colocadas numa das responsável. S.C.

10 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


CULTURA

A magia AGENDA CULTURAL


BRAGANÇA
Cinema

das montras Forum Theatrum


Como treinares o teu dragão
Até dia 31 de Março, Sala 1
Shutter Island
Até dia 31 de Março, Sala 2
T.B. montras transportam para a realida- Amar... é complicado
de do manequim, pois aos seus olhos Até dia 31 de Março, Sala 3
Exposição patente no Cen- a vitrina é uma janela sobre o quoti- Exposições
diano. Centro Arte Contemporânea Graça Morais
tro Cultural de Macedo de Por sua vez, não é esse o olhar de
Read My Lips - O Resto da História (1999-

Cavaleiros mostra como a quem passa na rua e olha para uma


2009) - de Luís de Melo
Até dia 30 de Março
vitrina fascina e seduz montra. Pois os transeuntes passam, A Procissão - Desenho, Pintura e Fotogra-
fia 1999-2000 - de Graça Morais
mais ou menos apressados, e esprei- Até dia 30 de Março
“Transparência/Reflexão” é o tí- tam o colorido dessa realidade virtual Inauguração da Exposição de João Louro
tulo da exposição fotográfica da auto- para lá da parede invisível de vidro, Dia 10 de Abril, às 17h30
ria de Hermano Marques, patente ao Centro Cultural - sala 1
que devolve a face e o mundo esbati-
Calejo - Fotografia de Luís Filipe Folgado
público, no Centro Cultural de Mace- do que está por trás. De 11 a 31 de Março
do de Cavaleiros, até ao próximo dia Nesta perspectiva, a vitrina fasci- Centro Cultural - sala 2
8 de Abril. na e seduz. Numa alusão a Duchamp, Ao redor de Pedras Rolantes do mar
- Desenhos de Sileno JP.
As diversas imagens alusivas às “permite o desejo, impede a posse”. Montras promovidas a arte De 11 a 31 de Março
Música
Teatro Municipal
27 - Festival Internacional de Teatro
Lufa-Lufa
Dia 8 de Abril, Às 21h30
Teatro
Teatro Municipal

Fado em Torre de Moncorvo


27 - Festival Internacional de Teatro
“Vamos andando”, com José Pedro Gomes
Dia 10 de Abril, às 21h30

FREIXO ESPADA À CINTA


Exposição
Vicente da Câmara e José Auditório Municipal
Exposição de fotografias da Escola:
da Câmara marcam Olhares da minha terra
De 15 de Março a 9 de Abril
comemorações
do Feriado Municipal MACEDO DE CAVALEIROS
Exposição
Centro Cultural
O município de Torre de Moncor- Exposição de Fotografia “Transparência/
vo comemorou, a 19 de Março, o dia Reflexão”, de Hermano Marques
de S. José, que coincide com o Feria- De 12 a 31 de Março
Inaug da Exp. de Filipe Rocha da Silva
do Municipal.
Dia 10 de Abril, às 21h00
Além das comemorações religio- Praça das Eiras
sas e o hastear das bandeiras, houve III Mostra de Espantalhos
animação musical com a actuação do De 29 de Março a 15 de Abril

grupo “Profetas Aliados”, na Praça Teatro


Centro Cultural
Francisco Meireles. Quarto 108
Inserido nas festividades do Fe- Dia 10 de Abril, às 21h45
riado Municipal, o Vicente da Câma-
ra e José da Câmara subiram ao palco MIRANDELA
do Cine-Teatro de Torre de Moncor- Cinema
Cinema
vo, no passado dia 18. Alvin e os Esquilos 2
Vicente da Câmara é um dos Dia 28 de Março, às 15h30
maiores fadistas portugueses e co- Espectáculo lotou o Cine-Teatro Exposições
Museu da Santa Casa da Misericórdia
nhecido pelo tema “a Moda das Tran- “Trás-os-Montes - Mirandela”
ças Pretas”, um ex-líbris do fado cas- Exposição colectiva de desenho,
tiço e seu cartão de visita. pintura e escultura
Até dia 31 de Março
José da Câmara, filho de Vicente
da Câmara, seguiu os mesmos cami- TORRE DE MONCORVO
nhos que o pai, dando continuidade à Cinema
tradição do fado na família. Cine-Teatro
Neste espectáculo pai e filho apre- A Estrada
Dias 1 e 3 de Abril, às 21h30
sentaram-se acompanhados de viola e A Bela e o Paparazzo
guitarra portuguesa, cantando temas Dia 8 de Abril, às 21h30
bem conhecidos e contando também Chovem Almôndegas
Dia 10 de Abril, às 21h30
um pouco da história do fado.
Em noite de casa cheia, o espec- Exposição
Museu do Ferro e da Região de Moncorvo
táculo de fado celebrou, também, o Exposição de Fotografia
5º aniversário da reabertura do Cine- Papoilas e Outras Cores
Até dia 15 de Abril
Teatro.
Centro de Memória
Raiz de Brinquedo
Dia 10 de Abril, às 15h00
Diversos
Centro de Memória
Comemoração dos 725 anos do Foral de
Torre de Moncorvo
Dia 10 de Abril, às 16h00

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 11


Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de 30 de Sete — A quinta parte indivisa do prédio rústico, sito em Toiça, com- chado e de poente com José António Cordeiro, inscrito na respectiva identificam, não se encontrando nenhum dos restantes prédios acima
Março de 2010 posto de horta e cultura arvense, com área de dois mil setecentos e matriz sob o artigo 276 da secção D, com o valor patrimonial correspon- identificados descritos na citada Conservatória do Registo Predial de
CARTÓRIO NOTARIAL DE MOGADOURO cinquenta metros quadrados, a confrontar de norte com Maria Olímpia dente à fracção de 6,35€, e o atribuído de cento e cinquenta euros; Mogadouro, a cuja área todos pertencem, somando os referidos bens
NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES Meleiro e filhos, e de sul e nascente com caminho, e de poente com Que a restante metade indivisa do identificado prédio pertence a Ana imóveis o valor patrimonial global de 322,03€ e o atribuído de oito mil
EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO ribeira, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 13 da secção D, com Justina Galvão, solteira, maior, residente na dita freguesia de Brunhozi- euros.
Certifico, para efeitos de publicação, que no dia vinte e nove de Março o valor patrimonial correspondente à fracção de 1,66€, e o atribuído de nho, pessoa com quem têm vindo a exercer a posse sobre o dito prédio. Que os mencionados bens imóveis vieram à sua posse, já no estado de
de dois mil e dez, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito no Palácio quarenta euros; Quinze - Prédio rústico, sito em Pena da Vala, composto de cultura ar- casados, por volta do ano de mil novecentos e setenta e seis, por parti-
da Justiça, na freguesia e concelho de Mogadouro, de f ls. 1 verso, a f Que a restante parte do identificado prédio pertence a José Casimiro vense, com área de vinte e cinco mil e sessenta e dois metros quadrados, lha meramente verbal a que com os demais interessados procederam
ls. 6, verso, do livro de notas para escrituras diversas número Sessenta Martins e a José dos Anjos Rodrigues, ambos casados, residentes na a confrontar de norte com Maria José Pires, de sul com João Sobreira, por óbito dos pais do justificante marido, Manuel José Rodrigues e Ana
e sete, foi lavrada uma escritura de justificação, na qual compareceram dita freguesia de Brunhozinho, pessoas com quem têm vindo a exercer de nascente com caminho, e de poente com José dos Anjos Rodrigues, Maria Pinto, residentes que foram na dita freguesia de Brunhosinho,
como outorgantes, CASIMIRO DOS ANJOS RODRIGUES, NIF 168 a posse sobre o dito prédio. inscrito na respectiva matriz sob o artigo 64 da secção G, com o valor não tendo nunca porém sido porém celebrada a competente escritura
694 980, e mulher TERESA DE JESUS LOPES, NIF 198 869 010, Oito — A quarta parte indivisa do prédio rústico, sito em Salgueirinho, patrimonial de 24,01€, e o atribuído de quinhentos e oitenta euros; e de partilha.
casados sob o regime da comunhão geral de bens, ambos naturais da composto de cultura arvense, com área de cinquenta e dois mil oitocen- Dezasseis — A quinta parte indivisa do prédio rústico, sito em Carvo- Que assim, os justificantes possuem os ditos bens imóveis há mais de
freguesia de Brunhozinho, concelho de Mogadouro, onde residem, os tos e doze metros quadrados, a confrontar de norte com Maria José Cor- eiros, composto de cultura arvense e prado natural, com área de cento vinte anos, em nome próprio, na convicção de serem os únicos donos e
quais declararam: deiro, de sul com caminho, de nascente com José António Falcão, e de e sessenta e quatro mil metros quadrados, a confrontar de norte com plenamente convencidos de que não lesavam quaisquer direitos de ou-
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos poente com José Joaquim Martins Júnior, inscrito na respectiva matriz Maria José Pires, de sul e nascente José Cordeiro, e de poente com ca- trem, à vista de toda a gente e sem a menor oposição de quem quer que
seguintes bens imóveis: sob o artigo 313 da secção A, com o valor patrimonial correspondente à minho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 108 da secção E, com fosse desde o início dessa posse e composse, a qual sempre exerceram
Prédios sitos na freguesia de BRUNHOZINHO, concelho de Moga- fracção de 21,68€, e o atribuído de quinhentos e dez euros; o valor patrimonial correspondente à fracção de 24,06€, e o atribuído de sem interrupção, gozando todas as utilidades por eles proporcionadas,
douro: Que a restante parte do identificado prédio pertence aos já referidos José quinhentos e setenta euros, descrito na Conservatória do Registo Predial com o ânimo de quem exerce direito próprio, nomeadamente neles la-
Um - Prédio rústico, sito em Machado, composto de cultura arvense, Casimiro Martins e Manuel António Rodrigues, com quem têm vindo a de Mogadouro sob o número Duzentos e dois - Brunhosinho, não se vrando, semeando, plantando, sulfatando, tratando e colhendo os res-
com área de dois mil e quinhentos metros quadrados, a confrontar de exercer a posse sobre o dito prédio. mostrando porém registada a aquisição da dita parte indivisa a favor pectivos frutos, como cereal, uvas, forragens e os mais diversos produtos
norte com Francisco Maria Rodrigues, de sul com estrada, de nascente Nove — A quinta parte indivisa do prédio rústico, sito em Gravanceira, de ninguém; agrícolas, neles apascentando animais, cortando mato, silvas, lenha e
com Maria José Pires, e de poente com caminho, inscrito na respectiva composto de prado natural e cultura arvense, com área de cinquenta Que a restante parte do identificado prédio pertence a António Joaquim procedendo a outros actos de limpeza, usufruindo de todos os proventos
matriz sob o artigo 99 da secção D, com o valor patrimonial de 16,47€, e cinco mil trezentos e onze metros quadrados, a confrontar de norte Galvão, residente em Vila Nova de Famalicão, a José dos Anjos Rodri- e utilidades proporcionados pelos referidos bens imóveis, praticando
e o atribuído de trezentos e noventa euros; com José António Cordeiro, de nascente com Manuel de Jesus Meleiro gues e a Manuel António Rodrigues, casados, residentes na dita fregue- assim os mais diversos actos de uso, fruição e defesa dos mesmos, à
Dois - Prédio rústico, sito em Latas, composto de prado natural, com e de sul e poente com caminho público, inscrito na respectiva matriz sia de Brunhozinho, pessoas com quem têm vindo a exercer a posse vista de toda a gente e portanto de eventuais interessados, tudo como fa-
área de seis mil quinhentos e sessenta e dois metros quadrados, a con- sob o artigo 76 da secção B, com o valor patrimonial correspondente à sobre o dito prédio. zem os verdadeiros donos, sendo por isso uma posse de boa fé, pacífica,
frontar de norte com Maria José Pires, de sul com Carminda Lopes, de fracção de 15,69€ e atribuído de trezentos e setenta euros, descrito na Prédio sito na freguesia de Tó, concelho de Mogadouro: contínua e pública, pelo que, dadas as enumeradas características de tal
nascente com Jaime dos Santos Martins, e de poente com Ana Maria Conservatória do Registo Predial de Mogadouro sob o número trezentos Dezassete - Prédio rústico, sito em Lagoa Escura, na indicada freguesia posse, adquiriram por usucapião os identificados bens imóveis, figura
N. P. Cordeiro, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2 da secção D, e sessenta e um - Brunhosinho, não se mostrando porém registada a de Tó, composto de cultura arvense, com área de treze mil metros qua- jurídica que invocam, por não terem documentos que lhes permitam
com o valor patrimonial de 83,21€, e o atribuído de dois mil euros; aquisição da dita parte indivisa a favor de ninguém; drados, a confrontar de norte com Acúrcio Clemente, de sul com Maria fazer prova do seu direito de propriedade, pelos meios extrajudiciais
Três — A quinta parte indivisa do prédio rústico, sito em Briseu, com- Que a restante parte do identificado prédio pertence a Modesto José Adelaide Cordeiro, de nascente com caminho, e de poente com Alice normais, dado o seu referido modo de aquisição.
posto de horta e cultura arvense, com área de dois mil cento e oitenta Rodrigues, casado, residente em Mogadouro, a Manuel António Rodri- Martins, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 43 da secção G, com Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico. Mogadouro
e sete metros quadrados, a confrontar de norte com Maria José Pires, gues, a José dos Anjos Rodrigues, e a José Casimiro Martins, todos ca- o valor patrimonial de 12,82€, e o atribuído de trezentos euros; e Cartório Notarial, em 29 de Março de 2010.
de sul com José Cordeiro, de nascente com ribeira, e de poente com sados, residentes na dita freguesia de Brunhozinho, pessoas com quem Que os prédios identificados nas verbas números três, seis, nove, catorze
caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 217 da secção D, têm vindo a exercer a posse sobre o dito prédio. e dezasseis encontram-se descritos na Conservatória do Registo Predial A Notária,
com o valor patrimonial correspondente à fracção de 6,94€, e o atribuído Dez — A terça parte indivisa do prédio rústico, sito em Cabeço das Mós, de Mogadouro conforme mencionado nas respectivas verbas em que se Fátima Mendes
de cento e setenta euros, descrito na Conservatória do Registo Predial composto de cultura arvense, com área de trinta e um mil seiscentos
de Mogadouro sob o número cento e oitenta e dois — Brunhosinho, e vinte e cinco metros quadrados, a confrontar de norte com António
não se mostrando porém registada a aquisição da dita parte indivisa a Augusto Esteves, de sul com Luís Maria Machado, de nascente com
favor de ninguém; Domingos Nascimento Curralo, Francisco Maria Machado e Ana de
Que a restante parte do identificado prédio pertence a José Casimiro Jesus Curralo, e de poente com Manuel de Jesus Machado, inscrito na
Martins, José dos Anjos Rodrigues, António Augusto Rodrigues, todos respectiva matriz sob o artigo 75 da secção F, com o valor patrimonial
casados, residentes na dita freguesia de Brunhozinho, e a Ana Justina correspondente à fracção de 10,39€, e o atribuído de duzentos e cin-
Galvão, solteira, maior, residente na mesma freguesia de Brunhozinho, quenta euros;
pessoas com quem têm vindo a exercer a posse sobre o dito prédio. Que a restante parte do identificado prédio pertence a Domingos Mar-
Quatro - Prédio rústico, sito em Mamelos, composto de prado natural, tins Machado e a José Francisco Moreno, ambos solteiros, maiores e
com área de mil novecentos e trinta e sete metros quadrados, a confron- residentes na dita freguesia de Brunhozinho, pessoas com quem têm
tar de norte e nascente com caminho, de sul com Casimiro dos Anjos vindo a exercer a posse sobre o dito prédio.
Rodrigues, e de poente com Francisco Fernandes, inscrito na respectiva Onze - Prédio rústico, sito em Cruz da Pena Mosqueira, composto de
matriz sob o artigo 395 da secção D, com o valor patrimonial de 4,78€, cultura arvense, com área de oito mil trezentos e setenta e cinco metros
e o atribuído de cento e vinte euros; quadrados, a confrontar de norte com Madalena dos Santos Machado
Cinco - Prédio rústico, sito em Touça Escura, composto de horta, com Pereira, de sul com Ana Maria N. P. Cordeiro, de nascente com José
área de mil duzentos e noventa e quatro metros quadrados, a confrontar Casimiro Martins, e de poente com Maria Adelaide Cordeiro, inscrito na
de norte com José Francisco Meleiro, de sul com Arminda Araújo, de respectiva matriz sob o artigo 71 da secção F, com o valor patrimonial de
nascente com ribeira, e de poente com Arminda Martins, inscrito na res- 8,30€, e o atribuído de duzentos euros;
pectiva matriz sob o artigo 180 da secção A, com o valor patrimonial de Doze - Prédio rústico, sito em Gravanceira, composto de vinha e cul-
37,96€, e o atribuído de novecentos euros; tura arvense, com área de quatro mil e cinquenta metros quadrados, a
Seis — Metade indivisa do prédio rústico, sito em Malhadinha, com- confrontar de norte com José Francisco Rodrigues, de sul e poente com
posto de cultura arvense e prado natural, com área de cinquenta e oito Modesto José Rodrigues, e de nascente com caminho, inscrito na res-
mil quinhentos e sessenta e dois metros quadrados, a confrontar de norte pectiva matriz sob o artigo 104 da secção B, com o valor patrimonial de
com caminho, de sul e nascente com Maria José Pires e de poente com 9,81€, e o atribuído de duzentos e trinta euros;
José António Cordeiro, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 41 da Treze - Prédio rústico, sito em Fontainhas, composto de cultura arvense,
secção D, com o valor patrimonial correspondente à tracção de 27,47€, com área de dez mil quatrocentos e trinta e sete metros quadrados, a
e o atribuído de novecentos e setenta euros, descrito na Conservatória do confrontar de norte com José Augusto Machado, de sul com António
Registo Predial de Mogadouro sob o número trezentos e oitenta e oito Martins, de nascente com Francisco Pires, e de poente com caminho,
- Brunhosinho, não se mostrando porém registada a aquisição da dita inscrito na respectiva matriz sob o artigo 501 da secção A, com o valor
parte indivisa a favor de ninguém; patrimonial de 10,43€, e o atribuído de duzentos e cinquenta euros;
Que a restante parte do identificado prédio pertence a Manuel António Catorze — Metade indivisa do prédio rústico, sito em Mamelos, com-
Rodrigues, casado, residentes na dita freguesia de Brunhozinho, e a Ana posto de cultura arvense, com área de quarenta e um mil setecentos e
Maria Rodrigues Silvestre, casada, residente em Sintra, pessoas com cinquenta metros quadrados, a confrontar de norte com Jaime Martins,
quem têm vindo a exercer a posse sobre o dito prédio. de sul com Maria José Pires, de nascente com Joaquim dos Anjos Ma-

12 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


Via-Sacra ao vivo
SANDRA CANTEIRO/BRUNO FILENA meses para que nada fosse deixado
ao acaso.
Instituições da cidade de “A preparação é muito compli-
cada e exige muito trabalho, sendo
Bragança encenam a cami- que começamos a preparar os alunos
nhada de Jesus a partir de cenas do filme de Jesus
Cristo e na própria catequese, onde
Trajados a rigor, “actores” de pal- lhes ensinam esta temática”, adian-
mo e meio protagonizaram, na noite tou o responsável.
da passada sexta-feira, as últimas ce- Recorde-se que os trajes, bem
nas da vida de Jesus Cristo. como todos os custos, são assegura-
No total, 55 alunos da escola Dr. dos pela SCMB.
Diogo Albino de Sá Vargas, da San- Já no dia seguinte, fiéis acompa-
ta Casa da Misericórdia de Bragança nhados com velas, deram um colo-
(SCMB), representaram as diversas rido diferente e iluminado às prin-
Via Sacra pelas ruas da cidade de Bragança
estações da Via-sacra, que relem- cipais ruas de Bragança, na noite do
bram a caminhada de Jesus deste o passado Domingo. e Amigos do Diminuído Intelectual apresentação multimédia da Paixão
pretório de Pilatos até ao monte Cal- Num percurso que partiu da Igre- (APADI) encenou a sua Via-Sacra no de Cristo e a dramatização da Via-Sa-
vário, onde foi crucificado. ja da Misericórdia, a Via-sacra da Auditório Paulo Quintela. cra.
“Esta iniciativa integra a celebra- Cidade deu a conhecer alguns dos A celebração pascal estava pre- “Os utentes que estão aqui a actu-
vista para a Praça da Sé, mas devido ar são portadores de deficiência, des-
às condições climatéricas adversas, de ligeira, moderada a severa, e estão
trocou-se o palco, mas manteve-se a numa faixa etária que vai desde os 19
peça, posta em cena por 17 utentes e aos 60 anos de idade”, explicou Carla
algumas funcionárias da instituição, Gomes, psicóloga e directora técnica
que assumiram personagens como da APADI.
actores. Na quinta iniciativa do género, os
Com o espaço praticamente lo- figurantes representaram “alguns dos
tado, a iniciativa arrancou com uma momentos mais importantes”, avan-
breve intervenção do bispo de Bra- çou Pedro Castro, responsável pela
gança-Miranda, D. António Moreira Dramoterapia, na qual está incluída
Montes, seguindo-se cânticos, uma a teatralização da Via Sacra.

Crianças protagonizaram Via Sacra na Santa Casa da Misericórdia de Bragança

ção da Semana Santa levada a cabo episódios da vida e morte de Jesus


pela Santa Casa da Misericórdia, em Cristo às muitas dezenas de pessoas
conjunto com outras paróquias, e que marcaram presença no evento.
pretendemos que os idosos possam
vivenciar aquilo que foi a vida e mor- Dramoterapia marca
te de Jesus, através das crianças”, ex-
plicou Eduardo Alves, da organização a Via Sacra protagonizada
do evento. por utentes da APADI
Com idades dos seis aos 11 anos,
os pequenos ensaiaram durante três Também a Associação de Pais APADI levou encenação ao palco do Auditório Paulo Quintela

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 13


ESPECIAL PÁSCOA 2010

O folar da amizade
JOÃO CAMPOS É que um folar que se preze de-
mora sempre umas horas a fazer e
nada melhor do que reunir o útil ao
Grupo de amigas marca en- agradável, partilhando novidades e
contro na padaria do Campo estados de espírito.
Tudo começa com a massa, que
Redondo tem que levedar durante duas horas,
antes de ser recheada com fumeiro
Ano após ano, um grupo de ami- caseiro para ser levada ao forno. E
gas e familiares reúne-se na padaria depois vem a cozedura, que demora
do Campo Redondo para confeccio- quase outro tanto.
nar os tradicionais folares da Páscoa. São 11:30h na padaria do Campo
À mistura com os ovos, o azeite, a Redondo. Joaquina Ramos e Júlia

Selecção dos ingredientes é fundamental para obter um bom folar

mora um pouco e todas juntas passa- tes para os preparativos da Páscoa.


se melhor o tempo”, garante. “Em casa não é possível cozer tantos
folares. Aqui pagamos a farinha e o
fermento e ainda contribuímos para
“Isto demora um pouco e todas a lenha que se gasta no forno, mas
juntas passa-se melhor compensa porque cozem-se vários
o tempo” folares ao mesmo tempo e ficam me-
lhores”, explica Joaquina Ramos.
À volta de uma banca de trabalho, O forno a lenha, de resto, é um
enchem-se as formas de massa, que dos cartões de visita desta padaria,
se enfeita com camadas de fumeiro, que tem capacidade para cozer 200
ao gosto de cada boca, enquanto a pães duma só vez. Isto mesmo con-
lenha faz subir a temperatura para fidenciou a proprietária da panifica-
mais uma fornada. dora ao Jornal Nordeste, enquanto
E é assim há vários anos, desde retirava mais uma fornada de pão, a
que a padaria abre as portas aos clien- segunda daquela manhã.

Júlia Lopes e Joaquina Ramos juntam o convívio à receita da tradição

farinha e o fumeiro, os principais in- Lopes ultimam os preparativos dos


gredientes da receita são o convívio e cerca de 15 folares que farão as de-
o espírito de entreajuda, bem tempe- lícias desta Páscoa, todos eles para
rados com dois dedos de conversa. consumo próprio. Joaquina garante
não ter uma receita espe-
cial, mas o azeite é da sua
própria colheita em terras
de Alfândega da Fé, sendo
certo que não é qualquer
fumeiro que consegue en-
trar no seu folar. “Procuro,
sempre, comprar fumeiro e
presunto com qualidade”,
garante. Júlia não é perita
no assunto, mas sempre
que pode dá uma ajuda à
amiga e familiar. “Isto de-
Deste forno saem 200 pães de uma só vez

14 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


ESPECIAL PÁSCOA 2010

A Semana Santa no distrito


S.C. à representação, ao ar livre, da Via
– sacra, protagonizada por cerca de
40 habitantes do concelho. Organiza-
Celebrações pascais arran- da pela Associação Mirandanças, em
caram com missa do Do- parceria com a Câmara Municipal de
mingo de Ramos Miranda do Douro, a iniciativa terá
lugar no largo D. João III.
O Domingo de Ramos, que ce-
lebra a entrada de Jesus Cristo em Festividades religiosas
Jerusalém, marcou a abertura da
Semana Santa que é considerada a
decorrem um pouco
mais importante “festa” do calendá- por todos os concelhos
rio cristão.
Em Bragança, a eucaristia decor- Já em Vimioso, a Semana Santa
reu na Catedral, onde milhares de fi- coincide com a Semana Gastronómi-
éis encheram o templo e esperaram, ca do Cabrito, que decorre até ao dia
também, pela bênção dos ramos por de Páscoa.
parte do bispo da diocese de Bragan- Assim, na próxima quinta-feira,
ça – Miranda, D. António Montes. decorre a IX Mostra do Folar e Do-
A este evento, seguem-se outras çaria da Páscoa e a Via-sacra ao vivo,
liturgias que, ao longo de toda a se- organizada pela Junta de Freguesia
Bispo benzeu milhares de ramos
mana, darão vida às igrejas e diver- de Pinelo.
sos templos da cidade, bem como o ções começam cedo, com o Ofício de dral de Bragança. Já na Sexta-feira Santa, o dia
concerto de Semana Santa, pela voz Laudes, na Sé Velha. Já às15 horas, No dia de Páscoa, a primeira mis- começa com o 8º Passeio da Prima-
do Coral Brigantino, que terá lugar, o mesmo templo acolhe a proclama- sa do dia é dedicada aos reclusos, já vera, que leva os participantes num
hoje, na Sé Velha. ção da Paixão e Adoração da Cruz, que a eucaristia decorre no Estabele- percurso de Algoso até Vimioso, com
Na próxima quinta-feira, a Cate- seguida da procissão do Enterro do cimento Prisional de Bragança. Às 18 direito a diversas paragens.
dral volta a acolher, logo pela manhã, Senhor, que partirá da Igreja da Mi- horas, a Sé Velha acolhe a liturgia. No próximo sábado, é a vez da
a eucaristia Crismal e a missa Ves- sericórdia. Em Miranda do Douro, a par das Banda Filarmónica da Associação
pertina da Ceia do Senhor, às 20:30 No Sábado Santo, o Ofício de Lau- eucaristias e serviços religiosos, os Humanitária dos Bombeiros Volun-
horas. des terá lugar na Sé Velha, enquanto turistas e filhos da terra podem as- tários de Vimioso celebrar a época
Na Sexta-feira Santa, as celebra- que a Vigília Pascal decorre na Cate- sistir, no dia de Sexta-feira Santa, pascal com um concerto.

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 15


ESPECIAL PÁSCOA 2010

Aleluia! Cristo
do coração do homem: porque vivo e
porque morro? De onde venho? Para
onde vou?
Somente Cristo morto e ressusci-

Pe. José Rodrigues


ressuscitou! Aleluia! tado dá resposta satisfatória a estas
perguntas.
Os cristãos trabalham, interes-
sam-se e ocupam-se nas coisas deste
to por Madalena, manifestam duas rança de vida. Testemunha é aquele mundo, tal como todos os outros. To-
Há regiões e situações neste nos- atitudes diferentes. Pedro, limita-se que presencia um facto, viu o que davia têm a plena convicção de que a
so mundo em que a morte parece do- a constatar o facto, mas ainda não aconteceu e escutou as palavras pro- plenitude da vida não pode ser alcan-
minar de maneira absoluta e o silên- chega à fé na Ressurreição, o outro nunciadas. Os apóstolos foram teste- çada aqui, como nos diz S. Paulo.
cio comemora a sua vitória. O poder, discípulo, vendo as mesmas coisas, munhas. Nós também seremos teste- Por isso, o seu compromisso tes-
a tirania, o princípio do terror ou da «começa a acreditar». munhas se fizemos a experiência da temunhal só poderá ser realizado
força, a discriminação, a injustiça, Ainda hoje se repete o comporta- ressurreição. através das boas obras, que serão
a astúcia e a perversidade parecem mento destes dois discípulos, diante No baptismo passamos da morte manifestação da vida nova e sinais da
querer derrotar completamente as das situações desta vida. Há quem à vida. Se a nossa vida se modificou sua presença. Se nas nossas comuni-
forças da vida, para assegurarem o pense que a doação da própria vida é completamente a partir desse mo- dades conduzirmos a vida como res-
triunfo do mal e da morte. somente morte, renúncia, destruição mento, então poderemos considerar- suscitados, se abandonarmos as obras
Assim parecia acontecer também de si mesmo. Outros, todavia, com- mos testemunhas da ressurreição e de morte – ódios, rancores, invejas,
quando Maria Madalena se acercou preendem que uma vida consagra- esperança para este mundo desalen- violências, vinganças, guerrilhas, jul-
do sepulcro. Mas Deus manifesta o da aos irmãos, como fez Jesus, não tado. Como os discípulos, também gamentos apressados, propagação de
primeiro sinal da revolução social termina na morte, mas abre-se na nós recebemos o testemunho. Por tal boatos, humilhações... – então pode-
que a ressurreição de Jesus iria ope- perspectiva da plenitude da vida em motivo, devemos passá-lo ao mundo. remos proclamar-nos testemunhas
rar. É através desta mulher, discri- Deus. A fé, neste mundo, é o que distin- da ressurreição. Ninguém ousará du-
minada no seu tempo e na sua terra, Como nos posicionamos nós dian- gue os crentes dos ateus. Estes, jul- vidar do nosso testemunho, pois que
pela sua condição, tanto quanto os te da escolha do dom da vida? Sabe- gam que se conseguem salvar contan- estará fundamentado sobre factos
escravos, os pastores e as crianças mos apenas interpretar os sinais da do apenas com as suas forças e que que todos poderão verificar. Saiba-
que não eram consideradas pessoas morte (como Pedro), ou descobrimos a plena felicidade se consegue neste mos, pois, ser o fruto que poderá apa-
idóneas, que Deus vai anunciar que a os sinais de vida redentora (como o mundo. Mesmo que todos os proble- recer e crescer somente numa árvore
morte fora vencida, que se processa- outro discípulo)? mas materiais pudessem ser resolvi- viva e viçosa.
ra a vitória da vida. Num mundo completamente dos, acabasse a fome, a dor e todas as                                                            
Os dois discípulos que acorreram acabrunhado pelos sinais de morte, doenças, algumas perguntas ainda fi-                        
ao túmulo, depois do anúncio fei- teremos de ser testemunhas de espe- cariam por responder no mais íntimo Votos de uma Santa Páscoa.

Espinhoso
antecipa Páscoa
SANDRA CANTEIRO com a actuação do dueto de músicos,
Solange e Fábio.
Recorde-se que a Via-sacra conta
Três dezenas de habitantes com o apoio da Câmara Municipal,
da aldeia representam vida Junta de Freguesia de Vinhas, a par
de diversas entidades e empresas do
de Cristo em Via-sacra concelho.

30 pessoas trajadas a rigor


vão percorrer as ruas de Espi-
nhoso, no concelho de Vinhais,
na próxima sexta-feira, a re-
presentar os últimos dias da
vida de Jesus Cristo.
A Via-sacra, que sairá à rua
às 16 horas, é organizada pela
ARCE – Associação Recreativa
e Cultural Espinhosense, que,
após dois anos sem qualquer
actividade, decidiu reunir, pela
primeira vez, 30 habitantes da
freguesia de modo a antecipar
a celebração da época mais
importante para os devotos, a
Páscoa.
Já no próximo sábado, a
colectividade convida a popu-
lação e visitantes a saborea-
rem, gratuitamente, o tradi-
cional folar da região, numa
iniciativa que será animada

16 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


Encomendação das Almas
nas encruzilhadas de Carção
ORLANDO BRAGANÇA
Uma das preces
Tradição ainda é o que era
À porta das Almas Santas,
na maior aldeia do conce- Bate Deus a toda a hora,
lho de Vimioso As Almas lhe responderam,
- Ó meus Deus que quereis agora?
Foi a 18 de Março que a aldeia de Quero que deixeis e mundo,
Carção (Vimioso) cumpriu a tradição, E que venhais para a Glória.
mais uma vez.  
Mulheres de xaile escuro, lenço Ó almas que estais dormindo,
na cabeça e semblante carregado, ho- Acordai não durmais mais,
mens de escuro, pau na mão e chapéu Lá no outro mundo,
a condizer, juntaram-se num café da Tendes vossas mães e vossos pais.
aldeia para começarem os ensaios, às  
23 horas, sob a batuta do presidente Perdoa-me meu irão,
da Junta de Freguesia, António San- Por te acordar agora,
tos. Reza lá um Padre-Nosso,
Minutos antes, houve que dar de Que eu já e vou embora.
comer ao corpo, com folar e a rosca  
A tradição remonta ao século XIII O Santo Cristo de Outeiro,
acompanhados de Vinho do Porto
para afinar a voz. feiçoados os versos destinados aos me. Tem o galo no seu sino,
À meia-noite em ponto, o grupo, entes queridos em cada cruzamento”, Mesmo assim, houve pessoas de Cada vez que o galo canta,
constituído por 12 mulheres e 4 ho- explicou o autarca. mais idade que se encontram aca- Recorda o Verbo Divino.
mens, deu início à Encomendação As idades dos participantes osci- madas e não puderam acompanhar
das Almas, com preces em uníssono lavam entre os 55 e os 77 anos, pelo o grupo, mas não
pelas encruzilhadas da aldeia. “Dizem que estes habitantes receiam que a deixaram de cantar
que já vêm do século XIII e, mais tar- tradição se perca no tempo, caso os ao de “cima” como
de, no século XVI teriam sido aper- mais novos não agarrem este costu- gostam de referir
os habitantes da al-
deia.
Nas varandas
de suas casas, al-
guns resistentes
aguardavam, com
velas acesas, lam-
piões e mantas, a
chegada dos ho-
mens de mulheres
encarregues de En-
comendar as Almas
do Purgatório. O
grupo regressou Presidente da Junta de Carção no arranque dos ensaios
hora e meia depois ao local de par- e com a promessa de que para o ano
Pelas ruas da freguesia em memória das almas do Purgatório tida, satisfeitos pelo dever cumprido voltarão a cumprir a tradição.

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 17


NORDESTE RURAL

Folar reinou em Valpaços VOZES


Helena Pimenta
“Vendo fumei-
SANDRA CANTEIRO ro, licores, compo-
tas, biscoitos. É a
Ministra do Ambiente acre- primeira vez que
venho à Feira e quis
dita que “folar” pode de- vir pelo negócio.
senvolver economia local Isto está fraco, mas
quero mais dar a
A aposta em produtos tradicio- conhecer os meus produtos do que
nais, como o folar de Valpaços, pode vender”
ajudar a fomentar as economias re-
gionais. Esta é, pelo menos, a con- Susete Guedes
vicção da ministra do Ambiente e do “Trouxe pão,
Ordenamento do Território, Dulce doçaria e folar.
Pássaro, que marcou presença no dia Desde que a feira
da abertura da 12ª edição da Feira do abriu portas que eu
Folar de Valpaços, que terminou an- tenho participado,
teontem. porque nos corre
“Fiquei impressionada com a di- sempre muito bem.
mensão e a qualidade do certame e Tenho já clientes fi-
são de iniciativas destas que o País Ministra do Ambiente saboreou folar de Valpaços xos do Porto e de todo o País”.
precisa. Acredito que com produtos
especiais e com esta qualidade estão Já o presidente da Câmara Mu- moroso e complexo, uma vez que exi-
reunidas todas as condições para fa- nicipal de Valpaços, Francisco Ta- ge que todos os produtos envolvidos Teresa Gomes
zer um caminho que permita o desen- vares, salientou que a Feira do Folar na confecção do folar sejam certifica- “Estou a ven-
volvimento da economia”, sublinhou tem crescido e é, cada vez mais, um dos. Contudo, revelou que “já temos der bola calcada,
a governante. evento obrigatório para milhares de 12 unidades fabris certificadas na re- económicos e bolo
pessoas. gião e outras 45 à espera de aprova- da Joaninha. É a
“Este certame foi feito pouco a ção, sendo que, daqui a um ano, pre- primeira vez que
pouco e afirmou-se graças ao dina- vemos que a certificação seja já uma estou aqui, porque
Os números do “folar” fui incentivada por
mismo de diversas forças, sendo que realidade”.
queremos continuar este propósito”, Recorde-se que, além do folar, o duas amigas que
- 80 mil visitantes de todo o País; também participam. Ao longo de
- 70 toneladas de folar vendidas; revelou o autarca. certame contou com expositores de
O edil adiantou que o processo de diversos produtos regionais, como todo o ano também vendo os meus
- 1,5 milhões de euros de volume produtos”.
de negócios; certificação do folar de Valpaços está o vinho, enchidos, amêndoa e frutos
a decorrer, mas é um procedimento secos, entre muitos outros.

Izeda aposta na certificação


que este certame já tem. No início,
era a organização que os convidava,
agora são eles que nos contactam
para virem”, recordou o responsável.

ser um impulso para a certificação de


mais produtores, apesar de todos os VOZES
entraves.
“É um processo muito compli- Teresa Pinto - Izeda
cado, principalmente quando, além “Estou a vender folar e
das questões financeiras, os nossos bolos tradicionais. Sempre
fiz para esta época da Páscoa
produtores de folar são sazonais, mas e para a feira desde o pri-
gostava que mais fabricantes conse- meiro ano que abriu. Vendo
guissem a certificação”, sublinhou. sempre muito bem e este ano foi o que
Certificado ou não, a verdade é correu melhor”.
que as cerca de nove mil pessoas que
passaram pelo certame de Izeda es- Julieta Gonçalves – Serapicos
gotaram o folar dos 12 expositores. “Trouxe artesanato e
“O balanço final é muito positivo, croché feito por mim. É a
primeira vez que venho sozi-
Certame recebeu nove mil pessoas em três dias pois a Feira tem crescido de ano para nha a esta feira e está a cor-
ano, a nível de visitantes, expositores rer muito mal, porque nos
S.C. da pelo presidente da Associação de e, mesmo, do próprio espaço”, infor- três dias só fiz dois euros.
Desenvolvimento da Região de Izeda mou Rui Simão. Costumo ir a outros certames”.
(ADRI), Rui Simão, no dia de encer- Segundo o responsável, nas pri-
11ª edição da Feira do Fo- ramento da XI Feira do Folar daquela meiras edições do certame tinha que Patrícia Assunção
lar foi a melhor de sempre, localidade. ser a ADRI a contactar os exposito- – Macedo de Cavaleiros
superando todas as expec- “Desde Janeiro, há uma empresa res. Contudo, à medida que o evento “Vendemos artesanato
e pintura e é a primeira vez
particular que já tem folar certifica- se foi enraizando no calendário de
tativas do que fabrica todo o ano, vende para feiras nacionais, passaram a ser os que participo neste certame.
Está a correr mais ou me-
todo o País e tinha todas as condições próprios comerciantes a querer mar- nos. As pessoas mostram-se
Já há folar certificado em Izeda, para o certificar”, explicou o respon- car presença em Izeda. muito curiosas em relação
no concelho de Bragança, desde o sável. “Temos expositores de todo o às peças, mas não lhes dão o devido va-
início do ano. A novidade foi avança- Esta primeira “aprovação” pode País, o que comprova a importância lor”.

18 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


LUGARES

Folar à moda de Caçarelhos VOZES


Ana Rosa Martins - 51 anos
TERESA BATISTA “Sou mordoma de San-
ta Luzia e é o segundo ano
que faço folares para a feira.
Feira valoriza produtos tra- Fazer folares para a época
dicionais, confeccionados da Páscoa é uma tradição
muito antiga. Eu aprendi
com base nas receitas e aos 13 anos, com a minha mãe”.
truques antigos
Mª Augusta João - 59 anos
A azáfama em casa das mordo- “Participo na feira há cer-
mas de Santa Luzia é uma constante ca de 10 anos, desde a primei-
ra edição. Já faço folares há
nos dias que antecedem a Feira do
muitos anos, comecei muito
Pão e do Folar de Caçarelhos, no con- nova. O segredo é fazer as coi-
celho de Vimioso. Ana Rosa Martins, sas à moda antiga. Foi assim que nos
Maria Torrão e Maria Augusta João ensinaram e ficam melhores”.
juntam-se para confeccionar o pão,
as doçarias e o “Rei da Páscoa”, que
não pode faltar no certame.
Ana Mª Ramalho - Padeira
“Tudo o que produzo é
As carnes são partidas no dia an- vendido na feira. Apresar
terior. Mesmo assim, é preciso come- Mordomas confeccionam folares à moda antiga de já cozer pouco, ainda há
çar cedo, porque o processo de con- muita procura do pão de Ca-
fecção do folar é moroso e todos os Augusta João preserva o tradicional para fazer fornadas de pão e folar, çarelhos. Aqui havia muitas
passos são indispensáveis em nome forno a lenha, que ainda acende com que são postas à venda na tradicional padeiras, agora só resto eu”.
da qualidade e da excelência do pro- alguma regularidade para fazer pão feira de Caçarelhos.
duto. à moda antiga. É na altura da Pás- Enquanto Maria Augusta parte as Armandina Preto
As mordomas dividem as tarefas coa que o forno fica mais vezes “rojo” seis dúzias de ovos que vão dar con- “ Venho a esta feira pra-
na cozinha improvisada onde Maria (aquecido à temperatura adequada), sistência à massa do folar, Ana Mar- ticamente desde o início. As
tins e Maria Torrão untam as formas pessoas que cá vêm procura-
onde vai ser colocada a massa para ir ram produtos de qualidade,
Feira promovida além fronteiras ao forno. “Este trabalho tem que se
fazer antes de se começar a amassar”,
como os enchidos, folares
pão e artesanato. Acho que a feira se
deve manter e até ser ampliada”.
A Feira do Pão e realça Maria Augusta.
do Folar que já se re- Depois de reunir todos os ingre-
aliza há uma década, dientes que se vão juntar à farinha,
em Caçarelhos, quer nomeadamente os ovos, manteiga nosso folar é especial devido às car-
tornar-se num ponto derretida, óleo, fermento e leite, Ma- nes. É tudo caseiro. E não poupamos
de escoamento dos ria Augusta mete mãos à obra, para nas carnes”, enaltece Maria Torrão.
produtos endógenos transformar tudo na massa aveluda- Os folares ficam a “dormir” (le-
das aldeias vizinhas. da que torna os folares mais fofos. “O vedar) durante cerca de duas horas,
Esta localidade, segredo está na massa. Deixo-a leve antes de irem ao forno à temperatura
situada entre Vimio- para que os folares fiquem mais fofi- adequada, onde demoram cerca de
so e Miranda do Dou- nhos”, revela a mordoma. uma hora e meia a cozer.
ro, é conhecida pela “Quando os tranqueiros estão
qualidade do seu pão Carnes caseiras e massa leve brancos, o forno está quente. Depois
Feira é atractivo em Caçarelhos de uma hora e meia, os folares estão
e outros produtos ca- contribuem para que o folar de prontos a comer”, salienta Maria Au-
racterísticos desta altura do ano. Se há pouco mais de 20 anos havia quatro
Caçarelhos seja um produto gusta.
padeiras a cozer em permanência, actualmente, apenas, uma está em acti-
vidade. muito procurado na feira local Já para confeccionar as duas for-
No entanto, o balanço da feira é positivo, já que todos os produtos expos- nadas de pão centeio, a mordoma foi
tos são comercializados, ajudando, assim, a rentabilizar a economia local. Esta habitante de Caçarelhos, moer a farinha ao moinho de S. Mar-
Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Caçarelhos, Sérgio Pires, com 59 anos, realça que usa as técni- tinho de Angueira. “Agora vou penei-
o certame tem pernas para andar. “Vamos continuar a promover o certame. cas que aprendeu com a mãe, ainda rá-la, para depois amassar o pão”,
No entanto, esta feira só se manterá enquanto as pessoas quiserem, já que era criança. “Faço tudo à moda an- conta esta habitante de Caçarelhos.
esta é uma boa oportunidade para exporem os seus produtos”, salientou o tiga. O folar fica com outro sabor”, Durante a jornada que antecede
autarca. acrescenta Maria Augusta. a feira, as mordomas vão misturando
Promover a feira junto das localidades espanholas é outra ideia a ex- Com a massa pronta, as três mor- expressões em mirandês com o por-
plorar, já que é importante cativar os visitantes oriundos do outro lado da domas começam a colocar nas for- tuguês, ao mesmo tempo que se pre-
fronteira. mas camadas de massa intercaladas ocupam em manter vivas as tradições
com presunto, salpicão e chouriço. “O herdadas dos seus antepassados.

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 19


NORDESTE RURAL

Trabanca “ocupada”
por portugueses

Feira junta dezenas de artesãos de ambos os lados da fronteira

FRANCISCO PINTO sanato.


Segundo o alcaide de Trabanca,
José Luís Pascoal, mais de 40 por
Fim-de-semana pascal cento dos artesãos são oriundos de
Mais de 20 mil pessoas Portugal, com representações de pra-
ticamente de todos os distritos lusos.
passarão pela Feira Interna- Este ano, o certame decorre em
cional de Artesanato paralelo com o carismático Mercado
Português, que junta naquela locali-
Artesãos portugueses e espanhóis dade raiana mais de uma centena de
voltam a encontrar-se na 8ª Feira feirantes e onde os produtos portu-
Internacional de Artesanato que de- gueses são os reis da feira.
corre, de 2 a 4 de Abril, na localidade “Esta acção conjunta é uma opor-
espanhola de Trabanca. tunidade única para esta região fron-
Este ano, o certame coincide com teiriça”, afiançou o autarca espanhol.
o fim-de-semana de Páscoa, uma Cutelarias, olarias, produtos em
época de grande tradição na vizinha cerâmica ou em vime, ferro forjado,
província de Salamanca, pelo que a seda, tanoaria e outros produtos ma-
organização garante que é a melhor nufacturados são uma pequena mos-
data para realizar a feira, sendo espe- tra daquilo que se pode encontrar no
rados mais de 20 mil visitantes ibé- evento. Ao mesmo tempo, o visitante
ricos. poderá desfrutar da inigualável pai-
Este é um espaço privilegiado sagem do Parque Natural das Arribas
para os turistas conhecerem o arte- do Douro ou do Parque Natural do
sanato português e espanhol, a partir Douro Internacional, duas áreas pro-
do trabalho de mais de 120 artesãos tegidas apenas separadas pelas águas
que representam 20 sectores de arte- do rio Douro.

20 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


BRAGANÇA

Formação Certificada 30% desconto

Inscrições até
ABRIL Março
Técnica de Vendas e Negociação Comercial

Informática - folha de cálculo e base de dados

Princípios Contabilísticos - SNC

Maio
Criação de Páginas WEB

Técnicas de Marketing

Auto-CAD 3D - Engenharia civil

Informações:
Www.solucoesnordeste.pt
geral@solucoesnordeste.pt
Tel. (+351) 273 098 081
Fax. (+351) 273 098 055

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 21


PUBLICIDADE

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de
30 de Março de 2010 30 de Março de 2010 30 de Março de 2010 30 de Março de 2010

CARTÓRIO NOTARIAL CARTÓRIO NOTARIAL

A cargo da Notária Lic. Ana Maria Comes dos Santos Reis A cargo da Notária Lic. Ana Maria Comes dos Santos Reis
Alameda Nossa Senhora de Fátima número 8 Alameda Nossa Senhora de Fátima número 8
em Macedo de Cavaleiros em Macedo do Cavaleiros

Certifico para efeitos de publicação que, por escritura de justifica- Certifico para efeitos de publicação que, por escritura de justifica-
ção Notarial lavrada neste Cartório Notarial no dia vinte e seis de ção Notarial lavrada neste Cartório Notarial no dia vinte e seis de
Março de dois mil e dez com inicio a folhas cinco do livro de notas Marco de dois mil e dez com inicio a folhas duas do livro de notas
CENTO E SETENTA E UM TRAÇO A. CENTO E SETENTA E UM TRAÇO A.
EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO MARIA AMÁLIA LEONARDO CAETANO (NIF, 137 790 287) e EDITE MARIA ESTEVES CASCAIS (N.I.F. 202 133516) e ma-
marido ANTÓNIO JÚLIO PINTO (NIF 176 929 584) casados sob rido ANTÓNIO ALBERTO PARRICO CASCAIS (N.I.F. 157 358
CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por o regime da comunhão de adquiridos, naturais ela da freguesia de 763) casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais
escritura lavrada no dia vinte e cinco de Março de dois mil e dez no escritura lavrada no dia vinte e cinco de Março de dois mil e dez no Açoreira, ele, da freguesia de Maçores ambas do concelho de Torre da freguesia de Muxagata concelho de Vila Nova de Foz Côa, ele
Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves de Moncorvo, residentes na aldeia de Acoreira. da freguesia de e concelho de Torre de Moncorvo, residentes na
Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bra- Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragan- Metade de um prédio rústico composto de terra com amendoeiras, freguesia de Açoreira, do mesmo concelho.
gança, exarada de cento e quarenta e seis a folhas cento e quarenta ça, exarada de vinte a folhas vinte e um verso do livro de notas para sito no lugar de “Salgada” na freguesia de Açoreira„ concelho de Prédio rústico composto de terra de centeio e amendoeiras, cortada
e oito do livro de notas para escrituras diversas número “ABÍLIO escrituras diversas número “Três –G”, ARMANDO RICARDO Torre de Moncorvo, inscrito na matriz sob o artigo 1505, com o pela Estrada Nacional, sito no lugar de “Salgada”, na freguesia de
MAURICIO FERNANDES PEREIRA e mulher NOEMIA DE TEIXEIRA e mulher MARIA AMÉLIA RODRIGUES TEIXEI- valor patrimonial total de 40,25 € e o correspondente à fracção de Açoreira, concelho de Torre de Moncorvo, com a área de oito mil
ASSUNÇÃO RODRIGUES, casados sob o regime da comunhão RA, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ele natural 20.13 €, descrito na Conservatória do Registo Predial de Torre de seiscentos e quarenta e oito metros quadrados, inscrito na matriz
geral de bens, ele natural da freguesia de Fonte Boa, concelho de da freguesia de Santa Comba de Rossas, ela natural da freguesia Moncorvo, sob o número mil e cinquenta e três, sem inscrição de sob o artigo 1509, com o valor patrimonial de 11,97 €, a confron-
Esposende, ela natural da freguesia de Samil concelho de Bragan- de Pinela, ambas do concelho de Bragança, residentes na referida aquisição da referida proporção. tar de norte com Albertina Elvira Pires, de sul com José Joaquim
ça, onde residem, NIFS 141 123 729 e 164 219 080, fizeram as freguesia de Santa Comba de Rossas NIFS 142 808 130 e 177 588 Que o prédio na referida proporção veio à posse e domínio dos jus- Abreu, de nascente com Albertina Elvira Pires e poente com Termo
declarações constantes desta certidão, que com esta se compõe de 527, fizeram as declarações constantes desta certidão, que com esta tificantes já no estado de casados, por partilha verbal por morte dos de Moncorvo, omisso na Conservatória do Registo Predial de Torre
quatro laudas e vai conforme o original. se compõe de duas laudas e vai conforme o original. pais da justificante mulher, Serafim José Caetano e Adélia da Luz. de Moncorvo.
Bragança, Cartório Notarial, vinte e cinco de Março de dois mil Bragança, Cartório Notarial, vinte e cinco de Março de dois mil Leonardo, residentes que foram na freguesia de Açoreira, concelho Que o referido prédio veio à posse e domínio dos justificantes por
e dez. e dez. de Torre de Moncorvo, por volta do ano do mil novecentos e oiten- compra verbal a Maria do Céu Lopes Ariosa, casada, residente em
ta e cinco, não tendo sido formalizada por documento autêntico a Torre de Moncorvo, aquisição esta feita por volta do ano de mil no-
A Colaboradora Autorizada A Colaboradora Autorizada referida aquisição. vecentos e oitenta e cinco, tendo sido formalizada por documento
Bernardete Isabel C. Simões Afonso Bernardete Isabel C. Simões Afonso Que desde então, portanto há mais de vinte anos, têm possuído o autêntico a referida aquisição.
referido prédio, cm nome próprio, numa situação de composse com Que desde então, portanto há mais de vinte anos, têm possuído
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, Agostinho da Ascensão Leonardo e mulher, retirando as utilidades o referido prédio, em nome próprio, retirando as utilidades pelo
dos seguintes bens: do prédio rústico, sito em Espigueiro, freguesia de Santa Comba de pelo mesmo proporcionadas, cultivando, colhendo amêndoa, com mesmo proporcionadas, cultivando, colhendo cereal, com o ânimo
1- UM QUINTO do prédio rústico, sito em Alto das Lagoas, fre- Rossas, concelho de Bragança, composto por cultura, com a área ânimo de quem exerce direito próprio, sendo reconhecidos como de quem exerce direito próprio, sendo reconhecidos como seus
guesia do Samil, concelho de Bragança, composto por cultura, com de dois mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar do norte seus donos por toda a gente, fazendo-o de boa-fé, por ignorarem donos por toda a gente, fazendo-o de boa-fé, por ignorarem lesar
a área de dois mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar do com Estrada Municipal, do nascente com João Gonçalves, do sul lesar direito alheio, pacificamente porque sem violência, contínua direito alheio, pacificamente porque sem violência, contínua e pu-
norte com João Miguel Pires do nascente com António Manuel Por- com José Morais e do poente com Virgílio Madureira, não descrito e publicamente, à vista e com conhecimento de toda a gente e sem blicamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem
tela, do poente com António Rodrigues e do sul com Bernardete na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na oposição de ninguém. oposição de ninguém.
Anes, descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, matriz respectiva sob o artigo 1514, sendo de 6,66 euros, o seu Que essa posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, Que essa posse em nome próprio, pacífica, continua e pública, des-
sob o número mil novecentos e quarenta e oito, da referida fre- valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. desde há mais de vinte anos, conduziu à aquisição daquele prédio de há mais de vinte anos, conduziu à aquisição daquele prédio por
guesia de Samil, inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 696, Que entraram na posse do referido prédio, em mil novecentos e oi- na indicada proporção por usucapião, que expressamente invocam, usucapião, que expressamente invocaram, justificando o seu direi-
sendo de 14,08 euros o seu valor patrimonial, a que atribui o valor tenta e quatro, por doação verbal que dele lhes fez, Alcino Teixeira, justificando o seu direito de propriedade para efeitos do registo to de propriedade para efeitos do registo dado que esta forma de
de quinze euros. residente que foi na referida freguesia de Santa Comba de Rossas, dado que esta forma de aquisição não pode ser provada por qual- aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal
2- UM QUINTO do prédio rústico, sito em Devesas, freguesia do sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes per- quer outro título formal extrajudicial. extrajudicial.
Samil, concelho de Bragança, composto por cultura, com a área de mita, o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, Está conforme o original. Macedo de Cavaleiros, vinte e seis de Está conforme o original. Macedo de Cavaleiros, vinte e seis de
vinte mil metros quadrados, a confrontar do norte com caminho desde logo, entraram na posse e fruição do identificado prédio, em Março de dois mil e dez. Marco de dois mil e dez.
público, do nascente com António Manuel Rodrigues do sul com nome próprio, posse assim detêm há muito mais de vinte anos, sem O Colaborador, O Colaborador
Delfim Gonçalves e do poente com Irene de Jesus Teles, descrito interrupção ou ocultação de quem quer que seja. Carlos Manuel Lázaro Sequeira Carlos Manuel Lázaro Sequeira
na Conservatória do Registo Predial de Bragança, sob o número Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposi-
mil novecentos e cinquenta, da referida freguesia de Samil, inscrito ção, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome
na matriz respectiva, sob o artigo 1407, sendo de 51,54 euros o seu próprio e com aproveitamento de todas as utilidades do prédio, no-
Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de
valor patrimonial, a que atribui o valor de sessenta euros. meadamente, amanhando-o, adubando-o, cultivando-o e colhendo
30 de Março de 2010 30 de Março de 2010
3- UM QUINTO do prédio rústico, sito em Sudrio, freguesia do os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente ao exercí-
Samil, concelho de Bragança, composto por vinha e cultura, com cio do direito de propriedade, quer usufruindo como tal o imóvel,
a área de sete mil metros quadrados, a confrontar do norte com quer beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os res-
caminho público, do nascente com Francisco Matias Gomes do sul pectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas contribuições
com caminho público e do poente com António Bras, descrito na e impostos, mantendo-o sempre na sua inteira disponibilidade.
Conservatória do Registo Predial de Bragança, sob o número mil Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, con-
novecentos e cinquenta e um, da referida freguesia de Samil, ins- duziu à aquisição do imóvel, por usucapião, que invocam, justifi-
crito na matriz respectiva, sob o artigo 1876, sendo de 25,01 euros o cando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado
seu valor patrimonial, a que atribui o valor de vinte e cinco euros. que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer
4- UM QUINTO do prédio rústico, sito em Sudrio de Baixo, fre- outro título formal extrajudicial. EXTRACTO EXTRACTO
guesia do Samil, concelho de Bragança, composto por mata e pas- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por es-
tagem, com a área de cinco mil e quinhentos metros quadrados, a critura de hoje, exarada de folhas noventa e quatro a noventa e Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que
confrontar do norte com António Manuel Rodrigues, do nascente cinco do respectivo livro número cento e cinquenta e três, ANUN- por escritura de hoje, exarada de folhas noventa e quatro
Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de CIAÇÃO BRANCO RODRIGUES, NIF 168 738 260, e marido
com caminho público do sul com António Manuel Portela e do a noventa e cinco do respectivo livro número cento e cin-
30 de Março de 2010 MANUEL JOÃO ALVES, NIF 168 738 279, casados sob o regime
poente com António Albino Bento, descrito na Conservatória do quenta e três, António Eduardo Fernandes Malhão, casado,
Registo Predial de Bragança, sob o número mil novecentos e cin- da comunhão de adquiridos, naturais, ela da freguesia de Deilão,
ele da freguesia de Rio de Onor, ambas do concelho de Bragança natural da freguesia de São Pedro de Serracenos, concelho
quenta e dois, da referida freguesia de Samil, inscrito na matriz de Bragança, residente no Bairro de São Tiago, Lote n.º
respectiva, sob o artigo 1938, sendo de 3,02 euros o seu valor patri- residentes na Rua Inácio de Sousa, nº 1, Porteira, freguesia de S.
Domingos de Benfica, concelho de Lisboa; MARCELINA DOS 25, em Bragança, o qual, na qualidade de sócio e gerente,
monial, a que atribui o valor de cinco euros.
5- UM QUINTO do prédio rústico, sito em Barreiros, freguesia do ANJOS RODRIGUES, NIF 145 035 565, e marido RAMIRO AU- outorga em representação da sociedade comercial por quo-
Samil, concelho de Bragança, composto por cultura, sete videiras GUSTO RODRIGUES, NIF 145 035 557, casados sob o regime da tas com a firma “HABINORDESTE – SOCIEDADE DE
em latada quatro macieiras, lameiro sete freixos, com a área de três comunhão de adquiridos, ambos naturais da freguesia de Deilão, CONSTRUÇÕES, LDA”, com sede na Rua Engenheiro
mil quatrocentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar do residentes na Rua Dr. Adrião Amado, n.º 20, 1º, em Bragança e Camilo Mendonça, Lote n.º 139, freguesia de Bragança
norte com Alfredo Martiniano, do nascente com caminho público ISAÍAS AUGUSTO RODRIGUES, NIF 159 250 951, e mulher (Sé), concelho de Bragança, matriculada na Conservatória
do sul com caminho público e do poente com caminho público, MARIA DE FÁTIMA BORGES MARTINHO, NIF 144 223 945,
do Registo Comercial de Bragança sob o número único de
descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, sob o casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da
EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO referida freguesia de Deilão, ela da freguesia de Santa Cruz, con- matricula e de identificação fiscal quinhentos e dois milhões
número mil novecentos e cinquenta e quatro, da referida freguesia
celho de Vinhais, residentes no Bairro de S. Tiago, Lote 156, em trezentos e cinquenta e quatro mil duzentos e oito (NIPC
de Samil, inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2031, sendo
de 18,98 euros o seu valor patrimonial, a que atribui o valor de CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por Bragança, 502 354 208) ;
vinte euros. escritura lavrada no dia vinte e três de Março de dois mil e dez no Que, com exclusão de outrem, os primeiros, os segundos e os Que a sociedade sua representada, a “Habinordeste – Socie-
6- UM QUINTO do prédio rústico, sito em Vale Grande, freguesia Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves terceiros outorgantes são donos e legítimos compossuidores, não dade de Construções, Lda”, com exclusão de outrem é dona
do Samil, concelho de Bragança, composto por castinçal, com a Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bra- proporção de três doze avos indivisos para os primeiros, seis doze e legítima possuidora do prédio urbano, composto de edifí-
área de quinhentos metros quadrados, a confrontar do norte com gança, exarada de cento e trinta e nove a folhas cento e quarenta avos indivisos para os segundos e três doze avos indivisos para os cio de um piso, com a superfície coberta de cento e noventa
Belmiro Fernandes, do nascente com Alfredo Martiniano do sul verso do livro de notas para escrituras diversas número “DOIS-G”, terceiros, dos prédios a seguir identificados, ambos localizados na
metros quadrados, sito na Rua do Eiró, freguesia de São
com Domingos Gomes e do poente com José Augusto Rodrigues, “CARLOS DO NASCIMENTO RODRIGUES e mulher ESTER freguesia de Baçal, concelho de Bragança;
número um - prédio rústico, composto de terra de cultura vinha e
Pedro de Serracenos, concelho de Bragança, não descrito na
descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, sob o FÁTIMA ALVES RODRIGUES, casados sob o regime da comu-
nhão adquiridos, ele natural da freguesia de Vale de Janeiro, con- lameiro, sito em “Paivides”, com a área de dezassete mil cento e Conservatória do Registo Predial deste concelho, conforme
número mil novecentos e quarenta e nove, da referida freguesia de
celho de Vinhais e ela natural da freguesia de Alfaião, concelho de vinte metros quadrados, a confrontar de norte com Manuel António certidão que da mesma apresenta, mas inscrito na respectiva
Samil, inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 1448, sendo de
4,78 euros o seu valor patrimonial, a que atribui o valor de cinco Bragança, residentes na Avª Abade de Baçal, 366, em Bragança, Diegues, sul com Júlia Amélia Rodrigues, nascente com António matriz sob o artigo 352, com o valor patrimonial tributário
euros. NIFS 135 322 693 e 156 682 184”, fizeram as declarações cons- Pinelo e poente com Daniel dos Santos da Eira, inscrito na respec- de € 10.696,63 e idêntico atribuído.
Que entraram na posse e composse dos referidos prédios, em mil tantes desta certidão, que com esta se compõe de duas laudas e vai tiva matriz sob o artigo 4437, com o valor patrimonial tributável de Que o identificado prédio foi vendido à sociedade sua re-
novecentos e oitenta, por partilha verbal da herança aberta por óbi- conforme o original. € 217,46 e idêntico atribuído; e presentada, a “Habinordeste – Sociedade de Construções,
to de Manuel da Ressurreição Henriques e Engrácia de Jeus Vaz, Bragança, Cartório Notarial, vinte e três de Março de dois mil e número dois - prédio rústico, composto de terra de cultura, sito Lda”, no ano de mil novecentos e oitenta e nove, por Silva-
residente que foram na mencionada freguesia de Samil, sem que dez. em “Paivites” ou “Paivides”, com a área de cinco mil quinhentos
no António Gago, casado, residente na aludida freguesia de
no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita, o e cinquenta metros quadrados, a confrontar de norte com Manuel
A Colaboradora Autorizada António da Eira, sul com Daniel dos Santos da Eira, nascente com São Pedro de Serracenos, por contrato de compra e venda
respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, des-
Bernardete Isabel C. Simões Afonso caminho público e poente com Estrada Municipal, inscrito na res- meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a neces-
de logo, entraram na posse, composse e fruição dos identificados
prédios, em nome próprio, posse e composse que assim detêm há pectiva matriz sob o artigo 4452, com o valor patrimonial tributável sária escritura pública.
muito mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, de € 21,12 e idêntico atribuído; Que, assim, a sua representada não é detentora de qualquer
quer que seja. do prédio rústico, sito em Malhadas, freguesia de Donai, concelho não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, título formal que legitime o domínio do mencionado pré-
Que essa posse e composse foi adquirida e mantida sem violência de Bragança, composto por cultura, com a área de mil oitocentos conforme certidão que da mesma apresentam. dio.
e sem oposição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a e sessenta metros quadrados, a confrontar do norte com António Que os identificados prédios foram-lhes doados no ano de mil no- Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de
gente em nome próprio e com aproveitamento de todas as utili- dos Santos Ciprião, do nascente com Hermínia Buiça, do sul com vecentos e oitenta e oito, já no estado de casados, na aludida pro-
mil novecentos e oitenta e nove, a sua representada passou
dades dos prédios, nomeadamente, amanhando-os, adubando-os, Francisco Manuel Pinheiro e do poente com Francisco dos Santos porção, por Piedade da Glória da Eira, viúva, já falecida, residente
que foi no Lugar de Sacoias, da dita freguesia de Baçal.
a utilizar o referido prédio, gozando de todas as utilidades
cultivando-os e colhendo os seus frutos, agindo sempre por forma Ciprião, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bra-
gança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 1299, sendo Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legiti- por ele proporcionadas, guardando nele alguns haveres,
correspondente ao exercício do direito de propriedade, quer usu-
de 930,00 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de me o domínio dos mencionados prédios. efectuando regularmente obras de conservação e reparação,
fruindo como tal os imóveis, quer beneficiando dos seus rendimen-
tos, quer suportando os respectivos encargos, quer ainda pagando sete mil euros. Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil nove- como substituição de elementos danificados e de benfeito-
as respectivas contribuições e impostos, mantendo-os sempre na Que entraram na posse do referido prédio, em mil novecentos e centos e oitenta e oito, passaram a usufruir os referidos terrenos, rização, agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce
sua inteira disponibilidade. oitenta e quatro, por compra verbal que dele fizeram a Armando na citada situação de composse, gozando de todas as utilidades direito próprio, na convicção de tal prédio lhe pertencer e
Que esta posse e composse em nome próprio, pacífica, contínua dos Santos Ciprião, residente em França, sem que no entanto ficas- por ele proporcionadas, começando por ocupá-los, limpando-os, de ser a sua verdadeira dona, como tal sendo reconhecida
e pública, conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que sem a dispor de título formal que lhes permita, o respectivo registo cultivando-os, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar direi-
invocam, justificando o seu direito de propriedade, para o efeito de na Conservatória do Registo Predial; mas, desde logo, entraram diversas benfeitorias, designadamente o melhoramento das suas
to alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e
registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser comprovada na posse e fruição do identificado prédio, em nome próprio, posse vedações, agindo assim, sempre na aludida proporção com ânimo
assim detêm há muito mais de vinte anos, sem interrupção ou ocul- de quem exerce direito próprio, na convicção de tais prédios lhes publicamente, à vista e com o conhecimento de todos e sem
por qualquer outro título formal extrajudicial.
tação de quem quer que seja. pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo oposição de ninguém.
Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposi- reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem Que dadas as enunciadas características de tal posse que,
ção, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua da forma indicada vem exercendo há mais de vinte anos,
próprio e com aproveitamento de todas as utilidades do prédio, no- e publicamente, à vista e com o conhecimento de todos e sem opo- adquiriu o domínio do dito prédio por usucapião, título esse
meadamente, amanhando-o, adubando-o, cultivando-o e colhendo sição de ninguém. que, por sua natureza, não é susceptível de ser comprovado
os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente ao exercí- Que dadas as enunciadas características de tal composse que, da por meios normais.
cio do direito de propriedade, quer usufruindo como tal o imóvel, forma indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram Que para suprir tal título fazem esta declaração de justifica-
quer beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os res- o domínio dos ditos prédios por usucapião, título esse que, por sua
ção para fins de primeira inscrição no registo predial.
pectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas contribuições natureza, não é susceptível de ser comprovado por meios normais.
e impostos, mantendo-o sempre na sua inteira disponibilidade. Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para Está conforme.

Leia, assine Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, con-
duziu à aquisição do imóvel, por usucapião, que invocam, justifi-
fins de primeira inscrição no registo predial.
Está conforme.
Bragança, 26 de Março de 2010.

cando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado Bragança, 27 de Março de 2010. A colaboradora autorizada,
e divulgue que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer
outro título formal extrajudicial.
A colaboradora autorizada,
Elisabete Maria C. Melgo
Elisabete Maria C. Melgo

22 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


Tierra, Giente i Lhéngua

Ls Pica Tümilho abrírun ua nuoba


jinela na Cultura Mirandesa
Ls Pica Tumilho son ua banda mi- musical mirandesa,
randesa que bieno a renobar l modo de mas mantenendo la
fazer música i de ousar ls sonidos de lhéngua?
la lhéngua, ajuntando sonido, triato i Respeitamos mui-
poesie nun solo cunceito de spetaclo. to las bandas tradecio-
Son eilhes Emilio Martins (boç), Pe- nales mirandesas. To-
dro Marcos (Guitarra), Nicolau Morete das eilhas ténen feito
(Baixo), César Paulo (Baterie) i Bruno un trabalho baliente.
Peres  (Teclas). De mirandés, tráien cun Mas habie que ajuntar
eilhes la giente de l Praino i ls sous por- la léngua mirandesa al
blemas, las sues deficuldades, ls sous rock, a ber se fazien
suonhos i tamien la sue lhéngua. Afei- buona pareilha. Ye ua
tos que siempre stubimos a oubir cantar léngua cun ritmo i até
an mirandés solo modas tradecionales, alhi l calão de l mi-
ls Pica Tumilho ajúntan lhéngua mi- randés siempre era
randesa i música rock i esta, que ye ua çpreziado. Nós gusta-
música ourbana, eilhes lhieban-la pa mos dessas palabras.
l campo i la giente que nel i del bibe. Ténen casta, son fuor-
Solo esso, se mais nada houbisse, yá era tes i sírben bien para
l abrir dua nuoba jinela na cultura mi- dezir a aqueilhes que
randesa. Mas hai muito mais, la eideia stan ne l polheiro que
dun spetaclo global, adonde bárias artes Trás ls montes eijiste i
se zambuolben anriba l trabiado, l que nun puode ser squeci-
torna ls cuncertos de ls Pica Tumilho do. Somos ls Pais de
cumo algo einesquecible para quien a l Rock Mirandés. La
eilhes assiste. léngua mirandesa ye
Até agora salírun dous CD’s de ls fuorte, ye an termos
Pica Tumilho i yá purpáran l treceiro, melódicos aparecida al
querendo tamien abinturar-se pul bídeo na pimbalhada que siempre andubo por Nas horas bagas, quien nun gusta de anglés, ten buona dicçon para ser canta-
i cinema. Para quien quejir saber mais ende. Sendin tenie de sacar algo tan gran- dar quatro sucos cula mula ou cul tra- da.
cousas i acumpanhar la banda baia a de cumo las sues gientes. Miremos uns tor?! PICA TUMILHO tenie de amentar
www.picatumilho.com na parte de la fi- pa ls outros ne l café i dixo un de nós: ne l ambiente alredror la banda, tal i qual L buosso cunceito de música stá ta-
cha técnica. Somos boubos por rock n’roll, por esso como qualquiera banda de rock progres- mien ligado a ua cierta eimaige cénica,
chigou la altura de fazer algo oureginal sibo. Algo que fusse mais fuorte que la triatral. Porquei?
Fuolha Mirandesa - Cumo bos musicalmente i triatalmente. Naciu assi música que nós ambentamos i sendo la Nun cuncerto que fazimos l anho
apareciu l’eideia de fazer un grupo de PICA TUMILHO, ua banda surrialista, laboura la sangre de la nuossa Tierra, ei- passado an Bal de Cambra, huobo un ra-
rock an mirandés? caçuadora i pensada para dar cabo de ls lha tenie de ser l assento de las letras i de paç perdutor musical que mos dixo al fin:
Pica Tümilho - Éramos uns rapazo- oubidos al bibo. las atuaçones al bibo. “Bós sódes cumo l champó: 3 an 1! Te-
tes nuobos i siempre gustemos de gran- Apuis, todos teniemos ls mesmos Quien bai al nuosso concerto debe neis música, triatro i ua léngua defrente.
des bandas, principalmente las anglesas. gustos musicales, zde Pink Floyd a Led lebar siempre trator, mas sien atrelado Normalmente l que you conheço an Per-
An Pertual la cousa iba mala musical- Zepplin, passando por Marilion i outras, para nun acupar muito spácio. Quien nun tua quaijeque todas las bandas pertuesas
mente, uas bandas nuobas a eimitar ou- porque nun fazer música rock an Miran- tubir trator que liebe l sacho ou la guin- solo tráien música.” Quedemos cuntentos
tras bandas pertuesas que, a nuosso ber, dés? cha. cul agabon. Las pessonas ban a un cun-
nunca fúrun mui oureginales. Cunclu- certo i nun se puoden spantar solo cula
sion: aqueilho deixaba-mos meio stre- Porque le chamais «rock agríco- Puode-se dezir que l buosso grupo música, ten que haber mais algo para fa-
loucados i çarumbatos, para nun amentar la»? fui l purmeiro a cortar cula tradiçon zer de l trabiado ua fiesta i nós, sendo ua
>>

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 23


FUOLHA MIRANDESA
>>
banda de l anterior de l paíç, tenemos que Qual ye la buossa eideia, de que la
apostar nesso. Mesmo que l orçamento música ten que ser sacada de la bida
seia mais puxado, un camion cargado cun de las pessonas ne l die a die?
trastes agrícolas ten que ir atrás de nós,  Á, I inda se squeciu de ls burros!
porque ye ende que PICA TUMILHO se PICA TUMILHO al bibo ten que libar
çtingue de las outras bandas. pa l trabiado todo aqueilho que faç parte
de las letras de las modas. Siempre guste-
Porque achais que la buossa mú- mos de cousas nuobas, einobadoras i yá
sica fui tan bien recebida, subretodo bamos fartos dun Paíç de músicos feitos
pula mocidade? a la presson, de letras desaboridas, sien
I puls garoticos i bielhos tamien! La cherume. L remantismo daqueilhes que
mocidade gusta de ritmo. La mocidade se cúidan streilhas tornou-se redículo.
quier algo nuobo porque yá anda farta de Rimas forçadas, muito azeite pul meio
repetiçones, pimbas, músicas feitas por (azeiteirada) i muita manha anriba l tra-
cumputador i dun Pertual tamien an crise biado. Nós somos ua reaçon a esso todo.
musical. Quando aparece algo fuora de l Por esso mos cháman ls mentalidade de
quemun, algo streloucado la malta ten trator! Ls pimba super-dotados, ls azeit-
que bolber ls uolhos para esso i pensar: eiros, ls uobos strelhados etc. Ambenta-
afinal Pertual nun ye solo Xutos i Cunta- mos stórias i bibéncias chenas de algo
pies! Miranda tamien ye Pertual i alhi la anterbentibo drento dun  surrialismo ru-
música faç parte de las pessonas cumo l ral i gozamos cun eilhas cumo se fússen
air que respíran. Ye l rock a falar ua lén- riales. Apuis, passamos todo ne l trabiado
gua que sona bien. cumo nun çfile de moda. Porquei daá-le
un anielho a la nóbia an béç dun motor
Cumo apersentais la eibeluçon de l de rega?  Porquei un carron, an béç dun
purmeiro CD para l segundo? tratoron? L cuncerto de PICA TUMI-
Ganhemos mais calho tanto an stú- LHO acaba por ser ua pieça de triatro cun
dio cumo an cuncerto. Cula antrada de l prencípio, meio i fin. Pena muita beç que
teclista Bruno Peres ne l grupo, meianho ls defensores musicales ourbanos nun se
apuis de l purmeiro disco, las cumposi- déian de cuonta desso!
çones tornórun-se mais trabalhadas i al  
bibo las melodies ganhórun mais ua boç Cumo ye que la giente de fuora de
de apoio i uns adornos mais guapos. Esto la tierra de Miranda bei l buosso gru-
dou-mos ua fuorça até alhi nunca bista. po?
Tamien merquemos mais material: am- Anque yá mos conhéçan pula anter-
pleficadores, guitarras i baterie que trou- net, quédan pantasmiados! Mal ampeça-
xo un sonido mais assente i mais clarico mos a sacar de l camenhon l cenário i ls
a la banda. Anque you, l bocalista, nun cacharros, ajúntan-se mais de cien pesso-
guste d’ansaiar, ls ansaios son agora mais nas alredror. Bótan uas risadas balientes i
partecipatibos i rentables ou seia yá sabe- dízen antredientes: - Mas de adonde apa-
mos l camino que queremos seguir.  Cumo bedes la música mirandesa Andamos cun antençones de fazer un recírun agora estes? Son mesmo ouregi-
nesta altura i la sue eibeluçon? bídio de la música: Quien anda a roubar nales! Normalmente todas las bandas pí-
La buossa música ten personai-  Por agora, la melhor música de Per- las huortas?! Tamien yá eijísten eideias den a las ourganizaçones ou comissones
ges, cumo Florinda i Alfredo Pica, ye tual fai-se an Miranda de l Douro. Mas de fazer un filme amador cula stória de de fiestas toalhas brancas i muitas marcas
ua música que cunta stórias de giente. cumo Miranda ye ua cidade de l’anterior, Florinda i de Alfredo Pica i, claro, la pur- de chiske. Nós nó... nós pedimos 4 fardos
Porquei fustes por ende? l pertués ourbano nun faç caso. Porque paraçon de l treceiro disco. Por anquanto de palha, un trator bielho i auga fresca ,
Anspirados ne l Tommy de ls The pa ls que se cúidan antendidos nesto, las hai muito cuncerto a aguardar por nós. I mais nada...
Who, The wall de Pink Floyd, etc. te- melhores bandas Pertuesas son de las desta beç se l trator nun pegar cula gi- A la nuite toda la giente salta, i se
niemos que criar algo que funcionasse grandes cidades. lada, bamos a ir de carroça! fur ua queima de las fitas, cumo stan ca-
a modo un carton de besita de ls PICA Ténen  buonos perdutores i ampre- lientes, inda sáltan mais. Aqueilho ye ua
TUMILHO. Estas personaiges ténen ua sários, al alrobés de las bandas mirande- Achais que l cantar an mirandés, fiesta. Antréssan-se pula léngua i cun-
stória cumo qualquiera pessona i ye de sas adonde nós mos ancluimos. Hoije la na sue bariadade sendinesa, ye algo sante bamos tocando bamos splicando
las falas deilhas que mos serbimos para música yá nun cunta, nien ls músicos. que yá faç parte de la eimaige de mar- an pertués l que cantamos. Quando apa-
sermos surrialistas i caçuadores de la so- Cúntan las anfluenças de l ampre- ca de l grupo? récen las surpresas quaijeque se méijan
ciadade. Qualquiera banda de rock ten sário i l negócio an que l mundo de la Esso ye mais que berdade! PICA a rir. Apuis arrebenta l fuogo de artifício
que tener ua bena de pándiga. Puode pa- música se metiu. An Miranda hai buonos TUMILHO sien la lhéngua mirandesa de la alquitara i de ls uolhos de l burro,
recer ua boubada, mas la risa i las lérias cumpositores, hai músicos de grande (bariante sendinesa) ye cumo un jardin ai home ye ua felcidade total. Al fin  ban
que nós retratamos nas nuossas letras son culidade, mas nun hai denheiro nien stú- sien flores! Cantemos ua moda an per- a tener cun nós a cumbidar-mos a buber
pensadas al melímetro para tenéren dous dios de telbisones. tués porque le achemos piada a la letra algo. Mas cumo tenemos quilómetros a
sentidos. Nada ye feito a la suorte. Todo Assi i todo, la música mirandesa ten i tamien por ua question de spriéncia. fazer i trabalho a soutordie, nun mos po-
debe de star ne l sitio. eibeluído, tal cumo la léngua. Nun tene- Esso puode acuntecer outra beç, mas por demos ampandelhar muito. Mas porme-
mos mar, mas tenemos ganas de fazer acaso. Tamien todo mundo sabe que so- temos siempre bolber un die cun mais
Quien ye essa giente de quien fálan música ne l meio de las binhas arrincadas mos mui apegados a las nuossas raízes, tiempo.
las buossas músicas? i ne l meio de leiras çpaixarinadas a ser- somos bairristas, fanáticos pula nuossa   
Giente buona i spuntánia que sabe bir d’anspiraçon. Fardos de palha tamien Tierra i por estas i por outras nun mos Teneis dado muito cuncerto fuora
ber las cousas, mas que se aquemoda cul nun fáltan! Quien ls quejir, que benga! podemos zapartar de l nuosso ambiente, de la tierra de Miranda?
pouco que le dan. Giente que bei la sue de la nuossa casta. La léngua faç parte Si. Tenemos sido mui bien acolhidos
tierra a quedar sien naide. Giente que bei Que stais a fazer nesta altura? de nós, ye mui fuorte i mui musical. Ei- adonde tenemos ido. Esso dá-mos fuor-
todo de buono a ir pa las cidades, para  Hai ua tratorada d’eideias i el sabe lha ye complexa i traiçoneira i al mesmo ças i motibaçon pa cuntinar cun este por-
aquel Pertual litoral i solo le tócan uas bien que esse trator nun ye pequeinho. tiempo simples cumo la sue giente. PICA jeto. Yá corrimos todo l  paíç  i astanho,
forfalhicas, muita beç chenas de mofo. Cun traçon ou nó, temos sido nós solicos TUMILHO agarra esse lado simples de pul que parece, bai a ser eigual. Bonda
Florinda representa esse pobo aquemo- que l tenemos puosto a rodar por ende. la léngua, joga culas palabras, faç deilhas dezir que yá mos pedírun par’ende cerca
dado, que queda pasmado i sengo a mirar PICA TUMILHO faç todo cul sou sudor, gato-çapato, sien nunca perder essa sem- de 20 ourçamentos . Por esso, rapazes, 
pa l litoral zambuolto. Alfredo repersen- cuntando siempre cul apoio moral i culs plicidade. aparecei siempre a bé-mos, que tengo la
ta l bózio de l’anterioridade adonde bi- ferragachos de la Giente de la sue Tierra. certezica que nun quedareis zeiludidos.
bimos. Aqueilho que se fizo an Lisboa i Qualquiera die sal ua moda nuoba nuossa Ls strumientos que ousais ne ls
nun se fizo na sue Tierra. Al fin, todo nun que fala nestas cousas: “Laboura birtual, buossos cuncertos, ban zde tratores Anterbista feita
passa dua outopie ou dun ataque de risa. feturo rural!”. a motores de regra, sachos, bigornas. por Amadeu Ferreira

24 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


III Divisão A 2 GDB
LIMIANOS 2 III Divisão A 1 MACEDO
MARIA FONTE 2
Estádio Municipal de Bragança Estádio Municipal de Macedo de

Em busca
Árbitro: António Alves
EQUIPAS Futebol espectáculo Cavaleiros
Árbitros - (A. F. Castelo Branco)
Ângelo Correia, Henrique Martins e
Ximena Baía

da subida
Pedro Ribeiro
Rui Gil Zé Manuel
Carlitos César EQUIPAS
Móbil Chicolaev Hugo Magalhães Miguel
Mirco Hugo Costa Wibson (Eduardo Pinto
A turma da casa não Luís Rodrigues Niso (João Costa 68’) Gonçalo
foi feliz frente aos minho- (Badará aos 65’) aos 86’) Didácio Fredy
tos, pois dominou os 90” e Saná Hugo Soares Corunha Rui Abreu (Jussane
acabou por ceder 2 pontos. Xavier (amarelo Ribeira Branco 76’)
Mantém as esperanças, mas aos 90’) Ribeiro Eurico (cap) Rui Novais (Ricardo
a sorte parece não estar com Jaime (Miguel aos 70’) Toninho Gomes 74’)
(Tony aos 55’) René Luizinho Diogo (cap)
a equipa, já que, os donos da
Pedrinha Tanela aos 73’ Ricardo Costa Bé
casa sofreram um golo aos 7” Pinhal. Tiago (Huguinho 85’) Pedrinho
no único ataque do Limianos Bernardino (Luís Rui Lima
na primeira parte. Depois, foi TREINADORES
Gancho 68’) Rafael (Mota)
a equipa de Carlitos a contro- Carlitos José Fernandes Nuno Meia
lar do princípio ao fim, mas a
Golos: Hugo Soares 7 “.Sana 75”, Móbil TREINADORES
bola, teimosamente, não en- 80, Miguel 82”
Macedo não contava com derrota em casa
trava. Oportunidades, pouca Rui Vilarinho

FERNANDO CORDEIRO eficiência, vencendo a equipa Golos: 0-1 ao intervalo – 0-1 Gonçalo 44’,
mais prática e com a sorte do 0-2 Eurico p.b., 1-2 Eduardo 90’+3’
Foi o futebol espectáculo, jogo. Disciplina: Rui Novais 47’, Diogo 60’,
apoiado, com a transição a Os locais, tirando os dois Fredy 66’, Gonçalo 90’+4’
passar pelos vários sectores casos do jogo, só podem quei-
da equipa, diagonais perfei- xar-se de si mesmos, já que, regular. Os forasteiros aver-
tas com muitas aproximações construíram oportunidades baram uma vitória muito im-
e situações de eminência de bastantes para construir um portante na prossecução dos
golo suficientes. Não fora a resultado tranquilo. Mesmo seus objectivos tradicionais,
finalização, para manter a jogando desfalcados, devido iniciando a construção do re-
candeia da liderança, contra ao lesionado Luís Carlos e sultado com uma bomba de
o futebol altamente compe- Luís Gancho, ainda a recupe- livre directo do meio da rua
titivo, consciente, sóbrio e rar de lesões e sem ritmo para deslocalizado para a direita,
cínico, de boa organização os 90’, que, ao entrarem, com Gonçalo a ser perfeito de
defensiva, transição rápida, perfumaram o jogo dos lo- execução e colocação. Inde-
objectividade e eficácia na cais com a qualidade da fase fensável!

Futebol III Divisão


GDB queria mais

pontaria e outro dos respon-


sáveis estava na baliza dos
será sempre assim. Vai ser
uma fase de campeão com
Mirandela comanda fase de campeão
minhotos. resultados apertados e sem Aires, ex-jogador do Bra- por escasso, já que o Miran- por 1-0. O golo apareceu aos
Na 2ª parte, avalancha lógica. Basta ver o que acon- gança, marcou em Valença dela dominou toda a partida 90+2, mas tratou-se de uma
do ataque canarinho, mas, só teceu ao Macedo de Cavalei- do Minho, no jogo que deu a e poderia vincar outro mar- das melhores arbitragens na
a 15” do fim, Sana conseguiu ros, em casa, com o Maria da vitória ao Mirandela sobre o cador. Tem, agora, 24 pontos 3ª divisão nacional A. Tino
dar uma palmada no marca- Fonte. No entanto, psicologi- Valenciano. São 3 pontos que e beneficiou da derrota do Sá, adjunto de Lopes da Silva,
dor. Passados 5”, Móbil fez o camente, os pupilos de Carli- dão a liderança à turma de Macedo, em casa, frente ao foi claro: “o empate era jus-
2-1 e tudo parecia resolvido, tos mostraram que estão em Rui Guerreiro, que desde que Maria da Fonte. Entretanto, to, mas fica a certeza de que
mas na 2ª vez que o Limianos boas condições de fazer pela tomou conta da equipa ainda o Morais perdeu na fase de com árbitros assim o futebol
atacou, marcou e o futebol subida. não perdeu. O resultado peca manutenção, em Marinhas, ganhou”.

4 18 19 25 37 42 1

8 16 18 37 43 2 6

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 25


NORDESTE DESPORTIVO

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de 30 de Março Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de 30 de
CLASSIFICAÇÕES de 2010 Março de 2010


Liga Sagres Liga Vitalis
24ª. Jornada 24ª. Jornada
Classificação Classificação
EXTRACTO EXTRACTO
Clubes P J Clubes P J
1 Beira-Mar 43 24 Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escri-
1 Benfica 61 24 Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de
2 Oliveirense 42 24 tura de hoje, exarada de folhas noventa e quatro a noventa e cinco
2 Sp. Braga 55 24 hoje, exarada de folhas quarenta e sete a quarenta e oito do respectivo livro
3 Santa Clara 42 24
3 FC Porto 50 24 do respectivo livro número cento e cinquenta e três, HERMÍNIO
4 Sporting 38 24
4 Portimonense 41 24 número cento e cinquenta e cinco, ANDRÉ DOS SANTOS AFONSO, NIF
5 Feirense 38 24 BAPTISTA DO NASCIMENTO, NIF 188 856 595, e mulher FER-
5 V. Guimarães 36 24 158 510 089, e mulher MARIA DA CONCEIÇÃO FEITOR AFONSO, NIF
6 Desp. Aves 34 24 NANDA MARIA FERREIRA PRADA DO NASCIMENTO, NIF
6 U. Leiria 33 24 179 819 348, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais,
7 Trofense 33 24 183 536 576, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, na-
7 P. Ferreira 32 24
8 Freamunde 32 24
ele da freguesia de Celas concelho de Vinhais, ela da freguesia de Donai,
8 Marítimo 30 24 turais da freguesia de Nogueira, onde residem na Rua das Paredes,
9 Fátima 31 24 residentes na freguesia de Gondesende, no Lugar de Oleiros, ambas do con-
9 Naval 29 24 n.º 25, concelho de Bragança.
10 Gil Vicente 29 24 celho de Bragança;
10 Nacional 29 24 Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores
11 Rio Ave 28 24
11 Penafiel 28 24 Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos pré-
12 Estoril Praia 27 24 dos prédios a seguir identificados, ambos localizados na freguesia
12 Académica 24 24 dios a seguir identificados, ambos localizados na freguesia de Gondesende,
13 Varzim 26 24 de Nogueira, concelho de Bragança:
13 Olhanense 23 24 concelho de Bragança:
14 Sp. Covilhã 25 24 número um - prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em
14 V. Setúbal 23 24
15 Chaves 24 24
número um - prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Reigal”,
15 Leixões 18 24 “Hortos”, com a área de novecentos e oitenta metros quadrados, a
16 Carregado 17 24 com a área de mil cento e oitenta metros quadrados, a confrontar de norte
16 Belenenses 14 24 confrontar de norte com Vitorino Parreira, sul e poente com cami-
com Augusto César Martins Monteiro, sul com Norberto Patrocínio Mar-
nho e nascente com Maria Emília Nogueiro, inscrito na respectiva
Resultados Resultados matriz sob o artigo 602, com o valor patrimonial tributável de € 1,01
tins, nascente com Junta de Freguesia e poente com Camilo Martins Afonso,
inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1775, com o valor patrimonial
Benfica  1-0  Sp. Braga Varzim  0-1  Trofense e o atribuído de vinte euros; e
Chaves  0-3  Santa Clara
tributável de € 2,89 e o atribuído de dez euros; e
V. Guimarães  1-0  Académica número dois - prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em
Marítimo  3-2  Sporting Feirense  1-0  Desp. Aves número dois - prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Reigal”,
“Cabanelas”, com a área de dois mil e cem metros quadrados, a con-
Rio Ave  1-5  Olhanense Sp. Covilhã  2-2  Fátima com a área de mil novecentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar de
frontar de norte com Mateus Augusto, sul com caminho, nascente
Belenenses  0-3  FC Porto Beira-Mar  1-3  Freamunde norte e poente com António Augusto Afonso, sul e nascente com Augusto
Portimonense  1-0  Carregado com António Maria Gonçalves e poente com Alberto Moreira, ins-
Leixões  1-0  Naval César Martins Monteiro, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1859,
V. Setúbal  2-1  Nacional Oliveirense  2-0  Penafiel crito na respectiva matriz sob o artigo 1214, com o valor patrimonial
com o valor patrimonial tributável de € 1,89 e o atribuído de dez euros;
U. Leiria  2-1  P. Ferreiraa Estoril Praia  0-2  Gil Vicente tributável de € 10,68 e o atribuído de vinte euros;
não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, conforme
não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho,
Próxima Jornada Próxima Jornada conforme certidão que da mesma apresentam.
certidão que da mesma apresentam.
Que os identificados prédios foram-lhes vendidos no ano de mil novecentos
Sp. Braga  02/04  V. Guimarães Fátima  03/04  Portimonense Que os identificados prédios foram-lhes vendidos no ano de mil no-
Olhanense  03/04  V. Setúbal Carregado  03/04  Feirense e oitenta e nove, já no estado de casados, por Manuel dos Anjos Rodrigues,
vecentos e oitenta e nove, já no estado de casados, por César dos
Naval  05/04  Benfica Santa Clara  03/04  Sp. Covilhã casado, residente na freguesia de Bragança (Sé), Vale de Álvaro, concelho
Santos do Nascimento, viúvo, residente na dita freguesia de Noguei-
Académica  03/04  U. Leiria Freamunde  03/04  Estoril Praia de Bragança, em morada que não podem precisar, por contrato de compra
Nacional  02/04  Leixões
ra, por contrato de compra e venda meramente verbal, nunca tendo
Penafiel  03/04  Chaves e venda meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessária es-
P. Ferreira  03/04  Belenenses Gil Vicente  03/04  Oliveirense chegado a realizar a necessária escritura pública.
critura pública.
FC Porto  03/04  Marítimo Desp. Aves  03/04  Varzim Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legiti-
Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
Sporting  02/04  Rio Ave Trofense  02/04  Beira-Mar me o domínio dos mencionados prédios.
domínio dos mencionados prédios.
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil nove-
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e oi-
centos e oitenta e nove, passaram a usufruir os referidos terrenos,
tenta e nove, passaram a usufruir os referidos terrenos, gozando de todas as
gozando de todas as utilidades por eles proporcionadas, começando
III Divisão Série A III Divisão Série B por ocupá-los, limpando-os, cultivando-os, colhendo seus frutos e
utilidades por eles proporcionadas, começando por ocupá-los, limpando-os,
cultivando-os, colhendo seus frutos e produtos e efectuando diversas ben-
produtos e efectuando diversas benfeitorias, designadamente o me-
Campeonato Subida Campeonato Subida lhoramento das suas vedações, agindo assim, sempre com ânimo
feitorias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim,
sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tais pré-
Classificação Classificação de quem exerce direito próprio, na convicção de tais prédios lhes
pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo
dios lhes pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo
reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar di-
Clubes P J Clubes P J reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem
reito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente,
1 Mirandela 25 1 1 Joane 22 1 lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua
à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
2 Macedo Cavaleiros 23 1 2 AD Oliveirense 21 1 e publicamente, à vista e com o conhecimento de todos e sem opo-
Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indicada
3 Bragança 21 1 3 Fafe 21 1 sição de ninguém.
vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio dos ditos pré-
4 Maria da Fonte 20 1 4 Vila Meã 18 1 Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma
dios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser
5 Limianos 17 1 5 Amarante 18 1 indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domí-
comprovado por meios normais.
6 Valenciano 17 1 6 Famalicão 18 1 nio dos ditos prédios por usucapião, título esse que, por sua nature-
Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins de
za, não é susceptível de ser comprovado por meios normais.
primeira inscrição no registo predial.
Resultados Resultados Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para
fins de primeira inscrição no registo predial.
Está conforme.
Valenciano  0-1  Mirandela Famalicão  0-1  AD Oliveirense Está conforme.
Bragança  2-2  Limianos Fafe  1-0  Amarante Bragança, 29 de Março de 2010.
Bragança, 29 de Março de 2010.
Macedo de Cavaleiros  1-2  Maria da Fonte Joane  2-1  Vila Meã
A colaboradora autorizada,
A colaboradora autorizada,
Elisabete Maria C. Melgo
Elisabete Maria C. Melgo
Próxima Jornada Próxima Jornada
Limianos  03/04  Valenciano AD Oliveirense  03/04  Joane
Mirandela  03/04  Macedo de Cavaleiros Amarante  03/04  Famalicão Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de 30 de Março de 2010
Maria da Fonte  03/04  Bragança Vila Meã  03/04  Fafe
CERTIDÃO
Campeonato Manutenção Campeonato Manutenção
Classificação Classificação CARTÓRIO NOTARIAL DE VINHAIS

Clubes P J Clubes P J A CARGO DA ADJUNTA EM SUBSTITUIÇÃO MARIA DO CÉU DIAS PEREIRA


1 Santa Maria FC 17 1 1 Torre Moncorvo 17 1
2 Montalegre 16 1 2 Leça 17 1 JUSTIFICAÇÃO
3 Marinhas 14 1 3 Rebordosa 16 1
Certifico, para efeitos de publicação, que por escritura de vinte e quatro de Março do ano dois mil e dez, exarada de folhas cinquenta e seis a folhas cinquenta e sete
4 Amares 12 1 4 Infesta 13 1 do Livro de Notas número Oitenta e quatro-D, deste Cartório, CARLOS DAVID MALHEIRO e mulher MARIA JOSÉ FERNANDES, casados sob o regime da
5 Fão 12 1 5 Serzedelo 12 1 comunhão de adquiridos, ambos naturais da freguesia de Vilar de Ossos, concelho de Vinhais, onde residem, no Lugar de Lagarelhos, declararam:
6 Morais FC 10 1 6 Pedrouços 7 1 Que, com exclusão de outrem, se consideram donos e legítimos possuidores do seguinte imóvel:
PRÉDIO RÚSTICO, sito em “Cimo Vila”, freguesia de Vilar de Ossos, concelho de Vinhais, composto de horta, pastagem e castanheiro, com a área de oitocentos e
Resultados Resultados oitenta metros quadrados, a confrontar do norte com José Fernandes, do sul com Isaura Vila, do nascente com Caminho e do poente com Zeferino Fernandes, inscrito
na matriz predial rústica da referida freguesia sob o artigo 3.668, com o valor patrimonial de 10,28€, a que atribuem igual valor.
Montalegre  1-1  Amares Pedrouços  1-1  Infesta Que o dito prédio está inscrito na matriz em nome de Júlio Rodrigues Fernandes Gonçalves e não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vinhais.
Marinhas  1-0  Morais FC Rebordosa  4-1  Serzedelo Que o mencionado prédio veio à sua posse e domínio, por compra verbal feita ao referido Júlio Rodrigues Fernandes Gonçalves, casado e residente na sede da fre-
Santa Maria FC  1-0  Fão Torre Moncorvo  1-0  Leça guesia e concelho de Vinhais, no ano de mil novecentos e oitenta e cinco, não tendo procedido à sua formalização por documento autêntico.
No entanto, desde então e até ao presente, logo há mais de vinte anos, têm sido os justificantes que sem interrupção e sem oposição de quem quer que seja, possuem
Próxima Jornada Próxima Jornada o indicado prédio, que amanham e mandam amanhar, fazem as necessárias obras de conservação, pagam taxas e contribuições, praticando os mais diversos actos de
uso, fruição e defesa da propriedade à vista da maioria ou generalidade das pessoas da freguesia da sua localização, plenamente convencidos desde a data de aquisição
Amares  03/04  Marinhas AD Oliveirense  03/04  Joane referida, que não lesam direitos de outrem, considerando-se e sendo considerados como donos e possuidores exclusivos do mesmo.
Morais FC  03/04  Santa Maria FC Amarante  03/04  Famalicão Que assim a posse pública, pacífica, continua e em nome próprio do citado imóvel, desde aquela data, conduziu à sua aquisição por USUCAPIÃO, que invocam, para
Fão  03/04  Montalegre Vila Meã  03/04  Fafe efeitos de primeira inscrição no registo predial, por não poderem provar a alegada aquisição pelos meios extrajudiciais normais.
Está conforme o original na parte transcrita.
Cartório Notarial de Vinhais, 24 de Março de 2010.
O Ajudante,
AFB - 20ª Jornada Vítor Augusto Barreira Garcia

Classificação Resultados
Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de 30 de Março de 2010
Carção  ADI  Mogadourense
Clubes P J
GD Milhão  28/03  Talhas
1 Argozelo 50 19
Rebordelo  3-1  Sendim
2 Rebordelo 50 20
Mirandês  1-1  Vimioso
3 FC Vinhais 45 20
Vila Flor  7-0  GD Poiares
4 Mirandês 42 20
Alfandeguense  1-2  CCR Lamas
5 Vila Flor 41 19
Argozelo  1-1  FC Vinhais
6 Mogadourense 29 19
7 Talhas 29 18 Próxima Jornada EXTRACTO/ASSOC IAÇÃO
8 Alfandeguense 28 20
Talhas  11/04  Carção CERTIFICO narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura lavrada no dezasseis de Dezembro de dois mil e seis no Cartório Notarial de Bragança a cargo do Notário
9 Sendim 16 19
Sendim  11/04  GD Milhão de Lic. João Américo Gonçalves Andrade, exarado de folhas cento e quarenta, a folhas cento e quarenta e duas verso, do livro de notas para escrituras diverso número “sessenta e
10 CCR Lamas 15 20
Vimioso  11/04  Rebordelo sete — A”, foi feita a escritura de alteração dos estatutos da “ASSOCIAÇÃO HUMANÍTARIA DOS BOMBEIROS VOLUNTARIOS DE MIRANDA DO DOURO”, com sede na
11 Carção 13 19
GD Poiares  11/04  Mirandês freguesia e concelho de Miranda do Douro, NIPC 501 545 891, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Miranda do Douro, sob o número quinhentos e um milhões
12 Vimioso 11 19 quinhentos e quarenta e cinco mil oitocentos e noventa e um, qualidade e poderes que verifiquei pela acta número quatro de dois mil e nove
FC Vinhais  11/04  Vila Flor
13 GD Poiares 7 20 Bragança e Cartório Notarial, nove de Junho de Dezembro de dois mil e nove.
Mogadourense  11/04  Alfandeguense
14 GD Milhão 6 18 O Notário,
CCR Lamas  11/04  Argozelo Lic. João Américo Gonçalves Andrade

26 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

AF Bragança 1 ARGOZELO
VINHAIS 1
Campo do Argozelo

Vinhais trava Argozelo


Árbitro – Rui Sousa (Bragança)
EQUIPAS
Pedro Vila Nuno
Rato Joli
O Vinhais entrou bem Argozelo tentava o golo em Nuno Nuno II
Careca Pik
no jogo e marcou aos 12”, contra- ataque, mas o ferro
Luizinho Rui
por Márcio, numa jogada de da baliza do Vinhais também Paletas Alex
contra- ataque bem concluí- jogou a favor dos visitantes. Pedro Martins Tiago
da, que veio na melhor altu- Além disso, seria injusto o 2- Jorginho Pedro
ra para os visitantes. Logo de 1 nesta altura da partida. Kita Migalhas
seguida, Pedro Vila fez a de- De realçar, ainda, a emo- Samuel Márcio
fesa da tarde, ao evitar o 2-0 ção que se viveu neste jogo, Adolfo Ricardo
Amândio Samuel
e complicar a vida a um Argo- bem como alguns cartões,
Serginho Filipe
zelo distante de outros gran- mas nada de anormal. Talvez Ricardo Diz Paulinho
des jogos. A turma da casa Pik não merecesse o primeiro
não soube lidar com a an- amarelo, mas já o 2º foi bem TREINADORES
siedade, foi para o ataque de mostrado. Houve, em muitos F Teixeira
forma desordenada e só uma momentos, tensão com o juiz
Golos: Márcio 12”, Nuno (gp) 29”
infelicidade de Nuno I deu o e a sua equipa, mas estas si-
Disciplina: Vermelho por acumulação
golo do empate. O guardião tuações não tiveram qualquer Argozelo está empatado com o Rebordelo na tabela Pik 45”.
do Vinhais tinha a bola con- influência no resultado. De
trolada, largou-a e, ao ten- registar, ainda, um erro, que gadores, mas nem se deu por sabor amargo de um empate Rui Sousa e os seus au-
tar recupera-la, o jogador da foi a não expulsão de um de- ela. Bom controlo de bola e, oferecido por NunoI, através xiliares estiveram bem, num
casa, Nuno (Argozelo), empa- fesa do Argozelo, apesar da acima de tudo, uma concen- de uma penalidade desneces- jogo quente, com erros de
tou ao minuto 29”. O Vinhais nossa posição não ser a ideal. tração de muito nível. Carlos sária. Já o Argozelo mostrou- pormenor, em que foi expul-
teve mais posse de bola, mais Na verdade, os vinhaen- Garcia ainda tentou ganhar se desligado da tomada do so o director do Vinhais, Car-
tranquilidade, enquanto o ses jogaram 50” com 10 jo- o jogo, mas no final teve um bom futebol. los Garcia.

AF Bragança 1 ARA
LAMAS 2
Estádio de Alfandega da Fé

Lamas ganha gosto a jogar fora


Árbitro – Sá Carneiro / Bragança
EQUIPAS
Mário Vilares Gemas
Luís Aguiar
Depois de 5 golos em Mo- contro se pautava pelo equilí- Ricardo Edu
Hugo André Padeiro
gadouro, o Lamas tomou o brio. Já o ARA ia dando sinal
Samuel Dani
gosto de ganhar fora de casa e de que queria ganhar o jogo. Bruno Sarmento
foi a Alfandega da Fé ganhar Mais tarde, já na 2ª me- Tó-zé Nene
por 2-1. Como não há jogos tade, Fernando teve um mo- Daniel Kaka
iguais, a equipa da casa en- mento infeliz, ao introduzir a Luís Alves Cebolo
trou muito forte e poderia ter bola na própria baliza. A equi- Fernando Radar
marcado, mas não foi feliz na pa da casa não se ressentiu, foi Manuel António Manteigas
Soeiro Luzinhas
finalização. Joaquim Barros à procura do golo e conseguiu,
Folhas Pitota
tem uma equipa que conse- por Soeiro, após uma boa jo- Ventura
gue ocupar todos os espaços gada pela direita à boca da
do campo, faz muita pressão baliza. Momentos antes, Káká TREINADORES
e nunca defende resultados, tinha acertado no poste. Joaquim Barros Maçaira
daí os 34 golos marcados e os Sá Carneiro não teve influ-
Golos: ebolo 28”, Fernando (pb) 76”,
39 sofridos. Numa boa jogada, ência no resultado final, mas
Soeiro 83”
Cebolo marcou para o Lamas cometeu erros que já não se
Lamas em fase ascendente e surpreendeu , já que o en- usam tecnicamente.

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 27


NORDESTE DESPORTIVO

Distrital Juniores B 6 BRAGANÇA


MONTES VINHAIS 0 Escolas 3 ESCOLA CRESCER
MIRANDÊS 1
Campo do CEE Campo da CEE - Árbitros – Rui Sousa e

Resolver rápido A caminho


Árbitro – Rui Dias (Bragança) Pedro Lopes (Bragança)
EQUIPAS EQUIPAS
Rafa
Caravana
Leo
Francisco das estrelas Tiago
F Vale
Tiago
Diogo
Parreiras Pietra Veiga Pinheiro
Francisco Carreto Bastou um bom jogo na V Massano Ricardinho
Ricardo Quim primeira parte para que os Nuno Pires
Nelson Porfírio Pedro Afonso Titi
mais que possíveis campeões
José Pedro Óscar Tiago Freitas Silva
de Escolas (18 jogos, 18 vitó-
Gralho Ricas Edgar Issac
Padrão Marcelo rias) não corressem perigo de Mário Amadeu
Eddas Miguel ser apanhados de surpresa Miguel Cardneiro
Praça Mago por uma grande equipa como Rui Garcia Marques
Valdo Ricardo o Mirandês. O trabalho de V. Marcelo
Tiago Miranda João Hugo está a ser exemplar nes- TREINADORES
Arlindo Carlos
ta categoria. Aliás, o primeiro J Ferreira V Hugo
TREINADORES golo foi sinal de entrega e de
mostrar serviço em Bragança, Golos: Titi 8”, Nuno 11”, Pedro Afonso
Nuno Fernandes
numa manhã excelente para 21”, Marcelo 24”
Golos: Eddas 15”, Gralho 21”, Zé Pedro o futebol. Mas reagiu pronto
Vinhais atacou mas não tocou nas redes canarinhas 33”, 50”, Francisco 65”, Valdo 70”

Depois da grande afluên- B resultou em mais uma casa ma de tudo, do gosto pelo fu-
cia de público no Nacional cheia, sinal elucidativo da tebol.
de Futebol de Iniciados, este presença dos pais no apoio Depois dos 5 pontos per-
jogo da Distrital de Juniores aos seus rebentos, mas, aci- didos pelo Mirandês, em
duas jornadas, Teixeira Alves
esteve sempre muito activo

1 3
MONCORVO B no jogo.
Escolas MONTES VINHAIS O treinador do Bragança
não perdeu tempo em incen-
Campo de Jogos Dr. Camilo Sobrinho
tivar os seus atletas a resolver
Golos só na
em Moncorvo - Árbitro – Nélson
Ramos (AF Bragança) cedo o jogo.
Foi o que aconteceu com
segunda parte EQUIPAS golos de Eddas, Gralho e Zé
Diogo Bráz Carlos Pedro. Boa réplica do Mon-
VÍTOR ALEIXO Trigo Hugo tes de Vinhas, que procurou
Kevin Diogo o pouco que podia fazer, mas Mirandês fartou-se de correr atrás do prejuízo
Jorginho Renato
Os miúdos de Moncorvo sempre dentro da regras do
Hélder Paulo a Escola Crescer que, até ao esta turma da casa, que já tem
não se fizeram rogados e até ti- Rui Gonçalo
jogo.
intervalo, resolveu com cal- praticamente o campeonato
veram momentos no jogo que Paçó O 6-0 acabou por ser um
ma o marcador. Depois, foi no bolso e pode mesmo bater
foram superiores ao Montes de Pedro Félix resultado natural.
entrar disposto a guardar a um recorde se fizer os 26 jo-
Vinhais. Mesmo quando os fo- Diogo Belchior Fica o registo de um juiz
bola e atacar pela certa, mas gos sem perder pontos. Outra
rasteiros iam à baliza do Mon- TREINADORES
que não toca no apito por
a defesa de Miranda foi, sem grande atracção foi a desloca-
corvo B aparecia o guardião tudo e por nada, deixa jogar e
Zé Tó Nuno Pinto dúvida, mais forte e evitou ção de adeptos de Miranda a
Diogo Braz, que realizou uma chegou-se ao fim com a certe-
outros golos, que também po- Bragança, sinal de vitalidade
grande exibição, defendendo Golos: Diogo 28´´; Renato 46´´; Kevin 48´´ za de que esta juventude gos-
deria ter marcado. Muito fria de pais e amigos.
quase tudo o que havia para e Tiago 50´´. ta mesmo de jogar à bola.
defender e sendo um dos me-
lhores em campo. A primeira quase surgia o empate. No últi-
parte terminou sem golos, mas
com as melhores oportunida-
mo minuto de jogo, os forastei-
ros restabeleceram o resultado
Distrital Juniores B 4 MACEDO
MONCORVO 1
des a pertencerem à equipa da final em 1-3. Resultado pesado Campo de treinos do Macedo - Árbitro
casa.
Os golos só apareceram
para o Moncorvo B, que rea-
lizou uma excelente exibição,
Os erros pagam-se caro – Rui Sousa (AF Bragança)
EQUIPAS
na segunda metade. Primeiro contornando as dificuldades e Vítor Aleixo Bruno Vítor
para o Vinhais e a seguir Kevin criando alguns calafrios ao se- Rui Jorge Pedro Pinto
a reduzir a contenda para 1-2. gundo classificado, que teve de Logo no início do jogo, os
Luís João Luís
Com o golo, os atletas da casa lutar para levar de vencida esta (Pedro Augusto Micael
atletas da casa abriram o ac- 68´´) João Lourenço
tentaram reagir e, de livre, equipa da terra do ferro. tivo, através de uma grande Cristiano Nicolas
penalidade. A partir daqui, Francisco Tiago
superiorizaram-se ao adver- José Rafael (Nuno 52´´)
sário, chegando ao intervalo André Carlitos
Flávio João Pedro
a vencer por 2-0.
Macedo esmagador Acácio (João Trigo 64´´)
Na segunda parte, o Mon- Pedro Filipe João Diogo
corvo tentou subir no terreno, siva do Moncorvo e volta a (Pedro Miguel 74´´) Pedro Andrade
mas os golos continuavam a marcar. Luís Daniel
não aparecer. Eram os atletas Numa partida nem sem-
TREINADORES
da casa que aproveitavam os pre bem disputada, onde a
erros moncorvenses e am- Quintino Urgel Carvalho
equipa do Moncorvo pagou
pliavam o placard. Pedro An- caro pelos erros, o Macedo, Golos: Luís Daniel 14´´; Pedro Filipe 36´´;
drade ainda reduziu para 3-1, mesmo não realizando um Flávio 48´´; Pedro Andrade 58´´ e José
mas, logo a seguir, o avança- brilhante jogo, conseguiu Rafael 59´´.
do da casa aproveita todas as concretizar as oportunidades Disciplina: Amarelos – José Rafael 32´´;
facilidades dadas pela defen- criadas. João Lourenço 37´´; André 67´´.
Montes dee Vinhais dobrou equipa da Terra do Ferro

28 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Infantis 1 ESCOLA CRESCER


MIRANDÊS 2
Campo da CEE - Árbitros – Rui Sousa e
Pedro Lopes (Bragança)

Grande jogo EQUIPAS


Pedro Gouveia
Zé Carlos
Bernardo
Tiago
Não só são os grandes profissionais a dar Pedro Padrão Daniel
espectáculo e a torna-lo emocionante. Este Rui Dinis Dias Pires
F Martins Riki
jogo entre a Escola Crescer e o Mirandês foi
M Vinhas Luís
digno de um jogo de campeões. Aliás, este re- Hugo Lopes Caio
sultado veio baralhar a classificação na frente, Boris Porto
com 4 candidatos alerta. A juntar a estas duas Esteves Rui
equipas estão, ainda, o Bragança A e Miran- J Tiago Luís Miguel
dela. Alguns jogos em atraso e partidas que aí Mário Machado André
vêm vão dar uma emoção de cortar a respira- Kiko Vaqueiro Gui

ção à prova. TREINADORES


Esta vitória da turma de Miranda do Dou- Nuno Pereira V Hugo
ro é justa, pois matou, essencialmente, nos
Golos: Caio 12”, Luís 20”Esteves 51”
momentos certos e acabou também por apa-

Mirandês soube bater favoritismo da Escola Crescer

gar algumas individualidades da tur- natórios à sua altura, mas Gui foi o
ma da casa, como foi o caso de Dinis herói do jogo e o treinador mostrou
Dias e Hugo Lopes. Também Miguel coragem e confiança ao mantê-lo na
Vinhas teve mais liberdade, mas não equipa e ganhou um guarda- redes.
foi feliz na concretização. Foram 60” de baliza a baliza, com a
Depois de uma entrega fenome- rapaziada do Planalto mais equipa na
nal, o golo da Escola Crescer empol- hora de controlar a bola e mais indi-
gou um jogo já por si de grande qua- vidualista a turma azul celeste.
lidade. Ninguém pode sair triste deste
A lesão de Bernardo, no Miran- jogo de campeões, e numa alusão ao
dês, colocou uma escolinha na baliza velho ditado: “ no final fazem-se as
visitante. Comentários pouco abo- contas”.

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 29


NORDESTE DESPORTIVO

Infantis 2 BRAGANÇA
CACHÃO 7 Escolas 0 BRAGANÇA
CACHÃO 8
Campo do CEE - Árbitros – Pedro Campo da CEE - Árbitros – Pedro

Descansar
Cordeiro e Luís Lopes (Bragança)
EQUIPAS Sempre Cordeiro e Luís Lopes / Bragança)
EQUIPAS

vivo
Luís Alberto Rafael Pires Ruben Sandro

tem preço
Tomás Jorge Costa Tiago Mário
Nuno Fernandes Mesquita Miguel Filipe
Filipe Nuno Rafael Daniel Pereira
Gabriel Nuno Pereira Apesar do desnível do mar- Marco Trigo Carlão
Alexis João Machado cador, o jogo foi sempre muito Diogo Ricardo Carvalho
Leo Barreira vivo por parte dos dois grupos. Pedro Afonso Beto
Aurélio Miguel Martins Os 8-0 são perfeitamente na- Ferro Carlos Pereira
Pedro Cabeça Pedro Jorge Rui Quinta
turais, para uma equipa que
António João Pedro Esteves Amorim
L Gama Carriço
andou quase sempre atrás do Félix João Carlos
Nuno Rodrigues Marco Avidagos titulo, até onde a Escola Crescer Nuno
deixou, pois tem miúdos com
TREINADORES TREINADORES
muita categoria e goleadores
F Freixedelo Hugo Fontes Sérgio Barrios Quinta
não faltam. Beto com 4 golos e
Golos: Marco Avidagos 7”, 18”Barreira
Quinta com 3, deram nas vis- Golos: Quinta 9”,29”.30”, Amorim 16”,
14”, 23”, Paulo Jorge (gp) 25”, 37”, Alexis tas, rápidos nas transacções Beto 13”, 33”, 36”, 49”
54”, Gabriel 58” (Gp). para o ataque, quase sempre

muitos problemas à turma do


concelho de Mirandela. Boa
atitude dos bragançanos. No
Cachão implacável... início o Cachão foi mais forte,
marcou 6-0 em parcial e de-
O resultado construí- Mas, o Bragança obrigou a
pois deixou o jogo correr. A
do pelo Cachão ao intervalo um maior esforço do guar-
equipa B da casa foi corajosa
deu muita margem manobra da- redes Rafael Pires. Ale-
na entrega e poderia mesmo
para controlar a 2ª metade. xis esteve endiabrado e criou
ter alcançado um resultado
mais favorável. O treinador
forasteiro colocou todos os
... e Cachão goleador
Escolas e Infantis: Macedo – Bragança A jogadores em campo e isso
ajudou à manobra de Alexis, apanharam desprevenidos os ência e não se deixará abater

Bragança mantém que tem genica, futebol e não


perdoa no momento de ati-
miúdos de Bragança, que nun-
ca viraram a cara à luta. Tive-
tão facilmente na defesa. O
Cachão, por sua vez, será, de
rar à baliza. No Cachão golos ram oportunidades e mereciam certeza, um candidato ao titulo
comando bonitos, com jogadas rápidas
de contra – ataque e uma pri-
o golo de honra, no próximo
campeonato, esta equipa B do
da distrital de Escolas. Muita
público e pais interessados, isso
meira parte de luxo. Bragança terá já outra experi- ajuda e de que maneira.

Infantis 4 MÃE D’ÁGUA


VILA FLOR 2
Campo CEE - Árbitros – P.Gonçalves e

Falharam as Escolas de Vila Flor Rui Mouta (Bragança)


EQUIPAS
Não houve qualquer ex- Marcos Henrique
plicação para a falta de com- Diogo Igor
parência da equipa de Escolas Flávio Beto
de Vila Flor. Ricardo Micael
Ruça V Hugo
Saúl Carvalho veio sozi-
Miguel Dillan
Bragança mantém esperança no 2º lugar
nho e só com 7 jogadores de Luís Pitinho
Infantis. Ricardo II
Com uma robusta vitória na luta pelo título, mas com O Mãe d´Água beneficiou Só jogaram os Infantis Ângelo
do Bragança A em Macedo, uma vitória tangencial, 3-2 desse factor, e até utilizou as Bruninho
por 8-0, o G D Bragança pro- foi o marcador final. Realce escolas nos Infantis, conse- muitos e faziam falta aos se- Rudra
cura, ainda, alcançar o 2º lu- para a réplica da equipa da guindo retirar dividendos. niores. TREINADORES
gar no campeonato. Os golos casa. Os golos do Bragança Esta é, possivelmente, Boa entrega de todos, V Machado Saúl Carvalho
foram de Didi (3), Macieira pertenceram a Fábio, Freixo e uma razão para que, no iní- principalmente, do Vila Flor,
Golos: Pitinho 7”, Flávio 16”, Luís 27”,
(2), Nuno (2) e Pedro. Em Martins. No Macedo, coube a cio, a equipa não apresentas- que não podia mexer na equi-
Diogo 31”, V Hugo 39, Rafa (G P ) 45”.
infantis, o Bragança continua Cadete marcar os dois golos. se os juniores, pois não eram pa.

30 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Futsal Taça de Portugal 6 BOTICAS


MOGADOURO 1 Futsal Feminino 7 MIRANDELA
SANTO CRISTO 2
Pavilhão do INATEL em Mirandela
Caçar com
Boticas avança
apuramento para os play-off
de campeão e faltam 3 pontos EQUIPAS
em casa com o Alpendurada, gato… quase Carla Loureiro Célia (cap)
a realizar já este domingo.

para as “meias”
Alexandra Alves Catarina
Quando se esperava que ia resultando! Katia Carneiro Carolina
o Mogadouro tentasse che- Carla Gonçalves Marcela
gar à igualdade para discutir Vera Gil Alda
Isabel Pereira Carina
a passagem na eliminatória,
Maria Taveira Cláudia
foi o Boticas quem arrancou Ana Correia
para uma parte final de jogo Rita Silva
extremamente goleadora. Fe- Maria Correia
lipe Simas, aos 28 minutos, Sandra Morais
Danilo, aos 34 e 38, e Dudu, Eunice Carvalho
aos 36, apontaram os golos Jogo só desequilibrou no 2º tempo TREINADORES
que permitiram aos anfitri- Zé Rocha (Roxinha) João Rodrigues
Típico jogo entre equipas
ões vencerem de forma folga-
que se apresentam na sua Golos: 0-2 ao intervalo – 0-1 Célia, 0-2
da. Poderia ser o Académico
máxima força ou apenas com Alda, 1-2 Sandra Morais, 2-2 Vera Gil, 3-2
de Mogadouro, mas o Boticas
duas unidades no banco e… Rita Silva, 4-2 Sandra Morais, 5-2 Ana
fez história e pode, agora, so-
sem guarda-redes. Correia, 6-2 e 7-2 Eunice Carvalho 37’ e 39’
nhar com a final da Taça de
Foi solução para a equipa
Boticas soma e segue na Taça Portugal, Artur Pereira pre-
mais debilitada de unidades tura e organização do jogo.
vê uma final de campeonato
prescindir da melhor joga- Na etapa complementar,
O Boticas é o primeiro se- na 2ª parte, o Mogadouro re- muito complicada porque há
dora, transformando-a em os desequilíbrios acentua-
mifinalista conhecido da Taça duziu a desvantagem, aos 24 muita pressão nesta fase. Na
5º elemento durante todo o ram-se. As locais puderam
de Portugal, depois de golear minutos, por intermédio de Taça chegou aos quartos de
jogo. explanar o seu jogo e mesmo
o Mogadouro por 6-1. A jogar Mancuso, no entanto, o Mo- final, mas ficou Trás-os-Mon-
Primeira parte muito fazer testes a cinco jogadoras
em casa, o Boticas chegou ao gadouro apresentou varias tes representado pelo Boti-
equilibrada, com a capitã fo- ainda não utilizadas e experi-
intervalo a vencer por 2-0, baixas por lesão e castigo. O cas. O futsal na região está
rasteira a mostrar uma classe mentar várias situações e es-
com dois golos de Douglas. Já principal objectivo está no em grande.
e visão fora do comum na lei- tratégias.

Futsal Feminino 7 PIONEIROS


MOGRÃO 2
Pavilhão Bragança - Árbitros – Maria
José e Flávio Botelho (Bragança)

A um ponto da festa EQUIPAS


Sofia
Dani
SandraIII
Inês I
Daniela Inês II
rito desportivo, jogaram em grande possibilidade de vol- Vanessa Rey Fátima
campo aberto e não se reme- tar como há 10 anos atrás e Vanessa Paula
teram a nenhum sistema de- bater-se pelo nacional da mo- Sara Sandra I
fensivo. Motivo que levou a dalidade. Outra forte razão Sílvia Sandra II
equipa da casa a adiantar-se é o conhecimento da treina- Irene Favas Irene
cedo no marcador e a chegar dora Sílvia, que tem vindo a Catarina
Leila
ao intervalo com um parcial somar experiência ao longo
Maria João
de 5-1. Destaque para a for- dos seus muitos anos. Mais Sílvia
ça e técnica de Irene Favas uma vez, pavilhão com muita
e para os golos de Daniela, gente e, acima de tudo, com TREINADORES
alguns deles de um recorte entusiasmo. M Sílvia Alexandre Morais
técnico impressionante. No Os golos na 2ª parte fize-
Golos: Irene Favas 3”, 9”Daniela 8”, 11”,
caso de estarem no nacional, ram já parte de um período Dani 14”, Paula 16”, Maria João 29”, Sara
a ida a uma terceira fase é de descompressão da turma 35”, Inês II 38”
muito provável, pois são for- violeta.
Equipa do Mogrão é uma das sensações deste Distrital Feminino

Uma palavra para o Mo- pela forma como jogou em tes e têm um
grão do concelho de Macedo Bragança. Frente às mais que grupo bem
de Cavaleiros pela presença prováveis campeãs, comple- dirigido. Daí
neste campeonato e também tamente imbuídas num espí- haver uma

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 31


PUBLICIDADE

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de


30 de Março de 2010

ANÚNCIO DE VENDA (1ª Publicação)

Processo 393/08.1TBBGC
Bragança - Tribunal Judicial - 2° Juízo
Execução Comum Ref. Interna: PE-51/2008
Data: 22-03-2010
Exequente: Geonorte - Geotecnia e Fundações Especiais, Lda.
Executado (s): Dinis do Nascimento Calvelhe Crisóstomo.

Agente de Execução, Solicitador de Execução, Alexandra Gomes


CP 4009, com endereço profissional em Av. João da Cruz, n.° 70,
Edifício S. José - 2.° Esq. Frente, 5300-178 Bragança.
Nos termos do disposto no artigo 890° do Código de Processo Ci-
vil, anuncia-se a venda dos bens adiante designados:

Bens em Venda

TIPO DE BEM: Imóvel


ARTIGO MATRICIAL: 49 Finanças de Vinhais
DESCRIÇÃO: Prédio urbano em propriedade total sem andares
nem divisões susceptíveis de utilização independente, descrito na
Conservatória do Registo Predial de Vinhais sob o n°125/20000323
e inscrito na respectiva matriz sob o art.°49. Casa de R/C com 1
compartimento e 1° andar com 3, a confrontar a Norte, Sul, Nas-
cente e poente com Roucios, sito em Cimo da Rua, 5335-071 Er-
vedosa - Vinhais.
PENHORADO EM : 02-04-2009.
INTERVENIENTES ASSOCIADOS AO BEM:
EXECUTADO: Dinis do Nascimento Calvelhe Crisóstomo, Nif:
154885150, Casado com Isilda da Paixão Dias Martins Crisósto-
mo, no regime da Comunhão de Adquiridos, com morada em: Bair-
ro do Pinhal, Rua Engenheiro Ramires, n° 33 - Bragança.
MODALIDADE DA VENDA: Venda mediante proposta em carta
fechada, a serem entregues na Secretaria do supra mencionado Tri-
bunal, pelos interessados na compra, ficando como data para aber-
tura das propostas o dia 27 de Maio de 2010, pelas 14:30 Horas.
VALOR BASE DA VENDA: 55.000,00 Euros
Será aceite a proposta de melhor preço, acima do valor de 38.500,00
Euros, correspondente a 70% do valor base.

A sentença que se executa está pendente de recurso ordinário Não


Está pendente oposição à execução Não
Está pendente oposição à penhora Não

Solicitador de Execução
Alexandra Gomes

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de


30 de Março de 2010

ANÚNCIO DE ADJUDICAÇÃO (1ª Publicação)

Processo 490/05.5TBMCD
Macedo de Cavaleiros - Tribunal Judicial - Secção Única
Execução Comum Ref. Interna: PE/12/2005
Data: 24-03-2010
Exequente: Banco Comercial Português, S.A. - Sociedade Aberta.
Executado (s): Bianca Coelho Navarro Representada Por Cristina
Isabel Mendes Coelho Fernandes.

Agente de Execução, Solicitador de Execução, Alexandra Gomes


CPN 4009, com endereço profissional em Av.° João da Cruz, n.° 70,
Edifício S. José - 2.° Esq. Frente, 5300-178 Bragança.
Nos termos do disposto no artigo 876° e 890° do Código de Proces-
so Civil, anuncia-se a adjudicação dos bens adiante designados:

Bens a Adjudicar

TIPO DE BEM: Imóvel


ARTIGO MATRICIAL: 534 - Macedo de Cavaleiros
DESCRIÇÃO: Fracção autónoma designada pela letra “A” for-
mada pela moradia esquerda, composta de cave esquerda que se
destina a garagem e rés do chão esquerdo que se destina a habitação
constituída por sala, três quartos, duas casas de banho, cozinha, dis-
pensa, hall e o logradouro esquerdo. Sito em Carril - Gradíssimo,
da Freguesia da Amendoeira, concelho de Macedo de Cavaleiros,
descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de Ca-
valeiros sob o n° 2/19850326 e inscrito na respectiva matriz sob
o art.° 534 .
PENHORADO EM : 08-01-2008
INTERVENIENTES ASSOCIADOS AO BEM:
EXECUTADO: Bianca Coelho Navarro Representada Por Cristina
Isabel Mendes Coelho Fernandes, com morada no Alto do Carril
- Gradíssimo - Amendoeira, Macedo de Cavaleiros.
ADJUDICAÇÃO: Mediante propostas em carta fechada, a serem
entregues na Secretaria do supra mencionado Tribunal até ao mo-
mento da venda, pelos interessados na compra, ficando como data
para abertura das propostas o dia 28 de Abril de 2010, pelas 09:30
Horas.
VALOR BASE DA ADJUDICAÇÃO: 95.000,00 Euros.
O bem será adjudicado a quem melhor preço oferecer acima de
95.000,00€, correspondente ao valor da adjudicação requerida pelo
exequente.
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos macieiras, sito em “Iscario”, com a área de dois mil quinhentos e cin- Nascimento Veiga, já falecido, residente que foi em Coelhoso; e
A sentença que se executa está pendente de recurso ordinário Não prédios a seguir identificados, todos localizados na freguesia de Coelho- quenta metros quadrados, a confrontar de norte com Eugénia de Lurdes e) o quinto, foi-lhes vendido por José Manuel Rodrigues, casado resi-
Está pendente oposição à execução Não so, concelho de Bragança: Fernandes, sul, nascente e poente com Hermínio do Nascimento Veiga, dente na citada freguesia de Coelhoso;
Está pendente oposição à penhora Não número um - prédio rústico, composto de terra de cultura com ma- inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2769, com o valor patrimonial todos por contratos de compra e venda meramente verbais, nunca tendo
cieiras, sito em “Portela”, com a área de quatrocentos e vinte metros tributável de € 12,95 e o atribuído de vinte euros; chegado a realizar as necessárias escrituras públicas.
Solicitador de Execução, quadrados, a confrontar de norte com José Manuel Rodrigues, sul com número seis - prédio rústico, composto de vinha, terra de pastagem, ma- Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
Alexandra Gomes Alice Jarreta da Veiga, nascente com caminho e poente com José Ma- cieiras e oliveiras, sito em “Iscario”, com a área de mil e seiscentos me- domínio dos mencionados prédios.
nuel Fernandes, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2753, com o tros quadrados, a confrontar de norte e nascente com José Manuel Ro- Que, não obstante isso, logo desde meados desses anos de mil novecen-
valor patrimonial tributável de € 5,16 e o atribuído de dez euros; drigues, sul com António dos Santos Gonçalves e poente com Amador tos e oitenta quatro, passaram a usufruir os referidos terrenos, gozando
Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de 30 de número dois - prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Is- Augusto Martins, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2770, com o de todas as utilidades por ele proporcionadas, começando por ocupá-
Março de 2010 cario”, com a área de trezentos metros quadrados, a confrontar de norte valor patrimonial tributável de € 20,99 e o atribuído de trinta euros; los, limpando-os, cultivando-os, colhendo os seus frutos e produtos, e
com Cassiano Adélio Soares, sul com José Manuel Rodrigues, nascente número sete - prédio rústico, composto de terra de pastagem e cultu- efectuando diversas benfeitorias, designadamente o melhoramento das
com caminho e poente com Amélia Augusta da Paula, inscrito na res- ra, sito em “Conqueiro”, com a área de oito mil e quatrocentos metros suas vedações, agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce direito
pectiva matriz sob o artigo 2759, com o valor patrimonial tributável de € quadrados, a confrontar de norte com caminho, sul com Junta de Fre- próprio, na convicção de tais prédios lhes pertencerem e de serem os
1,64 e o atribuído de dez euros; guesia, nascente com João de Deus Fernandes e poente com Mercedes seus verdadeiros donos, como tal sendo reconhecidos por toda a gente,
número três - prédio rústico, composto de terra de cultura com ma- Fernandes, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 3571, com o valor fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar direito alheio, pacificamente,
cieiras, sito em “Iscario”, com a área de trezentos metros quadrados, patrimonial tributável de € 6,28 e o atribuído de dez euros; porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com o conhe-
a confrontar de norte com caminho, sul com José Manuel Rodrigues, não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, con- cimento de todos e sem oposição de ninguém.
nascente com Leopoldo Pereira da Rocha e poente com Hermínio do forme certidão que da mesma apresentam. Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma
Nascimento Veiga, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2760, com Que os identificados prédios vieram à sua posse no ano de mil novecen- indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio
EXTRACTO o valor patrimonial tributável de € 4,03 e o atribuído de dez euros; tos e oitenta e quatro, já no estado de casados, pela forma seguinte: dos ditos prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura número quatro - prédio rústico, composto de terra de cultura e vinha, a) o primeiro, foi-lhes vendido por Domingos Manuel Rodrigues, casa- susceptível de ser comprovado por meios normais.
de hoje, exarada de folhas onze a treze do respectivo livro número cento sito em “Iscario”, com a área de mil novecentos e cinquenta metros qua- do, residente na aludida freguesia de Coelhoso; Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins
e cinquenta e cinco, JÚLIO DOS SANTOS VEIGA, NIF 181 820 480, drados, a confrontar de norte com João de Deus Fernandes, sul com José b) o segundo, foi-lhes vendido por Leopoldo Pereira da Rocha, já faleci- de primeira inscrição no registo predial.
e mulher MARIA DA CONECIÇÃO RODRIGUES, NIF 181 841 282, Manuel Rodrigues, nascente com João Rodrigues Duro e poente com do, residente que foi na dita freguesia de Coelhoso; Está conforme.
casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ambos naturais da Isabel Lurdes Fernandes, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2768, c) o terceiro, foi-lhes vendido por Amélia Augusta da Paula, casada, Bragança, 26 de Março de 2010.
freguesia de Coelhoso, concelho de Bragança, residentes na Rua Adolfo com o valor patrimonial tributável de € 7,67 e o atribuído de dez euros; residente na mesma freguesia de Coelhoso; A colaboradora autorizada,
Ramires, Lote 138, Bairro do Pinhal, em Bragança; número cinco - prédio rústico, composto de vinha, terra de pastagem e d) o quarto, o sexto e o sétimo foram-lhes vendidos por Hermínio do Elisabete Maria C. Melgo

32 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


RODAS & MOTORES

100 à Hora Medronho com sabor a vitória!


BTT
MCoutinho Rallye Team
Trilhos do Douro soma mais uma vitória
Internacional Manuel Coutinho e Manuel Babo
sairam do Rali Rota do Medronho
com mais uma vitória, principal ob-
jectivo traçado ao início da prova
pela MCoutinho Rallye Team.
Dominando a prova de início
ao fim, a dupla mostrou novamen-
te uma boa preparação do rali e que
está neste Campeonato para lutar
pelo título.
No final da prova Manuel Couti-
nho revelou: “estamos obviamente
muito satisfeitos com mais esta vitó-
Centenas no BTT 2009 ria. Da parte da manhã fizemos uma
opção errada de pneus, o que nos li-
É já no próximo dia 11 de Abril mitou um pouco, mas conseguimos Manuel Coutinho e Manuel Babo festejam novamente
que decorre o 4.º Passeio BTT, uma depois atacar para chegar à fase final
iniciativa organizada pela Junta de da prova sem correr qualquer risco.” mais um resultado muito importante riosos!”, referiu o piloto
Freguesia de Bemposta, em cola- Com este resultado a dupla do em termos de Campeonato. Não es- A próxima prova da equipa será
boração com a Câmara Municipal Marco de Canaveses ascende à segun- condemos que o nosso objectivo é a o Rali Vidreiro, na região da Mari-
de Mogadouro. da posição do Open 2010, deixando conquista do título e, para isso, nada nha Grande, a disputar no dia 17 de
À semelhança das edições an- boas perspectivas para o futuro: “foi melhor do que sair das provas vito- Abril.
teriores, os participantes serão
brindados com as magníficas pai-
sagens que caracterizam o Parque
Natural do Douro Internacional e

BMW apresenta novo Série 5


o Planalto Mirandês. Em simultâ-
neo estará a vertente gastronómi-
ca, já que nos abastecimentos e al-
moço serão servidas iguarias bem
típicas da região: “entrecosto em
suça”, “javali estufado no pote de Para o final do ano já está
ferro” , “bulho com cascas”, queijo
de cabra e mistura, alheiras, chou-
agendado o lançamento
riças, salpicão, presunto, folar, pão da carrinha
caseiro, etc..
Este ano o percurso leva os A MCoutinho Motors, concessio-
participantes a passar em locali- nário BMW em Bragança, apresentou
dades como Bemposta, Variz, San- a nova geração Série 5, na passada 5ª
tiago, Mogadouro, Vila D’Ala, Tó feira, em sessão recheada de música
e Lamoso. A maratona terá uma clássica e luz.
extensão de cerca de 60 km, com O novo modelo distancia-se, es-
uma dificuldade física e técnica teticamente, do Gran Turismo, a va-
baixa/média, com uma subida riante que antecipou a nova geração
acumulada de 800 metros. A meia do modelo, ostentando linhas mais
maratona tem cerca de 40 km e as dinâmicas, equilibradas e, acima
mesmas características. de tudo, mais consensuais. A grelha
Este ano foram mais de meio frontal mais compacta, os faróis mais
milhar de inscritos que não quise- rasgados e uma secção traseira que
ram perder este passeio, tendo es- não esconde a inspiração no topo de
gotado os lugares disponíveis com gama Série 7 são alguns dos detalhes
um mês de antecedência. Por isso, distintivos deste modelo. Música clássica marcou apresentação do novo BMW
no próximo dia 11 de Abril, a aldeia O interior, exceptuando um ou
de Bemposta vai acolher cerca de outro detalhe, é praticamente decal- avançados pela marca alemã para dianteira de duplos triângulos e uma
700 visitantes, entre betetistas e cado do já mostrado no Série 5 Gran este motor que será o mais procura- multibraços atrás, direcção activa,
acompanhantes, que irão partici- Turismo, privilegiando o requinte e o do em Portugal. Numa primeira fase, rodas traseiras direccionais que va-
par num passeio pedestre que os bom gosto na sua apresentação sem a gama será ainda composta por três riam num ângulo máximo de 2,5º, e
levará a ver a imponente queda de descurar um certo ambiente despor- motores de seis cilindros a gasolina caixa automática de oito velocidades
água da “Faia da Água Alta” com tivo como é apanágio dos últimos (dois atmosféricos e um turbo), com nos motores «maiores».
35 metros de altura. Para melhor produtos da casa de Munique. potências de 204 (523i), 258 (528i) e Para o final de 2010, está agenda-
acolher estes visitantes, também O novo Série 5 estreia uma nova 306 cv (535i), outros dois seis cilin- do o lançamento da carrinha da Série
estará patente a 2.ª Feira de Pro- evolução do motor turbodiesel de 2 dros turbodiesel, com 204 (525d) e 5. Ainda antes, a gama será reforça-
dutos Regionais, no Pavilhão Des- litros (520d), que vê a potência pas- 245 cv (530d), enquanto no topo da da com novas motorizações, entre as
portivo de Bemposta. sar dos 177 para os 184 cavalos, com gama irá encontrar-se o V8 com tec- quais a versão 535d, com 399 cava-
A organização conta com a co- o binário máximo a ascender aos 380 nologia TwinPower Turbo e 407 cv los e um renovado 2 litros a gasoli-
laboração da GNR, Bombeiros Vo- Nm. A marca anuncia para este novo (550i) estreado no Série 7. na, com cerca de 180 cavalos. Quanto
luntários de Mogadouro e vários 520d um consumo médio de 5,1 l/100 Adoptando grande parte da tec- ao novo M5, este é esperado para o
voluntários sempre prontos a dar km e 132 g/km de emissões de CO2. nologia estreada no Série 5 Gran Tu- inicio de 2011, equipado com um V8
o seu apoio. A aceleração dos 0 aos 100 km/h rismo e Série 7, o novo Série 5 apre- Biturbo, em lugar do actual V10, com
em 8,1 segundos foi outro dos dados senta tecnologias como suspensão «algo» em torno dos 600 cavalos.

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 33


PUBLICIDADE

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de 30 de


Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Março de 2010
30 de Março de 2010

CARTÓRIO NOTARIAL

da Notária Lic. Ana Maria Gomes dos Santos Reis


Alameda Nossa Senhora de Fátima número 8
em Macedo de Cavaleiros,
EXTRACTO
Certifico para efeitos de publicação que, por escritura de Justifi- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura
cação Notarial lavrada neste Cartório Notarial no dia dezoito de de hoje, exarada de folhas quarenta a quarenta e uma do respectivo livro
Março de dois mil e dez com início a folhas doze do livro de no- número cento e cinquenta e cinco ALEXANDRE ANTÓNIO PIRES,
tas CENTO E SETENTA TRAÇO A, JUDITE DA CONCEIÇÃO NIF 154 884 910, solteiro maior, natural da freguesia de Paradinha
CARVALHO e marido DULCINIO AUGUSTO RODRIGUES, Nova, onde reside, concelho de Bragança;
casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ela, Que, com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor dos prédios a
da freguesia de Meirinhos, ele, da freguesia de Vale de Porco, am- seguir identificados, ambos localizados na freguesia de Paradinha Nova,
bas do concelho de Mogadouro, residentes em Vale de Porco, que concelho de Bragança:
com exclusão de outrem, se declara dona e legítima possuidora do número um - prédio rústico, composto de terra de cultura com oliveiras
seguinte prédio, sito na freguesia de Vale de Porco, do concelho e sobreiros, sito em “Fonte do Moinho”, com a área de três mil metros
de Mogadouro: quadrados, a confrontar de norte com Manuel António Lino, sul com
Prédio urbano composto de casa de habitação, com a superfície co- José Gonçalves de Carvalho e Irmãos, nascente com Domingos Manuel
berta de cinquenta metros quadrados, sito na Rua Cimo do Povo, Pires e poente com Amador Raimundo, inscrito na respectiva matriz sob
inscrito na matriz sob o artigo 84, com o valor patrimonial de 39,44 o artigo 1457, com o valor patrimonial tributável de € 4,78 e o atribuído
€, descrito na Conservatória do Registo Predial de Mogadouro sob de dez euros;
o número cento e setenta e quatro, freguesia de Vale de Porco. Que número dois - prédio rústico, composto de terra com oliveiras, sito em
apesar do citado prédio estar ali inscrito, a favor de Elias Maria “Fonte do Moinho”, com a área de quatrocentos e cinquenta metros
Valério, divorciado, actualmente com morada desconhecida, pela quadrados, a confrontar de norte com Domingos Manuel Fernandes, sul
inscrição Apresentação Um, de treze de Novembro de dois mil, o com Abreu Fernandes, nascente com António Manuel Marques e poente
mesmo é pertença da justificante mulher, porquanto. com Francisco Portugal, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 1458,
Em dia e mês que não pode precisar, mas que foi há mais de vinte com o valor patrimonial tributável de € 2,26 e o atribuído de dez euros;
anos, a justificante adquiriu o referido prédio no estado de solteira, não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, con-
por compra verbal ao titular do registo, aquisição que ocorreu por forme certidão que da mesma apresenta.
volta do ano de mil novecentos e oitenta e cinco, que nunca reduzi- Que os identificados prédios foram-lhes vendidos no ano de mil nove-
ram a escritura pública. centos e oitenta e oito, pela forma seguinte:
Que deste modo desde essa data, passou a justificante a possuir o a) o primeiro, por Eugénio Machado, casado, residente na aludida fre-
citado prédio no gozo pleno das utilidades por ele proporcionadas,
guardando nele haveres e fazendo a sua conservação, consideran-
guesia de Paradinha Nova; e
b) o segundo, por Domingos Manuel Fernandes, já falecido, residente
verdadeiro dono, como tal sendo reconhecido por toda a gente, fazendo-
o de boa fé por ignorar lesar direito alheio, pacificamente, porque sem
Soluções do Passatempo
de 23/03/2010 Sudoku
www.free-internet.name www.bmi.name
do-se e sendo considerada como sua única dona, na convicção que que foi na mesma freguesia de Paradinha Nova; violência, contínua e publicamente, à vista e com o conhecimento de Stop paying for internet access Are you overweight?
não lesava quaisquer direitos de outrem, tendo a sua actuação e ambos por contratos de compra e venda meramente verbais, nunca ten- todos e sem oposição de ninguém. Put your advertisment here www.sudoku.name/ads/ Put your advertisment here www.sudoku.name/ads/

posse, sido de boa fé, sem violência e sem oposição, ostensiva- do chegado a realizar as necessárias escrituras públicas. Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi- 9 4 2 6 7 8 5 1 3 5 3 1 9 8 4 6 2 7
mente e com conhecimento da generalidade das pessoas que vivem Que, assim, não é detentor de qualquer título formal que legitime o do- cada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriu o domínio dos ditos 3 5 1 9 2 4 6 7 8 8 2 7 6 1 5 4 9 3
na freguesia onde se situa o prédio, e tudo isto por lapso de tempo mínio dos mencionados prédios. prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptí- 7 6 8 5 3 1 9 4 2 4 6 9 3 2 7 1 8 5
superior a vinte anos. Que, não obstante isso, logo desde meados desses anos de mil nove- vel de ser comprovado por meios normais.
Que esta posse em nome próprio, pacifica, continua e pública, 2 3 6 7 1 9 8 5 4 9 5 6 8 3 2 7 4 1
centos e oitenta e oito, passou a usufruir os referidos terrenos, gozando Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins
desde há mais de vinte anos, conduziu à aquisição daquele prédio 8 9 5 4 6 2 7 3 1 2 4 3 1 7 6 9 5 8
de todas as utilidades por eles proporcionadas, começando por ocupá- de primeira inscrição no registo predial.
por usucapião que expressamente invoca, justificando o seu direi- los, limpando-os, cultivando-os, colhendo os seus frutos e produtos, e Está conforme. 1 7 4 3 8 5 2 6 9 7 1 8 4 5 9 3 6 2
to de propriedade para efeito do registo dado que esta forma de efectuando diversas benfeitorias, designadamente o melhoramento das Bragança, 29 de Março de 2010. 4 8 7 2 5 3 1 9 6 3 7 4 5 6 8 2 1 9
aquisição não pode ser provada por qualquer outro título formal suas vedações, agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce direito A colaboradora autorizada, 5 1 3 8 9 6 4 2 7 6 8 2 7 9 1 5 3 4
extrajudicial. próprio, na convicção de tais prédios lhe pertencerem e de ser o seu Elisabete Maria C. Melgo 6 2 9 1 4 7 3 8 5 1 9 5 2 4 3 8 7 6
Esta conforme o original, Macedo de Cavaleiros, dezoito de Março #5366 www.sudoku.name #5448 www.sudoku.name
de dois mil e dez.

O Colaborador da Notária por expressa colaboração, Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de
André Miguel Alves Loureiro 30 de Março de 2010 30 de Março de 2010 30 de Março de 2010

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de


30 de Março de 2010

EXTRACTO
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escri-
EXTRACTO tura de hoje, exarada de folhas cinquenta e oito a cinquenta e nove EXTRACTO
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por es- do respectivo livro número cento e cinquenta e quatro, ANÍBAL
critura de hoje, exarada de folhas noventa a noventa e duas do res- ANTÓNIO FERRERA, NIF 191 669 342, solteiro maior, natural Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por es-
pectivo livro número cento e cinquenta e quatro, JOSÉ RAMIRO da freguesia de Quintela de Lampaças, onde reside, concelho de critura de hoje, exarada de folhas vinte e oito a vinte e nove do
DA VEIGA FERNANDES, NIF 239 864 565, e mulher ISABEL Bragança; respectivo livro número cento e cinquenta e quatro, FREDERICO
EXTRACTO AGUADO FERNANDEZ, NIF 265 001 854, casados sob o regime Que, com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor dos DA ASSUNÇÃO PIRES, NIF 108 989 879, e mulher CONCEI-
da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Coelhoso, imóveis a seguir identificados, ambos localizados na freguesia de ÇÃO DOS SANTOS FERNANDES, NIF 164 601 775, casados
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escri- concelho de Bragança, ela de Espanha de nacionalidade Espanhola, Quintela de Lampaças, concelho de Bragança: sob o regime da comunhão geral, naturais da freguesia de Rebor-
tura de hoje, exarada de folhas quarenta e quatro a quarenta e cinco residente na Calle El Quijote 54, Astorga, Léon, Espanha; número um - prédio rústico, composto de terra de cultura com cas- dainhos, onde residem, concelho de Bragança;
do respectivo livro número cento e cinquenta e quatro, Armindo Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores tanheiros, sito em “Areal”, com a área de oito mil e cem metros Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores
Augusto Lopes, casado, natural da freguesia de Izeda, onde reside, do prédio urbano, composto de casa de habitação de dois pisos, quadrados, a confrontar de norte com Maria Helena Alves Lico, do prédio urbano composto de casa de habitação de dois pisos
concelho de Bragança, Domingos Jacinto Teiga, casado, natural da com logradouro, com a superfície coberta de cento e onze metros sul com Palmira Pimentel, nascente com António de Sousa Ataíde e logradouro, com a superfície coberta de duzentos e quarenta e
freguesia de Talhinhas, concelho de Macedo de Cavaleiros, residen- quadrados e descoberta, correspondente a logradouro, de cento e Pavão e poente com António Oliveira, inscrito na respectiva matriz três metros quadrados e descoberta, correspondente a logradouro,
te no Bairro de São Tiago, Lote 125, e Luís Filipe Pires Fernandes, trinta e nove metros quadrados, sito na Rua da Eira da Coaga, a sob o artigo 787, com o valor patrimonial tributável de € 26,78 e o de seiscentos e sessenta e um metros quadrados, sito no “Alto do
casado, natural da freguesia de Bragança (Sé), concelho de Bragan- confrontar de norte com caminho, sul com rua, nascente com Maria atribuído de trinta euros; e Cabeço”, freguesia de Rebordainhos, concelho de Bragança, a
ça, residente no Bairro do Estádio, n.º 8, em Bragança, os quais, na Alice Fernandes e poente com Palmira Fernandes, não descrito na número dois - prédio rústico, composto de vinha, sito em “Vinhas”, confrontar de norte com terreno público, sul com Duarte Costa,
qualidade, respectivamente, de Presidente, Secretário e Tesoureiro Conservatória do Registo Predial deste concelho, conforme certi- com a área de dois mil e cem metros quadrados, a confrontar de nascente com Amaro Martins e poente com Serafim Carrasqueira,
da Direcção, outorgam em representação da Cooperativa deno- dão que da mesma apresentam, mas inscrito na respectiva matriz norte e nascente com José Freixedelo, sul com José António Mar-
minada “LAGAR COOPERATIVO DOS OLIVICULTORES DA não descrito na Conservatória do Registo Predial deste concelho,
sob o artigo 445, com o valor patrimonial tributário de € 6.950,00 tins e poente com Delfina Pires, inscrito na respectiva matriz sob o conforme certidão que da mesma apresentam, mas inscrito na res-
REGIÃO DE IZEDA, CRL”, com sede em Prado Vezo, freguesia e idêntico atribuído. artigo 627, com o valor patrimonial tributável de € 30,42 e o atri-
de Izeda, concelho de Bragança, matriculada na Conservatória do pectiva matriz sob o artigo 171, pendente de avaliação fiscal e ao
Que o referido prédio foi-lhes doado no ano de mil novecentos e oi- buído de quarenta euros; qual atribuem o valor de cinco mil euros.
Registo Comercial de Bragança sob o número único de matricula e tenta e seis, já no estado de casados, por seus pais e sogros, Joaquim não descritos na Conservatória do Registo Predial de Bragança,
identificação fiscal quinhentos e um milhões cento e vinte e seis mil Que o identificado prédio foi-lhes vendido no ano de mil nove-
dos Santos e mulher Irene Ana, ele já falecido, ela a residir na aludi- conforme certidão que da mesma apresenta. centos e setenta, já no estado de casados, por Amaro Martins, já
quatrocentos e cinquenta e sete (NIPC 501 126 457); da freguesia de Coelhoso, por contrato de doação meramente verbal Que os identificados prédios foram-lhe vendidos, no ano de mil no-
Que, com exclusão de outrem, a sua representada é dona e legítima falecido, residente que foi na aludida freguesia de Rebordainhos,
nunca tendo chegado a realizar a necessária escritura pública. vecentos e oitenta e oito, por Artur Domingos Correia, já falecido, por contrato de compra e venda meramente verbal, nunca tendo
possuidora do prédio rústico, composto de terra de cultura, com a Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legiti- residente que foi na referida freguesia de Quintela de Lampaças,
área de três mil novecentos e setenta e nove metros quadrados, sito chegado a realizar a necessária escritura pública.
me o domínio do mencionado prédio. por contrato de compra e venda meramente verbal, nunca tendo
em “Fiães”, freguesia de Izeda, concelho de Bragança, a confrontar Que, assim não são detentores de qualquer título formal que legi-
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil nove- chegado a realizar a necessária escritura pública;
de norte e poente com caminho, sul com Estrada Nacional 317 e time o domínio do mencionado prédio.
centos e oitenta e seis, passaram a usufruir a referida casa, gozando Que, assim, não é detentor de qualquer título formal que legitime o
nascente com Patrocínio Augusto Dias, não descrito na Conserva- Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil no-
de todas as utilidades por ela proporcionadas, guardando nela seus domínio dos mencionados prédios.
tória do Registo Predial de Bragança, conforme certidão que da vecentos e setenta, passaram a habitar a referida casa, gozando
haveres, efectuando regularmente obras de conservação e repa- Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil no-
mesma apresentam, mas inscrito na respectiva matriz sob o artigo de todas as utilidades por ela proporcionadas, guardando nela
ração, como pinturas, substituição de elementos danificados e de vecentos e oitenta e oito, passou a usufruir os referidos terrenos,
6229, com o valor patrimonial tributário de € 350,00 e idêntico seus haveres, efectuando regularmente obras de conservação e
benfeitorização, agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce gozando de todas as utilidades por eles proporcionadas, começando
atribuído. reparação, como pinturas, substituição de elementos danificados
direito próprio, na convicção de tal prédio lhe pertencer e de serem por ocupá-los, limpando-os, cultivando-os, colhendo seus frutos e
Que o identificado prédio foi doado há muito mais de vinte anos, e de benfeitorização, agindo assim, sempre com ânimo de quem
os seus verdadeiros donos, como tal sendo reconhecidos por toda a produtos e efectuando diversas benfeitorias, designadamente o me-
em ano que já não podem precisar, por pessoas que também já não exerce direito próprio, na convicção de tal prédio lhes pertencer e
gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar direito alheio, paci- lhoramento das suas vedações, agindo assim, sempre com ânimo
conseguem determinar, ao Núcleo Associativo dos Olivicultores da de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo reconhecidos
ficamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e de quem exerce direito próprio, na convicção de tais prédios lhe
Região de Izeda, incorporado no ano de mil novecentos e oitenta no com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém. pertencerem e de ser o seu verdadeiro dono, como tal sendo re- por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar direito
“Lagar Cooperativo dos Olivicultores da Região de Izeda, CRL”, Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma conhecido por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publica-
seu representado, por contrato de doação meramente verbal, nunca indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domí- direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e pu- mente, à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição
se tendo chegado a realizar qualquer escritura pública. nio do dito prédio por usucapião, título esse que, por sua natureza, blicamente, à vista e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
Que, assim, o “Lagar Cooperativo dos Olivicultores da Região de não é susceptível de ser comprovado por meios normais. de ninguém. Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma
Izeda, CRL”, seu representado, não é detentor de qualquer título Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o do-
formal que legitime o domínio do mencionado prédio. fins de primeira inscrição no registo predial. indicada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriu o domínio mínio do dito prédio por usucapião, título esse que, por sua nature-
Que, não obstante isso, há muito mais de vinte anos que a sua re- Está conforme. dos ditos prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, za, não é susceptível de ser comprovado por meios normais.
presentada Cooperativa passou a usufruir o referido terreno, go- Bragança, 23 de Março de 2010. não é susceptível de ser comprovado por meios normais Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação
zando de todas as utilidades por ele proporcionadas, começando A colaboradora autorizada, Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para para fins de primeira inscrição no registo predial.
por ocupá-lo, limpando-o, cultivando-o, colhendo os seus frutos Elisabete Maria C. Melgo fins de primeira inscrição no registo predial. Está conforme.
e produtos, e efectuando diversas benfeitorias, designadamente o Está conforme. Bragança, 17 de Março de 2010.
melhoramento das suas vedações, agindo assim, Bragança, 22 de Março de 2010.
sempre, com ânimo de quem exerce direito pró- A colaboradora autorizada, A colaboradora autorizada,
prio, na convicção de tal prédio lhe pertencer Elisabete Maria C. Melgo Elisabete Maria C. Melgo
e de ser a sua verdadeira dona, como tal sendo
reconhecida por toda a gente, fazendo-o de boa
fé por ignorar lesar direito alheio, pacificamente,

Farmácias
porque sem violência, contínua e publicamente, à
vista e com o conhecimento de todos e sem opo- Quinta - Soeiro
sição de ninguém.
Que dadas as enunciadas características de tal
Sexta - Confiança

de Serviço
posse que, da forma indicada vem exercendo há
mais de vinte anos, a sua representada adquiriu o
domínio do dito prédio por usucapião, título esse Sábado - Atlântico
que, por sua natureza, não é susceptível de ser
comprovado por meios normais. Domingo - Bem Saúde
Que para suprir tal título fazem esta declaração
de justificação para fins de primeira inscrição no - Bragança - Segunda- M. Machado
registo predial.
Está conforme.

Bragança, 18 de Março de 2010.


Hoje - M. Machado Mais informações em
A colaboradora autorizada,
Elisabete Maria C. Melgo Amanhã - Mariano www.jornalnordeste.com

34 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


PUBLICIDADE

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 35


PUBLICIDADE

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de o valor de cinco euros. Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de
30 de Março de 2010 30 de Março de 2010 30 de Março de 2010
12- Prédio rústico, sito em Poio, freguesia de Santulhão, concelho
Tribunal Judicial de Bragança de Vimioso, composto por Pastagem, com a área de três mil me-
1° Juízo tros quadrados, a confrontar do norte com Caminho, do nascen-
Anúncio te com Comissão das Almas, do sul com Manuel Santos Lopes
1ª Publicação Passareiro e do poente com Comissão das Almas, não descrito
Processo: 452/07.8TABGC-A na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na
Execução Comum matriz respectiva, sob o artigo 4202, sendo de 2,37 euros o seu
(custas/multa/Coima) valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
N/Referência: 1478597 13- Prédio rústico, sito em Poio, freguesia de Santulhão, concelho
Data: 16-03-2010 de Vimioso, composto por Pastagem, com a área de vinte cinco
Exequente: Ministério Público mil setecentos e trinta metros quadrados, a confrontar do norte
EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO
Executado: Gumesindo Augusto Teixeira com José Fortunato, do nascente com Adrião Anes, do poente
CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por
Agente de Execução (O.J.): Manuel Preto, Endereço: Tribunal Ju- com Maria Ascenção Alves Pimentel e do sul com José Inácio
CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura lavrada no dia dezanove de Março de dois mil e dez no
dicial da Comarca de Bragança, Praça Cavaleiro de Ferreira Pires, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimio-
escritura lavrada no dia dezanove de Março de dois mil e dez no Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves
Nos termos do disposto no artigo 890° do Código de Processo Ci- so, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4174, sendo
Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bra-
vil, anuncia-se a venda dos bens adiante indicados: De que foi de- Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçal- de 19,61 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor gança, exarada de cento e onze a folhas cento e treze verso do livro
signado o próximo dia 21 de Abril de 2010, pelas 14:00 horas, neste ves Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em de vinte euros. de notas para escrituras diversas número “DOIS-G”, “ALBERTO
Tribunal Judicial, para abertura de propostas em carta fechada. Bragança, exarada de cento e dezasseis a folhas cento e vinte e 14- Prédio rústico, sito em Poio, freguesia de Santulhão, concelho AUGUSTO AFONSO e mulher MARIA DE LURDES MARTINS
Bens em venda: dois do livro de notas para escrituras diversas número “DOIS de Vimioso, composto por pastagem com cinquenta e cinco oli- DA CRUZ AFONSO, casados sob o regime da comunhão geral de
TIPO DE BEM: Veículo –G”, JOSÉ BAPTISTA RODRIGUES e mulher CARMEN DA veiras, com a área de nove mil seiscentos e trinta metros quadra- bens, ele natural da freguesia de Rebordãos, concelho de Bragança,
MATRICULA: RE-01-19, Bragança - Tribunal Judicial CONCEIÇÃO CORDEIRO RODRIGUES, casados sob o regime dos, a confrontar do norte com Caminho, do nascente com José onde residem, ela natural da freguesia e concelho de Bragança (Sé),
DESCRIÇÃO: Veiculo ligeiro de passageiros, marca VOLKSWA- de comunhão de adquiridos, ele natural da freguesia de Lagoa, Joaquim Cordeiro, do sul com Caminho e do poente com José NIFS 105 956 040 e 105 955 884, fizeram as declarações cons-
GEN, modelo Golf, do ano de 1989, de cor branco . concelho de Macedo de Cavaleiros e ela da freguesia de Saldanha, Maria Padrão, não descrito na Conservatória do Registo Predial tantes desta certidão, que com esta se compõe de três laudas e vai
PENHORADO EM: 04-06-2009 09:00:00, AVALIADO EM: € concelho de Mogadouro, residentes no lugar de Olmeda, fregue- de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4162, conforme o original.
250,00 sia de Santulhão, concelho de Vimioso, NIFS 127 918 809 e 127 sendo de 87,27 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o Bragança, Cartório Notarial, dezanove de Março de dois mil e dez.
INTERVENIENTES ASSOCIADOS AO BEM: 918 060, fizeram as declarações constantes desta certidão, que valor de noventa euros. A Colaboradora Autorizada
EXECUTADO: Gumesindo Augusto Teixeira. Estado civil: Casa- com esta se compõe de nove laudas e vai conforme o original. 15- Prédio rústico, sito em Poio, freguesia de Santulhão, concelho Bernardete Isabel C. Simões Afonso
do. Documentos de identificação: BI - 5907266, Licença de condu- Bragança, Cartório Notarial, dezanove de Março de dois mil e de Vimioso, composto por pastagem, com a área de sete mil e Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem,
ção - P-438876, NIF - 148579027. Endereço: Lamalonga, Macedo dez. duzentos metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel dos seguintes bens:
de Cavaleiros, 5340-171 Lamalonga
Domingos Alves, do nascente com Caminho, do sul com Manuel 1 Prédio rústico, sito na Touça da Lameira, freguesia de Rebordãos,
VALOR BASE: € 250,00 A Colaboradora Autorizada Canedo e do poente com Caminho, não descrito na Conservatória concelho de Bragança, composto por cultura, com a área de mil
TIPO DE BEM: Imóvel Bernardete Isabel C. Simões Afonso do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, quinhentos e trinta metros quadrados, a confrontar do norte com
ART.MATRICIAL: 467
sob o artigo 4102, sendo de 5,61 euros o seu valor patrimonial, a Silvana Monteiro, do sul com Caminho, do nascente com Sebastião
DESCRIÇÃO: Prédio em propriedade Total, composto de casa Que são donos, com exclusão de outrem, dos seguintes bens: que atribuem o valor de dez euros. dos Santos Pires e do poente com Hermínio Henrique Gonçalves,
destinada a habitação, sito na Estrada Municipal, freguesia de La- 1- Prédio rústico, sito em Poio, freguesia de Santulhão, conce- 16- Prédio rústico, sito em Sandim, freguesia de Lagoa, concelho não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas
malonga, concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por cave
lho de Vimioso, composto por pastagem, com a área de quatro de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio cada inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 3469, sendo de 6,41 euros
ampla, rés-do-chão com 6 divisões e águas furtadas amplas, um
mil cento e catorze metros quadrados, a confrontar do norte com três anos, com a área de doze mil metros quadrados, a confron- o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros.
anexo amplo e um logradouro, a confrontar de Norte com -João
António Cordeiro Finão, do sul com Américo Pires, do nascente tar do norte com Maria Vitorina Suzano, do nascente com Cirilo 2 Prédio rústico, sito na Touça da Lameira, freguesia de Rebordãos,
Mariano Teixeira, Sul com António Sebastião Alves, Nascente com
com Francisco Batista Rodrigues e do poente com Francisco Ba- de Jesus Suzano, do sul com Narciso dos Santos Rodrigues e do concelho de Bragança, composto por cultura, com a área de mil e
Estrada Municipal e Poente com António Sebastião Alves, com a
tista Rodrigues, não descrito na Conservatória do Registo Predial poente com Madalena Lopes, não descrito na Conservatória do quinhentos metros quadrados, a confrontar do norte com Caminho,
área total de 250 m2 (coberta 114,49 m2 e descoberta 135,51 m2),
de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4114, Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz do sul com Hermínio Henrique Gonçalves, do nascente com Silva-
com o valor patrimonial de EUR. 29.760,00, determinado no ano
sendo de 6,36 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o respectiva, sob o artigo 5434, sendo de 37,26 euros o seu valor na Monteiro e do poente com Manuel Marcelino Lopes, não descri-
de 2008, descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo
valor de dez euros. patrimonial, a que atribuem o valor de quarenta euros. to na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito
de Cavaleiros sob o n°. 762/20090630.
2- Prédio rústico, sito em Chicharra, freguesia de Santulhão, con- 17- Prédio rústico, sito em Chairas, freguesia de Lagoa, conce- na matriz respectiva, sob o artigo 3461, sendo de 3,65 euros o seu
Concluido em 03/07/1989,
celho de Vimioso, composto por terra de centeio, com a área de lho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra com dezoito valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros.
PENHORADO EM: 30-06-2009 16:50:57 VALOR BASE: €
três mil cento e vinte metros quadrados, a confrontar do norte oliveiras, com a área de dois mil metros quadrados, a confrontar Que entraram na posse e domínio dos referidos prédios em mil no-
29.760,00
com Alcino Pimentel, do nascente com Caminho, do sul com José do norte com Natividade Rosa, do nascente com António Manuel vecentos e oitenta, por doação verbal que deles lhes fez, Batista do
INTERVENIENTES ASSOCIADOS AO BEM:
Maria Gonçalves e do poente com António Manuel Morais, não Pires, do sul com Teresa Pires e do poente com Natividade Rosa, Nascimento Afonso, residente na referida freguesia de Rebordãos,
EXECUTADO/FIEL DEPOSITÁRIO: Gumesindo Augusto Tei-
descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas ins- não descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes per-
xeira, estado civil: Casado. Documentos de identificação: BI
crito na matriz respectiva, sob o artigo 4083, sendo de 3,56 euros Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 5045, mita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas,
- 5907266, Licença de condução - P-438876, NIF - 148579027.
o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. sendo de 14,37 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o desde logo, entraram na posse e fruição dos identificados prédios,
Endereço: Lamalonga, Macedo de Cavaleiros, 5340-171 Lamalon-
3- Prédio rústico, sito na Paradela, freguesia de Santulhão, con- em nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos,
ga, mais fica o fiel depositário advertido nos termos do art° 891° valor de vinte euros.
celho de Vimioso, composto por pastagem com quatro oliveiras e sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
do Código de Processo Civil, ou seja de que até ao dia de abertura 18- Prédio rústico, sito em Matos, freguesia de Lagoa, concelho
um Sobreiro, com a área de sete mil trezentos e vinte metros qua- Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem opo-
de propostas, o depositário é obrigado a mostrar os bens a quem de Macedo de Cavaleiro, composto por terra para centeio cada
drados, a confrontar do norte com António do Rosário Cordeiro, sição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em
pretenda examiná-los, podendo as horas em que, durante o dia fa- quatro anos, com a área de dez mil metros quadrados, a confrontar
do nascente com Jonas Morais Casimiro, do sul com Henrique Al- nome próprio e com aproveitamento de todas as utilidades do pré-
culta a inspecção. do norte com Acácio Pimentel do sul com Samuel Escaleira, do
bano Marques e do poente com Luís Augusto Marrão, não descri- dio, nomeadamente, amanhando-os, adubando-os, cultivando-os e
VALOR ANUNCIAR À VENDA: 70% do valor base Art° 889°. n.° nascente com Alfredo Pinto, e do poente com Augusto Rodrigues,
to na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito colhendo os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente
2 do Código de Processo Civil. não descrito na Conservatória do Registo Predial de Macedo de
ao exercício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal
Nota: No caso de venda mediante proposta em carta fechada, os na matriz respectiva, sob o artigo 4051, sendo de 7,76 euros o seu Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4993, os imóveis, quer beneficiando dos seus rendimentos, quer supor-
proponentes devem juntar à sua proposta, como caução. um cheque valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. sendo de 8,38 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o tando os respectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas
visado, à ordem da secretaria, no montante correspondente a 20% 4- Prédio rústico, sito na Chicharra, freguesia de Santulhão, con- valor de dez euros. contribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua inteira dis-
do valor base dos bens ou garantia bancária no mesmo valor (n° 1 celho de Vimioso, composto por Pastagem com uma oliveira, com 19- Prédio rústico, sito em Cabeço da Fazenda, freguesia de La- ponibilidade.
ao Art° 897° do CPC). a área de oito mil duzentos e dez metros quadrados, a confrontar goa, concelho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra com Que esta posse em nome próprio, pacifica, contínua e pública,
O Agente de execução, Manuel Preto do norte com Adrião Cordeiro, do nascente com Luís Augusto trinta e quatro oliveiras, com a área de quatro mil metros qua- conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam,
Marrão, do sul com Aníbal dos Santos Alves Vileiro e do poente drados, a confrontar do norte com Madalena Lopes, do nascente justificando o direito de propriedade, para o efeito de registo, dado
com Francisco Batista Rodrigues, não descrito na Conservatória com Leandro Sousa, do sul com João de Deus e do poente com que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer
Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, João Cordeiro, não descrito na Conservatória do Registo Predial outro título formal extrajudicial.
30 de Março de 2010 sob o artigo 4078, sendo de 5,39 euros o seu valor patrimonial, a de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva, sob o
CARTÓRIO NOTARIAL DE MOGADOURO que atribuem o valor de dez euros. artigo 4709, sendo de 10,77 euros o seu valor patrimonial, a que
NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES 5- Prédio rústico, sito em Chicharra, freguesia de Santulhão, con- atribuem o valor de vinte euros.
EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO celho de Vimioso, composto por pastagem, com a área de oito mil 20- Prédio rústico, sito em Regadas, freguesia de Lagoa, concelho Jornal Nordeste – Semanário Regional de
Certifico, para efeitos de publicação, que no dia vinte e quatro de seiscentos e setenta metros quadrados, a confrontar do norte com de Vimioso, composto por Lameiro com vinte e oito arvores para
Março de dois mil e dez, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito António do Nascimento Padrão, do nascente com Maria Salazar
Informação Nº 700 de 30 de Março de 2010
lenha, com a área de cinco mil quinhentos e sessenta e quatro
no Palácio da Justiça, na freguesia e concelho de Mogadouro, de fls. Fernandes, do sul com Manuel António do Rosário e do poente metros quadrados, a confrontar do norte com Rita Rapazote, do
87, a fls. 88, verso, do livro de notas para escrituras diversas núme- com José Lúcio de Quina, não descrito na Conservatória do Re- nascente com João de Deus Rodrigues, do sul com Caminho e do
ro Sessenta e seis, foi lavrada uma escritura de justificação, na qual gisto Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o poente com Estrada Nacional, não descrito na Conservatória do
compareceram como outorgantes, MANUEL JOAQUIM CAL- artigo 4074, sendo de 4,74 euros o seu valor patrimonial, a que Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz
DEIRA, NIF 115 517 090, e mulher MARIA HELENA MANTA atribuem o valor de cinco euros. respectiva, sob o artigo 2919, sendo de 90,08 euros o seu valor
CALDEIRA, NIF 154 346 527, casados sob o regime da comunhão 6- Prédio rústico, sito em Chicharra, freguesia de Santulhão, con- patrimonial, a que atribuem o valor de cem euros.
de adquiridos, ambos naturais da freguesia e concelho de Freixo de celho de Vimioso, composto por terra de centeio com uma figueira 21- Prédio rústico, sito em Regadas do Moinho, freguesia de La-
Espada à Cinta, onde residem na Avenida Guerra Junqueiro, núme- e pastagem, com a área de catorze mil trezentos e noventa metros goa, concelho de Bragança, composto por terra para centeio cada
ro 42, os quais declararam: quadrados, a confrontar do norte com José Fernandes Lopes, do quatro anos com vinte e duas oliveiras, com a área de doze mil
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuido- nascente com Adriano Damião Afonso, do sul com Manuel Joa- cento e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte com Agos-
res dos seguintes prédios, ambos sitos na freguesia e concelho de quim Alves e do poente com Aníbal dos Santos Alves Vileiro, não
FREIXO DE ESPADA À CINTA: descrito na Conservatória do Registo Predial de Vimioso, mas ins-
tinho Rapazote, do nascente e do sul com Carolino Rodrigues e do OBRA SOCIAL PADRE MIGUEL
poente com Augusto Rodrigues, não descrito na Conservatória do
Um - Prédio rústico, sito em Castelares, composto de terra para crito na matriz respectiva, sob o artigo 4059, sendo de 14,44 euros Registo Predial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz Instituição Particular de Solidariedade Social
centeio, com área de vinte e oito mil e oitocentos metros quadrados, o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de quinze euros. respectiva, sob o artigo 2899, sendo de 36,36 euros o seu valor
a confrontar de norte com Manuel Maria Duarte, de sul com José 7- Prédio rústico, sito em Faguinho, freguesia de Santulhão, con- patrimonial, a que atribuem o valor de quarenta euros.
António Reais, de nascente com Miguel Preto, e de poente com ca- celho de Vimioso, composto por Terra de Centeio, com a área de 22- Prédio rústico, sito em Coussos, freguesia de Lagoa, concelho
CONVOCATÓRIA
minho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2049, com o valor três mil metros quadrados, a confrontar do norte com José Pires, de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio cada
patrimonial de 39,06€ e o atribuído de mil e quinhentos euros; e do nascente com António de Oliveira, do sul com José Maria do
Dois - Prédio rústico, sito em Castelares, composto de terra para
três anos, com a área de três mil cento e sessenta metros quadra- O Presidente da Mesa da Assembleia-Geral da
Rosário e do poente com Sofia de Quina, não descrito na Con- dos, a confrontar do norte João Manuel Suzano, do nascente com
centeio, com área de dez mil e seiscentos metros quadrados, a con- servatória do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz OBRA SOCIAL PADRE MIGUEL, convoca to-
Ana Vale Nogueira, do sul com Francisco Rodrigues e do poente
frontar de norte com ribeiro, de sul com Eugénio Augusto Melão, respectiva, sob o artigo 3514, sendo de 3,34 euros o seu valor dos os associados, nos termos estatutários, para
com Ana Justina, não descrito na Conservatória do Registo Pre-
de nascente com Manuel Maria da Ressurreição Jorge, e de poente
com caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 2074, com
patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. dial de Macedo de Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva, estarem presentes na Assembleia-geral, que terá
8- Prédio rústico, sito em Raposa, freguesia de Santulhão, conce- sob o artigo 738, sendo de 4,94 euros o seu valor patrimonial, a
o valor patrimonial de 15,26€ e o atribuído de quinhentos euros.
lho de Vimioso, composto por pastagem, com a área de dois mil e
lugar nas novas Instalações da Obra Social Padre
Que nenhum dos identificados prédios se encontra descrito na Con- que atribuem o valor de cinco euros.
quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com Fran- 23- Prédio rústico, sito em Coussos, freguesia de Lagoa, conce- Miguel, sita na Estrada de S. Lázaro - Quinta dos
servatória do Registo Predial de Freixo de Espada à Cinta, a cuja
área pertencem, somam o valor patrimonial global de 54,32€ e o
cisco Rodrigues Alves, do nascente com Manuel do Nascimento lho de Macedo de Cavaleiros, composto por terra para centeio Coelhos, 5300 – Bragança, no dia 14 de Abril de
Gonçalves, do sul com José do Rosário Cordeiro e do poente com cada três anos, com a área de três mil setecentos e oitenta metros 2010, pelas vinte horas e trinta minutos, com a se-
atribuído de dois mil euros.
João Gonçalves Morais, não descrito na Conservatória do Registo quadrados, a confrontar do norte com Francisco Choupina, do
Que os referidos prédios vieram à posse deles, justificantes, já no guinte Ordem de Trabalhos.
Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo nascente com Ana Justina, do sul com Próprio e do poente José
estado de casados, por volta do ano de mil novecentos e oitenta
e dois, por compra meramente verbal que fizeram a Artur Aníbal 2131, sendo de 1,84 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem Pedro, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Mace-
Salgado, viúvo, residente na freguesia de Felgar, concelho de Tor- o valor de cinco euros. do de Cavaleiros, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo ORDEM DE TRABALHOS
re de Moncorvo, e a Maria de Lurdes Salgado Ramos e marido, 9- Prédio rústico, sito em Raposa, freguesia de Santulhão, con- 736, sendo de 5,84 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem
Francisco de Castro Ramos, residentes que foram na dita freguesia celho de Vimioso, composto por terra de centeio, com a área de o valor de dez euros.
de Felgar, actualmente já falecidos, não tendo nunca porém sido três mil quinhentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do Que entraram na posse e domínio dos referidos prédios, em mil 1 – Eleições dos Corpos Gerentes para o Triénio
celebrada a competente escritura de compra e venda. norte com Adriano Afonso, do nascente com Manuel Fernandes novecentos e oitenta, por partilha verbais das heranças abertas por 2010/2012;
Que assim, os justificantes possuem os citados prédios há mais Colejo, do sul com Manuel Moura e do poente com José da Silva óbito de Adrião Afonso Rodrigues e Maria da Assunção Pires, re-
Ferreira, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vi-
2 – Tomada de Posse dos novos Corpos Gerentes;
de vinte anos, em nome próprio, na convicção de serem os únicos sidentes que foram na referida freguesia de Santulhão, sem que
donos e plenamente convencidos de que não lesavam quaisquer di- mioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2171, sendo no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o 3 – Outros assuntos de Interesse para a Institui-
reitos de outrem, à vista de toda a gente e sem a menor oposição de 3,99 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, des- ção.
de quem quer que fosse desde o início dessa posse, a qual sempre cinco euros. de logo, entraram na posse e fruição dos identificados prédios, em
exerceram sem interrupção, gozando todas as utilidades por eles 10- Prédio rústico, sito em Raposa, freguesia de Santulhão, con- nome próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem
proporcionadas, com o ânimo de quem exerce direito próprio, neles celho de Vimioso, composto por Terra de Centeio, com a área de interrupção ou ocultação de quem quer que seja. Caso não compareçam pelo menos metade do nú-
lavrando, semeando e ceifando o cereal, apascentando animais e dois mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem opo- mero de Associados, na hora marcada, a Assem-
deles retirando feno e forragens, procedendo a actos de limpeza e com Mário Brasileiro, do nascente com Herdeiros de José Rodei- sição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em bleia, nos termos do n.° 1 do art. 31.° dos Esta-
usufruindo de todos os proventos e utilidades proporcionados pelos ras Alves, do sul com Joaquim Rodeiras Alves e do poente com nome próprio e com aproveitamento de todas as utilidades dos
referidos prédios, praticando assim os mais diversos actos de uso, Manuel do Nascimento Gonçalves, não descrito na Conservatória prédios, nomeadamente, amanhando-os, adubando-os, cultivan-
tutos, funcionará meia hora depois (21H00), em
fruição e defesa dos mesmos, à vista de toda a gente e portanto do Registo Predial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, do-os e colhendo os seus frutos, agindo sempre por forma corres- Segunda Convocatória, com o número de sócios
de eventuais interessados, tudo como fazem os verdadeiros donos, sob o artigo 2128, sendo de 2,69 euros o seu valor patrimonial, a pondente ao exercício do direito de propriedade, quer usufruindo presentes.
sendo por isso uma posse de boa fé, pacífica, contínua e pública, que atribuem o valor de cinco euros. como tal os imóveis, quer beneficiando dos seus rendimentos,
pelo que, dadas as enumeradas características de tal posse, adqui- 11- Prédio rústico, sito em Margarida, freguesia de Santulhão, quer suportando os respectivos encargos, quer ainda pagando as
riram por usucapião os identificados prédios, figura jurídica que concelho de Vimioso, composto por Terra de Centeio, com a área respectivas contribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua Bragança, 17 de Março de 2010
invocam, por não terem documentos que lhes permitam fazer prova de mil e duzentos metros quadrados, a confrontar do norte com inteira disponibilidade.
do seu direito de propriedade, pelos meios extrajudiciais normais, Serafim das Graças Lopes, do nascente com Sofia do Rosário, do Que esta posse em nome próprio, pacifica, contínua e pública,
dado o seu referido modo de aquisição. sul com Albertina do Rosário Morais e do poente com Manuel
O PRESIDENTE DA MESA DA ASSEM-
conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam,
Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico. Marques Baixote, não descrito na Conservatória do Registo Pre- justificando o direito de propriedade, para o efeito de registo, BLEIA-GERAL
Mogadouro e Cartório Notarial, em 24 de Março de 2010. dial de Vimioso, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo dado que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por PROF. DR. FRANCISCO JOSÉ TERROSO
A Notária 2097, sendo de 1,40 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem qualquer outro título formal extrajudicial.
Fátima Mendes CEPEDA

36 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


PUBLICIDADE

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de
30 de Março de 2010 30 de Março de 2010 30 de Março de 2010 30 de Março de 2010
CARTÓRIO NOTARIAL DE MOGADOURO CARTÓRIO NOTARIAL DE MOGADOURO CARTÓRIO NOTARIAL DE MOGADOURO CARTÓRIO NOTARIAL DE MOGADOURO
NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES
EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO
Certifico, para efeitos de publicação, que no dia vinte e cinco de Certifico, para efeitos de publicação, que no dia vinte e dois de Certifico, para efeitos de publicação, que no dia vinte e cinco de Certifico, para efeitos de publicação, que no dia vinte e cinco de
Março de dois mil e dez, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito Março de dois mil e dez, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito Março de dois mil e dez, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito Março de dois mil e dez, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito
no Palácio da Justiça, na freguesia e concelho de Mogadouro, de fls. no Palácio da Justiça, na freguesia e concelho de Mogadouro, de no Palácio da Justiça, na freguesia e concelho de Mogadouro, de no Palácio da Justiça, na freguesia e concelho de Mogadouro, de fls.
94 a fls. 95, verso, do livro de notas para escrituras diversas número fls. 68, a fls. 70, do livro de notas para escrituras diversas número fls. 96 a f Is. 97, verso, do livro de notas para escrituras diversas 92, a fls. 93, verso, do livro de notas para escrituras diversas núme-
Sessenta e seis, foi lavrada uma escritura de justificação, na qual Sessenta e seis, foi lavrada uma escritura de justificação, na qual número Sessenta e seis, foi lavrada uma escritura de justificação, ro Sessenta e seis, foi lavrada uma escritura de justificação, na qual
compareceram como outorgantes, MARIA CLARA GALEGO AL- compareceram como outorgantes, JOSÉ MARIA CASIMIRO, NIF na qual compareceram como outorgantes, EMERÊNCIA RAMOS compareceram como outorgantes, ABEL AFONSO VARANDAS,
VES, NIF 165 191 686, e marido MANUEL ALBERTO ALVES, 106 997 564, e mulher AUGUSTA DOS ANJOS CASIMIRO, NIF GALEGO ALVES, NIF 196 054 060, e marido JOSÉ MANUEL casado, natural da freguesia de Paradela, concelho de Mogadouro,
NIF 134 344 472, casados sob o regime da comunhão de adquiri- 145 740 080, casados sob o regime da comunhão geral de bens, am- DE SOUSA ALVES, NIF 146 617 266, casados sob o regime da onde reside; MARTINHO DO NASCIMENTO MAJOR, casado,
dos, naturais, ela da freguesia de Vila Chã de Braciosa, concelho de bos naturais da freguesia de Urrós, concelho de Mogadouro, onde comunhão de adquiridos, naturais, ela da freguesia de Vila Chã natural da dita freguesia de Paradela, onde também reside; e JOSÉ
Miranda do Douro, e ele da freguesia de Águas Vivas, concelho de residem, os quais declararam: de Braciosa, concelho de Miranda do Douro, e ele da freguesia PEDRO RODRIGUES GONÇALVES, casado, natural da fregue-
Miranda do Douro, onde residem, os quais declararam: Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores de São Miguel de Vila Boa, concelho de Sátão, residentes na Rua sia e concelho de Mogadouro, residente na mencionada freguesia
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios, todos sitos na freguesia de URRÓS, conce- Senhora dos Remédios, número 63, primeiro C, em alto do Leão, de Paradela, que outorgam em representação da FREGUESIA DE
do seguinte prédio: lho de Mogadouro:_ na freguesia de São Martinho do Bispo, concelho de Coimbra, e PARADELA, titular do NIPC 507 495 322, com sede no lugar e
Rústico, sito em Reboleira, na freguesia de Vila Chã de Braciosa, Um - Prédio rústico, sito em Serradas, composto de cultura arvense, declararam: freguesia de Paradela, concelho de Mogadouro, de cuja JUNTA,
concelho de Miranda do Douro, composto de terra para cultura de com área de doze mil cento e vinte e cinco metros quadrados, a Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores são respectivamente, Presidente, Secretário e Tesoureiro, os quais
centeio, com área de treze mil cento e setenta e seis metros quadra- confrontar de norte com Maria de Jesus Cunha Roque, de sul com do seguinte prédio: na indicada qualidade, declararam:
dos, a confrontar de norte com Manuel Afonso, de sul com José José Maria Casimiro, de nascente com José António Alves Xavier, Rústico, sito em Orreta das Corças, na freguesia de Palaçoulo, con- Que a freguesia de Paradela, que representam, é dona e legítima
Joaquim Raposo, de nascente com José Joaquim Fernandes, e de e de poente com José Preto Ribeiro, inscrito na respectiva matriz celho de Miranda do Douro, composto de vinha com macieiras, possuidora do seguinte prédio:
poente com caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo sob o artigo 364 da secção H, com o valor patrimonial de 4,40€ e o com área de seis mil seiscentos noventa e um metros quadrados, Rústico, composto de cultura arvense, sito em Remoida, na fregue-
2021, com o valor patrimonial de 20,47€ e o atribuído de quinhen- atribuído de cem euros; a confrontar de norte com José do Patrocínio Galvão e outro, de sia e concelho de Mogadouro, com área de nove mil trezentos e
tos euros, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Mi- - Dois - Prédio rústico, sito em Fiancal, composto de vinha e cultura sul com Manuel José Ramos, de nascente com Manuel António doze metros quadrados, a confrontar de norte com caminho, de sul
randa do Douro, a cuja área pertence. arvense, com área de três mil e sessenta e dois metros quadrados, a Cangueiro, e de poente com António Alonso, inscrito na respectiva e poente com Maria Elisa Bento Moura, e de nascente com Francis-
Que o referido prédio veio à posse deles, justificantes, já no estado confrontar de norte com Arminda da Ressurreição Marcos, de sul e matriz sob o artigo 7882, com o valor patrimonial de 495,18€ e o ca dos Santos Pinto, inscrito na respectiva matriz em nome da justi-
de casados, por volta do ano de mil novecentos e oitenta e seis, por poente com António Manuel Bárrios, e de nascente com Francisco atribuído de mil euros, não descrito na Conservatória do Registo ficante sob o artigo 3 da secção 1, com o valor patrimonial de 9,43€,
doação meramente verbal que lhes foi feita pelos pais da justifican- Maria Marcos, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 392 da Predial de Miranda do Douro, a cuja área pertence. e o atribuído de quinhentos euros, não descrito na Conservatória do
te mulher, Mário Augusto Galego e Maria de Lurdes Ramos, resi- secção H, com o valor patrimonial de 2,64€ e o atribuído de cem Que o referido prédio veio à posse deles, justificantes, já no estado Registo Predial de Mogadouro, a cuja área pertence.
dentes no lugar de Fonte de Aldeia, da dita freguesia de Vila Chã euros; de casados, por volta do ano de mil novecentos e oitenta e seis, por Que desde tempos imemoriais se vem reconhecendo o dito prédio
de Braciosa, não tendo nunca porém sido celebrada a competente - Três - Prédio rústico, sito em Fiancal, composto de vinha, com doação meramente verbal que lhes foi feita pelos pais da justifican- como sendo propriedade da sua representada, a mencionada fre-
escritura de doação. área de sete mil setecentos e oitenta e um metros quadrados, a con- te mulher, Mário Augusto Galego e Maria de Lurdes Ramos, resi- guesia de Paradela, que o adquiriu por doação meramente verbal
Que assim, os justificantes possuem o dito prédio há mais de vinte frontar de norte e nascente com Francisco Manuel Vieira, e de sul e dentes no lugar de Fonte de Aldeia, da dita freguesia de Vila Chã feita por pessoa que não sabem identificar, há seguramente mais de
anos, em nome próprio, na convicção de serem os únicos donos e poente com Fernando do Nascimento Parra, inscrito na respectiva de Braciosa, não tendo nunca porém sido celebrada a competente cinquenta anos, contrato esse que nunca foi reduzido a escritura pú-
plenamente convencidos de que não lesavam quaisquer direitos de matriz sob o artigo 810 da secção G, com o valor patrimonial de escritura de doação. blica, pelo que ficou sem título que lhe permita fazer prova do seu
outrem, à vista de toda a gente e sem a menor oposição de quem 14,71€ e o atribuído de trezentos e cinquenta euros; Que assim, os justificantes possuem o dito prédio há mais de vinte direito de propriedade e obter o respectivo registo na Conservatória
quer que fosse desde o início dessa posse, a qual sempre exerceram Quatro - Prédio rústico, sito em Berrundadeiros, composto de cul- anos, em nome próprio, na convicção de serem os únicos donos e do Registo Predial.
sem interrupção, gozando todas as utilidades por ele proporciona- tura arvense e vinha, com área de oito mil cento e oitenta e sete plenamente convencidos de que não lesavam quaisquer direitos de Que não obstante, a referida Freguesia de Paradela que represen-
das, com o ânimo de quem exerce direito próprio, nele apascen- metros quadrados, a confrontar de norte com José Augusto Preto, outrem, à vista de toda a gente e sem a menor oposição de quem tam, entrou na posse do referido prédio, sempre esteve e se tem
tando animais, retirando feno, forragens e lenha, procedendo a de sul com Manuel Granado, de nascente com António Joaquim quer que fosse desde o início dessa posse, a qual sempre exerceram mantido na posse e fruição do mesmo há muito mais de vinte anos,
diversos de limpeza e/ou mandando-o fazer em seu nome e por sua Meleiro, e de poente com caminho público, inscrito na respectiva sem interrupção, gozando todas as utilidades por ele proporciona- sempre usufruindo das suas utilidades, dando-o de arrendamento
conta, usufruindo de resto de todos os proventos e utilidades pro- matriz sob o artigo 324 da secção G, com o valor patrimonial de das, com o ânimo de quem exerce direito próprio, nele lavrando, temporariamente, mandando-o cultivar e limpar, colhendo os res-
porcionados pelo referido prédio, praticando assim os mais diver- 10,94€ e o atribuído de trezentos euros; e podando as videiras, tratando e colhendo os respectivos frutos, no- pectivos frutos, permitindo que os pastores nele apascentem os ani-
sos actos de uso, fruição e defesa do mesmo, à vista de toda a gente Cinco - Prédio rústico, sito em Serradas, composto de terra de meadamente uvas e maçãs, procedendo a diversos actos de limpeza, mais, administrando-o com ânimo de quem exercita direito próprio,
e portanto de eventuais interessados, tudo como fazem os verdadei- cultura arvense, com área de dois mil duzentos e cinquenta me- e/ou mandando-o fazer em seu nome e por sua conta, usufruindo de de boa fé por ignorar direito alheio, pacificamente, porque sem vio-
ros donos, sendo por isso uma posse de boa fé, pacífica, contínua e tros quadrados, a confrontar de norte e nascente com José Maria resto de todos os proventos e utilidades proporcionados pelo referi- lência, pública e continuamente, à vista e com conhecimento de
pública, pelo que, dadas as enumeradas características de tal posse, Casimiro, de sul com Manuel Inácio Monteiro, e de poente com do prédio, praticando assim os mais diversos actos de uso, fruição toda a gente e sem qualquer interrupção ou oposição de quem quer
adquiriram por usucapião o identificado prédio, figura jurídica que José Preto Ribeiro, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 363 e defesa do mesmo, à vista de toda a gente e portanto de eventuais que seja, desde o inicio da referida posse.
invocam, por não terem documentos que lhes permitam fazer prova da secção H, com o valor patrimonial de 0,76€ e o atribuído de interessados, tudo como fazem os verdadeiros donos, sendo por Que assim, dadas as enumeradas características de tal posse, a refe-
do seu direito de propriedade, pelos meios extrajudiciais normais, cinquenta euros; isso uma posse de boa fé, pacífica, contínua e pública, pelo que, rida autarquia adquiriu o identificado prédio por usucapião, figura
dado o seu referido modo de aquisição. Que nenhum dos identificados prédios se encontra descrito na dadas as enumeradas características de tal posse, adquiriram por jurídica que invoca, justificando assim o seu direito de propriedade
Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico. Conservatória do Registo Predial de Mogadouro, a cuja área per- usucapião o identificado prédio, figura jurídica que invocam, por para efeitos de primeira inscrição no Registo Predial, por não ter
Mogadouro e Cartório Notarial, em 25 de Março de 2010. tencem, somam o valor patrimonial global de 33,45€ e o atribuído não terem documentos que lhes permitam fazer prova do seu direi- documento que lhe permita fazer prova do seu direito de proprieda-
A Notária, de novecentos euros. to de propriedade, pelos meios extrajudiciais normais, dado o seu de, dado o referido modo de aquisição.
Fátima.Mendes Que os referidos prédios vieram à posse deles, justificantes, já no referido modo de aquisição. Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico.
estado de casados, tendo os prédios identificados nas verbas núme- Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico. Mogadouro e Cartório Notarial, em 25 de Março de 2010.
ros um e cinco sido comprados verbalmente por volta do ano de mil Mogadouro e Cartório Notarial, em 25 de Março de 2010.
novecentos e sessenta e nove a João dos Ramos Curralo, solteiro, A Notária, A Notária,
Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de maior, residente que foi na dita freguesia de Urrós, actualmente fa- Fátima Mendes
Fátima Mendes
30 de Março de 2010 lecido; o prédio identificado na verba número dois foi também ver-
balmente comprado por volta do mesmo ano a Maria José Curralo,
solteira, maior, residente que foi na referida freguesia de Urrós,
actualmente falecida; o prédio identificado na verba número três Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de
foi adquirido por partilha meramente verbal a que com os demais Jornal Nordeste – Semanário Regional de Infor- 30 de Março de 2010
interessados procederam por volta do ano de mil novecentos e se- mação Nº 700 de 30 de Março de 2010
tenta e sete por óbito dos pais da justificante mulher, Manuel João
Casimiro casado com Maria da Conceição Ovelheiro, residentes
EXTRACTO que foram na referida freguesia de Urrós, ambos actualmente fa-
lecidos; e por último o prédio identificado na verba número quatro
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por es- foi também por eles verbalmente comprado por volta do ano de mil
critura de hoje, exarada de folhas noventa e três a noventa e quatro novecentos e sessenta a Alípio Augusto Carreiro, e mulher Maria
do respectivo livro número cento e cinquenta e quatro, CARLOS Estefânia, residentes que foram na dita freguesia de Urrós, ambos EXTRACTO
ALBERTO BRANCO FERREIRA, NIF 114 443 610 e mulher actualmente falecidos, não tendo nunca porém sido celebradas as
LÚCIA DE JESUS SERAPICOS TRINDADE FERREIRA, NIF competentes escrituras. Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por es-
127 899 758, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, Que assim, os justificantes possuem os ditos bens imóveis há mais critura de hoje, exarada de folhas noventa e nove a cem do respec-
naturais, ele da freguesia de Salsas, onde residem lugar de Vale de de vinte anos, em nome próprio, na convicção de serem os únicos tivo livro número cento e cinquenta e quatro, JOSÉ RODRIGUES
Nogueira, à Rua da Fonte, concelho de Bragança, ela da freguesia
de Talhas, Concelho de Macedo de Cavaleiros;
donos e plenamente convencidos de que não lesavam quaisquer
direitos de outrem, à vista de toda a gente e sem a menor oposi-
O Partido Socialista, vem nos MORAIS, NIF 194 327 906, solteiro, maior, natural da freguesia
de Deilão, onde reside, concelho de Bragança;
Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores
dos prédios a seguir identificados, ambos localizados na freguesia
ção de quem quer que fosse, desde o início dessa posse, a qual
sempre exerceram sem interrupção, gozando todas as utilidades por
termos e para efeitos do artigo Que, com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor dos
de Salsas, concelho de Bragança: imóveis a seguir identificados, ambos localizados na freguesia de
número um - prédio rústico, composto de terra de cultura com
eles proporcionadas, com o ânimo de quem exerce direito próprio,
nomeadamente neles lavrando, plantando, sulfatando, podando, 21º da lei nº. 19/2003, de 20 de Deilão, concelho de Bragança:
número um - prédio urbano composto de casa de habitação de
castanheiros, sito em “Vale de Cavaleiro”, com a área de vinte e tratando e colhendo os respectivos frutos, designadamente uvas,
dois mil e duzentos metros quadrados, a confrontar de norte com cortando mato e silvas.e procedendo a outros actos de limpeza e Junho, comunicar que consti- rés do chão e primeiro andar, com a superfície coberta de setenta
metros quadrados, sito em “Eiras do Cabo”, a confrontar de norte
Celestino José Afonso, sul com caminho, nascente com Estrada usufruindo de resto de todos os proventos e utilidades proporciona-
Nacional e poente com António Manuel Gonçlaves, inscrito na res-
pectiva matriz sob o artigo 4230, com o valor patrimonial tributável
dos pelos referidos bens imóveis, praticando assim os mais diversos tui mandatário financeiro local com Abel Maria Rodrigues, sul com Benedita Fernandes, nascen-
te com Rua e poente com João Rodrigues, inscrito na respectiva
actos de uso, fruição e defesa dos mesmos, à vista de toda a gente
de € 78,06 e idêntico atribuído; e
número dois - prédio rústico, composto de lameiro, sito em “Ave-
e portanto de eventuais interessados, tudo como fazem os verdadei-
ros donos, sendo por isso uma posse de boa fé, pacífica, contínua e
para as eleições intercalares matriz sob o artigo 148, com o valor patrimonial tributável de €
148,33 e o atribuído de quinhentos euros; e
leira”, com a área de dois mil e setecentos metros quadrados, a
confrontar de norte com Augusto dos Santos Ferreira, sul com João
pública, pelo que, dadas as enumeradas características de tal posse,
adquiriram por usucapião os identificados prédios, figura jurídica
2009 na freguesia de Salselas número dois - prédio rústico, composto de terra de cultura, sito
em “Trás das Eiras”, com a área de mil e duzentos metros qua-
Eduardo Estevinho, nascente com José Valentim Pereira e poente
com Manuel Augusto Pires, inscrito na respectiva matriz sob o ar-
que invocam, por não terem documentos que lhes permitam fazer
prova do seu direito de propriedade, pelos meios extrajudiciais nor-
concelho de Macedo de Ca- drados, a confrontar de norte com Ernesto Amâncio Marrão, sul
com caminho, nascente com Francisco Rodrigues e poente com
tigo 3424, com o valor patrimonial tributável de € 42,87 e idêntico Evaristo da Assunção Morais, inscrito na respectiva matriz sob
atribuído;
mais, dado o seu referido modo de aquisição.
Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico. valeiros a Drª. Paula Cristina o artigo 2977, com o valor patrimonial tributável de € 1,13 e o
não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, Mogadouro e Cartório Notarial, em 22 de Março de 2010. atribuído de vinte euros;
conforme certidão que da mesma apresentam. A Notária, Mónica Moreira. não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho,
Que os identificados prédios vieram à sua posse no ano de mil Fátima Mendes conforme duas certidões que da mesma apresenta.
novecentos e oitenta e oito, já no estado de casados, pela forma Que os identificados prédios foram-lhe doados no ano de mil
seguinte: novecentos e oitenta e seis, por seu pai, José Miguel Morais, re-
a) o primeiro, foi-lhes vendido por José Pedro Sá Morais Marques sidente na aludida freguesia de Deilão, por contrato de doação
Sá, casado, residente em Lisboa, em morada que não podem pre-
Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 700 de 30 de Março de 2010
meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessária
cisar; e escritura pública.
b) o segundo, foi-lhes vendido por Maria Domicilia, já falecida, Que, assim, não é detentor de qualquer título formal que legitime
residente que na aludida freguesia de Salsas; o domínio dos mencionados prédios.
ambos por contratos de compra e venda meramente verbais, nunca
tendo chegado a realizar as necessárias escrituras públicas.
AVISO Que, não obstante isso, logo desde meados desses anos de mil no-
vecentos e oitenta e seis passou a utilizar o referido prédio urbano,
Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legiti- gozando de todas as utilidades por ele proporcionadas, guardando
me o domínio dos mencionados prédios. nele seus haveres, efectuando regularmente obras de conserva-
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil nove- ção e reparação, como substituição de elementos danificados e de
centos e oitenta e oito, passaram a usufruir os referidos terrenos, A Câmara Municipal de Bragança, torna público que, se encontra aberto procedimento concursal benfeitorização, bem como a usufruir o referido terreno, gozando
gozando de todas as utilidades por ele proporcionadas, começando
por ocupá-los, limpando-os, cultivando-os, colhendo os seus frutos
comum para contratação em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo inde- de todas as suas utilidades, começando por ocupá-lo, limpando-o,
cultivando-o, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando
e produtos, e efectuando diversas benfeitorias, designadamente o terminado para ocupação de 6 postos de trabalho da carreira/categoria de assistente operacional diversas benfeitorias, designadamente o melhoramento das suas
melhoramento das suas vedações, agindo assim, sempre com ânimo
de quem exerce direito próprio, na convicção de tais prédios lhes
- área de actividade - Acção Educativa, do mapa de pessoal deste Município, a partir do dia 25 vedações, agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce di-
reito próprio, na convicção de tais prédios lhe pertencerem e de
pertencerem e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo de Março de 2010, pelo prazo de 10 dias úteis, conforme aviso publicado no Diário da Repúbli- ser o seu verdadeiro dono, como tal sendo reconhecido por toda a
reconhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem
lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua
ca, IIª Série, nº. 58, de 24 de Março, na Bolsa de Emprego Público, com o Código da Oferta n.º gente, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar direito alheio, pacifi-
OE201003/0735, do dia 24 de Março de 2010, e na página electrónica da Câmara Municipal de camente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e
e publicamente, à vista e com o conhecimento de todos e sem opo-
sição de ninguém. com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma
Bragança www.cm-braganca.pt/. Que dadas as enunciadas características de tal posse, que, da for-
indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domí- Devem para efeito os interessados dirigir-se à Secção de Recursos Humanos, nas horas normais ma indicada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriu o do-
nio dos ditos prédios por usucapião, título esse que, por sua nature- mínio dos ditos prédios por usucapião, título esse que, por sua na-
za, não é susceptível de ser comprovado por meios normais.
de expediente. tureza, não é susceptível de ser comprovado por meios normais.
Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para Que para suprir tal título faz esta declaração de justificação para
fins de primeira inscrição no registo predial. PAÇOS DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA, 25 de Março de 2010. fins de primeira inscrição no registo predial.
Está conforme. Está conforme.

Bragança, 23 de Março de 2010. O PRESIDENTE DA CÂMARA Bragança, 24 de Março de 2010.

A colaboradora autorizada,
António Jorge Nunes A colaboradora autorizada,
Elisabete Maria C. Melgo (Engº. Civil) Elisabete Maria C. Melgo

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 37


LAZER

PASSATEMPOS
www.i-dose.us

WM. PAUL YOUNG  “A Cabana” , Sudoku


having trouble sleeping?

Put your advertisment here www.sudoku.name/ads/


Porto Editora
Preço book.it: 13,41 € 7 2 8
6 5 3 4
Sinopse: 3 7 9 2 5
E se Deus marcasse um encontro consigo? 9 5 7 1
As férias de Mackenzie Allen Philip com a família na flo-
8 9 2 5 O objectivo é preen-
resta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo.
Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as 1 6 4 9 cher um quadrado
provas encontradas numa cabana abandonada, brutal-
mente assassinada. 3 5 7 9 8 9x9 com números
Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca 4www.webolog.com
5 3 6 de 1 a 9, sem repetir
recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o
a voltar à malograda cabana. 6
Online games
8 2 números em cada
Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele
pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para
Put your advertisment here
#8894 www.sudoku.name/ads/
www.sudoku.name linha e cada coluna.
9 6 7 5
sempre. Também não se pode
4 3 7
6 2 1
repetir números em
Passatempo Jornal Nordeste / Book It cada quadrado de
6 3 7 2
O Jornal Nordeste têm 7 exemplares da obra “A Cabana” para lhe oferecer.
1 8 3x3.
Para tal, basta comparecer nas nossas instalações com um exemplar da última edi- 4 3 7 9
ção do Jornal Nordeste, juntamente com um talão de compra, ou com prova da
assinatura anual regularizada, que também poderá ser confirmada na nossa base 5 6 3
de dados.
1 4 5
Este passatempo é válido até ao próximo dia 29 de Março, inclusive. Na edição de 4 5 8 9 Soluções no próximo número
13 de Abril anunciaremos os nomes dos vencedores e divulgaremos o título da obra
que protagonizará o próximo passatempo. #7212 www.sudoku.name

Boa sorte e Boa Páscoa!

OPINIÃO

Para além do folar


aflição), o karpas um vegetal verde de (Mateus, 26,20-23). Os cristãos ao te tirou do Egipto de noite.” Embora
Armando Fernandes gosto amargo a lembrar o sofrimento exemplo dos judeus também exal- não existam fontes fidedignas a infor-
dos judeus servos dos egípcios, além tam a Páscoa comendo cordeiro as- marem-nos se para além do pão e do
Estamos em plena época pascal, de outros alimentos sempre impreg- sado até um ano, sem imperfeições. vinho outros alimentos foram consu-
logo de exaltação de folares, melhor nados de um grande significado, além No entanto, na Páscoa de 2007, o midos na derradeira ceia, não impe-
dito: casa sem folar não é uma casa de borrego (cordeiro) assado segun- Papa Bento XVI durante a missa de de que cada terra com seu uso (cada
realizada nas aldeias transmontanas. do os métodos dietéticos hebraicos. Sexta-Feira Santa colocou em causa roca com seu fuso) não incorpore co-
Muitos leitores deste jornal recorda- É uma refeição (duas) solene que a tradição da apreço pelo cordeiro, meres dos chamados dias nomeados.
rão (com saudade) as discussões de obriga a muitos preparativo na qual ao afirmar:”Jesus celebrou a Páscoa Desde cabritinho ao leitão, passando
comadres sobre quem tinha feito os se bebe vinho segundo o preceito e se com os seus discípulos provavelmen- pelo folar, bolas e folarecos, nesse
melhores folares, entenda-se: mais relata a história do Êxodo. Também te com o calendário do Qumaran, e dia todos procuram colocar na mesa
amarelos, mais macios e com mais os cristãos dão grande ênfase a esta portanto um dia antes da Páscoa ju- uns miminhos, nem que seja um ovo
carnes. Algumas vezes tais discus- data, e o folar pode ser entendido daica e foi celebrada sem cordeiro, cozido, mas sendo dia nomeado tem
sões acabavam na desgraça das re- como alimento especial daquele dia, como a comunidade Qumran, que de ser diferenciado. Sem pretensões
lações cortadas. No entanto, a cele- noutras partes o pão era mais bran- não reconhecia o templo de Hero- a guia gastronómico atrevo-me a
bração da Páscoa – festa maior para co do que o do quotidiano, pois as des.” Não tenho espaço para explicar lembrar algumas receitas da estação:
judeus e cristãos – não se confina aos grandes referências simbólicas levam a singularidade do calendário judaico cabrito assado no espeto, cordeiro à
folares, antes pelo contrário, engloba ao pão e ao vinho da última ceia, re- que contém cinco festividades de ori- transmontana, bife de vitela com tu-
uma série de comeres simbólicos e feridos por Cristo. E nessa refeição gem bíblica, sendo a Páscoa sempre tano e para adoçar a boca amêndoas
outros a glorificarem o fim do jejum. Jesus disse:”Eu vos asseguro que um na primavera. O Deuteronomio 16.1. cobertas, bilhós de ovos e milhos do-
Os receituários judaicos dão gran- de vós vai entregar-me. Muito tristes proclama:”Observa o mês dos frutos ces. Boa Páscoa.
de importância à Pesah ou Pessach começaram a perguntar um por um: novos, que é o princípio da primave- PS. Não abordei os comeres da
(passagem) sendo comemorada com Serei eu, Senhor? E Ele respondeu: o ra, para celebrares nele a Páscoa em Páscoa ortodoxa, mas lembro os cro-
o Sedar refeição ritual onde não pode que acaba de se servir da mesma tra- honra do Senhor teu Deus: porque máticos e refulgentes ovos da cozinha
faltar o Matzd pão ázimo (o pão da vessa que eu, esse vai entregar-me” neste mês é que o Senhor teu Deus russa.

38 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE


INZONICES

INCLINÓMETRO
O
Pelourinho
POSITIV
Ciclovia – Aos poucos vamos descortinando a Ciclovia à volta do Insti-
GATIVO
tuto Politécnico de Bragança. O meu primo Tonho, que é perito nestas coi-
NE sas, acha o corredor acanhado e e sem espaço para pedalar lado a lado. “Que
mais se podia esperar? No Polis também há sítios onde quase não cabem 2
pessoas, quanto mais 2 bicicletas…”, atira o Tonho em tom certeiro.

Subsídios – A CNA diz que há agricultores que não conseguem pagar


as contribuições para a Segurança Social. Numa agricultura de “subsídio-
dependência”, só falta a CNA pedir um subsídio ao Estado para pagar a Se-
gurança Social…
Paulo Xavier
Juntamente com Telmo Mo-
Comissão de Honra – Nota-se que quem
Júlio de Carvalho reno, o autarca da Sé foi o gran-
fez a Comissão de Honra de Paulo Rangel não
Esteve ao lado de Jorge Nu- de vencedor das eleições no PSD
nes na derrota de sexta-feira e a nível distrital. Após o revés na
tinha a mínima ideia da actividade profissional
escusava de assumir tamanha votação para a Distrital, mui- de alguns membros. João Carlos Figueiredo,
responsabilidade, se não tives- tos pensavam que Paulo Xavier por exemplo, foi apontado como ex-presidente
se apoiado Passos Coelho nas estava isolado na Concelhia de da Câmara Municipal de Alfândega da Fé e não
directas de 2008. Mudou de ca- Bragança, mas o apoio a Pedro técnico superior do IEFP. E António Afonso é
misola a favor de Rangel, mas Passos Coelho reforça-lhe a influ- referido como 1º Secretário da Mesa da Assem-
a aposta saiu errada. Mesmo ência no partido. bleia Municipal de Macedo Cavaleiros, como se
sendo o fundador do PSD no A política é isto mesmo. On- nem sequer tivesse actividade ligada ao ensino.
distrito, Júlio Carvalho sai pro- tem derrotado, hoje vencedor. Enfim, flagrante distanciamento em relação às
fundamente fragilizado destas bases e os resultados estão à vista…
eleições.

Ó Chico, não digas à Ministra

foto
que este branquinho tem 14º.
Beba à vontade que este
vinho é sem álcool!

Novela
Tou, Capitão, diga ao pessoal
para tirar o balão da estrada
Isto de ser Ministra dá cá um
senão isto dá bronca.
trabalho aos dentes...

30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE 39


Jovens debatem futuro
mil jovens, o que corresponde a 12
por cento da população total deste
território ibérico, que soma um total
de 120.143 habitantes.

FRANCISCO PINTO O desemprego é uma das temá-


ticas que deverá ser trabalhada
Cerca de 700 jovens oriun- pelos jovens
dos dos dois lados da fron-
Numa região onde o desempre-
teira reunidos no 1º Fórum go atinge os 30 por cento “é preciso
Transfronteiriço centrar esforços para minimizar este
flagelo”.
Mais de uma centena de jovens “Não é possível nem é eticamente
portugueses e espanhóis participa- aceitável que um em cada três jovens
ram no 1º Fórum Transfronteiriço de das nossas localidades não tenha em-
Jovens da Raia. A iniciativa decorreu prego”, acrescentou Pascoal.
em Trabanca, a localidade espanhola Durante o decurso dos trabalhos
onde está instalada a sede do Agru- também foi realçado que o movimen-
pamento Europeu de Cooperação to associativo fomentado por jovens
Territorial Douro/Duero (AECT). é escasso, havendo necessidade de
Jovens vivem em regiões com problemas comuns
Este Fórum irá prolongar-se até promover o associativismo e prolon-
ao próximo dia 31 de Julho e vai pas- A organização das sessões é da rão os próprios jovens a decidir a for- ga-lo no tempo.
sar por Vila Nova de Foz Côa, Moga- responsabilidade do município de ma de conduzir o seu futuro pessoal Durante os trabalhos do Fórum,
douro, Torre de Moncorvo e, ainda, Mogadouro, associação Gustavo Fi- e profissional, integrados na região os jovens estiveram divididos em
por outras localidades espanholas. lipe (Vila Nova de Foz Côa) e Asso- transfronteiriça”, sublinhou o direc- quatros grupos de trabalho, onde
Os promotores da iniciativa espe- ciação Juvenil das Arribas do Douro tor geral do AECT, José Luís Pasco- discutiram temáticas como o lazer, o
ram reunir cerca de 700 jovens, com (Trabanca), em estreita colaboração al. emprego e desenvolvimento de novas
idades compreendidas entre os 16 e com o AECT. Só na região de influência do oportunidades nas suas localidades
os 30 anos, oriundas de ambos os la- “Após a realização das várias ses- AECT, ou seja em 187 município por- de origem e o movimento associati-
dos da fronteira. sões do Fórum Transfronteiriço, se- tugueses e espanhóis, há mais de 14 vo.

40 30 de Março de 2010 JORNAL NORDESTE