PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA Prefeito CARLOS ALBERTO RICHA Vice-Prefeito LUCIANO DUCCI

SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE Secretário MICHELE CAPUTO NETO Superintendente EDIMARA FAIT SEEGMÜLLER

CURITIBA, 2005

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

APRESENTAÇÃO

A inteligência, desde tempos pré-históricos, levou o ser humano a buscar na natureza elementos que, quando utilizados, restabelecessem o equilíbrio e a normalidade de seu organismo, quando abalado eventualmente por algum desconforto ou sofrimento. A especialização de tal conhecimento fez surgir curandeiros, pajés, magos e bruxos, e o desenvolvimento da ciência desvendou segredos naturais, sintetizando seus princípios ativos e criando uma poderosa indústria voltada à produção de medicamentos, que não para de crescer. Primeiro sintético farmacêutico, a aspirina foi lançada no mercado em 1897, o primeiro antibiótico em 1941, o primeiro antimalárico em 1943, o primeiro tuberculostático em 1944. Na década de 50 vieram os contraceptivos orais, as drogas para o diabetes melito e para as doenças mentais, logo seguidas de outras para doenças infecciosas, cardiovasculares, e centenas de outras. Hoje, a medicina já tem tratamento medicamentoso para a maioria das doenças infecciosas e crônicas que afetam a população mundial. O desenvolvimento de políticas adequadas para o setor de fármacos é fundamental para os serviços públicos de saúde, porque representa melhoria para a qualidade do cuidado e democratização para o acesso a um bem que, na maioria das situações, estaria fora do alcance de muitos cidadãos brasileiros. Além disso, representa a possibilidade da racionalização e do controle do uso de insumos, sempre onerosos para os orçamentos das três instâncias governamentais. No município, a política de medicamentos deve estar em permanente construção, acompanhando os planos plurianuais de saúde em seus programas específicos, e reavaliando-se do ponto de vista técnico-científico, de modo a acompanhar essa evolução, baseada em evidências, e manter um alto grau de eficácia e efetividade.
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Curitiba, hoje em gestão plena do Sistema Único de Saúde, através da Secretaria Municipal da Saúde, reedita o Memento Terapêutico da Farmácia Curitibana, revisto, ampliado e atualizado, como parte da política municipal de medicamentos essenciais e assistência farmacêutica. Existente desde 1993, a Farmácia Curitibana foi composta inicialmente por uma lista de 62 medicamentos, incorporando gradativamente novos itens. Assim, passa para 81 medicamentos, em 1995, quando a SMS lança a primeira edição do memento terapêutico, e para 104, em 1998. Atualmente a SMS mantém os estoques de 256 medicamentos em caráter permante, incluindo aqueles para atenção aos programas de Saúde Mental, Doenças Respiratórias na Infância, Mãe Curitibana, entre outros, preservando a importância da terminalidade do atendimento nas Unidades de Saúde, e reforçando a postura conceitual, técnica e política, de descentralização e fortalecimento da atenção básica. Não foram contemplados neste memento os medicamentos utilizados em pacientes internados nas Unidades de Saúde 24 Horas. Na elaboração do Memento Terapêutico, optamos pela concisão e objetividade, sem omitir informações relevantes. Estes aspectos tiveram cuidado especial e desejamos que este memento auxilie no uso racional dos medicamentos da Farmácia Curitibana. Esperamos que este trabalho multiprofissional, resultado de mais um esforço coletivo, compartilhado por instituições parceiras, possa subsidiar com segurança nossas equipes. Cabe salientar que a atualização e a revisão das informações contidas neste memento serão constantemente uma preocupação, e toda sugestão e observação sobre o texto serão valiosas e estimadas.

SECRETÁRIO MUNICIPAL DA SAÚDE

MICHELE CAPUTO NETO

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

Sumário
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COMO USAR ESTE MEMENTO ........... 11

CAPTOPRIL ............................................ 41 CARBAMAZEPINA ..................................... 42 CEFALEXINA .......................................... 43 CETOCONAZOL ....................................... 44 CICLOPENTOLATO .................................... 45 CIMETIDINA .......................................... 46 CIPROFLOXACINO .................................... 47 CLARITROMICINA .................................... 48 CLINDAMICINA ....................................... 49 CLOMIPRAMINA ...................................... 50 CLORETO DE POTÁSSIO .............................. 51 CLORETO DE SÓDIO ................................. 52 CLORPROMAZINA .................................... 53 CLORPROMAZINA .................................... 54

A
ABACAVIR ............................................ 15 ACICLOVIR ............................................ 16 ACICLOVIR ............................................ 17 ÁCIDO ACETILSALICÍLICO ............................ 18 ÁCIDO FÓLICO ....................................... 19 ÁCIDO FOLÍNICO .................................... 20 ÁCIDO TRICLOROACÉTICO ........................... 21 ÁCIDO VALPRÓICO .................................. 22 ADRENALINA ......................................... 23 AMINOFILINA ........................................ 24 AMINOFILINA ........................................ 25 AMITRIPTILINA ....................................... 26 AMOXICILINA ........................................ 27 AMOXICILINA + CLAVULANATO ................... 28 AMPICILINA .......................................... 29 AMPRENAVIR ......................................... 30 ATROPINA ............................................ 31 AZITROMICINA ....................................... 32

D
DAPSONA ............................................. 55 DESLANOSIDO ........................................ 56 DEXAMETASONA ..................................... 57 DEXAMETASONA ..................................... 58 DEXAMETASONA ..................................... 59 DEXAMETASONA + CLORANFENICOL ............. 60 DEXCLORFENIRAMINA ............................... 61 DIAZEPAM ............................................ 62 DIAZEPAM ............................................ 63 DICLOFENACO ........................................ 64 DIDANOSINA ......................................... 65 DIGOXINA ............................................ 66 DIPIRONA ............................................ 67 DIPIRONA ............................................ 68 DOPAMINA ........................................... 69

B
BECLOMETASONA .................................... 33 BECLOMETASONA .................................... 34 BENZOATO DE BENZILA ............................. 35 BICARBONATO DE SÓDIO ........................... 36 BIPERIDENO .......................................... 37 BIPERIDENO .......................................... 38 BUDESONIDA ......................................... 39

C
CÁLCIO ................................................ 40

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E
EFAVIRENZ ............................................ 70 ERITROMICINA ....................................... 71 ESPIRAMICINA ........................................ 72 ESTAVUDINA .......................................... 73 ESTRADIOL ............................................ 74 ESTREPTOMICINA .................................... 75 ETAMBUTOL .......................................... 76 ETIONAMIDA ......................................... 77

HIDROCORTISONA ................................... 96 HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO ......................... 97 HIOSCINA ............................................ 98 HIOSCINA ............................................ 99 HIOSCINA + DIPIRONA .......................... 100

I
IMIPRAMINA ........................................ 101 IMUNOGLOBULINA ANTI-RHO (D) ............. 102 INDINAVIR .......................................... 103 INSULINA ........................................... 104 ISONIAZIDA ......................................... 105 ISONIAZIDA + RIFAMPICINA ..................... 106 ISOSSORBIDA ....................................... 107 ITRACONAZOL ...................................... 108

F
FENILEFRINA .......................................... 78 FENITOÍNA ............................................ 79 FENOBARBITAL ....................................... 80 FENOBARBITAL ....................................... 81 FENOTEROL ........................................... 82 FENOTEROL ........................................... 83 FLUCONAZOL ......................................... 84 FLUORESCEÍNA ....................................... 85 FUROSEMIDA ......................................... 86 FUROSEMIDA ......................................... 87

L
LAMIVUDINA ....................................... 109 LEVOMEPROMAZINA ............................... 110 LEVONORGESTREL + ETINILESTRADIOL .......... 111 LIDOCAÍNA ......................................... 112 LIDOCAÍNA ......................................... 113 LÍTIO ................................................ 114 LOPINAVIR + RITONAVIR ........................ 115

G
GLIBENCLAMIDA ..................................... 88 GLICOSE 50% ...................................... 89

M
MEBENDAZOL ...................................... 116 MEDROXIPROGESTERONA ......................... 117 MEPERIDINA ....................................... 118 METFORMINA ...................................... 119 METILDOPA ........................................ 120 METILERGOMETRINA .............................. 121 METOCLOPRAMIDA ................................ 122

H
HALOPERIDOL ........................................ 90 HALOPERIDOL ........................................ 91 HALOPERIDOL ........................................ 92 HANSENÍASE MB ................................... 93 HANSENÍASE PB .................................... 94 HIDROCLOROTIAZIDA ................................ 95

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METOCLOPRAMIDA ................................ 123 METRONIDAZOL ................................... 124

SALBUTAMOL ....................................... 148 SAQUINAVIR ........................................ 149 SOLUÇÃO FISIOLÓGICA ............................ 150 SOLUÇÃO FISIOLÓGICA NASAL ................... 151 SOLUÇÃO GLICOSADA ............................. 152 SULFADIAZINA ...................................... 153 SULFAMETOXAZOL + TRIMETOPRIM ............ 154 SULFATO FERROSO ................................. 155

N
NELFINAVIR ........................................ 125 NEVIRAPINA ........................................ 126 NIFEDIPINA ........................................ 127 NISTATINA .......................................... 128 NITROFURANTOÍNA ................................ 129 NORETINDRONA ................................... 130 NORETISTERONA + ESTRADIOL ................. 131

T
TALIDOMIDA ....................................... 156 TERBUTALINA ....................................... 157 TINIDAZOL + MICONAZOL ...................... 158 TIORIDAZINA ....................................... 159 TROPICAMIDA ...................................... 160

P
PENICILINA G BENZATINA ........................ 132 PENICILINA G PROCAÍNA ......................... 133 PERMANGANATO DE POTÁSSIO ................... 134 PILOCARPINA ....................................... 135 PIRAZINAMIDA ..................................... 136 PIRIMETAMINA ..................................... 137 POLIMIXINA B + NEOMICINA + CORTICOSTERÓIDE ...................................................... 138 PREDNISONA ....................................... 139 PREDNISONA ....................................... 140 PROMETAZINA ...................................... 141 PROPRANOLOL ..................................... 142 PROXIMETACAÍNA .................................. 143

V
VITAMINA A + D ................................ 161 VITAMINA B1 ..................................... 162

Z
ZALCITABINA ....................................... 163 ZIDOVUDINA ....................................... 164 ZIDOVUDINA + LAMIVUDINA ................... 165 Anexos ....................................... 167 Abreviaturas ............................... 176 Medicamentos para pacientes internados nas U.S. 24 horas ...... 178 Referências Bibliográficas ........... 183

R
RETINOL + CLORANFENICOL + AMINOÁCIDO ... 144 RIFAMPICINA ....................................... 145 RITONAVIR ......................................... 146

S
SAIS REIDRATAÇÃO ORAL ......................... 147
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COMO USAR ESTE MEMENTO

O memento terapêutico da Farmácia Curitibana contém os medicamentos padronizados na Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, que são apresentados pelo nome genérico e em ordem alfabética. As informações sobre os medicamentos foram descritas de modo a facilitar sua consulta pela equipe de saúde, sobretudo pelos profissionais que prescrevem e dispensam os mesmos. Estão estruturadas em itens e sub-itens da seguinte forma: DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome – genérico do fármaco DCB – Denominação Comum Brasileira - ou DCI – Denominação Comum Internacional Apresentação – existente na Farmácia Curitibana CLASSE TERAPÊUTICA De acordo com o uso na Farmácia Curitibana INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos – indicações gerais do medicamento Dosagem FARMÁCIA CURITIBANA Classificação de acordo com o uso na Farmácia Curitibana, quando específico
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Usos terapêuticos – quando o uso na Farmácia Curitibana é específico para uma ou mais indicações gerais Dosagem – padronizada nos protocolos e manuais da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba e do Ministério da Saúde; ALERTAS Precauções Contra-indicações Efeitos adversos – os mais freqüentes e/ou graves Interações – principais interações medicamentosas Gravidez – classificação de risco teratogênico de acordo com a Food

and Drug Administration (FDA)
Lactação – informações sobre a excreção no leite materno, a possibilidade de uso e a segurança do medicamento durante a lactação Via de excreção principal Aspectos legais – de acordo com a Portaria 344/98 do Ministério da Saúde ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Principais orientações ao usuário, durante a administração do medicamento, como horário de tomada, ingestão com ou sem alimentos, cuidados ao executar atividades que exijam atenção, interrupção do tratamento entre outras. Encontram-se em anexo informações sobre a classificação dos medicamentos, de acordo com a indicação de uso na Farmácia Curitibana assim como a classificação de risco de teratogenicidade.

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Medicamentos
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ABACAVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Abacavir – ABC DCI: Abacavir Apresentação: Comprimidos 300 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral de HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da transcriptase reversa análogo de nucleosídeo

A B C

Dosagem: Crianças: < de 3 meses: Uso não aprovado. > de 3 meses e adolescentes: 8 mg/kg/dose, VO, de 12/12 h, até o máximo de 300 mg, de 12/12 h. Adultos: 300 mg, VO, de 12/12 h. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência hepática ou renal. Não reiniciar o fármaco após ocorrência de hipersensibilidade pelo risco de reação potencialmente fatal. Risco de acidose láctica fatal, hepatomegalia com esteatose nos pacientes com doenças hepáticas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Reações de hipersensibilidade, náusea, vômito, diarréia, anorexia, dores abdominais, letargia, fadiga, cefaléia, insônia, tosse, dispnéia, pancreatite, acidose láctica, elevação de AST, ALT, amilase, bilirrubinas e CPK. Interações: Não foram relatadas interações. O etanol reduz sua eliminação. Gravidez: Categoria C. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Fecal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Ressaltar a importância do cumprimento dos horários de tomada. Na presença de sintomas de hipersensibilidade, procurar imediatamente um serviço médico.

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A B C

ACICLOVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Aciclovir DCB: Aciclovir Apresentação: Comprimidos 200 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA Antiviral

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento inicial e prevenção de recorrência de herpes simples (HSV - Herpes simplex virus), herpes zoster e varicela (VZV –Varicella-zoster virus). 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS

Dosagem: Crianças < de 1 ano: Uso não recomendado. > de 1 ano: Varicela e herpes zoster (VZV): Tratamento: 80 mg/kg/dia, VO, 5 vezes ao dia, durante 10 dias. Profilaxia: 80 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, do 9º ao 14º dia da exposição. Herpes simples (HSV): 80 mg/kg/dia, VO, 5 vezes ao dia, durante 10 dias. Adultos: Herpes zoster e varicela (VZV): Tratamento: 800 mg, VO, de 4/4 h, durante 7 a 10 dias. Profilaxia: 400 mg, VO, de 4/4 h, durante 7 a 10 dias. Herpes genital (HSV): Tratamento: 200 mg, VO, de 4/4 h, durante 10 dias, num episódio inicial, ou durante 5 dias, em episódios recorrentes. Nos casos de proctite herpética, 400 mg, VO, de 4/4 h, durante 10 dias ou até resolução clínica. Profilaxia: 400 mg, VO, de 6/6 h. Quadros recorrentes (≥ 6 episódios/ano): 400 mg, de 12/12 h, durante 6 a 12 meses (avaliar tratamento). Ajuste de dose: Insuficiência renal, pacientes em diálise, idosos e obesos. 5. ALERTAS Precauções: A segurança e a eficácia em crianças menores de dois anos não foi determinada. Pacientes com distúrbios renais, hepáticos ou neurológicos, desequilíbrio eletrolítico, hipóxia, uso concomitante com agentes nefrotóxicos. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Erupção cutânea, anorexia, vômito, diarréia, dor abdominal, letargia, convulsão, tontura, confusão mental, agitação, coma, cefaléia, tremor, alucinação, insônia, depressão, anemia, leucopenia, trombocitopenia e elevação das transaminases. Interações: Zidovudina, ácido valpróico, fenitoína, vacinação recente contra varicela, micofenolato mofetil. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Aumentar a ingestão de líquidos. Evitar contato sexual durante a manifestação herpética genital.

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ACICLOVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Aciclovir DCB: Aciclovir Apresentação: Creme dermatológico 5% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de herpes simples (HSV - Herpes simplex virus), herpes zoster e varicela (VZV –Varicella-zoster virus). 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Antiviral

A B C

Dosagem: Cobrir a região afetada, 4 a 6 vezes ao dia, durante 10 dias. 5. ALERTAS Precauções: A segurança e a eficácia em crianças menores de dois anos não foi determinada. Pacientes com distúrbios renais, hepáticos ou neurológicos, desequilíbrio eletrolítico, hipóxia, uso concomitante com agentes nefrotóxicos. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Sensação de queimação, ressecamento, eritema, prurido ou ardor local. Interações: Zidovudina, ácido valpróico, fenitoína, vacinação recente contra varicela, micofenolato mofetil. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não aplicar o creme nos olhos ou mucosas. Utilizar luvas ou dedeiras, lavando as mãos antes e após cada aplicação. Evitar contato sexual durante a manifestação herpética genital.

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A B C

ÁCIDO ACETILSALICÍLICO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ácido Acetilsalicílico DCB: Ácido Acetilsalicílico Apresentação: Comprimidos 100 mg e 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Dor leve a moderada, incluindo dismenorréia; doenças reumáticas e outros distúrbios musculoesqueléticos; febre; enxaqueca; doenças cerebrovasculares; infarto do miocárdio. Dosagem: Crianças: Analgésico e antipirético: 40 a 60 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h; não exceder 60 a 80 mg/kg/dia. Dose máxima diária de 3.600 mg. Antiinflamatório: Dose inicial de 60 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h; aumentar até 100 mg/kg/dia, VO, de 6/ 6 ou 8/8 h. Dose máxima diária de 3.600 mg. Antiagregante plaquetário: 1 a 2 mg/kg/dia, VO. Adolescentes e adultos: Analgésico e antipirético: 300 a 900 mg, VO, de 4/4 ou 6/6 h. Dose máxima diária de 4.000 mg. Antiinflamatório: 1.000 a 1.500 mg, VO, de 6/6 h. Dose máxima diária de 6.000 mg. Antiagregante plaquetário: Profilaxia: 75 a 150 mg/dia, VO. Tratamento: 150 a 300 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Insuficiência renal ou hepática. 4. ALERTAS Precauções: Asma e estados alérgicos, insuficiência renal ou hepática, período pós-cirúrgico (risco de hemorragias), idosos, deficiência de GFDH, desidratação, hipertensão arterial não controlada. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e outros AINEs; crianças e adolescentes com febre, desidratação ou com suspeita de quadro viral (risco de Síndrome de Reye); ulceração gastrintestinal ativa; hemofilia e outros distúrbios de coagulação; gota. Efeitos adversos: Náusea, dispepsia, ulceração gastrintestinal com sangramento oculto, outros quadros hemorrágicos (incluindo subconjuntival), tinito, vertigen, confusão mental, reações de hipersensibilidade, aumento do tempo de sangramento, edema, miocardite, trombocitopenia. Interações: Acetazolamida, ácido valpróico, alendronato, antiácidos, anticoagulantes, antiinflamatórios esteróides e não esteróides, ativadores de plasminogênio recombinante, bloqueadores de canais de cálcio, cálcio, capsaicina, clorpropamida, espironolactona, etanol, fenindiona, furosemida, glibenclamida, IECA, insulina, metotrexato, nitroglicerina, probenecida, quinidina, sufinpirazona, tolbutamida, vacina contra varicela. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Tomar com comida, leite ou bastante água. Não ingerir bebidas alcoólicas. Antiinflamatório não esteróide; analgésico; antipirético; antiagregante plaquetário

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ÁCIDO FÓLICO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ácido Fólico DCB: Ácido Fólico Apresentação: Comprimidos 5 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA Antianêmico

A B C

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Estados de deficiência de folato (anemia megaloblástica), gestação e lactação, prevenção de defeitos do tubo neural na gestação, hiperhomocisteinemia. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental

Usos terapêuticos: Estados de deficiência de folato no alcoolismo. Dosagem: 5 mg, VO, 3 vezes ao dia, durante 30 dias. Ajuste de dose: Idosos e pacientes em diálise. 5. ALERTAS Precauções: Pode mascarar deficiência de vitamina B12. Contra-indicações: Anemia perniciosa ou megaloblástica causadas por deficiência de vitamina B12. Efeitos adversos: Desconforto gastrintestinal, gosto amargo na boca, distúrbios do sono, irritabilidade, comportamento psicótico, convulsão, reações alérgicas dermatológicas, depleção de zinco. Interações: Fenitoína, pirimetamina. Gravidez: Categoria A. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal.

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A B C

ÁCIDO FOLÍNICO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ácido Folínico DCB: Folinato Cálcico Apresentação: Suspensão oral extemporânea 2 mg/mL; Comprimidos 15 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Prevenção e tratamento de intoxicação pelos antagonistas do ácido fólico (metotrexato, trimetoprima, pirimetamina); anemia megaloblástica por deficiência de folatos. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana; Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Vitamina; antídoto contra antagonistas do ácido fólico

Usos terapêuticos: Profilaxia e tratamento de intoxicação pela pirimetamina utilizada na toxoplasmose gestacional, congênita e na co-infecção HIV/AIDS. Dosagem: Profilaxia: 0,5 a 5 mg, VO, de 12/12 h, administrado junto à pirimetamina. Tratamento: 5 a 15 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Insuficiência renal; desidratação; edema. 5. ALERTAS Precauções: Para a efetividade no tratamento de intoxicação por antagonista de ácido fólico, o ácido folínico deve ser empregado nas primeiras 24 horas após o início dos sintomas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco; anemia perniciosa ou megaloblástica causadas por deficiência de vitamina B12. Efeitos adversos: Hipereosinofilia, convulsão, hipocalcemia, tetania, soluço. Interações: Capecitabina, fenobarbital, fenitoína, fluorouracil, primidona. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Mães com HIV/ AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal.

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ÁCIDO TRICLOROACÉTICO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ácido Tricloroacético DCB: Ácido Tricloroacético Apresentação: Solução aquosa 80% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Verrugas, condilomas genitais, queratoses actínicas, lesões hiperpigmentadas na face, remoção de tatuagens. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Adstringente; agente dermatológico cáustico

A B C

Usos terapêuticos: Cauterização de verrugas e condilomas. Dosagem: Aplicar pequena quantidade, somente na área a ser tratada. Após formação de crosta branca, aplicar talco ou bicarbonato de sódio, para neutralizar o excedente aplicado. Repetir semanalmente, se necessário. Ajuste de dose: Para aplicação em lesões planas, diluir o produto em 25 a 50%. 5. ALERTAS Precauções: Proteger a região da pele limítrofe à lesão com uma pomada hidrófoba inerte (vaselina). Contra-indicações: O produto não deve ser ingerido. Efeitos adversos: Eritema, hipo ou hiperpigmentação, fotossensibilidade. Interações: Soluções alcalinas neutralizam seus efeitos cáusticos. Gravidez: dados não disponíveis. Lactação: Seguro.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

ÁCIDO VALPRÓICO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ácido Valpróico DCB: Ácido Valpróico Apresentação: Suspensão oral 50 mg/mL; Cápsulas 250 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento e prevenção de crises de ausência; convulsões parciais; convulsões parciais complexas; convulsões tônico-clônicas; convulsões mioclônicas e convulsões generalizadas; profilaxia de enxaquecas; episódios maníacos associados ao transtorno bipolar; estabilizador do humor. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Epilepsia na Infância; Programa de Saúde Mental Antiepiléptico; estabilizador do humor

Usos terapêuticos: Tratamento e prevenção de crises de ausência; convulsões parciais; convulsões parciais complexas; convulsões tônico-clônicas; convulsões mioclônicas e convulsões generalizadas; episódios maníacos associados ao transtorno bipolar; estabilizador do humor. Dosagem: Crianças: Dose inicial de 10 a 15 mg/kg/dia, VO; aumentar 5 a 10 mg/kg/dia semanalmente, de acordo com a necessidade e tolerância. Se a dose diária exceder 250 mg, fracionar em 8/8 ou 12/12 h. Dose máxima diária de 60 mg/kg. Adolescentes e adultos: Epilepsia: 600 a 2.500 mg/dia, VO, de 8/8 ou 12/12 h. Estabilizador do humor: Dose inicial de 250 mg/dia, VO; aumentar para 250 mg, VO, de 8/8 ou 12/ 12h, num período de 3 a 6 dias. A dose terapêutica varia de 1.200 a 1.500 mg/dia. 5. ALERTAS Precauções: Crianças menores de 2 anos (maior risco de hepatotoxicidade); disfunção hepática; pancreatite; monitorar função hepática durante os 6 primeiros meses de tratamento, especialmente em pacientes de risco; lupus; evitar retirada brusca do medicamento; o tempo de sangramento pode estar aumentado. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco; hepatopatias; porfirias. Efeitos adversos: Irritação gastrintestinal, náusea, aumento de apetite, ganho de peso, hiperamonemia, ataxia, tremor, alopécia, edema, disfunção hepática, insuficiência hepática fatal (principalmente em crianças menores de 2 anos), sedação, distúrbios de comportamento, pancreatite, leucopenia, pancitopenia, hipoplasia eritrocítica, trombocitopenia, inibição da agregação plaquetária, redução de fibrinogênio, irregularidades menstruais, amenorréia, demência, necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, vasculite. Interações: Aciclovir, amitriptilina, aspirina em uso crônico, carbamazepina, colestiramina, clomipramina, DHEA, eritromicina, fenitoína, GinKgo biloba, isoniazida, lamotrigina, lorazepam, mefloquina, nimodipino, fenobarbital, primidona, rifampicina, ritonavir, tiagabina, topiramato, zidovudina. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Gestação: Categoria D. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO No primeiro dia, administrar com alimento e depois ingerir com água, logo após a alimentação; as cápsulas não devem ser mastigadas. Efeito estabilizador do humor aparece 5 a 15 dias após o início do tratamento. A necessidade diária de carnitina pode estar aumentada pelo uso contínuo do medicamento.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ADRENALINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Adrenalina DCB: Cloridrato de Epinefrina Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 1 mg/mL (1:1.000) 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de broncoespasmo, hipotensão, choque, anafilaxia, choque anafilático, parada cardiorespiratória. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Simpatomimético

A B C

Dosagem: Atenção: Para via intravenosa, usar solução diluída 1:10.000 (1 mL da solução 1:1.000 de adrenalina em 9 mL de SF 0,9%). Crianças: Choque anafilático: 0,01 mg/kg (0,1 ml/kg de uma solução 1:10.000), IV, até o máximo de 0,3 mg (3 mL de uma solução 1:10.000); ou 0,01 mg/kg (0,01ml/kg de uma solução 1:1.000), SC ou IM, até a dose máxima de 0,3 mg (máximo de 0,3 mL de uma solução 1:1.000). Repetir, se necessário, mais duas vezes, a cada 15 a 20 minutos. Bradicardia e parada cardiorespiratória: 0,01 a 0,03 mg/kg (0,1 ml/kg de 1:10.000), IV ou IT, repetidos a cada 3 a 5 minutos, se necessário. Doses de 0,1 a 0,2 mg/kg (0,1 a 0,2 ml/kg de 1:1.000) podem ser administradas por via IT ou IC. Broncoespasmo: 0,01 mg/kg (0,01 ml/kg de 1:1.000), SC, até 3 doses, a cada 20 minutos, se necessário. A maior dose não deve ultrapassar 0,3 mg. Adultos: Choque anafilático: 0,5 mg (0,5 mL de 1:1.000), IM, ou 0,5 mg (5 mL de 1:10.000), IV lenta (1 mL/minuto); repetir a cada 5 minutos, se necessário. Parada cardiorespiratória: 1 mg (10 mL de uma solução 1:10.000), IV; repetir a cada 3 a 5 minutos, se necessário; ou 2 mg a 2,5 mg, via IT. Broncoespasmo: 0,2 mg a 0,5 mg (0,2 – 0,5 mL de 1:1.000), SC, até 3 doses, a cada 20 minutos, se necessário. 5. ALERTAS Precauções: Angina, doença cardiovascular, insuficiência cerebrovascular, arritmia, doença pulmonar crônica, Diabetes mellitus, idoso, hipertensão, hipertireoidismo, hipersensibilidade aos simpatomiméticos. Contra-indicações: Dilatação cardíaca, insuficiência coronariana, anestesia por halotano ou ciclopropano, dano cerebral orgânico, injeção intra-arterial do fármaco, trabalho de parto, glaucoma de ângulo estreito. Efeitos adversos: Ansiedade, tremor, taquicardia, extremidades frias, náusea, vômito, cefaléia, sudorese, fraqueza, tontura, hiperglicemia; em altas doses pode causar arritmia, hemorragia cerebral, edema pulmonar. Interações: Betabloqueadores, IMAO, diidroergotamina, entacapona, guanetidina, halotano, antidepressivos tricíclicos, zotepina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

AMINOFILINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Aminofilina DCB: Aminofilina Apresentação: Solução oral 10 mg/gota; Comprimidos 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Asma, broscoespasmo reversível associado a outras patologias pulmonares, edema agudo de pulmão. Dosagem: Crianças: A partir de 1 ano de idade a dose inicial é de 15 mg/kg/dia, VO, de 8/8 h; aumentar a dose em 25% a cada 3 dias. Dose máxima diária de acordo com a faixa etária: De 1 a 9 anos: 24 mg/kg. De 9 a 12 anos: 20 mg/kg. De 12 a 16 anos: 18 mg/kg. > de 16 anos: 13 mg/kg. Adultos: 100 a 200 mg, VO, de 6/6 h ou 8/8 h. Ajuste de dose: Insuficiência hepática, diálise, ICC, cor pulmonar, febre, obesidade, tabagismo. 4. ALERTAS Precauções: Doença cardíaca, hipertensão, hipertireoidismo, úlcera péptica, refluxo gastroesofagiano, epilepsia, hipoproteinemia, enxaqueca. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, porfiria. Efeitos adversos: Irritação gastrintestinal, irritabilidade, ansiedade, tremor, palpitação, cefaléia, insônia, tontura, reações alérgicas dermatológicas, aumento da diurese. Interações: Adenosina, alopurinol, azitromicina, benzodiazepínicos, barbitúricos, carbamazepina, cimetidina, ciprofloxacino, enoxacina, diltiazem, dissulfiram, efedrina, eritromicina, etinilestradiol, etintidina, fluvoxamina, fenitoína, halotano, idrocilamida, imipenem, interferon (alfa-2-A e alfa-2-B), ipriflavona, isoproterenol, cetamina, lítio, mestranol, mexiletina, moricizina, nilutamida, norelgestromina, noretindrona, norfloxacino, norgestrel, pancurônio, paroxetina, perfloxacino, pentoxifilina, ácido pipemídico, piperina, propafenona, propranolol, prulifloxacino, rifocina, riluzol, ritonavir, ropivacaína, Hypericum perforatum, sulfinpirazona, tacrina, tacrolimus, tiabendazol, ticlopidina, tabaco, troleandomicina, verapamil, viloxazina, zafirlucast, zileutono. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal. Antiasmático

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

AMINOFILINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Aminofilina DCB: Aminofilina Apresentação: Injetável – ampolas 10 mL – 24 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Asma, broscoespasmo reversível associado a outras patologias pulmonares, edema agudo de pulmão. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Inteno na Unidade de Saúde Antiasmático

A B C

Dosagem: Crianças: Dose inicial de 6 mg/kg, IV, diluídos em 25 a 50 mL de SF 0,9%, infundidos em 20 a 30 minutos. Dose de manutenção de 5 mg/kg, IV, de 6/6 h, diluídos e administrados como descrito anteriormente. Adultos: 6 mg/kg (240 a 480 mg), IV, diluídos em 25 a 50 mL de SF 0,9%, infundidos em 30 minutos, de 12/12 h. Ajuste de dose: Caso o paciente tenha recebido aminofilina nas últimas 4 a 6 horas antes da dose de ataque, esta deve ser reduzida para 3 mg/kg; insuficiência hepática, idoso, diálise, ICC, cor pulmonar, febre, obesidade, tabagismo. 5. ALERTAS Precauções: Doença cardíaca, hipertensão arterial, hipertireoidismo, úlcera péptica, epilepsia. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, porfiria. Efeitos adversos: Fibrilação atrial, bradicardia, palpitação, síncope, parada cardíaca, taquicardia, hemorragia intracraniana, convulsão, agitação, irritabilidade, nervosismo, ansiedade, depressão, isquemia cerebral, episódio febril agudo, distúrbio gastrintestinal, aumento da diurese, reações alérgicas dermatológicas, síndrome de Stevens-Johnson. Interações: Adenosina, alopurinol, azitromicina, benzodiazepínicos, barbitúricos, carbamazepina, cimetidina, ciprofloxacino, enoxacina, diltiazem, dissulfiram, efedrina, eritromicina, etinilestradiol, etintidina, fluvoxamina, fenitoína, halotano, idrocilamida, imipenem, interferons alfa-2-A e 2-B, ipriflavona, isoproterenol, cetamina, lítio, mestranol, mexiletina, moricizina, nilutamida, norelgestromina, noretindrona, norfloxacino, norgestrel, pancurônio, paroxetina, pefloxacino, pentoxifilina, ácido pipemídico, piperina, propafenona, propranolol, prulifloxacino, rifocina, riluzol, ritonavir, ropivacaína, Hypericum perforatum, sulfimpirazona, tacrina, tacrolimus, tiabendazol, ticlopidina, tabaco, troleandomicina, verapamil, viloxazina, zafirlucast, zileutono. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

AMITRIPTILINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Amitriptilina DCB: Cloridrato de Amitriptilina Apresentação: Comprimidos 25 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Depressão moderada a severa, profilaxia da enxaqueca, cefaléia tensional, fibromialgia, dor neuropática, prevenção de ataques de pânico, bulimia, enurese. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Antidepressivo tricíclico

Usos terapêuticos: Depressão moderada a severa. Dosagem: Adolescentes e idosos: 25 a 50 mg/dia, VO, em dose única ao deitar ou fracionada durante o dia. Dose máxima diária de 100 mg. Adultos: Dose inicial de 25 mg/dia, VO; aumentar 25 mg/dia, a cada 2 ou 3 dias, até atingir a dose terapêutica de 75 a 150 mg/dia. A retirada deve ser lenta, reduzindo a dose diária cerca de 25 mg/ mês. Dose máxima diária de 300 mg. Ajuste de dose: Em pacientes hospitalizados, a dose de ataque poderá chegar a 200 a 300 mg/dia. 5. ALERTAS Precauções: Doença cardíaca, epilepsia, insuficiência hepática, doenças da tireóide, feocromocitoma, mania, psicose, glaucoma de ângulo estreito, retenção urinária, tratamento eletroconvulsivo, evitar retirada abrupta, anestesia. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infarto do miocárdio recente, arritmia, fase maníaca do transtorno bipolar, doença hepática severa, crianças, porfiria. Efeitos adversos: Sedação, boca seca, visão borrada, constipação, náusea, dificuldade de micção, alterações no ECG, arritmia, hipotensão postural, taquicardia, síncope, sudorese, tremor, reações alérgicas dermatológicas, distúrbios de comportamento, hipomania, confusão, disfunção sexual, alterações da glicemia, aumento de apetite, ganho de peso, dilatação testicular, ginecomastia, galactorréia, convulsão, distúrbios do movimento, discinesia, febre, agranulocitose, leucopenia, eosinofilia, púrpura, trombocitopenia, hiponatremia, alterações das provas de função hepática. Interações: Anticoagulantes orais, anfetaminas, amprenavir, anisindiona, bepridil, betanidina, carbamazepina, cimetidina, cisaprida, clonidina, IMAO, diazepam, anti-histamínicos, dissulfiram, dofetilida, enflurano, fluconazol, ISRS, fenitoína, furazolidona, quinolonas, guanadrel, guanetidina, halofantrina, ibutilida, levometadil, nefazodona, nefopam, pimozida, propafenona, quinidina, riluzol, ritonavir, s-adenosilmetionina, salmeterol, sotalol, Hypericum perforatum, simpatomiméticos de ação direta, tramadol, ácido valpróico, varfarina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; ação desconhecida sobre o concepto. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não interromper abruptamente o tratamento.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

AMOXICILINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Amoxicilina DCB: Amoxicilina Apresentação: Suspensão oral 50 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções do trato urinário, infecções do trato respiratório superior, bronquite, pneumonia, otite média, abscesso dental, osteomielite, doença de Lyme, profilaxia da endocardite, profilaxia pósesplenectomia, infecções ginecológicas, gonorréia, erradicação de Helicobacter pylori. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Crescendo com Saúde Antimicrobiano

A B C

Usos terapêuticos: Infecções respiratórias agudas na infância. Dosagem: Crianças: < de 3 meses: 30 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. > de 3 meses a 40 kg: 30 a 50 mg/kg/dia, VO, de 8/8 h. > de 40 kg: 250 a 500 mg, VO, de 8/8 h, podendo ser aumentada de acordo com a gravidade da infecção. Dose máxima diária: 1.500 mg. Ajuste de dose: Insuficiência renal severa, diálise. 5. ALERTAS Precauções: História de reação alérgica às penicilinas e cefalosporinas; disfunção ou imaturidade renal; diarréia. Contra-indicações: Hipersensibilidade às penicilinas; mononucleose infecciosa. Efeitos adversos: Náusea, vômito, diarréia, rash cutâneo, urticária, angioedema, anafilaxia, reação do tipo doença do soro, anemia hemolítica, nefrite intersticial, colite pseudomembranosa, neutropenia, trombocitopenia, distúrbios de coagulação, agranulocitose, convulsão (altas doses). Interações: Aminoglicosídeos, antibióticos bacteriostáticos, metotrexato. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

AMIXICILINA + CLAVULANATO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Amoxicilina + Clavulanato DCB: Amoxicilina + Clavulanato de Potássio Apresentação: Suspensão oral 50 mg/mL de Amoxicilina + 12,5 mg/mL de Clavulanato de Potássio 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções por bactérias produtoras de betalactamase, incluindo as do trato respiratório, geniturinário, infecções abdominais, mordeduras de animais, infecções dentais severas e profilaxia cirúrgica. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Crescendo com Saúde Antimicrobiano

Usos terapêuticos: Infecções respiratórias agudas na infância. Dosagem (baseada no componente amoxicilina): Crianças: < de 3 meses: 30 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. > de 3 meses a 40 kg: 30 a 50 mg/kg/dia, VO, de 8/8 h. > de 40 kg: 250 a 500 mg, VO, de 8/8 h, podendo ser aumentada de acordo com a gravidade da infecção. Ajuste de dose: Insuficiência renal grave, diálise. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência renal ou hepática graves, colite pseudomembranosa. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos fármacos e às penicilinas; história prévia de icterícia e disfunção hepática induzidas pelo medicamento, mononucleose infecciosa. Efeitos adversos: Náusea, vômito, diarréia, rash cutâneo, reação de hipersensibilidade incluindo urticária, angioedema, anafilaxia, reação do tipo doença do soro, anemia hemolítica, nefrite intersticial, colite pseudomembranosa, neutropenia, trombocitopenia, distúrbios de coagulação, convulsão (altas doses), hepatite, icterícia colestática, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, dermatite esfoliativa, manchas superficiais nos dentes. Interações: Aminoglicosídeos, antibióticos bacteriostáticos, metotrexato. Gestação: Categoria B. Lactação: Baixa excreção da amoxicilina; excreção do clavulanato desconhecida. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Melhor absorvido se ingerido no início das refeições. Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

AMPICILINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ampicilina DCB: Ampicilina Apresentação: Cápsulas 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções dos tratos gastrintestinal, geniturinário e respiratório causadas por microorganismos sensíveis. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Leptospirose; Programa Mãe Curitibana Antimicrobiano

A B C

Usos Terapêuticos: Tratamento de leptospirose e processos infecciosos na gestante. Dosagem: Adolescentes e adultos: Leptospirose: 1.000 mg, VO, de 6/6 h, durante 7 a 10 dias. Processos infecciosos em gestantes: Infecções respiratórias: 250 mg, VO, de 6/6 h, podendo ser aumentada de acordo com a gravidade. Infecções gastrintestinais ou geniturinárias: 500 a 1.000 mg, VO, de 6/6 h, durante no mínimo 10 dias. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 5. ALERTAS Precauções: História de hipersensibilidade às penicilinas, cefalosporinas. Contra-indicações: Hipersensibilidade às penicilinas, mononucleose infecciosa. Efeitos adversos: Náusea, vômito, diarréia, colite pseudomembranosa, reações alérgicas, anemia, trombocitopenia, púrpura, eosinofilia, leucopenia, agranulocitose; aumento de AST; candidíase vaginal, intestinal e oral; nefrite; hiperatividade, agitação, ansiedade, insônia, confusão mental, vertigem, alterações do comportamento. Interações: Alopurinol, tetraciclina, eritromicina, sulfonamidas, cloranfenicol, metrotexato, contraceptivos orais, probenicida. Gravidez: Categoria B. Lactação: Segurança não estabelecida; risco de sensibilização alérgica no lactente. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

AMPRENAVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Amprenavir – APV DCB ou DCI: Inexistente Apresentação: Cápsulas 150 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral de HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Dosagem: Crianças: < de 4 anos: Uso não recomendado. De 4 a 12 anos (até 50 kg): Solução oral: 22,5 mg/kg/dose, VO, de 12/12 h, ou 15 mg/kg/dose, de 8/8 h; dose máxima de 2.800 mg/dia. Cápsulas: 20 mg/kg/dose, VO, de 12/12 h, ou 15 mg/kg/dose, de 8/8 h; dose máxima de 2.400 mg/dia. Obs.: A cápsula não é equivalente, peso por peso, à solução oral. Adolescentes (acima de 50 kg): 1200 mg de APV, de 12/12 h. Adultos: 600 mg de APV, VO, duas vezes ao dia, associado a 100 mg de RTV, 2 vezes ao dia; ou 1200 mg de APV associado a 200 mg de RTV, 1 vez ao dia; ou 1200 mg de APV, 2 vezes ao dia. Ajuste de dose: Insuficiência hepática: 300 a 450 mg, VO, de 12/12 h. Não associar ao ritonavir. 5. ALERTAS Precauções: Alergia a outras sulfonamidas, doenças hepáticas, Diabetes mellitus, hemofilias A e B, pacientes de origem asiática, exacerbação dos distúrbios de coagulação relacionados à carência de vitamina K. Evitar suplementos com vitamina E (as formulações de amprenavir contêm altas doses de vitamina E que podem exacerbar os distúrbios de coagulação). A solução oral de amprenavir contém propilenoglicol, devendo ser evitada em pacientes alérgicos ao produto e em gestantes e crianças menores de 2 anos, pelo risco de acidose láctica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, crianças menores de 4 anos, gestantes e pacientes com insuficiência renal ou hepática. Efeitos adversos: Hemorragia espontânea em pacientes hemofílicos, cefaléia, parestesia, depressão, alterações de humor, hiperglicemia, hiperlipidemia, náusea, vômito, diarréia. Interações: Alcalóides do ergot, alho, amiodarona, antiácidos, antidepressivos tricíclicos, astemizol, bepridil, benzodiazepínicos, bloqueadores de canal de cálcio diidropiridínicos, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, contraceptivos orais combinados, dapsona, dexametasona, dissulfiram, dofetilida, Hypericum perforatum, estatinas, fentanila, fenitoína, fenobarbital, lidocaína, metronidazol, quinidina, rifampicina, sildenafil, sirolimus, tacrolimus, verapamil, varfarina. Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais: Didanosina: administrar com intervalo mínimo de uma hora. Efavirenz: diminui os níveis de APV. No adulto, quando associado ao RTV, a dose do APV pode ser reduzida para 600 a 750 mg, duas vezes ao dia. Ritonavir: aumenta os níveis de APV. No adutlo, utilizar 100 mg de RTV com 600 mg de APV. Delavirdina, nevirapina, indinavir, saquinavir e nelfinavir: evitar uso concomitante em crianças e adolescentes. Gravidez: Categoria C. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Fezes. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico Antiviral inibidor da protease

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não utilizar suplementos vitamínicos e contendo alho sem prescrição médica.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ATROPINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Atropina DCB: Sulfato de Atropina Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 0,25 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Envenenamento por organofosforados e carbamatos; pré-medicação anestésica; antiespasmódico; bradicardia. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Parassimpatolítico

A B C

Dosagem: Crianças: Envenenamento: 0,02 mg/kg/dose, IV ou IM, a cada 2 a 5 minutos, até sinais de melhora e/ou atropinização. A dose pode ser repetida após 1 a 4 horas, se necessário. Bradicardia: Dose inicial de 0,02 mg/kg, IV (variando usualmente entre 0,1 a 0,5 mg). Dose máxima de 1 mg para crianças e 2 mg para adolescentes pode ser repetida 5 minutos após a dose inicial. Adultos: Envenenamento: 1 a 4 mg, IV ou IM, a cada 5 a 10 minutos, até sinais de melhora e/ou de atropinização. Bradicardia: 0,03 mg/kg, IV (0,5 a 1 mg por dose, repetidos, a cada 3 a 5 minutos, se necessário. Ajuste de dose: Idoso. 5. ALERTAS Precauções: Crianças, idosos, doença pulmonar; neuropatia autonômica; doença hepática ou renal; ileostomizados, colostomizados; hipertireoidismo; doença coronariana, infarto do miocárdio, arritmia, ICC, hipertensão arterial; hipertrofia prostática; recém-nascidos (toxicidade por metilparabeno). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, glaucoma de ângulo estreito, doença obstrutiva gastrintestinal, colite ulcerativa, megacólon tóxico, uropatia obstrutiva, instabilidade cardiovascular por hemorragia aguda ou tireotoxicose, íleo paralítico ou atonia intestinal, Miastenia gravis. Efeitos adversos: Angina, arritmia, bloqueio AV, hipertensão arterial, desorientação, delírio, déficit de memória, coma, sedação, convulsão, porfiria, hipertermia, boca seca, regurgitação, íleo paralítico, diplopia, aumento da pressão intra-ocular, rubor facial, anafilaxia, ototoxicidade. Interações: Ambenônio, antidepressivos tricíclicos, neurolépticos fenotiazínicos, nitratos sublinguais, anticolinesterásicos. Gravidez: Categoria C. Lactação: Compatível.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

AZITROMICINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Azitromicina DCB: Azitromicina Apresentação: Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Otite média aguda; gonorréia; cancróide; pneumonia comunitária; doença pulmonar obstrutiva crônica associada à infecção, profilaxia e tratamento de infecções oportunistas da AIDS como as causadas pelo Mycobacterium avium complex (MAC), incluindo a micobacteriose atípica (Mycobacterium avium-intracellulare – MAI), doença inflamatória pélvica; infecções estafilocócicas (pele) e estreptocócicas. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Antimicrobiano macrolídeo

Usos terapêuticos: Profilaxia e tratamento de infecções oportunistas da AIDS. Dosagem: Crianças (dose máxima diária de 500 mg): MAI - HIV: Tratamento: 20 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h, associada ao etambutol, 15 a 20 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia, e à claritromicina, 15 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. Profilaxia primária: 20 mg/kg/dose, VO, 1 vez por semana. Profilaxia secundária contra recidivas (como 2ª escolha): 5 mg/kg/dia, VO (dose máxima de 250 mg), associada ao etambutol, 15 mg/kg/dia, VO (dose máxima de 900 mg). Criptosporidiose: 10 mg/kg/dia, VO, durante período indefinido. Adultos: MAC – HIV: Profilaxia: 1,2 g, VO, 1 vez por semana, associada à rifabutina, 300 mg/dia, VO. Monoterapia: 10 a 20 mg/kg/dia, VO, até no máximo 40 mg/kg/dia, se necessário. Tratamento combinado: 600 mg/dia, VO, associada ao etambutol, 15 mg/kg/dia, VO. 5. ALERTAS Precauções: Disfunção hepática; insuficiência renal ou hepática grave; arritmia ventricular. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou aos macrolídeos. Efeitos adversos: Trombocitopenia, palpitação, dor no peito, arritmia, Torsade de Pointes, cefaléia, tontura, náusea, vômito, dor abdominal, diarréia, alteração do paladar, descoloração da língua, prurido, rash cutâneo, urticária, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, Miastenia gravis, reações de hipersensibilidade incluindo febre, xerostomia, eritrodermia generalizada, oligúria. Interações: Alcalóides do ergot, antiácidos de alumínio e magnésio, ciclosporina, digoxina, disopiramida, fentanila, fenitoína, pimozida. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido; uso inseguro. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Biliar. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO O uso concomitante de antiácido reduz a absorção da azitromicina. Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

BECLOMETASONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Beclometasona DCB: Dipropionato de Beclometasona Apresentação: Aerossol – inalador oral – 250 mcg/unidade de dose 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Asma. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Crescendo com Saúde Antiinflamatório esteróide

A B C

Usos terapêuticos: Asma na infância. Dosagem: Crianças maiores de 6 anos: Uma inalação, 1 a 2 vezes ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Monitorar crescimento e desenvolvimento; risco de supressão adrenal durante a mudança de tratamento sistêmico para inalatório; candidíase; aspergilose; doenças virais; catarata; alterações da pressão intra-ocular e glaucoma. Contra-indicações: Status asmaticus ou episódio agudo de asma; hipersensibilidade ao fármaco ou a componentes da fórmula. Efeitos adversos: Retardo do crescimento; supressão adrenal; coriorretinopatia serosa central; candidíase e aspergilose orofaríngeas; alteração do paladar; disfonia; faringite; tosse; eosinofilia pulmonar infiltrativa; osteoporose; reações de hipersensibilidade. Interações: Não descritas. Via de excreção principal: Fezes. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Enxaguar a boca após a inalação.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

BECLOMETASONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Beclometasona DCB: Dipropionato de Beclometasona Apresentação: Spray – instilador nasal – 50 mcg/unidade de dose 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Rinite (alérgica ou não); polipose nasal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Crescendo com Saúde Antiinflamatório esteróide

Usos terapêuticos: Rinite alérgica na infância. Dosagem: Crianças maiores de 6 anos: 1 a 2 aplicações nasais, 2 vezes ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Monitorar crescimento e desenvolvimento; risco de supressão adrenal durante a mudança de tratamento sistêmico para tópico; candidíase; aspergilose; doenças virais; perfuração do septo nasal; catarata; alterações da pressão intra-ocular e glaucoma. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou aos componentes da fórmula. Efeitos adversos: Rinorréia, ataques de espirro, irritação nasal; perfuração do septo nasal; disfonia, supressão adrenal; candidíase e aspergilose nasofaríngea; coriorretinopatia serosa central; catarata; glaucoma; eosinofilia pulmonar infiltrativa; osteoporose; reações de hipersensibilidade; retardo no crescimento. Interações: Não descritas. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Fezes. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não dirigir o jato para o septo nasal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

BENZOATO DE BENZILA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Benzoato de Benzila DCB: Benzoato de Benzila Apresentação: Emulsão 25% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Escabiose; pediculose. Dosagem: Crianças: A emulsão deve ser diluída em 1:1. Escabiose: Aplicar na região afetada, após o banho, permanecendo por 24 horas (próximo banho). Repetir por 3 dias consecutivos. Pediculose: Aplicar na região afetada, após o banho, permanecendo por 24 horas (próximo banho). Repetir em 7 e 14 dias. Adultos: Escabiose: Aplicar na região afetada, após o banho, permanecendo por 24 horas (próximo banho). Repetir por 3 dias consecutivos. Pediculose: Aplicar na região afetada, após o banho, permanecendo por 24 horas (próximo banho). Repetir em 7 e 14 dias. 4. ALERTAS Precauções: Evitar o contato com os olhos e mucosas. Quando houver infecção secundária associada, tratá-la previamente. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao produto; inflamação e infecção de pele, escoriações. Efeitos adversos: Irritação local, dermatite de contato, reações de hipersensibilidade. Interações: Não descritas. Gravidez: Categoria B. Lactação: A amamentação deve ser interrompida quando o produto for aplicado nas mamas. Via de excreção principal: Não há absorção pela aplicação tópica. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não ingerir. Evitar o contato com os olhos e mucosas. Quando usado em crianças, diluir a emulsão na mesma quantidade de água (1:1). Antiparasitário

A B C

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A B C

BICARBONATO DE SÓDIO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Bicarbonato de Sódio DCB: Bicarbonato de Sódio Apresentação: Injetável 8,4% – ampolas 10 mL – 1 mEq/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Acidose metabólica e parada cardiorrespiratória prolongada. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Eletrólito

Dosagem: Crianças menores de 2 anos: Iniciar com 1 mEq/Kg, IV, e a seguir, 0,5 mEq/Kg a cada 10 minutos, se necessário. Usar solução 4,2% (diluir em solução fisiológica 1:1). Dose máxima diária de 8 mEq/Kg. Crianças maiores de 2 anos e adultos: Dose inicial de 1 mEq/Kg, IV; repetir 0,5 mEq/Kg, IV, a cada 10 minutos, se necessário. Ajuste de dose: Em maiores de 60 anos, a dose máxima diária não deve ultrapassar 8 g (96 mEq). 5. ALERTAS Precauções: Respeitar a velocidade de infusão de 1 mEq/Kg/min. Antes da administração, deve-se assegurar adequado suporte ventilatório e monitoramento contínuo do paciente. Contra-indicações: Alcalose metabólica ou respiratória, hipocalcemia. Efeitos adversos: Alteração da consciência, alterações metabólicas, aumento dos reflexos musculares, cálculo renal, cólica, distensão abdominal, dor no local da injeção, necrose do tecido muscular (extravasamento da injeção intravenosa), piora da insuficiência cardíaca, edema, tremor. Interações: Quinidina, anfetamina, efedrina, pseudoefedrina, simpatomiméticos, anorexígenos, mecamilamina, metenamina, salicilatos. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

BIPERIDENO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Biperideno DCB: Cloridrato de Biperideno Apresentação: Comprimidos 2 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Sintomas extrapiramidais induzidos por medicamentos; adjuvante na Doença de Parkinson. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Doença de Parkinson; Programa de Saúde Mental Antiparkinson; anticolinérgico central

A B C

Dosagem: Adultos: Iniciar com 1 mg, VO, 2 vezes ao dia, passando gradualmente a 2 mg, VO, 3 vezes ao dia. Dose máxima diária de 16 mg. 5. ALERTAS Precauções: Idosos, doença cardiovascular, insuficiência renal ou hepática, neuropatia autonômica, hipertireoidismo, ileostomia ou colostomia, hipertrofia prostática. Evitar conduzir veículos ou operar máquinas perigosas. Evitar retirada abrupta. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a outros anticolinérgicos, Miastenia gravis, glaucoma de ângulo estreito, doenças obstrutivas urinárias e gastrintestinais, atonia intestinal, esofagite de refluxo, colite ulcerativa, megacólon tóxico, instabilidade cardiovascular por hemorragia aguda. Efeitos adversos: Sonolência, boca seca, constipação, visão borrada, retenção urinária, taquicardia, arritmia, confusão mental, transtorno mental (altas doses). Interações: Procainamida, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos fenotiazínicos, anticolinesterásicos, nitratos. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não interromper abruptamente o tratamento. Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

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A B C

BIPERIDENO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Biperideno DCB: Lactato de Biperideno Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento sintomático de parkinsonismo arteriosclerótico, idiopático e pós-encefalíco e alívio de reações extrapiramidais induzidas por fármacos. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Doença de Parkinson; Programa de Saúde Mental Antiparkinson; anticolinérgico central

Dosagem: Crianças: Dose inicial de 0,04 mg/kg, IM; repetir, se necessário, a cada 30 minutos, até o máximo de 4 doses em 24 horas. Adultos: Dose inicial de 2mg, IM ou IV; repetir, se necessário, a cada 30 minutos, até o máximo de 4 doses em 24 horas. 5. ALERTAS Precauções: Idosos, crianças, doença cardiovascular, insuficiência renal ou hepática, neuropatia autonômica, hipertireoidismo, ileostomia ou colostomia, hipertrofia prostática. Evitar conduzir veículos ou operar máquinas perigosas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou outras drogas anticolinérgicas, Miastenia gravis, glaucoma de ângulo estreito, doenças obstrutivas urinárias e gastrintestinais, atonia intestinal, refluxo gastroesofageano, colite ulcerativa, megacólon tóxico, hemorragia aguda. Efeitos adversos: Agitação, confusão, euforia, boca seca, cicloplegia, midríase, taquicardia, retenção urinária, constipação, transtornos mentais, hipertermia, convulsão, bloqueio neuromuscular resultando em fraqueza ou paralisia. Interações: Antiarrítmicos (quinidina), antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos, fenotiazínicos, outros antipsicóticos e fármacos anticolinérgicos. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

BUDESONIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Budesonida DCB: Budesonida Apresentação: Spray nasal - 32 mcg/unidade de dose 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Rinites (alérgicas ou não); polipose nasal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Crescendo com Saúde Glicocorticóide

A B C

Usos terapêuticos: Rinite alérgica na infância. Dosagem: Crianças maiores de 6 anos: 2 doses em cada narina, 2 vezes ao dia, ou 4 doses em cada narina pela manhã. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência adrenal potencial e sintomas de retirada na transferência da terapia sistêmica para a tópica; monitorar o crescimento e desenvolvimento; infecções fúngicas ou virais; herpes simples ocular; catarata, glaucoma, alteração de pressão intra-ocular; úlceras septais, epistaxe recorrente e cirurgias recentes; síndrome de Cushing, hiperglicemia, glicosúria; descontinuar o produto em caso de irritação local; não aplicar nos olhos. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Nervosismo, cefaléia, insônia, distúrbios de comportamento nas crianças; retardo no crescimento; boca seca, náusea, alteração do paladar, dispepsia, candidíase orofaringo-esofágica; cataratas, alteração da pressão intra-ocular por aplicação inadvertida nos olhos; desenvolvimento de estrias nas regiões das articulações; epistaxe, tosse, faringite, dispnéia, crises de espirro, disfonia, pode mascarar estados alérgicos e sintomas da tuberculose; dermatite perinasal; osteoporose; reações de hipersensibilidade incluindo anafilaxia. Interações: Cetoconazol. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não dirigir o jato para o septo nasal. A melhora clínica da rinite deve surgir em 3 a 7 dias após o início do tratamento.

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A B C

CÁLCIO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Gluconato de Cálcio DCB: Gliconato de Cálcio Apresentação: Injetável 10% – ampolas 10 mL – 100 mg/mL – 90 mg de cálcio/g 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Hipocalcemia aguda ou crônica, tetania, hipermagnesemia, intoxicação por bloqueadores de canais de cálcio, em paradas cardíacas onde hipocalcemia ou hiperpotassemia estão presentes. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Suplemento mineral

Dosagem: Crianças: Diluir em soro glicosado 5% ou água destilada e infundir lentamente, em 10 a 30 minutos, com monitoramento da freqüência cardíaca (suspender se FC < 100 bpm). Hipocalcemia e hiperpotassemia: 50 a 100 mg/kg (0,5 a 1,0 ml/kg), IV lento (não exceder 5 mL/min). Repetir a dose, se necessário. Adultos: Parada cardíaca e intoxicação por bloqueadores de canais de cálcio: 500 a 800 mg, IV lento (não exceder 5 mL/min). Repetir após 10 minutos, se necessário. Hipocalcemia: A dose deve ser individualizada dentro da faixa de 500 a 2.000 mg, IV lento. Hipermagnesemia: 1.000 a 2.000 mg, IV lento. Ajuste de dose: Insuficiência renal e durante a diálise, de acordo com os níveis séricos de cálcio. 5. ALERTAS Precauções: Deve ser administrado somente por via IV e lentamente, para evitar síncope cardíaca; o paciente deve permanecer em repouso após a injeção, para evitar tonturas; pode ocorrer aumento da pressão arterial em pacientes idosos ou hipertensos e elevação da temperatura corporal. Contra-indicações: Fibrilação ventricular durante ressuscitação cardíaca, hipercalcemia, intoxicação por digitálicos. Efeitos adversos: Trombose venosa, arritmia, hipertensão arterial, letargia, fraqueza muscular. Interações: Digitálicos, aminoglicosídeos, diuréticos tiazídicos, verapamil. Gravidez: Categoria C. Lactação: Seguro. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

CAPTOPRIL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Captopril DCB: Captopril Apresentação: Comprimidos 25 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Hipertensão arterial sistêmica; Insuficiência cardíaca. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Atenção à Hipertensão Arterial Sistêmica Anti-hipertensivo inibidor da enzima conversora de angiotensina

A B C

Dosagem: Hipertensão: Monoterapia: Dose inicial de 12,5 mg, VO, de 12/12 h; dose de manutenção de 25 a 50 mg, VO, de 12/12 h. Dose máxima diária de 450 mg, na hipertensão severa. Associado a diuréticos: Dose inicial de 12,5 mg, VO, em dose única ao deitar; dose de manutenção de 25 a 50 mg, VO, de 12/12 h. Insuficiência Cardíaca Congestiva: Dose teste de 6,25 a 12,5 mg, VO, de 8/8 h; dose usual de 25 a 100 mg, VO, de 8/8 h. Dose máxima diária de 450 mg. Obs.: Soluções extemporâneas de captopril podem ser preparadas para tratamento de ICC em crianças. Ajuste de dose: Insuficiência renal, diálise. 5. ALERTAS Precauções: Risco de anafilaxia na aférese lipídica e na dessensibilização aos himenópteros, angioedema, estenose aórtica, estenose de artéria renal, tosse, disfunção hepática, neuropatia autonômica do Diabetes mellitus, hiperpotassemia > 5,5 mEq/mL, hipotensão, neutropenia, insuficiência renal, anestesia cirúrgica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e a outros IECA, insuficiência renal com anúria; angioedema idiopático hereditário. Efeitos adversos: Hipotensão severa, insuficiência renal, disfunção sexual masculina, angioedema, rash cutâneo, tosse seca persistente, sintomas inflamatórios de trato respiratório superior; pancreatite, náusea, vômito, dispepsia, diarréia, constipação, alteração das provas de função hepática, icterícia colestática, hepatite, distúrbios de coagulação, leucopenia, neutropenia, anemia hemolítica; cefaléia, tontura, fadiga, alteração do paladar, parestesia, broncoespasmo, febre, serosite, vasculite, mialgia, artralgia, positivação de anticorpos antinucleares, aumento da velocidade de hemossedimentação, eosinofilia, leucocitose, fotossensibilidade. Interações: Alopurinol, antiácidos, aspirina, azatioprina, bipuvacaína, capsaicina, clorpromazina, ciclosporina, interferon alfa–2-A, sulfato ferroso, lítio, diuréticos de alça, efedrina, nesiritida, suplementos de potássio, diuréticos poupadores de potássio, diuréticos tiazídicos. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar uma hora antes ou duas horas após as refeições.

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A B C

CARBAMAZEPINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Carbamazepina DCB: Carbamazepina Apresentação: Suspensão oral 20 mg/mL; Comprimidos 200 mg e 400 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Convulsões parciais e tônico-clônicas generalizadas; neuralgia do trigêmio; transtorno bipolar, desintoxicação em alcoolismo. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Epilepsia; Programa de Saúde Mental Antiepiléptico; estabilizador do humor

Dosagem: Crianças: < de 6 anos: 10 a 20 mg/kg/dia, VO, de 6/6, 8/8 ou 12/12 h. Dose máxima diária de 35 mg/kg. > de 6 anos: Dose inicial de 100 mg, VO, de 12/12 h (comprimidos), ou 50 mg, VO, de 6/6 h (suspensão); aumentar 100 mg/dia a cada semana, até obter resposta clínica efetiva. Dose de manutenção de 400 a 800 mg/dia. Dose máxima diária de 1.000 mg. Adolescentes e adultos: 200 mg, VO, 2 vezes ao dia (comprimidos), ou 100 mg, VO, 4 vezes ao dia (suspensão). Aumento gradativo de 200 mg/dia semanalmente até resposta clínica efetiva. A dose de manutenção é de 800 a 1.000 mg/dia. Dose máxima diária de 1.200 mg. 5. ALERTAS Precauções: Disfunção hepática ou renal; risco de convulsão rebote; idosos; crise de ausência atípica; pressão intra-ocular elevada; transtorno mental latente; antecedentes de lesão cardíaca, hematotoxicidade ou reações de hipersensibilidade induzida por fármacos. Solicitar hemograma completo antes da prescrição. Avaliar função hepática, colesterol e natremia eventual. Retirar a medicação gradativamente. Interromper o uso se ocorrer reação alérgica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou à imipramina, bloqueio AV, doenças hematológicas, insuficiência hepática ou doença hepática ativa, uso concomitante com IMAO. Efeitos adversos: Bradicardia, alterações do ECG, diarréia, epigastralgia, náusea, vômito, dor abdominal, hepatotoxicidade; prostatismo; ataxia, diplopia, tontura, sonolência; prurido, rash cutâneo, fotossensibilidade, dermatite esfoliativa; agranulocitose, anemia aplástica, leucocitose, eosinofilia, leucopenia, plaquetopenia e pancitopenia; hipotireoidismo, síndrome de secreção inadequada de ADH, alopécia, síndrome de Stevens-Johnson; nistagmo, tremores finos, disartria; aumento do apetite e ganho de peso, hiponatremia, hipercolesterolemia. indutor enzimático; Interações: Anticoagulantes cumarínicos ou derivados indandiônicos, anticonvulsivantes, barbituratos, hidantoínas, succinimida, clonazepam, primidona, ácido valpróico, haloperidol, primozida, loxapina, maprotilina, molindona, fenotiazinas, tioxantenos, cimetidina, claritromicina, contraceptivo oral contendo estrogênio, estrogênio, quinidina, costicosteróides, diltiazem, verapamil, eritromicina, isoniazida, IMAO, propoxifeno, risperidona. Gravidez: Categoria D. Avaliar risco/benefício. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Guardar em local seco pois a umidade reduz a atividade do fármaco em 30%. Administrar os comprimidos com alimentos. No caso da suspensão, não ingerir com outros medicamentos líquidos ou diluentes. Não interromper o uso abruptamente.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

CEFALEXINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cefalexina DCB: Cefalexina Apresentação: Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções bacterianas causadas por microorganismos sensíveis ao fármaco. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana Antimicrobiano cefalosporínico

A B C

Usos terapêuticos: Gestantes com infecção geniturinária causada por microorganismos resistentes à ampicilina. Dosagem: 500 mg, VO, de 6/6 h, durante 7 a 10 dias. Obs.: Para o tratamento das infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a duração do tratamento é de no mínimo 10 dias. Ajuste de dose: Disfunção renal. 5. ALERTAS Precauções: Hipersensibilidade às penicilinas, colite pseudomembranosa. Contra-indicações: História de hipersensibilidade à cefalexina ou cefalosporinas. Efeitos adversos: Neutropenia, eosinofilia, diplopia, cefaléia, convulsão, psicose, náusea, vômito, diarréia, desconforto abdominal, colite pseudomembranosa, candidíase genital, elevação das enzimas hepáticas, rash cutâneo, urticária, dermatite, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, reações de hipersensibilidade incluindo hipertermia. Interações: Aminoglicosídeos, colestiramina. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

CETOCONAZOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cetoconazol DCB: Cetoconazol Apresentação: Comprimidos 200 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de candidíase oral, esofagiana, cutânea e vulvovaginal, dermatofitose, onicomicose, pitiríase versicolor, histoplasmose, esporotricose, paracoccidioidomicose; 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Antifúngico

Dosagem: 200 a 800 mg/dia, VO, por um período mínimo de 10 dias. Ajuste de dose: Insuficiência hepática. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência hepática; precipitação de insuficiência adrenal; na presença de acloridia. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Náusea, vômito, dor abdominal, cefaléia, rash cutâneo, urticária, prurido, angioedema, trombocitopenia, parestesia, fotofobia, tontura, alopécia, ginecomastia, oligospermia, hepatotoxicidade severa. Interações: Antiácidos, antiulcerosos, alprazolam, anticoagulantes cumarínicos, astemizol, bloqueadores de canais de cálcio, budesonida, cálcio, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, delavirdina, estatinas hipolipidemiantes, fentanila, fitofármacos hepatotóxicos, indinavir, isoniazida, levometadil, metilprednisolona, nevirapina, pimozida, prednisolona, prednisona, quetiapina, quinidina, rifabutina, rifampina, ritonavir, sirolimus, sildenafil, tacrolimus, tolbutamida, tretionina, triazolam, trimetrexato, varfarina, zolpidem. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido; uso inseguro. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Biliar. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Evitar uso concomitante de antiácidos para não prejudicar a absorção. Administrar com 240 mL de suco de laranja ou refrigerante.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

CICLOPENTOLATO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ciclopentolato DCB: Cloridrato de Ciclopentolato Apresentação: Solução oftálmica 1% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Indução de midríase e cicloplegia em diagnósticos e condições pré e pós-operatórias, tratamento da uveíte, profilaxia de sinéquias posteriores. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Visão Saudável Parassimpatolítico

A B C

Dosagem: Crianças menores de 2 anos: Uma gota, em cada olho, de solução 0,5% (diluir 1:1). Crianças maiores de 2 anos e adultos: Uma gota, em cada olho; repetir após 5 a 10 minutos, se necessário. 5. ALERTAS Precauções: Fotossensibilidade e visão borrada após o procedimento, comprometendo a acuidade visual. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou outras drogas anticolinérgicas, Miastenia gravis, glaucoma de ângulo estreito, paralisia espástica em crianças, pressão intra-ocular elevada, lesão cerebral ou Síndrome de Down. Efeitos adversos: Vasodilatação, taquicardia, visão borrada, aumento da pressão intra-ocular, irritação local, dermatite, eritema, ataxia, distúrbios do comportamento, psicose, alucinação, hipertermia, cansaço, astenia, alteração da fala, dispepsia, boca seca, sonolência. Interações: Hioscina, atropina, escopolamina, cisaprida, procainamida, carbacol, pilocarpina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não dirigir após o procedimento.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

CIMETIDINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cimetidina DCB: Cimetidina Apresentação: Comprimidos 200 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Ulceração gástrica ou duodenal benigna, esofagite de refluxo, síndrome de Zollinger-Ellison, hiperacidez gástrica. Dosagem: Ulceração gástrica ou duodenal benigna: 800 mg/dia, VO, ao deitar, ou 400 mg, VO, de 12/12 h. O período de tratamento varia de 4 semanas, nas úlceras duodenais, 6 semanas, nas úlceras gástricas, a 8 semanas, nas úlceras induzidas por AINEs. Doses de 400 mg, VO, de 6/6 h, podem ser necessárias nas úlceras por estresse. A dose de manutenção é de 800 mg, em dose única ao deitar, ou 400 mg de 12/12 h. Dose máxima diária de 2.400 mg. Esofagite de refluxo: 400 mg, VO, de 6/6 h ou 800 mg, de 12/12 horas, durante 4 a 8 semanas. Síndrome de Zollinger-Ellison: 400 mg, VO, de 6/6h. Ajuste de dose: Insuficiência renal, idoso. 4. ALERTAS Precauções: Insuficiência hepática ou renal, insuficiência cardíaca (altas doses). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Distúrbio gastrintestinal, alteração das provas de função hepática, cefaléia, tontura, rash cutâneo, cansaço, confusão mental em idosos, bradicardia, bloqueio atrioventricular, agranulocitose, trombocitopenia, impotência, ginecomastia, reações de hipersensibilidade incluindo hipertermia e artralgia. Interações: Alprazolam, antidepressivos tricíclicos, antifúngicos azólicos, azelastina, bloqueadores de canais de cálcio, carbamazepina, carmustina, caverdilol, cloroquina, clomipramina, clozapina, ciclosporina, delavirdina, digitoxina, dofetilida, epirrubicina, fenindiona, fenitoína, fosfenitoína, labetalol, levometadil, lidocaína, meperidina, metformina, metoprolol, midazolam, moclobemida, morfina, nevirapina, pentoxifilina, pramipexol, procainamida, propranolol, quinidina, sertralina, sirolimus, sulfoniuréias, tacrolimus, tansulozina, teofilina, timolol, tocainida, tolazolina, tolbutamida, tretinoína, trimetrexato, tubocurarina, varfarina, zalcitabina, zaleplona, zolmatriptano. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal. Antiulceroso bloqueador anti-histamínico H2

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

CIPROFLOXACINO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ciprofloxacino DCB: Cloridrato de Ciprofloxacino Apresentação: Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Gastroenterites incluindo cólera, shigelose, diarréia dos viajantes, campylobacter e salmonelose; tifóide; gonorréia; cancróide; doença dos legionários; meningite incluindo profilaxia de meningite meningocócica; infecções do trato respiratório por pseudomonas na fibrose cística; infecções do trato geniturinário; infecções ósseas e articulares; septicemia; infecções dermatológicas; profilaxia em cirurgia. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Antimicrobiano fluoroquinolínico

A B C

Dosagem: Menores de 18 anos: Uso contra-indicado. Maiores de 18 anos: Infecções devidas a microorganismos sensíveis: 250 a 750 mg, VO, de 12/12 h. Gonorréia, cancróide, shigelose ou cólera: 500 mg, VO, em dose única. Infecção respiratória por pseudomonas na fibrose cística: 750 mg, VO, de 12/12 h. Profilaxia de meningite meningocócica: 500 mg, VO, em dose única. Ajuste de dose: Insuficiência renal, idosos, diálise. 5. ALERTAS Precauções: Litíase, elevação da pressão intracraniana, convulsão. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou às fluoroquinolonas; menores de 18 anos (risco de artropatias). Efeitos adversos: Náusea, vômito, dispepsia, dor abdominal, diarréia, colite medicamentosa, icterícia, hepatite, alteração das enzimas hepáticas; cefaléia, tontura, alteração sensorial, distúrbios do sono, tremor, sonolência, cansaço, depressão, confusão mental, alucinação, convulsão, parestesia; rash cutâneo, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, prurido, fotossensibilidade, hipertermia, urticária, angioedema, artralgia, mialgia, tendinite, anafilaxia, anorexia, insuficiência renal, nefrite, cristalúria, discrasia sangüínea, vasculite, taquicardia. Interações: Aminofilina, antiácidos, AINEs, ciclosporina, didanosina, fenitoína, fosfenitoína, gliburida, olanzapina, probenecida, riluzol, ropinirol, sais de ferro, sais de zinco, sucralfato, teicoplanina, teofilina, varfarina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; uso não recomendado. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal e fecal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

CLARITROMICINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Claritromicina DCB: Claritromicina Apresentação: Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções respiratórias, de pele e tecidos moles, erradicação do Helicobacter pylori, tratamento e prevenção de infecções oportunistas da AIDS como as causadas pelo Mycobacterium avium complex (MAC), incluindo a micobacteriose atípica (Mycobacterium avium-intracellulare – MAI). 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Antimicrobiano macrolídeo

Usos terapêuticos: Tratamento e prevenção de infecções oportunistas da AIDS. Dosagem: Crianças: < de 6 meses: Segurança não estabelecida. > de 6 meses: Infecções em geral: 15 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h, durante um período máximo de 10 dias. MAI – HIV: Profilaxia: 15 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. Tratamento: 15 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h associado ao etambutol 15 a 20 mg/kg/dia, VO, e à azitromicina 20 mgKg/dia, VO, de 12/12 h. Adultos: Infecções em geral: 500 a 1.000 mg/dia, VO, de 12/12 h, de acordo com a gravidade da infecção, durante 7 a 14 dias. MAC – HIV: Profilaxia: 1.000 mg/dia, VO, de 12/12 h. Tratamento: 1.000 mg/dia, VO, de 12/12 h associado ao etambutol 15 mg/kg/dia, VO, ou à rifabutina 300 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência renal severa. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou aos macrolídeos, doença cardíaca pré-existente, desequilíbrio hidroeletrolítico. Efeitos adversos: Eosinofilia, trombocitopenia, arritmia, cefaléia, náusea, vômito, diarréia, alteração de paladar, dispepsia, dor abdominal, colite pseudomembranosa, disfunção renal idiopática, hematúria e proteinúria, hepatite colestática, insuficiência hepática, síndrome de Stevens-Johnson, reações de hipersensibilidade incluindo rash cutâneo, urticária e anafilaxia. Interações: Acenocumarol, ácido valpróico, alcalóides do ergot, alfentanila, alprazolam, astemizol, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, delavirdina, diazepam, digoxina, disopiramida, dofetilida, efavirenz, fenitoína, fentanila, fluoxetina, hexobarbital, imatinib, itraconazol, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, pimozida, prednisona, rifabutina, ritonavir, sinvastatina, sirolimus, tacrolimus, teofilina, tolterodina, triazolam, verapamil, varfarina, zidovudina (azidotimidina). Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

CLINDAMICINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Clindamicina DCB: Cloridrato de Clindamicina Apresentação: Comprimidos 300 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções ósseas ou articulares causadas pos estafilococos, peritonite, profilaxia da endocardite em pacientes alérgicos às penicilinas, encefalite toxoplásmica em pacientes alérgicos às sulfas. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Antimicrobiano lincosamida

A B C

Dosagem: Crianças: Encefalite por Toxoplasma: 40 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, associado à pirimetamina 2 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h, durante 3 dias e 1 mg/kg/dia posteriormente, e ao ácido folínico 5 a 10 mg, VO, 1 vez ao dia, durante 30 a 40 dias. Adultos: Encefalite por Toxoplasma: 300 a 450 mg, VO, de 6/6 h, associado à pirimetamina 75 mg/dia, VO, e ao ácido folínico 15 mg/dia, VO, de 12/12 h, durante 6 semanas. Pneumonia por Pneumocystis jiroveci (exceto casos muito graves): 300 a 450 mg, VO, de 6/6 h, associado à primaquina 15 mg/dia, VO, durante 21 dias. Ajuste de dose: Insuficiência hepática. 5. ALERTAS Precauções: Descontinuar o tratamento na ocorrência de diarréia ou colite, monitorar níveis das funções hepática e renal. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou à lincomicina. Efeitos adversos: Diarréia, náusea, vômito, desconforto abdominal, colite pseudomembranosa, rash cutâneo, urticária, anafilaxia, eritema multiforme, dermatite exfoliativa e vesículo-bolhosa, icterícia, alteração das provas de função hepática, neutropenia, eosinofilia, agranulocitose, trombocitopenia. Interações: Ciclosporina, caolim, relaxantes musculares curarizantes, tioridazina. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; uso controverso; compatível com a amamentação. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

CLOMIPRAMINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Clomipramina DCB: Cloridrato de Clomipramina Apresentação: Drágeas 10 mg e 25 mg; Comprimidos de liberação lenta 75 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Estados de fobia e obsessão associados ao TOC, síndrome do pânico, depressões moderadas e graves. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Antidepressivo tricíclico

Usos terapêuticos: Estados de fobia e obsessão associadas ao TOC; síndrome do pânico. Dosagem: Crianças: < de 10 anos: Uso não recomendado. > de 10 anos e adultos: Dose inicial de 25 mg/dia, VO; aumentar 25 mg/dia, a cada 2 ou 3 dias, até atingir a dose terapêutica de 50 a 100 mg/dia. A retirada deve ser lenta, reduzindo a dose diária cerca de 25 mg/mês. Dose máxima diária de 200 mg (3 mg/kg) para crianças e de 300 mg para adultos. Ajuste de dose: Idoso. 5. ALERTAS Precauções: Cardiopatia, epilepsia, idoso, insuficiência hepática, doenças da tireóide, feocromocitoma, transtorno bipolar, risco de suicídio, glaucoma de ângulo estreito, retenção urinária, terapia eletroconvulsiva concomitante, anestesia, evitar retirada abrupta. Contra-indicações: Infarto do miocárdio recente, arritmia, fase maníaca do transtorno bipolar, doença hepática severa, porfiria, crianças menores de 10 anos. Efeitos adversos: Sedação, boca seca, visão borrada, aumento da pressão intra-ocular, constipação, náusea, retenção urinária, alterações do ECG, arritmia, hipotensão postural, taquicardia, síncope, sudorese, tremor, reações dermatológicas de hipersensibilidade e fotossensibilidade, distúrbios de comportamento, hipomania ou mania, confusão, disfunção sexual, alterações de glicemia, aumento de apetite, ganho ou perda de peso, aumento testicular, ginecomastia, galactorréia, convulsão (risco maior em crianças), distúrbios de movimento, febre, agranulocitose, leucopenia, eosinofilia, púrpura, trombocitopenia, hiponatremia, alteração das provas de função hepática. Interações: Ácido valpróico, amprenavir, anfetaminas, anticoagulantes cumarínicos, bepridil, betanidina, carbamazepina, cimetidina, cisaprida, clonidina, difenidramina, dofetilida, droperidol, enalapril, esparfloxacino, estrogênios, etanol, Hypericum perforatum, fenindiona, fenitoína, fosfenitoína, gatifloxacino, grepafloxacino, guanadrel, halofantrina, ibutilida, ioimbina, isocarboxazida, ISRS, IMAO, modafinila, moxifloxacino, nefopam, olanzapina, oxibutinina, propafenona, quinidina, ritonavir, Sadenosilmetionina (same), salmeterol, simpatomiméticos de ação direta, sotalol, tramadol. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso controverso. Via de excreção principal: Renal. 5. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não interromper abruptamente a medicação. Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

CLORETO DE POTÁSSIO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cloreto de Potássio DCB: Cloreto de Potássio Apresentação: Injetável 19,1% - ampolas 10 mL – aproximadamente 2,5 mEq/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Profilaxia e tratamento da hipopotassemia, reposição eletrolítica. Dosagem: Recém-nascidos: 0,5 a 1 mEq/kg, IV, diluído e administrado em 1 hora (na hipopotassemia sintomática aguda). Soluções com no máximo 30 mEq/l. Crianças: 2 a 3 mEq/kg/dia. Solução com 20 a 40 mEq/l; taxa de infusão média de 0,3 a 0,5 mEq/kg/ hora, com monitoramento cardíaco. Adultos: 40 a 80 mEq/dia. Solução com 20 a 40 mEq/l; taxa de infusão média de 10 a 20 mEq/hora. Ajuste de dose: Disfunção renal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Sempre diluir e administrar lentamente para evitar hipercalemia. Acidose metabólica com oligúria, bloqueio cardíaco, desidratação aguda, diarréia, doença de Addison, hipoadrenalismo, insuficiência renal crônica, miotonia congênita, alteração da motilidade gastrintestinal, obstrução gastrintestinal, paralisia periódica familiar, sensibilidade ao potássio. Contra-indicações: Hipercalemia, insuficiência renal com oligúria, anúria ou azotemia, doença de Addison, adinamia, desidratação aguda. Efeitos adversos: Hipercalemia, hemorragia, obstrução ou perfuração gastrintestinal, diarréia, náusea, vômito, desconforto abdominal, exantema, arritmia cardíaca, paralisia respiratória, hipotensão. Interações: Diuréticos poupadores de potássio, IECA, indometacina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas Eletrólito

A B C

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

CLORETO DE SÓDIO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cloreto de Sódio DCB: Cloreto de Sódio Apresentação: Injetável 20% – ampolas 10 mL – 3,42 mEq/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Regulação da osmolaridade e do equilíbrio ácido-básico, hiponatremia, como base para preparação de soluções intravenosas adaptadas às necessidades do paciente. Dosagem: Recém-nascidos e crianças até 12 anos: 2 a 4 mEq/kg/dia, IV. A dose deve ser individualizada de acordo com a necessidade do paciente. Adolescentes e adultos: A dose deve ser individualizada de acordo com a necessidade do paciente. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência circulatória, disfunção renal, cirrose, hipervolemia, hipoproteinemia, obstrução do trato urinário, uso concomitante de medicamentos que causam retenção de sódio. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, hipernatremia, retenção fluídica, Efeitos adversos: Trombose, flebite, febre, hipernatremia, edema. Interações: Corticosteróides, soluções contendo dexorrubicina, etopocida, vincristina e manitol (precipitam o cloreto de sódio). Gravidez: Categoria A; abortivo no segundo trimestre de gravidez. Lactação: Inseguro. Via de excreção principal: Renal. Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas Eletrólito

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

CLORPROMAZINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Clorpromazina DCB: Cloridrato de Clorpromazina Apresentação: Solução oral 4 mg/mL; Comprimidos 25 mg e 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos, mania, agitação psicomotora, comportamento violento, adjunto na ansiedade severa. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Antipsicótico fenotiazínico; neuroléptico

A B C

Dosagem: Crianças: < de 6 meses: Uso contra-indicado. De 1 a 5 anos: 0,5 mg/kg/dose, VO, de 4/4 ou 6/6 h. Dose máxima diária de 40 mg. De 6 a 12 anos: 25 a 40 mg/dia, em doses fracionadas. Dose máxima diária de 75 mg. Adolescentes e adultos: Dose inicial de 25 mg, VO, de 8/8 h ou 75 mg, VO, em dose única à noite. Dose de manutenção de 100 a 300 mg/dia, VO, de acordo com a resposta clínica. Doses até 1.200 mg/ dia podem ser necessárias nas psicoses. Ajuste de dose: Idoso (um terço da dose), insuficiência hepática. 5. ALERTAS Precauções: Doença cardio e cerebrovascular, doença respiratória, parkinsonismo, epilepsia, infecção aguda, insuficiência renal ou hepática, história de icterícia, leucopenia, hipotireoidismo, Miastenia gravis, hipertrofia prostática, glaucoma de ângulo estreito. Evitar retirada abrupta. Contra-indicações: Crianças menores de 6 meses, estados de inconsciência, depressão de medula óssea, feocromocitoma. Efeitos adversos: Sintomas extrapiramidais, discinesia tardia irreversível, síndrome neuroléptica maligna, hipotermia, depressão, apatia, palidez, pesadelo, agitação, alterações do EEG, convulsão, congestão nasal, distúrbios menstruais, galactorréia, ginecomastia, impotência, ganho de peso, reações de hipersensibilidade, agranulocitose, leucopenia, leucocitose, anemia hemolítica, fotossensibilidade, dermatite de contato, rash cutâneo, icterícia, disfunção hepática, síndrome como lupus eritematoso, opacidade da córnea, púrpura. Interações: Adrenalina, agonistas dopaminérgicos, anfetaminas, antiácidos, anticoagulantes cumarínicos, anticolinérgicos, beta bloqueadores, beladona, captopril, cisaprida, DHEA, diazóxido, dofetilida, droperidol, etanol, fenilalanina, fenitoína, fenmetrazina, fenobarbital, gatifloxacino, grepafloxacino, guanetidina, halofantrina, ibutilida, Piper methysticum (kava), levodopa, levofloxacino, levometadil, lítio, meperidina, metrizamida, moxifloxacino, noradrenalina, pimozida, porfimer, sotalol, esparfloxacino, tramadol, trazodona, varfarina, ziprasidona, zotepina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; efeito desconhecido sobre a criança; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Evitar o contato direto no manejo dos comprimidos pelo risco de sensibilização. Administrar com alimento ou leite para reduzir irritação gástrica. Os comprimidos de clorpromazina não devem ser mastigados e as soluções devem ser manipuladas com cuidado.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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A B C

CLORPROMAZINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Clorpromazina DCB: Cloridrato de Clorpromazina Apresentação: Injetável – ampolas 5 mL – 5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos, mania, agitação psicomotora, comportamento violento, adjunto na ansiedade severa; náusea e vômito; tétano; soluço intratável; porfiria aguda intermitente. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental; Uso Interno na Unidade de Saúde Antipsicótico fenotiazínico; neuroléptico

Usos terapêuticos: Esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos, mania; segunda escolha para contenção química nos quadros psicóticos com agitação, comportamento violento; adjunto na ansiedade severa. Dosagem: Crianças: < de 6 meses: Uso contra-indicado. > de 6 meses: 0,5 mg/kg, IM, de 6/6 ou 8/8 h. Dose máxima diária de 40 mg para crianças com peso até 25 Kg, e 75 mg para crianças com peso entre 25 e 50 Kg. Adolescentes e adultos: Dose inicial de 25 mg, IM. Dose adicional de 25 a 50 mg, IM, pode ser repetida após 1 hora, de acordo com a resposta clínica. Ajuste de dose: Idoso (um terço das doses para adultos), insuficiência hepática. 5. ALERTAS Precauções: Doença cardio e cerebrovascular, doença respiratória, parkinsonismo, epilepsia, infecção aguda, insuficiência renal ou hepática, história de icterícia, leucopenia, hipotireoidismo, Miastenia gravis, hipertrofia prostática, glaucoma de ângulo estreito. Evitar retirada abrupta. Contra-indicações: Crianças menores de 6 meses, estados de inconsciência, depressão de medula óssea, feocromocitoma. Efeitos adversos: Sintomas extrapiramidais, discinesia tardia irreversível, síndrome neuroléptica maligna, hipotermia, depressão, apatia, palidez, pesadelos, agitação, alterações do EEG, convulsão, congestão nasal, distúrbios menstruais, galactorréia, ginecomastia, impotência, ganho de peso, reações de hipersensibilidade, agranulocitose, leucopenia, leucocitose, anemia hemolítica, fotossensibilização, dermatite de contato com rash cutâneo, icterícia e alterações da função hepática, síndrome como lupus eritematoso, opacidade da córnea, púrpuras dermatológica, de córnea e retina. Interações: Adrenalina, agonistas dopaminérgicos, anfetaminas, antiácidos, anticoagulantes cumarínicos, anticolinérgicos, beta bloqueadores, beladona, captopril, cisaprida, DHEA, diazóxido, dofetilida, droperidol, etanol, fenilalanina, fenitoína, fenmetrazina, fenobarbital, gatifloxacino, grepafloxacino, guanetidina, halofantrina, ibutilida, Piper methysticum (kava), levodopa, levofloxacino, levometadil, lítio, meperidina, metrizamida, moxifloxacino, noradrenalina, pimozida, porfimer, sotalol, esparfloxacino, tramadol, trazodona, varfarina, ziprasidona, zotepina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; efeito desconhecido sobre o lactente; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

DAPSONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dapsona DCB: Dapsona Apresentação: Comprimidos 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Hanseníase, hanseníase tuberculóide, dermatite herpetiforme, pneumonia por P. jiroveci, toxoplasmose. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Hanseníase, das Infecções Oportunistas da AIDS e de Acidente Loxoscélico Antimicrobiano sulfona; antimicobacteriano

D E F

Dosagem: Hanseníase – poliquimioterapia - vide Protocolo de Atenção à Hanseníase em Curitiba: Crianças: De 0 a 5 anos: 25 mg/dia, VO. De 6 a 14 anos: 50 a 100 mg/dia, VO. Adultos: 100 mg/dia, VO. Obs.: O período de tratamento é de 6 meses para a forma paucibacilar e 12 meses para a multibacilar. Infecções oportunistas da AIDS (vide manuais do Ministério da Saúde): Crianças: Pneumonia por Pneumocystis jiroveci: Crianças maiores de 5 anos: Profilaxia primária: 1 mg/kg/dia, VO. Profilaxia secundária contra recidivas: 2 mg/kg/dia, VO. Tratamento (como segunda opção): 1 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia, associada à trimetoprima 20 mg/ kg/dia, VO, de 6/6 h, por 21 dias. Toxoplamose: 2 mg/kg/dia, VO, uma vez ao dia, associado à pirimetamina 1 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia, e ao ácido folínico 5 a 10 mg/dia, VO. Adultos: Pneumonia por Pneumocystis jiroveci: Profilaxia primária e secundária: como monoterapia, 100 mg/dia, VO, 1 vez ao dia. Tratamento (mais eficaz em casos leves e moderados): 100 mg/dia, VO, associado à trimetoprima 20 mg/dia, VO, 4 vezes ao dia, durante 21 dias. Toxoplamose: Uma dose diária de 50 mg, VO, associado a uma dose semanal de pirimetamina 50 mg, VO, e ao ácido folínico 15 mg, VO. Acidente loxoscélico (forma cutânea grave): 50 a 100 mg/dia, VO, durante 14 dias, associado à soroterapia. Ajuste de dose: Insuficiência renal; altas taxas de acetilação. 5. ALERTAS Precauções: Anemia, deficiência de G6PD, porfiria. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e às sulfonas. Efeitos adversos: Hemólise e metahemoglobinemia, dermatite esfoliativa, fotodermatite, necrólise epidérmica tópica e síndrome de Stevens-Johnson, náusea, vômito, dor abdominal, anorexia; hepatite, agranulocitose, síndrome dapsona-mononucleose, febre, icterícia, eosinofilia; cefaléia, nervosismo, insônia, alucinação, visão borrada, parestesia, neuropatia periférica reversível, psicose; hematúria. Interações: Amprenavir, delavirdina, didanosina, probenecida, rifabutina, rifampina, saquinavir, trimetoprima-sulfametoxazol, zidovudina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Inseguro, é excretado no leite materno. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar com alimento para reduzir irritação gástrica.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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DESLANOSIDO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Deslanosido DCB: Deslanosido Apresentação: Injetável - ampolas 2 mL - 0,2 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Insuficiência cardíaca congestiva, edema pulmonar de causa cardíaca, fibrilação e flutter atrial, taquicardia paroxística supraventricular. Dosagem: Recém-nascidos: Dose de ataque de 0,01 a 0,02 mg/kg/dia, IV, de 8/8 h. Crianças: Dose de ataque de 0,02 a 0,04 mg/kg/dia, IM ou IV, de 8/8 h. Dose de manutenção de 1/3 da dose de ataque, IV, de 12/12 h. Adultos: 0,8 a 1,6 mg/dia, IM ou IV, de 12/12 ou 24/24 h. Dose máxima diária de 2 mg. Obs.: Início de efeito entre 5 a 30 minutos, pico de efeito em cerca de 2 a 6 horas. Ajuste de dose: Insuficiência renal, idoso, diálise. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Relacionadas com risco/benefício quando existem arritmias ventriculares, síndrome de Wolf – Parkinson – White, bloqueio AV, estenose subaórtica hipertrófica, pericardite constritiva, comprometimento da função renal ou hepática, níveis séricos de cálcio, potássio e magnésio, doença pulmonar grave, miocardite, gravidez, isquemia miocárdica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, fibrilação ventricular, taquicardia ventricular. Efeitos adversos: Perda do apetite, náusea, vômito, desconforto abdominal, diarréia, fraqueza, tontura, cefaléia, alteração visual, sonolência, confusão, depressão mental, ginecomastia, trombocitopenia, arritmia e óbito por intoxicação. Interações: Midodrina, succinilcolina, diuréticos tiazídicos, anfotericina B. Gravidez: Categoria C. Lactação: Não há informação específica sobre a excreção no leite; compatível com a amamentação; usar com cautela. Via de excreção principal: Renal. Uso Interno na Unidade de Saúde Glicosídeo cardíaco

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

DEXAMETASONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dexametasona DCB: Fosfato Dissódico de Dexametasona Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 2 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Processos inflamatórios e alergo-inflamatórios em geral, edema cerebral, imunossupressão, doenças neoplásicas, insuficiência adrenal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Antiinflamatório esteróide

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Usos terapêuticos: Tratamento de emergência de processos alergo-inflamatórios em geral, edema cerebral e choque. Dosagem: Crianças: A dose parenteral em crianças não é bem estabelecida. Dose usual: 0,08 a 0,3 mg/kg/dia, IV ou IM, fracionada em 2 a 4 administrações. Adulto: Dose usual: 0,5 a 20 mg/dia, IM ou IV, 1 a 4 vezes ao dia. Reação alérgica aguda: 4 a 8 mg/dia, IM, em dose única. Edema cerebral: 10 mg, IV, seguido de 4 mg, IM, de 6/6 h, até remissão de sintomatologia. 5. ALERTAS Precauções: Pode mascarar sintomas de infecções ou diminuir a imunidade; malária cerebral, amebíase latente, vacinações (em especial caxumba, pelo risco de inativação da vacina), infestação por estrongilóide, tuberculose, infarto recente do miocárdio, hipotireoidismo, cirrose hepática, afecções gastrintestinais. Na exposição à varicela e sarampo está indicada a profilaxia com imunoglobulinas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infecções fúngicas sistêmicas. Efeitos adversos: Leucopenia, contração ventricular prematura, bradicardia em crianças, hipertensão arterial, supressão adrenal, hiperglicemia, cetoacidose, coma hiperosmolar, hipopotassemia, porfiria, perfuração de úlcera gástrica e duodenal, soluço, prurido vulvar, elevação da pressão intra-ocular, glaucoma, predisposição à pneumonia por P. jiroveci, acne, dermatite, equimose, eritema, hirsutismo, exantema pustuloso, catabolismo muscular em crianças, reações de hipersensibilidade, superinfecção. Interações: Talidomida, aldesleucina, donepezil, fenitoína, hormônio do crescimento, irinotecano, efedrina, fenobarbital, insulina, rifampina, saquinavir, bloqueadores neuromusculares (cumarínicos). Gravidez: Categoria C. Obs.: Quando administrado à gestante antes do parto, para prevenir a síndrome de dificuldade respiratória do recém-nascido, ocasiona déficit no desenvolvimento físico e motor, além de retardar o crescimento até o terceiro ano de vida da criança. Lactação: Desconhecido; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal.

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DEXAMETASONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dexametasona DCB: Dexametasona Apresentação: Creme dermatológico 0,1% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Dermatite alérgica atópica ou de contato, eczema, psoríase, dermatite seborréica, líquen plano, lesão cutânea loxoscélica não infectada. Dosagem: Aplicar sobre a área afetada, 3 a 4 vezes ao dia. Curativos oclusivos podem ser utilizados nas condições dermatológicas mais severas. Ajuste de dose: Quantidades adequadas devem ser estabelecidas para pacientes pediátricos, uma vez que estes apresentam maior susceptibilidade à absorção sistêmica. 4. ALERTAS Precauções: Doenças virais; pode mascarar sinais de infecção ou diminuir a resistência local à mesma; suspender o uso em caso de irritação local. A aplicação nas mucosas geniturinárias e retal pode resultar em absorção sistêmica relativamente aumentada. Não aplicar nos olhos. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, idoso com lesão vascular periférica, lesão dermatológica por vírus, fungos e tuberculose. Não aplicar nos olhos. Efeitos adversos: Atrofia da pele, hipertricose, prurido, acne, foliculite, infecção secundária, pele seca, descoloração da pele, irritação local. Gravidez: Categoria C , de acordo com o índice de absorção sistêmica e período de exposição. Lactação: Desconhecido; uso inseguro. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Utilizar apenas durante o período prescrito; não repetir o tratamento sem reavaliação médica. Antiinflamatório esteróide

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

DEXAMETASONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dexametasona DCB: Dexametasona Apresentação: Elixir 0,1 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Antiinflamatório, imunossupressor, hiperplasia adrenal congênita virilizante, edema de vias respiratórias. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Crescendo com Saúde Antiinflamatório esteróide

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Usos terapêuticos: Laringite. Dosagem: 0,1 mg/kg/dose, VO, de 6/6 h, por até 4 dias. 5. ALERTAS Precauções: Pode mascarar sintomas de infecção ou diminuir a imunidade; amebíase latente, vacinações (em especial caxumba, pelo risco de inativação da vacina), infestação por estrongilóide, tuberculose, hipotireoidismo, cirrose hepática, afecções gastrintestinais. Na exposição à varicela e sarampo está indicada a profilaxia com imunoglobulina. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infecção viral (varicela e sarampo), infecção fúngica sistêmica. Efeitos adversos: Leucopenia, contração ventricular prematura, bradicardia, supressão adrenal, porfiria, prurido vulvar, elevação de pressão intra-ocular, glaucoma, predisposição à pneumonia por P. jiroveci, dermatite, equimose, eritema, exantema pustuloso, catabolismo muscular, reações de hipersensibilidade, superinfecção. Interações: Albendazol, aldesleucina, aminoglutetimida, amprenavir, aspirina, bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, fluoroquinolonas, fosfenitoína, hormônio do crescimento, indinavir, irinotecano, primidona, rifabutina, rifampina, ritonavir, vacina contra rotavírus, saquinavir, talidomida, vacina de vírus atenuados. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Utilizar apenas durante o período prescrito. Não repetir o tratamento sem reavaliação médica.

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DEXAMETASONA + CLORANFENICOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dexametasona + Cloranfenicol DCB: Dexametasona + Cloranfenicol Apresentação: Pomada oftálmica – Dexametasona 0,5 mg/g + Cloranfenicol 5 mg/g 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecção e inflamação intra-ocular. Dosagem: Uma pequena quantidade de pomada no fundo do saco conjuntival, 4 vezes ao dia. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Evitar o uso prolongado. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos fármacos, crianças, idosos, herpes epitelial, infecção viral aguda na conjuntiva ou na córnea, infecção ocular fúngica, infecção micobacteriana, uso de lentes de contato, catarata, Diabetes mellitus, doenças que causem adelgaçamento da córnea, glaucoma. Efeitos adversos: Catarata subcapsular, aumento da pressão intra-ocular, lesão do nervo óptico, edema do disco óptico e glaucoma, discrasia sangüínea, depressão da medula óssea, anemia aplástica, palidez, febre, hemorragia, cansaço e fraqueza. Interações: Antiglaucomatosos ou anticolinérgicos tópicos oculares. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Promover a higiene ocular antes da aplicação com solução fisilógica, com auxílio de gaze esterilizada. Programa Visão Saudável Antiinflamatório esteróide; antimicrobiano

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DEXCLORFENIRAMINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dexclorfeniramina DCB: Maleato de Dexclorfeniramina Apresentação: Solução oral 0,4 mg/mL; Comprimidos 2 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Alergia, dermatite alérgica, rinite alérgica, urticária. Dosagem: Crianças: < de 2 anos: A segurança não está estabelecida, sendo contra-indicado o uso para prematuros e recém-nascidos. > de 2 anos: 0,15 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h. Adultos: 2 mg, VO, de 6/6 h. 4. ALERTAS Precauções: Glaucoma de ângulo estreito, úlcera péptica estenosante, obstrução piloroduodenal ou esfíncter vesical. A solução oral possui corante e pode provocar reação alérgica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a componentes da fórmula, prematuros e recém-nascidos. Efeitos adversos: Sonolência, estimulação do SNC, agranulocitose, anemia aplástica, trombocitopenia, arritmia, discinesia, reações psicóticas, reações cutâneas, boca seca. Interações: Anticolinérgicos, antialérgicos sedantes, depressores do SNC, etanol, fenitoína. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção. Risco de adição. Antialérgico

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DIAZEPAM
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Diazepam DCB: Diazepam Apresentação: Injetável – ampolas 2 mL – 5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Convulsões agudas repetitivas, Status epilepticus, esclerose múltipla e lesões da medula espinhal, ansiedade, insônia, cefaléia tensional, tremores, síndrome de abstinência de álcool, síndrome do pânico, medicação pré-anestésica, espasmos musculares. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Ansiolítico; hipnótico

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Usos terapêuticos: Convulsões agudas repetitivas, Status epilepticus, ansiedade, insônia, síndrome de abstinência de álcool, síndrome do pânico. Dosagem: Recém-nascidos: Eficácia e segurança não estabelecidas. Dose de 0,1 a 0,3 mg/kg, IV lento ou via retal lenta, a cada 15 a 30 min, se necessário, até dose máxima de 5 mg. Crianças: Convulsões: 0,2 a 0,5 mg/kg, IV lento ou via retal lenta, de 15/15 minutos, se necessário. Dose máxima de 5 mg, em menores de 5 anos, e 10 mg, em maiores de 5 anos. Sedação: 0,1 a 0,3 mg/kg, IV lento, podendo ser repetida em 2 a 4 horas, se necessário. Adolescentes e adultos: Convulsões: 5 a 10 mg, IV lento, de 10/10 ou 15/15 minutos, se necessário, até dose máxima diária de 30 mg. Só utilizar administração IM quando IV não for possível. Sedação: 5 a 10 mg ou 0,1 a 0,2 mg/kg, IV ou IM, podendo ser repetida em 2 a 4 horas, se necessário. Ajuste de dose: Insuficiência hepática e renal, idoso, obeso. 5. ALERTAS Precauções: Investigar distúrbio metabólico em menores de 1 mês. Gravidez, insuficiência renal ou hepática, ingestão de álcool, uso de outros psicotrópicos e anticonvulsivantes, depressão, capacidade pulmonar limitada. Bradicardia, colapso cardíaco e parada respiratória podem ocorrer após injeção IV rápida. Pode causar adição. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, glaucoma agudo de ângulo estreito, administração intra-arterial, recém-nascidos, predisposição ao uso de substâncias. Efeitos adversos: Trombose venosa, flebite, irritação local, hipotensão, arritmia, depressão ou excitação paradoxal do SNC, retardo psicomotor, acidose láctica, náusea, constipação, soluço, alteração de salivação, incontinência e retenção urinária, icterícia, aumento da pressão intra-ocular, depressão respiratória, rash cutâneo, urticária, espasmo músculo-esquelético paradoxal. Em crianças, reações paradoxais como excitação aguda, aumento de ansiedade, agressividade e ira. Interações: Amitriptilina, amprenavir, buprenorfina, antibióticos macrolídeos, dissulfiram, etanol, fluvoxamina, isoniazida, antifúngicos azólicos, Piper methysticum (kava), mirtazapina, rifampina, ritonavir, teofilina, valeriana. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite materno; efeitos desconhecidos sobre o lactente; uso não recomendado. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista B1 – Notificação de Receita B

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção. Risco de adição.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

DIAZEPAM
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Diazepam DCB: Diazepam Apresentação: Comprimidos 5 mg e 10 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Contenção química de intoxicação alcoólica aguda, cocaína, alucinógenos, inalantes, maconha e anticolinérgicos; quadros de agitação devido à abstinência de álcool e drogas hipnótico-sedativas; quadros não psicóticos; tratamento de convulsões; espasmo muscular. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Ansiolítico; hipnótico

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Usos terapêuticos: Contenção química de intoxicação alcoólica aguda, cocaína, alucinógenos, inalantes, maconha e anticolinérgicos; quadros não psicóticos; prevenção e tratamento de quadros de agitação devido à abstinência de álcool e drogas hipnótico-sedativas; tratamento de convulsões. Dosagem: Dose usual: 2 a 10 mg, VO, 2 a 4 vezes ao dia. Desintoxicação em alcoolismo (de acordo com a escala CIWA-Ar): 5 a 10 mg, VO, 4 vezes no 1º dia e 5 a 10 mg, VO, 2 vezes ao dia, por 2 dias. Dose máxima diária de 70 mg. A partir do 4º dia, reduzir gradativamente a dose em 5 mg a cada 3 dias, retirando completamente a medicação num prazo máximo de 3 semanas, para evitar dependência. Ajuste de dose: Insuficiência hepática, idosos, obesos. 5. ALERTAS Precauções: Evitar retirada abrupta, insuficiência hepática ou renal, pacientes idosos, debilitados, severamente deprimidos e/ou com capacidade pulmonar limitada. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, glaucoma de ângulo estreito. Efeitos adversos: Discrasias sangüíneas, sedação, confusão, vertigem, ataxia, hipotensão, bradicardia, depressão respiratória. Interações: Ácido valpróico, amitriptilina, amprenavir, antibióticos macrolídeos, buprenorfina, cetoconazol, cimetidina, digoxina, dissulfiram, Hypericum perforatum, fenitoína, fentanila, fluoxetina, fluvoxamina, GinKgo biloba, isoniazida, itraconazol, josamicina, Piper methysticum (kava), mirtazapina, propoxifeno, quinupristin/dalfopristin, rifabutina, rifampina, ritonavir, sertralina, teofilina, valeriana. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite materno; efeitos desconhecidos sobre o lactente; uso não recomendado. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista B1 – Notificação de Receita B

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção. Risco de adição. Comprimidos de 10 mg são de uso exclusivo para desintoxicação em alcoolismo.

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DICLOFENACO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Diclofenaco DCB: Diclofenaco Sódico ou Diclofenaco Potássico Apresentação: Injetável – ampolas 3 mL – 25 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Processos inflamatórios e dolorosos em geral; cólica renal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Antiinflamatório não esteróide

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Usos terapêuticos: Na dor aguda que necessite de alívio rápido, prevenção da dor pós-operatória, cólica renal. Dosagem: Crianças: Segurança e eficácia não estabelecidas. Uso não recomendado em menores de 12 anos. Adultos: 75 mg, via IM profunda. Em cólica renal, pode-se repetir após 30 minutos, se necessário. O período máximo recomendado para uso é de 2 dias. 5. ALERTAS Precauções: Ulceração, sangramento e perfuração gastrintestinal, asma, distúrbios de coagulação, infecção, hepatopatia, insuficiência renal, distúrbios cardiovasculares agravados por retenção líquida e edema. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco; rinite, urticária, asma e/ou história de reações alérgicas a aspirina e aos AINEs. Efeitos adversos: Hematomas e sangramentos espontâneos; agranulocitose, anemia hemolítica, edema, hipertensão arterial, ICC, tromboflebite, cefaléia, vertigem, insônia, sonolência, agitação, depressão, irritabilidade, ansiedade, encefalite relacionada à influenza, parestesia, diarréia, dispepsia, náusea, constipação, flatulência, ulceração, sangramento e perfuração gastrintestinal, broncoespasmo, rash cutâneo, prurido, urticária, angioedema, reações de hipersensibilidade, anafilaxia, sensibilidade cruzada aos salicilatos, necrose muscular (Síndrome de Nicolau). Interações: Anticoagulantes cumarínicos, ácido acetilsalicílico, ciclosporina, heparinas de baixo peso molecular, digoxina, cetorolaco, quinolonas, sais de lítio, diuréticos de alça, tiazídicos e poupadores de potássio, metotrexato, fenindiona, tacrolimus, warfarina. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

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DIDANOSINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Didanosina (ddI) DCB: Didanosina Apresentação: Comprimidos 25 e 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral de HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da transcriptase reversa análogo de nucleosídeo

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Dosagem: Crianças: < de 3 meses: 50 mg/m², VO, de 12/12 h. > de 3 meses: 90 a 120 mg/m², VO, de 12/12 h. Dose máxima de 200 mg de 12/12 h. Adolescentes e adultos: < de 60 Kg: 125 mg, VO, 2 vezes ao dia, ou 250 a 300 mg, VO, 1 vez ao dia. > de 60 Kg: 200 mg, VO, 2 vezes ao dia, ou 400 mg, VO, 1 vez ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Pancreatite ou fatores de risco para pancreatite, insuficiência hepática e renal, gestação (risco de acidose láctica quando associada a outros anti-retrovirais como a estavudina), neurite óptica e alterações de retina, neuropatia periférica, hiperuricemia assintomática. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a algum dos componentes da fórmula. Efeitos adversos: Intolerância gastrintestinal, diarréia, dor abdominal, náusea, vômito, neuropatia periférica, acidemia assintomática, lipoatrofia, pancreatite, toxicidade hepática, despigmentação retiniana, acidose láctica com esteatose hepática (grave, pode ser fatal). Interações: Etanol, metadona, ganciclovir, ribavirina, medicamentos neurotóxicos como etambutol, etionamida, fenitoína, hidralazina, glutetimida, isoniazida, vincristina e cisplatina, medicamentos associados à pancreatite como pentamidina, medicamentos que necessitam acidificação gástrica para sua absorção tais como dapsona, cetoconazol, itraconazol, tetraciclinas e fluoroquinolonas. Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais: Ritonavir ou delavirdina: administrar com intervalo de 2 horas. Indinavir: administrar com intervalo mínimo de 1 hora. Zalcitabina: evitar uso concomitante. Estavudina: evitar associação em gestantes. Tenofovir: reduzir ddI para dose única diária de 250 mg. Gravidez: Categoria B. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar até 30 minutos antes ou duas horas após a ingestão de alimentos. Deve ser diluído em água ou mastigado.

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DIGOXINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Digoxina DCB: Digoxina Apresentação: Comprimidos 0,25 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Fibrilação atrial, taquiarritmia supraventricular, ICC. Dosagem: Adolescentes e adultos: Digitalização rápida: Dose total diária de 0,75 a 1,25 mg/dia. Administrar inicialmente 0,5 a 0,75 mg, VO, seguido de frações adicionais de 0,125 a 0,375 mg, VO, de 6/6 ou 8/8 h, até que haja resposta clínica. Digitalização lenta e dose de manutenção: 0,125 a 0,5 mg/dia, VO, uma vez ao dia. Considerar o fracionamento da dose diária quando esta exceder 0,3 mg ou se houver história prévia ou risco de intoxicação digitálica. Ajuste de dose: Idosos, insuficiência renal, diálise, pacientes debilitados e portadores de marcapasso cardíaco. 4. ALERTAS Precauções: Insuficiência renal, desequilíbrio eletrolítico (hipocalemia, hipercalcemia, hipomagnesemia), infarto do miocárdio recente, bloqueio AV, síndrome de Wolff-Parkinson-White, estenose subaórtica hipertrófica idiopática, doenças do nó sinusal, fibrilação atrial, pericardite constritiva crônica, cardiomiopatia constritiva ou doença cardíaca amilóide, miocardite aguda, doença pulmonar severa, mixedema, estado hipermetabólico, hipotireoidismo. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, fibrilação ventricular. Efeitos adversos: Náusea, anorexia, trombocitopenia, cefaléia, fadiga, confusão mental, visão turva ou amarelada, delírio, alucinação, depressão, psicose, arritmia cardíaca, alterações no ECG, ginecomastia, rash cutâneo. Interações: Medicamentos que provocam hipocalemia (corticosteróides, anfotericina B, diuréticos), amiodarona, antiácidos, antiarrítmicos, succinilcolina, simpatomiméticos, adsorventes antidiarréicos, colestiramina, colestipol, bloqueadores dos canais de cálcio, indometacina, sulfato de magnésio parenteral, sais de potássio, propafenona, quinidina, espironolactona, sucralfato. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Evitar a ingestão de alimentos ricos em fibras durante o uso do medicamento. Antiarrítmico; cardiotônico

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DIPIRONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dipirona, Metamizol DCB: Dipirona Sódica Apresentação: Injetável – ampolas 2 mL – 500 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Cólica renal ou biliar, dor pós-operatória, febre não responsiva a outros tratamentos. Dosagem: Recém-nascidos: 10 mg/kg/dose, IV lento, de 6/6 h. Alguns autores não recomendam o uso em crianças menores de 3 meses ou com peso inferior a 5 kg. Crianças: 20 mg/kg/dose, IM ou IV lento, de 6/6 h. Dose máxima diária de 500 mg. Adolescentes menores de 15 anos: 8 a 15 mg/kg/dose, IM ou IV lento, de 6/6 h. Adolescentes maiores de 15 anos e adultos: 1.000 a 2.500 mg/dia, IM ou IV lento, 1 a 4 vezes ao dia. Dose máxima diária de 3.000 mg. Ajuste de dose: Insuficiência renal aguda, choque cardiogênico. 4. ALERTAS Precauções: Não misturar outros medicamentos na mesma seringa. Monitorar pressão arterial, freqüência respiratória e cardíaca. História prévia de ulceração, sangramento e perfuração de trato gastrintestinal, insuficiência renal e hepática, distúrbios cardiovasculares, porfiria, deficiência de G6PD. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, discrasias sangüíneas, supressão de medula óssea; rinite, urticária, asma e/ou reações alérgicas à aspirina ou outros AINEs. Efeitos adversos: Anemia hemolítica, anemia aplástica, agranulocitose, hipotensão arterial, sonolência, cansaço, cefaléia, náusea, vômito, irritação gástrica, boca seca, broncoespasmo, rash cutâneo, urticária, necrose epidérmica tóxica, sudorese, reações de hipersensibilidade, anafilaxia. Interações: Anticoagulantes cumarínicos, ciclosporina, heparinas de baixo peso molecular, sulfoniluréias, cetorolaco, quinolonas, sais de lítio, IECA, diuréticos de alça, tiazídicos e poupadores de potássio, metotrexato, fenindiona, tacrolimus, barbitúricos, clorpromazina (pode induzir à hipotermia grave). Gravidez: Avaliar risco/benefício. Lactação: Excretado no leite materno; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal. Analgésico; antipirético

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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DIPIRONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dipirona, Metamizol DCB: Dipirona Sódica Apresentação: Solução oral 500 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Febre e dor em geral. Dosagem: Recém-nascidos: 10 mg/kg/dose, VO, de 6/6 h. Alguns autores não recomendam o uso em crianças menores de 3 meses ou com peso inferior a 5 kg. Crianças: 20 mg/kg/dose, VO, de 6/6 h. Dose máxima diária de 500 mg. Adolescentes menores de 15 anos: 8 a 15 mg/kg/dose, VO, de 6/6 h. Adolescentes maiores de 15 anos e adultos: 500 a 750 mg/dose, VO, 1 a 4 vezes ao dia. Dose máxima diária de 3.000 mg. Ajuste de dose: Insuficiência renal aguda; choque cardiogênico. 4. ALERTAS Precauções: História prévia de ulceração, sangramento e perfuração de trato gastrintestinal, insuficiência renal e hepática, distúrbios cardiovasculares, porfiria, deficiência de G6PD, descontinuar uso no aparecimento de lesões de mucosa. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, discrasias sangüíneas, supressão de medula óssea; rinite, urticária, asma e/ou reações alérgicas à aspirina ou outros AINEs. Efeitos adversos: Anemia hemolítica, anemia aplástica, agranulocitose, hipotensão arterial, sonolência, cansaço, cefaléia, náusea, vômito, irritação gástrica, boca seca, broncoespasmo, rash cutâneo, urticária, necrose epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, sudorese, reações de hipersensibilidade, anafilaxia. Interações: Anticoagulantes cumarínicos, ciclosporina, heparinas de baixo peso molecular, sulfoniluréias, cetorolaco, IECA, sais de lítio, diuréticos de alça, tiazídicos e poupadores de potássio, metotrexato, fenindiona, tacrolimus, quinolonas, barbitúricos, clorpromazina (pode induzir à hipotermia grave). Gravidez: Avaliar risco/benefício. Lactação: Excretado no leite materno; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não ingerir bebidas alcoólicas devido à potencialização dos efeitos do álcool. Analgésico; antipirético

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

DOPAMINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Dopamina DCB: Cloridrato de Dopamina Apresentação: Injetável – ampolas 10 mL - 5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos Terapêuticos: Tratamento da descompensação cardíaca pela ICC, hipotensão aguda presente na síndrome do choque causada por infarto agudo do miocárdio, trauma, septicemia endotóxica, cirurgia cardíaca ou insuficiência renal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas Simpatomimético

D E F

Dosagem: Preparo da solução usual com 400 mcg/mL: diluir uma ampola de 10 mL em 125 mL de solução fisiológica 0,9% ou solução glicosada 5%, para infusão EV contínua. Administrar em veias de grosso calibre. Concentração máxima de 3.200 mcg/mL. Recém-nascidos e Crianças: Efeito delta (para aumento do fluxo renal): 1 a 5 mcg/Kg/min. Efeito delta e beta-1 (para aumento do débito cardíaco e fluxo renal): 2 a 10 mcg/Kg/min. Efeito alfa (para aumento da resistência periférica e pulmonar): > 10 mcg/Kg/min. Dose máxima de 20 mcg/Kg/min. Adultos: Dose baixa: 1 a 5 mcg/Kg/min. Dose média (dose cardíaca): 5 a 10 mcg/Kg/min. Dose alta (dose vasopressora): 10 a 20 mcg/Kg/min. 5. ALERTAS Precauções: O extravasamento pode levar à necrose tecidual, infundir em veias de grosso calibre ou em veia central. A infusão deve ser iniciada após a correção da volemia em crianças e recém-nascidos. A infusão em artéria umbilical não é recomendada. Angina pectoris. Corrigir hipovolemia, hipercapmia, hipóxia e acidose antes da administração. Uso concomitante com IMAO, aterosclerose, Diabetes mellitus, doença de Raynaud. Alergia a sulfitos. Contra indicações: Feocromocitoma, taquiarritmia, arritmia ventricular, fibrilação ventricular. Efeitos adversos: Náusea, vômito, cefaléia, palpitação, dispnéia, hipotensão arterial, vasoconstrição, taquiarritmia, angina, necrose tecidual. Interações: Entacapone, ergonovina e ergotamina (risco de gangrena), fenitoína, fosfenitoína, isocarboxacida, pargilina, tranilcipromina, fenelzina, selegilina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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EFAVIRENZ
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Efavirenz – EFZ DCI: Efavirenz Apresentação: Cápsulas 600 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral de HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da transcriptase reversa não análogo de nucleosídeo

D E F

Dosagem: Crianças menores de 3 anos: Dados não disponíveis. Crianças maiores de 3 anos: 13 a 15 kg: 200 mg, VO, 1 vez ao dia. 15 a 20 kg: 250 mg, VO, 1 vez ao dia. 20 a 25 kg: 300 mg, VO, 1 vez ao dia. 25 a 32,5 kg: 350 mg, VO, 1 vez ao dia. 32,5 a 40 kg: 400 mg, VO, 1 vez ao dia. ≥ 40 kg: 600 mg, VO, 1 vez ao dia. Adolescentes e adultos: 600 mg, VO, 1 vez ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Ajustar a dose do anticoncepcional oral ou utilizar outro método contraceptivo. Disfunção hepática, medicamentos hepatotóxicos, hepatite B ou C, transtorno mental, uso de substâncias psicoativas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, co-administração com derivados do ergot, astemizol, terfenadina, cisaprida, midazolam, triazolam. Efeitos adversos: Erupção cutânea, sintomas neuropsiquiátricos como pesadelos e sonhos bizarros, alucinação, alteração do pensamento, despersonalização, insônia, sonolência, amnésia, agitação, depressão, euforia, dificuldade de concentração, ginecomastia, hiperglicemia; hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia e elevação das transaminases. Interações: Nelfinavir, fenobarbital, claritromicina, carbamazepina, fenitoína, rifampicina, rifabutina (ajustar a dose para 450 a 600 mg/dia), suplementos de alho, Hypericum perforatum, metadona (ajustar a dose para evitar síndrome de abstinência por opiáceos), etinilestradiol, warfarina. Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais: Amprenavir: se associado ao ritonavir, manter a dose do APV em 600 mg, 2 vezes ao dia; Indinavir: em adultos aumentar para 1.000 mg de IDV, de 8/8 h; em crianças considerar ajuste de dose; Lopinavir/r: aumentar para 533 mg/133 mg de LPV/r, 2 vezes ao dia; Ritonavir: havendo intolerância em adultos, considerar redução de RTV para 500 mg, 2 vezes ao dia; em crianças, monitorar toxicidade; Saquinavir: administrar somente associado com RTV; em crianças, evitar o uso como único inibidor de protease. Outros ITRNN: evitar uso concomitante. Gravidez: Categoria C. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Fecal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar preferencialmente à noite, com ou sem alimentos, evitando alimentos gordurosos que podem comprometer a absorção.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ERITROMICINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Eritromicina DCB: Estolato e Estearato de Eritromicina Apresentação: Estolato - Suspensão oral 50 mg/mL; Estearato – Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Amigdalite, coqueluche, disenteria amebiana, faringite, endocardite bacteriana, infecção por Chlamydia trachomatis (endocervical, conjuntivite, pneumonia na infância), pneumonia atípica por Mycoplasma, infecção urogenital durante a gravidez, sífilis primária, leptospirose. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana; Programa Crescendo com Saúde; Tratamento da Coqueluche; Tratamento da Leptospirose Antimicrobiano macrolídeo

D E F

Usos terapêuticos: Coqueluche, infecção por Chlamydia trachomatis (conjuntivite e pneumonia na infância), pneumonia atípica por Mycoplasma, crianças com hipersensibilidade às penicilinas, leptospirose; gestantes com sífilis com hipersensibilidade às penicilinas. Dosagem: Recém-nascidos: 5 a 10 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h. Conjuntivite ou pneumonia por clamídia: 12,5 mg/kg, VO, de 6/6 h, durante 14 dias. Crianças: Dose usual: 30 a 50 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h. Pneumonia atípica por Mycoplasma: 50 a 70 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h. Infecções por clamídia: 12,5 mg/kg, VO, de 6/6 h, durante 14 dias. Coqueluche: 40 a 50 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, durante 14 dias. Leptospirose: 50 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, durante 7 a 10 dias. Gestantes (estearato de eritromicina exclusivamente): Tratamento de sífilis: 500 mg, VO, de 6/6 h, durante 15 dias (sífilis primária) ou 30 dias (sífilis latente ou não classificada). Ajuste de dose: Insuficiência renal severa e insuficiência hepática. 5. ALERTAS Precauções: Arritmia cardíaca, disfunção hepática, Miastenia gravis. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, antecedentes de alterações hepáticas, uso concomitante com alfentanila, astesmizol, cisaprida, pimozida e terfenadina. Efeitos adversos: Reações gastrintestinais, vômito, náusea, diarréia, hepatite colestática, ototoxicidade em altas doses, estenose pilórica hipertrófica nas crianças. Interações: Alfentanila, anticoagulantes orais, anti-histamínicos, astemizol, terfenadina, bromocriptina, carbamazepina, ciclosporina, digoxina, metilprednisolona, penicilinas, teofilinas, triazolam ou midazolam. Gravidez: Categoria B (estearato). O estolato de eritromicina é contra-indicado na gravidez pelo risco de colestase. Lactação: Excretado no leite; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Biliar. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Estearato: Ingerir preferencialmente longe das refeições. Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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ESPIRAMICINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Espiramicina DCB: Espiramicina Apresentação: Suspensão oral 100 mg/mL; Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções por microorganismos sensíveis, criptosporidiose, toxoplasmose. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana Antimicrobiano macrolídeo

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Usos terapêuticos: Toxoplasmose na gestante e congênita. Dosagem: Crianças: 100 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. Adultos: 1.000 mg, VO, de 8/8 h. 5. ALERTAS Precauções: Hipersensibilidade a outros antibióticos macrolídeos, doenças hepáticas, insuficiência renal, distúrbios gastrintestinais. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Leucopenia, trombocitopenia, prolongamento da curva QT, parada cardíaca, vasculite, zumbido, sonolência, cefaléia, parestesia, vertigem, anorexia, colite, diarréia, boca seca, disfagia, esofagite, náusea, colite pseudomembranosa, vômito, hepatite colestática, elevação das enzimas hepáticas, visão borrada, rash cutâneo, urticária, pustulose exantemática, reações alérgicas dermatológicas. Interações: Levodopa/carbidopa, fentanila, tioridazina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; efeito desconhecido. Via de excreção principal: Biliar.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ESTAVUDINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Estavudina (d4T) DCB: Estavudina Apresentação: Cápsulas 30 e 40 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecção por HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da transcriptase reversa análogo de nucleosídeo

D E F

Dosagem: Recém-nascidos: Dose sob estudo em ensaios clínicos. Crianças < 30 Kg: 1 mg/kg, VO, de 12/12 h. Adolescentes e adultos: < 60 Kg: 30 mg, VO, de 12/12 h. ≥ 60 Kg: 40 mg, VO, de 12/12 h. Ajuste de dose : Insuficiência hepática: usar com cautela a dose habitual. Insuficiência renal: Ajustar de acordo com o clearance de creatinina: 10 a 50 mL/min: 15 mg a 20 mg , VO, 2 vezes ao dia. <10 mL/min: 15 mg a 20 mg, VO, 1 vez ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Uso concomitante com medicamentos neurotóxicos. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a qualquer componente da fórmula, uso concomitante com zidovudina. Efeitos adversos: Cefaléia, distúrbios gastrintestinais, exantema, pancreatite, toxicidade hepática, neuropatia periférica, lipoatrofia, acidose láctica, acidemia assintomática. Interações: Zidovudina, zalcitabina, didanosina, metadona, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, etambutol, etionamida, hidralazina, isoniazida, lítio, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, glutetimida, vincristina, zalcitabina. Gravidez: Categoria C; evitar uso pela possibilidade de acidose láctica e esteatose hepática no concepto. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 - Lista C4 - Formulário Específico

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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ESTRADIOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Hexaidrobenzoato de Estradiol DCB: Hexaidrobenzoato de Estradiol Apresentação: Injetável – ampolas1 mL - 5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da insuficiência ovariana e suas conseqüências. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana Hormônio estrogênico

D E F

Usos terapêuticos: Inibição da lactação na puérpera HIV positivo. Dosagem: 10 mg, IM, em dose única. 5. ALERTAS Precauções e contra-indicações: Gestantes; antecedente ou presença de doenças tromboembólicas, infecções cardiovasculares, tumores malignos mamários e uterinos, hepatopatia grave ou recente, tumores hipofisários. Efeitos adversos: Náusea, aumento de peso, depressão, sangramento intermenstrual, prurido vaginal, irritação nos olhos quando há uso de lentes de contato. Interações: Carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, primidona, barbitúricos, griseofulvina, rifampicina, ciclosporina. Gravidez: Contra-indicado. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Biliar.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ESTREPTOMICINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Estreptomicina DCB: Sulfato de Estreptomicina Apresentação: Injetável – frascos 1 g + diluente 5 mL – 200 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções por microorganismos sensíveis ao antimicrobiano (gram negativos) e no tratamento da tuberculose. Bacteriostático em doses baixas e bactericida em doses efetivas. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Tuberculose Antimicrobiano aminoglicosídeo

D E F

Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose. Dosagem: Esquema III – Para falência dos casos I e I reforçado, associado à pirazinamida, ao etambutol e à etionamida. Usada na primeira fase do tratamento, durante três meses. Crianças e adolescentes: Até 20 kg: 25 mg/kg/dia, IM. De 20 a 35 kg: 600 mg/dia, IM. De 35 a 45 kg: 800 mg/dia, IM. > 45 kg: 1.200 mg/dia, IM. Adultos até 60 anos: 1.200 mg/dia, IM, 1 vez ao dia. Adultos com mais de 60 anos: 500 mg/dia, IM, 1 vez ao dia. Obs.: Em situações especiais pode ser aplicada por via IV, diluída em 50 ou 100 mL de solução fisiológica 0,9%, administrada em 30 minutos, no mínimo. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 5. ALERTAS Precauções: Idoso, gestação, uso concomitante com medicamentos neurotóxicos, nefrotóxicos e ototóxicos, disfunção auditiva, insuficiência renal. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, aos componentes da fórmula, aos sulfatos ou a aminoglicosídeos. Efeitos adversos: Disfunção coclear e vestibular com hipoacusia, tinito, ataxia, vertigem e nistagmo, exantema, náusea, vômito, neurite periférica, Miastenia gravis, depressão do sistema nervoso central em crianças. Interações: Aminoglicosídeos, penicilinas, cefalosporinas, bloqueadores neuromusculares. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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ETAMBUTOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Etambutol DCB: Etambutol Apresentação: Solução oral 2,5% - 25 mg/mL; Comprimidos 400 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose e de outras infecções por micobactérias. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Tuberculose Antimicrobiano; antimicobacteriano

D E F

Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose, em associação com outros agentes tuberculostáticos. Não deve ser empregado de forma isolada. Indicado nos seguintes esquemas terapêuticos: Esquema IR (recidiva após cura e abandono do esquema I): Primeira (2 meses) e segunda (4 meses) fases; Esquema III (falência do esquema I e IR: Primeira (3 meses) e segunda (9 meses) fases. Dosagem: Até 20 kg: 25 mg/kg/dia, VO. De 20 a 35 kg: 600 mg/dia, VO. De 35 a 45 kg: 800 mg/dia, VO. > 45 kg: 1.200 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Insuficiência renal, diálise. 5. ALERTAS Precauções: Avaliação prévia através de testes de acuidade visual e de discriminação de cores, disfunção renal. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou aos componentes da fórmula, neurite óptica, crianças menores de 6 anos. Efeitos adversos: Náusea, vômito, anorexia, dor abdominal, neurite óptica com diminuição da acuidade visual, cegueira, perda da visão periférica, incapacidade de distinção de cores, cefaléia, tontura, confusão, desorientação, alucinações, neuropatia periférica, neutropenia, trombocitopenia, hepatotoxicidade e gota. Interações: Medicamentos neurotóxicos, etionamida. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ETIONAMIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Etionamida DCB: Etionamida Apresentação: Comprimidos 250 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose, hanseníase e infecções atípicas por micobactérias. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Tuberculose Antimicrobiano; antimicobacteriano

D E F

Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose, em associação com outros agentes tuberculostáticos. Indicado no esquema III (falência dos esquemas I e IR), na primeira (3 meses) e segunda (9 meses) fases. Dosagem: Até 20 kg: 12 mg/kg/dia De 20 a 35 kg: 250 mg/dia De 35 a 45 kg: 500 mg/dia > 45 kg: 750 mg/dia Ajuste de dose: Insuficiência renal severa, com clearance de creatinina < 10 mL/min, fazer 50% da dose usual. 5. ALERTAS Precauções: Alcoolismo, Diabetes mellitus, epilepsia, doenças psiquiátricas, depressão, hipotireoidismo, porfiria aguda. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e lesão hepática severa. Efeitos adversos: Anorexia, náusea, vômito, estomatite, diarréia, boca seca, gosto amargo na boca, cefaléia, hipotensão postural, alterações de pressão arterial, depressão, alterações da personalidade, surdez, ginecomastia, impotência, icterícia e hepatopatia. Interações: Cicloserina, ácido aminosalicílico, etambutol, pirazinamida, isoniazida, rifampina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar com alimentos para diminuir efeitos gastrintestinais.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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FENILEFRINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cloridrato de Fenilefrina DCB: Cloridrato de Fenilefrina Apresentação: Solução oftálmica 10% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Midriático, descongestionante oftálmico e auxiliar de diagnóstico, profilaxia e tratamento de uveíte com sinéquias posteriores. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Visão Saudável Simpatomimético

D E F

Dosagem: Recém-nascidos: Uso não recomendado. Crianças: 1 gota da solução 2,5% (diluir uma parte em 3 partes iguais de solução fisiológica 0,9%). Adultos: 1 gota da solução 2,5 a 10%, podendo ser repetida 3 vezes ao dia em pacientes para uso crônico. 5. ALERTAS Precauções: Anestesia com agentes que sensibilizem o miocárdio aos simpatomiméticos, usuário de lentes de contato, lacrimação reduzida, anestesia ocular, oftalmopatias, cirurgias oftálmicas recentes, doença tireoideana, idoso, Diabetes mellitus, HAS, hipotensão ortostática idiopática, doença cardiovascular, asma brônquica, arteriosclerose cerebral. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e a agentes adrenérgicos, predisposição ou antecedentes de glaucoma de ângulo estreito. Efeitos adversos: Taquicardia, hipertensão arterial, arritmia, cefaléia, lacrimejamento, oclusão de ângulo em pacientes com glaucoma de ângulo estreito, retração palpebral, aumento transitório da pressão do humor vítreo, miose de rebote (idoso), hiperemia conjuntival, midríase, sintomas neurológicos transitórios, conjuntivite, dermatite de contato, vertigem, transpiração excessiva, palidez, tremor, pigmentação no humor vítreo 30 a 45 min após a administração (idoso). Vasodilatação, congestão e rinite medicamentosa quando utilizado por períodos maiores que 3 a 5 dias. Interações: Antidepressivos tricíclicos, maprotilina, IMAO, guanadrel e guanetidina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

FENITOÍNA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Fenitoína DCB: Fenitoína Apresentação: Injetável – ampolas 5mL – 50 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Crises tônico-clônicas, Status epilepticus, nevralgia do trigêmeo, arritmia atrial e ventricular induzida por digitálicos. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas Antiepiléptico

D E F

Usos terapêuticos: Tratamento de crises convulsivas. Dosagem: Recém-nascidos: Dose de ataque: 15 a 20 mg/kg/dose, IV, na velocidade de infusão ≤ 1 mg/kg/min. Dose de manutenção: 4 a 8 mg/kg/dia, IV, de 12/12 h. Crianças: Dose de ataque: 20 mg/kg, IV. Dose de manutenção: 10 mg/kg/dia, na velocidade de infusão de 1 mg/kg/min; dose máxima de 50 mg/min. Adultos: Dose de ataque: 300 a 600 mg, IV, de 12/12 h. Dose de manutenção: 20 mg/kg/dia, em velocidade de infusão ≤ 50 mg/min nas primeiras 24 horas. Ajuste de dose: Idosos (menor dose preconizada). 5. ALERTAS Precauções: Injetar lentamente. Altamente instável em qualquer solução IV. Risco de precipitação quando administrada em catéter central, cristaliza-se no músculo se administrada por via IM. Gravidez; porfiria, uso de álcool, Diabetes mellitus, insuficiência hepática. Remoção rápida pode precipitar Status epilepticus. Suspender o uso se ocorrer erupção cutânea. Contra-indicações: Hipersensibilidade a hidantoínas, bradicardia sinusal, bloqueio sinoatrial, bloqueio AV de 2° e 3° grau ou síndrome de Adam-Stokes. Efeitos adversos: Encefalopatia, ataxia, confusão, letargia, nistagmo, discurso alterado, tremor das mãos, irritabilidade, hiperplasia gengival, depressão miocárdica, agranulocitose, leucopenia, pancitopenia, trombocitopenia, icterícia colestática, hepatotoxicidade, coreoatetose, periarterite nodosa, doença de Peyronie, osteomalácia, desequilíbrio de vitamina D ou cálcio, infiltração pulmonar ou fibrose, nefrotoxicidade, reações cutâneas. Interações: Bloqueadores neuromusculares, dopamina, lidocaína, bleomicina, carboplatina, vinblastina, vincristina, metotrexato, carmustina, cisplatina, sucralfato, metilfenidato, fosfenitoína, nafimidona, piperina, donepezil, midazolam, saquinavir. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 - Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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FENOBARBITAL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Fenobarbital DCB: Fenobarbital Sódico Apresentação: Injetável – ampolas 2 mL - 100 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Status epilepticus; quadros convulsivos e encefalopatia-hipóxico-isquêmica neonatais; convulsões decorrentes de síndrome de abstinência alcoólica e narcótica. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Antiepiléptico

D E F

Dosagem: Convulsões: Recém-nascidos: Dose de ataque: 15 a 20 mg/kg, IV, diluído em solução fisiológica 0,9%, em infusão lenta, por mais de 10 a 15 minutos; repetir 10 mg/kg, IV, por mais duas vezes, se necessário. Dose de manutenção: 2 a 5 mg/kg/dia, IV, de12/12 h; administrar após 12 horas da dose de ataque. Dose máxima de 40 mg/kg. Status epilepticus: Crianças: Dose de ataque: 15 a 20 mg/kg, IV, diluído em solução fisiológica 0,9%, em infusão lenta, por mais de 10 a 15 minutos. Dose de manutenção: 3 a 5 mg/kg/dia, IV, de12/12 h; administrar após 12 horas da dose de ataque. Dose máxima de 20 mg/kg. Obs: A taxa de infusão IV para crianças é de 1a 2 mg/kg/min até um total de 20 mg/kg/dia. Adultos: 200 a 300 mg, IV. Dose máxima de 100 mg/min. Ajuste de dose: Insuficiência renal ou hepática, idosos, desnutridos e durante diálise. 5. ALERTAS Precauções: Estados depressivos, insuficiência renal ou pulmonar, idosos, disfunção renal e hepática, risco de adição. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos barbitúricos, porfiria, insuficiência hepática acentuada, doenças respiratórias acompanhadas de dispnéia e obstrução. Efeitos adversos: Hipotensão e choque, tromboflebite em altas doses, náusea, vômito, constipação, depressão respiratória, apnéia, pneumotórax, enfisema intersticial em recém-nascidos, urticária, angioedema, rash cutâneo morbiliforme, necrose epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson. Interações: Anticoagulantes cumarínicos, anti-retrovirais, alprenolol, propranolol, capsaicina, carbamazepina, cloranfenicol, clorpromazina, clozapina, antiinflamatórios esteróides, ciclosporina, ciclofosfamida, dexametilfenidato, digitoxina, doxiciclina, etosuximida, contraceptivos hormonais que contêm estrógenos, eucaliptol, Ginkgo biloba, griseofulvina, itraconazol, Piper methysticum (kava), lamotrigina, levometadil, metoxiflurano, metoprolol, nimodipino, fenindiona, quinidina, rifabutina, sevoflurano, sirolimus, tacrolimus, teofilina, tioridazina, valeriana (Valeriana officinalis), verapamil, warfarina, zotepina, álcool, depressores do SNC, ácido valpróico. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite materno; uso inseguro; usar com cautela. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista B1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção. Não interromper abruptamente o uso.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

FENOBARBITAL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Fenobarbital DCB: Fenobarbital Apresentação: Solução oral 40 mg/mL; Comprimidos 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Sedativo para o controle da ansiedade, tensão e apreensão, hipnótico para tratamento da insônia a curto prazo, pré-anestésico, tratamento das crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas e corticais focais, estado de mal convulsivo. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Epilepsia Antiepiléptico

D E F

Usos terapêuticos: Tratamento das crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas e corticais focais, estado de mal convulsivo. Dosagem: Recém-nascidos: 3 a 5 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h; iniciar 12 a 24 horas após a dose de ataque IV. Crianças: 3 a 5 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia. Adultos: 100 a 200 mg/dia, VO, de 12/12 ou 24/24 h. 5. ALERTAS Precauções: Depressão, doença hepática, risco de adição, insuficiência renal e pulmonar, idoso, evitar retirada abrupta quando há uso prolongado. Aumentar a oferta de ácido fólico e suplementos com vitamina D. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e aos barbituratos, porfiria, disfunção hepática, doença respiratória com dispnéia ou obstrução. Efeitos adversos: Depressão do SNC, excitação, hiperatividade em crianças, alucinação, alteração súbita do humor, comprometimento de memória e cognição, náusea, vômito, constipação, artralgia, deficiência de folatos, hipocalcemia, reações de hipersensibilidade, síndrome de Stevens-Johnson. Interações: Adrenocorticóides, glicocorticóides, mineralocorticóides, corticotropina, álcool, medicações depressoras do SNC, anticoagulantes cumarínicos ou derivados de indandione, carbamazepina, contraceptivos orais que contém estrógeno, divalproato de sódio, ácido valpróico. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite materno; uso inseguro; usar com cautela. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista B1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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FENOTEROL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Fenoterol DCB: Bromidrato de Fenoterol Apresentação: Gotas 5 mg/mL – 0,25 mg/gota 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Asma, bronquite, broncoespasmo, enfisema pulmonar e doença pulmonar obstrutiva crônica. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Antiasmático

D E F

Dosagem: Crianças: 0,1 mg/kg/dose (1gota/3 kg), diluído em 3 a 5 mL de solução fisiológica 0,9%, via inalatória, 3 a 4 vezes ao dia. Dose máxima de 6 gotas por inalação. Adolescentes e adultos: 0,5 a 2 mg (2 a 8 gotas), diluído em 5 mL de solução fisiológica 0,9%, via inalatória, 3 a 4 vezes ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Diabetes mellitus, insuficiência hepática ou renal, uso concomitante com agentes simpatomiméticos, gravidez a termo, feocromocitoma, glaucoma de ângulo estreito ou pressão intra-ocular aumentada, HAS não controlada. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, aos componentes da fórmula ou a agentes simpatomiméticos, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva, hipertireoidismo, coronariopatia, taquiarritmia. Efeitos adversos: Angina pectoris, taquicardia, palpitação, cefaléia, fadiga, irritabilidade, agitação psicomotora, boca seca, sudorese, tremores nas mãos, vertigem. Interações: Hormônios tireoideanos, bloqueadores beta-adrenérgicos, anti-hipertensivos, anestésico hidrocarbonado halogenado, estimulantes do SNC, levodopa, digitálicos, diuréticos, nitratos, IMAO e outros simpatomiméticos, xantinas, ritodrina. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; efeito desconhecido sobre o lactente. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

FENOTEROL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Fenoterol DCB: Bromidrato de Fenoterol Apresentação: Aerossol – 100 mcg/unidade de dose – 100 a 200 doses 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Asma, bronquite, broncoespasmo, enfisema pulmonar e doença pulmonar obstrutiva crônica. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Crescendo com Saúde Antiasmático

D E F

Dosagem: 1 a 2 inalações (100 ou 200 mcg), 3 a 4 vezes ao dia, se necessário. Não administrar com intervalo inferior a 4 horas. 5. ALERTAS Precauções: Diabetes mellitus, insuficiência hepática ou renal, uso concomitante de agentes simpatomiméticos, gravidez a termo, feocromocitoma, glaucoma de ângulo estreito ou pressão intra-ocular aumentada, HAS não controlada. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, aos componentes da fórmula ou a agentes simpatomiméticos, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva, hipertireoidismo, coronariopatia, taquiarritmias. Efeitos adversos: Angina pectoris, taquicardia, palpitação, cefaléia, fadiga, irritabilidade, agitação psicomotora, boca seca, sudorese, tremores nas mãos, vertigem. Interações: Hormônios tireoideanos, bloqueadores beta-adrenérgicos, anti-hipertensivos, anestésico hidrocarbonado halogenado, estimulantes do SNC, levodopa, digitálicos, diuréticos, nitratos, IMAO e outros simpatomiméticos, xantinas, ritodrina. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno, efeito desconhecido sobre o lactente. Via de excreção principal: Renal.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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FLUCONAZOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Fluconazol DCB: Fluconazol Apresentação: Cápsulas 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da candidíase vaginal, orofaríngea, esofagiana ou sistêmica; tratamento da meningite criptocócica. Profilaxia em pacientes que recebem quimioterapia e/ou radioterapia, ou submetidos a transplante de medula óssea. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Usos terapêuticos: Tratamento de candidíase, criptococose, coccidioidomicose e histoplasmose em portadores de HIV/AIDS. Dosagem: Crianças menores de 6 meses: Segurança e eficácia não estabelecidas. Crianças maiores de 6 meses: Candidíase: Oral: 3 a 6 mg/kg/dia, VO, de 12/12 ou 24/24 h. Esofagiana: 3 a 6 mg/kg/dia, VO, de 12/12 ou 24/24 h, durante 10 a 28 dias. Perineal: 3 a 6 mg/kg/dia, VO, de 12/12 ou 24/24 h, durante 7 dias. Criptococose: 3 a 6 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia, durante 6 a 10 semanas. Manter com 3 a 6 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia, indefinidamente. Adolescentes e adultos: Candidíase: Oral: 50 a 100 mg/dia, VO, durante 14 dias. Nos casos refratários, até 400 mg/dia, VO, até a resolução do quadro. Tratar novamente se houver recidivas. Esofagiana: 200 mg, VO, até a resolução do quadro. Tratar novamente se houver recidivas. Vaginite: 150 mg/dia, VO, em dose única. Criptococose (1ª escolha para a manutenção, 2ª escolha para o tratamento): Não meníngea: 200 a 400 mg/dia, VO, até reconstituição imune. Meningite: 400 a 800 mg/dia, VO, durante 8 a 12 semanas. Manter com 200 a 400 mg/dia, VO, até reconstituição imune. Coccidioidomicose: Tratamento (2a escolha): 400 a 800 mg/dia, VO. Manutenção (1a escolha): 400 mg/dia, VO. Histoplasmose: 800 mg/dia, VO, até reconstituição imune. Ajuste de dose: Insuficiência hepática e renal. Clearance de creatinina menor de 50 mL/min, fazer 50% da dose usual diária. Após hemodiálise, administrar uma dose usual do fármaco. 5. ALERTAS Precauções: Descontinuar uso se houver sinais e sintomas de doença hepática e rash cutâneo progressivo. Acloridria ou hipocloridria, alcoolismo ativo ou em remissão, insuficiência hepática, insuficiência renal. Não se recomenda uso contínuo para prevenir recidivas pelo desenvolvimento de cepas resistentes ao fármaco. Sensibilidade a outros antifúngicos imidazólicos e triazólicos. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, uso concomitante à terfenadina. Efeitos adversos: Náusea, vômito, dor abdominal, diarréia, elevação das provas de função hepática, hepatotoxicidade, hipocalemia, alteração na síntese de cortisol e testosterona, anafilaxia, dermatite esfoliativa incluindo Síndrome de Stevens-Johnson, rash cutâneo, agranulocitose, trombocitopenia, hipertermia em crianças. Interações: Hipoglicemiantes orais, álcool, medicamentos hepatotóxicos, terfenadina, antiácidos, anticolinérginos, antiespasmódicos, bloqueadores H2, omeprazol, sucralfato, astemizol, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, didanosina, digoxina, indinavir, isoniazida, rifampicina, lovastatina, sinvastatina, midazolam, triazolam, fenitoína, warfarina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. Antifúngico

D E F

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

FLUORESCEÍNA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Fluoresceína DCB: Fluoresceína Sódica Apresentação: Solução oftálmica – frasco 3 mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Diagnóstico de planimetria e doenças vasculares da retina, adaptação a lentes de contato, abrasão ocular por corpos estranhos, lesões herpéticas ou por lentes de contato, teste de permeabilidade do canal lacrimal, determinação pós-operatória de ângulo esclerocorneal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Visão Saudável Agente diagnóstico

D E F

Dosagem: 2 a 3 gotas na conjuntiva do olho. Remover o excesso por lavagem com solução fisiológica 0,9% antes da observação diagnóstica. 5. ALERTAS Precauções: Uso de lentes de contato gelatinosas, doenças pulmonares ou cardiovasculares e convulsões, antecedentes de reações de hipersensibilidade a medicamentos. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e aos componentes da fórmula; crianças. Efeitos adversos: Reações alérgicas. Interações: Não relatado. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno, compatível com a amamentação. Não amamentar até 12 horas após a administração do colírio. Via de excreção principal: Renal.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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FUROSEMIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Furosemida DCB: Furosemida Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 10 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Edema generalizado, edema agudo de pulmão, insuficiência cardíaca congestiva, oligúria. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Diurético anti-hipertensivo

D E F

Dosagem: Recém-nascidos: 1 mg/kg/dose, IV ou IM, de 12/12 h ou 24/24 h. Aumentar a dose em 1 mg/kg, se necessário. Dose máxima de 6 mg/kg/dose. Crianças: Dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dose, IV ou IM. Dose de manutenção de 0,5 a 2 mg/kg/dose, IV ou IM, até 6 vezes ao dia. Dose máxima de 6 mg/kg/dose ou 600 mg/dia. Adultos: Edema: 20 a 40 mg, IM ou IV, em dose única. Repetir após 2 horas, se necessário. Edema Agudo de Pulmão: 20 a 40 mg, IV, podendo administrar 80 mg, IV, 1 hora após a primeira dose, se necessário. Ajuste de dose: Insuficiência renal e hepática, idosos (monitorar potássio sérico). 5. ALERTAS Precauções: Desequilíbrio hidroeletrolítico, hiperuricemia e gota, alterações na glicemia, doenças hepáticas, hipersensibilidade às sulfonamidas, doenças renais progressivas, lupus eritematoso sistêmico, ototoxicidade após injeção rápida. Evitar exposição da solução de furosemida à luz pelo risco de descoloração (neste caso não deve ser utilizada). Não refrigerar para evitar cristalização e precipitação (apesar da precipitação não interferir na estabilidade do fármaco). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, anúria, coma hepático, hiponatremia e hipopotassemia severas, hipovolemia (com ou sem hipertensão). Efeitos adversos: Hipotensão ortostática, prejuízo da função de bombeamento de ventrículo esquerdo, bradicardia, taquicardia supraventricular, parestesia, vertigem, cefaléia, pancreatite, fotossensibilidade, dermatite esfoliativa, eritema multiforme, necrose tecidual, síndrome de StevensJohnson, ototoxicidade. Interações: Aminoglicosídeos, IECA, ácido acetilsalicílico, bepridil, cefepima, cefaloridina, colestiramina, ácido etacrínico, cetanserina, levometadil, curares. Gravidez: Categoria C. Na doença hipertensiva específica da gestação é categoria D. Lactação: Excretado no leite materno; utilizar com cautela. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

FUROSEMIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Furosemida DCB: Furosemida Apresentação: Comprimidos 40 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de edema associado com ICC e doenças pulmonares, renais e hepáticas, insuficiência renal. Monoterapia ou terapia associada da HAS. Pode ser efetivo em pacientes que não respondem a diuréticos tiazídicos. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Atenção à Hipertensão Arterial Sistêmica Diurético anti-hipertensivo

D E F

Usos terapêuticos: Monoterapia ou terapia associada da HAS. Dosagem: 20 a 80 mg/dia,VO, de 12/12 h. Ajuste de dose: Reduzir a dose de outros agentes anti-hipertensivos quando associar furosemida. Insuficiência renal e hepática. 5. ALERTAS Precauções: Desequilíbrio hidroeletrolítico, hiperuricemia e gota, alterações na glicemia, doenças hepáticas, hipersensibilidade às sulfonamidas, doenças renais progressivas, lupus eritematoso sistêmico. Contra-indicações: Hipersensibilidade à furosemida, anúria, hiponatremia e hipocalemia severas. Efeitos adversos: Desequilíbrio hidroeletrolítico com risco de desidratação, hipovolemia e alcalose metabólica, hipotensão arterial, trombocitopenia, leucopenia, anemia, cefaléia, vertigem, parestesia, náusea, vômito, constipação, anorexia, hiperglicemia, aumento dos níveis de lipídios séricos, hiperuricemia, fotossensibilidade, dermatite esfoliativa, eritema multiforme, necrose tecidual, síndrome de Stevens-Johnson; ototoxicidade, icterícia colestática. Interações: Diuréticos, anticoagulantes, anti-hipertensivos, bepridil, corticosteróides, digitálicos, aminoglicosídeos, cefalosporinas, AINEs, lítio, tubocurarina, succinilcolina, metformina, propranolol, sucralfato, colestiramina, colestipol. Gravidez: Categoria C. Na doença hipertensiva específica da gestação é categoria D. Lactação: Excretado no leite materno; utilizar com cautela. Via de excreção principal: Renal.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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GLIBENCLAMIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Glibenclamida DCB: Glibenclamida Apresentação: Comprimidos 5 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Adjuvante no tratamento de Diabetes mellitus tipo 2. Hipoglicemiante

G H I

4. FARMÁCIA CURITIBANA

Programa de Atenção ao Diabetes mellitus

Dosagem: 2,5 a 5 mg/dia, VO, em dose única, com a primeira refeição do dia. A dose poderá ser ajustada até 15 mg/dia ou em casos excepcionais, até 20 mg/dia. Doses superiores a 10 mg/dia devem ser divididas em 2 tomadas. Ajuste de dose: Insuficiência hepática e renal, idosos. 5. ALERTAS Precauções: Hipoglicemia, falência secundária às sulfoniluréias, estresse (trauma, infecções, febre, cirurgias podem necessitar associação de insulina). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, Diabetes mellitus tipo 1, cetoacidose, insuficiência renal (clearance de creatinina < 50 mL/min). Efeitos adversos: Hipoglicemia, sensação de plenitude gástrica, náusea, enurese noturna, urolitíase, colestase, hepatite, urticária, eritema, prurido, dermatite esfoliativa, reações de hipersensibilidade, reações tipo dissulfiram. Interações: Acarbose, AINEs, betabloqueadores, clofibrato, cimetidina, fluoroquinolonas, gemfibrozil, ginseng, eucalipto, Psyllium, itraconazol, miconazol, sulfonamidas, IECA, Hypericum perforatum, ciclosporina, bosentan, warfarina, tiazidas, rifabutina, rifampicina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal e biliar.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

GLICOSE 50%
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Glicose 50% DCB: Glicose Apresentação: Injetável – ampolas 10 mL – 500 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da hipoglicemia causada por diferentes situações clínicas. Dosagem: Crianças: Preparar uma solução a 10% (diluir em 1:4) e administrar 2 a 5 ml/kg/dose (200 a 500 mg/ kg/dose), IV. Em concentrações > 12,5% infundir somente em veia central. Adultos: 20 a 50 mL, IV lento (3 mL/min). Não ultrapassar 800 mg/kg/hora. Para gotejamento contínuo, 1.500 a 3.000 mg/kg/dia, IV. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Uso exclusivo por via intravenosa, Diabetes mellitus, tolerância diminuída à glicose, hiperglicemia, síndrome hiperosmolar, intoxicação alcoólica (pode precipitar encefalopatia de Wernicke se administrada antes da tiamina). Contra-indicações: Alergia ao milho, anúria, hemorragia intracraniana e intraespinhal, Delirium tremens (quando acompanhado de desidratação), coma diabético e hiperglicemia, síndrome de má absorção de glicose e galactose. Efeitos adversos: Hiperglicemia, desequilíbrio hidroeletrolítico, desidratação induzida por hiperglicemia, dor, flebite e esclerose do vaso, hiperosmolaridade, síndrome hiperosmolar e insuficiência cardíaca congestiva, anafilaxia. Interações: Quando administrado com sangue no mesmo kit de infusão, causa hemólise. Gravidez: Categoria C. Uso Interno na Unidade de Saúde Repositor eletrolítico; agente calórico

G H I

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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HALOPERIDOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Haloperidol DCB: Haloperidol Apresentação: Solução oral 2 mg/mL; Comprimidos 1 e 5 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Crises de esquizofrenia e prevenção de recaídas, depressão psicótica, doença de Huntington, doença de Gilles de la Tourette, psicose atípica, psicose na infância, psicose induzida por substância, psicose reativa breve, quadros demenciais com agitação, síndrome cerebral orgânica aguda (Delirium), transtorno bipolar (episódios de mania e nos transtornos resistentes), transtorno esquizoafetivo, transtorno delirante, transtorno de personalidade com impulsividade e/ou agitação. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Usos terapêuticos: Tratamento das psicoses, transtorno bipolar e transtorno de personalidade, sedação. Dosagem: Crianças: < de 3 anos: Uso não recomendado. de 3 a 12 anos: Quadros não psicóticos: 0,05 a 0,075 mg/kg/dia,VO, de 8/8 ou 12/12 h. Quadros psicóticos: 0,15 mg/kg/dia, VO, de 8/8 ou 12/12 h. Adolescentes: 0,5 a 5 mg, VO, de 8/8 ou 12/12 h. Adultos: Crise: 10 a 15 mg/dia, VO. Manutenção 5 a 10 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Idosos e pessoas debilitadas: Dose inicial de 1 a 6 mg/dia, VO, de 8/8 ou 12/12 h. 5. ALERTAS Precauções: A concentração plasmática estabiliza-se após 5 dias de tratamento. Uso concomitante de anticoagulantes e depressores do SNC como opióides, anestésicos e etanol; história de alergia; mania; antecedentes de convulsão; síndrome neuroléptica maligna; tireotoxicose; distúrbios cardiovasculares severos (angina); retenção urinária; neoplasia de mama; glaucoma; insuficiência pulmonar; síndrome de Sjögren; uso de lentes de contato. Crianças com alteração de consciência, transtornos convulsivos, aplasia ou hipoplasia de medula óssea e lesões subcorticais (maior risco de síndrome neuroléptica maligna). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, doença de Parkinson, estado comatoso e depressão severa do SNC. Efeitos adversos: Leucopenia, hipertensão, batimento prematuro ventricular, demência, confusão, déficit de memória, desorientação, sintomas extrapiramidais, rigidez muscular, tremores, afonia, disfagia, distonia, acatisia, discinesia tardia, convulsão, psicose, alterações do eletroencefalograma, hipoglicemia, hiperprolactinemia, ginecomastia, secreção inadequada de ADH, síndrome neuroléptica maligna, hipertermia, anorexia, dispepsia, náusea, vômito, constipação, diarréia, hepatotoxicidade, dermatite seborréica, fototoxicidade, rabdomiólise, Miastenia gravis, dependência física com síndrome de abstinência. Interações: Anticoagulantes, opióides, anestésicos, etanol e outros depressores do SNC, epinefrina, anticolinérgicos, levodopa, pergolida, lítio, antidepressivos tricíclicos, IMAO, glibenclamida, quinidina, zotepina, moclobemida, metildopa, hidralazina, minoxidil. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; uso controverso na amamentação; efeitos desconhecidos sobre o lactente. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada Antipsicótico do grupo das butirofenonas

G H I

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar com alimento ou leite para reduzir a irritação gastrintestinal. Administrar à noite para evitar acidentes. Cuidado ao executar atividades que exijam atenção. Não interromper o uso abruptamente.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

HALOPERIDOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Haloperidol DCB: Haloperidol Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL - 5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Crises de esquizofrenia, depressão psicótica, doença de Huntington, doença de Gilles de la Tourette, psicose atípica, psicose na infância, psicose induzida por substância, psicose reativa breve, quadros demenciais com agitação, síndrome cerebral orgânica aguda (Delirium), transtorno bipolar (episódios de mania e nos transtornos resistentes), transtorno esquizoafetivo, transtorno delirante, transtorno de personalidade com impulsividade e/ou agitação. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Antipsicótico do grupo das butirofenonas

Usos terapêuticos: Tratamento das emergências necessitando neuroleptização rápida em psicoses, transtorno bipolar e transtorno de personalidade; sedação. Dosagem: Crianças: Segurança e efetividade não estabelecidos. Em crianças de 6 a 12 anos a dose usual é de 1 a 3 mg/dose, IM, de 4/4 a 8/8 h. Dose máxima diária de 0,15 mg/kg. Adolescentes e adultos: 5 mg, IM, a cada 30 minutos, até a melhora do quadro. Dose máxima de 30 mg. Ajuste de dose: Idosos e pessoas debilitadas. 5. ALERTAS Precauções: A concentração plasmática estabiliza-se após 5 dias de tratamento. Atividades que exijam atenção. Uso concomitante de anticoagulantes e depressores do SNC como opióides, anestésicos e etanol; história de alergia; mania; antecedentes de convulsão; síndrome neuroléptica maligna; tireotoxicose; distúrbios cardiovasculares severos (angina); retenção urinária; neoplasia de mama; glaucoma; insuficiência pulmonar; síndrome de Sjögren; uso de lentes de contato. Crianças com alteração de consciência, transtornos convulsivos, aplasia ou hipoplasia de medula óssea e lesões subcorticais (maior risco de síndrome neuroléptica maligna). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, doença de Parkinson, estado comatoso e depressão severa do SNC. Efeitos adversos: Leucopenia, hipertensão, batimento prematuro ventricular, demência, confusão, déficit de memória, desorientação, efeitos extrapiramidais, rigidez muscular, tremores, afonia, disfagia, distonia, acatisia, discinesia tardia, convulsão, psicose, alterações do eletroencefalograma, hipoglicemia, hiperprolactinemia, ginecomastia, secreção inadequada de ADH, síndrome neuroléptica maligna, hipertermia, anorexia, dispepsia, náusea, vômito, constipação, diarréia, hepatotoxicidade, dermatite seborréica, fototoxicidade, rabdomiólise, Miastenia gravis, dependência física com síndrome de abstinência. Interações: Anticoagulantes, opióides, anestésicos, etanol e outros depressores do SNC, epinefrina, anticolinérgicos, levodopa, pergolida, lítio, antidepressivos tricíclicos, IMAO, glibenclamida, quinidina, zotepina, moclobemida, metildopa, hidralazina, minoxidil. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; uso controverso na amamentação; efeitos desconhecidos sobre o lactente. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1– Receita Dupla Carbonada

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7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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HALOPERIDOL
1. DESCRIÇÃO
DO

FÁRMACO

Nome: Haloperidol Decanoato DCB: Decanoato de Haloperidol Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 50 mg/mL de Haloperidol base, equivalente a 70,52 mg de Decanoato de Haloperidol 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Antipsicótico do grupo das butirofenonas

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Usos terapêuticos: Crises de esquizofrenia, depressão psicótica, doença de Huntington, doença de Gilles de la Tourette, psicose atípica, psicose na infância, psicose induzida por substância, psicose reativa breve, quadros demenciais com agitação, síndrome cerebral orgânica aguda (delirium), transtorno bipolar (episódios de mania e nos transtornos resistentes), transtorno esquizoafetivo, transtorno delirante, transtorno de personalidade com impulsividade e/ou agitação. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental

Usos terapêuticos: Tratamento de pacientes resistentes ao tratamento de psicoses, transtorno bipolar e transtorno de personalidade. Dosagem: Crianças: Segurança e efetividade não estabelecidas. Adolescentes e adultos: 50 mg, IM, a cada 20 a 30 dias. Dose máxima de 450 mg/mês nos dois primeiros meses. Dose de manutenção varia entre 25 a 260 mg/mês. Ajuste de dose: Idosos e pessoas debilitadas. 5. ALERTAS Precauções: A concentração plasmática estabiliza-se após 5 dias de tratamento. Atividades que exijam atenção. Uso concomitante de anticoagulantes e depressores do SNC como opióides, anestésicos e etanol; história de alergia; mania; antecedentes de convulsão; síndrome neuroléptica maligna; tireotoxicose; distúrbios cardiovasculares severos (angina); retenção urinária; neoplasia de mama; glaucoma; insuficiência pulmonar; síndrome de Sjögren; uso de lentes de contato. Crianças com alteração de consciência, transtornos convulsivos, aplasia ou hipoplasia de medula óssea e lesões subcorticais (maior risco de síndrome neuroléptica maligna). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, doença de Parkinson, estado comatoso e depressão severa do SNC. Efeitos adversos: Leucopenia, hipertensão, batimento prematuro ventricular, demência, confusão, déficit de memória, desorientação, efeitos extrapiramidais, rigidez muscular, tremores, afonia, disfagia, distonia, acatisia, discinesia tardia, convulsão, psicose, alterações do eletroencefalograma, hipoglicemia, hiperprolactinemia, ginecomastia, secreção inadequada de ADH, síndrome neuroléptica maligna, hipertermia, anorexia, dispepsia, náusea, vômito, constipação, diarréia, hepatotoxicidade, dermatite seborréica, fototoxicidade, rabdomiólise, Miastenia gravis, dependência física com síndrome de abstinência. Interações: Anticoagulantes, opióides, anestésicos, etanol e outros depressores do SNC, epinefrina, anticolinérgicos, levodopa, pergolida, lítio, antidepressivos tricíclicos, IMAO, glibenclamida, quinidina, zotepina, moclobemida, metildopa, hidralazina, minoxidil. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; uso controverso na amamentação; efeitos desconhecidos sobre o lactente. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

HANSENÍASE MB
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO
Nome: Rifampicina, Clofazimina, Dapsona DCB: Rifampicina, Clofazimina, Dapsona Apresentação: Cartela Multibacilar Adulto: 2 cápsulas de Rifampicina 300 mg; 3 cápsulas de Clofazimina 100 mg; 27 comprimidos de Clofazimina 50 mg e 28 comprimidos de Dapsona 100 mg. Cartela Multibacilar Infantil: 1 cápsula de Rifampicina 150 mg; 1 cápsula de Rifampicina 300 mg; 16 comprimidos de Clofazimina 50 mg e 28 comprimidos de Dapsona 50 mg.

2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS
Usos terapêuticos: Hanseníase

Antimicrobiano; antimicobacteriano

4. FARMÁCIA CURITIBANA

Tratamento da Hanseníase

Dosagem: Crianças: De 0 a 5 anos: Dose mensal supervisionada: Rifampicina: 150 a 300 mg, VO; Clofazimina 100 mg, VO e Dapsona: 25 mg, VO. Dose semanal auto-administrada: Clofazimina 50 mg, VO, 2 vezes por semana. Dose diária auto-administrada: Dapsona 25 mg, VO. De 6 a 14 anos: Dose mensal supervisionada: Rifampicina: 300 a 450 mg, VO; Clofazimina 150 a 200 mg, VO e Dapsona: 50 a 100 mg, VO. Dose semanal auto-administrada: Clofazimina 50 mg, VO, 3 vezes por semana. Dose diária auto-administrada: Dapsona 50 a 100 mg, VO. Adultos: Dose mensal supervisionada: Rifampicina: 600 mg, VO; Clofazimina 300 mg, VO e Dapsona: 100 mg, VO. Dose diária auto-administrada: Dapsona 100 mg, VO, e Clofazimina 50 mg, VO. Obs.: O período de tratamento para a forma multibacilar é de12 meses. Ajuste de dose: Rifampicina: Disfunção hepática. Dapsona: Insuficiência renal; altas taxas de acetilação.

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5. ALERTAS
Precauções: Rifampicina: Disfunção hepática, hiperbilirrubinemia; indutor enzimático; o uso no tratamento de meningites como agente isolado leva à rápida resistência bacteriana; monitorar função hepática. Clofazimina: Gravidez, amamentação, insuficiência hepática. A clofazimina deve ser diminuída ou descontinuada caso ocorram sintomas gastrintestinais como dor ou queimação abdominal, náusea, vômito ou diarréia. Dapsona: Anemia, deficiência de G6PD, porfiria. Contra-indicações: Rifampicina: Hipersensibilidade ao fármaco. Clofazimina: Hipersensibilidade ao fármaco. Dapsona: Hipersensibilidade ao fármaco e às sulfonas. Efeitos adversos: Rifampicina: Hepatite, trombocitopenia, anemia hemolítica, leucopenia, eosinofilia, agranulocitose, cefaléia, tontura, parestesia, diarréia, náusea, epigastralgia, dor abdominal, colite pseudomembranosa, insuficiência renal aguda, reações cutâneas, modificação da cor do suor e da urina (cor de laranja), febre, vasculite, nefrite intersticial. Clofazimina: ressecamento da pele, alteração na coloração da pele e suor, diminuição da peristalse, dor abdominal. Dapsona: Hemólise e metahemoglobinemia, dermatite esfoliativa, fotodermatite, necrólise epidérmica tópica e síndrome de Stevens-Johnson, náusea, vômito, dor abdominal, anorexia; hepatite, agranulocitose, síndrome dapsona-mononucleose, febre, icterícia, eosinofilia; cefaléia, nervosismo, insônia, alucinação, visão borrada, parestesia, neuropatia periférica reversível, psicose; hematúria. Interações: Rifampicina: Álcool, anticoagulantes cumarínicos, anticoncepcional oral, estrógenos, antifúngicos azólicos, hipoglicemiantes orais, barbiturato, betabloqueador, ciclosporina, clofibrato, cloranfenicol, corticosteróide, dapsona, digitálicos, disopiramida, mexiletina, propafenona, quinidina, tocainida, aminofilina, oxifilina, teofilina, medicamentos hepatotóxicos, anti-retrovirais inibidores de protease, isoniazida, metadona, verapamil oral. Clofazimina: nenhuma de alta significância clínica. Dapsona: Amprenavir, delavirdina, didanosina, probenecida, rifabutina, rifampina, saquinavir, trimetoprima-sulfametoxazol, zidovudina. Gravidez: Rifampicina, clofazimina e dapsona,: Categoria C. Lactação: Rifampicina: Excretado no leite materno, compatível com a amamentação. Clofazimina: Excretada no leite materno, produzindo uma coloração avermelhada. Não deve ser utilizada por mulheres que estejam amamentando. Dapsona: Inseguro, é excretado no leite materno. Via de excreção principal: Rifampicina e Clofazimina: Fezes. Dapsona: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO
Rifampicina: Administrar 1 hora antes ou 2 horas após as refeições. Altera a cor da urina e do suor. Clofazimina: Ingerir com leite ou com alimentos. Evitar exposição prolongada ao sol. Usar roupas e chapéu para proteger a pele. Pode ocorrer alteração do paladar e da saliva. Dapsona: Administrar com alimento para reduzir irritação gástrica.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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HANSENÍASE PB
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Rifampicina, Dapsona DCB: Rifampicina, Dapsona Apresentação: Cartela Paucibacilar Adulto: 2 cápsulas de Rifampicina 300 mg; 28 comprimidos de Dapsona 100 mg. Cartela Paucibacilar Infantil: 1 cápsula de Rifampicina 150 mg; 1 cápsula de Rifampicina 300 mg; 28 comprimidos de Dapsona 50 mg. 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Hanseníase 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Hanseníase Dosagem: Crianças: De 0 a 5 anos: Dose mensal supervisionada: Rifampicina: 150 a 300 mg, VO. Dose diária auto-administrada: Dapsona 25 mg, VO. De 6 a 14 anos: Dose mensal supervisionada: Rifampicina: 300 a 450 mg, VO. Dose diária auto-administrada: Dapsona 50 a 100 mg, VO. Adultos: Dose mensal supervisionada: Dapsona: 100 mg, VO; Rifampicina: 600 mg, VO. Dose diária auto-administrada: Dapsona 100 mg, VO. Obs.: O período de tratamento para a forma paucibacilar é de 6 meses. Ajuste de dose: Rifampicina: Disfunção hepática. Dapsona: Insuficiência renal; altas taxas de acetilação. 5. ALERTAS Precauções: Rifampicina: Disfunção hepática, hiperbilirrubinemia; indutor enzimático; o uso no tratamento de meningites como agente isolado leva à rápida resistência bacteriana; monitorar função hepática. Dapsona: Anemia, deficiência de G6PD, porfiria. Contra-indicações: Rifampicina: Hipersensibilidade ao fármaco. Dapsona: Hipersensibilidade ao fármaco e às sulfonas. Efeitos adversos: Rifampicina: Hepatite, trombocitopenia, anemia hemolítica, leucopenia, eosinofilia, agranulocitose, cefaléia, tontura, parestesia, diarréia, náusea, epigastralgia, dor abdominal, colite pseudomembranosa, insuficiência renal aguda, reações cutâneas, modificação da cor do suor e da urina (cor de laranja), febre, vasculite, nefrite intersticial. Dapsona: Hemólise e metahemoglobinemia, dermatite esfoliativa, fotodermatite, necrólise epidérmica tópica e síndrome de Stevens-Johnson, náusea, vômito, dor abdominal, anorexia; hepatite, agranulocitose, síndrome dapsona-mononucleose, febre, icterícia, eosinofilia; cefaléia, nervosismo, insônia, alucinação, visão borrada, parestesia, neuropatia periférica reversível, psicose; hematúria. Interações: Rifampicina: Álcool, anticoagulantes cumarínicos, anticoncepcional oral, estrógenos, antifúngicos azólicos, hipoglicemiantes orais, barbiturato, betabloqueador, ciclosporina, clofibrato, cloranfenicol, corticosteróide, dapsona, digitálicos, disopiramida, mexiletina, propafenona, quinidina, tocainida, aminofilina, oxifilina, teofilina, medicamentos hepatotóxicos, anti-retrovirais inibidores de protease, isoniazida, metadona, verapamil oral. Dapsona: Amprenavir, delavirdina, didanosina, probenecida, rifabutina, rifampina, saquinavir, trimetoprima-sulfametoxazol, zidovudina Gravidez:, Rifampicina e dapsona: Categoria C. Lactação: Rifampicina: Excretado no leite materno, compatível com a amamentação. Dapsona: Inseguro, é excretado no leite materno. Via de excreção principal: Rifampicina: Fezes. Dapsona: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Rifampicina: Administrar 1 hora antes ou 2 horas após as refeições. Altera a cor da urina e do suor. Dapsona: Administrar com alimento para reduzir irritação gástrica. Antimicrobiano; antimicobacteriano

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

HIDROCLOROTIAZIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Hidroclorotiazida DCB: Hidroclorotiazida Apresentação: Comprimidos 25 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Edema associado à cardiopatia, hepatopatia ou doença renal; tratamento da HAS; Diabetes insipidus nefrogênico. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Atenção à Hipertensão Arterial Sistêmica Diurético anti-hipertensivo

Usos terapêuticos: Adjuvante no tratamento da hipertensão arterial sistêmica como monoterapia ou associado a outros anti-hipertensivos. Dosagem: 12,5 a 25 mg, VO, 1 vez ao dia. Dose máxima diária de 50 mg. Ajuste de dose: Idosos. 5. ALERTAS Precauções: Hepatopatias, nefropatias, associação com corticosteróides, digitálicos e lítio, hiperuricemia, Diabetes mellitus, lupus eritematoso sistêmico, histórico de alergias e asma. Contra-indicações: Hipersensibiidade às sulfonamidas, anúria. Efeitos adversos: Desequilíbrio hidroeletrolítico, hipotensão, alcalose metabólica, hipercalcemia, anorexia, náusea, vômito, cólicas, cefaléia, tontura, astenia, redução da tolerância à glicose e precipitação de Diabetes mellitus, hiperglicemia, fotossensibilidade, erupções cutâneas, discrasias sangüíneas como trombocitopenia e anemia hemolítica, redução da libido, impotência, pancreatite, hepatopatia, insuficiência renal, edema pulmonar. Interações: Anticoagulantes cumarínicos, uricosúricos, insulina, sulfoniluréias, anfotericina B, corticosteróides, AINEs, seqüestradores de ácidos biliares, metenaminas, anestésicos, diazóxido, glicosídeos cardíacos, lítio, diuréticos de alça, anti-hipertensivos, vitamina D, quinidina (risco de taquicardia ventricular polimórfica grave). Gravidez: Categoria C, na doença hipertensiva da gestação é categoria D. Lactação: Excretado no leite; compatível com a amamentação; pode suprimir a lactação. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO
NA

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DISPENSAÇÃO

Administrar longe das refeições, preferencialmente pela manhã.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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HIDROCORTISONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Hidrocortisona DCB: Hidrocortisona Apresentação: Injetável – frasco-ampolas – 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Processos inflamatórios e alergo-inflamatórios em geral, insuficiência adrenocortical aguda (IAA), choque que não responde à terapia habitual se há suspeita de IAA, trauma severo, anafilaxia, hipoglicemia do recém-nascido, adjuvante no broncoespasmo. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Glicocorticóide

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Usos terapêuticos: Processos inflamatórios e alergo-inflamatórios em geral, choque que não responde à terapia habitual se há suspeita de IAA, trauma severo, anafilaxia, hipoglicemia do recém-nascido, adjuvante no broncoespasmo. Dosagem: Recém-nascidos: Hipoglicemia: 10 mg/kg/dia, IM ou IV, de 12/12 h. Crianças: Dose usual: 1 a 5 mg/kg/dia, IM ou IV, em 2 a 4 doses. Insuficiência adrenal aguda: Dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia, IV, em bolus, seguida de 25 a 150 mg/ dia, IV, de 6/6 ou 8/8 h. Adultos: Dose usual: 100 a 500 mg/dia, IM ou IV, de 2/2, 4/4 ou 6/6 h, de acordo com a resposta clínica e a gravidade da situação a ser tratada. Manter altas doses até no máximo 72 horas. Casos graves: 25 a 50 mg/kg, IV, em dose única ou fracionada. Ajuste de dose: Insuficiência hepática. 5. ALERTAS Precauções: Associar antiácidos profilaticamente. Infecções virais, tuberculose, estados psicóticos e depressivos, doenças do cólon, úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão arterial, osteoporose, Miastenia gravis, estados hiperglicêmicos. Pode mascarar sintomas de infecções ou diminuir a imunidade, malária cerebral, amebíase latente, vacinações (em especial caxumba, pelo risco de inativação da vacina), infestação por estrongilóide, tuberculose, infarto recente do miocárdio, hipotireoidismo, cirrose hepática, afecções gastrintestinais. Na exposição à varicela e sarampo está indicada a profilaxia com imunoglobulinas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e a qualquer componente do produto, no pósoperatório imediato ou precoce de ileocolostomia, infecções fúngicas sistêmicas. Efeitos adversos: Leucopenia, contração ventricular prematura, bradicardia em crianças, hipertensão arterial, supressão adrenal, hiperglicemia, cetoacidose, coma hiperosmolar, hipopotassemia, porfiria, perfuração de úlcera gástrica e duodenal, soluço, prurido vulvar, elevação de pressão intra-ocular, glaucoma, predisposição à pneumonia por P. jiroveci, acne, dermatite, equimose, eritema, hirsutismo, exantema pustuloso, catabolismo muscular em crianças, reações de hipersensibilidade, superinfecção. Espasmo coronariano, surto psicótico, pancreatite, candidíase gastrintestinal. Interações: Bloqueadores neuromusculares, diuréticos tiazídicos, rifampicina, fenitoína, vacinas com vírus vivo atenuado e vacinas com bactérias, fluoroquinolonas. Gravidez: Categoria C, risco D no primeiro trimestre. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Hidróxido de Alumínio DCB: Hidróxido de Alumínio Apresentação: Suspensão Oral 6,2% - 62 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Hiperacidez gástrica, gastrite, duodenite, esofagite, úlcera péptica, hérnia de hiato, prevenção de úlcera de stress, síndrome de Mallory–Weiss, síndrome de Zollinger-Ellison, mastocitose sistêmica, adenoma múltiplo endócrino, hiperfosfatemia, prevenção de cálculos urinários de fosfato. Dosagem: Recém-nascidos: 1 ml/kg/dose, VO, de 4/4 h. Crianças: 5 a 15 mL, VO, de 4/4 h ou 6/6 h. Adolescentes e adultos: 10 a 20 mL, VO, de 6/6 h ou 4/4 h. Nos quadros hipersecretórios, dobrar a dose. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 4. ALERTAS Precauções: Avaliar risco/benefício em idosos, constipação, diarréia crônica, doença de Alzheimer, insuficiência renal, hemorróidas, obstrução gástrica, hipofosfatemia, obstrução intestinal. Pode mascarar sangramento gastrintestinal. Reduz a biodisponibilidade de vários fármacos. Dieta rica em cálcio pode acarretar altas concentrações de cálcio e alcalose, uremia e calcinose. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Constipação, obstrução intestinal, hipofosfatemia, alcalose, osteomalácia, inapetência. Interações: Anfetaminas, quinidinas, anticolinérgicos, cloreto de amônia, ácido ascórbico, metionina racêmica), citratos, fluoroquinolonas, mecamilamina, ácido fólico, antagonistas dos receptores H2, preparações contendo ferro, isoniazida, cetoconazol, penicilamina, fenotiazinas, fenitoína, salicilatos, fluoreto de sódio, sucralfato, tetraciclinas orais, fosfatos orais, quenodiol, digitálicos. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Evitar consumir dieta rica em cálcio concomitantemente. Administrar 1 a 3 horas após as refeições e antes de deitar. Antiácido

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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HIOSCINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Brometo de N-butilescopolamina DCB: Butilbrometo de Escopolamina Apresentação: Comprimidos 10 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Anticolinérgico; antiespasmódico

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Usos terapêuticos: Cólicas em geral. Dosagem: Crianças maiores de 7 anos e adultos: 10 a 20 mg, VO, de 6/6 a 8/8 h, de acordo com a necessidade e a tolerância. Ajuste de dose: Idosos. 4. ALERTAS Precauções: Idoso, criança, ICC, doença coronariana, hipertireoidismo, hipertensão arterial, neuropatia periférica, xerostomia, refluxo gastroesofágico, febre, atonia intestinal, ileostomia e colostomia, hepatopatias e nefropatias; pode causar bloqueio neuromuscular. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, estenose mecânica do trato urinário ou gastrintestinal, íleo paralítico, glaucoma de ângulo estreito, taquiarritmia cardíaca, Miastenia gravis, hipertrofia prostática, atonia intestinal, colite ulcerativa, megacólon tóxico. Efeitos adversos: Constipação, boca seca, sonolência, visão borrada, congestão nasal, desconforto abdominal, dificuldade para deglutir, diminuição da transpiração, bradicardia, cefaléia, febre, agitação psicomotora, irritabilidade, náusea, vômito, palpitação, supressão da lactação, hipotensão postural, sedação, fotofobia, tontura, reações dermatológicas de hipersensibilidade, dificuldade miccional. Interações: Antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos, antiácidos, procainamida, anticolinérgicos. Gravidez: Categoria C, associado a malformações no primeiro trimestre. Lactação: Segurança não estabelecida, compatível com a amamentação. Pode inibir a lactação. Via de excreção principal: Fecal. 5. ORENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar 30 minutos antes das refeições e não mastigar os comprimidos. Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

HIOSCINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Brometo de N-butilescopolamina DCB: Butilbrometo de Escopolamina Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL - 20 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Cólicas em geral. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Anticolinérgico; antiespasmódico

Dosagem: Crianças: 0,5 mg/kg/dose, IM ou IV, de 6/6 ou 8/8h. Dose máxima de 10 mg. Adultos: 20 mg, IM ou IV, de 6/6 ou 8/8 h, de acordo com a necessidade e a tolerância. Dose máxima diária de 100 mg. Ajuste de dose: Idosos. 5. ALERTAS Precauções: Idoso, criança, ICC, doença coronariana, hipertireoidismo, hipertensão arterial, neuropatia periférica, xerostomia, refluxo gastroesofágico, febre, atonia intestinal, ileostomia e colostomia, hepatopatias e nefropatias; pode causar bloqueio neuromuscular. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, estenose mecânica do trato urinário ou gastrintestinal, íleo paralítico, glaucoma de ângulo estreito, taquiarritmia cardíaca, Miastenia gravis, hipertrofia prostática, atonia intestinal, colite ulcerativa, megacólon tóxico. Efeitos adversos: Constipação, boca seca, congestão nasal, desconforto abdominal, dificuldade para deglutir, diminuição da transpiração, bradicardia, cefaléia, febre, agitação psicomotora, irritabilidade, náusea, vômito, palpitação, supressão da lactação, hipotensão postural, sonolência, sedação, cicloplegia, fotofobia, tontura, reações dermatológicas de hipersensibilidade, dificuldade miccional. Interações: Antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos, antiácidos, procainamida, anticolinérgicos. Gravidez: Categoria C, associado a malformações no primeiro trimestre. Lactação: Segurança não estabelecida; compatível com a amamentação. Pode inibir a lactação. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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HIOSCINA + DIPIRONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Brometo de N-butilescopolamina + Dipirona DCB: Butilbrometo de Escopolamina + Dipirona Sódica Apresentação: Injetável – ampolas 5 mL - 4 mg de Hioscina + 500 mg de Dipirona/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Cólicas em geral. Anticolinérgico; antiespasmódico; analgésico; antitérmico

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4. FARMÁCIA CURITIBANA

Uso Interno na Unidade de Saúde

Dosagem: Adultos: 5 mL (1 ampola), IV, em administração lenta (acima de 5 minutos), com o paciente deitado. Ajuste de dose: Idosos, insuficiência renal aguda. 5. ALERTAS Precauções: Idoso, criança, ICC, doença coronariana, hipertireoidismo, hipertensão arterial, neuropatia periférica, refluxo gastroesofágico, atonia intestinal, ileostomia e colostomia, hepatopatia, nefropatia, história prévia de ulceração, sangramento e perfuração de trato gastrintestinal, porfiria, deficiência de G6PD; pode causar bloqueio neuromuscular. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, estenose mecânica do trato urinário ou gastrintestinal, íleo paralítico, glaucoma de ângulo estreito, taquiarritmia cardíaca, Miastenia gravis, hipertrofia prostática, atonia intestinal, colite ulcerativa, megacólon tóxico, discrasias sangüíneas, supressão de medula óssea; rinite, urticária, asma e reações alérgicas aos AINEs. Efeitos adversos: Sonolência, secura de mucosas, desconforto abdominal, taquicardia, palpitação, hipotensão postural, cefaléia, agitação psicomotora, cicloplegia, midríase, constipação, confusão mental, anemia hemolítica, anemia aplástica, agranulocitose, cansaço, náusea, vômito, irritação gástrica, broncoespasmo, rash cutâneo, urticária, necrose epidérmica tóxica, diaforese e anafilaxia. Interações: Antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos, antiácidos, procainamida, anticolinérgicos, anticoagulantes cumarínicos, ciclosporina, heparinas de baixo peso molecular, sulfoniluréias, cetorolaco, quinolonas, sais de lítio, diuréticos de alça, tiazídicos, poupadores de potássio, metotrexato, fenindiona, tacrolimus, warfarina, barbitúricos, clorpromazina. Gravidez: Hioscina - categoria C, associado a malformações no primeiro trimestre. Dipirona – avaliar risco/benefício. Lactação: Segurança não estabelecida, compatível com a amamentação. A hioscina pode inibir a lactação e a dipirona é excretada no leite materno. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

IMIPRAMINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cloridrato de Imipramina e Pamoato de Imipramina DCB: Cloridrato de Imipramina e Pamoato de Imipramina Apresentação: Cloridrato de Imipramina - Comprimidos 10 e 25 mg Pamoato de Imipramina - Comprimidos 75 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS
Usos terapêuticos: Tratamento dos sintomas principais da depressão e distúrbios funcionais de origem depressiva, fobias, pânico, transtorno obsessivo compulsivo, enurese, ejaculação precoce, dor crônica, déficit de atenção com hiperatividade.

Antidepressivo tricíclico

4. FARMÁCIA CURITIBANA

Programa de Saúde Mental

Usos terapêuticos: Transtorno depressivo maior; episódio depressivo do transtorno afetivo bipolar (uso associado ao estabilizador de humor); transtorno distímico. Dosagem: Crianças: < de 6 anos: Uso não recomendado. > de 6 anos (2ª escolha): 1 mg/kg/dia, VO, com aumento de 20 a 30% da dose a cada 4 ou 5 dias. Dose máxima diária de 2,5 mg/kg. Adultos: 25 mg/dia, VO, com aumento de 25 mg/dia a cada 2 ou 3 dias até alcançar a dose terapêutica de 75 a 300 mg/dia. Idosos: Dose inicial de 10 mg e aumentar até 30 a 50 mg/dia. Dose máxima diária de 75 mg/dia. Ajuste de dose: Disfunção hepática.

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5. ALERTAS
Precauções: Cardiopatias, bloqueio AV, convulsão, idoso, doenças hepáticas ou renais, cirrose, doenças da tireóide, hiperatividade, feocromocitoma, transtorno bipolar, esquizofrenia e distúrbios esquizoafetivos, risco de suicídio, glaucoma de ângulo estreito, hipertrofia prostática, retenção urinária, terapia eletroconvulsiva concomitante, anestesia, Miastenia gravis; evitar retirada abrupta. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infarto do miocárdio recente, ICC, doença cardiovascular, angina pectoris, arritmias, fase maníaca do transtorno bipolar, uso concomitante com IMAO. Efeitos adversos: Sedação, boca seca, visão borrada, aumento da pressão intra-ocular, constipação, náusea, retenção urinária, tinito, refluxo gastroesofágico, alterações do ECG, arritmia, hipotensão postural, taquicardia, síncope, hipertensão arterial, cardiomiopatia, isquemia cerebral, vasoconstrição, sudorese, tremor, reações dermatológicas de hipersensibilidade e fotossensibilidade, distúrbios de comportamento, psicose, delírio, hipomania ou mania, agressividade, desorientação, insônia, confusão, disfunção sexual, alterações de glicemia, hipertireoidismo, secreção inadequada de ADH, aumento de apetite, ganho ou perda de peso, aumento testicular, ginecomastia, galactorréia, convulsão, distúrbios de movimento, hipertermia, paresia, parestesia, mioclonia, discinesia, acatisia, agranulocitose, leucopenia, eosinofilia, púrpura, trombocitopenia, porfiria, hiponatremia, nefrotoxicidade, ototoxicidade, hepatotoxicidade, alteração das provas de função hepática. Interações: Ácido valpróico, amprenavir, anfetaminas, anticoagulantes cumarínicos, bepridil, betanidina, carbamazepina, cimetidina, cisaprida, clonidina, difenidramina, dofetilida, droperidol, enalapril, fluoroquinolonas, estrogênios, etanol, Hypericum perforatum, fenindiona, fenitoína, fosfenitoína, guanadrel, halofantrina, ibutilida, ioimbina, isocarboxazida, ISRS, IMAO, modafinila, nefopam, olanzapina, oxibutinina, propafenona, quinidina, ritonavir, S-adenosilmetionina, salmeterol, simpatomiméticos de ação direta, sotalol, tramadol. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite materno, uso controverso na amamentação, efeito desconhecido sobre o lactente. Via de excreção principal: Renal.

6. ASPECTOS LEGAIS

Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO
Os resultados terapêuticos são observados após um período de 2 a 6 semanas. Cuidado ao executar atividades que exijam atenção. Evitar exposição ao sol. Não interromper abruptamente o uso. Havendo risco de suicídio, a medicação deve ser fornecida por um cuidador ou indica-se hospitalização.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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IMUNOGLOBULINA ANTI-RHO (D)
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Imunoglobulina Anti-Rho (D) DCB: Imunoglobulina Anti-Rho (D) Apresentação: Injetável – frasco-ampolas – 250 a 300 mcg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Imunoglobulina

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Usos terapêuticos: Gestantes Rh negativo, não sensibilizadas, cujo pai biológico do concepto é Rh positivo ou desconhecido nas seguintes situações: terceiro trimestre (a partir da 28a semana) de gestação, no pós-parto ou pós-abortamento (até 72 horas), punção de vilo corial, amniocentese, gravidez ectópica. Dosagem: 1 ampola, IM, em dose única. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Risco de anafilaxia, observar pelo menos 1 hora após a administração. Contra-indicações: Hipersensibilidade a medicamentos contendo imunoglobulinas homólogas, particularmente em pacientes com deficiência de IgA, ou a qualquer outro componente da fórmula (timerosal). Não administrar a recém-nascidos. Efeitos adversos: Elevação de temperatura corporal, reações cutâneas, calafrios, dor ou inchaço no local da aplicação, náusea, vômito, mal estar, cefaléia, dificuldade respiratória, reações cardiovasculares e anafilactóides. Interações: Vacinas de vírus vivos por via parenteral como caxumba, sarampo, rubéola e varicela (observar intervalo de pelo menos três meses antes da vacinação). Gravidez: Uso sem restrições. Lactação: Desconhecido. Excretado no leite materno mas não absorvido no trato digestivo do recémnascido. Compatível com a amamentação. Programa Mãe Curitibana

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

INDINAVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Indinavir (IDV) DCI: Indinavir Apresentação: Cápsulas 400 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da infecção por HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Dosagem: Recém-nascidos: Dados não disponíveis. Crianças com superfície corporal < 0,6 m²: 300 a 400 mg/m², VO, de 8/8 h. Crianças com superfície corporal > 0,6 m²: 500 mg/m², VO, de 8/8 h. Obs.: a dose em crianças está sob estudo em ensaios clínicos Adolescentes: 800 mg, VO, de 8/8 h. Adultos: 800 mg, VO, de 8/8 h, ou 800 mg associado ao ritonavir 100 a 200 mg, VO, de 12/12 h. Ajuste de dose: Na insuficiência hepática, usar com cautela: 600 mg, VO, de 8/8 h (não associar ao RTV). Associado a delavirdina, cetoconazol, itraconazol: 600 mg, VO, de 8/8 h. Associado a efavirenz ou nevirapina: 1.000 mg, VO, de 8/8 h. Associado ao ritonavir: ajustar as doses para IDV 800 mg, 2 vezes ao dia + RTV 100 a 200 mg, 2 vezes ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Hemofílicos; intolerância à glicose e Diabetes mellitus; hepatopatias; nefrolitíase; risco de resistência; associação com outros fármacos; anemia hemolítica. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos inibidores da protease, uso concomitante com terbinafina, astemizol, cisaprida, midazolam, triazolam, rifampicina, derivados do ergot, sinvastatina, lovastatina, Hypericum perforatum. Efeitos adversos: Náusea, vômito, alterações do paladar, boca seca, dor abdominal, nefrolitíase, hematúria, astenia, fadiga, hiperbilirrubinemia, tontura, sangramento espontâneo em hemofílicos, hiperglicemia, Diabetes mellitus, cetoacidose, dislipidemia, lipodistrofia, ginecomastia, anemia hemolítica, alopécia, alteração de pele, unha encravada. Interações: Terbinafina, astemizol, cisaprida, amprenavir, saquinavir, midazolam, triazolam, rifampicina, derivados do ergot, sinvastatina, lovastatina, Hypericum perforatum, delavirdina, nelfinavir, nevirapina, efavirenz, cetoconazol, itraconazol, didanosina, rifabutina (reduzir a dose desta à metade), aciclovir, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina, sildenafil (não exceder 25 mg/dia deste). Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais: Didanosina: administrar com intervalo mínimo de 1 hora. Amprenavir ou saquinavir: evitar uso concomitante. Delavirdina: reduzir a dose de IDV para 600 mg, VO, de 8/8 h. Efavirenz ou nevirapina: considerar ajuste da dose de IDV para 1000 mg, VO, de 8/8 h. Ritonavir: ajustar as doses para IDV 800 mg, 2 vezes ao dia + RTV 100 a 200 mg, 2 vezes ao dia. Gravidez: Categoria C; pode levar à elevação de bilirrubinas e nefrolitíase no concepto. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Fecal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico Antiviral inibidor da protease

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7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar 1 hora antes ou 2 horas após as refeições, ou ingerir com dieta pobre em alimentos gordurosos e protéicos. Quando associado ao ritonavir, a alimentação não interfere na absorção do medicamento. Quando associado à didanosina, administrar com intervalo mínimo de 1 hora entre ambos. Seguir rigorosamente a dose e o horário de tomada. Havendo perda de alguma dose, a seguinte deve ser tomada normalmente.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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INSULINA NPH E REGULAR HUMANA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO
Nome: Insulina NPH Humana, Insulina Regular Humana DCB: Insulina Humana Apresentação: Injetável - frasco-ampolas 5 a 10 mL - 100 UI/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Hormônio hipoglicemiante

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Usos terapêuticos: Complicações agudas do Diabetes mellitus como cetoacidose, acidose, cetose, coma hiperglicêmico hiperosmolar; Diabetes mellitus tipo 1; Diabetes mellitus gestacional; Diabetes mellitus tipo 2 quando outras medidas não controlaram o quadro; Diabetes mellitus secundário a endocrinopatias e síndromes genéticas.

4. FARMÁCIA CURITIBANA

Programa de Atenção ao Diabetes mellitus

Usos terapêuticos: Complicações agudas do Diabetes mellitus como cetoacidose, acidose, cetose, coma hiperglicêmico hiperosmolar; Diabetes mellitus tipo 1; Diabetes mellitus gestacional; Diabetes mellitus tipo 2 quando outras medidas não controlaram o quadro; Diabetes mellitus secundário a endocrinopatias e síndromes genéticas. Dosagem: Diabetes tipo 1: Dose inicial de 0,5 U/kg/dia de insulina NPH ou da mistura de insulinas NPH + regular (2/3 de NPH + 1/3 de regular ou ¾ de NPH + ¼ de regular, via SC, aplicando 2/3 da dose pela manhã, antes do desjejum, e 1/3 antes do jantar. Ajustar a dose diária a cada 2 dias, aumentando em 10% a dose, de acordo com a glicemia. As necessidades diárias de insulina variam: Na prática de atividade física regular: < 0,5 U/kg/dia, via SC. Na vigência de infecções e na puberdade: 1,5 U/kg/dia, via SC. Fenômeno lua de mel: redução da necessidade diária algumas semanas após o início do tratamento: 0,1 a 0,2 U/kg/dia, via SC. O esquema de doses múltiplas vem sendo empregado atualmente e consiste em 3 injeções de insulina regular antes das refeições e 1 de NPH antes de dormir. Diabetes tipo 2: Dose inicial de 0,3 U/kg/dia de insulina NPH, via SC, pela manhã. Doses superiores a 30 U/dia devem ser fracionadas (2/ 3 pela manhã e 1/3 antes do jantar) e a mistura de insulinas pode proporcionar melhor controle metabólico. A necessidade diária pode ser superior a 1 U/kg/dia em pacientes com resistência insulínica. Ajuste de dose: De acordo com o perfil glicêmico. Aumento da necessidade diária: Em situações de stress como traumas, febre, infecções, cirurgias, hipertireoidismo. Diminuição da necessidade diária: Hipotireoidismo, malabsorção, diarréia, náusea e vômito, insuficiência renal e hepática.

5. ALERTAS
Precauções: Resistência à insulina, hipocalemia. Contra-indicações: Reações alérgicas sistêmicas, hipoglicemia. Efeitos adversos: Sistêmicos: Hipoglicemia com sintomas de ansiedade, cansaço incomum, taquicardia, confusão mental, dificuldade de concentração, dor de cabeça, fala enrolada, fome excessiva, fraqueza, náusea, pele pálida e fria, pesadelos, suores frios, visão borrada, convulsões, coma, ganho de peso. Reações dermatológicas e de hipersensibilidade, visão borrada, hipocalemia. Locais: Dor, formação de nódulos, reações alérgicas cutâneas e lipodistrofia. Interações: Adrenalina, anticoncepcional oral, tabaco, corticosteróides, dextrotoxina, diltiazem, diurético tiazídico, hormônio tireoideano, álcool, esteróide anabolizante, betabloqueador, clofibrato, IMAO, salicilato, tetraciclina, sulfimpirazona. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO
Armazenar em geladeira ou no local mais fresco da casa (próximo do filtro de água, por exemplo). Não congelar, não expor ao sol ou deixar o frasco em local com temperatura elevada. O frasco em uso pode ser mantido em temperatura ambiente (15 a 30 ºC). Seguir rigorosamente a técnica de preparo e de aplicação de insulina (vide manual do programa e do Ministério da Saúde).

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ISONIAZIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Isoniazida DCB: Isoniazida Apresentação: Comprimidos 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Profilaxia da tuberculose em pessoas infectadas pelo M. tuberculosis; tratamento da tuberculose, em associação a outros agentes tuberculostáticos. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Tuberculose Antimicrobiano; antimicobacteriano

Usos terapêuticos: Profilaxia da tuberculose, tratamento da tuberculose em associação a outros agentes tuberculostáticos. Dosagem: Quimioprofilaxia: 10 mg/kg/dia, VO, durante 6 meses. Dose máxima diária de 300 mg. Tratamento: Indicado nos seguintes esquemas: Esquema I (básico): Durante a primeira (2 meses) e a segunda (4 meses) fases; Esquema II (tuberculose meningoencefálica): Durante a primeira (2 meses) e a segunda (7 meses) fases; Esquema IR (recidiva após cura e abandono do esquema I): Durante a primeira (2 meses) e a segunda (4 meses) fases. Doses preconizadas: Até 20 kg: 10 mg/kg/dia, VO. De 20 a 35 kg: 200 mg/dia, VO. De 35 a 45 kg: 300 mg/dia, VO. > 45 kg: 400 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Insuficiência renal, clearance de creatinina < 10 mL/min, fazer 50% da dose. 5. ALERTAS Precauções: Consumo elevado de etanol diariamente, disfunção renal severa, hepatopatia crônica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, doença hepática, hepatite induzida por isoniazida previamente. Efeitos adversos: Neuropatia periférica, hepatotoxicidade, náusea, vômito, epigastralgia, dor abdominal, artralgia, artrite, cefaléia, febre, euforia, insônia, ansiedade, sonolência, prurido, psicose, convulsão, encefalopatia, coma, neurite ótica, trombocitopenia, leucopenia, eosinofilia, anemia hemolítica, agranulocitose, vasculite, adenomegalia, acne, síndrome semelhante ao lupus. Interações: Etanol, alfentanil, carbamazepina, dissulfiram, medicamentos hepatotóxicos e neurotóxicos, cetoconazol, fenitoína, rifampim. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar longe das refeições.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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ISONIAZIDA + RIFAMPICINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Isoniazida + Rifampicina DCB: Isoniazida + Rifampicina Apresentação: Comprimidos 100 mg de Isoniazida + 150 mg de Rifampicina Comprimidos 200 mg de Isoniazida + 300 mg de Rifampicina 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Antimicrobiano; antimicobacteriano

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Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose, em associação a outros agentes tuberculostáticos. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Tuberculose

Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose, em associação a outros agentes tuberculostáticos, nos seguintes esquemas: Esquema I (básico): Durante a primeira (2 meses) e a segunda (4 meses) fases; Esquema II (tuberculose meningoencefálica): Durante a primeira (2 meses) e a segunda (7 meses) fases; Esquema IR (recidiva após cura e abandono do esquema I): Durante a primeira (2 meses) e a segunda (4 meses) fases. Dosagem: Até 20 kg: 10 mg/kg/dia de isoniazida + 10 mg/kg/dia de rifampicina, VO. De 20 a 35 kg: 200 mg de isoniazida + 300 mg de rifampicina/dia, VO. De 35 a 45 kg: 300 mg de isoniazida + 450 mg de rifampicina/dia, VO. > 45 kg: 400 mg de isoniazida + 600 mg de rifampicina/dia, VO. Ajuste de dose: Insuficiência renal, clearance de creatinina < 10 mL/min, fazer 50% da dose. 5. ALERTAS Precauções: Consumo elevado de etanol diariamente, disfunção renal severa, hepatopatia crônica, indução enzimática. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, doença hepática, hepatite induzida por isoniazida previamente. Efeitos adversos: Neuropatia periférica, hepatotoxicidade, náusea, vômito, epigastralgia, dor abdominal, diarréia, colite pseudomembranosa, artralgia, artrite, cefaléia, tontura, febre, euforia, insônia, ansiedade, sonolência, prurido, psicose, convulsão, encefalopatia, coma, neurite ótica, trombocitopenia, leucopenia, eosinofilia, anemia hemolítica, agranulocitose, vasculite, adenomegalia, acne, síndrome semelhante ao lupus, insuficiência renal aguda, nefrite intersticial, reações cutâneas, modificação da cor da urina e do suor. Interações: Etanol, alfentanil, carbamazepina, dissulfiram, medicamentos hepatotóxicos e neurotóxicos, fenitoína, rifampim, anticoagulantes cumarínicos, anticoncepcional oral, estrógenos, antifúngicos azólicos, hipoglicemiantes orais, barbiturato, betabloqueador, ciclosporina, clofibrato, cloranfenicol, corticosteróide, dapsona, digitálicos, disopiramida, mexiletina, propafenona, quinidina, tocainida, aminofilina, oxifilina, teofilina, medicamentos hepatotóxicos, anti-retrovirais inibidores de protease, isoniazida, metadona, verapamil oral. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal (isoniazida) e fecal (rifampicina). 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar 1 hora antes ou 2 horas após as refeições. Altera a cor da urina e do suor.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ISOSSORBIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Isossorbida DCB: Isossorbida Apresentação: Comprimidos sublinguais 5 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Alívio imediato de crise dolorosa em angina estável, instável e de Prinzmetal (por via sublingual); insuficiência cardíaca (associado à hidralazina). 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Vasodilatador coronariano

Dosagem: Angina: 2,5 a 5 mg, sublingual, de 2/2, 3/3 h ou de acordo com a necessidade. 5. ALERTAS Precauções: Anemia severa, hemorragia cerebral, hipotensão postural, cardiomiopatia hipertrófica, trauma craniano, pressão intracraniana elevada, pressão intra-ocular elevada, hipertireoidismo, tamponamento pericárdico. Monitorar pressão arterial e freqüência cardíaca. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Cefaléia, rubor facial, visão turva, hipotensão ortostática, anemia, metahemoglobinemia, tontura, astenia, bradicardia sinusal, assistolia ventricular, rash, dermatite esfoliativa, edema periférico e tolerância. Interações: Sildenafil, disopiramida. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Deixar o comprimido dissolver-se por completo na saliva antes de deglutir.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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ITRACONAZOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Itraconazol DCB: Itraconazol Apresentação: Cápsulas 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Antifúngico derivado triazólico

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Usos terapêuticos: Tratamento de infecções fúngicas como candidíase oral, esofagite e vaginite por cândida, paracoccidioidomicose, aspergilose, dermatofitose, histoplasmose, esporotricose e onicomicose. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS

Usos terapêuticos: Tratamento e profilaxia de infecções fúngicas oportunistas da AIDS. Dosagem: Crianças: Segurança e eficácia não estabelecidas. Paracoccidioidomicose: 3 a 4 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. Manter com 3 a 4 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia. Aspergilose (2ª escolha): 3 a 6 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. Profilaxia secundária de histoplasmose (1a escolha) e criptococose (2a escolha): 5 mg/kg/dia, VO, a cada 24 ou 48 h. Adolescentes e adultos: Dose usual: 100 a 200 mg, VO, de 12/12 ou 24/24 h. Nas infecções graves, 200 mg, VO, de 8/8 h. Aspergilose (2a escolha): 200 mg, VO, de 12/12 h (droga em investigação). Histoplasmose (2a escolha; casos leves e moderados sem envolvimento do SNC): 200 mg, VO, de 12/12 h. 5. ALERTAS Precauções: Hepatopatias, insuficiência renal, disfunção ventricular, doença isquêmica ou valvular, doença pulmonar significativa, edema, hipersensibilidade prévia a outros derivados azólicos, acloridria (reduz a absorção). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, co-administração com cisaprida, astemizol, midazolam, triazolam, sinvastatina, lovastatina, dofetilida, pimozida, quinidina. Efeitos adversos: Náusea, vômito, dor abdominal, rash cutâneo, prurido, angioedema, necrose epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, cefaléia, tontura, sonolência, anorexia, elevação de enzimas hepáticas, diminuição da libido, ginecomastia, hipertrigliceridemia, hipocalemia, hepatotoxicidade, hipertensão arterial, ICC, edema pulmonar e periférico. Interações: Cisaprida, astemizol, midazolam, triazolam, sinvastatina, lovastatina, dofetilida, pimozida, quinidina, etanol, antiarrítmicos, digoxina, hipoglicemiantes orais, antilipêmicos, terfenadina, ciclosporina, benzodiazepínicos, didanosina, carbamazepina, fenitoína, isoniazida, rifampicina, antiácidos, anticolinérgicos, antagonistas de receptores H2, omeprazol, sucralfato, warfarina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Biliar. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar junto às refeições. Evitar ingestão de bebidas alcoólicas.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

LAMIVUDINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Lamivudina (3TC) DCI: Lamivudina Apresentação: Solução oral 10 mg/mL; Comprimidos 150 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da infecção por HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da transcriptase reversa análogo de nucleosídeo

Usos terapêuticos: Tratamento da infecção por HIV/AIDS. Deve ser sempre usado em esquema HAART, supressor do HIV, pelo risco de desenvolvimento de alta resistência ao 3TC em poucas semanas. Dosagem: Recém-nascidos com menos de 30 dias: 2 mg/kg, VO, de 12/12 h. Crianças: 4 mg/kg, VO, de 12/12 h. Dose máxima de 150 mg, de 12/12 h. Adolescentes e adultos: Peso < 50 Kg: 2 a 4 mg/kg, VO, de 12/12 h. Peso ≥ 50 Kg: 150 mg, VO, de 12/12 h. Ajuste de dose: Ajustar a dose de acordo com a função renal. Clearance de creatinina: 10 a 50 mL/min: 150 mg/dia. < 10 mL/min: 50 mg/dia. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência renal, achados laboratorias e clínicos condizentes com hepatopatia e acidose láctica. Na co-infecção com hepatite B, manter o 3TC porque sua suspensão pode acarretar deterioração hepática. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, crianças com antecedentes de pancreatite ou fatores de risco para pancreatite (na impossibilidade de usar outro medicamento, monitorar freqüentemente a evolução do paciente). Efeitos adversos: Neutropenia, anemia, trombocitopenia, elevação de transaminases, amilase e bilirrubinas, cefaléia, fadiga, febre, calafrios, náusea, diarréia, anorexia, neuropatia, distúrbios do sono como insônia, alterações do comportamento, tosse, sintomas nasais, dor abdominal, dispepsia, depressão, exantema, mialgia, artralgia, paroníquia, esteatose, acidemia, acidose láctica, pancreatite. Em crianças, pode ocasionar parestesias e neuropatia periférica. Interações: Sulfametoxazol + trimetoprim, isoniazida, fenitoína, didanosina, zalcitabina, estavudina. Gravidez: Categoria C. Indicado em associação a outros medicamentos (AZT + nelfinavir ou nevirapina) para o controle da infecção e a redução da transmissão vertical do HIV. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

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LEVOMEPROMAZINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Maleato de Levomepromazina; Levomepromazina DCB: Maleato de Levomepromazina; Levomepromazina Apresentação: Solução oral 40 mg/mL; Comprimidos 25mg e 100 mg. 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Crises de esquizofrenia e prevenção de recaídas; depressão psicótica, doença de Huntington, doença de Gilles de la Tourette, psicose atípica, psicose na infância, psicose induzida por substância, psicose reativa breve, quadros demenciais com agitação, síndrome cerebral orgânica aguda (delirium), transtorno bipolar (episódios de mania e transtornos resistentes), transtorno esquizoafetivo, transtorno delirante, transtorno de personalidade com impulsividade e/ou agitação. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Antipsicótico fenotiazínico

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Usos terapêuticos: Tratamento das psicoses, do transtorno bipolar e de personalidade. Dosagem: Crianças: 3 a 6 mg/kg/dia, VO, com aumento progressivo da dose. Adultos: Dose inicial de 400 a 600 mg/dia, VO, de 8/8 ou 12/12 h; dose de manutenção de 300 a 600 mg/dia. Dose máxima diária de 1.200 mg. Ajuste de dose: Idosos (iniciar com 1/3 a 1/2 da dose), pacientes debilitados ou com doença cardíaca. 5. ALERTAS Precauções: Evitar exposição ao sol pela fotossensibilidade; interrupção abrupta pode desencadear síndrome de abstinência. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e às fenotiazinas, câncer de mama prolactinodependente, transtornos convulsivos, depressão acentuada do SNC, estados comatosos, discrasias sangüíneas recentes ou pregressas, glaucoma de ângulo estreito, doença cardiovascular, hepática e/ou renal severas, hipotensão significativa, uso concomitante de anti-hipertensivos incluindo IMAO. Efeitos adversos: Agranulocitose, pancitopenia, boca seca, constipação, reações psicóticas, reações extrapiramidais, hipotensão ortostática, sedação, torcicolo, rigidez muscular, fotossensibilidade, síndrome neuroléptica maligna, depósitos granulares na córnea e retinopatia pigmentar, glaucoma, secreção reduzida de ACTH, teste imunológico de gravidez falso-positivo ou falso-negativo, bilirrubinúria e fenilcetonúria falso-positiva. Interações: Anticolinérgicos, álcool, antidepressivos tricíclicos, depressores do SNC, antitireoideanos, epinefrina, anti-hipertensivos, IMAO, medicamentos que causam reações extrapiramidais, levodopa, lítio, metrizamida, zotepina. Gravidez: Categoria C (contra-indicado principalmente no primeiro trimestre). Lactação: Excretado no leite materno, não recomendado durante a lactação pelo risco de sedação. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar após as refeições. Evitar ingestão de bebidas alcoólicas. A forma líquida não deve ser administrada com café, cerveja com ou sem álcool, chá, citrato de lítio, refrigerantes tipo cola ou sucos ácidos. Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

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LEVONORGESTREL + ETINILESTRADIOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Levonorgestrel + Etinilestradiol DCB: Levonorgestrel + Etinilestradiol Apresentação: Comprimidos 0,15 mg de Levonorgestrel + 0,03 mg de Etinilestradiol 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Anticoncepção hormonal oral. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Planejamento Familiar Anticoncepcional hormonal

Usos terapêuticos: Anticoncepção hormonal oral. Dosagem: Iniciar no 1º dia do ciclo menstrual (1º dia do sangramento menstrual), tomando 1 comprimido/dia, durante 21 dias consecutivos, no mesmo horário (após o jantar ou antes de deitar), em intervalos que não excedam 24 horas. Após o término da cartela, fazer intervalo de 7dias, durante o qual ocorrerá o fluxo menstrual, e iniciar nova cartela no 8º dia. 5. ALERTAS Precauções: Se um comprimido for esquecido o mesmo deve ser tomado assim que se lembrar, desde que não ultrapasse 12 h do horário de tomada. O próximo comprimido deve ser usado no horário habitual. Havendo intervalo maior que 12 horas do horário de tomada ou se mais comprimidos forem esquecidos pode-se: Abandonar a cartela em uso, começar imediatamente outro método contraceptivo e aguardar a menstruação para recomeçar uma nova cartela; Continuar a usar os comprimidos da cartela em uso até o seu término mas associar imediatamente outro método contraceptivo até o reinício de nova cartela, conforme as orientações anteriores. Interromper imediatamente se ocorrer: Aparecimento, pela primeira vez, de cefaléias semelhantes à enxaqueca ou com freqüência e intensidade não habituais, alterações da percepção, sinais precursores de tromboflebites ou tromboembolias, sensação de dor e constrição do tórax, cirurgias programadas (6 semanas antes da data prevista), icterícia, hepatite, prurido generalizado, exacerbação de crises convulsivas, aumento considerável da pressão arterial. Contra-indicações: Neoplasia estrogênio-dependente como câncer de mama e de endométrio, doença cerebrovascular, doença coronariana, doença hepática, doença tromboembólica, gestação, insuficiência cardíaca, sangramento uterino ou genital não diagnosticado, antecedentes de herpes gravídico. Efeitos adversos: Cefaléia, distúrbios gástricos, náusea, tensão mamária, sangramentos inter-menstruais, alterações de peso ou da libido, estados depressivos, cloasma, diminuição da tolerância ao uso de lentes de contato, acidentes flebíticos, trombóticos ou tromboembólicos, hipertensão arterial, hepatopatia, agravamento de certas doenças como Diabetes mellitus, elevação do colesterol e triglicerídeos, acne ou seborréia, retenção hídrica, agravamento da monilíase. Interações: Ampicilina, amoxicilina, barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, primidona, rifampicina, tetraciclinas, ritonavir, acetominofen, anticoagulantes cumarínicos, guanetidina, sulfoniluréias, lorazepam, metildopa, oxazepam, betabloqueadores, diazepam, clordiazepóxido, vitamina C. Gravidez: Contra-indicado. Lactação: Não recomendado no período da lactação. A anticoncepção neste período é realizada com anticoncepcionais contendo somente progestogênios em baixas doses. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Seguir criteriosamente as orientações descritas na dosagem.

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LIDOCAÍNA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Lidocaína DCB: Cloridrato de Lidocaína Apresentação: Injetável – frasco-ampolas 20 mL – 20 mg/mL (sem vasoconstritor) 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Anestesia, arritmias ventriculares. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Anestésico; antiarrítmico

Usos terapêuticos: Anestesia local, infiltração ou bloqueio de nervo periférico. Dosagem: 0,5 a 4,5 mg/kg. Ajuste de dose: Idosos (fazer metade da dose). 5. ALERTAS

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Precauções: Síndrome de Adam-Stokes, insuficiência cardíaca avançada, bloqueio cardíaco, hipovolemia, doença renal, choque, bradicardia sinusial, síndrorme de Wolf-Parkinson-White, convulsão, hipotensão. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Dor no local da injeção, ansiedade ou irritabilidade, tontura, sonolência, sensação de frio ou calor, reações alérgicas. Reações de overdose incluem visão turva, diplopia, náusea, vômito, zumbido, tremor ou espasmo, fraqueza, convulsão e bradicardia. Pode causar constrição arterial uterina com risco de hipóxia fetal. Interações: Anticonvulsivantes, antiarrítmicos, betabloqueadores, cimetidina, bloqueadores neuromusculares, procainamida. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

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LIDOCAÍNA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Lidocaína DCB: Cloridrato de Lidocaína Apresentação: Geléia 2 % - bisnagas 30 g. 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Anestesia tópica local. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas Anestésico local

Usos terapêuticos: Anestesia de uretra. Dosagem: 5 a 10 g em mulheres e 2 aplicações de 10 g em homens, aplicados 5 minutos antes do procedimento. 5. ALERTAS Precauções: Criança (aumenta o risco de metahemoglobinemia), dermatite atópica, eczema, queimados, deficiência de G6PD, metahemoglobinemia congênita ou idiopática. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e dermatopatias severas. Efeitos adversos: Metahemoglobinemia, dermatite de contato, sensação de queimação, edema, prurido, reações anafiláticas como angioedema, broncoespasmo, urticária e choque. Interações: Medicamentos que induzem metahemoglobinemia. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

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LÍTIO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Carbonato de Lítio DCB: Carbonato de Lítio Apresentação: Comprimidos 300 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Transtorno bipolar do humor, controle e prevenção dos episódios de mania; potencializador dos antidepressivos no transtorno depressivo maior, transtorno esquizoafetivo (associado a um antipsiótico), agressividade, impulsividade. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Estabilizador do humor

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Dosagem: Crianças: 15 a 60 mg/kg/dia, VO, 6/6 ou 8/8 h, não excedendo a dose de adultos. O uso não está bem estabelecido. Adultos: Dose inicial de 600 mg/dia, VO, de 12/12 h; aumentar 300 mg/dia até alcançar a dose efetiva que varia entre 900 a 2.100 mg/dia. Idosos: Dose inicial de 150 mg/dia, VO; aumentar gradativamente. Ajuste de dose: Disfunção renal. 5. ALERTAS Precauções: Realizar exame clínico cuidadoso e avaliar função renal, hemograma, eletrólitos, TSH, T4 e ECG. Quadros de diarréia, desidratação, dieta restritiva de sal e infecções concomitantes podem provocar hemoconcentração e maior risco de toxicidade. Suspender o uso antes de cirurgias (duas últimas doses), porque há potencialização dos bloqueadores neuromusculares, e antes do início de eletroconvulsoterapia. Dosar o lítio sérico cinco dias após o início do tratamento (12 horas após a última tomada). Em idosos, as dosagens devem ser mais freqüentes. A litemia deve estar entre: 0,9 e 1,2 mEq/l, na fase aguda da mania; 0,6 e 0,9 mEq/l, na manutenção do transtorno bipolar; 0,4 e 0,6 mEq/l, na potencialização de um antidepressivo. Contra-indicações: Hipotireoidismo não controlado, arritmias ventriculares severas, bradicardia sinusal, ICC, insuficiência renal severa e creatinina sérica persistentemente elevada. Efeitos adversos: Arritmias ventriculares, taquicardia sinusal, alterações do ECG, náusea, vômito, diarréia, gosto metálico, cáries dentárias, Diabetes insipidus nefrogênico, nefrite intersticial, bócio, hipotireoidismo, leucocitose, acne, rash cutâneo máculo-papular, alopécia, psoríase, tremores finos, aumento do apetite, ganho de peso, fadiga, fraqueza muscular, tontura, síndrome nefrótica, ataxia, cefaléia, convulsão. Interações: AINEs, cálcio, potássio, glicerol, clorpromazina e outras fenotiazinas, diuréticos, haloperidol, molindone, carbamazepina, antidepressivos tricíclicos, clozapina. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite; contra-indicado na lactação. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar após as refeições; ingerir líquidos em abundância; intensificar cuidados com a higiene bucal. Restringir carboidratos e gorduras na dieta de pacientes com sobrepeso, obesidade ou tendência a engordar.

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LOPINAVIR + RITONAVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Lopinavir + Ritonavir (LPV/r) DCI: Ritonavir (Lopinavir - não encontrada) Apresentação: Cápsulas 133,3 mg de Lopinavir + 33,3 mg de Ritonavir 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Terapia da infecção por HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da protease

Usos terapêuticos: Terapia da infecção por HIV/AIDS. Dosagem: Adultos: Monoterapia: 400/100 mg, VO, 2 vezes ao dia. Associado ao efavirenz ou nevirapina: 533/133 mg, VO, 2 vezes ao dia. Associado ao saquinavir: 400/100 mg + 1000 mg SQV, VO, 2 vezes ao dia. Ajuste de dose: Idosos (farmacocinética não bem estudada), insuficiência hepática. 5. ALERTAS Precauções: História pregressa ou recente de pancreatite, avaliar função renal, hepática e pancreática antes e durante o tratamento, hemofilia, Diabetes mellitus. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao sal; co-administração com rifampicina, astemizol, flecainida, propafenona, derivados do ergot, sinvastatina, lovastatina, cisaprida, pimozida, terfenadina, midazolam, triazolam e Hypericum perforatum. Efeitos adversos: Dispepsia, flatulência, náusea, vômito, diarréia, cefaléia, astenia, exantema e rash cutâneo vesículo-bolhoso; edema de membros inferiores; hepatite, hemorragia digestiva alta, sangramento espontâneo em hemofílicos, pancreatite, Diabetes mellitus, lipodistrofia, hiperglicemia, hipertrigliceridemia e hipercolesterolemia. Interações: Dissulfiram, secnidazol, metronidazol, tinidazol, didanosina, efavirenz, nevirapina, fenobarbital, carbamazepina, dexametasona, fenitoína, atorvastatina, cerivastatina, amiodarona, biperidil, nifedipina, nicardipina, felodipina, lidocaína sistêmica, quinidina, ciclosporina, rapamicina, metadona, cetoconazol, itraconazol, sildenafil (não exceder a dose de 25 mg em 48 horas), rifabutina (reduzir a dose desta em 75%, etinilestradiol. Gravidez: Categoria C. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Biliar. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

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7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar com as refeições para melhorar a tolerância. Quando administrado com didanosina, devese observar intervalo mínimo de 1 hora entre ambos.

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MEBENDAZOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Mebendazol DCB: Mebendazol Apresentação: Suspensão oral 20 mg/mL; Comprimidos 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Anti-helmíntico polivalente ativo contra nematódeos (Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura, Enterobius vermicularis, Ancylostoma duodenale, Necator americanus) e cestódeos (Taenia solium, Taenia saginata). Dosagem: Crianças menores de 2 anos: Segurança e dose não bem estabelecidas. Crianças maiores de 2 anos: 100 mg, VO, de 12/12 h, durante 3 dias consecutivos. Adultos: Infestações por nematódeos: 100 mg, VO, de 12/12 h, durante 3 dias consecutivos. Infestações por cestódeos: 200 mg, VO, de 12/12 h, durante 3 dias consecutivos. Ajuste de dose: Disfunção hepática. 4. ALERTAS Precauções: Relatos esporádicos de convulsões em menores de 1 ano, devendo ser usado nestes pacientes se a infestação for a causa de desnutrição importante com prejuízo do desenvolvimento. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a algum componente da fórmula. Efeitos adversos: Reações alérgicas do tipo exantemático, urticária e angioedema, constipação, diarréia, dor abdominal transitória, leucopenia, neutropenia, tontura, cefaléia. Interações: Carbamazepina e hidantoína; cimetidina, teofilina, fosfenitoína. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Fecal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO O medicamento pode ser ingerido com água, inteiro, mastigado, triturado ou dissolvido. Anti-helmíntico de amplo espectro

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MEDROXIPROGESTERONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Acetato de Medroxiprogesterona DCB: Acetato de Medroxiprogesterona Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 150 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Anticoncepcional de ação prolongada que deve ser administrado em intervalos de 3 meses. Dosagem: 150 mg, via IM profunda, a cada três meses. Obs.: Primeira administração somente durante os cinco primeiros dias de um ciclo menstrual normal. Em puérperas que não estão amamentando, iniciar nos primeiros cinco dias após o parto. Em puérperas que amamentam a primeira injeção deve ser usada seis semanas após o parto. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Hepatite com função hepática normal, osteopenia, osteoporose, condições que propiciem edema, enxaqueca, asma, epilepsia, disfunção renal ou cardíaca, ganho de peso, antecedentes de depressão, intolerância a carboidratos, antecedentes de alterações visuais (perda da visão, proptose e diplopia). Contra-indicações: Grávidas ou com suspeita de gravidez, hipersensibilidade ao fármaco, sangramento geniturinário de causa não diagnosticada, neoplasia mamária comprovada ou suspeita, disfunção hepática, doenças tromboembólicas. Efeitos adversos: Anorexia, nervosismo, prurido, anafilaxia, edema angioneurótico, acne, hirsutismo, náusea, vômito, icterícia, sonolência, cefaléia, irregularidades do ciclo menstrual (principalmente durante os primeiros meses de uso), amenorréia, modificação da duração e do intervalo entre as menstruações. Interações: Aminoglutetimida. Gravidez: Categoria X. Lactação: Não interfere de forma adversa na lactação. Via de excreção principal: urina. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não massagear o local da injeção após a aplicação. Programa de Planejamento Familiar Anticoncepcional

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MEPERIDINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Meperidina DCB: Petidina Apresentação: Injetável – ampolas 2 mL – 50 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Dores intensas ou sem tratamento aos analgésicos periféricos, medicação préanestésica (anestesia basal), analgesia. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Hipnoanalgésico; adjuvante anestésico

Dosagem: Recém-nascidos: 0,5 a 1,0 mg/kg/dose, SC, IM, IV lento (diluído em 1 mg/mL de água destilada), infundido em 3 a 5 min. Dose máxima de 2 mg/kg/dose. Crianças maiores de 2 anos: 1 a 1,5 mg/kg/dose, SC, IM, IV lento (diluído em 1 mg/mL); repetir em intervalos de 3 a 4 horas, se necessário. Dose máxima diária de 100 mg. Adultos: Dose usual: 25 a 100 mg, SC, IM, ou IV lento, repetindo em intervalos de 3 a 4 horas se necessário. Dose máxima diária de 500 mg. Ajuste de dose: Reduzir a dose em idosos, Doença de Addison, hipertrofia prostática ou estreitamento uretral, hipotireoidismo, depressores do SNC (fenotiazínicos).

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5. ALERTAS Precauções: Monitorar função respiratória; cirrose, abdome agudo, taquicardia supraventricular, fibrilação atrial, arritmia cardíaca, hipotireoidismo, doença de Addison, hipertrofia prostática ou estreitamento uretral, adição, síndrome de abstinência, histórico de convulsões, risco de adição. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, uso concomitante com IMAO, lesão intracraniana, depressão respiratória, coma, insuficiência renal, gravidez. Efeitos adversos: Depressão respiratória e do SNC, náusea, vômito, constipação, diarréia, hipotensão ortostática, retenção urinária aguda, prurido, convulsões, alucinações, nervosismo, hepatotoxicidade, taquicardia, febre, coriza, inquietação, irritabilidade, cólicas estomacais, perda de apetite, tremor, fadiga, insônia, secura da boca, estímulo paradoxal do SNC. Interações: Alfentanila, fentanila, sufentanila; anti-hipertensivos ou diuréticos; IMAO, metoclopramida, álcool ou depressores do SNC, anticolinérgicos, antidiarréicos ou antiperistálticos, bloqueadores neuromusculares, hidroxizina, naloxona, anticoagulantes cumarínicos e idantiônicos, anfetaminas. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno, compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 - Lista A1 – Notificação de Receita A

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

METFORMINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Metformina DCB: Metformina Apresentação: Comprimidos 850 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento do Diabetes mellitus tipo 2. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Atenção ao Diabetes mellitus Hipoglicemiante

Dosagem: Crianças: Segurança e eficácia não estabelecidas; uso não recomendado. Adultos: 500 a 1.000 mg/dia, VO. Dose máxima diária de 2.550 mg. Ajuste de dose: Idosos. 5. ALERTAS Precauções: Monitorar função renal e hepática; estados hipermetabólicos (infecção, febre, trauma, queimaduras), hipoglicemia, associação com outros hipoglicemiantes, dieta inadequada e exercício excessivo, uso concomitante de drogas nefrotóxicas, acidose láctica, coma, desidratação, estados hipoxêmicos como colapso cardiovascular, infarto agudo do miocárdio e insuficiência cardíaca congestiva aguda, insuficiência respiratória, alcoolismo, predisposição à anemia por deficiência de vitamina B12. Considerar risco/benefício quando houver gastroparesia, diarréia, obstrução intestinal e condições que retardam a absorção do alimento, hipo ou hipertireoidismo não controlado. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, insuficiência cardíaca congestiva, acidose metabólica aguda ou crônica (inclusive cetoacidose), insuficiência renal ou disfunção renal (creatinina sérica ≥ 1,5 mg/dL em homens e ≥ 1,4 mg/dL em mulheres), uso concomitante de contrastes iodados (reiniciar 48 horas após), doença hepática, procedimentos cirúrgicos. Efeitos adversos: Diarréia, distensão abdominal, flatulência, náusea, vômito, dispepsia, gosto metálico, perda de peso, acidose láctica, anemia megaloblástica, hipoglicemia. Interações: Cimetidina, amilorida, bloqueadores do canal de cálcio, digoxina, morfina, procainamida, quiridina, quirina, ranitidina, trimetoprima, vancomicina, furosemida, álcool. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar junto à refeição da manhã.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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METILDOPA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Metildopa DCB: Metildopa Apresentação: Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da hipertensão arterial moderada ou severa. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana Anti-hipertensivo simpatolítico de ação central

Usos terapêuticos: Tratamento da hipertensão arterial em gestantes. Dosagem: 250 mg, VO, de 8/8 h ou 12/12 h. Ajustar a dose a cada 2 dias de acordo com a resposta terapêutica. A dose de manutenção varia de 500 a 2.000 mg/dia, divididas em 2 a 4 tomadas. Dose máxima diária de 3.000 mg. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 5. ALERTAS Precauções: Anemia hemolítica autoimune, insuficiência renal, antecedentes de hepatopatia, evitar interrupção abrupta devido ao risco de hipertensão, movimentos coreoatetóicos, doença cerebrovascular bilateral, edema, antecedentes de hipotensão postural e disfunção autonômica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou aos sulfitos, doença hepática ativa ou antecedentes de hepatopatia induzida por metildopa. Efeitos adversos: Reações imunomediadas, agranulocitose, sonolência, hipotensão ortostática, edema periférico, colestase, hepatite, miocardite, pancreatite, trombocitopenia, necrose hepática, hiperprolactinemia, congestão nasal, colite, fibrose retroperitoneal, sedação e depressão dose-dependente. Interações: Diuréticos, anti-hipertensivos, anestésicos, levodopa, lítio, IMAO, cocaína, norepinefrina, fenilefrina e preparações orais de ferro. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

METILERGOMETRINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Metilergometrina DCB: Metilergometrina Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 0,2 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Profilaxia e tratamento da hemorragia pós-parto e pós-aborto. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas Agente ocitócico

Dosagem: 0,2 mg, IM, repetido a cada 2 a 4 horas, se necessário, até completar 5 doses. Obs.: Monitorar pressão arterial e contrações uterinas. 5. ALERTAS Precauções: Septicemia, doença vascular obliterativa, doenças hepáticas ou renais, pacientes no segundo estágio de trabalho de parto, estenose valvar mitral. Monitorar pressão arterial e contrações uterinas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, gravidez, toxemia, hipertensão, indução ao parto, ameaça de aborto, reações alérgicas idiossincráticas prévias, angina do peito instável, infarto do miocárido recente, acidente cerebrovascular, acidente isquêmico transitório, doença arterial coronariana, eclâmpsia ou pré-eclâmpsia, fenômeno de Raynaud grave. Efeitos adversos: Reações alérgicas (inclusive choques), bradicardia, vasoespasmo coronariano, parada cardíaca ou arritmia ventricular, palpitação, infarto do miocárdio, vasoespasmo periférico, hipertensão arterial transitória, náusea, vômito, visão obscurecida, cefaléia, tontura, convulsões, zumbido nos ouvidos, dor no peito ou dispnéia, tromboflebite, congestão nasal, hematúria, diaforese. Interações: Agentes antianginosos, nitroglicerina, bromocriptina, alcalóides do ergot, tabaco, vasoconstritores e vasopressores, anestésicos gerais, nicotina, anti-retrovirais, clotrimazol, fluconazol. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; usar com cautela e evitar uso prolongado ou em altas doses. Via de excreção principal: Renal.

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METOCLOPRAMIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Metoclopramida DCB: Cloridrato de Metoclopramida Apresentação: Injetável – ampolas 2 mL – 5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Náuseas, vômitos. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Antiemético

Dosagem: Recém-nascidos: 0,033 a 0,1 mg/kg/dose, IV, de 8/8 h. Crianças: 0,1 mg/kg/dose, IM ou IV, até 4 vezes ao dia. Dose máxima diária de 0,8 mg/kg. Adultos: 10 mg, IM ou IV, de 8/8 h. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 5. ALERTAS Precauções: Proteger os recém-nascidos da luz (risco de metahemoglobinemia); crianças (maior incidência de reações extrapiramidais), idosos, disfunção renal, câncer de mama, insuficiência cardíaca congestiva, anastomose gastrintestinal, cirrose, doença de Parkinson, hipertensão arterial. Pode comprometer a habilidade mental e física, terapia antidepressiva. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco; hemorragia, obstrução e perfuração gastrintestinal; uso concomitante de medicamentos com reações extrapiramidais, feocromocitoma, convulsões. Efeitos adversos: Agranulocitose, agitação psicomotora, síndrome similar ao pânico com doses altas, ansiedade, discinesia tardia (mulheres, idosos, uso de anticolinérgicos e neurolépticos, transtornos afetivos), tontura e sonolência, reações extrapiramidais, hipotensão e hipertensão, taquicardia, depressão, constipação, estímulo à produção de prolactina, rash cutâneo, reações de hipersensibilidade. Interações: Anticolinérgicos, analgésicos narcóticos, levodopa, álcool e depressores do SNC, succinilcolina, Piper methysticum (kava), ciclosporina, IMAO e outros medicamentos que causam reações extrapiramidais. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite; compatível com a amamentação, utilizar com precaução. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção.

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METOCLOPRAMIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cloridrato de Metoclopramida DCB: Cloridrato de Metoclopramida Apresentação: Solução oral 4 mg/mL; Comprimidos 10 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Distúrbio de motilidade gastrintestinal, náusea, vômito, dispepsia. Dosagem: Recém-nascidos: 0,033 a 0,1 mg/kg/dose, VO, de 8/8 h. Crianças: 0,1 mg/kg/dose, VO, de 8/8 h. Dose máxima diária de 0,75 mg/kg/dia. Adultos: 10 mg, VO, 3 vezes ao dia. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 4. ALERTAS Precauções: Proteger os recém-nascidos da luz (risco de metahemoglobinemia Crianças (maior incidência de reações extrapiramidais), idosos, disfunção renal, câncer de mama, insuficiência cardíaca congestiva, anastomose gastrintestinal, cirrose, doença de Parkinson, hipertensão arterial. Pode comprometer a habilidade mental e física, terapia antidepressiva. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco; hemorragia, obstrução e perfuração gastrintestinal; uso concomitante de medicamentos com reações extrapiramidais, feocromocitoma, convulsões. Efeitos adversos: Agranulocitose, agitação psicomotora, síndrome similar ao pânico com doses altas, ansiedade, discinesia tardia (mulheres, idosos, uso de anticolinérgicos e neurolépticos, transtornos afetivos), tontura e sonolência, reações extrapiramidais, hipotensão, hipertensão arterial, taquicardia, depressão, constipação, estímulo à produção de prolactina, rash cutâneo, reações de hipersensibilidade. Interações: Anticolinérgicos, analgésicos narcóticos, levodopa, álcool e depressores do SNC, succinilcolina, Piper methysticum (kava), ciclosporina, IMAO e outros medicamentos que causam reações extrapiramidais. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite; compatível com a amamentação; utilizar com precaução. Via de excreção principal: Renal. 7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar 30 minutos antes das refeições. Cuidado ao dirigir ou executar tarefas que exijam atenção. Antiemético

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METRONIDAZOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Metronidazol DCB: Metronidazol Apresentação: Suspensão oral 40 mg/mL; Comprimidos 250 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções por bactérias anaeróbicas; tratamento de infecções cirúrgicas; infecção puerperal; vaginites por Gardnerella vaginalis; tricomoníase urogenital. Dosagem: Crianças: Giardíase e tricomoníase: 15 mg/kg/dia, VO, de 8/8 h, por 5 a 10 dias, até o máximo de 750 mg/dose. Amebíase: 35 a 50 mg/kg/dia, VO, de 8/8 ou 12/12 h, por 7 a 10 dias, até o máximo de 750 mg/dose. Infecção por anaeróbios: 30 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, até o máximo de 4.000 mg ao dia. Adultos: Amebíase: 750 mg, VO, de 8/8 h, por 5 a 10 dias. Giardíase: 250 mg,VO, de 8/8 h, por 5 dias. Tricomoníase: 2.000 mg, VO, em dose única ou 250 mg, VO, de 8/8 h, por 7 dias. Gardnerella vaginalis: 500 mg, VO, de 12/12 h, por 5 a 7 dias. Helicobacter pylori: 250 mg, VO, de 6/6 h, por 14 dias, em associação. Infecção oral por anaeróbios: 7,5 mg/kg/dose, VO, de 6/6 h. Colite pseudomembranosa: 500 mg, VO, de 8/8 h. Periodontite bacteriana: 200 a 400 mg, VO, de 8/8 h, durante 7 a 10 dias. Dose máxima diária de 4.000 mg. Ajuste de dose: Disfunção renal e hepática. 4. ALERTAS Precauções: Gestação, doenças do SNC, doença hepática severa, discrasias sangüíneas, uso concomitante com anticoagulantes, fenitoína e fenobarbital; álcool (efeito antabuse). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e a compostos imidazólicos; primeiro trimestre de gestação. Efeitos adversos: Náusea, anorexia, gosto metálico na boca; boca seca; congestão nasal; desconforto abdominal, colite pseudomembranosa, leucopenia, cefaléia, tontura, ataxia, confusão mental, neuropatia periférica, convulsão; depressão; artralgias; coloração escura da urina; ressecamento da vagina e da vulva; pancreatite; reações de hipersensibilidade; sintomas urinários; diminuição da libido. Interações: Dissulfiram, monossulfiram, varfarina e outros anticoagulantes orais, barbituratos, hidantoína, terfenadina, astemizol, lítio. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno. Interromper amamentação por 12 a 24 horas após a administração da dose única. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não ingerir álcool durante e até 3 dias após o período de tratamento. Antiprotozoário; antimicrobiano

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NELFINAVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Nelfinavir DCI: Nelfinavir Apresentação: Comprimidos 250 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral de HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da protease

Dosagem: Recém-nascidos: Dose sob estudo em ensaios clínicos. Crianças: 30 mg/kg, VO, de 8/8 h. Dose máxima de 750 mg de 8/8 h. Adultos e adolescentes: 1250 mg, VO, 2 vezes ao dia ou 750 mg, 3 vezes ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência hepática, resistência cruzada a outros inibidores de protease, hemofilia A e B, hiperglicemia, Diabetes mellitus. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco; co-administração com sinvastatina, lovastatina, rifampicina, astemizol, terfenadina, cisaprida, midazolam, triazolam, derivados do ergot e Hypericum perforatum. Efeitos adversos: Diarréia, astenia, dor abdominal, intolerância gastrintestinal, flatulência, náusea, aumento de sangramentos em hemofílicos, exacerbação de doença hepática crônica, elevação das transaminases, dor muscular, dislipidemia, lipodistrofia, hiperglicemia, Diabetes mellitus e exantema. Interações: Sinvastatina, lovastatina, rifampicina, astemizol, terfenadina, cisaprida, midazolam, triazolam, derivados do ergot, Hypericum perforatum, delavirdina, amprenavir, efavirenz, nevirapina, etinilestradiol (usar método contraceptivo alternativo), fenobarbital, fenitoína e carbamazepina (diminuem os níveis de nelfinavir), rifabutina, bloqueadores de cálcio, sildenafil. Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais: Lpinavir/ritonavir: não administrar concomitantemente Didanosina: administrar com intervalo mínimo de uma hora Saquinavir: ajustar dose de saquinavir para 800 mg 3x/dia ou 1.200 mg 2x/dia). Gravidez: Categoria B. Indicado em associação a outros medicamentos (AZT + 3TC) para o controle da infecção e a redução da transmissão vertical do HIV (vide manual do MS). Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Fecal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

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7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar com as refeições para melhorar a tolerância. Quando associado à didanosina, deixar intervalo de uma hora entre os medicamentos.

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NEVIRAPINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Nevirapina DCI: Nevirapine Apresentação: Comprimidos 200mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral de HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da transcriptase reversa não análogo de nucleosídeo

Dosagem: Recém-nascidos: 5 mg/kg ou 120 mg/m2 (iniciar por 14 dias, 1 vez ao dia, seguido de 120 mg/m2, de 12/12 h, por 14 dias e ajustar a dose para 200 mg/m2, de 12/ 12 h) Protocolo ACTG356. Crianças: 120 a 200 mg/m2, VO, de 12/12 h. Iniciar com uma dose, uma vez ao dia, por 14 dias e aumentar para a dose usual, na ausência de erupção cutânea ou outros efeitos adversos. Dose máxima de 200 mg de 12/12 h. Adolescentes e adultos: 200 mg, VO, de 12/12 h. Iniciar com 200 mg/dia durante 14 dias e aumentar para a dose usual, na ausência de exantema ou outros efeitos adversos. Havendo interrupção do tratamento por mais de 7 dias deve-se reiniciar com 200 mg ao dia. Ajuste de dose: Disfunção renal e hepática.

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5. ALERTAS Precauções: Doenças hepáticas ou renais (avaliar função renal e hepática antes e durante o tratamento). O aparecimento de lesões de pele deve ser informado precocemente à equipe de saúde. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Pacientes em uso de rifampicina, cetoconazol, Hypericum perforatum, outros inibidores da transcriptase reversa não análogos de nucleosídeos. Efeitos adversos: Reações cutâneas, hepatotoxicidade, ambas potencialmente fatais nas primeiras oito semanas; febre, exantema, artralgia, mialgia, distúrbios gastrintestinais, fadiga, toxicidade hematológica; elevação de transaminases, especialmente nas primeiras oito semanas de tratamento. Interações: Amprenavir, ITRAN, rifampicina, cetoconazol, Hypericum perforatum, opiáceos, etinilestradiol (usar método contraceptivo alternativo), ritonavir, nelfinavir. Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais: Indinavir e lopinavir/ritonavir: aumentar a dose dos mesmos quando associados Saquinavir: administrar apenas se associado ao ritonavir Gravidez: Categoria C. Indicado em associação a outros medicamentos (AZT + 3TC) para o controle da infecção e a redução da transmissão vertical do HIV (vide manual do MS). Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Relatar imediatamente a presença de efeitos adversos como febre, exantema, artralgia ou mialgia.

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NIFEDIPINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Nifedipina DCB: Nifedipino Apresentação: Comprimidos 20 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Profilaxia de enxaqueca, angina vasoespástica, angina crônica, fenômeno de Raynaud, hipertensão arterial, DHEG, trabalho de parto pré-termo, dismenorréia. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Atenção à Hipertensão Arterial Sistêmica Anti-hipertensivo bloqueador de canais de cálcio

Usos terapêuticos: Tratamento da Hipertensão arterial sistêmica. Dosagem: Adultos: 20 mg/dia, VO, de 12/12 h. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência renal crônica, exacerbação da angina no início do tratamento, combinação de terapia com betabloqueadores, hipotensão, insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência hepática, terapia com antidiabéticos (pode ser necessário ajustes), crises hipertensivas, edema periférico, anestesia com fentanil (interromper uso 36 horas antes); descontinuar uso na presença de reações dermatológicas persistentes. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a outros bloqueadores de canais de cálcio, estenose aórtica, angina instável, IAM recente (há menos de 4 semanas). Efeitos adversos: Rubor; vertigem, tontura, hiperplasia gengival, cefaléia, edema periférico, fraqueza, náusea, pirose, ginecomastia (principalmente em idosos e durante terapêutica prolongada). Interações: Amiodarona, beta-bloqueadores, fentanil, magnésio, mibefradil, AINEs, anticoagulantes orais, amprenavir, saquinavir, cimetidina, ciclosporina, delavirdina, diltiazem, fluconazol, itraconazol, cetoconazol, omeprazol, ritonavir, contraceptivos orais, nafcilina, rifampicina, etanol, blufomedil, digoxina, fenitoína, metformina, tacrolimus, nortriptilina, quinidina, teofilina e vincristina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

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NISTATINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Nistatina DCB: Nistatina Apresentação: Suspensão oral 100.000 UI/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de infecções fúngicas, candidíase oral e vaginal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Antifúngico

Usos terapêuticos: Tratamento da candidíase orofaríngea. Dosagem: Prematuros e crianças com baixo peso: 1 mL (100.000 UI), VO, 4 vezes ao dia. Lactentes: 2 mL (200.000 UI), VO, 4 vezes ao dia. Crianças e adultos: 4 a 6 mL (400.000 a 600.000 UI), VO, 4 vezes ao dia. Obs.: Tratar no mínimo por 48 horas após a remissão dos sintomas e as culturas terem retornado ao normal. 5. ALERTAS Precauções: Descontinuar o uso se houver reações de hipersensibilidade. Contra-indicações: Hipersensibilidade à nistatina. Efeitos adversos: Distúrbio gastrintestinal, náusea, vômito, diarréia, erupções cutâneas e síndrome de Stevens-Johnson. Interações: Não descritas. Gravidez: Categoria C. Lactação: Seguro. Via de excreção principal: Fecal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Agitar o frasco antes de usar. Administrar metade da dose em cada lado da bochecha, procurar reter na cavidade oral o máximo de tempo possível antes de deglutir.

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NITROFURANTOÍNA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Nitrofurantoína DCB: Nitrofurantoína Apresentação: Cápsulas 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de infecções urinárias agudas e crônicas produzidas por bactérias sensíveis à nitrofurantoína. Dosagem: Recém-nascidos: Uso contra-indicado. Crianças: Tratamento da infecção: 5 a 7 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, durante 7 dias. Quimioprofilaxia: 1 mg/kg/dia, VO, em dose única ao deitar ou de 12/12 h. Adolescentes e adultos: Tratamento da infecção: 50 a 100 mg, VO, de 6/6 h, durante 7 dias. Quimioprofilaxia: 50 a 100 mg, VO, em dose única ao deitar. Ajuste de dose: Disfunção renal. 4. ALERTAS Precauções: Doenças pulmonares; neuropatia periférica; nefropatia, hepatopatia, anemia hemolítica, deficiência de G6PD. Contra-indicações: Disfunção renal com clearance de creatinina < 60 mL/minuto; fase final da gestação, crianças menores de 1 mês de idade, hipersensibilidade ao fármaco, infecção prostática em idosos, pielonefrite e abcesso perinefrético. Efeitos adversos: Anorexia, náusea, vômito, dor abdominal, diarréia, colite pseudomembranosa, parotidite, cefaléia, tonturas, sonolência, mialgia, neuropatia periférica, pseudotumor cerebral, erupções cutâneas, febre, calafrios, icterícia, anemia hemolítica, leucopenia, agranulocitose, metahemoglobinemia, eosinofilia e reações pleuropulmonares, pneumonites, alopécia, hepatite, pancreatite, síndrome de Stevens-Johnson. Interações: Anticolinérgicos, trissilicato de magnésio, norfloxacina, probenecida, sulfimpirazona, medicamentos neurotóxicos e hemolíticos. Gravidez: Categoria B. Lactação: compatível com a amamentação; risco de toxicidade em crianças com deficiência de G6PD e com predisposição à hiperbilrrubinemia. Via de excreção principal: Renal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar junto às refeições. Antimicrobiano

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NORETINDRONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Noretindrona DCB: Noretisterona Apresentação: Comprimidos 0,35 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Contracepção, hemorragia uterina disfuncional, distúrbios do ciclo menstrual. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Planejamento Familiar Hormônio progestogênico

Usos terapêuticos: Contracepção. Dosagem: Administrar 1 comprimido diariamente, de preferência no mesmo horário. Não interromper na menstruação. Se um comprimido for esquecido por mais de 3 horas, administrá-lo assim que se lembrar e o próximo no horário habitual. Associar método de barreira nas próximas 48 horas. 5. ALERTAS Precauções: Asma, doença cardiovascular, enxaqueca, epilepsia, hiperlipemia, Diabetes mellitus , imobilização prolongada, disfunção renal, perda parcial ou total de visão, proptose ou diplopia. Contra-indicações: Hipersensibilidade a algum componente da fórmula, gravidez diagnosticada ou suspeita, tromboflebite e doenças troboembólicas, apoplexia cerebral, doença hepática aguda, carcinoma de mama, sangramento vaginal anormal não diagnosticado, disfunção hepática severa, aborto inevitável. Efeitos adversos: Irregularidade menstrual, sangramentos freqüentes e irregulares, sangramento de longa duração e amenorréia, cefaléia, enxaqueca, desconforto nas mamas, náusea, vertigem, fenômenos tromboembólicos, cloasma, melasma, neurite óptica, trombose vascular de retina, depressão, edema, acne, hirsutismo e ganho de peso. Interações: Fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, rifampicina, aminoglutetimida, ciclosporina. Gravidez: Categoria X. Lactação: Compatível com a amamentação; acompanhar ganho de peso do lactente. Via de excreção principal: Renal (provavelmente). 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar os comprimidos sempre no mesmo horário. Se um comprimido for esquecido por mais de 3 horas, administrá-lo assim que se lembrar, e o próximo no horário habitual. Associar método de barreira nas próximas 48 horas.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ENANTATO DE NORETISTERONA + VALERATO DE ESTRADIOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol DCB: Noretisterona + Valerato de Estradiol Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL - 50 mg de Enantato de Noretisterona + 5 mg de Valerato de Estradiol 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Contraceptivo hormonal injetável mensal. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Planejamento Familiar Hormônio estrogênico e progestogênico

Dosagem: 1 ampola, IM profunda, em região glútea, mensalmente. Aplicar a 1a dose no primeiro dia da menstruação e as subseqüentes a cada trinta dias ± 3 dias, independente de haver fluxo menstrual. 5. ALERTAS Precauções: Deve-se evitar a administração de uma nova injeção se durante o tratamento ocorrerem pela primeira vez cefaléias do tipo enxaqueca, ou cefaléias com freqüência e intensidade fora do habitual. Ganho de peso, dislipidemias, disfunção hepática, lentes de contato, transtornos de humor, edema. Contra-indicações: Gravidez, disfunção hepática severa, antecedentes de icterícia idiopática gravídica ou prurido gestacional grave; processos tromboembólicos arteriais e venosos; anemia falciforme, carcinoma de mama ou de endométrio, Diabetes mellitus grave com alterações vasculares, transtornos do metabolismo lipídico, antecedentes de herpes gravídico. Efeitos adversos: Cefaléia, transtornos do humor, depressão, hipertensão, fenômenos tromboembólicos, infarto do miocárdio, distúrbios gástricos, náusea, tensão mamária, amenorréia, galactorréia, alterações do peso e da libido, edema, intolerância à glicose, pancreatite, hepatotoxicidade, retinopatia pigmentar, fotossensibilidade, acne, reações cutâneas, lupus, deficiência de vitaminas ou minerais, cloasma (mulheres predispostas). Interações: Barbitúricos, fenilbutazona, hidantoína, rifampicina, ampicilina, hipoglicemiantes orais, insulina. Gravidez: Categoria X . Lactação: Não utilizar durante a amamentação. Via de excreção principal: Renal e fecal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não massagear o local da aplicação e utilizar esparadrapo para impedir extravazamento.

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PENICILINA G BENZATINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Penicilina G Benzatina DCB: Benzilpenicilina Benzatina Apresentação: Injetável – frasco-ampola + diluente - 600.000 UI e 1.200.000 UI de Penicilina G Benzatina 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de infecções causadas por microorganismos sensíveis. Dosagem: Crianças: Infecções estreptocócicas (grupo A) do trato respiratório superior e da pele: até 27 kg: 300.000 a 600.000 UI, IM, em dose única (50.000 UI/Kg). > 27 kg: 900.000 a 1.200.000 UI, IM, em dose única. Profilaxia da febre reumática e da glomerulonefrite: 50.000 UI/Kg, IM, em dose única, a cada 3 ou 4 semanas. Dose máxima de 1.200.000 UI, IM, por dose. Sífilis congênita (período neonatal, mães inadequadamente tratadas): 50.000 UI/Kg, IM, em dose única. Adultos: Profilaxia de infecção de pele, tratamento de infecções estreptocócicas (grupo A) do trato respiratório superior e da pele: 1.200.000 UI, IM, em dose única. Profilaxia da febre reumática e da glomerulonefrite: 1.200.000 UI, IM, 1vez por mês, em dose única, ou a cada 3 semanas, se houver recorrência ou lesão valvular grave. Sífilis: Primária: 2.400.000 UI, IM, (1.200.000 UI em cada nádega), em dose única. Secundária e latente recente: 2.400.000 UI, IM, (1.200.000 UI em cada nádega); repetir a dose após uma semana (dose total 4.800.000 UI). Terciária (latente tardia e neurossífilis): aplicar 2.400.000 UI, IM, (1.200.000 UI em cada nádega), repetindo esta dose por 3 semanas (dose total de 7.200.000 UI). Ajuste de dose: Disfunção renal, idosos. 4. ALERTAS Antimicrobiano

P Q R

Precauções: Investigar antecedentes de reações de hipersensibilidade às penicilinas e cefalosporinas; predisposição atópica, asma, histórico de convulsões. Contra-indicações: Reação de hipersensibilidade às penicilinas ou às cefalosporinas. Efeitos adversos: Lesões neurovasculares (administração próxima a grandes troncos nervosos ou via intra-arterial); fibrose e atrofia do quadríceps femural (injeção em região ântero-lateral da coxa); erupções cutâneas (formas máculo-papulosas até dermatite esfoliativa), urticária, edema de laringe, reações semelhantes à doença do soro, incluindo febre, calafrios, edema, artralgias e prostração, eosinofilia, anemia hemolítica, leucopenia, granulocitopenia, agranulocitose, trombocitopenia, neuropatia e nefropatia, parada cardíaca, miocardite, infarto do miocárdio, convulsões, neuropatia, mioclonia, hipocalemia, hipernatremia, alcalose metabólica, dor abdominal, colite pseudomembranosa, pneumonite, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, síndrome de Stevens-Johnson, reação de Jarisch-Herxheimer. Interações: Probenecida, cloranfenicol, eritromicina, sulfonamidas, tetraciclina, metotrexato, anticoncepcionais orais. Gravidez: Categoria B; efeitos não conhecidos sobre o concepto. Lactação: Excretada no leite materno, compatível com a amamentação. Pode causar sensibilização alérgica na criança. Via de excreção principal: Renal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Aplicar exclusivamente por via IM profunda, no quadrante superior lateral da nádega. Em lactentes e crianças pequenas pode ser preferível administrar na face lateral da coxa. O frasco deve ser agitado antes da retirada da dose a ser injetada para completa homogeneização do produto; a agitação deve ser cuidadosa evitando-se a formação de espuma.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

PENICILINA G PROCAINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Penicilina G Procaína DCB: Benzilpenicilina Procaína Apresentação: Injetável – frasco-ampola + diluente - Penicilina G Procaína 300.000 UI + Penicilina G Potássica 100.000 UI 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de infecções causadas por microorganismos sensíveis, causadores de faringite, faringoamigdalite bacteriana, pneumonia, broncopneumonia, impetigo estreptocócico e outras piodermites, erisipela, febre por mordida de rato, difteria, infecções dentárias, sífilis e blenorragia. Dosagem: Crianças: Dose usual: 25.000 a 50.000 UI/kg/dia, durante 7 a 10 dias. Infecções estreptocócicas: 300.000 UI, IM, em dose única diária, durante 10 dias. Sífilis congênita: 50.000 UI/kg/dia, IM, durante 10 dias (vide manual do MS ou do programa Mãe Curitibana). Dose máxima diária de 4.800.000 UI. Adolescentes e adultos: 600.000 a 1.200.000 UI/dia, IM. Ajuste de dose: Disfunção renal severa ou hepática (metade da dose), idosos. 4. ALERTAS Precauções: Investigar antecedentes de reações de hipersensibilidade às penicilinas e cefalosporinas; predisposição atópica, asma, histórico de convulsões. Tratamento por mais de 14 dias aumenta o risco de neutropenia e reações semelhantes à doença do soro. Contra-indicações: Reação de hipersensibilidade às penicilinas ou às cefalosporinas. Efeitos adversos: Lesões neurovasculares (administração próxima a grandes troncos nervosos ou via intra-arterial), fibrose e atrofia do quadríceps femural (injeção em região ântero-lateral da coxa), erupções cutâneas (formas máculo-papulosas até dermatite esfoliativa), urticária, edema de laringe, reações semelhantes à doença do soro, incluindo febre, calafrios, edema, artralgia, prostração, eosinofilia, anemia hemolítica, leucopenia, granulocitopenia, agranulocitose, trombocitopenia, neuropatia, nefropatia, parada cardíaca, miocardite, infarto do miocárdio, convulsões, neuropatia, mioclonia, hipocalemia, hipernatremia, alcalose metabólica, dor abdominal, colite pseudomembranosa, pneumonite, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, síndrome de Stevens-Johnson, reação de Jarisch-Herxheimer. Interações: Probenecida, cloranfenicol, eritromicina, sulfonamidas, tetraciclina, metotrexato, anticoncepcionais orais. Gravidez: Categoria B; efeitos não conhecidos sobre o concepto. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Pode causar sensibilização alérgica na criança. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Aplicar exclusivamente por via IM profunda, no quadrante superior lateral da nádega. Em lactentes e crianças pequenas pode ser preferível administrar na face lateral da coxa. O frasco deve ser agitado antes da retirada da dose a ser injetada para completa homogeneização do produto; a agitação deve ser cuidadosa evitando-se a formação de espuma. Antimicrobiano

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PERMANGANATO DE POTASSIO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Permanganato de Potássio DCB: Permanganato de Potássio Apresentação: Comprimidos 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Feridas, úlceras, infecções secundárias ou abcessos em eczemas e dermatoses agudas, bromidrose, infecções micóticas como pé de atleta, lesões cutâneas loxoscélicas não ulceradas. Dosagem: Dose usual: Diluir 1 comprimido de 100 mg em 1 litro de água (solução a 0,1%) e aplicar sobre a superfície afetada 2 a 3 vezes ao dia. Acidentes loxoscélicos: Diluir 1 comprimido de 100 mg em 4 litros de água e aplicar as compressas durante 5 a 10 minutos, 2 vezes ao dia. 4. ALERTAS Precauções: Irritação da pele e das mucosas; tingimento da pele e das roupas. O produto pode ser explosivo se entrar em contato com outras substâncias orgânicas ou substâncias facilmente oxidáveis. Tóxico se ingerido. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Cáustico e irritante dos tecidos, alterações da cor da pele. Interações: Incompatível com iodetos, agentes redutores e com a maioria das substâncias orgânicas. Antisséptico

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PILOCARPINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Pilocarpina DCB: Cloridrato de Pilocarpina Apresentação: Solução oftálmica 2% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Indução de miose pós-operatória ou de miose após oftalmoscopia; tratamento de glaucoma de ângulo aberto, glaucoma de ângulo agudo durante ou após a iridectomia, glaucoma secundário. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Visão Saudável Parassimpatomimético

Dosagem: Glaucoma de ângulo agudo: Instilar 2 a 3 gotas (solução 1% - 2%) a cada 15 minutos. Pré-operatório: Instilar 2 a 3 gotas 1 hora antes da cirurgia. Outras indicações: Instilar 2 a 3 gotas nos olhos afetados a cada 4 ou 6 horas. 5. ALERTAS Precauções: Hiperemia conjuntiva, risco de descolamento de retina, hipertireoidismo. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, glaucoma de ângulo fechado, asma não controlada, glaucoma após extração de catarata, crianças, iridociclite. Efeitos adversos: Visão borrada, dificuldade na visão noturna, cefaléia, espasmo ciliar, dor e irritação local, transpiração excessiva, tremor, náusea, vômito, diarréia, salivação, dispnéia. Interações: Alcalóides da beladona, ciclopentolato, agonistas beta-adrenérgicos, solução oftálmica de sulfacetamida. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

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PIRAZINAMIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Pirazinamida DCB: Pirazinamida Apresentação: Suspensão oral 3%; Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose e de infecções micobacterianas atípicas. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Tuberculose Antimicrobiano; antimicobacteriano

Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose, em associação a outros agentes tuberculostáticos. Indicado na primeira fase (duração de 2 meses) dos seguintes esquemas: Esquema I (básico) Esquema II (tuberculose meningoencefálica) Esquema IR (recidiva após cura e abandono do esquema I) Esquema III (falência de tratamento dos esquemas I e IR) Dosagem: Até 20 kg: 35 mg/kg/dia, VO. De 20 a 35 kg: 1.000 mg/dia, VO. De 35 a 45 kg: 1.500 mg/dia, VO. > 45 kg: 2.000 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Doença renal severa e obesos (usar peso corporal ideal). 5. ALERTAS Precauções: Antecedentes de hiperuricemia e gota, Diabetes mellitus, doença renal severa. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, disfunção hepática severa, gota aguda. Efeitos adversos: Irritação gástrica, náusea, vômito, epigastralgia, dor abdominal, disfunção hepática, artralgia, artrite, acne, anemia sideroblástica, fotossensibilidade, pelagra, gota, hiperuricemia, rabdomiólise, mioglobinúria e insuficiência renal. Interações: Ciclosporina, fosfenitoína, fenitoína, etionamida, probenecida, rifampicina, zidovudina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite; efeitos desconhecidos sobre o lactente. Via de excreção principal: Renal.

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PIRIMETAMINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Pirimetamina DCB: Pirimetamina Apresentação: Suspensão oral 2 mg/mL; Comprimidos 25 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da toxoplasmose, malária e infecções por Pneumocystis jiroveci. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana Antiprotozoário

Usos terapêuticos: Tratamento da toxoplasmose na gestante e no recém-nascido. Dosagem: uso associado a outros medicamentos (seguir protocolo do programa). Gestante: Dose de ataque: de 50 mg, VO, de 12/12 h, por 2 dias Dose de manutenção de 50 mg, VO, uma vez ao dia. Crianças: A droga deve ser manipulada em solução, na concentração de 2 mg/mL. Dose de ataque: 2 mg/kg/dia (1 ml/kg/dia), VO, por dois dias consecutivos. Dose de manutenção: 1 mg/kg/dia (0,5 ml/kg/dia), VO, 1 vez ao dia, três vezes por semana. Dose máxima diária de 25 mg. 5. ALERTAS Precauções: Deficiência de G6PD, insuficiência hepática ou renal, asma ou alergia severa, crises convulsivas, após tratamento com cloroquina, crianças; fazer controle hematológico mensal e suspender o uso na presença de alterações. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, anemia megaloblástica com deficiência de folato, porfiria, uso concomitante de aurotioglucose. Efeitos adversos: Discrasias sangüíneas, anemia megaloblástica, anemia aplástica, trombocitopenia, leucopenia, anorexia, dor abdominal, diarréia, glossite, ataxia, eritema multiforme, erupções de pele, síndrome de Stevens-Johnson. Interações: Metrotexato, cotrimoxazol, dapsona, ácido fólico, sulfametoxazol e trimetoprima, aurotioglucose, lorazepan. Gravidez: Categoria C. Teratogênico, não utilizar no primeiro trimestre de gestação. Lactação: Excretado no leite; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

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POLIMIXINA B + NEOMICINA + CORTICOSTERÓIDE
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Sulfato de Polimixina B + Sulfato de Neomicina + Hidrocortisona ou Fluocinolona DCB: Sulfato de Polimixina B + Sulfato de Neomicina + Hidrocortisona ou Acetonido de Fluocinolona Apresentação: Solução otológica com no mínimo 5 mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de infecções bacterianas superficiais do canal auditivo externo; coadjuvante no tratamento das otites externas e otites médias com efusão. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Crescendo com Saúde Antimicrobiano; corticosteróide

Dosagem: Crianças: 3 gotas, no conduto auditivo, 3 a 4 vezes ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Não exceder o período de 10 dias de uso, descontinuar uso nos casos de hipersensibilidade local, otite média crônica, perfuração da membrana timpânica. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos componentes, herpes simplex, vacínia, varicela, meringite bolhosa, herpes zoster na orelha, infecções fúngicas, virais ou tuberculosas da orelha. Efeitos adversos: Sensação de ferroada e ardência quando atinge a orelha média, edema, eritema, secura e prurido local; ototoxicidade e nefrotoxicidade. Gravidez: Categoria C. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

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PREDNISONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Prednisona DCB: Prednisona Apresentação: Solução oral 1,5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Antiinflamatório e imunossupressor. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana Antiinflamatório esteróide

Usos terapêuticos: Tratamento da toxoplasmose congênita. Dosagem: 1,5 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h, até a regressão do processo inflamatório. Retirar gradativamente. Ajuste de dose: Insuficiência hepática severa, hipertireoidismo. 5. ALERTAS Precauções: Pode mascarar sintomas de infecção ou diminuir a imunidade; amebíase latente, vacinações (em especial caxumba), infestação por estrongilóide, tuberculose, hipotireoidismo, cirrose hepática, afecções gastrintestinais, Miastenia gravis, insuficiência renal, hipertensão, psicose, catarata, glaucoma, Diabetes mellitus, tolerância diminuída à glicose. Na exposição à varicela e sarampo está indicada a profilaxia com imunoglobulinas. Não retirar abruptamente, monitorar crescimento e desenvolvimento. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infecções fúngicas sistêmicas. Efeitos adversos: Anemia, eosinopenia, leucocitose, linfopenia, trombocitopenia, crise hipertensiva, hipertensão, psicose, esquizofrenia, sintomas extrapiramidais, pseudotumor cerebral, hiperglicemia, hiperuricemia, hipercalcemia, supressão adrenal, Síndrome de Cushing, porfiria, dislipidemia, hipocalemia, úlcera péptica, pancreatite, dor abdominal, nefrotoxicidade, proteinúria, catarata, glaucoma, papiledema, acne, osteonecrose, osteoporose, miopatia, infecções. Interações: Albendazol, aldesleucina, aminoglutetimida, amprenavir, anfotericina B, antiácidos, AAS, hipoglicemiantes orais, insulina, glicosídeos digitálicos, diuréticos, agentes indutores enzimáticos hepáticos, mitotano, bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, fluoroquinolonas, fosfenitoína, hormônio do crescimento, indinavir, irinotecano, primidona, rifabutina, rifampina, ritodrina, medicamentos ou alimentos contendo sódio, ritonavir, vacina contra rotavírus, saquinavir, suplementos de potássio, talidomida, vacina de vírus atenuados. Via de excreção principal: Renal.

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PREDNISONA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Prednisona DCB: Prednisona Apresentação: Comprimidos 5 e 20 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Antiinflamatório e imunossupressor. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Hanseníase; Reumatologia; Tratamento de Acidente Loxoscélico e Alergias Respiratórias na Infância Antiinflamatório esteróide

Usos terapêuticos: Acidente loxoscélico, artrite reumatóide e outras colagenoses, estados reacionais tipo 1 e tipo 2 da hanseníase, asma na infância Dosagem: Crianças: Acidente loxoscélico – havendo identificação do agente causal ou nas formas cutâneas moderadas e graves: 1 a 2 mg/kg/dia, VO, durante 5 a 10 dias, de acordo com a gravidade. Artrite reumatóide e outras colagenoses: 0,5 a 2 mg/kg/dia, VO, em dias alternados (para evitar interferência no crescimento), de acordo com a situação clínica. Crise de asma aguda: 1 a 2 mg/kg/dose única, VO; após, 1 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h, por 5 dias. Adolescentes e adultos: Acidente loxoscélico – havendo identificação do agente causal ou nas formas cutâneas moderadas e graves: 40 a 60 mg/dia, VO, durante 5 a 10 dias, de acordo com a gravidade do caso. Artrite reumatóide e outras colagenosas: 5 a 60 mg/dia, VO, dividido em 1 a 3 tomadas (maior dose pela manhã), de acordo com a situação clínica. Dose máxima diária de 2 mg/kg/dia. Estados reacionais tipo 1 e 2 da hanseníase: 1 a 2 mg/kg/dia, VO, até melhora acentuada. Dose máxima diária de 60 mg. Reduzir gradualmente, de 15/15 dias, num período mínimo de 2 meses. Ajuste de dose: Insuficiência hepática severa, hipertireoidismo. 5. ALERTAS

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Precauções: Pode mascarar sintomas de infecções ou diminuir a imunidade, amebíase latente, vacinações (em especial caxumba), infestação por estrongilóide, tuberculose, hipotireoidismo, cirrose hepática, afecções gastrintestinais, Miastenia gravis, insuficiência renal, hipertensão, psicose, catarata, glaucoma, Diabetes mellitus, tolerância diminuída à glicose. Na exposição à varicela e sarampo está indicada a profilaxia com imunoglobulinas. Não retirar abruptamente, monitorar crescimento e desenvolvimento. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infecções fúngicas sistêmicas. Efeitos adversos: Anemia, eosinopenia, leucocitose, linfopenia, trombocitopenia, crise hipertensiva, hipertensão, psicose, esquizofrenia, sintomas extrapiramidais, pseudotumor cerebral, hiperglicemia, hiperuricemia, hipercalcemia, supressão adrenal, Síndrome de Cushing, porfiria, dislipidemia, hipocalemia, úlcera péptica, pancreatite, dor abdominal, nefrotoxicidade, proteinúria, catarata, glaucoma, papiledema, acne, osteonecrose, osteoporose, miopatia, infecções. Interações: Albendazol, aldesleucina, aminoglutetimida, amprenavir, anfotericina B, antiácidos, aspirina, hipoglicemiantes orais, insulina, glicosídeos digitálicos, diuréticos, agentes indutores enzimáticos hepáticos, mitotano, bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, fluoroquinolonas, fosfenitoína, hormônio do crescimento, indinavir, irinotecano, primidona, rifabutina, rifampina, ritodrina, medicamentos ou alimentos contendo sódio, ritonavir, vacina contra rotavírus, saquinavir, suplementos de potássio, talidomida, vacina de vírus atenuados. Gravidez: Categoria C e no primeiro trimestre categoria D. Lactação: Excretado no leite, compatível com a amamentação em doses inferiores a 20 mg/dia. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar com alimento.

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PROMETAZINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Prometazina DCB: Prometazina Apresentação: Injetável – ampolas 2 mL – 25 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Alergias, sedação, náusea, vômito, terapia adjuvante anestésica. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde Anti-histamínico

Dosagem: Crianças: < de 2 anos: Uso contra-indicado. > de 2 anos: Antiemético: 0,25 a 0,5 mg/kg/dose, IM, até 4 vezes ao dia. Anti-histamínico: 0,25 a 1,0 mg/kg, IM, de 6/6 h, enquanto necessário. Adultos: Antiemético: 12,5 a 25 mg, IM ou IV, até 6 vezes ao dia. Anti-histamínico: 25 mg, IM ou IV. Repetir após 2 horas, se necessário. 5. ALERTAS Precauções: Risco de distonia em crianças desidratadas; suspender o uso em crianças com Síndrome de Reye ou outras doenças hepáticas; avaliar risco/benefício nos casos de glaucoma de ângulo estreito, úlcera péptica estenosante, hipertrofia prostática sintomática, obstrução de colo vesical e obstrução piloroduodenal; depressão de medula óssea; pode reduzir o limiar convulsivo; doença cardiovascular, insuficiência hepática. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, crianças menores de 2 anos, uso concomitante de altas doses de depressores do SNC, estados comatosos, sintomas respiratórios, asma, apnéia do sono. Efeitos adversos: Agranulocitose, sintomas extrapiramidais, psicose, discinesia tardia, alucinações, galactorréia, porfiria, hipertermia, icterícia colestática, constipação intestinal, retenção urinária diminuída, sedação, parada respiratória, apnéia, necrose tecidual, descoloração da pele, lipodistrofia e fotossensibilidade. Em crianças pode ocorrer hiperexcitabilidade, pesadelos e morte súbita. Interações: Depressores do SNC, álcool, medicamentos com ação anticolinérgica, adrenalina, cisaprida, medicamentos que causam reações extrapiramidais, levodopa, IMAO, gatifloxacino, levofloxacino, moxifloxacino, pimozida. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido, uso não recomendado. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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PROPRANOLOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Propranolol DCB: Propranolol Apresentação: Comprimidos 40 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Angina do peito, enxaqueca (profilaxia), arritmia cardíaca, hipertensão arterial, cardiomiopatia hipertrófica, infarto do miocárdio, tremor senil e tremor essencial. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Atenção à Hipertensão Arterial Sistêmica Anti-hipertensivo bloqueador beta-adrenérgico

Usos terapêuticos: Tratamento da hipertensão arterial sistêmica. Dosagem: Adulto: 40 a 160 mg/dia, VO, de 12/12 h. Dose máxima diária de 320 mg. 5. ALERTAS Precauções: Evitar retirada abrupta (recomendado retirada gradativa em uma a duas semanas), Diabetes mellitus, doença hepática, insuficiência cerebrovascular, hipertireoidismo, doença vascular periférica, doença renal, depressão, dislipidemia. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao propranolol, bloqueio atrioventricular do 2º e 3º graus, bradicardia sinusal, choque cardiogênico, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio (se houver hipotensão), asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica. Efeitos adversos: Ansiedade, fadiga, congestão nasal, constipação, depressão, psicose, disfunção sexual, pesadelos, insônia, sonolência, broncoespasmo, insuficiência arterial periférica, tolerância a exercícios diminuída, hipoglicemia, hipertireoidismo, crises tireotóxicas. Interações: Bloqueadores dos canais de cálcio, clonidina, guanabenzo, diazóxido, reserpina, cocaína, hipoglicemiantes orais, insulina, imunoterapia antialérgica, extratos alérgicos para testes na pele, simpatomiméticos, xantinas, AINEs, estrogênios, IMAO. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

PROXIMETACAÍNA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Proximetacaína DCB: Cloridrato de Proximetacaína Apresentação: Solução oftálmica 0,5% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Anestesia da conjuntiva e córnea para processos diagnósticos ou cirúrgicos. Dosagem: Anestesia superficial: 1 a 2 gotas no olho afetado. Anestesia profunda: 1 gota no ollho afetado, a cada 5 a 10 minutos, até o máximo de 5 a 7 aplicações. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Segurança e efetividade do uso em crianças não foram bem estabelecidas; doença cardíaca, hipertireoidismo, uso prolongado. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Reações de hipersensibilidade como ceratites e outras manifestações de córnea, ardor local, opacificação da córnea em uso prolongado. Interações: Hialuronidase, fenilefrina e tropicamida. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada Programa Visão Saudável Anestésico local

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RETINOL + CLORANFENICOL + AMINOÁCIDO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Retinol + Cloranfenicol + Aminoácidos DCB: Acetato de Retinol + Cloranfenicol + (Aminoácidos) Apresentação: Pomada oftálmica - Retinol 10.000 UI + Cloranfenicol 5,0 mg + Aminoácidos 25,0 mg. 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Epitelizador e regenerador dos tecidos oculares. Dosagem: Crianças: Uso contra-indicado. Adultos: Aplicar cerca de 1 cm da pomada no saco conjuntival inferior, 3 a 4 vezes ao dia. 4. FARMÁCIA CURITIBANA 5. ALERTAS Precauções: Discrasias sangüíneas, reações de hipersensibilidade. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos componentes do fármaco, crianças, gestantes, lesões contaminadas por agentes resistentes ao cloranfenicol. Efeitos adversos: Neurite óptica, atrofia óptica, hipoplasia medular, diplopia, eczema, eritema, descoloração da pele. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico. Programa Visão Saudável Antimicrobiano; cicatrizante; regenerador tecidual

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

RIFAMPICINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Rifampicina DCB: Rifampicina Apresentação: Suspensão oral 2%; Cápsulas 300 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose e hanseníase, de infecções por agentes bacterianos sensíveis ao medicamento, bloqueio de meningite bacteriana, infecções ortopédicas, endocardite bacteriana, infecções fúngicas (associação). 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Tuberculose; Tratamento da Hanseníase; Bloqueio da Meningite Bacteriana Antimicrobiano; antimicobacteriano

Usos terapêuticos: Tratamento da tuberculose, hanseníase e bloqueio de meningite bacteriana. Dosagem: Tuberculose: Indicado nos seguintes esquemas: Esquema I: primeira (2 meses) e segunda (4 meses) fases; Esquema IR (recidiva após cura e abandono do esquema I): primeira (2 meses) e segunda (4 meses) fases; Esquema II (tuberculose meningoencefálica): primeira (2 meses) e segunda (7 meses) fases. Até 20 kg: 10 mg/kg/dia, VO. De 20 a 35 kg: 300 mg/dia, VO. De 35 a 45 kg: 450 mg/dia, VO. ≥ 45 kg: 600 mg/dia, VO. Bloqueio de meningite por meningococo ou hemófilo B: < de 1 mês: 5 mg/kg/dose, VO, de 12/12 h, por 2 dias; > de 1 mês até 10 anos: 10 mg/kg/dose, VO, de 12/12 h, por 2 dias. Dose máxima diária de 600 mg; > de 10 anos: 600 mg/dose, VO, de 12/12 h, por 2dias. Hanseníase: Administrado através de esquema-padrão, de acordo com a classificação operacional do doente em Pauci ou Multibacilar, em cartelas específicas. No esquema alternativo, é utilizado em associação com ofloxacina e minociclina, em centros de referência (vide manual do Ministério da Saúde). Ajuste de dose: Disfunção hepática. 5. ALERTAS Precauções: Disfunção hepática, hiperbilirrubinemia; indutor enzimático; o uso no tratamento de meningites como agente isolado leva à rápida resistência bacteriana; monitorar função hepática Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Hepatite, trombocitopenia, anemia hemolítica, leucopenia, eosinofilia, agranulocitose, cefaléia, tontura, parestesia, diarréia, náusea, epigastralgia, dor abdominal, colite pseudomembranosa, insuficiência renal aguda, reações cutâneas, modificação da cor do suor e da urina (cor de laranja), febre, vasculite, nefrite intersticial. Interações: Álcool, anticoagulantes cumarínicos, anticoncepcional oral, estrógenos, antifúngicos azólicos, hipoglicemiantes orais, barbiturato, betabloqueador, ciclosporina, clofibrato, cloranfenicol, corticosteróide, dapsona, digitálicos, disopiramida, mexiletina, propafenona, quinidina, tocainida, aminofilina, oxifilina, teofilina, medicamentos hepatotóxicos, anti-retrovirais inibidores de protease, isoniazida, metadona, verapamil oral. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno, compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Fezes. 6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar 1 hora antes ou 2 horas após as refeições. Altera a cor da urina e do suor.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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RITONAVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Ritonavir - RTV DCI: Ritonavir Apresentação: Solução oral 80 mg/mL; Cápsulas 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Dosagem: Recém-nascidos: dose sob estudo em ensaios clínicos. Crianças: 350 a 400 mg/m2 , VO, de 12/12 horas. Dose máxima: 600 mg, VO, de 12/12 horas. Iniciar com 200 mg/m2 e aumentar 50 mg/m2 de 3 em 3 dias até atingir a dose usual. Adolescentes: 600 mg, VO, de 12/12 horas. Iniciar com 300 mg, VO, de 12/12 horas e aumentar 100 mg de 12/12 horas a cada 3 a 4 dias, até atingir a dose usual. Adultos: Associação: Saquinavir: RTV 400 mg, VO, 2 vezes ao dia + SQV 400 mg, VO, 2 vezes ao dia ou RTV 100 mg, VO, 2 vezes ao dia + SQV 1000 mg, VO, 2 vezes ao dia. Indinavir: RTV 100 a 200 mg, VO, 2 vezes ao dia + IDV 800 mg, VO, 2 vezes ao dia. Amprenavir: RTV 100 mg, VO, 2 vezes ao dia + APV 600 mg, VO, 2 vezes ao dia ou RTV 200 mg + APV 1200 mg, VO, 1 vez ao dia RTV isolado (uso raro): RTV 600 mg, VO, 2 vezes ao dia: iniciar com dose de 300 mg, VO, 2 vezes ao dia e aumentar 100 mg, VO, 2 vezes ao dia a cada 3 ou 4 dias, até atingir 600 mg no máximo em 14 dias. 5. ALERTAS Precauções: Disfunção hepática, intolerância digestiva. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao ritonavir, co-administração com meperidina, amiodarona, astemizol, beperidil, derivados do ergot, sinvastatina, bupropiona, cisaprida, clozapina, pimozida, piroxicam, propoxifeno, encainida, flecainida, propafenona, quinidina, terfenadina, alprazolam, diazepam, flurazepam, clorazepato, estazolam, midazolam, triazolam, zolpidem e Hypericum perforatum. Efeitos adversos: Náusea, vômito, diarréia, anorexia, dor abdominal, alteração do paladar, parestesias periféricas e peribucais, cefaléia, vertigem, astenia, mialgia, hepatite, hemorragia, pielonefrite, nefrolitíase, insuficiência renal, lipodistrofia, hiperglicemia, asma, pneumonia intersticial, exantema e rash cutâneo vesículo-bolhoso. Interações: Didanosina, efavirenz, nevirapina, amprenavir, indinavir, saquinavir, delavirdina, lopinavir/r, meperidina, amiodarona, astemizol, beperidil, derivados do ergot, suplementos à base de alho, sinvastatina, bupropiona, cisaprida, clozapina, pimozida, piroxicam, propoxifeno, encainida, flecainida, propafenona, quinidina, terfenadina, alprazolam, diazepam, flurazepam, clorazepato, estazolam, midazolam, triazolam, zolpidem, Hypericum perforatum, teofilina, carbamazepina, dexametasona, fenobarbital, fenitoína, digoxina, rifampicina, rifabutina, cetoconazol, desipramina, metronidazol, secnidazol, tinidazol e dissulfiram. Gravidez: Categoria B. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Fecal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico Antiviral inibidor da protease

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7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar com alimentos para melhorar a tolerância. O fumo pode reduzir os níveis do RTV. Conservar as cápsulas entre 2 a 8ºC, evitando congelamento e luz direta do sol. Caso não possa ser mantido sob refrigeração, utilizar no máximo em 30 dias à temperatura ambiente (inferior a 25ºC).

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SAIS PARA REIDRATAÇÃO ORAL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Sais para Reidratação Oral DCB: Citrato de Sódio + Cloreto de Sódio + Cloreto de Potássio + Glicose Apresentação: Envelopes - 27,9 g de pó contendo Cloreto de Sódio 3,5 g, Cloreto de Potássio 1,5 g, Citrato de Sódio 2,9 g e Glicose 20 g 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Reposição oral de água e eletrólitos, desidratação leve ou moderada. Dosagem: Preparo da solução: Diluir 1 envelope em 1 litro de água filtrada ou fervida e fria. Na fase de reposição, a dose média é de 10 ml/kg (200 mL no máximo), após cada evacuação. A solução deve ser oferecida em pequenas quantidades e com grande freqüência. 4. ALERTAS Precauções: Debilitados, idosos, disfunção renal. Contra-indicações: Íleo paralítico, obstrução e perfuração intestinal, vômitos incoercíveis, insuficiência renal com anúria ou oligúria, desidratação severa em tratamento com reposição intravenosa. Efeitos adversos: Vômitos após administração rápida e de grandes quantidades, hipernatremia e hipercalemia decorrente de hiperidratação (pacientes com comprometimento da função renal ou erros na preparação da solução). Gravidez: Categoria A. Lactação: Seguro. Via de excreção principal: Renal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Reconstituir apenas com água e no volume indicado. Conservar a solução hidratante em ambiente fresco ou geladeira, devendo ser administrado ou consumido até 24 horas após o preparo. Não ferver ou aquecer após o preparo. Repositor eletrolítico

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SALBUTAMOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Salbutamol DCB: Sulfato de Salbutamol Apresentação: Solução oral 0,4 mg/mL; Comprimidos 2 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Broncoespasmo. Dosagem: Crianças: 0,15 mg/kg/dose, VO, de 6/6 h. Dose máxima de 2 mg/dose. Adolescentes e adultos: 2 a 4 mg, VO, de 6/6 h. Dose máxima de 8 mg/dose. 4. ALERTAS Precauções: Avaliar risco/benefício na presença de Diabetes mellitus, hipertensão arterial, hipertireoidismo, glaucoma, hipocalemia pré-existente, distúrbios convulsivos e insuficiência coronariana. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao salbutamol, arritmia cardíaca pré-existente; diante de abortamento iminente. Efeitos adversos: Tremor nas mãos, tontura, cefaléia, agitação, nervosismo, insônia, taquicardia e ligeira queda na pressão diastólica, vasodilatação periférica, angina, lesões dermatológicas, síndrome de Stevens-Johnson, reações alérgicas, urticária, sudorese, vômito, cãimbras pela redução de potássio sérico ocasional, aumento do apetite, dificuldade para urinar, náusea, pirose, epistaxe, midríase, diarréia, constipação, broncoespasmo paradoxal, tosse. Interações: Atomoxetina, epinefrina, norepinefrina, levonordefrina, antidepressivos tricíclicos, antihistamínicos, levotiroxina sódica, alcalóides do ergot, bloqueador alfa-adrenérgico (fentolamina), betabloqueadores e fenotiazina, anti-hipertensivos, insulina, hipoglicemiantes orais, anestésico hidrocarbonado halogenado, ciclopropano, digitálicos, diurético mercurial, halotano, IMAO. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; ação desconhecida sobre o concepto; avaliar risco/benefício. Via de excreção principal: Renal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar junto às refeições. Simpatomimético agonista beta-2-adrenérgico

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SAQUINAVIR
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Saquinavir - SQV DCI: Saquinavir Apresentação: Cápsulas 200 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da infecção por HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da protease

Dosagem: Adolescentes maiores de 18 anos e adultos: Associação com Ritonavir: SQV 1.000 mg, VO, 2 vezes ao dia + RTV 100 mg, VO, 2 vezes ao dia ou SQV 400 mg, VO, 2 vezes ao dia + RTV 400 mg, VO, 2 vezes ao dia ou SQV ( cápsula mole) 1200 mg, VO, 3 vezes ao dia. Associação com Lopinavir/r: SQV 1000 mg, VO, 2 vezes ao dia + LPV/r 400/100 mg, VO, 2 vezes ao dia Associação com Nelfinavir: SQV (cápsula mole) para 800 mg, VO, 3 vezes ao dia, ou 1200 mg, VO, 2 vezes ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Insuficiência renal ou hepática, Diabetes mellitus, hemofilia. Contra-indicações: Insuficiência hepática severa, hipersensibilidade ao fármaco, co-administração com sinvastatina, lovastatina, rifampicina, rifabutina, derivados da ergot, astemizol, terfenadina, cisaprida, midazolam, triazolam, Hypericum perforatum, delavirdina, amprenavir e indinavir. Efeitos adversos: Diarréia, mucosite, desconforto abdominal, náusea, vômito, cefaléia, neuropatia periférica, parestesia, zumbido, insônia, alteração de humor, ataxia, dor musculoesquelética, astenia, febre, possível sangramento em hemofílicos, prurido, rash, erupções cutâneas, síndrome de StevensJohnson, trombocitopenia e outros distúrbios hematológicos, convulsões, lesão hepática, pancreatite, nefrolitíase, lipodistrofias, hiperglicemia, Diabetes mellitus , elevação de transaminases. Interações: Bloqueadores de canais de cálcio, astemizol, estatinas, bepridil, carbamazepina, macrolídeos, cisaprida, ciclosporina, dapsona, dexametasona, derivados do ergot, fentanil, flunarizina, fenitoína, suplementos à base de alho, antifúngicos azólicos, midazolam, fenobarbital, pimozida, sildenafil (não excedê-lo de 25 mg/dia), Hypericum perforatum, tacrolimus, terfenadina, triazolam, warfarina. Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais: Didanosina: administrar com intervalo de 1 hora. Efavirenz, nevirapina e rifampicina: co-administrar apenas em associação com ritonavir. Nelfinavir e ritonavir: ajustar doses. Delavirdina, amprenavir e indinavir: contra-indicados. Gravidez: Categoria B. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Fezes. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

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SOLUÇÃO FISIOLÓGICA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Solução Fisiológica DCB: Cloreto de Sódio Apresentação: Injetável - frascos 250 e 500 mL – 9 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Reposição de cloreto de sódio, diluição de drogas injetáveis compatíveis, limpeza de catéteres, ferimentos e queimaduras, reposição de líquido extracelular. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Dosagem: A critério médico. 5. ALERTAS Precauções: ICC, insuficiência circulatória, disfunção renal, hipoproteinemia, cirrose, hipervolemia, obstrução do trato urinário, possibilidade de retenção sódica quando utilizado no período pós-cirúrgico. Contra-indicações: Hipernatremia, retenção líquida, hipersensibilidade ou intolerância aos componentes da formulação. Efeitos adversos: Trombose venosa e flebite, perda urinária de cálcio, febre, edema e embolia pulmonar, pneumonia, necrose, infecção da pele por extravasamento (uso IV), irritação ocular (uso oftálmico). Interações: Não descritas. Gravidez: Categoria A. Lactação: Seguro. Via de excreção principal: Renal. Uso Interno na Unidade de Saúde Eletrólito

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SOLUÇÃO FISIOLÓGICA NASAL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Solução Fisiológica Nasal DCB: Cloreto de Sódio + Cloreto de Benzalcônio Apresentação: Solução nasal - Cloreto de Sódio 0,9% + Cloreto de Benzalcônio 0,01% 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Fluidificante que auxilia na remoção das secreções nasais e paranasais. Dosagem: Uma a três gotas em cada narina, quantas vezes forem necessárias ao dia ou conforme orientação médica (em geral, 4 a 6 vezes ao dia). 4. ALERTAS Precauções: Não deve ser usado ininterruptamente durante longos períodos. Contra-indicações: Não são conhecidas contra-indicações específicas. O cloreto de benzalcônio pode ocasionar irritação e lesão da mucosa nasal pelo uso prolongado, em concentrações acima de 0,01%. Efeitos adversos: Desconhecidos. Interações: Desconhecidas. Gravidez: Categoria A. Lactação: Compatível. Via de excreção principal: Renal. Solução salina isotônica fluidificante

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SOLUÇÃO GLICOSADA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Solução Glicosada DCB: Glicose Apresentação: Injetável - frascos 125, 250 e 500 mL – 50 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Reposição calórica, diluição de drogas injetáveis compatíveis. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Dosagem: A critério médico. 5. ALERTAS Precauções: Diabetes mellitus, tolerância diminuída à glicose, cardiopatias e nefropatias. Contra-indicações: Anúria, coma diabético, hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, Delirium tremens, síndrome de má-absorção de glicose-galactose. Efeitos adversos: Dor local, reação febril, hiperglicemia, glicosúria e diurese excessiva. Interações: Verificar compatibilidade com outras misturas intravenosas. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal. Uso Interno na Unidade de Saúde Repositor de glicose

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SULFADIAZINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Sulfadiazina DCB: Sulfadiazina Apresentação: Suspensão oral 100 mg/mL; Comprimidos 500 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Infecções do trato urinário, toxoplasmose, malária e outras infecções provocadas por microorganismos sensíveis. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Mãe Curitibana; Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Antimicrobiano; antiprotozoário

Usos terapêuticos: Toxoplasmose na gestante e congênita; infecções oportunistas da AIDS. Dosagem: Mãe Curitibana: Toxoplasmose: Recém-nascido: 100 mg/kg/dia (1 ml/kg/dia), VO, de 12/12 h. Gestante: 3.000 mg, VO, dividido em 2 a 3 tomadas, a partir da 14a semana de gestação, de acordo com o esquema terapêutico preconizado no protocolo do programa. AIDS: Toxoplasmose: Crianças: Iniciar com 100 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, por 4 a 6 semanas. Manter com 75 mg/kg/dia, VO, 2 vezes ao dia, indefinidamente. Adultos: 1.000 a 2.000 mg, VO, de 6/6 h, durante aproximadamente 6 semanas; manutenção de 500 a 1.000 mg, VO, de 6/6 h, indefinidamente. Nocardia: 1.000 mg, VO, de 6/6 h, durante 6 meses, aproximadamente. Infecção do trato urinário: 500 a 1.000 mg, VO, de 6/6 h, durante 3 a 14 dias. Ajuste de dose: Desnutrição protéico-calórica. 5. ALERTAS Precauções: Disfunção hepática ou renal, porfiria, pacientes oligúricos e com urina ácida (risco de cristalúria), discrasia sangüínea, hemólise e deficiência de G6PD, antecedentes de alergia à furosemida, diuréticos tiazídicos, sulfoniluréias e inibidores da anidrase carbônica (hipersensibilidade cruzada). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, crianças com menos de 2 meses de idade (exceto nos casos de toxoplasmose congênita), antes da 14a e após a 34ª semana de gestação, pelo risco de desenvolver kernicterus no RN. Efeitos adversos: Reações de hipersensibilidade, febre, doença do soro, fotossensibilidade, anorexia, náusea, vômito, diarréia, estomatite, discrasia sangüínea como mielossupressão, anemia hemolítica, hepatite, pancreatite, síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell, cefaléia, encefalopatia, ataxia, neurite periférica, insônia, tinito, cristalúria, insuficiência renal. Interações: Hipoglicemiantes orais (hipoglicemia severa), anticoagulantes orais, ciclosporina, fenitoína e fosfenitoína, medicamentos hepatotóxicos e hemolíticos, metotrexato, metenamina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno, compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

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SULFAMETOXAZOL + TRIMETOPRIM
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Sulfametoxazol + Trimetoprim DCB: Sulfametoxazol + Trimetoprima Apresentação: Suspensão oral 40 mg de SMX + 8 mg de TMP/mL; Comprimidos 400 mg de SMX + 80 mg de TMP 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento de infecções do trato urinário, do trato respiratório superior e inferior, diarréias infecciosas e outras infecções decorrentes de agentes suscetíveis ao fármaco como cocos Gram-negativos e alguns cocos Gram-positivos, bacilos Gram-negativos; brucelose aguda, nocardiose, blastomicose sul-americana; infecções por clamídia e hemófilo. Tratamento e profilaxia de pneumonia por Pneumocystis jiroveci em pacientes imunocomprometidos, inclusive AIDS. Dosagem: Crianças menores de 2 meses: Uso contra-indicado. Crianças maiores de 2 meses e com até 40 Kg: 20 a 30 mg de SMX + 4 a 5 mg de TMP/Kg/dose, VO, de 12/12 h. Adolescentes e adultos: 800 mg de SMX + 160 mg de TMP, VO, de 12/12 h. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 4. ALERTAS Precauções: Disfunção hepática ou renal, idosos, discrasia sangüínea, supressão de medula óssea, deficiência de G6PD, história de alergia severa e asma brônquica, deficiência de folato, idosos, alcoolistas, uso de anticonvulsivantes, síndromes de má-absorção e desnutrição; antecedentes de alergia a diuréticos tiazídicos, furosemida, sulfoniluréias e inibidores da anidrase carbônica (hipersensibilidade cruzada); descontinuar o uso se ocorrer rash cutâneo.. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, crianças com menos de 2 meses de idade, gestantes, anemia megaloblástica por deficiência de folatos. Efeitos adversos: Reações de hipersensibilidade, fotossensibilidade, náusea, vômito, diarréia, discrasia sangüínea como mielossupressão, anemia hemolítica, hepatite, pancreatite, síndrome de StevensJohnson, necrólise epidérmica tóxica, cefaléia, febre, cristalúria, urolitíase, insuficiência renal, disfunção tireoideana, nefrite intersticial, tromboflebite, meningite asséptica, toxicidade do SNC, reações tipo dissulfiram. Interações: Hipoglicemiantes orais, anticoagulantes orais, ciclosporina, fenitoína e fosfenitoína, medicamentos hepatotóxicos e hemolíticos, metotrexato, metenamina, digoxina, dofetilida, enalapril, metronidazol, procainamida, pirimetamina, etanol. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação (exceto em prematuros ou lactentes com estresse, hiperbilirrubinemia ou deficiência de G6PD). Via de excreção principal: Renal. Antimicrobiano

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SULFATO FERROSO
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Sulfato Ferroso DCB: Sulfato Ferroso Apresentação: Solução oral - 25 mg/mL (1,25 mg/gota) de ferro elementar (125 mg de Sulfato Ferroso/mL); Comprimidos 40 mg de ferro elementar (200 mg de Sulfato Ferroso) 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento e profilaxia das deficiências nutricionais de ferro e das anemias ferroprivas na infância, adolescência e gestação. Dosagem (ferro elementar): Profilaxia: Recém-nascido pré-termo: 2 mg/kg/dia, VO. Recém-nascido a termo: 1 a 2 mg/kg/dia, VO. Lactentes: 3 a 5 mg/kg/dia, VO, durante o primeiro ano. Mulheres em idade reprodutiva: 20 mg/dia, VO. Tratamento: Lactentes e crianças: 4 a 6 mgKg/dia, VO, 2 vezes ao dia. Adultos: 100 a 200 mg/dia, VO, 2 vezes ao dia. Ajuste de dose: Idoso. 4. ALERTAS Precauções: Intolerância digestiva (fracionar a dose diária), dentição, interação com alimentos e fármacos. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos componentes do produto, anemia hemolítica, anemias não ferroprivas, hemossiderose, hemocromatose, porfiria cutânea. Efeitos adversos: Constipação intestinal, diarréia, sabor metálico, epigastralgia, hemossiderose, náusea, vômito, fezes enegrecidas, inapetência, manchas nos dentes (com preparações líquidas). Interações: Antiácidos, colestiramina, extratos pancreáticos, vitamina E, doxaciclina, tetraciclina e cloranfenicol, penicilamina, tetraciclina, fluoroquinolonas, etidronato, dimercaprol. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno, compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Traços na urina e nas fezes. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar próximo das refeições, longe da ingesta de leite. Administrar 1 hora antes ou 2 horas após o uso de antiácidos, suplementos de cálcio, ovos, café, chá, pão integral ou com cereais. A administração com sucos cítricos, ricos em vitamina C, auxilia sua absorção. A escovação adequada dos dentes evita a impregnação do produto em placa bacteriana e manchas nos mesmos. Antianêmico

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TALIDOMIDA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Talidomida DCB: Talidomida Apresentação: Comprimidos 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento das manifestações reacionais (eritema nodoso, eritema polimorfo) na hanseníase, LES, AIDS, doença do hospedeiro X enxerto; tratamento de mieloma múltiplo, câncer de próstata, câncer de mama, sarcoma de Kaposi e glioblastoma. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento da Hanseníase, do Lupus Eritematoso Sistêmico e da Doença Hospedeiro X Enxerto Imunossupressor

Usos terapêuticos: Tratamento das manifestações reacionais na hanseníase; lupus; AIDS e doença do hospedeiro X enxerto. Dosagem: Adultos: Tratamento do eritema nodoso hansêmico - reação tipo II: 100 a 400 mg/dia, VO, uma vez ao dia ou em doses divididas, conforme a intensidade do quadro, mantendo a dose inicial até regressão clínica do quadro reacional. 5. ALERTAS Precauções: Não descontinuar o uso se ocorrerem lesões cutâneas; leucopenia, hipotensão postural, bradicardia; cuidado ao executar atividades que exijam atenção; medicamentos neurotóxicos; história ou risco de crises convulsivas; eliminado no sêmen. Contra-indicações: Gestantes, mulheres em idade fértil, hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Constipação, boca seca, secura nasal, sonolência, rash cutâneo, eritema de face, neuropatia periférica severa e irreversível, edema unilateral de membros inferiores, bradicardia, tontura e hipotensão ortostática, neutropenia, púrpura trombocitopênica, trombose venosa profunda. Interações: Dexametasona, medicamentos neurotóxicos. Gravidez: Categoria X. Lactação: Desconhecido; contra-indicado. Via de excreção principal: Renal.

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6. ASPECTOS LEGAIS

Portaria 344/98 – Lista C3 – Notificação de Receita Especial

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar no mínimo uma hora após a refeição, preferencialmente com água, geralmente antes de deitar. Nos homens com vida sexual ativa, orientar uso de condom durante o uso do medicamento. Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

TERBUTALINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Terbutalina DCB: Sulfato de Terbutalina Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL - 0,5 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Profilaxia e tratamento do broncoespasmo observado na asma brônquica, bronquite crônica, enfisema e outras pneumopatias; miorrelaxante uterino no manuseio de trabalho de parto prematuro não complicado. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas Simpatomimético agonista beta-adrenérgico

Usos terapêuticos: Tratamento do broncoespasmo. Dosagem: Crianças: 0,0035 a 0,005 mg/kg (3,5 a 5 mcg/Kg), SC. Adolescentes e adultos: 0,25 a 0,5 mg (250 a 500 mcg), SC, até 4 vezes ao dia (dose máxima em 4 horas de 0,5 mg; aplicar e aguardar melhora em 15 a 30 minutos). Dose máxima diária de 2 mg. Ajuste de dose: Insuficiência renal. 5. ALERTAS Precauções: Não administrar concomitantemente com outras aminas simpatomiméticas, Diabetes mellitus, hipertensão arterial, hipotireoidismo, doenças cardíacas e epilepsia. Controlar pressão arterial e freqüência cardíaca. Suspender ou diminuir a dose se a freqüência cardíaca for superior a 180 bpm. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, crianças menores de 12 anos. Efeitos adversos: Tremor, tontura, fadiga, cefaléia, náusea, nervosismo, palpitação, zumbido, vasculite, taquicardia, angina, arritmias, hipotensão, sonolência, insônia, edema pulmonar e erupções máculo-papulares, hipocalemia. Interações: Furazolidona, IMAO, succinilcolina, teofilina. Gravidez: Categoria B. Lactação: Seguro. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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TINIDAZOL + MICONAZOL
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Tinidazol + Miconazol DCB: Tinidazol + Nitrato de Miconazol Apresentação: Creme vaginal – 30 mg de Tinidazol + 20 mg de Miconazol em 1 grama 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Vulvovaginites causadas por fungos e tricomonas, balanopostites por fungos. Dosagem: Mulher: 5 g (conteúdo de um aplicador), via intravaginal, 1 vez ao dia, antes de deitar, durante 14 dias consecutivos, ou 2 vezes ao dia, durante 7 dias. Homem: Aplicar uma fina camada do creme na região da glande ou sulco balanoprepucial, 2 vezes ao dia, até o desaparecimento dos sintomas, ou até o término do tratamento da parceira sexual. 4. ALERTAS Precauções: Descontinuar o uso no caso de irritação local. Avaliar risco/benefício no uso durante o terceiro trimestre de gestação. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos componentes da fórmula; durante o primeiro trimestre de gestação. Efeitos adversos: Reações de hipersensibilidade ou irritação local. Interações: Não foram relatadas interações com o medicamento tópico. Gravidez: Contra-indicado durante o primeiro trimestre de gestação. Lactação: Excretado no leite materno. Via de excreção principal: Renal. Antifúngico; antiprotozoário

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

TIORIDAZINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cloridrato de Tioridazina DCB: Cloridrato de Tioridazina Apresentação: Comprimidos 50 mg; Drágeas 100 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Crises de esquizofrenia e prevenção de recaídas; depressão psicótica, doença de Huntington, doença de Gilles de la Tourette, psicose atípica, psicose na infância, psicose induzida por substância, psicose reativa breve, quadros demenciais com agitação, síndrome cerebral orgânica aguda (delirium), transtorno bipolar (episódios de mania e nos transtornos resistentes), transtorno esquizoafetivo, transtorno delirante, transtorno de personalidade com impulsividade e/ou agitação. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Antipsicótico derivado piperidínico

Dosagem: Crianças menores de 2 anos: Uso não recomendado. Crianças maiores de 2 anos: 1 a 4 mg/kg/dia, VO, com aumento progressivo da dose, em doses divididas. Adultos: 300 a 600 mg/dia, VO, 2 a 4 vezes ao dia, alcançando no máximo 1.200 mg/dia nas crises. A dose de manutenção não deve ultrapassar 800 mg/dia. Ajuste de dose: Idosos (iniciar com 1/3 a 1/2 da dose). 5. ALERTAS Precauções: Síndrome de abstinência pela interrupção do medicamento; realizar hemograma na suspeita de agranulocitose; realizar ECG em cardiopatas e pacientes com uso de altas doses. Contra-indicações: Hipersensibilidade às fenotiazinas; câncer de mama prolactino-dependente, transtornos convulsivos, depressão acentuada do SNC, discrasia sangüínea recente ou pregressa, glaucoma de ângulo fechado, doença cardiovascular grave. Efeitos adversos: Boca seca, constipação, náusea, vômito, parotidite, visão borrada, efeitos extrapiramidais como acatisia, parkinsonismo, distonia muscular, rigidez muscular, torcicolo, crises oculógiras e tremores finos, discinesia tardia, hipotensão, retinopatia pigmentar, depósitos granulares na córnea, arritmias, prolongamento de QT, morte súbita, hipotensão, leucopenia, agranulocitose, trombocitopenia, confusão, psicose, porfiria, hirsutismo, galactorréia, ginecomastia, hiperprolactinemia, hipertermia, disfunção sexual, incontinência, hepatotoxicidade, fototoxicidade, hipocromia, síndrome neuroléptica maligna. Interações: Depressores do SNC, etanol, antidepressivos tricíclicos, agentes antitireoideanos, epinefrina, medicamentos que causam reações extrapiramidais, lítio, metrizamida, medicamentos que produzem hipotensão, medicamentos hepatotóxicos e hematotóxicos. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; uso não recomendado; provoca sedação no lactente. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

S T U

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Cuidado com atividades que exijam atenção; preferir administração à noite, evitando sedação importante durante o dia. Evitar exposição ao sol pela fotossensibilidade.

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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TROPICAMIDA
1. DESCRIÇÃO
DO

FÁRMACO

Nome: Tropicamida DCB: Tropicamida Apresentação: Solução oftálmica 1% – 1 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Indução de cicloplegia e midríase para realização de exame de refração, retinoscopia, pré e pós-operatório. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa Visão Saudável Parassimpatolítico

Dosagem: Midríase: 1 gota de solução 0,5%, no saco conjuntival, 20 minutos antes do exame. Repetir após 5 minutos, se necessário. Cicloplegia: 1 gota de solução 1%, no saco conjuntival, 20 minutos antes do exame. Repetir após 5 minutos, se necessário. Obs.: Efeitos sistêmicos em crianças menores são menos freqüentes com o uso de solucão 0,5%. 5. ALERTAS Precauções: Predisposição à pressão intra-ocular aumentada, idosos, Síndrome de Down, visão borrada, fotossensibilidade; crianças menores ou de cabelos e olhos claros, com paralisia espástica e/ou lesão cerebral. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco; glaucoma de ângulo fechado. Efeitos adversos: Irritação da córnea, visão borrada, fotofobia, rinite, edema, sedação, cefaléia, dificuldade de concentração, fadiga, sonolência, distúrbios de comportamento, reações psicóticas, boca seca, taquicardia, colapso cardiorrespiratório, erupção cutânea e reações alérgicas. Interações: Cisaprida, procainamida, proparacaína. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

S T U

160

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

VITAMINA A + VITAMINA D
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Vitamina A + D DCB: Acetato de Retinol + Colecalciferol Apresentação: Solução oral – 50.000 UI de Acetato de Retinol + 10.000 UI de Colecalciferol em 1 mL (20 gotas) 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Prevenção e tratamento dos estados carenciais de vitamina A e D; osteoporose; osteomalácia, hipofosfatemia, raquitismo, hipoparatireoidismo, osteodistrofia renal. Dosagem: Lactentes: 1 a 2 gotas, VO, ao dia. Crianças: 2 a 3 gotas, VO, ao dia. Ajuste de dose: Disfunção renal e hepática. 5. ALERTAS Precauções: Condições cardíacas pré-existentes, hiperfosfatemia, insuficiência renal, doença hepática, uso concomitante de substâncias contendo cálcio, sarcoidose, hiperlipidemia. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos componentes do fármaco, hipervitaminose A e D, hipercalcemia, síndrome de má-absorção. Efeitos adversos: Hipercalcemia, hipercalciúria, anemia, neutropenia, distúrbios de coagulação, cefaléia, sonolência, convulsões, pseudotumor cerebral, hepatotoxicidade, reações dermatológicas. Interações: Antiácidos, preparações contendo cálcio ou fósforo, diuréticos tiazídicos, análogos de vitamina D, colestiramina, colestipol, sucralfato, óleo mineral, análogos de vitamina A (isotretinoína, etretinato). Gravidez: Categoria A - não exceder dose diária de 5.000 UI de acetato de retinol e 400 UI de colecalciferol. Categoria X para doses diárias superiores (teratogênico). Lactação: Excretado no leite materno; uso recomendado de doses diárias inferiores a 4.000 UI de acetato de retinol e 400 UI de colecalciferol. Via de excreção principal: Biliar e renal. Suplemento nutricional

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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VITAMINA B1
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Vitamina B1 DCB: Tiamina Apresentação: Comprimidos 300 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Deficiência de tiamina (profilaxia e tratamento), alcoolismo, neurite, polineurite. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Programa de Saúde Mental Suplemento nutricional

Usos terapêuticos: Prevenção de encefalopatia de Wernicke e a síndrome de Wernicke-Korsakoff durante a desintoxicação de alcoolismo. Dosagem: 300 mg, VO, durante 30 dias. 5. ALERTAS Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Diarréia, náusea; sensação de queimação e dor no local da injeção, hipersensibilidade como distress respiratório, prurido, choque e dor abdominal (raro). Interações: Incompatível com soluções alcalinas ou neutras (bicarbonato, citrato, eritromicina, ferro, barbituratos); bloqueadores neuromusculares. Gravidez: Categoria A para doses diárias inferiores a 1,5 mg. Categoria C quando em doses diárias superiores. Lactação: Compatível com a amamentação, doses diárias recomendadas de 1,6 mg. Via de excreção principal: Renal.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

ZALCITABINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Zalcitabina (ddC) DCB: Zalcitabina Apresentação: Comprimidos 0,75 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da infecção por HIV/AIDS. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da transcriptase reversa análogo de nucleosídeo

Dosagem: Crianças menores de 12 anos: Eficácia e segurança não estabelecidas; uso não recomendado. Adolescentes e adultos: 0,75mg, VO, de 8/8 h. Ajuste de dose: Disfunção renal. Ajustar de acordo com o clearance de creatinina: 10 a 50 mL/min: 0,75 mg, VO, 2 vezes ao dia. < 10 mL/min: 0,75 mg, VO, 1 vez ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Associação com medicamentos neurotóxicos ou com toxicidade pancreática; neuropatia periférica anterior ou recente, insuficiência hepática ou renal, pancreatite, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, mielossupressão severa, úlceras orais e esofageanas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a qualquer componente da fórmula. Efeitos adversos: Neuropatia periférica, estomatite, ulcerações esofageanas, pancreatite, esteatose hepática (pode ser fatal), acidose láctica, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca congestiva, reações alérgicas. Interações: Estavudina, lamivudina, álcool, pancreatite como didanosina, etambutol, pentamidina, estrógenos, sulfonamida, tetraciclinas, diuréticos tiazídicos, furosemida, metildopa, etionamida, fenitoína, hidralazina, glutetimida, vincristina, cisplatina, cloranfenicol, dapsona, lítio, metronidazol, nitrofurantoína, isoniazida (administrar com intervalo de 1 hora), cimetidina, probenecida. Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais: Didanosina, estavudina e lamivudina: evitar uso concomitante. Gravidez: Categoria C (teratogênico). Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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ZIDOVUDINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Zidovudina (AZT) DCB: Zidovudina Apresentação: Solução oral 10 mg/mL; Cápsulas 100 mg; Injetável – ampolas 20 mL – 10 mg/mL 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da infecção por HIV/AIDS, profilaxia da transmissão vertical do HIV e da infecção por HIV após exposição ocupacional. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Profilaxia e Tratamento de HIV/AIDS Antiviral inibidor da transcriptase reversa análogo de nucleosídeo

Dosagem: Recém-nascidos: Iniciar até 24 horas após o parto (preferencialmente até a 8a hora): Prematuros < 34 semanas de gestação (dose sob estudo em ensaios clínicos): 1,5 mg/kg, VO ou IV, de 12/12 h, nas primeiras duas semanas, e 2 mg/kg, VO ou IV, de 8/8 h, por mais 4 semanas. Recém-nascidos e crianças menores de 90 dias: 2 mg/kg, VO, de 6/6 h, ou 1,5 mg/kg IV de 6/6 h. Obs.: Utilizar via IV no mesmo esquema posológico caso o RN não tenha condições de receber medicamento por via oral. Não há evidências de benefício quando a administração do AZT é iniciado após 48 horas de vida. Crianças: 90 a 180 mg/m2, VO, de 8/8 h, ou 135 a 270 mg/m2, de 12/12 h. Dose máxima diária de 600 mg. Adolescentes e adultos: 200 mg, VO, de 8/8 h, ou 300 mg, VO, de 12/12 h. Ajuste de dose: Hemodiálise, diálise peritoneal, disfunção renal; ajustar de acordo com o clearance de creatinina: 10 a 50 mL/min: 300 mg, VO, 2 vezes ao dia. < 10 mL/min: 300 mg, VO, 1 vez ao dia. Insuficiência hepática: 200 mg, 2 vezes ao dia. 5. ALERTAS Precauções: Fazer hemograma completo mensalmente no primeiro trimestre de tratamento, e a cada 3 meses após; comprometimento de medula óssea, anemia, granulocitopenia, obesidade, presença de fatores de risco para hepatopatia e para acidose láctica, uso prolongado. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, co-administração com estavudina. Efeitos adversos: Mielossupressão, anemia, neutropenia, granulocitopenia, náusea, vômito, anorexia, astenia, cefaléia, insônia, mal estar geral, dores musculares, miosite, neuropatia, vasculite, convulsões, miocardiopatia, hiperpigmentação cutânea ungueal e de mucosas, acidose láctica, esteatose hepática (pode ser fatal). Interações: Agentes mielotóxicos como ganciclovir, interferon alfa, anfotericina B, flucitosina, dapsona, pirimetamina, citostáticos, sulfadiazina e SMX-TMP; estavudina e ribavirina (reduz atividade antiretroviral); claritromicina (administrar com intervalo de 4 horas); probenecida, fluconazol, paracetamol, atovaquona, metadona e ácido valpróico (monitorar toxicidade do AZT). Gravidez: Indicado em associação a outros medicamentos (3TC + nelfinavir ou nevirapina) para o controle da infecção e a redução da transmissão vertical do HIV (vide manual do MS). Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

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7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar com ou sem alimentos, de preferência não gordurosos. A forma injetável não deve ser administrada com soluções biológicas ou coloidais (produtos do sangue, soluções que contêm proteína).

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ZIDOVUDINA + LAMIVUDINA
1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Zidovudina (AZT) + Lamivudina (3TC) DCB: Zidovudina + Lamivudina Apresentação: Comprimidos 300 mg (AZT) + 150 mg (3TC) 2. CLASSE TERAPÊUTICA 3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS Usos terapêuticos: Tratamento da infecção por HIV/AIDS; profilaxia na pós-exposição ocupacional ao HIV. 4. FARMÁCIA CURITIBANA Tratamento de HIV/AIDS Antivirais inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeo

Dosagem: Adolescentes e adultos: Dose usual: 300 mg de AZT + 150 mg de 3TC, VO, 2 vezes ao dia. Profilaxia de infecção por HIV após acidente pérfuro-cortante: vide Manual de Condutas em Exposição Ocupacional a Material Biológico: Hepatites e HIV do Ministério da Saúde. 5. ALERTAS Precauções: Antecedentes ou sintomatologia sugestiva de pancreatite, insuficiência renal, comprometimento hematológico, presença de fatores de risco para hepatopatia e para acidose láctica; risco de recorrência de hepatite B após suspensão da lamivudina, uso prolongado Contra-indicações: Hipersensibilidade a um dos componentes da fórmula. Efeitos adversos: Cefaléia severa, febre, náusea, vômito, anorexia, diarréia, dor abdominal, dispepsia, pancreatite, mielossupressão, anemia, leucopenia, granulocitopenia, trombocitopenia, fadiga, tontura, insônia, sonolência, depressão, lipotímia, parestesias, neurotoxicidade, tosse e sintomas nasais, mialgia, artralgia, exantema, acidose láctica, hepatotoxicidade, hepatite colestática, aumento de transaminases, amilase. Interações: Zalcitabina (antagonismo potencial com lamivudina); fenitoína, isoniazida e estavudina (maior risco de pancreatite), SMT+TMP, agentes mielotóxicos como ganciclovir, interferon alfa, anfotericina B, flucitosina, dapsona, pirimetamina, citostáticos, sulfadiazina e SMX-TMP; ribavirina (reduz atividade anti-retroviral); claritromicina (administrar com intervalo de 4 horas); probenecida, fluconazol, paracetamol, atovaquona, metadona e ácido valpróico (monitorar toxicidade do AZT); rifampicina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal. 6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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Anexos

168

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

Os medicamentos que compõem a Farmácia Curitibana foram classificados de acordo com o caráter de dispensação e de uso dos mesmos. Quando o medicamento for de uso interno nas Unidades de Saúde, não sendo dispensado ao usuário, ou estiver vinculado a programas da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba ou a tratamentos de condições específicas, esta indicação estará descrita no item Farmácia Curitibana, da seguinte forma: Uso Interno na Unidade de Saúde Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas Programa de Atenção à Hipertensão Arterial Sistêmica Programa de Atenção ao Diabetes mellitus Programa Crescendo com Saúde Programa Mãe Curitibana Programa de Planejamento Familiar Programa de Saúde Mental Programa Visão Saudável Bloqueio de Meningite Bacteriana Tratamento de Acidente Loxoscélico Tratamento da Epilepsia na Infância Tratamento da Hanseníase Tratamento de HIV/AIDS Tratamento de Infecções Oportunistas da AIDS Tratamento de Leptospirose Tratamento da Tuberculose

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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ASPECTOS LEGAIS

Aspectos legais que normatizam a prescrição e dispensação de medicamentos sujeitos a controle especial, de acordo com a Portaria 344/98 do Ministério da Saúde, estarão descritos quando existentes. A Receita consiste na prescrição escrita de medicamentos e orientação quanto ao seu uso, efetuada por profissional legalmente habilitado, quer seja de formulação magistral ou de produto industrializado. Estas informações deverão ser escritas de forma legível, evitando erros durante a dispensação. Para substâncias de controle especial, a receita deverá ser dupla, de cor branca, ou acompanhada da Notificação de Receita, documento padronizado para notificação da prescrição que se classifica em: Tipo A – para entorpecentes, receita de cor amarela; Tipo B – para psicotrópicos, de cor azul; Tipo Especial – para retinóides de uso sistêmico ou imunossupressores, de cor branca. A notificação tipo A e B deverá ser firmada por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina, no Conselho Regional de Medicina Veterinária ou no Conselho Regional de Odontologia, enquanto que a tipo especial deverá ser firmada exclusivamente por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina.

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

Resumo do receituário e prescrição de medicamentos de controle especial segundo a portaria 344/98 do Ministério da Saúde
LISTA A1 A2 A3 B1 B2 C1 C2 C3 C4 C5 SUBSTÂNCIAS Entorpecentes Entorpecentes (concentrações especiais) Psicotrópicas Psicotrópicas Psicotrópicas Anorexígenas Outras Substâncias de Controle Especial Retinóicas Imunossupressoras Anti-retrovirais Anabolizantes NRB* (azul), estadual Dupla (branca), nacional NR especial, estadual 5 ampolas ou quantidade p/60 ou 180 dias (antiparkinson e anticonvulsivantes) 5 ampolas ou quantidade p/30 dias NRA* (amarela), justificativa para outro estado 5 ampolas ou quantidade p/30 dias 1 medicamento RECEITUÁRIO E AMBITO LIMITE POR PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOS POR RECEITA

3 medicamentos

1 medicamento

NR especial, estadual Quantidade p/30 dias Formulário específico Dupla (branca), nacional 5 ampolas ou quantidade p/30 (anti-retrovirais) ou 60 dias 5 medicamentos 1 medicamento

* Notificação de receita (NR) tipo A (NRA), tipo B (NRB), tipo especial (específico para a substância).

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

171

172
LIMITE POR PRESCRIÇÃO LIVRO LIMITE POR PRESCRIÇÃO QUANT. POR RECEITA BALANÇOS NOTIFICAÇÃO DE RECIETA A ( NRA Amarela), numerada, com nome e endereço do paciente, data assinatura e carimbo do médico, acompamhada da pres-crição médica. 05 ampolas ou quantidade suficiente para 30 dias se sob as demais formas farmacêuticas 1 medicamento livro 1 BA, BMPO 2 vias trimestral e anual MCPM NOTIFICAÇÃO DE RECEITA B (NRB Azul), numerada, com nome e endereço do paciente, data, assinatura e carimbo do médico, acompanhada de prescrição médica. VALIDADE ESTADUAL 05 ampolas ou quantidade suficiente para 30 dias se sob as demais formas farmacêuticas 1 medicamento livro 2 RECEITA BRANCA CARBONADA EM DUAS VIAS COM NOME DO PACIENTE, DATA, ASSINATURA E CARIMBO DO MÉDICO 05 ampolas ou quantidade suficiente para 60 dias se sob as demais formas farmacêuticas 3 medicamento livro 3

MEDICAMENTOS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL (PORTARIA 344/98)

LISTA

SUBSTÂNCIAS

MEDICAMENTO

A1

Entorpecentes

MEPERIDINA 50 MG/ML injetável (Petidina)

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

B!

Psicotrópicas

DIAZEPAM 5 MG – comprimido DIAZEPAM 10 MG – comprimido DIAZEPAM 10 MG – injetável MIDAZOLAM 15 MG – comprimido

C1

outras substâncias de controle especial

Carbamazepina 200 Mg Com. Clorpromazina 25 Mg Injet. Fenobarbital 100 Mg Comp. Fenobarbital 200mg Injet. Carbamazepina 400 Mg Comp. Cloridrato de Ciclopentolato 1% - Colírio Cloridrato de Proximetacaína 0,5% - Colírio Tropicamida 1% - Colírio Fenitoína 50 Mg/Ml Injet. Haloperidol 5 Mg Comp. Haloperidol 5 Mg Injet. Decanoato de Haloperidol 50 Mg/Ml Injet. Lactato de Biperideno 5 Mg Injet.

MEDICAMENTOS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL (PORTARIA 344/98)
LIMITE POR PRESCRIÇÃO LIMITE POR PRESCRIÇÃO QUANT. POR RECEITA LIVRO BALANÇOS

LISTA

SUBSTÂNCIAS

MEDICAMENTO

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

C1

outras substâncias de controle especial

Cloridrato de Biperideno 2 Mg Comp. Cloridrato de Clorpromazina 25 Mg Comp. Cloridrato de Clorpromazina 100 Mg Comp. Pamoato de Imipramina 75 Mg Comp. Carbonato de Lítio 300 Mg Comp. Cloridrato de Clomipramina 25 Mg Comp. Levomepromazina 25 Mg Comp. Cloridrato de Tioridazina 50 Mg Comp. Cloridrato de Amitriptilina 25 Mg Comp. Haloperidol 1 Mg Comp. Cloridrato de Imipramina 25 Mg Comp. Cloridrato de Tioridazina 100 Mg Comp. Maleato de Levomepromazina 100 Mg Comp. Ácido Valpróico 250 Mg Cáps. Ácido Valpróico 250 Mg/5 Ml Susp.Oral. Carbamazepina 20 Mg/Ml Susp. Oral Cloridrato de Clomipramina 75 Mg Comp. Cloridrato de Clomipramina 10 Mg Drágea Cloridrato de Clorpromazina 40 Mg/Ml Gotas Cloridrato de Imipramina 10 Mg Comp. Fenobarbital 40 Mg/Ml Sol.Oral. Haloperidol 2 Mg/Ml Gotas Levodopa 250 Mg+Carbidopa 25 Mg Comp. Levomepromazina 40 Mg/Ml Gotas Maleato de Levomepromazina 100 Mg Comp. Pramipexol 0,25 Mg Comp. Pramipexol 1 Mg Comp. Selegilina 5 Mg Comp. RECEITA BRANCA CARBONADA EM DUAS VIAS COM NOME DO PACIENTE, DATA, ASSINATURA E CARIMBO DO MÉDICO 05 ampolas ou quantidade suficiente para 60 dias se sob as demais formas farmacêuticas 3 medicamento

livro 3

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174
LIMITE POR PRESCRIÇÃO LIVRO livro 4 NOTIFICAÇÃO DE RECEITA ESPECIAL (NRE Branca), acompanhada Do termo de esclarecimento para o Usuário de TALIDOMIDA devidamente preenchido assinado e datado pelo médico e pelo usuário SUFICIENTE PARA 30 DIAS DE TRATAMENTO 1 medicamento por receita RECEITA BRANCA CARBONADA EM DUAS VIAS COM NOME DO PACIENTE, DATA, ASSINATURA E CARIMBO DO MÉDICO. VALIDADE ESTADUAL. 5 AMPOLAS OU QUANTIDADE SUFICIENTE PARA 60 DIAS. 5 medicamentos por receita livro 3 LIMITE POR PRESCRIÇÃO QUANT. POR RECEITA BALANÇOS

MEDICAMENTOS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL (PORTARIA 344/98)

LISTA

SUBSTÂNCIAS

MEDICAMENTO

C3

Imunossupressoras

Talidomida

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

C4

Anti-retrovirais

AMPRENAVIR 150 MG COMP. DIDANOSINA 25 MG COMP. EFAVIRENZ 200 MG COM. DIDANOSINA 100 MG COMP. ESTAVUDINA 30 MG CÁPS. ESTAVUDINA 40 MG CÁPS INDINAVIR 400 MG CÁPS. LAMIVUDINA 150 MG COM. LAMIVUDINA 10 MG/ML SOL. ORAL LOPINAVIR+RITONAVIR CÁPS. NELFINAVIR 250 MG COMP. NEVIRAPINA 200 MG COMP. RITONAVIR 100 MG CÁPS. RITONAVIR 80 MG/ML SOL. ORAL SAQUINAVIR 200 MG CÁPS. ZALCITABINA 0,75 MG COMP . ZIDOVUDINA 100 MG CÁPS. ZIDOVUDINA 10 MG/ML INJETÁVEL ZIDOVUDINA 10 MG/ML SOL. ORAL. ZIDOVUDINA+ LAMIVUDINA 300+150 MG COMP.

CLASSIFICAÇÃO DOS MEDICAMENTOS QUANTO AO RISCO TERATOGÊNICO
O quadro abaixo descreve a classificação de risco de teratogenicidade dos medicamentos, quando utilizados durante a gravidez, de acordo com a Food and Drug Administration (FDA).

Classificação dos medicamentos quanto ao risco teratogênico
CATEGORIA A Estudos controlados em mulheres não demonstraram risco para o feto no primeiro trimestre; não há evidências de risco nos trimestres posteriores; a possibilidade de agravo é remota. Estudos de reprodução animal não demonstraram riscos para o feto e não há estudos controlados em mulheres. OU Estudos de reprodução animal demonstraram efeitos adversos sobre o feto que não foram confirmados em estudos controlados em mulheres no primeiro trimestre. Estudos de reprodução animal demonstraram efeitos adversos sobre o feto e não há estudos controlados em mulheres. OU Estudos controlados de reprodução animal e em mulheres não foram realizados. O uso deve ser indicado somente se o benefício potencial justifique o risco potencial. Há evidências de risco fetal humano mas os benefícios do uso durante a gestação são aceitos apesar do risco (risco de vida ou doenças graves onde drogas mais seguras são inefetivas ou não existem). Estudos em animais e humanos demonstraram anormalidades fetais e/ou há evidências de risco fetal baseado na experiência humana e o benefício do uso não justifica o risco potencial. A droga é contra-indicada para gestantes e mulheres com probabilidade de engravidar.

B

C

D

X

Fonte: Food and Drug Administration

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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ABREVIATURAS

AAS ACTH ADH AIDS AINE ALT APV AST AV AVE AZT CPK d4T ddC DHEA DHEG DPOC ECG EEG EFZ G6PD HAART HAS HIV/AIDS

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

ÁCIDO ACETILSALICÍLICO HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO HORMÔNIO ANTI - DIURÉTICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA ANTINFLAMATÓRIO NÃO ESTERÓIDE ALANINA AMINOTRANSFERASE AMPRENAVIR ASPARTATO AMINOTRANSFERASE ÁTRIO VENTRICULAR ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO ZIDOVUDINA CREATINA FOSFOQUINASE ESTAVUDINA ZALCITABINA DIIDROEPIANDROSTENEDIONA DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA ELETROCARDIOGRAMA ELETROENCEFALOGRAMA EFAVIRENZ GLICOSE - 6 - FOSFATO DESIDROGENASE HIGHLY ACTIVE ANTI-RETROVIRAL THERAPY HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA VIRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA/SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA

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MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

HIV HSV IAA IAM ICC IDV IECA IMAO IO ISRS IT ITRAN ITRNN LES LPV/r MAC MAI MS RN RTV SMX SNC SQV T4 TMP TOC TSH VZV 3TC

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA HERPES SIMPLEX VÍRUS INSUFICIÊNCIA ADRENOCORTICAL AGUDA INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA INDINAVIR INIBIDOR DA ENZIMA COVERSORA DA ANGIOTENSINA INIBIDORES DA MOMOAMINOXIDASE INTRA - ÓSSEO INIBIDOR SELETIVO DA RECAPTAÇÃO DA SEROTONINA INTRATRAQUEAL INIBIDOR DA TRANSCRIPTASE REVERSA NUCLEOSÍDEO INIBIDOR DA TRANSCRIPTASE REVERSA NÃO NUCLEOSÍDEO LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO LOPINAVIR + RITONAVIR MYCOBACTERIUM AVIUM COMPLEX MYCOBACTERIUM AVIUM INTRACELLULARE MINISTÉRIO DA SAÚDE RECÉM - NASCIDO RITONAVIR SUFAMETOXAZOL SISTEMA NERVOSO CENTRAL SAQUINAVIR TIROXINA TRIMETOPRIM TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE VARICELA - ZOSTER VÍRUS LAMIVUDINA

MEMENTO TERAPÊUTICO DA FARMÁCIA CURITIBANA

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MEDICAMENTOS PARA PACIENTES INTERNADOS NAS U.S. 24 HORAS
ÁGUA PARA INJEÇÃO AMBROXOL 30MG – COMPRIMIDOS AMIODARONA 150MG - SOL.INJ. BICARBONATO DE SÓDIO 8,4% - 250ML BROMETO DE IPRATRÓPIO 0,025% SOL INALAÇÃO CARVÃO ATIVADO 50G CEFAZOLINA 1G - SOL.INJ. CLORANFENICOL – COLÍRIO CLORETO DE SÓDIO 0,9%, 10 ML - SOL.INJ. COLÍRIO ANESTÉSICO TETRACAÍNA DICLOFENACO SÓDICO OU POTÁSSICO GOTAS DIMENIDRATO SOL.INJ. DIMETICONA GOTAS DIPIRONA 500MG COMPRIMIDOS ENALAPRIL 20MG – COMPRIMIDOS ENEMA FOSFATO DE SÓDIO MONOBÁSICO FENITOÍNA 100MG – COMPRIMIDOS FLUMAZENIL 0,5 MG/5ML - SOL.INJ. GENTAMICINA 80MG - SOL.INJ. HEPARINA 5000 UI SUBCUTÂNEA - SOL.INJ. HIDRATO DE CLORAL 10% HIDROCORTISONA 100MG - SOL.INJ. HIOSCINA + DIPIRONA COMPRIMIDO HIOSCINA GOTAS

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ISOSSORBIDA 10MG COMPRIMIDO METILPREDNISOLONA 500MG – SOL.INJ. MIDAZOLAM 15MG - SOL.INJ. MORFINA SULFATO 10MG - SOL.INJ. MORFINA SULFATO 1MG - SOL.INJ. NITROPRUSSIATO DE SÓDIO 50MG - SOL.INJ. NORADRENALINA - SOL.INJ. PARACETAMOL 100MG/ML – GOTAS PARACETAMOL 500MG – COMPRIMIDO PENICILINA CRISTALINA 5.000.000 UI PROCAINAMIDA 500MG - SOL.INJ. RANITIDINA ( CLORIDRATO) - SOL.INJ. RANITIDINA 150MG – COMPRIMIDO RINGER COM LACTATO 500ML SALBUTAMOL 0,5MG/1ML - SOL.INJ. SALBUTAMOL GOTAS P/ INALAÇÃO SOLUÇÃO DE MANITOL A 20% SOLUÇÃO FISIOLÓGICA 0,9% - 1000ML SOLUÇÃO FISIOLÓGICA 0,9% - 125ML SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA 500ML SOLUÇÃO GLICOSADA 10% - 500ML SULFATO DE MAGNÉSIO 50% - SOL.INJ. VASELINA POMADA VERAPAMIL 5MG - SOL.INJ. VITAMINA B6 - SOL.INJ. VITAMINA K 10MG - SOL.INJ.

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EQUIPE TÉCNICA DE ELABORAÇÃO

COORDENADOR Lidio José Leonardi Enfermeiro; Coordenador de Recursos Materiais da SMS.

MEMBROS EFETIVOS Ágda de Jesus Silva Moreira Farmacêutica da Coordenação de Recursos Materiais e Responsável pela Assistência Farmacêutica na SMS. Ana Maria Cavalcanti Médica Clínica Geral, Coordenadora de Saúde do Adulto e Idoso do Centro de Informação em Saúde da SMS. Cristiane Maria Leal Vardana Marangon Médica Pediatra, Coordenadora de Saúde da Criança do Centro de Informação em Saúde da SMS. Roberto Rosenstein Júnior Médico Ginecologista e Obstetra e Autoridade Sanitária da Unidade de Saúde da Mulher.

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COLABORADORES Cibele Sorace Korkievicz Farmacêutica do Centro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Regional de Farmácia do Paraná. Fernando Fabiano Castelano Júnior Médico Clínico Geral/Emergencista do Centro de Informação em Saúde da SMS. Jackson Carlos Rapkiewicz Farmacêutico do Centro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Regional de Farmácia do Paraná. Jeter Leopoldo Slongo Farmacêutico do Centro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Regional de Farmácia do Paraná. José Gilberto Pereira Farmacêutico do Centro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Regional de Farmácia do Paraná. Luciane Glus Scharnoski Farmacêutica da Coordenação de Recursos Materiais da SMS. Luzia Viviane Fabre Médica Psiquiatra da Coordenação Municipal de Saúde Mental do Centro de Informação em Saúde da SMS. Maria Alice Pedotti Socióloga do Centro de Informação em Saúde da SMS. Marcia Luiza Krajden Médica Ginecologista e Obstetra do Centro de Informações em Saúde da SMS. Margarete Solá Soares Médica Pediatra do Centro de Informações em Saúde da SMS. Murilo Costa Pinto Filho Médico Clínico Geral/PSF de Unidade de Saúde da Família.
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Raquel Ferreira Scholz Uhlig Médica Ginecologista e Obstetra do Centro de Informação em Saúde da SMS. Sílvia Maria Gomes de Rossi Médica Infectologista da Coordenação Municipal de DST/AIDS do Centro de Informação em Saúde da SMS. EQUIPE DE REVISÃO Ágda de Jesus Silva Moreira Ana Maria Cavalcanti Cristiane Maria Leal Vardana Marangon

PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Antonio Carlos Patitucci Marcelo Victorino Nunes

O Grupo de Trabalho para revisão e atualização do Memento Terapêutico da Farmácia Curitibana foi designado pela Portaria N.º 37/2002-SMS de 22/05/2002. A primeira iniciativa de revisão do Memento da Farmácia Curitibana foi realizada pela farmacêutica Maria de Fátima Soares Guandalini, quando desenvolvia suas atividades junto à Coordenação de Recursos Materiais da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba em 1.999. APOIO TÉCNICO E DIGITAÇÃO DO TEXTO: Clara Fernanda Morelato Elero Secretária do Centro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Regional de Farmácia do Paraná.

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Referências Bibliográficas
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